HISTÓRIA - CORAÇÃO EUCARISTICO 1. PERFIL DO CURSO - APRESENTAÇÃO E JUSTIFICATIVA

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1 HISTÓRIA - CORAÇÃO EUCARISTICO 1. PERFIL DO CURSO - APRESENTAÇÃO E JUSTIFICATIVA O curso de História constitui-se em um dos núcleos fundadores da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Sua criação deu-se por iniciativa de Irmãs Dominicanas que, em 1949, fundaram a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Santa Maria, destinada a ser um centro de formação de professores em Belo Horizonte. Essa faculdade foi incorporada à então Universidade Católica de Minas Gerais, quando de sua fundação em Desta forma, o curso de História, desde suas origens, estabelece como elemento central de seu projeto acadêmico a formação de professores. Em sintonia com as transformações do quadro político e educacional brasileiro, ao longo de seus mais de 40 anos de existência, o curso passou por diversas transformações. Desde 1996, o curso de História da PUC Minas tem-se organizado com base no Plano Diretor Acadêmico, então elaborado pelo Colegiado de Coordenação Didática, a partir de discussões com alunos, professores e contando com a presença de uma consultoria ad hoc. Procedendo-se à avaliação das iniciativas adotadas pelo curso, passados seis anos de vigência do plano, observa-se que as principais metas ali estabelecidas reforma curricular que integrasse as dimensões do ensino e da pesquisa, plano de capacitação e titulação docente, implementação de laboratório de pesquisa, ampliação das atividades de extensão foram integral ou parcialmente alcançadas, o que possibilitou ao curso de História modificar seu perfil, dando um inegável salto de qualidade em suas atividades. Essa avaliação positiva das iniciativas do curso não deve, entretanto, nublar a necessidade da busca constante por seu aperfeiçoamento, e pela realização de novas mudanças, visando adequá-lo às exigências do tempo presente. Nesta perspectiva, o curso tem procurado se adaptar às mudanças exigidas desde a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, (LDBN). Essas adaptações são, de um lado, aquelas relativas à atualização dos conteúdos, abordagens e metodologias que envolvem os campos da pesquisa e do ensino de História. Por outro lado, o currículo foi alterado em 2001, por exigência legal, com a ampliação das horas de Prática de Ensino, pois, de acordo com a LDBN, essa deveria ser de, no mínimo, 300 horas. Simultaneamente, o curso vem procurando expandir suas atividades para além dos limites da universidade, oferecendo continuamente atividades de extensão e, em parceria com o Centro de Memória e de Pesquisa

2 Histórica, firmado convênios com instituições públicas e da sociedade civil com vistas ao desenvolvimento de atividades de pesquisa. Compreendidas em seu conjunto, as iniciativas promovidas pelo curso de História dão-se no sentido da reflexão e ação de seu corpo docente e discente nas atividades exercidas pelo profissional da História, tanto no caminho da docência quanto no da pesquisa, e atuação em instituições culturais, de preservação da memória e patrimônio. Essa mesma perspectiva da integração da pesquisa e do ensino está presente no currículo do curso. O currículo ora em vigor parte da concepção da indissociabilidade entre a formação do professor e do bacharel de História e, assim, de forma ousada e até em antecipação às tendências atuais, buscava se colocar em sintonia com os debates então travados pela comunidade de historiadores brasileiros. Desde então, ao colocar em prática sua proposta, o curso de História da PUC Minas não só tem reafirmado sua vocação original da formação do professor, mas ampliou e consolidou a pesquisa no âmbito do curso, tanto entre seu corpo docente quanto discente. Como vem acontecendo em todos os cursos de Graduação, os cursos de História também tiveram, recentemente, aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação suas Diretrizes Curriculares, após amplo e demorado debate que envolveu a comunidade de historiadores e a comissão de especialistas formada pelo MEC para esse fim. As Diretrizes Nacionais dos Cursos de História, estabelecidas pelo Parecer CNE/CES 492/2001 e aprovadas em Resolução nº 13, de 13 de março de 2002, estabelecem que os cursos de graduação em História objetivam a formação do historiador em sua acepção integral, ou seja, o professor e o pesquisador. Entende, assim, que os cursos de História deverão se orientar para a formação do profissional de História, indivíduo habilitado para o exercício das múltiplas dimensões desse ofício. O documento prevê, ainda, que a formação do licenciado em história deverá levar em consideração as orientações para a formação de professores. Em 19 de fevereiro p.p., o Conselho Nacional de Educação estabeleceu a duração e a carga horária dos cursos de Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena, em conformidade com as Diretrizes Nacionais dos Cursos de Licenciatura. Essas fixam que os cursos de licenciatura tenham identidade própria, ou seja, cursos que se separam do bacharelado, superando a tão criticada fórmula, adotada em muitas instituições (especialmente nas universidades públicas) do 3+1 (três anos de bacharelado e um de licenciatura). Outro elemento novo para os cursos de História, foi a sua inclusão no ano de 2002, no Exame Nacional de Cursos, o qual demanda não só a existência de um projeto pedagógico claro,

