Sociedade pós-étnica, diversidade e direitos humanos: Esboço de uma reflexão

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Sociedade pós-étnica, diversidade e direitos humanos: Esboço de uma reflexão"

Transcrição

1 Sociedade pós-étnica, diversidade e direitos humanos: Esboço de uma reflexão 1 RESUMO: O presente estudo é um esboço de uma reflexão recente para alguns e já bastante consistente para outros. Pretende-se, neste percurso, levantar uma questão sobre o contexto dos Direitos Humanos das sociedades pós-étnicas, cujo panorama tem como base a diversidade. Palavras-chave: Sociedade pós-étnica; Diversidade; Direitos Humanos. Introdução Ser humano significa, para cada um de nós, pertencer a uma classe, a uma sociedade, a um país, a um continente e a uma civilização. Claude Levi-Strauss Este estudo pretende esboçar uma preocupação, não muito recente, de alguns teóricos e filósofos, mas ainda bastante incipiente nos meios acadêmicos: vivemos numa emergente sociedade pós-étnica e num cenário de complexidade sociocultural e uma das grandes questões a serem debatidas é a dos Direitos Humanos. A globalização empreende grandes mudanças e transforma o mundo. Grandes empresas emergem movendo-se de um ponto a outro do planeta em busca de melhores ou mais lucrativas paragens para promover vendas, ganhar mais dinheiro e obter um número maior de consumidores. Nesse movimento, pagam menos aos trabalhadores, principalmente aquelas empresas que se instalam em países em desenvolvimento. Neste vai e vem de pessoas, bens de consumo, produtos midiáticos e de grandes empreendimentos econômicos, vê-se que estas mudanças reconfiguram o 1 é Mestre e Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, Professora dos cursos de Direito e Comunicação Social da Universidade de Mogi das Cruzes, Secretária Geral da Sociedade Brasileira dos Professores de Linguística e Certified Professional Coach pela ICA Austrália. Blog: Scientia FAER, Olímpia - SP, Ano 1, Volume 1, 2º Semestre

2 cenário global. Porém há de se admitir que a sociedade atual, daqui para frente denominada de pós-étnica, vai mais além do que um multiculturalismo, pois há uma intrincada rede de relações entre as pessoas, o que conduz a uma reflexão mais profunda quanto ao rumo que as diversas áreas do conhecimento devem dar quando o assunto é diversidade. Dentre essas áreas, destacam-se a Ciência do Direito e a questão dos Direitos Humanos. 1. As sociedades pós-étnicas: seguindo os passos da América A fim de se buscar o conceito de pós-étnico, localiza-se em Kotkin (2006) a afirmação de que assim que a América foi descoberta por Colombo, muitas ondas de imigrantes deram um novo colorido às normas culturais, reformularam a vida econômica e política. O movimento imigratório, então, trouxe uma nova síntese, uma diversidade sem precedentes que se pode chamar de pós-racial ou pós-étnica. Embora o autor pontue esta questão para os Estados Unidos, sabe-se que, para o Brasil, isso também é válido, conforme afirma Ribeiro (1997, p. 20): A confluência de tantas e tão variadas matrizes formadoras poderia ter resultado numa sociedade multiétnica, dilacerada pela oposição de componentes diferenciados e imiscíveis. Ocorreu justamente o contrário, uma vez que apesar de sobreviverem na fisionomia somática e no espírito dos brasileiros os signos de sua múltipla ancestralidade, não se diferenciaram em antagônicas minorias raciais, culturais ou regionais, vinculadas a lealdades étnicas próprias e disputantes de autonomia frente à nação. Kotkin e Ribeiro concordam que o processo cultural, tanto no norte da América quanto no sul, foi semelhante, em ambos os espaços se verifica um amálgama, uma síntese, conceitos importantes para se iniciar a reflexão sobre a sociedade pós-étnica, cujo elemento fundante é a diversidade. Atualmente, a reflexão sobre a diversidade está se alargando e se aprofundando em diferentes áreas do conhecimento, como a economia, a educação, a comunicação, o direito, uma vez que a vida social está mais complexa. Há que se considerar novas abordagens a fim de orientar empresas, escolas, instituições de saúde e de mídia, legisladores e instituições jurídicas a encontrarem uma forma de gerenciar ambientes institucionais em face da diversidade, uma vez Scientia FAER, Olímpia - SP, Ano 1, Volume 1, 2º Semestre

3 que essa mesma diversidade já foi alvo de intolerâncias, disputas, preconceitos e guerras. 2. Perspectiva pós-étnica A perspectiva pós-étnica, de acordo com Hollinger (2000), refere-se ao conceito de afiliação, cujo significado o autor aponta para a dinâmica social desta ação. Segundo ele (p. 188): [ ] quando as pessoas de nosso tempo falam de identidades, elas usualmente querem dizer afiliação ; isso significa trabalho, gênero, orientação sexual, arte, música, política e assim por diante. Hollinger (p. 106) ainda estendeu este conceito para outras formas: Uma perspectiva pós-étnica reconhece que muitos indivíduos vivem em muitos círculos simultaneamente e que a vida atual de cada indivíduo envolve vários níveis: um trabalho entre os muitos nós dos quais cada indivíduo é parte. A fim de completar esse conceito, o autor se adianta: Pós etnicidade prefere afiliação voluntária, não prescrita, aprecia múltiplas identidades, impulsiona comunidades para além de seus limites, reconhece o caráter estrutural dos grupos etno-raciais, e aceita a formação de novos grupos como parte de uma vida normal de uma sociedade democrática. (p. 116). Afiliação, segundo o autor, significa escolha. Quando as pessoas escolhem grupos, comunidades, trabalho, profissões, elas estão escolhendo um estilo de vida e, em alguns casos, são, ainda, atraídas por outras escolhas. Uma tradução mais adequada para afilliation do autor seria afinidade : as pessoas se unem cada vez mais por afinidade. Hollinger ainda argumenta que identidade e afiliação se realizam por meio de escolhas. Isto se aplica a todas as áreas do conhecimento, uma vez que, quando se fala de escolha, também se fala de aceitação e, assim, se insere todo o continente americano num ambiente favorável em termos de aceitação, uma vez que muitas culturas estão expandindo suas fronteiras utilizando o mecanismo voluntário de afiliação. Scientia FAER, Olímpia - SP, Ano 1, Volume 1, 2º Semestre

