RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2012

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1 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO MDA SECRETARIA DE REORDENAMENTO AGRÁRIO SRA PROGRAMA NACIONAL DE CRÉDITO FUNDIÁRIO - PNCF RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2012 PRESTAÇÃO DE CONTAS ORDINÁRIAS ANUAL BRASÍLIA/2013

2 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO MDA SECRETARIA DE REORDENAMENTO AGRÁRIO SRA PROGRAMA NACIONAL DE CRÉDITO FUNDIÁRIO - PNCF RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2012 PRESTAÇÃO DE CONTAS ORDINÁRIAS ANUAL Relatório de Gestão do de 2012 apresentado aos órgãos de controle interno e externo como prestação de contas anual a que esta Unidade está obrigada nos termos do art. 70 da Constituição Federal, elaborado de acordo com as disposições da IN TCU nº 63/2010, da DN TCU nº 119/2012, da Portaria TCU nº 150/2012 e das orientações do órgão de controle interno. Unidade consolidada: Secretaria de Reordenamento Agrário: Programa Cadastro de Terras e Regularização Fundiária no Brasil, Programa Nacional de Crédito Fundiário e Programa Arcas das Letras. BRASÍLIA, 2013

3 ÍNDICE INTRODUÇÃO IDENTIFICAÇÃO E ATRIBUTOS DAS UNIDADES CUJAS GESTÕES COMPOEM O RELATÓRIO FINALIDADE E COMPETÊNCIAS INSTITUCIONAIS DA UNIDADE ORGANOGRAMA FUNCIONAL MACROPROCESSOS FINALISTICOS MACROPROCESSOS DE APOIO PRINCIPAIS PARCEIROS PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO, PLANO DE METAS E DE AÇÕES PLANEJAMENTO DAS AÇÕES DA UNIDADE JURISDICIONADA ESTRATÉGIAS DE ATUAÇÃO FRENTE AOS OBJETIVOS ESTRATÉGICOS EXECUÇÃO DO PLANO DE METAS OU DE AÇÕES INDICADORES ESTRUTURA DE GOVERNANÇA E DE AUTOCONTROLE DA GESTÃO ESTRUTURA DE GOVERNANÇA AVALIAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DOS CONTROLES INTERNOS SISTEMA DE CORREIÇÃO CUMPRIMENTO PELA INSTANCIA DE CORREIÇÃO DA PORTARIA Nº 1.043/2007 DA CGU PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO DA DESPESA ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA INFORMAÇÕES SOBRE PROGRAMAS DO PPA DE RESPONSABILIDADE DA UJ INFORMAÇÕES SOBRE A EXECUÇÃO ORÇAMENTARIA E FINANCEIRA DA DESPESA RECONHECIMENTO DE PASSIVOS RECONHECIMENTO DE PASSIVOS POR INSUFICIÊNCIA DE CRÉDITOS OU RECURSOS PAGAMENTOS E CANCELAMENTOS DE RESTOS A PAGAR E EXERCÍCIOS ANTERIORES TRANSFERÊNCIAS DE RECURSOS GESTÃO DE PESSOAS, TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA E CUSTOS RELACIONADOS COMPOSIÇÃO DO QUADRO DE SERVIDORES ATIVOS INDICADORES GERENCIAIS SOBRE RECURSOS HUMANOS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS AVALIAÇÃO SOBRE O ANDAMENTO DOS PROJETOS E PROGRAMAS FINANCIADOS COM RECURSOS EXTERNOS DEMONSTRAR A CONCILIAÇÃO E EVENTUAIS AJUSTES DOS VALORES DO GRUPO PATRIMÔNIO LIQUIDO RELATIVO AO PNCF, CONSTANTES NOS BALANCETES PATRIMONIAIS ELABORADOS PELO BNDES E O BALANÇO PATRIMONIAL DO SIAFI DECLARAÇÃO DO CONTADOR ATESTANDO A CONFORMIDADE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DELIBERAÇÕES DO TCU ATENDIDAS NO FINAL DO EXERCÍCIO DELIBERAÇÕES DO TCU E DO OCI PENDENTES NO FINAL DO EXERCÍCIO RECOMENDAÇÕES DA OCI PENDENTES DE ATENDIMENTO AO FINAL DO EXERCÍCIO RECOMENDAÇÕES DO OCI ATENDIDAS NO EXERCÍCIO

4 13.1 RELATÓRIO DE CUMPRIMENTO DAS RECOMENDAÇÕES DO OCI SITUAÇÃO DO CUMPRIMENTO DAS OBRIGAÇÕES IMPOSTAS PELA LEI 8.730/ DECLARAÇÃO DE ATUALIZAÇÃO DE DADOS SIASG E SICONV INFORMAÇÕES SOBRE CONTRATAÇÕES DE CONSULTORES NA MODALIDADE PRODUTO NO ÂMBITO DE PCT.. 84 ANEXO¹ ANEXO ²

5 LISTA DE QUADROS E GRÁFICOS QUADRO I - IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE JURISDICIONADA CONSOLIDADO E AGREGADO GRÁFICO I - IMÓVEIS CADASTRADOS POR UF E ANO GRÁFICO II - IMÓVEIS TITULADOS POR UF E ANO GRÁFICO III IMÓVEIS GEORREFERENCIADOS POR UF E ANO GRÁFICO V - LIVROS DISTRIBUÍDOS POR UF E ANO GRÁFICO VI - FAMÍLIAS ATENDIDAS POR UF E ANO GRÁFICO VII - PARTICIPAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES NO PNCF - CONTRATAÇÕES GRÁFICO VIII - PROPOSTAS CONTRATADAS X TEMPO DE CONTRATAÇÃO GRÁFICO IX - PROPOSTAS CONTRATADAS X TEMPO DE CONTRATAÇÃO 2012 ENTIDADE DE ORIGEM GRÁFICO IX FAMÍLIAS CONTRATADAS POR MÊS QUADRO II AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS DA UJ SRA/PNCF QUADRO III PROGRAMA DE GOVERNO CONSTANTE DO PPA TEMÁTICO QUADRO IV OBJETIVOS DE PROGRAMA TEMÁTICO DE RESPONSABILIDADE DA UJ QUADRO V AÇÕES VINCULADAS A PROGRAMA TEMÁTICO DE RESPONSABILIDADE DA UJ QUADRO VI PROGRAMA DE GOVERNO CONSTANTE DO PPA DE GESTÃO E MANUTENÇÃO QUADRO VII - IDENTIFICAÇÃO DAS UNIDADES ORÇAMENTÁRIAS QUADRO VIII - PROGRAMAÇÃO DE DESPESAS CORRENTES QUADRO IX - PROGRAMAÇÃO DE DESPESAS CAPITAL QUADRO X - QUADRO RESUMO DA PROGRAMAÇÃO DE DESPESAS E DA RESERVA DE CONTINGÊNCIA QUADRO XI MOVIMENTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA POR GRUPO DE DESPESA QUADRO XII - DESPESAS CORRENTES POR GRUPO E ELEMENTO DE DESPESA - CRÉDITOS ORIGINÁRIOS QUADRO XIII - SITUAÇÃO DOS RESTOS A PAGAR DE EXERCÍCIOS ANTERIORES QUADRO XIV CARACTERIZAÇÃO DOS INSTRUMENTOS DE TRANSFERÊNCIAS VIGENTES NO EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA QUADRO XV CARACTERIZAÇÃO DOS INSTRUMENTOS DE TRANSFERÊNCIAS VIGENTES NO EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA QUADRO XVI RESUMO DOS INSTRUMENTOS CELEBRADOS PELA UJ NOS TRÊS ÚLTIMOS EXERCÍCIOS QUADRO XVII RESUMO DOS INSTRUMENTOS CELEBRADOS PELA UJ NOS TRÊS ÚLTIMOS EXERCÍCIOS QUADRO XVIII RESUMO DOS INSTRUMENTOS DE TRANSFERÊNCIA QUE VIGERÃO EM 2013 E EXERCÍCIOS SEGUINTES QUADRO XIX RESUMO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS SOBRE TRANSFERÊNCIAS CONCEDIDAS PELA UJ NA MODALIDADE DE CONVÊNIO, TERMO DE COOPERAÇÃO E DE CONTRATOS DE REPASSE QUADRO XX - VISÃO GERAL DA ANÁLISE DAS PRESTAÇÕES DE CONTAS DE CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE. 44 QUADRO XXI CARACTERIZAÇÃO DOS INSTRUMENTOS DE TRANSFERÊNCIAS VIGENTES NO EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA QUADRO XXII - RESUMO DOS INSTRUMENTOS CELEBRADOS PELA UJ NOS TRÊS ÚLTIMOS EXERCÍCIOS QUADRO XXIII RESUMO DOS INSTRUMENTOS DE TRANSFERÊNCIA QUE VIGERÃO EM 2013 E EXERCÍCIOS SEGUINTES

