o MINISTRO DE ESTADO DA JUSTI<;A, no uso da atribuiyao que Ihe confere 0 art. 4 do Decreto n 5.834, de 6 de julho de 2006, resolve:

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1 DOU - Ediyao Numero 198 de 16/10/2006 Gabinete do Ministro Ministerio da Justiya PORTARIA No 1.825, DE 13 DE OUTUBRO DE 2006 o MINISTRO DE ESTADO DA JUSTI<;A, no uso da atribuiyao que Ihe confere 0 art. 4 do Decreto n 5.834, de 6 de julho de 2006, resolve: Art. 1 0 Aprovar 0 Regimento Interno do Departamento esta Portaria. Art. 2 0 Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicayao. Art. 3 0 Fica revogada a Portaria no1.300, de 4 de setembro de MARCIO ANEXO REGIMENTO THOMAZ BASTOS INTERNO DO DEPARTAMENTO CAPITULO CA TEGORIA I E FINALIDADE DE POLICIA FEDERAL de Polfcia Federal, na forma do Anexo a Art. 1 0 Departamento de Polfcia Federal - DPF, 6rgao especifico singular, a que se refere 0 art. 2, inciso II, alfnea "g", do Anexo I, do Decreto no5.834, de 6 de julho de 2006, organizado e mantido pela UnHio e estruturado em carreira, com autonomia administrativa e financeira, diretamente subordinado ao Ministro de Estado da Justic;a, tern por finalidade executar, em todo 0 territ6rio nacional, as seguintes atribuic;oes previstas no 1 do art. 144 da Constituic;ao Federal e tambem as previstas na legislac;ao complementar, e especificamente: I - apurar infrac;oes penais contra a ordem polftica e social ou em detrimento de bens, serviyos e interesses da Uniao ou de suas entidades autarquicas e empresas publicas, assim como outras infrac;oes cuja pnitica tenha repercussao interestadual ou internacional e exija repressao uniforme, segundo se dispuser em lei; II - prevenir e reprimir 0 trafico ilfcito de entorpecentes e drogas afins, 0 contrabando e 0 descaminho de bens e valores, sem prejuizo da ac;ao fazendaria e de outros 6rgaos publicos nas respectivas areas de competencia; III - exercer as funyoes de policia maritima, aeroportuaria e de fronteiras; IV - exercer, com exclusividade, as func;oes de policiajudiciaria da Uniao; V - coibir a turbac;ao e 0 esbulho possess6rio dos bens e dos pr6prios da Uniao e das entidades integrantes da Administrac;ao Publica Federal, sem prejuizo da manutenc;ao da ordem publica pelas Policias Militares dos Estados; e VI - acompanhar e instaurar inqueritos relacionados aos conflitos agrarios ou fundiarios e os deles decorrentes, quando se tratar de crime de competencia federal, bem como prevenir e reprimir esses crimes. CAPITULO II ORGANIZA<;AO Art. 2 0 Departamento I - UNIDADES CENTRAlS de Polfcia Federal tern a seguinte estrutura: 1. CONSELHO SUPERIOR DE POLICIA - CSP

2 2. GABINETE - GAB 2.1. Setor de Acompanhamento de Processos - SEAPRO 2.2. Divisao de Comunica<yao Social - DCS 3. DlRETORIA-EXECUTIVA - DlREX 3.1. Coordena9ao de Opera90es Especiais de Fronteira -COESF Divisao de Controle Operacional de Fiscaliza9ao -DICOF Divisao de Estudos, Legisla9ao e Pareceres - DELP Divisao de Analise de Processos e Expedi9ao de Documentos - DAPEX 3.2. Coordena9ao do Comando de Opera90es Tciticas - COT Servi90 de Estrategias Tciticas - SET Servi90 de Opera90es Taticas - SOT 3.3. Coordena9ao de Avia9ao Operacional- CAOP Servi90 de Manuten9ao - SMAN Servi90 de Opera90es Aereas - SOAR 3.4. Coordena9ao-Geral de Defesa Institucional- CGDI Divisao de Direitos Humanos - DDH Servi90 de Prote9ao aos Direitos Humanos e ao Depoente Especial - SPHE Divisao de Assuntos Sociais e Politicos - DASP Servi90 de Repressao ao Trabalho For9ado -SETRAF Servi90 de Repressao a Crimes Contra Comunidades Indigenas - SEINC Divisao de Seguran9a de Dignitarios - DSD Servi90 Regional Sul- SERSUL 3.5. Coordena9ao-Geral de Policia Fazendaria - CGPFAZ Servi90 de Analise de Dados de Inteligencia Policial -SADIP Divisao de Repressao a Crimes Fazendarios - DFAZ Divisao de Repressao a Crimes Previdenciarios -DPREV Divisao de Repressao a Crimes Contra 0 Meio-Ambiente e Patrimonio Historico - DMAPH Servi90 de Apoio Administrativo - SAD Servi90 de Estudos, Legisla9ao e Pareceres - SELP 3.6. Coordena9ao-Geral de Policia Criminal Internacional-INTERPOL Setor de Logistica - SELOG Divisao de Coopera<yao e Opera90es Policiais Internacionais - DPI Setor de Gerenciamento Operacional- SEGOP Servi90 de Difusoes e de Procurados Internacionais -SDPI 3.7. Coordena9ao-Geral de Policia de Imigra9ao - CGPI Setor de Analise de Dados de Inteligencia Policiais -SADIP Divisao de Controle de Imigra9ao - DCIM

3 Divisao de Cadastro e Registro de Estrangeiros -DICRE Divisao Policial de Retiradas Compuls6rias DPREC Divisao de Passaportes - DPAS 3.8. Coordena~ao-Geral de Controle de Seguran~a Privada CGCSP Setor de Apoio Administrativo - SAD Servi~o Regional da Amazonia - SERAM Servi~o Regional Oeste - SEROESTE 4. DIRETORIA DE COMBATE AO CRIME ORGANIZADO DCOR 4.1. Divisao de Repressao ao Tnifico Ilicito de Armas -DARM Servi~o Nacional de Armas - SENARM 4.2. Divisao de Repressao a Crimes Contra 0 Patrimonio DP AT Servi~o de Analise de Dados de Inteligencia Policial -SADIP 4.3. Divisao de Repressao a Crimes Financeiros - DFIN Servi~o de Inqueritos Especiais - SINQUE 4.4. Coordena~ao-Geral de Polfcia de Repressao a Entorpecentes - CGPRE Divisao de Operac;5es de Repressao a Entorpecentes -DIREN Servi~o de Analise de Dados de Inteligencia Policial SADIP Servi~o de Apoio Tecnico - SATE Servi~o de Projetos Especiais - SEPROE Servi~o de Cani! Central- SECAN Divisao de Controle de Produtos Quimicos - DCPQ Servi~o de Registros e Licen~as - SEREL Setor de Investiga~ao de Desvios de Produtos Quimicos -SINPQ 5. CORREGEDORIA-GERAL DE POLICIA FEDERAL -COGER 5.1. Setor de Apoio Administrativo - SAD 5.2. Coordena~ao-Geral de Correi~5es - CGCOR Divisao de Correi~5es Judiciarias - DICOR Servi~o de Estudos, Legisla~ao e Pareceres - SELP 5.3. Coordena~ao de Assuntos Internos - COAIN Servi~o de Investiga~ao - SINV 5.4. Coordena~ao de Disciplina - CODIS Servi~o de Apoio Disciplinar - SEDIS Servi~o de Acompanhamento de Procedimentos Disciplinares - SEPD 6. DIRETORIA DE INTELIGENCIA POLICIAL - DIP 6.1. Divisao de Opera~5es de Inteligencia Policial Especializada -DINPE 6.2. Divisao de Doutrina de Inteligencia Policial e Treinamento -DINT 6.3. Divisao de Contra-Inteligencia Policial - DICINT

