REUNIÃO DA DIRETORIA APROVA O TEXTO DA PROPOSTA DE REFORMA E CONSOLIDAÇÃO DO ESTATUTO SOCIAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "REUNIÃO DA DIRETORIA APROVA O TEXTO DA PROPOSTA DE REFORMA E CONSOLIDAÇÃO DO ESTATUTO SOCIAL"

Transcrição

1 REUNIÃO DA DIRETORIA APROVA O TEXTO DA PROPOSTA DE REFORMA E CONSOLIDAÇÃO DO ESTATUTO SOCIAL A Diretoria da CBC aprovou o texto da proposta de reforma e consolidação do Estatuto Social que tem por objetivo promover as alterações e introduções no Estatuto Social após a análise do Decreto de 08 de abril de 2013, que regulamentou a Lei de 24 de março de 1998, que institui normas gerais sobre o desporto; do relatório da Comissão Especial de estudo para elaboração dos critérios de repasse dos recursos aos clubes, além de adaptar redações pontuais que venham ao encontro das finalidades e atividades desenvolvidas pela CBC, tornando-as mais dinâmicas. As principais alterações estão relacionadas abaixo, entre outras específicas e correlatas que serão encaminhadas ao Conselho Consultivo: INCLUIR nos artigos correspondentes o número do Decreto 7.984/2013. ALTERAR nos artigos correspondentes as redações, igualando-as ao Decreto 7.984/2013, assim como as alterações correlatas que venham aos encontro das finalidades e atividades desenvolvidas pela CBC, tornando-as mais dinâmicas. INCLUIR no artigo 1º, o parágrafo único com a seguinte redação: Parágrafo único Será facultada a criação de sub-sedes, em qualquer parte do território nacional, quando e onde convier aos objetivos sociais. ALTERAR no artigo 2º, o 1º e o 2º para a seguinte redação: 1º - As pessoas jurídicas que integram a CBC como filiados são clubes esportivos sociais (entidades de prática desportiva), que possuam em suas sedes, instalações para prática de modalidades olímpicas ou paraolímpicas. 2º - As pessoas jurídicas que a integram na qualidade de vinculados são os sindicatos e as federações (entidades de representação clubística) que representam somente clubes esportivos sociais. ALTERAR o artigo 5º para a seguinte redação: Art. 5º. Para admissão na CBC como filiado ou vinculado, deverá enviar documentos comprobatórios, sempre observado o conjunto de normas aplicáveis à celebração de convênios com a União, em cumprimento as alterações lançadas pela Lei de 16 de março de 2011, que introduziram a CBC como integrante do Sistema Nacional do Desporto, conforme inciso VII do artigo 13 da Lei de 24 de março de 1998 e sua regulamentação, especialmente: I. Requerimento em papel timbrado e assinado pelo dirigente máximo da entidade, solicitando a filiação à CBC; II. Ata de fundação/constituição da entidade com o respectivo registro no Cartório Civil das Pessoas Jurídicas; III. Estatuto atualizado, com a certidão do Cartório de Registro Civil das Pessoas Jurídicas; IV. Ata da eleição e posse dos dirigentes, integrantes da Diretoria ou do Conselho de Administração, bem como conselho fiscal ou órgão equivalente, dotado de competência para opinar sobre os relatórios de desempenho financeiro e contábil e sobre as operações patrimoniais realizadas, emitindo pareceres para os organismos Página 1 de 5

2 superiores da entidade, também com respectivo Registro no Cartório Civil das Pessoas Jurídicas; V. Relação Nominal dos dirigentes da entidade, com Cadastro de Pessoas Físicas CPF e endereço completo; VI. Comprovante de inscrição da entidade no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas CNPJ pelo prazo mínimo de 03 (três) anos; VII. Balanço financeiro e patrimonial e demonstração do resultado do exercício anual anterior devidamente aprovado na forma de seu estatuto e publicado conforme a legislação vigente; VIII. Ata do órgão estatutário que aprovou as contas da entidade, referente ao exercício anterior, devidamente registrada no Cartório de Registro Civil das Pessoas Jurídicas; IX. Certidão Conjunta Negativa de Débitos Relativos aos Tributos Federais e à Dívida Ativa da União; X. Certidão Negativa de Débitos Relativos às Contribuições Previdenciárias e às de Terceiros; XI. Certificado de Regularidade do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço FGTS/CRF; XII. Comprovação de regularidade em face do Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal CADIN XIII. Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas CNDT emitida pelo Tribunal Superior do trabalho; XIV. Certidão de regularidade com a Fazenda Estadual ou, se for o caso, do Distrito Federal; XV. Certidão de regularidade com a Fazenda Municipal; XVI. Comprovação da qualificação técnica e da capacidade operacional, mediante declaração de funcionamento regular nos 03 (três) anos anteriores ao credenciamento, emitida por 03 (três) autoridades do local de sua sede. XVII. Declaração expressa do dirigente, sob as penas do art. 299 do Código Penal, de que não se encontra em mora e nem em débito junto a qualquer órgão ou entidade da administração pública federal; TRANSFORMAR no artigo 6º, a alínea f em parágrafo único, com a redação: Parágrafo único - São direitos específicos dos filiados pleitear na forma estabelecida na legislação vigente, neste Estatuto Social e regulamentos da CBC, a participação no repasse da Lei 9.615/1998 e do Decreto 7.984/2013. ALTERAR no artigo 19, o 2º para a redação para: Art º - No caso de renúncia, cassação ou vacância definitiva no cargo de vicepresidente, e/ou dos demais membros da Diretoria, o presidente da Diretoria, no prazo de 30 (trinta) dias do fato, deverá nomear seu(s) substituto(s), desde que atendam os requisitos do art.27. INCLUIR no artigo 32, a alínea y da competência da diretoria, com a seguinte redação: y) aprovar o regulamento próprio da CBC de compras e contratações para fins de aplicação direta e indireta dos recursos para Fóruns, Simpósios, Congressos, serviços, inclusive de publicidade, compras alienações e locações, conforme disposto na Lei /2006 e deverá atender aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, eficiência, igualdade, e do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos, tendo por finalidade a seleção da proposta mais vantajosa. Após a aprovação o presidente da Diretoria publicará o regulamento no sítio da CBC; Página 2 de 5

