MARIA PATRÍCIA BALDESSAR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MARIA PATRÍCIA BALDESSAR"

Transcrição

1 MARIA PATRÍCIA BALDESSAR ESTUDO PARA A IMPLANTAÇÃO DE UM PLANO DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA NOS TRANSFORMADORES DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO ELÉTRICA CELESC JOINVILLE JOINVILLE SC 2006

2 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E SISTEMAS MARIA PATRÍCIA BALDESSAR ESTUDO PARA A IMPLANTAÇÃO DE UM PLANO DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA NOS TRANSFORMADORES DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO ELÉTRICA CELESC JOINVILLE Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC como requisito para obtenção do título de Bacharel em Engenharia de Produção e Sistemas. Orientador: Dr. Régis Kovacs Scalice JOINVILLE, SC 2006

3 MARIA PATRÍCIA BALDESSAR ESTUDO PARA A IMPLANTAÇÃO DE UM PLANO DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA NOS TRANSFORMADORES DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO ELÉTRICA CELESC JOINVILLE Trabalho de Conclusão de Curso aprovado como requisito para obtenção do título de Bacharel no curso de graduação em Engenharia de Produção e Sistemas da Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC. Banca Examinadora: Orientador: Régis Kovacs Scalice, Dr. Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Membros: Ailton Barbosa, Msc. Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Rogério Simões, Msc. Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Joinville, 30/11/2006

4 Ao amigo Dilvo, que caminha por campos onde os bons permanecem eternamente...

5 AGRADECIMENTOS Este trabalho só foi possível devido a contribuição e o incentivo de algumas pessoas: Ao prof. Dr. Régis Kovacs Scalice pela disposição e interesse durante a orientação. Aos funcionários do Departamento de Manutenção da Distribuição da CELESC de Joinville. A Boaventura Debona Neto e ao eng. Caitano Baldessar pelo incentivo na realização deste. Aos meus pais Aderci e Antídio Baldessar, pelo apoio incondicional. Aos meus irmãos Fernanda e Júnior, que além de irmãos são grandes amigos, e ao meu cunhado Rodrigo que de amigo é hoje considerado um irmão. Aos amigos, presentes ou não, entre eles Marcel pela paciência de ouvir todas as revisões deste, e Marciana por todas as dificuldades superadas. E agradeço especialmente a Eduarda Baldessar, pois sem sua presença, nada disso seria possível.

6 Não basta ensinar ao homem uma especialidade. Porque se tornará assim uma máquina utilizável, mas não uma personalidade. É necessário que adquira um sentimento, um senso prático daquilo que vale a pena ser empreendido, daquilo que é belo e moralmente correto. Albert Einstein

7 RESUMO Uma das grandes preocupações da CELESC é a falha no abastecimento de energia elétrica de seus consumidores, sendo que esta pode resultar de diversos fatores que vão desde adversidades meteorológicas severas até o simples rompimento de um condutor. Baseado nisto apresenta-se aqui um estudo, que visa propor estratégias para o aumento da vida útil e a melhoria do funcionamento dos transformadores da rede elétrica, viabilizada por técnicas de manutenção e por ferramentas de melhoria aplicáveis à mesma. Assim foram realizadas análises dos tipos e modos das falhas através das ferramentas FMEA e FTA, que evidenciaram a falta de um controle das condições físicas e operacionais do transformador. Com esta pesquisa foi possível constatar também a falta de métodos específicos para a atividade de manutenção, que resulta em procedimentos mal estruturados e sem estimativas de eficiência. Finalizando o trabalho são propostas sugestões que visam fomentar a eficácia nas atividades de manutenção, como a padronização do sistema de vistoria, o treinamento de funcionários especializados e a criação de um roteiro específico para estas atividades, evitando que informações importantes passem despercebidas durante as inspeções. A excelência empresarial só é possível através do encadeamento de atividades bem realizadas, que no estudo em questão vai desde a segurança durante o trabalho do eletricista até a iluminação que permite a leitura deste texto. PALAVRAS-CHAVE: Falha. Manutenção. Estratégia

8 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 Relação de custos...20 Figura 2 Manutenção Preventiva...24 Figura 3 Manutenção Preditiva...26 Figura 4 Curva típica de Falha...28 Figura 5 Taxa de falha dependente do tempo de uso...29 Figura 6 Formulário FMEA...34 Figura 7 Sintaxe utilizada na FTA...39 Figura 8 Transformador...44 Figura 9 Fluxograma da manutenção...50 Figura 10 Gráfico das causas de falhas...54 Figura 11 Transformador avariado passivo de recuperação...55 Figura 12 Núcleo de um transformador queimado por sobrecarga...55 Figura 13 Quantidade queimada no 1 semestre de Figura 14 FMEA dos componentes externos do transformador...61 Figura 15 FTA simplificada da queima de um transformador...63 Figura 16 Formulário sugestão para coleta de dados durante a vistoria...65 Figura 17 Viabilidade da contratação da equipe...69

9 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Índices para a avaliação de riscos...37 Tabela 2 Comparação entre FTA e FMEA...40 Tabela 3 Valores estimados para custos de reparo e equipe...68

10 LISTA DE ABREVIATURAS BRM Boletim de Requisição de Material CELESC Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A DMD Departamento de Manutenção da Distribuição FMEA Failure Model and Effecy Analysis - Análise do Tipo e Efeito de Falhas FTA Fault Tree Analysis - Análise da Árvore de Falha OS Ordem de Serviço RA Reposição Automática

11 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO APRESENTAÇÃO DO TEMA OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS O PROBLEMA JUSTIFICATIVA DELIMITAÇÃO DO TRABALHO ESTRUTURA DO TRABALHO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA MANUTENÇÃO ESTRATÉGICA MANUTENÇÃO Tipos de manutenção Manutenção corretiva não-planejada Manutenção corretiva planejada Manutenção preventiva Manutenção preditiva Manutenção detectiva Engenharia de manutenção FERRAMENTAS PARA AUMENTO DE CONFIABILIDADE FMEA Análise do modo de falha e efeitos Formulário FMEA Planejamento Análise de falhas em potencial Avaliação de riscos FTA Análise da árvore de falha...37

12 2.4 TERCEIRIZAÇÃO DE SERVIÇOS NA MANUTENÇÃO TRANSFORMADOR METODOLOGIA DA PESQUISA METODOLOGIA UTILIZADA ETAPAS DA PESQUISA Fase exploratória Formulação do problema Coleta de dados Análise e interpretação de dados ESTUDO DE CASO: SISTEMA DE MANUTENÇÃO DA CELESC HISTÓRICO DA EMPRESA MANUTENÇÃO DA REDE ELÉTRICA Manutenção programada Manutenção corretiva de emergência FALHA DO TRANSFORMADOR Custo evitado Quantidade avariada Conserto do transformador Inspeção visual e verificações DIFICULDADES EXISTENTES NA MANUTENÇÃO DO TRANSFORMADOR REALIZAÇÃO DA FMEA PROPOSTAS DE MELHORIA PARA AS ATIVIDADES MANUTENÇÃO DOS TRANSFORMADORES DA REDE ELÉTRICA EM ESTUDO PADRONIZAÇÃO DA INSPEÇÃO VISUAL DA MANUTENÇÃO CONTROLE DA VIDA ÚTIL DO TRANSFORMADOR EQUIPE ESPECIALIZADA Conjunto Kit para manutenção CONSIDERAÇÕES FINAIS...70 REFERÊNCIAS...72

13 1. INTRODUÇÃO Atualmente verifica-se uma crescente industrialização e competição nos mais diversos setores do mercado. Isso faz com que as empresas procurem caminhar rumo a excelência empresarial, desenvolvendo métodos que garantam a qualidade, a confiabilidade e a competitividade necessárias para a permanência no mercado. A melhoria do sistema produtivo é a chave para alcançar a excelência, mas ela só será possível se estiver sustentada por perfeitas condições operacionais. Tomando-se como exemplo um sistema just in time, observa-se que este jamais funcionaria com quebras freqüentes de equipamentos. É nesta atual conjuntura que a manutenção adquire papel fundamental, não sendo mais uma atividade de urgência, feita às pressas para corrigir defeitos inesperados, mas sim a aquisição de uma cultura com política eficaz que impeça a quebra ou falha do equipamento.

