Acessibilidade na web O caminho das pedras para construir sítios acessíveis. Belo Horizonte MG 10 de abril de 2012 Reinaldo Ferraz W3C.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Acessibilidade na web O caminho das pedras para construir sítios acessíveis. Belo Horizonte MG 10 de abril de 2012 Reinaldo Ferraz W3C."

Transcrição

1 Acessibilidade na web O caminho das pedras para construir sítios acessíveis Belo Horizonte MG 10 de abril de 2012 Reinaldo Ferraz W3C.br

2 Um pouco do W3C É um consórcio internacional, criado em 1994 por Tim Berners- Lee com organizações filiadas, uma equipe em tempo integral, participação do público para colaborativamente desenvolver padrões universais para a Web.

3 O W3C no Brasil O escritório brasileiro começou suas atividades em outubro de É uma iniciativa do CGI.br, que é o responsável por coordenar e integrar as iniciativas de serviços da Internet no País e do NIC.br, criado para implementar as decisões e os projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil.

4 Acessibilidade, para quem?

5 Foto: everystockphoto.com - namida-k Cegos Daltônicos - Baixa visão

6 Foto: everystockphoto.com - jessicafm Surdos

7 Mobilidade reduzida

8 Já testou o seu site? Vídeo Arquitetura inclusiva Foto: Flickr.com - Baddog_

9 Já testou o seu site? Já testou seu site? Foto: Flickr.com - Baddog_

10 Já testou o seu site? Acessível via teclado Foto: Flickr.com - Baddog_

11 Já testou o seu site?

12 Já testou o seu site? João é tetraplégico

13 Vídeos com legendas Já testou o seu site?

14 Já testou o seu site? Michele é surda

15 Já testou o seu site? Sem CSS e imagens Foto: Flickr.com - Baddog_

16 Ou mesmo sem monitor

17 Já testou o seu site? Carlos é cego

18 Estatísticas Pessoas com deficiência no Brasil 24% pessoas Censo 2010 Fonte: IBGE Fonte:

19 Estatísticas Pessoas com deficiência no Brasil Visual: 19% Auditiva: 5% Motora: 7% Cognitiva: 1% pessoas pessoas pessoas pessoas Fonte: IBGE Fonte:

20 Estatísticas Pessoas com deficiência no Brasil Deficiência Visual: 16, milhões Deficiência auditiva: 5,7-9.7milhões Deficiência motora: 9,3* milhões Deficiência cognitiva: 2,8-2.6 milhões * Tetraplegia, Paraplegia ou hemiplegia permanentes + Falta de um membro ou parte dele + Dificuldade permanente de caminhar ou subir escadas Fonte: IBGE Fonte:

21 Estatísticas Pessoas com deficiência em Minas Gerais 23% pessoas Censo 2010 Fonte: IBGE Fonte:

22 Estatísticas Pessoas com deficiência em Minas Gerais Visual: 17% Auditiva: 5% Motora: 7% Cognitiva: 2% pessoas pessoas pessoas pessoas Fonte: IBGE Fonte:

23 Já testou o seu site? Vídeo O mundo adaptado Foto: Flickr.com - Baddog_

24 Acessibilidade na web Beneficia pessoas com deficiência

25 Acessibilidade é para todos!

26 Foto: everystockphoto.com -bartimaeus- Usuários de Dispositivos Móveis

27 Deficiência temporária Foto: Flickr.com - Tuftronic10000

28 Medo de usar o computador Foto: everystockphoto.com - Violator3

29 Estatísticas Motivos pelos quais nunca utilizou a internet 55% Falta de habilidade com o computador/internet Pessoas que nunca acessaram a internet, mas usaram um computador. Fonte: Pesquisa TIC Domicílios 2010 CGI.br Fonte:

30 Estatísticas DIFICULDADES ECONTRADAS NO USO DA INTERNET Percentual sobre o total de usuários da Internet 1 Percentual (%) TOTAL BRASIL Acessar sites ou páginas que demoram para aparecer (muito pesadas) Não encontrar a informação desejada no site Ler um texto longo na Internet Acessar páginas com janelas que aparecem na tela (pop up) Lidar com itens de segurança em páginas da Internet como testes anti-spam, senhas, cadastros, logins Localizar um site específico pelas ferramentas de busca, como o Google Usar teclados virtuais de sites (para senhas) Pessoas que nunca acessaram a internet, mas usaram um computador. Fonte: Pesquisa TIC Domicílios 2010 CGI.br Fonte:

31 Início de aprendizado Nosso primeiro contato

32 Idade Avançada Nós, daqui alguns anos Foto: Flickr.com - Jacob BÃ tter

33 Estatísticas Número de pessoas com 60 anos ou mais no mundo: milhões milhões Estimativa para 2050 Quase 2 bilhões de pessoas com mais de 60 anos. (+ de 20% da população) Foto: Flickr.com - Jacob BÃ tter Fonte:

34 Estatísticas Pessoas com grande ou alguma dificuldade em enxergar no Brasil 18,5% pessoas Censo 2010 Fonte: IBGE Fonte:

35 Estatísticas Pessoas com grande ou alguma dificuldade em enxergar em Minas Gerais 16,8% pessoas Censo 2010 Fonte: IBGE Fonte:

36 Aplicando acessibilidade O caminho para a acessibilidade na web Foto: everystockphoto.com - Colin Gregory Palmer

37 Aplicando acessibilidade Web Content Accessibility Guidelines (WCAG) Versão de maio de Versão de dezembro de

38 Futuro da Web

39 Futuro da Web

40 Futuro da Web

41 WCAG Princípios WCAG 2.0 Recomendações (12 no total) Entendendo as Recomendações Critérios de sucesso Como Cumprir os critérios de sucesso Entendendo os critérios de sucesso Técnicas suficientes e aconselhadas

42 Princípio 1: Perceptível Isto significa que os usuários devem ser capazes de perceber a informação que está sendo apresentada, não podendo ser invisível para todos os seus sentidos.

43 Perceptível Forneça alternativas de texto para o conteúdo não textual.

44 <img /> Considerando perspectivas

45 Considerando perspectivas <img /> <img alt="foto das teclas W, 3 e C fora do teclado" />

46 Considerando perspectivas <img /> <img alt="foto das teclas W, 3 e C fora do teclado" /> <img src="foto.jpg" alt= Foto das teclas W, 3 e C fora do teclado" />

47 Princípio 1: Perceptível Descrição detalhada da imagem Tabela de vendas de outubro Mas se uma breve descrição não pode servir para a mesma finalidade e apresentar as mesmas informações que o conteúdo não-textual (por exemplo, um gráfico ou diagrama):

48 Princípio 1: Perceptível Adicionar um texto alternativo curto que proporcione uma breve descrição do conteúdo não textual Exemplo: Tabela de vendas do mês de Outubro <img src= graphic.jpg alt= Tabela de vendas do mês de Outubro > E uma das técnicas a seguir.

49 Princípio 1: Perceptível 1 Adicionar uma descrição longa para elementos não textuais que proporcione e apresente a mesma informação. Utilizando Longdesc <img src="chart.gif" alt="a complex chart" longdesc="chartdesc.html"/>

50 Princípio 1: Perceptível 2 Adicionar uma descrição longa em texto próximo ao elemento não textual, com a referência para a descrição longa em uma pequena descrição. O texto alternativo curto diz: Gráfico de vendas em outubro dos três maiores vendedores Vendas de outubro mostram Maria liderando com 400 unidades, Michel em seguida com 389 e Cris é a terceira com 350 unidades. O seguinte parágrafo deve ser posicionado logo depois do gráfico: Vendas de outubro mostram Maria liderando com 400 unidades, Michel em seguida com 389 e Cris é a terceira com 350 unidades.