3 INCLUIR no artigo 33, a alínea t da competência do presidente da diretoria, com a seguinte redação: t) contratar consultorias, assessorias, auditorias e quaisquer serviços terceirizados para o desenvolvimento dos objetivos sociais da CBC. INCLUIR no artigo 38, a alínea n da competência do Diretor de Formação de Atletas Olímpicos e Paraolímpicos, com a seguinte redação: n) presidir os trabalhos do Conselho Interclubes. ALTERAR E INCLUIR no Capítulo IV os artigos relacionados, efetuando as respectivas renumerações de todos os demais artigos: Art. 39. A Diretoria terá uma Comissão Técnica para avaliar e aprovar o enquadramento dos projetos esportivos a serem beneficiados por recursos oriundos da Lei 9.615/1998 e do Decreto 7.984/2013, destinados à formação de atletas olímpicos e paraolímpicos. Art. 40. A Comissão Técnica será composta por 5 (cinco) membros, sendo 1 (um) nato que será o diretor de formação de atletas olímpicos e paraolímpicos, que coordenará os trabalhos da Comissão e 4 (quatro) membros nomeados do quadro funcional ou terceirizados. 1º A Comissão técnica reunir-se-á quando convocada pelo diretor de formação de atletas olímpicos e paraolímpicos e as decisões serão tomadas por maioria de votos dos presentes, com a presença mínima de 3 (três) membros. 2º Nenhum integrante da Comissão que possua vínculo ou relação formal como proponente, poderá julgar a avaliação e a aprovação do enquadramento do projeto. Art. 41. A aprovação de cada projeto somente será válida se referendada pelo presidente da Diretoria da CBC, que assinará o convênio com a entidade beneficiada. UNIFICAR os capítulos VI e VII, efetuando as respectivas renumerações para: CAPÍTULO VI Do Conselho Interclubes Art. 46. O Conselho Interclubes é um órgão de planejamento estratégico e especializado da CBC, com atribuições de fomentar a formação de atletas olímpicos e paraolímpicos e será constituído pelos filiados que estejam aptos a receber os recursos oriundos da Lei 9.615/98 e atendam os requisitos do Decreto 7.984/2013, deste Estatuto Social e de outras normas estabelecidas para este fim. 1º - comporão ainda o Conselho Interclubes, todos os atuais membros do CSI e CONFAO; 2º - O funcionamento e a organização do Conselho Interclubes serão estabelecidos em regulamento próprio aprovado pela Diretoria. 3º - o clube membro do Conselho Interclubes será representado pelo seu presidente e, no seu impedimento, por aquele que este credenciar por escrito. Art. 47. Compete ao Conselho Interclubes Página 3 de 5

4 a) incentivar em todo o país a formação de atletas olímpicos e paraolímpicos, em todas as modalidades desportivas; b) promover a integração entre a formação de atletas olímpicos e paraolímpicos e o desporto estudantil e universitário; c) promover ações de caráter comunitário e social; d) promover cursos e ações educativas relacionadas ao desporto olímpico e paraolímpico, bem como o intercâmbio de experiências entre os filiados e vinculados; e) informar aos filiados e vinculados sobre as decisões que adotar, bem como aquelas que emanarem dos poderes públicos e outras que lhes forem de interesse; f) interceder perante os poderes públicos, em defesa dos direitos e interesses legítimos dos filiados e vinculados integrantes. g) atuar de maneira global buscando atender aos interesses de todos os filiados à CBC; h) responsabilizar-se, em consonância com a Diretoria da CBC, pelas ações políticas que envolvam o Órgão e a Entidade no interesse do segmento clubístico; i) propor plano de ações voltadas ao fortalecimento da imagem da CBC e do Conselho Interclubes; j) buscar novas fontes de recursos para a CBC; k) receber o relatório anual da gestão administrativa da Diretoria; l) receber as contas do exercício anterior, acompanhadas do balanço financeiro e patrimonial, instruído com parecer do Conselho Fiscal e de auditoria independente; m) conhecer a proposta da Diretoria para fixação dos valores das contribuições associativas para os filiados e vinculados, com parecer favorável do Conselho Fiscal; n) conhecer o orçamento anual da CBC; o) conhecer os atos e procedimentos para descentralização dos recursos e a respectiva prestação de contas dos recursos referente à Lei 9.615/1998 o Decreto 7.984/2013, sem prejuízo das normas aplicáveis a convênios com a Administração Pública Federal; p) conhecer os critérios e limites para as despesas administrativas necessárias ao cumprimento do objeto pactuado a serem realizados com recursos descentralizados e daqueles referentes as passagens, hospedagem, transporte e alimentação dos dirigentes e funcionários, observado o disposto na Lei 9.615/1998 e Decreto 7.984/2013; q) conhecer o regulamento próprio da CBC de compras e contratações para fins de aplicação direta e indireta dos recursos para obras, serviços, inclusive de publicidade, compras alienações e locações, conforme o disposto na Lei 9.615/1998 e no Decreto 7.984/2013 e deverá atender aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, eficiência, igualdade, e do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos, tendo por finalidade a seleção da proposta mais vantajosa; r) conhecer quadro-resumo de receita e da utilização dos de recursos, subdivididos por exercício financeiro, discriminando os valores mensais arrecadados; as aplicações diretas, com a discriminação dos recursos aplicados por projetos e programas contemplados e; os valores despendidos pela CBC e pelas entidades beneficiadas com os recursos descentralizados, por grupos de despesa, consolidados conforme disciplinado em ato do Ministro de Estado do Esporte, de acordo com a Lei 9.615/1998 e o Decreto 7.984/2013, para disponibilização por meio físico e eletrônico ao Tribunal de Contas da União, Ministério do Esporte e ao Ministério da Educação; s) elaborar propostas para melhoria da gestão administrativa da Diretoria. Página 4 de 5

5 Art. 48. O Conselho Interclubes reunir-se-á ordinariamente durante a realização do Congresso Brasileiro de Clubes e extraordinariamente quando convocado pelo seu Presidente. Art. 49. São direitos dos clubes membros do Conselho Interclubes: a) utilizar o símbolo da CBC em seus impressos e em sua publicidade, qualificando-se, assim, como um dos principais clubes do Brasil; b) utilizar o selo vip CBC; c) participar de todas as reuniões do Órgão. INCLUIR o artigo 61 nas Disposições Gerais e Finais, com a seguinte redação: Art. 61. Será mantido o calendário de reuniões e a Mesa Diretora do Conselho Superior Interclubes CSI e do Conselho de Clubes Formadores de Atletas Olímpicos e Paraolímpicos CONFAO até a realização do Congresso Brasileiro de Clubes em EXCLUIR os artigos 66, 67 e 68 das Disposições Transitórias e Finais. Francisco Antonio Fraga Presidente da CBC Página 5 de 5

2/5 Art. 16 XI Art.55 - Parágrafo único Art. 57 - III VII VIII

2/5 Art. 16 XI Art.55 - Parágrafo único Art. 57 - III VII VIII 1/5 Alterações de dispositivos do Estatuto Social aprovadas pelo Conselho Deliberativo em 10 de novembro de 2014 visando atender à Portaria nº 224, de 18/09/2014, do Ministério do Esporte, de forma a ser

Leia mais

RESOLUÇÃO CONJUNTA CGM/SMAS/SMA Nº 019 DE 29 ABRIL DE 2005

RESOLUÇÃO CONJUNTA CGM/SMAS/SMA Nº 019 DE 29 ABRIL DE 2005 RESOLUÇÃO CONJUNTA CGM/SMAS/SMA Nº 019 DE 29 ABRIL DE 2005 Dispõe sobre os procedimentos para cadastramento de Fundações Privadas ou Associações pela Comissão de Cadastramento de ONGs e Associações, de