4 Esta grande visão havia sido prevista por Bohr (1961) em seus estudos sobre Física Quântica e o princípio da complementaridade, de acordo com o qual todas as culturas, mesmo as que se desenvolveram sob diferentes condições, são complementares. Considerando-se o extenso intercurso entre pessoas e o progresso da civilização humana, o mundo acabou conectando pessoas por causa da globalização e da cooperação e colaboração internacionais: vê-se, por exemplo, produtos culturais, crenças, valores sendo apreciados, melhorados e incorporados dentro do conceito de afiliação anteriormente exposto, o que torna mais claro o conceito de complementar. Afiliação, complementaridade, solidariedade, democracia, tolerância tornamse, numa sociedade pós-étnica, algo natural, como se o ser humano compreendesse sua natureza humana, planetária, respeitando-se e aceitando-se junto aos seus semelhantes e seus diferentes como seres com um único objetivo: serem aceitos numa sociedade cada vez mais contraditória. 4. Diversidade, Conhecimento e Direitos Humanos O continente americano é um multifacetado desde sua descoberta, como já mencionado, por isso é tão fácil abordar a diversidade nos mercados, na educação, na saúde, nas relações pessoais, no direito. Percebe-se, por um lado, uma preocupação muito grande com relação à criação de mercados mais abrangentes, enquanto, por outro, determinados nichos já atendem a algumas minorias, não tão pequenas e já bastante exigentes, uma vez que têm poder de decisão na escolha de certos produtos. O que parece imprescindível é essa perspectiva de mercado ser incorporada pela ciência: valorizar a diversidade. Segundo Vaughn (2009), a palavra diversidade passou a ser usada, no início dos anos 1980, no sentido de despertar para identificação do fenômeno em si e desenvolver a inclusão, principalmente no mundo do trabalho, já que grandes companhias que se movem pelo mundo precisam incluir trabalhadores dos países que lhes oferecem melhores subsídios para ali se instalarem. Scientia FAER, Olímpia - SP, Ano 1, Volume 1, 2º Semestre

5 Muitas empresas estrangeiras, hoje, contam com um CDO (Chief of Diversity Office), que prepara treinamentos a fim de criar uma cultura de relacionamento entre os colaboradores da empresa. O objetivo dessa prática é desvanecer as diversas barreiras relacionais, como o preconceito, diferenças linguísticas, barreiras ambientais, comunicacional-visuais e comportamentais. Há movimentos em todos os sentidos, não só nas grandes corporações e instituições globais, mas também em países como os Estados Unidos, todos se esforçando para implementarem projetos de gerenciamento da diversidade em escolas e universidades, visto que, além de a estas, cada vez mais, ter acesso uma população mais diferenciada em todo o mundo, é preciso educar as pessoas para enfrentarem a diversidade em todos os ângulos de sua vida. Percebe-se, a partir daí, que, no contexto científico, o assunto diversidade tem despertado grande interesse dentro das universidades, não só para se compreender o fenômeno, como também para aplicar os resultados obtidos nas pesquisas no mercado de trabalho, na educação, na saúde, enfim, áreas do saber que sempre demandaram pesquisas nesse tema. Entre elas, o Direito tem voltado um olhar mais atento a esta questão, de modo que se possa aprofundar a reflexão sobre os desafios da sociedade pósétnica, o Estado democrático em seu bojo e um ordenamento jurídico que possa dar conta desta complexidade. A ciência do direito, por exemplo, juntamente com a filosofia, a antropologia e outras ciências humanas e sociais têm implementado pesquisas para sobrepassar os desafios que a diversidade impõe, uma vez que, por questões políticas ou de mercado, ou até mesmo culturais, há o emudecimento de vozes que partem das minorias, de bolsões negados pela hegemonia sociopolítica e econômica. Ao se incentivar uma reflexão sobre a diversidade nos meios acadêmicos, cria-se uma atmosfera de maior abertura, de um senso de igualdade de valores, de respeito e de tolerância. Todas as pessoas têm filtros mentais que operam entre a realidade externa e interna e são capazes de criar perspectivas subjetivas que as distanciam da realidade. Ninguém está livre da tentação etnocêntrica (ROSINSKI, 2008), porém o exercício da tolerância nas relações humanas, reforçado pelas novas tendências do ordenamento jurídico haurido nos ideais apresentados pela Declaração Universal Scientia FAER, Olímpia - SP, Ano 1, Volume 1, 2º Semestre

