MANUAL TÉCNICO DE DISTRIBUIÇÃO NOR TDE 103 FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO DE DISTRIBUIÇÃO PRIMÁRIA 34,5 KV

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1 MANUAL TÉCNICO DE DISTRIBUIÇÃO NOR TDE 103 FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO DE DISTRIBUIÇÃO PRIMÁRIA 34,5 KV

2 CONTROLE DE REVISÃO Rev. Data Responsáveis Descrição Elaboração: 00 / /2009 Revisão: Aprovação:

3 NOR TDE 103 i SUMÁRIO 1 FINALIDADE CONCEITOS BÁSICOS ROTEIRO DE CONSULTA A NORMA CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO ENTRADA DE SERVIÇO ESCOLHA DA SUBESTAÇÃO APROPRIADA MEDIÇÃO PROTEÇÃO ATERRAMENTO EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS DETERMINAÇÃO DO TIPO DE ENTRADA DE SERVIÇO CÁLCULO DA DEMANDA PROVÁVEL PROJETO ELÉTRICO PEDIDO DE LIGAÇÃO SEGURANÇA CASOS OMISSOS...27

4 NOR TDE FINALIDADE Esta norma tem por finalidade estabelecer os critérios, condições gerais, e limites de fornecimento de energia elétrica em tensão de distribuição primária 34,5 KV, na área de concessão da ENERSUL, para as instalações consumidoras novas, bem como em reformas e ampliações das unidades já existentes. 2 CONCEITOS BÁSICOS 2.1 CONSUMIDOR É a pessoa física ou jurídica ou comunhão de fato ou de direito legalmente representada, que ajustar com a ENERSUL o fornecimento de energia elétrica e ficar responsável por todas as obrigações regulares e/ou contratuais. 2.2 UNIDADE CONSUMIDORA Corresponde ao conjunto de cargas e respectivos sistemas elétricos associados, de um único consumidor, para o qual é efetuada a medição individualizada de energia, em um único ponto. 2.3 PONTO DE ENTREGA É o ponto até o qual a ENERSUL se obriga a fornecer energia elétrica, com participação nos investimentos necessários, bem como responsabilizando-se pela execução dos serviços de operação e pela manutenção, não sendo necessariamente o ponto de medição. 2.4 ENTRADA DE SERVIÇO Conjunto de equipamentos, condutores e acessórios instalados entre o ponto de derivação da rede de distribuição da ENERSUL e a proteção, medição ou transformação, inclusive. 2.5 RAMAL DE LIGAÇÃO Conjunto de condutores, equipamentos e respectivos acessórios de conexão que liga a rede de distribuição da ENERSUL ao ponto de entrega. 2.6 RAMAL DE ENTRADA Conjunto de condutores, equipamentos e acessórios que interligam o ponto de entrega ao ponto de proteção, medição ou transformação, inclusive. 2.7 SUBESTAÇÃO Instalação elétrica da unidade consumidora destinada a receber o fornecimento de energia em tensão de distribuição primária, com uma ou mais das funções de manobra, proteção, transformação ou medição.

5 NOR TDE POSTO DE TRANSFORMAÇÃO Subestação montada em postes ou estaleiro. 2.9 CARGA INSTALADA Soma das potências nominais dos equipamentos de uma unidade consumidora. 3 ROTEIRO DE CONSULTA A NORMA Com a finalidade de orientar a consulta a esta Norma, apresentamos o seguinte roteiro: a) Conhecer as Condições Gerais de Fornecimento (item 4); b) Verificar a subestação apropriada (item 6); c) Verificar a necessidade de projeto elétrico (item 13); d) Verificar as informações atinentes ao Pedido de Ligação (item 14); 4 CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO 4.1 CAMPO DE APLICAÇÃO A presente Norma é aplicável ao fornecimento de energia elétrica às unidades consumidoras individuais, a serem atendidas na tensão de distribuição primária de 34,5 KV por rede aérea a 3 (três) condutores, na freqüência nominal de 60 Hz. 4.2 LIMITES DE FORNECIMENTO A ENERSUL efetuará o fornecimento de energia, na tensão de distribuição primária de 34,5 kv, nos locais onde essa tensão seja disponível, às unidade consumidoras, cujas instalações se enquadrem em pelo menos uma das situações a seguir: a) Possua carga instalada superior a 75 KW, e a demanda contratada ou estimada pela ENERSUL para o fornecimento seja igual ou inferior a KW; b) Possua um ou mais dos seguintes aparelhos: - Motor monofásico da classe de 120 V, superior a 2 CV; - Motor monofásico da classe de 220 V, superior a 6 CV; - Motor trifásico da classe de 220 V, superior a 20 CV; - Aparelho de raio X com potência superior a 20 kva; - Máquina de solda com transformador, 220 V, 2 fases superior a l5 kva - Máquina de solda com transformador, 220 V, 3 fases superior a 20 kva; - Máquina de solda, grupo motor-gerador, superior a 20 CV. c) Possua tensão de distribuição secundária diferente de 220/127V

