Capítulo 5: Camada de Enlace

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Capítulo 5: Camada de Enlace"

Transcrição

1 Nossas metas: Entender os princípios embutidos nos serviços da Capítulo 5: Camada de Enlace Antônio Abelém camada de enlace: Detecção e correção de erro Controle de acesso de enlaces compartilhados Endereçamento da camada de enlace Tranferência confiável de dados e controle de fluxo: já feito! Instanciação e implementação de várias tecnologias usadas na camada de enlace 5: Camada de Enlace 5a-1 5: Camada de Enlace 5a-2 Camada de Enlace: Introdução Algumas terminologias: Estações e roteadores são nós (pontes e comutadores também) Canais de comunicação que conectam nós adjacentes através de um caminho são enlaces: wired links wireless links LANs O PDU é um quadro, que encapsula datagramas A camada de enlace tem a responsabilidade de transferir datagramas de um nó Para outro adjacente através de um enlace. enlace 5: Camada de Enlace 5a-3 Camada de enlace: contexto Datagrama transferido por diferentes protocolos através de diferentes enlaces: e.g., Ethernet no primeiro enlace, frame relay no enlace intermediário, no último enlace. Cada protocolo da camada de enlace fornece serviço diferente e.g., pode ou não fornecer confiabilidade através do enlace Analogia com transporte viagem de Castanhal para São Paulo carro: castanhal para Belém avião: Belém para Rio trem: Rio para São Paulo turista = datagrama segmento de transporte = enlace de comunicação modo de transporte = protocolo da camada de enlace agente de viagem = algoritmo de roteamento 5: Camada de Enlace 5a-4

2 Serviços da Camada de Enlace Enquadramento e acesso ao enlace: encapsula datagrama num quadro incluindo cabeçalho e cauda, implementa acesso ao canal se meio for compartilhado, endereços físicos são usados em cabeçalhos de quadros para identificar origem e destino de quadros em enlaces multiponto Entrega confiável: Pouco usada em fibra óptica, cabo coaxial e alguns tipos de pares trançados devido a taxas de erro de bit muito baixas. Usada em enlaces de rádio, onde a meta é reduzir erros assim evitando a retransmissão fim a fim. Serviços da Camada de Enlace (mais) Controle de Fluxo: compatibilizar taxas de produção e consumo de quadros entre remetentes e receptores Deteção de Erros: erros são causados por atenuação do sinal e por ruído receptor deteta presença de erros receptor sinaliza ao remetente para retransmissão, ou simplesmente descarta o quadro em erro Correção de Erros: mecanismo que permite que o receptor localize e corrija o erro sem precisar da retransmissão 5: Camada de Enlace 5a-5 5: Camada de Enlace 5a-6 Implementação de Protocolo da Camada de Enlace Protocolo da camada de enlace é implementado totalmente no adaptador (p.ex., cartão PCMCIA). Adaptador tipicamente inclui: RAM, circuitos de processamento digital de sinais, interface do barramento do computador, e interface do enlace Operações envio do adaptador: encapsula (coloca número de sequência, info de realimentação, etc.), inclui bits de deteção de erros, implementa acesso ao canal para meios compartilhados, coloca no enlace Operações recebe do adaptador : verificação e correção de erros, interrompe computador para enviar quadro para a camada superior, atualiza info de estado a respeito de realimentação para o remetente, número de seqüência, etc. Enlaces e Protocolos de Múltiplo Acesso Dois tipos de enlace: (a) Ponto-a-ponto (um emissor, um receptor, p.ex. PPP) (b) Difusão (cabo ou meio compartilhado; p.ex., Ethernet tradicional, rádio, etc.) Começamos com enlaces com Difusão. Desafio principal: Protocolo de Múltiplo Acesso 5: Camada de Enlace 5a-7 5: Camada de Enlace 5a-8

3 Protocolos de Controle de Acesso ao Meio (MAC) Protocolo MAC: coordena transmissões de estações diferentes a fim de minimizar/evitar colisões. Tem 3 classes: (a) Particionamento do Canal (b) Acesso Randômico (c) Revezamento Meta: ser eficiente, justo, simples, descentralizado 5: Camada de Enlace 5a-9 Protocolos de Particionamento do Canal TDMA (Multiplexação por Divisão de Tempo): canal dividido em N intervalos de tempo ( slots ), um para cada usuário; ineficiente com usuários de pouco demanda ou quando carga for baixa. FDMA (Multiplexação por Divisão de Freqüência): freqüência subdividida. CDMA (Múltiplo Acesso por Divisão por Código): explora esquema de codificação de espectro espalhado - DS (Direct Sequence) ou FH (Frequency Hopping) código único associado a cada canal; ié, particionamento do conjunto de códigos 5: Camada de Enlace 5a-10 Protocolos de Acesso Randômico Uma estação transmite aleatoriamente (ié, sem coordenação a priori entre estações) ocupando toda a capacidade R do canal. Se houver colisão entre as transmissões de duas ou mais estações, elas retransmitem depois de espera randômica O protocolo MAC de acesso randômico especifica como detetar colisões e como recuperar delas (através de retransmissões retardadas, por exemplo) Exemplos de protocolos MAC de acesso randômico: (a) SLOTTED ALOHA (b) ALOHA (c) CSMA e CSMA/CD 5: Camada de Enlace 5a-11 CSMA (Carrier Sense Multiple Access) CSMA: escuta antes de transmitir. Se deteta que o canal está sendo usado, adia transmissão. CSMA persistente: tenta novamente assim que se tornar ocioso o canal (isto pode provocar instabilidade) CSMA não persistente: tenta novamente depois de intervalo randômico Note: colisões ainda podem ocorrer, pois duas estações podem detetar o canal ocioso ao mesmo tempo (ou, melhor, dentro de uma janela de vulnerabilidade = retardo ida e volta entre as duas estações envolvidas) No caso de colisão, é desperdiçado todo o tempo de transmissão do pacote 5: Camada de Enlace 5a-12

