Relatório técnico final

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1 Estufa Relatório técnico final Integrantes: Cleiton J. Marcon Jefferson A. A. Parisotto Professor Orientador: Guilherme Nogueira 4º Bimestre Visto:

2 Sumário Sumário... 2 Índice das Figuras... 3 Índice das Tabelas... 4 Resumo Introdução Detalhamento do Projeto Módulo de Hardware Arduino Mega Módulo de Temperatura Módulo de Luminosidade Módulo de ph Módulo de Umidade Módulo de Irrigação Módulo de Interface Módulo de Software Teste Define valores Temperatura ph Umidade Luminosidade Regula Intensidade Cronograma Procedimentos de Teste e Validação do Projeto Testes de caixa preta

3 4.2 Testes de caixa branca Módulos sensores Módulos atuadores Módulo Interface Plano de testes Análise dos Riscos Conclusão Referências Bibliográficas Índice das Figuras Figura 2-1 Módulo de Hardware... 7 Figura 2-2 Placa arduino Mega Figura 2-3- LM Figura Sensor LM Figura 2-5 Desenho esquemático do módulo de temperatura Figura Desenho da conexão do módulo de temperatura Figura LDR Figura Desenho esquemático do módulo de luminosidade Figura Desenho da conexão do módulo de luminosidade Figura Sensor de ph instalado Figura Sensor de ph montado Figura Barras de aço galvanizado Figura Instrumento de medição comercial Figura Desenho esquemático do módulo de ph Figura Desenho da conexão do módulo de ph Figura Desenho esquemático do módulo de umidade Figura Desenho da conexão do módulo de umidade Figura Bomba utilizada para irrigação Figura Diagrama da ligação da bomba

4 Figura Desenho da conexão do módulo de irrigação Figura Desenho esquemático do módulo de iluminação Figura Desenho da conexão do módulo de iluminação Figura Esboço do módulo de interface Figura Fluxograma de software Figura Fase de Elaboração da Proposta Figura Fase de Desenvolvimento do Plano de Projeto Figura Fase de Elaboração do Projeto Físico Figura Fase de Elaboração do Protótipo Figura Fase final do projeto Índice das Tabelas Tabela 1 Testes efetuados... 9 Tabela 2 Testes a realizar Tabela 3 - Análise de Riscos

5 Resumo O projeto tem o objetivo de desenvolver uma estufa controlada, ou seja, um ambiente propício para o desenvolvimento de algumas espécies de plantas, que necessitam de cuidados específicos. Esses cuidados se referem à temperatura, iluminação, umidade da terra e ph. Alguns desses parâmetros serão monitorados ou controlados de acordo com a necessidade da planta, utilizando a tecnologia Arduino, sensores e uma interface gráfica. Com a implementação da automatização da estufa, visa-se facilitar e conseqüentemente aumentar a produção, pois o ambiente de crescimento, por ser controlado automaticamente, acaba por gerar um desenvolvimento mais rápido e sadio dos espécimes. 5

6 1 Introdução Temos como motivação, a carência de um sistema que proporcione de forma concisa, o controle e monitoramento de estufas, com a mínima necessidade de interferência humana para proporcionar às plantas o ambiente ideal para seu desenvolvimento. Algumas plantas precisam de um foto-período interrompido para seu florescimento, isto é, necessitam de algumas horas de luz durante o período da noite, o que gera um problema para os produtores dessas espécies. A estufa irá fazer este controle através de um software, por meio do qual será possível selecionar a configuração desejada em que será ativada a iluminação, e quanto tempo ela deverá permanecer ativa. Além deste controle, a estufa irá monitorar a temperatura, o ph e a umidade da terra, e também acionar bombas de irrigação. Após a revisão do documento do projeto físico, este se constitui da seguinte forma: Na primeira seção será apresentado um detalhamento mais aprofundado do projeto, como soluções tecnológicas, e de como será implementado o projeto e de maneira o mesmo irá funcionar. Já na segunda seção será apresentado o cronograma com as fases do projeto e suas respectivas datas. A terceira seção apresenta os procedimentos de teste e como serão validados os módulos do projeto. Está seção é dividida em testes de caixa branca, que são os testes que são realizados pelos desenvolvedores do projeto e ainda os testes de caixa preta, que são os testes que devem ser realizados pelo usuário. Em Tecnologias utilizadas faz-se uma descrição sucinta das tecnologias que podem ser utilizadas para desenvolver cada módulo do sistema. A quarta seção, Análise de riscos, apresenta uma análise dos problemas potenciais do projeto e do impacto desses problemas no sucesso ou fracasso do projeto. A quinta seção é a Conclusão do projeto. A última seção, Referências bibliográficas é onde se podem encontrar todas as referências utilizadas neste trabalho. 6