3 como também sua aplicação coerente. Observa-se, ainda, no programa das provas a serem realizadas pelos graduandos a exigência de uma formação que inclui não só o conhecimento aprofundado dos momentos e processos históricos, como também o domínio das formas de produção e difusão do conhecimento. Como reza a Portaria do Ministério da Educação, que fixa os critérios de avaliação do graduando em História, este deverá ter desenvolvido, ao longo do curso, competências e habilidades para produzir, criticar e transmitir conhecimento. 1 1 Portaria nº 3020, de dezembro de Ministério da Educação. 2. PERFIL DO EGRESSO PERFIL E FORMAÇÃO DO GRADUADO EM HISTÓRIA A proposta pedagógica do Curso de História, diante das determinações legais e dos princípios fundamentais da educação no Brasil contemporâneo, tem como objetivo proporcionar a estruturação e funcionamento de um curso que visa não somente a transmissão de informações e conhecimentos já produzidos, mas a formação de seus alunos como sujeitos autônomos, capazes de compreender e analisar criticamente o saber acumulado, e ainda capazes de produzir conhecimentos originais e pensar as múltiplas modalidades de sua difusão. O curso de graduação em História visa formar profissionais aptos para a construção, reconstrução, ampliação, verticalização e divulgação dos conhecimentos históricos e historiográficos, bem como aptos para construção e utilização das metodologias e práticas pertinentes, de forma a desenvolver suas competências específicas Pretende-se, ainda, a formação de um profissional de História aberto aos diálogos disciplinares, tendência já muito consolidada no campo do conhecimento histórico e nas práticas docentes. Na confluência de todos esses aspectos, o curso tem como meta formar um profissional de História com autonomia de saber e de fazer, bem como um sujeito comprometido com a realidade do país e de sua população. Pensa-se, desta forma, em um curso que realize a necessária articulação e equilíbrio entre o desenvolvimento dos conhecimentos específicos - saber sistematizado - e das competências - saber fazer. Para alcançar tais metas, a proposta pedagógica do curso de História tem como princípios fundamentais: a) o equilíbrio entre a formação e a informação, com ênfase no primeiro; b) a indissociabilidade entre teoria e prática, entre produção e difusão do conhecimento; c) a autonomia da formação, expressa nas possibilidade de escolha, por parte dos discentes, das duas habilitações oferecidas: licenciatura e bacharelado;

4 d) a flexibilidade curricular, com a oferta de variado leque de disciplinas optativas e de atividades acadêmicas complementares, bem como de possibilidades de percursos formativos dentro do próprio curso; e) a formação específica do historiador e sua necessária visão interdisciplinar; f) o constante diálogo com as culturas e grupos do passado e do presente, possibilitando uma formação humanista à medida do reconhecimento e aceitação das diferenças sóciohistóricas dos sujeitos e grupos humanos; g) a compreensão da extensão como parte integrante de todo o curso. Diante de tais perspectivas, faz-se necessário estruturar o curso de forma a garantir uma formação básica do historiador, independente de sua futura atuação profissional, e simultaneamente possibilitar a escolha de percursos formativos. Parte-se da convicção de que o campo da História (tanto como área de conhecimento como de atividades profissionais) possui um perfil que o singulariza, e assim, todos os profissionais que nele atuam devem ser formados com um olhar diferenciado sobre a realidade. Além disto, quer atue no campo do ensino, quer atue como pesquisador (em centros de pesquisa e documentação, arquivos, museus, bibliotecas, centros de difusão cultural e artística, e instituições de preservação e gestão do patrimônio histórico) as dimensões da produção e difusão do conhecimento estarão sempre presentes. Neste sentido, cabe pensar um curso de História que enseje a articulação entre pesquisa e ensino, no sentido de preservar o rigor da produção do saber, próprio à primeira, e o compromisso de sua presença na cena social ampliada e sob o controle de seus agentes, inerente ao segundo, pensando numa síntese desses atributos. Nesse sentido, há reciprocidade na aliança (ensino e pesquisa se iluminam, ampliam e superam simultaneamente) e garantia de que os atos de pesquisar e ensinar continuam a se questionar permanentemente em busca de novos horizontes na produção de saberes. 1 Essa perspectiva se faz presente no ensino de História, por exemplo, onde o professor é constantemente envolvido em atividades de pesquisa, ao desenvolver análise de fontes e bibliografia, e ao fazer suas opções teórico-metodológicas na abordagem dos processos históricos. Além disso, a ênfase conferida à prática do aluno como forma de conhecimento levao a valorizar a prática sendo como experiência de vida e exercício de pesquisa. O professor é levado, assim, a utilizar procedimentos de pesquisa em situações de estudo, orientando seus alunos a efetuar recortes no tema e a levantar as principais questões de pesquisa, e conduzir para

5 a elaboração de sínteses significativas dos temas abordados num trabalho de questionamento reconstrutivo. Quanto ao bacharel de História que atua em instituições de pesquisa, gestão e preservação de patrimônio, a dimensão da difusão do conhecimento é parte integrante de suas atividades, pois as instituições referidas devem atuar no sentido da socialização das informações. Ao mesmo tempo, os arquivos e museus têm, contemporaneamente, dedicado parte substantiva de suas atividades às ações educativas, e dentre estas incorporado visitas e atividades com escolas da educação básica. Portanto, não há como se pensar a formação do bacharel sem a reflexão acerca do processo educacional. A formação do profissional da História, além do exposto, deve proporcionar sólido embasamento teórico-metodológico que singulariza o campo da História, bem como domínio de conhecimentos acerca dos processos históricos das diferentes sociedades. Na formação do profissional da História os conhecimentos histórico-historiográficos constituem, através das disciplinas específicas dessas áreas, a base sobre a qual se desenvolvem as competências. Obviamente não pode haver competência sem uma sólida base de conhecimentos. Os conteúdos curriculares de natureza científico-cultural possibilitam ao graduando apropriar-se do saber sistematizado, que compreende conceitos, teorias, princípios e interpretações reconhecidamente válidas. Com base nesse referencial teórico o graduando torna-se capaz de construir novos conhecimentos, que se impõem pelo contexto social e cultural. As disciplinas teóricas e que abordem conteúdos histórico-historiográficos têm, assim importância fundamental na formação do professor e bacharel de História, devendo ser abordadas em extensão e profundidade, de forma a consolidar os conhecimentos específicos, sobre os quais se desenvolverão as competências para pesquisar, construir conceitos, sistematizar conhecimentos, relacionar, comunicar e fazer a transposição didática dos mesmos, de forma eficaz. Em síntese, o curso de História deve se estruturar de forma a proporcionar a formação do profissional da História com competências e habilidades para: > dominar os conhecimentos específicos da História, bem como as metodologias essenciais à produção e divulgação do conhecimento histórico; > exercer atividades no âmbito do ensino e pesquisa, em consonância com o desenvolvimento do conhecimento histórico e as concepções de educação; > atuar com autonomia e independência no exercício da profissão, ter adaptabilidade às inovações tecnológicas e às mudanças estruturais do mundo do trabalho;

