Documentos. ISSN ISSN online Maio, Evolução da Política de Crédito Rural Brasileira

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Documentos. ISSN 1517-5111 ISSN online 2176-5081 Maio, 2010. Evolução da Política de Crédito Rural Brasileira"

Transcrição

1 Documentos ISSN ISSN online Maio, Evolução da Política de Crédito Rural Brasileira

2 ISSN ISSN online Maio, 2010 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Cerrados Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Documentos 292 Evolução da Política de Crédito Rural Brasileira Simone Yuri Ramos Geraldo Bueno Martha Junior Embrapa Cerrados Planaltina, DF 2010

3 Exemplares desta publicação podem ser adquiridos na: Embrapa Cerrados BR 020, Km 18, Rod. Brasília/Fortaleza Caixa Postal CEP Planaltina, DF Fone: (61) Fax: (61) Comitê de Publicações da Unidade Presidente: Fernando Antônio Macena da Silva Secretária-Executiva: Marina de Fátima Vilela Secretária: Maria Edilva Nogueira Supervisão editorial: Jussara Flores de Oliveira Arbués Equipe de revisão: Francisca Elijani do Nascimento Jussara Flores de Oliveira Arbués Assistente de revisão: Elizelva de Carvalho Menezes Normalização bibliográfica: Paloma Guimarães Correa de Oliveira Editoração eletrônica: Jéssica Spíndula Capa: Wellington Cavalcanti Foto da capa: Leo Nobre de Miranda Impressão e acabamento: Divino Batista de Souza Alexandre Moreira Veloso 1 a edição 1 a impressão (2010): tiragem 100 exemplares Edição online (2010) Todos os direitos reservados A reprodução não-autorizada desta publicação, no todo ou em parte, constitui violação dos direitos autorais (Lei no 9.610). Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Embrapa Cerrados R175e Ramos, Simone Yuri Evolução da política de crédito rural brasileira / Simone Yuri Ramos, Geraldo Bueno Martha Júnior. Planaltina, DF : Embrapa Cerrados, p. (Documentos / Embrapa Cerrados, ISSN , ISSN online ; 269). 1. Crédito rural. 2. Política agrária. 3. I. Martha Júnior, Geraldo Bueno II. Título. III. Série CDD 21 Embrapa 2010

4 Autores Simone Yuri Ramos Engenheira Agrônoma, M.Sc. Analista da Embrapa Cerrados Geraldo Bueno Martha Junior Engenheiro Agrônomo, D.Sc. Pesquisador da Embrapa Cerrados

5 Apresentação A atividade agrícola se desenvolve num ambiente repleto de riscos e incertezas que podem comprometer seu desempenho econômico. As principais fontes de instabilidade para o setor agrícola associamse aos riscos de produção, decorrentes de problemas climáticos e sanitários, e de preço. Além desses, existem, ainda, os riscos comuns a todas as atividades produtivas, como, por exemplo, o tecnológico, o institucional e os devidos a oscilações na demanda. Essas condições podem afetar significativamente a rentabilidade do produtor rural e, consequentemente, a oferta de produtos agrícolas, tornando necessária a ação do governo nos mercados agrícolas, por meio de políticas públicas. Em que pese os riscos envolvidos na atividade agropecuária, o Brasil consolidou sua posição como um dos principais líderes do agronegócio mundial na última década, destacando-se como grande produtor e exportador em diversos segmentos. Isso se deveu, sobretudo, ao desenvolvimento de tecnologias, que permitiram ganhos expressivos e continuados em produtividade, e às políticas públicas destinadas ao setor. Diversos são os instrumentos de política que afetam o agronegócio. Entre eles está a política de crédito rural que é, ainda hoje, um dos

6 principais instrumentos de apoio ao produtor rural e de promoção do crescimento e do desenvolvimento socioeconômico do setor agropecuário nacional. Diante do exposto, este estudo tem como objetivo de compilar informações sobre a política de crédito rural, buscando discorrer sobre as mudanças introduzidas no Sistema Nacional de Crédito Rural nas últimas quatro décadas. José Robson Bezerra Sereno Chefe-Geral da Embrapa Cerrados

7 Sumário Antecedentes e Criação do Sistema Nacional de Crédito Rural A Política de Crédito Rural pós SNCR Evolução dos Financiamentos à Agropecuária Considerações Finais Referências Anexo Abstract... 66

8 Evolução da Política de Crédito Rural Brasileira Simone Yuri Ramos Geraldo Bueno Martha Junior Introdução A atividade agrícola se depara com uma série de especificidades que podem comprometer seu desempenho econômico. Além do risco climático e sanitário, há grande dificuldade em ajustar a oferta a mudanças na conjuntura econômica. Somam-se a isso fatores como a forte volatilidade dos preços e a baixa elasticidade-preço e elasticidaderenda da demanda para grande parte dos produtos. Essas condições podem afetar significativamente a rentabilidade do produtor rural e, portanto, a oferta de produtos agrícolas, tornando necessária a ação do governo, por meio de políticas públicas 1. Diversos são os instrumentos de política que afetam o agronegócio. Segundo a classificação utilizada por Bacha (1997), esses instrumentos podem ser genéricos ou específicos. Os primeiros referem-se àqueles destinados à economia como um todo e, consequentemente, recaem sobre os diversos segmentos que compõem o agronegócio. São 1 Para muitos estudiosos (SALISBURY, 1968; EASTON, 1969; SUBRANDT, 1992, por exemplo), as políticas públicas referem-se à alocação imperativa de valores pelo Estado para a sociedade, ou seja, expressam a capacidade do governo em realizar as preferências dos cidadãos. Isso quer dizer que uma política pode ser considerada pública quando envolve um conjunto de problemas e atividades que não pertencem exclusivamente à esfera privada, e que exigirão a regulação ou a intervenção do governo ou de toda a sociedade. Esse entendimento encontra respaldo teórico nas análises que salientam as limitações do mercado, tanto no que se refere ao crescimento econômico, como no âmbito dos aspectos relacionados às desigualdades sociais. O Estado passa a ser visto, então, como uma instância institucional competente de coordenação de interesses, corrigindo ou eliminando as imperfeições e falhas que operam no mercado (GONÇALVES, 2009).

9 10 Evolução da Política de Crédito Rural Brasileira exemplos as políticas fiscal e cambial. Já os específicos afetam diretamente o desempenho do setor agropecuário. Esse é o caso das políticas de crédito rural, de preços mínimos, de seguro rural e de pesquisa e extensão rural. A política de crédito rural, entendida como um mecanismo de concessão de crédito à agropecuária a taxas de juros e condições de pagamento diferenciadas, é um dos alicerces da política agrícola brasileira e constitui um dos principais instrumentos de apoio ao setor. Esse apoio é consolidado por meio do Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR), instituído pelo governo federal em Desde a criação do SNCR, as estratégias do governo em relação ao crédito rural foram se adequando ao contexto macroeconômico e às suas decisões em termos de política pública. Nas décadas de 1960 e 1970, o governo interveio fortemente no setor agrícola, sobretudo com o objetivo de modernizá-lo e de expandir a fronteira agrícola por meio do crescimento da produção de grãos. A farta oferta de crédito, a taxas de juros subsidiadas, fez com que o instrumento se transformasse no vetor da modernização da agricultura nacional, articulando toda uma cadeia de atividades. Em torno do crédito rural, gravitaram as atividades de assistência técnica, pesquisa agropecuária, seguro, armazenagem e todo um conjunto de ações ligadas a agroindustrialização das matériasprimas do campo (BELIK; PAULILLO, 2001). Contudo, as dificuldades impostas pelo cenário macroeconômico na década de 1980, caracterizados pela intensificação do processo inflacionário e pela crise fiscal do Estado, impediram o governo de permanecer como principal supridor de recursos para o crédito rural, promovendo o esvaziamento da política. Dessa forma, iniciou-se um processo de realinhamento da política de crédito rural, baseada na estruturação de fontes não inflacionárias de financiamento, na redução da participação direta do governo na concessão de financiamentos, ampliando a atuação dos agentes privados, e na progressiva eliminação dos subsídios ao crédito rural.