7 2 Detalhamento do Projeto O projeto da estufa automatizada consiste basicamente em dois módulos, Hardware e Software. Estes dois módulos são subdivididos em outros módulos. 2.1 Módulo de Hardware O módulo de processamento consiste em um Arduino Mega Atmega É o principal módulo e é onde será feita toda a aquisição e processamento dos dados recebidos. Figura Módulo de Hardware O módulo de hardware é subdividido em sete outros apresentados a seguir. Os desenhos e diagramas abaixo foram projetados no software Fritzing. O Fritzing é uma interface livre para o desenvolvimento de esquemas eletrônicos que possui o desenho do Arduino, facilitando assim o desenvolvimento dos diagramas. Como todo o projeto desenvolvido é baseado no Arduino, abaixo será explicado mais detalhadamente o modelo escolhido. 7

8 2.1.1 Arduino Mega 2560 O Arduino Mega 2560 é uma placa com o microcontrolador Atmega2560. Possui 54 pinos digitais (entrada/saída) sendo que 14 podem ser utilizados como saídas PWM. São 16 pinos analógicos, 4 UARTs (Portas Seriais de Hardware), um cristal oscilador de 16MHz, entrada USB, entrada de alimentação, soquete de comunicação ICSP e um botão reset. A placa contém todo o necessário para usar o microcontrolador, bastando, ligar o cabo USB no computador para ligá-lo e programá-lo. A alimentação pode ser feita através do cabo USB, fonte de alimentação AC-DC ou bateria. Características: Tamanho: 5,3cm x 10,2cm x 1,0cm Microcontrolador: ATmega2560 Tensão de operação: 5V Tensão de entrada (recomendada): 7-12V Tensão de entrada (limites): 6-20V Pinos de entrada/saída (I/O) digitais: 54 (dos quais 14 podem ser saídas PWM) Pinos de entrada analógica: 16 Corrente DC por pino I/O: 40mA Corrente DC para pino de 3,3V: 50mA Memória Flash: 256KB (dos quais, 8KB são usados pelo bootloader SRAM: 8KB EEPROM: 4KB Velocidade de Clock: 16MHz 8

9 Figura Placa Arduino Mega Módulo de Temperatura O módulo do sensor de temperatura é constituído por um LM35, o qual será ligado ao módulo do processamento. Esse sensor mede a temperatura ambiente e a converte em um valor de tensão, que é enviado para a porta analógica do Arduino, onde é então processado e convertido para valor de temperatura (ºC). Figura LM35 9

10 Figura Sensor LM35 Figura Desenho esquemático do módulo de temperatura Figura Desenho de conexão do módulo de temperatura 10

11 2.1.3 Módulo de Luminosidade O sensor de luminosidade é constituído por um LDR, também ligado ao módulo de processamento. O LDR faz a conversão da radiação eletromagnética incidente em resistência (Ω). Conforme aumenta a intensidade de luz incidente no LDR, um número maior de elétrons na estrutura tem também seu nível de energia aumentado, devido à aquisição de energia entregue pelos fótons. O resultado é o aumento de elétrons livres e elétrons fracamente presos ao núcleo. A queda de tensão presente nos terminais do sensor é enviada ao Arduino. O LDR escolhido possui uma resistência interna de 10KΩ e é ilustrado na figura 7. A sua conexão com o Arduino ainda receberá um resistor que tem a função de facilitar a calibração. Haverá a necessidade de se levantar uma curva de calibração. Figura 2-7 LDR 11