4 CSMA/CD (Deteção de Colisões) CSMA/CD: escuta do meio e adiamento como em CSMA. Entretanto, colisões detetadas rapidamente, em poucos intervalos de bit. Transmissão é então abortada, reduzindo consideravelmente o desperdício do canal. Tipicamente, é implementada retransmissão persistente Deteção de colisões é fácil em rede locais usando cabo (p.ex., E-net): pode-se medir a intensidade do sinal na linha, detetar violações do código, ou comparar sinais Tx e Rx Deteção de colisões não pode ser realizada em redes locais de rádio (o receptor é desligado durante transmissão, para evitar danificá-lo com excesso de potência) CSMA/CD pode conseguir utilização do canal perto de 100% em redes locais (se tiver baixa razão de tempo de propagação para tempo de transmissão do pacote) Protocolos MAC de revezamento Até aqui já vimos: Protocolos MAC de particionamento de canal (TDMA, FDMA e CDMA) podem compartilhar o canal eqüitativamente; porém, uma única estação não consegue usar toda a capacidade do canal Protocolos MAC de acesso randômico permitem que um único usuário utilize toda a capacidade do canal; entretanto, eles não conseguem compartilhar o canal de maneira justa (de fato, é comum observar a captura do canal) Também existem protocolos de revezamento... 5: Camada de Enlace 5a-13 5: Camada de Enlace 5a-14 Protocolos MAC de revezamento Protocolos MAC de revezamento conseguem tanto justeza como acesso individual a toda a capacidade do enlace, ao custo de maior complexidade de controle (a) Polling: uma estação Mestre numa rede local convida em ordem as estações escravas a transmitir seus pacotes (até algum Máximo). Problemas: custo de Request to Send/Clear to Send, latência, ponto único de falha (Mestre) (b) Passagem de ficha de permissão: a ficha de permissão é passada seqüencialmente de estação a estação. É possível aliviar a latência e melhorar tolerância a falhas (numa configuração de barramento de fichas). Entretanto, procedimentos complexos para recuperar de perda de ficha, etc. Sumário de protocolos MAC O que se pode fazer com um meio compartilhado? Particionamento do canal, por tempo, freqüência ou código TDMA, FDMA, CDMA, WDMA (wave division) Particionamento randômico (dinâmico), ALOHA, S-ALOHA, CSMA, CSMA/CD Revezamento polling de um nó central, passagem de ficha de permissão Para satélites, é difícil detetar se o canal está ocupado (se o canal está transportando um sinal): ALOHA Em rede locais, deteção do portador é mais fácil, (mas não é perfeita): CSMA Melhor se existe Deteção de Colisões (CSMA/CD) (Ethernet) é CSMA/CD 5: Camada de Enlace 5a-15 5: Camada de Enlace 5a-16

5 Tecnologias de Rede Local Protocolos MAC usados em redes locais, para controlar acesso ao canal Anéis de fichas: IEEE (Token Ring da IBM), para sala de computação, ou rede departamental, até 16Mbps; FDDI (Fiber Distributed Data Interface), para rede de Campus ou Metropolitana, até 200 estações, em 100Mbps. Ethernet: emprega o protocolo CSMA/CD; 10Mbps (IEEE 802.3), Fast E-net (100Mbps), Gigabit E-net (1,000 Mbps); de longe a tecnologia mais popular de rede local Endereços físicos e ARP Endereço IP: usado para levar o pacote à rede destino Endereço físico (ou MAC): usado para levar o pacote até o cartão de interface de rede local (cartão de adaptador) da estação de destino na rede local Endereço MAC de 48 bits (paraa maioriadas redes); queimado na ROM do adaptador 5: Camada de Enlace 5a-17 5: Camada de Enlace 5a-18 Endereço físico (cont) Alocação de endereços MAC administrada pelo IEEE Um fabricante compra uma parte do espaço de endereços (para garantir unicidade) Analogia: (a) endereço MAC: como número do CPF (b) endereço IP: como endereço postal endereço MAC sem estrutura (flat)=> portabilidade endereço IP hierárquico NÃO é portátil (requer IP móvel) endereço MAC de difusão (broadcast): ARP: Address Resolution Protocol Cada nó IP (Estação, Roteador) na rede local possui módulo e Tabela ARP Tabela ARP (cache): mapeamento entre endereços IP/MAC para alguns nós na rede local < endereço IP; endereço MAC; TTL> <.. > TTL (Time To Live): temporizador, tipicamente alguns poucos minutos (<5) 5: Camada de Enlace 5a-19 5: Camada de Enlace 5a-20

6 ARP (cont) NóA querenviarpacoteparaendereçoip de destino XYZ na mesma rede local Nó de origem primeiro verifica se sua própria Tabela ARP contém o endereço IP XYZ Se XYZ não estiver na Tabela ARP, o módulo ARP difunde pacote ARP: < XYZ, MAC (?) > TODOS nós na rede local aceitam e inspecionam o pacote ARP Nó XYZ responde ao nó A com pacote ARP unicast (ponto a ponto) informando seu próprio endereço MAC : < XYZ, MAC (XYZ) > Endereço MAC de XYZ guardado na Tabela ARP 5: Camada de Enlace 5a-21 Roteando um pacote para outra rede local Por exemplo, rotear pacote do endereço IP de origem < > ao endereço de destino < > Na tabela de rotas na origem, encontra roteador Na tabela ARP na origem, tira endereço MAC E6-E BB-4B, etc 5: Camada de Enlace 5a-22 Ethernet Muitíssimo difundida porque: Muito barata! R$30 para 100Mbps! A mais antiga das tecnologias de rede local Mais simples e menos cara que redes usando ficha ou ATM Acompanhou o aumento de velocidade: 10, 100, 1000 Mbps Muitas tecnologias E-net (cabo, fibra, etc). Mas todas compartilham características comuns Estrutura de Quadro Ethernet Adaptador remetente encapsula datagrama IP (ou pacote de outro protocolo da camada de rede) num Quadro Ethernet que contém campos de Preâmbulo, Cabeçalho, Dados e CRC Preâmbulo: 7 bytes com o padrão seguidos por um byte com o padrão ; usado para sincronizar receptor ao relógio do remetente (relógios nunca são exatos, é muito provável que exista algum desvio entre eles) 5: Camada de Enlace 5a-23 5: Camada de Enlace 5a-24

7 Estrutura de Quadro Ethernet (cont) Cabeçalho contém Endereços de Destino e Origem e um campo Tipo Endereços: 6 bytes, o quadro é recebido por todos adaptadores numa rede local e descartado se não casar o endereço de destino com o do receptor Tipo: indica o protocolo da camada superior, usualmente IP, mas existe suporte para outros (tais como IPX da Novell e AppleTalk) CRC: verificado pelo receptor: se for detetado um erro, o quadro será descartado Codificação Manchester de Banda Básica Banda básica significa que não se usa modulação de portador; ao invés disto, bits são codificados usando codificação Manchester e transmitidos diretamente, modificando a voltagem de sinal de corrente contínuo Codificação Manchester garante que ocorra uma transição de voltagem a cada intervalo de bit, ajudando sincronização entre relógios do remetente e receptor 5: Camada de Enlace 5a-25 5: Camada de Enlace 5a-26 Tecnologias Ethernet: 10Base2 10=>10Mbps; 2=> comprimento máximo de segmento de menos de 200 metros; também chamada de Cheapernet Utiliza cabo coaxial fino (4mm) em topologia de barramento Repetidores são usados para interligar múltiplos segmentos (até 5 em qualquer caminho); um repetidor repete os bits escutados em uma interface para sua(s) outra(s) interface(s), ié, ele é apenas um dispositivo da camada física! 5: Camada de Enlace 5a-27 10BaseT e 100BaseT Taxas de transmissão de 10 e 100 Mbps; este último é chamado de fast ethernet T significa Par Trançado Usa concentrador ( hub ) ao qual os nós estão ligados por cabos individuais de 2 pares trançados, mostrando, portanto uma topologia em estrela Distância máxima do nó ao hub é de 100 metros Hub pode desligar da rede um adaptador falho ( jabbering ); 10Base2 não funcionaria se um adaptador não pára de transmitir no cabo Hub pode coletar informação e estatísticas de monitoramento para administradores da rede 100BaseT não usa codificação Manchester; usa 4B5B para maior eficiência 5: Camada de Enlace 5a-28