51 Princípio 1: Perceptível 3 Adicionar uma descrição longa em outro local com um link para ela que está imediatamente ao lado do elemento não textual O texto alternativo curto diz: Gráfico de vendas em outubro dos três maiores vendedores D Ao lado da imagem, uma pequena imagem com um link para uma página com a descrição detalhada do gráfico (D link). Ao final da descrição, existe um link para retornar ao gráfico.

52 Princípio 1: Perceptível Técnicas suficientes Se o elemento não textual deve ser ignorado pelas tecnologias assistivas?

53 Princípio 1: Perceptível Utilize CSS para incluir imagens decorativas O objetivo desta técnica é fornecer um mecanismo que adicione imagens meramente decorativas sem adicioná-la dentro do conteúdo. <style type="text/css"> body { background: url('/images/home-bg.jpg'); } </style>

54 Princípio 1: Perceptível Se o elemento não textual necessitar de entrada de dados do usuário

55 Princípio 1: Perceptível Exemplos Em um campo de entrada de texto: <label for="firstname">first name:</label> <input type="text" name="firstname" id="firstname"> Em um campo checkbox: <input type="checkbox" id="markuplang" name="computerskills > <label for="markuplang">html</label> Obs: Elemento Label deve estar posicionado depois dos elementos input de type="checkbox" e type="radio"

56 Formulários

57 Formulários <input type="checkbox" value="yes" name="apples"> Apples <input type="checkbox" value="yes" name="oranges"> Oranges <input type="checkbox" value="yes" name="lemons"> Lemons <input type="checkbox" value="yes" name="limes"> Limes

58 Formulários <input type="checkbox" value="yes" id= apples name="apples"> <label for= apples"> Apples</label> <input type="checkbox" value="yes" id= oranges name="oranges"> <label for= oranges"> Oranges</label> <input type="checkbox" value="yes" id= lemmons name="lemons"> <label for= lemons"> Lemons</label> <input type="checkbox" value="yes" id= limes name="limes"> <label for= limes"> Limes</label>

59 Princípio 1: Perceptível Utilizar o elemento o atributo title para identificar controles de formulários quando o elemento label não puder ser utilizado Exemplo: Campos de texto para números de telefone <fieldset> <legend>phone number</legend> <input id="areacode" title="area Code" type="text" size="3" value="" > <input id="exchange title="first three digits of phone number" type="text value="" > <input id="lastdigits title="last four digits of phone number" type="text value="" > </fieldset>

60 Princípio 1: Perceptível Técnicas suficientes Se conteúdo não textual é um CAPTCHA:

61 Princípio 1: Perceptível Fornecer texto alternativo que descreva o objetivo do CAPTCHA Identificar o elemento não textual como um teste CAPTCHA Exemplo: O texto alternativo do CAPTCHA diz: Digite as palavras da imagem

62 E Princípio 1: Perceptível

63 Princípio 1: Perceptível Certificar-se que a página web contenha outro CAPTCHA servindo o mesmo propósito, usando uma modalidade diferente. O objetivo desta técnica reduzir as situações em que um usuário com deficiência não consiga completar um CAPTCHA. Com mais de uma modalidade de CAPTCHA, é mais provável que o usuário seja capaz de completar uma das tarefas com sucesso.

64 Princípio 1: Perceptível Exemplos Digite o código Ou Que dia vem depois de sexta-feira?

65 Perceptível Forneça alternativas de texto para o conteúdo não textual. Forneça legendas e alternativas para conteúdo de áudio e vídeo.

66 Princípio 1: Perceptível Proporcionar legendas (open ou closed caption)

67 Princípio 1: Perceptível Proporcionar uma alternativa para a mídia baseada em tempo Transcrição do vídeo em texto Veja a versão em texto do treinamento

68 Perceptível Forneça alternativas de texto para o conteúdo não textual. Forneça legendas e alternativas para conteúdo de áudio e vídeo. Faça o conteúdo adaptável e disponível para tecnologias assistivas.

69 Princípio 1: Perceptível

70 Tabelas A5 - TIPO DE CONEXÃO PARA ACESSO À INTERNET NO DOMICÍLIO Percentual sobre o total de domicílios com acesso à Internet 1 Percentual (%) Modem Tradicional (acesso discado linha telefônica) Banda Larga 2 Outros NS/NR 3 TOTAL Banda Larga Modem digital via linha telefônica (tecnologia DSL) Modem via cabo Conexão via rádio Conexão via satélite TOTAL BRASIL ÁREA URBANA RURAL REGIÕES DO PAÍS SUDESTE NORDESTE SUL NORTE CENTRO-OESTE RENDA FAMILIAR Até R$ R$466-R$ R$931-R$ R$1396-R$ R$2326-R$ R$4651 ou mais CLASSE SOCIAL 4 A B C DE

71 Princípio 1: Perceptível <table summary="as duas primeiras colunas da tabela são as variáveis de cruzamento (por exemplo, Regiões do país) e as subdivisões de cada bloco (por exemplo, sudeste, sul, etc.). As demais colunas são os números percentuais de cada indicador. Informações adicionais para melhor leitura dos dados estão no rodapé de cada tabela.">

72 Perceptível Forneça alternativas de texto para o conteúdo não textual. Forneça legendas e alternativas para conteúdo de áudio e vídeo. Faça o conteúdo adaptável e disponível para tecnologias assistivas. Usar contraste suficiente para tornar as coisas fáceis de ver e ouvir.

73 Visão normal Daltonismo

74 Protanopia (Deficiências em vermelho) Daltonismo

75 Deuteranopia (Deficiências em verde) Daltonismo

76 Tritanopia (Deficiências em azul) Daltonismo

77 Acromatopsia (Deficiências todas as cores) Daltonismo

78 Daltonismo

79 Contraste em texto Contraste (Mínimo): A apresentação visual de texto e imagens de texto tem uma relação de contraste de, no mínimo, 4.5:1 Emag 3.0, esse valor é de 3:1

80 Você consegue ler este texto.

81 Você consegue ler este texto?

82 Você não consegue ler este texto!

83

84 Contraste

85 Contraste

86 Princípio 2: Operável Isto significa que os usuários devem ser capazes de operar a interface; a interface de interação não pode exigir interação que o usuário não possa executar.

87 Operável Faça todas as funcionalidades acessíveis via teclado.

88 Operável via teclado

89 Princípio 2: Operável Utilizar o teclado e outras funções específicas do dispositivo <a href="menu.php" onmouseover="swapimageon('menu')" onfocus="swapimageon('menu')" onmouseout="swapimageoff('menu')" onblur="swapimageoff('menu')"> <img id="menu" src="menu_off.gif" alt="menu" /> </a>

90 Operável Faça todas as funcionalidades acessíveis via teclado. Não utilize conteúdo que cause convulsões.

91

92 Operável Faça todas as funcionalidades acessíveis via teclado. Não utilize conteúdo que cause convulsões. Ajude os usuários a navegar e encontrar conteúdo.

93 Princípio 2: Operável Um link Pular para o conteúdo principal

94 Princípio 2: Operável Fornecer elementos de cabeçalho no início de cada seção de conteúdo <H1>Título Principal</H1> <H2>Subtítulo</H2> <H3>Sub-Subtítulo</H3> <H2>Subtítulo</H2> <H3>Sub-Subtítulo</H3> <H4>...</H4>

95 Princípio 3: Compreensível Isto significa que os usuários devem ser capazes de compreender as informações, bem como o funcionamento da interface do usuário; o conteúdo ou operação não pode ir além de sua compreensão.

