CEUNSP Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio - INSEAD CURSO

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1 Fluxograma da Pesquisa 1. Etapa de preparação e de delimitação do problema: Escolha do tema Revisão da literatura Documentação Construção do referencial teórica Construção das hipóteses Crítica da documentação Delimitação do problema 2. Etapa de construção do plano: Problema e justificativa Objetivos Referencial teórico Hipóteses, variáveis e definições Metodologia: Design; População e amostra; Instrumentos; Plano de entrega, tabulação e análise de dados. Estudo piloto com testagem dos instrumentos, técnicas e plano de análise de dados. 3. Etapa de execução do plano Estudo piloto Treinamento dos entrevistadores Coleta de dados Tabulação Análise estatística Avaliação das hipóteses 4. Etapa de construção e apresentação Construção do esquema, problema, referencial teórico, resultado da avaliação do teste das hipóteses e conclusões Redação: Sumário Introdução Problema Justificativa Objetivos Citação do marco teórico Hipóteses Corpo do trabalho Problema Apresentação Discussão das teorias que compõe o referencial teórico. Conclusão Referências Bibliográficas Bibliografia Tabelas Gráficos Anexos Apresentação de acordo com a ABNT 1

2 Primeira Etapa: Escolha do Tema Responder aos interesses de quem investiga. Qualificação intelectual de quem investiga. Existência de fontes de consulta. Elaborar fichamento das referências por elemento do grupo. Trocar informações com elementos do grupo. Delimitação do problema Limites precisos da dúvida que o investigador tem do problema se necessário, a população e a amostra, os instrumentos de coleta e análise dos dados. Descrição do estudo piloto Orçamento (se necessário) bibliográfica Referências Anexos Programa para elaboração de monografia: Download em: Revisão da Literatura Aumentar o acervo de investigações e conhecimentos do investigador com a contribuição teórica já produzidas pela ciência. Segunda Etapa: Já tendo clareza do problema a ser investigado: definir: as variáveis que o compõe, a fundamentação teórica. as hipóteses para serem testadas. Definir para a segunda etapa: Com relação ao tema: O que é investigado e sua justificativa (por que é investigado). Objetivos: Para quê e para quem é investigado. Quadro de referência teórica: Fundamentado em qual conhecimento? Hipóteses Variáveis Definições empíricas Metodologia: Como, com o que ou com quem, onde será investigado. Especificar, 2

3 Passos úteis para elaborar o corpo da monografia: ANUNCIAR O ASSUNTO Problemas 1. Idéia geral 2. Delimitar 3. Situar 4. Mostrar a importância 5. Justificar 6. Definir os termos 7. Documentação 8. Metodologia À medida que se progride na investigação, recolhem-se muitas idéias que serão selecionadas e ordenadas do simples ao complexo. A decomposição do assunto em suas partes constitutivas é condição indispensável para a compreensão do mesmo. É bem mais fácil compreender o assunto quando este estiver dividido, pois sem divisão não se pode identificar claramente o tema central, nem tampouco distinguir o que se quer atribuir ao todo ou somente a uma ou outra de suas partes. E ser compreendido é, aliás, mais importante que ser profundo. Ordenem-se, pois, sistematicamente as diversas partes que compõem a matéria de estudo, sem esquecer que a elaboração do plano não equivale a propor uma organização arbitrária e sem nexo das partes em um todo. Trata-se, muito ao contrário, de submeter os conceitos a uma ordem dentro da hierarquia real ou lógica das questões; trata-se de descobrir a estrutura real ou lógica do assunto, em que as partes estejam vinculadas entre si e naturalmente integradas no conjunto. A construção do plano supõe a capacidade de distinguir o fundamental do acessório, a idéia principal da secundária, o mais importante do menos importante, além de requerer