6 dos Direitos Humanos, vem ensinando que eliminar o preconceito é o primeiro caminho para o gozo das liberdades fundamentais. Quando Hollinger (2000) escreve sobre solidariedade, está nos remetendo ao Artigo II da Declaração Universal dos Direitos Humanos: 1. Toda pessoa tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de qualquer natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição. 2. Não será tampouco feita nenhuma distinção fundada na condição política jurídica ou internacional do país ou território a que pertença uma pessoa, quer se trate de um território independente, sob tutela, sem governo próprio, quer sujeito a qualquer outra limitação de soberania. Como se observa, o dever-ser do homem está expresso no texto acima e muito já se conseguiu depois disso por meio de discussões, pactos internacionais e documentos, mas ainda há muito para que o conhecimento avance e aponte caminhos. A diversidade criou o ruído da confluência de várias perspectivas e esse ruído, por sua vez, criou a complexidade, por isso refletir sobre ela pode levar ainda muito tempo. Como um palimpsesto, as sociedades pós-étnicas requerem novos tipos de cientistas, legisladores, operadores do Direito e pesquisadores. Embora cada ser humano seja único em sua essência, ele pertence a grupos, dentro dos quais se integra e se reconhece. Nenhum grupo é melhor ou pior, embora haja um princípio de resistência que garante a estabilidade de todas as culturas (SANTAELLA, 2003), este ou aquele grupo pode ser o elemento que vai garantir a preservação do que é mais importante. É claro que não se fala apenas de culturas diferentes, mas sim de uma gama de diversidades que percorre as diferenças étnico-culturais, assim como as barreiras de gênero, físicas e de outra natureza. Desse conceito, de acordo com Hollinger (2006), surge a palavra solidariedade, cujo significado precisa ser entendido e estendido para o mesmo de comunidade, pois em outra obra sua, o autor conceitua solidariedade como afiliação : [ ] solidariedade é uma experiência de uma afiliação desejada ou compartilhar uma identidade com outra pessoa é sentir solidariedade por ela: nós devemos a ela alguma coisa especial, e acreditamos que podemos contar com ela Scientia FAER, Olímpia - SP, Ano 1, Volume 1, 2º Semestre

7 em circunstâncias nas quais não contaríamos com o resto da população (HOLLINGER, 2006, p.23-24). O estado da paz é hoje necessário para preservação do planeta, uma vez que se vive na possibilidade de extinção por causa da energia nuclear, cujos produtos são devastadores se mal empregados. As culturas precisam umas das outras para poderem avançar, da mesma forma que as pessoas crescem na alteridade com a qual elas podem se espelhar e se reconhecer para preservar-se e, ao mesmo tempo, melhorar-se. O etnocentrismo sempre foi uma grande armadilha dentro da qual muitas culturas caíram, mas a beleza do caleidoscópio está justamente na mudança, portanto é urgente e necessário que o conceito de solidariedade seja compreendido como extensão da diversidade em conjunto com os Direitos Humanos. Considerações finais A história das interações humanas, como as imigrações, as guerras, as doenças e as conquistas, foi o que deu ao mundo moderno sua atual configuração de complexidade e diversidade. A fim de encarar cenários de alta complexidade que se desenham no mundo crísico, em todos os sentidos, as diferentes áreas do conhecimento procuram reconhecer que há uma necessidade de compreensão desse caleidoscópio étnicocultural que se descortina nos países mais ricos, para onde fluem grandes ondas migratórias, e que oferecem mais oportunidades de desenvolvimento humano, consequentemente mais desafios nas relações humanas e para o ordenamento jurídico. Da mesma forma, espera-se que a frequente migração de empresas para países que oferecem menos custos tributários para a sua implantação, ou mercados mais abrangentes, faça com que se pense na manutenção da produtividade, no aproveitamento de material humano local e seu treinamento para a absorção da cultural global, sem prejuízo da dignidade humana. Uma boa proposta, hoje, para as ciências é compreender a complexidade numa sociedade que vive na pós-etnicidade, como elas percebem esta realidade de Scientia FAER, Olímpia - SP, Ano 1, Volume 1, 2º Semestre

8 modo a desenvolver estratégias que possam auxiliar a flexibilização de estruturas, de paradigmas, crenças e julgamentos que possam fortalecer a criação de novos significados e compreender as relações entre os indivíduos. Nestas sociedades, espera-se que o conceito de afiliação se estenda e, assim, possam existir pessoas mais tolerantes, afiliadas no sentido de corresponder aos mesmos ideais, ou seja, uma perspectiva diferente, dentro da qual entende-se que há um particular dentro de cada universal e que fronteiras iguais não funcionam da mesma forma paras todas as pessoas. Muitos pesquisadores, executivos e mesmo pessoas que atravessam fronteiras todos os dias por um sem-número de motivos ainda não têm disponíveis metodologias para encarar a diversidade, pois poucas são as publicações que orientam uma abordagem segura. Entende-se que na sociedade pós-étnica a diversidade é um termo muito mais propício para o quadro que se desenha diante de nós, pois contém não só diferenças culturais, mas também os diferentes níveis de identidades socioculturais criadas pelo amálgama de outras culturas, bem como ainda todas as outras diferenças que advêm da própria natureza humana: físicas, de gênero, de fé, de opção sexual. ABSTRACT: This study is an outline of recent thoughts about diversity and post ethnic societies. We intend to discuss the question about the context of Human Rights in a post ethnic world. Keywords: Post Ethnic Society; Diverisity; Human Rights. Referências Bibliográficas BONINI, L. M. M. Declaração dos Direitos Humanos. Apresentação em Power Point. Disponível em: Acessado em: 16 nov Scientia FAER, Olímpia - SP, Ano 1, Volume 1, 2º Semestre

9 BOHR, N. Atomic Physics and Human Knowledge. New York: Science Editions, Inc, DIAMOND. J. Armas, germes e aço: os destinos das sociedades humanas. Rio de Janeiro: Record, GREENBERG, J. Challenges of Diversity in the Workplace: Benefits, Challenges and Solutions. Disponível em: Benefits,-Challenges-and-Solutions&id= Acesso em: 16 nov HOLLINGER, D. A. Postethnic America: beyond the multiculturalism. Revised and updated. New York: Basic Books, From identity to solidarity. Daedallus, 23-31, Disponível em: Acesso em: 16 nov KOTKIN, J. Towards a Post Ethnic Future. Power Point Presentation. UTAH: CRE High Level Conference Park City, RIBEIRO, D. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, ROSINSKI, P. Coaching Across Cultures new tools for leveraging national, corporate and Professional differences. London: Nicholas Brealey Publishing, SANTAELLA. L. Culturas e artes no pós-humano: da cultura das mídias à cibercultura. São Paulo: Paulus, VAUGHN, B. Valuing Diversity. Disponível em: Acesso em: 16 nov Scientia FAER, Olímpia - SP, Ano 1, Volume 1, 2º Semestre