10 Evolução da Política de Crédito Rural Brasileira 11 A reestruturação da economia brasileira na década de 1990 foi marcada por mudanças expressivas na política econômica, fundamentadas na desregulamentação dos mercados, na liberalização comercial e na estabilização da moeda. Ao longo desse processo, o apoio ao setor foi consideravelmente reduzido. Não apenas foram eliminados os subsídios, mas também houve expressiva redução no volume de crédito, dando espaço para os programas de sustentação de preços e garantia de renda aos produtores como principais instrumentos de apoio (BRASIL, 2007). Como resultado, a participação do Tesouro Nacional nos financiamentos do crédito rural, que era de 87,0%, em média, na primeira metade da década de 1980, recuou para 40,0% na segunda metade da década. Nos anos de 1990, a participação caiu ainda mais: 15,0% nos primeiros cinco anos e 1,5% nos últimos cinco, segundo dados do Banco Central. Assim, os recursos das autoridades monetárias foram, paulatinamente, dando lugar aos recursos obrigatórios oriundos dos bancos, com o Estado atuando apenas como agente regulador e estimulador e não mais como gerador de recursos. Diante do esgotamento das fontes oficiais de crédito, modalidades alternativas têm sido criadas, no intuito de ampliar a participação dos agentes privados no financiamento das atividades do setor agrícola. Exemplos são a CPR, criada em 1994, e os títulos de crédito específicos para o agronegócio, instituídos em Concomitantemente, a oferta de crédito rural formal foi aumentada pela maior participação do BNDES no financiamento das atividades agropecuárias. Foi estruturada uma série de programas de investimento, especialmente a partir da segunda metade da década de 1990, com a finalidade melhorar a infraestrutura produtiva dos agricultores e cooperativas. Mais recentemente, a emergência de temas relacionados ao meio ambiente e à inclusão econômica e social abriu espaço para a criação de programas como o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), o Programa de Estímulo à Produção Agropecuária

11 12 Evolução da Política de Crédito Rural Brasileira Sustentável (Produsa) e o programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC). Por fim, vale lembrar que, apesar de sua relativa perda de importância atualmente cerca de 70% do capital de giro necessário ao custeio da produção vegetal e animal provém de recursos próprios dos produtores e dos demais agentes do agronegócio (BRASIL, 2003), o crédito rural oficial ainda é um instrumento fundamental para o setor agropecuário nacional, já que pode auxiliar em seu crescimento e desenvolvimento socioeconômico. Nesse contexto, este estudo, de cunho analítico-descritivo, teve o propósito de compilar informações dispersas na literatura, buscando discorrer sobre as mudanças introduzidas no crédito rural oficial nas últimas quatro décadas. Antecedentes e Criação do Sistema Nacional de Crédito Rural O crédito rural constitui uma das bases da política agrícola brasileira, juntamente com a Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM). A política de crédito rural pode ser definida como um mecanismo de concessão de crédito à agropecuária a taxas de juros e condições de pagamento diferentes das vigentes no mercado livre (BACHA, 2004, p. 62). Assim, o crédito rural pode funcionar como um instrumento de política agrícola, com a finalidade de promover o crescimento e o desenvolvimento econômico e social do setor agropecuário nacional (Rodrigues et al., 1978). Diante disso, surge a seguinte pergunta: Por que é necessário ofertar crédito em condições especiais à atividade agropecuária? A resposta a essa questão apoia-se nas incertezas e riscos com os quais a atividade se depara e que podem comprometer seu desempenho econômico. Buainain et al. (2007) destacam como fontes dessa instabilidade os riscos climáticos e sanitários, as incertezas advindas das flutuações

12 Evolução da Política de Crédito Rural Brasileira 13 dos mercados agropecuários e a dificuldade do segmento produtivo em ajustar a oferta às mudanças na conjuntura econômica. Soma-se a isso o fato de os principais mercados agropecuários estarem sujeitos a elevados riscos institucionais, decorrentes das políticas agrícolas e comerciais dos países desenvolvidos, e a alta volatilidade nos preços das principais commodities. Sonka e Patrick, 1984 apud Carvalho (1994), sintetizam as fontes de instabilidade em cinco categorias, quais sejam: (a) risco de produção ou técnico, decorrentes de problemas climáticos e sanitários; (b) riscos associados ao comportamento dos preços; (c) risco tecnológico, decorrentes da realização de investimentos; (d) risco legal ou social, relacionados, por exemplo, a alterações nas regras legais, tanto internas quanto externas e (e) fontes humanas de risco, relacionadas, por exemplo, às paralisações e greves. Pelo fato de algumas dessas fontes não serem exclusivas da atividade agropecuária, a literatura trata da questão focalizando, sobretudo, as duas primeiras. Fica claro, portanto, que as peculiaridades do setor agropecuário podem afetar significativamente a rentabilidade do produtor e a viabilidade dos empreendimentos rurais, tornando necessária a ação do governo. Uma delas ocorre por meio da oferta de crédito subsidiado aos produtores rurais, para várias finalidades e condições. Isso faz com que, ainda hoje, o crédito rural seja um serviço essencial para apoiar o desenvolvimento da produção agropecuária nacional. Colocando de modo sucinto: Os agricultores enfrentam, mais do que os empreendedores de outros setores, dificuldades especiais para capitalizar-se com recursos próprios e, por isso, dependem da disponibilidade de crédito, em quantidade e condições adequadas, para financiar os investimentos e a produção corrente. (Buainain et al., 2007, p.7). O processo de institucionalização do crédito rural no Brasil teve início no Império, quando foi criado o Penhor Agrícola, em Porém, somente em 1937, com a edição da Lei n º 492, o governo deu o primeiro passo

13 14 Evolução da Política de Crédito Rural Brasileira objetivo em direção à concessão de recursos financeiros ao setor agrícola, ao regulamentar o penhor rural e a cédula pignoratícia 2. A Lei nº 492 também deu condições para a criação da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial (CREAI), que entrou em vigor, efetivamente, em outubro de A criação da CREAI representou a primeira ação concreta em prol da institucionalização da política governamental de crédito rural no Brasil, cuja operacionalização ficou sob a responsabilidade do Banco do Brasil. As operações para atividades especificas ou regionais ficaram a cargo do Banco de Crédito da Amazônia, do Banco do Nordeste do Brasil, do Banco Nacional de Crédito Cooperativo e de alguns estabelecimentos oficiais estaduais. O desempenho da CREAI, considerando o volume de crédito aplicado e as condições de juros, prazo e garantia foi, na época, extremamente favorável. Contudo, como elemento de fomento à produção e modernização agrícola, não cobriu de modo global as necessidades de crédito em âmbito nacional, já que a capilaridade do Banco do Brasil era reduzida e os recursos insuficientes para atender aos financiamentos de longo prazo (Rodrigues et al., 1978). A consolidação de uma política efetiva de crédito preferencial para a agricultura ocorreu em 1965, quando foi instituído, pela Lei 4.829/65, o Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR). O SNCR tinha como finalidade precípua financiar a produção agrícola, estimular a formação de capital, proporcionar a modernização da agropecuária pela aquisição de insumos modernos e beneficiar principalmente os pequenos e médios produtores. As atribuições referentes às regras, coordenação e aplicação do crédito foram distribuídas entre o Conselho Monetário Nacional (CMN), órgão 2 A cédula pignoratícia é um título de crédito representativo de penhor de mercadorias depositadas em armazéns gerais e cooperativas. O penhor é um direito real de garantia, vinculado a uma coisa móvel ou mobilizável. Genericamente, o penhor é qualquer objeto que garante o direito imaterial. De acordo com a Lei nº 492, constitui-se o penhor rural pelo vínculo real, resultante do registro, por meio do qual agricultores ou criadores sujeitam suas culturas ou animais ao cumprimento de obrigações. O penhor rural compreende o penhor agrícola e o penhor pecuário, conforme a natureza da coisa dada em garantia. Contrata-se o penhor rural por escritura pública ou por escritura particular, transcrita no registro imobiliário da comarca em que estiverem situados os bens ou animais empenhados.