6 QUADRO XXIV RESUMO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS SOBRE TRANSFERÊNCIAS CONCEDIDAS PELA UJ NA MODALIDADE DE CONVÊNIO, TERMO DE COOPERAÇÃO E DE CONTRATOS DE REPASSE QUADRO XXV - VISÃO GERAL DA ANÁLISE DAS PRESTAÇÕES DE CONTAS DE CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE49 QUADRO XXVI FORÇA DE TRABALHO DA SRA SITUAÇÃO APURADA EM 31/ QUADRO XXVII DETALHAMENTO ESTRUTURA DE CARGOS EM COMISSÃO E FUNÇÕES GRATIFICADAS DA SRA (SITUAÇÃO EM 31 DE DEZEMBRO) QUADRO XXVIII QUANTIDADE DE SERVIDORES SRA POR FAIXA ETÁRIA - SITUAÇÃO APURADA EM 31/ QUADRO XXVIX QUANTIDADE DE SERVIDORES DA SRA POR NÍVEL DE ESCOLARIDADE - SITUAÇÃO APURADA EM 31/ QUADRO XXX CUSTOS DE PESSOAL NO EXERCÍCIO DE REFERENCIA E NOS DOIS ANTERIORES QUADRO XXXI ATOS SUJEITOS AO REGISTRO DO TCU (ART. 3º DA IN TCU 55/2007) QUADRO XXXII ATOS SUJEITOS À COMUNICAÇÃO AO TCU (ART. 3º DA IN TCU 55/2007) QUADRO XXXIII REGULARIDADE DO CADASTRO DOS ATOS NO SISAC QUADRO XXXIII - COMPOSIÇÃO DO QUADRO DE ESTAGIÁRIOS SRA QUADRO XXXIV DECLARAÇÃO DO CONTADOR QUADRO XXXV - DECLARAÇÃO DE QUE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO EXERCÍCIO REFLETEM CORRETAMENTE A SITUAÇÃO ORÇAMENTÁRIA, FINANCEIRA E PATRIMONIAL DA UNIDADE JURISDICIONADA QUADRO XXXVIII - CUMPRIMENTO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU PENDENTES AO FINAL DO EXERCÍCIO QUADRO XXXIX - CUMPRIMENTO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU PENDENTES AO FINAL DO EXERCÍCIO QUADRO XL CUMPRIMENTO DAS RECOMENDAÇÕES DO OCI QUADRO XLI DEMONSTRATIVO DO CUMPRIMENTO, POR AUTORIDADES E SERVIDORES DA UJ, DA OBRIGAÇÃO DE ENTREGAR A DBR QUADRO XLII DECLARAÇÃO DE INSERÇÃO E ATUALIZAÇÃO DE DADOS NO SIASG E SICONV QUADRO XLIII CONSULTORES CONTRATADOS NA MODALIDADE PRODUTO NO ÂMBITO DOS PROJETOS DE COOPERAÇÃO TÉCNICA COM ORGANISMOS INTERNACIONAIS GRÁFICOS GRÁFICO I - IMÓVEIS CADASTRADOS POR UF E ANO GRÁFICO II - IMÓVEIS TITULADOS POR UF E ANO GRÁFICO III IMÓVEIS GEORREFERENCIADOS POR UF E ANO GRÁFICO V - LIVROS DISTRIBUÍDOS POR UF E ANO GRÁFICO VI - FAMÍLIAS ATENDIDAS POR UF E ANO GRÁFICO VII - PARTICIPAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES NO PNCF - CONTRATAÇÕES GRÁFICO VIII - PROPOSTAS CONTRATADAS X TEMPO DE CONTRATAÇÃO GRÁFICO IX - PROPOSTAS CONTRATADAS X TEMPO DE CONTRATAÇÃO 2012 ENTIDADE DE ORIGEM GRÁFICO IX FAMÍLIAS CONTRATADAS POR MÊS

7 LISTA DE ABREVIAÇÕES E SIGLAS BID Banco Interamericano de Desenvolvimento CGRA Coordenação-Geral de Reordenamento Agrário CNIR Cadastro Nacional de Imóveis Rurais DN Decisão Normativa IN Instrução Normativa INCRA Instituto Nacional de colonização e Reforma Agrária LOA Lei Orçamentária Anual LPI Licitação Pública Internacional MDA Ministério do Desenvolvimento Agrário OCI Órgão de Controle Interno OET Órgão Estadual de Terras PLOA Projeto de Lei Orçamentária Anual PNRA Plano Nacional de Reforma Agrária PPA Plano Plurianual RP Restos a Pagar SGT Sistema de Gestão Territorial SIAFI Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal SIASG - Sistema de Administração de Serviços Gerais SICONV - Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse SIGPLAN Sistema de Informações Gerenciais e de Planejamento SIORG Sistema de Informações Organizacionais do Governo Federal SPOA - Subsecretaria de Orçamento, Planejamento e Administração SRA Secretaria de Reordenamento Agrário TCU Tribunal de Contas da União UG Unidade Gestora UJ Unidade Jurisdicionada UO Unidade Orçamentária 7

8 INTRODUÇÃO O presente Relatório de Gestão tem como objetivo atender à DN TCU Nº 119, de 18 de janeiro de 2012, que dispõe acerca das unidades jurisdicionadas cujos responsáveis devem apresentar relatório de gestão referente ao de 2012, dentre as quais consta a Secretaria de Reordenamento Agrário - SRA e o Programa Nacional de Crédito Fundiário - PNCF do Ministério do Desenvolvimento Agrário - MDA. O relatório segue as orientações constantes da Portaria TCU Nº 150, de 03 de julho de 2012, que dispõe sobre o preenchimento dos conteúdos dos relatórios de gestão. O Relatório de Gestão da SRA e PNCF, classificados como Consolidado/Agregado pelo Art. 5º da IN TCU nº 63/201, está estruturado em 14 itens: O Item 1 traz a identificação e atribuição das unidades cujas gestões compõem este relatório, assim como as finalidade e competências institucionais. O Item 2 apresenta o planejamento e estratégia de atuação da UJ frente às responsabilidades institucionais, trazendo um histórico das principais conquistas alcançadas nos últimos anos pelas ações empreendidas pela Secretaria de Reordenamento Agrário. Em seus subitens são evidenciados os resultados alcançados pelos Programas da SRA, apresentando os demonstrativo da execução física e os fatores positivos e negativos que impactaram a gestão destas ações ao longo do de Além disso, são apresentados os conteúdos de desempenho orçamentário e financeiro, referentes à programação e execução orçamentária das despesas, bem como os indicadores institucionais da UJ. No item 3 estão contidas as informações sobre a estrutura das governança e de autocontrole da gestão, e ainda a avaliação do funcionamento dos Controles Internos. No item 4 trata-se da programação e execução de despesa orçamentária e financeira. No Item 5 estão as informações sobre reconhecimento de passivos O Item 6 trata-se da questão de composição de Recursos Humanos, prestadas pela Coordenação-Geral de Recursos Humanos do MDA. O Item 7 trata-se das informações contábeis. O Item 8 constam a avaliação sobre o andamento dos projetos e programas financiados com recursos externos. os Instrumentos de Transferências vigentes no de 2011, relativos a UJ. Já no Item 9 demonstramos a conciliação e eventuais ajustes dos valores do grupo Patrimônio Liquido relativo ao PNCF, constantes nos Balancetes Patrimoniais elaborados pelo BNDES e o Balanço Patrimonial do SIAFI. No item 10 está a declaração do contador atestando a conformidade das demonstrações contábeis. No item 12 apresentamos as Deliberações do TCU atendidas no Exercício. No item 13 apresentamos as Deliberações da OCI atendidas e as pendentes no Exercício. O item 14 está a situação do cumprimento das obrigações impostas pela Lei 8.730/93. No item 15 estão as declarações de atualização de dados do SIASG e SICONV, e No item 16 apresentamos as Contratações de Consultores na Modalidade Produto. 8

9 Alguns dos conteúdos estabelecidos na DN TCU nº 119, que deveriam ser apresentados por órgãos da administração direta do poder executivo não se aplicam a esta Unidade Jurisdicionada. É o caso do Reconhecimento de Passivos por Insuficiência de Créditos, Gestão de Bens Imóveis de Uso Especial e Cartão de Pagamento e renúncias tributárias sob gestão da UJ. Outros itens que não constam neste relatório são os relacionados à Adoção de Critérios de Sustentabilidade Ambiental na Aquisição de Bens e Gestão de Tecnologia de Informação (TI), que foram elaboradas para todo o Ministério do Desenvolvimento Agrário pela Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração, visando compor o Relatório de Gestão da Secretaria Executiva do MDA. 9

