CADERNO DE NORMAS PARA FORMATAÇÃO DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCCs), DISSERTAÇÕES E TESES

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1 1 CADERNO DE NORMAS PARA FORMATAÇÃO DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCCs), DISSERTAÇÕES E TESES PORTO ALEGRE 2011

2 2 Reitor Flávio D Almeida Reis Pró-Reitora de Ensino Laura Coradini Frantz Pró-Reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão Sidnei Renato Silveira Diretora de Suporte Acadêmico Ivelone Nagel Reis Equipe responsável pela compilação e revisão Ana Glenyr de Godoy Bianca Bischoff de Oliveira Cláudio Maraschin Luciane Alves Santini Robson Ferrão Barcellos Consultoria sobre o Microsoft Word Renata de Souza Campus Porto Alegre: Rua Orfanotrófio, 555 Alto Teresópolis Porto Alegre/RS Fone: (51) Campus Canoas: Rua Santos Dumont, 888 Niterói Canoas/RS Fone: (51) Site:

3 3 Este manual refere-se às normas da ABNT para apresentação gráfica de monografias, incluindo resumo, sumário, citações, notas de rodapé e referências, a partir do estudo das NBRs 6023, 6024, 6027, 6028, e 14724, servindo como exemplo para elaboração do projeto de TCC. Informações sobre capas, sobrecapas, encadernações, quantidade de cópias e forma de entrega dos Trabalhos de Conclusão de Curso, Dissertações e Teses devem ser obtidas diretamente com a Coordenação de cada curso. Certifique-se de que o trabalho a ser apresentado é em formato de monografia. Caso seja um artigo, utilize o manual Como Elaborar um Artigo Científico: modelo, disponível no site da Biblioteca, no item Trabalhos Acadêmicos.

4 4 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO TRABALHOS ACADÊMICOS CONSIDERAÇÕES INICIAIS PARA A CONSTRUÇÃO DO TEXTO MONOGRÁFICO APRESENTAÇÃO GRÁFICA FORMATAÇÃO DO PAPEL E DA FONTE MARGENS ESPAÇAMENTO E PARÁGRAFOS PAGINAÇÃO NUMERAÇÃO PROGRESSIVA ILUSTRAÇÕES Quadros Figuras Esquemas Fluxogramas Organogramas Gráficos TABELAS ABREVIATURAS E OUTROS ELEMENTOS GRÁFICOS Abreviaturas Unidades de medidas e símbolos Equações e fórmulas Numerais Porcentagem ESTRUTURA DO TRABALHO CIENTÍFICO ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS Capa UniRitter... 32

5 Capa ABNT Folha de rosto Ficha catalográfica Errata Folha de aprovação Dedicatória, agradecimentos e epígrafe Resumo na língua vernácula Resumo em língua estrangeira Lista de ilustrações Lista de tabelas Lista de abreviaturas e siglas Lista de símbolos Sumário ELEMENTOS TEXTUAIS Introdução Desenvolvimento Conclusão ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS Glossário Referências Apêndices Anexos Índice CITAÇÕES CITAÇÃO INDIRETA CITAÇÃO DIRETA SISTEMA AUTOR-DATA Sobrenomes iguais de autores diferentes Diversos documentos de mesma autoria... 51