14 APRESENTAÇÃO DO TEMA O presente trabalho é um estudo da aplicação da manutenção no setor da distribuição de energia elétrica da CELESC de Joinville. Através da análise dos procedimentos atuais e proposição de soluções, com base nas melhores práticas e nas possíveis condições. 1.2 OBJETIVO GERAL Formular estratégias de manutenção preventiva, que diminuam o número de falhas e elevem a vida útil dos transformadores da rede elétrica da CELESC Joinville. 1.3 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Apresentar e analisar formas de manutenção estratégica, com maior ênfase a manutenção preventiva;

15 14 Descrever as atividades realizadas no Departamento de Manutenção da Distribuição da Centrais Elétricas de Santa Catarina CELESC Joinville; Propor melhorias no sistema de manutenção preventiva dos transformadores. 1.4 O PROBLEMA Problema é uma questão não resolvida e que por isso gera discussão em qualquer domínio do conhecimento (GIL, 2002). O problema abordado neste trabalho é a inexistência de um programa de manutenção que diminua e/ ou previna as falhas dos transformadores da rede elétrica da cidade de Joinville, tendo em vista que estas falhas afetam diretamente a imagem e a prestação de serviços da CELESC e prejudicam a melhoria do sistema de distribuição. 1.5 JUSTIFICATIVA A manutenção preventiva é quase inexistente para transformadores da rede elétrica da CELESC Joinville. Esta só é realizada quando o equipamento

16 15 apresenta alguma anormalidade como vazamento e ruído excessivo ou quando há a falha total do mesmo. Considerando o alto custo dos reparos e da compra de equipamentos novos, um programa de manutenção preventiva aumentaria a vida útil do transformador, disponibilizando recursos da empresa e melhorando a qualidade dos serviços prestados. 1.6 DELIMITAÇÃO DO TRABALHO A empresa realiza manutenção em avarias já ocorridas ou que estão na eminência de ocorrer. Não há na empresa um sistema de controle da utilização dos equipamentos que possibilite uma previsão de falha, ou que determine um período para que seja realizada uma investigação do estado de conservação do transformador. Também não é possível realizar uma manutenção preventiva completa, onde há a necessidade de abertura do equipamento, devido a complexidade da operação, que necessita de condições especiais como controle de temperatura e umidade, além da grande quantidade de equipamentos distribuídos pela área da cidade.

17 ESTRUTURA DO TRABALHO Este trabalho tem em seu primeiro capítulo a introdução e apresentação do tema, juntamente com os objetivos e a delimitação do mesmo. O segundo capítulo contém a revisão bibliográfica. Esta parte traz os conceitos necessários à compreensão do tema, dos aspectos envolvidos na realização das atividades de manutenção e dos reflexos destas atividades nos recentes métodos de aprimoramento dos sistemas produtivos. Este traz também uma breve apresentação do equipamento em estudo. No terceiro capítulo é apresentada a metodologia utilizada no estudo e a descrição das atividades realizadas. No quarto capítulo é feita uma breve apresentação da empresa e das atividades da manutenção, também são abordados problemas e limitações existentes no Departamento de Manutenção da Distribuição da CELESC Centrais Elétricas de Santa Catarina. O quinto capítulo traz as propostas de melhorias, resultado da análise realizada. Para finalizar os capítulos seguintes trazem respectivamente, as conclusões do trabalho e as referências estudadas para a elaboração do mesmo.

18 2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 2.1 MANUTENÇÃO ESTRATÉGICA Kardec e Nascif (1999) mencionam que a manutenção, para ser estratégica, precisa estar voltada para os resultados empresariais da organização e que a manutenção deve se tornar eficaz, ao invés de ser apenas eficiente. A estratégia atual é fazer com que o trabalho dos funcionários da manutenção se restrinja a programações, e não mais a reparos emergenciais, que o equipamento não pare durante um processo, que ele pare apenas nas programações, e nesse intervalo de tempo ele opere em perfeitas condições. Mirshawka (1991) defende ainda que a produtividade de 365 dias ao ano somente ocorrerá em máquinas onde a atividade direta do homem da produção, no conceito atual, praticamente será nula. A produção não será mais dependente do operador. A alta produção igual à alta produtividade será fruto da competência de toda uma corrente do processo produtivo, que se inicia na idéia do produto e dos meios de fabricação e termina nas necessidades de parada para manutenção.

19 18 Takahashi (1993) comenta que a inovação simplificou os processos de manufatura, aprimorou o projeto e a qualidade de produção e diminuiu o nível de especialização necessário às operações ainda executadas manualmente. O autor afirma ainda que com essa mesma inovação, as máquinas e equipamentos tornaram-se mais avançados, aumentando o número de peças, dificultando a eficiência das manutenções corretivas e a prevenção de avarias. Sendo assim, é imprescindível garantir não apenas que as peças sejam projetadas garantindo confiabilidade, mas também que os métodos de manutenção acompanhem essa evolução. A sistematização de todas as linhas de uma fábrica é um desafio para a indústria de processamento mecânico e montagem, entretanto os resultados desse tipo de sistematização são extraordinários, especialmente no que se refere à redução de custos. Assim as atividades de Manutenção são essenciais para manter essa sistematização (TOYODA apud TAKAHASHI, 1993) MANUTENÇÃO Manutenção é toda ação realizada em um equipamento, conjunto de peças, componentes, dispositivos, circuitos ou estruturas que se esteja controlando, mantendo ou restaurando, a fim de que o mesmo permaneça em operação ou retorne a função requerida, ou seja, o conjunto de condições de funcionamento para o qual o equipamento foi projetado, fabricado ou instalado. O equipamento deve

20 19 desempenhar sua função requerida com segurança e eficiência, considerando as condições operativas, econômicas e ambientais (BLACK, 1991). Para Moubray (2000), a manutenção deve assegurar que os ativos físicos continuem a realizar as atividades que os usuários desejam e necessitam. É a possibilidade de continuar ou manter em estado existente. Assim como Monks (1987) que define a manutenção como uma atividade desenvolvida para manter o equipamento ou outros bens em condições que irão melhor apoiar as metas organizacionais. As decisões de manutenção devem refletir a viabilidade do sistema a longo prazo. Tavares (1999) define manutenção como toda e qualquer ação necessária para que um item (equipamento, obra ou instalação) seja conservado ou restaurado, de modo a permanecer operando de acordo com as condições especificadas. Diminuindo as paradas de produção decorrentes de falha ou anormalidade de desempenho, que segundo Kardec e Nascif (1999), se faz necessária porque mantém os equipamentos em ótimo estado de conservação e evita os custos decorrentes de paradas da produção por falha nos equipamentos. Na figura 1, pode-se visualizar o custo total resultante de uma falha. Nela o custo de perda de produção cresce em função do tempo gasto no reparo, já o custo de manutenção diminui a medida que os reparos são realizados. Na figura pode-se ainda perceber que numa falha não existe apenas o custo para fazer com que o equipamento volte ao funcionamento normal, mas que esta parada de produção gera um custo elevado e que aumenta consideravelmente o montante final.

21 20 Figura 1 Relação de custos Fonte: Kardec e Nascif (1999, p.61) Tipos de Manutenção Algumas práticas básicas definem os tipos principais de manutenção que são: (KARDEC e NASCIF, 1999) Manutenção Corretiva não-planejada; Manutenção Corretiva Planejada; Manutenção Preventiva; Manutenção Preditiva; Manutenção Detectiva; Engenharia de Manutenção.