10 1.1. IDENTIFICAÇÃO E ATRIBUTOS DAS UNIDADES CUJAS GESTÕES COMPOEM O RELATÓRIO Quadro I - Identificação da Unidade Jurisdicionada Consolidado e Agregado Poder: Executivo Poder e Órgão de Vinculação Órgão de Vinculação ou Supervisão: Ministério do Desenvolvimento Agrário SIORG: Identificação da Unidade Jurisdicionada Consolidadora e Agregadora Denominação Completa: Secretaria de Reordenamento Agrário Denominação Abreviada: SRA SIORG: na LOA: Não se aplica SIAFI: Não se aplica Natureza Jurídica: Orgão Publico CNPJ: Não se aplica Principal Atividade: Administraçao Publica em geral CNAE: /00 Telefones/Fax de Contato: (61) (61) (61) Endereço Eletrônico: Página na Internet: Endereço Postal: Setor Bancário Norte (SBN), Quadra 1 Ed. Palácio do Desenvolvimento 10º Andar Brasília/ DF CEP Identificação das Unidades Jurisdicionadas Consolidadas Nome SIAFI Situação SIORG Secretaria de Reordenamento Agrário UG ativa Cadastro de Terra e regularização fundiária no Brasil UG ativa Identificação das Unidades Jurisdicionadas Agregadas Número de Ordem: 1 Denominação Completa: Programa Nacional de Crédito Fundiário Denominação Abreviada: PNCF SIORG: Não se aplica na LOA: 1116 SIAFI:1116 Situação: ativa Natureza Jurídica: Não se aplica CNPJ: Não se aplica Principal Atividade: Administraçao Publica em geral CNAE: /00 Telefones/Fax de Contato: (61) (61) (61) Página na Internet: Endereço Postal: Setor Bancário Norte (SBN), Quadra 1 Ed. Palácio do Desenvolvimento 10º Andar Brasília/ DF CEP Normas Relacionadas às Unidades Jurisdicionadas Agregadora e Consolidadora, Agregadas e Consolidadas Normas de criação e alteração das Unidades Jurisdicionadas Decreto nº de 04/08/2010. Outras normas infra legais relacionadas à gestão e estrutura das Unidades Jurisdicionadas Decreto nº de 04/08/2010, Lei Complementar nº 93 de 04/02/1998, Decreto 4.892, de 25 de novembro 2003, Decreto nº de 02/12/2008, Regulamento operativo do Fundo de Terras e da Reforma Agrária. Manuais e publicações relacionadas às atividades das Unidades Jurisdicionadas Manuais de Operações do Programa de Credito Fundiário. 10

11 Unidades Gestoras e Gestões Relacionadas às Unidades Jurisdicionadas Agregadora e Consolidadora, Agregadas e Consolidadas SIAFI UG UG UG UG SIAFI Gestão Unidades Gestoras Relacionadas às Unidades Jurisdicionadas Nome Secretaria de Reordenamento Agrário Crédito Fundiário Projeto de Combate à Pobreza Rural CEF/MDA-SRA Gestões relacionadas às Unidades Jurisdicionadas Nome Tesouro Nacional Relacionamento entre Unidades Gestoras e Gestões SIAFI da Unidade Gestora SIAFI da Gestão UG Gestão UG Gestão UG Gestão UG Gestão FINALIDADE E COMPETÊNCIAS INSTITUCIONAIS DA UNIDADE Segundo o Decreto nº 7.255, de 04 de agosto de 2010, a Secretaria de Reordenamento Agrário do Ministério do Desenvolvimento Agrário SRA/MDA tem como responsabilidades institucionais: I - formular, propor e implementar políticas públicas nacionais e diretrizes de reordenamento agrário, em particular mecanismos complementares de acesso à terra, de crédito fundiário, de desenvolvimento e integração de assentamentos rurais e de regularização fundiária; II - promover a adequação das políticas públicas de reordenamento agrário, especialmente das políticas de crédito fundiário, consolidação e desenvolvimento de assentamentos e regularização fundiária, às necessidades do desenvolvimento sustentável dos territórios rurais, compatibilizando-as com outras iniciativas existentes; III - promover a articulação das ações governamentais de reordenamento agrário, objetivando sua execução descentralizada e integrada com Estados, Municípios e sociedade civil organizada; IV - coordenar esforços para a redução da pobreza no meio rural, mediante o acesso à terra, a geração de ocupação produtiva e a melhoria da renda e da qualidade de vida dos trabalhadores rurais; V - contribuir, através de projetos e programas específicos, para a elaboração e a implementação de políticas públicas voltadas para a convivência com o semiárido; VI - supervisionar, por intermédio de mecanismos de acompanhamento interinstitucionais, os programas de reordenamento agrário; VII - formular diretrizes, em conjunto com a Secretaria da Agricultura Familiar e o INCRA, para a aplicação do crédito produtivo dos assentamentos do Crédito Fundiário e da Reforma Agrária (Pronaf A ), bem como da capacitação e assistência técnica; VIII - promover estudos e diagnósticos sobre as políticas de reordenamento agrário e de acesso à terra e sobre os efeitos econômicos e sociais da macro política econômica e social do governo na estrutura fundiária e na sustentabilidade dos assentamentos de reforma agrária, bem como avaliações de impacto das políticas de reordenamento agrário; 11

12 IX - apoiar e participar de programas de pesquisa, assistência técnica, extensão rural, apoio à inovação tecnológica e ao acesso aos mercados, crédito, capacitação e profissionalização de assentados da reforma agrária e agricultores familiares; X - manter estreita articulação com os demais programas sociais e culturais do Governo, com o objetivo de integrar interesses convergentes das comunidades e dos territórios rurais e mobilizar recursos direcionados às comunidades envolvidas nos programas de reordenamento agrário; XI - promover programas de desenvolvimento e integração dos assentamentos rurais e das comunidades envolvidas nos programas de reordenamento agrário; XII - promover a adoção de práticas de gestão e proteção ambiental nas comunidades envolvidas nos programas de reordenamento agrário; XIII - assegurar, nos programas de reordenamento agrário, a participação da sociedade civil e mecanismos de controle social; XIV - promover a formalização de acordos ou convênios com Estados, Distrito Federal, Municípios, organizações da sociedade civil, agentes financeiros e outros, visando a implementação das políticas de reordenamento agrário, em particular de crédito fundiário e desenvolvimento e integração de assentamentos rurais; e XV - gerir o Fundo de Terras e da Reforma Agrária, de que trata a Lei Complementar nº 93, de 4 de fevereiro de A Secretaria de Reordenamento Agrário vem conduzindo o Programa de Cadastro de Terras e Regularização Fundiária, levando ao meio rural a segurança jurídica da propriedade do imóvel a estas famílias, num trabalho conjunto e articulado com diversos Estados para que a regularização fundiária seja uma realidade cada vez mais presente entre os agricultores familiares. O trabalho desenvolvido pela Secretaria de Reordenamento Agrário, ao longo do de 2012, buscou promover a articulação das ações governamentais de reordenamento agrário, por meio da execução descentralizada de seus programas. As principais ações desenvolvidas pela SRA no de 2012 foram o Apoio aos Estados para Implantação do Cadastro de Terras e Regularização Fundiária no Brasil, o Programa Arca das Letras e o Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF). Os programas e ações desenvolvidos pela SRA visam, sobretudo, a melhoria das condições de vida da população rural através da conquista gradativa da segurança jurídica advinda do título de propriedade da terra, do acesso a terra por meio de crédito fundiário, e do desenvolvimento socioeconômico e cultural das comunidades rurais. Dentre as ações desenvolvidas pela Secretaria de Reordenamento Agrário SRA destaca-se o Apoio aos Estados para Implantação do Cadastro de Terras e Regularização Fundiária no Brasil, que tem como objetivo promover a regularização fundiária em áreas jurisdicionadas aos Estados. O objetivo geral da ação de Apoio aos Estados para Implantação do Cadastro de Terras e Regularização Fundiária é proporcionar a integração de ações do Governo Federal, dos Governos Estaduais e Municipais, na constituição de um cadastro nacional de imóveis rurais. Assim, busca-se executar um amplo programa de regularização fundiária dirigido prioritariamente a pequenos agricultores familiares, que proporcionará seguridade jurídica e saneamento do sistema de registro público de imóveis rurais. O Programa vem garantindo a milhares de agricultores familiares a permanência na terra, por meio da segurança jurídica da posse do imóvel e o conhecimento da situação fundiária brasileira, tornando-se um importante instrumento para o planejamento e a proposição de políticas públicas locais, como o crédito rural e a assistência técnica. A regularização fundiária dirigida aos agricultores familiares traz muitos benefícios para esta parcela da população, tendo como vantagem imediata a valorização da terra proporcionada pelo título de posse, que eleva consideravelmente o valor patrimonial do agricultor. O título de propriedade facilita, ainda, o acesso às políticas públicas destinadas para o setor, além do acesso ao crédito rural. 12