6 > integrar os vários saberes, numa perspectiva de interdisciplinaridade e de reconhecimento e diálogo com os saberes produzidos pelos diversos grupos e instituições sociais; > desenvolver atitudes fundamentadas numa escala de valores humanistas voltados para a cidadania e referenciados em dimensões éticas e políticas; > conhecer, analisar e problematizar os processos históricos das diferentes sociedades, nas várias tradições civilizatórias e culturais; > dominar as diferentes orientações teórico-metodológicas que singularizam o campo do conhecimento histórico; > problematizar, nas múltiplas dimensões das experiências dos sujeitos históricos, a constituição de diferentes relações de tempo e espaço; > desenvolver a pesquisa, a produção do conhecimento e sua difusão não só no âmbito acadêmico, mas também em instituições de ensino, museus, em órgãos de preservação de documentos e no desenvolvimento de políticas e projetos de gestão do patrimônio cultural; > Desenvolver a capacidade de interpretar as diversas linguagens verbais e não verbais, como documentos, textos histórico-jornalísticos, gráficos, caricaturas, mapas e material áudio-visual, entendendo-as como produções histórico-culturais. > Desenvolver a produção de recursos pedagógicos, incorporando os avanços tecnológicos dos tempos contemporâneos. A partir desta definição do perfil dos geral dos formados em História, e das competência e habilidades dele requeridas, faz-se necessário precisar as singularidades do perfil e da formação do licenciado e do bacharel em História. A) Perfil e a Formação do Licenciado em História O perfil dos professores, e dos professores de História em particular, tem se transformado na contemporaneidade, fruto das mudanças ocorridas na educação brasileira, na realidade escolar e no próprio conhecimento científico. Além disto, os professores de História, como demais profissionais da educação, são envolvidos em questões cruciais da sociedade e que afetam o cotidiano escolar, tais como violência, drogas, pobreza, dentre outras. Como resultado destas transformações, o ensino de História, na educação básica, atravessa mudanças significativas,

7 repensando seu objeto, conteúdo e método em relação ao seu significado na formação dos cidadãos. Diante dessa nova realidade, este projeto pedagógico visa a formação do professor de História, como profissional que atua na educação básica, de forma que enfrente os desafios do tempo presente e que atue de maneira consciente, reflexiva e criativa. O professor de História deve, então, ser profissional que domine os conteúdos que leciona e questões teóricas que envolvem sua área de conhecimento, e ao mesmo tempo em sujeito consciente quanto à realidade social e escolar na qual se insere. Simultaneamente, deverá estar preparado para, criativamente, refletir e repensar o como ensinar, inteirando-se dos conhecimentos e práticas acerca do processo cognitivo na dimensão do ensino-aprendizagem. Sua formação deverá contemplar, para tanto, conteúdos e práticas que promovam o elo entre o saber específico, o saber sobre a realidade social e escolar, questões de natureza teórico-metodológica atinentes tanto ao campo do conhecimento histórico como aos aspectos da aprendizagem escolar. Portanto, as atividades praticas e de pesquisa farão parte de sua formação no curso de graduação, pari passu às disciplinas teóricas, de forma a que se realize a integração entre conhecimento teórico, prática de ensino e exercício da pesquisa. Diante do exposto, o licenciado em História, além das competências e habilidades gerais do profissional da História, deverá ter competências e habilidades para: - Domínio dos conteúdos básicos que são objeto de ensino / aprendizagem no ensino fundamental e médio, no sentido de capacitar-se para: > pesquisar e produzir conhecimentos novos na área de História ; > refletir sobre o conhecimento histórico e a historiografia, fazendo sua análise, crítica e contextualização permanentes, a fim de fazer a transposição didática dos mesmos, de forma a adequá los ao ensino fundamental e médio e, ao mesmo tempo, preservar a sua cientificidade e consistência; > articular diferentes saberes e áreas do conhecimento, numa postura multidisciplinar e integradora; > construir princípios e valores baseados na ética democrática e neles fundamentar as práticas pedagógicas, no sentido do respeito à dignidade humana, à liberdade e igualdade de direitos e à diversidade sociocultural, bem como no sentido do desenvolvimento de ações visando a promoção da justiça e da solidariedade.