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA NATUREZA E MISSÃO

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA NATUREZA E MISSÃO Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA NATUREZA E MISSÃO Art. 1º O CENTRO BRASILEIRO DE PESQUISA EM AVALIAÇÃO E SELEÇÃO

Leia mais

ESTATUTO MODELO DE ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO - OSCI P. Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS

ESTATUTO MODELO DE ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO - OSCI P. Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS ESTATUTO MODELO DE ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO - OSCI P Legenda: Texto em negrito: cláusulas que devem necessariamente constar do estatuto, por força da Lei nº 9.790/99 Texto em

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DA COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO PARANÁ

ESTATUTO SOCIAL DA COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO PARANÁ ESTATUTO SOCIAL DA COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO PARANÁ CAPÍTULO I DA SOCIEDADE, DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE, PRAZO E FINALIDADES Artigo 1 - A Comissão Estadual de Residência Médica

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES E ADQUIRENTES DO CONDOMÍNIO ALTO DA BOA VISTA CAPÍTULO I - FINALIDADES

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES E ADQUIRENTES DO CONDOMÍNIO ALTO DA BOA VISTA CAPÍTULO I - FINALIDADES ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES E ADQUIRENTES DO CONDOMÍNIO ALTO DA BOA VISTA CAPÍTULO I - FINALIDADES Art. 1º A Associação dos Moradores e Adquirentes do Condomínio Alto da Boa Vista é uma sociedade

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO SECRETARIA DE ESTADO DE GESTÃO E RECURSOS HUMANOS SEGER PORTARIA Nº. 39-R, DE 29 DE AGOSTO DE 2013.

GOVERNO DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO SECRETARIA DE ESTADO DE GESTÃO E RECURSOS HUMANOS SEGER PORTARIA Nº. 39-R, DE 29 DE AGOSTO DE 2013. I - Órgãos e Entidades Públicas PORTARIA Nº. 39-R, DE 29 DE AGOSTO DE 2013. a) Cédula de Identidade do representante; b) Inscrição no CPF do representante; c) Cartão de inscrição do órgão ou entidade pública

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLOGICA NIT

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLOGICA NIT RESOLUÇÃO CONSU Nº. 33/21 DE 3 DE AGOSTO DE 21. A Presidente do Conselho Superior Universitário da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas, no uso de suas atribuições regimentais, e consequente

Leia mais

AVISO DE CHAMADA PÚBLICA DE APOIO INSTITUCIONAL Nº 01/2015 DO OBJETO

AVISO DE CHAMADA PÚBLICA DE APOIO INSTITUCIONAL Nº 01/2015 DO OBJETO AVISO DE CHAMADA PÚBLICA DE APOIO INSTITUCIONAL Nº 01/2015 DO OBJETO Esta Chamada Pública de Apoio Institucional visa à seleção de projetos a serem apoiados pelo CAU/BR na modalidade de Apoio à Assistência

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA) DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA EM ENERGIA E MATERIAIS - CNPEM

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA) DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA EM ENERGIA E MATERIAIS - CNPEM REGULAMENTO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA) DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA EM ENERGIA E MATERIAIS - CNPEM CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Art. 1º A CEUA Comissão de Ética no Uso de Animais

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO DECRETO Nº.1478-R de 14 de Abril de 2005 Regulamenta a Lei Complementar nº290, de 23 de junho de 2004, publicada no Diário Oficial do Estado em 25 de junho de 2004, que dispõe sobre a criação da Fundação

Leia mais

DECRETO Nº 5.933, DE 20 DE ABRIL DE 2004.

DECRETO Nº 5.933, DE 20 DE ABRIL DE 2004. DECRETO Nº 5.933, DE 20 DE ABRIL DE 2004. (PUBLICADO NO DOE DE 26.04.04) Este texto não substitui o publicado no DOE Regulamenta a Lei nº 14.546, de 30 de setembro de 2003, que dispõe sobre a criação do

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 326, DE 4 DE OUTUBRO DE 2000 (AUTORIA DO PROJETO: PODER EXECUTIVO)

LEI COMPLEMENTAR Nº 326, DE 4 DE OUTUBRO DE 2000 (AUTORIA DO PROJETO: PODER EXECUTIVO) LEI COMPLEMENTAR Nº 326, DE 4 DE OUTUBRO DE 2000 (AUTORIA DO PROJETO: PODER EXECUTIVO) Publicação: DODF nº 192 de 5/10/2000 PÁG.01 e 02. Regulamentada pelo Decreto nº 21.933, de 31/01/2001 DODF nº 23,

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO/FNDE/CD/Nº 003 DE 03 DE MARÇO DE 2006 Estabelece os documentos necessários à comprovação de regularidade

Leia mais

CARTA TÉCNICA CERTIFICADO DE ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CEBAS ÁREA: EDUCAÇÃO

CARTA TÉCNICA CERTIFICADO DE ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CEBAS ÁREA: EDUCAÇÃO CARTA TÉCNICA CERTIFICADO DE ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CEBAS ÁREA: EDUCAÇÃO ENTIDADES ABRANGIDAS: Entidades que prestam serviços preponderantemente na área da educação podem requerer a

Leia mais

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários ESTATUTO DA LIGA ACADÊMICA DE ESPORTES E SAÚDE - LIES Capítulo I - Da Natureza e Finalidade ART. 1º - A Liga Acadêmica de Esportes e Saúde é uma entidade sem fins lucrativos, com duração ilimitada, sob

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE LEI N. 1.099, DE 1º DE DEZEMBRO DE 1993 "Dispõe sobre a constituição do Conselho Estadual do Bem-Estar Social e a criação do Fundo Estadual a ele vinculado e dá outras providências." O GOVERNADOR DO ESTADO

Leia mais

REGIMENTO DO NÚCLEO DE PESQUISA EM PROJETO DE ARQUITETURA CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E FINALIDADE

REGIMENTO DO NÚCLEO DE PESQUISA EM PROJETO DE ARQUITETURA CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E FINALIDADE Preâmbulo Os representantes do CONFAUeD, reunidos em assembléia, no dia 30 de junho de 2011, para instituição dos regimentos dos seus laboratórios e núcleos, após deliberação aprovou o REGIMENTO INTERNO

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E FINALIDADE

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E FINALIDADE REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E FINALIDADE Art. 1º - O Conselho Municipal do Idoso CMI de Carlos Barbosa, criado pela Lei Municipal nº 1754,

Leia mais

FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO N.º 3, DE 3 DE MARÇO DE 2006

FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO N.º 3, DE 3 DE MARÇO DE 2006 FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO N.º 3, DE 3 DE MARÇO DE 2006 Estabelece os documentos necessários à comprovação de regularidade para transferência de recursos

Leia mais

REGIMENTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA DIRETORIA RIO GRANDE DO NORTE CAPITULO I. Da Caracterização, Sede, Foro e Objetivos

REGIMENTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA DIRETORIA RIO GRANDE DO NORTE CAPITULO I. Da Caracterização, Sede, Foro e Objetivos REGIMENTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA DIRETORIA RIO GRANDE DO NORTE CAPITULO I Da Caracterização, Sede, Foro e Objetivos Art.1º A Diretoria Regional (DR) da SBEM-RN é órgão executivo

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 313 DE 02 DE DEZEMBRO DE 2013.