6 Citações de diversos autores em uma mesma publicação Citação indireta Citação direta curta Citação direta longa SISTEMA DE NOTAS DE REFERÊNCIA (NOTAS DE RODAPÉ) Citação indireta Citação direta curta Citação direta longa SUPRESSÕES INTERPOLAÇÕES CITAÇÃO DE CITAÇÃO (APUD) CITAÇÃO EM RODAPÉ TRADUÇÃO EM CITAÇÃO CITAÇÕES DE UMA IDEIA COMUM A VÁRIOS AUTORES ERROS GRÁFICOS APRESENTAÇÃO DAS REFERÊNCIAS MODELO DE REFERÊNCIA PARA LIVROS MODELO DE REFERÊNCIA PARA CAPÍTULOS DE LIVROS MODELO DE REFERÊNCIA PARA DISSERTAÇÕES E TESES MODELO DE REFERÊNCIA PARA ARTIGOS DE PERIÓDICOS MODELO DE REFERÊNCIA PARA ARTIGO DE JORNAL MODELO DE REFERÊNCIA PARA ENTREVISTAS MODELO DE REFERÊNCIA PARA PALESTRAS MODELO DE REFERÊNCIA PARA ANOTAÇÕES DE AULA MODELO DE REFERÊNCIA PARA CONGRESSOS E OUTROS EVENTOS CIENTÍFICOS CONSIDERADOS NO TODO MODELO DE REFERÊNCIA PARA TRABALHOS PUBLICADOS EM ANAIS DE EVENTOS MODELO DE REFERÊNCIA PARA LEGISLAÇÃO... 73

7 MODELO DE REFERÊNCIA PARA CONSTITUIÇÕES MODELO DE REFERÊNCIA PARA CÓDIGOS MODELO DE REFERÊNCIA PARA VADE-MÉCUNS MODELO DE REFERÊNCIA PARA JURISPRUDÊNCIA MODELO DE REFERÊNCIA PARA PORTARIAS MODELO DE REFERÊNCIA PARA PARECERES MODELO DE REFERÊNCIA PARA TRATADOS INTERNACIONAIS MODELO DE REFERÊNCIA PARA COMISSÃO PARLAMENTAR DE INQUÉRITO (CPI) MODELO DE REFERÊNCIA PARA VERBETES DE DICIONÁRIOS E ENCICLOPÉDIAS MODELO DE REFERÊNCIA PARA FITAS DE VÍDEO / DVD / CD MODELO DE REFERÊNCIA PARA S E LISTAS DE DISCUSSÃO MODELO DE REFERÊNCIA PARA DESENHOS TÉCNICOS MODELO DE REFERÊNCIA PARA EXPOSIÇÕES, FEIRAS ARTÍSTICAS, CULTURAIS, E ARQUITETÔNICAS MODELO DE REFERÊNCIA PARA PROJETOS DE ARQUITETURA MODELO DE REFERÊNCIA PARA MAPAS CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS APÊNDICE A- Atualizações da NBR

8 8 1 INTRODUÇÃO A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o órgão responsável pela normalização técnica no País, representando no Brasil a International Organization for Standardization (ISO). É reconhecido como único Foro Nacional de Normalização. As normas brasileiras que dizem respeito à documentação e informação, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB-14) e dos Organismos de Normalização Setorial (ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo (ABNT/CE-14: Comissão de Estudo de Documentação), formadas por representantes dos setores envolvidos, dos quais fazem parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros). O objetivo maior da normalização é promover, através da redução da variedade de procedimentos, meios eficientes de troca de informações (ASSOCIAÇÃO, 2011). No que se refere aos textos acadêmico-científicos, o estabelecimento de padrões proporciona consistência à apresentação e, portanto, credibilidade, elementos imprescindíveis à divulgação do saber científico e sua socialização. Através deste manual, o Centro Universitário Ritter dos Reis busca estabelecer um padrão de qualidade na elaboração e na apresentação da produção intelectual, envolvendo as monografias (de graduação e especialização, lato e stricto sensu) defendidas na Instituição, segundo os padrões oficiais de normalização e adequado à identidade própria do UniRitter. A questão da padronização dos trabalhos finais de cursos tem sido motivo de discussão, e a importância da utilização de normas na apresentação desses trabalhos nem sempre é vista de uma forma tranquila por parte dos docentes orientadores e alunos. Todavia, num mundo globalizado e interativo como este, cada vez mais se observa a necessidade dessa padronização para efetivar intercâmbios e divulgar trabalhos. Por outro lado, a padronização contribui para marcar a identidade institucional por meio da produção científica gerada, fortalecendo a imagem da Instituição junto às comunidades onde circulam suas publicações acadêmicas.