8 - Domínio dos métodos e técnicas pedagógicas que permitem a transmissão dos conhecimentos para o nível de ensino, assim como das concepções que pautaram esse conhecimento específico, a saber: > produzir conhecimentos pedagógicos, investigando, refletindo, selecionando, planejando organizando, articulando, criando e recriando experiências de intervenção didática: > compreender o contexto escolar e o processo de sociabilidade, a partir da sua articulação com a realidade econômica,, social, política e cultural da sociedade e promover uma prática educativa adequada à comunidade local; > orientar suas escolhas e decisões metodológicas e didáticas por pressupostos epistemológicos consistentes e coerentes; > participar da elaboração, implementação, e gestão do projeto político pedagógico e curricular da escola; > relacionar o conteúdo básico com os fatos, tendências, fenômenos e movimentos da atualidade com os fatos significativos da vida pessoal, social e profissional dos alunos; > criar, planejar, realizar, gerir e avaliar situações didáticas eficazes para o desenvolvimento dos alunos, articulando o currículo escolar com as temáticas sociais transversais e o contexto imediato; > manejar diferentes linguagens e estratégias de comunicação, adequando os conhecimentos às características dos alunos; > gerir a classe e intervir nas situações educativas com sensibilidade, acolhimento e afirmação responsável da sua autoridade profissional; > utilizar estratégias diversificadas de avaliação da aprendizagem, a partir dos resultados, e formular propostas de intervenção pedagógica; > inserir-se de forma crítica e propositiva no campo profissional, utilizando conhecimentos sobre políticas educacionais, organização e gestão dos sistemas de ensino; > desenvolver projetos pessoais de formação continuada, mantendo-se atualizado em relação aos conhecimentos históricos e pedagógicos. Para o desenvolvimento de tais competências e habilidades, os licenciados em História deverão, além das disciplinas de formação comum, cursar disciplinas específicas que visam a

9 construção da base teórica e das competências pedagógicas fundamentais para a atuação do professor na educação básica. As disciplinas específicas da licenciatura são: Fundamentos da Educação; Psicologia e Educação; Políticas e Legislação Educacional; Didática da História. Este conjunto de disciplinas de conteúdos de natureza científica deverá ser estruturado não somente visando a reflexão teórica, mas promovendo o desenvolvimento de atividades práticas não presenciais pelos alunos, sob a orientação do professor que ministra cada uma destas disciplina. A prática também será desenvolvida em disciplinas que assumem a forma de laboratórios e oficinas, a saber: Oficina de Leitura e Produção de textos, Redação Acadêmica. Laboratórios de Pesquisa e Ensino de História I, II, III e IV. É exigida, ainda, do licenciado em História a realização de 400 (quatrocentas) horas de estágio supervisionado que promoverão a inserção do graduando nos vários aspectos do cotidiano das escolas formais e de outras instituições educativas, visando prepará-lo para as incumbências pedagógicas, políticas e administrativas exigidas dos docentes da educação básica. Através destas etapas, o graduando terá condições de observar as práticas educativas, recolher dados empíricos, analisar e intervir no cotidiano dos campos de estágio de forma processual e sistemática, sob a supervisão do Curso de História. A partir desta prática, terá elementos para refletir criticamente sobre as teorias educacionais, reconstruir conhecimentos bem fundamentados e desenvolver habilidades para a transposição didática dos conteúdos acadêmicos para o ensino básico. B) O Perfil e a Formação do Bacharel em História As transformações observadas no campo do conhecimento histórico também se revelam no âmbito da pesquisa. De atividade individual e institucional, restrita aos espaços acadêmicos, e com uma produção quantitativamente limitada, a pesquisa histórica se ampliou nos últimos 30 anos no Brasil. Por um lado, isto se deve à expansão dos programas de pós-graduação que, na área de História, já se encontram implantados em todas as regiões brasileiras, e na maioria das capitais. Como efeito desse processo, iniciado na década de 1970, assiste-se, hoje, a uma maior profissionalização do pesquisador em História, bem como ao crescimento de pesquisas originais sobre a história nacional, regional e local. Por outro lado, ampliou-se o espaço institucional de pesquisa e, em decorrência, o campo de atuação profissional do pesquisador em História, como encontra-se expresso no preâmbulo das Diretrizes Curriculares para os Cursos de História.

10 O pesquisador em História, diante desta nova realidade, passa a ser aquele profissional que tem como atividade fundamental a produção de um conhecimento original sobre o passado, acadêmica e cientificamente fundamentado. Isso implica em sólido conhecimento acerca de como a área do conhecimento histórico se constitui (aspectos teórico-metodológicos da disciplina em si), domínio do conhecimento que versa sobre realidades sócio-históricas, fazendolhe a necessária crítica, identificação e manejo das fontes históricas, produção de análises e sínteses sobre o passado e sua difusão como conhecimento essencial para a vida social. Esse conhecimento, produzido em instituições de natureza diversa, deve remeter-se constantemente à realidade contemporânea, no sentido de proporcionar sua melhor compreensão e de interagir com os agentes sociais na busca dos elementos do passado que conformam a identidade coletiva. Assim, se espera do pesquisador de História a produção de um conhecimento que não fique restrito ao ambiente acadêmico ou não - em que atua, mas um conhecimento que seja difundido, seja por meio do ensino, das publicações, dos meios de comunicação, entre outros. Para tanto, as dimensões didático-pedagógicas também devem fazer parte de sua formação. Neste projeto pedagógico, o bacharelado em História é pensado como a formação inicial deste pesquisador que, pelo desenvolvimento de pesquisa original sobre a experiência humana no tempo, no curso de graduação, deverá ter as competências e habilidades necessárias para, de acordo com seus interesses e vocação, para a continuidade de estudos na pós-graduação ou para atuação em instituições públicas e privadas de guarda, conservação e difusão da memória e patrimônio histórico coletivos. Estas competências e habilidades, além daquelas comuns aos profissionais da História, são as que se seguem: > Estabelecer o diálogo com os diversos campos disciplinares e do saber, e problematizar a identidade do conhecimento histórico diante dos mesmos. > conhecer o processo de construção da historiografia > perceber, pela análise crítica da historiografia, as potencialidades de produção de conhecimento original e relevante sobre o passado. > realizar leitura crítica dos vários vestígios deixados pelos homens do passado e presente que revelam sua existência, e produzir conhecimentos originais a partir dos mesmos.