22 Manutenção Corretiva não Planejada Ao atuar em um equipamento que apresenta um defeito ou um desempenho diferente do esperado, estamos fazendo manutenção corretiva. Assim, a manutenção corretiva não é necessariamente, a manutenção de emergência. Convém observar que existem duas condições específicas que levam à manutenção corretiva (KARDEC e NASCIF, 1999): Desempenho deficiente apontado pelo acompanhamento das variáveis operacionais; Ocorrência da falha. Manutenção corretiva caracteriza-se pela atuação em fato já ocorrido, seja este uma falha ou um desempenho menor do que o esperado. Não há tempo para preparação do serviço. Infelizmente, ainda é mais praticada do que deveria (KARDEC e NASCIF, 1999). Concordando com a definição anterior, Mirshawka (1991) define a manutenção corretiva como uma atitude de reação aos eventos mais ou menos aleatórios e que se aplica após a avaria. O autor ressalta ainda que ao aplicar somente a manutenção corretiva, os custos aumentam de forma brutal à medida que os equipamentos ou aparelhos envelhecem Manutenção Corretiva Planejada A Manutenção Corretiva Planejada é a correção do desempenho menor do que o esperado ou da falha, por decisão gerencial, isto é, pela atuação em função

23 22 de acompanhamento preditivo ou pela decisão de operar até a quebra. Um trabalho planejado é sempre mais barato, mais rápido e mais seguro do que um trabalho não planejado. E será sempre de melhor qualidade (KARDEC e NASCIF, 1999). A adoção de uma política de manutenção corretiva planejada pode advir de vários fatores (KARDEC e NASCIF, 1999): Possibilidade de compartilhar a necessidade da intervenção com os interesses da produção; Aspectos relacionados com a segurança. A falha não provoca qualquer situação de risco para o pessoal ou para a instalação; Melhor planejamento de serviços; Garantia de existência de sobressalentes, equipamentos e ferramental; Existência de recursos humanos com a tecnologia necessária para a execução dos serviços e em quantidade suficiente, que podem, inclusive, ser buscados externamente à organização Manutenção Preventiva Kardec e Nascif (1999) tratam a manutenção preventiva como uma atuação realizada que visa reduzir ou evitar, tanto a falha quanto a queda de desempenho, obedecendo a um plano estratégico previamente elaborado, e baseado em intervalos de tempo definidos. Ratificando a definição anterior, Mirshawka (1991) define manutenção preventiva como sendo a ação efetuada segundo critérios predeterminados, com a intenção de se reduzir a probabilidade de falha de um bem. Nela a intervenção é feita em intervalos fixos, baseada em uma expectativa de vida

24 23 mínima dos componentes. Estes intervalos são freqüentemente determinados pela estatística e pela teoria da Probabilidade. A manutenção preventiva será mais conveniente quanto maior for a simplicidade na reposição; quanto mais altos forem os custos de falhas; quanto mais as falhas prejudicarem a produção e quanto maiores forem as implicações das falhas na segurança das pessoas e no sistema operacional (KARDEC e NASCIF, 1999). Para Black (1991), a manutenção preventiva é uma tarefa que projeta e aumenta a confiabilidade do equipamento. Sua programação deve ser designada ao engenheiro de produção, mantendo um alto nível de flexibilidade em blocos de tempo ou nos finais de semana, para não interferir na produtividade da empresa. O autor comenta alguns inconvenientes que podem surgir caso não haja uma manutenção preventiva eficiente, tais como: Perder tempo da produção devido a quebras de equipamento; Redução da vida útil do equipamento; Acidentes relacionados com segurança devido ao mau funcionamento do equipamento; Variação da qualidade do produto. Conforme Black (1991), um programa cuidadosamente projetado e propriamente integrado requer uma atitude administrativa positiva, que irá estabelecer um programa de sucesso com benefícios a longo prazo, tais como: O operador terá maior conhecimento de seu equipamento, sua operação e funcionamento, tendo maior responsabilidade pelo mesmo;

25 24 Os processos estarão controlados por registros de máquinas e ferramentas da Manutenção Preventiva, melhorando sua qualidade; A qualidade, flexibilidade, segurança, confiabilidade e capabilidade de produção são melhoradas; Equipamento confiável permite a redução do estoque. Em contra partida ao longo da vida útil do equipamento não pode ser descartada a ocorrência de falha entre duas intervenções preventivas, o que implica em uma ação corretiva (KARDEC e NASCIF, 1999 p.40). A figura 2 ilustra esta falha, onde após uma manutenção preventiva, realizada em períodos previamente calculados, o equipamento atinge a performance esperada, mas com o passar do tempo esta performance começa a diminuir, sendo necessária outra intervenção. Entretanto durante este período de queda de desempenho, pode ocorrer uma falha total do equipamento, sendo necessário uma manutenção corretiva, resultando em altos custos de parada de produção devido ao tempo de reparo ser muito maior. Figura 2 Manutenção Preventiva Fonte: Kardec e Nascif (1999, p.40)

26 Manutenção Preditiva A manutenção preditiva visa realizar manutenção somente quando as instalações precisarem dela. Essa manutenção pode incluir monitoramentos contínuos que serviriam de base para uma eventual programação (SLACK; CHAMBERS; JOHNSTON, 2002). Neste tipo de manutenção, há a necessidade do comprometimento dos operadores, que serão os responsáveis pelo monitoramento do desempenho do equipamento, e é baseado nas informações do operador que será dado o sinal para a necessidade de uma intervenção. Assim, Kardec e Nascif (1999) afirmam que a manutenção preditiva é feita pelo acompanhamento das funções do equipamento, sendo esta a primeira grande quebra de paradigma na manutenção. Com esse acompanhamento é possível predizer as condições dos equipamentos e assim decidir o período correto para a realização de uma manutenção corretiva planejada. A figura 3 representa o funcionamento da manutenção preditiva. Este tipo de manutenção oferece ótimos resultados em sistemas produtivos, pois intervém o mínimo possível na planta. Nela pode-se perceber que as intervenções são feitas conforme o acompanhamento do desempenho do equipamento, este acompanhamento é feito pelo próprio operado da máquina, que após perceber que o desempenho está num nível baixo já agenda uma intervenção para que seu desempenho volte a performance esperada.

27 26 Figura 3 Manutenção Preditiva Fonte: Kardec e Nascif (1999, p. 43) Manutenção Detectiva Esse conceito surgiu com as inovações produtivas realizadas pelos japoneses. Sua idéia está baseada no principio de que os erros humanos são inevitáveis até certo grau, e que antes da falha, dispositivos alertem uma operação incorreta. Esses dispositivos incorporados ao sistema são chamados Poka-yoke, que podem ser sensores, interruptores, gabaritos, contadores digitais, listas de verificação, etc (SLACK; CHAMBERS; JOHNSTON, 2002). Segundo Kardec e Nascif (1999), a manutenção detectiva é a atuação feita com sistemas de proteção para detectar falhas ocultas ou não perceptíveis. Sistemas projetados para atuar automaticamente na iminência de desvios que possam comprometer as máquinas ou a produção.

28 Engenharia de Manutenção. Kardec e Nascif (1999) definem engenharia de manutenção como um processo de mudança cultural, onde é preciso deixar de ficar consertando continuamente, tentar alterar situações de mau desempenho e melhorar padrões e sistemática. Nesta técnica desenvolvem-se métodos de manutenção baseados em técnicas usadas em empresas de Primeiro Mundo, visando aumentar a competitividade. Contrariando Kardec e Nascif (1999), Black (1991) defende que copiar técnicas de outras empresas não é uma boa estratégia. Este menciona que a empresa deve fazer pesquisas e desenvolver tecnologia de manufatura, considerando desde o projeto até a seleção do equipamento a ser comprado. 2.3 FERRAMENTAS PARA AUMENTO DA CONFIABILIDADE Segundo Kardec e Nascif (1999), a manutenção deve ter sempre três palavras andando juntas, confiabilidade, manutenibilidade e disponibilidade. Os autores as definem como: Confiabilidade: a possibilidade de um item desempenhar bem suas funções requeridas, por um intervalo de tempo estabelecido; Disponibilidade: o tempo em que o equipamento está disponível para operar em perfeitas condições de produzir;