9 9 A 2 TRABALHOS ACADÊMICOS A NBR especifica princípios para a elaboração de trabalhos acadêmicos, visando a sua apresentação à Instituição (banca, comissão examinadora), podendo ser aplicada, ao que couber, aos trabalhos intra e extraclasse da graduação. Essa norma apresenta a seguinte definição para esse tipo de trabalho: trabalho de conclusão de curso, trabalho de graduação interdisciplinar, trabalho de conclusão de curso de especialização e/ou aperfeiçoamento documento que apresenta o resultado de estudo, devendo expressar conhecimento do assunto escolhido, que deve ser obrigatoriamente emanado da disciplina, módulo, estudo independente, curso, programa e outros ministrados. Deve ser feito sob a coordenação de um orientador (ASSOCIAÇÃO, 2011, p.4) No UniRitter, cada curso adota um nome específico para as monografias apresentadas como requisito parcial para a conclusão do curso. Verifique junto à Coordenação de seu curso qual denominação deverá ser utilizada. e tese: A referida norma também apresenta as seguintes definições para dissertação dissertação documento que apresenta o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico retrospectivo, de tema único e bem delimitado em sua extensão, com o objetivo de reunir, analisar e interpretar informações. Deve evidenciar o conhecimento de literatura existente sobre o assunto e a capacidade de sistematização do candidato. É feito sob a coordenação de um orientador (doutor), visando a obtenção do título de mestre (ASSOCIAÇÃO, 2011, p.2) [...] tese documento que apresenta o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico de tema único e bem delimitado. Deve ser elaborado com base em investigação original, constituindo-se em real contribuição para a especialidade em questão. É feito sob a coordenação de um orientador (doutor) e visa a obtenção do título de doutor, ou similar (ASSOCIAÇÃO, 2011, p.4)

10 10 As regras que determinam o encaminhamento dos trabalhos à Biblioteca estão detalhadas na Resolução CONSEPE CENTRO UNIVERSITÁRIO RITTER DOS REIS (UNIRITTER). Resolução nº 04/2008. Porto Alegre, Disponível em: <http://tinyurl.com/64ytupb>. Acesso em: 28 abr

11 11 3 CONSIDERAÇÕES INICIAIS PARA A CONSTRUÇÃO DO TEXTO MONOGRÁFICO O levantamento bibliográfico é o ponto de partida e uma importante etapa na elaboração de monografias. Durante a leitura, é fundamental anotar as principais ideias do autor, assim como os números das páginas onde estas estão descritas, a fim de fazer citações diretas com todas as informações completas. Fichas com apontamentos de leitura são extremamente úteis, onde devem ser anotadas todas as referências concernentes ao livro objeto de leitura: o conteúdo, as citações-chave, análise de juízo e observações (ECO, 2009, p.96). Ao selecionar a bibliografia, prefira sempre a utilização de textos originais, evitando a citação de citação (apud). Usa-se apud quando o autor referenciado por alguém é muito importante e quando não se tem, efetivamente, acesso direto ao texto do autor, por se tratar de um livro esgotado ou raro. Em outras palavras, apud deve ser uma exceção. Trabalhos escritos com muitos apuds denotam falta de qualidade, revisão bibliográfica malfeita e costumam ser rejeitados. O texto científico deve ser redigido de forma impessoal: na terceira pessoa do singular e na voz passiva. Escrever é um ato social: escrevo para que o leitor aceite aquilo que lhe proponho. Quando muito deve-se procurar evitar o pronome pessoal recorrendo a expressões mais impessoais, como cabe, pois, concluir que, parece acertado que, deverse-ia dizer que, é lícito supor que, conclui-se daí que, ao exame deste texto percebe-se que, etc. (ECO, 2009, p.122) O parágrafo é a unidade do discurso. Em geral, ideias novas compreendem parágrafos diversos; assim, quando mudar de assunto, mude de parágrafo. O texto deve apresentar um encadeamento de palavras que façam sentido quando combinadas. A coesão é mantida pela escolha de conetivos adequados. Conectivos que podem ser usados para introduzir uma citação Na opinião de......exemplifica......explicita seus pressupostos... De acordo com......quando afirma......alega que... Afirma......conceitua......caracteriza... Para... Segundo... Como descrito por... Na visão de... Como caracteriza... Outro ensinamento de... Do ponto de vista de... No dizer de... Em...encontra-se o seguinte esclarecimento...