a inteligência necessária para distribuir eqüitativamente as partes desproporcionais, de sorte que o todo resulte equilibrado e proporcionado, fazendo salientar o fundamental e o essencial. Vê-se, portanto, que o plano envolve um processo deliberado e sistemático de reflexão. O plano é pessoal: será tanto mais pessoal quanto maior for o esforço interior de reflexão.da mente que reflete surge o plano, como sua criação original. Constrói-se, geralmente de início, um plano provisório. Este será muitas vezes modificado e reestruturado no curso do trabalho, sob efeito de novas pesquisas e reflexões. O plano provisório é, pois, a primeira etapa. O plano defmitivo surgirá no término da investigação, dependendo diretamente dos resultados dos estudos, da análise dos documentos e dados reunidos e do esforço pessoal da reflexão. Tanto é verdade que um mesmo assunto possibffita, por vezes, vários planos. Titulação Devem-se titular as partes para bem anunciar. Os objetivos da titulação são múltiplos: visa criar a sensação de expectativa, despertar o interesse e, sobretudo, facilitar a transmissão de conhecimentos. Constitui, destarte, um instrumento pedagógico de grande utilidade. Hão de se titular mesmo as partes que compõem os trabalhos pouco extensos. Convém escolher a melhor forma de encabeçar as partes ou subdivisões, como o próprio trabalho. Todo esforço será feito no sentido de que a fórmula utilizada seja verdadeiramente significativa, condensando o conteúdo do desenvolvimento, de maneira a atrair o interesse do leitor. Conclusão: Conceito e Requisitos Indispensáveis O homem da rua apresenta sua idéia sob forma de afirmação, que pode ser positiva ou negativa. O pesquisador apresenta-a sob a forma de conclusão. Esta corresponde à seção que arremata o trabalho. Constitui seu ponto de chegada, a resposta ao tema anunciado na introdução. A conclusão governa a elaboração das partes, orienta e estrutura seu desenvolvimento. Ela está presente em todo o trabalho, sob forma de hipótese plausível na introdução, que se confirma aos poucos, através do desenvolvimento, transformando-se, finalmente, em certeza ou na mais provável das hipóteses. A conclusão não é uma idéia nova, um pormenor ou apêndice que se acrescenta ao trabalho; não é tampouco um simples resumo do mesmo. O assunto anunciado e desenvolvido desemboca na conclusão, decorrência lógica e natural de tudo o que a precede. A conclusão deve definir o ponto de vista do autor. Sendo resultado de seu trabalho, justo é que traga sua marca pessoal. Não se trata de confundir, entretanto, o ponto de vista do autor, fundamentado nos dados concretos que recolheu, analisou e interpretou, com um mero juízo subjetivo, opinião ou preferência infundada. O ponto de vista do autor aparece sempre que ele chegue a uma conclusão original, a um conhecimento novo ou simplesmente a uma nova reformulação de conhecimentos existentes. Há, porém, diversas maneiras de exprimir esse ponto de vista: a perícia está em valorizar magistralmente o próprio trabalho, apresentando suas conclusões 3

4 como precioso fruto dos esforços dispendidos. O autor pode ganhar, entretanto, alargando a idéia geral para além de seu próprio ponto de vista. Fá-loá abrindo novas perspectivas, vislumbrando novas pesquisas, apontando relações do assunto com outros ramos do conhecimento. Sumário, Prefácio, Apêndice Em monografias, teses ou outros trabalhos de maior extensão e profundidade, a estrutura será mais complexa do que nos trabalhos menores. Encontrarse-ão, além das partes constitutivas estudadas, comuns a qualquer gênero de trabalho, outras que são dispensáveis nestes últimos: sumário, prefácio, apêndice, índices remissivos. A bibliografia deve constar em todo trabalho. Sumário É chamado também de Conteúdo, Índice, Tábua de Matérias. Comporta as principais divisões do trabalho, ou seja, títulos dos capítulos (partes