12 Figura Desenho esquemático do módulo de luminosidade Figura Desenho da conexão do módulo de luminosidade Módulo de ph O sensor de ph fará a aquisição dos dados referentes ao ph do solo, que serão enviados ao Arduino. O sensor será desenvolvido pelos membros da equipe, devido ao fato de não existir no mercado um sensor apropriado para a aplicação, apenas instrumentos de medição prontos. Este sensor é composto de 2 barras de aço galvanizado. Estas barras serão acopladas a um isolante, com uma distância de 30mm 12

13 entre elas. Para fazer o papel do isolante, utilizaremos um bloco de espuma de embalagem, por ser de fácil aquisição, baixo custo e resistência à umidade. Em uma das barras, será aplicada uma tensão de 5V, então uma medição é feita entre as 2 barras, e o valor adquirido será convertido para valores de ph no Arduino. Um instrumento de medição comercial será utilizado para fazer a calibração do sensor desenvolvido pela equipe. Figura Sensor de ph instalado Figura Sensor de ph montado Figura Barras de ferro galvanizado utilizadas Figura Instrumento de medição comercial 13

14 Figura Desenho esquemático do módulo de ph Figura Desenho da conexão do módulo de ph 14

15 2.1.5 Módulo de Umidade O sensor de umidade será o mesmo utilizado pelo módulo de ph, a tensão entre as barras de aço será convertida em valores que representam a umidade do solo. Haverá a necessidade de se levantar uma curva de calibração. Figura Desenho esquemático do módulo de umidade Figura Desenho da conexão do módulo de umidade 15

16 2.1.6 Módulo de Irrigação Este módulo possui uma bomba utilizada em automóveis para a limpeza do para- -brisa conectada ao Arduino, e será acionada por um circuito com relês quando a umidade do solo estiver abaixo da estipulada. Figura Bomba utilizada para irrigação Figura Diagrama da ligação da bomba 16

17 Figura Desenho da conexão do módulo de irrigação A iluminação será controlada por matrizes de Led que serão acionadas pelo Arduino caso a incidência de luz seja insuficiente ou um determinado horário previamente estipulado seja atingido. Caso seja necessário, a intensidade luminosa será controlada através de portas PWM do Arduino. Figura Desenho esquemático do módulo de iluminação 17

18 Figura Desenho da conexão do módulo de iluminação Módulo de Interface Consiste da ligação do Arduino via porta USB com um computador, no qual serão exibidas as informações coletadas nos módulos de aquisição e controle. A imagem abaixo demonstra o módulo de interface. Figura 2-23 Esboço do módulo de interface. 18

19 2.2 Módulo de Software Figura Fluxograma de software 19

20 2.2.1 Testes Esta função tem como objetivo a verificação do funcionamento total do sistema. Onde a iluminação irá piscar, a bomba irá ligar por alguns segundos e o ventilador por dois segundos. Caso o sistema não efetue a rotina esperada pelos atuadores, existe um problema Define valores Esta função tem como objetivo definir os valores de configuração para a planta que será cultivada na estufa Temperatura A função Temperatura tem como objetivo receber os dados que são enviados ao Arduino pelo LM35, fazer a conversão para ºC, exibir para o usuário e atuar junto ao cooler de refrigeração ph A função do módulo de ph é receber os dados do sensor, fazer a conversão dos valores de tensão em valores digitais que representam a acidez do solo e exibir para o usuário Umidade A função do módulo de umidade é receber os dados e fazer uma conversão dos valores de tensão em valores digitais que representam a umidade do solo e atuar junto à bomba de irrigação Luminosidade A função do módulo de iluminação deve receber o valor do LDR e fazer a conversão necessária para exibir valores para o usuário. Além disto, a função tem o objetivo de verificar o horário da luz,e acionar ou não as lâmpadas Regula Intensidade Esta função vai ler o valor do LDR, comparar com o valor pré-definido, e fazer os ajustes necessários, através de um controle feito por PWM. 20