12 12 Cada parte da monografia deve cumprir seu propósito, apresentando texto condizente com a seção a que pertence (introdução, desenvolvimento, conclusão). ERRADO 2 ESTUDO COMPARATIVO 2.1 CASO BRASILEIRO CERTO 2 ESTUDO COMPARATIVO Neste capítulo será tratado o caso brasileiro CASO BRASILEIRO Deve-se cuidar a numeração progressiva, evitando-se abrir subseções únicas, isto é, para ter uma subseção deve haver ao menos 2 divisões, por exemplo: 2.1 passando direto para 3 sem ter uma divisão 2.2. ERRADO CERTO Evite o uso excessivo de notas explicativas de rodapé, uma vez que interrompem a sequência lógica da leitura. Caso necessário, que sejam sucintas. Tipos itálicos devem ser utilizados para nomes científicos e palavras ou expressões em língua estrangeira que ainda não foram absorvidas pela língua vernácula. O uso de negrito no texto é pouco recomendado e deve ser usado apenas para dar destaque a letras ou a palavras quando não for possível destacá-las pela redação. Ao utilizar documentos eletrônicos, certifique-se da fidedignidade da fonte. Grande parte da informação disponibilizada na Internet não está sujeita a um dos principais mecanismos de validação utilizados pelas publicações tradicionais: a arbitragem formal por parte de pares (peer-review mechanism). Na medida em que a qualidade do material disponibilizado não é, nem deve ser, controlada centralmente, é evidente que coexistem, lado a lado, informações de variável teor, desde as mais completas e confiáveis até as deliberadamente enviesadas e/ou falsificadas.

13 13 Como os documentos eletrônicos rapidamente podem perder seu URL, utilize para referenciá-los, sempre que possível, o número do Digital Object Identifier (DOI) ao invés do endereço da página. A citação deve levar a conhecer de forma clara o local onde podemos verificar a opinião transmitida. Portanto, cite de forma clara, não deixando margem para dúvidas. As citações devem ser feitas na língua original e a tradução constar em nota de rodapé com a indicação tradução nossa no final do texto. Suas opiniões pessoais devem ser claramente identificadas. Não use reticências ou pontos de exclamação. Evite repetições, ecos, cacófatos, adjetivos e advérbios. Seja preciso: expressões como "nem todos", "praticamente todos", "vários deles" podem ser interpretadas de formas diferentes e prejudicam a compreensão das afirmações. Para o título na capa do trabalho, caso opte por não utilizar os dois-pontos para separá-lo do subtítulo, utilize, pelo menos, uma diferenciação tipográfica (título em negrito, subtítulo sem negrito, por exemplo). A linguagem científica deve ser clara, objetiva, escrita em ordem direta e com frases curtas. Lembre-se sempre que textos longos, complexos, com frases retóricas e palavras incomuns, não demonstram erudição. Ao contrário, indicam que o autor não sabe escrever. Quanto ao número de folhas, não existe padrão definido. Colzani (2006, p.85) sugere: Monografias: entre 60 e 80 folhas Dissertações: entre 110 e 180 folhas Teses: entre 150 e 250 folhas