RESOLUÇÃO Nº 313 DE 02 DE DEZEMBRO DE 2013. RESOLUÇÃO Nº 313 DE 02 DE DEZEMBRO DE 2013. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DO CONTROLE INTERNO DO PODER LEGISLATIVO DE POCONÉ E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS O Presidente da Câmara Municipal de Poconé,

Leia mais

Estatutos da Associação Cecília e João (ACJ)

Estatutos da Associação Cecília e João (ACJ) Estatutos da Associação Cecília e João (ACJ) Capítulo I Da Associação Art. 1º - A Associação Cecília e João (ACJ), entidade de personalidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, com sede em

Leia mais

PORTAL DE CONVÊNIOS Acesse www.convenios.gov.br. LEGISLAÇÃO SOBRE CONVÊNIOS Acesse http://www.convênios.gov.br/portal/legislacao.

PORTAL DE CONVÊNIOS Acesse www.convenios.gov.br. LEGISLAÇÃO SOBRE CONVÊNIOS Acesse http://www.convênios.gov.br/portal/legislacao. PORTAL DE CONVÊNIOS www.convenios.gov.br LEGISLAÇÃO SOBRE CONVÊNIOS http://www.convênios.gov.br/portal/legislacao.html ORIENTAÇÕES AOS PROPONENTES www.convênios.gov.br/portal/avisos/orientacoes_utilizacao_portal_convenios

Leia mais

INSTITUTO DE ESTUDOS ESTRATÉGICOS DA EDUCAÇÃO SUPERIOR - INSTITUTO ANDIFES

INSTITUTO DE ESTUDOS ESTRATÉGICOS DA EDUCAÇÃO SUPERIOR - INSTITUTO ANDIFES INSTITUTO DE ESTUDOS ESTRATÉGICOS DA EDUCAÇÃO SUPERIOR - INSTITUTO ANDIFES ESTATUTOS TÍTULO I DO NOME, DA NATUREZA, DO OBJETO, DA SEDE e DO FORO Art. 1º - O INSTITUTO DE ESTUDOS ESTRATÉGICOS DA EDUCAÇÃO

Leia mais

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários ESTATUTO DA LIGA GERIATRIA E GERONTOLOGIA - LIG Capítulo I - Da Natureza e Finalidade ART. 1º - A LIGA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA é uma entidade sem fins lucrativos, com duração ilimitada, sob a supervisão

Leia mais

ESTATUTO DO SERVIÇO SOCIAL AUTÔNOMO AGÊNCIA BRASILEIRA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL - ABDI

ESTATUTO DO SERVIÇO SOCIAL AUTÔNOMO AGÊNCIA BRASILEIRA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL - ABDI ESTATUTO DO SERVIÇO SOCIAL AUTÔNOMO AGÊNCIA BRASILEIRA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL - ABDI ESTATUTO DO SERVIÇO SOCIAL AUTÔNOMO AGÊNCIA BRASILEIRA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL - ABDI I - DA DENOMINAÇÃO,

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO IRD-ASSIRD ESTATUTO CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, DA SEDE E DA DURAÇÃO.

ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO IRD-ASSIRD ESTATUTO CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, DA SEDE E DA DURAÇÃO. ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO IRD-ASSIRD ESTATUTO CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, DA SEDE E DA DURAÇÃO. Art. 1º. A ASSOCIAÇÃO AMIGOS DO INSTITUTO DE RADIOPROTEÇÂO E DOSIMETRIA, ASSIRD, é uma sociedade civil, sem

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DO FUNDO DE APOSENTADORIA E PENSÃO DO SERVIDOR- FAPS

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DO FUNDO DE APOSENTADORIA E PENSÃO DO SERVIDOR- FAPS REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DO FUNDO DE APOSENTADORIA E PENSÃO DO SERVIDOR- FAPS CAPÍTULO I DA NATUREZA Art. 1.º - O Conselho Fiscal do Fundo de Aposentadoria e Pensão do Servidor- FAPS, criado

Leia mais

Lei do ICMS São Paulo Lei 12.268 de 2006

Lei do ICMS São Paulo Lei 12.268 de 2006 Governo do Estado Institui o Programa de Ação Cultural - PAC, e dá providências correlatas. O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte

Leia mais

Regimento Interno do Comitê de Remuneração e Sucessão

Regimento Interno do Comitê de Remuneração e Sucessão Regimento Interno do Comitê de Remuneração e Sucessão 1 ARTIGO Artigo 1º - NATUREZA, OBJETO E APROVAÇÃO DO REGIMENTO INTERNO Artigo 2º - COMPOSIÇÂO, CARGOS E MANDATOS Artigo 3º - DA PRESIDÊNCIA E SECRETARIADO

Leia mais

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL EXTRAORDINÁRIA DOS JOGOS INDÍGENAS EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO Nº 001/2015/SEJI

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL EXTRAORDINÁRIA DOS JOGOS INDÍGENAS EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO Nº 001/2015/SEJI PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL EXTRAORDINÁRIA DOS JOGOS INDÍGENAS EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO Nº 001/2015/SEJI EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO PARA SELEÇÃO DE INTERESSADOS NA OPERAÇÃO E GESTÃO

Leia mais

PORTARIA Nº 60, DE 25 DE JANEIRO DE 2010

PORTARIA Nº 60, DE 25 DE JANEIRO DE 2010 PORTARIA Nº 60, DE 25 DE JANEIRO DE 2010 Estabelece orientações e procedimentos a serem adotados na celebração de Contratos, Termos de Cooperação, Acordos de Cooperação Técnica e outros instrumentos congêneres,

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I. DOS OBJETIVOS

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I. DOS OBJETIVOS ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I. DOS OBJETIVOS Artigo 1º O Centro de Referência em Informação Ambiental com sede e foro na cidade de Campinas na Avenida Romeu Tortima 388, Cidade Universitária, é uma sociedade

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 23, DE 30 DE ABRIL DE 2009

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 23, DE 30 DE ABRIL DE 2009 MNSTÉRO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACONAL DE DESENVOLVMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELBERATVO RESOLUÇÃO Nº 23, DE 30 DE ABRL DE 2009 Estabelece os documentos necessários à certificação da situação de regularidade

Leia mais

NÚCLEO AMIGOS DA TERRA / BRASIL ESTATUTO. Capítulo I. Da entidade e seus objetivos

NÚCLEO AMIGOS DA TERRA / BRASIL ESTATUTO. Capítulo I. Da entidade e seus objetivos Versão Final NÚCLEO AMIGOS DA TERRA / BRASIL ESTATUTO Capítulo I Da entidade e seus objetivos Art. 1º - O NÚCLEO AMIGOS DA TERRA / BRASIL, é uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos,

Leia mais

FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO N.º 7, DE 24 DE ABRIL DE 2007

FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO N.º 7, DE 24 DE ABRIL DE 2007 FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO N.º 7, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Estabelece os documentos necessários à comprovação de regularidade para transferência de recursos e para habilitação

Leia mais

EDITAL DE CHAMAMENTO INTERNO DE PROJETOS Nº 02/2014 ANEXO I FORMULÁRIO DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO

EDITAL DE CHAMAMENTO INTERNO DE PROJETOS Nº 02/2014 ANEXO I FORMULÁRIO DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO EDITAL DE CHAMAMENTO INTERNO DE PROJETOS Nº 0/04 ANEXO I FORMULÁRIO DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO. IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE PROPONENTE Nome da Entidade CNPJ Dirigente da Entidade. HISTÓRICO DA PROPONENTE..

