AVALIAÇÃO EM ESCALA DA MATRIZ ENERGÉTICA E ELÉTRICA DO MERCOSUL VISANDO A INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL

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1 AVALIAÇÃO EM ESCALA DA MATRIZ ENERGÉTICA E ELÉTRICA DO MERCOSUL VISANDO A INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL JILMAR TATTO, Doutorando do Departamento de Engenharia de Energia e Automação Elétricas da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (PEA/EPUSP). VINÍCIUS OLIVEIRA DA SILVA, Pesquisador e Doutorando do Departamento de Engenharia de Energia e Automação Elétricas da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (PEA/EPUSP). MIGUEL EDGAR MORALES UDAETA, Professor Dr. e Pesquisador do Grupo de Energia do Departamento de Engenharia de Energia e Automação Elétricas da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (GEPEA/EPUSP). EDUARDO MARIO DIAS, Professor Dr. e Coordenador do Grupo de Automação Elétrica em Sistemas Industriais da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (GAESI/EPUSP). GEPEA e GAESI/EPUSP São Paulo Brasil

2 1. Introdução Avaliação de informações das matrizes energéticas e elétricas dos países-membros do Mercosul e do Chile disponibilizadas pela Agência Nacional de Petróleo, pelo Mercosul e pelos Ministérios de Minas e Energia quanto aos aspectos de estrutura física e legal; reservas de recursos; produção; refino; consumo; usos finais; importação e exportação e existência de acordos de fornecimento com países sul-americanos e outros. Destaques: relacionamento político e econômico entre esses países nas últimas cinco décadas, quando existente, quanto ao gás natural e sistemas hídricos, eis que o uso dessas fontes sela compromissos com o desenvolvimento sustentável.

3 Desenvolvimento econômico dos países Desenvolvimento econômico dos blocos Integração Regional ENERGIA sustentável

4 2. BLOCOS ECONÔMICOS Após a Segunda Guerra Mundial divisão do mundo em bloco capitalista, liderado pelos Estados Unidos - EUA, e bloco socialista cuja liderança foi exercida pela União da República Socialista Soviética - URSS. Dentro destes dois grandes blocos ideológicos formaram-se outros blocos menores segundo interesses bélicos ou acordos econômicos sobre determinados produtos. Exemplo: criação da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço - CECA, na Europa, formada pela Bélgica, Alemanha Ocidental, Holanda, Itália, Luxemburgo e França.

5 Um bloco pode constituir-se sob a forma de: (i) zona de preferência tarifária - níveis tarifários preferenciais; (ii) zona de livre comércio - a circulação de mercadorias é livre; (iii) união aduaneira - condutas recíprocas de comércio e regras para comércio com outros países; (iv) mercado comum circulação livre de mercadorias, pessoas e capital, padrões de fixação de taxas de juros, taxas de câmbio da moeda nacional e tributos; (v) união econômica e monetária todos as formas acima mais moeda comum.

6 3. MERCOSUL - Mercado Comum do Sul É uma união aduaneira (2010) e segue em direção a se tornar um mercado comum. Antecedentes Em 1960, países da América do Sul e México firmaram a Associação Latino-Americana de Livre Comércio - ALALC que, em 1980, deu origem à Associação Latino-Americana de Integração ALADI. Sem avanços significativos - situação da dívida externa dos países governados por ditaduras militares.

7 Solução - tratados bilaterais. Ex.: Argentina e Brasil, em 1988: Tratado de Integração, Cooperação e Desenvolvimento, visando à liberalização completa do comércio de bens e serviços entre os dois países no prazo de uma década. Novos caminhos democratização governos abertos à cooperação. A Ata de Buenos Aires, assinada pela Argentina e Brasil durante a Cúpula de Buenos Aires decidiu pela formação de um mercado comum. Paraguai e Uruguai tomaram parte no processo.

8 MERCOSUL criado pelo Tratado de Assunção, em 1991, é o bloco econômico formado de início pela Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. Ingresso da Venezuela, em 2012 (Suspensa). O governo boliviano assinou o Protocolo de Adesão da Bolívia ao Mercosul, e espera a ratificação pelos Congressos dos países membros. Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Peru, Guiana e Suriname são associados ao Mercosul. Produto Interno Bruto - US$ 3,32 trilhões e população estimada em 275 milhões de habitantes (EBC, 2012).

9 4. MERCOSUL e Economia O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas IBGE, em conjunto com os institutos de pesquisas da Argentina, Uruguai e Paraguai, além do Chile, elaborou o Índice de Preços ao Consumidor Harmonizado IPCH (2005). Inflação no Mercosul influência das variações dos preços administrados pelos governos e também pela cotação do dólar. Tarifas públicas - energia elétrica com reajustes que chegaram a 114,5% no Paraguai e 112% no Brasil entre os anos de 2000 e 2004 (IBGE, 2005).

