5-1 Introdução à Microeconomia Bibliografia: Lipsey & Chrystal cap.6, 7 Samuelson cap. 5

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1 5-1 Introdução à Microeconomia 1º ano da licenciatura de Gestão ISEG 2004 / 5 1º semestre Bibliografia: Lipsey & Chrystal cap.6, 7 Samuelson cap. 5

2 5-2 Principais questões A utilidade marginal é um conceito central na teoria da procura. O preço de mercado depende mais da utilidade marginal que da utilidade total. A utilidade marginal de cada produto diminui com o aumento do consumo desse bem. O declive negativo da curva da procura está associado à utilidade marginal decrescente. Um consumidor optimiza seu comportamento ao procurar obter a mais elevada curva de indiferença com uma determinada restrição orçamental. O efeito total da variação do preço é o conjunto do efeito rendimento e o efeito substitução.

3 5-3 Utilidade Total e Marginal Numero mensal de sessões de cinema Utilidade Total Utilidade Marginal UMg

4 5-4 Utilidade Total e Marginal À medida que aumenta a quantidade consumida, cresce a utilidade total mas diminui utilidade marginal. A utilidade marginal designa a variação da utilidade total - U - associada ao consumo uma unidade adicional do bem x. UMg = U / x Por exemplo, a utilidade marginal de 10, situada na 2ª entrada da ultima coluna, é o resultado da frequencia da segunda sessão e, mostra o aumento utilidade total, de 15 para 25 ou seja uma diferença de 10. Utilidade cardinal (mensurável) e utilidade ordinal (ordenação das preferências) Os dados desta tabela são representados na figura seguinte.

5 5-5 Curvas de utilidade Total e Marginal Utilidade Utilidade Quantidade de filmes [frequencia mensal] [i]. Aumento da utilidade total [ii]. Diminuição da utilidade marginal

6 5-6 Lei da utilidade marginal decrescente A utilidade total aumenta com o consumo, mas aumenta a uma taxa descrescente, o que representa a utilidade marginal decrescente. A utilidade marginal do bem resulta da diminuição do prazer em consumir um bem a medida que o consumo desse bem aumenta. Aplica-se a muitos bens, não a todos (ex.musica). O declive negativo da curva da procura está associado a este principio. Quanto mais escasso é um bem maior é o valor relativo de substituição; sua utilidade marginal aumenta relativamente ao bem que se torinou abundante. Na presença de uma função utilidade temos: UM g x = d U(x) d x

7 5-7 MAXIMIZAÇÃO da UTILIDADE Principio da igualdade das utilidades marginais: O consumidor maximiza sua utilidade (o equilibrio) quando a utilidade obtida com a ultima unidade do bem tem valor igual ao preço do bem. => P X = UM g x Um consumidor maximiza sua utilidade quando as utilidades marginais dos dois bens (x e y) são proporcionais aos respectivos preços (P X e P y ). UM g x = Px UM g x = UM g y UM g y Py Px Py

8 5-8 Excedente do Consumidor Individual 3.00 Preço do leite [ por copo] Preço de mercado Copos de leite consumidos semanalmente

9 5-9 Excedente do consumidor O excedente do Consumidor consiste na diferença entre o valor que o consumidor atribui ao consumo total de um produto e o montante efectivamente pago por ele. O primeiro valor é medido pelo maximo que ele estaria disposto a pagar pelo montante consumido em vez de não o obter. O segundo é medido pelo preço de mercado e pela quantidade. O excedente reflete o ganho que obtemos por podermos comprar todas as unidades ao mesmo (baixo) preço.

10 5-10 Excedente do consumidor O excedente do consumidor consiste na diferença acumulada entre a quantia mais elevada que os consumidores estão dispostos a pagar por cada unidade e o preço que efectivamente paga. A area vermelha azadrezada, designa 8 copos de leite consumidos semanalmente ao preço de 0.30 cada um. O valor total atribuido a estes 8 copos de leite corresponde ao conjunto da area colorida. O excedente do consumidor é a area verde listada.

11 5-11 Excedente do Consumidor num Mercado Preço Excedente do consumidor Preço de Mercado p 0 E D 0 q 0 Quantidade

12 5-12 Excedente do Consumidor num Mercado A area total abaixo da curva da procura mostra a utilidade total unidades consumidas pelos agentes. O valor total da utilidade que os consumidores obtem com q 0 unidades, corresponde às areas vermelha e verde abaixo da curva da procura até q 0 Ao preço de mercado p 0, o montante pago por q 0 unidades é a area vermelha azadrezada (p 0 x q 0 ). Assim o excedente do consumidor é a area verde listada abaixo da curva da procura e acima de p 0.