13 As ações de regularização fundiária têm proporcionado o conhecimento físico e geográfico e a situação ocupacional do País. Além disso, se tem pela primeira vez uma vinculação consistente entre a situação real, o cadastro e o registro, implementando o saneamento do Sistema de Registro de Imóveis, bem como as peças técnicas necessárias para a promoção de um processo de regularização fundiária, com o reconhecimento das posses legítimas e pacíficas e expedição dos respectivos títulos de domínio, além do grande potencial de arrecadação de terras devolutas que poderão ser destinados para a Reforma Agrária, criação de Unidades de Conservação, dentre outros. A Secretaria de Reordenamento Agrário também desenvolve ações de promoção cultural no meio rural brasileiro, dentre as quais se destaca o Programa de Bibliotecas Rurais Arca das Letras. O Programa promove o acesso ao livro e incentiva a leitura no meio rural, por meio das ações de implantação de bibliotecas, de formação de agentes de leitura e da distribuição de acervos adequados à diversidade cultural das comunidades rurais brasileiras, atendendo às famílias que vivem nos assentamentos da reforma agrária, nas comunidades de agricultura familiar, de remanescentes de quilombos, indígenas, ribeirinhas, reservas extrativistas e em colônias de pescadores. O Programa articula ações de diversos ministérios e de outras esferas públicas e privadas que publicam livros ou produzem informações de interesse para as pessoas que vivem no meio rural. Também integra recursos dos Estados e Municípios a fim de criar condições adequadas para a implantação das bibliotecas. E, ainda, reúne esforços dos movimentos sociais e de organismos não governamentais que colaboram para a chegada do programa às diversas regiões do país, articulando, mobilizando e acompanhando as comunidades e as atividades de incentivo à leitura no campo. Como resultado de uma rede de parcerias e da gestão comunitária das bibliotecas, o Programa Arca das Letras vêm promovendo a educação, a cultura, o trabalho e o lazer entre as populações do campo, ao disponibilizar a cada comunidade informações de acordo com seus interesses e necessidades específicas, contribuindo para o desenvolvimento humano no mundo rural. Além destes dois programas, a SRA desenvolve o Programa Nacional de Crédito Fundiário PNCF, que reúne as ações de crédito fundiário visando ampliar a redistribuição de terras, consolidar regimes de propriedade e uso em bases familiares. O Departamento de Crédito Fundiário da Secretaria de Reordenamento Agrário, responsável por gerenciar as ações do Programa Nacional de Crédito Fundiário, possui as seguintes atribuições estabelecidas no artigo 11 do Decreto nº 7.255, de 04 de agosto de 2010: I - coordenar as ações de crédito fundiário no âmbito da Secretaria; II - representar a Secretaria nos assuntos pertinentes aos programas de crédito fundiário; III - propor plano anual de aplicação de recursos do Fundo de Terras e da Reforma Agrária, bem como diretrizes gerais e setoriais para a elaboração dos planos estaduais e territoriais; IV - coordenar a liberação e aplicação de recursos do Fundo de Terras e da Reforma Agrária para os programas de crédito fundiário, bem como para os programas de desenvolvimento e integração de assentamentos; V - acompanhar e avaliar a aplicação dos recursos orçamentários relativos às linhas de crédito fundiário no âmbito da Secretaria; VI - propor e negociar a assinatura de convênios com os Estados, associações de Municípios, agentes financeiros e as demais instituições envolvidas na execução de programas de crédito fundiário e do Fundo de Terras e da Reforma Agrária; VII - subsidiar o Secretário na elaboração das diretrizes de ações a serem desenvolvidas pelos programas de crédito fundiário; VIII - supervisionar a execução dos programas de crédito fundiário, através do acompanhamento das ações de suas Coordenações-Gerais, do acompanhamento direto das Unidades Técnicas Estaduais e das Unidades Técnicas Regionais participantes do programa, bem como da realização de avaliações de impacto; 13

14 IX - propor e elaborar normas e manuais técnicos para os programas financiados pelo Fundo de Terras e da Reforma Agrária, bem como alterações no seu regulamento operativo e nos manuais de operação dos programas por ele financiados; e X - coordenar, conjuntamente com a Coordenação-Geral de Planejamento, Monitoramento e Avaliação, a implantação de sistemas de informações gerenciais e de monitoramento dos projetos financiados com recursos do Fundo de Terras, bem como a realização de avaliações de impacto dos projetos. A Secretaria de Reordenamento Agrário - SRA, por meio do Departamento de Crédito Fundiário gerencia o Programa Nacional de Crédito Fundiário PNCF, que reúne as ações de crédito fundiário visando ampliar a redistribuição de terras, consolidar regimes de propriedade e uso em bases familiares. O PNCF está estruturado sob um conjunto de ações que busca a promoção do acesso a terra e investimentos básicos e produtivos, que permitam estruturar os imóveis adquiridos com recursos do Fundo de Terras e da Reforma Agrária. Nesse sentido, o PNCF tem possibilitado o acesso à terra a trabalhadores rurais sem terra ou com pouca terra (assalariados, diaristas, arrendatários, parceiros, meeiros, agregados, posseiros, etc.), por meio de financiamento para aquisição de terras e investimentos em infraestrutura. O Programa funciona como política complementar à reforma agrária, uma vez que permite a incorporação de áreas que não podem ser desapropriadas, ampliando a redistribuição de terras no Brasil. Seu principal objetivo é coordenar esforços para a redução da pobreza no meio rural, mediante o acesso a terra e a geração de ocupações produtivas, visando o aumento da renda e da qualidade de vida dos trabalhadores rurais. 1.3 ORGANOGRAMA FUNCIONAL A estrutura da SRA é consta pelas Coordenação-Geral de Reordenamento Agrário, a Coordenação-Geral de Ação Cultural, a Coordenação-Geral de Planejamento, Monitoramento e Avaliação e pelo Departamento de Crédito Fundiário, com suas coordenações. A Coordenação-Geral de Reordenamento Agrário é responsável pelo Cadastro de Terras e Regularização Fundiária no Brasil, que tem como objetivo integrar os governos federal, estadual e municipal na construção de um cadastro de imóveis rurais georreferenciado, dirigido aos agricultores familiares. A Coordenação-Geral de Ação Cultural têm como competência formular políticas culturais para o meio rural, visando o desenvolvimento de atividades artístico-culturais, o acesso ao livro e o incentivo à leitura por meio da instalação de bibliotecas rurais. Para isto, busca parcerias e fontes alternativas de apoio aos projetos. Já a Coordenação-Geral de Planejamento, Monitoramento e Avaliação é quem auxilia o Departamento e Coordenações-Gerais da Secretaria na elaboração dos seus planos, programas, ações, metas e indicadores de performance, dentro da filosofia de planejamento estratégico, além de elaborar avaliações de impacto dos Programas desenvolvidos pela SRA, e a realização do monitoramento dos Programas. O Departamento de Crédito Fundiário que coordena o Programa Nacional de Crédito Fundiário está estruturado em quatro coordenações: a Coordenação-Geral de Capacitação e Assistência- Técnica, Coordenação de Regularização e Revitalização, Coordenação-Geral Operacional e a Coordenação-Geral de Orçamento Finanças do Fundo de Terras. A Coordenação-Geral de Capacitação e Assistência-Técnica é responsável pela elaboração e implementação de ações de capacitação para os executores do PNCF e na definição de diretrizes e 14

15 normas para a ATER nas Unidades Produtivas financiadas com recursos do Fundo de Terras e da Reforma Agrária. Já a Coordenação de Regularização e Revitalização é responsável por formalizar, acompanhar e conduzir processos administrativos para identificação, apuração e regularização de projetos financiados com recursos do Fundo de Terras e da Reforma Agrária. A Coordenação-Geral Operacional tem como função supervisionar a execução do Programa de Crédito Fundiário, por meio do acompanhamento das ações executadas nas Unidades Técnicas Estaduais. Já a Coordenação-Geral de Orçamentos e Finanças é a área responsável pela gestão financeira do Fundo de Terras e da Reforma Agrária (FTRA), realiza a programação financeira do Fundo de Terras e da Reforma Agrária e acompanhar a atuação dos agentes financeiros do Programa. 1.4 MACROPROCESSOS FINALISTICOS À Coordenação-Geral de Ação Cultural: Implementação de bibliotecas rurais Arcas das Letras no meio rural, por meio da integração dos diversos órgãos do Ministério e entidades afins na construção das Arcas; Catalogação e organização dos livros que compõem as Arcas das Letras. Reunião e capacitação dos agentes de leitura, que coordenam localmente o Programa Arca das Letras. À Coordenação-Geral de Planejamento, Monitoramento e Avaliação: Elaboração e publicação dos Indicadores de performance dos Programas no âmbito da SRA, por meio do Painel de Indicadores Gerenciais da Secretaria de Reordenamento Agrário; Elaboração de matriz de planejamento estratégico das diferentes áreas da SRA; Elaboração de estudos específicos sobre mercado de terras e outros temas de interesse da SRA; Recorte de bases de dados e análises dos cruzamentos de informações, que visem o aprimoramento dos Programas e Ações da SRA; Acompanhamento da dinâmica do mercado de terras. À Coordenação-Geral de Reordenamento Agrário: Orientação e supervisão da implantação do Programa Cadastro de Terras e Regularização Fundiária no Brasil, por meio da promoção de parcerias e convênios com outros órgãos estaduais com vista a realização da regularização fundiária; Implementação do Sistema Gestão Territorial SGT, que visa conter a malha fundiária dos municípios onde houve o processo de varredura, ou seja, de medição, georreferenciamento e levantamento de informações cadastrais. Ao Departamento de Crédito Fundiário: Promoção do acesso a terra aos agricultores familiares, por meio da coordenação das ações de crédito fundiário; Construção de termos de parceria e convênios com os governos estaduais; Fiscalizações dos convênios e das ações promovidas pelas Unidades Técnicas Estaduais, responsáveis pela execução do Programa Nacional de Crédito Fundiário em nível estadual; Gestão da carteira do Fundo de Terras e da Reforma Agrária, quanto o repasses de recursos aos agentes financeiros, bem como os retornos dos pagamentos dos financiamentos; Apoio técnico a Secretaria de Agricultura Familiar na realização das Chamadas de ATER, que visam a contratação Instituições que iram prestar assistência técnica as famílias beneficias do PNCF. 15