96 Princípio 3: Compreensível Definir o idioma da página Usando atributos de idioma no elemento HTML <!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01//EN" " <html lang="fr"> <head> <title>document écrit en français</title> <meta http-equiv="content-type" content="text/html; charset=utf-8" /> </head> <body>...document écrit en français </body> </html>

97 Princípio 3: Compreensível Definir o idioma da página Usando atributos de idioma no elemento HTML <!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01//EN" " <html lang="fr"> <head> <title>document écrit en français</title> <meta http-equiv="content-type" content="text/html; charset=utf-8" /> </head> <body>...document écrit en français <span lang= en >and english</span>... </body> </html>

98 Princípio 3: Compreensível Ajude os usuários a evitar e corrigir erros.

99 Princípio 4: Robusto Isto significa que os usuários devem ser capazes de acessar o conteúdo conforme as tecnologias evoluem; como a tecnologia e os agentes de usuário evoluem, o conteúdo deve permanecer acessível.

100 Robusto Maximize a compatibilidade com as tecnologias atuais e futuras.

101 Princípio 4: Robusto Validar as páginas Web O objetivo desta técnica é evitar ambigüidades em páginas da Web que muitas vezes resultam em código que não valida contra especificações formais.

102 Princípio 4: Robusto Usando HTML de acordo com a especificação HTML <img src= img.gif alt= > XHTML <img src= img.gif alt= />

103 Princípio 4: Robusto Assegurar que abertura e fechamento de tags sejam utilizadas de acordo com a especificação (HTML) <div><b>texto </b> <p><a href= link.htm >Texto </p></a>

104 Princípios do W3C Web para todos, em qualquer dispositivo, em qualquer lugar, segura e confiável! Foto: everystockphoto.com - woodleywonderworks

105 Acessibilidade é isso! Porque sou diferente dos outros? Foto: everystockphoto.com - txd

106 Acessibilidade é isso! Porque você tem que ser igual aos outros? Foto: everystockphoto.com - txd

107 Obrigado! Reinaldo Ferraz W3C Escritório Brasil

Acessibilidade na web O caminho das pedras para construir sítios acessíveis. SECOP 2011 2 de setembro de 2011 Reinaldo Ferraz W3C.

Acessibilidade na web O caminho das pedras para construir sítios acessíveis. SECOP 2011 2 de setembro de 2011 Reinaldo Ferraz W3C. Acessibilidade na web O caminho das pedras para construir sítios acessíveis SECOP 2011 2 de setembro de 2011 Reinaldo Ferraz W3C.br Um pouco do W3C É um consórcio internacional, criado em 1994 por Tim

Leia mais

Acessibilidade na web

Acessibilidade na web Acessibilidade na web Front In Porto Alegre 18 de Agosto de 2012 Reinaldo Ferraz W3C.br @reinaldoferraz @w3cbrasil Um pouco do W3C Um pouco do W3C O W3C no Brasil conferenciaweb.w3c.br http://premio.w3c.br/

Leia mais

Acessibilidade na web O caminho das pedras para construir páginas acessíveis

Acessibilidade na web O caminho das pedras para construir páginas acessíveis Acessibilidade na web O caminho das pedras para construir páginas acessíveis 21 de maio de 2012 Road Show Senac 2012 Marilia SP Reinaldo Ferraz W3C.br Um pouco do W3C É um consórcio internacional, criado

Leia mais

Acessibilidade na web Padrões web e WCAG 2.0. Acessibilidade Digital - Um Direito de Todos 21 de setembro de 2011 Reinaldo Ferraz W3C.

Acessibilidade na web Padrões web e WCAG 2.0. Acessibilidade Digital - Um Direito de Todos 21 de setembro de 2011 Reinaldo Ferraz W3C. Acessibilidade na web Padrões web e WCAG 2.0 Acessibilidade Digital - Um Direito de Todos 21 de setembro de 2011 Reinaldo Ferraz W3C.br Um pouco do W3C É um consórcio internacional, criado em 1994 por

Leia mais

Tutorial Acessibilidade na Web Construindo Formulários e Tabelas acessíveis

Tutorial Acessibilidade na Web Construindo Formulários e Tabelas acessíveis Tutorial Acessibilidade na Web Construindo Formulários e Tabelas acessíveis FISL 12 Reinaldo Ferraz W3C Brasil Possibilitar o acesso a pessoas com deficiência Web para todos Todos mesmo! Web para todos,

Leia mais

Acessibilidade na web e HTML5 Desenvolvendo uma web para todos. Frontin BH 13 de agosto de 2011 Reinaldo Ferraz W3C.br

Acessibilidade na web e HTML5 Desenvolvendo uma web para todos. Frontin BH 13 de agosto de 2011 Reinaldo Ferraz W3C.br e HTML5 Desenvolvendo uma web para todos Frontin BH 13 de agosto de 2011 Reinaldo Ferraz W3C.br Um pouco do W3C É um consórcio internacional, criado em 1994 por Tim Berners- Lee com organizações filiadas,

Leia mais

WCAG 2.0: a nova versão de padrões web de acessibilidade

WCAG 2.0: a nova versão de padrões web de acessibilidade WCAG 2.0: a nova versão de padrões web de acessibilidade Reinaldo Ferraz Janeiro/2010 Acessibilidade na Web O que é acessibilidade na web? 2 Segundo a WAI: Acessibilidade na Web significa que pessoas com

Leia mais

TECNOLOGIAS WEB AULA 8 PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO @RIBEIRORD

TECNOLOGIAS WEB AULA 8 PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO @RIBEIRORD TECNOLOGIAS WEB AULA 8 PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO @RIBEIRORD Objetivos: Apresentar os principais problemas de acessibilidade na Internet. Apresentar as principais deficiências e as tecnologias de apoio.

Leia mais

ENGENHARIA DE USABILIDADE Unidade V Acessibilidade à Web. Luiz Leão luizleao@gmail.com http://www.luizleao.com

ENGENHARIA DE USABILIDADE Unidade V Acessibilidade à Web. Luiz Leão luizleao@gmail.com http://www.luizleao.com Luiz Leão luizleao@gmail.com http://www.luizleao.com Conteúdo Programático Conceitos e Importância Projeto e desenvolvimento de Web acessível Acessibilidade É o processo e as técnicas usadas para criar

Leia mais

Aplicativos para Internet Aula 01

Aplicativos para Internet Aula 01 Aplicativos para Internet Aula 01 Arquitetura cliente/servidor Introdução ao HTML, CSS e JavaScript Prof. Erika Miranda Universidade de Mogi das Cruzes Uso da Internet http://www.ibope.com.br/pt-br/noticias/paginas/world-wide-web-ou-www-completa-22-anos-nesta-terca-feira.aspx

Leia mais

Fazendo a Web falar: HTML5, WAI-ARIA e NVDA. Reinaldo Ferraz W3C Brasil

Fazendo a Web falar: HTML5, WAI-ARIA e NVDA. Reinaldo Ferraz W3C Brasil Fazendo a Web falar: HTML5, WAI-ARIA e NVDA Reinaldo Ferraz W3C Brasil Em breve Acessibilidade na Web: A quem se destina? Cegos - daltônicos - baixa visão Deficiência auditiva Deficiência motora Estatísticas

Leia mais

Monday, January 23, 12. Introdução sobre Acessibilidade na web

Monday, January 23, 12. Introdução sobre Acessibilidade na web Introdução sobre Acessibilidade na web Acessibilidade na web é o consumo da informação por qualquer pessoa por qualquer tipo de meio de acesso. Para que serve a web? A web serve para compartilhar informação.