13 5-13 As procuras individuais: D1 => Q1 = 8 p/2 e D2 => Q2 = 4 p/2 então Q1 + Q2 = Qd = 12 p para 0 p 8 => procura de mercado D é a soma horizontal das curvas individuais D1 e D2.

14 5-14 Curvas de indiferença Cabaz Vestuario Alimentação a 30 5 b c d e 8 25 f Curva de Indiferença A Quantidade de vestuario semanal T B H C G D E F I Quantidade de alimentação 35

15 5-15 Cabazes igualmente preferidos A tabela mostra um conjunto de cabazes indiferentes, ou seja são igualmente preferidos uns aos outros. O cabaz A (5, 30) é igualmenta preferido a D (20, 10) ou a E. A curva de indiferença é o lugar geometrico dos cabazes que fornecem ao consumidor o mesmo nivel de utilidade. A função utilidade é uma formula que indica para cada cabaz de bens, o nivel de satisfação proporcionada. T é a tangente ao ponto B, seu valor absoluto corrresponde ao declive da CI nesse ponto e, constitui a Taxa Marginal de Substituição TMS => quantidade de vestuario que o consumidor deve receber para o compensar da perda de uma unidade de alimentação mantendo o nivel de utilidade. TMS = v / a = UMg a / UMg v As combinações de alimentos e de vestuario da tabela são representados na figura seguinte.

16 5-16 Mapa de Indiferença Quantidade de vestuario Aumento de satisfação I 5 I 4 I 2 I 3 I 1 0 Quantidade de alimentação

17 5-17 Mapa de Indiferença Um mapa indiferença é um conjunto de curvas indiferença. Esta mapa mostra somente 5 da infinidade de curvas de indiferença que, em conjunto, fornecem uma descrição completa das preferências dos consumidores. Propriedade da exaustividade. Propriedade quanto mais melhor; sendo tudo o resto constante, normalmente, maior quantidade de um bem é preferivel a menos quantidade do mesmo bem. A taxa marginal de substituição decrescente é um pressuposto basico das preferencias dos consumidores na teoria da indiferença. => curvas de indiferença convexas em relação à origem. Os numeros I 1,, I 5, são indices usados para designar a ordem de preferência a que correspondem as respectivas curvas de indiferença. Os cabazes situados acima de uma curva de indiferença são preferidos aos cabazes situados abaixo dela. I 1 < I 2 < I 3 < I 4 < I 5

18 5-18 Formas de curvas de Indiferença Luvas mão esquerda canetas I 2 I 1 I 2 lapiseiras [i]. Substitutos Perfeitos I 1 Luvas mão direita [ii]. Complementares Perfeitos I 2 I 1 Maçãs I 2 I 1 peras [iii]. Bem neutro (utilidade 0 das peras) Comida [iv]. Bem indesejável Fumo

19 5-19 Equilibrio do Consumidor rectricção orçamental 35 M / Pv = 30 a i Recta orçamental do consumidor Quantidade vestuario p Declive = - Pa Pv Conjunto de oportuninades de consumo 10 5 f Quantidade de alimentação

20 5-20 Recta ou restrição orçamental Enquanto as curvas de indiferença descrevem as preferencias do consumidor e assim, referem o que ele gostaria de comprar, a linha orçamental descreve o que o consumidor pode comprar. A recta ou restrição orçamental delimita o conjunto de cabazes que se podem adquirir a um dado preço e rendimento, tambem denominado conjunto de oportunidades. Os cabazes a e f representam combinações de bens viáveis e que utilizam totalmente o rendimento. O cabaz i é inviavel. O consumidor tem um rendimento semanal de M = 150, e é confrontado com preços fixos de P v = 5 por unidade de vestuario e P a = 6 por unidade de alimentação. A recta orçamental tem uma inclinação igual ao quociente dos preços dos bens Pa / Pv. Expressão analitica da R.O. => M = Pa. A + Pv. V onde A é quantidade de alimentação e V a quantidade de vestuario. M / Pa = 25 e M / Pv = 30