6 NOR TDE Nota: - A ENERSUL poderá, a seu critério, fornecer energia na tensão de 34,5 KV fora dos limites acima, quando as condições técnicas e econômicas do seu sistema o permitirem. 4.3 REVENDA OU FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A TERCEIROS É vedado ao consumidor, assenhorar-se dos direitos da ENERSUL, estendendo redes que se interliguem com redes de outrem, para fornecimento de energia elétrica, ainda que graciosamente. 4.4 FATOR DE POTÊNCIA Todos os consumidores deverão manter o fator de potência indutivo médio de suas instalações, o mais próximo possível da unidade. Caso a ENERSUL verifique, através de medição apropriada em caráter transitório ou permanente, de acordo com os critérios fixados na Resolução 456 da ANELL, fator de potência inferior à 0,92 %, será efetuado o ajuste de faturamento previsto na legislação vigente. A montagem de dispositivo para correção de fator de potência, no lado de tensão primária, de instalações ligadas à rede de distribuição, deverá ser previamente analisada pela ENERSUL. A instalação dos equipamentos para correção do fator de potência deverá ser efetuada preferencialmente de forma distribuída junto as cargas do cliente, de modo a serem energizados simultaneamente com estas. 4.5 AUMENTO DE CARGA Todo e qualquer aumento de carga pretendido, além do limite correspondente ao seu tipo de fornecimento, deverá ser previamente solicitado pelo interessado e autorizado pela ENERSUL, cabendo ainda a verificação quanto a necessidade da apresentação de projeto elétrico, em caso de alteração ou ampliação da configuração existente. 4.6 PREPARAÇÃO DA ENTRADA DE SERVIÇO A ENERSUL propiciará, através de seus órgão técnicos, toda a orientação necessária à perfeita execução da entrada de serviço, cabendo ao consumidor prepará-la, observando os requisitos mínimos aqui fixados, ficando ao encargo desta concessionária a instalação e ligação dos equipamentos de medição. Para os casos em que deverá ser apresentado o projeto elétrico, visando a análise da ENERSUL, caso o cliente execute obras, antes do parecer da mesma, este estará sujeito a efetuar as alterações que se fizerem necessárias, de forma que a mesma fique de acordo com o projeto analisado. Nos casos que não se faz necessária a apresentação do projeto, porém exista algum particularidade especifica que difere do exposto na presente norma, a ENERSUL deverá ser consultada.

7 NOR TDE ACESSO À MEDIÇÃO Os equipamentos de medição instalados na unidade consumidora e seu acesso privativo são de propriedade da ENERSUL, cabendo ao consumidor zelar pela sua integridade e privacidade. Os lacres dos medidores e caixas onde forem instalados os equipamentos de medição e proteção, somente podem ser rompidos pela ENERSUL ou por empresa contratada por esta, sempre com apresentação das credenciais dos funcionários, sob pena de cobranças conforme artigo 36 da Resolução 456 de 29 de Novembro de 2000 da ANEEL. 4.8 CARACTERÍSTICAS INDESEJÁVEIS Os equipamentos elétricos das unidades consumidoras, não deverão provocar fenômenos elétricos indesejáveis, ex: queda de tensão, flutuação de tensão, interferência, baixo fator de potência, etc., acima dos níveis de tolerância aceitáveis ao bom desempenho de outras unidades consumidoras do sistema elétrico, especificados por normas da ABNT ou da ENERSUL. Na eventualidade da ocorrência de distúrbios acima dos níveis aceitáveis, as correções e eventuais danos e ressarcimentos serão de responsabilidade do consumidor proprietário da carga causadora das perturbações, conforme Resolução 456 da ANEEL de 29/11/ GERAÇÃO PRÓPRIA Não será permitido paralelismo (ligação) ao sistema elétrico da ENERSUL de geradores cuja propriedade seja do consumidor ou terceiros por qualquer período de tempo que seja. Para evitar qualquer possibilidade de paralelismo, os projetos das instalações elétricas deverão apresentar uma das seguintes soluções: a) Instalação de uma chave reversível de acionamento manual ou elétrica, com travamento mecânico, separando os circuitos alimentadores do Sistema da ENERSUL e do gerador particular, de modo a reverter o fornecimento; b) Construção de circuito de emergência, independente do circuito de instalação normal, alimentado por gerador particular. Deve ser vedada, e sinalizada a interligação do circuito de emergência com o circuito alimentado pela Rede ENERSUL. Em caso de alguma particularidade no projeto de geração própria do consumidor, este poderá efetuar consulta a ENERSUL por escrito, encaminhando o mesmo em anexo REGULAMENTO a) Serão ligados à rede de distribuição da ENERSUL, somente as instalações cujas entradas de serviço forem executadas em conformidade com esta Norma. b) O consumidor é o responsável por manter em bom estado de conservação, os componentes da entrada de serviço, a partir do ponto de entrega. c) Caso seja constatada qualquer deficiência técnica ou de segurança, o consumidor

