CÂMARA MUNICIPAL DA AZAMBUJA ÍNDICE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CÂMARA MUNICIPAL DA AZAMBUJA ÍNDICE"

Transcrição

1 PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA CÂMARA MUNICIPAL DE NOVEMBRO 2010

2 ÍNDICE I 1 ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO INTRODUÇÃO ÂMBITO DE APLICAÇÃO OBJECTIVOS GERAIS ENQUADRAMENTO LEGAL ANTECEDENTES DO PROCESSO DE PLANEAMENTO ARTICULAÇÃO COM OUTROS INSTRUMENTOS DE PLANEAMENTO E ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO ACTIVAÇÃO DO PLANO Competência para a activação do PME Critérios para a activação do PME PROGRAMA DE EXERCÍCIOS ORGANIZAÇÃO DA RESPOSTA CONCEITO DE ACTUAÇÃO Comissão Municipal de Protecção Civil (CMPC) Centro de Coordenação Operacional EXECUÇÃO DO PLANO Fases da Emergência Fases da Reabilitação ARTICULAÇÃO E ACTUAÇÃO DE AGENTES, ORGANISMOS E ENTIDADES Missão dos Serviços de Protecção Civil Missão dos Agentes de Protecção Civil Missão dos Organismos e Entidades de Apoio ÁREAS DE INTERVENÇÃO ÁREA DE ADMINISTRAÇÃO DE MEIOS E RECURSOS ÁREA DE APOIO LOGÍSTICO ÀS OPERAÇÕES ÁREA DE COMUNICAÇÕES ÁREA DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO Área de Gestão da Informação de Apoio às Operações Área de Gestão da Informação Pública ÁREA DE PROCEDIMENTOS DE EVACUAÇÃO ÁREA DE MANUTENÇÃO DA ORDEM PÚBLICA ÁREA DE SERVIÇOS MÉDICOS E TRANSPORTE DE VÍTIMAS ÁREA DE BUSCA, SOCORRO E SALVAMENTO ÁREA DE SERVIÇOS MORTUÁRIOS ÁREA DE APOIO SOCIAL ÁREA DE APOIO PSICOLÓGICO ÁREA DE CONTROLO DE MATÉRIAS PERIGOSAS ÁREA DE AVALIAÇÃO DE ESTRUTURAS PROTOCOLOS INSTITUCIONAIS INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR SECÇÃO I ORGANIZAÇÃO DA PROTECÇÃO CIVIL EM PORTUGAL Estrutura da Protecção Civil Estruturas das Operações MECANISMOS DA ESTRUTURA DE PROTECÇÃO CIVIL Composição, convocação e competências da Comissão de Protecção Civil Critérios e Âmbito para a Declaração de Situações de Alerta Sistema de Monitorização, Alerta e Aviso

3 ÍNDICE II 4.4 SECÇÃO II CARACTERIZAÇÃO GERAL DO CONCELHO Caracterização Geral Caracterização física Caracterização Socioeconómica Caracterização das infra-estruturas físicas do concelho Caracterização do Risco Identificação de Perigos e Caracterização dos Riscos AVISOS E INFORMAÇÃO PÚBLICA POR VIA SONORA Cenários Cartografia e Plantas SECÇÃO III Inventário de Meios e Recursos Lista de Contactos Modelos de Relatórios e Requisições Modelos de Comunicados Lista de Controlo de Actualizações do Plano Lista de Registo de Exercícios do Plano Lista de Distribuição do Plano Legislação Bibliografia Glossário

4 ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO 1.1 INTRODUÇÃO O Plano Municipal de Emergência (PME) é um documento formal, da responsabilidade da Câmara Municipal de Azambuja (CMA), que define as principais orientações relativamente ao modo de comando e actuação dos vários organismos, entidades e serviços relativamente ao seu envolvimento e participação em operações de Protecção Civil, tendo sempre como objectivo principal a minimização de perdas de vidas, dos prejuízos materiais e o assegurar, no mais curto espaço de tempo, o restabelecimento da normalidade. A elaboração deste documento resulta da publicação da Directiva relativa aos critérios e normas técnicas para a elaboração e operacionalização de planos de emergência de Protecção Civil (Resolução nº 25/2008, de 18 de Julho). Pretende-se que este Plano seja um documento com uma grande vertente operacional, não obstante à existência de outros documentos mais específicos e operacionais (Planos de Emergência Externos, Planos de Emergência Especiais e Planos Prévios de Intervenção) que podem resultar da identificação de perigos e avaliação de riscos efectuadas neste documento. Este documento foi elaborado tendo em consideração os principais riscos existentes no concelho, destacando-se as catástrofes de origem natural (ex: cheias e inundações; incêndios florestais; sismos; secas; aluimentos de terras e derrocadas; ciclones e ventos ciclónicos) e as catástrofes provocadas pela intervenção humana (ex: acidentes industriais; incêndios urbanos; acidentes rodoviários; ferroviários; aéreos e fugas de gás e motins). 1.2 ÂMBITO DE APLICAÇÃO O âmbito de aplicação territorial deste Plano Municipal de Emergência é toda a área do Município de Azambuja, o qual integra nove freguesias: Alcoentre Aveiras de Baixo Aveiras de Cima Azambuja Maçussa Manique do Intendente Vale do Paraíso Vila Nova da Rainha Vila Nova de São Pedro

5 ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO 1-2 Figura 1 Mapa do Enquadramento geográfico das Freguesias do Município da Azambuja (Fonte: Certitecna / CMA) 1.3 OBJECTIVOS GERAIS O Plano Municipal de Emergência tem como principais objectivos: Identificação e Avaliação dos riscos no Concelho; Providenciar, através de uma resposta concentrada, as condições e os meios indispensáveis à minimização dos efeitos adversos de um acidente grave ou catástrofe; Definir as orientações relativamente ao modo de actuação dos vários organismos, serviços e estruturas a empenhar em operações de Protecção Civil; Definir a unidade de direcção, coordenação e comando das principais acções a desenvolver;

6 ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO 1-3 Coordenar e sistematizar as acções de apoio, promovendo maior eficácia e rapidez de intervenção e todas as entidades intervenientes; Inventariar os meios e recursos disponíveis para acorrer a um acidente grave ou catástrofe; Minimizar a perda de vidas e bens, atenuar ou limitar os efeitos de acidentes graves ou catástrofes e restabelecer o mais rapidamente possível, as condições de normalidade às populações do concelho; Definir o âmbito de intervenção das diversas entidades envolvidas no PME de forma a estas manterem permanentemente o seu grau de preparação e de prontidão necessários à gestão de acidentes graves ou catástrofes; Preparar a realização regular de treinos e exercícios, de carácter sectorial ou global, destinados a testar o Plano, permitindo a sua actualização; Promover a informação das populações através de acções de sensibilização, tendo em vista a sua preparação, a assunção de uma cultura de auto-protecção e o entrosamento na estrutura de resposta à emergência. 1.4 ENQUADRAMENTO LEGAL Destacam-se de seguida os principais Diplomas Legais que serviram de base à elaboração do PME: Resolução nº 22 / 2009 Aprova o Plano Especial de Emergência de Protecção Civil para o Risco Sísmico na Área Metropolitana de Lisboa e Concelhos Limítrofes (PEERS-AML-CL). Resolução nº 25/2008 Directiva relativa aos critérios e normas técnicas para a elaboração e operacionalização de planos de emergência de protecção civil. Lei nº 65/ Lei que define o Enquadramento Institucional e Operacional da Protecção Civil no âmbito Municipal, estabelece a organização dos serviços municipais de Protecção Civil e determina as competências do comandante operacional municipal. Decreto-Lei nº 134/2006 Define o conjunto de estruturas, normas e procedimentos que asseguram todos os agentes de Protecção Civil, actuam no plano operacional, articuladamente sob um comando único, sem prejuízo da respectiva dependência hierárquica e funcional e visa responder a situações de eminência ou de ocorrência de acidente grave ou catástrofe. SIOPS - Sistema Integrado de Operações de Protecção e Socorro. Lei nº 27/2006 Aprova a Lei de Bases da Protecção Civil. 1.5 ANTECEDENTES DO PROCESSO DE PLANEAMENTO No ano de 1995 foi elaborado o primeiro Plano Municipal de Emergência que agora é objecto de alteração para cumprimento da legislação em vigor.

7 ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO ARTICULAÇÃO COM OUTROS INSTRUMENTOS DE PLANEAMENTO E ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO A elaboração deste Plano de Emergência teve em consideração: o Plano Director Municipal (PDM) que estabelece a estrutura espacial e a classificação básica do solo, assim como parâmetros de ocupação, e desenvolve a qualificação do solo urbano e rural (Aprovado pela Resolução de Conselho de Ministros 14/95 de 16FEV e alterado pela RCM 3/97 de 11JAN); o Plano Especial de Emergência para o Risco sísmico na Área Metropolitana de Lisboa e Concelhos limítrofes (PEERS-AML-CL); o Plano Municipal da Defesa da Floresta Contra Incêndios (PMDFCI); o Plano Operacional Municipal (POM); o Plano Municipal de Emergência (PME) elaborado em Nomeadamente através da identificação de áreas sensíveis, condicionantes e de ordenamento já identificadas nestes Planos. 1.7 ACTIVAÇÃO DO PLANO Competência para a activação do PME A activação do PME visa assegurar a colaboração das várias entidades intervenientes, garantindo a mobilização rápida dos meios e recursos afectos ao Plano e uma maior eficácia na execução das ordens e procedimentos previamente definidos. A declaração de uma situação de contingência ou calamidade poderá implicar a activação de planos de emergência de nível territorial superior (ex: âmbito Distrital ou Nacional). A activação do PME é da responsabilidade da Comissão Municipal de Protecção Civil, no entanto, quando não for possível reunir de imediato a totalidade dos elementos da Comissão, o Plano pode ser activado com um mínimo de 1/3 dos elementos e com a presença do Director do Plano, das Forças de Segurança e dos Bombeiros, sendo a declaração de activação sancionada, assim que possível, pelo plenário Critérios para a activação do PME O Plano Municipal de Emergência será activado quando existir a iminência ou ocorrência de uma situação de acidente grave ou catastrófico, da qual se prevejam danos para as populações, bens e ambiente, e que justifiquem a adopção imediata de medidas excepcionais de prevenção, planeamento e informação, assim como: Elevada probabilidade de ocorrer uma situação de acidente grave ou catástrofe no concelho, do qual poderão resultar elevados danos quer para as populações, quer para bens e ambiente e que justifiquem a adopção imediata de medidas de prevenção, planeamento e informação. Ocorrência de acidentes graves ou catástrofes em 1 ou mais freguesias do concelho, independentemente da gravidade. Ocorrência de acidente grave ou catástrofe no concelho e que tenha produzido pelo menos um dos seguintes efeitos, excluindo acidentes rodoviários com viaturas sem riscos especiais: População:

8 ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO 1-5 > 5 Feridos Graves > 2 Mortos > 2 Desaparecidos > 6 Desalojados > 6 Pessoas isoladas Bens e património: Danos parciais ou totais em inúmeras habitações e seu recheio que inviabilizem o seu uso a curto prazo Danos totais ou parciais em edifícios públicos, como escolas, unidades de saúde, que inviabilizem o seu uso a curto prazo Danos totais e irreversíveis em edifícios e monumentos classificados, que exijam medidas excepcionais Serviços e infra-estruturas: Suspensão do fornecimento de água potável por um período superior as 48h, em 1 ou mais freguesias Suspensão do fornecimento de energia por um período superior as 48h, em 1 ou mais freguesias Suspensão do serviço de telecomunicações por um período superior as 48h, em 1 ou mais freguesias Danos totais ou parciais em infra-estruturas de transporte essenciais à actividade do concelho Ambiente: Incêndios florestais que coloquem em risco habitações ocupadas e que obriguem à evacuação de populações. Descarga de matérias perigosas em recursos aquíferos Derrame de matérias perigosas no solo Libertação de matérias perigosas na atmosfera Ocorrência de uma situação que produza danos muito severos na actividade normal do concelho e das populações.

9 ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO 1-6 Evento sísmico com epicentro na AML-CL e com magnitude igual ou superior a 6.1 na Escala de Richter. Evento sísmico sentido na AML-CL com estimativa de intensidade máxima, obtida a partir de medidas instrumentais, igual ou superior a VIII na Escala de Mercali modificada (independentemente da localização do epicentro). A definição destes critérios não impede que o PME possa ser activado em outras circunstâncias, como na ocorrência ou iminência de acidente grave ou catástrofe. 1.8 PROGRAMA DE EXERCÍCIOS Para se verificar o nível de operacionalidade do PME, é necessário a realização de exercícios periódicos. Os exercícios devem ser realizados no mínimo bianualmente, ou no prazo máximo de 180 dias (da data de publicação em Diário da República), sempre que exista uma revisão e nova aprovação do PME. Podem ser realizados diferentes tipos de exercícios, destacando-se os exercícios de Postos de Comando (Comand Post Exercise, CPX) e os exercícios tipo LivEx. Tais exercícios serão alteradamente do tipo CPX ou LIVEX. Por exercícios de Postos de Comando (CPX) entende-se aquele que se realiza em contexto de sala de operações e tem como objectivos testar o estado de prontidão e a capacidade de resposta e de mobilização de meios das diversas entidades envolvidas nas operações de emergência. Por exercício LivEx entende-se um exercício de ordem operacional, no qual se desenvolvem missões no terreno, com meios humanos e equipamento, permitindo avaliar as disponibilidades operacionais e as capacidades de execução das entidades envolvidas. A realização destes exercícios deve ficar registada num documento para futuras consultas. Nº EXERCÍCIO DATA TIPO DE EXERCÍCIO DESCRIÇÃO DO EXERCÍCIO NOME FICHEIRO DO DOCUMENTO/RELATÓRI O RELACIONADO 1 Abril 2011* CPX Testar o estado de prontidão e a capacidade de resposta e de mobilização de meios das diversas entidades envolvidas nas operações de emergência. 2 Outubro 2011* LivEx Testar o estado de prontidão e a capacidade de resposta e de mobilização de meios das diversas entidades envolvidas nas operações de emergência. 3 Abril 2012* CPX Testar o estado de prontidão e a capacidade de resposta e de mobilização de meios das diversas entidades envolvidas nas operações de emergência. * Datas prevista par a realização dos exercícios.

10 ORGANIZAÇÃO DA RESPOSTA ORGANIZAÇÃO DA RESPOSTA 2.1 CONCEITO DE ACTUAÇÃO Comissão Municipal de Protecção Civil (CMPC) No município está constituída a Comissão Municipal de Protecção Civil, tendo como principais competências e composição as que constam dos nº 2 do artigo 40º e do artigo 41º da Lei de Bases de Protecção Civil e do artigo 3º da Lei nº 65/2007. Missão Accionar a elaboração do PME, acompanhar a sua execução e remeter o mesmo para aprovação à Comissão Nacional de Protecção Civil; Acompanhar as políticas directamente ligadas ao sistema de Protecção Civil que sejam desenvolvidas por agentes públicos; Determinar o accionamento do PME ou dos Planos Especiais de Emergência (PEE), quando tal se justificar; Promover a realização de exercícios, simulacros ou treinos operacionais que contribuam para a eficácia de todos os serviços intervenientes em acções de Protecção Civil. Assegura que todas as entidades e instituições de âmbito municipal imprescindíveis às operações de protecção e socorro, emergência e assistência, previsíveis ou decorrentes de acidente grave ou catástrofe, se articulam entre si garantindo os meios considerados adequados à gestão da ocorrência em cada caso concreto. Constituição A CMPC é constituída pelos seguintes elementos: Presidente da Câmara Municipal; Comandante Operacional Municipal; Um representante dos Bombeiros Voluntários de Alcoentre; Um representante dos Bombeiros Voluntários da Azambuja; Um representante da GNR da Azambuja; Um representante da GNR de Aveiras de Cima; Autoridade de Saúde; Director do Centro Saúde; Director do Hospital Reynaldo dos Santos; Um representante do Centro Regional de Segurança Social; Um representante da CVP Aveiras de Cima; Um representante da CVP Manique do Intendente;

11 ORGANIZAÇÃO DA RESPOSTA 2-2 Um representante da CVP Quebradas; Representantes das Juntas de Freguesias; Um representante do Ministério Público; Um representante dos Escuteiros; Um representante da Santa Casa da Misericórdia da Azambuja; Representantes de outras entidades ou serviços do município, cujas actividades e áreas funcionais possam, de acordo com os riscos existentes e as características da região, contribuírem para o desenvolvimento e implementação de acções de Protecção Civil. Competências e Responsabilidades Determinar o accionamento dos Planos de Protecção Civil de âmbito municipal, quando tal se justifique; Garantir que as entidades e instituições que integram a CMPC accionam, ao nível municipal, no âmbito da sua estrutura orgânica e das suas atribuições, os meios necessários ao desenvolvimento das acções de Protecção Civil; Difundir comunicados e avisos às populações e às entidades e instituições, incluindo os órgãos de comunicação social. Local de funcionamento O local principal de funcionamento da CMPC é no salão nobre do Edifício da Câmara Municipal da Azambuja. Em caso de impedimento, os locais alternativos são: o Quartel dos Bombeiros Voluntários de Alcoentre ou o Quartel dos Bombeiros Voluntários de Alcoentre Centro de Coordenação Operacional Compete ao Presidente da Câmara Municipal, no exercício de funções de Protecção Civil, assegurar a criação das condições favoráveis ao empenhamento rápido e eficiente de todos os meios e recursos disponíveis no município, como também dos meios de reforço que venha a obter para as operações de Protecção Civil em situação de emergência, incluindo as acções de prevenção, procurando assim garantir condições para prevenir riscos, atenuar ou limitar os seus efeitos e socorrer as populações em perigo. Apresenta-se de seguida o organograma referente à Estrutura Operacional de Emergência do município da Azambuja:

12 ORGANIZAÇÃO DA RESPOSTA 2-3

13 ORGANIZAÇÃO DA RESPOSTA DIRECTOR DO PLANO O Director do Plano Municipal de Emergência é o Presidente da Câmara Municipal de Azambuja que é, nos termos da Lei, a autoridade máxima ao nível da Protecção Civil Municipal. Nos seus impedimentos é substituído pelo Vice- Presidente da Autarquia. Missão Como responsável municipal pela Política de Protecção Civil, garante a implementação deste Plano, assegurando a existência de uma estrutura operacional de emergência devidamente treinada e permanentemente operacional para fazer face aos riscos existentes no Município. Competências e Responsabilidades O Presidente da Câmara tem a competência para, sempre que se justifique, declarar a situação de Alerta, sempre que alguma das áreas do município da Azambuja esteja em causa. Assegura a comunicação de todas as situações de emergência verificadas no município ao Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS). Decide a evacuação das populações de acordo com as informações recebidas pelo Comandante Operacional Municipal (COM) COMANDANTE OPERACIONAL MUNICIPAL (COM) Missão Dirigir e coordenar a intervenção das diversas Áreas que integram a resposta a situações de emergência do concelho de Azambuja, mantendo em simultâneo uma articulação operacional com o Director do Plano e com o Comandante Operacional Distrital, através do CDOS. Identificação O Comandante Operacional Municipal é o Sr. Pedro João Simões Cardoso. Competências e Responsabilidades Acompanhar permanentemente as operações de protecção e socorro que ocorram no município; Dirigir e coordenar as várias Áreas de Intervenção definidos na Estrutura Operacional de Emergência. Comparecer no local do sinistro sempre que as circunstâncias o aconselhem; Dar parecer sobre o material mais adequado à intervenção operacional no respectivo município;

14 ORGANIZAÇÃO DA RESPOSTA 2-5 Promover a elaboração dos planos prévios de intervenção com vista à articulação de meios face a cenários previsíveis; Promover reuniões periódicas de trabalho sobre matérias de âmbito exclusivamente operacional, com a CMPC POSTO DE COMANDO MUNICIPAL (PCMUN) Ao nível municipal, é constituído um único PCMun que garante a gestão exclusiva da resposta municipal e é responsável pelo accionamento de todos os meios disponíveis na área do município e pela gestão dos meios de reforço que lhe forem enviados pelo escalão distrital. O PCMun é montado com o apoio do SMPC (Serviço Municipal de Protecção Civil) e adoptam uma configuração de funcionamento análoga á dos PCDis, adaptada à realidade do município. O PCMun reporta operacionalmente e permanentemente ao respectivo PCDis, constituindo um sector deste. O responsável pela coordenação do PCMun é o Comandante Operacional Municipal (COM) ou um seu substituto indicado pelo Presidente da Câmara. É instalado em estrutura própria, com comunicações dedicadas, preferencialmente em espaço próximo ao SMPC. Caso não seja viável, será utilizado o local previsto para funcionamento da CMPC. Missões O PCMun tem por missões principais: Contribuir para a minimização das perdas de vidas e para a atenuação dos prejuízos à propriedade e ao ambiente; Assegurar a criação das condições favoráveis ao empenhamento rápido, eficiente e coordenado de todos os meios e recursos disponíveis no concelho, bem como de todos os meios de reforço que vierem a ser disponibilizados; Coordenar e promover a actuação dos meios de socorro, de forma a controlar o mais rapidamente possível a situação; Garantir permanentemente a informação sobre a evolução da situação, de modo a promover a actuação, em tempo útil, dos meios de socorro; Garantir a manutenção da Lei e da Ordem e a circulação nas vias de acesso necessárias, para a movimentação dos meios de socorro e evacuação das zonas de risco das pessoas afectadas; Promover a movimentação organizada e ordeira das populações deslocadas, designadamente as evacuações, o alojamento temporário e a prestação dos demais cuidados básicos essenciais à manutenção dos níveis razoáveis de sobrevivência (alimentação, higiene, etc.); Promover a evacuação primária e secundárias dos feridos e doentes e a prestação dos cuidados médicos essenciais às populações das áreas afectadas;

15 ORGANIZAÇÃO DA RESPOSTA 2-6 Garantir a assistência e bem-estar às populações e promover a reunião de famílias; Proceder às acções de desobstrução, reparação e restabelecimento de água, comunicações e energia; Assegurar o transporte de pessoas, bens, água, alimentação e combustíveis; Promover a salvaguarda do património histórico e cultural; Promover o apoio às acções de mortuária; Proceder ao restabelecimento, tão breve quanto possível, dos serviços públicos essenciais. Constituição O PCMun é constituído pelas células de planeamento, combate e logística, cada uma com um responsável. As células são coordenadas directamente pelo comandante de operações de socorro, responsável por toda a actividade do Posto de Comando Operacional. Assessorando directamente o comandante de operações de socorro existem três oficiais, um como adjunto para a segurança, outro para as relações públicas e outro para a ligação com outras entidades. O PCMun articula-se permanentemente com o SMPC e com a CMPC e comanda o Teatro de Operações (TO), gerindo todos os meios colocados à sua disposição. Sectorização de um teatro de operações O teatro de operações organiza-se em sectores a que correspondem zonas geográficas ou funcionais conforme o tipo de acidente e as opções estratégicas consideradas. Cada um dos sectores tem um responsável, de acordo com a adequação técnica dos agentes presentes no teatro de operações e as suas competências legais, o qual se articula permanentemente com o PCMun. Os sectores podem ser agrupados em frentes, cada uma com um responsável, ou subdivididos em subsectores de acordo com as necessidades de organização do teatro de operações. Sistema de Gestão das Operações O Sistema de Gestão das Operações (SGO) é uma forma de organização dos TO que se desenvolvem de uma forma modular. O seu desenvolvimento é da responsabilidade do COS (Comandante das Operações de Socorro), que a deverá utilizar sempre que os meios disponíveis do primeiro alarme e posteriormente do segundo alarme se mostrem insuficientes.