ou seções) e subdivisões, dispostos exatamente como aparecem no con 1.5. Apêndice Esta seção fica a critério do autor. Será incluída em função da necessidade. Constituir-se-á de materiais ilustrativos complementares (textos ou ilustrações), não estritamente essenciais para a compreensão do assunto. Seu lugar é antes da bibliografia. Normas da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) A fim de que haja uniformidade na aplicação das técnicas rigorosas que devem ser observadas na apresentação da bibliografia, transcrevemos a seguir, literalmente, as normas e exemplos fornecidos pela ABNT a este respeito. Observem-se os exemplos com toda a atenção e em todos os pormenores: alinhamento, disposição, ponto, vírgula, ponto e vírgula, tipo ou corpo de letra (em trabalhos datilografados, o título, que seria em itálico ou negrito se impresso, deve ser sublinhado), parênteses, colchetes. Nas listas bibliográficas devem constar, pelo menos, os chamados elementos essenciais, ordenados e dispostos como nos exemplos fornecidos pela ABNT. É o seguinte o texto da ABNT: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS NORMAS BRASILEIRAS 66(NB-66) PUBLICADAS EM 1978 Referências Bibliográficas Bibliografia Classificação A bibliografia é a enumeração completa da documentação utilizada para a pesquisa. Se necessário, antes de enumerá-la, proceda-se à sua classificaç o segundo os diferentes tipos de documentos: 1 Fontes: 1) manuscritos, 2) impressos; 3) etc. 2. Trabalhos: 1) obras de consultas (dicionários, enciclopédias), 2) obras críticas, 3) periádicos etc. Enumeração Todo trabalho científico deve incluir a referência das obras consultadas durante o preparo do mesmo. A lista deve ser enumerada em ordem crescente e ordenada alfabeticamente. Exemplo: 1. HEIMANN, Eduard. 2. HUGON, Paul. OBJETIVO Esta Norma fixa as condições exigíveis pelas quais devem ser referenciadas as publicações mencionadas num determinado trabalho, relacionadas em bibliografias ou objeto de resumo ou recensões. Esta Norma não se aplica a incunábulos, obras raras, valiosas, ou notáveis por qualquer motivo, que, por sua natureza, exigem uma descrição mais detalhada. DEFINIÇÕES Referência bibliográfica é um conjunto de indicações precisas e minuciosas que permitem a identificação de publicações, no todo ou em parte. Elementos essenciais de uma referência bibliográfica são os indispensáveis à identificação de publicações mencionadas em qualquer trabalho. Elementos complementares de uma referência bibliográfica são aqueles, facultativos, que, acrescentados aos essenciais, permitem caracterizar, localizar ou obter as publicações referenciadas em bibliografia, resumos ou recensões. 4

5 LOCALIZAÇÃO Referencial Teórico A referência bibliográfica pode aparecer: a) inteiramente incluída no texto; b) parte no texto, parte em nota de rodapé; c) em nota de rodapé ou de fim de texto; d) em lista bibliográfica, sinalética ou analítica; e) encabeçando resumos ou recensões. i) número de páginas ou de volumes (havendo mais de um); j) indicação de ilustrações, tabelas, etc. dimensão (altura em cm). m) título da série (coleção, cadernos, etc.) número da publicação na série e nome do diretor) ; n) indicação de separata (todos os elementos que correspondem à separata); o) indicação de bibliografia e resumos; p) preço; q) outras notas. Considerar: Exposição lógica e reflexiva. Aspectos principais da teoria. Citar fontes competentes. Criar coerência interna do texto. Procedimento Divisão da teoria em tópicos. Cada tópico será desenvolvido por elemento do grupo. Referenciar em cada tópico os assuntos não abordados. Considerar, se necessário, figuras, tabelas e símbolos. Divisão proposta: Teoria utilizada: Divisão Resultados experimentais utilizados (se houver) Tratamento dos dados experimentais Discussão Conclusão Perguntas 1. Como foi feita a divisão do corpo da monografia? 2. Existem resultados experimentais? Quais? 3. Como podem ser feitos o tratamento e a análise desses resultados experimentais. 4. Discussão dos trabalhos científico. 5. Quais seriam suas conclusões? 5

