NORMA PROCEDIMENTAL ELABORAÇÃO DE PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO E PROTOCOLO MÉDICO

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1 /14 1. FINALIDADE Regulamentar o processo de elaboração de Procedimento Operacional Padrão para as áreas administrativas e de enfermagem, e de Protocolo Médico para a área médica. 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO Todos os setores da Instituição e, em especial, no Hospital de Clínicas HC da Universidade Federal do Triângulo Mineiro - UFTM. 3. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL Não existe legislação específica. 4. CONCEITOS BÁSICOS - Procedimento Operacional Padrão POP É o documento que expressa o planejamento e orienta a prescrição das operações, mediante um padrão de conduta, para a execução de atividade profissional específica ou de enfoque multiprofissional. - Protocolo Médico - PM Instrumento que possui as mesmas características do POP, porém direcionado à área médica. - Fluxograma Instrumento gráfico destinado a facilitar a visualização dos passos de um procedimento técnico. - Tarefa Ação realizada para atingir um objetivo pré-determinado. 5. NORMAS 5.1. DA REGULAMENTAÇÃO E ATUALIZAÇÃO a) Os POP e PM deverão passar obrigatoriamente pela Pró-Reitoria de

2 /14 Planejamento e Desenvolvimento - Proplan, para regulamentação e atualização. b) É de competência exclusiva de cada setor manter-se atualizado com relação ao acompanhamento da legislação técnica de sua área e aos avanços tecnológicos pertinentes. c) Compete à Proplan, em conjunto com cada setor específico, controlar todos os POP e PM existentes na Instituição. d) Todos os documentos, para obterem valor legal deverão ser aprovados pelo Superintendente do Hospital, ou pelo Pró-Reitor ou pelo Diretor do Instituto da área à qual estiver vinculado o POP ou o PM DA IMPORTÂNCIA DO POP a) O POP e o PM têm importância capital dentro de qualquer processo funcional, cujo objetivo básico é garantir, mediante uma padronização, os resultados esperados em cada tarefa executada. b) A padronização anula a justificativa de não conhecimento do processo de realização das tarefas, o que facilita a cobrança da correta execução destas. Por outro lado, oferece maior segurança ao colaborador na execução de suas atividades diárias ESTRUTURA BÁSICA DO POP Embora esta Norma defina uma estrutura básica para a elaboração do POP e do PM, ela permite uma flexibilidade para se colocar as informações de forma a auxiliar na performance da execução das tarefas e/ou operação, tais como: figuras, manuais técnicos, normas nacionais e internacionais, manuais de referência, desenhos técnicos, código de conduta, formulários, instruções e listas de verificação, fluxograma (ver item 8.4), diagramas (ver item 8.5), Rotina Operacional Padrão (ver item 8.6), entre outros. É essencial, também, colocar todas as informações necessárias ao bom desempenho da tarefa. Obs: Cada setor deverá analisar, para cada processo específico, qual o instrumento (POP) que melhor se aplica à sua realidade. Para isto, esta Norma apresenta 2 (duas) opções: Estrutura do POP - Opção A - áreas administrativas (ver exemplo, no item 8.1) a) Tarefa - nome da tarefa pertinente ao documento. b) Responsável - título do cargo responsável pela execução da tarefa. c) Recursos necessários - elenco de peças, materiais, equipamentos, softwares, informações necessárias, etc., para a execução da tarefa.