16 ORGANIZAÇÃO DA RESPOSTA 2-7 Figura 2 Organização do Teatro de Operações / Posto de Comando Municipal (Fonte: Resolução nº 22/2009 / Certitecna) 2.2 EXECUÇÃO DO PLANO Fases da Emergência A Fase de Emergência inclui as acções de resposta tomadas e desenvolvidas imediatamente após a activação deste Plano, podendo prolongar-se pelo tempo que a CMPC vier a decidir. De seguida encontram-se as principais acções que podem ser efectuadas na fase de emergência aquando da ocorrência de qualquer tipo de acidente ou catástrofe. A sua aplicação depende da gravidade da situação, não apresentando nenhuma sequência cronológica ou a obrigação de realização da totalidade destas acções. ID ACÇÃO RESPONSÁVEL PELA EXECUÇÃO (*) OBSERVAÇÕES 1 Avisar a população CMA e Juntas de Freguesia - Área de Gestão da Informação Pública O alerta pode ou não ser feito, consoante a gravidade da situação. Esta acção deve ser acompanhada pela acção 4. 2 Convocação das Áreas CMA COM Mobilização das áreas definidas na Estrutura Operacional de Emergência, considerados necessários face à ocorrência. 3 Coordenar e promover a actuação dos meios de socorro COM A coordenação das tarefas a realizar por cada área é definida pelos respectivos responsáveis 4 Difundir os conselhos e medidas a adoptar pela população em risco Área de Gestão da Informação Pública A CMPC gere a informação a ser prestada, o meio terá de ser o mais adequado consoante a situação (ex: Comunicação Social, viatura de som, por

17 ORGANIZAÇÃO DA RESPOSTA 2-8 ID ACÇÃO RESPONSÁVEL PELA EXECUÇÃO (*) OBSERVAÇÕES estafeta, porta a porta, etc.) 5 Promover a evacuação dos feridos e doentes para os locais destinados ao seu tratamento Área de Serviços Médicos e Transporte de Vitimas 6 Assegurar a manutenção da lei e da ordem Área de Manutenção da Ordem Pública 7 Garantir a circulação nas vias de acesso necessárias para a movimentação dos meios de socorro e evacuação das populações Área de Manutenção da Ordem Pública Numa primeira instância será assegurada pela Área de Busca, Socorro e Salvamento 8 Coordenar e promover a evacuação das zonas de risco Área de Procedimentos de Evacuação 9 Garantir medidas para o alojamento, agasalho e alimentação das populações evacuadas Área de Apoio Social 10 Informar o Governador Civil / CDOS Director do Plano 11 Solicitar os apoios e meios de reforço que considere necessários Comandante Municipal Caso se justifique poderá ser necessário recorrer a auxílio as entidades de apoio 12 Promover as acções relacionadas com a mortuária, adequadas à situação Área de Serviços Mortuários (*) Os contactos dos elementos da CMPC encontram-se em Fases da Reabilitação A Fase da Reabilitação caracteriza-se pela acção concertada por parte do Sistema de Protecção Civil e pelo desenvolvimento de medidas conducentes ao apoio e ao rápido restabelecimento do sistema social. Apresentam-se de seguida as principais acções a realizar na fase de reabilitação: ID ACÇÃO RESPONSÁVEL PELA EXECUÇÃO (*) OBSERVAÇÕES 1 Proceder ao restabelecimento, dos serviços públicos essenciais Área de Administração de Meios e Recursos Prioritariamente água, energia e comunicações. 2 Promover o regresso das populações, bens e animais deslocados Área de Procedimentos de Evacuação Caso necessário terá o auxílio da Área de Manutenção da Ordem Pública 3 Restabelecer a circulação e evitar perigo de desmoronamento Área de Avaliação de Estrutura Promover a demolição, desobstrução e remoção dos destroços ou obstáculos

18 ORGANIZAÇÃO DA RESPOSTA 2-9 ID ACÇÃO RESPONSÁVEL PELA EXECUÇÃO (*) OBSERVAÇÕES 4 Proceder à análise e quantificação dos danos pessoais e materiais Área de Busca, Socorro e Salvamento e Área de Avaliação de Estruturas (*) Os contactos dos responsáveis encontram-se em ARTICULAÇÃO E ACTUAÇÃO DE AGENTES, ORGANISMOS E ENTIDADES Missão dos Serviços de Protecção Civil SERVIÇO MUNICIPAL DE PROTECÇÃO CIVIL Os Serviços Municipais de Protecção Civil têm a responsabilidade primária de assegurar o funcionamento dos respectivos PCMun e de assegurar os meios, recursos e pessoal para a efectiva montagem do Dispositivo Integrado de Resposta (DIR), ao nível municipal. Paralelamente, em conjunto com outros serviços das respectivas câmaras municipais assegurarão, coordenarão ou promoverão as seguintes actividades: Desobstrução de vias, remoção de destroços e limpeza de aquedutos e linhas de água ao longo das estradas e caminhos municipais; Sinalização de estradas e caminhos municipais danificados, bem como das vias alternativas; Evacuação e transporte de pessoas, bens e animais; Montagem e funcionamento de bens essenciais de sobrevivência às populações; Apoio logístico à sustentação das operações, através do accionamento da maquinaria específica UNIDADES LOCAIS DE PROTECÇÃO CIVIL / JUNTAS DE FREGUESIA As Unidades Locais de Protecção Civil, constituídos ao nível de freguesia e geridas pelas respectivas Juntas, prestarão apoio aos Serviços Municipais de Protecção Civil e integrarão o DIR, ao nível municipal. Paralelamente desenvolverão as seguintes actividades: Gestão de sistemas de voluntariado para actuação imediata de emergência ao nível da avaliação de danos, com ênfase nos danos humanos; Criação de pontos de concentração de feridos e de população ilesa; Recenseamento e registo da população afectada;

19 ORGANIZAÇÃO DA RESPOSTA 2-10 Colaboração com a Câmara Municipal na sinalização das estradas e caminhos municipais danificados, bem como na sinalização das vias alternativas, no respectivo espaço geográfico; Colaboração com as Câmaras Municipais na desobstrução de vias, na remoção de destroços e na limpeza de aquedutos e linhas de água ao longo das estradas e caminhos municipais, no respectivo espaço geográfico Missão dos Agentes de Protecção Civil ENTIDADE/NOME MISSÃO ÁREAS ONDE ACTUAM Corpos de Bombeiros Emergência: Empenham-se nas acções de busca, salvamento, combate a incêndios e transporte de pessoas, animais e bens; Participam na prestação de primeiros socorros aos sinistrados, assim como na evacuação primárias nas suas zonas de intervenção ou em reforço; Colaboram nas acções de mortuária, nas suas zonas de intervenção ou em reforço; Efectivam o seu apoio aos TO, envolvendo elementos guia para reconhecimento e orientação no terreno das forças dos bombeiros em reforço da sua zona de actuação própria; Fornecem ao PCMun informação sobre qualquer alteração que ocorra nos respectivos meios, recursos e capacidades de intervenção; Exercem, através de um elemento de Comando com a responsabilidade da área onde decorre a intervenção, a função de Comandante de Sector. Reabilitação: Colaboram nas acções de mortuária, nas suas zonas intervenção ou em reforço; Fornecem ao PCMun informação sobre qualquer alteração que ocorra nos respectivos meios, recursos e capacidades de intervenção. Área de Apoio Logístico às Operações Área de Comunicações Área de Procedimentos de Evacuação Área e Serviços Médicos e Transporte de Vitimas Área de Busca, Socorro e Salvamento Área de Controlo de Matérias Perigosas Forças de Segurança (GNR) Emergência: Assegura a manutenção da ordem, na sua zona de intervenção, salvaguardando a actuação de outras entidades e organismos operacionais; Exerce missões de isolamento de áreas e estabelecimento de perímetros de segurança; restrição, condicionamento da circulação e abertura de corredores de emergência ou evacuação para as forças de socorro; escolta e segurança de meios dos bombeiros na ZI em deslocamento para as operações; apoio à evacuação de populações em perigo; Garante a segurança de estabelecimentos públicos e protecção de infra-estruturas críticas, fixas e temporárias, e de instalações de interesse público ou estratégico nacional; protecção da propriedade privada contra actos de saque; Empenha meios cinotécnicos na busca e resgate de vítimas; Empenha os GIPS em missões de protecção e socorro; Empenha o SEPNA na análise e detecção de zonas potencialmente contaminadas, nomeadamente ao nível dos solos, águas e atmosfera; Acciona os meios de identificação de vítimas / medicina forense e o Núcleo Central de Apoio Técnico, em estreita articulação com as autoridades de saúde, em especial com o INML; Área de Procedimentos de Evacuação Área de Manutenção da Ordem Pública Área de Busca, Socorro e Salvamento Área de Serviços Mortuários Área de Apoio Psicológico Área de Controlo de Matérias Perigosas

20 ORGANIZAÇÃO DA RESPOSTA 2-11 ENTIDADE/NOME MISSÃO ÁREAS ONDE ACTUAM Disponibiliza a Equipa de Gestão de Incidentes Críticos Apoio Psicossocial e coordenadores para as áreas de Apoio Psicológico e Apoio Social. Reabilitação: Assegura a manutenção da ordem, na sua de intervenção, salvaguardando a actuação de outras entidades e organismos operacionais; Exerce missões de: isolamento de áreas e estabelecimento de perímetros de segurança; restrição, condicionamento da circulação e abertura de corredores de evacuação; apoio à movimentação de populações; segurança de estabelecimentos públicos e protecção de infraestruturas críticas, fixas e temporárias, e de instalações de interesse público ou estratégico nacional; protecção da propriedade privada contra actos de saque; Empenha o SEPNA na análise e detecção de zonas potencialmente contaminadas, nomeadamente ao nível dos solos, águas e atmosfera; Acciona os meios de identificação de vítimas / medicina forense e o Núcleo Central de Apoio Técnico, em estreita articulação com as autoridades de saúde, em especial com o INML; Disponibiliza a Equipa de Gestão de Incidentes Críticos Apoio Psicológico e coordenadores para as áreas de Apoio Psicológico e Apoio Social. Forças Armadas Emergência: Colabora no apoio logístico às forças de protecção e socorro, nomeadamente em infraestruturas, alimentação e montagem de cozinhas e refeitórios da campanha, água, combustível e material diverso (material de aquartelamento, tendas de campanha, geradores, depósitos de água, etc); Apoio a evacuação de populações em perigo; Disponibiliza meios para acções iniciais de reconhecimento e avaliação e para transporte de pessoal operacional; Colabora em operações de busca e salvamento, socorro imediato e evacuação primária; Colabora no apoio sanitário de emergência, incluindo evacuação secundária de sinistrados, em estreita articulação com as autoridades de saúde; Colabora na disponibilização de bens essenciais (alojamento, alimentação, higiene, agasalhos, roupas, etc) indispensáveis às vítimas; Colabora na organização e instalação de abrigos e campos de deslocados; Colabora no abastecimento de água a populações carenciadas ou a unidades empenhadas nas acções pós-evento sísmico; Colabora no reforço e/ou reactivação das redes de telecomunicações. Reabilitação: Colabora no apoio logístico às forças de protecção e socorro, nomeadamente em infra-estruturas, alimentação e montagem de cozinhas e refeitórios de campanha, água, combustível e material diverso (material de aquartelamento, tendas de campanha, geradores, depósitos de água, etc); Colabora na disponibilização de bens essenciais (alojamento, alimentação, higiene, agasalhos, roupas, etc) indispensáveis às vítimas; Colabora na organização Área de Apoio Logístico às Operações Área de Procedimentos de Evacuação Área de Busca, Socorro e Salvamento Área de Controlo de Matérias Perigosas Área de Avaliação de Estruturas

21 ORGANIZAÇÃO DA RESPOSTA 2-12 ENTIDADE/NOME MISSÃO ÁREAS ONDE ACTUAM e instalação de abrigos e campos de deslocados; Colabora no abastecimento de água a populações carenciadas ou a unidades empenhadas nas acções de reabilitação; Colabora no reforço e ou reactivação das redes de telecomunicações; Colabora com meios de Engenharia Militar em operações de limpeza e descontaminação das áreas afectadas; Colabora na reabilitação de infraestruturas danificadas. Autoridade Aeronáutica Emergência: Disponibiliza técnicos de apoio directo à evolução dos meios aéreos nos TO; Fornece esclarecimentos técnicos aeronáuticos sobre as aeronaves que participam nas operações de protecção civil. Área de Administração de Meios e Recursos Reabilitação: (Sem acções especificas) INEM Emergência: Coordena todas as actividades de saúde em ambiente pré-hospitalar, a triagem e evacuações primárias e secundárias, a referenciação e transporte para as unidades de saúde adequadas, bem como a montagem de postos médicos avançados; Executa a triagem e o apoio psicológico a prestar às vítimas no local da ocorrência, com vista á sua estabilização emocional e posterior referenciação para as entidades adequadas. Reabilitação: (Sem acções especificas) Área de Serviços Médicos e Transporte de Vitimas Área de Busca, Socorro e Salvamento Área de Apoio Psicológico Missão dos Organismos e Entidades de Apoio. ENTIDADE/NOME MISSÃO Corpos de Bombeiros Cruz Vermelha Portuguesa Emergência: Disponibilizam meios, recursos e pessoal para a efectiva montagem do DIR: Apoiam logisticamente a sustentação das operações, na área de actuação própria do seu CB, com o apoio do respectivo SMPC. Reabilitação: Disponibilizam meios, recursos e pessoal para a efectiva montagem do DIR; Apoiam logisticamente a sustentação das operações, na área de actuação própria do seu CB, com o apoio do respectivo SMPC. Emergência: Executa, de acordo com o seu estatuto, missões de apoio, busca e salvamento, socorro, assistência sanitária e social; Assegura a evacuação de feridos, o transporte de desalojados e ilesos e a instalação de ZACP; Colabora na montagem de postos de triagem, estabilização e evacuação, em articulação com as autoridades de saúde; Assegura o levantamento e transporte de feridos e cadáveres, em articulação com as autoridades de saúde; Assegura o apoio psicossocial, através de equipas de psicólogos e de equipas voluntárias; Colabora na distribuição de roupas e alimentos às populações evacuadas. Reabilitação: Executa missões de apoio, assistência sanitária e social; Assegura o levantamento e transporte de feridos e cadáveres, em articulação com as autoridades de saúde; Assegura o apoio psicossocial, através de equipas de psicólogos e de equipas voluntárias; Faz o enquadramento do pessoal voluntário que se oferecer para colaborar; Colabora na distribuição de roupas e alimentos às populações evacuadas.

22 ORGANIZAÇÃO DA RESPOSTA 2-13 ENTIDADE/NOME MISSÃO Autoridade de Saúde Emergência: Executa uma permanente articulação com as unidades hospitalares e com os centros de saúde da sua área de jurisdição com vista a garantir a máxima assistência médica possível nas instalações dos mesmos; Garante, em todas as unidades de saúde, que se encontrem operativas na ZI uma reserva estratégica de camas disponíveis para encaminhamento de vítimas; Garante um reforço adequado de profissionais de saúde em todas as unidades de saúde que se encontrem operativas na ZI; Mobiliza e destaca para o INEM os médicos disponíveis para fins de reforço dos veículos de emergência médica, postos médicos avançados e hospitais de campanha; Garante a prestação de assistência médica às populações evacuadas; Propõe e executa acções de vacinação nas zonas consideradas de risco; Avalia os recursos do sector da saúde e propõe a sua afectação. Reabilitação: Propõe e executa acções de vacinação nas zonas consideradas de risco. Ministério Público Emergência: Coordena a AI de Serviços Mortuários, em articulação com o INML; Garante a autorização de remoção de cadáveres para autópsia; Decide sobre a activação de Centros de Recolha de Informação para obtenção de dados Ante- Mortem. Reabilitação: (Sem acções especificas) CRSS / IPSS / Misericórdia Emergência: Assegura e coordena as acções de apoio social às populações, no âmbito da acção social, em articulação com os vários sectores intervenientes; Assegura o apoio psicológico de continuidades às vítimas; Colabora na definição de critérios de apoio à população; Assegura a constituição de equipas técnicas, em articulação com os vários sectores intervenientes, para recepção, atendimento e encaminhamento da população; Participa nas acções de pesquisa e reunião de desaparecidos; Participa na instalação de ZCAP, assegurando o fornecimento de bens e serviços essenciais; Colabora nas acções de movimentação de populações. Reabilitação: Assegura e coordena as acções de apoio social às populações, no âmbito da acção social, em articulação com os vários sectores intervenientes; Assegura o apoio psicológico de continuidade às vítimas. Escuteiros Emergência: Actua nos domínios do apoio logístico, assistência sanitária e social; Apoia os postos de triagem e de socorros e hospitais de campanha, em estreita articulação com as autoridades de saúde; Apoia no alojamento temporário e distribuição de alimentos; Colabora na movimentação de populações, comunicações de rádio, apoio náutico e busca de desaparecidos. Reabilitação: Apoia no alojamento temporário e distribuição de alimentos; Colabora na movimentação de populações, comunicações de rádio, apoio náutico e busca de desaparecidos. Estradas de Portugal CP PT, OPTIMUS, TMN e Vodafone Emergência: Mantém o PCMun informado da manutenção e recuperação de vias; Promove a reposição das condições de circulação e assegura a protecção das infra-estruturas rodoviárias e a sua funcionalidade. Reabilitação: Promove a reposição das condições de circulação e assegura a protecção das infra-estruturas rodoviárias e a sua funcionalidade; Emergência: Disponibiliza meios para proceder a evacuações de pessoas e transporte de mercadorias; Garante, na medida possível, a organização de comboios sanitários. Reabilitação: (Sem acções especificas) Emergência: Assegura a avaliação e as intervenções técnicas imediatas para a manutenção e o restabelecimento das comunicações telefónicas; Garante prioridades de acesso aos endereços correspondentes a serviços e entidades essenciais; Colabora na redução ou eliminação do tráfego de comunicações existentes na zona do sinistro. Reabilitação: Assegura o restabelecimento e o reforço das comunicações telefónicas.

23 ORGANIZAÇÃO DA RESPOSTA 2-14 ENTIDADE/NOME MISSÃO Radioamadores Emergência: Apoiam as radiocomunicações de emergência. A pedido do PCMun, estabelecem e garantem autonomamente vias de comunicação, recuperação e integração de outros meios e dispositivos de comunicação. Garante a interoperabilidade entre redes e sistemas de comunicação das diversas entidades; Reabilitam a colocam em funcionamento equipamentos e meios técnicos colapsados; Funcionam como observadores que reportam através dos meios rádios, para o PCMun, informação útil ao accionamento de meios de socorro e salvamento; Asseguram a difusão de informação útil às populações. Reabilitação: Apoiam as radiocomunicações de emergência; Reabilitam e colocam em funcionamento equipamentos e meios técnicos colapsados; Asseguram a difusão de informação útil às populações. EDP Águas da Azambuja AFOCELCA e APAS - Floresta Comissão Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios (CMDFCI) Emergência: Assegura a manutenção e o restabelecimento da distribuição de energia eléctrica. Reabilitação: Recupera os danos sofridos pela rede e pelas estações de transformação e distribuição. Emergência: Garante a avaliação de danos e intervenções prioritárias para o rápido restabelecimento do abastecimento de água potável a serviços e unidades produtivas estratégicas, bem como a pontos seleccionados essenciais ao consumo das populações afectadas; Garante reservas estratégicas e capacidades para a manutenção da prestação de serviço; Garante a operacionalidade de piquetes regulares e em emergência, para eventuais necessidades extraordinárias de intervenção na rede e nas estações de tratamento; Repõe, com carácter prioritário, a prestação dos serviços junto dos consumos finais. Reabilitação: Garante a operacionalidade de piquetes regulares e em emergência, para eventuais necessidades de reposição do serviço; Assegura o controlo da qualidade das águas; Com carácter prioritário, repõe a prestação do serviço junto dos consumidores finais. Emergência: Assegura, caso necessário, o apoio ao socorro e salvamento no âmbito de incêndios florestais com meios humanos e materiais dos seus associados. Reabilitação: Apoio nas acções de encaminhamento das pessoas evacuadas no regresso às suas habitações. Emergência: Assegura, caso necessário, o apoio ao socorro e salvamento no âmbito de incêndios florestais. Reabilitação: Apoio nas acções de rescaldo e na identificação das áreas ardidas.

24 ÁREAS DE INTERVENÇÃO ÁREAS DE INTERVENÇÃO 3.1 ÁREA DE ADMINISTRAÇÃO DE MEIOS E RECURSOS ENTIDADE COORDENADORA CMA ENTIDADES INTERVENIENTES AFOCELCA, APAS Floresta, Águas da Azambuja, CMA, CP, EDP, EP, PT, Rodoviária Tejo e Juntas de Freguesia ENTIDADES DE APOIO EVENTUAL Fornecedores públicos ou privados de equipamentos e outros bens necessários Prioridades de Acção Garantir a utilização racional e eficiente dos meios e recursos; Assegurar as actividades de gestão administrativa e financeira inerente à mobilização, requisição e utilização dos meios e recursos necessários à intervenção; Supervisionar negociações contratuais; Gerir e controlar os tempos de utilização de recursos e equipamentos; Gerir os processos de seguros. Procedimentos e Instruções de coordenação Gestão de Meios Os meios e recursos a empenhar durante a fase de emergência e de reabilitação serão prioritariamente os indicados no Plano de Emergência; Os meios e recursos dos agentes de protecção civil e dos organismos de apoio são colocados à disposição do Posto de Comando, que os afectará de acordo com as necessidades; Deverá ser dada preferência à utilização de meios e recursos públicos (ou detidos por entidades com as quais tenha sido celebrado protocolo de utilização) sobre a utilização de meios e recursos privados; Os respectivos reforços de meios só são considerados válidos quando apresentados pela respectiva cadeia de comando. Gestão de Pessoal Na mobilização dos agentes de protecção civil aplica-se o disposto no artigo 25º da Lei de Bases da Protecção Civil;

25 ÁREAS DE INTERVENÇÃO 3-2 O PCMun é gerido operacionalmente por efectivos dos respectivos agentes de protecção civil; O pessoal voluntário, cuja colaboração seja aceite a título benévolo, deverá apresentar-se, se outro local não for divulgado, nas Juntas de Freguesia, para posterior encaminhamento; O pessoal voluntário poderá ser abonado de alimentação nos dias em serviço; No decurso das operações, as estruturas integrantes do Dispositivo deverão acautelar os períodos de descanso e a rotatividade dos seus recursos humanos. Gestão de Finanças A gestão financeira e de custos, bem como dos tempos de utilização, será assegurada pela Câmara Municipal; As despesas realizadas durante a fase de emergência e de reabilitação (designadamente as relacionadas com combustíveis e lubrificantes, manutenção e reparação de material, transportes, alimentação, material sanitário e maquinaria e engenharia, construção e obras públicas) são da responsabilidade dos serviços e agentes de protecção civil e demais entidades intervenientes. Salvo disposições específicas em contrário, a entidade requisitante de meios e recursos será responsável pelo ressarcimento das despesas inerentes; O pessoal integrado nos serviços, agentes e entidades constantes deste Plano, mesmo que requisitados, continuam a ser remunerados pelos organismos de origem, não podendo ser prejudicados de qualquer forma, nos seus direitos. Em encontram-se identificados os contactos das entidades privadas e públicas de equipamentos, artigos e materiais necessários às operações de emergência de Protecção Civil 3.2 ÁREA DE APOIO LOGÍSTICO ÀS OPERAÇÕES ENTIDADE COORDENADORA CMA ENTIDADES INTERVENIENTES Bombeiros, CMA, Forças Armadas, Delegações da CVP e Juntas de Freguesia. ENTIDADES DE APOIO EVENTUAL Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários e Escuteiros

26 ÁREAS DE INTERVENÇÃO 3-3 Prioridades de Acção Assegurar as necessidades logísticas das forças de intervenção, nomeadamente quanto à alimentação, combustíveis, transportes, material sanitário, material de mortuária e outros artigos essenciais à prossecução das missões de socorro, salvamento e assistência; Garantir a gestão de armazéns de emergência e a entrega de bens e mercadorias necessárias; Prever a confecção e distribuição de alimentação ao pessoal envolvido em acções de socorro; Organizar a instalação e montagem de cozinhas e refeitórios de campanha para assistência à emergência; Assegurar a disponibilização de meios e recursos para a desobstrução expedita de vias de comunicação e itinerários de socorro, para as operações de demolição e escoramento e para a drenagem e escoamento de águas; Promover a manutenção, reparação e abastecimento de viaturas essenciais à conduta das operações de emergências, bem assim como de outro equipamento; Apoiar as entidades respectivas na reabilitação das redes e serviços essenciais: energia, gás, água, telefones e saneamento básico; Definir prioridades em termos de abastecimento de água e energia. Instruções Especificas Satisfação das necessidades logísticas do pessoal envolvido estará a cargo dos próprios agentes de protecção civil, organismos e entidades de apoio; A alimentação do pessoal voluntário será da responsabilidade do Serviço Municipal de Protecção Civil; A alimentação e alojamento dos elementos da CMPC serão da responsabilidade do Serviço Municipal de Protecção Civil, quando outro procedimento não for determinado pelo Director do Plano; Os combustíveis são obtidos no mercado local pelas Entidades e Organismos intervenientes, através de guia de fornecimento. Os encargos são da responsabilidade da entidade requisitante; A manutenção e reparação de material estarão a cargo das respectivas entidades utilizadoras.

27 ÁREAS DE INTERVENÇÃO ÁREA DE COMUNICAÇÕES ENTIDADE COORDENADORA CMA Serviço Municipal de Protecção Civil ENTIDADES INTERVENIENTES Bombeiros e Delegações da CVP ENTIDADES DE APOIO EVENTUAL Radioamadores, operadores da rede fixa e móvel Prioridades de Acção Disponibilizar os recursos de telecomunicações necessários que permitam a troca de informação entre todas as entidades intervenientes e, consequentemente, o efectivo exercício das funções de comando, controlo e coordenação da operação; Organizar os meios e atribuir recursos de acordo com a organização e o plano de comunicações; Mobilizar e coordenar as acções das associações de radioamadores e dos operadores da rede fixa e móvel; Garantir a operacionalidade dos meios de comunicação de emergência; Garantir prioridades de acesso a serviços e entidades essenciais, de acordo com o conceito da operação; Garantir a mobilização de meios e recursos alternativos; Manter um registo actualizado do estado das comunicações e das capacidades existentes. Instruções de Coordenação Estabelecer um plano de comunicações com o objectivo de identificar os recursos e procedimentos que permitam à estrutura de comando dispor de meios de telecomunicações que garantam o efectivo exercício das funções de comando e controlo; Instruções Especificas Após a ocorrência, devem ser efectuados testes de comunicações em todos os sistemas, com todas as entidades intervenientes. Neste sentido, todas as entidades se devem preparar para uma resposta imediata. Os testes são iniciados pelo SMPC; Os operadores da rede fixa e móvel, deverão disponibilizar um relatório de situação, onde constará a capacidade operacional das redes;

28 ÁREAS DE INTERVENÇÃO 3-5 Os Radioamadores colaboram no sistema de telecomunicações de emergência, à ordem do PCMun. O sistema de comunicações em emergência utiliza os meios das telecomunicações públicas e privadas existentes no município (Bombeiros, Guarda Nacional Republicana, Protecção Civil, Cruz Vermelha e Radioamadores). 3.4 ÁREA DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO Área de Gestão da Informação de Apoio às Operações ENTIDADE COORDENADORA PCMun ENTIDADES INTERVENIENTES CMA ENTIDADES DE APOIO EVENTUAL Prioridades de Acção Receber, processar e avaliar toda a informação emanada dos diversos escalões territoriais; Assegurar a obtenção de pontos de situação junto dos agentes de protecção civil e outras entidades intervenientes; Recolher e tratar informação necessária à perspectivação da evolução futura da situação de emergência; Analisar possíveis cenários e resultados de modelos de previsão; Analisar dados ambientais e sociais relevantes para o apoio à decisão nas operações de emergência;

29 ÁREAS DE INTERVENÇÃO 3-6 Analisar e tratar outras informações relevantes; Assegurar a notificação e passagem de informação diferenciada às entidades intervenientes no Plano, designadamente autoridades políticas, agentes de protecção civil e organismos e entidades de apoio; Alimentar o sistema de gestão de ocorrências da ANPC, assegurando o correcto fluxo de informação; Elaborar e disseminar pontos de situação globais. Instruções Especificas O COS é responsável pela gestão da informação no teatro das operações. Caberá a ele transmitir ao Posto de Comando os pontos de situação necessários e solicitar meios de reforço, caso se justifique; Em cada Posto de Comando competirá à Célula de Planeamento e Operações articular e avaliar a informação externa e interna; Cabe à Célula de Planeamento e Operações receber e processar toda a informação emanada dos escalões inferiores; Os responsáveis pelo PCMun são os responsáveis pela gestão da informação ao nível de posto de comando, devendo assegurar a difusão da informação pertinente ao CCO e à CMPC; Os relatórios poderão ser imediatos ou periódicos; Os relatórios imediatos de situação poderão ser transmitidos pelo COS ao respectivo posto de comando pela via oral; Os relatórios de situação poderão ter origem em qualquer escalão e destinase ao escalão imediatamente superior; Os responsáveis pelo Posto de Comando poderão solicitar a qualquer entidade interveniente relatórios de situação especial, para esclarecimento específico da situação. Apresentam-se de seguida o fluxo de informação de forma a assegurar a notificação e passagem de informação às entidades actuantes no Plano, designadamente autoridades e agentes de Protecção Civil e entidades de apoio. Tal fluxo de informação destina-se a assegurar que todas as entidades mantêm, permanentemente, os níveis de prontidão e envolvimento de acordo com a evolução da situação.