16 À Coordenação-Geral de Capacitação e Assistência Técnica: Elaboração e implementação das ações de capacitação para todos os agentes executores do Programa; Apoio da constituição de redes de agricultores experimentadores, Apoio técnico a Secretaria de Agricultura Familiar na realização das Chamadas de ATER, que visam a contratação Instituições que iram prestar assistência técnica as famílias beneficias do PNCF; Monitoramento da rede Apoio do PNCF. À Coordenação-Geral de Orçamento e Finanças do Fundo de Terras: Elaboração da programação financeira mensal e anual do Fundo de Terras e da Reforma Agrária; Realização, acompanhamento e controle da execução financeira Fundo de Terras e da Reforma Agrária; Gerência das diversas contas do Fundo junto aos Agentes Financeiros; Administração do retorno das operações de crédito do fundo de terras e da Reforma Agrária; Relacionamento com os agentes financeiro do PNCF. À Coordenação-Geral Operacional: Acompanhamento da aplicação dos recursos de SIC (Subprojeto de Investimento Comunitário) e SIB (Subprojeto de Investimento Básico); Fiscalização da atuação das UTE s e dos projetos implementados; Acompanhamento da execução dos convênios de execução do Programa Nacional de Crédito Fundiário; Análise técnica dos SIC s acima de 100 mil reais, conforme estabelecido no Decreto 6672/2008; Acompanhamento da aplicação dos Planos Operativos Anuais POA s das UTE s; Acompanhamento da aplicação dos recursos do Fundo de Terras e da Reforma Agrária. À Coordenação-Geral de Regularização e Reordenamento: Autuação de processos administrativos relativos a denúncias ou identificação de irregularidades nos projetos financiados pelo Fundo de Terras e da Reforma Agrária; Encaminhamento e acompanhamento dos processos administrativos de irregularidades as UTE s; Identificação, análise e acompanhamento dos processos administrativos relativos a antecipação de dívidas e execução de dívidas relativo ao descumprimento de objetivos do PNCF. 1.5 MACROPROCESSOS DE APOIO No âmbito da SRA e do DCF os macroprocessos de apoio estão relacionados a gestão de tecnologia e da informação do Sistema de tramitação de propostas do PNCF, o SIG-CF, o Sistema de Monitoramento do Mercado de Terras SMMT e do Sistema de Gestão Territorial SGT; outro macroprocesso de apoio desenvolvido esta relacionado as capacitações dos técnicos da Secretaria e das entidades parceiras, que participam dos Programas desenvolvidos pela SRA. 1.6 PRINCIPAIS PARCEIROS Os principais parceiros da Secretaria de Reordenamento Agrário e do Programa Nacional de Crédito Fundiário que colaboram na consecução dos seus objetivos, como capacitação inicial, mobilização, declaração de elegibilidade entre outras formas são: a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura CONTAG, a Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar FETRAF, os Governos Estaduais por meio das Unidades Técnicas Estaduais e os agentes financeiros (Banco do Nordeste, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal). 16

17 2. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO, PLANO DE METAS E DE AÇÕES 2.1 Planejamento das Ações da Unidade Jurisdicionada A Secretaria de Reordenamento Agrário SRA tem como principal estratégia de atuação promover a articulação das ações governamentais de reordenamento agrário por meio da execução descentralizada de seus programas, que operam através de parcerias com os Estados, prezando pela participação e o controle social. Em 2007, o MDA assinou o Contrato de Empréstimo Nº 1633-OC/BR com o Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID, com previsão de duração para 36 meses, dando início à execução do Programa nos 05 Estados selecionados para a consecução das ações - Bahia, Ceará, Minas Gerais, São Paulo e Maranhão. Em 2008, a Licitação Pública Internacional - LPI possibilitou a contratação de empresas para a execução dos serviços de levantamento topográfico-cadastral-georreferenciado dos imóveis rurais, dando início à etapa referente aos trabalhos de campo, nos quais estão incluídos os serviços de varredura em 41 municípios, bem como atividades de cadastro rural. Estes serviços possibilitarão a regularização das áreas de posse que contenham áreas inferiores a 4 (quatro) módulos rurais, assim como a retificação dos registros dos imóveis rurais. Em 2009, foram firmados quatro novos convênios em apoio aos estados para o cadastro e a regularização fundiária. O objetivo dessas parcerias consiste em apoiar os estados, por meio dos respectivos órgãos estaduais de terras, nas ações de cadastro e regularização fundiária de competência estadual. Foram investidos nestas parcerias 6,5 milhões de reais, beneficiando principalmente agricultores familiares. Além disso, os convênios firmados visam fortalecer institucionalmente os órgãos estaduais de terras, a fim de se garantir a execução dos projetos e fomentar as ações de cadastro e regularização fundiária No de 2011, o maior desafio para esta ação foi consolidar o desenvolvimento do Sistema de Gestão Territorial- SGT, ferramenta que possibilita o conhecimento da malha fundiária nas áreas de abrangência dos convênios celebrados, permitindo ações de planejamento. Outro ponto de destaque foi a utilização da metodologia de varredura, com o levantamento de todos os imóveis rurais dos municípios contemplados, bem como o fortalecimento institucional dos agentes envolvidos no processo de regularização fundiária. Por outro lado, foi necessário enfrentar dificuldades ao longo do, devido à ocorrência de grande número de litígios, bem como a existência de legislação agrária diferenciada nas Unidades da Federação, o que compromete a celeridade na emissão dos títulos de propriedade. O andamento da regularização também foi afetado pela não realização da Licitação Pública Internacional LPI/2010, bem como a ocorrência de rescisão contratual com uma das empresas responsável pelo levantamento de campo em grande quantidade de imóveis no âmbito do Contrato de Empréstimo Nº 1633-OC/BR. No ano de 2012 o Programa incorporou ao seu cadastro mais imóveis rurais, investiu em tecnologia consolidando o cadastro georreferenciado por meio da utilização de imagens de satélites e GPS, reduzindo custos e dando maior agilidade aos processos de regularização. Visando potencializar suas ações, geriu convênios de Cadastro de Terras e Regularização Fundiária com onze Estados brasileiros, lançou o processo de Chamada Pública para capacitar os beneficiários do Programa, assinou Termos de Cooperação Técnica com os Estados do Paraná e Goiás, reforçando o Sistema de Gestão Territorial - SGT, além de realizar processos de capacitação junto a instituições parceiras estaduais e federais para difusão das novas técnicas de trabalho com base na metodologia de geocadastro por imagem e georreferenciamento seletivo de imóveis. O Programa Arca das Letras fez a produção fonográfica da Série Cantos do Semiárido que revelou a artista popular Zabé da Loca, da Paraíba, premiada como Artista Revelação da Música Brasileira em 2009, premiada com a Ordem do Mérito Cultural em 2008 e Mestre da Cultura Popular em Na mesma série, o Grupo de Negros e Negras do Leitão da Carapuça, de 17

18 Pernambuco, ganhou o prêmio Mestre da Cultura Popular em 2010, na categoria grupo. Outros artistas do campo são identificados em vários segmentos e, por meio das bibliotecas, revalorizados em suas comunidades e municípios. Em 2010, iniciou-se a formação da Rede Nacional de Bibliotecas Rurais Arca das Letras, que deve fortalecer as ações de incentivo à leitura, a pesquisa, a educação e a cultura no campo. As redes estaduais se formam em encontros de agentes de leitura que discutem as propostas e se integram para criação da base da rede nacional. As parcerias se estabeleceram no sentido de ampliar o número de visitas de campo às comunidades para verificar o funcionamento das bibliotecas, dialogar com agentes de leitura, realizar trocas de localização das bibliotecas nas próprias comunidades, substituir agentes de leitura com baixo desempenho, formar novos agentes de leitura e atualizar acervos com novos títulos. Estados, Municípios, colaboradores eventuais e membros de organizações sociais formaram redes de supervisores locais para acompanhamento sistemático das bibliotecas. Também foram realizados encontros de agentes de leitura que atuam em áreas e situações específicas, como nas bibliotecas das áreas de abrangência da Usina de Belo Monte, que foram formados durante os mutirões de cidadania da Operação Arco Verdes e da Operação Xingu, no Pará. Outro encontro importante foi com os agentes de leitura de comunidades quilombolas Kalunga, em Goiás, que vivem em área de pobreza extrema. Esses encontros permitiram a discussão sobre as possibilidades de atuação dos agentes de leitura na realização de debates sobre temas fundamentais para suas comunidades, a realização de atividades de valorização cultural e de fortalecimento das comunidades com maior acesso à informação e ao conhecimento. No final do ano de 2011, cerca de 300 bibliotecas rurais Arca das Letras participaram de projeto da Fundação Biblioteca Nacional para aquisição de livros e atualização de acervos. As ações e parcerias ocorrem desde 2003 alcançando todos os Estados brasileiros, tendo chegado em 2012 ao número de oito mil comunidades atendidas em aproximadamente 3 mil Municípios. Já são mais de 1,8 milhões de livros distribuídos nas bibliotecas, circulando nas mãos de mais de 1 milhão de famílias rurais, promovendo o acesso à informação e a ampliação e a democratização do conhecimento. Hoje já se somam mais de 16 mil agentes de leitura capacitados pelo programa e que fazem a gestão das bibliotecas comunitárias, mantendo a dinâmica de acesso e compartilhamento do conhecimento no campo. No ano de 2012 foram avaliados pelo Programa Arca das Letras o funcionamento aproximadamente 500 bibliotecas rurais comunitárias, com a identificação do perfil dos agentes de leitura, que demonstraram ser em sua maioria composta de mulheres trabalhadoras rurais e jovens. Também foram identificadas as preferências dos leitores do campo pela literatura brasileira e a predominância de crianças e jovens entre os usuários das bibliotecas. Estas visitas de campo apontam que mais de 70% das bibliotecas rurais comunitárias funcionam em espaços alternativos das comunidades, como as residências e as associações comunitárias, destacando a ação solidária das famílias pelo incentivo à leitura e à educação do campo. O Programa Nacional de Crédito Fundiário PNCF é um conjunto de ações que promovem o acesso a terra e aos investimentos básicos e produtivos, que permitem estruturar os imóveis rurais tendo como principais marcas a autonomia das famílias, a descentralização das ações e o combate à pobreza rural. O Programa é financiado com recursos do Fundo de Terras e da Reforma Agrária, fundo especial de natureza contábil, criado pela Lei Complementar nº 93, de 04 de fevereiro de 1998, regulamentada pelo Decreto nº 4.892, de 25 de novembro de O Programa Nacional de Crédito Fundiário é voltado para trabalhadores rurais semterra, minifundistas e jovens rurais. As associações de trabalhadores têm autonomia para definir seus membros, identificar o imóvel que vão adquirir e definir seu projeto produtivo e os investimentos comunitários prioritários. Ela pode, também, contratar assistência técnica para apoiar a elaboração e a implantação de seu projeto. Todos os investimentos são gerenciados pelas próprias comunidades, e tanto podem servir para compra de terras como para aumento da produção ou, 18