29 28 Manutenibilidade: a característica que um equipamento tem de permitir sua manutenção com maior ou menor facilidade. De acordo com Slack, Chambers e Johnston (2002), raramente as falhas são resultados de aleatoriedade. A origem das falhas é primeiramente devido a algum tipo de erro humano, como por exemplo, um projeto ruim, uma manutenção inadequada, um erro na gestão de um programa de fornecimento, uma operação inadequada, instruções de uso imprecisas, entre outros. Isso significa que até certo ponto as falhas podem ser controladas, e que as organizações podem aprender com elas e conseqüentemente modificar seus comportamentos. A falha pode ser definida como a interrupção da função requerida de um item ou incapacidade de satisfazer a um padrão de desempenho definido (KARDEC e NASCIF, 1999). A figura 4 mostra a representação típica de curvas de falha, relacionando a probabilidade da falha com a idade do equipamento, assim durante a vida útil do equipamento, este vai sofrendo desgaste até atingir um nível crítico, onde a probabilidade de falha é muito alta e necessita de técnicas de controle, que visam impedir que esta falha ocorra. Figura 4 Curva Típica de Falha; Fonte: Kardec e Nascif (1999, p.131);

30 29 Já na figura 5 está representada a taxa de falha em função do tempo de uso do equipamento, e os tipos possíveis de falha: Figura 5 Taxa de falha dependente do tempo de uso ( curva da banheira ); Fonte: Villemeur, 1992, p. 24. Essa curva acima apresenta três etapas ou períodos distintos, que compreende o chamado período de vida da entidade (VILLEMEUR, 1992): Período de Falha Precoce: é o período no qual a taxa de falha decresce rapidamente em comparação com os períodos subseqüentes, sendo seu início estabelecido em um instante preciso, ou seja, quando a entidade deixa a fábrica ou é entregue; Período de Taxa de Falha Constante: é o período durante o qual as taxas ocorrem a uma razão aproximadamente constante. Esse período é também conhecido por vida útil da entidade, e uma falha ocorrida aqui é usualmente catastrófica; Período de Falha por Desgaste: é o período no qual a taxa de falha cresce rapidamente em comparação com os períodos precedentes.

31 30 Na tentativa de evitar que falhas potenciais aconteçam foram desenvolvidas ferramentas para aumentar a confiabilidade. Neste contexto surgiram os métodos FMEA e FTA (HELMAN e ANDREY, 1995) FMEA Análise do Modo de Falha e Efeitos A técnica da Análise do Modo de Falha e Efeitos (FMEA Failure Mode and Effects Analysis) foi utilizada pela primeira vez pela indústria aeronáutica na década de 1960 na análise da segurança de aeronaves e, desde então, seu uso se expandiu para os mais diversos setores industriais (VILLEMEUR, 1992). Segundo Capaldo, Guerrero e Rozenfeld (2003) a FMEA é uma ferramenta que através de estudos de potenciais defeitos e ações de melhoria, busca evitar que ocorram falhas no projeto do produto ou do processo. O objetivo básico desta técnica é detectar problemas, antes que se produza uma peça defeituosa, aumentando significativamente a confiabilidade do processo. O objetivo da FMEA é identificar as características do produto ou serviço que são críticas para vários tipos de falhas. É um meio de identificar as falhas antes que aconteçam, por meio de um procedimento de verificação, bloqueando-as (SLACK; CHAMBERS; JOHNSTON, 2002). Segundo Helman & Andrey (1995) este método possibilita melhorias nos sistemas, mediante a detecção de pontos problemáticos, relacionando as falhas nos elementos do sub-sistema com suas conseqüências no sistema como um todo, e são aplicáveis nas seguintes situações: Na melhoria de um produto já existente ou processo já em operação, a partir da identificação das causas das falhas ocorridas e seu posterior bloqueio;

32 31 Na detecção e bloqueio de causas de falhas potenciais (antes que aconteçam) em produtos ou processos já em operação; Na detecção e bloqueio das causas de falhas potenciais (antes que aconteçam) em produtos ou processos, ainda na fase de projeto. Segundo Villemeur (1992), a FMEA é um método de análise indutivo utilizado para: Estimar os efeitos de cada modo de falha dos componentes de um sistema nas várias funções desse sistema; Identificar os modos de falha que afetam significativamente a disponibilidade, a confiabilidade, a manutenibilidade e a segurança do sistema. Continuando, Villemeur (1992) apresenta quatro principais passos para se executar uma FMEA: Definição do sistema, suas funções e componentes; Identificação dos modos de falha do componente e suas causas; Estudo dos efeitos dos modos de falha; Conclusões e recomendações. Desse modo, ao passar pelos três primeiros estágios, o analista está apto a traçar conclusões e propor recomendações, tais como, alarmes, testes periódicos e redundância, assegurando que todos os modos de falha e seus efeitos na operação do sistema tenham sido levados em conta durante o seu projeto (VILLEMEUR, 1992).

33 Formulário FMEA Segundo Helman e Andrey (1995), o desenvolvimento do FMEA é fortemente documentado, e permite: Padronizar procedimentos; Fazer um registro histórico de análise de falhas, que poderá posteriormente ser usada em outras revisões de produtos ou processos, e no encaminhamento de ações corretivas similares; Selecionar e priorizar projetos de melhoria que deverão ser conduzidos. Para Capaldo, Guerrero e Rozenfeld (2003), o princípio da metodologia é o mesmo independente do tipo de FMEA e a aplicação, ou seja, se é FMEA de produto, processo ou procedimento e se é aplicado para produtos/ processos novos ou já em operação. A análise consiste basicamente na formação de um grupo de pessoas que identificam para o produto/ processo em questão suas funções, os tipos de falhas que podem ocorrer, os efeitos e as possíveis causas desta falha. Em seguida são avaliados os riscos de cada causa de falha, por meio de índices, e com base nesta avaliação, são tomadas as ações necessárias para diminuir estes riscos, aumentando a confiabilidade do produto/ processo. A estrutura da FMEA consiste de um formulário FMEA onde pode-se observar a definição de cada coluna e baseada em perguntas que devem ser feitas pelo grupo em cada etapa. A discussão realizada pelo grupo segue uma ordem, ou seja, o grupo segue respondendo cada uma destas perguntas e preenche as colunas do formulário com as respostas encontradas por meio de consenso (CAPALDO, GUERRERO e ROZENFELD, 2003).

FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha. José Carlos de Toledo Daniel Capaldo Amaral GEPEQ Grupo de Estudos e Pesquisa em Qualidade DEP - UFSCar

FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha. José Carlos de Toledo Daniel Capaldo Amaral GEPEQ Grupo de Estudos e Pesquisa em Qualidade DEP - UFSCar FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha José Carlos de Toledo Daniel Capaldo Amaral GEPEQ Grupo de Estudos e Pesquisa em Qualidade DEP - UFSCar FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha 1 1 Introdução

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção Curso de Engenharia de Produção Manutenção dos Sistemas de Produção Introdução: Existe uma grande variedade de denominações das formas de atuação da manutenção, isto provoca certa confusão em relação aos

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção Curso de Engenharia de Produção Manutenção dos Sistemas de Produção Informações sobre a disciplina: Professor: Eng. Carlos Bernardo Gouvêa Pereira Site: www.carlosbernardo.com Email: prof_carlospereira@camporeal.edu.br

Leia mais

Cristian Dekkers Kremer (PPGEP - UTFPR) E-mail: cristian_dk@ig.com.br Prof. Dr. João Luiz Kovaleski (PPGEP - UTFPR) E-mail: kovaleski@utfpr.edu.