8 Gbit Ethernet Usa formato do quadro Ethernet padrão Admite enlaces ponto-a-ponto e canais de difusão compartilhados Em modo compartilhado, usa-se CSMA/CD; para ser eficiente, as distâncias entre os nós devem ser curtas (poucos metros) Os Hubs usados são chamados de Distribuidores com Buffers ( Buffered Distributors ) Full-Duplex em 1 Gbps para enlaces ponto-a-ponto ATM ATM (Asynchronous Transfer Mode) é a tecnologia de comutação e transporte da arquitetura RDSI-FL (Rede Digital de Serviços Integrados de Faixa Larga) Metas: acesso em alta velocidade para usuários comerciais e domésticos (155Mbps to 622 Mbps); suporte para serviços integrados (voz, dados, vídeo, imagem) Nota-se: o uso de enlaces ponto-a-ponto também foi estendido a 10Base-T e 100Base-T. 5: Camada de Enlace 5a-29 5: Camada de Enlace 5a-30 Circuitos Virtuais ATM Foco em capacidade para alocação de banda (diferente do melhor esforço do IP) Papel principal de ATM hoje: camada de enlace comutada paraip-sobre-atm Transporte ATM utiliza circuitos virtuais: células (53 bytes) são transportadas em CVs em IP sobre ATM: CVs permanentes (PVCs) entre roteadores IP problema de escalabilidade: N(N-1) CVs entre todos os pares de roteadores IP 5: Camada de Enlace 5a-31 Circuitos Virtuais ATM (cont) CVs comutados (SVCs) são usados para conexões de curta duração Prós da abordagem de CVs ATM: Consegue garantir desempenho (QoS - qualidade de serviço) a uma conexão mapeada a um CV (banda, retardo, jitter) Contras da abordagem de CVs ATM: Suporte ineficiente para tráfego de datagramas; solução usando PVCs (um PVC entre cada par de estações) não é escalável; SVC introduz latência excessiva em conexões de duração muito curta Alto custo de processamento de SVCs 5: Camada de Enlace 5a-32

9 Mapeamento de Endereços ATM Interface do roteador (ao enlace ATM) possui dois endereços: os endereços IP e ATM. Para poder rotear um pacote IP através da rede ATM, o nó IP precisa realizar os seguintes passos: (a) inspecionar sua tabela de rotas para encontrar o endereço do próximo roteador IP (b) depois, usando tabela ATM-ARP, encontrar endereço ATM do próximo roteador (c) passar pacote (com endereço ATM) à camada ATM Agora, assume o controle a camada ATM layer: (1) determina a interface e CV em que enviar o pacote (2) se inexiste CV (para aquele endereço ATM) cria-se um SVC 5: Camada de Enlace 5a-33 Camada Física de ATM Duas subcamadas Físicas: (a) Subcamada PMD (Physical Medium Dependent) (a.1) SONET/SDH: possui estrutura de quadros de transmissão (como um vasilhame carregando bits); sincronização a nível de bit; particionamento de banda (TDM); diversas taxas de transmissão: OC1 = Mbps; OC3 = Mbps; OC12 = Mbps (a.2) TI/T3 e E1/E3: possui estrutura de quadros de transmissão (antiga hierarquia de telefonia - PDH): 1.5 Mbps/ 45 Mbps e 2 Mbps/ 34 Mbps (a.3) sem estrutura: apenas células (em uso/ociosa) 5: Camada de Enlace 5a-34 Camada Física de ATM (cont) Segunda subcamada física (b) Subcamada TCS (Transmission Convergence Sublayer): ela adapta a subcamada PMD à camada de transporte ATM Funções da TCS: Geração do checksum do cabeçalho: CRC de 8 bits; ele protege cabeçalho de 4 bytes; permite corrigir erros de 1 bit. Delimitação da célula Com subcamada PMD sem estrutura, transmissão de células ociosas quando não há células de dados na fila para transmitir Camada ATM Camada ATM responsável para transportar células através da rede ATM Protocolo da camada ATM define formato do cabeçalho (5 bytes) da célula ATM; carga = 48 bytes; comprimento total da célula = 53 bytes 5: Camada de Enlace 5a-35 5: Camada de Enlace 5a-36

10 Camada ATM VCI (ID de canal virtual): traduzido a cada novo enlace; PT (tipo de carga): indica o tipo de carga (p.ex. célula de gerenciamento) bit CLP (Prioridade de Perda de Células): CLP = 1 significa que a célula é de prioridade baixa, e pode ser descartada se roteador estiver congestionado byte HEC (Checksum de Erros no Cabeçalho) Camada de Adaptação ATM (AAL) Camada de Adaptação ATM (AAL): adapta a camada ATM àscamadassuperiores(ip ouaplicaçõesnativasde ATM) AAL é presente apenas nos sistemas terminais, e não em comutadores A camada AAL tem seus próprios campos de cabeçalho/cauda, transportados em células ATM 5: Camada de Enlace 5a-37 5: Camada de Enlace 5a-38 Camada de Adaptação ATM (AAL) [cont] Versões diferentes da camada AAL, de acordo com o serviço a ser transportado por ATM: AAL1: para serviços CBR (Taxa de Bits Constante) tais como emulação de circuitos AAL2: para serviços VBR (Taxa de Bits Variável) tais como vídeo MPEG AAL3/4, AAL5: para dados (p.ex., datagramas IP) Camada de Adaptação ATM (AAL) [cont] Duas subcamadas na AAL para dados: CPCS: (Common Part) Convergence Sublayer: encapsula carga (p.ex. datagrama IP) numa CPCS-PDU, com cabeçalho e/ou cauda. SAR: Subcamada de Segmentação/Remontagem: segmenta/remonta a CPCS (às vezes, até 65K bytes) em segmentos ATM de 48 bytes AAL3/4: segmento ATM tem cabeçalho+cauda de 4 bytes => apenas 44 bytes/célula de carga CPCS-PDU 5: Camada de Enlace 5a-39 5: Camada de Enlace 5a-40

11 Viagem de um Datagrama numa rede IP-sobre-ATM Na estação de origem: (1) camada IP traduz o endereço IP para o endereço ATM (using ATM-ARP); depois, passa o datagrama para AAL5 (2) AAL5 encapsula datagrama e segmenta CPCS-PDU em células; depois, passa estas células para a camada ATM Na rede, a camada ATM move células de comutador em comutador, seguindo uma CV pré-estabelecido Na estação destino, AAL5 remonta células para recuperar CPCS-PDU original, contendo datagrama; se CRC bom, datagrama é entregue para o protocolo IP. 5: Camada de Enlace 5a-41

Redes de Computadores. Protocolos de Controle de Acesso ao Meio e Redes Locais Profa. Priscila Solís Barreto

Redes de Computadores. Protocolos de Controle de Acesso ao Meio e Redes Locais Profa. Priscila Solís Barreto Redes de Computadores Protocolos de Controle de Acesso ao Meio e Redes Locais Profa. Priscila Solís Barreto Camada de Enlace: Introdução Alguma terminologia: hosts e roteadores são nós canais de comunicação

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Camada de Enlace Slide 1 Camada de Enlace Fluxo real de PDUs Slide 2 Sumário dos Protocolos MAC Como se faz com um canal compartilhado? Particionamento de canal, no tempo, por freqüência