6 Dicas para a preparação de pôster Os trabalhos apresentados na sessão de pôsteres são normalmente publicados em anais. Os pôsteres estarão expostos durante um certo evento, congresso ou simpósio. Cada autor deverá afixar seu pôster no painel indicado (ver lista quando do credenciamento) quando de sua chegada num determinado dia e retirá-lo no dia solicitado até o horário previsto. A comissão organizadora do evento não se responsabilizará pelos trabalhos que não forem recolhidos até o horário estipulado. Apresentação na sessão dos pôsteres: Os autores deverão estar presentes durante a sessão de pôsteres que acontecerá no dia e horário marcado. Sugestões de materiais e tamanhos Os pôsteres serão expostos em painéis colocados em um local (possivelmente uma sala ou corredor) de grande visitação durante o evento. Normalmente, as gráficas sugerem o tamanho A0 para a impressão dos pôsteres, mas há quem goste de fazer colagens com diversos papéis e materiais. Vale lembrar que os pôsteres serão colados nos painéis com fitacrepe (que será fornecida pela comissão organizadora). Sendo assim, recomendamos o uso de papéis leves e outros materiais compatíveis com a fita crepe. Materiais plastificados nem sempre se sustentam com fita crepe. E não será possível escrever nos painéis. Todo o material deverá vir pronto para montagem. Tipos & Fontes O título de seu pôster estar na parte central superior de seu pôster, em caracteres de pelo menos 70 pt. O nome dos autores e respectivas afiliações devem estar em caracteres de 36pt. Texto e subtítulos, inclusive figuras e tabelas, não devem ser menores que 16 pt. Fica visualmente melhor se você arrumar os conteúdos em colunas que em filas. Use uma fonte que seja fácil de ler a uma distância de 2 metros. Arial e Times New Roman são bons exemplos de fontes, mas você pode usar outras.. Não se esqueça de incluir uma introdução no canto esquerdo superior, e uma conclusão no canto direito inferior do pôster. Para os trabalhos empíricos recomendamos incluir os subtítulos de praxe como método, resultados e discussão. Os trabalhos teóricos podem incluir outros subtítulos como objetivos, contribuições e implicações. Ilustrações Lembre-se que o pôster será visto de uma certa distância e que uma imagem pode valer mais que 100 palavras. Gráficos e tabelas devem ter uma legenda para facilitar a compreensão do leitor, e as informações repetidas ou redundantes devem ser evitadas. Folhetos e materiais de apoio Considere a possibilidade de preparar um folheto, como, por exemplo, uma xerox miniatura de seu pôster, para distribuir para pessoas interessadas, não esquecendo de incluir seu e contatos. Caso julgue necessário, você poderá trazer outros materiais que sejam pertinentes à sua investigação (um walkman + fone de ouvido para que o público possa ouvir uma determinada gravação, instrumentos musicais, livros, entre outros). Organização do texto 6

7 Onde se NBR 14724:2001 Informação e documentação - Trabalhos acadêmicos - Apresentação - Informações pré-textuais - Informações textuais - Informações pós-textuais - Formas de apresentação NBR 10520:2001 Informação e documentação - Apresentação de citações em documentos - Regras gerais NBR 6023:2000 Informação e documentação- Referências- Elaboração Folha Linha Leia-se lê 32 3 publiaçãopublicação Folha de aprovação (obrigatório): contém autor, título e subtítulo se houver, local e data de aprovação, nome, assinatura e instituição dos membros componentes da banca examinadora. Dedicatória (opcional): o autor presta homenagem ou dedica seu trabalho. Agradecimentos (opcional): àqueles que contribuíram de maneira relevante, ou mesmo instituições de