10 O Mercosul se constitui na última fronteira agrícola do mundo - estratégias de expansão conciliando o potencial de produção de alimentos com a geração de energia dos biocombustíveis. Fundo Estrutural de Convergência do Mercosul Focem melhorar a infraestrutura das economias menores do bloco em áreas como transporte e energia. Em 2010, a economia do Mercosul cresceu 8% e o intercâmbio comercial no bloco atingiu US$ 45 bilhões (EBC, 2011).

11 5. MERCOSUL e Energia O assunto energia é tratado: Reuniões de Ministros e Altas Autoridades de Minas e Energia RMME. Conselho do Mercado Comum Grupo do Mercado Comum está subdividido em Subgrupos de Trabalho, dentre os quais está o SGT nº 9 Energia. Nos Grupos Ad Hoc há um específico para tratar de biocombustíveis - GAHB

12 Suporte técnico e institucional necessário para o avanço da integração energética no Mercosul Organismos Regionais de Integração e Energia Sul-americanos ALADI Associação Latino-Americana de Integração; OLADE Organização Latino-Americana de Energia; CIER Comissão de Integração Energética Regional; ARPEL Associação Regional de Empresas de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis na América Latina e no Caribe; UNASUL União de Nações Sul-Americanas; CAN Comunidade Andina de Nações) dão o suporte técnico e institucional necessário para o avanço da integração energética no Mercosul (UDAETA et al., 2015).

13 5.1 Mercosul e petróleo (2015) O elemento ressalta a força econômica do bloco do Mercosul no mundo - Reservas provadas de petróleo Com o ingresso da Venezuela (300,9 bilhões de barris em 2015, o que representou 17,7% do total mundial), o bloco tornou-se o segundo colocado em reservas provadas de petróleo. - Produção a América do Sul ocupa a última posição. - Consumo Brasil é o 6º maior consumidor mundial, atrás de EUA, China, Arábia Saudita, Índia e Japão. Chile reduziu consumo em 2009, retomando-o gradualmente. - Refino Brasil foi o 8º colocado. Nigéria é o seu maior fornecedor. Venezuela deixou de fornecer desde 2010.

14 5.1.1 Exportações de petróleo (2015) - Brasil aumentou em 42% suas exportações. Maior destino - China - 92,1 milhões de barris. - Países da Américas Central e do Sul compraram 80,2 milhões de barris do Brasil - aumento de 35,7% em relação a Argentina (782 barris/dia) e Trinidad e Tobago (2 barris/dia) forneceram petróleo ao Brasil. - O Brasil obteve um superávit no comércio internacional de petróleo e derivados (exportação líquida de petróleo superior à importação líquida de derivados). - Receita gerada pela exportação do petróleo brasileiro foi 28% menor que em 2014 preço médio do barril passou de US$ 86,4 para US$ 43,8, registrando queda de 49,3% (ANP, 2016).

15 5.2 Mercosul e o Gás Natural (2015) Reservas mundiais 186,9 trilhões de m³. Brasil 36º colocado no ranking com 430 bilhões de m³. América Central e do Sul 7,6 trilhões de m³, cerca de 4,1% das reservas mundiais. Só a Venezuela concentrou 5,62 trilhões de m³.

16 Produção Brasil 30ª posição com 22,9 bilhões de m³ (0,6% do total mundial) Petrobras foi responsável por 81,2% dessa produção e a produção no pré-sal atingiu 10,6 bilhões de m³ (ANP, 2016). Consumo Nas Américas Central e do Sul houve aumento, atingindo-se o patamar de 174,8 bilhões de m³ (5% do total mundial). O Brasil consumiu 40,9 bilhões de m³ (1,2% do total mundial). A Argentina aumentou seu percentual e é a maior consumidora do gás natural entre os países do Mercosul (ANP, 2016).

17 5.2.1 Importações de gás natural (2015) O Brasil aumentou a importação em 9,8% - 11,6 bilhões de m³ da Bolívia e 769 milhões de m³ da Argentina (ANP, 2016). O Brasil é o maior importador de gás natural, mantendo essa posição desde O segundo é a Argentina, onde as tendências dos volumes de importação estão aumentando. Outros países com níveis destacados em importações são a Venezuela e o Chile (EPE, 2013).