Leia mais

Acessibilidade no SIEP (Sistema de Informações da Educação Profissional e Tecnológica) Módulo de Acessibilidade Virtual CEFET Bento Gonçalves RS Maio 2008 ACESSIBILIDADE À WEB De acordo com Cifuentes (2000),

Leia mais

Deficiências. Deficiência Física Deficiência Auditiva Deficiência Visual Deficiência Mental Deficiência Múltipla. Tem dificuldade para:

Deficiências. Deficiência Física Deficiência Auditiva Deficiência Visual Deficiência Mental Deficiência Múltipla. Tem dificuldade para: Deficiências Deficiência Física Deficiência Auditiva Deficiência Visual Deficiência Mental Deficiência Múltipla Tem dificuldade para: ver a tela usar o mouse usar o teclado ler um texto ouvir um som navegar

Leia mais

A importância dos padrões para a WEB e o ASA. Palestrante: Heitor de Souza Ganzeli

A importância dos padrões para a WEB e o ASA. Palestrante: Heitor de Souza Ganzeli A importância dos padrões para a WEB e o ASA Palestrante: Heitor de Souza Ganzeli Agenda INTRODUÇÃO FUNCIONAMENTO MOTIVAÇÃO SISTEMA Siga os padrões Internet e Dê ASAs a seu site Castro no site: http://asa.nic.br

Leia mais

Acessibilidade na web. Painel Aplicativos de Acessibilidade Campus Party Recife 28 de julho de 2012 Reinaldo Ferraz W3C.br twitter.

Acessibilidade na web. Painel Aplicativos de Acessibilidade Campus Party Recife 28 de julho de 2012 Reinaldo Ferraz W3C.br twitter. Acessibilidade na web Painel Aplicativos de Acessibilidade Campus Party Recife 28 de julho de 2012 Reinaldo Ferraz W3C.br twitter.com/reinaldoferraz Um pouco do W3C É um consórcio internacional, criado

Leia mais

Acessibilidade na Web: Novos padrões WCAG 2.0. Reinaldo Ferraz. Novembro/2009. Acessibilidade na Web: novos padrões WCAG 2.0

Acessibilidade na Web: Novos padrões WCAG 2.0. Reinaldo Ferraz. Novembro/2009. Acessibilidade na Web: novos padrões WCAG 2.0 Novos padrões WCAG 2.0 Reinaldo Ferraz Novembro/2009 O Consórcio World Wide Web (W3C) 2 É um consórcio internacional, criado em 1994 por Tim Berners-Lee com organizações filiadas, uma equipe em tempo integral,

Leia mais

Tendências Web Estatísticas da rede. Heitor de Souza Ganzeli Analista de Projetos do nic.br

Tendências Web Estatísticas da rede. Heitor de Souza Ganzeli Analista de Projetos do nic.br Tendências Web Estatísticas da rede Heitor de Souza Ganzeli Analista de Projetos do nic.br O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) foi criado pela Portaria Interministerial nº 147, de 31 de maio

Leia mais

PROGRAMAÇÃO PARA INTERNET HTML

PROGRAMAÇÃO PARA INTERNET HTML PROGRAMAÇÃO PARA INTERNET HTML Prof. Rafael Gross INTRODUÇÃO Quando acessamos uma página web, estamos interessados na informação contida nessa página. Essa informação pode estar na forma de texto, imagem

Leia mais

HTML5. Prof. Salustiano Rodrigues de Oliveira saluorodrigues@gmail.com www.profsalu.com.br

HTML5. Prof. Salustiano Rodrigues de Oliveira saluorodrigues@gmail.com www.profsalu.com.br HTML5 Prof. Salustiano Rodrigues de Oliveira saluorodrigues@gmail.com www.profsalu.com.br HTML5 HTML5 é considerada a próxima geração do HTML e suas funcionalidades inovadoras o tornam uma alternativa

Leia mais

Desenvolvimento de Aplicações Web. Prof. José Eduardo A. de O. Teixeira www.vqv.com.br / j.edu@vqv.com.br

Desenvolvimento de Aplicações Web. Prof. José Eduardo A. de O. Teixeira www.vqv.com.br / j.edu@vqv.com.br Desenvolvimento de Aplicações Web Programação Contextualização de aplicações Web: navegadores e servidores como interpretadores, tecnologias do lado do cliente (XHTML, CSS, Javascript) e do lado do servidor

Leia mais

SIEP / RENAPI. Dicas HTML e CSS para Desenvolvimento. de um Site/Portal Acessível

SIEP / RENAPI. Dicas HTML e CSS para Desenvolvimento. de um Site/Portal Acessível SIEP / RENAPI Dicas HTML e CSS para Desenvolvimento de um Site/Portal Acessível Setembro de 2009 Dicas HTML e CSS para Desenvolvimento de um Site/Portal Acessível Cuidados em geral Separar adequadamente

Leia mais

Adaptação de materiais digitais. Manuela Francisco manuela.amado@gmail.com

Adaptação de materiais digitais. Manuela Francisco manuela.amado@gmail.com Adaptação de materiais digitais Manuela Francisco manuela.amado@gmail.com Plano da sessão Tópicos Duração Documentos acessíveis: porquê e para quem. Diretrizes de acessibilidade Navegabilidade, legibilidade

Leia mais

DICAS PARA DESENVOLVER SITE ACESSÍVEL

DICAS PARA DESENVOLVER SITE ACESSÍVEL DICAS PARA DESENVOLVER SITE ACESSÍVEL Este arquivo contém dicas para o desenvolvimento de uma página acessível e de acordo com as normas W3C (World Wide Web). Para uma boa compreensão destas dicas é necessário

Leia mais

e-mag Modelo Brasileiro de Acessibilidade em Governo Eletrônico

e-mag Modelo Brasileiro de Acessibilidade em Governo Eletrônico e-mag Modelo Brasileiro de Acessibilidade em Governo Eletrônico Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Departamento de Governo Eletrônico Ae-MAG

Leia mais

Análise do formato semanal do AVEA Moodle utilizando o padrão WCAG 2.0 para alunos cegos

Análise do formato semanal do AVEA Moodle utilizando o padrão WCAG 2.0 para alunos cegos 10 Edição-2015 Análise do formato semanal do AVEA Moodle utilizando o padrão WCAG 2.0 para alunos cegos Eduardo Dalcin¹, Ana Cláudia Pavão Siluk² ¹Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha

Leia mais

Acessibilidade, HTML5, WAI/ARIA. FrontIn Curitiba Curitiba PR 23 de junho de 2012 Reinaldo Ferraz W3C.br @reinaldoferraz

Acessibilidade, HTML5, WAI/ARIA. FrontIn Curitiba Curitiba PR 23 de junho de 2012 Reinaldo Ferraz W3C.br @reinaldoferraz Acessibilidade, HTML5, WAI/ARIA FrontIn Curitiba Curitiba PR 23 de junho de 2012 Reinaldo Ferraz W3C.br @reinaldoferraz Um pouco do W3C É um consórcio internacional, criado em 1994 por Tim Berners- Lee

Leia mais

Oficina: ASES 2.0 Beta 6.0

Oficina: ASES 2.0 Beta 6.0 Oficina: ASES 2.0 Beta 6.0 André Luiz Andrade Rezende ¹ ¹Rede de Pesquisa e Inovação em Tecnologias Digitais (RENAPI) Doutorando em Educação e Contemporaneidade (UNEB) Estes slides são concedidos sob uma