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995)

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) 1. Nós, os Governos, participante da Quarta Conferência Mundial sobre as

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO

Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO 21 de novembro de 1978 SHS/2012/PI/H/1 Preâmbulo A Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura,

Leia mais

Educação para a Cidadania linhas orientadoras

Educação para a Cidadania linhas orientadoras Educação para a Cidadania linhas orientadoras A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela

Leia mais

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4 ANEXO 4 RELATÓRIO PRELIMINAR DO CEED AO CONSELHO DE DEFESA SUL- AMERICANO SOBRE OS TERMOS DE REFERÊNCIA PARA OS CONCEITOS DE SEGURANÇA E DEFESA NA REGIÃO SUL- AMERICANA O é uma instância de conhecimento

Leia mais

Declaração de Santa Cruz de la Sierra

Declaração de Santa Cruz de la Sierra Reunião de Cúpula das Américas sobre o Desenvolvimiento Sustentável Santa Cruz de la Sierra, Bolivia, 7 ao 8 de Dezembro de 1996 Declaração de Santa Cruz de la Sierra O seguinte documento é o texto completo

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS 7.PROJETO PEDAGÓGICO 1º SEMESTRE DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ECONOMIA EMENTA: Conceitos Fundamentais; Principais Escolas do Pensamento; Sistema Econômico; Noções de Microeconomia; Noções de Macroeconomia;

Leia mais

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Maria do Socorro Pimentel da Silva 1 Leandro Mendes Rocha 2 No Brasil, assim como em outros países das Américas, as minorias étnicas viveram

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997

DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997 DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997 Reunidos na cidade de Quebec de 18 a 22 de setembro de 1997, na Conferência Parlamentar das Américas, nós, parlamentares das Américas, Considerando que o

Leia mais

OS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO MOVIMENTO INTERNACIONAL DA CRUZ VERMELHA E DO CRESCENTE VERMELHO

OS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO MOVIMENTO INTERNACIONAL DA CRUZ VERMELHA E DO CRESCENTE VERMELHO OS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO MOVIMENTO INTERNACIONAL DA CRUZ VERMELHA E DO CRESCENTE VERMELHO FOLHETO CICV O Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho O Movimento Internacional

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR.

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ÉTICA E SERVIÇO SOCIAL: Elementos para uma breve reflexão e debate. Perspectiva de Análise Teoria Social Crítica (Marx e alguns marxistas)

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Área de conhecimento: Ciências Humanas e Suas Tecnologias Componente Curricular:

Leia mais

Por fora podemos ser diferentes, mas por dentro somos todos iguais.

Por fora podemos ser diferentes, mas por dentro somos todos iguais. CONCLUSÕES DO III CONGRESSO APRESENTAÇÃO DOS RELATORES Por fora podemos ser diferentes, mas por dentro somos todos iguais. Tomás, 9 anos Projecto Intervir em Marvila na EB1 Dr. João dos Santos Painel 1

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013 MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: ADMINISTRAÇÃO BACHARELADO SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO

Leia mais

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org Este documento faz parte do Repositório Institucional do Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org Michael Haradom - www.shalomsalampaz.org - ssp@shalomsalampaz.org tel (11) 3031.0944 - fax (11)

Leia mais

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO Introdução Escopo A Carta de Bangkok identifica ações, compromissos e promessas necessários para abordar os determinantes da saúde em

Leia mais

Senhor Ministro da Defesa Nacional, Professor Azeredo Lopes, Senhora Vice-Presidente da Assembleia da República, Dra.

Senhor Ministro da Defesa Nacional, Professor Azeredo Lopes, Senhora Vice-Presidente da Assembleia da República, Dra. Senhor Representante de Sua Excelência o Presidente da República, General Rocha Viera, Senhor Ministro da Defesa Nacional, Professor Azeredo Lopes, Senhora Vice-Presidente da Assembleia da República, Dra.

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM POLÍTICAS PÚBLICAS, ESTRATÉGIAS E DESENVOLVIMENTO

PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM POLÍTICAS PÚBLICAS, ESTRATÉGIAS E DESENVOLVIMENTO PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM POLÍTICAS PÚBLICAS, ESTRATÉGIAS E DESENVOLVIMENTO LINHA DE PESQUISA: POLÍTICAS PÚBLICAS DE CULTURA JUSTIFICATIVA O campo de pesquisa em Políticas Públicas de

Leia mais

UNESCO Brasilia Office Representação no Brasil Declaração sobre as Responsabilidades das Gerações Presentes em Relação às Gerações Futuras

UNESCO Brasilia Office Representação no Brasil Declaração sobre as Responsabilidades das Gerações Presentes em Relação às Gerações Futuras UNESCO Brasilia Office Representação no Brasil Declaração sobre as Responsabilidades das Gerações Presentes em Relação às Gerações Futuras adotada em 12 de novembro de 1997 pela Conferência Geral da UNESCO

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

Relatório da IES ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES GOIÁS UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

Relatório da IES ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES GOIÁS UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS Relatório da IES ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES GOIÁS UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais G O V E R N O F E D E R A L P A Í S R

Leia mais

Informativo Fundos Solidários nº 13

Informativo Fundos Solidários nº 13 Informativo Fundos Solidários nº 13 Em dezembro de 2014, em Recife, Pernambuco, foi realizado o 2º seminário de Educação Popular e Economia Solidária. Na ocasião, discutiu-se sobre temas relevantes para

Leia mais

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337.