Leia mais

Aula 06 Redes Locais: Acessos Múltiplos e Ethernet. Prof. Dr. S. Motoyama

Aula 06 Redes Locais: Acessos Múltiplos e Ethernet. Prof. Dr. S. Motoyama Aula 06 Redes Locais: Acessos Múltiplos e Ethernet Prof. Dr. S. Motoyama Redes Locais (Local area networks, LANs) Início da década de 80 IBM s token ring vs. DIX (Digital, Intel, e Xerox) Ethernet IEEE

Leia mais

Redes de Computadores I ENLACE: PPP ATM

Redes de Computadores I ENLACE: PPP ATM Redes de Computadores I ENLACE: PPP ATM Enlace Ponto-a-Ponto Um emissor, um receptor, um enlace: Sem controle de acesso ao meio; Sem necessidade de uso de endereços MAC; X.25, dialup link, ISDN. Protocolos

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES Camada de Enlace. Alexandre Augusto Giron

REDES DE COMPUTADORES Camada de Enlace. Alexandre Augusto Giron REDES DE COMPUTADORES Camada de Enlace Alexandre Augusto Giron ROTEIRO Introdução Serviços Técnicas de Detecção e correção de Erros Protocolos de Acesso múltiplo Endereçamento Ethernet VLANs Relembrando

Leia mais

Redes de Computadores Aula 17

Redes de Computadores Aula 17 Redes de Computadores Aula 17 Aula passada Protocolos de acesso múltiplo Slotted Aloha, Desempenho Aloha Aula de hoje CSMA, CSMA/CD Endereçamento Mapeando endereços, ARP Ethernet Protocolos de Múltiplo

Leia mais

Roteamento e Comutação

Roteamento e Comutação Roteamento e Comutação A camada de enlace, cujo protocolo é utilizado para transportar um datagrama por um enlace individual, define o formato dos pacotes trocados entre os nós nas extremidades, bem como

Leia mais

A topologia em estrela é caracterizada por um determinado número de nós, conectados em uma controladora especializada em comunicações.

A topologia em estrela é caracterizada por um determinado número de nós, conectados em uma controladora especializada em comunicações. Topologia em estrela A topologia em estrela é caracterizada por um determinado número de nós, conectados em uma controladora especializada em comunicações. Como esta estação tem a responsabilidade de controlar

Leia mais

1 - Cite o nome dos principais campos de um quadro Ethernet, explicando qual a funcionalidade de cada campo.

1 - Cite o nome dos principais campos de um quadro Ethernet, explicando qual a funcionalidade de cada campo. 1 - Cite o nome dos principais campos de um quadro Ethernet, explicando qual a funcionalidade de cada campo. Endereço de Destino = Endereço MAC de destino Endereço de Origem = Endereço MAC de origem Campo

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Introdução Inst tituto de Info ormátic ca - UF FRGS Redes de Computadores Controle de acesso ao meio (Medium Access Control - MAC) Aula 10 Enlaces podem ser divididos em duas grandes categorias: Enlace

Leia mais

Fundamentos de Redes de Computadores. Camadas física e de enlace do modelo OSI Prof. Ricardo J. Pinheiro

Fundamentos de Redes de Computadores. Camadas física e de enlace do modelo OSI Prof. Ricardo J. Pinheiro Fundamentos de Redes de Computadores Camadas física e de enlace do modelo OSI Prof. Ricardo J. Pinheiro Resumo Camada física. Padrões. Equipamentos de rede. Camada de enlace. Serviços. Equipamentos de

Leia mais

Camada de Enlace de Dados - Apêndice. Prof. Leonardo Barreto Campos 1

Camada de Enlace de Dados - Apêndice. Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Camada de Enlace de Dados - Apêndice Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Endereço MAC; ARP Address Resolution Protocol; DHCP Dynamic Host Configuration Protocol; Ethernet Estrutura do quadro Ethernet;

Leia mais

Capítulo 2: Introdução às Redes de Computadores - A Camada de Enlace de Dados. Redes para Automação Industrial Luiz Affonso Guedes

Capítulo 2: Introdução às Redes de Computadores - A Camada de Enlace de Dados. Redes para Automação Industrial Luiz Affonso Guedes Capítulo 2: Introdução às Redes de Computadores - A Camada de Enlace de Dados Redes para Automação Industrial Luiz Affonso Guedes Introdução Como obter comunicação entre duas máquinas fisicamente conectadas?

Leia mais

1 Redes de comunicação de dados

1 Redes de comunicação de dados 1 Redes de comunicação de dados Nos anos 70 e 80 ocorreu uma fusão dos campos de ciência da computação e comunicação de dados. Isto produziu vários fatos relevantes: Não há diferenças fundamentais entre

Leia mais

O Nível de Enlace nas Redes Locais. Ethernet. Ethernet

O Nível de Enlace nas Redes Locais. Ethernet. Ethernet O Nível de Enlace nas Redes Locais Como já foi visto, o nível de enlace deve fornecer uma interface de serviço bem definida para o nível de rede. deve determinar como os bits do nível físico serão agrupados

Leia mais

Redes de Dados. Aula 1. Introdução. Eytan Mediano

Redes de Dados. Aula 1. Introdução. Eytan Mediano Redes de Dados Aula 1 Introdução Eytan Mediano 1 6.263: Redes de Dados Aspectos fundamentais do projeto de redes e análise: Arquitetura Camadas Projeto da Topologia Protocolos Pt - a Pt (Pt= Ponto) Acesso

Leia mais

Protocolo Ethernet e Dispositivos de Interconexão de LANs

Protocolo Ethernet e Dispositivos de Interconexão de LANs Protocolo Ethernet e Dispositivos de Interconexão de LANs Prof. Rafael Guimarães Redes de Alta Velocidade Tópico 4 - Aula 1 Tópico 4 - Aula 1 Rafael Guimarães 1 / 31 Sumário Sumário 1 Motivação 2 Objetivos

Leia mais

Centro Tecnológico de Eletroeletrônica César Rodrigues. Atividade Avaliativa

Centro Tecnológico de Eletroeletrônica César Rodrigues. Atividade Avaliativa 1ª Exercícios - REDES LAN/WAN INSTRUTOR: MODALIDADE: TÉCNICO APRENDIZAGEM DATA: Turma: VALOR (em pontos): NOTA: ALUNO (A): 1. Utilize 1 para assinalar os protocolos que são da CAMADA DE REDE e 2 para os

Leia mais

Capítulo5 A camada de enlace e redes locais

Capítulo5 A camada de enlace e redes locais Redes de computadores e a Internet Capítulo A camada de enlace e redes locais Pilha de protocolos da Internet M Aplicação Ht M Transporte Hr Ht M Rede Hr Ht M Enlace Mensagem Segmento Datagrama Quadro

Leia mais

Figura 1 - Comparação entre as camadas do Modelo OSI e doieee. A figura seguinte mostra o formato do frame 802.3:

Figura 1 - Comparação entre as camadas do Modelo OSI e doieee. A figura seguinte mostra o formato do frame 802.3: Introdução Os padrões para rede local foram desenvolvidos pelo comitê IEEE 802 e foram adotados por todas as organizações que trabalham com especificações para redes locais. Os padrões para os níveis físico

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores... 1 Mobilidade... 1 Hardware de Rede... 2 Redes Locais - LANs... 2 Redes metropolitanas - MANs... 3 Redes Geograficamente Distribuídas - WANs... 3 Inter-redes... 5 Software de Rede...