21 3 Cronograma Figura Fase de Elaboração da Proposta 21

22 Figura Fase de Desenvolvimento do Plano de Projeto 22

23 Figura Fase de Elaboração do Projeto Físico 23

24 Figura Fase de Elaboração do Protótipo 24

25 Figura Fase final do projeto 25

26 Este cronograma pode ser visualizado através do link: https://www.tomsplanner.com/public/estufa/ senha: projetofinal 4 Procedimentos de Teste e Validação do Projeto Para testar o projeto como um todo, é necessário testar os dois módulos como um único, porém, adicionando funcionalidades em seqüência. A forma de verificação dos módulos ocorrerá da seguinte maneira. Com o Arduino previamente programado, e o sensor implementado, serão realizados testes para a verificação do funcionamento do sensor. Por exemplo, para a verificação de temperatura, aqueceremos e resfriaremos o ambiente, comparando com um sensor calibrado, para verificarmos se o mesmo atende as necessidades do projeto. A partir da verificação do funcionamento adequado do sensor, os sensores seguintes irão sendo adicionados, seguindo a mesma estrutura de teste. Para os atuadores, o processo será simplificado, com o atuador conectado ao Arduino e a um eventual módulo de ativação, os atuadores serão ligados, se o resultado for o esperado, o módulo estará verificado. Os testes irão ser realizados em duas formas: caixa preta e caixa branca. 4.1 Testes de caixa preta Os testes de caixa preta, que serão realizados pelos usuários, como é inviável esperar o crescimento de uma planta para saber se os módulos estão funcionando corretamente, visto o tempo que o ciclo levaria para acionar as luzes, por exemplo, a função teste irá realizar todas as etapas do código. Da verificação de sensores até a atuação nas luzes e na bomba. Ao escolher a função teste, o ciclo da estufa será 26

27 realizado em um tempo reduzido pra que possa se verificar que os componentes estão funcionando. Se tudo estiver dentro do esperado o teste é validado. A função teste é executada uma quando o dispositivo é iniciado ou reiniciado. Esta função verifica se os sensores estão enviando valores coerentes para temperatura, umidade, luminosidade e ph, ou seja, os valores devem estar dentro da escala. Se os sensores tiverem seus valores validados, os atuadores serão testados da seguinte forma: a iluminação irá piscar algumas vezes, a bomba irá ligar por dois segundos e o ventilador por cinco segundos. Caso o sistema não efetue a rotina esperada pelos atuadores, existe um problema. Ainda para os testes de caixa preta, o usuário pode efetuar, de mais grosso modo, o aquecimento do sensor de temperatura, interromper o sensor de luminosidade ou ainda retirar o sensor de ph e umidade da terra, e observar a mudança dos valores no display e a ação dos atuadores correspondentes a cada sensor. 4.2 Testes de caixa branca Os testes de caixa branca ou estruturais, serão realizados pelos desenvolvedores do Projeto. Como os desenvolvedores do projeto conhecem todas as particularidades do código e dos circuitos, exigem mais dos mesmos para validá-los nos testes. Para realizar os testes de caixa branca dos módulos, é necessário que os circuitos estejam conectados e o Arduino previamente programado com o código do módulo a ser testado. A seguir, descreve-se como serão executados os testes de cada módulo Módulos sensores Para o teste dos módulos sensores, com o Arduino programado com o código do módulo e com a conexão física do sensor com o processador, o sensor será estimulado. Com os valores captados por este sensor em momentos distintos, serão realizadas comparações com as medições de um sensor calibrado Módulos atuadores Para o teste dos módulos sensores, após os atuadores estarem devidamente conectados com o Arduino, e o respectivo código de teste carregado, o módulo será ligado ou desligado, se for verificada que a ação desejada ocorreu, os módulos estarão verificados. 27