3 /14 d) Atividades críticas - são as atividades fundamentais, que requerem atenção especial, ou seja, se não forem executadas, todo o trabalho ficará comprometido. e) Cuidados especiais - informa eventuais cuidados a serem tomados na execução do trabalho, de forma preventiva, e também a necessidade da utilização de equipamentos especiais ou de proteção. f) Procedimentos básicos - descreve o roteiro e os procedimentos para a execução das tarefas, e devem ser apresentados de acordo com a melhor seqüência operacional. g) Resultados esperados - relata a quantidade/qualidade, os prazos estabelecidos (metas), objetivos e outros itens relativos à execução da tarefa. h) Ações corretivas - descreve, em caso de anomalias e não conformidades na execução da tarefa, que procedimentos devem ser seguidos e como corrigir as falhas. i) Elaboração/Aprovação - espaço destinado à assinatura dos colaboradores que elaboraram a Instrução e do responsável pela aprovação Estrutura do POP - Opção B - áreas de enfermagem (ver item 8.2) a) Conceito sintetizar os procedimentos a serem realizados. b) Responsável pela prescrição informa o(s) nome(s) da(s) categoria(s) profissional (is) do(s) responsável (is) pela prescrição do procedimento. c) Responsável pela execução informa o(s) nome(s) da(s) categoria(s) profissional (is) do(s) responsável(is) pela execução do procedimento. d) Finalidade estabelece qual(is) o(s) objetivo(s) para realizar o referido procedimento. e) Indicação prediz em quais situações o procedimento deve ser utilizado. f) Material relata todos os materiais, medicamentos, equipamentos e outros necessários para a execução do procedimento. g) Descrição da técnica - descreve o roteiro dos procedimentos que devem ser realizados, de acordo com a melhor seqüência operacional. h) Justificativas argumenta sobre a necessidade da realização de cada um dos itens apresentados na descrição técnica. i) Resultados esperados - relata a quantidade/qualidade, os prazos estabelecidos (metas), objetivos e outros itens relativos à execução do procedimento.

4 /14 j) Cuidados especiais - informa eventuais cuidados a serem tomados na execução do trabalho de forma preventiva, como também a necessidade da utilização de equipamentos especiais ou de proteção. k) Elaboração/Aprovação - espaço destinado à assinatura dos colaboradores que elaboraram a Instrução e do responsável pela aprovação Estrutura do PM área médica (ver exemplo, no item 8.3) Como foi mencionado no item 5.3, a Norma define a estrutura básica para elaboração do POP; e para o PM a flexibilização deve, segundo a sua necessidade ser ainda maior. É essencial, também, colocar todas as informações necessárias ao bom desempenho das tarefas contidas no PM. a) Definição deve ser colocado de forma clara e sucinta o escopo do que se trata. b) Fatores de risco informa condições que predispõem o cliente a maior risco de desenvolver a doença de escopo do PM em questão. c) Exames - informa os tipos de exames que devem ser realizados. d) Conduta estabelece a conduta a ser seguida em relação à dieta, atividades físicas, controles médicos, tratamentos e procedimentos. 6 PROCEDIMENTOS GERAIS 6.1. DOS GESTORES SETORIAIS a) Elaborar, em conjunto com a sua equipe, o POP, de acordo com os processos operacionais do setor. b) Encaminhar à Proplan, o POP, para ajustes técnicos de elaboração e processo de controle DA PROPLAN a) Após o recebimento do POP, avaliá-lo e fazer os ajustes técnicos necessários. b) Submeter o POP à apreciação da SMOEST Serviço Médico Oficial Engenharia e Segurança do Trabalho para avaliação específica. c) Após efetuar os controles pertinentes, encaminhar o POP para aprovação AVALIAÇÃO E APROVAÇÃO

5 /14 a) Ao receber o POP, o Superintendente, o Pró-Reitor ou o Diretor de Instituto, conforme a sua área de competência, deverá processar a avaliação final para aprovação. b) Em caso de restrições, efetuar as devidas considerações e devolver à Proplan, para os ajustes necessários, em conjunto com o setor interessado. c) Caso esteja de acordo, assinar o POP e devolvê-lo à Proplan, para efetivação do registro final, no instrumento de controle DA PROPLAN Obs: No caso de o POP abranger os profissionais da área médica, deverá, também, ser assinado pelo Diretor Clínico. Encaminhar o POP para o setor específico para promover a sua implantação. Obs: No caso do POP abranger os profissionais da área de enfermagem, encaminha-lo ao Serviço de Educação em Enfermagem SEE, responsável pelo treinamento e implantação das respectivas Instruções. 7. CONSIDERAÇÕES FINAIS 7.2. Esta Norma entrará em vigor em