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores 3º Ano Sistemas de Informação 2008 Aula 05: Camada de Enlace e Redes Locais Prof. Msc. Ricardo Slavov ricardo.slavov@aes.edu.br Roteiro Pedagógico Introdução e serviços Detecção e

Leia mais

Subcamada de Acesso ao Meio (MAC) Considerações Gerais

Subcamada de Acesso ao Meio (MAC) Considerações Gerais Subcamada de Acesso ao Meio (MAC) Considerações Gerais Barramentos são compartilhados por todas as estações. Como definir o acesso ao meio? Discussão inicial Padrão IEEE 802 Alocação de canal estático

Leia mais

Redes de Computadores. Módulo III Camada de Enlace de Dados

Redes de Computadores. Módulo III Camada de Enlace de Dados Redes de Computadores Módulo III Camada de Enlace de Dados 1 Funções da camada de enlace de dados Introdução Fornecer uma interface de serviço bem definida à camada de rede Lidar com erros de transmissão

Leia mais

Subcamada de Controle de Acesso ao Meio. Bruno Silvério Costa

Subcamada de Controle de Acesso ao Meio. Bruno Silvério Costa Subcamada de Controle de Acesso ao Meio Bruno Silvério Costa 1. O Problema de Alocação do Canal Alocação estática de canais em LANs e MANs Alocação dinâmica de canais em LANs e MANs 1.1 Alocação dinâmica

Leia mais

RCO2. Redes Locais (LANs): Arquitetura IEEE 802

RCO2. Redes Locais (LANs): Arquitetura IEEE 802 RCO2 Redes Locais (LANs): 1 Conjunto de padrões no escopo das camadas de enlace e física 2 Exemplos de padrões partes da arquitetura IEEE 802: 3 Alguns padrões da família IEEE 802: 802.2 LLC 802.3 Equivalente

Leia mais

RCO2. LANs, MANs e WANs Visão geral

RCO2. LANs, MANs e WANs Visão geral RCO2 LANs, MANs e WANs Visão geral 1 LAN, MAN e WAN Classificação quanto a alcance, aplicação e tecnologias Distâncias: WAN: : distâncias arbitrariamente longas MAN: : distâncias médias (urbanas) LAN:

Leia mais

Redes de Computadores IEEE 802.3

Redes de Computadores IEEE 802.3 Redes de Computadores Ano 2002 Profª. Vívian Bastos Dias Aula 7 IEEE 802.3 Padrão Ethernet 10BASE5 É o padrão IEEE 802.3 original, taxa de transmissão de 10Mbps. Utiliza um tipo de cabo coaxial grosso

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Prof. Esp. Fabiano Taguchi http://fabianotaguchi.wordpress.com fabianotaguchi@gmail.com RESUMO 1 COMUTAÇÃO DE CIRCUITOS Reservados fim-a-fim; Recursos são dedicados; Estabelecimento

Leia mais

Capítulo 5 A camada de enlace e redes locais

Capítulo 5 A camada de enlace e redes locais Redes de computadores e a Internet Capítulo A camada de enlace e redes locais 200 by Pearson Education - 2 A camada de enlace.1 Introdução e serviços.2 Detecção e correção de erros.3 Protocolos de múltiplo

Leia mais

RCO2. Redes Locais (LANs): Características e requisitos

RCO2. Redes Locais (LANs): Características e requisitos RCO2 Redes Locais (LANs): Características e requisitos 1 Aplicações de LANs LANs para computadores pessoais Baixo custo Taxas de transmissão limitadas Redes de conexão Interconexão de sistemas maiores

Leia mais

Subcamada MAC. O Controle de Acesso ao Meio

Subcamada MAC. O Controle de Acesso ao Meio Subcamada MAC O Controle de Acesso ao Meio Métodos de Acesso ao Meio As implementações mais correntes de redes locais utilizam um meio de transmissão que é compartilhado por todos os nós. Quando um nó

Leia mais

Aula 4 - Protocolos de enlace

Aula 4 - Protocolos de enlace Aula 4 - Protocolos de enlace Professora Marcela Santos marcela@edu.estacio.br Faculdade Câmara Cascudo - Estácio de Sá 30 de março de 2010 Agenda 1 Protocolos de acesso ao meio Protocolos de acesso múltiplo

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Redes de Computadores Nível de Enlace Redes de Computadores 2 1 Modelo OSI O que os protocolos fazem? controle de erros: canais mais confiáveis - retransmissão reseqüenciamento: reordenar

Leia mais

Placa de Rede. Rede de Computadores. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. Placa de Rede

Placa de Rede. Rede de Computadores. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. Placa de Rede Rede de Computadores Prof. André Cardia Email: andre@andrecardia.pro.br MSN: andre.cardia@gmail.com Placa de Rede Uma placa de rede (NIC), ou adaptador de rede, oferece capacidades de comunicações nos

Leia mais

Estrutura de um Rede de Comunicações. Redes e Sistemas Distribuídos. Tarefas realizadas pelo sistema de comunicação. Redes de comunicação de dados

Estrutura de um Rede de Comunicações. Redes e Sistemas Distribuídos. Tarefas realizadas pelo sistema de comunicação. Redes de comunicação de dados Estrutura de um Rede de Comunicações Profa.. Cristina Moreira Nunes Tarefas realizadas pelo sistema de comunicação Utilização do sistema de transmissão Geração de sinal Sincronização Formatação das mensagens

Leia mais

Redes Locais de Computadores

Redes Locais de Computadores Redes Locais de Computadores Pós Graduação em Redes de Computadores e Telecomunicações Controle de Acesso Múltiplo Prof. Josafá de Jesus Silva A tecnologia Ethernet AlohaNet inicio da década de 1960 -

Leia mais

Técnicas de Múltiplo Acesso em Redes sem Fio, LANs, MANs

Técnicas de Múltiplo Acesso em Redes sem Fio, LANs, MANs Técnicas de Múltiplo Acesso em Redes sem Fio, LANs, MANs UERJ-FEN-DETEL Técnicas de Acesso Múltiplo na Comunicação sem Fio Vários esquemas de acesso múltiplo tem sido utilizados para permitir que vários

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Arquitetura IEEE 802 Inst tituto de Info ormátic ca - UF FRGS Redes de Computadores IEEE Standard 802 Aula 11 Por que dividir a camada de enlace em duas? Nível 2 ISO não específica controle de acesso ao

Leia mais

Infra-Estrutura de Comunicação Módulo 5. Paulo Gonçalves ETI-15

Infra-Estrutura de Comunicação Módulo 5. Paulo Gonçalves ETI-15 Infra-Estrutura de Comunicação Módulo 5 Paulo Gonçalves ETI-15 1 Módulo 5 Camada Enlace 2 A Camada Enlace Nossos objetivos: compreender os princípios por trás dos serviços da camada enlace: detecção e

Leia mais

prof.edney@superig.com.br Redes de Computadores

prof.edney@superig.com.br Redes de Computadores prof.edney@superig.com.br Redes de Computadores Apresentação do professor, da disciplina, dos métodos de avaliação, das datas de trabalhos e provas; introdução a redes de computadores; protocolo TCP /

Leia mais

Redes de Computadores 1

Redes de Computadores 1 Redes de Computadores 1 Prof. Miguel Elias Mitre Campista http://www.gta.ufrj.br/~miguel Parte IV Camada de Enlace: Protocolos de Comunicação Camada de Enlace Relembrando... Tipos diferentes de canais

Leia mais

Aulas 15 & 16. Redes Locais. Eytan Modiano MIT

Aulas 15 & 16. Redes Locais. Eytan Modiano MIT Aulas 15 & 16 Redes Locais Eytan Modiano MIT 1 Acesso Múltiplo com Monitoração de Portadora (Carrier Sense Multiple Access - CSMA) Em certas situações os nós podem ouvir uns aos outros escutando o canal.