Cristian Dekkers Kremer (PPGEP - UTFPR) E-mail: cristian_dk@ig.com.br Prof. Dr. João Luiz Kovaleski (PPGEP - UTFPR) E-mail: kovaleski@utfpr.edu. Determinação do momento ótimo para a realização da manutenção preventiva em equipamentos de uma indústria metalúrgica: um estudo voltado para a redução de custos Cristian Dekkers Kremer (PPGEP - UTFPR)

Leia mais

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Aula 3 Disponibilidade em Data Center O Data Center é atualmente o centro nervoso

Leia mais

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009 Gestão da Qualidade Políticas Manutenção (corretiva, preventiva, preditiva). Elementos chaves da Qualidade Total satisfação do cliente Priorizar a qualidade Melhoria contínua Participação e comprometimento

Leia mais

Este trabalho tem como objetivo propor um modelo multicritério para a priorização dos modos de falha indicados a partir de uma aplicação do processo

Este trabalho tem como objetivo propor um modelo multicritério para a priorização dos modos de falha indicados a partir de uma aplicação do processo 1 Introdução A atual regulamentação do setor elétrico brasileiro, decorrente de sua reestruturação na última década, exige das empresas o cumprimento de requisitos de disponibilidade e confiabilidade operativa

Leia mais

FMEA. FMEA - Failure Mode and Effects Analysis (Análise dos Modos e Efeitos de Falha)

FMEA. FMEA - Failure Mode and Effects Analysis (Análise dos Modos e Efeitos de Falha) FMEA FMEA - Failure Mode and Effects Analysis (Análise dos Modos e Efeitos de Falha) Técnica auxiliar no projeto de sistemas, produtos, processos ou serviços. Flávio Fogliatto Confiabilidade 1 FMEA - Definição

Leia mais

a norma utiliza o termo PANE para expressar falha.

a norma utiliza o termo PANE para expressar falha. FMEA Prof. Andréa CONCEITO DE FMEA CONCEITO DE FMEA ABNT, na norma NBR 5462 (1994), adota a sigla originária do inglês FMEA (Failure Mode and Effects Analysis) e a traduz como sendo Análise dos Modos de

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção Curso de Engenharia de Produção Manutenção dos Sistemas de Produção Manutenibilidade: É a característica de um equipamento ou instalação permitir um maior ou menor grau de facilidade na execução dos serviços

Leia mais

Guia de Manutenção de Edificações

Guia de Manutenção de Edificações PROJETO DE PESQUISA TERMO DE REFERÊNCIA PROJETO DE PESQUISA TÍTULO ENTIDADE Abraman Associação Brasileira de Manutenção COMITÊ DE ESTUDOS Comitê de Manutenção Centrada na Confiabilidade COORDENAÇÃO Eng.

Leia mais

AUDITORIA DO PROCESSO DE MANUTENÇÃO PROATIVA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

AUDITORIA DO PROCESSO DE MANUTENÇÃO PROATIVA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETROTÉCNICA CURSO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA ÊNFASE ELETROTÉCNICA NICOLAS MACIEL SOARES WANDERLEY ANTONIO FAUSTINO JUNIOR AUDITORIA

Leia mais

Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP

Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP 6. Procedimento de gerenciamento de risco O fabricante ou prestador de serviço deve estabelecer e manter um processo para identificar

Leia mais

AUDITORIA DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS (Subestações de Alta e Extra Alta Tensão )

AUDITORIA DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS (Subestações de Alta e Extra Alta Tensão ) GMI/021 21 a 26 de Outubro de 2001 Campinas - São Paulo - Brasil GRUPO XII GESTÃO DA MANUTENÇÃO AUDITORIA DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS (Subestações de Alta e Extra Alta Tensão ) João Carlos Santos Schneider

Leia mais

Controle e Corte Emergencial de Cargas com Recomposição Automática Através do Sistema SCADA BRASIL

Controle e Corte Emergencial de Cargas com Recomposição Automática Através do Sistema SCADA BRASIL Controle e Corte Emergencial de Cargas com Recomposição Automática Através do Sistema SCADA MONTENEGRO, J. C. F. S. (José Carlos de França e Silva Montenegro) BANDEIRANTE BRASIL MARQUES, R. (Rogério Marques)

Leia mais

MANUTENÇÃO PREDITIVA : BENEFÍCIOS E LUCRATIVIDADE.

MANUTENÇÃO PREDITIVA : BENEFÍCIOS E LUCRATIVIDADE. 1 MANUTENÇÃO PREDITIVA : BENEFÍCIOS E LUCRATIVIDADE. Márcio Tadeu de Almeida. D.Eng. Professor da Escola Federal de Engenharia de Itajubá. Consultor em Monitoramento de Máquinas pela MTA. Itajubá - MG

Leia mais

7.1 Introdução. Monitoramento e Avaliação 427

7.1 Introdução. Monitoramento e Avaliação 427 7.1 Introdução O processo de monitoramento e avaliação constitui um instrumento para assegurar a interação entre o planejamento e a execução, possibilitando a correção de desvios e a retroalimentação permanente

Leia mais

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO)

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) Objeto, princípios e campo de aplicação 35.1 Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece princípios e requisitos para gestão da segurança

Leia mais

Análise do Modo de Falhas e Seus Efeitos

Análise do Modo de Falhas e Seus Efeitos F-MEA Análise do Modo de Falhas e Seus Efeitos ADPO ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES 1 F-MEA Failure Mode and Effects Analisys Conceito É uma metodologia analítica utilizada para garantir que problemas

Leia mais

PLANEJAMENTO DA MANUFATURA

PLANEJAMENTO DA MANUFATURA 58 FUNDIÇÃO e SERVIÇOS NOV. 2012 PLANEJAMENTO DA MANUFATURA Otimizando o planejamento de fundidos em uma linha de montagem de motores (II) O texto dá continuidade à análise do uso da simulação na otimização

Leia mais

Melhoria Contínua PDCA/SDCA e suas ferramentas 06/04/2011

Melhoria Contínua PDCA/SDCA e suas ferramentas 06/04/2011 Melhoria Contínua PDCA/SDCA e suas ferramentas 6/4/211 PRODUTIVIDADE O que é o melhoria contínua? Quando se tem o Gerenciamento da Rotina implantado temos a melhoria tipo escada sempre melhorando o resultado

Leia mais

Gestão de projetos aplicado a paradas de manutenção em concentradores de minério de ferro.

Gestão de projetos aplicado a paradas de manutenção em concentradores de minério de ferro. Gestão de projetos aplicado a paradas de manutenção em concentradores de minério de ferro. Edmar de Souza Borges Resumo: O presente artigo tem a intenção de descrever e demonstrar que as paradas de manutenção

Leia mais

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Uma evolução nos sistemas de controle gerencial e de planejamento estratégico Francisco Galiza Roteiro Básico 1 SUMÁRIO:

Leia mais

Com a globalização da economia, a busca da

Com a globalização da economia, a busca da A U A UL LA Introdução à manutenção Com a globalização da economia, a busca da qualidade total em serviços, produtos e gerenciamento ambiental passou a ser a meta de todas as empresas. O que a manutenção

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL GE Distributed Power Jose Renato Bruzadin Sales Manager Brazil T +55 11 2504-8829 M+55 11 99196-4809 Jose.bruzadini@ge.com São Paulo, 11 de Julho de 2014 NOME DA INSTITUIÇÃO: GE Distributed Power AGÊNCIA

Leia mais

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9 Página: 1 de 9 1. OBJETIVO Estabelecer sistemática de funcionamento e aplicação das Auditorias Internas da Qualidade, fornecendo diretrizes para instruir, planejar, executar e documentar as mesmas. Este

Leia mais

2- FUNDAMENTOS DO CONTROLE 2.1 - CONCEITO DE CONTROLE:

2- FUNDAMENTOS DO CONTROLE 2.1 - CONCEITO DE CONTROLE: 1 - INTRODUÇÃO Neste trabalho iremos enfocar a função do controle na administração. Trataremos do controle como a quarta função administrativa, a qual depende do planejamento, da Organização e da Direção

Leia mais

EVOLUÇÃO DA MANUTENÇÃO

EVOLUÇÃO DA MANUTENÇÃO EVOLUÇÃO DA MANUTENÇÃO 1.1. INTRODUÇÃO Nos últimos 20 anos a atividade de manutenção tem passado por mais mudanças do que qualquer outra. Estas alterações são conseqüências de: a) aumento, bastante rápido,

Leia mais

1. DA CONCORRÊNCIA AOS PROBLEMAS ENFRENTADOS NO PROCESSO DE MANUFATURA.

1. DA CONCORRÊNCIA AOS PROBLEMAS ENFRENTADOS NO PROCESSO DE MANUFATURA. AVALIAÇÃO DA CONFIABILIDADE DO PROCESSO DE MANUFATURA DE UMA EMPRESA DO SEGMENTO ALIMENTÍCIO MARCELO J. SIMONETTI 1 ; ANDERSON L. SOUZA 2, ALDIE TRABACHINI 3, JOÃO C. LUVIZOTO 4 1 Professor, M.Sc Marcelo