11 > dominar as principais teorias e metodologias que embasam a pesquisa histórica e, a partir delas, eleger seu próprio objeto, abordagem, método e pressupostos teóricos de pesquisa. > identificar e conhecer a singularidade das instituições responsáveis pela guarda, conservação e difusão do patrimônio cultural e histórico da sociedade na qual se insere. > Utilizar diferentes meios e instrumentos para a difusão do conhecimento, percebendo a singularidade de cada um. > Problematizar as várias modalidades da narrativa histórica, demonstrando domínio no uso da narrativa acadêmica. Visando a promoção de tais competências e habilidades, atividades de pesquisa serão desenvolvidas, no curso, por professores e alunos, a partir da definição de linhas de investigação. São propostas as seguintes linhas de investigação, tendo em vista o perfil já existente do corpo docente, bem como às atividades de pesquisa já definidas: História das Religiões e da Religiosidade, História do Trabalho, História das Cidades, História dos Movimentos Sociais e Ensino de História, todas dentro da área de concentração História do Brasil. Cada linha de pesquisa deverá ser coordenada por um docente que possua qualificação e atividade na área. Serão atribuídas 04 horas a cada coordenador para esse fim. Para o bacharelado, serão necessárias as disciplinas constantes do rol de disciplinas de formação comum, acrescidas das disciplinas específicas dessa habilitação (Métodos e Técnicas de Pesquisa, Monografias I e II). Deverão ser, ainda, cursadas as disciplinas de tópicos especiais relativas à sua escolha temática. O aluno realizará monografia de final de curso sobre um tema proposto para investigação. As disciplinas de Monografia I e II deverão ter, no máximo 15 (quinze) alunos para cada grupo, sob a orientação de um professor. A monografia deve ser avaliada por banca examinadora constituída especificamente para esse fim. Além de tais atividades, concorre de maneira significativa para a formação dos bacharéis o Centro de Pesquisa Histórica. Em primeiro lugar, nas pesquisas e parcerias que desenvolve, o Centro oferece, na forma de estágios e bolsas de iniciação científica, possibilidade aos graduandos de uma inserção contínua nos diversos campos de atuação do historiador. Em segundo lugar, o Centro é o local por excelência da agregação dos pesquisadores, pesquisas e atividades das áreas de investigação (áreas de concentração) existentes no curso. Simultaneamente, o Centro exerce papel de orientar e despertar vocações para a pesquisa acadêmica em História, seja na promoção de atividades de extensão, seja na forma de local de

12 Em síntese, diante da necessidade da constante adequação dos cursos de graduação às exigências do mundo contemporâneo, e a partir das novas diretrizes aprovadas para os cursos de História e para a Formação de Professores, compreende-se que não é mais possível realizar transformações ou remendos no currículo em vigor, bem como no próprio curso. É patente a necessidade da elaboração de um novo projeto pedagógico, que tenha como meta o aggiornamento da formação do profissional da História, e que para tanto contemple e articule conteúdos, habilidades e competências formativas, bem como procedimentos pedagógicos. Refletindo sobre do quadro acima exposto, a Coordenação do Curso de História deu início, a partir do primeiro semestre de 2001, a debate com seus corpos docente e discente visando uma elaboração democrática do seu projeto pedagógico. Ao longo de dezoito meses, em sucessivas reuniões de estudos, procurou-se compreender o sentido das resoluções, pareceres e iniciativas do MEC e CNE, enveredando-se por um verdadeiro cipoal normativo pautado por marchas e contramarchas. Simultaneamente, interrogou-se incessantemente sobre a identidade do profissional da História, sua atuação e as habilidades requeridas para sua formação e seu exercício profissional. O resultado desse esforço coletivo é agora apresentado, com a perspectiva de ir além de uma reforma curricular, a despeito de seu caráter necessário e urgente. Pretende-se, antes de mais nada, implementar um projeto de curso no qual o currículo seja parte integrante de um corpo maior, qual seja, uma proposta pedagógica para a formação do Historiador. 5. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO: MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO: CONCEPÇÃO E ESTRATÉGIAS referência para onde os graduandos poderão se dirigir. Finalmente, por ser responsável pela guarda e conservação da documentação histórica da PUC Minas, o Centro constitui-se em lugar onde fontes de pesquisas originais poderão ser encontradas e arquivadas dentro de uma sistematização que viabiliza, ao graduando, como estagiário, o exercício de organização e arquivamento de documentos de variadas modalidades. Essas fontes, igualmente, possibilitam o desenvolvimento de pesquisas originais pelos graduandos, especialmente aquelas que têm como objeto a questão da educação.