8 NOR TDE será notificado das irregularidades existentes, devendo providenciar os reparos necessários dentro do prazo pré-fixado pela ENERSUL. d) O consumidor é responsável pelos eventuais danos causados aos materiais e equipamentos de propriedade da ENERSUL, instalados dentro dos seus limites de propriedade. 5 ENTRADA DE SERVIÇO 5.1 RAMAIS DE LIGAÇÃO CONDUTORES a) Condutores do ramal de ligação deverão ser de alumínio nú; b) O dimensionamento dos condutores deverá obedecer a tabela n.º 1, anexa INSTALAÇÃO a) Não é permitida a existência de mais de um ramal de ligação para a mesma unidade consumidora; b) O ramal de ligação com comprimento menor de 5 m poderá adotar estrutura N-2 no posto de transformação; c) O primeiro ponto de fixação na propriedade do consumidor deverá estar afastado, no máximo, 10 metros do limite da propriedade com a via pública; d) O ramal de ligação deve atender também às seguintes prescrições: Entrar de preferência pela frente do imóvel e sempre que possível, em ângulo reto com o alinhamento da via pública; Não deverá passar por área construída; Não deverá passar sobre terrenos de terceiros; Não deverá ser acessível de janelas e sacadas, etc., devendo, os condutores, manter os afastamento mínimos especificados no desenho n.º 15; Respeitar as normas estabelecidas pelos Poderes Públicos, principalmente nas travessias, quando deverão manter os afastamentos mínimo na condição de flecha máxima, com solo de: Sobre trilhos de estrada de ferro não eletrificada 9,0 m; Sobre rodovias 7,5 m; Ruas e avenidas 6,0 m; Caminhos exclusivamente para pedestres 5,0 m.

9 NOR TDE RAMAL DE ENTRADA CONDUTORES Os condutores do ramal de entrada deverão ter as seguintes características: RAMAL DE ENTRADA AÉREO Deverão ser de alumínio nú dimensionados de acordo com a tabela n.º BARRAMENTO EM AT a) Material: fio de cobre nú, tubo aço, barra retangular, ou vergalhão de cobre. Não será permitido uso de cabo; b) Seção: Dimensionado conforme tabela n.º CONDUTORES EM BT a) Material: Cobre, próprio para instalação em eletroduto; b) Isolamento: classe 750 V; 70 º C no mínimo; c) Seção: Dimensionamento conforme tabela 6, desta Norma INSTALAÇÃO BARRAMENTO EM AT a) A instalação do barramento está detalhada nos desenhos anexos a esta Norma; b) Nas subestações, o barramento deverá ter a seqüência de fases identificadas pela ENERSUL, devendo ser marcada com tinta adequada, nas seguintes cores: Fase A Azul Fase B Vermelha Fase C Branco A ENERSUL identificará as fases A, B e C. c) Nas emendas e derivações deverão ser previstos conectores apropriados, sem uso de solda; d) Para saída aérea dos condutores em tensão de 34,5 kv, a altura mínima, em relação ao solo deverá ser de 6,00 m CONDUTORES DE B.T. a) Quando a medição for localizada no lado de baixa tensão 220/127 V (potência instalada até 300 kva, inclusive), os condutores deverão ser: Protegidos por eletrodutos rígidos de diâmetro adequado dimensionados pela tabela n.º 6, desde os terminais secundários dos transformador até a entrada na caixa dos equipamentos de medição. b) Quando os TC s. empregados forem do tipo barra a ligação dos condutores aos