30 ÁREAS DE INTERVENÇÃO Área de Gestão da Informação Pública ENTIDADE COORDENADORA CMA - CMPC ENTIDADES INTERVENIENTES CMA e Juntas de Freguesia ENTIDADES DE APOIO EVENTUAL Órgãos de Comunicação Social Prioridades de Acção Assegurar que a população é avisada e mantida informada, de modo a que possa adoptar as instruções das autoridades e as medidas de autoprotecção mais convenientes; Assegurar a divulgação à população da informação disponível, incluindo números de telefone de contacto, indicação de pontos de reunião ou centros de desalojados/assistência, listas de desaparecidos, mortos e feridos, locais de acesso interdito ou restrito e outras instruções consideradas necessárias. Divulgar informação à população sobre locais de recepção de donativos, locais de recolha de sangue, locais para inscrição para serviço voluntário e instruções para regresso de populações evacuadas; Garantir a relação com os órgãos de comunicação social e preparar, com periodicidade determinada, comunicados a distribuir;

31 ÁREAS DE INTERVENÇÃO 3-8 Organizar e preparar briefings periódicos e conferências de imprensa, por determinação do Director do Plano; Organizar visitas dos órgãos de comunicação social ao teatro de operações garantindo a sua recepção e acompanhamento; Promover a articulação com os órgãos de comunicação social, determinando a divulgação de comunicados ou outra informação necessária. Instruções Especificas A CMPC é a responsável pela gestão da informação pública; A informação será disseminada à população predominantemente através dos seguintes meios de comunicação: Televisão Rádio local ou nacional - Antena FM Internet (sítio da Câmara Municipal da Azambuja: Editais Avisos paroquiais Por viaturas com equipamento sonoro Informação periódica aos órgãos de comunicação social 1ª Fase Para qualquer tipo de acidente os órgãos de informação (rádio local, rádios nacionais e TV) devem ser imediatamente informados de: Tipo de acidente O grau de gravidade A sua intensidade Quais as zonas abrangidas Pedir às populações para não entrarem em pânico e que breve se dará mais notícias com o desenrolar dos acontecimentos 2ª Fase Os órgãos de informação devem ser informados de: Ponto de situação

32 ÁREAS DE INTERVENÇÃO 3-9 Perspectivas futuras (se podem haver réplicas, se o caudal da cheia pode aumentar nas próximas horas, se o vento pode dificultar a extinção do incêndio, se o vento pode espalhar a onda tóxica para outras áreas, etc) Indicações específicas do que a população deve fazer e para onde se dirigir: Quais as zonas a evacuar Quais as zonas de concentração e irradiação Quais as zonas de concentração e alojamento da população Quais as zonas para primeiros socorros em feridos ligeiros Quais as estradas intransitáveis e suas alternativas Quais as medidas de autoprotecção que devem seguir Esta informação deve ser repetida várias vezes enquanto não surgem novos dados, para que cada vez mais pessoas possam ouvir e difundir as mensagens. 3ª Fase Na fase de reabilitação os órgãos de informação devem passar outro tipo de mensagem: Quais as zonas de abastecimento de bens alimentares Quais as zonas de abastecimento de água Quais as zonas de apoio da Cruz Vermelha Quais os sítios onde podem procurar familiares e consultar listas Quais as estradas recuperadas e transitáveis Os comunicados á população serão transmitidos a cada 1 hora na fase inicial, salvo indicação expressa em contrário; Os briefings à comunicação social decorrerão a cada 6 horas, salvo indicação expressa em contrário. O director do plano poderá nomear um porta-voz para o relacionamento com os órgãos de comunicação social; A informação relativa à desactivação do PME e ao restabelecimento das condições de normalidade serão efectuadas através dos mesmos meios de comunicação referidos anteriormente. 3.5 ÁREA DE PROCEDIMENTOS DE EVACUAÇÃO Entidade coordenadora Forças de Segurança Entidades intervenientes Forças de Segurança, CMA, Corpos de Bombeiros, Forças Armadas, Delegações da CVP e Escuteiros Entidades de Apoio Eventual Corpos de Bombeiros e empresas públicas e privadas de transportes

33 ÁREAS DE INTERVENÇÃO 3-10 Prioridades de Acção Orientar e coordenar as operações de movimentação das populações, designadamente as decorrentes das evacuações. Difundir junto das populações recomendações de evacuação, directamente ou por intermédio da Área de Intervenção de Gestão da Informação Pública; Definir Zonas de Concentração e Irradiação (ZCI); Definir itinerários de evacuação; Garantir o encaminhamento da população evacuada até Zonas de Concentração e Alojamento da População (ZCAP); Reencaminhar o tráfego, de modo a não interferir com a movimentação da população a evacuar nem com a mobilidade das forças de intervenção; Criar pontos de controlo e barreiras de encaminhamento de tráfego, de modo a manter desimpedidos os itinerários de evacuação; Coordenar o acesso às áreas afectadas. Procedimentos e Instruções de Coordenação Instruções Especificas A evacuação deverá ser proposta pelo COS ao respectivo Posto de Comando e validado pelo director do plano; A orientação da evacuação e a coordenação da movimentação das populações é da responsabilidade das forças de segurança;

34 ÁREAS DE INTERVENÇÃO 3-11 Após definição das áreas a evacuar, o tráfego rodoviário externo deverá ser reencaminhado pelas forças de segurança, as quais poderão criar barreiras de encaminhamento de tráfego; A população a evacuar dirige-se às ZCI cuja localização é divulgada pelo PCMun; As forças de segurança definem os itinerários de evacuação a utilizar a partir da ZCI com destino à ZCAP; A evacuação entre a ZCI e a ZCAP é garantida pelos Corpos de Bombeiros, empresas públicas e privadas de transportes, pela Câmara Municipal e Juntas de Freguesia e acompanhada preferencialmente por entidades de apoio eventual; O regresso das populações às áreas anteriormente evacuadas deve ser controlado pelas forças de segurança, tendo em vista a manutenção das condições de tráfego; As ZCI e ZCAP encontram-se prevista e cartografadas em ÁREA DE MANUTENÇÃO DA ORDEM PÚBLICA ENTIDADE COORDENADORA Forças de Segurança ENTIDADES INTERVENIENTES Forças de Segurança ENTIDADES DE APOIO EVENTUAL Empresas de segurança privada Prioridades de Acção Garantir a manutenção da lei e da ordem. Proteger os bens pessoais, impedindo roubos e pilhagens; Garantir a segurança de infra-estruturas consideradas sensíveis ou indispensáveis às operações de protecção civil (tais como instalações de agentes de protecção civil, hospitais ou escolas); Proteger as áreas e propriedades abandonadas e ou que sofreram colapso, as quais podem estar sujeitas a saque ou outras actividades criminosas; Garantir o controlo de acessos ao Posto de Comando a pessoas devidamente autorizadas; Assegurar o condicionamento de acesso de pessoas e veículos ao teatro de operações; Garantir a segurança da área no teatro de operações em estreita coordenação com outros agentes de protecção civil.

35 ÁREAS DE INTERVENÇÃO 3-12 Segurança Pública A manutenção da ordem pública é competência primária das forças de segurança; Compete às forças de segurança patrulhar as zonas evacuadas com vista a proteger a propriedade privada e impedir roubos e pilhagens; Compete às forças de segurança garantir a segurança de estabelecimentos públicos ou de infra-estruturas consideradas sensíveis; O tráfego rodoviário em direcção às zonas de sinistro deverá ser reencaminhado pelas forças de segurança, de modo a não interferir com a mobilidade das forças de intervenção. Poderão criar barreiras ou outros meios de controlo, bem como corredores de emergência. Perímetros de Segurança e Segurança de Área (conceitos) Perímetro de Segurança: separação física de local; espaço ou área, assegurada ou não por elementos das forças de segurança, que visa reduzir, limitar ou impedir o acesso de pessoas, veículos ou outros equipamentos a locais onde não estão autorizados a permanecer; Segurança de Área: missão de garantir a segurança no interior do perímetro existente, que pode ser assegurado pelas forças de segurança e ou pelas forças armadas; Área de Segurança Vermelha: espaço onde está instalado a estrutura central e fulcral do posto de comando, nomeadamente o PCMun; Área de Segurança Amarela: espaço onde estão instaladas as infra-estruturas de apoio logístico, nomeadamente os espaços de refeição e convívio, zonas sanitárias e locais de armazenamento de material ou equipamento não sensível; Área de Segurança Verde: espaço destinado aos órgãos de comunicação social. Perímetros de Segurança Interior Em termos de segurança na área do PCMun, o perímetro de segurança será garantido por barreiras físicas, com controlo de acessos e com segurança da força policial; A força de segurança garante o acesso á área vermelha quem for possuidor do cartão de acesso adequado; O cartão de segurança com cor vermelha permite o acesso a todas as áreas no perímetro exterior.

36 ÁREAS DE INTERVENÇÃO 3-13 Execução dos Perímetros de Segurança (teatro de operações) As forças de segurança garantem, dentro do possível, o condicionamento, o controlo e impedem o acesso de pessoas e veículos à área afectada; As forças de segurança permitem a entrada e saída de viaturas de emergência e de protecção civil na área afectada; As forças de segurança garantem a segurança de instalações sensíveis; As forças de segurança garantem a segurança física de pessoas e bens na área afectada. 3.7 ÁREA DE SERVIÇOS MÉDICOS E TRANSPORTE DE VÍTIMAS ENTIDADE COORDENADORA Autoridade de Saúde ENTIDADES INTERVENIENTES Corpos de Bombeiros, INEM e Delegações da CVP ENTIDADES DE APOIO EVENTUAL Corpos de Bombeiros e Forças Armadas Prioridades de Acção Garantir a prestação de cuidados médicos de emergência nas áreas atingidas, nomeadamente a triagem, estabilização e transporte de vítimas para as Unidades de Saúde; Coordenar as acções de saúde pública; Estabelecer áreas de triagem das vítimas; Assegurar a montagem, organização e funcionamento de Postos Médicos Avançados; Assegurar a montagem, organização e funcionamento de hospitais de campanha; Determinar os hospitais de evacuação; Implementar um sistema de registo de vítimas desde o Teatro de Operações até à Unidade de Saúde de destino; Inventariar, convocar, reunir e distribuir o pessoal dos Serviços de Saúde, nas suas diversas categorias, de forma a reforçar e ou garantir o funcionamento de serviços temporários e ou permanentes; Inventariar danos e perdas nas capacidades dos serviços de saúde, bem como das que se mantêm operacionais na zona do sinistro;

37 ÁREAS DE INTERVENÇÃO 3-14 Organizar o fornecimento de recursos médicos; Criar locais de recolha de sangue em locais chave e assegurar a sua posterior distribuição pelas unidades de saúde carenciadas. Procedimentos e Instruções de Coordenação Instruções Especificas A triagem primária é da competência da área de intervenção de socorro e salvamento. O INEM e a CVP colaboram nessa acção de acordo com as suas disponibilidades; A localização dos postos de triagem é identificada em colaboração com os corpos de bombeiros e deverá estar tão perto quanto possível das áreas mais afectadas dentro da zona de sinistro, respeitando as necessárias distâncias de segurança. O material sanitário está a cargo das Entidades e Organismos próprios intervenientes no acidente ou catástrofe. Poderão ser constituídos na instalação dos Centros de Saúde, e das Forças de Socorro, postos de fornecimento de material sanitário através de requisição, devendo os pedidos dar entrada na CMPC.

38 ÁREAS DE INTERVENÇÃO ÁREA DE BUSCA, SOCORRO E SALVAMENTO ENTIDADE COORDENADORA Bombeiros ENTIDADES INTERVENIENTES Corpos de Bombeiros, Forças de Segurança, INEM e Delegações da CVP ENTIDADES DE APOIO EVENTUAL Forças Armadas Prioridades de Acção Avaliar as áreas afectadas onde deverão ser desencadeadas acções de busca e salvamento; Assegurar a minimização de perdas de vidas, através da coordenação das acções de busca e salvamento; Proceder à extinção e ou controle de incêndios, dando prioridade aos que se traduzam numa ameaça directa às populações; Assegurar as operações de socorro e evacuação primária, assistência a feridos e evacuações secundárias; Supervisionar e enquadrar operacionalmente eventuais equipas de salvamento oriundas de organizações voluntárias; Colaborar na determinação de danos e perdas. Procedimentos e Instruções de Coordenação

39 ÁREAS DE INTERVENÇÃO 3-16 Instruções Especificas Os corpos de bombeiros asseguram primariamente as operações de busca e salvamento e de combate a incêndios; As forças de segurança participam primariamente nas operações que se desenvolvem nas respectivas áreas de actuação, podendo actuar em regime de complementaridade nas restantes; As forças de segurança participam nas operações com as valências de busca e salvamento através do empenho de equipas cinotécnicas; As forças de segurança asseguram a escolta e segurança dos meios dos corpos de bombeiros em deslocamento para as operações; As forças armadas participam nas operações de busca e salvamento na medida das suas capacidades. 3.9 ÁREA DE SERVIÇOS MORTUÁRIOS ENTIDADE COORDENADORA ENTIDADES INTERVENIENTES Ministério Público Autoridade de Saúde e Forças de Segurança ENTIDADES DE APOIO EVENTUAL Prioridades de Acção Assegurar a criação de equipas para avaliação das vítimas; Assegurar o correcto tratamento dos cadáveres; Assegurar a constituição das Zonas de Reunião de Mortos (ZRnM) e dos Necrotérios Provisórios (NecPro); Garantir uma eficaz recolha de informações que possibilite proceder, com a máxima rapidez e eficácia, à identificação dos cadáveres, nomeadamente no que respeita à: colheita de dados Post-mortem (PM), colheita de dados Ante-mortem (AM) e cruzamento de dados PM/AM; Assegurar a presença das forças de segurança nos locais onde decorrem operações de mortuária de forma a garantir a manutenção de perímetros de segurança; Assegurar a integridade das zonas onde foram referenciados e recolhidos os cadáveres com vista a garantir a preservação de provas, a análise e recolha das mesmas;

40 ÁREAS DE INTERVENÇÃO 3-17 Garantir a capacidade de transporte de cadáveres ou partes de cadáveres; Garantir uma correcta tramitação processual de entrega dos corpos identificados. Procedimentos e Instruções de Coordenação Instruções Especificas A aposição de tarja negra e de etiqueta numa vítima sob supervisão de um médico corresponde à verificação do óbito, devendo ser feito na triagem de emergência primária, sempre que possível; O chefe da equipa de avaliação é o representante da força de segurança. O médico que integra a equipa é enviado pela autoridade de saúde; Sendo localizado um corpo sem sinais de vida e sem tarja negra oposta, o médico da equipa verificará o óbito e procederá à respectiva etiquetagem em colaboração com o elemento da força de segurança. Caso sejam detectados indícios de crime, o chefe de equipa poderá solicitar exame por perito médicolegal, antes da remoção do cadáver para a ZRnM; A autorização da remoção de cadáveres ou partes de cadáveres, do local onde foram inspeccionados até a ZRnM, haja ou não haja suspeita de crime, cabe ao Ministério Publico (MP);

41 ÁREAS DE INTERVENÇÃO 3-18 A autorização do MP para remoção é transmitida mediante a identificação do elemento policial que chefia a equipa, dia, hora e local de remoção, conferência do número total de cadáveres ou partes de cadáveres cuja remoção se solicita, com menção do número identificador daqueles em relação aos quais haja suspeita de crime; A autorização antecedente é solicitada ao magistrado do MP designado ou integrado na estrutura municipal, ou, em caso de impossibilidade, noutra estrutura onde esteja presente; Compete à força de segurança promover a remoção dos cadáveres ou partes dos cadáveres devidamente etiquetados e acondicionados em sacos apropriados, podendo para o efeito requisitar a colaboração de quaisquer entidades públicas ou privados. O MP autoriza a remoção dos cadáveres ou partes dos cadáveres do local onde foram etiquetados para as ZRnM e destas para os NecPro, para realização, nestes, de autópsia médico-legal e demais procedimentos tendentes à identificação, estabelecimento de causa de morte e subsequente destino do corpo ou partes ou fragmentos anatómicos; Compete à Câmara Municipal providenciar equipamento para os NecPro de acordo com as indicações do Instituto de Medicina Legal. A identificação de cadáveres resulta exclusivamente de técnicas médico-legais e policiais, devidamente registadas; Deverá ser assegurada a presença de representantes do Instituto de Registos e Notariado nos NecPro para proceder ao assento de óbitos e garantir toda a tramitação processual e documental associada; Relativamente a vítimas de nacionalidade estrangeira, será accionado no NecPro o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras; Com a missão de recolha de dados antemortem, promover-se-á a activação de um ou mais centros de recolha de informação, conforme decisão do MP; Os cadáveres que se encontrem nos postos de triagem ou hospitais campanha são encaminhados para a ZRnM; Compete à entidade gestora das ZRnM e NecPro fornecer ao MP a informação sobre vítimas falecidas; Os cadáveres e partes de cadáveres que não forem entregues a pessoas com legitimidade para o requerer, podem ser conservadas em frio ou inumadas provisoriamente, se necessário em sepultura comum, assegurando-se a identificabilidade dos mesmos, até à posterior inumação ou cremação individual definitiva. A ZRnM e o NecPro é instalada no Cemitério Azambuja I - Rua Engenheiro José Duarte Ferreira, conforme cartografia em , funcionando como locais alternativos o quartel dos Bombeiros de Azambuja e o Quartel dos Bombeiros de Alcoentre.

42 ÁREAS DE INTERVENÇÃO ÁREA DE APOIO SOCIAL Entidade Coordenadora Entidades Intervenientes Segurança Social Segurança Social, CMA, Santa Casa da Misericórdia da Azambuja Entidades de Apoio Eventual Escuteiros e Voluntários e Benévolos Prioridades de Acção Garantir a prestação de serviço social; Assegurar a activação de Zonas de Concentração e Alojamento das Populações (ZCAP) e informar as forças de socorro e os cidadãos da sua localização através dos canais disponíveis e mais apropriados; Garantir a criação de abrigos de emergência temporários; Garantir a recepção, registo, pesquisa, diagnóstico de necessidades e assistência individual a evacuados e vitimas; Manter um registo actualizado do número de vítimas assistidas e com necessidade de continuidade de acompanhamento; Assegurar a actualização da informação, nos Centros de Pesquisa e Localização, através de listas com identificação nominal das vítimas e evacuados nas ZCAP; Mobilizar reservas alimentares e garantir a recepção e gestão de bens essenciais (alimentos, agasalhos, roupas) que sejam entregues nas ZCAP para apoio a vítimas e evacuados; Efectuar a segurança de área das ZCAP.

43 ÁREAS DE INTERVENÇÃO 3-20 Procedimentos e Instruções de Coordenação Instruções Especificas As ZCAP correspondem aos locais de acolhimento e alojamento temporário da população evacuada; A primeira acção a desenvolver sempre que alguém dê entrada numa ZCAP é o seu registo (nome, idade, morada anterior e necessidades especiais). O Instituto de Segurança Social assegura a constituição das equipas técnicas para recepção, atendimento e encaminhamento da população nas ZCAP. A alimentação, abrigo provisório e agasalho das populações evacuadas, será encargo da Câmara Municipal de Azambuja. As ZCAP encontram-se identificadas na cartografia em ÁREA DE APOIO PSICOLÓGICO ENTIDADE COORDENADORA Autoridade de Saúde ENTIDADES INTERVENIENTES Forças de Segurança, INEM, Delegações da CVP e Segurança Social. ENTIDADES DE APOIO EVENTUAL CMA Prioridades de Acção Assegurar o apoio psicológico imediato a prestar às vítimas primárias, secundárias no teatro de operações (TO);

44 ÁREAS DE INTERVENÇÃO 3-21 Coordenar os mecanismos de evacuação das vítimas primárias e secundárias do TO para as Zonas de Apoio Psicológico (ZAP) e destas para as Zonas de Concentração e Apoio às Populações (ZCAP); Assegurar o apoio psicológico às vítimas terciárias; Coordenar os mecanismos de evacuação das vítimas terciárias para locais exclusivos para esse efeito; Assegurar o apoio psicológico de continuidade presente nas ZCAP. Procedimentos e Instruções de Coordenação Instruções Especificas O apoio psicológico imediato às vítimas primárias e secundárias no TO será realizado na ZAP; As acções a desenvolver nas ZAP são respeitantes a recepção e estabilização de vítimas, levantamento de necessidades psicossociais, identificação e recolha de informação das mesmas; Sempre que necessário o INEM gere a evacuação das vítimas; As ZAP devem articular-se com as ZCAP quanto à comunicação de dados e com o COS quanto à escolha de informação com relevância operacional; O apoio psicológico às vítimas terciárias é responsabilidade primária das respectivas entidades. As vítimas terciárias são acompanhadas em locais reservados e exclusivos para o efeito; O apoio psicológico de continuidade a realizar nas ZCAP, é responsabilidade da Segurança Social;

45 ÁREAS DE INTERVENÇÃO 3-22 O apoio psicológico às vítimas secundárias que se encontram nas ZRnM e NecPro é coordenado pelo PCMun ÁREA DE CONTROLO DE MATÉRIAS PERIGOSAS ENTIDADE COORDENADORA Bombeiros ENTIDADES INTERVENIENTES Bombeiros, Forças Armadas, Forças de Segurança e Delegações da CVP ENTIDADES DE APOIO EVENTUAL CMA Prioridades de Acção Determinar a natureza e extensão dos acidentes provocados pela fuga ou derrame de matérias perigosas; Estabelecer uma capacidade de resposta coordenada, dando prioridade à contenção dos derrames e à limitação de situações envolvendo riscos para a vida humana; Criar equipas especiais para a identificação das substâncias perigosas; Garantir a intervenção imediata de equipa NRBQ; Assegurar a zonagem de segurança do local dos acidentes provocados por fugas ou derrames; Assegurar a descontaminação da população afectada.

46 ÁREAS DE INTERVENÇÃO 3-23 Procedimentos e Instruções de Coordenação 3.13 ÁREA DE AVALIAÇÃO DE ESTRUTURAS ENTIDADE COORDENADORA CMA ENTIDADES INTERVENIENTES CMA ENTIDADES DE APOIO EVENTUAL Forças Armadas. Prioridades de Acção Avaliar tecnicamente os danos em estruturas; Classificar as estruturas quanto à sua usabilidade; Determinar a necessidade de evacuação dos edifícios; Determinar o fecho de corredores de circulação; Assistir nas actividades operacionais que requeiram suporte técnico de engenharia e ou trabalhos de construção.

47 ÁREAS DE INTERVENÇÃO 3-24 Procedimentos e Instruções de Coordenação Instruções Especificas O fluxograma anterior apenas se aplica á avaliação estrutural de edifícios, infraestruturas vitais e vias de comunicação; A avaliação de estruturas será realizada por equipas de avaliação técnica de estruturas as quais terão a missão de reconhecer e avaliar a estabilidade e operacionalidade das estruturas; As equipas de avaliação técnica de estruturas serão compostas preferencialmente por elementos provenientes da Câmara Municipal, com formação na área da engenharia civil. Em caso de necessidade poderão ser mobilizados para as equipas de avaliação técnica de estruturas outros especialistas designados para o efeito por entidades constantes no plano; Os resultados das avaliações são comunicados ao posto de comando; As acções de reabilitação, recuperação ou demolição serão da responsabilidade dos respectivos proprietários ou gestores, os quais mobilizarão os meios necessários. No caso de infra-estruturas de manifesto interesse público, poderão ser mobilizados meios das forças armadas; As acções de segurança imediata serão coordenadas pela protecção civil municipal e executadas por meios dos corpos de bombeiros, da câmara municipal, forças armadas e empresas de obras públicas.