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.572, DE 28 DE SETEMBRO DE 2011. Regulamenta dispositivos da Medida Provisória n o 535, de 2 de junho de 2011, que tratam

Leia mais

Faço saber, que a Câmara Municipal de Mangueirinha, Estado do Paraná aprovou e eu, ALBARI GUIMORVAM FONSECA DOS SANTOS, sanciono a seguinte lei:

Faço saber, que a Câmara Municipal de Mangueirinha, Estado do Paraná aprovou e eu, ALBARI GUIMORVAM FONSECA DOS SANTOS, sanciono a seguinte lei: LEI Nº 1512/2009 SÚMULA: Cria o Conselho Municipal da Educação. Faço saber, que a Câmara Municipal de Mangueirinha, Estado do Paraná aprovou e eu, ALBARI GUIMORVAM FONSECA DOS SANTOS, sanciono a seguinte

Leia mais

Estatuto Social. Interaction Design Association IxDA-CURITIBA

Estatuto Social. Interaction Design Association IxDA-CURITIBA Estatuto Social Interaction Design Association IxDA-CURITIBA CAPÍTULO I Da Denominação, Sede e Finalidades Art. 1º A Interaction Design Association Capítulo Curitiba, também designada simplesmente como

Leia mais

CEMIG TRADING S.A. ESTATUTO SOCIAL. CAPÍTULO I Denominação, Sede, Objeto e Duração

CEMIG TRADING S.A. ESTATUTO SOCIAL. CAPÍTULO I Denominação, Sede, Objeto e Duração CEMIG TRADING S.A. O presente Estatuto é uma consolidação do aprovado pela Escritura Pública de Constituição, em 29-07-2002 - arquivada na JUCEMG em 12-08-2002, sob o nº 3130001701-0, e pelas Assembléias

Leia mais

EDITAL Nº. 01/2014 DE SELEÇÃO PÚBLICA DE PROJETOS A SEREM FINANCIADOS PELO FUNDO DA INFÂNCIA E DA ADOLESCÊNCIA DO MUNICÍPIO DE MARABÁ-PARÁ.

EDITAL Nº. 01/2014 DE SELEÇÃO PÚBLICA DE PROJETOS A SEREM FINANCIADOS PELO FUNDO DA INFÂNCIA E DA ADOLESCÊNCIA DO MUNICÍPIO DE MARABÁ-PARÁ. PREÃMBULO 1994 EDITAL Nº. 01/2014 DE SELEÇÃO PÚBLICA DE PROJETOS A SEREM FINANCIADOS PELO FUNDO DA INFÂNCIA E DA ADOLESCÊNCIA DO MUNICÍPIO DE MARABÁ-PARÁ. A Prefeitura Municipal de Marabá, por intermédio

Leia mais

OBSERVATÓRIO SOCIAL DE BLUMENAU

OBSERVATÓRIO SOCIAL DE BLUMENAU Rua Ingo Hering 20 8º andar Neumarkt Trade & financial Center 89.010-909 Blumenau SC Fone 47 3326 1230 osblu@acib.net www.acib.net/osblu OBSERVATÓRIO SOCIAL DE BLUMENAU Regimento Interno CAPÍTULO I DA

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ESTADO DOS DIREITOS HUMANOS AUTORIDADE CENTRAL ADMINISTRATIVA FEDERAL

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ESTADO DOS DIREITOS HUMANOS AUTORIDADE CENTRAL ADMINISTRATIVA FEDERAL II REUNIÃO DO CONSELHO DAS AUTORIDADES CENTRAIS BRASILEIRAS RESOLUÇÃO N.º 02/ 2000 Dispõe sobre a Aprovação do Regimento Interno e dá outras providências O Presidente do Conselho das Autoridades Centrais

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA REGIMENTO INTERNO DA FACULDADE DE MATEMÁTICA, CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES, UFPA.

Leia mais

Estatuto da Associação de Pais e Professores do

Estatuto da Associação de Pais e Professores do CNPJ: 82.898.404/0001-09 Estatuto da Associação de Pais e Professores do CENTRO EDUCACIONAL MENINO JESUS Fundada em 1973, Florianópolis/SC C A P Í T U L O I Da Associação e seus fins Art. 1º. - A Associação

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA FUNDAÇÃO INSTITUTO TECNOLÓGICO DE JOINVILLE - (FITEJ)

REGIMENTO INTERNO DA FUNDAÇÃO INSTITUTO TECNOLÓGICO DE JOINVILLE - (FITEJ) REGIMENTO INTERNO DA FUNDAÇÃO INSTITUTO TECNOLÓGICO DE JOINVILLE - (FITEJ) CAPÍTULO I NATUREZA E FINALIDADES Art 1º. A Fundação Instituto Tecnológico de Joinville, doravante denominada FITEJ, entidade

Leia mais

GRUPO DE AJUDA A CRIANÇA CARENTE COM CÂNCER-PERNAMBUCO REFORMA DO ESTATUTO SOCIAL. Capítulo I - DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS

GRUPO DE AJUDA A CRIANÇA CARENTE COM CÂNCER-PERNAMBUCO REFORMA DO ESTATUTO SOCIAL. Capítulo I - DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS GRUPO DE AJUDA A CRIANÇA CARENTE COM CÂNCER-PERNAMBUCO REFORMA DO ESTATUTO SOCIAL Capítulo I - DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS Art. 1º. O GRUPO DE AJUDA À CRIANÇA CARENTE COM CÂNCER-PERNAMBUCO também designado

Leia mais

LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007

LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007 LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007 Súmula: Dispõe sobre o Sistema de Controle Interno Municipal, nos termos do artigo 31 da Constituição Federal e do artigo 59 da Lei Complementar n 101/2000 e cria a

Leia mais

Chamamento Público para o Programa Educação e Cultura nas Escolas Públicas/ Pesquisa-ação em iniciativas educacionais