14 Evolução da Política de Crédito Rural Brasileira 15 deliberativo máximo do Sistema Financeiro Nacional criado em 1964, e o Banco Central do Brasil (Bacen). Ao primeiro coube disciplinar o crédito rural e estabelecer as normas operacionais e ao segundo atuar como órgão de controle e execução da política. Para Rodrigues et al. (1978), a criação do SNCR impulsionou significativamente o grau de cobertura do crédito rural, uma vez que a incorporação de toda a rede bancária ao sistema creditício ampliou o suprimento de recursos. A criação do SNCR justificou-se, sobretudo, pela forte expansão das taxas de inflação durante as décadas de 1950 e 1960 e pelo efeito do modelo de industrialização adotado pelo Brasil sobre a agropecuária, que culminou com a crise de abastecimento de Diante disso, o governo iniciou, em 1965, um amplo processo de modernização da agropecuária nacional, que contou, além da criação do SNCR, com a reformulação da PGPM, com a ampliação dos investimentos em pesquisa e extensão rural criação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e da Empresa Brasileira de Extensão Rural (Embrater) na década de 1970 e com a implementação de vários programas de desenvolvimento, a exemplo do Programa de Desenvolvimento dos Cerrados Prodecer (COELHO, 2001). Na avaliação de Coelho (2001), a instituição do SNCR foi extremamente importante na consolidação do crédito rural no Brasil, na medida em que o orçamento fiscal da União passou a ser uma fonte oficial de recursos. Ao mesmo tempo, permitiu a criação de alternativas não inflacionárias de financiamento, via depósitos à vista e inclusão dos bancos privados no sistema, e diversificou as fontes de financiamento, incluindo desde os recursos próprios dos agentes até as aplicações compulsórias sobre os depósitos captados. 3 A esse respeito, Coelho (2001) sustenta que o modelo de industrialização via substituição de importações, por sobrevalorizar o câmbio e dificultar a importação de insumos, foi extremamente prejudicial à agricultura brasileira, impedindo, por muitos anos, a diversificação e expansão das exportações, aumentando a dependência do café (em 1962 era responsável por 75% das exportações do país), adiando a implantação de um parque agroindustrial no país e gerando, no início da década de 1960, uma grande crise de alimentos.

15 16 Evolução da Política de Crédito Rural Brasileira Atualmente, o SNCR tem a função de conduzir os financiamentos, sob as diretrizes da política creditícia formulada pelo CMN, em consonância com a política de desenvolvimento agropecuário. O Sistema é constituído por órgãos básicos, vinculados e articulados. São órgãos básicos o Banco Central do Brasil, o Banco do Brasil S.A., o Banco da Amazônia S.A. e o Banco do Nordeste do Brasil S.A. Os órgãos vinculados compreendem: (a) para os fins da Lei nº 4.504, de 30/11/1964: Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); (b) auxiliares: agências de fomento, bancos estaduais, inclusive de desenvolvimento, bancos privados, Caixa Econômica Federal (CEF), cooperativas autorizadas a operar em crédito rural e sociedades de crédito, financiamento e investimento; e (c) incorporados: instituições integrantes do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). São articulados os órgãos oficiais de valorização regional e entidades de prestação de assistência técnica, cujos serviços as instituições financeiras venham a utilizar em conjugação com o crédito, mediante convênio. O controle do SNCR, sob todas as formas, é atribuição do Banco Central do Brasil, qual compete principalmente: a) Dirigir, coordenar e fiscalizar o cumprimento das deliberações do Conselho Monetário Nacional, aplicáveis ao crédito rural. b) Sistematizar a ação dos órgãos financiadores e promover a sua coordenação com os que prestam assistência técnica e econômica ao produtor rural. c) Elaborar planos globais de aplicação do crédito rural e conhecer de sua execução, tendo em vista a avaliação dos resultados para introdução de correções cabíveis. d) Determinar os meios adequados de seleção e prioridade na distribuição do crédito rural e estabelecer medidas para zoneamento dentro do qual devem atuar os diversos órgãos financiadores, em função dos planos elaborados.

16 Evolução da Política de Crédito Rural Brasileira 17 e) Estimular a ampliação dos programas de crédito rural, em articulação com a Secretaria do Tesouro Nacional (STN). f) Incentivar a expansão da rede distribuidora do crédito rural, especialmente através de cooperativas. g) Executar o treinamento do pessoal dos órgãos do SNCR, diretamente ou mediante convênios. A Política de Crédito Rural pós SNCR Dois episódios marcaram a trajetória do crédito rural no Brasil: a criação da CREAI, em 1937, e a instituição do SNCR, em A partir deles, medidas incrementais foram incluídas na política. Nesse sentido, diversos autores contribuíram para com a sistematização dessas alterações, podendo-se mencionar os trabalhos desenvolvidos por Coelho (2001), Lucena e Souza (2001), Spolador (2001), Wedekin (2005) e Almeida e Zylbersztajn (2008). Na sequência, apresenta-se uma breve discussão sobre a evolução da política de crédito brasileira nas últimas décadas. Crédito rural na década de 1970 O período foi marcado por forte intervenção governamental na atividade agropecuária, com a atuação do Estado pautando-se na concessão, em larga escala, de subsídios ao crédito rural e à PGPM. As políticas públicas implementadas tiveram por objetivo modernizar o setor, desenvolver o parque produtivo da indústria de insumos agrícolas, consolidar a indústria de processamento e expandir a fronteira agrícola através do crescimento da produção de grãos (COELHO, 2001; Belik, 1994, apud Almeida; Zylbersztajn, 2008). Dentro da política de crédito rural, esses objetivos foram materializados pelo SNCR, cujos objetivos eram: (a) financiar parte dos custos de produção; (b) estimular a formação de capital; (c) acelerar a adoção de novas tecnologias; e (d) fortalecer a posição econômica dos produtores, especialmente os pequenos e médios.

17 18 Evolução da Política de Crédito Rural Brasileira O sistema tinha a finalidade de proporcionar ao produtor rural condições de acesso aos insumos modernos, elevando a produtividade agrícola e alavancando a indústria de fertilizantes, defensivos e máquinas agrícolas. Dentro da estrutura do SNCR, cabia ao crédito de investimento agir como mecanismo de estímulo ao processo de adoção de novas tecnologias agrícolas, ao de custeio permitir a compra de insumos modernos e ao de comercialização carregar o estoque de produto no tempo, evitando a concentração da oferta na época da safra. As exigibilidades bancárias, ou seja, a obrigatoriedade de os bancos aplicarem parte de seus recursos na concessão de crédito ao setor agrícola, foram regulamentadas apenas em 1967, pela Resolução CMN 69/1967, que determinou que 10,0% dos depósitos à vista no sistema bancário deveriam destinar-se à concessão de crédito ao setor agropecuário. Atualmente, a exigibilidade é de 30,0%. O aumento expressivo no volume de recursos transformou o crédito rural no principal instrumento de política agrícola na década de De fato, na Figura 1, mostra-se que houve incrementos substanciais no volume de crédito concedido à agricultura, especialmente na primeira metade da década, em contraposição aos decréscimos crescentes e significativos observados nas décadas seguintes. Bacha et al. (2005) calcularam um crescimento real de 323,0% no volume de crédito rural entre os anos de 1970 e Segundo Bacha (1997), durante a década de 1970, a maior parte dos recursos do crédito era de fontes sem custos 4. Isso permitia a concessão de empréstimos à taxa de juros nominal inferior à taxa de inflação, implicando em taxa de juros real negativa. Uma taxa de juros real negativa significa um subsídio ao produtor rural, sendo que ocorre uma transferência de renda do agente que concede o crédito àquele que o toma. 4 Recursos sem custos são aqueles oriundos da emissão de moeda, das exigibilidades sobre os depósitos à vista e das transferências de recursos do Orçamento do Tesouro. Esses três tipos de recursos, ao serem repassados ao sistema bancário, permitem a concessão de empréstimos sem o custo de captação. Ou seja, os bancos podem emprestá-los, no limite, apenas cobrando um spread que cubra seus custos administrativos e lhe dê lucro (BACHA, 1997).

18 Evolução da Política de Crédito Rural Brasileira 19 Contudo, alterações na conjuntura internacional, em meados da década de 1970, geraram desequilíbrios no balanço de pagamentos e pressão inflacionária sobre a economia brasileira, impossibilitando o governo de conduzir a política da mesma forma, já que não dispunha de recursos suficientes e o crédito barato e abundante só se mantinha com a emissão de base monetária (BACHA et al., 2005). Figura 1. Evolução do crédito rural no Brasil, de 1970 a Fonte: Banco Central do Brasil (2009). A despeito da tendência de redução no volume de crédito a partir da segunda metade da década, Barros (1979) apud Bacha et al. (2005), concluiu que o processo inflacionário agiu como um instrumento de subsídio ao crédito, pois as taxas de juros nominais eram inferiores à inflação e o crédito não era corrigido pela mesma, resultando em taxas de juros reais negativas. Segundo Coelho (2001), o nível de subsídio, medido pela diferença entre a taxa de juros e a taxa de inflação, cresceu significativamente durante a década, passando de -5,6% em 1970 para -35,6% em 1979.