fomento (Fapesp, Capes, CNPq etc.) NBR 14724:2001 Informação e documentação - Trabalhos acadêmicos - Apresentação Dissertação: muito conhecido como "tese de mestrado", o que não existe. Tese: termo utilizado somente para trabalhos que visam o título de "doutor". Trabalho acadêmico: trabalho de graduação ou conclusão de curso, são os trabalhos denominados TCC, TG, TGI e outros. A estrutura do trabalho é composta por 03 partes: Pré-textuais; Textuais e Pós-textuais. Para cada etapa existem informações obrigatórias e opcionais. Pré-textuais: Capa (obrigatório): nome do autor; título; subtítulo (se houver); número de volumes (quando houver mais de um); local da instituição onde será apresentado; ano de entrega. Folha de rosto (obrigatório): Anverso: a) nome do autor; b) título (deve ser claro, preciso e identificar o conteúdo do trabalho); c) subtítulo (se houver, deve evidenciar sua subordinação, através do sinal de dois pontos; d) número de volumes (se houver mais de um, deve constar em cada respectiva folha de rosto; e) natureza (dissetação, tese e outros) e objetivo (aprovação em disciplina, grau pretendido e outros), nome da instituição a que é submetido, área de concentração; f) nome do orientador e, se houver, do co-orientador; g) local da instituição e h) ano da entrega. Verso: Deve conter apenas a ficha catalográfica. Errata (opcional): deve ser logo em seguida da folha de rosto, se houver erro e, encartada ou avulsa acrescida ao trabalho depois de impresso. Ex.: ERRATA Epígrafe (opcional): o Elemento opcional, traz a citação de um pensamento, que de certa forma serviu de base ao trabalho, seguida de seu autor. Resumo na língua vernácula (obrigatório): deve ser um texto claro e conciso, não apenas tópicos. Precisa ser objetivo para não passar de 500 palavras no máximo. E, logo em seguida, apresentar as palavras mais representativas do conteúdo do texto, ou seja as palavras-chave. Resumo em língua estrangeira (obrigatório): idêntico ao ítem anterior, apenas em língua estrangeira. Sumário (obrigatório): consiste na enumeração das principais divisões, seções e outras partes do trabalho, na mesma seqüência em que aparecem. Não tem o mesmo objetivo do índice. Lista de ilustrações (opcional): deve apresentar na mesma ordem em que aparece no texto. Recomenda-se uma lista para cada tipo de ilustração. Ex.: (quadros, gráficos, plantas etc.) Lista de abreviaturas e siglas (opcional): relação em ordem alfabética, seguida das palavras ou expressões correspondes grafadas por extenso. Recomenda-se uma lista para cada tipo. Lista de símbolos (opcional): deve apresentar na mesma ordem em que aparece no texto, com seu devido significado. Textuais Introdução: deve constar a delimitação do assunto tratado, objetivos da pesquisa e demais elementos necessários para situar o tema. Desenvolvimento: parte principal, contém a exposição ordenada e pormenorizada do assuntos, 7

8 divide-se em seções e subseções. Varia em função da abordagem do tema e método. Conclusão: parte final, apresentam conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses. Pós-textuais Referências (obrigatório): conjunto padronizado de informações retiradas do material informacional consultado. Apêndice (opcional): texto utilizado quando o autor pretende complementar sua argumentação. São identificados por letras maiúsculas e travessão, seguido do título. Ex.: APÊNDICE A - Avaliação de células totais aos quatro dias de evolução Anexo (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor para comprovar ou ilustrar. São identificados por letras maiúsculas e travessão, seguido do título. Ex.: ANEXO A - Representação gráfica de contagem de células Glossário (opcional): lista alfabética de expressões técnicas de uso restrito, utilizadas no texto e suas respectivas definições. Formas de Apresentação Formato: papel em branco, formato A4 (21,0 cm X 29,7 cm), digitados