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1 FRACASSO E EVASÃO ESCOLAR: UM ESTUDO SOBRE APRENDIZAGEM DISCENTE E AÇÃO DOCENTE RODRIGUES, Sílvia de Fátima Pilegi Prof. Douta. Depto. de Educação/ICHS/CUR/UFMT ANDRADE, Luiza Gonçalves Fagundes de Bolsista PIBIC e aluna do curso de Pedagogia/ICHS/CUR/UFMT RESUMO Neste trabalho são apresentados dados de uma pesquisa cujo objetivo central é estudar a inter-relação entre cultura escolar, ação docente e aprendizagem discente a partir da análise do desempenho escolar de alunos no que se refere ao desenvolvimento de habilidades de leitura, interpretação e produção de texto. A metodologia empregada é a pesquisa de tipo etnográfico, pois a proposta é descrever densamente a realidade observada a respeito da aprendizagem das crianças, analisando-a. Nesse sentido, tomouse como ponto de partida o desempenho de estudantes do 3 ano do 1 ciclo das escolas da rede estadual no município de Rondonópolis MT a fim de identificar aqueles que obtiveram resultados considerados muito críticos, de acordo com os parâmetros do SAEB. Para isso, em 2007, foram realizadas avaliações diagnósticas com os referidos alunos no sentido de verificar seu nível de desempenho. Assim, foram mapeadas as crianças que não obtiveram nenhum acerto ao responder as avaliações e iniciou-se o estudo das suas trajetórias escolares, em 2008, com a utilização de questionários, entrevistas e observações no sentido de investigar os fatores intra e extra-escolares que podem contribuir ou não para o fracasso escolar e as estratégias que as escolas vêm oferecendo para que esses estudantes consigam acompanhar o desenvolvimento e a aprendizagem dos demais. Palavras-chave: fracasso escolar, aprendizagem discente, ação docente.

2 INTRODUÇÃO Este trabalho apresenta parcialmente o projeto de pesquisa intitulado O que sabem nossas crianças? Investigação sobre o desenvolvimento de habilidades de leitura, interpretação e produção textual de alunos do 3 ano do 1º ciclo, que está vinculado ao projeto Ação docente, desenvolvimento profissional e aprendizagem do educando uma investigação sobre a tessitura dessa trama (n. 075/CAP/2007), iniciado no 2 semestre de 2007 e financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (FAPEMAT). O objetivo central desta pesquisa é analisar o desenvolvimento da aprendizagem da criança investigando três elementos fundamentais nesse processo: a cultura escolar, a ação docente e o desenvolvimento profissional a fim de verificar os impactos/repercussões das políticas públicas de formação de professores, as condições de trabalho e a aprendizagem, entendida nesta pesquisa como desenvolvimento de habilidades e competências. Tendo em vista que se pretende trabalhar com coleta sistemática de dados buscando descrever densamente a realidade observada e analisá-la, utilizar-se-á como metodologia a pesquisa de tipo etnográfico, pois a proposta é investigar no seu cotidiano a inter-relação entre cultura escolar, ação docente e aprendizagem discente. Além disso, como afirma Marli André, A pesquisa de tipo etnográfico possibilita um nível mais profundo de explicação da prática escolar, que leva em conta sua totalidade e suas múltiplas determinações, a qual não pode ser feita nem abstrata nem isoladamente, mas com base situações do cotidiano escolar, num movimento constante da prática para a teoria e numa volta à prática transformá-la (2003, p.44). Para isso, utilizamos a observação participante e a entrevista intensiva, pois a escolha do método se faz em função do tipo de problema estudado ou pesquisado (LÜDKE; ANDRE, 1986, p. 15). Esta pesquisa procurará, portanto, descrever densamente e analisar o trabalho desenvolvido com alunos da rede pública estadual com desempenho escolar classificado como muito crítico. Buscará, também, estudar como eles se vêem e agem nesse processo, atentando para o significado que eles atribuem, ao modo como as próprias pessoas se vêem, bem como o mundo que as cerca procurando contribuir para a reflexão crítica a respeito das condições de aprendizagem no contexto da sala de aula. Nesse sentido, a proposta é ter uma postura de diálogo entre os sujeitos envolvidos, discutindo com os alunos e a escola questões relativas ao seu desempenho e