4 6.4. Divisao de Inteligencia Policial- DINPO Serviyo Antiterrorismo - SANTER Serviyo de Inteligencia Policial - SIP 7. DIRETORIA TECNICO-CIENTIFICA - DITEC 7.1. Instituto Nacional de Criminalistica - INC Divisao de Pericias - DPER Serviyo de Pericias em Informatica - SEPINF Serviyo de Pericias Contabeis e Economicas -SEPCONT Serviyo de Pericias Documentosc6picas - SEPDOC Serviyo de Pericias em Audiovisual e Eletronicos -SEPAEL Serviyo de Pericias de Engenharia e Meio-Ambiente -SEPEMA Serviyo de Pericias de Laborat6rio e de Balistica SEPLAB Serviyo de Logistica - SELOG Divisao de Pesquisa, Padroes e Dados Criminalisticos -DPCRIM 7.2. Instituto Nacional de Identificayao - INI Divisao de Identificayao, de Informayoes Criminais e de Estrangeiros - DINCRE Serviyo de Informayoes Criminais - SINIC Serviyo de Identificayao de Impressoes Digitais -AFIS Serviyo de Pericia Papilosc6pica e de Representayao Facial Humana - SEPAP Divisao de Documentos de Seguranya - DSEG Serviyo de Preparayao e Expediyao de Documentos Funcionais - SEPEX 8. DlRETORIA DE GESTAO DE PESSOAL - DGP 8.1. CONSELHO DE ENSINO - CONEN 8.2. Coordenayao de Recursos Humanos - CRH Divisao de Estudos, Legislayao e Pareceres - DELP Divisao de Administrayao de Recursos Humanos DRH Serviyo de Inspeyao e Assistencia Medica -SIMED Serviyo de Aposentadorias e Pensoes - SEAP Serviyo de Cadastro - SECAD Serviyo de Lotayao e Movimentayao - SLM Setor de Classificayao de Cargos - SCC Divisao de Pagamento - DPAG Serviyo de Assistencia e Beneficios - SAB 8.3. Coordenayao de Recrutamento e Seleyao - COREC Divisao de Planejamento e Execuyao de Concursos -DPLAC 8.4. Academia Nacional de Policia - ANP Setor de Comunicayao Social - SCS

5 Coordenayao de Altos Estudos de Seguranya Publica -CAESP Serviyo de Estudos e Doutrina - SED Coordenayao de Ensino - COEN Divisao de Desenvolvimento Humano - DIDH Setor de Ensino Operacional- SEOP Setor de Formayao Policial- SEFORM Setor de Especializayao Policial- SEPOL Serviyo de Psicologia - PSICO Serviyo de Capacitayao e Ensino a Distancia -SECAED Serviyo de Execuyao de Cursos - SEEC Serviyo de Educayao Fisica - SEF Serviyo de Armamento e Tiro - SAT Serviyo de Planejamento e Avaliayao - SAVAL Setor de Registro Escolar - SERES Serviyo de Apoio ao Ensino - SAE Setor de Biblioteca - SEBIB Setor de Audiovisual e Impressao - SAVI Nucleo de Museu Criminal- MUSEU Divisao de Administrayao - DAD Setor de Manutenyao de Instalayoes - SEMAI Setor de Recursos Humanos - SRH Setor de Material- SEMAT Setor de Transporte - SETRAN Serviyo de Execuyao Oryamentaria e Financeira SEOF Serviyo de Tecnologia da Informayao - STI 9. DIRETORIA DE ADMINISTRA<;Ao E LOGISTICA POLICIAL - DLOG 9.1. Coordenayao-Geral de Planejamento e Modernizayao CPLAM Divisao de Organizayao e Metodos - DO&M Serviyo de Padroniza((ao e N ormatizayao - SEP AN Serviyo de Avaliayao e Aperfeiyoamento Organizacional -SAORG Divisao de Planejamento e Projetos - DPP Serviyo de Projetos - SEPROJ Servi((o de Planejamento e Controle - SEPLAC Divisao de Projetos de Edificayoes e Obras - DEOB Serviyo de Fiscaliza((ao de Obras - SEFIS 9.2. Coordenayao de Oryamento e Finanyas - COF Serviyo de Controle de Receitas - SECONTRE

6 Servic;o de Programac;ao OrC;amentaria - SEPROG Servic;o de Programac;ao Financeira - SEPROFIN Servic;o de Despesa de Pessoal- SEDESP Servic;o de Contabilidade - SECONT 9.3. Coordenac;ao de Administrac;ao - COAD Setor de Apoio Administrativo - SAD Setor de Arquivo Central- SARQ Setor de Relac;oes Administrativas - SERA Divisao de Material- DMAT Servic;o de Compras - SECOM Setor de Almoxarifado - SEAL Setor de Patrimonio - SEPAT Divisao de Serviyos Gerais - DSG Setor de Artes Graticas - SEGRAF Setor de Transportes - SETRAN Setor de Administrayao de Instalayoes - SAIN Divisao de Licitac;oes e Contratos - DICON Serviyo de Contratos e Convenios - SECC Divisao de Execuc;ao OrC;amentaria e Financeira -DEOF Servic;o de Execuyao Oryamentaria - SEOR Servic;o de Execuc;ao Financeira - SEFIN Setor de Analise Documental- SADOC Nucleo de Controle de Diarias e Passagens -NUDIP 9.4. Coordenac;ao de Tecnologia da Informayao - cn Setor de Apoio Administrativo - SAD Divisao de Informatica - DINF Servic;o de Desenvolvimento de Sistemas - SDS Servic;o de Suporte Tecnico - SST Divisao de Telecomunicac;oes - DITEL Servic;o Tecnico e Operacional- STO II - UNIDADES DESCENTRALIZADAS I. SUPERINTENDENCIAS REGIONAIS - SR 2. CONSELHOS REGIONAIS DE policia - CRP 3. DELEGACIAS DE policia FEDERAL - DPF Art. 3 As Superintendencias Regionais nos Estados de Sao Paulo e do Rio de Janeiro compoem-se de: 1. SUPERINTENDENCIA REGIONAL - SR