13 A implantação do novo projeto pedagógico do curso de História far-se-á de forma gradativa, pari passu à implementação da nova estrutura curricular que lhe corresponde. Ao longo deste processo torna-se necessário seu constante acompanhamento, visando identificar problemas e lacunas, assim como dinamizar e consolidar experiências bem sucedidas. Uma vez plenamente implantado o novo currículo e a nova proposta pedagógica, o processo de avaliação não deverá ser interrompido, de forma a garantir que o curso esteja constantemente submetido a um olhar crítico, evitando a cristalização de problemas e/ou o desperdício de ações e práticas inovadoras e bem sucedidas. Proceder a uma avaliação permanente dos cursos de graduação não é tarefa fácil, como é demonstrado pelas inúmeras experiências (exitosas ou não) levadas a cabo por esta Universidade e outras IES. Das experiências anteriores pode-se observar que, de forma geral, um processo avaliação, para ter êxito deverá: > - buscar alcançar legitimidade junto aos corpos docente e discente, visando seu efetivo engajamento no processo avaliativo; > - garantir que o monitoramento e avaliação do projeto não objetive apenas a indicar eventuais equívocos, ou que seja compreendido como um processo punitivo; > - envolver efetivamente os diferentes agentes envolvidos direta ou indiretamente no curso; > - construir instrumentos de avaliação mais permanentes e adequados às especificidades do curso; > - elaborar mecanismos e estratégias objetivando solucionar e/ou minimizar os problemas identificados. Desta forma, é proposto que o acompanhamento e avaliação da implantação do projeto pedagógico do curso de História seja realizado pelos seguintes agentes a partir das seguintes condutas: > - a Pró-Reitoria de Graduação, pelo Programa Permanente de Avaliação Institucional (em fase de elaboração); > - o corpo discente, por avaliações das disciplinas cursadas por períodos, em cada semestre, com relatório escrito a ser encaminhado ao Colegiado de Coordenação Didática do Curso; > - o corpo docente, por avaliações, em cada semestre, das disciplinas ministradas pelos professores, e do desempenho das turmas, com relatório escrito a ser encaminhado ao Colegiado de Coordenação Didática do Curso;

14 > - os Coordenadores das Áreas de Competência, em cada semestre, do desenvolvimento das atividades das disciplinas da área de competência de sua responsabilidade, com relatório escrito a ser encaminhado ao Colegiado de Coordenação Didática do Curso; > - o Colegiado de Coordenação Didática do Curso de História, que procederá à análise dos relatórios acima mencionados, elaborando relatório consolidado das atividades do Curso de História, a ser divulgado entre os corpos docente e discente. Cabe ressaltar que várias destas formas de se proceder ao acompanhamento das atividades já são praticadas no curso de História, e apesar de sua espontaneidade já se tornaram atividades de rotina do próprio curso. Por fim, ressalta-se a necessidade de frisar que a avaliação vir acompanhada de estratégias de busca de soluções para os problemas identificados, sem as quais a avaliação tornase vazia, resultando em procedimento ineficaz e sem legitimidade. 6. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM - A AVALIAÇÃO NO CURSO DE HISTÓRIA: CONCEPÇÃO E PROCEDIMENTOS A concepção do curso de História abraçada por este projeto pedagógico exige também uma nova postura dos docentes e discentes em relação ao processo de avaliação da aprendizagem, sempre um dos aspectos mais polêmicos da educação, em todos os níveis. Durante séculos a avaliação foi vista como uma etapa posterior e inteiramente separada do ensino. As provas ou exames mensais, bimestrais, parciais ou finais eram feitas em épocas especiais, depois da fase do ensino. Sua função era verificar quanto o aluno havia assimilado dos conteúdos que lhe foram transmitidos e lhe conferir uma nota que traduziria sua aptidão para ser promovido ou reprovado, ou seja, medir o seu grau de sucesso ou fracasso escolar. Na verdade tinha um caráter quantitativo, seletivo e classificatório, de simples medida, e não de avaliação que é um processo muito mais amplo e complexo. Entretanto, contemporaneamente, as novas teorias e concepções sobre a aprendizagem levaram a redefinição do processo de avaliação. Isto porque, considerando que o processo ensino / aprendizagem é uma via de mão dupla, pela qual alunos e professores trafegam nos dois sentidos, e que esse processo só se completa com a integração entre as etapas de planejamento, execução e avaliação da aprendizagem, conclui-se que a concepção de avaliação é parte integrante e inseparável da concepção de educação. As novas concepções sobre a educação

15 convergem para um conceito de avaliação como processo sistemático, contínuo, cumulativo, integral, descritivo e compreensivo, orientador e cooperativo. Esta concepção permite a avaliação do domínio de habilidades e competências, além dos conhecimentos. Para tanto, a avaliação no curso de História deverá buscar compatibilizar a avaliação do desenvolvimento de competências e habilidades pelos discentes, uma avaliação periódica e sistemática, incluir procedimentos e processos diversificados, com a necessidade imperativa da valorização dos conhecimentos específicos sobre o processo histórico e a historiografia. Nesse sentido pretende-se promover um processo que seja capaz de avaliar, de forma integrada, a aquisição das competências, habilidades e conhecimentos específicos da área que se articulam para capacitar o profissional de História. Esta reflexão parte do pressuposto de que a concepção construtivista da educação não propõe a reinvenção da roda. Não se constrói os conhecimentos e competências a partir de um marco zero, mas dos saberes construídos e acumulados, ao longo dos milênios, pela humanidade. Essa cultura universal resulta da sociogênese, referida por Piaget, e constitui o patamar a partir do qual os agentes do processo educativo fazem a construção do conhecimento individual, percorrendo as várias etapas da psicogênese, até alcançarem a competência intelectual, moral e operacional necessária à sua autonomia. A construção do conhecimento só é possível através da interação do sujeito com o mundo e, no caso da escola, também com o saber universal sistematizado, que toma a forma de conteúdo curricular. Estas reflexões e propostas, como se sabe, não são de fácil operacionalização nos cursos. Sua efetiva implementação exige estratégias que objetivem criar uma nova cultura, entre docentes e discentes, sobre o processo de avaliação. Para tanto, o curso de História deverá > realizar atividades periódicas de estudos e reflexão, para os corpos docente e discente, sobre o processo de avaliação; > promover reuniões constantes entre os professores de cada período no sentido da elaboração conjunta de processos de avaliação; > promover reuniões periódicas entre os professores de um mesmo período para avaliação qualitativa dos discentes; > estimular a construção coletiva envolvendo docentes e discentes de formas e critérios de avaliação; > criar instrumentos, tais como provas de diversos tipos, produção de textos orientados, seminários, pesquisas bibliográficas, entre outros, para diagnosticar, em cada aluno, tanto seus potenciais a desenvolver quanto suas necessidades a serem atendidas, dando a todos a oportunidade de progresso em seu próprio ritmo.