Chamamento Público para o Programa Educação e Cultura nas Escolas Públicas/ Pesquisa-ação em iniciativas educacionais MINISTÉRIO DA CULTURA SECRETARIA DE POLÍTICAS CULTURAIS - SPC DIRETORIA DE EDUCAÇÃO E COMUNICAÇÃO - DEC CHAMAMENTO PUBLICO N 01/2011 Chamamento Público para o Programa Educação e Cultura nas Escolas Públicas/

Leia mais

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS ANEXO À RESOLUÇÃO Nº 490, DE 24 DE JANEIRO DE 2008 REGULAMENTO DE CONSELHO DE USUÁRIOS DO STFC CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º Este Regulamento estabelece as regras básicas para implantação,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DE ATUAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA DA FUNDAÇÃO UNIPLAC DA NATUREZA, FINALIDADE E COMPOSIÇÃO

REGIMENTO INTERNO DE ATUAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA DA FUNDAÇÃO UNIPLAC DA NATUREZA, FINALIDADE E COMPOSIÇÃO REGIMENTO INTERNO DE ATUAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA DA FUNDAÇÃO UNIPLAC DA NATUREZA, FINALIDADE E COMPOSIÇÃO Art. 1º A Diretoria Executiva, subordinada ao Presidente da Fundação, é responsável pelas atividades

Leia mais

Estatuto do Instituto de Estudos em Computação e Informação Quânticas

Estatuto do Instituto de Estudos em Computação e Informação Quânticas Estatuto do Instituto de Estudos em Computação e Informação Quânticas (IQUANTA) Capítulo I - DA DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO, SEDE E FINALIDADES Art. 1º - O Instituto de Estudos em Computação e Informação Quânticas,

Leia mais

PRIMEIRA ALTERAÇÃO DO ESTATUTO DA UNIÃO GARCENSE DE AEROMODELISMO

PRIMEIRA ALTERAÇÃO DO ESTATUTO DA UNIÃO GARCENSE DE AEROMODELISMO PRIMEIRA ALTERAÇÃO DO ESTATUTO DA UNIÃO GARCENSE DE AEROMODELISMO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, DA SEDE E FINS Art. 1 A União Garcense de Aeromodelismo (UGA) é uma pessoa jurídica de direito privado, entidade

Leia mais

EDITAL DE CREDENCIAMENTO DE EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS DE TREINAMENTO

EDITAL DE CREDENCIAMENTO DE EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS DE TREINAMENTO 1 EDITAL DE CREDENCIAMENTO DE EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS DE TREINAMENTO O SENAR PR SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURAL - Administração Regional do Paraná, com sede à Rua Marechal Deodoro, 450-16º

Leia mais

DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA CADASTRO NA CENTRAL PERMANENTE DE LICITAÇÃO - CPL

DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA CADASTRO NA CENTRAL PERMANENTE DE LICITAÇÃO - CPL DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA CADASTRO NA CENTRAL PERMANENTE DE LICITAÇÃO - CPL RELATÓRIO APRESENTAÇÃO De acordo com a Lei 8.666, de 21 de junho de 1993, combinada com a Lei 10.406, de 10 de janeiro de

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 12.881, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2013. Mensagem de veto Dispõe sobre a definição, qualificação, prerrogativas e finalidades das

Leia mais

E s t a t u t o d a A s s o c i a ç ã o B r a s i l e i r a d e K i t e s u r f

E s t a t u t o d a A s s o c i a ç ã o B r a s i l e i r a d e K i t e s u r f E s t a t u t o d a A s s o c i a ç ã o B r a s i l e i r a d e K i t e s u r f ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE KITESURF (ABK) (Consolidado em 02 de Novembro de 2006) CAPÍTULO I Do nome, jurisdição,

Leia mais

QUEM PODE HABILITAR-SE NO SICONV?

QUEM PODE HABILITAR-SE NO SICONV? O QUE É SICONV? Criado pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, o SICONV Sistema de Convênio, tem como uma das finalidades, facilitar as apresentações de projetos aos programas ofertados pelo

Leia mais

CAPÍTULO I DEFINIÇÕES. Art. 2º Para os fins desta portaria, considera-se:

CAPÍTULO I DEFINIÇÕES. Art. 2º Para os fins desta portaria, considera-se: Estabelece regras e procedimentos para a transferência de controle societário ou de titularidade e para a alteração do nome empresarial de contrato de concessão de porto organizado ou de arrendamento de

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO PÚBLICA DE PROJETOS PARA FINANCIAMENTO NO ANO DE 2014

EDITAL DE SELEÇÃO PÚBLICA DE PROJETOS PARA FINANCIAMENTO NO ANO DE 2014 Edital n.º 001/2013 - CMDCA EDITAL DE SELEÇÃO PÚBLICA DE PROJETOS PARA FINANCIAMENTO NO ANO DE 2014 O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente - CMDCA, no uso de suas atribuições e de

Leia mais

DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais e,

DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais e, DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013 Cria a Empresa Pública de Saúde do Rio de Janeiro S/A RIOSAÚDE e aprova seu Estatuto. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais

Leia mais

PORTARIA Nº 572, DE 22 DE MARÇO DE 2010

PORTARIA Nº 572, DE 22 DE MARÇO DE 2010 PORTARIA Nº 572, DE 22 DE MARÇO DE 2010 O MINISTRO DE ESTADO DO CONTROLE E DA TRANSPARÊNCIA, no uso das atribuições que lhe confere o inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição, nos termos

Leia mais

MODELO DE ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO

MODELO DE ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO MODELO DE ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS Art.1 o - A (o) também designada (o) pela sigla, (se usar sigla), fundada (o) em de de é uma associação, sem

Leia mais

SECRETARIA DE ESPORTE, LAZER E TURISMO COORDENADORIA DE ESPORTE E LAZER

SECRETARIA DE ESPORTE, LAZER E TURISMO COORDENADORIA DE ESPORTE E LAZER Manual para Apresentação de Projetos Lei Paulista de Incentivo ao Esporte Ref.: Artigo 16 da Lei n 13.918, de 22 de dezembro de 2009. Decreto n 55.636, de 26 de março de 2010. Introdução: O Esporte é um

Leia mais

Edital 02/2015 Saldo Remanescente

Edital 02/2015 Saldo Remanescente Edital 02/2015 Saldo Remanescente EDITAL Nº 02/2015 CMDCA EDITAL DE SELEÇÃO PÚBLICA DE PROJETOS PARA FINANCIAMENTO NO ANO DE 2015 O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente CMDCA, no

Leia mais

Regimento Interno do Comitê de Auditoria

Regimento Interno do Comitê de Auditoria 01. FINALIDADE Art. 1º O Comitê de Auditoria (Coaud) rege-se pela legislação aplicável, pelo Estatuto Social do Banco do Brasil, por seu Regimento Interno e por decisões do Conselho de Administração. Art.