7 1.1. SETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMA<;AO - STI 1.2. SETOR DE COMUNICA<;AO SOCIAL - SCS 1.3. SETOR DE ADMINISTRA<;AO E LOGiSTICA POLICIAL - SELOG Nlicleo de ExecU<;aoOn;amentaria e Financeira NEOF Nlicleo de Material- NUMAT Nlicleo de Transporte - NUTRAN Nlicleo Administrativo - NAD 104. SETOR TECNICO-CIENTiFICO - SETEC Nlicleo de Criminalistica - NUCRIM Nlicleo de Identificayao - NID 1.5. SETOR DE RECURSOS HUMANOS - SRH Nlicleo de Pagamento - NUPAG Nlicleo de Cadastro e Lotayao - NUCAL 1.6. SETOR DE INTELIGENCIA POLICIAL - SIP 1.7. DELEGACIA REGIONAL EXECUTIV A - DREX Nlicleo de Cust6dia - CUSTODIA Setor de Planejamento Operacional - SPO Delegacia de Policia de Imigrayao - DELEMIG Nlicleo de Cart6rio - NUCART Nlicleo de Registro de Estrangeiros - NRE Nlicleo de Passaportes - NUPAS Nlicleo de Cadastro - NUCAD Nlicleo de Operayoes - NO Delegacia de Repressao a Crimes Previdenciarios -DELEPREV Nlicleo de Operayoes - NO Nlicleo de Cart6rio - NUCART Delegacia de Repressao a Crimes Fazendarios -DELEFAZ Nlicleo de Operayoes - NO Nlicleo de Cart6rio - NUCART Delegacia de Defesa Institucional- DELINST Nlicleo de Seguranya de Dignitarios - NSD Nlicleo de Operayoes - NO Nlicleo de Cart6rio - NUCART Delegacia de Controle de Seguranya Privada -DELESP Nlicleo de Operayoes - NO Delegacia de Repressao a Crimes Contra 0 Meio-Ambiente e Patrim6nio Hist6rico - DELEMAPH

8 Nucleo de Operayoes - NO Nucleo de Cartorio - NUCART 1.8. DELEGACIA REGIONAL DE COMBATE AO CRIME ORGANIZADO - DRCOR Delegacia de Repressao a Crimes Financeiros -DELEFIN Nucleo de Operayoes - NO Nucleo de Cartorio - NUCART Delegacia de Repressao ao Trafico Ilfcito de Armas -DELEARM Nucleo de Operayoes - NO Nucleo de Cartorio - NUCART Delegacia de Repressao a Entorpecentes - DRE Nucleo de Operayoes - NO Nucleo de Cartorio - NUCART Delegacia de Repressao a Crimes Contra 0 Patrirnonio DELEPA T Nucleo de Operayoes - NO Nucleo de Cartorio - NUCART 1.9. CORREGEDORIA REGIONAL DE POLl CIA FEDERAL -COR Nucleo de Disciplina - NUDIS Nucleo de Correiyoes - NUCOR Panigrafo unico. As Delegacias Especiais no Aeroporto Internacional- DEAIN s no Rio de Janeiro e em Sao Paulo sao delegacias descentralizadas vinculadas administrativamente as respectivas Superintendencias Regionais e, tecnica e normativamente as Unidades Centrais, possuindo cada uma urn Nucleo de Operayoes - NO. Art. 4 A Superintendencia Regional no Estado do Rio de Janeiro tern em sua composiyao, alem da estrutura mencionada no art. 3, a Delegacia Especial de Policia Maritima - DEPOM, subordinada a Delegacia Regional Executiva. Art. 5 As Superintendencias Regionais nos Estados do Acre, Alagoas, Amapa, Amazonas, Bahia, Ceara, Distrito Federal, Espirito Santo, Goias, Maranhao, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do SuI, Para, Paraiba, Parana, Pernambuco, Piaui, Rio Grande do SuI, Rio Grande do Norte, Rondonia, Rorairna, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins compoem-se de: 1. SUPERINTENDENCIA REGIONAL - SR 1.1. NUCLEO DE INTELIGENCIA POLICIAL - NIP 1.2. NUCLEO DE TECNOLOGIA DA INFORMA<:;A.O -NTI 1.3. SETORDE RECURSOS HUMANOS - SRH 1.4. SETOR TECNICO-CIENTlFICO - SETEC 1.5. SETOR DE ADMINISTRA<:;A.O E LOGISTICA POLICIAL - SELOG Nucleo de Execuyao Oryamentaria e Financeira NEOF Nucleo Administrativo - NAD 1.6. DELEGACIA REGIONAL EXECUTIV A - DREX Nucleo de Custodia - CUSTODIA

9 Nuc!eo de Cartorio - NUCART Nuc!eo de Operayoes - NO Delegacia de Policia de Imigrayao - DELEMIG Delegacia de Repressao a Crimes Previdencilirios -DELEPREV Delegacia de Repressao a Crimes Fazendlirios -DELEF AZ Delegacia de Defesa Institucional- DELINST Delegacia de Controle de Seguranya Privada -DELESP Delegacia de Repressao a Crimes Contra 0 Meio-Ambiente e Patrimonio Historico - DELEMAPH 1.7. DELEGACIA REGIONAL DE COMBATE AO CRIME ORGANIZADO - DRCOR Delegacia de Repressao a Crimes Contra 0 Patrimonio DELEP AT Delegacia de Repressao ao Tnifico Ilicito de Armas -DELEARM Delegacia de Repressao a Entorpecentes - DRE 1.8. CORREGEDORIA REGIONAL DE POLicIA FEDERAL -COR Nuc!eo de Disciplina - NUDIS Nuc!eo de Correiyoes - NUCOR Art. 6 A Superintendencia Regional no Distrito Federal tern em sua composiyao, aiem da estrutura mencionada no art. 5, 0 seguinte: I - 0 Nucleo de Seguranya de Dignitarios - NSD, subordinado a Delegacia de Defesa Institucional - DELINST; II - A Delegacia de Repressao a Crimes Financeiros - DELEFIN, subordinada a Delegacia Regional de Combate ao Crime Organizado - DRCOR; e III - 0 Setor de Comunicayao Social - SCS, subordinado ao Superintendente Regional. Art. 7 A Superintendencia Regional no Estado do Amazonas tern em sua composiyao, alem da estrutura mencionada no art. 5, 0 Centro de Integrayao e Aperfeiyoamento em Policia Ambiental -CIAPA. 1 0 ClAP A subordina-se administrativamente a Superintendencia Regional no Estado do Amazonas e vincula-se tecnica e normativamente a Academia Nacional de Policia. 2 A Superintendencia Regional no Estado do Amazonas, operando em parceria com a ANP, deve prestar 0 apoio logistico necessario ao funcionamento do ClAP A. Art. 8 As Delegacias de Policia Federal Descentralizadas localizadas nos Municipios de Foz do IguayulPR e de Santos/SP compoem-se de: 1. Delegacia de Policia Federal - DPF 1.1 Nuc!eo de Administrayao - NAD 1.2 Nuc!eo de Inteligencia Policial- NIP 1.3 Nuc!eo Tecnico-Cientifico - NUTEC 1.4 Delegacia Especial de Policia Maritima - DEPOM 1.5 Delegacia Executiva - DELEX Nuc!eo de Policia de Imigrayao - NUMIG