10 NOR TDE mesmos deverão ser efetuada com terminais apropriados. c) Nos casos em que a saída dos condutores de baixa tensão, após a medição, é aérea, deverá haver, com relação ao solo, uma altura igual ou superior a: 5,50m, em locais acessíveis a veículos pesados; 4,0m, em entrada de garagens residenciais, estacionamentos outros locais não acessíveis a veículos pesados; 3,50m, em locais acessíveis apenas a pedestres; 4,50m, em áreas rurais (cultivadas ou não). 5.3 RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO CONDUTORES a) Os cabos serão, isolados para 35kV, unipolares, próprios para uso subterrâneo; 5.4 INSTALAÇÃO O ramal de entrada subterrâneo deverá obedecer as condições abaixo, além das estabelecidas pelos Poderes Públicos tais como: Prefeituras Municipais, AGESUL, DNIT, etc. a) As extremidades dos cabos deverão ser protegidas com muflas terminais, classe 35kV, de formas e dimensões adequadas. b) As derivações subterrâneas de entrada em alta tensão, deverão obedecer o desenho n.º 19 desta Norma; c) Não serão permitidas emendas nos condutores; d) A blindagem dos cabos subterrâneos e as muflas terminais deverão ser ligados ao sistema de aterramento, por meio de condutor de cobre nú de bitola não inferior a 16 mm 2 ; e) Os cabos instalados ao longo das paredes, postes ou noutras superfícies, deverão ser protegidos por meio de eletrodutos galvanizados. f) Nas saídas verticais dos cabos, as altura mínimas dos eletrodutos de proteção, deverão ser: Em instalações interiores 0,60m; Em instalações exteriores 5,50m. g) Os cabos subterrâneos poderão ser instalados dentro de dutos, canaletas ou galerias, segundo o tipo de cabo empregado e situados a uma profundidade nunca inferior a 0,60m; h) Os dutos deverão ser assentados e as canaletas construídas de forma a resistirem aos esforços externos e os provenientes da instalação dos cabos, considerando as condições próprias do solo;

11 NOR TDE i) Tanto as canaletas como os dutos deverão ser instalados com as extremidades em desnível, de modo a permitir o escoamento das águas para as caixas contíguas: j) As canaletas deverão ser fechadas com tampa de concreto ou chapa de ferro; k) O eletroduto não poderá sofrer curvas superiores a 45 º, devendo nestas condições ser previsto uma caixa de passagem; l) A caixa de passagem deverá ser construída em alvenaria ou concreto, com impermeabilização adequada, dispor de tampa de ferro ou concreto armado, de acordo com os esforços a que poderá ser submetida, e possuir dimensões de 0,80 x 0,80m x com profundidade máxima de 0,80 cm; m) O fundo da caixa deverá situar-se a 0,20 metros abaixo da parte inferior do duto de nível mais baixo e possuir sistema de drenagem adequado; n) O raio de curvatura do cabo não deverá ser inferior a 20 (vinte) vezes o diâmetro do mesmo; o) No ponto de entrega da entrada de serviço subterrânea, deverá ser instalado um pára-raios por fase, conforme ilustra o desenho nº 19; p) O ramal de entrada subterrâneo não deverá passar em terreno de terceiros; q) A derivação subterrânea, deverá ser instalada em frente e no mesmo lado do consumidor, ainda que a rede aérea tronco esteja localizada no lado oposto da via pública. Neste último caso a travessia da via pública será aérea; r) Para cabos unipolares, deverá ser previsto um cabo de reserva, provido de muflas terminais; s) Nos ramais maiores do que 30 metros, recomenda-se instalar caixa de passagem de 30 em 30 metros. 6 ESCOLHA DA SUBESTAÇÃO APROPRIADA 6.1 TIPOS Em função da potência nominal do transformador de serviço, a subestação de transformação deverá obedecer os desenhos anexos, conforme detalhado abaixo: a) Subestação de transformação e medição em BT, (posto), potência até 30 kva, inclusive, conforme os desenhos n.º s 02 e 03. b) Subestação de transformação e medição em BT, (posto), potência de 45 a 112,5 kva, inclusive, conforme desenhos n.º s 04 e 05. c) Subestação de transformação e medição em BT (posto) potência de 45 a 225 kva, inclusive, conforme desenhos n.º s 06 e 07. d) Subestação de transformação e medição em BT potência até 300 kva, inclusive, conforme desenho n.º 08.