Leia mais

FUNDO DE SAÚDE DOS SERVIDORES DO PODER JUDICIÁRIO FUNSEP ESTATUTO

FUNDO DE SAÚDE DOS SERVIDORES DO PODER JUDICIÁRIO FUNSEP ESTATUTO FUNDO DE SAÚDE DOS SERVIDORES DO PODER JUDICIÁRIO FUNSEP ESTATUTO CAPÍTULO I Da Denominação, Natureza Jurídica, Sede, Duração e Finalidades. ARTIGO 1º O Fundo de Saúde dos Servidores do Poder Judiciário

Leia mais

REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I

REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I Disposições Preliminares Art. 1º A Auditoria Interna do IF Sudeste de Minas Gerais, está vinculada ao Conselho Superior,

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTENCIA SOCIAL - CMAS EDITAL 001/2014. Conselho Municipal de Assistência Social- CMAS

CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTENCIA SOCIAL - CMAS EDITAL 001/2014. Conselho Municipal de Assistência Social- CMAS EDITAL 001/2014 Conselho Municipal de Assistência Social- CMAS O CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - CMAS TORNA PÚBLICO O PROCESSO DE SELEÇÃO DE ENTIDADES E ORGANIZAÇÃO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, PROGRAMAS,

Leia mais

TJD - Santa Catarina. II que ao TJD/SC competirá nomear os membros indicados pelas entidades conveniadas,ou designar e nomear tais membros;

TJD - Santa Catarina. II que ao TJD/SC competirá nomear os membros indicados pelas entidades conveniadas,ou designar e nomear tais membros; Fundamento Legal RESOLUÇÃO N 02/CED/2007 O Presidente do Conselho Estadual de Desportos, no uso de suas atribuições regimentais e de acordo com as deliberações da plenária do CED de 9 de julho de 2007,

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DA ESCOLA DE ARTES VISUAIS-AM EAV

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DA ESCOLA DE ARTES VISUAIS-AM EAV c A ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DA ESCOLA DE ARTES VISUAIS-AM EAV ADAPTAÇÃO AO CÓDIGO CIVIL LEI N" 10.406/2002 DESIGNAÇÃO E SEDE Artigo Io - A associação terá a denominação de Associação dos Amigos

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO - UNISEB COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS DA UNISEB REGIMENTO INTERNO

CENTRO UNIVERSITÁRIO - UNISEB COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS DA UNISEB REGIMENTO INTERNO CENTRO UNIVERSITÁRIO - UNISEB COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS DA UNISEB REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Art. 1º A Comissão de Ética no Uso de Animais da UNISEB é um órgão deliberativo

Leia mais

SÓLAZER CLUBE DOS EXECEPCIONAIS - ORGANIZAÇÃO SOCIAL DE ESPORTE CNPJ 28.008.530/0001-03

SÓLAZER CLUBE DOS EXECEPCIONAIS - ORGANIZAÇÃO SOCIAL DE ESPORTE CNPJ 28.008.530/0001-03 SÓLAZER CLUBE DOS EXECEPCIONAIS - ORGANIZAÇÃO SOCIAL DE ESPORTE CNPJ 28.008.530/0001-03 Capítulo I INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS Art. 1º - O presente regulamento tem por finalidade

Leia mais

LEI Nº 982 DE 16 DE MAIO DE 2013.

LEI Nº 982 DE 16 DE MAIO DE 2013. LEI Nº 982 DE 16 DE MAIO DE 2013. Dispõe sobre a criação, composição, competência e funcionamento do Conselho Municipal de Esporte e Lazer CMEL. O Povo do Município de Turvolândia Estado de Minas Gerais,

Leia mais

ESTATUTO DA FUNDAÇÃO DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL FUNDAMENTAL CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, PRAZO DE DURAÇÃO, SEDE E FINS.

ESTATUTO DA FUNDAÇÃO DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL FUNDAMENTAL CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, PRAZO DE DURAÇÃO, SEDE E FINS. ESTATUTO DA FUNDAÇÃO DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL FUNDAMENTAL CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, PRAZO DE DURAÇÃO, SEDE E FINS. Art. 1º - A Fundação Desenvolvimento Ambiental - Fundamental é pessoa jurídica de direito

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 097/2014, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2014

RESOLUÇÃO Nº 097/2014, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2014 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS Conselho Superior Rua Ciomara Amaral de Paula, 167 Bairro Medicina 37550-000 - Pouso Alegre/MG Fone: (35)

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO DOS EMPREGADOS DE NÍVEL UNIVERSITÁRIO DA CEDAE DAS FINALIDADES

REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO DOS EMPREGADOS DE NÍVEL UNIVERSITÁRIO DA CEDAE DAS FINALIDADES REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO DOS EMPREGADOS DE NÍVEL UNIVERSITÁRIO DA CEDAE DAS FINALIDADES Art.1º- O presente Regimento Interno elaborado na forma do artigo 35 (Trinta e cinco) do Estatuto tem por

Leia mais

RESOLUÇÃO CSA N.º 05, DE 14 DE ABRIL DE 2015

RESOLUÇÃO CSA N.º 05, DE 14 DE ABRIL DE 2015 RESOLUÇÃO CSA N.º 05, DE 14 DE ABRIL DE 2015 Altera o Regimento Interno da Comissão Própria de Avaliação (CPA) das Faculdades Ponta Grossa. A Presidente do Conselho Superior de Administração das Faculdades

Leia mais

PRIMEIRA ALTERAÇÃO DO ESTATUTO DA ARESMUM- ASSOCIAÇÃO RECREATIVA E ESPORTIVA DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE MAMBORÊ PARANÁ CAPÍTULO I

PRIMEIRA ALTERAÇÃO DO ESTATUTO DA ARESMUM- ASSOCIAÇÃO RECREATIVA E ESPORTIVA DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE MAMBORÊ PARANÁ CAPÍTULO I PRIMEIRA ALTERAÇÃO DO ESTATUTO DA ARESMUM- ASSOCIAÇÃO RECREATIVA E ESPORTIVA DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE MAMBORÊ PARANÁ CAPÍTULO I DA FUNDAÇÃO, DENOMINAÇÃO E FINALIDADES Artigo 1º - A Associação Recreativa

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO Art. 1º O Colegiado Estadual de Procuradores e Advogados Municipais de Santa Catarina, que passará a utilizar com exclusividade a denominação

Leia mais

EDITAL DE COMPOSIÇÃO DO COMITÊ GESTOR DO PROGRAMA MUNICIPAL DE PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS

EDITAL DE COMPOSIÇÃO DO COMITÊ GESTOR DO PROGRAMA MUNICIPAL DE PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS EDITAL DE COMPOSIÇÃO DO COMITÊ GESTOR DO PROGRAMA MUNICIPAL DE PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS A Secretaria Municipal de Agricultura, Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente convida os Órgãos Públicos

Leia mais

ANEXO VII LEI Nº13.190 DE 11 DE JULHO DE

ANEXO VII LEI Nº13.190 DE 11 DE JULHO DE ANEXO VII LEI Nº13.190 DE 11 DE JULHO DE 2014 Dispõe sobre as diretrizes orçamentárias para o exercício de 2015, e dá outras providências. Art. 60 - Sem prejuízo das disposições contidas nos demais artigos,