Leia mais

FORMULÁRIOS ACESSÍVEIS

FORMULÁRIOS ACESSÍVEIS Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica IFRS Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul NAV Núcleo de Acessibilidade Virtual FORMULÁRIOS ACESSÍVEIS

Leia mais

P.V. Descrição Ocorrências Linhas

P.V. Descrição Ocorrências Linhas Relatório da URL: http://www.cultura.gov.br Erros Prioridade. 22 36 37 38 39 40 45 46 50 53 59 63 32 33 369 39 395 459 460 472 473 474 476.6 Assegurar a acessibilidade do conteúdo de frames, fornecendo

Leia mais

TAW Tópicos de Ambiente Web

TAW Tópicos de Ambiente Web TAW Tópicos de Ambiente Web Teste rveras@unip.br Aula 11 Agenda Usabilidade Compatibilidade Validação Resolução de tela Velocidade de carregação Acessibilidade Testes Nesta etapa do projeto do web site

Leia mais

Mitos da Acessibilidade Web

Mitos da Acessibilidade Web SAPO Codebits 2008 Magda Joana Silva magdajoanasilva@gmail.com Acessibilidade Web igualdade de acesso a Web sites a pessoas com limitações Acessibilidade Web igualdade de acesso a Web sites a pessoas com

Leia mais

Acessibilidade na Web

Acessibilidade na Web Acessibilidade na Web Departamento de Computação - UFS Tópicos Especiais em Sistemas de Informação Lucas Augusto Carvalho lucasamcc@dcomp.ufs.br Prof. Rogério Vídeo Custo ou Benefício? http://acessodigital.net/video.html

Leia mais

Acessibilidade Web. Ivo Gomes

Acessibilidade Web. Ivo Gomes Acessibilidade Web Ivo Gomes 1 O que é a Acessibilidade Web? Permi'r que todos os u'lizadores tenham acesso ao site. Independentemente de terem alguma necessidade especial. Independentemente de terem algum

Leia mais

Acesso à Internet e direitos do consumidor: balanço e perspectivas

Acesso à Internet e direitos do consumidor: balanço e perspectivas Acesso à Internet e direitos do consumidor: balanço e perspectivas Mesa 1: Acesso à banda larga: onde chegamos com o PNBL e o que temos pela frente Brasília, 3 de Junho de 14 CGI.br Comitê Gestor da Internet

Leia mais

HTML / JAVASCRIPT. A versão atual é o HTML5 (seus predecessores imediatos são HTML 4.01, XHTML 1.1, etc.).

HTML / JAVASCRIPT. A versão atual é o HTML5 (seus predecessores imediatos são HTML 4.01, XHTML 1.1, etc.). HTML / JAVASCRIPT Estamos iniciando o estudo do HTML através das TAGS (comandos) para construir formulários. Isso facilitará a continuidade dos nossos estudos da linguagem de programação JavaScript, a

Leia mais

Professor: Paulo Macos Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira 4/6/2011 1

Professor: Paulo Macos Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira 4/6/2011 1 Professor: Paulo Macos Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira 4/6/2011 1 Do inglês, Cascading Style Sheet, ou folha de estilo em cascata. É uma linguagem

Leia mais

#Aula Nº 4 XHTML+CSS webstandards.samus.com.br webstandards.samus.com.br/aulas/aula4.pdf Vinicius Fiorio Custódio samus@samus.com.

#Aula Nº 4 XHTML+CSS webstandards.samus.com.br webstandards.samus.com.br/aulas/aula4.pdf Vinicius Fiorio Custódio samus@samus.com. #Aula Nº 4 XHTML+CSS webstandards.samus.com.br webstandards.samus.com.br/aulas/aula4.pdf Vinicius Fiorio Custódio samus@samus.com.br #Objetivo Revisar os conceitos mais importantes da XHTML e do CSS. Desenvolver

Leia mais

Introdução. História. Como funciona

Introdução. História. Como funciona Introdução O HTML é uma linguagem de marcação utilizada para desenvolvimento de sites. Esta linguagem surgiu junto com o HTTP, ambos possibilitaram a internet ser popularizada. História O HTML foi criado

Leia mais

Acessibilidade nos sites das Instituições da Rede Federal de EPT

Acessibilidade nos sites das Instituições da Rede Federal de EPT Acessibilidade nos sites das Instituições da Rede Federal de EPT Maurício Covolan Rosito Gerente do Núcleo de Bento Gonçalves do projeto de Acessibilidade Virtual da RENAPI Everaldo Carniel Pesquisador

Leia mais

WebDesign. Professor: Paulo Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br. Escola CDI de Videira

WebDesign. Professor: Paulo Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br. Escola CDI de Videira WebDesign Professor: Paulo Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira Entendendo Alguns Conceitos Antes de prosseguirmos é importante ter em mente o motivo pelo

Leia mais

Pré-requisito Treinamento de Lógica de Programação, ou conhecimento equivalente.

Pré-requisito Treinamento de Lógica de Programação, ou conhecimento equivalente. 1 HTML5 e 3 Descrição Aprenda no curso de HTML os conceitos essenciais para a criação de páginas web, junto com os novos recursos e possibilidades que o HTML5 e 3 oferecem para a criação de sites com códigos

Leia mais

Acessibilidade na Web Cesár Bomfim Brasília 15 de Março

Acessibilidade na Web Cesár Bomfim Brasília 15 de Março Acessibilidade na Web Cesár Bomfim Brasília 15 de Março Avaliação Passos para Site Acessível -Seguir padrões Web; -Seguir as diretrizes e recomendações de acessibilidade; -Realizar avaliação de acessibilidade.

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Prof. Felippe Scheidt IFPR Campus Foz do Iguaçu 2014/2

Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Prof. Felippe Scheidt IFPR Campus Foz do Iguaçu 2014/2 Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Prof. Felippe Scheidt IFPR Campus Foz do Iguaçu 2014/2 Objetivo. O objetivo da disciplina é conhecer os princípios da programação de

Leia mais

Analisador de Sites Automático. Palestrante: Heitor de Souza Ganzeli

Analisador de Sites Automático. Palestrante: Heitor de Souza Ganzeli Analisador de Sites Automático Palestrante: Heitor de Souza Ganzeli O que é o ASA? Monitor de sites http://vpereiro.files.wordpress.com/2010/05/dominio.jpg Realiza a verificação automática e periódica

Leia mais

Roteiro 2: Conceitos de Tags HTML

Roteiro 2: Conceitos de Tags HTML Roteiro 2: Conceitos de Tags HTML Objetivos Detalhar conceitos sobre TAGS HTML: elementos, atributos, elemento vazio, links. Implementar páginas de internet com uso da linguagem HTML; Ferramentas Necessárias

Leia mais

MÓDULO MULTIMÉDIA PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES. MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com. URL: http://esganarel.home.sapo.