19 ainda, para projetos que visem a melhoria da qualidade de vida da população e o desenvolvimento local sustentável. Atualmente, o PNCF está em atuação em 21 Estados da Federação: da região Nordeste (Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo), Centro-Oeste (Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul), região Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul), e região Norte (Tocantins e Rondônia). O público do PNCF é composto por agricultores e agricultoras rurais sem terra, nas condições de diaristas ou assalariados, arrendatários, parceiros, meeiros, agregados, posseiros e proprietários de terra com áreas inferiores ao módulo rural. O potencial beneficiário deve ter, no mínimo 5 anos de experiência rural nos últimos 15 anos. O Programa prevê ainda ações de incentivo às mulheres, jovens e negros rurais, contemplando também projetos especiais para o convívio com o semiárido e o meio ambiente. As famílias são as responsáveis pela escolha e negociação da terra, além da elaboração da proposta de financiamento juntamente com o técnico de ATER. Os Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais ou os da Agricultura Familiar são os parceiros nos municípios, colaborando com a orientação dos potenciais beneficiários na construção das propostas e seu respectivo cadastro. Todo o procedimento para a contratação se dá de forma descentralizada nos estados, por meio das Unidades Técnicas Estaduais UTE s e demais parceiros. O Programa oferece atualmente duas linhas de financiamento: Combate à Pobreza Rural CPR: essa linha é voltada para agricultores com renda familiar inferior a 9 mil reais e patrimônio inferior a 15 mil reais. Financia a aquisição de imóveis rurais e investimentos básicos e comunitários, contemplando as camadas mais necessitadas da população rural, trabalhadores rurais sem-terra, pequenos produtores com acesso precário a terra e proprietários de minifúndios, cuja área não alcance a dimensão de propriedade familiar. Nesta linha o financiamento para a aquisição de imóveis é reembolsável e os recursos partem do Fundo de Terras e da Reforma Agrária. O financiamento para investimentos comunitários não é reembolsável e os recursos são proveniente do Subprograma de Combate á Pobreza Rural. Consolidação da Agricultura Familiar CAF: essa linha é voltada para agricultores com renda familiar inferior a 15 mil reais e patrimônio inferior a 30 mil reais. As aquisições são individuais. Os financiamentos para aquisição de imóveis e para investimentos comunitários são totalmente reembolsáveis. Além dessas características, o Programa Nacional de Crédito Fundiário consolidou, dentro da Linha de Combate à Pobreza Rural, os adicionais de Convivência com o Semiárido e de Meio Ambiente, além dos selos Nossa Primeira Terra, Terra Negra Brasil e PNCF Mulher, voltados para públicos específicos. No adicional de Convivência com o Semiárido, os beneficiários, organizados em associações, recebem o adicional de 3 mil reais por família, que deverão ser aplicados na gestão dos recursos hídricos, em ações de preservação ambiental e em estratégias de enfrentamento com a seca. Com isso, espera-se que a infraestrutura da Unidade Produtiva contemple estruturas facilitadoras da convivência com as especificidades climáticas da região, minimizando os efeitos da seca e aumentando as possibilidades de consolidação e geração de renda por parte das famílias. O adicional de Meio Ambiente, também no valor de 3 mil reais por família, visa solucionar problemas ambientais existentes anteriormente à aquisição do imóvel ou para a introdução de melhorias ambientais na propriedade, como por exemplo a conservação e a correção da fertilidade de solos, recuperação e reflorestamento de áreas de preservação permanente e de reserva legal, introdução de sistemas agroflorestais ou agroecológicos e conversão para a produção orgânica. 19

20 Os selos, por sua vez, são incentivos à inclusão e equidade de públicos diferenciados e situações específicas de adequação às propriedades adquiridas. Por meio destes instrumentos, mulheres, jovens e negros beneficiados pela linha CPR têm direito a adicionais de mil reais nos recursos do SIC cujos projetos contemplem demandas específicas desses grupos. Cabe destacar, que a juventude é um seguimento expressivo no PNCF, que tem 35% do publico atendido com idade de até 28 anos. Desde 2008, o PNCF vem passando por uma reformulação. Até então, contava com o aporte parcial do Acordo de Empréstimo com o Banco Mundial, visando financiar o acesso a recursos não-reembolsáveis para os Subprojetos de Investimentos Comunitários SIC. Com a finalização do Acordo, foi publicado o Decreto nº 6.672, de 02 de dezembro de 2008, que possibilita a aplicação de recursos nacionais na linha de financiamento Combate à Pobreza Rural - CPR, assegurando assim a continuidade do financiamento do SIC de forma não reembolsável às famílias mais vulneráveis à pobreza. O maior desafio para o Programa Nacional de Crédito Fundiário, no de 2009, foi reunir esforços para ajustar as normas de execução do Programa à nova realidade de execução com recursos nacionais. Foram revistos o Regulamento Operativo do Fundo de Terras e da Reforma Agrária e o Manual de Operações da linha de financiamento Combate à Pobreza Rural CPR, instrumento elaborado em conjunto aos parceiros do Programa e com a efetiva participação dos Estados e entidades representantes dos trabalhadores rurais, primando pelo debate descentralizado. Também em 2009, além do Banco do Brasil e do Banco do Nordeste, a Caixa Econômica Federal passou também atuar como agente financeiro do PNCF. Dentre os avanços importantes alcançados no ano de 2010, destaca-se a assinatura da resolução CMN nº 3861, de 27 de maio de 2010, que consiste no primeiro instrumento criado para prorrogação de operações de crédito fundiário com recursos do Fundo de Terras e da Reforma Agrária. Este instrumento permite que nos casos em que o mutuário demonstrar a incapacidade de pagamento, seja prorrogado o pagamento do financiamento, dando condições de recuperação e viabilização das unidades produtivas do PNCF. Ainda dentro dos avanços normativos do PNCF no ano de 2010, foi assinada a resolução CMN nº 3869, de 17 de junho de 2010, que estabeleceu novas condições de financiamentos para os beneficiários do PNCF, elevando o limite de crédito do Programa, que passou de R$ 40 mil por família para R$ 80 mil por família, além da redução das taxas de juros e maior equidade nos rebates concedidos. Dentre os avanços importantes alcançados no ano de 2011, destaca-se o atendimento de cerca de 20 mil famílias beneficiárias do Fundo de Terras e Reforma Agrária (FTRA), nas chamadas públicas de assistência técnica e extensão rural (ATER) com o objetivo de prestação de serviços relacionado às demandas de desenvolvimento rural sustentável, tais como consolidação produtiva dos projetos, bem como para a geração de renda e inserção de excedentes no mercado. Outro fato foi à assinatura do decreto n , de junho de 2011, o qual permitiu as famílias beneficiárias contempladas com recursos do Acordo de Empréstimo BR e Acordo de Empréstimo BR, terem acesso aos saldos remanescentes das associações para utilização dos recursos no fortalecimento produtivo dos projetos. Em 2011, ressalta-se também a ampliação dos mecanismos de renegociação das dívidas dos recursos do Fundo de Terras e da Reforma Agrária, por meio da Resolução CMN nº 4029, de 22 de novembro de 2011, assim as famílias que se encontram em condição de inadimplência poderão recuperar a sua capacidade de pagamento. Desde 2003 a execução do PNCF vem tendo um crescimento significativo, alcançando a marca de 43 mil contratos assinados, com o atendimento de mais de 95 mil famílias de trabalhadores rurais. Isso totalizou o financiamento de aproximadamente 1,8 milhões de hectares, com um investimento total de mais de 2,67 bilhões de reais, sendo mais 490 milhões de recursos não reembolsáveis aplicados no combate à pobreza rural. Em 2012 foram beneficiadas famílias de trabalhadores rurais, com o financiamento de uma área total de hectares. 20