Leia mais

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL - CTAE

Leia mais

RHIND Group. Rhind Group. Nossa Equipe. Nosso objetivo

RHIND Group. Rhind Group. Nossa Equipe. Nosso objetivo Rhind Group É uma empresa estruturada para prover soluções em consultoria e assessoria empresarial aos seus clientes e parceiros de negócios. Com larga experiência no mercado, a Rhind Group tem uma trajetória

Leia mais

MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA EM MÉDIA TENSÃO

MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA EM MÉDIA TENSÃO MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA EM MÉDIA TENSÃO TECNOLOGIA, QUALIDADE E ENERGIA A SERVIÇO DA ECONOMIA. Engelétrica Indústria, Comércio e Serviços Elétricos Ltda. Rua Xavier da Rocha, 10 Vila Prudente

Leia mais

Como evitar erros utilizando o Poka-Yoke

Como evitar erros utilizando o Poka-Yoke Seis Sigma Como evitar erros utilizando o Poka-Yoke O Poka-Yoke é uma importante ferramenta na etapa Control do método DMAIC do Lean Seis Sigma. Por Cristina Werkema O Poka-Yoke termo japonês que significa

Leia mais

3 Metodologia de Previsão de Padrões de Falha

3 Metodologia de Previsão de Padrões de Falha 3 Metodologia de Previsão de Padrões de Falha Antes da ocorrência de uma falha em um equipamento, ele entra em um regime de operação diferente do regime nominal, como descrito em [8-11]. Para detectar

Leia mais

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

CHECK - LIST - ISO 9001:2000 REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da

Leia mais

Gerenciamento da produção

Gerenciamento da produção 74 Corte & Conformação de Metais Junho 2013 Gerenciamento da produção Como o correto balanceamento da carga de dobradeiras leva ao aumento da produtividade e redução dos custos (I) Pedro Paulo Lanetzki

Leia mais

MANUTENÇÃO PREDITIVA : CONFIABILIDADE E QUALIDADE.

MANUTENÇÃO PREDITIVA : CONFIABILIDADE E QUALIDADE. 1 MANUTENÇÃO PREDITIVA : CONFIABILIDADE E QUALIDADE. INTRODUÇÃO : Nos últimos anos, têm-se discutido amplamente a gerência de manutenção preditiva. Tem-se definido uma variedade de técnicas que variam

Leia mais

FMEA (Failure Model and Effect Analysis)

FMEA (Failure Model and Effect Analysis) Definição FMEA (Failure Model and Effect Analysis) Conceitos Básicos A metodologia de Análise do Tipo e Efeito de Falha, conhecida como FMEA (do inglês Failure Mode and Effect Analysis), é uma ferramenta

Leia mais

GESTÃO DA MANUTENÇÃO

GESTÃO DA MANUTENÇÃO GESTÃO DA MANUTENÇÃO EVOLUÇÃO DA MANUTENÇÃO Mudanças sofridas nos últimos 20 anos Nas Organizações Aumento e diversificação das instalações e equipamentos; projetos mais complexos; surgimento de novas

Leia mais

Estratégia de Manutenção em Oficinas utilizando Caminho Critico

Estratégia de Manutenção em Oficinas utilizando Caminho Critico SEGeT Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia 1 Estratégia de Manutenção em Oficinas utilizando Caminho Critico RESUMO Entre as estratégias gerenciais em empresas de médio e grande porte existe o

Leia mais

Aplicabilidade das Data: FMEA Falta de Energia Elétrica. 3º SEPAGE - Coren-SP 22/07/2011

Aplicabilidade das Data: FMEA Falta de Energia Elétrica. 3º SEPAGE - Coren-SP 22/07/2011 Aplicabilidade das Ferramentas Título da da Palestra: Qualidade Data: FMEA Falta de Energia Elétrica 3º SEPAGE - Coren-SP 22/07/2011 História dos Riscos Construção do Empire State 1930 102 andares Cenário

Leia mais

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades 1. DESCRIÇÕES DO CARGO - ESPECIALISTA EM DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIA NUCLEAR E DEFESA a) Descrição Sumária Geral Desenvolver, projetar, fabricar,

Leia mais

8.3. FMEA (Failure Mode and Effects Analysis)

8.3. FMEA (Failure Mode and Effects Analysis) seu produto nas unidades respectivas de cada grandeza, isto é, o produto tem $4,50 na característica "custo", 170 mm na característica "dimensão", e assim por diante. As colunas "concorrente };' e "concorrente

Leia mais

Gerenciamento de Riscos do Projeto Eventos Adversos

Gerenciamento de Riscos do Projeto Eventos Adversos Gerenciamento de Riscos do Projeto Eventos Adversos 11. Gerenciamento de riscos do projeto PMBOK 2000 PMBOK 2004 11.1 Planejamento de gerenciamento de riscos 11.1 Planejamento de gerenciamento de riscos

Leia mais

PRINCÍPIO: PERFEIÇÃO SISTEMA DE PRODUÇÃO VOLKSWAGEN

PRINCÍPIO: PERFEIÇÃO SISTEMA DE PRODUÇÃO VOLKSWAGEN PRINCÍPIO: PERFEIÇÃO SISTEMA DE PRODUÇÃO VOLKSWAGEN 1 SISTEMA DE PRODUÇÃO VOLKSWAGEN PRINCÍPIO: PERFEIÇÃO Manutenção Produtiva Total MANTER CONSERVAR PREVENIR REPARAR SUBSTITUIR ADEQUAR MELHORAR PRODUÇÃO

Leia mais

Manual Técnico. Transformadores de potência. Revisão 5 ÍNDICE

Manual Técnico. Transformadores de potência. Revisão 5 ÍNDICE Página 1 de 10 Manual Técnico Transformadores de potência Revisão 5 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...2 2 RECEBIMENTO...2 3 INSTALAÇÃO...3 3.1 Local de instalação...3 3.2 Ligações...3 3.3 Proteções...7 4 MANUTENÇÃO...9

Leia mais

2. Função Produção/Operação/Valor Adicionado

2. Função Produção/Operação/Valor Adicionado 2. Função Produção/Operação/Valor Adicionado Conteúdo 1. Função Produção 3. Administração da Produção 1 Bibliografia Recomenda Livro Texto: Introdução à Administração Eunice Lacava Kwasnicka - Editora

Leia mais

Qualidade na gestão de projeto de desenvolvimento de software

Qualidade na gestão de projeto de desenvolvimento de software Qualidade na gestão de projeto de desenvolvimento de software [...] O que é a Qualidade? A qualidade é uma característica intrínseca e multifacetada de um produto (BASILI, et al, 1991; TAUSWORTHE, 1995).

Leia mais

PLANOS DE CONTINGÊNCIAS

PLANOS DE CONTINGÊNCIAS PLANOS DE CONTINGÊNCIAS ARAÚJO GOMES Capitão SC PMSC ARAÚJO GOMES defesacivilgomes@yahoo.com.br PLANO DE CONTINGÊNCIA O planejamento para emergências é complexo por suas características intrínsecas. Como

Leia mais

Objetivos. Engenharia de Software. O Estudo de Viabilidade. Fase do Estudo de Viabilidade. Idéias chave. O que Estudar? O que concluir?