MÓDULO MULTIMÉDIA PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES. MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com. URL: http://esganarel.home.sapo. MÓDULO MULTIMÉDIA PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com URL: http://esganarel.home.sapo.pt GABINETE: 1G1 - A HORA DE ATENDIMENTO: SEG. E QUA. DAS 11H / 12H30 (MARCAÇÃO

Leia mais

Webdesign HTML. Introdução a HTML e as principais tags da linguagem. Thiago Miranda dos Santos Souza

Webdesign HTML. Introdução a HTML e as principais tags da linguagem. Thiago Miranda dos Santos Souza Webdesign HTML Introdução a HTML e as principais tags da linguagem Conteúdos Os materiais de aula, apostilas e outras informações estarão disponíveis em: www.thiagomiranda.net Objetivos Apresentar a HTML

Leia mais

Maurício Samy Silva. Novatec

Maurício Samy Silva. Novatec Maurício Samy Silva Novatec Sumário Agradecimentos...13 Sobre o autor...13 Introdução...15 Para quem foi escrito este livro... 15 Convenções tipográficas... 16 Site do livro... 18 Capítulo 1 O que é (X)HTML?...20

Leia mais

PDI 1 - Projeto e Design de Interfaces Web

PDI 1 - Projeto e Design de Interfaces Web Introdução a HTML e XHTML Elementos básicos parte 2 Professor: Victor Hugo L. Lopes Agenda: --Aprofundando nos elementos básicos do HTML; --Criando Hiperlinks em HTML; 2 Estrutura básica de um documento

Leia mais

QUEM FEZ O TRABALHO?

QUEM FEZ O TRABALHO? Introdução a Linguagem HTML: Conceitos Básicos e Estrutura ANA PAULAALVES DE LIMA 1 QUEM FEZ O TRABALHO? Com as tagsaprendidas hoje, faça uma página HTML sobre você com as seguintes informações: Seu nome

Leia mais

Mini-curso de PHP. Aulas ministradas por: André Luis de Paula Arthur Kalsing Diego Silva

Mini-curso de PHP. Aulas ministradas por: André Luis de Paula Arthur Kalsing Diego Silva Mini-curso de PHP Aulas ministradas por: André Luis de Paula Arthur Kalsing Diego Silva Aula 1 Breve introdução de HTML, Conceitos básicos de PHP, Sintaxe, Separador de instruções e Comentários (Cap 1

Leia mais

QUEM SOU? ( IFPB ) Formado em Sistemas para Internet. Analista de Sistemas, Dynavideo. Pesquisador, NAV - IFPB

QUEM SOU? ( IFPB ) Formado em Sistemas para Internet. Analista de Sistemas, Dynavideo. Pesquisador, NAV - IFPB QUEM SOU? ( IFPB ) Formado em Sistemas para Internet Analista de Sistemas, Dynavideo Projeto Intercâmbio para Conteúdo de TV Pública Pesquisador, NAV - IFPB Produção e acessibilização de aplicações educacionais.

Leia mais

Pedro F. Carvalho Analista de Sistemas/Gerente de Projetos contato@pedrofcarvalho.com.br OCP Oracle 10g ITIL FoundationV3 PROJETO DE WEB SITE

Pedro F. Carvalho Analista de Sistemas/Gerente de Projetos contato@pedrofcarvalho.com.br OCP Oracle 10g ITIL FoundationV3 PROJETO DE WEB SITE PROJETO DE WEB SITE EAP Estrutura Analitica de Projeto Preparação Estudar as particularidades do serviço e do cliente; Observar projetos semelhantes (Beanchmark); Definir metas e estratégias; Elaborar

Leia mais

> Herbet Ferreira Rodrigues > contato@herbetferreira.com

> Herbet Ferreira Rodrigues > contato@herbetferreira.com Curso HTML & CSS > Herbet Ferreira Rodrigues > contato@herbetferreira.com Sumário > Apresentação > Introdução ao HTML História Começando a Programar > Tags em HTML Headings (Cabeçalhos) Parágrafos Formatação

Leia mais

Técnicas e processos de produção. Profº Ritielle Souza

Técnicas e processos de produção. Profº Ritielle Souza Técnicas e processos de produção Profº Ritielle Souza INTRODUÇÃO HTML Sigla em inglês para Hyper Text Markup Language, traduzindo daria algo como Linguagem para marcação de Hipertexto. E o que seria o

Leia mais

Dimensões e características da Web brasileira: um estudo do.gov.br. Agosto de 2010

Dimensões e características da Web brasileira: um estudo do.gov.br. Agosto de 2010 Dimensões e características da Web brasileira: um estudo do.gov.br Agosto de 2010 Agenda: Introdução Objetivos da pesquisa Desafios técnicos para o estudo da Web Análise dos resultados O que é o Projeto

Leia mais

Tópicos de Ambiente Web. Modulo 2 Processo de desenvolvimento de um site Professora: Sheila Cáceres

Tópicos de Ambiente Web. Modulo 2 Processo de desenvolvimento de um site Professora: Sheila Cáceres Tópicos de Ambiente Web Modulo 2 Processo de desenvolvimento de um site Professora: Sheila Cáceres Roteiro Motivação Desenvolvimento de um site Etapas no desenvolvimento de software (software:site) Analise

Leia mais

Desenvolvimento Web Introdução a XHTML. Prof. Bruno Gomes

Desenvolvimento Web Introdução a XHTML. Prof. Bruno Gomes Desenvolvimento Web Introdução a XHTML Prof. Bruno Gomes 2014 Introdução HTML e XHTML Estrutura básica do documento DTDs Validação do documento Exercícios HTML e XHTML HTML (Hipertext Markup Language)

Leia mais

VPAT (Voluntary Product Accessibility Template, Modelo de Acessibilidade de Produto) do eportfolio da Desire2Learn Maio de 2013 Conteúdo

VPAT (Voluntary Product Accessibility Template, Modelo de Acessibilidade de Produto) do eportfolio da Desire2Learn Maio de 2013 Conteúdo VPAT (Voluntary Product Accessibility Template, Modelo de Acessibilidade de Produto) do eportfolio da Desire2Learn Maio de 2013 Conteúdo Introdução Recursos de acessibilidade principais Navegação usando

Leia mais

Acessibilidade. Profa. Renata Pontin de Mattos Fortes

Acessibilidade. Profa. Renata Pontin de Mattos Fortes Acessibilidade Profa. Renata Pontin de Mattos Fortes 1 Acessibilidade 2 Roteiro Acessibilidade Acessibilidade na Informática Inclusão Digital Design da Interação e Acessibilidade 3 Acessibilidade Definição

Leia mais

Internet e Programação Web

Internet e Programação Web COLÉGIO ESTADUAL PEDRO MACEDO Ensino Profissionalizante Internet e Programação Web 2 Técnico Prof. Cesar 2014 1 1. CSS CSS é uma linguagem para estilos que define o layout de documentos HTML. Por exemplo,

Leia mais

WEBDESIGN. Professor: Paulo Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira

WEBDESIGN. Professor: Paulo Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira WEBDESIGN Professor: Paulo Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira 1 CDI - Curso de Webdesign - Prof. Paulo Trentin Objetivos para esta aula Debater sobre

Leia mais

Documentação SEO EXPERT

Documentação SEO EXPERT Documentação SEO EXPERT O módulo SEO Expert ajuda você a rapidamente: Criar e personalizar URLs amigáveis Inserir metatags para páginas de produtos, posts do Facebook e cartões de Twitter em sua loja Este

Leia mais

Sumário. HTML CSS JQuery Referências IHC AULA 6 5-09-2011 1

Sumário. HTML CSS JQuery Referências IHC AULA 6 5-09-2011 1 Sumário HTML CSS JQuery Referências IHC AULA 6 5-09-2011 1 Linguagem HTML HTML é a abreviação de HyperText Markup Language, que pode ser traduzido como Linguagem de Marcação de Hipertexto. Não é uma linguagem