28 4.2.3 Módulo Interface No teste do módulo de interface, serão verificados se os comandos efetuados no mesmo estão sendo executados pelo Arduino. Se o resultado esperado estiver correto, então o módulo de interface está validado Plano de testes Abaixo (Tabela 1) é possível verificar as rotinas utilizadas nos testes que foram realizados e outros testes que ainda serão efetuados até o final do projeto Testes efetuados e conclusões TESTES DESCRIÇÃO RESULTADOS RESULTADOS AÇÃO EM CONCLUSÕES ESPERADOS OBTIDOS CASO DE FALHA Módulo de temperatura Teste realizado em caixa branca, onde os Valores para temperatura dentro do esperado, com Valor verificado muito próximo (apresentando Troca do sensor (Lm35), ou reavaliação do Após varias trocas de componente LM35, ele desenvolvedores pouca variação e variação de dois código. funcionou de efetuam próximos ou iguais graus centigrados maneira correta. alterações de ao valor verificado para mais ou para temperatura no sensor menos) ao valor sobre o sensor e calibrado. do sensor verificam o valor calibrado. exibido na tela, bem como a comparação com o sensor calibrado. Módulo de luminosidade Teste realizado em caixa branca, onde os Valores para luminosidade dentro do O valor exibido na tela é muito próximo do Troca do sensor (LDR), ou reavaliação do O módulo de luminosidade mostrou-se desenvolvedores esperado, com exibido no sensor código. eficiente, já que ao efetuam pouca ou nenhuma calibrado podendo medirmos a alterações de variação e haver uma pequena intensidade luminosidade próximos ou iguais variação. luminosa com o sobre o sensor e ao valor verificado luxímetro, verificam o valor no sensor verificarmos que exibido na tela, calibrado. os valores dos leds bem como a são abaixo do comparação com esperado, mas o sensor suficientes para a calibrado. aplicação. Lâmpadas LED Teste realizado em caixa branca, onde os Funcionamento correto das luminárias e com Alguns dos leds adquiridos possuem qualidade Verificação de conexões, soldas, e posterior troca Os módulos de LED apesar de não apresentarem um colaboradores intensidade abaixo da de LEDs ou a resultado esperado, acionam a placa satisfatória. esperada, assim troca total da devido a má 28

29 desenvolvida e uma das luminárias placa. qualidade dos verificam o possui uma componentes, funcionamento e intensidade atendem aos a intensidade luminosa inferior requisitos mínimos luminosa sem as demais. de luz para auxílio de indução à iniciação sensor. floral. Bomba Irrigação de Teste realizado em caixa branca, onde Funcionamento da bomba com pressão e vazão da A bomba utilizada mostrou-se muito eficiente para a Troca da bomba e verificação do circuito de Bomba de irrigação está dentro do esperado desenvolvedores água eficientes no aplicação, acionamento. pela equipe. Tem efetuam a sistema de resultado melhor pressão suficiente verificação do irrigação. do que esperado para bombear a funcionamento visto que a bomba água e irrigar as da bomba, é fabricada para plantas. acionando a outro tipo de mesma. aplicação. Teste de interface Teste realizado em caixa branca com o protótipo Exibição valores inteligíveis, dos Apesar da interface ainda estar em desenvolvimento, Reavaliação código interface, do da e A interface foi modificada para uma interface C# da interface, corretos e esta mostrou-se possível onde os condizentes com muito eficiente até simplificação ou colaboradores os valores o momento. desenvolvimento verificaram em esperados e em linguagem junto aos outros verificados nos alternativa. testes o sensores calibrados funcionamento para cada módulo correto da em específico. interface do projeto. Testes de software Teste realizado em caixa branca, onde os Atuadores acionados de acordo com os O software, apesar de ainda estar incompleto, Reavaliação e reconstrução do software, ou a Algumas funções ainda apresentam falhas ou não desenvolvedores valores funciona de acordo busca de nova funcionamento. modificam os estipulados. com o esperado. solução para os limites que os problemas. atuadores devem ser acionados. Tabela 1 - Testes efetuados Testes a realizar TESTES DESCRIÇÃO RESULTADOS ESPERADOS Cooler de ventilação Teste realizado em Funcionamento do caixa branca, onde cooler com fluxo de ar desenvolvedores efetuam a verificação do funcionamento d suficiente para regular a temperatura interna da estufa. cooler acionando o RESULTADOS OBTIDOS Funcionamento de acordo com o esperado. AÇÃO EM CASO DE FALHA Busca de solução alternativa, reestruturação da maquete, ou ainda, verificação da real necessidade de 29