no anverso da folha. Recomenda-se a fonte tamanho 12 para o texto e tamanho 10 para as citações longas e notas de rodapé.margem: esquerda e superior de 3,0 cm e direita e inferior de 2,0 cm. Espacejamento: todo o texto deve ser digitado com 1,5 de entrelinhas. As citações longas, as notas, as referências e os resumos devem ser digitados em espaço simples. Os títulos das seções devem ser separados do texto que os sucede por uma entrelinha dupla ou dois espaços simples. borda superior, ficando o último algarismo da borda direita da folha. Se o trabalho tiver mais de um volume a seqüência deve ser mantida no volume seguinte, a partir do texto principal. Numeração progressiva: é utilizada para destacar o conteúdo do trabalho. Pode-se usar demais recursos existentes, como caixa alta, negrito etc. Citação: menção de uma informação extraída de outra fonte. Abreviaturas e siglas: quando aparecem pela primeira vez, deve-se colocar por extenso e a sigla entre parênteses. Equações e fórmulas: aparecem destacadas no texto, de forma a facilitar sua leitura. Na seqüência normal do texto, é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte por exemplo, expoentes, índices etc. Quando destacadas devem ser centralizadas. Quando fragmentadas, por falta de espaço, devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição, subtração, multiplicação e divisão. Ilustrações: Figuras: elementos autônomos que explicam ou complementam o texto. Qualquer que seja seu tipo (gráfico, planta, fotografia etc.) deve ter sua identificação como "Figura" seguida de seu número de seqüência de ocorrência no texto em algarismos arábicos. A legenda deve ser breve e clara. Tabelas: de caráter demonstrativo, apresentam informações tratadas estatisticamente. O título aparece na parte superior, precedido da palavra "Tabela" seguida de seu número de seqüência de ocorrência no texto em algarismos arábicos. Para tabelas reproduzidas, é necessário a autorização do autor, mas não é preciso esta menção. Se não couber em uma única folha, deve ser continuada na folha seguinte e, nesse caso, não é delimitada por traço horizontal na parte inferior, sendo o título e o cabeçalho repetidos na nova folha. As separações horizontais e verticais para divisão dos títulos das colunas e para fechá-las na parte inferior, evitando separação entre linhas e colunas. Para os dois casos, sua inserção deve estar próxima ao texto respectivo. Notas de rodapé: digitadas dentro da margem, ficam separadas com espaço simples de entrelinhas e um filete de 3,0 cm a partir da margem esquerda. Indicativo de seção: o indicativo numérico precede seu título, alinhado à esquerda, somente com o espaço de um caractere. Para os títulos sem indicação numérica, ficam centralizados. Paginação: a numeração é colocada a partir da primeira folha da parte textual, em algarismos arábicos, no canto superior da folham a 2,0 cm da NBR 10520:2001 Informação e documentação - Apresentação de citações em documentos Existem 04 definições para citação: Citação: menção, no texto, de uma informação extraída de outra fonte; Citação direta: transcrição textual do autor consultado; Citação indireta: transcrição livre do autor 8

9 consultado; Citação de citação: transcrição direta ou indireta em que a consulta não tenha sido no trabalho original. Regras Gerais 1- Quando o(s) autor(es) citado(s) estiver no corpo do texto a grafia deve ser em minúsculo, e quando estiver entre parênteses deve ser em maiúsculo. Somente a expressão apud pode ser usada no decorrer do texto. 7- Para a monografia, o autor deverá escolher qual o tipo de chamada usará: - Autor-data: quando a chamada para a citação é feita pelo sobrenome do autor e a data de publicação, ou - Numérico: quando a chamada é feita pelo número correspondente na lista de referências bibliográficas, previamente alfabetada. 