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337. PROGRAMA TÉMATICO: 6229 EMANCIPAÇÃO DAS MULHERES OBJETIVO GERAL: Ampliar o acesso das mulheres aos seus direitos por meio do desenvolvimento de ações multissetoriais que visem contribuir para uma mudança

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR:

ESTRUTURA CURRICULAR: ESTRUTURA CURRICULAR: Definição dos Componentes Curriculares Os componentes curriculares do Eixo 1 Conhecimentos Científico-culturais articula conhecimentos específicos da área de história que norteiam

Leia mais

THOMAS HOBBES LEVIATÃ MATÉRIA, FORMA E PODER DE UM ESTADO ECLESIÁSTICO E CIVIL

THOMAS HOBBES LEVIATÃ MATÉRIA, FORMA E PODER DE UM ESTADO ECLESIÁSTICO E CIVIL THOMAS HOBBES LEVIATÃ ou MATÉRIA, FORMA E PODER DE UM ESTADO ECLESIÁSTICO E CIVIL Thomas Hobbes é um contratualista teoria do contrato social; O homem natural / em estado de natureza para Hobbes não é

Leia mais

GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA: UM INSTRUMENTO DA INCLUSÃO RESUMO

GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA: UM INSTRUMENTO DA INCLUSÃO RESUMO Revista Eletrônica da Faculdade Metodista Granbery http://re.granbery.edu.br - ISSN 1981 0377 Curso de Pedagogia - N. 6, JAN/JUN 2009 GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA: UM INSTRUMENTO DA INCLUSÃO Beanilde Toledo

Leia mais

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia 1. Componentes curriculares O currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia engloba as seguintes dimensões. 1.1. Conteúdos de natureza teórica Estes conteúdos

Leia mais

Carta dos Direitos do Cliente

Carta dos Direitos do Cliente A pessoa com deficiência ou incapacidade, deve ser educada e viver na comunidade, mas com programas e apoios especiais. Cercisiago Carta dos Direitos do Cliente Março de 2010 Carta dos Direitos do Cliente

Leia mais

1º ano. 1º Bimestre. 2º Bimestre. 3º Bimestre. Capítulo 26: Todos os itens O campo da Sociologia. Capítulo 26: Item 5 Senso Crítico e senso comum.

1º ano. 1º Bimestre. 2º Bimestre. 3º Bimestre. Capítulo 26: Todos os itens O campo da Sociologia. Capítulo 26: Item 5 Senso Crítico e senso comum. 1º ano A Filosofia e suas origens na Grécia Clássica: mito e logos, o pensamento filosófico -Quais as rupturas e continuidades entre mito e Filosofia? -Há algum tipo de raciocínio no mito? -Os mitos ainda

Leia mais

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável Sustentabilidade Socioambiental Resistência à pobreza Desenvolvimento Saúde/Segurança alimentar Saneamento básico Educação Habitação Lazer Trabalho/

Leia mais

Carta dos Povos da Terra

Carta dos Povos da Terra Carta dos Povos da Terra Primeira Proposta Janeiro 2011 Para contribuir no debate e enriquecer esta proposta de Carta, pode se inscrever enviando um e-mail para carta@forums.rio20.net www.rio20.net Um

Leia mais

DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS DA JUVENTUDE SOCIALISTA AÇORES

DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS DA JUVENTUDE SOCIALISTA AÇORES DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS DA JUVENTUDE SOCIALISTA AÇORES 1. A Juventude Socialista Açores é a organização política dos jovens açorianos ou residentes na Região Autónoma dos Açores que nela militam, que

Leia mais

Agenda Estratégica Síntese das discussões ocorridas no âmbito da Câmara Técnica de Ensino e Informação

Agenda Estratégica Síntese das discussões ocorridas no âmbito da Câmara Técnica de Ensino e Informação Agenda Estratégica Síntese das discussões ocorridas no âmbito da Câmara Técnica de Ensino e Informação Ao largo do segundo semestre de 2014 e início de 2015, a CTEI debruçou-se sobre o Termo de Referência

Leia mais

GICO. ciência de governar. Ele prevê e dád

GICO. ciência de governar. Ele prevê e dád 1. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO GICO 1.1 É a própria pria organização do trabalho pedagógico gico escolar como um todo, em suas especificidades, níveis n e modalidades. 1.2 É Político por que diz respeito

Leia mais

DECLARAÇÃO DO MÉXICO

DECLARAÇÃO DO MÉXICO DECLARAÇÃO DO MÉXICO No encerramento IV FÓRUM IBERO-AMERICANO DA AVALIAÇÃO DE DOCUMENTOS, realizado na cidade de México D.F., no período de 23 a 25 de maio de 2012, os membros do Grupo da Reflexão do Projeto

Leia mais

Caderno Prudentino de Geografia, Presidente Prudente, n.33, v.2, p.170-175, ago./dez.2011. RESENHA:

Caderno Prudentino de Geografia, Presidente Prudente, n.33, v.2, p.170-175, ago./dez.2011. RESENHA: RESENHA: FERRÃO, João. O ordenamento do território como política pública. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2011. 146p. Hélio Carlos Miranda de Oliveira Prof. do Curso de Geografia da Faculdade de

Leia mais

PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 1373/XII/4ª

PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 1373/XII/4ª PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 1373/XII/4ª Recomenda ao Governo a definição de uma estratégia para o aprofundamento da cidadania e da participação democrática e política dos jovens A cidadania é, além de um

Leia mais

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO Karen Ramos Camargo 1 Resumo O presente artigo visa suscitar a discussão acerca dos processos de trabalho do Serviço Social, relacionados

Leia mais

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras 1. DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável, das áreas onde atuamos e

Leia mais

PROGRAMA ULBRASOL. Palavras-chave: assistência social, extensão, trabalho comunitário.