19 20 Evolução da Política de Crédito Rural Brasileira O aumento das taxas de inflação também implicou em redução dos depósitos à vista, fato que contribuiu para a criação da Conta Movimento do Banco Central no Banco do Brasil 5. Esse dispositivo tinha o objetivo de evitar o descompasso entre a disponibilidade de recursos e a necessidade de financiamento de programas de interesse do governo. Sua utilização possibilitava a liberação de financiamentos sem a correspondente previsão no orçamento federal, permitindo que grandes volumes de recursos fossem direcionados ao crédito agropecuário praticamente de forma ilimitada. Desse modo, o suprimento de recursos ao Banco do Brasil, que era para ser realizado pelos depósitos à vista, passou a ser feito quase que exclusivamente pela Conta Movimento, fazendo das autoridades monetárias, em especial o Banco do Brasil, as principais fontes de recursos para o crédito rural cerca de 84,0% dos recursos provinham das autoridades monetárias na década de A Conta Movimento assumiu proporções gigantescas e tornou-se uma poderosa fonte de expansão da oferta monetária e, portanto, de pressão inflacionária, fato que levou à sua extinção em 1986 (COELHO, 2001). Na avaliação de Almeida e Zylbersztajn (2008), o sistema de crédito rural apresentou entraves já no final da década de 1970, quando a crise fiscal decorrente da dívida pública e o processo inflacionário impôs um ajuste na política agrícola, diminuindo a participação do Tesouro no financiamento agrícola. Ao mesmo tempo, o modelo passou a ser questionado devido às suas disfunções em termos de equidade, eficiência e impactos sobre a política monetária. Estudos realizados por Coelho (2001), Sayad (1978) e Oliveira e Montezano (1982) mencionaram algumas dessas disfunções, listadas na sequência: 5 A conta movimento teve como origem uma carta enviada ao Banco Central pelo presidente do Banco do Brasil no final de março de 1965, não sendo instituída por meio de um normativo legal. À época, a interpretação era de que a Lei 4.595/1964, que dispôs sobre a política e as instituições monetárias, bancárias e creditícias, sustentava sua existência, ao dizer que o CMN supriria o BB dos recursos para o cumprimento das funções que a lei lhe atribuíra. A principal razão para sua criação foi a necessidade de implementar a referida Lei e fazer com que o Banco Central começasse a operar em 1º de abril de A conta nivelava diariamente os desequilíbrios entre ativos e passivos do Banco do Brasil (NOBREGA, 2004).

20 Evolução da Política de Crédito Rural Brasileira 21 a) Impactos negativos sobre o processo inflacionário. b) Alocação de recursos não equitativa, aprofundando a concentração de renda no setor, pois somente 20% dos produtores se apropriaram dos subsídios, sendo que os de maior porte tiveram maior facilidade de acesso à política. c) Perda de eficiência do crédito como indutor do processo de desenvolvimento e da eficácia do programa, já que o aumento no crédito não foi acompanhado pelo aumento da produção. d) Impactos indesejados sobre a política monetária, uma vez que o sistema de crédito se tornou dependente da aplicação compulsória dos bancos e da complementação feita pelas autoridades monetárias. Crédito rural na década de 1980 Na década de 1980, a política agrícola refletiu os ajustes impostos pela política macroeconômica, que se deparava, sobretudo, com duas grandes questões: o agravamento do processo inflacionário e a crise fiscal do Estado. Essa conjuntura produziu efeitos importantes sobre a política de crédito rural brasileira. De um lado, o descontrole sobre as taxas de inflação gerou um processo conhecido na literatura como estatização do crédito rural. Com a intensificação do processo inflacionário, o público deixou de manter saldos em depósitos à vista, optando por aplicações indexadas à inflação e de maior liquidez. Essa situação acarretou no esgotamento das fontes de recursos não inflacionárias do crédito rural, tornando o sistema cada vez mais dependente da complementação feita pelas autoridades monetárias, daí o fato ter ficado conhecido como estatização do crédito rural (BACHA et al., 2005). Durante a primeira metade da década, cerca de 87% da oferta de crédito rural provinha das autoridades monetárias, segundo Coelho (2001). De outro, a crise fiscal do Estado tornou evidente a incapacidade do governo em permanecer como agente financiador da agricultura, assim

CARTA-CIRCULAR CONJUNTA SUP/AOI - 22/2008 SUP/AF - 26/2008. Rio de Janeiro, 23 de junho de 2008. Ref.: Resolução BACEN n o 3.523, de 20.12.

CARTA-CIRCULAR CONJUNTA SUP/AOI - 22/2008 SUP/AF - 26/2008. Rio de Janeiro, 23 de junho de 2008. Ref.: Resolução BACEN n o 3.523, de 20.12. CARTA-CIRCULAR CONJUNTA SUP/AOI - 22/2008 SUP/AF - 26/2008 Rio de Janeiro, 23 de junho de 2008. Ref.: Resolução BACEN n o 3.523, de 20.12.2007 Ass.: Prorrogação do termo final do prazo para envio de arquivos,

Leia mais

Evolução histórica do crédito rural

Evolução histórica do crédito rural Evolução histórica do crédito rural Banco do Brasil Diretoria de Agronegócios O Sistema de equivalência-produto já é apontado como uma das principais formas de financiamento do plantio para médios e grandes

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA GABINETE DO MINISTRO ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL VOTOS APROVADOS NA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO CMN 16/04/2009

MINISTÉRIO DA FAZENDA GABINETE DO MINISTRO ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL VOTOS APROVADOS NA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO CMN 16/04/2009 MINISTÉRIO DA FAZENDA GABINETE DO MINISTRO ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL VOTOS APROVADOS NA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO CMN 16/04/2009 1 - PROGRAMA DE FINANCIAMENTO PARA ESTOCAGEM DE ÁLCOOL ETÍLICO COMBUSTÍVEL

Leia mais

Resolução nº 3.500 define novas condições para dívidas agrícolas

Resolução nº 3.500 define novas condições para dívidas agrícolas Resolução nº 3.500 define novas condições para dívidas agrícolas O Governo Federal, através do Banco Central, divulgou no dia 28 de setembro de 2007 a Resolução nº 3.500, que trata das condições para negociação

Leia mais

DERAL - Departamento de Economia Rural. Política Agrícola - Análise da Conjuntura Agropecuária

DERAL - Departamento de Economia Rural. Política Agrícola - Análise da Conjuntura Agropecuária Política Agrícola - Análise da Conjuntura Agropecuária Setembro de 2012 A política agrícola anunciada para a agricultura empresarial se caracterizou por assegurar o necessário apoio ao produtor rural.

Leia mais

POLÍTICA DE CRÉDITO RURAL NO BRASIL

POLÍTICA DE CRÉDITO RURAL NO BRASIL POLÍTICA DE CRÉDITO RURAL NO BRASIL Resumo Este artigo tem por objetivo estudar o crédito rural no Brasil, o PRONAF, a origem, o destino, a aplicação e as fontes de financiamentos do programa de crédito

Leia mais

INFORME SETORIAL O BNDES E A AGROINDÚSTRIA INTRODUÇÃO 1. COMPLEXO AGROINDUSTRIAL CAI 2. AGROINDÚSTRIA

INFORME SETORIAL O BNDES E A AGROINDÚSTRIA INTRODUÇÃO 1. COMPLEXO AGROINDUSTRIAL CAI 2. AGROINDÚSTRIA INFORME SETORIAL O BNDES E A AGROINDÚSTRIA ÁREA INDUSTRIAL MAIO/2009 Nº 11 INTRODUÇÃO Neste informe são apresentados alguns dados sobre os desembolsos do BNDES para a agroindústria no ano de 2008. 1. COMPLEXO

Leia mais

O BNDES e o Apoio ao Setor Agropecuário. dezembro de 2012

O BNDES e o Apoio ao Setor Agropecuário. dezembro de 2012 O BNDES e o Apoio ao Setor Agropecuário dezembro de 2012 Apoio ao setor rural Ministério da Agricultura Pecuária e Abatecimento - MAPA Programas Agropecuários do Governo Federal Operacionalizados pelo

Leia mais

Ações de apoio à Produção Agrícola Gilson Bittencourt

Ações de apoio à Produção Agrícola Gilson Bittencourt Ações de apoio à Produção Agrícola Gilson Bittencourt gilson.bittencourt@fazenda.gov.br 1 Ações de apoio à Produção Agrícola Safra 2008/2009 Lançamento do Plano de Safra da Agricultura Empresarial com

Leia mais

Soluções para o Cooperativismo Parceria de confiança em todos os momentos.