12 NOR TDE e) Subestação de medição em AT e transformação, potência entre 300 kva, exclusive a 1000 kva, inclusive, conforme desenho n.º 10 e 11. f) Subestação de medição em AT para distribuição por centro de cargas, conforme desenhos n.º s 09. g) Subestação de medição em AT e proteção, para distribuição por centro de cargas e potência de 1000 kva, exclusive até 2500 kva, inclusive, conforme desenho n.º 12. h) Subestação de medição em AT, proteção e transformação, potência entre 1000 kva, exclusive até 2500 kva, inclusive, conforme desenho n.º 13. i) Subestação de medição em AT, potência até 1000 kva, inclusive com conjunto de medição, conforme desenho n.º 14. j) Para potência entre 300 kva e kva, é permitido o uso de cubículo blindado para proteção, medição e manobra, desde que, previamente aprovado pela ENERSUL. 6.2 CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS A Subestação deverá ter: a) Localização junto ao alinhamento da propriedade particular com a via pública, salvo recuo estabelecido por órgãos governamentais. Mediante acordo entre ENERSUL e o consumidor, poderá ser tolerado localização diferente, nunca maior que 100 m, em zona urbana. Diante de situações de características atípica, poderá ser efetuada consulta prévia a ENERSUL; b) Seus equipamentos dispostos de modo a oferecer condições adequadas de operação, manutenção e segurança, conforme detalhado nos desenhos anexos; c) Transformador se serviço, com tensões secundárias de 220/127V, onde a medição for em BT. Para tensão secundárias diferentes de 220/127 V, deverá ser consultada a ENERSUL, com antecedência (obs item 10.8 d); d) Características de construção definitiva, e ser de material incombustível; e) Sua área protegida externamente, com uma cerca de tela metálica galvanizada, com malha de 50 mm, no máximo, arame 12 BWG no mínimo, e postes de concreto ou cano de ferro galvanizado de diâmetro mínimo de 3", conforme desenho n.º 17; f) O acesso, em qualquer caso, através de portão de 2 folhas, feito em tela metálica galvanizada, com malha de 50 mm, nas dimensões de 3,00 m x 1,70 m, de abrir para fora, com apoio e fechadura, e apresentar facilidade de abertura pelo lado interno, conforme desenho nº 17; g) O piso da área coberto com uma camada de 10 cm de pedra britada n.º 2, o qual

13 NOR TDE deverá estar 5 cm abaixo de qualquer outro piso, interno ou externo, cujo acabamento destes seja em concreto; h) A cota do piso sempre acima da cota média da área de construção. Quando necessário, deverá ser previsto sistema de drenagem de águas pluviais; i) Uma placa, fixada pelo lado de fora do portão de acesso, com os seguintes dizeres: PERIGO ALTA TENSÃO ; j) Uma chave faca por fase de 200 A, NBI 150 kv, instalada na primeira estrutura posterior à subestação, para a distribuição ao(s) centro(s) de carga(s); k) Seus equipamentos de controle, proteção e manobra na baixa tensão, instalados em um conjunto separado, de modo a permitir o acesso fácil e com segurança de pessoa qualificada, sempre que possível sem a necessidade de interrupção do circuito de alta tensão; l) Condições para a saída de linhas de distribuição para dentro da propriedade, destinadas à alimentação de transformadores situados próximos aos centros de carga, sempre quando esta subestação for exclusiva para a medição for em A.T.; m) Um para-raio instalado por fase, sempre quando após esta subestação o circuito de A. T., conter de mais de 100 m de comprimento. n) Condições para que todos os equipamentos fiquem firmemente fixados inclusive os de medição. o) Diagramas unifilares, de fácil acesso, quando já em operação, conforme aprovado; para eventuais consultas quando de visitas periódicas da ENERSUL. 7 MEDIÇÃO 7.1 MEDIÇÃO EM BT A medição será no lado de BT para potência até 300 kva, inclusive, desde que sejam obedecidos os seguintes requisitos: a) Exista um único transformador em serviço. b) As tensões sejam 220/127 V A medição será composta dos seguintes equipamentos, em função da potência instalada na unidade de consumo: a) Potência até 30 kva; 01 (um) medidor polifásico de kwh, 3 elementos, 4 fios 120V, 15 A b) Potência de 45 kva; 01 (um) medidor polifásico de kwh e KVARh, eletrônico,3 elementos, 4 fios 120 V, 2,5 A;