3 meios de superação. Nessa relação, o Dialogo é inesgotável e não aparece somente nas interlocuções estabelecidas no processo de pesquisa, mas atravessa os discursos tecidos no ato de compreender e nas diversas experiências e relações que dão a vida a este processo. DESENVOLVIMENTO Os resultados das avaliações feitas no sistema educacional brasileiro evidenciam um quadro alarmante dos índices de aprendizagem, tais como SAEB (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Bancária) e PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos). Esses dados indicam a necessidade de investimentos na educação pública. O discurso atual é que o problema passa pela precariedade da formação tanto dos profissionais da educação quanto de seus alunos, principalmente do Ensino Fundamental, causando assim, um índice maior no número de evasão. Isso é nitidamente explicado através do conceito de Fracasso Escolar que segundo Bicudo seria o aumento expressivo de alunos que não obtêm progressos em sua vida escolar, fazendo desta forma, aumentar o número de crianças mal sucedidas destro da escola. (BICUDO, 2007, p. 02) A responsabilidade desse não progresso na aprendizagem em determinado momento se foca para o aluno como sendo o causador caracterizado pelas dificuldades educacionais [...] visando à incapacidade da criança em aprender o que lhes é ensinado, sem que a professora se coloque em questão (MATTOS, 2005, p. 219), depois aos seus pais pela influência cultural adquirida as causas desse fracasso estariam no contexto cultural de que o aluno provém, em seu meio social e familiar, que faria dele uma carente, um deficiente (SOARES, 1992, p. 13), mais além aos professores pelo argumento da incompetência que segundo Souza assume diferentes versões de acordo com o contexto no qual aparece (SOUZA, 2006, p. 485) e por último se responsabiliza as questões institucionais e as questões políticas educacionais. Conclui-se, então, através de afirmações de Patto (2003, p ), que a concepção do fracasso escolar apresenta-se em quatro fases: 1. O fracasso escolar como um problema psíquico: a culpabilização das crianças e de seus pais. 2. O fracasso escolar como um problema técnico: a culpabilização do professor. 3. O fracasso escolar como questão institucional: a lógica excludente da educação escolar.

4 4. O fracasso escolar como questão política: cultura escolar, cultura popular e relações de poder. Há também outros argumentos que indicam esse fracasso como a progressão continuada/aprovação automática nos ciclos de aprendizagem. A esse respeito, Noronha, analisando a realidade educacional do estado de São Paulo, afirma que: o sistema de avaliação denominado progressão continuada na rede estadual de ensino, tal como vem sendo realizado, resulta na simples aprovação automática dos alunos, ou seja, muitos alunos vêm sendo promovidos aos ciclos seguintes sem que tenham absorvido os conteúdos ministrados e, portanto, sem que lhes tenha sido assegurado o direito de acesso ao conhecimento historicamente acumulado e o instrumental necessário ao sucesso escolar e a seu progresso profissional e social. (NORONHA, 2006, p. 4-5) Segundo a referida autora, a aprovação automática produziu uma verdadeira geração perdida. Na medida em que a esses alunos não foram asseguradas as condições para a absorção do conhecimento historicamente construído pela sociedade e, desta forma, a própria Constituição Federal foi desrespeitada, no que se refere ao direito ao conhecimento que deve ser garantido como patrimônio de todos os cidadãos, sobretudo as crianças e jovens. (NORONHA, 2006, p.6) Portanto, podemos perceber que o fracasso em si passa por vários argumentos em que se tentam explicá-lo e melhorá-lo, porém todos visam um só responsável como todo e acabam se esquecendo do contexto complexo que é a escola. Por esse motivo, é que este projeto tem como objeto de estudo os alunos do 3 ano do 1 ciclo da rede Estadual de Ensino do município de Rondonópolis MT que estão no estágio muito crítico do seu desenvolvimento no que se refere às habilidades de leitura, interpretação e produção textual, investigando o nível da aprendizagem que cada um possui individualmente, tendo como elemento de análise as inter-relações entre o desenvolvimento de competência do educando e a ação docente. Para isso está pesquisa buscará responder as seguintes questões: - O que acontece com os alunos do 3 ano do 1 ciclo quando não ocorre com eles a aprendizagem esperada de acordo com o currículo escolar? - Qual é a trajetória escolar que a instituição destinará a eles? Serão aprovados? Caso sim, em quais condições? Quais serão os instrumentos e estratégias utilizados no ano seguinte para promover a aprendizagem dos conteúdos ainda não aprendidos nos anos anteriores?