Soluções para o Cooperativismo Parceria de confiança em todos os momentos. Soluções para o Cooperativismo Parceria de confiança em todos os momentos. bb.com.br/agronegocio Banco do Brasil, parceiro em todos os momentos do cooperativismo. O cooperativismo consolida, cada vez mais,

Leia mais

o mapa da mina de crédito Figura 1 - Passos para decisão de tomada de crédito

o mapa da mina de crédito Figura 1 - Passos para decisão de tomada de crédito crédito rural: o mapa da mina Por: Felipe Prince Silva, Ms. Desenvolvimento Econômico, Espaço e Meio Ambiente UNICAMP. Economista Agrosecurity Gestão de Agro-Ativos LTDA e Agrometrika Informática e Serviços

Leia mais

1RWDV7pFQLFDV GR %DQFR&HQWUDOGR%UDVLO

1RWDV7pFQLFDV GR %DQFR&HQWUDOGR%UDVLO ,661Ã 1RWDV7pFQLFDV GR %DQFR&HQWUDOGR%UDVLO 1~PHUR 1RYHPEURGH O sistema financeiro e o crédito rural Moyses Kessel ISSN 1519-7212 CGC 00 038 166/0001-05 Notas Técnicas do Brasília n 6 nov 2001 P 1-10 Banco

Leia mais

Demonstrativo de Benefícios Financeiros e Creditícios. Ano 2014

Demonstrativo de Benefícios Financeiros e Creditícios. Ano 2014 Demonstrativo de Benefícios Financeiros e Creditícios Ano 2014 MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Política Econômica Demonstrativo de Benefícios Financeiros e Creditícios - 2014 Abril de 2015 MINISTRO

Leia mais

Gerente de Mercados da OCB. Brasília, 08 de abril de 2011

Gerente de Mercados da OCB. Brasília, 08 de abril de 2011 ENDIVIDAMENTO DO SETOR AGROPECUÁRIO EVANDRO SCHEID NINAUT Gerente de Mercados da OCB Brasília, 08 de abril de 2011 Organização das Cooperativas Brasileiras Ci Criada em 1.969 IV Congresso Brasileiro i

Leia mais

ISSN 1517-5111 ISSN online 2176-5081 Junho, 2003. Sistema de Gestão de Horas Extras manual do usuário

ISSN 1517-5111 ISSN online 2176-5081 Junho, 2003. Sistema de Gestão de Horas Extras manual do usuário ISSN 1517-5111 ISSN online 2176-5081 Junho, 2003 293 Sistema de Gestão de Horas Extras manual do usuário ISSN 1517-5111 ISSN online 2176-5081 Junho, 2010 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa

Leia mais

Modelos de Desenvolvimento Agropecuário do Cerrado Brasileiro. Paulo César Nogueira Assessor da Secretaria de Relações Internacionais Embrapa

Modelos de Desenvolvimento Agropecuário do Cerrado Brasileiro. Paulo César Nogueira Assessor da Secretaria de Relações Internacionais Embrapa Modelos de Desenvolvimento Agropecuário do Cerrado Brasileiro Paulo César Nogueira Assessor da Secretaria de Relações Internacionais Embrapa BRASIL SAFRA--------------CRESCIMENTO DE 50% NOS ÚLTIMOS 10

Leia mais

Financiamento no Âmbito do Programa de Incentivo à Implementação de Projetos de Interesse Social - PIPS (Lei nº 10.735, de 2003)

Financiamento no Âmbito do Programa de Incentivo à Implementação de Projetos de Interesse Social - PIPS (Lei nº 10.735, de 2003) Programa 0902 Operações Especiais: Financiamentos com Retorno Justificativa Operações Especiais: Financiamentos com Retorno Público Alvo Operações Especiais: Financiamentos com Retorno Ações Orçamentárias

Leia mais

PRONAMP PROGRAMA NACIONAL DE APOIO AO MÉDIO PRODUTOR RURAL. novembro de 2013

PRONAMP PROGRAMA NACIONAL DE APOIO AO MÉDIO PRODUTOR RURAL. novembro de 2013 PRONAMP PROGRAMA NACIONAL DE APOIO AO MÉDIO PRODUTOR RURAL novembro de 2013 EVOLUÇÃO DO FINANCIAMENTO RURAL 160,0 1200% 140,0 1100% 1000% 120,0 900% BILHÕES 100,0 80,0 60,0 40,0 424% 349% 800% 700% 600%

Leia mais

Do Manual de Crédito Rural, disponível aqui.

Do Manual de Crédito Rural, disponível aqui. Do Manual de Crédito Rural, disponível aqui. TÍTULO: CRÉDITO RURAL CAPÍTULO: Operações - 3 SEÇÃO: Créditos de Custeio - 2 1 - O custeio rural classifica-se como: (Res a) agrícola; b) pecuário; c) de beneficiamento

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL TEMAS VOLUME DE RECURSOS Do aporte nacional, garantir para o RS no mínimo 20% (vinte por cento) dos recursos para financiamento agropecuário de forma oportuna, tempestiva e suficiente. Aumentar os limites

Leia mais

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO 2014-2015 APRESENTAÇÃO O Plano Safra da Agricultura Familiar 2014/2015 Alimentos Para o Brasil vem consolidar mais de uma década de políticas públicas que melhoram a vida de quem vive no Brasil Rural.

Leia mais

O Sistema Financeiro Nacional

O Sistema Financeiro Nacional O Sistema Financeiro Nacional 1 O Sistema Financeiro Nacional Foi constituído com base nas leis: 4595 de 31-12-64 Estrutura o Sistema Financeiro Nacional 4728 de 14-7- 65 Lei do Mercado de Capitais O Sistema

Leia mais

Linhas Agrícolas Agosto 2013

Linhas Agrícolas Agosto 2013 Linhas Agrícolas Agosto 2013 MERCADO DE CRÉDITO DÍVIDA PRIVADA Dividido em 3 Principais Classes de Ativo: Crédito Geral: Linha de KG, Conta Garantida, Finame, PSI; CCB, Debênture; Crédito Imobiliário:

Leia mais

Crédito Rural. Comissão de Agricultura e Reforma Agrária - CRA 10.06.2011

Crédito Rural. Comissão de Agricultura e Reforma Agrária - CRA 10.06.2011 Ciclo de Palestras e Debates Crédito Rural Senado Federal Comissão de Agricultura e Reforma Agrária - CRA 10.06.2011 CONTEXTUALIZAÇÃO FINANCIAMENTO DO AGRONEGÓCIO BNDES LINHAS DE CRÉDITO DO AGRONEGÓCIO

Leia mais

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO 2014-2015 alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO O Plano Safra da Agricultura Familiar 2014/2015 Alimentos Para o Brasil vem consolidar mais de uma década de políticas públicas que melhoram a vida de quem

Leia mais

Programa 2014 Agropecuária Sustentável, Abastecimento e Comercialização

Programa 2014 Agropecuária Sustentável, Abastecimento e Comercialização 0299 - Equalização de Preços nas Aquisições do Governo Federal e na Formação de Estoques Reguladores e Estratégicos AGF 1. Descrição: O AGF (Aquisições do Governo Federal) é o instrumento tradicional da

Leia mais

Futuro dos negócios bancários no Brasil: crédito agrícola e seguro rural

Futuro dos negócios bancários no Brasil: crédito agrícola e seguro rural Futuro dos negócios bancários no Brasil: crédito agrícola e seguro rural Fernando Nogueira da Costa Professor do IE-UNICAMP http://fernandonogueiracosta.wordpress.com/ 2 3 6 Contribuição do Agronegócio

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 752, DE 26 DE AGOSTO DE 2015

RESOLUÇÃO Nº 752, DE 26 DE AGOSTO DE 2015 RESOLUÇÃO Nº 752, DE 26 DE AGOSTO DE 2015 Regulamenta as linhas de crédito dos Programas de Geração de Emprego e Renda na área Urbana - PROGER Urbano Investimento. O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo

Leia mais

LISTA DE TABELAS. Tabela I Bradesco Relação de Receitas de Prestação de Serviços...