30 mesmo. ventilação. Teste realizado em Funcionamento do Módulo retirado Busca de solução Módulo de ph caixa branca, onde se faz necessária a sensor satisfatório, com valores próximos devido a problemas de integração com o alternativa, troca do sensor. calibração do sensor e ou idênticos aos módulo de umidade. posterior verificação verificados junto ao do funcionamento do sensor calibrado. mesmo para aplicação. Teste realizado em Funcionamento do - Busca de solução Módulo de caixa branca, onde fazse necessária a sensor satisfatório, com valores próximos alternativa, troca do sensor. umidade calibração do sensor e posterior verificação ou idênticos aos verificados junto ao do funcionamento do sensor calibrado. mesmo para aplicação. Teste realizado em Alteração da - Busca de solução Função de caixa branca, onde os desenvolvedores luminosidade das lâmpadas de acordo alternativa. regulagem intensidade luminosa da verificam a alteração da intensidade das lâmpadas LED de acordo com a especificação. com a predefinição estipulada pelo usuário através do software. Teste realizado em Funcionamento de - Revisão dos circuitos, Integração total caixa branca, onde todos os módulos serão todas as funções de acordo com a proposta. funções do software, conexões. dos módulos. ligados juntos e então a protótipo deverá ficar em funcionamento por um período de tempo onde todas as funcionalidades possam ser verificadas. Testes realizados em A função deverá dar - Verificação da função Função teste caixa preta, onde o usuário ao iniciar ou uma certeza ao usuário de que o sistema está e posterior verificação dos módulos reiniciar o programa funcionando individualmente. irá verificar, através do perfeitamente. acionamento dos atuadores, que todos os módulos estão funcionando corretamente. Tabela 2 - Testes a realizar 30

31 5 Análise dos Riscos A tabela a seguir apresenta os riscos e suas análises, onde: Probabilidade: escala de 1 até 5, onde 1 representa baixa probabilidade e 5 alta probabilidade. Impacto: escala Alto, Médio e Baixo. Nº Descrição do Risco Probabilidade Impacto Ação de Prevenção Ação de Contingencia 1 Dificuldade nas linguagens de programação 2 Dificuldade na implementação de sensores e atuadores 3 Indisponibilidade de sensores e atuadores no mercado 4 Atraso no desenvolvimento 6 Alteração do escopo 7 Cronograma inviável 8 Atrasos ou problemas na entrega 9 Queima/Falha de componentes eletrônicos 10 Queima/Falha na bomba irrigadora 11 Queima/Falha nas matrizes de Led 4 Alto Estudar antecipadamente as linguagens 4 Alto Pesquisar os sensores e atuadores utilizados 2 Alto Buscar antecipadamente a disponibilidade 4 Alto Seguir o cronograma 2 Médio Pesquisar alternativas 4 Alto Analisar o tempo disponível dos integrantes 3 Alto Comprar componentes com antecedência 2 Baixo Se possível comprar em maior quantidade 1 Alto Busca bomba de qualidade, e com garantia 1 Baixo Comprar matrizes de boa qualidade Tabela 3 - Análise de Riscos Buscar auxílio especializado Buscar auxílio com o orientador Procurar componentes equivalentes Diminuir tempos possíveis Adotar alternativas Reformular cronograma Procurar componentes equivalentes disponíveis Compra de novos componentes Adquirir nova bomba Adquirir novos componentes 31