14 NOR TDE (três) TC s,classe 0,6 kv, exatidão 0,3 C 12,5; 01 (uma) chave de aferição de 10 pólos. c) Potência de 75 kva e 300 kva inclusive: 01 (um) medidor polifásico de kw/kwh e KVARh, eletrônico, 3 elementos, 4 fios, 120 V, 2,5 A; 03 (três) TC s, classe 0,6 kv, exatidão 0,3 C 12,5; 01 (uma) chave de aferição de 10 pólos Nas medições em baixa tensão, os equipamentos serão alojados em caixas próprias para esse fim, padrão ENERSUL, detalhadas a partir do desenho n.º 01 desta Norma. Nas caixas individuais deverão ser fabricadas por firmas cadastradas e com modelos aprovados pela ENERSUL. As caixas poderão ser instaladas, conforme tipo de entrada de serviço, ilustradas nos desenhos anexos a está norma. 7.2 MEDIÇÃO EM AT A medição será em alta tensão para potências acima de 300 kva e também: a) Quando existir mais de um transformador de serviço na mesma unidade de consumo; b) Quando as tensões de BT forem diferentes de 220/127 V, desde que previamente analisados pela ENERSUL (obs item 10.8.d) Normalmente, a medição será composta dos seguintes equipamentos: 01 (um) medidor polifásico de kw/kwh e KVARh, eletrônico, 3 elementos, 4 fios, 120V, 2,5 A; 03 (três) TC s, uso externo, classe 34,5 kv, 60 Hz, classe exatidão 0,3 C50; 03 (três) TP s uso externo, classe 34,5 kv, relação /R3 115 V, potência térmica mínima VA, classe de exatidão 0,3 P75; 01 (uma) chave de aferição de 10 pólos As instalações dos equipamentos deverão ser feitas conforme abaixo: a) Os TC s e TP s serão assentados em pilares de concreto, conforme desenho n.º 16, ou no caso de posto de medição em estrutura H, conforme desenho n.º 09 ; b) As caixas de passagens dos circuitos de medição, a partir dos TP S e TC S, deverão ter dispositivos para lacres da Enersul, em no mínimo dois lados ( opostos ); c) Os medidores e demais equipamentos serão alojados em caixas padrão ENERSUL, instalados conforme desenhos anexos à esta Norma.

15 NOR TDE d) Todos estes equipamentos deverão ser firmemente fixados. 8 PROTEÇÃO 8.1 GENERALIDADES a) Toda instalação deverá ter proteção geral individual contra curto-circuito e sobrecarga, adequada e coordenada com a proteção da ENERSUL. b) Toda instalação deverá ter proteção geral individual contra curto-circuito e sobrecarga, adequada e coordenada com a proteção da ENERSUL. c) Os dispositivos de proteção deverão ter capacidade de interrupção compatível com os níveis de curto-circuito disponíveis no ponto de instalação. d) A instalação de chaves seccionadoras e chaves fusíveis devem ser feitas de forma a impedir seu fechamento pela ação da gravidade, devendo as partes móveis ficar sem tensão, quando abertas. e) Quando a medição for em MT, esta deverá ser instalada imediatamente após o ponto de tomada de energia e a proteção geral da instalação, disjuntor ou religador de MT, deverá ficar imediatamente após a esta medição. f) Em instalações abrigadas, sendo a proteção por fusíveis, é obrigatória a instalação de chaves seccionadoras com ação simultânea, abertura sob carga, dotadas de alavanca de manobra, equipada com fusíveis limitadores de corrente, não sendo permitido o uso de chave fusível de distribuição em câmaras, cabines ou cubículos. Para mais segurança é recomendável o intertravamento elétrico da seccionadora com o disjuntor de BT. g) Antes do disjuntor, em cabines abrigadas, deverá ser instalada uma chave seccionadora tripolar, com ação simultânea, dotada de alavanca de manobra, exceto quando utilizado disjuntor extraível. h) No caso de haver mais de um transformador e proteção geral provida de disjuntor, deverão ser instaladas chaves seccionadoras antes deles, providas ou não de fusível tipo limitador de corrente, desde que viável uma coordenação seletiva com o disjuntor de proteção geral, sem prejuízo da coordenação deste último com a proteção da ENERSUL. i) Os equipamentos que são operados manualmente deverão permitir o uso de dispositivo mecânico para evitar o seu religamento. j) Cada parte de uma instalação que possa ser isolada de outras partes deverá possuir meios que permitam o seu aterramento e curto-circuitamento.

16 NOR TDE PROTEÇÃO GERAL DE MÉDIA TENSÃO CONTRA SOBRECORRENTES RAMAL DE LIGAÇÃO a) Fornecimento até 750kVA, inclusive Na derivação do ramal, instalar um conjunto de Chave Fusível, com elo fusível dimensionado de acordo com a tabela 07A. b) Fornecimento acima de 750kVA Na derivação do ramal, instalar um conjunto de Chave Faca SUBESTAÇÕES TRANSFORMADORA a) Cabine, subestação ou posto de transformação, com capacidade instalada de até 300kva: Deve ser instalada pelo interessado uma chave seccionadora tripolar de abertura simultânea com ou sem carga e um jogo de fusíveis limitadores, descrito anteriormente, de corrente nominal recomendada pelo fabricante e adequada para coordenação com fusíveis de expulsão tipo K, instalados no poste de saída do ramal, ou disjuntor geral trifásico, acionado através de relés secundários com as funções 50 e 51, fase e neutro (onde é fornecido o neutro). No caso de se optar pela seccionadora, adicionalmente, a proteção geral, na baixa tensão, deve ser realizada através de disjuntor. Transformadores em paralelo devem ter um único disjuntor. Em caso de utilização de chave de abertura sem carga, colocar placa advertindo para não operá-la sob carga. b) Em cabine ou subestação ao tempo com capacidade instalada acima de 300kVA e até o limite previsto por esta norma. O cliente deve instalar um disjuntor geral trifásico, com as seguinte características: classe de tensão : 36,2 kv corrente nominal : de acordo com a capacidade instalada dos transformadores capacidade mínima de interrupção simétrica : 650MVA. NBI : 170kV. Freqüência : 60Hz. sem religamento automático, salvo em casos especiais, sujeitos à consulta à área de Engenharia da ENERSUL.