5 - Caso sejam retidos, quais serão as condições ofertadas a eles para que possam aprender, recuperar sua trajetória escolar e seguir adiante? Visando essa problemática em torno da concepção da escola ciclada em relação ao fracasso escolar foi que buscamos analisar e pesquisar a respeito da contribuição da aprendizagem focando como objeto de estudo o desenvolvimento de habilidades de leitura, interpretação e produção textual de alunos que se encontram no 3 ano do 1 ciclo. Esses alunos foram escolhidos porque se encontram no término do 1 ciclo de sua formação e ingressando no 2 ciclo, isto quer dizer que esses alunos para passarem para o ciclo seguinte teriam que pelo menos dominarem técnicas de leitura, interpretação e produção textual para poderem estar alfabetizados e preparados no ingresso do ciclo seguinte. Porém, visando que existam alunos cuja o desenvolvimento de suas habilidades não tenham alcançado o desempenho esperado para o ingresso do ciclo seguinte o que se fará? O que acontecerá com esses alunos? Eles serão retidos por um ano visando seu melhor preparo? Eles serão passados para o ciclo seguinte sem saber habilidades básicas? Essas perguntas enfatizam aquilo queremos responder procurando contribuir com a reflexão a respeito da necessidade de se combater o fracasso escolar e melhorar a qualidade do ensino público ao trazer dados sobre a trajetória de alunos com baixo índice de desenvolvimento da aprendizagem e as estratégias utilizadas pelas escolas para que as crianças consigam desenvolver habilidades de leitura, interpretação e produção textual. Queremos, portanto, ajudar a escola nesse processo de mudança em que ela se encontra, enfatizando a coleta de dados e a observação, como perguntas que queremos responder para sanar e melhor preparar nossos professores e alunos nesse processo de formação entre a ação docente e o aprendizado discente, tentando olhar a diversidade cultural e social como uma riqueza de saberes permanentes e inovadores presentes em sala de aula. Nesse sentido já foram feitas coletas de dados em 19 escolas da rede estadual de ensino em Rondonópolis - MT, dentro de 32 salas de aula do 3 ano do 1 ciclo com 159 crianças entre a facha etária de 8 a 9 anos de idade. Para podermos observar o desempenho desses alunos foi preparada uma avaliação com 10 questões que analisavam o seu desenvolvimento em relação ao processo de leitura, interpretação e produção textual, baseando as perguntas ao nível de