Leia mais

Placa de Rede. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. MAN (Metropolitan Area Network) Rede Metropolitana

Placa de Rede. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. MAN (Metropolitan Area Network) Rede Metropolitana Rede de Computadores Parte 01 Prof. André Cardia Email: andre@andrecardia.pro.br MSN: andre.cardia@gmail.com Placa de Rede Uma placa de rede (NIC), ou adaptador de rede, oferece capacidades de comunicações

Leia mais

Ethernet. O Nível de Enlace nas Redes Locais. Ethernet. Ethernet. Ethernet. Ethernet

Ethernet. O Nível de Enlace nas Redes Locais. Ethernet. Ethernet. Ethernet. Ethernet O Nível de Enlace nas Redes Locais Como já foi visto, o nível de enlace deve fornecer uma interface de serviço bem definida para o nível de rede. deve determinar como os bits do nível físico serão agrupados

Leia mais

switches LAN (rede de comunicação local)

switches LAN (rede de comunicação local) O funcionamento básico de uma rede depende de: nós (computadores) um meio de conexão (com ou sem fios) equipamento de rede especializado, como roteadores ou hubs. Todas estas peças trabalham conjuntamente

Leia mais

Capítulo 5 Camada de Enlace

Capítulo 5 Camada de Enlace Redes de Computadores DCC/UFJF Capítulo 5 Camada de Enlace Material fortemente baseado nos slides do livro: Computer Networking: A Top-Down Approach Featuring the Internet. Os slides foram disponibilizados

Leia mais

Camada de Ligação. Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Departamento de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores

Camada de Ligação. Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Departamento de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Camada de Ligação Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Departamento de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Redes de Computadores Camada de ligação Introdução e serviços

Leia mais

Redes de Computadores Aula 2. Aleardo Manacero Jr.

Redes de Computadores Aula 2. Aleardo Manacero Jr. Redes de Computadores Aula 2 Aleardo Manacero Jr. O protocolo RM OSI 1 Camada Física e Componentes Funcionalidades relacionadas à transmissão de bits Codificação Modulação Sincronismo de bits Especificação

Leia mais

Capítulo 5: Camada de Enlace e Física

Capítulo 5: Camada de Enlace e Física INISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAPUS SÃO JOSÉ SANTA CATARINA Camada de Enlace e Física Prof. Tiago Semprebom

Leia mais

Redes de Computadores LFG TI Bruno Guilhen. www.brunoguilhen.com.br 1

Redes de Computadores LFG TI Bruno Guilhen. www.brunoguilhen.com.br 1 MODELO OSI/ISO 01(CESPE STF 2008 Q93) Na arquitetura do modelo OSI da ISO, protocolos de transporte podem ser não-orientados a conexão e localizam-se na terceira camada. As responsabilidades desses protocolos

Leia mais

Redes de Computadores I. Gabarito da Lista de Exercícios

Redes de Computadores I. Gabarito da Lista de Exercícios Redes de Computadores I Gabarito da Lista de Exercícios 1) Uma rede comutada por circuitos cobra R$ 0,50 por minuto de utilização, comporta até 1000 circuitos simultâneos com capacidade de 64 kbps (cada)

Leia mais

Redes Ethernet e Padrão IEEE 802.3

Redes Ethernet e Padrão IEEE 802.3 Redes Ethernet e Padrão IEEE 802.3 Robert Metcalf, Xerox, 1973 1 Barra 2 Barra-Estrela: HUBS 3 Hubs, Concentradores e Switches Hub ou Switch 4 Barra 5 Arquitetura OSI Aplicação Apresentação Sessão Transporte

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES. Tecnologias de LAN - Ethernet

REDES DE COMPUTADORES. Tecnologias de LAN - Ethernet REDES DE COMPUTADORES Tecnologias de LAN - Ethernet Agenda Tecnologias de LANs Porque Ethernet Origem Endereçamento Frame Ethernet Padrão Fast Ethernet Gigabit Ethernet Tecnologias para LANs Por que Ethernet?

Leia mais

Capítulo 5. Camada de enlace: enlaces, redes de acesso e redes locais

Capítulo 5. Camada de enlace: enlaces, redes de acesso e redes locais 1 Capítulo 5 Camada de enlace: enlaces, redes de acesso e redes locais 2 Redes de computadores I Prof.: Leandro Soares de Sousa E-mail: leandro.uff.puro@gmail.com Site: http://www.ic.uff.br/~lsousa Não

Leia mais

Arquitetura de Redes de Computadores - aula 3

Arquitetura de Redes de Computadores - aula 3 Arquitetura de Redes de Computadores - aula 3 Prof. Celso Rabelo Universidade Castelo Branco 1 Objetivo 2 Conceitos Tratamento de Colisão Histórico 3 Características Regras de Controle Tipos de Cabo e

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com - Aula Complementar - MODELO DE REFERÊNCIA OSI Este modelo se baseia em uma proposta desenvolvida pela ISO (International Standards Organization) como um primeiro passo em direção a padronização dos protocolos

Leia mais

Redes de Computadores Concursos de TI

Redes de Computadores Concursos de TI Redes de Computadores Concursos de TI CONCEITOS DE REDES PARTE 1 Prof. Bruno Guilhen Arquitetura e Protocolo de Redes www.concursosdeti.com.br E1 E9 Conceito de Protocolo E2 N1 R1 R3 R2 N5 R4 Como esses

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - Metro-Ethernet (Carrier Ethernet) www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - Ethernet na LAN www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique

Leia mais

Bateria REDES MPU Prof. Walter Cunha http://www.waltercunha.com/blog http://twitter.com/timasters http://br.groups.yahoo.com/group/timasters/

Bateria REDES MPU Prof. Walter Cunha http://www.waltercunha.com/blog http://twitter.com/timasters http://br.groups.yahoo.com/group/timasters/ Bateria REDES MPU Prof. Walter Cunha http://www.waltercunha.com/blog http://twitter.com/timasters http://br.groups.yahoo.com/group/timasters/ STJ 2008 Com relação a transmissão de dados, julgue os itens

Leia mais

Fernando Albuquerque - fernando@cic.unb.br REDES LAN - WAN. Fernando Albuquerque (061) 273-3589 fernando@cic.unb.br