32 6 Resultados Os resultados encontrados durante o desenvolvimento do projeto, serão comentados a seguir, classificados de acordo com suas dificuldades. 6.1 Facilidades Algumas atividades desenvolvidas no projeto se mostraram bastante, ou relativamente simples, muitas delas devido a conhecimentos e experiências adquiridas durante os anos acadêmicos, tanto teóricas quanto práticas. Alguns circuitos, como o circuito retificador de onda completa, e os circuitos de aquisição dos sensores. A utilização do Arduino, tornou o projeto de fácil implementação, suas portas prontas de entrada e saída de sinais simplificam muito a realização de projetos como este, pois este kit proporciona uma fácil aquisição de dados e sinais digitais. A estrutura física da estufa, feita com materiais de fácil aquisição e preço bastante acessível, deixou bastante fácil a sua montagem. 6.2 Dificuldades Encontramos certas dificuldades ao longo de todo o ano, durante o desenvolvimento do projeto. Algumas delas nada têm haver com dificuldades técnicas ou de conhecimento teórico. Podemos citar como exemplo, a aquisição de componentes eletrônicos, ou por não encontrar alguns deles no mercado, ou devido aos preços abusivos cobrados pelos mesmos, o que nos levou a importar algumas peças. Dificuldades em excesso no desenvolvimento das placas de circuito impresso, devido à falta de equipamentos de qualidade na universidade, isso quando não estão quebrados, queimados ou no conserto, o que causou muito transtorno nesta fase do projeto. Em relação ao desenvolvimento do hardware, algumas dificuldades encontradas, devido à falta de conhecimento em algumas áreas da eletrônica, ou então pelo pouco conhecimento de componentes eletrônicos existentes no mercado. Uma das funcionalidades da estufa foi retirada devido a dificuldades em conciliar o sensor de ph e de umidade, pois a medida de uma dessas unidades, afeta a medida da outra, tornando assim impossível uma medição confiável. 32

33 Uma dificuldade muito grande também encontrada, foi a organização geral do projeto, devido ao não cumprimento a rigor do cronograma estipulado no começo das atividades. Problemas também encontrados em algumas funções do software, como o controle de iluminação com PWM, e a temporização do acionamento das lâmpadas. Apesar dessas dificuldades, conversas com o professor orientador, colegas, e demais professores, conseguimos concluir o projeto com sucesso, com algumas pequenas alterações de escopo. 7 Conclusão Com o decorrer do projeto, pudemos analisar e repensar algumas das soluções propostas no início das atividades relacionadas ao projeto. Algumas funcionalidades foram removidas, alteradas ou adicionadas para proporcionar um melhor resultado final. Em relação ao software, pequenas mudanças foram realizadas, como a remoção da função Escolhe Planta, que será substituída por uma função Define Valores, que consiste na entrada de valores pelo usuário no início da execução. Outra alteração em relação ao software, é a interface do programa, antes feita através de conexão serial, e agora por um applet Java, gerado pelo processing, uma linguagem de programação de código aberto e ambiente de desenvolvimento integrado (IDE). A última mudança de software foi a adição de uma função para ligar ou desligar um cooler para ventilação. Em relação ao hardware, foi adicionado o cooler para fazer o resfriamento do ambiente caso seja necessário, e também serão realizadas alterações no circuito de acionamento das lâmpadas de LED. Através da análise do problema a ser resolvido, do plano de desenvolvimento, tecnologia a ser utilizada e dos testes planejados e realizados, concluímos que o projeto não só solucionará o problema, mas também irá trazer outros benefícios aos produtores. Podemos citar como alguns desses benefícios o baixo custo de implementação, baixo 33

34 consumo de energia, facilidade de utilização, pois diminui a necessidade de serviços manuais, e um possível aumento na produtividade. 8 Referências Bibliográficas TROPCLIMA - disponível em: Acessado em 15 de abril de MICROGROW - disponível em Acessado em 15 de abril de ARDUINO - disponível em Acessado em 11 de abril de de HARNOIS - disponível em Acessado em 15 de abril KRIWAN - disponível em Acessado em 15 de abril de GARDENBOT fevereiro de disponível em Acessado em 25 de INSTRUCTABLES - disponível em Gardening-Arduino /. Acessado em 25 de fevereiro de

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