10 1.5.2 Nlicleo de Operary5es - NO Nlicleo de Cartorio - NUCART Art. 9 A Delegacia de Policia Federal Descentralizada, localizada nos Municipio de Itajai/SC tern em sua estrutura 0 Nlicleo Especial de Policia Maritima - NEPOM. Art. 10. As demais Delegacias de Policia Federal Descentralizadas terao, cada urna, no minimo, estrutura composta de uma Funryao Gratificada, destinada a sua chefia. Art. II. 0 Departamento de Polfcia Federal e dirigido por Diretor-Geral; as Diretorias, os Institutos e a Academia, por Diretor; a Corregedoria-Geral de Polfcia Federal, por Corregedor-Geral; as Coordenary5es-Gerais, por Coordenador-Geral; as Coordenaryoes, por Coordenador; as Superintendencias Regionais, por Superintendente Regional; as Delegacias Regionais Executivas, por Delegado Regional Executivo; as Delegacias Regionais de Combate ao Crime Or ganizado por Delegado Regional de Combate ao Crime Organizado; as Corregedorias Regionais de Policia Federal por Corregedor Regional e 0 Gabinete, as Delegacias, as Divisoes, os Serviryos, os Setores, os Nlicleos e 0 ClAP A, por Chefe, cuja funryao sera provida na forma da legislaryao pertinente. 1 0 Diretor-Geral conta, para 0 desempenho de suas atribuiry5es, com urn Assessor de Controle Interno, urn Assessor Tecnico Juridico, urn Assistente Parlamentar, urn Assistente de Relary5es Internacionais, urn Assistente Administrativo e urn Assistente Tecnico. 2 0 Diretor Executivo, 0 Diretor de Combate ao Crime Organizado, 0 Corregedor-Geral, 0 Diretor de Inteligencia Policial, 0 Diretor Tecnico-Cientifico, 0 Diretor de Gestao de Pessoal e 0 Diretor de Administraryao e Logistica Policial contam, cada urn, para 0 desempenho de suas atribuiry5es, com urn Assistente. 3 0 Chefe de Gabinete conta, para 0 desempenho de suas atribuiry5es, com urn Assistente Tecnico. Art Diretor-Geral sera substituido, em suas faltas ou impedimentos legais, pelo Diretor da Diretoria- Executiva. I Os superintendentes regionais serao substituidos, em suas faltas ou impedimentos legais, pelos respectivos delegados regionais executivos. 2 Os ocupantes dos cargos em comissao e das funry5es gratificadas, previstas no art. 11 serao substitufdos, em suas faltas ou impedimentos legais, por servidores, respectivamente, indicados e designados pelo Diretor-Geral, na forma da legislaryao especifica. 3 Nos casos de ausencia concomitante do titular e do substituto eventual 0 Diretor-Geral designara 0 responsavel pela unidade no periodo que durar uma das ausencias. CAPITULO III COMPETENCIAS DAS UNIDADES Art Conselho Superior de Polfcia, presidido pelo DiretorGeral, e entidade de deliberaryao coletiva destinado a orientar as atividades policiais e administrativas em geral e a opinar nos assuntos de relevancia institucional, tendo como membros 0 Diretor Executivo, 0 Diretor de Combate ao Crime Organizado, 0 Corregedor-Geral, 0 Diretor de Inteligencia Policial, 0 Diretor Tecnico-Cientifico, 0 Diretor de Gestao de Pessoal, 0 Diretor de Administraryao e Logistica Policial, ate cinco superintendentes regionais e urn adido policial federal. I Os superintendentes regionais e 0 adido policial federal podem ser escolhidos, a criterio do Diretor-Geral, em sistema de rodfzio. 2 0 Conselho reunir-se-a, ordinariamente, uma vez por semestre e, extraordinariamente, a qualquer tempo, por convocaryao do seu Presidente. 3 0 Chefe de Gabinete sera 0 secretario do Conselho.

11 Art. 14. Ao Gabinete compete: I-prestar apoio administrativo e tecnico ao Diretor-Geral; II - organizar a pauta dos trabalhos e das viagens do DiretorGeral; III - providenciar a divulgas:ao dos atos administrativos e despachos do Diretor-Geral; IV preparar materia a ser publicada no Boletim de Servis:o; e V - p1anejar, supervisionar, controlar e orientar as atividades de comunicas:ao social e de contatos com a irnprensa, bem como gerir campanhas publicitarias envolvendo as:6es do Departamento. Art. 15. A Diretoria-Executiva compete: I - aprovar normas gerais de as:ao relativas as atividades de prevens:ao e repressao aos crimes de sua competencia; II - planejar, coordenar, dirigir, controlar e avaliar as atividades de operas:6es especiais, ordem polftica e social, polfcia fazendaria, polfcia maritima, aeroportuaria, de fronteiras e de segurans:a privada; III - planejar, coordenar, dirigir e executar operas:oes policiais relacionadas a crimes cuja pr<itica tenha repercussao interestadual ou internacional e exija repressao uniforme, conforme disposto em lei, dentro das atividades de sua competencia; IV - propor ao Diretor-Geral inspes:oes peri6dicas nas Unidades Descentralizadas do Departamento, no ambito de sua competencia; e V - elaborar diretrizes especfficas de planejamento operacional, relativas as suas competencias. Art. 16. A Diretoria de Combate ao Crime Organizado compete: I - aprovar normas gerais de as:ao relativas as atividades de prevens:ao e repressao aos crimes de sua competencia; II - planejar, coordenar, dirigir, controlar e avaliar as atividades de repressao ao trafico ilfcito de armas, a crimes contra 0 patrimonio, crimes financeiros, ao trafico ilicito de entorpecentes e de combate ao crime organizado; III - planejar, coordenar, dirigir e executar operas:5es policiais relacionadas a crimes cuja prlitica tenha repercussao interestadual ou internacional e exija repressao uniforme, conforme disposto em lei, dentro das atividades de sua competencia; IV - propor ao Diretor-Geral inspes:oes peri6dicas nas Unidades Descentralizadas do Departamento, no ambito de sua competencia; e V - elaborar diretrizes especfficas de planejamento Art. 17. A Corregedoria-Geral de Polfcia Federal compete: operacional relativas as suas competencias. I elaborar normas orientadoras das atividades de polfciajudiciaria e disciplinar; II orientar as Unidades Descentralizadas na interpretas:ao e no cumprimento da legislas:ao pertinente as atividades de polfciajudiciaria e disciplinar; III - elaborar os pianos de correis:oes peri6dicas; IV - receber queixas ou representas:oes sobre faltas cometidas por servidores em exercfcio no Departamento; V controlar, fiscalizar e avaliar os trabalhos das Comissoes de Disciplina; VI - coletar dados estatisticos das atividades de polfcia judiciaria e disciplinar; e VII apurar as irregularidades e infras:5es cometidas por servidores do Departamento de Polfcia