14 14 4 APRESENTAÇÃO GRÁFICA A NBR dispõe que o projeto gráfico da monografia é de responsabilidade do autor do trabalho, mas apresenta algumas regras quanto ao seu formato. 4.1 FORMATAÇÃO DO PAPEL E DA FONTE Os textos devem ser apresentados em papel branco ou reciclado, formato A4 (21 cm x 29,7 cm), em cor preta ou automática, podendo-se utilizar outras cores somente nos textos das ilustrações. A fonte utilizada deve ser Arial ou Times New Roman. Os elementos textuais e pós-textuais podem ser impressos no verso e anverso das folhas. Dica Word (versão 2010) Formate os títulos das seções utilizando o recurso Estilos. Selecione o título de uma seção secundária. Clique na aba Página inicial > Alterar Estilos, na pequena flecha abaixo. Coloque o cursor em cima do estilo Seção 2, por exemplo, e clique no pequeno botão à direita. Clique em Modificar e preencha com a formatação recomendada neste manual para as seções secundárias (caixa-alta, tamanho 12, alinhadas à esquerda). Ainda na tela Modificar, clique no botão Formatar e selecione Numeração. Clique em Definir novo formato de número. Digite um número que ocorra nas seções secundárias, como 1.1, por exemplo. Ok. Não se esqueça de marcar Atualizar automaticamente e Apenas neste documento. Ok. Repita essas operações para cada seção. Para as seções primárias, escolha o estilo Seção 1. Para as seções terciárias use Seção 3 e assim por diante. Após defini-las, basta selecionar o texto e indicar o estilo correspondente àquela seção.

15 15 Descrição Capa padrão UniRitter* Capa Folha de rosto Folha de aprovação Dedicatória Agradecimentos Epígrafe Resumo Lista de ilustrações e tabelas Lista de abreviaturas, siglas E símbolos Sumário Corpo do texto Títulos de capítulos Citações curtas (até três linhas) Citações longas (mais de três linhas) Legenda e fonte das ilustrações Legenda e fonte das tabelas Notas de rodapé Referências Apêndice/Anexo Formatação Fonte 12. Margem superior 11 cm e esquerda 5 cm. Fonte 12. Texto centralizado. Fonte 12. Texto centralizado. Nota alinhada do meio da mancha para a margem direita. Fonte 12. Texto centralizado. Fonte 12. Espaço simples. Alinhado do meio da mancha para a margem direita, junto à margem inferior da folha. Fonte 12. Espaço simples. Alinhado do meio da mancha para a margem direita, junto à margem inferior da folha. Fonte 12. Espaço simples. Alinhado do meio da mancha para a margem direita, junto à margem inferior da folha. Fonte 12. Espaço simples. Parágrafo único justificado. Título centralizado, não numerado. Fonte 12. Espaço 1,5 linha. Título centralizado, não numerado. Fonte 12. Espaço 1,5 linha. Título centralizado, não numerado. Fonte 12. Espaço 1,5 linha. Título centralizado, não numerado. Fonte 12. Espaço 1,5 linha. Espaçamento entre parágrafos simples ou 1,5 linha. Fonte 12. Alinhados à esquerda. Numerados a partir da introdução até a conclusão. Indicativo numérico separado do texto por um espaço de caractere. Fonte 12. Inseridas no parágrafo. Citação direta entre aspas, citação indireta sem aspas. Fonte 10. Recuo 4 cm. Espaço simples. Sem aspas. Fonte 10. Legenda na parte superior; identificação da fonte na parte inferior. Fonte 10. Legenda na parte superior; identificação da fonte na parte inferior. Fonte 10. Espaço simples. Alinhadas somente à esquerda. Fonte 12. Espaço simples. Separadas por 1 espaço simples entre elas. Alinhadas somente à esquerda. Título centralizado, não numerado. Fonte 12. Identificados por letras. Título centralizado. * Solicite a capa padrão UniRitter na Secretaria Acadêmica. Fonte: NBR 14724

16 MARGENS As folhas devem apresentar margem esquerda e superior 3 cm, direita e inferior 2 cm. Trabalhos a serem encadernados em capa dura deverão prever 1 cm de medianiz. O espaço de digitação criado a partir da formatação das margens é denominado mancha. Dica Word (versão 2010) Formate os espaçamentos da margem utilizando o recurso Configurar Página > Margens, colocando 3 cm na superior e esquerda e 2 cm na inferior e direita. Modelo 4.3 ESPAÇAMENTO E PARÁGRAFOS O texto do corpo do trabalho deve ser alinhado à esquerda e à direita (justificado), digitado em espaço de 1,5 linha (um e meio), em fonte tamanho 12, sendo facultativo o uso do espaçamento diferenciado entre os parágrafos. Optando-se por esse espaçamento, sugere-se que seja de 1,5 linha (um espaço e