6 /14 8. ANEXOS 8.1. OPÇÃO A EXEMPLO DE PROTOCOLO OPERACIONAL PADRÃO POP (ÁREA ADMINISTRATIVA) TAREFA: Conserto de Chuveiro PROTOCOLO OPERACIONAL PADRÃO POP Nº 000 : 00/00/00 MANUTENÇÃO (DIVERSOS) REVISÃO: 1ª RECURSOS NECESSÁRIOS: Alicate, chave de fenda, fita isolante, resistência elétrica e multímetro. ATIVIDADES CRITÍCAS: - Desligar a corrente elétrica. - Fechar o registro d água. RESPONSÁVEL: Eletricista CUIDADOS ESPECIAIS: - Verificar se a chave de controle da temperatura continua desligada. - Ao término do serviço, antes de ligar a chave de controle da temperatura, abrir a torneira e deixar a água escoar pelo chuveiro. PROCEDIMENTOS BÁSICOS: - Desligar a corrente elétrica. - Fechar o registro hidráulico. - Retirar a tampa inferior. - Trocar a resistência queimada pela nova. - Verificar se os contatos estão fechados. - Limpar os furinhos da tampa inferior. - Recolocar a tampa no lugar. RESULTADOS ESPERADOS: - Água quente. - Maior vazão d água no chuveiro. - Controle de temperatura (quente, morno e frio). - Menor consumo de energia elétrica. AÇÕES CORRETIVAS: - Se a água continuar saindo fria, substituir a resistência (nova), caso ela seja o problema. - Caso saia pouca água, limpar novamente a tampa inferior. APROVAÇÃO: Elaborado por Aprovado chefia imediata Aprovação final

7 / OPÇÃO B EXEMPLO DE PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP (ÁREA DE ENFERMAGEM) PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP Nº 000 Retirada da Sonda Vesical de Demora : 00/0/00 REVISÃO: 1ª Conceito: É a retirada de uma sonda/catéter da bexiga, através do meato uretral Responsável pela prescrição: Médico Responsável pela execução: Médico, Enfermeiro, técnico e auxiliar de enfermagem; acadêmicos de medicina, enfermagem e técnico de enfermagem acompanhados pelo professor e/ou responsável Finalidade: - Reduzir a ansiedade do cliente - Diminuir a probabilidade de infecção urinária - Promover conforto e bem estar ao cliente Indicação: - Pós-operatório - Término do tratamento indicado Contra indicação: - Inexiste Material: 1 cuba rim 1 seringa descartável de 20 ml gases 1 par de luvas de procedimento 1 compressa não esterilizada Descrição da técnica: 1. Lavar as mãos 2. Reunir o material necessário 3. Explicar o procedimento a ser realizado e sua finalidade ao cliente 4. Colocar biombo ao redor do leito 5. Paramentar-se com os EPIs (máscara, avental, luvas de procedimento e óculos) 6. Posicionar o cliente em decúbito dorsal, com os membros inferiores estendidos (sexo masculino) e em abdução (sexo feminino) 7. Expor região genital e colocar uma compressa abaixo da região genital 8. Realizar a monobra de crede (compressão suprapúbica para retirada do débito e resíduo urinário) 9. Clampar a extensão do sistema de drenagem Justificativas: 1. Reduz transmissão de microorganismos 2. Economiza tempo 3. Reduz ansiedade e promove cooperação 4. Promove a privacidade do cliente 5. Precaução padrão 6. Facilita a execução da técnica 7. Evita que o lençol fique molhado 8. Promove a redução da urina residual 9. Promove a retirada da sonda

8 /14 (Continuação) PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP Nº 000 Retirada da Sonda Vesical de Demora : 00/00/00 REVISÃO: 1ª 10. Retirar a fixação da sonda 11. Conectar a seringa no lúmen lateral da sonda e aspirar toda a água destilada do balonete 12. Comunicar ao cliente o momento da retirada da sonda 13. Iniciar a retirada da sonda, de maneira lenta e contínua até a completa exteriorização 14. Recolher o material 15. Colocar o cliente em posição confortável 16. Recompor a unidade do cliente 17. Encaminhar o material ao expurgo e desprezá-lo adequadamente 18. Retirar as luvas de procedimento e lavar as mãos 19. Proceder anotação de enfermagem no prontuário, contendo as seguintes informações: hora da retirada do catéter, cooperação do cliente e ocorrências adversas (se houver) 20. Monitorar a ocorrência de micção espontânea 10. Promove a retirada da sonda 11. Promove a deflação do balonete 12. Diminui a ansiedade e promove a cooperação 13. Objetivo do procedimento 14. Promove ambiente favorável 15. Promove conforto 16. Promove ambiente favorável 17. Promove ambiente favorável 18. Reduz transmissão de microorganismos 19. Qualidade, documentação e legislação 20. Pode haver retenção urinária Resultados Esperados: - Retirada da sonda após 10 horas de reeducação vesical - Ausência de trauma na uretra na retirada da sonda - Manutenção do padrão urinário normal - Realização do procedimento sem intercorrências Cuidados Especiais: Após desensuflar o balonete, retirar a sonda de maneira contínua sem forçar. Aprovação: Elaborado por Aprovado chefia imediata Aprovação final