48 ÁREAS DE INTERVENÇÃO PROTOCOLOS INSTITUCIONAIS A Câmara Municipal da Azambuja tem à data protocolos firmados com instituições locais, no sentido de assegurar que, de uma forma mais célere, os equipamentos, bens ou serviços serão disponibilizados no dia-a-dia e em caso de acidente grave ou catástrofe, nomeadamente com as Associações de Bombeiros, Núcleos da Cruz Vermelha Portuguesa, Associação de Caçadores, APAS Floresta e Radioamadores. Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alcoentre e Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alcoentre Âmbito É atribuição das Autarquias locais assegurar a protecção civil na área do Município. É necessário dotar o Município de Azambuja de um dispositivo operacional que assegure em permanência, o socorro das populações em situações de emergência. O presente protocolo obriga os Bombeiros Voluntário de Alcoentre bem como os Bombeiros Voluntários de Azambuja a criar e manter um Grupo de Intervenção Permanente com o objectivo de assegurar em permanência serviços de socorro às populações designadamente nos casos de: combate a incêndios; socorro às populações em caso de incêndio, inundação, desabamento, abalroamento e em todos os acidentes, catástrofes ou calamidades; socorro a náufragos; socorro a sinistrados e doentes, incluindo a urgência pré-hospitalar; minimização de riscos em situações de acidente iminente e colaboração em outras actividades de protecção civil, no âmbito do exercício das funções específicas que são cometidas aos corpos de bombeiros. Delegações da Cruz Vermelha Portuguesa Aveiras de Cima, Manique do Intendente e Quebradas Âmbito É atribuição das Autarquias locais assegurar a protecção civil na área do Município. É necessário dotar o Município de Azambuja de um dispositivo operacional que assegure em permanência, o socorro das populações em situações de emergência. O presente protocolo obriga as Delegações da Cruz Vermelha Portuguesa de Aveiras de Cima, Manique do Intendente e Quebradas a criar e manter um Grupo de Socorristas com o objectivo de assegurar em permanência serviços de socorro às populações, designadamente nos casos de: socorro às populações em caso de inundações, desabamentos, abalroamentos e em todos os acidentes, catástrofes ou calamidades; socorro a sinistrados e doentes, incluindo a urgência pré-hospitalar e a minimização de risco em situações de acidente eminente. Radioamadores do Ribatejo Âmbito As telecomunicações de emergência constituem um meio fundamental para assegurar o comando, controlo e coordenação das operações e socorro e protecção civil, quer em tempo normal, quer em tempo de catástrofe ou calamidade. É necessário criar condições para que, no âmbito dessas telecomunicações de emergência, sejam exploradas as potencialidades e

49 ÁREAS DE INTERVENÇÃO 3-26 características do radioamadorismo, em prol da actividade de Protecção Civil, com o objectivo de, em caso de acidente grave, catástrofe ou calamidade, poderem ser desencadeadas de imediato as mais urgentes medidas de socorro, contribuindo para o restabelecimento das comunicações de emergência. O voluntariado é uma actividade inerente ao exercício que se traduz numa relação solidária para com o próximo, participando, de forma livre e organizada, na solução dos problemas que afectam a sociedade em geral. O trabalho voluntário representa hoje um dos instrumentos básicos de participação da sociedade civil nos mais diversos domínios de actividade e, nomeadamente, na actividade de Protecção Civil. Neste contexto, no âmbito das competências do Serviço Municipal de Protecção Civil (SMPC), e no sentido de complementar a rede de comunicações foi celebrado este protocolo de colaboração. Autoridade Florestal Nacional - Equipa de Sapadores Florestais Âmbito As atribuições e competências do Gabinete Técnico Florestal (GTF) do Município de Azambuja no âmbito da prevenção e protecção da floresta contra incêndios, e atenta à insuficiência de meios que lhe permitam assegurar cabalmente essas funções. A Autoridade Florestal Nacional (AFN), propôs ao Município de Azambuja a celebração de protocolo que visa a concessão de apoio financeiro à constituição e funcionamento de uma equipa de Sapadores Florestais a operar no Concelho de Azambuja, assim como para a aquisição de equipamento técnico. O Plano Nacional de Defesa da Floresta contra Incêndios, aprovado pela Resolução de Conselho de Ministros n.º 65/2006, de 26 de Maio, estabelece que politica de defesa da floresta contra incêndios deve garantir a existência de estruturas dotadas de capacidade e conhecimentos específicos adequados para o desenvolvimento de acções de prevenção, vigilância, de apoio ao combate e de rescaldo e vigilância pós-rescaldo.

50 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4.1 SECÇÃO I 4.2 ORGANIZAÇÃO DA PROTECÇÃO CIVIL EM PORTUGAL Apresenta-se nesta secção uma caracterização da organização geral da Protecção Civil em Portugal, de acordo com a Lei de Bases da Protecção Civil (Lei nº. 27/2006) Estrutura da Protecção Civil Apresenta-se na tabela seguinte a estrutura e organização da Protecção Civil de acordo com o âmbito territorial de intervenção. ÂMBITO TERRITORIAL DIRECÇÃO CONSTITUIÇÃO Assembleia da República - Governo - Nacional Primeiro-ministro Conselho de Ministros MAI CNPC ANPC Distrital Governador Civil CDPC Municipal Presidente da Câmara CMPC SMPC Apresenta-se em diagrama a estrutura municipal de protecção civil.

51 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR Estruturas das Operações No quadro seguinte apresentam-se os responsáveis pela Estrutura das Operações a desenvolver em situações de emergência e de acordo com o âmbito de intervenção territorial (Distrital e Municipal). ÂMBITO TERRITORIAL COMANDO OPERACIONAL COORDENAÇÃO INSTITUCIONAL Distrital CODIS CCOD - CDOS Municipal COM SMPC Sistema Integrado de Operações de Protecção Socorro (SIOPS) O objectivo do SIOPS é definir um conjunto de estruturas, normas e procedimentos, para que todos os agentes de Protecção Civil actuem de uma forma articulada e sob um comando único, sem prejuízo da respectiva dependência hierárquica e funcional. O SIOPS foi desenvolvido com base em estruturas de coordenação operacional, de âmbito nacional e distrital, onde se compatibilizam todas as instituições necessárias para fazer face a acidentes graves e catástrofes. Neste sentido é importante que a estrutura de intervenção definida neste PME tenha em consideração este Sistema, dando-se especial atenção ao nível de coordenação distrital. Organização do Sistema de Gestão de Operações O sistema de gestão de operações é a forma de organização operacional que se desenvolve de uma forma modular de acordo com a importância e o tipo de ocorrência. De seguida apresentam-se alguns procedimentos relacionados com este Sistema de Gestão:

52 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-3 Sempre que uma força de socorro de uma qualquer organização seja accionada para uma ocorrência, o chefe da 1ª força a chegar ao local assume de imediato o comando das operações e garante a construção de um sistema evolutivo de comando e controlo das operações até à chegada do COM; A decisão do desenvolvimento da organização existente no teatro de operações é da responsabilidade do comandante das operações, que a deve tomar sempre que os meios disponíveis no ataque inicial se revelem insuficientes; O comando das operações deve ter em conta a adequação técnica dos agentes presentes no teatro de operações e a sua competência legal. Configuração do sistema de gestão de operações O sistema de gestão de operações configura-se nos níveis estratégico, táctico e de manobra. Nível Estratégico: Determinação da estratégia adequada face à ocorrência; Estabelecimentos dos objectivos gerais da operação; Definição de prioridades; Elaboração e actualização periódica do plano estratégico de acção; Recepção e colocação de meios de reforço; Previsão e planeamento de resultados; Fixação de objectivos específicos a nível táctico. Nível Táctico: Dirigir as actividades operacionais tendo em consideração os objectivos a alcançar de acordo com a estratégia definida. Nível de Manobra: Determinar as tarefas específicas de acordo com os objectivos tácticos definidos. Estas tarefas são normalmente realizadas e desenvolvidas com meios humanos e com o apoio de meios técnicos.

53 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR MECANISMOS DA ESTRUTURA DE PROTECÇÃO CIVIL Composição, convocação e competências da Comissão de Protecção Civil No quadro seguinte apresenta-se a composição, convocação e competências da Comissão Municipal de Protecção Civil, assim como o elemento responsável pela sua convocação. ENTIDADE/NOME CONVOCAÇÃO COMPOSIÇÃO COMPETÊNCIAS Comissão Municipal de Protecção Civil (CMPC) Director do Plano Presidente da Câmara Municipal Comandante Operacional Municipal; Um representante do comando dos Bombeiros Voluntários de Alcoentre; Um representante do comando dos Bombeiros Voluntários da Azambuja; Um representante da GNR da Azambuja; Um representante da GNR de Aveiras de Cima; A autoridade de saúde do município; Director do Centro de Saúde; Director do Hospital Reynaldo dos Santos; Um representante dos serviços de segurança social; Um representante da CVP / Aveiras de Cima; Um representante da CVP / Manique do Intendente; Um representante da CVP / Quebradas; Representante das Juntas de Freguesia; Representante do Ministério Público; Um representante dos Escuteiros; Um representante da Santa Casa da Garantir a elaboração do Plano Municipal de Emergência, remetêlo para aprovação pela CNPC e acompanhar a sua execução; Determinar o accionamento dos planos, quando tal se justifique.

54 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-5 ENTIDADE/NOME CONVOCAÇÃO COMPOSIÇÃO COMPETÊNCIAS Misericórdia da Azambuja; Representantes de outras entidades e serviços implantados no município. Os representantes nomeados em sede da CMPC pelas diversas entidades intervenientes, são convocados por ordem do Director do Plano. Para o efeito são considerados três formatos de convocação: Contacto telefónico com a entidade que o superintende, que posteriormente fará o contacto com o seu representante; Contacto telefónico com o próprio; Deslocação de viaturas da CMA e/ou outra entidade disponível para aviso e eventual transporte. Em encontra-se a lista de contactos da CMPC Critérios e Âmbito para a Declaração de Situações de Alerta As declarações de situações de alerta, é um mecanismo à disposição da autoridade política de protecção civil para potenciar a adopção de medidas a desencadear na ocorrência de um acidente grave ou catástrofe. Tal declaração é realizada de acordo com a natureza dos acontecimentos a enfrentar e atendendo à gravidade e extensão dos seus efeitos. Critérios: A situação de alerta pode ser declarada quando, face à ocorrência ou eminência de ocorrência de acidente grave ou catástrofe, é reconhecida a necessidade de adoptar medidas preventivas e ou medidas especiais de reacção. Compete ao Presidente da Câmara Municipal (Director do Plano) declara a situação de Alerta. Âmbito: Para além das medidas especialmente determinadas pela natureza da ocorrência, a declaração de situação de alerta dispõe expressamente sobre: A obrigatoriedade de convocação da CMPC; O estabelecimento dos procedimentos adequados à coordenação técnica e operacional dos serviços e agentes de Protecção Civil, bem como dos recursos a utilizar; O estabelecimento das orientações relativas aos procedimentos de coordenação da intervenção das forças e serviços de segurança; A adopção de medidas preventivas adequadas à ocorrência.

55 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-6 A declaração da situação de alerta determina uma obrigação especial de colaboração dos meios de comunicação social, em particular das rádios e das televisões, visando a divulgação das informações relevantes relativas à situação Sistema de Monitorização, Alerta e Aviso O sistema de monitorização, alerta e aviso em uso na área geográfica coberta pelo presente Plano destina-se a assegurar que na ocorrência de uma emergência, tanto as entidades intervenientes no Plano como as populações expostas tenham a capacidade de agir de modo a salvaguardar vidas e a proteger bens. Como tal, nas suas três vertentes, visa proporcionar uma eficaz vigilância do risco, um rápido alerta aos agentes de protecção civil e entidades envolvidas no Plano e um adequado aviso à população SISTEMA DE MONITORIZAÇÃO Existem diversos sistemas de monitorização para as diferentes tipologias de risco: Sistema de Avisos Meteorológicos do Instituto de Meteorologia (situações meteorológicas adversas); Sistema de Vigilância e Alerta de Recursos Hídricos do Instituto da Água (cheias); Índice Ícaro (ondas de calor); Sistema de Vigilância de Emergências Radiológicas da Agência Portuguesa do Ambiente (emergências radiológicas); Monitorização da Actividade Sísmica (Instituto de Meteorologia); Monitorização e Vigilância de Incêndios Florestais (PMDFCI da Azambuja). No município da Azambuja a monitorização será efectuada com base nos sistemas nacionais referidos, da cartografia existente para o efeito e através do conhecimento dos dados históricos de ocorrências recolhidos ao longo dos últimos, nomeadamente em situações de cheia e de incêndios florestais SISTEMA DE ALERTA Face aos dados disponibilizados pelos diversos sistemas de monitorização, a ANPC através do CNOS, notifica imediatamente as autoridades de protecção civil de nível nacional, os agentes de protecção civil e os CDOS. Os CDOS notificam de imediato os SMPC e os agentes de protecção civil de nível distrital. Por sua vez os SMPC notificam de imediato os agentes de protecção a nível municipal e as diversas entidades de apoio.

56 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR SISTEMA DE AVISO No que respeita aos sistemas de aviso, existem diversos dispositivos para o efeito (sirenes, telefones, viaturas com megafones, estações de rádio locais, televisão, etc.) pelo que a decisão do meio a adoptar terá que ser baseada na extensão da zona afectada, no tipo, dimensão e dispersão geográfica da população a avisar (pequenas povoações rurais, grandes aglomerados urbanos, quintas dispersas, etc.), na proximidade geográfica dos agentes de Protecção Civil e nos meios e recursos disponíveis. Deve ainda ser tomado em atenção que uma situação pode ocorrer durante o dia útil de trabalho, à noite ou durante os fins-de-semana, o que não só faz variar a localização da população aquando de um possível acidente, mas também a forma de poderem receber o aviso, pelo que diferentes procedimentos de aviso devem ser contemplados para diferentes períodos do dia e da semana. Para populações de pequena dimensão pode utilizar-se o aviso automático através da rede telefónica, o que requer que listas de residências e empregos com a respectiva localização e números de telefones sejam elaboradas e mantidas actualizadas. Porém, haverá que considerar formas de aviso (por exemplo, emissão de mensagens escritas ou difusão celular para telemóveis) para a população em movimento que não está nas suas residências ou nos seus locais de emprego. Outro meio de aviso à população é o uso de megafones, em que a utilização de carros auxilia à cobertura de maiores áreas num menor espaço de tempo. Estações de rádio locais, ou mesmo de televisão, podem também ser utilizadas para uma rápida difusão do aviso. Dado que o aviso à população é uma acção crucial para minorar o número de vítimas, e que é difícil que qualquer dos meios seleccionados abranja toda a população potencialmente afectada, deverá ser prevista a redundância de meios de aviso. 4.4 SECÇÃO II 4.5 CARACTERIZAÇÃO GERAL DO CONCELHO Caracterização Geral ENQUADRAMENTO ADMINISTRATIVO E EXTENSÃO TERRITORIAL A delimitação administrativa do município da Azambuja abrange o território localizado na Bacia Hidrográfica do Rio Tejo e está integrado ma Comunidade Urbana da Lezíria do Tejo. A Azambuja é um município com uma área de 262,65 Km 2, distribuído por 9 freguesias. Sendo cerca 50% da área do município ocupada por espaços florestais. O município apresenta um aspecto longo e disparo com as gentes ligados ao Rio e à Terra. O baixo Concelho, a Sul, com as Lezírias de fertilidade invulgar, com uma monocultura intensiva. O alto Concelho, a Norte, freguesias rurais, com uma policultura intensiva, com destaque para o pequeno proprietário vitivinícola.

57 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-8 Este município, pertence ao distrito de Lisboa e está integrado em termos europeus na NUT II - Alentejo e NUT Lezíria Tejo. A Azambuja é limitada a Norte pelo município de Rio Maior, a Nordeste pelo município de Santarém, a Este pelo município do Cartaxo, a Sudeste pelo município de Salvaterra de Magos, a Sul pelos municípios de Benavente e Vila Franca de Xira e a Oeste pelos municípios de Alenquer e Cadaval. Ainda a Sul uma barreira natural muito importante, o Rio Tejo. Figura 3 Mapa do Enquadramento geográfico do Município da Azambuja e municípios vizinhos (Fonte: PMDFCI) O município da Azambuja possui uma área total de 262,65 Km 2 e divide-se em nove freguesias: Alcoentre (47,05 Km 2 ), Aveiras de Cima (26,15 Km 2 ), Aveiras de Baixo (18,89 Km 2 ), Azambuja (83,38 Km 2 ), Maçussa (7,75 Km 2 ), Manique do Intendente (35,69 Km 2 ), Vale do Paraíso (4,45 Km 2 ), Vila Nova da Rainha (24,94 Km 2 ), Vila Nova de São Pedro (14,36 Km 2 ) Caracterização física OROGRAFIA, HIDROGRAFIA E FLORA CARACTERIZAÇÃO BIOFÍSICA RELEVO O município da Azambuja não tem um relevo muito acidentado, variando entre 0 80 metros na área da Lezíria, Mouchões e Sul do município, e cotas na ordem dos 200 metros em Espinhaço de Cão (183 m) e na Espinheira (182 m) na freguesia de Alcoentre.

58 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-9 O mapa hipsométrico do município da Azambuja apresenta a repartição espacial das classes de altitude em 7 classes (0-40 a metros). Figura 4 Mapa Hipsométrico do município da Azambuja (Fonte: PMDFCI)

59 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-10 Os declives acima da classe altimétrica m variam entre os 5º e os 35º, situando-se estes na freguesia de Alcoentre na localidade da Espinheira onde se inicia a Serra de Montejunto. Na área da lezíria o declive varia entre os 0º e os 2º. Os declives dominantes estão entre os 2º e os 15º. Figura 5 Mapa de Declives do município da Azambuja (Fonte: PMDFCI) CLIMA O município da Azambuja, apresenta um clima de tipo temperado, com uma estação seca e quente no verão e invernos frescos e moderadamente chuvosos. Neste município não existe qualquer estação meteorológica, tendo sido utilizados os dados meteorológicos da estação da Fonte Boa, freguesia da Póvoa da Isenta no município de Santarém (Estação Zootécnica, Fonte Boa, Santarém 39º12`N - 8º 44`W). Os dados em análise referem-se ao período de

60 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-11 Figura 6 Estação climatológica, Estação Zootécnica Fonte Boa, Santarém (Fonte: PMDFCI, Os dados apresentam uma temperatura média anual de 16,32ºC, de 21,8ºC para a média das temperaturas máximas e de 33,1ºC para os valores máximos. O mês de Janeiro é o mês que apresenta os valores mais baixos com uma média mensal de 10,2ºC e a média das máximas de 14,6ºC e o mês de Agosto é o mês com valores mais elevados com uma média mensal de 22,9ºC e a média das máximas de 30ºC.

61 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-12 Gráfico 1 Valores mensais de temperatura média, média das temperaturas máximas e valores máximos no município da Azambuja entre (Fonte: PMDFCI Estação Zootécnica da Fonte Boa Santarém) A humidade relativa mensal do ar apresenta o valor mais elevado às 09H00 no mês de Janeiro com 88% e o valor mais baixo no mês de Julho com 73%. Às 18H00 o valor mais elevado regista-se no mês de Janeiro com 79% e o valor mais baixo no mês de Agosto com 63%. Gráfico 2 Humidade relativa mensal no município da Azambuja às 09H00 e 18H00 entre (Fonte: PMDFCI Estação Zootécnica da Fonte Boa Santarém)

62 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-13 A precipitação anual reparte-se de forma desigual ao longo do ano, onde os valores mais elevados de precipitação decorrem durante o período do Outono e Inverno. O mês de Julho é o que regista menor precipitação (3,4 mm) e o mês de Novembro regista a maior precipitação (100,6mm). As máximas diárias de precipitação registam-se no mês de Novembro (111,7mm) e o menor valor diário de precipitação regista-se no mês de Julho (23,2mm). No período em análise o valor médio total de precipitação é de 57,1mm e o valor das máximas diárias é em média de 57,6mm. Gráfico 3 Precipitação mensal no município da Azambuja - Média total e máximas diárias em diversos períodos entre (Fonte: PMDFCI Estação Zootécnica da Fonte Boa Santarém) A velocidade e a frequência dos ventos são apresentadas no quadro seguinte. A velocidade média do vento varia ao longo do ano entre os 0,0 Km/h no mês de Junho e os 12,6 Km/h no mês de Abril, sendo proveniente de Sul as maiores velocidades. A frequência preferencial do vento é de Noroeste (NW) ao longo de todo o ano.

63 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-14 Figura 7 Médias mensais da frequência e velocidade do vento no município da Azambuja entre (Fonte: PMDFCI INAG) Conforme apresentado na figura 8 o município da Azambuja é abrangido por várias exposições, destacando-se a área plana da lezíria a Sul. As vertentes a Sul e a Sudeste, apresentam temperaturas relativamente mais elevadas e humidade mais reduzidas, por serem mais soalheiras. As exposições a Norte, apresentam temperaturas mais baixas e humidade mais elevada.

64 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-15 Figura 8 Mapa de Exposições do município da Azambuja (Fonte: PMDFCI) HIDROLOGIA Hidrologicamente, o município da Azambuja tem distribuído por toda a sua área cursos de água, destacando-se o Rio Tejo, a Sul o Rio Alenquer e o Rio Ota. Como ribeiras importantes, a Norte a Ribeira de Maçussa, a Ribeira do Judeu e a Ribeira da Ameixoeira, a Sul, temos o Rio de Valverde, a bacia da Ribeira do Sorraia e a Ribeira de Aveiras. O regime hidrológico da região está na estreita dependência do regime pluviométrico e da geomorfologia do município, sendo o caudal dos cursos de água pouco significativo. No entanto as linhas de águas mais importantes mantêm um caudal permanente. Durante o Inverno quando ocorre precipitação intensa, as linhas de água atingem um caudal elevado alagando por vezes as várzeas envolventes e em alguns locais áreas urbanas.

65 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-16 Figura 9 Mapa Hidrográfico do município de Azambuja (Fonte: PMDFCI) COBERTO FLORESTAL Os povoamentos florestais existentes no município da Azambuja ocupam uma área de 7074,73 hectares (27% da área do município). Os povoamentos de eucalipto (4813,90 ha), pinheiro bravo (1396,40 ha) e sobreiro (811,00 ha), ocupam respectivamente uma área de 68%, 20% e 12% da área florestal municipal. A freguesia da Azambuja é aquela que apresenta maior área florestal (1.721,11ha), seguindo-se a freguesia de Alcoentre (1.674,43ha) e Manique do Intendente (1.557,89ha). A freguesia de Vale do Paraíso é que apresenta menor área florestal (14,22ha).

66 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-17 Figura 10 Mapa de Povoamentos Florestais do município de Azambuja (Fonte: PMDFCI) Apesar do município da Azambuja não deter qualquer Área Protegida ou integrada na Rede Natura, localiza-se na freguesia de Aveiras de Baixo a Mata Nacional das Virtudes (sob regime florestal total aplicado a terrenos do estado) e a Oeste da freguesia de Alcoentre no município do Cadaval a Serra de Montejunto classificada como Paisagem Protegida (área com paisagens naturais, seminaturais e humanizadas, de interesse regional ou local, resultantes da interacção harmoniosa do homem e da Natureza que evidencia grande valor estético ou natural). FAUNA SELVAGEM No município existem diversas espécies de animais, nomeadamente, lebre, coelho, raposa, texugo, ginete, doninha e fuinha. Na classe das aves é possível encontrar a rola, o pombo, as várias espécies de tordos, o melro, o corvo, o gaio, a galinhola, o estorninho, as várias espécies de patos, a galinha de água, a codorniz, a perdiz e a gralha. Além das espécies descritas, existem muitas outras espécies de aves de menor porte.

67 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-18 AREAS DE INTERVENÇÃO FLORESTAL Encontram-se constituídas duas Zonas de Intervenção Florestal (ZIF). A primeira designada por ZIF Cadaval, Rio Maior, Azambuja e a segunda por ZIF Alenquer, Azambuja e Cadaval. A ZIF de Azambuja encontra-se na fase inicial de constituição. Figura 11 Carta de Instrumentos de Gestão Florestal do município de Azambuja (Fonte: PMDFCI) USO E OCUPAÇÃO DO SOLO O conhecimento do uso e ocupação do solo tem relação directa com a problemática do risco de incêndio. A sua caracterização permite avaliar tanto as áreas de risco de incêndio, devido à carga de combustível, como ainda permite identificar as áreas de perigo devido à presença humana. Neste município a ocupação do solo é maioritariamente agrícola.

68 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-19 Figura 12 Mapa do Uso e Ocupação do Solo do município de Azambuja (Fonte: PMDFCI) GEOMORFOLOGIA E TECTÓNICA Segundo as unidades morfoestruturais de Portugal continental a área em análise insere-se na Orla Mesocenozóica Ocidental, que integra a Bacia Cenozóica do Tejo- Sado. O território em apreço, exibe duas zonas com características geomorfológicas distintas. Define-se uma zona que abrange a região Centro e Norte do território e que é formada por um relevo movimentado, integrando um conjunto de estruturas em cumeada, com vertentes de declive mais ou menos acentuado, convergentes para vales estreitos de rios e ribeiras. A zona mais a Sul do território, caracteriza-se por apresentar uma geomorfologia aplanada, pertença da Bacia do Tejo. De acordo com a descrição há ainda a referir que a rugosidade do território, assim como as falhas que o afectem são resultado de reajustes tectónicos associados aos fenómenos da Orogenia Alpina sobre a litologia sedimentar da região. Relativamente aos acidentes tectónicos, destaca-se que o território municipal é afectado por uma falha, de maior extensão, com orientação aproximadamente de NNW-SSE, assim como outras duas de orientação NE-SW, em locais diametralmente opostos (uma na área Norte e outra a Sul do território), que assumem um papel preponderante no que diz respeito ao contacto entre as litologias de natureza e as características físicas distintas.