17 17 meio em branco). A mudança de parágrafo deve ser indicada com o recuo de 1,25 cm (1 tab). As citações curtas consideram-se corpo do texto, devendo seguir a mesma formatação deste. Citações longas, notas de rodapé, legendas e fontes de ilustrações e tabelas devem ser apresentadas em espaço simples, em fonte tamanho 10. As referências no final do trabalho devem ser alinhadas somente à margem esquerda, separadas uma das outras por 1 (um) espaço simples; entre as linhas da mesma referência deve ser usado espaço simples. Os títulos principais (seção primária) devem ser separados do texto por 1 (um) espaço de 1,5 linha em branco. Títulos não numerados devem ser centralizados, títulos numerados devem ser alinhados à esquerda. A numeração deve ser separada dos títulos ou subtítulos por um espaço de caractere (sem ponto). Os títulos principais devem ser alinhados pela margem superior da mancha, sendo apresentados sempre em nova página. Os subtítulos (seções secundárias, terciárias, etc.) devem aparecer na sequência do texto (sem iniciar nova página), separados do texto anterior e posterior por 1 (um) espaço de 1,5 linha em branco. Dica Word (versão 2010) Altere o espaçamento entrelinhas em Parágrafo > Espaçamento, colocando antes e depois 0 cm e espaçamento entrelinhas 1,5 linha. Para as citações diretas longas, siga o mesmo procedimento, colocando espaçamento entrelinhas Simples.

18 18 Modelo A NBR não faz referência ao controle das linhas órfãs e viúvas. Entretanto, elas são consideradas inaceitáveis na diagramação de qualquer publicação. A linha órfã é a primeira linha de um parágrafo impressa sozinha na parte inferior de uma página. A linha viúva é a última linha de um parágrafo impressa sozinha na parte superior de uma página. Se um parágrafo começar com uma única linha numa página (linha viúva), o começo do parágrafo é mudado para a próxima página e, se um parágrafo terminar com uma única linha (linha órfã) na página seguinte ao seu começo, a penúltima linha é enviada para aquela página. A mesma regra serve para os títulos das subseções. Dica word (versão 2010) Formatação de parágrafo > Quebras de linha e de página > Controle de linhas órfãs/viúvas.

19 19 As indicações de volumes, páginas e edições não devem apresentar espaços em branco, impedindo, dessa forma, que sejam separadas quando digitadas no final da linha. ERRADO CERTO p. 15 / v. 5 / 2. ed. p.15 / v.5 / 2.ed. 4.4 PAGINAÇÃO Todas as folhas do trabalho, a partir da folha de rosto, devem ser contadas sequencialmente, mas nem todas são numeradas (cf. NBR 6029). A numeração é colocada a partir da primeira folha da parte textual (não devendo aparecer nas páginas de seção primária), em algarismos arábicos, em fonte 10. No verso da folha, o número de página é inserido dentro da margem esquerda superior. No anverso da folha, o número é inserido na margem direita superior. Todo trabalho deverá ser numerado, incluindo apêndices e anexos. Utilize as ferramentas do Word através do recurso Inserir > Número de Páginas. Oculte as numerações das folhas que contêm seções primárias inserindo uma forma automática preenchida em branco ou utilizando o recurso de quebra de seção. Dica Word (versão 2010) Para inserir número de página, utilize o recurso Número de página > Formatar números de página, colocando em Iniciar em o número 0, pois o trabalho inicia sua contagem na folha de rosto, e não na capa. Para inserir uma forma sobre o número a fim de escondê-lo nas páginas de seções primárias, deve-se clicar em Inserir > Formas >, selecionar um retângulo e desenhar sobre o número da página >, clicar com o botão direito sobre a forma e selecionar Formatar forma >, preenchimento sólido na cor branca e sem cor de linha.