6 conhecimento que esses estudantes teriam que ter adquirido para poderem estar ingressando no ciclo seguinte, isto é passando do 1 ciclo para o 2 ciclo. Pensando nisso foi que a aplicação dessas avaliações foi feita no mês de novembro, tendo em vista que essas crianças já estariam terminando o ano letivo e por tanto já teriam conseguido aprender essas habilidades e técnicas. Já aplicadas às avaliações para esses 159 alunos foi que pensamos e elaboramos estratégias para melhor corrigir e analisar as avaliações desses estudantes. Visando isso foi que criamos um quadro de acompanhamento de desempenho que teria como característica definir o estágio de desempenho de cada criança, ou seja, se o aluno tem o desempenho considerado satisfatório, intermediário, crítico ou muito critico, tendo em vista que o nosso foco de observação seriam os alunos que se encontram no estágio considerado Muito Crítico tomando como referência os parâmetros de desempenho formulados pelo SAEB. Já corrigidas as avaliações em relação às habilidades de leitura e interpretação textual foi observado que de 159 alunos: - 64 estavam no nível satisfatório; - 17 estavam no nível intermediário; - 48 estavam no nível crítico; - 40 estavam no nível muito crítico. Com isso constatamos que: - 40% estavam no nível satisfatório; - 10% estavam no nível intermediário; - 30% estavam no nível crítico; - 20% estavam no nível muito crítico. Concluímos, então, que existem mais crianças no nível critico e muito crítico, que dariam a soma de 50%, do que no nível satisfatório, com 40%, isso em relação às habilidades de leitura e escrita. Já em relação às habilidades de produção textual, foi observado que de 159 alunos: - 34 estavam no nível satisfatório; - 30 estavam no nível intermediário; - 59 estavam no nível crítico; - 36 estavam no nível muito crítico. Portanto, pode-se observar que:

7 - 21% estavam no nível satisfatório; - 19% estavam no nível intermediário; - 37% estavam no nível crítico; - 23% estavam no nível muito crítico. Concluí-se, então, que existem mais crianças no nível crítico e muito crítico que dariam a soma de 60%, que no nível satisfatório, com apenas 21%. Analisando esses dados foi que encontramos 14 avaliações com o nível Muito Crítico nas habilidades de leitura, interpretação e produção textual tomando como referência os parâmetros de desempenho formulados pelo SAEB, pois observamos que esses 14 estudantes não acertaram nenhuma questão da avaliação, tendo, portanto, zerado nas questões propostas como conhecimentos mínimos que o aluno deveria saber nesse processo de sua aprendizagem. Como as avaliações foram aplicadas em novembro de 2007 e corrigidas em dezembro de 2007, não deu o devido tempo de voltar à escola e procurar esses 14 sujeitos, pois no mês de dezembro da início as férias, então, no ano seguinte em 2008 foi retomada a busca desses alunos. Nessa busca constatamos que de 14 alunos que se encontravam no estágio muito crítico apenas 11 retornaram as escolas no início do ano letivo, sendo que 3 nem fizeram a re-matrícula tão pouco pediram a transferência, isto que disser que houve uma evasão escolar por parte desses três alunos que constataria a afirmação no começo desse artigo sobre o fracasso escolar como responsável pela evasão de alunos no âmbito da escola. Desses 11 sujeitos matriculados oito passaram para o ciclo seguinte, mesmo estando com deficiência em sua aprendizagem e os demais ficaram retidos no 3º ano do 1º ciclo. Isso nos mostra que temos oito crianças no 1º ano do 2º ciclo sem ter habilidades mínimas de leitura, interpretação e produção textual. Isso nos leva a solidificar os argumentos que Noronha afirma a respeito da aprovação automática/progressão continuada, pois ela contextualiza esse argumento como desrespeito ao aluno, pois ele não teve o direito de adquirir conhecimento já que esse estudante foi simplesmente passado para o ciclo seguinte sem ter adquirido habilidades mínimas de conhecimento e, portanto, não tendo condições de ter sucesso mais adiante em sua vida escolar. Com isso foi que traçamos um questionário com 25 perguntas com o objetivo de traçarmos o perfil desses estudantes dentro e fora do contexto escolar. E também