2- Devem ser especificadas, o ano de publicação, volume, tomo ou seção, se houver e a(s) página(s). 3- A citação de até 03 linhas acompanha o corpo do texto e se destaca com dupla aspas. Exemplos: Barbour (1971, v.21, p. 35) descreve "o estudo da morfologia dos terrenos" "Não se mova, faça de conta que está morta" (CLARAC; BONNIN, 1985, p. 72) 4- Para as citações com mais 03 linhas, deve-se fazer um recuo de 4,0 cm na margem esquerda, diminuindo a fonte e sem as aspas. Exemplo: Devemos ser claros quanto ao fato de que toda conduta eticamente apropriada pode ser guiada por uma de duas máximas fundamentalmente e irreconciliavelmente diferentes: a conduta pode ser orientada para uma "ética das últimas finalidades", ou para uma "ética da responsabilidade". Isso não é dizer que uma ética das últimas finalidades seja idêntica à irresponsabilidade, ou que a ética de responsabilidade seja idêntica ao oportunismo sem princípios (WEBER, 1982, p.144). 5- Para citações do mesmo autor com publicações em datas diferentes, e na mesma seqüência, deve-se separar as datas por vírgula. Exemplo: (CRUZ, 1998, 1999, 2000) 6- Nas citações que aparecerem na seqüência do texto podem ser referenciadas de maneira abreviada, em notas: - apud - citado por, conforme, segundo; - idem ou id - mesmo autor; - ibidem ou ibid - na mesma obra; - opus citatum, opere citato ou op. cit. - obra citada; - passim - aqui e ali (quando foram retirados de intervalos); - loco citato ou loc. Cit. - no lugar citado; - cf. - confira, confronte; - sequentia ou et seq. - seguinte ou que se segue. NBR 6023:2000 Informação e documentação- Referências- Elaboração Monografia no todo AUTOR(es)//Título:/subtítulo (se houver).//indicação de responsabilidade se houver).//edição.//local:/editora,/ano.//dados complementares (características físicas, Coleção, notas e ISBN) 1 autor: MOTTA, Fernando C. P. Teoria geral da administração: uma introdução. 22.ed. São Paulo: Pioneira, autores: LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane P. Management information systems: new approaches to organization & technology. 5 th ed. New Jersey: Prentice Hall, autores: BIDERMAN, C.; COZAC, L. F. L.; REGO, J. M. Conversas com economistas brasileiros. 2.ed. São Paulo: Ed. 34, Mais de 03 autores (nestes casos, acrescenta-se a expressão et al, após o primeiro autor): SLACK, N. et al. Administração da produção. São Paulo: Atlas, 1997 Teses e Dissertações MIYAMOTO, S. O Pensamento geopolítico brasileiro: f. Dissertação (Mestrado em Ciência Política) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo Manual 9

10 Disciplina: Metodologia da Pesquisa Cientí fica Prof. Dr. Cláudio S. Sartori BRASÍLIA. Ministério da Fazenda. Secretaria do Tesouro Nacional. Sistema integrado de administração financeira do governo federal. Brasília, p. (Manual SIAF, 5). Parte de monografia AUTOR(es).//Título:/subtítulo da parte(se houver).//in:/referência completa da monografia no todo.//informar ao final a paginação correspondente à parte. Capítulo de livro ROVIGHI, S. V. Ontologia existencial e filosofia da existência. In:. História da filosofia contemporânea: do século XIX à neoescolástica. Tradução por Ana Pareschi Capovilla. São Paulo : Loyola, Cap. 15, p Informações retiradas da Internet AUTOR(es).//Título:/subtítulo da parte ou do todo.//edição.//local:/editora, /Data.//Descrição física do meio ou suporte. Publicação periódica TÍTULO.//Local de publicação:/editora,/data de ínicio da coleção e encerramento (quando houver).//periodicidade.//issn. REVISTA BRASILEIRA DE ECONOMIA. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, Trimestral. ISSN Parte de publicação periódica AUTOR(es).//Título do artigo:/subtítulo quando houver.//título da publicação.//volume, número,/página inicial e final do artigo.//data de publicação. REZENDE, C. S.; REZENDE, W. W. Intoxicações exógenas. 10

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