21 5-21 Deslocações da recta orçamental Vestuario Pv Vestuario M 1 / Pv M 0 / Pv M / Pa 1 M / Pa 0 Alimentação Alimentação i] Variação dos preços relativos Pa 0 < Pa 1 ii] Aumento do rendimento M 0 < M 1

22 5-22 Equilibrio do Consumidor 35 I 3 I 4 30 I 1 I 2 a Quantidade vestuario b E 10 5 c d Quantidade de alimentação

23 5-23 Equilibrio do Consumidor O cabaz representado pelo ponto a é viável. O movimento ao longo da linha orçamental para combinações como b, permitem uma curva de indiferença mais elevada I 2. Em E, onde a curva indiferença I 3 é tangente à linha orçamental, o consumidor atinge a curva mais elevada que este orçamento suporta. Cada consumidor atinge o equilibrio que maximiza sua satisfação num ponto em que a curva de indiferença é tangente à linha do orçamento. No ponto E, declive da C.I. (TMS) e o declive da R.O. (Pa / Pv) coincidem => Condição de equilibrio do consumidor: TMS = Pa Pv

24 5-24 A curva rendimento-consumo CRC vestuario E 2 E 3 R.O. E 1 I 3 I 2 I 1 0 alimentação

25 5-25 A curva rendimento-consumo A curva rendimento-consumo ou CRC mostra como as compras do consumidor reagem às variações do rendimento mantendo os preços dos bens constantes. A medida que o rendimento aumenta, a linha orçamental desloca-se para fora e paralelamente a R.O. inicial, indicando como as variações do rendimento provocam o aumento dos consumos. Os equilibrios sucessivos de E 1 para E 2 e E 3 são o conjunto dos pontos de tangência. A curva rendimento-consumo reune o conjunto dos pontos de equilibrio.

26 5-26 Curva Preço-consumo Vestuario a E 1 R.O. CPC E 2 E 3 I 3 I 2 I 1 b c Alimentação d

27 5-27 Curva Preço-consumo A curva preço-consumo ou CPC, mostra como as compras do consumidor reagem às variações do preço de um bem mantendo-se o rendimento e o preço do outro bem estaveis. Considerando o rendimento e o preço do vestuario fixos, diminuimos o preço da alimentação e a linha orçamental desloca-se de ab para ac e ad., aumento o conjunto das oportunidades de consumo. A posição de equilibrio move-se de E 1, para E 2 e E 3. Pontos de tangência das C.I. com as R.O. A curva preço-consumo reune o conjunto dos cabazes optimos de um mapa de indiferença associados às varias rectas de orçamento.

28 5-28 Construção da Curva da procura individual Valor gasto nos outros bens [bem composto] 0 E 2 E 1 E 0 Curva Preço-consumo I 2 I 0 I 1 Q (litros quinzenal) [i] Curva Preço-consumo Preço da gasolina [ ] 0,75 x 0,5 y Curva da procura 0,25 z Q (litros quinzenal) [ii] Curva da procura individual

29 5-29 Construção da Curva da procura individual Toda a informação necessaria para construir a curva da procura individual está contida na Curva Preço-consumo. Na CPC, o eixo horizontal exprime a quantidade, e o declive da linha orçamental mede o preço. No grafico (i) o consumidor tem um rendimento de 200 mensal e suporta preços de 0,75, 0,50, e, 0,25 por litro de gasolina, que correspondem às sucessivas R.O., definindo os cabazes optimos em E 0, E 1, e E 2. As combinações relevantes de preço quantidade na CPC são então representadas no grafico (ii) para definir sua curva da procura. Esta consiste na relação que nos indica quanto o consumidor quer comprar a diferentes preços. Os pontos x, y, e z da curva de procura em (ii) correspondem às três posições de equilibrio E 0, E 1 e E 2 no grafico (i) da CPC.

30 5-30 Efeitos rendimento e Substituição Uma alteração do preço de um bem afecta a decisão de compra pelo efeito substituição e pelo efeito rendimento. Ex. Diminuição do preço provoca; a) os bens substitutos proximos de um bem tornam-se menos atractivos que anteriormente => efeito substituição; b) aumento do poder de compra (ou rendimento real) do consumidor => efeito rendimento. A direcção do efeito rendimento depende do tipo de bem - normal ou inferior -. O movimento de E 0 para E 2 constitui o efeito total sobre a quantidade procurada é igual a q 2 - q 0, e é composto pela soma dos efeitos substituição e rendimento. O consumidor acaba numa C.I. mais alta I 2 relativamente ao seu nivel de utilidade inicial I 0. Comecemos por representar o efeito total do diminuição do preço, para depois examinarmos graficamente a decomposição dos 2 efeitos.