Fernando Albuquerque - fernando@cic.unb.br REDES LAN - WAN. Fernando Albuquerque (061) 273-3589 fernando@cic.unb.br REDES LAN - WAN Fernando Albuquerque (061) 273-3589 fernando@cic.unb.br Tópicos Modelos Protocolos OSI e TCP/IP Tipos de redes Redes locais Redes grande abrangência Redes metropolitanas Componentes Repetidores

Leia mais

Redes e Serviços em Banda Larga

Redes e Serviços em Banda Larga Redes e Serviços em Banda Larga Redes Locais de Alta Velocidade Paulo Coelho 2002 /2003 1 Introdução Fast Ethernet Gigabit Ethernet ATM LANs 2 Características de algumas LANs de alta velocidade Fast Ethernet

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Conceitos Básicos Walter Fetter Lages w.fetter@ieee.org Universidade Federal do Rio Grande do Sul Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Elétrica Programa de Pós-Graduação

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ

UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ PROTOCOLO ATM Asynchronous Transfer Mode Elton Coelho A. Gonçalves - 201301730432 Henry R. X. de andrade - 201201538106 Marvin Thomaz do Nascimento - 201301507271 Rafael Albino

Leia mais

Fesp - Tópicos Avançados II - Ethernet

Fesp - Tópicos Avançados II - Ethernet ETHERNET. Fesp - Tópicos Avançados II - Ethernet 802.3 do IEEE - O padrão Ethernet. O Institut of Electrical and Eletronic Engineers (IEEE), hoje atualmente ITU, é uma organização que estabelece padrões

Leia mais

CCNA 1 Conceitos de Ethernet. Kraemer

CCNA 1 Conceitos de Ethernet. Kraemer CCNA 1 Conceitos de Ethernet Conceitos de Ethernet Introdução ao Ethernet Formato do quadro CSMA/CD Tipos de colisão Tipos de erro Autonegociação Introdução ao Ethernet É essencial ter um entendimento

Leia mais

Prof. Manuel A Rendón M

Prof. Manuel A Rendón M Prof. Manuel A Rendón M Tanenbaum Redes de Computadores Cap. 1 e 2 5ª. Edição Pearson Padronização de sistemas abertos à comunicação Modelo de Referência para Interconexão de Sistemas Abertos RM OSI Uma

Leia mais

REDES ETHERNET. Curso Profissional Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos. Redes de Comunicação 10º Ano

REDES ETHERNET. Curso Profissional Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos. Redes de Comunicação 10º Ano REDES ETHERNET Curso Profissional Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos Redes de Comunicação 10º Ano Nome: Marcelo Filipe Rocha Assunção 2013/2014 ÍNDICE Introdução... 2 Arquitetura

Leia mais

1 Lista de exercícios 01

1 Lista de exercícios 01 FRANCISCO TESIFOM MUNHOZ 2007 1 Lista de exercícios 01 1) No desenvolvimento e aperfeiçoamento realizado em redes de computadores, quais foram os fatores que conduziram a interconexão de sistemas abertos

Leia mais

Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br

Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br Sobre a arquitetura Ethernet Camadas da arquitetura Ethernet Topologias para redes Ethernet IFPB/Patos - Prof. Claudivan 2 É a arquitetura mais comum em redes locais

Leia mais

Equipamentos de Redes. Placas de Rede, Repetidores, Hubs, Pontes,, Switches, Roteadores, Gateways

Equipamentos de Redes. Placas de Rede, Repetidores, Hubs, Pontes,, Switches, Roteadores, Gateways Equipamentos de Redes Placas de Rede, Repetidores, Hubs, Pontes,, Switches, Roteadores, Gateways Placas de Rede Placas de Rede Preparação dos quadros para que possam ser enviados pelos cabos. A placa de

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - Aula Complementar - EQUIPAMENTOS DE REDE 1. Repetidor (Regenerador do sinal transmitido) É mais usado nas topologias estrela e barramento. Permite aumentar a extensão do cabo e atua na camada física

Leia mais

MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY SLOAN SCHOOL OF MANAGEMENT. Fatores Tecnológicos, Estratégicos e Organizacionais

MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY SLOAN SCHOOL OF MANAGEMENT. Fatores Tecnológicos, Estratégicos e Organizacionais MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY SLOAN SCHOOL OF MANAGEMENT 15.565 Integração de Sistemas de Informação: Fatores Tecnológicos, Estratégicos e Organizacionais 15.578 Sistemas de Informação Global:

Leia mais

Protocolos de Redes Revisão para AV I

Protocolos de Redes Revisão para AV I Protocolos de Redes Revisão para AV I 01 Aula Fundamentos de Protocolos Conceituar protocolo de rede; Objetivos Compreender a necessidade de um protocolo de rede em uma arquitetura de transmissão entre

Leia mais

O que é uma rede industrial? Redes Industriais: Princípios de Funcionamento. Padrões. Padrões. Meios físicos de transmissão

O que é uma rede industrial? Redes Industriais: Princípios de Funcionamento. Padrões. Padrões. Meios físicos de transmissão O que é uma rede industrial? Redes Industriais: Princípios de Funcionamento Romeu Reginato Julho de 2007 Rede. Estrutura de comunicação digital que permite a troca de informações entre diferentes componentes/equipamentos

Leia mais

Prof. Wilton O. Ferreira Universidade Federal Rural de Pernambuco UFRPE 1º Semestre / 2012

Prof. Wilton O. Ferreira Universidade Federal Rural de Pernambuco UFRPE 1º Semestre / 2012 Prof. Wilton O. Ferreira Universidade Federal Rural de Pernambuco UFRPE 1º Semestre / 2012 As redes de computadores possibilitam que indivíduos possam trabalhar em equipes, compartilhando informações,

Leia mais

A Rede Token Ring. O Funcionamento do MAC Token Ring. Passagem de token

A Rede Token Ring. O Funcionamento do MAC Token Ring. Passagem de token A Rede Token Ring Visão geral de Token Ring e de suas variantes A IBM desenvolveu a primeira rede Token Ring nos anos 70. Ela ainda é a principal tecnologia LAN da IBM e apenas perde para a Ethernet (IEEE

Leia mais

Subcamada de Controle de Acesso ao Meio. Prof. Leonardo Barreto Campos 1

Subcamada de Controle de Acesso ao Meio. Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Subcamada de Controle de Acesso ao Meio Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Introdução; Protocolos de Acesso Múltiplo: ALOHA puro Slotted ALOHA CSMA persistente CSMA não-persistente CSMA p-persistente

Leia mais

Equipamentos de Rede. Prof. Sérgio Furgeri 1

Equipamentos de Rede. Prof. Sérgio Furgeri 1 Equipamentos de Rede Repetidor (Regenerador do sinal transmitido)* Mais usados nas topologias estrela e barramento Permite aumentar a extensão do cabo Atua na camada física da rede (modelo OSI) Não desempenha

Leia mais

REDE EM BARRENTO UTILIZANDO O MÉTODO DE ACESSO CSMA-CD ETHERNET

REDE EM BARRENTO UTILIZANDO O MÉTODO DE ACESSO CSMA-CD ETHERNET REDE EM BARRENTO UTILIZANDO O MÉTODO DE ACESSO CSMA-CD ETHERNET HISTÓRICO 1973, XEROX INICIALIZOU O DESENVOLVIMENTO DE UM REDE LOCAL DE TOPOLOGIA DE BARRAMENTO NO XEROX PALO ALTO RESEARCH CENTER (PARC);