PROGRAMA ULBRASOL. Palavras-chave: assistência social, extensão, trabalho comunitário. PROGRAMA ULBRASOL Irmo Wagner RESUMO Com a intenção e o propósito de cada vez mais fomentar e solidificar a inserção da Universidade na Comunidade em que encontra-se inserida, aprimorando a construção

Leia mais

Plano de Ação do Centro de Educação e Letras 2012-2015

Plano de Ação do Centro de Educação e Letras 2012-2015 Plano de Ação do Centro de Educação e Letras 2012-2015 Apresentação: O presente plano de trabalho incorpora, na totalidade, o debate e indicativo do coletivo docente e discente do Centro de Educação e

Leia mais

HOMOAFETIVIDADE FEMININA NO BRASIL: REFLEXÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE O DIREITO E A LITERATURA

HOMOAFETIVIDADE FEMININA NO BRASIL: REFLEXÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE O DIREITO E A LITERATURA HOMOAFETIVIDADE FEMININA NO BRASIL: REFLEXÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE O DIREITO E A LITERATURA Juliana Fabbron Marin Marin 1 Ana Maria Dietrich 2 Resumo: As transformações no cenário social que ocorreram

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO

DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ROSINALDO PANTOJA DE FREITAS rpfpantoja@hotmail.com DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO RESUMO: Este artigo aborda o Projeto político pedagógico e também

Leia mais

Política de Sustentabilidade

Política de Sustentabilidade Política de Sustentabilidade Sul Mineira 1 Índice Política de Sustentabilidade Unimed Sul Mineira Mas o que é Responsabilidade Social? Premissas Básicas Objetivos da Unimed Sul Mineira Para a Saúde Ambiental

Leia mais

Os 10 Princípios Universais do Pacto Global

Os 10 Princípios Universais do Pacto Global Os 10 Princípios Universais do Pacto Global O Pacto Global advoga dez Princípios universais, derivados da Declaração Universal de Direitos Humanos, da Declaração da Organização Internacional do Trabalho

Leia mais

Redes sociais no Terceiro Setor

Redes sociais no Terceiro Setor Redes sociais no Terceiro Setor Prof. Reginaldo Braga Lucas 2º semestre de 2010 Constituição de redes organizacionais Transformações organizacionais Desenvolvimento das organizações articuladas em redes

Leia mais

DECLARAÇÃO DE BRASÍLIA. A segunda etapa do I Seminário Luso-brasileiro sobre Tráfico de Pessoas e

DECLARAÇÃO DE BRASÍLIA. A segunda etapa do I Seminário Luso-brasileiro sobre Tráfico de Pessoas e DECLARAÇÃO DE BRASÍLIA A segunda etapa do I Seminário Luso-brasileiro sobre Tráfico de Pessoas e Imigração Ilegal/Irregular realizado em Brasília, Brasil, entre os dias 27 e 29 de novembro de 2006, reuniu

Leia mais

6 Considerações Finais

6 Considerações Finais 6 Considerações Finais Este capítulo apresenta as conclusões deste estudo, as recomendações gerenciais e as recomendações para futuras pesquisas, buscadas a partir da análise dos casos das empresas A e

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS Daniel Silveira 1 Resumo: O objetivo desse trabalho é apresentar alguns aspectos considerados fundamentais para a formação docente, ou

Leia mais

Segunda Cúpula das Américas Declaração de Santiago

Segunda Cúpula das Américas Declaração de Santiago Segunda Cúpula das Américas Santiago, Chile, 18 e 19 de abril de 1998 Segunda Cúpula das Américas Declaração de Santiago O seguinte documento é o texto completo da Declaração de Santiago assinada pelos

Leia mais

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X DA INVISIBILIDADE AFROBRASILEIRA À VALORIZAÇÃO DA DIVERSIDADE

Leia mais

DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS

DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS 01. Diretrizes Curriculares Nacionais são o conjunto de definições doutrinárias sobre princípios, fundamentos e procedimentos na Educação Básica, expressas pela Câmara

Leia mais

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL Somos especializados na identificação e facilitação de soluções na medida em que você e sua empresa necessitam para o desenvolvimento pessoal, profissional,

Leia mais

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Elba Siqueira de Sá Barretto: Os cursos de Pedagogia costumam ser muito genéricos e falta-lhes um

Leia mais

O direito humano ao envelhecimento e o impacto nas políticas públicas

O direito humano ao envelhecimento e o impacto nas políticas públicas Seminário Nacional Envelhecimento e Subjetividade: Desafios para uma cultura de compromisso social O direito humano ao envelhecimento e o impacto nas políticas públicas Comunicação: instrumento de formação

Leia mais

AULA 9. Ação pelo Ambiente

AULA 9. Ação pelo Ambiente AULA 9 Ação pelo Ambiente Roberto e o seu grupo do meio ambiente estão se preparando para a Grande Reunião que irá tratar dos problemas ambientais do planeta. Ele pede ajuda à Sofia para bolar um plano

Leia mais

II TEXTO ORIENTADOR 1. APRESENTAÇÃO

II TEXTO ORIENTADOR 1. APRESENTAÇÃO II TEXTO ORIENTADOR 1. APRESENTAÇÃO A III Conferência Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência acontece em um momento histórico dos Movimentos Sociais, uma vez que atingiu o quarto ano de ratificação

Leia mais

A proteção dos refugiados e a migração mista: O Plano de Ação de 10 Pontos

A proteção dos refugiados e a migração mista: O Plano de Ação de 10 Pontos Introdução A proteção dos refugiados e a migração mista: O Plano de Ação de 10 Pontos Conteúdo 1. Cooperação entre parceiros chaves 2. Coleta de informações e análise 3. Sistemas de entrada sensíveis à

Leia mais

1904 (XVIII). Declaração das Nações Unidas sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial

1904 (XVIII). Declaração das Nações Unidas sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial Décima Oitava Sessão Agenda item 43 Resoluções aprovadas pela Assembléia Geral 1904 (XVIII). Declaração das Nações Unidas sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial A Assembléia Geral,