12 Federal. Art. 18. A Diretoria de Inteligencia Policial compete: I - planejar, coordenar, dirigir e orientar as atividades de inteligencia em assuntos de interesse e competencia do Departamento; II - compilar, controlar e analisar dados, submetendo-os a apreciayao do Diretor-Geral para deliberayao; e III - planejar e executar operayoes de contra-inteligencia Art. 19. A Diretoria Tecnico-Cientifica compete: e antiterrorismo. I - planejar, coordenar, dirigir, orientar, controlar e executar as atividades de identificayao humana relevantes para procedimentos pre-processuais e judiciarios, quando solicitado por autoridade competente; II - centralizar informayoes e impressoes digitais de pessoas indiciadas em inqueritos policiais ou acusadas em processos criminais no territ6rio nacional e de estrangeiros sujeitos a registro no Brasil; III - coordenar e promover 0 intercambio dos serviyos de identificayao civil e criminal no ambito nacional; IV - analisar os resultados das atividades de identificayao, pondo, quando necessario, o seu aperfeiyoamento; medidas para V - colaborar com os Institutos de Identificayao dos Estados e do Distrito Federal para aprimorar e uniformizar as atividades de identificayao do Pais; VI - desenvolver projetos e programas de estudo e pesquisa no campo da identificayao; VII - emitir passaportes em conformidade com a normalizayao especifica da Diretoria-Executiva; VIII - planejar, coordenar, supervisionar, orientar, controlar e executar as atividades tecnicocientificas de apreciayao de vestigios em procedimentos pre-processuais e judiciarios, quando solicitado por autoridade competente; IX - propor e participar da elaborayao de convenios e contratos com 6rgaos e entidades congeneres; X - pesquisar e difundir estudos tecnico-cientificos no campo da criminalistica; e XI - promover a publicayao de informativos relacionados Art. 20. A Diretoria de Gestao de Pessoal compete: com sua area de atuayao. I - planejar, coordenar, executar e controlar as atividades concernentes a administrayao de pessoal do Departamento; II - orientar as Unidades Centrais e descentralizadas sua competencia; III - coletar dados estatisticos e elaborar documentos Geral; e assistirlhes, se necessario, nos assuntos de basicos para subsidiar decisoes do Diretor- IV - realizar 0 recrutamento e a seleyao de candidatos a matricula em cursos de formayao profissional para ingresso nos cargos da Carreira Policial Federal; V propor e participar da e1aborayao de convenios e contratos com 6rgaos e entidades congeneres nacionais e estrangeiros, de natureza publica e privada; VI - realizar pianos, estudos e pesquisas que visem ao estabelecimento de doutrina orientadora, em alto nivel, das atividades policiais do Pais; VII - prom over a difusao de materia doutrinaria, informayoes e estudos sobre a evoluyao dos

13 servi(j:os e tecnicas policiais; e VIII - estabelecer intercambio com as escolas de policia do Pais e organiza(j:oes congeneres estrangeiras, objetivando 0 aperfei(j:oamento e a especializa(j:ao dos servidores policiais. Art Conselho de Ensino, presidido pelo Diretor de Gestao de Pessoal, e ente colegiado de carater consultivo, destinado a apreciar e orientar a Diretoria de Gestao de Pessoal e a Academia Nacional de Policia - ANP, opinando nos assuntos relativos as atividades de ensino desenvolvidas no ambito da Policia Federal, tendo como membros 0 Corregedor-Geral, 0 Diretor de Inteligencia Policial, 0 Diretor da Academia Nacional de Policia, 0 Coordenador de Ensino, 0 Coordenador de Recrutamento e Sele(j:ao, urn Delegado de Policia Federal ou urn Perito Criminal Federal que seja professor ou esteja lotado na ANP Conselho reunir-se-a, a qualquer tempo, por convoca(j:ao do seu Presidente Coordenador de Ensino sera 0 secretario do Conselho. Art. 22. A Diretoria de Administra(j:ao e Logistica Policial compete: I propor diretrizes para 0 planejamento da a(j:aoglobal e, em articula(j:ao com as demais unidades, elaborar pianos e projetos anuais e plurianuais do Departamento; II - desenvolver estudos destinados ao continuo aperfei(j:oamento do Departamento e prom over a reformula(j:ao de suas estruturas, normas, sistemas e metodos, em articula(j:ao com 0 6rgao setorial de moderniza(j:ao do Ministerio; III - realizar estudos a respeito das necessidades de recursos humanos e materiais, inclusive no que tange aos meios de transportes, armamentos e equipamentos para 0 Departamento; IV - propor a lota(j:ao inicial e a distribui(j:ao dos servidores do Departamento, Diretoria-Executiva e a Diretoria de Gestao de Pessoal; em articula(j:ao com a V - definir prioridades para a constru(j:ao, loca(j:ao e reformas de edificios, objetivando a instala(j:ao ou manuten(j:ao de unidades do Departamento; VI - planejar, coordenar e supervisionar 0 desenvolvimento do processo or(j:amentario e da programa(j:ao financeira das unidades gestoras do Departamento, em consonancia com as politicas, diretrizes e prioridades estabelecidas pela Dire(j:ao-Geral; VII - elaborar a proposta orc;amentaria anual do Departamento; VIII - promover a descentraliza(j:ao de creditos orc;amentarios e de recursos financeiros consignados ao Departamento e ao Fundo para Aparelhamento e Operacionaliza(j:ao das Atividades-Fim da Policia Federal- FUNAPOL; IX - registrar e controlar 0 ingresso de receitas no FUNAPOL; X - planejar, dirigir, coordenar, executar e controlar os assuntos pertinentes a gestao administrativa das atividades de patrimonio, material, servic;os gerais, relac;6es administrativas e arquivo; XI coordenar e executar atos de naturezas or(j:amentaria e financeira em seu ambito interno e das Unidades Centrais sem autonomia financeira; XII - planejar, coordenar, supervisionar, orientar, controlar, padronizar e executar as atividades e os recursos de tecnologia da informa(j:ao, informatica e telecomunicac;oes no ambito do Departamento; XIII - propor e participar da elaborac;ao de convenios e contratos com 6rgaos e entidades congeneres; e XIV - pesquisar e difundir os estudos de tecnologia da informac;ao, informatica e telecomunicac;oes no ambito do Departamento. Art. 23. As CoordenaC;6es-Gerais e Coordenac;6es compete:

14 I coordenar, controlar, orientar e avaliar, em nivel central e descentralizado, a execuc;ao das atividades, ac;6es e operac;6es correlatas a sua area de atuac;ao; II - propor politicas e diretrizes correlatas aos assuntos de sua area de atuac;ao, tendo em vista coordenar esforc;os, racionalizar 0 emprego de meios e padronizar procedimentos; III planejar e coordenar a execuc;ao de operac;6es policiais integradas com outras unidades, centrais e descentralizadas, ou junto a outros 6rgaos governamentais; IV - promover estudos sobre a incidencia criminal e sobre a eficiencia e a eficacia de suas ac;6es, objetivando estabelecer prioridades centrais e regionais, bem como aperfeic;oar 0 desempenho de suas unidades; V - organizar, atualizar e difundir a legislac;ao e jurisprudencia suas area de atuac;ao; relativas as materias especfficas de VI - promover 0 intercambio de informac;6es junto a outras unidades, centrais e descentralizadas, a outros 6rgaos congeneres sobre assuntos de sua competencia; e VII - dispor de estudos e dados sobre as ac;6es desenvolvidas sob sua supervisao e consolidar relat6rios com indicadores, com vistas ao aperfeic;oamento de seus padr6es gerenciais e a otimizac;ao do processo decis6rio da administrac;ao. Art. 24. As Superintendencias Regionais, na sua area de atuac;ao, compete: I - planejar, dirigir, supervisionar, coordenar, orientar, fiscalizar e avaliar a execuc;ao das atividades, ac;6es e operac;6es correlatas a atuac;ao da Policia Federal; II - administrar as Unidades sob sua subordinac;ao, em consonancia com as norm as legais vigentes e com as diretrizes emanadas das Unidades Centrais; III- prop or diretrizes especfficas de prevenc;ao e repressao aos crimes de atribuic;ao do Departamento, subsidiando 0 planejamento operacional das Unidades Centrais; IV - executar operac;6es policiais integradas com as Unidades Centrais, relacionadas uniforme dos crimes de atribuic;ao do Departamento; V - apoiar as Unidades Centrais nas inspec;6es as suas unidades, dispondo dos meios e das informac;6es necessarias; a repressao VI - promover estudos e dispor de dados sobre as ac;6es empreendidas, bem como consolidar relat6rios de avaliac;ao de suas atividades, com vistas a subsidiar 0 processo de gestao das Unidades Centrais; e VII adotar ac;6es de controle e zelar pelo uso e manutenc;ao adequada dos bens im6veis, equipamentos, viaturas, armamento e outros materiais sob guarda da Superintendencia. Art. 25. Os Conselhos Regionais de Polfcia, presididos pelos respectivos Superintendentes Regionais, sao entidades consultivas destinadas a orientar as atividades policiais e administrativas em geral, no ambito de cada Superintendencia Regional, e a opinar nos assuntos de relevancia institucional, tendo como membros 0 Delegado Regional Executivo, 0 Delegado Regional de Combate ao Crime Organizado, 0 Corregedor Regional, 0 Chefe da Unidade de Inteligencia Policial, 0 Chefe do Setor Tecnico-Cientifico, 0 Chefe do Setor de Recursos Humanos, 0 Chefe do Setor de Administrac;ao e Logistica Policial e ate tres Chefes de Delegacias Descentralizadas. 1 Os Chefes das Delegacias serao escolhidos, a criterio do Superintendente Regional, em sistema de rodizio. 2 0 Conselho reunir-se-a, ordinariamente, uma vez por semestre, pelo menos com uma semana de antecedencia em relac;ao a reuniao do Conselho Superior de Policia e, extraordinariamente, a qualquer tempo, por convocac;ao do seu Presidente. e

15 3 0 chefe ou responsive I pela comunicayao social sera 0 Secretario do Conselho. Art. 26. As Divisoes e aos Serviyos compete: I planejar, coordenar, orientar e controlar, em nivel central e descentralizado, atividades, ayoes e operayoes correlatas it sua area de atuayao; a execuyao das II - apoiar e acompanhar 0 desenvolvimento das operayoes policiais integradas com outras Unidades Centrais e Descentralizadas, oujunto a outros Orgaos governamentais, controlando a alocayao e 0 usa dos recursos necessarios; III - propor normas e diretrizes especificas, correlatas a sua area de atuayao, tendo em vista a padronizayao de procedimentos e a otimizayao do desempenho das unidades sob sua supervisao, em nivel central e descentralizado; IV - organizar, atualizar e divulgar a legislayao e jurisprudencia correlatas as materias de sua competencia, vi sando a uniformizayao na classificayao de delitos, quando for 0 caso; V - realizar, junto as Diretorias, Coordenayoes-Gerais e Coordenayoes, estudos de viabilidade para elaborayao de convenios e instrumentos correlatos, tendo em vista a operacionalizayao de ayoes policiais e administrativas; e VI - elaborar estudos e dispor de dados sobre as ayoes em sua area de atuayao, bem como consolidar relat6rios de avaliayao e desempenho das atividades, com vistas a definiyao de padroes de eficiencia e eficacia, a fim de subsidiar as decisoes superiores. Art. 27. As Delegacias, aos Setores, Nucleos e Unidades assemelhadas, compete: 1- planejar, coordenar, controlar, executar as atividades, ayoes e operayoes correlatas a sua area de atuayao; II - executar operayoes policiais especificas, bem como aquelas integradas com outras Unidades ou junto a outros Orgaos governamentais, quando for 0 caso; III - cumprir e fiscalizar 0 cumprirnento das normas e diretrizes especificas emanadas das Unidades Centrais na execuyao das atividades correlatas a sua area de atuayao, dispondo da legislayao, jurisprudencia e outras informayoes correlatas; e IV - dispor de dados sobre 0 desempenho de suas ayoes especificas, bem como consolidar relat6rios de suas atividades, a fim de subsidiar os niveis hierarquicos superiores. CAPITULO IV ATRIBUI<;OES Art. 28. Ao Diretor-Geral DOS DIRIGENTES incumbe: I - promover a execuyao das atividades, ayoes e operayoes, no ambito do Departamento, estabelecendo os objetivos, as politicas, as metas prioritarias e as suas diretrizes; II - prom over a execuyao das diretrizes de seguranya publica estabelecidas da Justiya; III - dispor de informayoes ao Ministro de Estado da Justiya para 0 aprimoramento implementayao da Politica Nacional de Seguranya Publica; IV - expedir os atos administrativos do Departamento; pelo Ministro de Estado necessarios it consecuyao dos objetivos finallsticos e das metas V firmar contratos, convenios e outros atos negociais congeneres com entidades de direito publico e privado; VI - movimentar os recursos oryamentarios e financeiros consignados ao Departamento; VII - praticar os atos legalmente definidos como ordenador de despesas; e a

16 VIII - aprovar pianos e programas anuais, plurianuais e especiais; IX - indicar nomes para 0 provimento de cargos em comissao, bem como propor a exonerac;:ao de seus ocupantes, al6m de seus substitutos eventuais; X - dar posse aos titulares dos cargos em comissao no nivel de Diretoria, de Coordenac;:ao-Geral e Coordenac;:ao, aos seus Assessores e Assistentes imediatos e aos Superintendentes Regionais; XI aprovar a indicac;:aode servidores para cursos de especializac;:ao, aperfeic;:oamento e treinamento no exterior e para cursos de p6s-graduac;:ao lato sensu e stricto sensu previstos no Plano de Capacitac;:ao e Desenvolvimento de Recursos Humanos PCDRH; XII - ativar, transferir, desativar e extinguir Unidades Centrais e Descentralizadas, desde que nao implique em alterac;:aoda estrutura do Orgao prevista no Decreto de Estrutura Regimental do MJ; XIII - indicar ao Ministro de Estado da Justic;:aos policiais federais para as func;:oesde Adido e Auxiliar de Adido junto as representac;:oes diplomaticas brasileiras acreditadas no exterior; XIV - participar, pessoalmente ou por intermedio de representantes, de encontros, congressos, reunioes e f6runs de debates internacionais sobre temas de interesse do Departamento; XV - avocar, para decisao ou revisao, assuntos de natureza policial ou administrativa, das atribuic;:oes previstas aos demais dirigentes; XVI - apresentar ao Ministro de Estado da Justic;:a0 relat6rio anual de atividades, 0 plano estrategico, pianos de ac;:aoe a proposta orc;:amentciriaanual; sem prejuizo XVII - regular e promover a remoc;:aode servidores que resulte em onus para a Administrac;:ao; XVIII - decidir sobre os processos administrativos disciplinares instaurados nas superintendencias regionais, quando a pena for de suspensao superior a trinta e inferior a sessenta dias; XIX - decidir sobre os processos administrativos disciplinares instaurados por sua determinac;:ao, quando a pena for de advertencia, repreensao ou suspensao ate sessenta dias; XX - propor ao Ministro de Estado da Justic;:aa aplicac;:ao de penas superiores as previstas no item anterior; XXI - decidir sobre os recursos impetrados contra indeferimento de abertura de inquerito policial ou arquivamento de denuncias ou representac;:oes para instaurac;:ao de procedimentos administrativos disciplinares; XXII supervisionar a troca de informac;:oes com entidades ou organizac;:oes congeneres, em nivel nacional e internacional, que mantenham acordos, convenios e tratados na area policial; XXIII - presidir e regulamentar 0 funcionamento do Conselho Superior de Policia e da Comissao de Etica e Disciplina; XXIV - elogiar servidor, determinando 0 registro nos respectivos assentamentos funcionais e a publicac;:ao do elogio em Boletim de Servic;:o;e XXV - delegar competencia para 0 exercicio de quaisquer de suas atribuic;:oes, salvo aquelas que pela sua pr6pria natureza ou por vedac;:aolegal, s6 possam ser implementadas privativamente. Art. 29. Ao Chefe de Gabinete incumbe: 1- pro ceder, de ordem, ao encaminhamento da pauta de assuntos a serem submetidos a decisao do Diretor-Geral; II - autorizar a publicac;:ao, em Boletim de Servic;:o,de materia que the for encaminhada; III - examinar, instruir e despachar documentos oficiais; IV - receber, analisar e processar solicitac;:oes de audiencias;