16 Tais iniciativas, dentre outras a serem planejadas, objetivam a construção, de forma progressiva, de uma nova cultura e novos procedimentos que façam da avaliação não um instrumento para selecionar/excluir, mas é procedimento cotidiano a serviço da aprendizagem, como um parâmetro de contínua reavaliação do curso e de suas formas de atuação. 7. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO: BACHARELADO Para os alunos que optarem pelo bacharelado, o Projeto Pedagógico do curso prevê a produção de uma monografia, entendida como um Trabalho de Conclusão do Curso (TCC) coroando uma trajetória dinâmica de pesquisa acadêmica. Essa trajetória inicia-se no 1º período do curso, nas disciplinas Introdução ao Estudo da História e Laboratório de Pesquisa e Ensino da História I, quando os estudantes já são levados aos primeiros contatos com a metodologia e fontes da pesquisa em História. Ao longo do Curso, afinadas com os pressupostos que compõem a concepção do perfil e da formação do Bacharel em História, na experiência da pesquisa científica, visando a promoção de habilidades e competências inerentes à produção do conhecimento histórico, serão desenvolvidas atividades envolvendo professores-orientadores e alunos, a partir de um tema escolhido dentro da área de concentração História do Brasil de uma das 05 linhas de pesquisa: História das Religiões e da Religiosidade, História do Trabalho, História das Cidades História dos Movimentos Sociais e Ensino de História. Para o bacharelado, além das disciplinas de formação comum, o estudante deverá cursar as específicas dessa habilitação: Metodologia da Pesquisa Histórica 60 horas (Aplicação dos procedimentos teóricometodológicos e as técnicas que envolvem o campo de conhecimento histórico na elaboração de um projeto de pesquisa a ser definido individualmente pelo aluno). Nessa disciplina, o professororientador trabalha inicialmente com toda a turma de bacharelado e num segundo momento com pequenos grupos, procurando orientar projetos com temas e metodologias afins. Monografia I 60 horas (Aplicação dos procedimentos teóricos-metodológicos e as técnicas que envolvem o campo do conhecimento histórico na elaboração de um projeto individual de pesquisa). Monografia II 60 horas (Aplicação dos procedimentos teóricos-metodológicos e as técnicas que enrolam o campo do conhecimento histórico na elaboração de um trabalho de conclusão de curso (TCC) sob a forma de uma monografia.

17 Para a realização de uma monografia no final de curso (TCC) sobre o tema-temático proposto para investigação, dentro das linhas de pesquisa do curso, o aluno é orientado por um mesmo professor nas disciplinas Monografia I e II. Cada uma dessas disciplinas é dividida em grupos de até no máximo 15 alunos sob a orientação de um professor. Nessas duas disciplinas, os alunos são orientados em pequenos grupos e já na fase final do processo, individualmente. A monografia deve ser avaliada por banca examinadora constituída especificamente para esse fim. O encaminhamento do aluno para um determinado professor é decidido pelo conjunto dos professores das disciplinas específicas do bacharelado, respeitadas as afinidades dos professores com os temas definidos pelos alunos já na disciplina Metodologia da Pesquisa Histórica. A avaliação da monografia (TCC) dá-se em duas etapas: 1º) a avaliação do trabalho escrito, entregue com antecedência aos professores componentes da banca, incluindo o orientador e 2º) a defesa da monografia, quando estudante e professores-avaliadores, após exposição oral dos alunos sobre a monografia, dialogam sobre o produto final da pesquisa. 8. ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE GRADUAÇÃO Partindo-se do princípio de que a formação acadêmica não se limita ao espaço da sala de aula, mas exige a participação e inserção dos graduandos em atividades extra-curriculares, tais como participação em seminários, cursos de extensão e pesquisas, o curso de História exige a realização, pelo aluno, de 200 (duzentas) horas de atividades acadêmicas complementares, tanto na habilitação licenciatura como para o bacharelado. Essas atividades, de acordo com o sentido expresso na LDBEN, visam a complementação do processo ensino-aprendizagem, superando os limites definidos pela estrutura curricular. Além disso, constituem mais uma oportunidade para a flexibilização curricular. As atividades acadêmicas complementares permitem, portanto, uma relativa autonomia do graduando no cumprimento de seu plano de graduação, abrindo novas oportunidades de conhecimento acerca de novas temáticas, métodos, procedimentos e atividades profissionais no campo da História. Desta forma, essas atividades deverão ser de escolha dos graduandos, tendo a orientação e avaliação da Coordenação do Curso, permitindo, assim, mais uma oportunidade para diferenciação formativa dos graduandos, dentro do princípio da flexibilização dos cursos. Cabe à Coordenação do Curso criar oportunidades para a realização destas atividades, seja na sua promoção (em parceria com o Centro de Pesquisa Histórica), seja pela divulgação das diversas atividades promovidas por outras instituições externas à PUC Minas.