20 20 Modelo 4.5 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA Para hierarquização do trabalho, deve-se utilizar numeração progressiva de acordo com a NBR 6024, limitando-se a, no máximo, seções quinárias. Os títulos das seções são destacados gradativamente, usando-se racionalmente os recursos de caixa-alta, negrito, itálico ou sublinhado. 1 TÍTULO OU SEÇÃO PRIMÁRIA 1.1 SUBTÍTULO OU SEÇÃO SECUNDÁRIA Subtítulo ou seção terciária Subtítulo ou seção quaternária Subtítulo ou seção quinária 2 TÍTULO OU SEÇÃO PRIMÁRIA Sobre a utilização de alíneas:

21 21 a) as divisões enumerativas devem ser indicadas por meio de alíneas; b) o trecho final anterior às alíneas termina com dois-pontos; c) as alíneas são ordenadas alfabeticamente; d) como alternativa ao sistema alfabético, pode-se utilizar os numerais romanos em letras minúsculas - x.: (i), (ii), (iii), (iv)...); e) as letras indicativas das alíneas são minúsculas, alinhadas na direção do parágrafo, seguidas de sinal de fechamento de parênteses e terminam em ponto e vírgula, exceto a última alínea que termina com ponto-final; f) o texto da alínea começa por letra minúscula (exceto os nomes próprios); g) a segunda e as seguintes linhas do texto da alínea começam na direção da primeira letra do texto da própria alínea, ou seja, são alinhadas sob a primeira letra do texto da alínea; h) as alíneas não comportam mais que um período sintático (não existe pontofinal no texto da alínea); i) as divisões de alíneas devem ser indicadas por meio de incisos ou subalíneas com hífen; j) as alíneas possuem a mesma entrelinha do texto do trabalho. 4.6 ILUSTRAÇÕES Consideram-se ilustrações: esquemas, fluxogramas, gráficos, figuras, quadros, organogramas, fotografias, plantas, mapas. Sua identificação aparece na parte superior, precedida da palavra designativa, seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto, em algarismos arábicos. A fonte deve ser indicada na parte inferior, de forma abreviada caso conste na lista de referências ou de forma completa caso refira-se exclusivamente à ilustração. A ilustração deve ser inserida o mais próximo possível do trecho ao qual se refere. Sua enumeração deve constar de lista pré-texto Quadros Quadro pressupõe arranjo de palavras ou números dispostos em colunas e linhas, porém predominantemente preenchidos com palavras, sendo utilizado para

22 22 dados qualitativos. Na sua formatação, deve-se usar letra e entrelinha menor (fonte 10, espaçamento simples). Os quadros devem ser alinhados às margens laterais do texto e, quando pequenos, centralizados. Usar linhas de delimitação no cabeçalho para definir as laterais e o limite inferior do quadro. Modelo Quadro 1 Pareceres do CFE e Resoluções do MEC para a área de Comunicação Social Fonte: MOURA, Figuras Figura é a ilustração gráfica por meio de imagens representadas por desenhos ou gravuras.

23 23 Modelo Figura 4 Velocidades e suas alterações na passada Fonte: MCDONALD, Esquemas Esquema é uma figura que dá uma representação muito simplificada e funcional de um objeto, um movimento, um processo, etc.

24 24 Modelo Esquema 1 Estrutura interna do átomo Fonte: Departamento de Física, UFSC Fluxogramas Fluxograma é a representação gráfica de um procedimento ou sistema, cujas etapas ou módulos são ilustrados de forma encadeada por meio de símbolos geométricos interconectados. Os fluxogramas representam todas as etapas que compõem um processo, baseando-se no raciocínio lógico. Cada símbolo geométrico tem um significado próprio dentro do processo e deve ser respeitado.

25 25 Modelo Figura 5 - Sequência de passos para o removedor de sufixos Fonte: ORENGO, Organogramas Organograma é um tipo específico de gráfico de uma estrutura hierárquica de uma organização social complexa, que representa simultaneamente os diferentes elementos do grupo e suas ligações.