Objetivos. Engenharia de Software. O Estudo de Viabilidade. Fase do Estudo de Viabilidade. Idéias chave. O que Estudar? O que concluir? Engenharia de Software O Estudo de Viabilidade Objetivos O que é um estudo de viabilidade? O que estudar e concluir? Benefícios e custos Análise de Custo/Benefício Alternativas de comparação 1 2 Idéias

Leia mais

Manutenção Centrada em Confiabilidade MCC

Manutenção Centrada em Confiabilidade MCC ANEXO IV A Manutenção Centrada em Confiabilidade MCC Diante desta nova regulamentação no setor de Transmissão de Energia Elétrica, os agentes de transmissão devem buscar estratégias para evitar as penalizações

Leia mais

ISO 14004:2004. ISO14004 uma diretriz. Os princípios-chave ISO14004. Os princípios-chave

ISO 14004:2004. ISO14004 uma diretriz. Os princípios-chave ISO14004. Os princípios-chave ISO14004 uma diretriz ISO 14004:2004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio Prof.Dr.Daniel Bertoli Gonçalves FACENS 1 Seu propósito geral é auxiliar as

Leia mais

Proposta de novos Indicadores para Gestão em Setores de Manutenção

Proposta de novos Indicadores para Gestão em Setores de Manutenção SEGeT Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia 1 Proposta de novos Indicadores para Gestão em Setores de Manutenção RESUMO Atualmente, as organizações vêm buscando incessantemente novas ferramentas

Leia mais

Engenharia do Produto

Engenharia do Produto Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Curitiba Departamento de Eletrônica Engenharia do Produto Slides elaborados a partir de Rozenfeld et al. (2006) AULA 6 Favor colocar

Leia mais

MANUTENÇÃO: VANTAGENS E DESVANTAGENS

MANUTENÇÃO: VANTAGENS E DESVANTAGENS 45º SEMINÁRIO DE ACIARIA -ABM PRIMARIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO: VANTAGENS E DESVANTAGENS Cléverson Stocco Moreira PORTO ALEGRE - MAIO/2014 CONCEITO DE MANUTENÇÃO: INTRODUÇÃO Garantir a confiabilidade e a disponibilidade

Leia mais

MANUTENÇÃO E SEGURANÇA Aumentando a Confiabilidade e a Segurança Integrada. Eduardo Linzmayer

MANUTENÇÃO E SEGURANÇA Aumentando a Confiabilidade e a Segurança Integrada. Eduardo Linzmayer MANUTENÇÃO E SEGURANÇA Aumentando a Confiabilidade e a Segurança Integrada Eduardo Linzmayer INSTITUTO MAUÁ DE TECNOLOGIA CENTRO UNIVERSITÁRIO CENTRO DE PESQUISAS ESCOLA DE ENGENHARIA MAUÁ COORDENADORIA

Leia mais

REDUZINDO AS QUEBRAS ATRAVÉS DA MANUTENÇÃO PROFISSIONAL

REDUZINDO AS QUEBRAS ATRAVÉS DA MANUTENÇÃO PROFISSIONAL REDUZINDO AS QUEBRAS ATRAVÉS DA MANUTENÇÃO PROFISSIONAL Luiz Rodrigo Carvalho de Souza (1) RESUMO O alto nível de competitividade exige que as empresas alcancem um nível de excelência na gestão de seus

Leia mais

FMEA - 4ª. EDIÇÃO (Análise dos Modos de Falha e de seus Efeitos)

FMEA - 4ª. EDIÇÃO (Análise dos Modos de Falha e de seus Efeitos) Curso e-learning FMEA - 4ª. EDIÇÃO (Análise dos Modos de Falha e de seus Efeitos) Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

Auditoria Interna Como assessoria das entidades

Auditoria Interna Como assessoria das entidades Auditoria Interna Como assessoria das entidades Francieli Hobus 1 Resumo A auditoria interna vem se tornando a cada dia, uma ferramenta indispensável para as entidades. Isso está ocorrendo devido à preocupação

Leia mais

Análise de Riscos de Segurança da Informação. Prof. Paulo Silva UCEFF

Análise de Riscos de Segurança da Informação. Prof. Paulo Silva UCEFF Análise de Riscos de Segurança da Informação Prof. Paulo Silva UCEFF Roteiro 1. Conceitos Fundamentas de Seg. Informação 2. Identificação e Avaliação de Ativos 3. Identificação e Avaliação de Ameaças 4.

Leia mais

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que Supply Chain Management SUMÁRIO Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) SCM X Logística Dinâmica Sugestões Definição Cadeia de Suprimentos É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até

Leia mais

OBSERVAÇÃO DE TAREFAS BASEADA NA SEGURANÇA COMPORTAMENTAL

OBSERVAÇÃO DE TAREFAS BASEADA NA SEGURANÇA COMPORTAMENTAL OBSERVAÇÃO DE TAREFAS BASEADA NA SEGURANÇA COMPORTAMENTAL Autores Gerson Luiz Chaves Vandro Luiz Pezzin RGE - RIO GRANDE ENERGIA S.A. RESUMO Os riscos presentes nas atividades que envolvem a distribuição

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL AQUISIÇÃO / QUALIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES

PROCEDIMENTO OPERACIONAL AQUISIÇÃO / QUALIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Histórico de Revisões Rev. Modificações 01 30/04/2007 Primeira Emissão 02 15/06/2009 Alteração de numeração de PO 7.1 para. Alteração do título do documento de: Aquisição para: Aquisição / Qualificação

Leia mais

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Avaliação de: Sr. Antônio Modelo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Especialistas The Inner

Leia mais

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil Patricia Viero Minussi Aes Sul Distribuidora Gaúcha de Energia patricia.minussi@aes.com

Leia mais

FERRAMENTAS DA QUALIDADE

FERRAMENTAS DA QUALIDADE FERRAMENTAS DA QUALIDADE FEMEA Análise do Modo e Efeito das Falhas Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 1 Análise do Modo e Efeito das Falhas Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 2 -

Leia mais

Auditoria como ferramenta de gestão de fornecedores durante o desenvolvimento de produtos

Auditoria como ferramenta de gestão de fornecedores durante o desenvolvimento de produtos Auditoria como ferramenta de gestão de fornecedores durante o desenvolvimento de produtos Giovani faria Muniz (FEG Unesp) giovanifaria@directnet.com.br Jorge Muniz (FEG Unesp) jorgemuniz@feg.unesp.br Eduardo

Leia mais

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA MANUTENÇÃO (PCM) Parte 1

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA MANUTENÇÃO (PCM) Parte 1 1 INTRODUÇÃO PLANEJAMENTO E CONTROLE DA MANUTENÇÃO (PCM) Parte 1 Luiz Carlos Dorigo Até a Segunda Guerra Mundial as atividades de Manutenção Industrial eram fundamentalmente atividades de Manutenção Corretiva.

Leia mais

NUCLEARINSTALLATIONSAFETYTRAININGSUPPORTGROUP DISCLAIMER

NUCLEARINSTALLATIONSAFETYTRAININGSUPPORTGROUP DISCLAIMER NUCLEARINSTALLATIONSAFETYTRAININGSUPPORTGROUP DISCLAIMER Theinformationcontainedinthisdocumentcannotbechangedormodifiedinanywayand shouldserveonlythepurposeofpromotingexchangeofexperience,knowledgedissemination

Leia mais

Nome da Empresa Sistema digitalizado no almoxarifado do EMI

Nome da Empresa Sistema digitalizado no almoxarifado do EMI Nome da Empresa Documento Visão Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 23/02/2015 1.0 Início do projeto Anderson, Eduardo, Jessica, Sabrina, Samuel 25/02/2015 1.1 Correções Anderson e Eduardo

Leia mais

OS 14 PONTOS DA FILOSOFIA DE DEMING

OS 14 PONTOS DA FILOSOFIA DE DEMING OS 14 PONTOS DA FILOSOFIA DE DEMING 1. Estabelecer a constância de propósitos para a melhoria dos bens e serviços A alta administração deve demonstrar constantemente seu comprometimento com os objetivos

Leia mais

VIABILIDADE ECONÔMICA DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO PROTEGIDAS

VIABILIDADE ECONÔMICA DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO PROTEGIDAS VIABILIDADE ECONÔMICA DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO PROTEGIDAS Mário Lúcio de Sales Brito 1, Pedro Mendes Castro 2 O objetivo deste estudo é demonstrar que a utilização generalizada das Redes Protegidas é viável

Leia mais

Indicadores de Desempenho do SGQ

Indicadores de Desempenho do SGQ Módulo 3: Indicadores de Desempenho do SGQ Instrutor: Henrique Pereira Indicadores de Desempenho do SGQ Partes interessadas: Quem são? Quais são suas necessidades? Como monitorar e medir os processos:

Leia mais

UNESA Sistemas de Transportes Currículo 108 / 2008 MÓDULO 1 MANUTENÇÃO DE ATIIVOS

UNESA Sistemas de Transportes Currículo 108 / 2008 MÓDULO 1 MANUTENÇÃO DE ATIIVOS 1 INTRODUÇÃO MÓDULO 1 MANUTENÇÃO DE ATIIVOS O homem constrói máquinas, equipamentos, veículos, edificações, com o intuito de melhorar conforto e a segurança da sociedade. Entretanto, sabe-se que nada é

Leia mais

Módulo 3. Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 6.2, 6.2.1, 6.2.2, 6.2.3, 6.2.4, 6.2.5, 6.3, 6.4, 6.4.1, 6.4.2, 6.4.