69 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-20 Em termos da constituição litológica, sobre a área territorial delimitada por este município, pode-se dizer que é constituída por um complexo sedimentar datado do Miocénico (Era Cenozóica Terciário), composto por formações de origem francamente continental, devido a acções regressivas e à preponderância da sedimentação fluvial, originando assim rochas detríticas do tipo arenitico com diferentes granulometrias, variando de grosseiras a finas (areias conglomeráticas, arenitos de grão grosseiro a fino e argilitos), areias com intercalações carbonatadas (níveis calcários) e argilas. Na parte Sul, que diz respeito à zona de várzea da Bacia do Tejo, este território é constituído por formações mais recentes, datadas do Quaternário, dispostas em diferentes níveis de terraços fluviais até ao leito do Rio Tejo, constituídas fundamentalmente por argilas de grão fino (formações lodosas). Figura 13 Representação da geologia e acidentes tectónicos Falhas (Fonte: Cartografia Geológica) Caracterização Socioeconómica Como ponto prévio à melhor caracterização da população e actividade económica do município, não se pode deixar de referir a inexistência de estatísticas fidedignas e que permitam um rigor de caracterização dos diferentes sectores de actividade económica, pois em algumas das actividades exercidas não há dados oficiais.

70 Freguesia PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA VERSÃO 1 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR DINÂMICAS DEMOGRÁFICAS A caracterização demográfica do município de Azambuja, baseou-se em dados obtidos no Instituto Nacional de Estatística (INE) e mencionados no PMDFCI. Densidade populacional O estudo da análise populacional, definida pelo INE como intensidade do povoamento expressa pela relação entre o número de habitantes de uma área territorial determinada e a superfície desse território, revela-se fundamental, pois permite os antagonismos da ocupação, existentes dentro desse território. Evolução Na década de 60 diminuiu a população em habitantes (Censos hab. e Censos hab.) assim como na década de 80 com uma diminuição de 200 habitantes (Censos hab. e Censos hab.). Os últimos Censos (2001) apresentam um crescimento positivo da população em habitantes. Situação actual Uma parte significativa da população do município da Azambuja encontra-se nas freguesias de Alcoentre, Aveiras de Cima e Azambuja. UNIDADE TERRITORIAL POPULAÇÃO ÁREA (KM 2 ) DENSIDADE POPULACIONAL (HAB/KM 2 ) Alcoentre ,05 75,11 Aveiras de Baixo ,89 71,73 Aveiras de Cima ,15 178,24 Azambuja ,38 82,92 Maçussa 506 7,75 65,29 Manique do Intendente ,69 39 Vale do Paraíso ,45 233,7 Vila Nova da Rainha ,94 28,47 Vila Nova de São Pedro ,36 50,49 Município da Azambuja ,66 79,33 Figura 14 Densidade populacional por freguesias (Fonte: INE, Censos 2001)

71 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-22 Analisando a distribuição da população por freguesias, a freguesia da Azambuja representa 33,18 % da população do município sendo a mais populacional em contrapartida a freguesia de Maçussa é a menos povoada com 2,43% da população. As três freguesias mais populacionais (Alcoentre, Aveiras de Cima e Azambuja) representam 72,51 % da população. Em termos de densidade populacional Vale Paraíso é a freguesia que maior densidade populacional apresenta com 233,7 Hab/Km 2 e Vila Nova da Rainha a freguesia com menor densidade populacional (28,47 Hab/Km 2 ). Em termos médio o município da Azambuja tem uma densidade populacional de 79,33 Hab/Km 2.. Figura 15 Mapa da População Residente e da Densidade Populacional do município de Azambuja 2001 (Fonte: PMDFCI, INE, Censos)

72 Freguesia PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA VERSÃO 1 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-23 ALOJAMENTO E EDIFICADO UNIDADE TERRITORIAL Total de Alojamentos Total de edifícios Edifícios com elementos resistentes de betão Edifícios com paredes de alvenaria argamassa Edifícios com paredes de alvenaria de pedra adobe ou taipa Edifícios com outros elementos resistentes (madeira, metálicos) Alcoentre Aveiras de Baixo Aveiras de Cima Azambuja Maçussa Manique do Intendente Vale do Paraíso Vila Nova da Rainha Vila Nova de São Pedro Município da Azambuja Figura 16 Alojamento e edificado (Fonte: INE, Censos 2001) ÍNDICE DE ENVELHECIMENTO A taxa de envelhecimento no município da Azambuja tem vindo a acentuar-se, registando um índice de envelhecimento de 131,6 % em A percentagem de Idosos é de 18,5 % (Censos 2001). As freguesias de Maçussa e Vila Nova de São Pedro apresentam um índice de envelhecimento mais elevado. As freguesias com menor índice de envelhecimento são Azambuja e Aveiras de Cima.

73 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-24 Figura 17 Mapa de Índice de Envelhecimento e sua Evolução do município de Azambuja (Fonte: PMDFCI) TAXA DE ANALFABETISMO O analfabetismo no município de Azambuja é de 17,83% apresentando um valor superior à média nacional (8,9% - Censos 2001). Da análise dos dados, todas as freguesias apresentam uma diminuição na taxa de analfabetismo referente aos Censos 2001 com excepção da freguesia de Alcoentre que registou um acréscimo. TAXA DE ANALFABETISMO UNIDADE TERRITORIAL 2001 Município da Azambuja 17,83% Portugal Continental 8,9% Figura 18 Taxa de analfabetismo para Portugal Continental e município da Azambuja (Fonte: PMDFCI - INE, Censos de 1991 e 2001)

74 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-25 Figura 19 Mapa da Taxa de Analfabetismo do município de Azambuja (Fonte: PMDFCI) DINÂMICAS ECONÓMICAS No município de Azambuja os sectores de actividade apresentam uma distribuição diferenciada nas freguesias que o compõem. O sector primário predomina nas freguesias de Maçussa, Manique do Intendente e Vila Nova de São Pedro e matem níveis consideráveis nas restantes freguesias. Nas restantes freguesias o sector terciário tem maior relevância seguido pelo sector secundário com excepção da freguesia de Vila Nova da Rainha onde predomina a actividade secundária.

75 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-26 Figura 20 Mapa de População por Sector de Actividade do município de Azambuja (Fonte: PMDFCI) ROMARIAS E FESTAS A realização de festas e romarias é uma prática conhecida. Tendo-se conhecimento das datas da sua realização, possibilitará o adequado planeamento em termos de prevenção. MÊS DE REALIZAÇÃO DIA DE INICIO/ FIM FREGUESIA LUGAR DESIGNAÇÃO OBSERVAÇÕES Maio 2ª Quinzena Azambuja Azambuja Junho 1ª Quinzena Alcoentre Casais das Boiças Junho 2ª Quinzena Aveiras de Cima Aveiras de Cima Junho 2ª Quinzena Vila Nova São Pedro Casais d`além Julho 1ª Quinzena Aveiras de Baixo Aveiras de Baixo Uso de foguetes e fogo de artifício Uso de foguetes e fogo-de-artifício Uso de foguetes e fogo-de-artifício Uso de foguetes e fogo-de-artifício Uso de foguetes e fogo-de-artifício Julho 2ª Quinzena Vila Nova São Pedro Vila Nova São Pedro Uso de foguetes e fogo-de-artifício Agosto 1ª Quinzena Aveiras de Baixo Casais da Lagoa Uso de foguetes e fogo-de-artifício

76 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-27 MÊS DE REALIZAÇÃO DIA DE INICIO/ FIM FREGUESIA LUGAR DESIGNAÇÃO OBSERVAÇÕES Agosto 2ª Quinzena Alcoentre Tagarro Uso de foguetes e fogo-de-artifício Agosto 2ª Quinzena Manique do Intendente Manique do Intendente Uso de foguetes e fogo-de-artifício Setembro 1ª Quinzena Aveiras de Baixo Virtudes Setembro 2ª Quinzena Alcoentre Alcoentre Dezembro 2ª Quinzena Maçussa Maçussa Dezembro 2ª Quinzena Vale do Paraíso Vale do Paraíso Uso de foguetes e fogo de artifício Uso de foguetes e fogo de artificio Uso de foguetes e fogo de artifício Uso de foguetes e fogo-de-artifício Figura 21 Romarias e Festas no município de Azambuja (Fonte: CMA) Caracterização das infra-estruturas físicas do concelho O objectivo desta caracterização é identificar geograficamente os locais onde os acidentes podem ocorrer, permitindo alocar os meios materiais e humanos em situação de emergência no intervalo de tempo mais curto. Em termos de prevenção, permite também dotar os locais mais sensíveis com meios de resposta necessários a minimizar a probabilidade de ocorrência e as respectivas consequências REDE VIÁRIA O território do município de Azambuja é servido: Pela A 1, IC 2, EN 1, EN 1-5, EN 3, EN 366 E EN 365-2; Pelas estradas municipais EM 509, EM 510, EM 510-1, EM 511, EM 511-2, EM 513, EM 514, EM 515, EM 639-1, EM e EM 644; e por diversos caminhos municipais. A rede viária mencionada serve na generalidade toda a área do município, tendo como complemento a rede viária florestal, também ela extensa e bem estudada através do PMDFCI.

77 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-28 Figura 22 Rede Viária do município de Azambuja (Fonte: CMA) Analisa-se de seguida as principais vias rodoviárias do município: A 1 atravessa transversalmente o município (Sudoeste / Nordeste), com o Nó em Aveiras de Cima e respectiva ligação à EN 366. IC 2 troço a norte do município (Sul / Norte). Estrada Nacional 1 atravessa transversalmente o município a norte (Sudoeste / Nordeste). Estrada Nacional 3 atravessa transversalmente o município a sul (Sudoeste / Nordeste), servindo directamente a Vila da Azambuja. Estrada Nacional 366 atravessa longitudinalmente o município (Sudeste / Noroeste), efectuando a ligação da A1, IC 2, EN 1 e EN 3 e as Vilas de Alcoentre e Azambuja.

78 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-29 Estradas Municipais 509, 509-1, 510, 510-1, 511, 511-1, 511-2, 512, 513, 513-1, 513-2, 513-3, 513-4, 514, 515, 516, 633, 634, 635, 636, 637, 638, 639, 639-1, 640, 641, 641-1, 641-2, 642, 642-1, 644 e 645 efectuam as ligações entre as principais povoações e a rede viária principal. Caminhos Municipais 1128, 1141, 1151, 1158, 1159, e REDE FERROVIÁRIA Ao nível da rede ferroviária, o município de Azambuja é servido pela linha do Norte. Tem estações e/ou apeadeiros na Azambuja, Espadanal da Azambuja, Vila Nova da Rainha e Virtudes. Na linha do Norte circulam todo o tipo de composições, incluindo urbanos, regionais, intercidades, alfa-pendulares e carga. Figura 23 Rede Ferroviária do município de Azambuja Linha do Norte (Fonte: CMA) TELECOMUNICAÇÕES O município de Azambuja é servido pela rede de comunicações fixas (PT e outros operadores) e pela rede de comunicações móveis (Vodafone, TMN, Optimus e restantes operadores).

79 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR ABASTECIMENTO DE ÁGUA O município de Azambuja é abastecido pela rede pública de abastecimento de água da empresa Águas da Azambuja. A sul e a norte deste município com a orientação Nordeste / Sudoeste encontram-se os traçados das condutas da EPAL (Empresa Pública de Águas de Lisboa), que efectuam o transporte de água para diversos municípios do Distrito de Lisboa. Figura 24 Condutas de Água - EPAL (Fonte: CMA) Para além da rede pública, encontram-se referenciados no PMDFCI diversos pontos de águas, com possibilidades de abastecimento aéreo, terrestre e misto.

80 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-31 Figura 25 Mapa da Rede de Pontos de Água do município de Azambuja (Fonte: PMDFCI)

81 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR ELECTRICIDADE O município de Azambuja é atravessado por linhas da Rede Eléctrica Nacional e servido pelas linhas de distribuição de energia eléctrica da EDP. Existem linhas de muito alta tensão, de alta tensão e média tensão ao longo deste território. Figura 26 Mapa da Rede Eléctrica Principal (Fonte: PMDFCI) GASODUTO E OLEODUTO Encontra-se instalado neste município a empresa CLC Companhia Logística de Combustíveis, SA, responsável pelo armazenamento, abastecimento, transporte e embalagem de produtos petrolíferos para toda a área centro do país. É ainda responsável pela exploração do oleoduto multi-produto entre Sines e Aveiras. Este município é ainda atravessado pelo gasoduto da REN-Gasodutos (Gás Natural).

82 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-33 Figura 27 Oleoduto e Gasoduto (Fonte: CMA) COMBUSTÍVEIS No município de Azambuja existem catorze Postos de Abastecimento de Combustíveis públicos.

83 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-34 Figura 28 Postos de Combustíveis Públicos do município de Azambuja (Fonte: PMDFCI) PATRIMÓNIO ARQUITECTÓNICO Apresenta-se na tabela seguinte as principais edificações classificadas como Património arquitectónico reconhecido ou de interesse municipal. ALCOENTRE AVEIRAS DE BAIXO AVEIRAS DE CIMA MAÇUSSA Igreja Matriz Igreja Nossa Senhora da Purificação Igreja Palácio Conselheiro Frederico Arouca - Igreja Igreja da Misericórdia Capela de São Sebastião Igreja de Casais de Baixo Igreja de Casais de Brito - Igreja

84 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-35 Manique do Intendente Vale do Paraíso Vila Nova da Rainha Vila Nova de São Pedro Igreja Pina Manique Capela da Arrifana Igreja se Santo António Capela Nossa Senhora do Paraíso Capela Igreja Igreja de São Pedro Capela de Santo António Castro Palácio Pina Manique Torre Penalva Figura 29 Património Arquitectónico do município de Azambuja (Fonte: CMA) PATRIMÓNIO ARQUEOLÓGICO Castro Vila Nova de São Pedro HOSPITAIS / CENTROS DE SAÚDE / VMER O Centro de Saúde da Azambuja e as respectivas delegações de Alcoentre, Aveiras de Baixo, Aveiras de Cima, Manique do Intendente e Vale do Paraíso praticam os seguintes horários: ALCOENTRE AVEIRAS DE BAIXO AVEIRAS DE CIMA MANIQUE DO INTENDENTE VALE DO PARAÍSO Segunda a Sexta das 09H00 às 16H00 Segunda a Sexta das 08H00 às 18H00** e das 14H00 às 22H00** Segunda a Sexta das 09H00 às 14H00 Segunda a Sexta das 08H00 às 16H00 Segunda a Sexta das 08H30 às 16H30 Segunda e Quarta das 09H00 às 14H00 * Consultas médicas e serviços administrativos ** Atendimento complementar A urgência do Hospital Reynaldo dos Santos em Vila Franca de Xira funciona como hospital de referência. Neste hospital encontra-se sedeada uma viatura médica (VMER) do Instituto Nacional de Emergência Médica, para apoio em situações de emergência préhospitalar. O tempo médio de intervenção desta viatura no município de Azambuja varia entre os 00H15 e os 00H20, caso se trate de uma intervenção na área sul ou norte do território.

85 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR ESCOLAS A rede de escolas da Azambuja apresenta uma grande dispersão territorial, sendo composta por vários estabelecimentos: EB1 de Alcoentre Alcoentre EB 1 de Quebradas Alcoentre Creche, JI e ATL Centro Social e Paroquial Alcoentre EB1 de Aveiras de Baixo Aveiras de Baixo EB1 de Casais da Lagoa Aveiras de Baixo EB1 das Virtudes Aveiras de Baixo Creche, JI e ATL Centro Social e Paroquial Aveiras de Baixo EB1 de Aveiras de Cima Aveiras de Cima EB1 de Vale do Brejo Aveiras de Cima EB23 de Aveiras de Cima Aveiras de Cima Creche, JI e ATL Centro Social e Paroquial Aveiras de Cima EBI da Azambuja Azambuja EB1 da Azambuja (Qt. dos Gatos) Azambuja EB1 de Casais dos Britos Azambuja EB1 e JI da Azambuja (Nova) Azambuja EB1 de Casais dos Britos nº 2 Azambuja Escola Secundária da Azambuja Azambuja Creche, JI e ATL Centro Social e Paroquial Azambuja Creche, JI e ATL Santa Casa da Misericórdia Azambuja Cerci Flor da Vida - Azambuja EBI de Manique do Intendente - Manique do Intendente JI de Manique do Intendente - Manique do Intendente EB1 de Vale do Paraíso - Vale do Paraíso JI de Vale do Paraíso - Vale do Paraíso

86 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-37 EB1 de Vila Nova da Rainha - Vila Nova da Rainha JI de Vila Nova da Rainha - Vila Nova da Rainha EB1 de Vila Nova de São Pedro - Vila Nova de São Pedro Caracterização do Risco ANÁLISE DE RISCO HISTÓRICO DE OCORRÊNCIAS Não se registaram quaisquer tipos de acidente aéreo, existindo no entanto essa possibilidade em virtude de existir um heliporto na empresa SIVA Sociedade de Importação de Veículos Automóveis, SA, um heliporto no Quartel dos Bombeiros Voluntários de Alcoentre e três aeródromos na lezíria utilizados por aviões de pulverização agrícola. Ao nível do acidente ferroviário, tem ocorrido alguns acidentes envolvendo pessoas e composições ferroviários em circulação, sendo que alguns deles são acções de suicídio. O acidente rodoviário é uma ocorrência que tem vindo a aumentar conforme os dados apresentados. O número de vítimas também tem aumentado (162 vitimas 2006, 190 vitimas 2007, 204 vitimas 2008). ANO Alcoentre Aveiras de Baixo Aveiras de Cima Azambuja Maçussa Manique do Intendente Vale do Paraíso Vila Nova da Rainha Vila Nova de São Pedro Total Figura 30 Histórico Ocorrência 2006 a 2008 município de Azambuja (Fonte: CMA / Bombeiros) No que diz respeito a cheias e inundações urbanas, estas já ocorreram nomeadamente: no Rio Tejo envolvendo toda a área da lezíria quando os caudais do Tejo aumentam, sendo no entanto um tipo de cheia que não tem implicações graves na população por ser gradual e devidamente anunciada. As inundações urbanas registam-se em alguns locais do município sempre que a precipitação é elevada.

87 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-38 Figura 30 Áreas Urbanas Inundáveis (Fonte: Certitecna / SMPC Azambuja) Pequenos deslizamentos ocorrem ao longo dos taludes das estradas municipais e nacionais quando sujeitos a precipitação intensa. Relativamente a incêndios florestais é o tipo de ocorrência mais preocupante neste município, no período de 1990 e 2009 arderam cerca de 4.414,83 ha, sendo a área mais a norte do município a mais vulnerável. O ano de 2003 foi aquele que maior área ardida registou, tendo ocorrido três grandes incêndios na freguesia de Alcoentre e Manique do Intendente.

88 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-39 Gráfico 4 Distribuição anual de área ardida em espaços florestais de (Fonte: PMDFCI) Os incêndios industriais no município de Azambuja poderão representar um risco acrescido devido a alguns tipos de instalação / produtos manuseados. São referidas algumas das empresas que poderão integrar estas preocupações nomeadamente: InChemica (objecto de PEE em breve), CLC Companhia Logística de Combustíveis, SA, Jodel Produtos Químicos, Quimitécnica Comércio e Industria Química, SA e Styria Impormol, SA. Esta preocupação é extensível às empresas logísticas que armazenam variadíssimos tipos de produtos e em quantidades elevadas. No entanto em só algumas das empresas referidas se registaram incidentes de alguma dimensão, nomeadamente na empresa Batistas Reciclagem de Sucatas e na empresa Exide Tecnologies Recycling II, Lda (antiga Sonalur). Para todas estas empresas deveriam ser considerados Plano de Emergência Interno (PEI), da responsabilidade exclusiva da própria empresa, sendo elaborado posteriormente o Plano de Emergência Externo (PEE), sendo este da responsabilidade da Protecção Civil Municipal. Referente a incêndios urbanos, o número de ocorrências é diminuto, sendo de destacar pequenas ocorrências relacionadas com as chaminés das habitações / cozinhas associado à acumulação de gorduras e fuligens. Deverá ser considerado um factor de dificuldade, o tipo de acessibilidades em determinas áreas urbanas de algumas das povoações devido às ruas de reduzida dimensão e principalmente ao estacionamento indevido, podendo ser factor de dificuldade no acesso das viaturas pesadas dos bombeiros. Esta situação é risco acrescido durante os dias de feiras e romarias.

89 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-40 CARACTERIZAÇÃO DOS NÍVEIS DE RISCO Apresentam-se neste capítulo os critérios de avaliação das situações de emergência que possam vir a ocorrer no município de Azambuja. Independentemente dos riscos já identificados anteriormente sempre que ocorra, ou esteja na eminência de ocorrer, uma situação acidental, esta deve ser avaliada de acordo com os critérios que se apresentam nas tabelas seguintes de forma a garantir-se uma resposta adequada e proporcional à situação existente. Descrevem-se de seguida os critérios para avaliação do Grau de Gravidade e do Grau de Probabilidade, resultando posteriormente numa Matriz de Risco com vários níveis de resposta associados. GRAU DE GRAVIDADE GRAVIDADE Residual Reduzida Moderada Acentuada Crítica DESCRIÇÃO População: Não há feridos nem vítimas mortais. Não há mudança/retirada de pessoas ou apenas de um número restrito, por um período curto (até doze horas). Pouco ou nenhum pessoal de apoio necessário (não há suporte ao nível monetário nem material). Ambiente: Não há impacte no ambiente. Socioeconomia: Não há ou há um nível de reduzido de constrangimentos na comunidade. Não há perda financeira. População: Pequeno número de feridos mas sem vítimas mortais. Algumas hospitalizações e retirada de pessoas por um período inferior a vinte e quatro horas. Algum pessoal de apoio e reforço necessário. Alguns danos. Ambiente: Pequeno impacte no ambiente sem efeitos duradoiros. Socioeconomia: Disrupção (inferior a vinte e quatro horas). Alguma perda financeira. População: Tratamento médico necessário, mas sem vítimas mortais. Algumas hospitalizações. Retirada de pessoas por um período de vinte e quatro horas. Algum pessoal técnico necessário. Alguns danos. Ambiente: Pequeno impacte no ambiente sem efeitos duradoiros. Socioeconomia: Alguma disrupção na comunidade (menos de vinte e quatro horas). Alguma perda financeira. População: Número elevado de feridos e de hospitalizações. Número elevado de retirada de pessoas por um período superior a vinte e quatro horas. Vítimas mortais. Recursos externos exigidos para suporte ao pessoal de apoio. Danos significativos que exigem recursos externos. Ambiente: Alguns impactes com efeitos a longo prazo. Socioeconomia: Funcionamento parcial da comunidade com alguns serviços indisponíveis. Perda financeira significativa e assistência financeira necessária. População: Grande número de feridos e de hospitalizações. Retirada em grande escala de pessoas por uma duração longa. Significativo número de vítimas mortais. Pessoal de apoio e reforço necessário. Ambiente: Impacte ambiental significativo e ou danos permanentes. Socioeconomia: A comunidade deixa de conseguir funcionar sem suporte significativo. Tabela de gravidade escala de intensidade das consequências negativas das ocorrências.

90 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-41 GRAU DE PROBABILIDADE PROBABILIDADE DESCRIÇÃO É expectável que ocorra em quase todas as circunstâncias; Nível elevado de incidentes registados; Elevada Média-alta Média Média-baixa Baixa E ou fortes evidências; E ou forte probabilidade de ocorrência do evento; E ou fortes razões para ocorrer; Pode ocorrer uma vez por ano ou mais. Irá provavelmente ocorrer em quase todas as circunstâncias; E ou registos regulares de incidentes e razões fortes para ocorrer; Pode ocorrer uma vez em cada cinco anos. Pode ocorrer uma vez em períodos de 5 10 anos. Poderá ocorrer em algum momento; E ou com uma periodicidade incerta, aleatória e com fracas razões para ocorrer; Pode ocorrer uma vez em cada 20 anos. Pode ocorrer uma vez em períodos de anos. Não é provável que ocorra; Não há registos ou razões que levam a estimar que ocorram; Pode ocorrer uma vez em cada 100 anos. Poderá ocorrer apenas em circunstâncias excepcionais; Pode correr uma vez em cada 500 anos ou mais. Tabela tabela de probabilidade probabilidade/frequência de consequências negativas das ocorrências. MATRIZ DE RISCO A relação entre a gravidade das consequências e a probabilidade de ocorrência identifica o nível de risco: Probabilidade Elevada Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Risco Extremo Probabilidade Média-Alta Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média Risco Baixo Risco Moderado Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média-Baixa Risco Baixo Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Baixa Risco Baixo Risco Baixo Risco Moderado Risco Moderado Risco Elevado Gravidade Residual Gravidade Reduzida Gravidade Moderada Gravidade Acentuada Gravidade Crítica Tabela Matriz de Risco Relação entre a gravidade das consequências e a probabilidade de ocorrência.

91 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-42 A matriz dos níveis do estado de Alerta versus Grau de Risco os níveis do estado de alerta especial para o SIOPS subsume, genericamente, os graus de risco transcritos na seguinte tabela: NIVEL GRAU DE RISCO Extremo Elevado Moderado Risco Baixo Tabela Matriz dos níveis do estado de alerta especial versus grau de risco. Sem prejuízo do definido nos capítulos anteriores, incluindo os meios e recursos de 1ª intervenção/ataque inicial, o grau de prontidão e mobilização dos meios e recursos das organizações integrantes do SIOPS é determinado de acordo com a seguinte tabela: NÍVEL GRAU DE PRONTIDÃO GRAU DE MOBILIZAÇÃO (PERCENTAGEM) Até doze horas 100 % Até seis horas 50 % Até duas horas 25 % Imediato 10 % Tabela grau de prontidão e de mobilização de meios e recursos. O grau de prontidão e de mobilização é apenas aplicável aos meios e recursos a envolver no reforço em cada tipo de ocorrência ou risco, tendo em consideração a área geográfica abrangida. Para que esta análise de risco seja mais completa, é importante considerar também os principais factores de vulnerabilidade existentes no município, quer a nível do território e da população, quer ao nível dos meios e recursos Identificação de Perigos e Caracterização dos Riscos Com base no histórico de acidentes e no levantamento de riscos efectuado, descrevemse de seguida os principais riscos identificados em Azambuja.