18 Para avaliação destas atividades e sua conseqüente convalidação para efeitos de carga horária, este projeto pedagógico estabelece os seguintes critérios: Atividades Acadêmicas Complementares Semanas de História e de outras áreas afins Cursos de curta duração (mínimo de 12 horas) Participação em eventos científicos: seminários, jornadas, encontros, colóquios, palestras, simpósios. Atividades de iniciação à docência e de pesquisa vinculada à situação de estagiário ou bolsista de programas. Participação em eventos com apresentação de trabalhos. Estágios e monitorias (voluntários ou não) na área de História ou afins Critérios Básicos Máximo de 90 h ou 03 créditos Máximo de 60 h ou 02 créditos (20 h por curso) Máximo de 60 h ou 02 créditos (10 h por evento) Máximo de 120 h ou 04 créditos. Máximo de 60 h ou 02 créditos Máximo de 120 h ou 04 créditos Instrumentos para Avaliação Certificado da participação emitido pela entidade promotora Certificado da participação emitido pela entidade promotora e/ou cópia de trabalho desenvolvido durante o curso devidamente avaliado. Certificado da participação emitido pela entidade promotora. Relatório do aluno, aprovado pelo orientador/responsável pelo projeto. Certificado de participação no evento com apresentação de trabalho e texto comprobatório. Atestado emitido pela instituição na qual o estágio/monitoria se realiza, e relatório do aluno sobre as atividades desenvolvidas, aprovado pelo orientador. Tipo/Observações Extensão: ampliação e complementação de conteúdos acadêmicos na perspectiva de atualização e verticalização Extensão: ampliação e complementação de conteúdos acadêmicos na perspectiva de atualização e verticalização Extensão: ampliação e complementação de conteúdos acadêmicos na perspectiva de atualização e verticalização. Vivenciar as práticas que caracterizam o universo da academia. Pesquisa e Docência: experiências práticas que iniciem o graduando na experiência profissional. Extensão e Pesquisa: produção e divulgação do conhecimento em eventos reconhecidos pela comunidade acadêmica. Extensão, Docência e Pesquisa: aplicação de conhecimentos adquiridos no curso e iniciação profissional. Publicação de artigo Máximo de 06 créditos: original Periódicos de formato tradicional (Anais, resumos, revistas): 02 créditos Documentos eletrônicos/internet: 01 crédito. Disciplina isolada Máximo de 04 créditos Comprovação junto ao CRA PUC Minas Cópia do trabalho publicado. Pesquisa e iniciação à Docência: produção de textos a partir de pesquisas de conteúdo histórico e da área do ensino. Enriquecimento e atualização do currículo de História, promovendo interdisciplinaridade e diferenciação da formação. OBS.: Para essas atividades, cada crédito equivale a 30h/a.

19 9. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO NO CURSO DE HISTÓRIA - CONCEPÇÃO E ORGANIZAÇÃO A concepção dos estágios curriculares, neste Projeto, tem como princípios: > os estágios docentes constituem, junto à prática desenvolvida como componente curricular, ao longo do Curso, um dos principais eixos articuladores entre as dimensões teóricas e práticas; > além de constituírem atividade de aprendizagem, os estágios tem também caráter de extensão, que possibilita a integração entre o Curso de História e as escolas públicas de educação básica, e de pesquisa em educação. A partir de tais pressupostos, a organização curricular dos estágios docentes tem como objetivos: > proporcionar aos licenciados a oportunidade de aquisição do conhecimento experiencial, isto é, do conhecimento prático a ser construído no cotidiano das escolas de educação básica, através da docência compartilhada, sob a orientação e supervisão direta dos professores experientes dos campos de estágio, bem como dos supervisores de estágio do Curso de Formação. Esta experiência adquire sentido de formação docente ao se articular com a dimensão teórica, através das reflexões sistemáticas e contínuas, realizadas nas reuniões entre os estagiários e seus professores da Licenciatura para discussões, à luz dos pressupostos teóricos, sobre os vários aspectos da pesquisa e docência vivenciada nos campos de estágio; > construir uma articulação permanente de parceria efetiva entre o Curso e o sistema público de educação básica, em caráter de extensão universitária. Isto será possível através da prestação de serviços às escolas, com a participação de docentes e discentes do Curso de História, nos projetos pedagógicos de interesse dos campos de estágio. Para a viabilização destes objetivos, os estágios serão estruturados de acordo com a Resolução CNE/CP 2, de 19/02/02, que estabelece, em seu Art. 1º, Item II: 400 (quatrocentas) horas de estágio curricular supervisionado, a partir do início da Segunda metade do Curso. Assim, os estágios docentes serão distribuídos na grade curricular em três momentos, a fim de estabelecer continuidade entre as ações práticas, nos campos de estágio, e as reflexões

20 teóricas, realizadas na academia. As ementas elaboradas para os estágios contemplam os objetivos específicos de cada etapa, visando possibilitar a inserção gradual, contínua e produtiva, do estagiário no campo profissional. A oferta dos estágios será estruturada da seguinte forma: > No 6º período Estágio Supervisionado I 120 horas (30h de orientação/reflexão na Puc + 90h de prática nas Escolas); > No 7º período Estágio Supervisionado II 120 horas ( 30h de orientação/reflexão na Puc + 90h de prática nas Escolas); > No 8º período Estágio Supervisionado III 160 horas ( 30h de orientação/reflexão na Puc + 120h de prática nas Escolas). Objetivando uma supervisão mais efetiva das atividades de estágio, cada disciplina de Estágio Supervisionado deverá ser dividida em grupos de no máximo 30 (trinta) alunos, cada qual sob a supervisão de um professor.

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