17 V coordenar a programayao de viagens do Diretor-Geral, provendo os meios para sua execuyao; VI - propor ao Diretor-Geral de Serviyo; elogio a servidor e a publicayao de "referencia elogiosa" em Boletim VII - indicar nomes ao Diretor-Geral para 0 provimento de cargos em comissao, bem como propor a exonerayao de seus ocupantes e, ainda, propor a designayao e a dispensa de ocupantes de funyoes gratificadas, alem de seus substitutos eventuais; VIII - encaminhar ao Diretor da DLOG as informayoes referentes as suas atividades, tendo em vista a consolidayao do Plano de Metas Anual, 0 Relatorio Anual de Atividades e a Tomada de Contas Anual do DPF; e IX - secretariar as reunioes do Conselho Superior de Policia e da Comissao de Etica e Disciplina. Art. 30. Ao Diretor da Diretoria-Executiva incumbe: I - substituir 0 Diretor-Geral em suas faltas ou impedimentos legais; II - promover a execuyao das atividades, ayoes e operayoes correlatas a area sob sua responsabilidade; III - aprovar normas orientadoras das ayoes de persecuyao penal aos crimes de competencia de suas unidades; III - prestar apoio tecnico ao Diretor-Geral nas atividades de supervisao das Unidades Descentralizadas, no ambito da area sob sua responsabilidade; V - propor diretrizes especificas relativas ao registro, controle e fiscalizayao de armas de fogo, explosivos, acessorios e muniyoes, no ambito do Departamento; VI - aprovar pianos de operayoes conjuntas com outras Unidades, Centrais ou Descentralizadas, com outros orgaos governamentais, com a participayao de pessoallotado em suas unidades, promovendo a integrayao de missoes policiais; VII - aprovar pianos, programas e projetos especificos de sua area de atuayao; VIII - expedir portarias, ordens e instruyoes de serviyo, bem como aprovar manuais de procedimentos em materias correlatas a area sob sua responsabilidade; IX - prestar informayoes sobre materias de sua competencia, em atendimento a notificayoes oriundas do Poder Judiciario; X - encaminhar ao Diretor-Geral relatorios de metas, de acompanhamento e avaliayao do desempenho de suas atividades; XI supervisionar e orientar 0 funcionamento do serviyo de seguranya fisica das instalayoes do Edificio Sede e da recepyao de visitantes; XII - autorizar 0 credenciamento de empresas de trans porte internacional; XIII - conceder licenyas de funcionamento para empresas de seguranya privada e de transporte de valores, bem como autorizar a aquisiyao de armas e muniyoes por essas empresas; XIV - promover 0 intercambio de informayoes com entidades e organizayoes congeneres, em nivel nacional e internacional, que mantenham acordos, convenios e tratados na area de policia judiciaria; XV - indicar nomes ao Diretor-Geral para 0 provirnento de cargos de direyao, assessoramento superior e de funyoes gratificadas, no ambito da Diretoria, bem como propor sua exonerayao; XVI - promover 0 controle estatistico das ayoes e incidencias criminais de sua competencia, consolidando indicadores para subsidiar decisoes da Administrayao; XVII - prop or, ao Diretor-Geral, funcionais; elogio a servidor e respectivo registro nos assentamentos ou

18 XVIII - expedir referencia elogiosa a servidor e encaminhli-la para publica<;ao; e XIX - encaminhar ate 15 de janeiro de cada ano, a DLOG, os relat6rios estatisticos e de atividades sobre a sua area de atua<;ao para a elabora<;ao do Relat6rio Anual do DPF. Art. 31. Ao Diretor da Diretoria de Combate ao Crime Or ganizado incumbe: I - promover a execu<;ao das atividades, a<;oes e opera<;oes correlatas a area sob sua responsabilidade; II - aprovar normas orientadoras das a<;oesde persecu<;ao penal aos crimes de competencia unidades; III - prestar apoio tecnico ao Diretor-Geral nas atividades de supervisao das Unidades Descentralizadas, no ambito da area sob sua responsabilidade; de suas IV - propor diretrizes especificas relativas ao registro, controle e fiscaliza<;ao de produtos quimicos de uso controlado, no ambito do Departamento; V - aprovar pianos de opera<;oes conjuntas com outras Unidades, Centrais ou Descentralizadas, com outros 6rgaos governamentais, com a participa<;ao de pessoallotado em suas unidades, promovendo a integra<;ao de missoes policiais especiais; VI - aprovar pianos, programas e projetos especificos de sua area de atua<;ao; VII - expedir portarias, ordens e instru<;oes de servi<;o, bem como aprovar manuais de procedimentos em materias correlatas a area sob sua responsabilidade; VIII - prestar informa<;oes sobre materias de sua competencia, em atendimento a notifica<;oes oriundas do Poder Judiciario; IX - encaminhar ao Diretor-Geral relatorios de metas, de acompanhamento e avalia<;ao do desempenho de suas atividades; X - promover 0 controle estatistico das a<;oese incidencias minais sob a area de sua responsabilidade; XI - indicar nomes ao Diretor-Geral para 0 provimento de cargos de dire<;ao, assessoramento superior e de fun<;oes gratificadas, no ambito da Diretoria, bem como propor sua exonera<;ao; XII - propor, ao Diretor-Geral, elogio a servidor e respectivo registro nos assentamentos funcionais; XIII - expedir referencia elogiosa a servidor e encaminhli-la para publica<;ao; e XIV - encaminhar ate 15 de janeiro de cada ano, a DLOG, os relatorios estatisticos e de atividades sobre a sua area de atua<;ao para a elabora<;ao do Relatorio Anual do DPF. Art. 32. Ao Corregedor-Geral incumbe: I - prom over a execu<;ao das atividades, a<;oese opera<;oes correlatas a area sob sua responsabilidade; II - aprovar normas orientadoras das ayoes de policia judiciaria e disciplinar; III - prestar apoio tecnico ao Diretor-Geral nas atividades de supervisao das Unidades Descentralizadas, no ambito da area sob sua responsabilidade; IV - determinar, de oficio, correiyoes nas Unidades Descentralizadas; V - aprovar os pianos de correi<;oes periodicas propostos pelo coordenador de correiyoes; VI - expedir portarias, ordens e instru<;oes de servi<;o, bem como aprovar manuais de procedimentos em materias correlatas a area sob sua responsabilidade; VII - prestar informa<;oes sobre materias de sua competencia, oriundas do Poder Judiciario; em atendimento a notifica<;oes ou