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/2013 1.ª SÉRIE

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/2013 1.ª SÉRIE Curso: Graduação: Regime: Duração: MATRIZ CURRICULAR PROCESSOS GERENCIAIS (Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios) TECNOLÓGICA SERIADO ANUAL - NOTURNO 3 (TRÊS) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 28 DE MAIO GRANDE PALÁCIO DO POVO

Leia mais

CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA

CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA Júlio César Paula Neves Tânia Mayra Lopes de Melo Modalidade: Pôster Sessão Temática 5: Educação e

Leia mais

EDUCAÇÃO PERMANENTE DESAFIOS NO CONTEXTO ATUAL

EDUCAÇÃO PERMANENTE DESAFIOS NO CONTEXTO ATUAL EDUCAÇÃO PERMANENTE DESAFIOS NO CONTEXTO ATUAL JOSÉ INÁCIO JARDIM MOTTA ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA Fundação Oswaldo Cruz Curitiba 2008 EDUCAÇÃO PERMANENTE UM DESAFIO EPISTÊMICO Quando o desejável

Leia mais

ANÁLISE DO USO INDISCRIMINADO DOS RECURSOS NATURAIS NO TERRITÓRIO RIO METROPOLITANO: O PAPEL DO CONSUMISMO NESTE PROCESSO

ANÁLISE DO USO INDISCRIMINADO DOS RECURSOS NATURAIS NO TERRITÓRIO RIO METROPOLITANO: O PAPEL DO CONSUMISMO NESTE PROCESSO ANÁLISE DO USO INDISCRIMINADO DOS RECURSOS NATURAIS NO TERRITÓRIO RIO METROPOLITANO: O PAPEL DO CONSUMISMO NESTE PROCESSO Silvia A Guarnieri ORTIGOZA Magda Adelaide LOMBARDO Programa de Pós-Graduação em

Leia mais

ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola, 2009.

ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola, 2009. Resenhas 161 ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola, 2009. Márcia Moreira Pereira* marcia.moreirapereira@gmail.com *Possui graduação em Letras pela Universidade

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO EMPRESARIAL: UMA ESTRATÉGIA NA INTEGRAÇÃO DAS AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO EMPRESARIAL: UMA ESTRATÉGIA NA INTEGRAÇÃO DAS AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE Revista Ceciliana Jun 5(1): 1-6, 2013 ISSN 2175-7224 - 2013/2014 - Universidade Santa Cecília Disponível online em http://www.unisanta.br/revistaceciliana EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO EMPRESARIAL: UMA

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS: FORTALECIMENTO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA Assunção, Paraguay Abril 2015 POLÍTICAS PÚBLICAS

Leia mais

Tempo e psicologia: a concepção de desenvolvimento na teoria de Wallon

Tempo e psicologia: a concepção de desenvolvimento na teoria de Wallon Tempo e psicologia: a concepção de desenvolvimento na teoria de Wallon Soraya Vieira SANTOS; Marília Gouvea de MIRANDA (PPGE/FE/UFG) soraya_vieira@hotmail.com marília.ppge@uol.com.br Palavras-chave: Wallon;

Leia mais

POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO

POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO A universidade vivencia, em seu cotidiano, situações de alto grau de complexidade que descortinam possibilidades, mas também limitações para suas

Leia mais

Desenvolvimento Sustentável: idéias sobre a perspectiva da integração 1

Desenvolvimento Sustentável: idéias sobre a perspectiva da integração 1 Desenvolvimento Sustentável: idéias sobre a perspectiva da integração 1 Juliano Varela de Oliveira 2 O Desenvolvimento Sustentável é uma proposta alternativa ao modelo de desenvolvimento com viés puramente

Leia mais

DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA

DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA Proclamada pela Resolução da Assembleia Geral 1386 (XIV), de 20 de Novembro de 1959 PREÂMBULO CONSIDERANDO que os povos das Nações Unidas reafirmaram, na Carta, a sua

Leia mais

MARINHA DO BRASIL CAPITANIA DOS PORTOS DO RN O NOSSO LIXO, O QUE FAZER?

MARINHA DO BRASIL CAPITANIA DOS PORTOS DO RN O NOSSO LIXO, O QUE FAZER? MARINHA DO BRASIL CAPITANIA DOS PORTOS DO RN O NOSSO LIXO, O QUE FAZER? NATAL/RN 2005 DEODORO AMILCAR CAVALCANTE DE ARAÚJO O NOSSO LIXO, O QUE FAZER? Projeto de pesquisa apresentado ao Curso de Educação

Leia mais

UNIP Universidade Paulista Estudos Políticos e Sociais

UNIP Universidade Paulista Estudos Políticos e Sociais SOCIEDADE E EDUCAÇÃO INTRODUÇÃO Citelli (2004) apresenta um ponto de vista acerca do momento vivido pela escola e, conseqüentemente, pela educação, bastante elucidativo: A escola está sendo pensada, assim,

Leia mais

Inclusão: entre a teria e a prática Roberta Kuhn Fuhr 1. Resumo:

Inclusão: entre a teria e a prática Roberta Kuhn Fuhr 1. Resumo: Resumo: Inclusão: entre a teria e a prática Roberta Kuhn Fuhr 1 Este artigo apresenta uma breve análise de como esta se desencadeando o processo de inclusão de crianças com necessidades especiais nas instituições

Leia mais

A Interdisciplinaridade e a Transversalidade na abordagem da educação para as Relações Étnico-Raciais

A Interdisciplinaridade e a Transversalidade na abordagem da educação para as Relações Étnico-Raciais CURSO EDUCAÇÃO, RELAÇÕES RACIAIS E DIREITOS HUMANOS LEILA MARIA DE OLIVEIRA Mestre em Educação: Currículo pelo Programa de Pós Graduação da PUC-SP; professora de educação física; e integrante do Grupo

Leia mais

PRÁTICAS CORPORAIS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS INDÍGENAS E SUAS RELAÇÕES COM OS JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL

PRÁTICAS CORPORAIS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS INDÍGENAS E SUAS RELAÇÕES COM OS JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL PRÁTICAS CORPORAIS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS INDÍGENAS E SUAS RELAÇÕES COM OS JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL Bruna Maria de Oliveira (¹) ; Elcione Trojan de Aguiar (2) ;Beleni Salete Grando (3) 1.Acadêmica

Leia mais

ASSOCIATIVISMO. Fonte: Educação Sebrae

ASSOCIATIVISMO. Fonte: Educação Sebrae ASSOCIATIVISMO Fonte: Educação Sebrae O IMPORTANTE É COOPERAR A cooperação entre as pessoas pode gerar trabalho, dinheiro e desenvolvimento para toda uma comunidade COOPERAR OU COMPETIR? Cooperar e competir

Leia mais

Rastreabilidade da Matriz de Indicadores Comitê Gestor Indígena do PBA-CI

Rastreabilidade da Matriz de Indicadores Comitê Gestor Indígena do PBA-CI Rastreabilidade da Matriz de Indicadores Comitê Gestor Indígena do -CI Rastreabilidade da Matriz de Indicadores - COMITÊ GESTOR INDÍGENA DO -CI - IMPACTOS IMPACTOS E FONTE EXPECTATIVAS Participação indígena

Leia mais

Os territórios e suas abordagens de desenvolvimento regional / local. Cleonice Alexandre Le Bourlegat

Os territórios e suas abordagens de desenvolvimento regional / local. Cleonice Alexandre Le Bourlegat Os territórios e suas abordagens de desenvolvimento regional / local Cleonice Alexandre Le Bourlegat Complexidade sistêmica e globalização dos lugares A globalidade (conectividade em rede) do planeta e

Leia mais

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias C/H Memória Social 45 Cultura 45 Seminários de Pesquisa 45 Oficinas de Produção e Gestão Cultural 45 Orientação

Leia mais

Desenvolvimento de Ambiente Virtual e Recursos Interativos para o Ensino de Ciências (Parte I)

Desenvolvimento de Ambiente Virtual e Recursos Interativos para o Ensino de Ciências (Parte I) Desenvolvimento de Ambiente Virtual e Recursos Interativos para o Ensino de Ciências (Parte I) Prof. Júlio Wilson Ribeiro, Dr. (DC/UFC) Prof. Gilson Pereira do Carmo Filho, MSc. (DC/UFC) Prof. Hermínio

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Resolução n 69/ 2011 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em, Bacharelado, do Centro

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA FORMAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização:

Leia mais

Futuro do trabalho O futuro do trabalho Destaques O futuro do trabalho: Impactos e desafios para as empresas no Brasil

Futuro do trabalho O futuro do trabalho Destaques O futuro do trabalho: Impactos e desafios para as empresas no Brasil 10Minutos Futuro do trabalho Pesquisa sobre impactos e desafios das mudanças no mundo do trabalho para as organizações no B O futuro do trabalho Destaques Escassez de profissionais, novos valores e expectativas

Leia mais

Meio Ambiente e Governança Global: da Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos ao pós-rio+20

Meio Ambiente e Governança Global: da Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos ao pós-rio+20 Ciclo de Debates sobre Bioética, Diplomacia e Saúde Pública Meio Ambiente e Governança Global: da Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos ao pós-rio+20 Samira Santana de Almeida 1 RELATÓRIO

Leia mais

Avaliação da Descentralização de Programas Sociais o caso do Bolsa Família no Nordeste V Seminário da Rede Brasileira de Monitoramento e Avaliação Campinas, 27/09/2013 Cátia Wanderley Lubambo FUNDAJ/UFPE

Leia mais

SEMANA 3 A CONTRIBUIÇAO DOS ESTUDOS DE GÊNERO

SEMANA 3 A CONTRIBUIÇAO DOS ESTUDOS DE GÊNERO SEMANA 3 A CONTRIBUIÇAO DOS ESTUDOS DE GÊNERO Autor (unidade 1 e 2): Prof. Dr. Emerson Izidoro dos Santos Colaboração: Paula Teixeira Araujo, Bernardo Gonzalez Cepeda Alvarez, Lívia Sousa Anjos Objetivos:

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO PROJETO DE ETENSÃO CÂMPUS: Campos Belos ANO DE EECUÇÃO: 2015 LINHAS DE

Leia mais

DECLARAÇÃO DE MADRI. A não-discriminação e a ação afirmativa resultam em inclusão social

DECLARAÇÃO DE MADRI. A não-discriminação e a ação afirmativa resultam em inclusão social DECLARAÇÃO DE MADRI A não-discriminação e a ação afirmativa resultam em inclusão social Aprovada em Madri, Espanha, em 23 de março de 2002, no Congresso Europeu de Pessoas com Deficiência, comemorando

Leia mais

Convenção relativa à Luta contra a Discriminação no campo do Ensino

Convenção relativa à Luta contra a Discriminação no campo do Ensino ED/2003/CONV/H/1 Convenção relativa à Luta contra a Discriminação no campo do Ensino Adotada a 14 de dezembro de 1960, pela Conferência Geral da UNESCO, em sua 11ª sessão, reunida em Paris de 14 de novembro

Leia mais

O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu

O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu GTT: Escola O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu Almir Zandoná Júnior 1 Fernando Henrique Silva Carneiro 2 Justificativa/Base teórica A entrada da Educação

Leia mais

154 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO

154 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO 154 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO Washington, D.C., EUA 16 a 20 de junho de 2014 CE154.R17 Original: inglês RESOLUÇÃO CE154.R17 ESTRATÉGIA PARA COBERTURA UNIVERSAL DE SAÚDE A 154 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO,

Leia mais

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Eliane Aparecida Toledo Pinto Docente da Faculdade Municipal de Filosofia,

Leia mais