8 analisamos juntamente com esse perfil o espaço físico da escola tendo como objetivo verificar o ambiente físico, projetos e propostas no sentido de constatar quais são as condições de permanência e promoção da aprendizagem dessas crianças. CONSIDERAÇÕES FINAIS Sabemos que o fracasso escolar não é um tema novo e que vários são os argumentos para explicá-lo, entretanto, podemos constatar através dessa pesquisa, em desenvolvimento, que existem todo um contexto escolar por parte dos seus sujeitos explicando-o como um todo e não apenas por uma pessoa ou uma parte. Observando isso foi que começamos a questionar algumas coisas que acabaram se tornando a caracterização do problema de nossa pesquisa e essas questões foram: O que acontece com os alunos do 3 ano do 1 ciclo quando não ocorre com eles a aprendizagem esperada de acordo com o currículo escolar? Qual é a trajetória escolar que a instituição destinará a eles? Serão aprovados? Caso sim, em quais condições? Quais serão os instrumentos e estratégias utilizados no ano seguinte para promover a aprendizagem dos conteúdos ainda não aprendidos nos anos anteriores? Caso sejam retidos, quais serão as condições ofertadas a eles para que possam aprender, recuperar sua trajetória escolar e seguir adiante? Foi tentando responder a essas questões que foi elaborado 159 avaliações diagnósticas do nível de desenvolvimento nas habilidades de leitura, interpretação e produção textual em 32 salas de aula do 3º ano do 1º ciclo, buscando então, identificar os alunos que tivessem o desempenho considerado muito crítico tomando como referência os parâmetros de desenvolvimento formulados pelo SAEB. Traçamos o perfil dos 11 sujeitos achados que tiveram o seu desenvolvimento considerado no estágio muito crítico e investigamos suas escolas, seus espaços físicos, projetos e propostas no sentido de verificar quais são as considerações de permanência e promoção da aprendizagem desses estudantes. E verificamos que uma das chaves que pode levar essas crianças a obterem sucesso em sua vida escolar é a relação entre pais e professores de maneira harmoniosa e com o objetivo de educar e transmitir conhecimentos como forma de ajudar e acompanhar esse aluno/filho a caminhar para uma de sucesso dentro e fora da escola. Visando isso é que pretendemos ainda observar: - Dos alunos que ficaram retidos no mesmo ciclo quais são as estratégias utilizadas para promover sua aprendizagem e recuperação.

9 - Dos alunos que foram promovidos para o ciclo seguinte quais são as estratégias implantadas para que eles possam acompanhar o desenvolvimento e aprendizagem dos demais. Visando isso é que acompanharemos esse aluno no seu dia a dia dentro e fora do contexto escolar, tendo como método de pesquisa a observação intensiva das aulas e da convivência em seu ambiente familiar e a utilização de entrevistas com os alunos e transcrições. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ANDRÉ, Marli Eliza D. A. de Etnografia da prática escolar. 10. ed. Campinas, SP: Papirus, PATTO, Maria Helena Souza et. al. O estado da arte da pesquisa sobre o fracasso escolar ( ): um estudo introdutório. Educação e Pesquisa. Jan./abr. 2004, vol. 30, n 1, p BICUDO, Nilse Antônia Corte. Fracasso Escolar: Uma Síntese das Primeiras Leituras. Obtido na Internet no dia 10/09/2007. LUDKE, Menga; ANDRÉ, Marli E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: UPU, (Temas Básicos de Educação e Ensino) MATTOS, Carmem Lúcia Guimarães de. O conselho de classe e a construção do fracasso escolar. Educação e Pesquisa. Maio/Ago. 2005, vol. 31, n 2, p NORONHA, Maria Isabel Azevedo. Progressão continuada ou aprovação automática? Disponível em Acesso dia 15/08/2007. PATTO, Maria Helena Souza. O estado da arte da pesquisa sobre o fracasso escolar ( ): um estudo introdutório. Educação e Pesquisa. Jan./abr. 2004, vol. 30, n 1, p SOARES, Magda. Linguagem e Escola: Uma perspectiva social. 9 ed. São Paulo: Ática, (Série Fundamentos) SOUZA, Denise Trento Rebello de. Formação continuada de professores e fracasso escolar: problematizando o argumento da incompetência. Educação e Pesquisa. São Paulo, v. 32, n 3, p , set./ dez

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