17 NOR TDE Bobina de Mínima Tensão fica a critério do cliente, em função das características das suas cargas ou do seu processo industrial, a opção pela utilização de bobina de mínima tensão. Nos casos de subestação ao tempo, o disjuntor poderá ser substituído por religador automático com características elétricas básicas mínimas iguais à do disjuntor, desde que o religador seja ajustado para bloquear após a primeira operação, ou seja, não deverá fazer nenhum religamento. A proteção de sobrecorrente será feita por relés de sobrecorrente secundários, com unidades de operação instantânea e temporizada (função 50/51) e 50N/51N, que serão ligados ao circuito primário através de TCs do tipo a seco. Os TCs deverão ser dimensionados para não saturarem para a corrente assimétrica máxima, no ponto de entrega ou 10kA, o que for maior. Para o correto funcionamento dos relés digitais e para o funcionamento da bobina de abertura do disjuntor, durante a ocorrência de curtos-circuitos próximos ao seu ponto de instalação, deverão ser previstas fontes auxiliares para a sua alimentação. A alimentação auxiliar poderá ser: Um banco de baterias e seu carregador; No-break, que deverá ser alimentado através do secundário de um dos transformadores a serem protegidos pelo disjuntor; Transformador de distribuição; TPs, trip capacitivo e relé de subtensão (função 27), com temporização na desernegização (recomenda-se que o ajuste para operação do relé de subtensão seja inferior a 80% da tensão de fornecimento e o tempo de operação seja maior que 6s). Do lado da entrada do disjuntor e após a medição, deverá ser instalado uma chave faca de abertura sem carga, de classe de tensão e corrente nominal adequados, para possibilitar a manutenção do disjuntor. Recomenda-se que o interessado adquira os equipamentos de proteção, somente após a análise do projeto pela ENERSUL. c) Projeto de proteção quando a cabine for protegida com disjuntor, mesmo nos casos em que não há exigência desta instalação, deverá ser apresentado um projeto de proteção, contendo, no mínimo, as seguintes documentações: Diagrama funcional, mostrando a atuação das proteções, etc. Diagrama unifilar, mostrando a localização dos principais componentes (TC, TP, disjuntor, chaves, etc.). Valores de curto-circuito no ponto de entrega. Potência instalada e demanda prevista.

18 NOR TDE Dimensionamento dos TCs (relação, capacidade nominal, saturação, etc.). Características da proteção. Cálculo do ajuste da proteção. Tipo e características da fonte auxiliar. Para permitir a elaboração do projeto de proteção, a ENERSUL fornecerá ao projetista/interessado os seguintes dados: Correntes de curto-circuito no ponto de tomada de energia (atual e máximo). Impedâncias Z1 e Zo no ponto de tomada de energia. O tempo de atuação da proteção projetada deverá ser no máximo de 0,3 segundos para a corrente de curto-circuito no ponto de tomada de energia. Considerar na proteção a montante as curvas IEC 255, sendo extremamente inversa para a fase e muito inversa para o neutro. Os ajustes, calibração e aferição deverão ser executados pelo interessado, e informados a ENERSUL através de um laudo técnico. Tanto a proteção referida, como o restante do sistema de proteção interno à instalação particular, são de competência e responsabilidade do interessado, que deverá executa-lo e mantê-lo conforme o projeto apresentado à ENERSUL. d) Proteção do transformador auxiliar Quando for prevista a instalação de transformador auxiliar em cabine, o mesmo deve ser protegido por fusíveis limitadores de corrente e chave seccionadora tripolar de abertura com ou sem carga. e) Operação e manobra dos equipamentos de proteção: A operação e manobra dos equipamentos de proteção sempre devem ser feitas por pessoal técnico especializado, conforme a NR-10 da Portaria 3214/MTbE/78, sendo imprescindível a utilização de luvas isolantes de borracha classe adequada a classe de tensão de 36,2kV. Estrados-isolados e bastões adequados para trabalhos em 36,2kV. 8.3 DESCARGAS ATMOSFÉRICAS Para proteção contra descargas atmosféricas, devem ser utilizados jogos de pára-raios de invólucro polimérico, a óxidos metálicos, sem centelhador, providos de desligador automático, para uso em redes de distribuição aérea, tensão nominal de 30kV para sistemas de classe 36,2kV e corrente de descarga nominal de 10kA. a) Subestação de transformação ao tempo:

19 NOR TDE Instalar os pára-raios na própria estrutura do transformador ou no próprio transformador. b) Subestação de transformação abrigado em alvenaria (cabine) com entrada aérea: Instalar os pára-raios na parte externa da cabine, junto às buchas de passagem da média tensão. c) Subestação de transformação abrigado (cabine) com entrada subterrânea: Instalar pára-raios no ponto de tomada do ramal. No interior do posto de transformação abrigado também é obrigatória a instalação de pára-raios junto as muflas de entrada. d) Quando após o posto de medição ou transformação existir linha primária aérea, há necessidade da instalação de jogos de pára-raios nas suas extremidades. 8.4 SUBTENSÃO Recomenda-se que em casos que haja cargas sensíveis ou casos especiais que necessitem de proteção específica através de relés de subtensão, que o cliente deve providenciá-las conforme NBR Preferencialmente, que a proteção contra subtensão seja instalada na rede secundária, junto à carga que efetivamente exige este tipo de proteção. 8.5 FALTA DE FASE Recomenda-se que em caos que haja motores, cargas sensíveis ou casos especiais que necessitem de proteção específica através de relés de falta de fase, que o cliente deve providenciá-las conforme NBR Preferencialmente, que a proteção contra falta de fase seja instalada na rede secundária, junto à carga que efetivamente exige este tipo de proteção. 8.6 DEMAIS CRITÉRIOS DE PROTEÇÃO NÃO CITADOS NESTA NORMA DEVEM SER ATENTADOS PELO PROJETISTA PARTICULAR EM ATENDIMENTO AO DISPOSTO NA NORMA NBR PROTEÇÃO EM BAIXA TENSÃO a) Sobrecorrente A proteção contra sobrecorrente em baixa tensão deve garantir a proteção do(s) transformador(es) contra correntes de sobrecarga e curto-circuito, para que não haja redução da sua vida útil, sendo que o dispositivo de proteção deve permitir a sua coordenação seletiva com a proteção geral de média tensão. Para proteção geral em postos de transformação até 300kVA, deve-se instalar disjuntor, localizados depois do medidor. Deve ser executada pelo consumidor de acordo com o que estabelece esta Norma, observadas ainda as exigências das normas NBR-5410 e NBR

20 NOR TDE O condutor neutro deve ser isolado, devidamente identificado, tendo sua cobertura/isolação (não sendo permitido enfitamento) na cor azul claro, e não conter dispositivo capaz de causar sua interrupção, assegurando assim sua continuidade. b) Subtensão A proteção contra subtensão não é exigida pela ENERSUL. Caso o consumidor julgue imprescindível a sua instalação, os equipamentos de proteção contra subtensões devem localizar-se preferencialmente junto às cargas. 9 ATERRAMENTO 9.1 VALOR DA RESISTÊNCIA DE TERRA a) O sistema de aterramento deverá ter um valor de resistência máxima de 10 (dez) ohms em qualquer época do ano: b) Somente em casos especiais, mediante prévia autorização da ENERSUL, será permitido tratamento do solo para enquadramento da resistência de terra, dentro dos limites fixados acima. 9.2 ELETRODOS Os eletrodos de terra devem ser hastes de aço cobreado de comprimento mínimo de mm e diâmetro de 16 mm. 9.3 CONDUTORES a) A interligação dos pára-raios e a descida a malha de terra (condutor de aterramento), devem ser feitas através de condutor de cobre nu ou aço cobreado, bitola mínima de 25 mm 2 ; b) A interligação dos eletrodos deve ser feita através de condutores de cobre nu ou de aço cobreado, bitola mínima de 25 mm 2. Nunca inferior a bitola do condutor de aterramento; c) A ligação de partes metálicas normalmente sem tensão, ao sistema de aterramento, deve se feita através de condutor de cobre nu ou de aço cobreado, bitola mínima 16 mm 2. Enquadram-se neste caso: portões metálicos, suportes de isoladores, carcaça de transformadores, grades de proteção, carcaça de disjuntores, caixas de medição, etc. 9.4 INSTALAÇÃO: CONDUTORES: a) Os pára-raios devem ter o condutor de aterramento próprio e independente para

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