Leia mais

Aula 03 Regras de Segmentação e Switches

Aula 03 Regras de Segmentação e Switches Disciplina: Dispositivos de Rede II Professor: Jéferson Mendonça de Limas 4º Semestre Aula 03 Regras de Segmentação e Switches 2014/1 19/08/14 1 2de 38 Domínio de Colisão Os domínios de colisão são os

Leia mais

Elemento central da rede par trançado Camada física do modelo OSI Cascateamento de hubs

Elemento central da rede par trançado Camada física do modelo OSI Cascateamento de hubs Elemento central da rede par trançado Camada física do modelo OSI Cascateamento de hubs Porta UTP Regra 5-4-3 (em desuso) Porta UTP específica Hubs são enxergados como um único equipamento (geralmente

Leia mais

Aula 6 Modelo de Divisão em Camadas TCP/IP

Aula 6 Modelo de Divisão em Camadas TCP/IP Aula 6 Modelo de Divisão em Camadas TCP/IP Camada Conceitual APLICATIVO TRANSPORTE INTER-REDE INTERFACE DE REDE FÍSICA Unidade de Dados do Protocolo - PDU Mensagem Segmento Datagrama /Pacote Quadro 01010101010100000011110

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Disciplina: Redes I Fundamentos - 1º Período Professor: José Maurício S. Pinheiro Material de Apoio II PADRÃO ETHERNET

Leia mais

Redes de Computadores IEEE 802.3

Redes de Computadores IEEE 802.3 Redes de Computadores Ano 2002 Profª. Vívian Bastos Dias Aula 8 IEEE 802.3 Ethernet Half-Duplex e Full-Duplex Full-duplex é um modo de operação opcional, permitindo a comunicação nos dois sentidos simultaneamente

Leia mais

UNIDADE II. Fonte: SGC Estácio e João Bosco M. Sobral

UNIDADE II. Fonte: SGC Estácio e João Bosco M. Sobral UNIDADE II Aula 8 Redes ATM Fonte: SGC Estácio e João Bosco M. Sobral A RDSI-FE (Rede Digital de Serviços Faixa Estreita) apareceu como uma evolução das tradicionais redes telefônicas, para redes de tecnologia

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Introdução Instituto de Informátic ca - UFRGS Redes de Computadores Circuitos virtuais, frame relay,tm e MPLS (redes WN) ula 4! Comunicação entre dois dispositivos exige um meio Enlaces ponto-a-ponto ou

Leia mais

SSC0748 - Redes Móveis

SSC0748 - Redes Móveis - Redes Móveis Introdução Redes sem fio e redes móveis Prof. Jó Ueyama Agosto/2012 1 Capítulo 6 - Resumo 6.1 Introdução Redes Sem fo 6.2 Enlaces sem fo, características 6.3 IEEE 802.11 LANs sem fo ( wi-f

Leia mais

Mobilidade em Redes 802.11

Mobilidade em Redes 802.11 Mobilidade em Redes 802.11 Prof. Rafael Guimarães Redes sem Fio Aula 14 Aula 14 Rafael Guimarães 1 / 37 Sumário Sumário 1 Motivação e Objetivos 2 O protocolo MAC 802.11 3 Quadro 802.11 4 802.11: Mobilidade

Leia mais

Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Emissor: Receptor: Meio de transmissão Sinal:

Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Emissor: Receptor: Meio de transmissão Sinal: Redes - Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Comunicação sempre foi, desde o início dos tempos, uma necessidade humana buscando aproximar comunidades distantes.

Leia mais

Padrão Ethernet. Características Gerais

Padrão Ethernet. Características Gerais O padrão ethernet surgiu em 1972 nos laboratórios da Xerox, com o pesquisador Robert Metcalfe. Inicialmente utilizava uma rede onde todas as estações(lans) compartilhavam do mesmo meio de transmissão,

Leia mais

Camada de Enlace de Dados

Camada de Enlace de Dados Camada de Enlace de Dados Prof Nelson Fonseca http//:www.ic.unicamp.br/~nfonseca/redes/inf502 Chapter 5 Link Layer and LANs A note on the use of these ppt slides: We re making these slides freely available

Leia mais

Exercícios de Redes de Computadores Assuntos abordados: Conceitos gerais Topologias Modelo de referência OSI Modelo TCP/IP Cabeamento 1.

Exercícios de Redes de Computadores Assuntos abordados: Conceitos gerais Topologias Modelo de referência OSI Modelo TCP/IP Cabeamento 1. Exercícios de Redes de Computadores Assuntos abordados: Conceitos gerais Topologias Modelo de referência OSI Modelo TCP/IP Cabeamento 1. (CODATA 2013) Em relação à classificação da forma de utilização

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Professor: Rodrigo Caetano Filgueira Tecnologias WAN TECNOLOGIAS WAN Quando uma empresa cresce e passa a ter instalações em várias localidades, é necessário interconectar as redes

Leia mais

Redes de Computadores Camada de Acesso ao Meio. Prof. MSc. Hugo Souza

Redes de Computadores Camada de Acesso ao Meio. Prof. MSc. Hugo Souza Redes de Computadores Camada de Acesso ao Meio Prof. MSc. Hugo Souza É a camada que intervém prover o acesso lógico e físico para os dispositivos que compõem a malha da rede de acesso em um nível de enlaces

Leia mais

Fundamentos de Redes de Computadores. Elementos de Redes Locais

Fundamentos de Redes de Computadores. Elementos de Redes Locais Fundamentos de Redes de Computadores Elementos de Redes Locais Contexto Implementação física de uma rede de computadores é feita com o auxílio de equipamentos de interconexão (repetidores, hubs, pontos

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Prof o : Marcelo Mendes. Padrões IEEE Termos importantes a saber: PACOTE Pacote é a estrutura de dados unitária de transmissão em uma rede de computadores. A informação a transmitir

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES II. Ricardo José Cabeça de Souza www.ricardojcsouza.com.br

REDES DE COMPUTADORES II. Ricardo José Cabeça de Souza www.ricardojcsouza.com.br REDES DE COMPUTADORES II Ricardo José Cabeça de Souza www.ricardojcsouza.com.br REDE PÚBLICA x REDE PRIVADA Rede Pública Circuitos compartilhados Rede Privada Circuitos dedicados Interligação entre Dispositivos

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Capítulo 5.6 e 5.7 Interconexões e PPP Prof. Jó Ueyama Maio/2011 SSC0641-2011 1 Elementos de Interconexão SSC0641-2011 2 Interconexão com Hubs Dispositivo de camada física. Backbone:

Leia mais

Redes de Alta Velocidade

Redes de Alta Velocidade Redes de Alta Velocidade IEEE 802.3z e IEEE 802.3ab Gigabit Ethernet Redes de Alta Velocidade IEEE 802.3z e IEEE 802.3ab Gigabit Ethernet Parte I IEEE 802.3 Ethernet Parte II IEEE 802.3u Fast Ethernet

Leia mais