21 As famílias beneficiadas pelo Programa Nacional de Crédito Fundiário localizadas em municípios do semiárido nordestino e do sul do país foram atingidas por catástrofes climáticas. Dessa forma, os beneficiários do Programa Nacional de Crédito Fundiário que sofreram perdas em sua produção nos municípios que decretaram estado de emergência ou calamidade, tiveram o adiamento automático, em um ano, da parcela vencida desde 01 dezembro de 2011 e vincendas até 31 de dezembro 2012, por meio da Resolução CMN nº 4.128, de 23/08/2012. No ano de 2012, o Programa Nacional de Crédito Fundiário concluiu a Chamada Pública que amplia o apoio da Assistência Técnica para mais 30 mil famílias rurais beneficiárias deste programa, distribuídas em 560 municípios brasileiros, com o objetivo de dar o suporte técnico necessário para as práticas sustentáveis de produção, com orientações para a diversificação da produção, da segurança alimentar e nutricional, do apoio à comercialização, a gestão associativa, dentre outras práticas que contribuem para a redução do êxodo rural e estimulam o desenvolvimento e o fortalecimento das atividades da agricultura familiar no país. Em 2012 o Governo Brasileiro realizou um amplo debate sobre o aperfeiçoamento do Crédito Fundiário como política pública de acesso a terra e combate à pobreza rural. Cabe destacar, que a presidenta da Republica, em resposta as reivindicações das organizações do campo, mobilizações no "GRITO DA TERRA" e da "JORNADA DA AGRICULTURA FAMILIA", organizadas respectivamente pela CONTAG e FETRAF BRASIL, determinou constituição de Grupo de Trabalho para apresentar propostas para o aprimoramento do Programa Nacional de Crédito Fundiário. Para isto foi constituído Grupo de Trabalho, por meio da Portaria do Gabinete do Ministro do Desenvolvimento Agrário, de 19 de julho de 2012, publicada no D.O.U. em 23 de julho de 2012, com o objetivo de elaborar proposta de aperfeiçoamento dos procedimentos que regem o Fundo de Terras e da Reforma Agrária. Este Grupo de Trabalho foi composto pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, Ministério da Fazenda, e representantes da Confederação Nacional de Trabalhadores na Agricultura Contag, da Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar - Fetraf-Brasil, do Movimento de Pequenos Agricultores MPA e da Pastoral da Juventude Rural PJR. O Grupo de trabalho teve os seus trabalhos encerrados em setembro de As propostas elaboradas pelo Grupo de Trabalho somado as discussões promovidas pela Secretaria de Politica Econômica desse Ministério com o Ministério do Desenvolvimento Agrário resultaram em uma proposta que teve como base de concepção o fortalecimento da viabilidade técnica e econômico-financeira da atividade rural a ser explorada, nas diversas regiões de atuação do PNCF, ressaltando a capacidade de pagamento a ser gerada pelo empreendimento e a gestão financeira Fundo de Terras. Estas propostas resultaram na edição de duas Resoluções do CMN nº e 4.178, de 13 de janeiro de Estratégias de Atuação Frente aos Objetivos Estratégicos A estratégia de implantação do Programa Nacional de Crédito Fundiário está baseada na descentralização das ações, com a participação dos Estados, dos municípios e das comunidades. Além disso, o Programa conta com a participação efetiva dos Conselhos de Desenvolvimento Rural Sustentável, municipais, estaduais e nacional, que acompanham todas as fases de execução do Programa. Cabe destacar também, a efetiva participação dos movimentos sindicais de trabalhadores rurais e da agricultura familiar, como a CONTAG e a FETRAF-BRASIL, desde a sua construção até a implementação do Programa. O Programa Arca das Letras, por sua vez, tem promovido o acesso ao livro e o incentivo à leitura no meio rural, por meio das ações de implantação de bibliotecas, de formação de agentes de leitura e da distribuição de acervos adequados à diversidade cultural das comunidades rurais brasileiras. Desde 2007, estão sendo formadas comissões de agentes de leitura nos territórios da cidadania para o acompanhamento sistemático das bibliotecas. Também são realizados encontros territoriais e estaduais entre a coordenação do Programa, os parceiros locais e os agentes de leitura 21

22 para discussão e encaminhamentos de propostas para aperfeiçoamento das bibliotecas e do trabalho dos agentes de leitura. O Programa Cadastro de Terras e Regularização Fundiária no Brasil abarca ações conjuntas do Governo Federal e governos estaduais para a execução do cadastro georreferenciado de imóveis rurais inseridos em terras devolutas estaduais, com a consequente titulação das áreas de posses familiares. As ações de Regularização Fundiária previstas no Programa visam proporcionar segurança jurídica aos agricultores beneficiados, promover o saneamento do sistema de Registro Público de imóveis rurais e proporcionar o conhecimento da malha fundiária dos municípios envolvidos Execução do Plano de Metas ou de Ações Ação Descrição Apoio aos Estados para Implantação do Cadastro 20S3 de Terras e Regularizaçã o Fundiária no Brasil Capacitação dos Beneficiários 8418 da Regularizaçã o Fundiária Fonte: Sigplan Unidade de medida imóvel regularizado (2011) Imóvel Georreferenci ado (2012) Pessoa capacitada Previsto 2011 Realizad o % de execuçã o física 2011 Previst o Realizad o % de execuçã o física 2012 Meta física para 2013 (PLOA) 243% % (1) Em 2012 a funcional programática passou a ser (Capacitação dos Beneficiários da Regularização Fundiária) (2) Em 2012 a funcional programática passou a ser S (Apoio aos Estados para a Implantação do Cadastro de Terras e Regularização Fundiária no Brasil) (3) Em 2012 a funcional programática passou a ser C (Implantação de Bibliotecas Rurais - Arca das Letras) A Ação 20S3 - Apoio aos Estados para Implantação do Cadastro de Terras e Regularização Fundiária no Brasil visa apoiar os Estados na construção do seu Cadastro de Terras por meio de ações como: cadastro dos imóveis rurais, medição georreferenciada, e cadastro das famílias, permitindo o conhecimento da malha fundiária dos municípios da área de abrangência dos convênios. A ação de Regularização e emissão dos títulos é de competência dos Órgãos Estaduais de Terra - OET s, por tratar-se de terras devolutas estaduais. No de 2012 foram cadastrados e georreferenciados imóveis rurais, bem como entregues títulos a agricultores e agricultoras familiares, além de ter sido promovido o fortalecimento institucional dos OET s com a aquisição de veículos, equipamentos de informática e topográficos. As dificuldades enfrentadas relacionam-se a entraves legais durante as ações de Regularização Fundiária, apresentadas principalmente sob a forma de litígios, falta de documentos pessoais dos beneficiários, bem como a existência de legislação agrária diferenciada em cada Unidade Federativa. A Ação 8418 Capacitação dos Beneficiários da Regularização Fundiária é uma ação voltada à capacitação e mobilização dos beneficiários e potenciais beneficiários das ações regularização fundiária visando o acesso às políticas públicas. O objetivo desta ação é promover a qualificação dos beneficiários da regularização fundiária e do público potencial, com vistas a mobilizar, organizar e otimizar o alcance dos resultados, assegurando assim o seu acesso a políticas públicas voltadas para o desenvolvimento das famílias do meio rural e a consolidação das unidades

23 produtivas objeto da regularização fundiária. A execução acontece por meio de parcerias com entidades privadas sem fins lucrativos. No final do de 2012 foram celebrados três convênios com o objetivo de realizar a capacitação de agricultores e agricultoras familiares beneficiários da regularização fundiária e público alvo nos estados do Espirito Santo, Sergipe e Bahia. O Programa de Bibliotecas Rurais Arca das Letras vem proporcionando o acesso ao livro e no meio rural e difundindo ações de incentivo a leitura, seja através da implantação de bibliotecas, da formação de agentes de leitura ou da distribuição de acervos que respeitam toda diversidade cultural das comunidades rurais brasileiras. Este Programa atinge as famílias que vivem nos assentamentos da reforma agrária, nas comunidades de agricultura familiar e nos remanescentes de quilombos, além das famílias indígenas e ribeirinhas e das que habitam as colônias de pescadores. O Programa é executado de forma articulada com diversas ações de outros ministérios, estando também integradas a outras esferas públicas e privadas, que promovem a publicação de livros ou que produzem informações de interesse dos que vivem no meio rural. Os Estados e Municípios também apoiam o programa, criando condições adequadas para implantação de bibliotecas comunitárias. As ações e parcerias ocorrem desde 2003 alcançando todos os Estados brasileiros, tendo chegado em 2012 ao número de oito mil comunidades atendidas em aproximadamente 3 mil Municípios. Já são mais de 1,8 milhões de livros distribuídos nas bibliotecas, circulando nas mãos de mais de 1 milhão de famílias rurais, promovendo o acesso à informação e a ampliação e a democratização do conhecimento. Hoje já se somam mais de 16 mil agentes de leitura capacitados pelo programa e que fazem a gestão das bibliotecas comunitárias, mantendo a dinâmica de acesso e compartilhamento do conhecimento no campo. No ano de 2012 foram avaliados pelo Programa Arca das Letras o funcionamento aproximadamente 500 bibliotecas rurais comunitárias, com a identificação do perfil dos agentes de leitura, que demonstraram ser em sua maioria composta de mulheres trabalhadoras rurais e jovens. Também foram identificadas as preferências dos leitores do campo pela literatura brasileira e a predominância de crianças e jovens entre os usuários das bibliotecas. Estas visitas de campo apontam que mais de 70% das bibliotecas rurais comunitárias funcionam em espaços alternativos das comunidades, como as residências e as associações comunitárias, destacando a ação solidária das famílias pelo incentivo à leitura e à educação do campo. A Ação 2C72 - Implantação de Bibliotecas Rurais - Arca das Letras teve uma boa atuação em 2011, alcançando 97,6 % da meta prevista para o, que correspondia a 800 bibliotecas e foram implantadas 781, em 2012 alcançamos 75% da meta, considerando que se tratava de ano eleitoral no qual obtivemos pouco apoio dos municípios para implantação das bibliotecas. Ação 2C72 Descrição Implantação de Bibliotecas Rurais - Arca das Letras Unidade de medida Biblioteca implantada Previsto 2011 Realizado % de execução física 2011 Previsto 2012 Realizado 2012 % de execução física 2012 Meta física para 2013 (PLOA) ,6% ,4% 650 O Programa Nacional de Crédito Fundiário integra o Plano Nacional de Reforma Agrária como um instrumento de acesso a terra por meio de financiamento para compra de imóveis rurais não passíveis de desapropriação. O Programa também concede crédito para investimentos básicos e estruturação da unidade produtiva, beneficiando trabalhadores rurais sem-terra, mini fundistas e jovens rurais, buscando a ocupação produtiva permanente para as famílias beneficiadas, o aumento da renda e a consequente melhoria das condições de vida da população rural. Existem,