Módulo 3. Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 6.2, 6.2.1, 6.2.2, 6.2.3, 6.2.4, 6.2.5, 6.3, 6.4, 6.4.1, 6.4.2, 6.4. Módulo 3 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 6.2, 6.2.1, 6.2.2, 6.2.3, 6.2.4, 6.2.5, 6.3, 6.4, 6.4.1, 6.4.2, 6.4.3 Exercícios 6.2 Iniciando a auditoria/ 6.2.1 Designando o líder da equipe

Leia mais

Gestão da manutenção hospitalar

Gestão da manutenção hospitalar Gestão da manutenção hospitalar Rômulo Lessa Aragão (HGF) romulolessa@gmail.com João Luis Pianco de Oliveira (UFC) jotaehli@gmail.com Resumo O artigo trata de um plano de melhorias desenvolvido no Hospital

Leia mais

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA MANUTENÇÃO (PCM) Parte 2

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA MANUTENÇÃO (PCM) Parte 2 PLANEJAMENTO E CONTROLE DA MANUTENÇÃO (PCM) Parte 2 4 - ATRIBUIÇÕES DO PCM Luiz Carlos Dorigo As quatro funções fundamentais do PCM, quais sejam, Planejamento, Programação, Coordenação e Controle devem

Leia mais

Capítulo V. Planejamento e organização da manutenção Por Igor Mateus de Araújo e João Maria Câmara* Manutenção elétrica industrial

Capítulo V. Planejamento e organização da manutenção Por Igor Mateus de Araújo e João Maria Câmara* Manutenção elétrica industrial 46 Capítulo V Planejamento e organização da manutenção Por Igor Mateus de Araújo e João Maria Câmara* A busca incessante do lucro pelas empresas, focada relegando-a a uma posição secundária ou a ser vista

Leia mais

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI Objetivos Assegurar que os esforços despendidos na área de informática sejam consistentes com as estratégias, políticas e objetivos da organização como um todo; Proporcionar uma estrutura de serviços na

Leia mais

Este glossário é de natureza específica, não devendo prevalecer entendimentos distintos dos termos

Este glossário é de natureza específica, não devendo prevalecer entendimentos distintos dos termos GLOSSÁRIO Este glossário é de natureza específica, não devendo prevalecer entendimentos distintos dos termos nele apresentados, embora aplicáveis em outros contextos. Análise atividade que envolve a determinação

Leia mais

Monitoramento Online de Máquinas e Equipamentos www.preditivaonline.com.br marceloterra@preditivaonline.com.br Tel. 15-997741518

Monitoramento Online de Máquinas e Equipamentos www.preditivaonline.com.br marceloterra@preditivaonline.com.br Tel. 15-997741518 Principais Conceitos Definição de manutenção : ato ou efeito de manter; cuidar de algum objeto ou bem. Conservação. Podemos entender manutenção como o conjunto de tratativas e cuidados técnicos, indispensáveis

Leia mais

3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos

3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos 3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos Este capítulo tem como objetivo a apresentação das principais ferramentas e metodologias de gerenciamento de riscos em projetos, as etapas do projeto onde o processo

Leia mais

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador, Bahia Brasil. ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO

Leia mais

Processo de Implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade

Processo de Implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade 3 Processo de Implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade Não existe um jeito único de se implementar um sistema da qualidade ISO 9001: 2000. No entanto, independentemente da maneira escolhida,

Leia mais

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio Página 1 NORMA ISO 14004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio (votação 10/02/96. Rev.1) 0. INTRODUÇÃO 0.1 Resumo geral 0.2 Benefícios de se ter um Sistema

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA ESTUDOCOMPARATIVO NBRISO13485:2004 RDC59:2000 PORTARIA686:1998 ITENSDEVERIFICAÇÃOPARAAUDITORIA 1. OBJETIVO 1.2. 1. Há algum requisito da Clausula 7 da NBR ISO 13485:2004 que foi excluída do escopo de aplicação

Leia mais

1 INSPEÇÃO DA INSTALAÇÃO ELÉTRICA CONFORME A NBR 5410

1 INSPEÇÃO DA INSTALAÇÃO ELÉTRICA CONFORME A NBR 5410 1 INSPEÇÃO DA INSTALAÇÃO ELÉTRICA CONFORME A NBR 5410 A segurança sempre está em pauta em nossas vidas e com a eletricidade não deve ser diferente. Durante a utilização normal das instalações elétricas

Leia mais

Introdução à Manutenção O QUE VOCÊ ENTENDE POR MANUTENÇÃO?

Introdução à Manutenção O QUE VOCÊ ENTENDE POR MANUTENÇÃO? MANUTENÇÃO Introdução à Manutenção O QUE VOCÊ ENTENDE POR MANUTENÇÃO? Conceito de Manutenção segundo o dicionário Michaelis UOL 1. Ato ou efeito de manter (-se). 2. Sustento. 3. Dispêndio com a conservação

Leia mais

Gestão Laboratorial GESTÃO DE. Prof. Archangelo P. Fernandes

Gestão Laboratorial GESTÃO DE. Prof. Archangelo P. Fernandes Gestão Laboratorial GESTÃO DE EQUIPAMENTOS II Prof. Archangelo P. Fernandes GESTÃO DE EQUIPAMENTOS II Manutenção: conjunto de medidas necessárias, que permitam manter ou restabelecer um sistema no estado

Leia mais

GUIA DO PROTOCOLO SALDANHA PARA AUDITORIA DO PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA

GUIA DO PROTOCOLO SALDANHA PARA AUDITORIA DO PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA GUIA DO PROTOCOLO SALDANHA PARA AUDITORIA DO PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA Odilon Machado de Saldanha Júnior Belo Horizonte 2009 2 GUIA DO PROTOCOLO SALDANHA PARA AUDITORIA DO PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO

Leia mais

Requisitos de Software

Requisitos de Software Requisitos de Software Prof. José Honorato F.N. Prof. José Honorato F.N. honoratonunes@gmail.com Requisitos de Software Software é o conjunto dos programas e dos meios não materiais que possibilitam o

Leia mais

Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Gestão do Acesso, Internação, Atendimento em Emergência e Atendimento Ambulatorial

Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Gestão do Acesso, Internação, Atendimento em Emergência e Atendimento Ambulatorial Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Gestão do Acesso, Internação, Atendimento em Emergência e Atendimento Ambulatorial Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo Requisitos necessários a todos as subseções

Leia mais

Manutenção preventiva

Manutenção preventiva A UU L AL A Manutenção preventiva Consideremos o motor de um automóvel. De tempos em tempos o usuário deverá trocar o óleo do cárter. Não realizando essa operação periódica, estaria correndo o risco de

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE Revisão: 07 Data: 05.03.09 Página 1 de 7 Copia controlada MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE José G. Cardoso Diretor Executivo As informações contidas neste Manual são de propriedade da Abadiaço Ind. e Com.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ A IMPORTÂNCIA DO CAPITAL DE GIRO NAS EMPRESAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ A IMPORTÂNCIA DO CAPITAL DE GIRO NAS EMPRESAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ KATTH KALRY NASCIMENTO DE SOUZA Artigo apresentado ao Professor Heber Lavor Moreira da disciplina de Análise dos Demonstrativos Contábeis II turma 20, turno: tarde, do curso

Leia mais

Análise de Modo e Efeito de Falha Potencial - FMEA. Apostila e Tabelas Recomendadas para Severidade Ocorrência e Detecção

Análise de Modo e Efeito de Falha Potencial - FMEA. Apostila e Tabelas Recomendadas para Severidade Ocorrência e Detecção Análise de Modo e Efeito de Falha Potencial - FMEA Apostila e Tabelas Recomendadas para Severidade Ocorrência e Detecção Professores: Diego Mondadori Rodrigues Ernani Matschulat Viviane Dorneles Tobias

Leia mais