Leia mais

iconnect 3.3 Atualizações Pesquisa Dinâmica

iconnect 3.3 Atualizações Pesquisa Dinâmica iconnect 3.3 Atualizações Pesquisa Dinâmica Conteúdo iconnect 3.3 Atualizações Pesquisa Dinâmica... 3 1. Feedback do Cliente...3 1.1 Feedback do Cliente no Email da Pesquisa Dinâmica... 3 1.2 Página de

Leia mais

Prof. Erwin Alexander Uhlmann 1/7/2010

Prof. Erwin Alexander Uhlmann 1/7/2010 HTML 5 O html 5 é a nova versão do html 4. Foi desenvolvido para a interoperabilidade e padronização de plataformas e navegadores (motores). Compare as estruturas do html4 e do 5, abaixo: HTML 4 HTML 5

Leia mais

HTML5 e Mobile Web Reinaldo Ferraz W3C Brasil

HTML5 e Mobile Web Reinaldo Ferraz W3C Brasil HTML5 e Mobile Web Reinaldo Ferraz W3C Brasil Um pouco do W3C O W3C no Brasil Web e W3C 5 Tim Berners-Lee criou / propôs a Web em 1989 (há 23 anos) (URI + HTTP + HTML) HTML5 - Futuro da Web Web em 1989

Leia mais

Introdução ao HTML 5 e Implementação de Documentos

Introdução ao HTML 5 e Implementação de Documentos Linguagem de Programação para Web Introdução ao HTML 5 e Implementação de Documentos Prof. Mauro Lopes 1-31 20 Objetivo Iremos aqui apresentar a estrutura básica de um documento HTML e iremos também apresentar

Leia mais

Desenvolvimento Web XHTML Formulários. Prof. Bruno E. G. Gomes

Desenvolvimento Web XHTML Formulários. Prof. Bruno E. G. Gomes Desenvolvimento Web XHTML Formulários Prof. Bruno E. G. Gomes 2014 Introdução Um recurso bastante utilizado no desenvolvimento Web é o envio de dados de uma página para o servidor quando fornecemos informações,

Leia mais

TECNOLOGIAS WEB. Unidade 2 Introdução a Construção de Páginas Estáticas. Luiz Leão luizleao@gmail.com http://luizleao.com

TECNOLOGIAS WEB. Unidade 2 Introdução a Construção de Páginas Estáticas. Luiz Leão luizleao@gmail.com http://luizleao.com Luiz Leão luizleao@gmail.com http://luizleao.com CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DESTA UNIDADE HTML TAG S HTML LINGUAGEM HTML Hypertext Markup Language Interpretada pelo navegador Não linearidade da informação Formatação

Leia mais

Ferramentas para Multimídia e Internet - 1486

Ferramentas para Multimídia e Internet - 1486 1 Ferramentas para Multimídia e Internet - 1486 HTML BÁSICO: O que é uma página WEB? Uma página WEB, também conhecida pelo termo inglês webpage, é uma "página" na World Wide Web, geralmente em formato

Leia mais

Desenvolvedor Web Docente André Luiz Silva de Moraes

Desenvolvedor Web Docente André Luiz Silva de Moraes Roteiro 2: Introdução a Linguagem HTML Neste roteiro é explorada a linguagem HTML. A linguagem HTML (Hypertext Markup Language) é amplamente utilizada na construção de páginas de internet e é responsável

Leia mais

Aula 05 HTML FORMULÁRIOS Prof. Daniela Pires Sumário

Aula 05 HTML FORMULÁRIOS Prof. Daniela Pires Sumário Sumário FORMULÁRIO EM HTML... 2 FORM... 2 ACTION... 2 METHOD... 2 INPUT... 2 INPUT TYPE TEXT... 2 INPUT TYPE PASSWORD... 2 CHECKBOX - Múltipla escolha... 4 RADIO - Escolha única... 4 Botões de ação...

Leia mais

Web Design Aula 09: Formulários

Web Design Aula 09: Formulários Web Design Aula 09: Formulários Professora: Priscilla Suene priscilla.silverio@ifrn.edu.br Motivação Roteiro Tag ... Tag Tag ... Rádio Checkbox Atributo name Form Um

Leia mais

Interface BVS-Site. Arquiteturta e Personalização da Interface

Interface BVS-Site. Arquiteturta e Personalização da Interface Interface BVS-Site Arquiteturta e Personalização da Interface Julio Takayama takayama@bireme.ops-oms.org Desenho Gráfico e Interfaces DGI-GA BIREME/PAHO/WHO Tópicos Arquitetura da BVS Modelo de Interfaces

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web HTML HyperText Markup Language XHTML extensible HyperText Markup Language Declaração DOCTYPE e Tag Raiz html

Introdução à Tecnologia Web HTML HyperText Markup Language XHTML extensible HyperText Markup Language Declaração DOCTYPE e Tag Raiz html IntroduçãoàTecnologiaWeb HTML HyperTextMarkupLanguage XHTML extensiblehypertextmarkuplanguage DeclaraçãoDOCTYPEeTagRaizhtml ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger

Leia mais

AÇÕES DE GESTÃO DO CONHECIMENTO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: COMPARTILHAMENTO DE EXPERIÊNCIAS EUGÊNIA BELÉM CALAZANS COELHO

AÇÕES DE GESTÃO DO CONHECIMENTO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: COMPARTILHAMENTO DE EXPERIÊNCIAS EUGÊNIA BELÉM CALAZANS COELHO AÇÕES DE GESTÃO DO CONHECIMENTO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: COMPARTILHAMENTO DE EXPERIÊNCIAS EUGÊNIA BELÉM CALAZANS COELHO A DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO À INFORMAÇÃO EM SAÚDE: ACESSIBILIDADE DA BVS MS ÀS PESSOAS

Leia mais

Desenvolvimento de Sites com PHP e Mysql Docente André Luiz Silva de Moraes

Desenvolvimento de Sites com PHP e Mysql Docente André Luiz Silva de Moraes Roteiro 2: Introdução a Linguagem HTML Desenvolvimento de Sites com PHP e Mysql Neste roteiro é explorada a linguagem HTML. A linguagem HTML (Hypertext Markup Language) é amplamente utilizada na construção

Leia mais

Alvaiázere INFOACESSIBILIDADE. Plano Local de Promoção da Acessibilidade do Município de Alvaiázere FASE II - PLANO DAS CONDIÇÕES DE ACESSIBILIDADE

Alvaiázere INFOACESSIBILIDADE. Plano Local de Promoção da Acessibilidade do Município de Alvaiázere FASE II - PLANO DAS CONDIÇÕES DE ACESSIBILIDADE Alvaiázere Plano Local de Promoção da Acessibilidade do Município de Alvaiázere INFOACESSIBILIDADE 8 284 8.1. WEB Depois de avaliada a acessibilidade do site da responsabilidade da Câmara Municipal de

Leia mais

Webdesign A tag HEAD e as Meta tags

Webdesign A tag HEAD e as Meta tags Webdesign A tag HEAD e as Meta tags Conteúdos Os materiais de aula, apostilas e outras informações estarão disponíveis em: www.thiagomiranda.net HEAD Como vimos anteriormente, o nosso documento HTML é

Leia mais

Medição das TIC no contexto nacional: o caso do Brasil Maputo, Moçambique 7 de Julho de 2015

Medição das TIC no contexto nacional: o caso do Brasil Maputo, Moçambique 7 de Julho de 2015 Medição das TIC no contexto nacional: o caso do Brasil Maputo, Moçambique 7 de Julho de 2015 ROTEIRO DA APRESENTAÇÃO Dimensões das TIC e Políticas Públicas Apresentação de indicadores sobre os seguintes