Leia mais

ESTATUTO da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA de PATCHWORK e QUILT ABPQ. Capítulo I. DENOMINAÇÃO, OBJETIVOS, SEDE E DURAÇÃO

ESTATUTO da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA de PATCHWORK e QUILT ABPQ. Capítulo I. DENOMINAÇÃO, OBJETIVOS, SEDE E DURAÇÃO ESTATUTO da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA de PATCHWORK e QUILT ABPQ Capítulo I. DENOMINAÇÃO, OBJETIVOS, SEDE E DURAÇÃO Art. 1º A Associação Brasileira de Patchwork e Quilt, doravante designada ABPQ, é uma sociedade

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MOSSORÓ GABINETE DA PREFEITA

PREFEITURA MUNICIPAL DE MOSSORÓ GABINETE DA PREFEITA PREFEITURA MUNICIPAL DE MOSSORÓ GABINETE DA PREFEITA LEI Nº 2.255/2007 Dá nova redação a Lei nº 1.453/200 que cria o Conselho de Alimentação Escolar e dá outras providências. A PREFEITA MUNICIPAL DE MOSSORÓ,

Leia mais

I sob o enfoque contábil: Modelo de Projeto de Lei de Controle Interno Controladoria e Auditoria

I sob o enfoque contábil: Modelo de Projeto de Lei de Controle Interno Controladoria e Auditoria Modelo de Projeto de Lei de Controle Interno Controladoria e Auditoria Dispõe sobre a organização e a atuação do Sistema de Controle Interno no Município e dá outras providências. CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS. CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS. CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS Orientador Empresarial CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac INSTRUÇÃO NORMATIVA SRF nº 580/2005

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013 RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013 A PRESIDENTE EM EXERCÍCIO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA, no uso de suas atribuições legais e CONSIDERANDO que as entidades da Administração Pública Federal indireta

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 678, DE 1º DE SETEMBRO DE 2015.

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 678, DE 1º DE SETEMBRO DE 2015. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 678, DE 1º DE SETEMBRO DE 2015. Estabelece os requisitos e os procedimentos atinentes à obtenção e à manutenção de autorização para comercializar

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL Agência de Promoção Eco Sustentável APECO

ESTATUTO SOCIAL Agência de Promoção Eco Sustentável APECO ESTATUTO SOCIAL Agência de Promoção Eco Sustentável APECO CAPÍTULO PRIMEIRO Nome e Natureza Jurídica Art. 1º - Sob a denominação de Agência de Promoção Eco Sustentável, ou pela forma abreviada APECO, neste

Leia mais

ESTATUTO DE ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO (OSCIP) DO MOVIMENTO DE ALFABETIZAÇÃO REGIONAL DO ABC

ESTATUTO DE ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO (OSCIP) DO MOVIMENTO DE ALFABETIZAÇÃO REGIONAL DO ABC ESTATUTO DE ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO (OSCIP) DO MOVIMENTO DE ALFABETIZAÇÃO REGIONAL DO ABC Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS Art. 1º. O Movimento de Alfabetização Regional

Leia mais

A Faculdade de Ciências Farmacêuticas no uso de suas atribuições legais e regimentais;

A Faculdade de Ciências Farmacêuticas no uso de suas atribuições legais e regimentais; MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas MG. CEP 37130-000 Fone (35)3299-1350 A Faculdade de Ciências Farmacêuticas

Leia mais

REGIMENTO INTERNO AUDITORIA INTERNA DA UNIFEI. CAPÍTULO I Disposições Preliminares

REGIMENTO INTERNO AUDITORIA INTERNA DA UNIFEI. CAPÍTULO I Disposições Preliminares REGIMENTO INTERNO DA UNIFEI CAPÍTULO I Disposições Preliminares Art. 1º. A Auditoria Interna da Universidade Federal de Itajubá é um órgão técnico de assessoramento da gestão, vinculada ao Conselho de

Leia mais

RADIODIFUSÃO EDUCATIVA ORIENTAÇÕES PARA NOVAS OUTORGAS DE RÁDIO E TV

RADIODIFUSÃO EDUCATIVA ORIENTAÇÕES PARA NOVAS OUTORGAS DE RÁDIO E TV RADIODIFUSÃO EDUCATIVA ORIENTAÇÕES PARA NOVAS OUTORGAS DE RÁDIO E TV 1. O QUE É A RADIODIFUSÃO EDUCATIVA? É o serviço de radiodifusão, tanto em frequência modulada (FM) quanto de sons e imagens (TV), que

Leia mais

TERMO DE CONVOCAÇÃO Nº. 001/15 MODALIDADE: CONVITE

TERMO DE CONVOCAÇÃO Nº. 001/15 MODALIDADE: CONVITE TERMO DE CONVOCAÇÃO Nº. 001/15 DATA DE ABERTURA: 22/01/2015 10H (HORÁRIO DE BRASÍLIA) SEDE DA CBVD: RUA AFONSO CELSO, 1221 CJ 36 VL. MARIANA CEP: 041.19-061 - SÃO PAULO/SP - BRASIL A CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA

Leia mais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA E INOVAÇÃO INDUSTRIAL (EMBRAPII) REGIMENTO INTERNO

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA E INOVAÇÃO INDUSTRIAL (EMBRAPII) REGIMENTO INTERNO ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA E INOVAÇÃO INDUSTRIAL (EMBRAPII) REGIMENTO INTERNO Aprovado na 3ª Reunião Ordinária do Conselho de Administração da EMBRAPII, realizada em 25 de fevereiro de 2014 ÍNDICE

Leia mais

INSCRIÇÃO OU RENOVAÇÃO CADASTRAL

INSCRIÇÃO OU RENOVAÇÃO CADASTRAL INSCRIÇÃO OU RENOVAÇÃO CADASTRAL 1. DA ENTREGA DA DOCUMENTAÇÃO 1.1. Os interessados em se inscrever e/ou renovar o Registro Cadastral junto ao GRB deverão encaminhar a documentação a seguir estabelecida,

Leia mais

ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO SISTEMA ESTADUAL DE ANÁLISE DE DADOS - SEADE

ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO SISTEMA ESTADUAL DE ANÁLISE DE DADOS - SEADE ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO SISTEMA ESTADUAL DE ANÁLISE DE DADOS - SEADE CAPÍTULO I Da Fundação e seus objetivos Artigo 1º - A Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados SEADE, rege-se por estes Estatutos,

Leia mais

EMPRESA DE SERVIÇOS DE COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA S.A.

EMPRESA DE SERVIÇOS DE COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA S.A. EMPRESA DE SERVIÇOS DE COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA S.A. O presente Estatuto é uma consolidação do aprovado pela Escritura Pública de Constituição, em 25-07-2002 - arquivada na JUCEMG em 01-08-2002,

Leia mais