LISTA DE TABELAS. Tabela I Bradesco Relação de Receitas de Prestação de Serviços... BANCOS MÚLTIPLOS LISTA DE TABELAS Tabela I Bradesco Relação de Receitas de Prestação de Serviços... RESUMO Neste trabalho serão apresentadas as principais características e serviços disponibilizados pelos

Leia mais

LEGISLAÇÃO DO CRÉDITO RURAL

LEGISLAÇÃO DO CRÉDITO RURAL *PRONAF* Legislação LEGISLAÇÃO DO CRÉDITO RURAL Art. 187. A política agrícola será planejada e executada na forma da lei, com a participação efetiva do setor de produção, envolvendo produtores e trabalhadores

Leia mais

Políticas públicas e o financiamento da produção de café no Brasil

Políticas públicas e o financiamento da produção de café no Brasil Políticas públicas e o financiamento da produção de café no Brasil Organização Internacional do Café - OIC Londres, 21 de setembro de 2010. O Sistema Agroindustrial do Café no Brasil - Overview 1 Cafés

Leia mais

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA DE FUNDOS REGIONAIS E INCENTIVOS FISCAIS

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA DE FUNDOS REGIONAIS E INCENTIVOS FISCAIS MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA DE FUNDOS REGIONAIS E INCENTIVOS FISCAIS SBN Q 02, Lote 11, Ed. Apex Brasil, Portaria B, Gabinete - CEP: 70.041-907 - Brasília- DF Telefone: (61) 3414-5867

Leia mais

Subsídios para uma nova política agropecuária com gestão de riscos

Subsídios para uma nova política agropecuária com gestão de riscos Subsídios para uma nova política agropecuária com gestão de riscos Evandro Gonçalves Brito Diretoria de Agronegócios / Banco do Brasil Uberlândia (MG), 18 de novembro de 2010. Desafios Globais Os dez maiores

Leia mais

Comitê de Arranjos Produtivos, Inovação, Desenvolvimento Local, Regional e Socioambiental 6ª Reunião Extraordinária PERSPECTIVAS PARA O

Comitê de Arranjos Produtivos, Inovação, Desenvolvimento Local, Regional e Socioambiental 6ª Reunião Extraordinária PERSPECTIVAS PARA O Comitê de Arranjos Produtivos, Inovação, Desenvolvimento Local, Regional e Socioambiental 6ª Reunião Extraordinária PERSPECTIVAS PARA O DESENVOLVIMENTO DA REGIÃO NORDESTE ORGANOGRAMA SFRI INSTRUMENTOS

Leia mais

projetos com alto grau de geração de emprego e renda projetos voltados para a preservação e a recuperação do meio ambiente

projetos com alto grau de geração de emprego e renda projetos voltados para a preservação e a recuperação do meio ambiente O QUE É O FCO? O Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) foi criado pela Lei n.º 7.827, de 27.09.1989, que regulamentou o art. 159, inciso I, alínea c, da Constituição Federal, com

Leia mais

Linhas de Crédito PISCICULTURA INVESTIMENTO CUSTEIO. Obs.: As informações atinentes às linhas de crédito estão sujeitas a alterações.

Linhas de Crédito PISCICULTURA INVESTIMENTO CUSTEIO. Obs.: As informações atinentes às linhas de crédito estão sujeitas a alterações. PISCICULTURA CUSTEIO INVESTIMENTO Obs.: As informações atinentes às linhas de crédito estão sujeitas a alterações. financiar as despesas normais de custeio da produção agrícola e pecuária. Linhas de Crédito

Leia mais

DERAL- Departamento de Economia Rural. ANÁLISE DA CONJUNTURA AGROPECUÁRIA Política Agrícola Safra 2014/2015

DERAL- Departamento de Economia Rural. ANÁLISE DA CONJUNTURA AGROPECUÁRIA Política Agrícola Safra 2014/2015 ANÁLISE DA CONJUNTURA AGROPECUÁRIA Política Agrícola Safra 2014/2015 Novembro 2014 A política agrícola para a agricultura empresarial vem se caracterizando nos últimos anos por assegurar o necessário apoio

Leia mais

O papel do engenheiro agrônomo no desenvolvimento das plantas medicinais

O papel do engenheiro agrônomo no desenvolvimento das plantas medicinais O papel do engenheiro agrônomo no desenvolvimento das plantas medicinais Alexandre Sylvio Vieira da Costa 1 1.Engenheiro Agrônomo. Professor Universidade Vale do Rio Doce/Coordenador Adjunto da Câmara

Leia mais

RESOLUÇÃO N 2.471. Prazo de renegociação prorrogado. Vide Resolução nº 2.589, de 28/1/1999.

RESOLUÇÃO N 2.471. Prazo de renegociação prorrogado. Vide Resolução nº 2.589, de 28/1/1999. RESOLUÇÃO N 2.471 Prazo de renegociação prorrogado. Vide Resolução nº 2.568, de 6/11/1998. Prazo de renegociação prorrogado. Vide Resolução nº 2.589, de 28/1/1999. Prazo de renegociação prorrogado. Vide

Leia mais

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PARA ENGENHARIA 16/04/2013. Professor: Luis Guilherme Magalhães (62) 9607-2031

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PARA ENGENHARIA 16/04/2013. Professor: Luis Guilherme Magalhães (62) 9607-2031 ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PARA ENGENHARIA Professor: Luis Guilherme Magalhães (62) 9607-2031 Obs.: Para aprofundar os conhecimentos no Sistema Financeiro Nacional, consultar o livro: ASSAF NETO, Alexandre.

Leia mais

CONSOLIDADOS DAS AGÊNCIAS EMPRÉSTIMOS/FINANCIAMENTOS EFETIVAMENTE CONCEDIDOS - 2009 POR REGIÃO E PORTE DO TOMADOR

CONSOLIDADOS DAS AGÊNCIAS EMPRÉSTIMOS/FINANCIAMENTOS EFETIVAMENTE CONCEDIDOS - 2009 POR REGIÃO E PORTE DO TOMADOR 4.6 POLÍTICA DE APLICAÇÃO DE RECURSOS DAS AGÊNCIAS FINANCEIRAS OFICIAIS DE FOMENTO As aplicações previstas pelas agências financeiras oficiais de fomento foram definidas em consonância com as prioridades

Leia mais

PARECER. (APENSADOS: PL nº 4.501/98, PL nº 609/99, PL nº 882/99 e PL nº 5.184/2001)

PARECER. (APENSADOS: PL nº 4.501/98, PL nº 609/99, PL nº 882/99 e PL nº 5.184/2001) PARECER PROJETO DE LEI Nº 4.053, DE 1998, que anistia e reescalona parte das dívidas oriundas dos financiamentos aos mini e pequenos produtores rurais, da área do Polígono das Secas. AUTOR: Deputado PAULO

Leia mais

NORMATIVOS SOBRE DÍVIDAS DO CRÉDITO RURAL DO PRONAF (VIGENTES EM 18 DE SETEMBRO DE 2014)

NORMATIVOS SOBRE DÍVIDAS DO CRÉDITO RURAL DO PRONAF (VIGENTES EM 18 DE SETEMBRO DE 2014) NORMATIVOS SOBRE DÍVIDAS DO CRÉDITO RURAL DO PRONAF (VIGENTES EM 18 DE SETEMBRO DE 2014) NORMATIVO PERMANENTE DISPOSTO NO MCR 2.6.9 e MCR 10.1.24 a 26 MCR 2.6.9 Permanente Parcelas a vencer/ operações

Leia mais

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento GOVERNO FEDERAL www.agricultura.gov.br - 0800-611995 cenagri@agricultura.gov.br PLANO AGRÍCOLA E PECUÁRIO 2003/2004 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA

Leia mais

Fontes de Financiamento para Sistemas Agroflorestais

Fontes de Financiamento para Sistemas Agroflorestais 1 Fontes de Financiamento para Sistemas Agroflorestais Introdução Sérgio Maurício Pinheiro Malheiros 1 A presente palestra tem como objetivo apresentar os tópicos principais das linhas de crédito disponíveis

Leia mais

Proposição de Alteração no MCR - Linha de Crédito para Florestas

Proposição de Alteração no MCR - Linha de Crédito para Florestas Proposição de Alteração no MCR - para Florestas CRÉDITO RURAL CONDIÇÕES GERAIS O crédito rural é o suprimento de recursos financeiros para aplicação nas finalidades e condições estabelecidas no manual

Leia mais

BANCO DA AMAZÔNIA. Seminário Programa ABC

BANCO DA AMAZÔNIA. Seminário Programa ABC BANCO DA AMAZÔNIA Seminário Programa ABC O BANCO DA AMAZÔNIA Missão Criar soluções para que a Amazônia atinja patamares inéditos de desenvolvimento sustentável a partir do empreendedorismo consciente.