Leia mais

Cabeçalho do documento

Cabeçalho do documento Cabeçalho do documento O cabeçalho de uma página HTML fica dentro das Tags e , e dentro dessas Tags podemos usar Tags , , , , e etc. A Tag TITLE Por exemplo

Leia mais

Pesquisa sobre Provedores de Serviços Internet no Brasil. São Paulo, 30 de novembro de 2011

Pesquisa sobre Provedores de Serviços Internet no Brasil. São Paulo, 30 de novembro de 2011 Pesquisa TIC Provedores 2011 Coletiva de Imprensa Pesquisa sobre Provedores de Serviços Internet no Brasil São Paulo, 30 de novembro de 2011 CGI.br Comitê Gestor da Internet no Brasil NIC.br Núcleo de

Leia mais

PDI 1 - Projeto e Design de Interfaces Web

PDI 1 - Projeto e Design de Interfaces Web Introdução a HTML e XHTML Elementos básicos parte 2 Professor: Victor Hugo L. Lopes Agenda: --Adicionando imagens; --Trabalhando com vídeos e sons em HTML; Disponível em http://wp.me/p48yvn-43 2 Inserindo

Leia mais

e-mag 3.0 Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico Projeto de Acessibilidade Virtual da RENAPI SETEC/MEC Andréa Poletto Sonza

e-mag 3.0 Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico Projeto de Acessibilidade Virtual da RENAPI SETEC/MEC Andréa Poletto Sonza e-mag 3.0 Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico SETEC/MEC Andréa Poletto Sonza Brasília, 21 de Setembro de 2011 e-mag Acessibilidade Conceitos Por que acessibilidade? e-mag Histórico Versão 3.0

Leia mais

O W3C Futuro da Web HTML5. Março/2011 Web Expo Fórum

O W3C Futuro da Web HTML5. Março/2011 Web Expo Fórum O W3C Futuro da Web HTML5 Março/2011 Web Expo Fórum Web e W3C Tim Berners-Lee criou / propôs 2 a Web em 1989 (há 21 anos) http://www.w3.org/history/1989/proposal.html (URI + HTTP + HTML) Web e W3C 3 Tim

Leia mais

Acessibilidade Web na Universidade O que é? Por quê? Como Fazer? Amanda Meincke Melo amanda.melo@unipampa.edu.br http://ammelobr.blogspot.

Acessibilidade Web na Universidade O que é? Por quê? Como Fazer? Amanda Meincke Melo amanda.melo@unipampa.edu.br http://ammelobr.blogspot. Acessibilidade Web na Universidade O que é? Por quê? Como Fazer? Amanda Meincke Melo amanda.melo@unipampa.edu.br http://ammelobr.blogspot.com/ 2 Agenda Conceitos Acessibilidade Web Cenários Estudos de

Leia mais

Aula 1 Desenvolvimento Web. Curso: Técnico em Informática / 2º módulo Disciplina: Desenvolvimento Web Professora: Luciana Balieiro Cosme

Aula 1 Desenvolvimento Web. Curso: Técnico em Informática / 2º módulo Disciplina: Desenvolvimento Web Professora: Luciana Balieiro Cosme Aula 1 Desenvolvimento Web Curso: Técnico em Informática / 2º módulo Disciplina: Desenvolvimento Web Professora: Luciana Balieiro Cosme Plano de Aula Ementa Avaliação Ementa Noções sobre Internet. HTML

Leia mais

#Aula Nº 1 Introdução webstandards.samus.com.br Vinicius Fiorio Custódio samus@samus.com.br

#Aula Nº 1 Introdução webstandards.samus.com.br Vinicius Fiorio Custódio samus@samus.com.br #Aula Nº 1 Introdução webstandards.samus.com.br Vinicius Fiorio Custódio samus@samus.com.br #O que é Web Standards? São padrões de desenvolvimento web recomendados pela W3C que visam a implementação de

Leia mais

FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO CORPORATIVA

FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO CORPORATIVA FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO CORPORATIVA Manual de Utilização Google Grupos Sumário (Clique sobre a opção desejada para ir direto à página correspondente) Utilização do Google Grupos Introdução... 3 Página

Leia mais

Programação para Internet I

Programação para Internet I Programação para Internet I Aulas 09 e 10 Fernando F. Costa nando@fimes.edu.br Formulários O formulário representa o modo mais importante de interatividade que a linguagem HTML oferece. Um formulário pode

Leia mais

Acessibilidade na Web: o caminho das pedras para construir sítios acessíveis. Reinaldo Ferraz. junho/2009. Acessibilidade na Web:

Acessibilidade na Web: o caminho das pedras para construir sítios acessíveis. Reinaldo Ferraz. junho/2009. Acessibilidade na Web: o caminho das pedras para construir sítios acessíveis. Reinaldo Ferraz junho/2009 O Consórcio World Wide Web (W3C) 2 É um consórcio internacional, criado em 1994 por Tim Berners-Lee com organizações filiadas,

Leia mais

HTML (Hyper Text Markup Language) É a linguagem com que se escrevem as páginas web;

HTML (Hyper Text Markup Language) É a linguagem com que se escrevem as páginas web; HTML Introdução Introdução ao HTML HTML (Hyper Text Markup Language) É a linguagem com que se escrevem as páginas web; É uma linguagem de hipertexto; Permite escrever texto de forma estruturada, que está

Leia mais

Observações importantes:

Observações importantes: Fundação CECIERJ - Vice Presidência de Educação Superior a Distância Curso de Tecnologia em Sistemas de Computação Disciplina Criação de Páginas de WEB AD1 1 semestre de 2014. Observações importantes:

Leia mais

mkdir /srv/www/default/html/calculadora/imagens mkdir /srv/www/default/html/calculadora/blocos

mkdir /srv/www/default/html/calculadora/imagens mkdir /srv/www/default/html/calculadora/blocos Programando em PHP www.guilhermepontes.eti.br lgapontes@gmail.com Criando uma Calculadora Primeiramente deve se criar uma estrutura para armazenar os arquivos necessários para o funcionamento da calculadora.

Leia mais

Workshop Acessibilidade Web Ponto de Situação em Portugal

Workshop Acessibilidade Web Ponto de Situação em Portugal Workshop Acessibilidade Web Ponto de Situação em Portugal 19 de julho de 2012 Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garret Patrocínio Principal Apoios Parceiro Co-Financiamento Patrocinadores Globais

Leia mais

PROGRAMAÇÃO MANUAL DE INSTRUÇÕES SEJA BEM VINDO VERSÃO 1.4 10/01/2013 UDS SOLUÇÕES DIGITAIS

PROGRAMAÇÃO MANUAL DE INSTRUÇÕES SEJA BEM VINDO VERSÃO 1.4 10/01/2013 UDS SOLUÇÕES DIGITAIS VERSÃO 1.4 10/01/2013 UDS SOLUÇÕES DIGITAIS PROGRAMAÇÃO MANUAL DE INSTRUÇÕES Instruções, métodos e recomendações para desenvolvimento de sistemas na UDS. 1 Sumário Apresentação... 3 Estrutura de pastas:...

Leia mais

"O poder da Web está na sua universalidade. O acesso por todas as pessoas, não obstante a sua incapacidade, é um aspecto essencial.

O poder da Web está na sua universalidade. O acesso por todas as pessoas, não obstante a sua incapacidade, é um aspecto essencial. "O poder da Web está na sua universalidade. O acesso por todas as pessoas, não obstante a sua incapacidade, é um aspecto essencial." (Tim Berners-Lee - Diretor do W3C) Acessibilidade na Web 1 - O que é

Leia mais