92 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR RISCOS DA NATUREZA CHEIAS E INUNDAÇÕES No município de Azambuja a linha de água com importância à escala nacional é o Rio Tejo, que durante o ano hidrológico poderá exceder as suas margens devido essencialmente às descargas das barragens a montante, alagando a área da lezíria. As restantes linhas de água do município não apresentam grande importância à escala nacional, podendo sofrer significativas alterações de volumetria de caudal, derivadas a factores pluviométricos, tornando os seus leitos potenciais causadores de cheias e de inundações. Os locais habitacionais e da rede viária que sofrem inundações urbanas encontram-se mencionadas na cartografia temática em Estas situações inviabilizam por vezes a circulação rodoviária. Em situações particulares e de elevada intensidade poderão dar origem a eventual realojamento de algumas famílias em que as suas habitações não apresentem condições de habitabilidade após a ocorrência. Na grande maioria dos casos este tipo de ocorrência ao registar-se é fora das áreas habitacionais, inundando áreas de cultivo. Avaliação de risco Informação geral: Existem registos relativamente à inundação de vias de comunicação e de algumas habitações e áreas agrícolas. Associado às cheias e inundações estão os acidentes de viação, a queda de árvores e outras estruturas móveis montadas, assim como o deslizamento de terras associadas à instabilidade dos solos. Possíveis danos: o Desalojados e evacuados o Morte de animais o Corte de estradas o Danificação ou destruição de edifícios e/ou infra-estruturas o Danificação ou destruição de bens e património Vulnerabilidades: o População e povoamentos dispersos o Lacunas no ordenamento do território o Alterações climáticas o Ausência de cultura de segurança o Ausência de trabalhos de limpeza e desobstrução das linhas de água

93 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-44 Probabilidade Elevada Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Risco Extremo Probabilidade Média-Alta Risco Baixo RISCO MODERADO Risco Elevado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média Risco Baixo Risco Moderado Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média-Baixa Risco Baixo Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Baixa Risco Baixo Risco Baixo Risco Moderado Risco Moderado Risco Elevado Gravidade Residual Gravidade Reduzida Gravidade Moderada Gravidade Acentuada Gravidade Crítica Probabilidade/frequência: Média-Alta Gravidade/intensidade: Reduzida Grau de risco: Moderado o Grau de prontidão: Até duas horas o Grau de mobilização: 25% INCÊNDIOS FLORESTAIS Este tipo de ocorrência regista-se com alguma frequência, muito em especial em dias de elevada temperatura, de maior intensidade do vento e menor humidade dos terrenos, podendo ocorrer na sequência de alguns trabalhos agrícolas, nomeadamente as queimadas. A Câmara Municipal de Azambuja tem elaborado um Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios (PMDFCI), onde são abordados em pormenor todos os riscos e perigos existentes no município relativamente a este tipo de ocorrência.

94 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-45 Figura 31 Mapa da Prioridade de Defesa do município de Azambuja (Fonte: PMDFCI) Figura 32 Mapa de Áreas Ardidas município de Azambuja e concelhos limítrofes (Fonte: PMDFCI)

95 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-46 Figura 33 Mapa da Perigosidade de Incêndio Florestal do município de Azambuja (Fonte: PMDFCI) Avaliação de risco Informação geral: A área florestal do concelho é significativa e este tipo de acidente verifica-se com alguma frequência, muito em especial em dias de maior intensidade do vento e menor humidade dos terrenos, não sendo raro na sequência de alguns trabalhos agrícolas, nomeadamente as queimadas. Possíveis danos: o Mortos e feridos o Desalojados e evacuados o Morte de animais o Destruição de zonas florestais e agrícolas o Danificação ou destruição de ecossistemas o Danificação ou destruição de edifícios e/ou infra-estruturas o Danificação ou destruição de bens e património

96 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-47 Vulnerabilidades: o População e povoamento disperso o Lacunas no ordenamento do território o Dificuldades nos acessos o Alterações climáticas o Ausência de cultura de segurança o Interesses económicos Probabilidade Elevada Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Risco Extremo Probabilidade Média-Alta Risco Baixo Risco Moderado RISCO ELEVADO Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média Risco Baixo Risco Moderado Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média-Baixa Risco Baixo Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Baixa Risco Baixo Risco Baixo Risco Moderado Risco Moderado Risco Elevado Gravidade Residual Gravidade Reduzida Gravidade Moderada Gravidade Acentuada Gravidade Crítica Probabilidade/frequência: Média - Alta Gravidade/intensidade: Moderada Grau de risco: Elevado o Grau de prontidão: até seis horas o Grau de mobilização: 50%

97 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-48 SISMOS Terramoto ou sismo é o fenómeno natural que resulta da movimentação tectónica de placas que se manifestam através da actividade das ondas sísmicas. A área abrangida pelo município de Azambuja pode ser identificada na carta de isossistas de intensidades máximas, na zona de intensidade X, 6ª posição de probabilidade/gravidade de ocorrência deste tipo de acidente. Os perigos e consequentes riscos associados a um sismo são de uma enorme diversidade, tendo sempre por base a dimensão do mesmo. Destaca-se como área de risco elevado todos os centros habitacionais das diversas localidades devido aos anos de construção dos aglomerados assim como da várzea do município devido à sua proximidade ao rio Tejo. Para o efeito foi elaborado o Plano Especial de Emergência de Protecção Civil para o Risco Sísmico na Área Metropolitana de Lisboa e Concelhos Limítrofes (PEERS- AML-RS) aprovado pela Comissão Nacional de Protecção Civil e publicado em Diário da República em 23OUT09 (Resolução nº 22/2009). O referido plano é um instrumento de suporte para a gestão operacional em caso de ocorrência de um evento sísmico na região em apreço. Considerando a possibilidade das estruturas municipais incluídas na Zona de Intervenção (ZI), responsáveis pelas operações de protecção civil e socorro, poderem vir a ficar parcial ou totalmente inoperativas em resultado do evento sísmico, com base no desenvolvimento do esquema de sustentação operacional é definido pelo PEERS-AML-CL; O Distrito de Sustentação Operacional (DSO) ao distrito de Lisboa é o distrito de Leiria; O Município de Sustentação Operacional (MSO) ao município da Azambuja é o distrito de Pombal. Em situação de ocorrência de sismo na área metropolitana de Lisboa e municípios limítrofes, o Director do PEERS-AML-CL activará as ZRR s (Zona de Recepção de Reforços) pré-definidas e necessárias para controlo e apoio logístico sob responsabilidade do CETAC (Centro Táctico de Comando). No PEERS-AML-CL encontra prevista a seguinte ZRR que serve o município da Azambuja: ZRR 1 Torres Vedras Recepção de reforços dos Distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro e Leiria;

98 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-49 Figura 34 Mapa de Isossistas de Intensidades Máximas (Fonte: INMG) Avaliação de risco Informação geral: No município de Azambuja não têm sido registados sismos de elevada intensidade. Possíveis danos: o Mortos e feridos o Desalojados e evacuados o Morte de animais o Danificação ou destruição de edifícios e/ou infra-estruturas o Danificação ou destruição de bens e património Vulnerabilidades: o Lacunas no ordenamento do território o Lacunas nas análises de risco, planeamento e treino o Existência de núcleos urbanos antigos

99 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-50 Probabilidade Elevada Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Risco Extremo Probabilidade Média-Alta Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média Risco Baixo Risco Moderado Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média-Baixa Risco Baixo Risco Baixo Risco Moderado RISCO ELEVADO Risco Extremo Probabilidade Baixa Risco Baixo Risco Baixo Risco Moderado Risco Moderado Risco Elevado Gravidade Residual Gravidade Reduzida Gravidade Moderada Gravidade Acentuada Gravidade Crítica Probabilidade/frequência: Média - Baixa Gravidade/intensidade: Acentuada Grau de risco: Elevado o Grau de prontidão: até seis horas o Grau de mobilização: 50% ALUIMENTOS DE SOLOS E DERROCADAS Aluimentos de solos e derrocadas são fenómenos naturais ou provocados, que consistem no deslizamento de terras e de outros materiais, ao longo de planos inclinados. O município de Azambuja tem poucos locais de declive acentuado e sujeitos a forte erosão onde este tipo de catástrofe pode acontecer. Devido a precipitação intensa ou na sequência de abalo sísmico, poderão ocorrer deslizamentos com alguma probabilidade. Actualmente, estas ocorrências manifestam-se apenas nos taludes da rede viária e são de pequena dimensão. Na freguesia de Vila Nova da Rainha a norte da EN 3 existe uma área que foi intervencionada por maquinaria pesada para retirada de areias / saibros que originou actualmente um dique que contém águas provenientes da precipitação local. Por se tratar de uma disposição que não confere segurança acrescida poderá dar origem a um movimento de solo elevado acompanhado de elevada quantidade de água.

100 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-51 Figura 35 Imagem de local de risco de aluimento de solo do município de Azambuja (Fonte: Certitecna / SMPC) Avaliação de risco Informação geral: No município da Azambuja existem poucos registos deste tipo de ocorrências. Possíveis danos: o Mortos e feridos o Morte de animais o Danificação ou destruição de infra-estruturas o Danificação ou destruição de bens e património Vulnerabilidades: o Lacunas no ordenamento do território o Alterações climáticas

101 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-52 Probabilidade Elevada Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Risco Extremo Probabilidade Média-Alta Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média Risco Baixo Risco Moderado Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média-Baixa Risco Baixo Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Baixa Risco Baixo Risco Baixo RISCO MODERADO Risco Moderado Risco Elevado Gravidade Residual Gravidade Reduzida Gravidade Moderada Gravidade Acentuada Gravidade Crítica Probabilidade/frequência: Baixa Gravidade/intensidade: Moderada Grau de risco: Moderado o Grau de prontidão: até duas horas o Grau de mobilização: 25% CICLONES E VENTOS CICLÓNICOS Ciclones são fenómenos naturais constituídos por uma coluna de ventos, animada de movimentos combinados de rotação e translação possuindo grande poder devastador. Os ventos ciclónicos são rajadas de vento que podem ultrapassar os 100 km/h. Poderão ocorrer algumas situações deste tipo, normalmente associadas a períodos de temporal, causando a possível queda de árvores e o levantamento de telhados de construção mais antiga ou em mau estado de conservação. Avaliação de risco Informação geral: No município de Azambuja não existem registos deste tipo de ocorrências. Possíveis danos: o Mortos e feridos o Desalojados e evacuados o Morte de animais o Danificação ou destruição de edifícios e/ou infra-estruturas o Danificação ou destruição de bens e património Vulnerabilidades: o Lacunas no ordenamento do território o Alterações climáticas

102 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-53 Probabilidade Elevada Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Risco Extremo Probabilidade Média-Alta Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média Risco Baixo Risco Moderado Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média-Baixa Risco Baixo Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Baixa Risco Baixo Risco Baixo RISCO MODERADO Risco Moderado Risco Elevado Gravidade Residual Gravidade Reduzida Gravidade Moderada Gravidade Acentuada Gravidade Crítica Probabilidade/frequência: Baixa Gravidade/intensidade: Moderada Grau de risco: Moderado o Grau de prontidão: até duas horas o Grau de mobilização: 25% SECAS As Secas são fenómenos naturais originados pela fraca ou muito reduzida pluviosidade, de forma prolongada e associada a temperaturas elevadas, que poderá afectar o bem-estar das populações. As reservas de água no município poderão ser prejudicadas caso esta situação ocorra. Prevê-se que este fenómeno tenha grande importância num futuro próximo.

103 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-54 Figura 36 Mapa da Rede de Pontos de Água Operacionalidade do município de Azambuja (Fonte: PMDFCI) Avaliação de risco Informação geral: As situações de seca são comuns durante o período estival, afectando significativamente o abastecimento de água às populações e às actividades agrícolas. Possíveis danos: o Evacuados o Morte de animais o Falta de abastecimento de água o Danificação de zonas florestais e agrícolas o Aumento do risco de incêndio florestal Vulnerabilidades: o Alterações climáticas

104 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-55 Probabilidade Elevada Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Risco Extremo Probabilidade Média-Alta Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média Risco Baixo Risco Moderado Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média-Baixa Risco Baixo RISCO BAIXO Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Baixa Risco Baixo Risco Baixo Risco Moderado Risco Moderado Risco Elevado Gravidade Residual Gravidade Reduzida Gravidade Moderada Gravidade Acentuada Gravidade Crítica Probabilidade/frequência: Média-Baixa Gravidade/intensidade: Reduzida Grau de risco: Baixo o Grau de prontidão: Imediato o Grau de mobilização: 10% RISCOS TECNOLÓGICOS ACIDENTES INDUSTRIAIS Acidentes industriais são um conjunto de ocorrências violentas para o meio ambiente, resultantes da libertação de nuvens tóxicas, de incêndios e explosões susceptíveis de desenvolvimento em cadeia. As unidades industriais no município de Azambuja tem relevância na actividade económica desenvolvida, existindo algumas unidades que poderão dar origem a acidentes graves, nomeadamente devido ao tipo de actividade, às matérias primas manuseadas e aos produtos obtidos podendo cada um deles ou o seu conjunto serem factores de risco que deverão merecer especial atenção, devendo-se prever a elaboração de Planos de Emergência Internos (PEI) e por sua vez Plano de Emergência Externos (PEE). As indústrias identificadas com maior risco no município de Azambuja e que poderão merecer preocupação são: Batistas Reciclagem de Sucatas; CLC Companhia Logística de Combustíveis, SA; Exide Tecnologies Recycling II, Lda. (antiga Sonalur); InChemica; Jodel Produtos Químicos; Quimitécnica Comércio e Industria Química, SA;

105 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-56 Styria Impormol, SA. Figura 37 Áreas Industriais do município de Azambuja (Fonte: CMA) Avaliação de risco Informação geral: Possíveis danos: o Mortos e feridos o Evacuados o Supressão da estrutura sócio-económica o Danificação ou destruição de edifícios e/ou infra-estruturas o Danos ambientais Vulnerabilidades: o Lacunas no ordenamento do território o Lacunas na análise de risco, planeamento, treino e resposta a emergências (Planos de Emergência Internos) o Ausência de cultura de segurança

106 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-57 Probabilidade Elevada Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Risco Extremo Probabilidade Média-Alta Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média Risco Baixo Risco Moderado RISCO MODERADO Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média-Baixa Risco Baixo Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Baixa Risco Baixo Risco Baixo Risco Moderado Risco Moderado Risco Elevado Gravidade Residual Gravidade Reduzida Gravidade Moderada Gravidade Acentuada Gravidade Crítica Probabilidade/frequência: Média Gravidade/intensidade: Moderada Grau de risco: Moderado o Grau de prontidão: Até duas horas o Grau de mobilização: 25% INCÊNDIOS URBANOS Algumas das povoações do município de Azambuja tem um parque habitacional com alguns anos e como tal susceptível a incêndios. Este facto, associado à distância a percorrer para o local do sinistro, potência um valor acrescido deste factor de risco, ainda agravado pela pulverização dos aglomerados populacionais, com a natural dificuldade de acesso e de localização exacta. Destaca-se como áreas de risco acrescido todos os núcleos urbanos antigos, não só pela idade do parque habitacional mas também pelas acessibilidades e respectiva circulação de viaturas de socorro. Inserem-se também neste tipo de risco os incêndios em Postos de Abastecimento de Combustíveis, em Escolas, em Centros de Dia e em Lares de Idosos. Avaliação de risco Informação geral: Azambuja tem um baixo número de ocorrências deste tipo. Possíveis danos: o Mortos e feridos o Desalojados e evacuados o Morte de animais o Danificação ou destruição de edifícios e/ou infra-estruturas

107 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-58 o Danificação ou destruição de bens e património Vulnerabilidades: o População envelhecida o Lacunas no ordenamento do território o Dificuldades nos acessos o Lacunas na análise de risco, planeamento e treino o Ausência de cultura de segurança o Existência de núcleos urbanos antigos o Inexistência de um Plano Especial de Intervenção para os núcleos antigos Probabilidade Elevada Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Risco Extremo Probabilidade Média-Alta Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média Risco Baixo Risco Moderado RISCO MODERADO Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média-Baixa Risco Baixo Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Baixa Risco Baixo Risco Baixo Risco Moderado Risco Moderado Risco Elevado Gravidade Residual Gravidade Reduzida Gravidade Moderada Gravidade Acentuada Gravidade Crítica Probabilidade/frequência: Média Gravidade/intensidade: Moderada Grau de risco: Moderado o Grau de prontidão: até 2 horas o Grau de mobilização: 25% ACIDENTE RODOVIÁRIO O acidente rodoviário é o conjunto de ocorrências violentas, envolvendo veículos e pessoas, que ocorrem nas estradas e caminhos transitáveis. As causas dos acidentes são sobretudo, o estado de algumas vias rodoviárias, os erros de condução e o excesso de velocidade, com particular agravante no período de feiras e romarias. Consideramos a circulação automóvel causadora deste tipo de acidentes em situações distintas:

108 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-59 Circulação Muito Intensa - todo o traçado da A1, IC2, N1 e N3, existente na área do município da Azambuja. Veículos ligeiros, ligeiros mistos de mercadorias, motociclos, pesados de turismo, pesados de passageiros, pesados de transporte, pesados cisterna, pesados de transporte de matérias perigosas e veículos de cidadãos estrangeiros em trânsito. Circulação média EN1-5, EN365 e EN366, circulam nestas vias todas as classes de veículos anteriormente descritos, com particular intensidade de tráfego no início e final do dia de trabalho, devendo este entender-se não só em relação ao horário de funcionamento de serviços, mas considerando a ruralidade da zona, também pelo número de horas de Sol. Circulação reduzida - as restantes vias existentes, com grande tráfego de viaturas afectas a fins agrícolas, tractores, alfaias mecânicas e circulação pedestre. Factor de risco agravado na circulação por comportamentos adquiridos e hábitos nocivos.

109 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-60 Figura 38 Pontos Negros Rodoviários (Fonte: Certitecna / SMPC) Avaliação de risco Informação geral: A circulação de veículos pesados, transportando mercadorias perigosas, dentro do município é um perigo potencial e um factor de risco elevado, sendo que as vias rodoviárias com tráfego mais intenso de veículo-cisterna são a A1, IC2, N1 e N3. Na A1, IC2, N1 e N3 e EN366, é onde a probabilidade de acidente é mais elevada, devido ao tráfego que aí se verifica e por algumas das vias atravessarem localidades. Possíveis danos: o Mortos e feridos o Evacuados o Corte de estradas o Danificação ou destruição de edifícios e/ou infra-estruturas o Danos ambientais

110 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-61 Vulnerabilidades: o Lacunas no ordenamento do território o Lacunas na análise de risco, planeamento e treino Probabilidade Elevada Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Risco Extremo Probabilidade Média-Alta Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média Risco Baixo Risco Moderado RISCO MODERADO Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média-Baixa Risco Baixo Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Baixa Risco Baixo Risco Baixo Risco Moderado Risco Moderado Risco Elevado Gravidade Residual Gravidade Reduzida Gravidade Moderada Gravidade Acentuada Gravidade Crítica Probabilidade/frequência: Média Gravidade/intensidade: Moderada Grau de risco: Moderado o Grau de prontidão: até 2 horas o Grau de mobilização: 25% ACIDENTE FERROVIÁRIO Acidente ferroviário é o conjunto de ocorrências violentas que acontecem ao longo da via-férrea, envolvendo comboios, pessoas e bens transportáveis. O município é servido pela linha do Norte e linha urbana da Azambuja, existindo estações e/ou apeadeiros em Azambuja, Espadanal da Azambuja, Vila Nova da Rainha e Virtudes. Na área do município de Azambuja não existe qualquer passagem de nível tendo todas elas sido suprimidas e substituídas por vias desniveladas. A circulação na linha é intensa com uma média diária elevada, incluindo todo o tipo de composições, nomeadamente urbanas com o seu términos na estação da Azambuja, regionais, intercidades, alfa-pendulares, carga e matérias perigosas.

111 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-62 Este meio de transporte, nas zonas de travagem, pode provocar incêndios nas áreas paralelas à linha, existindo também a probabilidade de ocorrência de um acidente ferroviário e de atropelamento de peões que indevidamente circulem na linha. Figura 39 Enquadramento da Linha Ferroviária de Azambuja (Fonte: Avaliação de risco Dados Estatísticos: Possíveis danos: o Mortos e feridos o Danificação ou destruição de edifícios e/ou infra-estruturas o Danos ambientais Vulnerabilidades: o Lacunas no ordenamento do território o Lacunas na análise de risco, planeamento e treino Probabilidade Elevada Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Risco Extremo Probabilidade Média-Alta Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média Risco Baixo Risco Moderado Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média-Baixa Risco Baixo Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Baixa Risco Baixo Risco Baixo RISCO MODERADO Risco Moderado Risco Elevado Gravidade Residual Gravidade Reduzida Gravidade Moderada Gravidade Acentuada Gravidade Crítica

112 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-63 Probabilidade/frequência: Baixa Gravidade/intensidade: Moderado Grau de risco: Moderado o Grau de prontidão: Até duas horas o Grau de mobilização: 25% ACIDENTES DE TRÁFEGO AÉREO Acidente aéreo é o conjunto de ocorrências violentas resultantes da queda de aeronaves ou outros objectos. O município de Azambuja é sobrevoado por aeronaves civis e militares. Na área do município situam-se um heliporto (propriedade da empresa SIVA - Sociedade de Importação de Veículos Automóveis, SA), um heliporto no Quartel dos Bombeiros Voluntários de Alcoentre e três pequenos aeródromos para aviões particulares de pulverização agrícola. Considerando a sua versatilidade, nomeadamente no que diz respeito aos heliportos, estes tem servido para apoio aéreo a operações de emergência de Protecção Civil. ENTIDADE / TIPO COORDENADAS LATITUDE LONGITUDE SIVA, SA 39 3' N 8 54' W B. V. Alcoentre 39º N 8º W - Aeródromo N W Aeródromo 39º N 8º W

113 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-64 Figura 40 Localização doas heliportos e dos aeródromos no município da Azambuja (Fonte: Certitecna / SMPC) Avaliação de risco Dados Estatísticos: Possíveis danos: o Mortos e feridos o Danificação ou destruição de edifícios e/ou infra-estruturas o Danos ambientais Vulnerabilidades: o Lacunas na análise de risco, planeamento e treino

114 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-65 Probabilidade Elevada Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Risco Extremo Probabilidade Média-Alta Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média Risco Baixo Risco Moderado Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média-Baixa Risco Baixo Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Baixa Risco Baixo Risco Baixo RISCO MODERADO Risco Moderado Risco Elevado Gravidade Residual Gravidade Reduzida Gravidade Moderada Gravidade Acentuada Gravidade Crítica Probabilidade/frequência: Baixa Gravidade/intensidade: Moderada Grau de risco: Risco Moderado o Grau de prontidão: Até duas horas o Grau de mobilização: 25% FUGAS DE GÁS Avaliação de risco Informação geral: O município de Azambuja não tem registo deste tipo de ocorrências. As fugas de gás com garrafas e/ou depósitos podem ocorrer nas áreas urbanas e industriais, quer em habitações, quer em outro tipo de edifícios, como por exemplo nos edifícios de restauração e em edifícios industriais e ao longo do gasoduto. Possíveis danos: o Mortos e feridos o Supressão da estrutura sócio-económica o Danificação ou destruição de edifícios e/ou infra-estruturas o Danos ambientais

115 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-66 Vulnerabilidades: o Lacunas no ordenamento do território o Lacunas na análise de risco, planeamento e treino Probabilidade Elevada Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Risco Extremo Probabilidade Média-Alta Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média Risco Baixo Risco Moderado RISCO MODERADO Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média-Baixa Risco Baixo Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Baixa Risco Baixo Risco Baixo Risco Moderado Risco Moderado Risco Elevado Gravidade Residual Gravidade Reduzida Gravidade Moderada Gravidade Acentuada Gravidade Crítica Probabilidade/frequência: Média Gravidade/intensidade: Moderada Grau de risco: Moderado o Grau de prontidão: até duas horas o Grau de mobilização: 25% FUGAS DE PRODUTOS DE ORIGEM PETROLÍFERA Avaliação de risco Informação geral: O município de Azambuja não tem registo deste tipo de ocorrências. As fugas de produtos petrolíferos podem ocorrer nas áreas urbanas onde se encontram os postos de abastecimento de combustível, nas áreas industriais e ao longo do oleoduto Sines / Aveiras que transporta os produtos petrolíferos para a empresa CLC Companhia Logística de Combustíveis, SA. Possíveis danos: o Mortos e feridos o Supressão da estrutura sócio-económica o Danificação ou destruição do oleoduto, de edifícios e/ou infra-estruturas o Danos ambientais

116 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-67 Vulnerabilidades: o Lacunas no ordenamento do território o Lacunas na análise de risco, planeamento e treino Probabilidade Elevada Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Risco Extremo Probabilidade Média-Alta Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média Risco Baixo Risco Moderado Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média-Baixa Risco Baixo Risco Baixo RISCO MODERADO Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Baixa Risco Baixo Risco Baixo Risco Moderado Risco Moderado Risco Elevado Gravidade Residual Gravidade Reduzida Gravidade Moderada Gravidade Acentuada Gravidade Crítica Probabilidade/frequência: Média-Baixa Gravidade/intensidade: Moderada Grau de risco: Moderado o Grau de prontidão: Até duas horas o Grau de mobilização: 25% RISCOS SOCIAIS MOTINS Informação geral: No município de Azambuja existem duas instituições do Ministério da Justiça, o Estabelecimento Prisional de Alcoentre (EPA) e o Estabelecimento Prisional de Vale Judeus EPVJ). Nestes estabelecimentos encontram-se reclusos condenados por variadíssimos tipos de crime, sendo que o EPVJ é aquele que apresenta níveis mais elevados de segurança tendo em conta o tipo de prisioneiros residentes. No EPA residem alguns prisioneiros que usufruem de regime aberto, trabalhando na área envolvente ao estabelecimento prisional. Assim e por já anteriormente ter ocorrido situações onde foi necessário a intervenção de forças de socorro, o PME contempla este tipo de risco social.