24 ainda, créditos adicionais para projetos de convivência com a seca no semiárido e para recuperação de passivos ambientais. O quadro abaixo indica os valores previstos e realizados nos s de 2011 e 2012, segundo o Sigplan, com os percentuais de execução por ação do Programa 1116 Crédito Fundiário: Programa Crédito Fundiário Ação Descrição Unidade de medida Previsto 2011 Realizado 2011 % de execução física 2011 Previsto 2012 Realizado 2012 % de execução física 2012 Meta física para 2013 (PLOA) 0061 Concessão de Crédito para Aquisição de Imóveis Rurais e Investimentos Básicos - Fundo de Terras Família beneficiada , , (2011) 20S5 (2012) Estruturação de Assentamento s e Investimentos Comunitários - Combate à Pobreza Rural Família beneficiada , , Capacitação de Executores e Beneficiários do Crédito Fundiário Pessoa Capacitada C77 Consolidação de Unidades Produtivas Financiadas pelo Fundo de Terras e da Reforma Agrária Família Beneficiada S4 Monitoramen to e Avaliação do Programa Nacional de Estudos realizados

25 Crédito Fundiário Fonte: Painel de Indicadores de Em 2012, o Programa Nacional de Crédito Fundiário, por meio da Ação nº 0061 Concessão de Crédito para Aquisição de Imóveis Rurais e Investimentos Básicos Fundo de Terras, alcançou cerca 24% da meta prevista para o período, devido ao fato das estiagens ocorridos na região nordeste, bem como do longo período de negociação para revisão das condições de financiamento do Programa. A ação nº 1545 dá suporte orçamentário e financeiro à linha de financiamento Combate a Pobreza Rural CPR, financiando os subprojetos comunitários (produtivos, infraestrutura e sociais) apresentados pelos beneficiários e considerados necessários ao aumento da renda e à melhoria das condições de vida. No de 2012, a Ação 1545 beneficiou famílias, o que representa 39 % da meta estipulada para o ano. No final do de 2012 foram empenhados recursos da ação 2C77 para recuperação de projetos do PNCF Indicadores Com o objetivo de subsidiar a decisão de seus gestores, monitorar e gerir a execução de seus programas, a SRA desenvolveu o Painel de Indicadores, uma publicação semanal que visa acompanhar sistematicamente as ações desempenhadas no âmbito da Secretaria. A construção dos indicadores de desempenho que permitem acompanhar a atuação dos programas tem por base dados constantes dos Sistemas de Informação da SRA, que contém informações relevantes sobre a dinâmica dos programas, como quantidade e distribuição de beneficiários. O Painel foi criado no ano de 2004 e possui uma série histórica de indicadores semanais que data desde esse período, tendo sido aperfeiçoado ao longo dos anos até chegar ao formato atual. O Painel de Indicadores da SRA oferece informações sobre os números de cadastros, titulações e georreferenciamentos realizados no âmbito da ação de Apoio aos Estados para Implantação do Cadastro de Terras e Regularização Fundiária no Brasil, por ano e Unidade Federativa. O Painel de Indicadores da SRA fornece ainda subsídios para o monitoramento das Unidades Técnicas Estaduais (UTE s), por meio do acompanhamento sistemático da atuação de cada estado na execução do Programa Nacional de Crédito Fundiário e da elaboração de indicadores que demonstram o desempenho estadual dos Programas. 25

26 Gráfico I - Imóveis Cadastrados por UF e Ano. Fonte: Painel de Indicadores, em Gráfico II - Imóveis Titulados por UF e Ano. Fonte: Painel de Indicadores, em G Gráfico III Imóveis Georreferenciados por UF e Ano. Gráfico III - Fonte: Painel de Indicadores, em

27 O desempenho do Programa Arca das Letras também é avaliado por meio do acompanhamento sistemático das ações realizadas, levando em consideração o número de bibliotecas implantadas, livros distribuídos, famílias e municípios beneficiados, bem como a quantidade de agentes de leitura capacitados. Gráfico IV - Bibliotecas rurais implantadas por UF e Ano Fonte Painel de Indicadores, em Gráfico V - Livros distribuídos por UF e Ano. Fonte Painel de Indicadores, em Gráfico VI - Famílias atendidas por UF e Ano. Fonte Painel de Indicadores, em Em relação ao Programa Nacional de Crédito Fundiário, o Painel de Indicadores da SRA fornece subsídios para o monitoramento das Unidades Técnicas Estaduais (UTE s), por meio do acompanhamento sistemático da atuação de cada estado na execução do Programa e da elaboração de indicadores que demonstram seu desempenho estadual. 27

28 Gráfico VII - Participação das instituições no PNCF - Contratações Fonte Painel de Indicadores, em Gráfico VIII - Propostas Contratadas x Tempo de Contratação 2012 Fonte Painel de Indicadores, em Gráfico IX - Propostas Contratadas x Tempo de Contratação 2012 Entidade de Origem Fonte Painel de Indicadores, em

29 Gráfico IX Famílias contratadas por mês Fonte Painel de Indicadores, em ESTRUTURA DE GOVERNANÇA E DE AUTOCONTROLE DA GESTÃO 3.1 Estrutura de Governança A execução do Programa Nacional de Crédito Fundiário se dá de forma descentralizada, através da assinatura de convênios de parceria com os Estados participantes. O Programa apoia-se, em primeiro lugar, na participação dos beneficiários do Programa: os trabalhadores e trabalhadoras sem terra, mini fundiárias ou mini fundiários e suas organizações comunitárias. São estes trabalhadores ou estas organizações que elaboram as propostas de financiamento (para aquisição de terras e investimentos básicos) e asseguram a sua implementação. O Programa apoia-se, também, nos Conselhos de Desenvolvimento Rural Sustentável, em todos os níveis da Federação. Os Conselhos Municipais de Desenvolvimento Rural Sustentável (CMDRS) verificam a elegibilidade dos beneficiários e opinam sobre todas as propostas iniciais de financiamento, constituindo, assim, a primeira instância consultiva e de monitoramento do Programa. Os Estados participantes, principais encarregados da execução do Programa, definem os Planos de Implementação do Programa, que contêm as diretrizes básicas, as áreas prioritárias e a estratégia de ação no Estado, bem como as metas anuais para cada área. Os Conselhos Estaduais de Desenvolvimento Rural Sustentável são as instâncias decisórias estaduais, pois a eles compete aprovar estes Planos, bem como analisar e aprovar cada proposta de financiamento e cada operação de compra e venda. Em cada Estado participante, uma Unidade Técnica Estadual, órgão executor do Programa no Estado, assegura a tramitação e monitora a execução das propostas de financiamento. Em nível nacional, compete ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável (CONDRAF) estabelecer as diretrizes globais e as metas anuais do Programa, contidas no Plano Nacional de Implementação do Programa, bem como assegurar a harmonia entre este Plano e os Planos Estaduais e avaliar a execução do Programa como um todo. O CONDRAF criou para auxilia-lo tecnicamente o Comitê Permanente do Fundo de Terras e de Reordenamento Agrário, com a finalidade propor politicas públicas de reordenamento agrário e outras complementares à reforma agrária, no contexto do desenvolvimento rural sustentável, a partir de uma abordagem territorial. Cabe destacar que o Comitê Permanente do Fundo de Terras e de Reordenamento Agrário foi criado pela Resolução nº. 34, de 3 de dezembro de A Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG), que teve participação decisiva na concepção e elaboração do Programa é parceira na sua gestão e execução. 29

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