18 5.3 Mercosul e a hidroeletricidade (2015) Dentro do Mercosul, o Brasil destaca-se por seu potencial hídrico e produção de eletricidade, ocupando o 3º lugar no ranking mundial, em 2014, segundo a IEA (2016). Capacidade instalada no Brasil chegou a 143 GW com km de linhas de transmissão. O mercado regulado corresponde a 75% e o restante ao mercado livre. O consumo no ano 2015 foi de 537 TWh (ANEEL, 2016).

19 Hidroeletricidade no total de energia elétrica gerada no país: - Venezuela - 68,3% - Brasil vem logo atrás com 63,2%.

20 6. INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA NO MERCOSUL A integração energética entre os países latino-americanos iniciou antes da integração em bloco econômico. Nos anos de 1970 e 1980, no setor hidrelétrico, com os projetos binacionais de geração de energia entre o Brasil e o Paraguai (Itaipu ) e entre Argentina e Uruguai (Salto Grande ). Logo depois vem Yacireta, entre a Argentina e o Paraguai..

21 - A interligação de Uruguaiana (1994) foi construída por meio de um acordo entre a empresa brasileira Eletrosul e a empresa argentina EBISA estação conversora de frequência com capacidade de 50 MW, na cidade de Uruguaiana RS e linha de transmissão de 132 kv até a cidade de Paso de los Libres, na Argentina. - Em 2006, foi possível o projeto de interconexão Energética Garabi I e II estações de conversão de frequências de energia transmitidas entre o Brasil (60 hertz) e a Argentina (50 hertz).

22 Acordo de importação de energia da Venezuela. A operação, iniciada em 2001, é feita pela Eletronorte (Brasil) e pela Edelca (Venezuela), ligando Boa Vista ao complexo hidrelétrico de Guri, em Puerto Ordaz A interligação de Rivera integra o Brasil (Eletrosul) e o Uruguai (UTE) pela estação conversora de frequência desde A linha de transmissão segue até à subestação Livramento 2 - RS. A estação conversora de frequência de Melo, no Uruguai, conecta-se à subestação Presidente Médici - RS. Argentina e Paraguai possuem interligações entre El Dorado (Argentina) e Carlos Antonio López (Paraguai); Clorinda (Argentina) e Guarambaré (Paraguai); Posadas (Argentina) e Encarnación (Paraguai); e na interligação da central binacional de Yacyretá. A Argentina e Uruguai estão conectados, além de Salto Grande, entre Colonia Elia (Argentina) e San Javier (Uruguai); entre Concepción (Argentina) e Paysandú (Uruguai).

23 No setor de gás natural, as iniciativas de Bolívia e Argentina datam o ano de 1950, mas com operação iniciada somente em 1972 no gasoduto YABOG. Na década de 1990, outros projetos de gasodutos se concretizaram, integrando Chile e Argentina (GASANDES 1997), Bolívia com Brasil (GASBOL 1999), entre outros. O sistema de importação da Bolívia é operado pela Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil S.A. (TBG). O gasoduto tem extensão de km e capacidade para transportar 30 milhões de m³ por dia, dos quais se utiliza em média 40%.

24 No âmbito do Mercosul - Acordo-Quadro sobre Complementação Energética Regional entre os Estados Partes do Mercosul e Estados Associados: Contribuir para avanços na integração energética regional em matéria de sistemas de produção, transporte, distribuição e comercialização de energéticos nos Estados Partes. Garantir os insumos energéticos e as condições para minimizar os custos das operações comerciais de intercâmbio energético.

25 7. CONSIDERAÇÕES FINAIS Preocupação atual com relação às emissões de gases de efeito estufa e o seu impacto no clima do planeta, as medidas mitigadoras da mudança do clima são bem aceitas pelos blocos econômicos. O Mercosul, de acordo com as disposições do Acordo-Quadro, colocou-se em sintonia com a proposta de sustentabilidade através do uso de recursos renováveis em sua matriz energética. O Mercosul tem centrado seus esforços na integração energética por meio de energia produzida por fontes com baixo potencial de poluição, ou seja, as hidrelétricas e o gás natural. A primeira fonte é renovável, o que amplia em grande escala o potencial dos investimentos de geração de energia para as futuras gerações.

26 No âmbito do Mercosul também já foram vencidos os obstáculos de diferenças de frequências de energia elétrica existentes entre os países com a implantação de estações de conversão que se tornam essenciais para a integração energética. A integração energética em construção no Mercosul comporta o suprimento dos países que não produzem o suficiente para o atendimento de suas demandas internas. Brasil, Chile e Uruguai são beneficiados pelos excedentes energéticos da Venezuela, Bolívia, Paraguai e Argentina, ao mesmo tempo que, há benefícios econômicos imediatos a estes países.

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