19 VIII - referendar os nomes dos servidores indicados para a chefia das Corregedorias Regionais, bem como daqueles destinados a lotayao na Corregedoria-Geral de Policia Federal; IX - designar os membros integrantes das Comissoes de Disciplina, nas Unidades Centrais; X - decidir sobre conflitos de competencia ou de entendimento no tocante as atividades de policia judiciaria e disciplinar, inclusive sobre duvidas na competencia do Departamento quanta a apurayao de ilicitos penais, a adoyao de principios doutrinarios e a interpretayao das norm as tecnicas processuais aplicaveis aos casos concretos; XI - indicar nomes ao Diretor-Geral para 0 provimento de cargos de direyao, assessoramento superior e de funyoes gratificadas, no ambito da Diretoria, bem como propor sua exonerayao; XII - receber queixas e denuncias intemas e externas; XIII - decidir sobre a instaurayao ou arquivamento de processo administrativo disciplinar, de inquerito policial e outras providencias para a apurayao de denuncias e irregularidades praticadas por servidores; XIV - submeter a decisao do Diretor-Geral os recursos impetrados contra indeferimento de abertura de inquerito policial ou arquivamento de denuncias ou representayoes para instaurayao de procedimentos administrativos disciplinares; XV - propor ao Diretor-Geral as penalidades cuja aplicayao esta prevista no ambito de sua competencia e as que devam ser decididas em instancia superior; XVI - decidir sobre as sindicancias, bem como sobre os processos administrativos-disciplinares instaurados nas Unidades Centrais, exceto os de determinayao do Diretor-Geral, quando as penas forem de advertencia, repreensao ou suspensao ate trinta dias, ou quando essas penas forem atribuidas a servidores lotados, na epoca da decisao, pelo menos urn deles, em Unidade da Federayao diversa daquela onde foi instaurado 0 processo; XVII - articular-se com as autoridades do Poder Judiciario e do Ministerio Publico para tratar de assuntos vinculados ao exercicio das atividades de policia judiciaria; XVIII - aprovar pareceres normativos, em sua area de competencia, encaminhando-os para publicayao em Boletim de Serviyo; XX - encaminhar ao Diretor-Geral relat6rios de metas, de acompanhamento e avaliayao do desempenho de suas atividades; XXI promover 0 controle estatistico das ayoes de sua competencia, consolidando indicadores para subsidiar decisoes da Administrac;ao; XXII - propor, ao Diretor-Geral, funcionais; elogio a servidor e respectivo registro nos assentamentos XXIII - expedir referencia elogiosa a servidor e encaminha-ia para publicayao; e XXIV - encaminhar ate 15 de janeiro de cada ano, a DLOG, os relat6rios estatisticos e de atividades sobre a sua area de atuayao para a elaborayao do Relat6rio Anual do DPF. Art. 33. Ao Diretor da Diretoria de Inteligencia Policial incumbe: I - prom over a execu9ao ci~satividades, a90es C operaycj\:t; I,;orrelatas a area sob sua responsabilidade; II - prom over a aplicayao, a difusao e a capacitayao de servidores na doutrina de inteligencia policial; III - aprovar normas orientadoras das ayoes de inteligencia e contra-inteligencia policial e antiterrorismo; IV - emitir pareceres sobre a concessao, revalidayao e cancelamento de credencial de seguranya,

20 ap6s investiga«iio, submetendo-o a aprecia«iio do Diretor-Geral; V - prestar apoio tecnico ao Diretor-Geral nas atividades de supervisiio das Unidades Descentralizadas, no ambito de sua area de atua«iio; VI propor ao Diretor-Geral a altera«iio ou 0 cancelamento do grau de classifica«ao e destrui«ao de documentos sigilosos; VII - aprovar pianos, programas e projetos especificos de sua area de atua«iio; VIII - expedir portarias, ordens e instru«oes de servi«o, bem como aprovar manuais de procedimentos em materias correlatas a area sob sua responsabilidade; IX - indicar nomes ao Diretor-Geral para 0 provimento de cargos de dire«iio, assessoramento superior e de fun«oes gratificadas, no ambito da Diretoria, bem como propor sua exonera«ao; X - referendar os nomes dos servidores indicados para os cargos de chefias das unidades do Departamento, bem como aqueles destinados a lota«iio na Diretoria de Inteligencia Policial e suas proje«oes regionais; XI - prestar informa«oes sobre materias de sua competencia, em atendimento a notifica«oes oriundas do Poder Judiciario; XII - encaminhar ao Diretor-Geral relat6rios de inteligencia policial e os de metas, de acompanhamento e a avaliayao do desempenho de suas atividades; XIII - manifestar-se sobre as demandas de suprimento de fundos de carater sigiloso, relativas as a«oes de inteligencia e contra-inteligencia policial, em nivel central e descentralizado, analisando-as quanto a necessidade e prioridade; XIV promover 0 controle estatistico das a«oes de sua competencia, consolidando indicadores para subsidiar decisoes da Administra«iio; XV - prop or, ao Diretor-Geral, elogio a servidor e respectivo registro nos assentamentos funcionais; XVI - expedir referencia elogiosa a servidor e encaminha-ia para publica«ao; e XVII - encaminhar ate 15 de janeiro de cada ano, a DLOG, os relat6rios estatisticos e de atividades sobre a sua area de atua«ao para a elabora«ao do Relat6rio Anual do DPF. Art. 34. Ao Diretor da Diretoria Tecnico-Cientffico incumbe: I - promover a execu«iio das atividades, a«oes e opera«oes correlatas a area sob sua responsabilidade; II - aprovar normas orientadoras das a«oes de criminalfstica e identifica«ao humana; III - prestar apoio tecnico ao Diretor-Geral nas atividades de supervisiio das Unidades Descentralizadas, no ambito de sua area de atua«iio; IV - aprovar pianos, programas e projetos especificos de sua area de atua«iio; V - expedir portarias, ordens e instruyoes de servi«o, bem como aprovar manuais de procedimentos em materias correlatas a area sob sua responsabilidade; VI - indicar nomes ao Diretor-Geral para 0 provimento de cargos de dire«ao, assessoramento superior e de fun«oes gratificadas, no ambito da Diretoria, bem como propor sua exonera«iio; VII - prestar informayoes sobre materias de sua competencia, em atendimento a notificayoes oriundas do Poder Judiciario; VIII - promover 0 intercambio de informa«oes, prop or a celebra«ao e manter convenios e instrumentos correlatos com 6rgaos de seguranya publica dos Estados e do Distrito Federal e outras entidades e organizayoes congeneres, em nivel nacional e internacional;

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