9 / EXEMPLO DE PROTOCOLO MÉDICO - PM PROTOCOLO MÉDICO PM Nº 000 DIABETES GESTACIONAL : 00/00/00 REVISÃO: 1ª Definição É uma doença metabólica por hiperglicemia e por intolerância aos carboidratos, de intensidade variada, diagnosticada durante a gestação, podendo ou não persistir após o parto. Fatores de risco: - idade superior a 25 anos; - história pessoal; - parentes próximos com diabetes tipo I; - antecedentes obstétricos: macrossomia, polidrâmnio, morte fetal ou neonatal inexplicada, más formações e retardo do crescimento fetal. Exame físico geral: baixa estatura, hipertensão arterial, disposição de gordura corporal central e excessiva. Exame obstétrico atual: - ganho de peso excessivo; - altura uterina maior que a esperada; - crescimento fetal excessivo; - polidrâmnio, pré-eclâmpsia. Conduta: A gestante que apresentar diabetes gestacional deve ser encaminhada ao o serviço de referência. - Dieta: Deve ser orientada de acordo com o estado nutricional da gestante, avaliando o IMC pré-gravídico, de tal maneira a permitir um ganho adequado de peso. - Cálculo do IMC Pré-gravídico: Peso pré-gravídico IMC = Altura x altura

10 /14 (Continuação) - Ganho de peso recomendado para a gestante com diabetes gestacional Estado Nutricional IMC Pré-Gravídico Ganho de peso recomendado (kg) (kg/m 2 ) Total Semanal Peso baixo < 19,8 12,5 a Normal 10,9 a 26 11,5 a Sobrepeso 26 a 29 7,0 a 11,5 0,3 Obesidade > 29 < 7,0 - a) Quando o índice for normal, a ingestão calórica diária pode ser estimada por aquela pré-gravídica, acrescentando 3000 Kcal/dia a partir do 2º trimestre. b) Em gestantes com sobrepeso ou obesas, pequenas reduções calóricas podem ser recomendadas dietas com até 1800 Kcal/dia não parecem induzir efeitos adversos ao feto. c) A dieta deve ser fracionada em 5 ou 6 refeições diárias. d) Evitar jejum prolongado e não omitir refeições. e) Aumentar a ingestão de água no intervalo das refeições. f) A gestante com bom controle, caso seja permitido, pode ingerir carboidratos de absorção rápida, como o açúcar, dentro do cálculo total da dieta. g) Diminuir o consumo de gorduras saturadas (creme de leite, manteiga, maionese, frituras, carnes gordas, etc). h) Adoçantes artificiais não calóricos podem ser utilizados, evitando-se aqueles com sacarina. - Atividade Física: Pacientes sedentárias devem ser orientadas a iniciar um programa de caminhadas regulares e/ou exercícios de flexão de braços. - Controle glicêmico: a) É feito, sempre que possível, com glicemias de jejum e pós-prandiais semanais. b) A glicosúria não é útil na monitoração do controle metabólico na gravidez. - Tratamento com insulina: a) Será indicada se, após 2 semanas de dieta, os níveis glicêmicos permanecerem elevados:. Glicemia de jejum: 105 mg%;. 2 horas pós-prandiais: 120 mg%. b) O crescimento fetal exagerado (circunferência fetal percentil 75), evidenciado em ecografia obstétrica realizada na 29ª e 33ª semanas de gestação, também é critério para o uso de insulina