Leia mais

FRENTE PARLAMENTAR DA AGROPECUÁRIA Especial Lei. 11775 Renegociação das Dívidas Rurais

FRENTE PARLAMENTAR DA AGROPECUÁRIA Especial Lei. 11775 Renegociação das Dívidas Rurais LEI Nº 11.775, DE 17 DE SETEMBRO DE 2008. Institui medidas de estímulo à liquidação ou regularização de dívidas originárias de operações de crédito rural e de crédito fundiário; altera as Leis n os 11.322,

Leia mais

2. inadimplência na data de publicação desta Resolução, contratadas até 30 de junho de 2010;

2. inadimplência na data de publicação desta Resolução, contratadas até 30 de junho de 2010; RESOLUÇÃO Nº 4.028, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2011 Autoriza a composição de dívidas e a renegociação de operações de crédito rural, no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

Leia mais

Situação da Armazenagem no Brasil 2006

Situação da Armazenagem no Brasil 2006 Situação da Armazenagem no Brasil 2006 1. Estática de Armazenagem A capacidade estática das estruturas armazenadoras existentes no Brasil, registrada em dezembro de 2006 é de até o mês de novembro de 2006

Leia mais

Ato normativo do Ministério da Fazenda estabelecerá a metodologia de implementação da ação. Localizador (es) 0051 - No Estado de Mato Grosso

Ato normativo do Ministério da Fazenda estabelecerá a metodologia de implementação da ação. Localizador (es) 0051 - No Estado de Mato Grosso Programa 0902 - Operações Especiais: Financiamentos com Retorno 0029 - Financiamento aos Setores Produtivos da Região Centro-Oeste Número de Ações 21 UO: 74914 - Recursos sob Supervisão do Fundo Constitucional

Leia mais

Plano Safra da Pesca e Aquicultura 2012/2013/2014. Você investe no pescado. O Brasil investe em você.

Plano Safra da Pesca e Aquicultura 2012/2013/2014. Você investe no pescado. O Brasil investe em você. Plano Safra da Pesca e Aquicultura 2012/2013/2014 Você investe no pescado. O Brasil investe em você. Plano Safra da Pesca e Aquicultura. 4,1 bilhões em crédito e investimentos. Mais crédito e investimentos.

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.775, DE 17 DE SETEMBRO DE 2008. Mensagem de veto Conversão da MPv nº 432, de 2008 Institui medidas de estímulo à liquidação

Leia mais

1. Definições, Conceitos e Esclarecimentos sobre Crédito Rural

1. Definições, Conceitos e Esclarecimentos sobre Crédito Rural 1. Definições, Conceitos e Esclarecimentos sobre Crédito Rural Importante: A Matriz de Dados do Crédito Rural (MDCR) permite consultas personalizadas em que o consulente seleciona o período desejado, as

Leia mais

Wadico Waldir Bucchi Presidente. Este texto não substitui o publicado no DOU e no Sisbacen.

Wadico Waldir Bucchi Presidente. Este texto não substitui o publicado no DOU e no Sisbacen. 1 CIRCULAR Nº 1.556 Documento normativo revogado pela Resolução 3.208, de 24/06/2004. Comunicamos que a Diretoria do Banco Central, dando seqüência à reestruturação do Manual de Crédito Rural - MCR, decidiu

Leia mais

Linhas de Crédito RSA. Característica RSA

Linhas de Crédito RSA. Característica RSA Linhas de RSA Linha de Característica RSA FCO Pronatureza incentivar projetos que visem à conservação e à proteção do meio ambiente, à recuperação de áreas degradadas ou alteradas e ao desenvolvimento

Leia mais

Avaliação de Alternativas - Grupo de Estudos de Seguro Depósito - Subgrupo: Objetivos de Política Pública.

Avaliação de Alternativas - Grupo de Estudos de Seguro Depósito - Subgrupo: Objetivos de Política Pública. Avaliação de Alternativas - Grupo de Estudos de Seguro Depósito - Subgrupo: Objetivos de Política Pública. (abril, 2002) Ana Carla Abraão Costa Economista, História recente da economia brasileira A economia

Leia mais

Performance institucional

Performance institucional Performance institucional 212 Pontos de Atendimentos 3.005 empregados Pontos de Vendas Pioneiros: 10 Participação na Rede de Agências na Região Norte: 14,23%. Municípios Atendidos na Região Norte: 95%

Leia mais

Propostas do Sistema Cooperativista para o Plano Safra da Agricultura Familiar 2015/2016

Propostas do Sistema Cooperativista para o Plano Safra da Agricultura Familiar 2015/2016 Propostas do Sistema Cooperativista para o Plano Safra da Agricultura Familiar 2015/2016 Introdução...4 O cooperativismo e a agricultura familiar... 5 Crédito Rural...8 Sugestões para aprimoramento das

Leia mais

VIII Simpósio Técnicas de Plantio e Manejo de Eucalipto para Usos Múltiplos

VIII Simpósio Técnicas de Plantio e Manejo de Eucalipto para Usos Múltiplos VIII Simpósio Técnicas de Plantio e Manejo de Eucalipto para Usos Múltiplos Linhas de crédito para o setor florestal Homero José Rochelle Engº Agrônomo ESALQ 1979 Plano de Safra 2014/2015 MAPA - Ministério

Leia mais

Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste

Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste O que é FCO? O Fundo de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) é um fundo de crédito criado pela Constituição Federal de 1988 com o objetivo de promover

Leia mais

CARTA-CIRCULAR N 17/2003. Rio de Janeiro, 20 de maio de 2003. Ref.: FINAME AGRÍCOLA BNDES AUTOMÁTICO. Ass.: Linha Especial de Financiamento Agrícola

CARTA-CIRCULAR N 17/2003. Rio de Janeiro, 20 de maio de 2003. Ref.: FINAME AGRÍCOLA BNDES AUTOMÁTICO. Ass.: Linha Especial de Financiamento Agrícola CARTA-CIRCULAR N 17/2003 Rio de Janeiro, 20 de maio de 2003 Ref.: FINAME AGRÍCOLA BNDES AUTOMÁTICO Ass.: Linha Especial de Financiamento Agrícola O Superintendente da Área de Operações Indiretas, consoante

Leia mais

ESPELHO DE EMENDAS DE ACRÉSCIMO DE META

ESPELHO DE EMENDAS DE ACRÉSCIMO DE META SISTEMA DE ELABORAÇÃO DE S ÀS LEIS ORÇAMENTÁRIAS Página: 2504 de 2619 ESPELHO DE S DE 1 Apoio à pesquisa e preservação de recursos genéticos e biotecnologia Custos financeiros: Despesas de custeio - 3

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos MEDIDA PROVISÓRIA Nº 432, DE 27 DE MAIO DE 2008. Institui medidas de estímulo à liquidação ou regularização de dívidas originárias

Leia mais

NORMATIVOS SOBRE DÍVIDAS DO CRÉDITO RURAL DO PRONAF (VIGENTES EM 19 DE DEZEMBRO DE 2014)

NORMATIVOS SOBRE DÍVIDAS DO CRÉDITO RURAL DO PRONAF (VIGENTES EM 19 DE DEZEMBRO DE 2014) NORMATIVOS SOBRE DÍVIDAS DO CRÉDITO RURAL DO PRONAF (VIGENTES EM 19 DE DEZEMBRO DE 2014) NORMATIVO PERMANENTE DISPOSTO NO MCR 2.6.9 e MCR 10.1.24 a 26 MCR 2.6.9 Permanente Parcelas a vencer/ operações

Leia mais

PROPOSTA DE RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS

PROPOSTA DE RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural Deputado Ronaldo Caiado - Presidente PROPOSTA DE RENEGOCIAÇÃO I - Securitização - Renegociada LEI Nº 10.437/02 (Artigos. 1º e 4º):

Leia mais

Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará

Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará Rua Edite Braga, 50 - Jardim América - 60.425-100 Fortaleza - Ceará Fone: (85) 494-3933 - Fax: (85) 494-7695 site: www.faec.org.br e-mail: detec@faec.ogr.br

Leia mais

AGRONEGÓCIO PANORAMA ATUAL

AGRONEGÓCIO PANORAMA ATUAL AGRONEGÓCIO PANORAMA ATUAL IMPORTÂNCIA ECONOMICA 1- Exportações em 2014: Mais de US$ 100 bilhões de dólares; 2- Contribui com aproximadamente 23% do PIB brasileiro; 3- São mais de 1 trilhão de Reais e