117 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-68 Possíveis danos: o Mortos e feridos o Fuga não controlada o Danificação ou destruição de edifícios e/ou infra-estruturas o Danos ambientais Figura 41 Localização dos Estabelecimentos Prisionais / Vale Judeus e Alcoentre município de Azambuja (Fonte: Certitecna / SMPC) Avaliação de risco O município de Azambuja tem registo deste tipo de ocorrências. A intervenção dos agentes de protecção civil é dificultada pelo tipo de ocorrência / local de ocorrência. É fundamental o apoio da população prisional assim como da equipa de guardas prisionais neste tipo de ocorrência. Este tipo de risco deve merecer especial atenção, devendo-se prever a elaboração de Planos de Emergência Internos (PEI) e por sua vez Plano de

118 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-69 Emergência Externos (PEE), face aos diversos tipos de risco a às acções de mitigação necessárias. Vulnerabilidades: o Lacunas no tipo de estrutura / edificado o Lacunas na análise de risco, planeamento e treino Probabilidade Elevada Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Risco Extremo Probabilidade Média-Alta Risco Baixo Risco Moderado Risco Elevado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média Risco Baixo Risco Moderado Risco Moderado Risco Elevado Risco Extremo Probabilidade Média-Baixa Risco Baixo Risco Baixo Risco Moderado RISCO ELEVADO Risco Extremo Probabilidade Baixa Risco Baixo Risco Baixo Risco Moderado Risco Moderado Risco Elevado Gravidade Residual Gravidade Reduzida Gravidade Moderada Gravidade Acentuada Gravidade Crítica Probabilidade/frequência: Média-Baixa Gravidade/intensidade: Acentuada Grau de risco: Elevado o Grau de prontidão: até seis horas o Grau de mobilização: 50% SÍNTESE RISCOS / PROBABILIDADE / GRAVIDADE RISCOS PROBABILIDADE GRAVIDADE GRAU DE RISCO Cheias e Inundações Média-Alta Reduzida Moderado Incêndios Florestais Média-Alta Moderada Elevado Sismos Média-Baixa Acentuada Elevado A. de Solos e Derrocadas Baixa Moderada Moderado Ciclones e Ventos Ciclónicos Baixa Moderada Moderado Secas Média-Baixa Reduzida Baixo Acidentes Industriais Média Moderada Moderado Incêndios Urbanos Média Moderada Moderado Acidente Rodoviário Média Moderada Moderado Acidente Ferroviário Baixa Moderada Moderado Acidente de Tráfego Aéreo Baixa Moderada Moderado Fugas de Gás Média Moderada Moderado

119 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-70 RISCOS PROBABILIDADE GRAVIDADE GRAU DE RISCO Fuga Prod. Orig. Petrolífera Média-Baixa Moderada Moderado Motins Média-Baixa Acentuada Elevado ANÁLISE DE VULNERABILIDADES Vulnerabilidades ao nível do território e da população População e povoamentos dispersos População envelhecida e com baixos níveis de escolarização Lacunas no ordenamento do território Distâncias entre freguesias Dificuldades nos acessos Alterações climáticas Vulnerabilidades ao nível dos meios e recursos Falta de meios técnicos especializados Falta de pessoal qualificado Deficiente articulação entre entidades Lacunas na análise de risco, planeamento e treino Ausência de cultura de segurança ESTRATÉGIAS PARA A MITIGAÇÃO DE RISCOS Informação e Formação dos Cidadãos Os cidadãos têm direito à informação sobre os riscos a que estão sujeitos no Município de Azambuja e sobre as medidas adoptadas e a adoptar com vista a prevenir ou a minimizar os efeitos de acidente grave ou catástrofe. A informação pública visa esclarecer as populações sobre a natureza e os fins da Protecção Civil, consciencializá-las das responsabilidades que recaem sobre cada instituição ou indivíduo e sensibilizá-las em matéria de auto-protecção.

120 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-71 A Protecção Civil de Azambuja deve difundir e publicitar, na área de formação cívica, matérias de Protecção Civil e auto-protecção, com a finalidade de difundir conhecimentos práticos e regras de comportamento a adoptar no caso de acidente grave ou catástrofe. Deve também garantir-se o acesso público a este PME e a disponibilização das suas partes não reservadas em plataformas baseadas nas tecnologias de informação e comunicação, promovendo uma interacção real com o cidadão. Considera-se também muito importante o envolvimento dos cidadãos na realização dos exercícios de simulação do presente PME. Apresentam-se de seguida algumas das medidas de prevenção desenvolvidas pelo Município de Azambuja para a Mitigação dos Riscos identificados. Cheias e Inundações Com vista à protecção de pessoas e bens existe uma cartografia com a localização de áreas urbanas inundáveis, que facilita o socorro quando este fenómeno ocorre, o que permite tomar as devidas precauções ao nível de novas construções. Contudo, para minimizar os danos causados por cheias e inundações, são tomadas por parte da Câmara Municipal medidas de prevenção, nomeadamente: Nos rios, a limpeza debaixo de pontes e pontões e do próprio leito dos rios; Nas estradas, manter as valetas limpas para permitir um fácil escoamento da água; Nas ruas, antes do início dos períodos de chuvas proceder à limpeza das sarjetas; Em casos específicos, projectar e executar obras de melhoramento nas áreas urbanas. Incêndios Florestais A Câmara Municipal de Azambuja tem elaborado um Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios (PMDFCI), integrando a cartografia de risco, a identificação das vulnerabilidades, bem como a estratégia para minimização da incidência deste tipo de incêndios. Sismos A Câmara Municipal de Azambuja, através dos seus serviços de fiscalização, garante que todas as infra-estruturas e edifícios a licenciar cumprem a legislação em vigor relativamente às normas de construção.

121 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-72 Aluimento de Solos e Derrocadas Na sequência de abalos sísmicos ou de forte precipitação pluviométrica existirá uma avaliação das condições nos troços onde este tipo de fenómeno tem maior probabilidade de ocorrência. Acidentes Industriais A Câmara Municipal de Azambuja, através dos seus serviços de fiscalização, garante que as indústrias consideradas de maior risco possuam um Plano de Emergência Interno e que este é testado e revisto anualmente. Estes Planos são também validados pela Protecção Civil Municipal e pelos Corpos de Bombeiros Voluntários. Evacuação Na fase de evacuação, após a emissão do aviso, a população deverá dirigir-se inicialmente às Zonas de Concentração e Irradiação (ZCI) criadas para o efeito através das acessibilidades transitáveis. Após determinação do COS da zona de sinistro, ou regressam aos seus locais de habitação e/ou trabalho ou serão transportados para uma Zona de Concentração e Alojamento à População (ZCAP). Incêndios Urbanos / Postos de Abastecimento de Combustíveis A Câmara Municipal de Azambuja (CMA), através dos seus serviços de fiscalização, garante que todas as unidades comerciais, de saúde, de acolhimento, de turismo e de combustíveis, que se revelem importantes, possuam um Plano de Emergência Interno e que este é testado e revisto anualmente. Estes Planos são também validados pela Protecção Civil Municipal e pelos Corpos de Bombeiros Voluntários. A CMA garante também que todas as unidades referenciadas cumprem a legislação de segurança em vigor, nomeadamente na legalização deste tipo de instalações. Acidente Rodoviário A Câmara Municipal de Azambuja, através dos seus serviços de obras, garante a manutenção de toda a rede viária da sua responsabilidade e procede a rectificações ao pavimento, ao traçado e à sinalização horizontal e vertical, sempre que necessário, contribuindo para a anulação de pontos negros rodoviários. Fugas de Gás e de Produtos de Origem Petrolífera A Câmara Municipal de Azambuja e as empresas que detém a responsabilidade / propriedade do gasoduto e do oleoduto, mantém uma vigilância sobre todo o traçado e garante que todas as infra-estruturas e edifícios a licenciar na área envolvente cumprem a legislação em vigor relativamente às normas de construção e respeitam a área de segurança necessária.

122 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-73 Motins A Câmara Municipal de Azambuja (CMA), através dos seus serviços de mantém uma estreita ligação com a Direcção dos Serviços Prisionais e as respectivas Direcções dos Estabelecimentos Prisionais e intervêm a seu pedido AVISOS E INFORMAÇÃO PÚBLICA POR VIA SONORA Os avisos sonoros devem ser emitidos por carros com megafone das forças armadas, Bombeiros, GNR e Câmara Municipal de Azambuja. Em caso de Acidente Industrial Avisar: Das medidas de autoprotecção Cumprir as regras de segurança internas Para não saírem à rua e fecharem janelas e portas Em caso de sintomas de vómitos, olhos a chorar ou falta de ar ligar para as emergências 112 Ligarem os rádios e ouvirem as indicações das autoridades Manterem-se calmas e serenas Em caso de Sismo Avisar: Desliguem o gás e luz Afastar das janelas, móveis Coloque-se debaixo de mesas ou vãos de portas Peguem no Kit emergência (lanterna, rádio com pilhas, alguns cereais, água, velas e isqueiro) e dirijam-se a um abrigo Indicar essas zonas de abrigo/recolhimento Para se afastarem dos prédios altos Para seguirem para os abrigos com calma Quais as zonas de realojamento Quais as zonas de primeiros socorros Quais as zonas de abastecimento Em caso de Incêndio Avisar: Fechem janelas e portas por causa do fumo Avisar se devem evacuar a área e para onde se devem dirigir Indicar as estradas intransitáveis e as alternativas

123 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR Cenários De seguida são identificados os cenários de acidentes (cenários tipo) cujos danos são mais significativos e que podem resultar na activação do PME de Azambuja: Cheias e Inundações Incêndio Florestal (consultar PMDFCI) Acidente com camião TMP Acidente na indústria Acidente ferroviário Acidente rodoviário Acidente aéreo Motins Foram elaborados os PPI para os seguintes cenários: FREGUESIA LOCAL CENÁRIO Aveiras de Cima Rua da Fonte Santa e Rua José António Telles Luís Ramos Inundação Azambuja EN3 Inundação Azambuja Vila Nova da Rainha Lezeirão Rua Manuel Joaquim Alves Dinis, Urbanização Cortes das Freiras, Largo D. Nuno Alvares Pereira e EN3 Inundação Inundação Vila Nova da Rainha Rua da Industria e EN3 Inundação Alcoentre IC 2 Acidente Rodoviário Alcoentre IC 2 Acidente Rodoviário Aveiras de Cima Rua Dr. Francisco Maria de almeida Grandela Acidente Rodoviário Aveiras de Cima EN CLC Acidente Rodoviário Aveiras de Baixo Rua 25 de Abril Acidente Rodoviário Manique do Intendente Rua D. Maria I Acidente Rodoviário Vale Paraíso Rua do Palanque Acidente Rodoviário Vila Nova da Rainha EN 3 Acidente Rodoviário Vila Nova da Rainha Estrada dos Arneiros Aluimento de Solos Alcoentre Rua Conselheiro Frederico Arouca e CM 15/0101 Motins Azambuja EM 5/0404 Casais de Brito TMP Azambuja Estação de Caminho de Ferro - Azambuja Acidente Ferroviário Azambuja Praia Fluvial Rio Tejo Afogamento

124 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-75 FREGUESIA LOCAL CENÁRIO Aveiras de Cima EN CLC Acidente Industrial Azambuja Estrada das Lezírias Acidente Aéreo Cartografia e Plantas A Câmara Municipal de Azambuja, para além destas cartas, dispõe de outras com mais pormenor sobre todo o município CARACTERIZAÇÃO GERAL DO MUNICÍPIO Carta A Limites Administrativos (Município e Freguesias)

125 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-76 Carta A 1.1 Hipsometria Carta A 1.2 Exposições

126 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-77 Carta A 1.3 Hidrografia Carta A Ocupação do solo

127 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-78 Carta A Densidade Populacional Carta A Rede Viária Florestal

128 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-79 Carta A 1.9 Locais Estratégicos de Estacionamento Carta A Risco de Incêndio Florestal

129 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-80 Carta A 1.11 Pontos de Água

130 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR CARTAS ESPECIFICAS PME Carta A 2.0 Intervenção Carta A Pontos Nevrálgicos no Município da Azambuja

131 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-82 Carta A Pontos Nevrálgicos no Município da Azambuja Carta A Pontos Perigosos no Município da Azambuja

132 INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR 4-83 Carta A Pontos Perigosos no Município da Azambuja

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE CAMPO MAIOR

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE CAMPO MAIOR PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE CAMPO MAIOR ÍNDICE ÍNDICE... 2 ÍNDICE DE FIGURAS... 5 ÍNDICE DE QUADROS... 7 PARTE I ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO... 8 1 INTRODUÇÃO... 8 2 ÂMBITO DE

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE ELVAS

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE ELVAS PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE ELVAS ELABORADO POR: SERVIÇO MUNICIPAL DE PROTECÇÃO CIVIL DO MUNICÍPIO DE ELVAS PMEPC DE ELVAS Parte I ENQUADRAMENTO GERAL ÍNDICE Parte I ENQUADRAMENTO

Leia mais

MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA

MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL CÂMARA MUNICIPAL DE VILA FRANCA DE XIRA Página 2 de 63 WWW..PT Página 3 de 63 1 ENQUADRAMENTO GERAL DO... 7 1.1 INTRODUÇÃO... 7 1.2 ÂMBITO DE APLICAÇÃO...... 7

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE ALVAIÁZERE

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE ALVAIÁZERE PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE ALVAIÁZERE PARTE II Índice 1. CONCEITO DE ACTUAÇÃO...3 1.1. COMISSÕES DE PROTECÇÃO CIVIL...3 1.1.1 Missão...3 1.1.2 Competências da Comissão Municipal

Leia mais

Plano de Emergência Externo do Estabelecimento de Armazenagem de Produtos Explosivos da MaxamPor, S.A.

Plano de Emergência Externo do Estabelecimento de Armazenagem de Produtos Explosivos da MaxamPor, S.A. Plano de Emergência Externo do Estabelecimento de Armazenagem de Produtos Explosivos da MaxamPor, S.A. CÂMARA MUNICIPAL DE VILA POUCA DE AGUIAR SERVIÇO MUNICIPAL DE PROTECÇÃO CIVIL SETEMBRO DE 2010 ÍNDICE

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE ANGRA DO HEROÍSMO

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE ANGRA DO HEROÍSMO CÂMARA MUNICIPAL DE ANGRA DO HEROÍSMO PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE ANGRA DO HEROÍSMO ILHA TERCEIRA 2008 SERVIÇO MUNICIPAL DE PROTECÇÃO CIVIL DA CÂMARA MUNICIPAL DE ANGRA DO HEROÍSMO

Leia mais

Sistema Integrado de Operações de Protecção e Socorro (SIOPS)

Sistema Integrado de Operações de Protecção e Socorro (SIOPS) Anteprojecto de decreto-lei Sistema Integrado de Operações de Protecção e Socorro (SIOPS) As acções de protecção civil integram, obrigatoriamente, agentes e serviços que advêm de organismos do Estado,

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DA RIBEIRA GRANDE

CÂMARA MUNICIPAL DA RIBEIRA GRANDE CÂMARA MUNICIPAL DA RIBEIRA GRANDE Proposta de Regulamento do Serviço Municipal de Protecção Civil do Concelho da Ribeira Grande Preâmbulo Atendendo que: A Protecção Civil é, nos termos da Lei de Bases

Leia mais

2 Organização da resposta

2 Organização da resposta 2 Organização da resposta 2.1 Conceito de actuação No exercício de funções de responsável municipal da política de protecção civil, o Presidente da Câmara Municipal, para cumprimento da sua missão, deverá

Leia mais

SERVIÇO MUNICIPAL DE VALE DE CAMBRA PLANO ESPECIAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL PARA RISCOS QUÍMICOS GRAVES EM VALE DE CAMBRA

SERVIÇO MUNICIPAL DE VALE DE CAMBRA PLANO ESPECIAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL PARA RISCOS QUÍMICOS GRAVES EM VALE DE CAMBRA SERVIÇO MUNICIPAL DE VALE DE CAMBRA PLANO ESPECIAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL PARA RISCOS QUÍMICOS GRAVES EM VALE DE CAMBRA PLANO DE EMERGÊNCIA EXTERNO DA COLEPCCL PLANO DE EMERGÊNCIA EXTERNO ÍNDICE

Leia mais

Plano de Emergência Externo

Plano de Emergência Externo Plano de Emergência Externo Sociedade de Explosivos Civis, S.A. Fevereiro de 2010 Índice Parte I Enquadramento Geral do Plano... 6 1.Introdução... 6 2. Âmbito de Aplicação... 7 3.Objectivos Gerais do Plano...

Leia mais

2. MISSÃO COMUM A TODAS AS ENTIDADES E ORGANISMOS DE APOIO IMPLANTADOS NO CONCELHO DE SINES

2. MISSÃO COMUM A TODAS AS ENTIDADES E ORGANISMOS DE APOIO IMPLANTADOS NO CONCELHO DE SINES 2. MISSÃO COMUM A TODAS AS ENTIDADES E ORGANISMOS DE APOIO IMPLANTADOS NO CONCELHO DE SINES Colaboram com o SMPC ou o CMOEPC (se estiver activado) na actualização do inventário dos seus meios e recursos.

Leia mais

Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil de Ílhavo

Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil de Ílhavo 2012 Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil de Ílhavo Conteúdo Parte I Enquadramento Geral do Plano... 7 1. Introdução... 7 2. Âmbito de aplicação... 8 3. Objetivos gerais... 9 4. Enquadramento

Leia mais

Plano de Emergência Externo do Estabelecimento de Armazenagem de Produtos Explosivos da MaxamPor, S.A.

Plano de Emergência Externo do Estabelecimento de Armazenagem de Produtos Explosivos da MaxamPor, S.A. Plano de Externo do Estabelecimento de Armazenagem de Produtos Explosivos da MaxamPor, S.A. CÂMARA MUNICIPAL DE VILA POUCA DE AGUIAR SERVIÇO MUNICIPAL DE PROTECÇÃO CIVIL SETEMBRO DE 2010 ÍNDICE GERAL

Leia mais

Parte III Áreas de Intervenção

Parte III Áreas de Intervenção Parte III Áreas de Intervenção 53 1. Administração de Meios e Recursos A área de intervenção de administração de meios e recursos estabelece os procedimentos e instruções de coordenação quanto às actividades

Leia mais

Plano Municipal de Emergência de Protecção Civil

Plano Municipal de Emergência de Protecção Civil Plano Municipal de Emergência de Protecção Civil 2011 PROTECÇÃO CIVIL DA COVILHÃ INDICE GERAL Nota Introdutória...3 Parte I Enquadramento geral do Plano 1. Introdução...6 2. Âmbito de aplicação...6 3.

Leia mais

CADERNOS TÉCNICOS PROCIV. 3 Manual de apoio à elaboração e operacionalização de Planos de Emergência de Protecção Civil

CADERNOS TÉCNICOS PROCIV. 3 Manual de apoio à elaboração e operacionalização de Planos de Emergência de Protecção Civil CADERNOS TÉCNICOS PROCIV 3 Manual de apoio à elaboração e operacionalização de Planos de Emergência de Protecção Civil EDIÇÃO: AUTORIDADE NACIONAL DE PROTECÇÃO CIVIL SETEMBRO DE 2008 02 Cadernos Técnicos

Leia mais

II COLÓQUIO - GESTÃO DO RISCO E CULTURA DE SEGURANÇA 30/11/2015 II COLÓQUIO - GESTÃO DO RISCO E CULTURA DE SEGURANÇA - MADEIRA TECNOPOLO FUNCHAL 1

II COLÓQUIO - GESTÃO DO RISCO E CULTURA DE SEGURANÇA 30/11/2015 II COLÓQUIO - GESTÃO DO RISCO E CULTURA DE SEGURANÇA - MADEIRA TECNOPOLO FUNCHAL 1 II COLÓQUIO - GESTÃO DO RISCO E CULTURA DE SEGURANÇA 30/11/2015 II COLÓQUIO - GESTÃO DO RISCO E CULTURA DE SEGURANÇA - MADEIRA TECNOPOLO FUNCHAL 1 30/11/2015 II COLÓQUIO - GESTÃO DO RISCO E CULTURA DE

Leia mais

PLANO MUNICIPAL PROTEÇÃO CIVIL DE EMERGÊNCIA DE CÂMARA MUNICIPAL DE VILA FRANCA DE XIRA

PLANO MUNICIPAL PROTEÇÃO CIVIL DE EMERGÊNCIA DE CÂMARA MUNICIPAL DE VILA FRANCA DE XIRA PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL CÂMARA MUNICIPAL DE VILA FRANCA DE XIRA Página 2 de 217 1 ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO... 7 1.1 INTRODUÇÃO... 8 1.2 ÂMBITO DE APLICAÇÃO... 8 1.3 OBJETIVOS

Leia mais

2011 PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL

2011 PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL Capítulo: 2011 PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL Câmara Municipal de Barrancos Serviços Municipais de Protecção Civil 30-05-2011 1 TÉCNICAS RESPONSÁVEIS PELA ELABORAÇÃO DO PLANO: Margarida

Leia mais

O Portal da Construção Segurança e Higiene do Trabalho

O Portal da Construção Segurança e Higiene do Trabalho Guia Técnico Segurança e Higiene do Trabalho Volume XVIII Plano de Emergência um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído sem a

Leia mais

O Voluntariado e a Protecção Civil. 1. O que é a Protecção Civil

O Voluntariado e a Protecção Civil. 1. O que é a Protecção Civil O Voluntariado e a Protecção Civil 1. O que é a Protecção Civil A 03 de Julho de 2006, a Assembleia da Republica publica a Lei de Bases da Protecção Civil, que no seu artigo 1º dá uma definição de Protecção

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DO CONCELHO DA BATALHA

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DO CONCELHO DA BATALHA PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DO CONCELHO DA BATALHA Abril 2010 MUNICÍPIO DA BATALHA SERVIÇO MUNICIPAL DA PROTECÇÃO CIVIL PARTE I - ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO... 1 1. INTRODUÇÃO NTRODUÇÃO...... 1 2.

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DO MUNICÍPIO DE CASTRO DAIRE PARTE I, II, III, IV (Secção I) PARTE PÚBLICA Setembro de 2010 INDICE PARTE I ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO... 2 1. INTRODUÇÃO...2

Leia mais

Plano Municipal de Emergência de Protecção Civil de Leiria Índice Geral

Plano Municipal de Emergência de Protecção Civil de Leiria Índice Geral Plano Municipal de Emergência de Protecção Civil de Leiria Município de Leiria, Junho de 2010 Índice Geral Parte I ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO... 4 1. Introdução... 4 2. Âmbito de Aplicação... 5 3. Objectivos

Leia mais

PLANO DE EMERGÊNCIA EXTERNO PARA A SOCIEDADE AÇOREANA DE ARMAZENAMENTO DE GÁS (SAAGA) - PARQUE DE GPL DA HORTA PARTES PÚBLICAS

PLANO DE EMERGÊNCIA EXTERNO PARA A SOCIEDADE AÇOREANA DE ARMAZENAMENTO DE GÁS (SAAGA) - PARQUE DE GPL DA HORTA PARTES PÚBLICAS PLANO DE EMERGÊNCIA EXTERNO PARA A SOCIEDADE AÇOREANA DE ARMAZENAMENTO DE GÁS (SAAGA) - PARQUE DE GPL DA HORTA PARTES PÚBLICAS Partes I, II, III e IV Secção I Plano de Emergência Externo para a Sociedade

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA PROTECÇÃO CIVIL VERSÃO PARA CONSULTA PÚBLICA

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA PROTECÇÃO CIVIL VERSÃO PARA CONSULTA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA PROTECÇÃO CIVIL VERSÃO PARA CONSULTA PÚBLICA SETEMBRO DE 2010 ÍNDICE GERAL PARTE I ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO 1. INTRODUÇÃO 5 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO 6 3. OBJECTIVOS GERAIS

Leia mais

Plano de Emergência Externo de Ílhavo

Plano de Emergência Externo de Ílhavo Plano de Emergência Externo de Ílhavo 2012 Conteúdo Parte I Enquadramento Geral do Plano... 12 1. Introdução... 12 2. Âmbito de aplicação... 14 3. Objetivos gerais... 15 4. Enquadramento legal... 16 5.

Leia mais

Plano Municipal de Emergência de Protecção Civil de Vila Viçosa. Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil de Vila Viçosa

Plano Municipal de Emergência de Protecção Civil de Vila Viçosa. Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil de Vila Viçosa Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil de Vila Viçosa 1 Índice PARTE I - ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO 3 1 INTRODUÇÃO 4 2 - AMBITO DE APLICAÇÃO 5 3 - OBJETIVOS GERAIS 6 4 - ENQUADRAMENTO LEGAL

Leia mais

Câmara Municipal de Matosinhos Plano de Emergência Externo REFINARIA DO PORTO Petrogal

Câmara Municipal de Matosinhos Plano de Emergência Externo REFINARIA DO PORTO Petrogal Câmara Municipal de Matosinhos Plano de Emergência Externo REFINARIA DO PORTO Petrogal MAIO 2011 4. Informação complementar 4.1 Secção I 4.1.1 Mecanismos da estrutura de Protecção Civil Estrutura de Operações

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE VILA NOVA DE GAIA

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE VILA NOVA DE GAIA PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL VERSÃO PARA CONSULTA PÚBLICA PARTE NÃO RESERVADA Jun. 2010 VERSÃO 3 ÍNDICE PARTE I ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO 1. INTRODUÇÃO... 1 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO...