11 /14 (Continuação) c) A dose inicial de insulina deve ser em torno de 0,3 a 0,54 U/Kg, administrada várias vezes ao dia. Pode ser feita associação de insulina de ação intermediária e rápida, para o uso individual. Recomenda-se o uso de insulina humana. d) Recomenda-se, caso haja possibilidade, monitorização domiciliar da glicemia capilar, que deve ser feita de 3 a 5 vezes por dia. e) A necessidade insulínica tende a aumentar progressivamente durante a gravidez. f) É contra-indicado o emprego de antidiabéticos durante a gravidez. Conduta obstétrica: - O controle é o mesmo para gestação de risco: até 36 semanas de gestação, o exame deve ser semanal ou a cada duas semanas, de acordo com a evolução clínica; após a 36ª semana, deverá ser semanal. - Ocorre um aumento na incidência de alterações hipertensivas na gestação com diabetes, exigindo cuidados especiais para a sua identificação e manejo. - Para as gestantes em uso de insulina, deverá ser indicada a ultra-sonografia e a cardiotocografia anteparto a partir de semanas. Parto: - Nas gestantes com ótimo controle do metabolismo, deve ser aguardada a evolução espontânea do parto. - A via de parto é uma decisão obstétrica, após estimar peso fetal por avaliação clínica e ultra-sonografia. - Gestantes em uso de insulina requerem atenção especial: a) Se o parto for acontecer antes de 39 semanas de gestação, deve ser feita amniocentese para avaliar a maturidade pulmonar, com dosagem de Fosfatidilgliocerol e avaliação da relação entre Lecitina e Esfingomielina ou dosagem de corpos lamelares; b) Quando o parto for programado, a gestante deve ficar em jejum e não receber a dose diária de insulina. c) O controle da glicemia capilar deve ser feito de hora em hora e, quando o metabolismo estiver bom e estável, a monitorização deve ser de 2 a 4 horas, devendo ser mantida entre 70 e 110 mg%. d) Recomenda-se a monitorização fetal intraparto e também a presença do neonatologista. Pós-Parto: - O aleitamento natural deve ser estimulado. - Observar os níveis glicêmicos nos primeiros dias pós-parto, pois muitas mulheres não necessitam mais usar insulina. Seu uso está indicado, quando ocorrer hiperglicemia no período de amamentação. - O estado de regulação da glicose deve ser reavaliado a partir de 06 semanas após o parto, empregandose glicemia de jejum ou teste oral de tolerância com 75g de glicose.

12 / FLUXOGRAMA: RASTREAMENTO DE DIABETES GESTACIONAL Gestante em Investigação de Diabetes Gestacional < 90 mg% 90 mg% Glicemia de jejum dois ou mais fatores positivos Sim Não < 90 mg% Glicemia de jejum a partir da 20ª 90 mg% Rastreamento positivo 110 mg% TTG (Teste de Tolerância à Glicose) 140 mg% TTG 75g/2h a partir da 20ª semana < 140 mg% 140 mg% Diabetes Gestacional Rastreamento negativo Encaminhar ao Pré- Natal de Alto Risco

13 / DIAGRAMA DE APLICAÇÃO TÉCNICA Objetivo: Estabelecer o conforto, bem-estar e segurança do cliente, favorecendo a recuperação dos ferimentos. ENFERMEIROS AUX. E TÉC. EM ENFERMAGEM Avaliar as condições do cliente Fazer e/ou prescrever o curativo em 30 Com fixador Com faixa crepon erguer o membro pelo fixador e amarrar no quadro balcânico Verificar o fixador Sem fixador Determinar ajuda Retirar as faixas de algodão e irrigar as gazes aderidas à ferida - Preparar os materiais para o curativo. - Lavar bem a ferida com SF 0,9% morno e em chuveirinho, furado com agulha 12 esterilizada. - Aplicar PVPI 1 em volta da ferida, não na ferida viva. - Lavar exaustivamente a área contaminada ou infectada com soro morno. - Aplicar óleo hidratante ou pomada composta, no 1º curativo, no tecido vivo para mantê-lo umedecido. - Ocluir com algodão hidrófilo ou ortopédico esterilizado em grande quantidade. - Não aplicar gaze seca ou similar sobre a ferida. - Enfaixar com crepe esterilizado. - No uso de tala gessada, colocar luva d água sobre protuberância óssea do calcâneo. - A partir do 2º curativo, quando surgir tecido morto ou necrose, usar papaína 10%. Com a evolução e melhora da ferida, usar de 6%, 3% ou composta ou, ainda, creme de lanete até o final. - Trocar todo dia pelo menos uma vez. - Manter o curativo úmido. - Ao retirar o curativo velho, não puxe Iniciar pelo curativo asséptico 8.6. ROTINA OPERACIONAL PADRÃO

14 /14 ROTINA OPERACIONAL PADRÃO ROP Nº 000 ROTINA (Nome) : 00/00/00 REVISÃO: 1ª FINALIDADE ÂMBITO DE APLICAÇÃO COMPETÊNCIA FUNDAMENTAÇÃO LEGAL NORMAS AGENTE AÇÃO NÃO CONFORMIDADE

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