26 26 Modelo Figura 6 - Antigo organograma das Agências da Instituição Bancária analisada Fonte: SOUZA; SOUZA, Gráficos Depois de sintetizados em tabelas, os dados podem ser apresentados em gráficos com a finalidade de proporcionar uma visão rápida do comportamento do fenômeno analisado. Serve, pois, para apresentar uma tabela de maneira simples e interessante, tornando claros os fatos que poderiam passar despercebidos em dados apenas tabulados. Vários tipos de gráficos podem ser elaborados a partir do Excel, cada um para uma situação diferente. Se um gráfico for definido de forma incorreta, poderá ocorrer a análise errada de uma situação, causando uma série de interpretações distorcidas. O uso correto das linhas deve obedecer: a) na linha horizontal (X) ou das abscissas, colocam-se os valores da variável (escores); b) na linha vertical (Y) ou das ordenadas, colocam-se as frequências observadas.

27 27 Modelo Gráfico 1: Gastos do governo brasileiro e do Banco Mundial em DST e AIDS ( ) Fonte: THE WORLD BANK GROUP, 2004 Nota: dados trabalhados pelo autor 4.7 TABELAS Tabela é uma forma não discursiva de apresentar informações, das quais o dado numérico se destaca como informação central. A NBR indica, para formatação das tabelas, o documento Normas de Apresentação Tabular, do IBGE (FUNDAÇÃO, 1993). O título deve ser colocado na parte superior, precedido da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos. As fontes citadas na construção de tabelas e notas eventuais aparecem no final da tabela, após o fio (linha) de fechamento. As colunas externas devem aparecer abertas. Deve-se utilizar fios horizontais para separar os títulos das colunas no cabeçalho e fechá-las na parte inferior, evitando-se fios verticais para separar as colunas e os fios horizontais para separar as linhas. Quando houver transformação dos dados numéricos obtidos na fonte, devese identificar o responsável pela operação em nota geral ou específica. Não devem figurar dados em branco: a) traço indica dado inexistente; b) reticências indicam dado desconhecido;

28 28 c) zeros devem ser utilizados quando o dado for menor que a metade da unidade adotada para a expressão do dado. Anteriormente à apresentação, a tabela deve ser mencionada no texto através da palavra Tabela (com a inicial em maiúsculo), seguida do respectivo número em arábico. Quando muito extensas, as tabelas poderão ser apresentadas em apêndice (quando elaboradas pelo autor do texto) ou em anexo (quando extraídas de documento consultado pelo autor). Modelo Tabela 1 Distribuição de rendimento do trabalho e Índice de Gini Brasil 1960/70/80 Fonte: IBGE, 2004 Modelo Tabela 2 Componentes da CTBB em 2005 (em R$ bilhões) Fonte: IBGE, Nota: dados trabalhados pelo autor.

29 29 Modelo Tabela 3 Área colhida e previsão de colheita de uvas na Região Metropolitana de Porto Alegre Cidade Área em hectares em 2010 Área em hectares para 2011 Porto Alegre Viamão Canoas Fonte: dados coletados pelo autor 4.8 ABREVIATURAS E OUTROS ELEMENTOS GRÁFICOS Devem ser utilizados de maneira padronizada e consistente ao longo do texto Abreviaturas Na primeira vez em que forem mencionadas no texto, as abreviaturas devem aparecer entre parênteses, precedidas de sua forma por extenso. A partir desta primeira inserção, poderá ser utilizada apenas a forma abreviada. Deverão constar em lista pré-texto. No texto: Organização Mundial da Saúde (OMS) Na lista: OMS - Organização Mundial da Saúde Unidades de medidas e símbolos Devem restringir-se apenas àqueles usados convencionalmente ou sancionados pelo uso. Deverão constar em lista pré-texto Equações e fórmulas Devem ser destacadas no texto e, se necessário, numeradas com algarismos arábicos entre parênteses, alinhados à direita. Na sequencia normal do texto, é

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