31 5-31 Efeitos rendimento e Substituição (com redução do preço) a R.O. Valor dos outros bens [ semanais] E 0 E 2 I 2 I 1 0 q 0 b q 2 Efeito total j Q [gasolina litros semanais]

32 5-32 Efeitos Substituição e Rendimento a Valor dos outros bens [ semanais] a 1 E 0 E 2 E 1 I 2 Efeito substi tução Efeito rendimento I 1 0 q 0 q 1 b q 2 j 1 j Q [gasolina litros semanais]

33 5-33 Efeito Substituição O orçamento inicial é a linha ab. O equilibrio original situase em E 0 com um consumo q 0. A diminuição do preço da gasolina provoca a deslocação da R.O. para fora, de ab para aj. O efeito substituição é definido pelo movimento da linha orçamental ao longo da mesma curva de indiferença. A linha orçamental a 1 j 1 é puramente hipotetica e destina-se a isolar este efeito e a reduzir o poder de compra até à C.I. inicial. Assim, o movimento de E 0 para E 1 corresponde a resposta da quantidade procurada face à variação do preço relativo, mantendo-se o poder de compra constante (= na mesma C.I.). O ponto E 1 foi obtido movendo a linha do orçamental inicial (ab -> a 1 j 1 ) o longo da C.I. até que o declive reflecte o novo preço.

34 5-34 Efeito rendimento O efeito substituição desloca a quantidade procurada na direção oposta à alteração do preço; preço, quantidadee vice versa. Para abstrair do efeito rendimento, o rendimento foi reduzido de forma a permitir que o consumidor se situe novamente na sua C.I. inicial => deslocação a linha aj para uma linha paralela a 1 j 1; (o cabaz E 1. na mesma C.I. que E 0 ). O ponto intermedio E 1, divide a variação da quantidade em efeito substituição, q 1 -q 0, e em efeito rendimento, q 2 -q 1. Depois para se medir o efeito rendimento é necessario restabelecer o poder de compra inicial.

35 5-35 Efeito rendimento O efeito rendimento E 1 para E 2 mostra a resposta da quantidade procurada face a variação do rendimento, os preços relativos sendo fixos. O efeito rendimento da redução do preço exprime o aumento da quantidade procurada (é a diferença entre q 1 e q 2 ) e corresponde ao movimento do consumidor de E 1 para E 2. O novo equilibrio situa-se em E 2 associado a um consumo q 2. Efeito total é o movimento E 0 para E 2. Trata-se de um bem normal visto que o consumo aumenta com o rendimento. O efeito rendimento reforça o efeito substituição.

36 5-36 Efeitos Substituição e Rendimento num bem inferior I 2 a I 1 Valor dos outros bens [ semanais] a 1 E 0 E 2 Efeito rendimento E 1 0 q 0 Efeito substi tução q 2 b q 1 Efeito total j 1 Q j [gasolina litros semanais]

37 5-37 R.O. inicial ab, desloca-se para aj. (diminuição do preço do bem). O movimento de E 0 para E 1 traduz o efeito substituição sobre a quantidade procurada cuja variação positiva é q 1 - q 0 O movimento de E 1 para E 2 constitui o efeito rendimento sobre a quantidade procurada onde se constata uma diminuição do consumo do bem inferior q 1 - q 2 face ao aumento do rendimento de a 1 j 1 para aj. Efeito total correponde ao movimento E 0 para E 2 e uma variação na quantidade de q 2 - q 0. O efeito substituição e o efeito rendimento atenuam-se.

38 5-38 A Curva da procura do Consumidor Uma variação no preço de um produto, mantendo constantes o rendimento e todos os outros preços, modifica tanto o preço relativo dos bens como o poder de compra daqueles que o consomem. A curva da procura para bens normais tem um declive negativo porque tanto efeito rendimento como o substituição agem na mesma direção; uma redução no preço implica um consumo acrescido. A uma redução no preço no bem inferior implica mais consumo via efeito substituição e menos consumo via efeito rendimento. No caso excepcional do bem de Giffen, o efeito rendimento é maior que o efeito substituição, causando um declive positivo na sua curva da procura. Ex. A batata durante a fome da Irlanda no sec.xix

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