Leia mais

PLANO ESPECIAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL PARA RISCOS QUÍMICOS GRAVES EM ARCOS DE VALDEVEZ

PLANO ESPECIAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL PARA RISCOS QUÍMICOS GRAVES EM ARCOS DE VALDEVEZ PLANO ESPECIAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL PARA RISCOS QUÍMICOS GRAVES EM ARCOS DE VALDEVEZ PLANO DE EMERGÊNCIA EXTERNO (PEE) DE ESTABELECIMENTO SEVESO SARRELIBER Março, 2013 M UNICÍPIO DE ARCOS DE

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA EXPOSIÇÃO PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA De 6 a 17 de Maio 2008 MUNICÍPIO DO SEIXAL CÂMARA MUNICIPAL PROTECÇÃO CIVIL MUNICIPAL É a actividade desenvolvida pelas autarquias locais, com a colaboração dos

Leia mais

PLANO DE EMERGÊNCIA: FASES DE ELABORAÇÃO

PLANO DE EMERGÊNCIA: FASES DE ELABORAÇÃO PLANO DE EMERGÊNCIA: FASES DE ELABORAÇÃO www.zonaverde.pt Página 1 de 10 INTRODUÇÃO Os acidentes nas organizações/estabelecimentos são sempre eventos inesperados, em que a falta de conhecimentos/formação,

Leia mais

PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 141 (Julho/Agosto de 2002) KÉRAMICA N.º 256 (Novembro/Dezembro de 2002)

PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 141 (Julho/Agosto de 2002) KÉRAMICA N.º 256 (Novembro/Dezembro de 2002) TÍTULO: Planos de Emergência na Indústria AUTORIA: Factor Segurança, Lda PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 141 (Julho/Agosto de 2002) KÉRAMICA N.º 256 (Novembro/Dezembro de 2002) 1. INTRODUÇÃO O Plano de Emergência

Leia mais

Câmara Municipal de Odivelas

Câmara Municipal de Odivelas Câmara Municipal de Odivelas Serviço Municipal de Protecção Civil Agosto de 2009 1 / 44 ÍNDICE PARTE I ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO... 4 1. Introdução... 4 2. Âmbito de Aplicação... 4 3. Objectivos Gerais...

Leia mais

CEPSA Portuguesa Petróleos, SA

CEPSA Portuguesa Petróleos, SA Câmara Municipal de Matosinhos Plano de Emergência Externo CEPSA Portuguesa Petróleos, SA MARÇO 2011 PEE Cepsa Pág. i de 57 Índice NOTA PRÉVIA... ERRO! MARCADOR NÃO DEFINIDO. 1 ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO...

Leia mais

1 Enquadramento Geral do Plano

1 Enquadramento Geral do Plano 1 Enquadramento Geral do Plano 1.1 Introdução Em 1992 foi elaborado um Plano de Externo (PEE) para o Complexo Industrial do Concelho de Matosinhos. A entrada em vigor da Directiva Seveso II, em 2001, originou

Leia mais

Plano Geral Municipal de Emergência de Proteção Civil 2012

Plano Geral Municipal de Emergência de Proteção Civil 2012 ÍNDICE PARTE I ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO... 7 1. Introdução... 7 2 2. Âmbito de Aplicação... 7 3. Objetivos Gerais... 8 4. Enquadramento Legal... 9 5. Antecedentes do processo de planeamento... 9 6.

Leia mais

Figueira da Foz PMEPC. Município PLANO MUNICIPAL DE E M E R G Ê N C I A D E REVISÃO DEZEMBRO 2014 DEZEMBRO DE 2014

Figueira da Foz PMEPC. Município PLANO MUNICIPAL DE E M E R G Ê N C I A D E REVISÃO DEZEMBRO 2014 DEZEMBRO DE 2014 Figueira da Foz Município REVISÃO DEZEMBRO 2014 PMEPC 2014 PLANO MUNICIPAL DE E M E R G Ê N C I A D E P R O T E C Ç Ã O C I V I L DEZEMBRO DE 2014 Ficha Técnica Realização Faculdade de Letras da Universidade

Leia mais

PLANO DE CONTINGÊNCIA MUNICIPAL PARA A GRIPE A H1N1

PLANO DE CONTINGÊNCIA MUNICIPAL PARA A GRIPE A H1N1 PLANO DE CONTINGÊNCIA MUNICIPAL PARA A GRIPE A H1N1 1 Situação Geral Uma pandemia de gripe ocorre quando um novo vírus do tipo A, para o qual a população tem uma susceptibilidade quase universal, surge

Leia mais

PLANO DE EMERGÊNCIA EXTERNO PARA A CENTRAL TERMOELÉCTRICA DE TUNES(PEECTT) Partes I, II, III e IV Secção I

PLANO DE EMERGÊNCIA EXTERNO PARA A CENTRAL TERMOELÉCTRICA DE TUNES(PEECTT) Partes I, II, III e IV Secção I PLANO DE EMERGÊNCIA EXTERNO PARA A CENTRAL TERMOELÉCTRICA DE TUNES(PEECTT) Partes I, II, III e IV Secção I Plano de Emergência Externo para a Central Termoeléctrica de Tunes (PEECTT) Câmara Municipal de

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL DE PENAMACOR

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL DE PENAMACOR PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL DE PENAMACOR PARTE I ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO Parte I Enquadramento geral do plano julho 2012 Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil de Penamacor

Leia mais

Resposta Hospitalar à Catástrofe Externa e Emergência Interna. Abílio Casaleiro

Resposta Hospitalar à Catástrofe Externa e Emergência Interna. Abílio Casaleiro Resposta Hospitalar à Catástrofe Externa e Emergência Interna 27.02.2015 Apresentação do Hospital de Cascais Plano de Catástrofe Externa Plano de Emergência Interna Hospital de Cascais - Caracterização

Leia mais

Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil de Serpa

Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil de Serpa Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil de Serpa ÍNDICE PARTE I ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO ----------------------------------------- 8 1. Introdução --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

ESTABELECIMENTOS DE APOIO SOCIAL A PESSOAS IDOSAS

ESTABELECIMENTOS DE APOIO SOCIAL A PESSOAS IDOSAS ESTABELECIMENTOS DE APOIO SOCIAL A PESSOAS IDOSAS PLANOS DE SEGURANÇA A sociedade é feita por todas as pessoas, em todas as idades NÚCLEO DE CERTIFICAÇÃO E FISCALIZAÇÃO ALEXANDRA SANTOS E MARIA ANDERSON

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DA HORTA

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DA HORTA PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DA HORTA PARTE III ÁREAS DE INTERVENÇÃO Novembro 2013 Plano Municipal de Emergência de Protecção Civil da Horta Parte III Áreas de intervenção Câmara Municipal

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DO MUNICÍPIO DA MURTOSA

REGULAMENTO INTERNO CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DO MUNICÍPIO DA MURTOSA REGULAMENTO INTERNO CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DO MUNICÍPIO DA MURTOSA PREÂMBULO Designa-se por rede social o conjunto das diferentes formas de entreajuda, praticadas por entidades particulares sem

Leia mais

Etapas do Manual de Operações de Segurança

Etapas do Manual de Operações de Segurança OPERAÇÕES www.proteccaocivil.pt DE SEGURANÇA CARACTERIZAÇÃO DO ESPAÇO IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS ETAPAS LEVANTAMENTO DE MEIOS E RECURSOS ESTRUTURA INTERNA DE SEGURANÇA PLANO DE EVACUAÇÃO PLANO DE INTERVENÇÃO

Leia mais

PROPOSTA DE CARREIRA PARA OS TÉCNICOS SUPERIORES DA ÁREA DA SAÚDE EM REGIME DE CIT. Capítulo I Objecto e Âmbito Artigo 1.º Objecto

PROPOSTA DE CARREIRA PARA OS TÉCNICOS SUPERIORES DA ÁREA DA SAÚDE EM REGIME DE CIT. Capítulo I Objecto e Âmbito Artigo 1.º Objecto PROPOSTA DE CARREIRA PARA OS TÉCNICOS SUPERIORES DA ÁREA DA SAÚDE EM REGIME DE CIT Capítulo I Objecto e Âmbito Artigo 1.º Objecto 1 - O presente Decreto-Lei estabelece o regime jurídico da carreira dos

Leia mais

MAPA DE PESSOAL. Gabinete de Apoio ao Presidente. Gabinete de Fiscalização Sanitária

MAPA DE PESSOAL. Gabinete de Apoio ao Presidente. Gabinete de Fiscalização Sanitária Preenchidos A preencher Preenchidos Gabinete de Apoio ao Presidente Coordenar e executar todas as atividades inerentes à assessoria, secretariados, protocolos da Presidência e assegurar a interligação

Leia mais

Perguntas Frequentes sobre Voluntariado

Perguntas Frequentes sobre Voluntariado Perguntas Frequentes sobre Voluntariado Juntos podemos fazer da solidariedade um compromisso Índice 1. O que é o Voluntariado? 3 2. Que organizações podem ser promotoras do Voluntariado? 3 3. O que é ser

Leia mais

Anexo 1. Programa Municipal de Voluntariado. Introdução

Anexo 1. Programa Municipal de Voluntariado. Introdução Anexo 1 Programa Municipal de Voluntariado Introdução 1. A proposta de desenvolvimento do Programa Municipal de Voluntariado decorre da competência da Divisão de Cidadania e Inovação Social do Departamento

Leia mais

PLANO ESPECIAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL PARA O RISCO SÍSMICO E DE TSUNAMIS NA REGIÃO DO ALGARVE (PEERST-Alg)

PLANO ESPECIAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL PARA O RISCO SÍSMICO E DE TSUNAMIS NA REGIÃO DO ALGARVE (PEERST-Alg) PLANO ESPECIAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL PARA O RISCO SÍSMICO E DE TSUNAMIS NA REGIÃO DO ALGARVE (PEERST-Alg) Volume I Corpo do Plano ÍNDICE PARTE III - Áreas de Intervenção... 3 1. Administração

Leia mais

PLANO MUNICIPAL PAMPILHOSA DA SERRA DE EMERGÊNCIA DE. Câmara Municipal de Pampilhosa da Serra

PLANO MUNICIPAL PAMPILHOSA DA SERRA DE EMERGÊNCIA DE. Câmara Municipal de Pampilhosa da Serra PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PAMPILHOSA DA SERRA Câmara Municipal de Pampilhosa da Serra Julho/2009 PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PAMPILHOSA DA SERRA PARTE I ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO PARTE II

Leia mais

Segurança e Higiene do Trabalho. Volume XIX Gestão da Prevenção. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção. www.oportaldaconstrucao.

Segurança e Higiene do Trabalho. Volume XIX Gestão da Prevenção. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção. www.oportaldaconstrucao. Guia Técnico Segurança e Higiene do Trabalho Volume XIX Gestão da Prevenção um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído sem a expressa

Leia mais

SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO MEDIDAS DE AUTOPROTECÇÃO

SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO MEDIDAS DE AUTOPROTECÇÃO IV JORNADAS TÉCNICAS DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO DA ESCOLA PROFISSIONAL DE AVEIRO SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO MEDIDAS DE AUTOPROTECÇÃO Manuela Mil-Homens Comando Distrital de Operações de Socorro

Leia mais

4696 N. o 126 3 de Julho de 2006 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

4696 N. o 126 3 de Julho de 2006 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA 4696 N. o 126 3 de Julho de 2006 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n. o 27/2006 de 3 de Julho Aprova a Lei de Bases da Protecção Civil A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.

Leia mais

Plano Especial Emergência

Plano Especial Emergência Plano Especial Emergência Neve Nevões e gelo no Serra distrito da Estrela da Guarda Ministério Administração Interna Autoridade Nacional Proteção Civil Comando Distrital Operações Socorro Guarda VERSÃO

Leia mais

Atuação em Situações de Crise

Atuação em Situações de Crise 1 Atuação em Situações de Crise Enf. José Magalhães INEM Delegação Regional do Porto Porto, 11 de Abril de 2014 2 INEM O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) é o organismo do Ministério da Saúde

Leia mais

Pelouro do Desenvolvimento Social

Pelouro do Desenvolvimento Social Pelouro do Desenvolvimento Social Novembro de 2012 ENQUADRAMENTO A problemática do envelhecimento da população constitui uma importante oportunidade de desenvolvimento social, uma vez que uma sociedade

Leia mais

Compilação Legislativa

Compilação Legislativa MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA Autoridade Nacional de Protecção Civil Compilação Legislativa - BOMBEIROS - 1ª Edição Setembro 2008 COMPILAÇÃO LEGISLATIVA BOMBEIROS FICHA TÉCNICA Título: Edição: Coordenação:

Leia mais

Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST

Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST O QUE DIZ A LEI OBSERVAÇÕES Todos os trabalhadores têm direito à prestação de trabalho em condições de segurança, higiene e saúde, competindo ao empregador assegurar

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL DE VENDAS NOVAS

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL DE VENDAS NOVAS PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL DE VENDAS NOVAS PARTE II ORGANIZAÇÃO DA RESPOSTA Julho 2012 Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil de Vendas Novas Parte II Organização da resposta

Leia mais

(Regimento para o Conselho Nacional de Protecção Civil) Decreto-Regulamentar n.º 3/2002 De 12 de Junho

(Regimento para o Conselho Nacional de Protecção Civil) Decreto-Regulamentar n.º 3/2002 De 12 de Junho I SÉRIE N.º 20 B. O. DA REPÚBLICA DE CABO VERDE 12 DE JULHO DE 2001 (Regimento para o Conselho Nacional de Protecção Civil) Decreto-Regulamentar n.º 3/2002 De 12 de Junho A Lei de Bases de Protecção Civil,

Leia mais

CAPÍTULO III. Estado -Maior Conjunto Artigo 8.º

CAPÍTULO III. Estado -Maior Conjunto Artigo 8.º CAPÍTULO III Estado -Maior Conjunto Artigo 8.º Missão e atribuições 1. O Estado -Maior Conjunto (EMC) tem por missão assegurar o planeamento e o apoio necessários à decisão do CEMGFA. 2. O EMC prossegue,

Leia mais

Plano de Emergência Externo

Plano de Emergência Externo Divisão de Protecção Civil e Bombeiros Plano de Emergência Externo Respol, Resinas, SA Município de Leiria, Janeiro de 2010 Índice Parte I Enquadramento Geral do Plano... 2 1. Introdução... 2 2. Âmbito

Leia mais

Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil Serviço Municipal de Proteção Civil. PARTE III Áreas de Intervenção

Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil Serviço Municipal de Proteção Civil. PARTE III Áreas de Intervenção Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil PARTE III Áreas de Intervenção 2015 Índice 1. Áreas de Intervenção... 4 1.1. Área de Administração de Meios e Recursos... 4 1.2. Área de Logística... 8 1.2.1.

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Gestão. Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas

Plano de Prevenção de Riscos de Gestão. Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas Plano de Prevenção de Riscos de Gestão Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas Introdução No âmbito da sua actividade, o Conselho de Prevenção da Corrupção (CPC), aprovou a Recomendação n.º 1/2009,

Leia mais

Plano de Contingência para Serviços e Empresas

Plano de Contingência para Serviços e Empresas Plano de Contingência para Este documento contém: Lista de Verificação de Medidas e Procedimentos para O Plano de Contingência consiste num conjunto de medidas e acções que deverão ser aplicadas oportunamente,

Leia mais

Grupo de Trabalho para as Questões da Pessoa Idosa, Dependente ou Deficiente de Grândola REGULAMENTO INTERNO

Grupo de Trabalho para as Questões da Pessoa Idosa, Dependente ou Deficiente de Grândola REGULAMENTO INTERNO Grupo de Trabalho para as Questões da Pessoa Idosa, Dependente ou Deficiente de Grândola REGULAMENTO INTERNO Maio de 2011 Preâmbulo As alterações demográficas que se têm verificado na população portuguesa

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. 4220 Diário da República, 1.ª série N.º 124 30 de Junho de 2009. b) A requerimento do titular do complemento solidário

REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. 4220 Diário da República, 1.ª série N.º 124 30 de Junho de 2009. b) A requerimento do titular do complemento solidário 4220 Diário da República, 1.ª série N.º 124 30 de Junho de 2009 b) A requerimento do titular do complemento solidário para idosos. 2 Há ainda lugar à renovação da prova de recursos sempre que: a) Seja

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE LISBOA

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE LISBOA PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE LISBOA VERSÃO PARA CONSULTA PÚBLIICA Câmara Municipal de Lisboa Departamento de Proteção Civil Agosto 2012 Índice PARTE I ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO 5 1 - INTRODUÇÃO

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO DA COMUNIDADE DO ACES ALENTEJO CENTRAL 2

REGULAMENTO DO CONSELHO DA COMUNIDADE DO ACES ALENTEJO CENTRAL 2 REGULAMENTO DO CONSELHO DA COMUNIDADE DO ACES ALENTEJO CENTRAL 2 O Decreto-Lei n.º 28/2008 publicado em Diário da República, 1ª série, Nº 38, de 22 de Fevereiro de 2008, que criou os agrupamentos de Centros

Leia mais

Plano Municipal de Emergência de Protecção Civil

Plano Municipal de Emergência de Protecção Civil Plano Municipal de Emergência de Protecção Civil Câmara Municipal de Oeiras Outubro 2010 (Esta página foi deliberadamente deixada em branco) Serviço Municipal de Protecção Civil INDICE DO PLANO INDICE

Leia mais

AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE

AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE UNIDADE DE SAÚDE PUBLICA Ao nível de cada Agrupamento de Centros de Saúde (ACES), as Unidades de Saúde Pública (USP) vão funcionar como observatório de saúde da população

Leia mais

Dário Afonso Fernanda Piçarra Luisa Ferreira Rosa Felisberto Módulo: 3786, Controlo de Riscos

Dário Afonso Fernanda Piçarra Luisa Ferreira Rosa Felisberto Módulo: 3786, Controlo de Riscos Medidas de Prevenção e Protecção Dário Afonso Fernanda Piçarra Luisa Ferreira Rosa Felisberto Módulo: 3786, Controlo de Riscos 30 - Novembro, 2010 ÍNDICE Introdução - Medidas de Prevenção e Protecção pág.

Leia mais

Edição Autoridade Nacional de Protecção Civil. Proposta e validação Comandante Operacional Nacional Paulo Gil Martins

Edição Autoridade Nacional de Protecção Civil. Proposta e validação Comandante Operacional Nacional Paulo Gil Martins Edição Autoridade Nacional de Protecção Civil Proposta e validação Comandante Operacional Nacional Paulo Gil Martins Elaboração Comando Nacional de Operações de Socorro Gabinete do Presidente Autoridade

Leia mais

Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento

Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento A Lei de Bases do Sistema Educativo assume que o sistema educativo se deve organizar de forma a descentralizar, desconcentrar

Leia mais

ANEXO 7 FORMAÇÃO PROFISSIONAL

ANEXO 7 FORMAÇÃO PROFISSIONAL ANEXO 7 FORMAÇÃO PROFISSIONAL A profissionalização dos membros da Organização, enquanto factor determinante da sua eficácia na prevenção e no combate aos incêndios florestais, requer a criação de um programa

Leia mais

Plano Especial de Emergência para o Risco Sísmico na Área Metropolitana de Lisboa e Concelhos Limítrofes PEERS-AML-CL

Plano Especial de Emergência para o Risco Sísmico na Área Metropolitana de Lisboa e Concelhos Limítrofes PEERS-AML-CL PEERS-AML-CL PLANO ESPECIAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL PARA O RISCO SÍSMICO NA ÁREA METROPOLITANA DE LISBOA E CONCELHOS LIMÍTROFES VOLUME I CORPO DO PLANO ÍNDICE PARTE I ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO

Leia mais

PROPOSTA DE REGULAMENTO INTERNO

PROPOSTA DE REGULAMENTO INTERNO PROPOSTA DE REGULAMENTO INTERNO VOLUNTARIOS SOCIAIS DO CONCELHO DE ALBERGARIA-A-VELHA - PROGRAMA ALBERGARIA SOLIDÁRIA NOTA JUSTIFICATIVA No âmbito de uma política social que se vem orientando para potenciar

Leia mais

PAULO GIL MARTINS COMANDANTE OPERACIONAL NACIONAL DA AUTORIDADE NACIONAL DE PROTECÇÃO CIVIL SISTEMA PROTECÇÃO CIVIL

PAULO GIL MARTINS COMANDANTE OPERACIONAL NACIONAL DA AUTORIDADE NACIONAL DE PROTECÇÃO CIVIL SISTEMA PROTECÇÃO CIVIL COMANDANTE OPERACIONAL NACIONAL DA AUTORIDADE NACIONAL DE PAULO GIL MARTINS 1 A Área Metropolitana de Lisboa e Concelhos Limítrofes, abrange: Superfície km2 4.881 População 2.880.201 População % total

Leia mais

REGULAMENTO PARA APROVAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1.º. Objecto

REGULAMENTO PARA APROVAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1.º. Objecto REGULAMENTO PARA APROVAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Objecto O presente Regulamento estabelece, ao abrigo do disposto no n.º 4 do artigo 66.º-B do Decreto-Lei

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL DE PENAMACOR

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL DE PENAMACOR PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL DE PENAMACOR PARTE III ÁREAS DE INTERVENÇÃO Plano Municipal de Emergência de Proteção civil de Penamacor Câmara Municipal de Penamacor Data: 20 de julho

Leia mais

NORMAS DE FUNCIONAMENTO

NORMAS DE FUNCIONAMENTO NORMAS DE FUNCIONAMENTO Preâmbulo O Voluntariado é uma actividade inerente ao exercício de cidadania que se traduz numa relação solidária para com o próximo, participando de uma forma livre, responsável

Leia mais

plano operacional de emergência

plano operacional de emergência gabinete municipal de protecção civil plano operacional de emergência festas de Confraternização Camponesa de São Francisco alcochete 2010 FICHA TÉCNICA Titulo Plano Operacional de Emergência Elaboração

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE VENDAS NOVAS

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE VENDAS NOVAS PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE VENDAS NOVAS PARTE III ÁREAS DE INTERVENÇÃO Julho 2012 Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil de Vendas Novas Parte III Áreas de intervenção

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Segurança e Higiene no Trabalho Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/7 ÁREA DE ACTIVIDADE OBJECTIVO

Leia mais

PROCEDIMENTOS EM CASO DE EMERGÊNCIA INTRODUÇÃO

PROCEDIMENTOS EM CASO DE EMERGÊNCIA INTRODUÇÃO PROCEDIMENTOS EM CASO DE EMERGÊNCIA INTRODUÇÃO Os procedimentos em caso de emergência definem-se como um documento orientador com normas de actuação dos vários sectores em situação de emergência, destinadas

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE SOURE

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE SOURE PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE SOURE PARTE III ÁREAS DE INTERVENÇÃO Setembro 2010 Plano Municipal de Emergência de Protecção Civil de Soure Parte III Áreas de intervenção Câmara Municipal

Leia mais

ANTE PROJECTO DA PROPOSTA DE LEI DE BASES DO PLANEAMENTO ECONÓMICO E SOCIAL. CAPITULO I Princípios Gerais e Objectivos.

ANTE PROJECTO DA PROPOSTA DE LEI DE BASES DO PLANEAMENTO ECONÓMICO E SOCIAL. CAPITULO I Princípios Gerais e Objectivos. Nota explicativa O actual quadro jurídico do planeamento económico e social, aprovado pela Lei nº 52/II/85, de 10 de Janeiro, encontra-se desactualizado face à nova realidade jurídica, política, económica

Leia mais

BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto

BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto Define as bases gerais do regime jurídico da prevenção,

Leia mais

Plano.Municipal de. Emergência de.proteção.civil

Plano.Municipal de. Emergência de.proteção.civil Plano.Municipal de. Emergência de.proteção.civil alenquer 2014 INDÍCE Plano Municipal de Emergência PARTE I Enquadramento Geral do Plano Pág. 1. Introdução 1 2. Âmbito de aplicação 2 3. Objetivos gerais

Leia mais

REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE MIRANDELA. Preâmbulo

REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE MIRANDELA. Preâmbulo REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE MIRANDELA Preâmbulo O voluntariado é definido como um conjunto de acções e interesses sociais e comunitários, realizadas de forma desinteressada no âmbito

Leia mais

GOVERNO CIVIL DE CASTELO BRANCO

GOVERNO CIVIL DE CASTELO BRANCO Título Página Parte I Enquadramento Geral do Plano 1. Introdução 4 2. Âmbito de Aplicação 5 3. Objectivos Gerais 5 4. Enquadramento Legal 6 5. Antecedentes do processo de planeamento 6 6. Articulação com

Leia mais

Artigo 2.º (Definições) Para efeitos da aplicação do SIADAP no seio da UC, entende-se por: a) «Dirigente máximo do serviço», o reitor.

Artigo 2.º (Definições) Para efeitos da aplicação do SIADAP no seio da UC, entende-se por: a) «Dirigente máximo do serviço», o reitor. 1 Nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 110.º do RJIES, a aprovação do presente regulamento, elaborado ao abrigo do estatuído no artigo 3.º da Lei n.º 66-B/2007, de 28 de Dezembro, é precedida da sua

Leia mais

1. Contextualização da segurança, higiene e saúde do trabalho no regime jurídico

1. Contextualização da segurança, higiene e saúde do trabalho no regime jurídico 1. Contextualização da segurança, higiene e saúde do trabalho no regime jurídico O documento legislativo que estabelece o regime jurídico de enquadramento da segurança, higiene e saúde no trabalho é determinado

Leia mais

Modelo básico para Plano Diretor de Defesa Civil CASA MILITAR COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL

Modelo básico para Plano Diretor de Defesa Civil CASA MILITAR COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL Modelo básico para Plano Diretor de Defesa Civil CASA MILITAR COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE DEFESA CIVIL INTRODUÇÃO 1. O presente Termo

Leia mais

Regulamento Interno. Preâmbulo

Regulamento Interno. Preâmbulo Regulamento Interno Preâmbulo A Resolução de Conselho de Ministros 197/97 de 18 de Novembro define a Rede Social como um fórum de articulação e congregação de esforços baseado na adesão livre das autarquias

Leia mais