Leia mais

Crédito Agro Principais Linhas de Crédito. Fortaleza (CE), maio de 2014

Crédito Agro Principais Linhas de Crédito. Fortaleza (CE), maio de 2014 Crédito Agro Principais Linhas de Crédito Fortaleza (CE), maio de 2014 Agricultura Familiar Principais Linhas de Crédito Pronaf Custeio - Beneficiários: Agricultores familiares, exceto dos grupos A e B;

Leia mais

P R O A G R O. Programa de Garantia da Atividade Agropecuária. Deoclécio Pereira de Souza. Rio Branco (AC) 22-07-2008

P R O A G R O. Programa de Garantia da Atividade Agropecuária. Deoclécio Pereira de Souza. Rio Branco (AC) 22-07-2008 P R O A G R O Programa de Garantia da Atividade Agropecuária Deoclécio Pereira de Souza Rio Branco (AC) 22-07-2008 1 1.a S E G U R O A - M U N D O ANO > 1347 LOCAL > GÊNOVA - Itália FATO > 1º CONTRATO

Leia mais

Plano Agrícola e Pecuário PAP 2013/2014 Ações estruturantes para a Agropecuária Brasileira

Plano Agrícola e Pecuário PAP 2013/2014 Ações estruturantes para a Agropecuária Brasileira Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil Plano Agrícola e Pecuário PAP 2013/2014 ROSEMEIRE SANTOS Superintendente Técnica Plano Agrícola e Pecuário PAP 2013/2014 Ações estruturantes para a Agropecuária

Leia mais

O que é o Mercado de Capitais. A importância do Mercado de Capitais para a Economia. A Estrutura do Mercado de Capitais Brasileiro

O que é o Mercado de Capitais. A importância do Mercado de Capitais para a Economia. A Estrutura do Mercado de Capitais Brasileiro 1 2 O que é o Mercado de Capitais A importância do Mercado de Capitais para a Economia A Estrutura do Mercado de Capitais Brasileiro O que é Conselho Monetário Nacional (CNM) O que é Banco Central (BC)

Leia mais

PLANO SAFRA DAS ÁGUAS 2010-2011

PLANO SAFRA DAS ÁGUAS 2010-2011 PLANO SAFRA DAS ÁGUAS 2010-2011 1 PLANO SAFRA DAS ÁGUAS - PESCA E AQUICULTURA BRASÍLIA-DF 2010 SUMÁRIO Pag. Apresentação...4 Novidades...5 Linhas de Crédito - Pronaf Pesca e Aquicultura...6 Linhas de Crédito

Leia mais

O Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e os Programas de Geração de Emprego e Renda (PROGER) Notas Técnicas

O Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e os Programas de Geração de Emprego e Renda (PROGER) Notas Técnicas Relatório, Fevereiro/2010 O Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e os Programas de Geração de Emprego e Renda (PROGER) Notas Técnicas SUMÁRIO Apresentação... 1 1. Breve Histórico do FAT e do PROGER...

Leia mais

Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão Secretaria de Orçamento Federal. Ações Orçamentárias Integrantes da Lei Orçamentária para 2013

Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão Secretaria de Orçamento Federal. Ações Orçamentárias Integrantes da Lei Orçamentária para 2013 Programa 0902 - Operações Especiais: Financiamentos com Retorno 0029 - Financiamento aos Setores Produtivos da Região Centro-Oeste Número de Ações 11 serviços, visando ao desenvolvimento econômico e social

Leia mais

23ª Abertura Oficial da COLHEITA DO ARROZ. Restinga Seca - RS

23ª Abertura Oficial da COLHEITA DO ARROZ. Restinga Seca - RS 23ª Abertura Oficial da COLHEITA DO ARROZ. Restinga Seca - RS Carteira de Crédito Sicredi Fevereiro/2013 Saldo da Carteira de Crédito do Sicredi Carteira de Crédito Sicredi R$ 10.310,12 56,13% R$ 4.563,96

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 31-CNA Brasília, 18 de setembro de 2006. Assunto: Redução das Taxas de Juros dos Fundos Constitucionais de Financiamento.

NOTA TÉCNICA Nº 31-CNA Brasília, 18 de setembro de 2006. Assunto: Redução das Taxas de Juros dos Fundos Constitucionais de Financiamento. NOTA TÉCNICA Nº 31-CNA Brasília, 18 de setembro de 2006. Técnicos: Luciano Marcos de Carvalho Rosemeire Cristina dos Santos Comissão: Crédito Rural Assunto: Redução das Taxas de Juros dos Fundos Constitucionais

Leia mais

Produto BNDES FINAME Programa BNDES de Financiamento à Aquisição de Veículos de Transporte Escolar - BNDES Pro escolar

Produto BNDES FINAME Programa BNDES de Financiamento à Aquisição de Veículos de Transporte Escolar - BNDES Pro escolar CIRCULARES Circular nº. 129/2009 de 30.12.09 Produto BNDES FINAME Programa BNDES de Financiamento à Aquisição de Veículos de Transporte Escolar - BNDES Pro escolar Circular nº. 128/2009 de 30.12.09 Produto

Leia mais

RELATORA: Senadora KÁTIA ABREU

RELATORA: Senadora KÁTIA ABREU PARECER N o, DE 2009 Da COMISSÃO DE AGRICULTURA E REFORMA AGRÁRIA, sobre o Projeto de Lei do Senado n o 246, de 2007, que regula o Programa de Seguro- Desemprego Rural, o Abono Salarial Rural, o Programa

Leia mais

Plano Agrícola e Pecuário 2001/2002

Plano Agrícola e Pecuário 2001/2002 Plano Agrícola e Pecuário 2001/2002 Apresentação Ao reafirmar, mais uma vez, seu compromisso com o setor agrícola, o presidente Fernando Henrique Cardoso anunciou, em julho último, as medidas do Plano

Leia mais

AGROINDÚSTRIA. O BNDES e a Agroindústria em 1998 BNDES. ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 1 Gerência Setorial 1 INTRODUÇÃO 1.

AGROINDÚSTRIA. O BNDES e a Agroindústria em 1998 BNDES. ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 1 Gerência Setorial 1 INTRODUÇÃO 1. AGROINDÚSTRIA BNDES FINAME BNDESPAR ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 1 Gerência Setorial 1 O BNDES e a Agroindústria em 1998 INTRODUÇÃO Este informe apresenta os principais dados sobre os desembolsos do BNDES

Leia mais

Instituto de Estudos Jurídicos da Atividade Rural DÍVIDAS AGRÍCOLAS: Questões Legais e Reflexos Econômicos Palestrante: Ricardo Barbosa Alfonsin ricardo@alfonsin.com.br Convidado Especial: Ruy Rosado de

Leia mais

Linhas de Financiamento e Programas Complementares. Montes Claros, 15 de abril de 2010

Linhas de Financiamento e Programas Complementares. Montes Claros, 15 de abril de 2010 BNDES - Linhas de Financiamento e Programas Complementares Montes Claros, 15 de abril de 2010 Quem somos Fundado em 20 de junho de 1952; Empresa pública de propriedade integral da União Federal; Principal

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS COOPERATIVAS PARA A EXPANSÃO DO CRÉDITO

A IMPORTÂNCIA DAS COOPERATIVAS PARA A EXPANSÃO DO CRÉDITO A IMPORTÂNCIA DAS COOPERATIVAS PARA A EXPANSÃO DO CRÉDITO INDICE O Sistema Financeiro Nacional - SFN Instituições de Crédito Cooperativas de Crédito Diferenças entre Bancos e Cooperativas de Crédito O

Leia mais

MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE FLORESTAS

MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE FLORESTAS MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE FLORESTAS Referência: Agenda para a criação de instrumentos de financiamentos e crédito para o setor florestal Interessado: DFLOR/SBF/MMA. 1. ANTECEDENTES: O

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA

MINISTÉRIO DA FAZENDA MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Política Econômica CMN 29.07.2009 Votos Agrícolas Brasília-DF, 29 de julho de 2009. RESUMO DOS VOTOS DA ÁREA AGRÍCOLA REUNIÃO DO CMN JULHO 2009 1 ESTABELECE NOVO PRAZO

Leia mais

XIII SEMINARIO INTERNACIONAL DO COMITÉ DE INTEGRACIÓN LATINO EUROPA-AMÉRICA

XIII SEMINARIO INTERNACIONAL DO COMITÉ DE INTEGRACIÓN LATINO EUROPA-AMÉRICA XIII SEMINARIO INTERNACIONAL DO COMITÉ DE INTEGRACIÓN LATINO EUROPA-AMÉRICA AMÉRICA PAINEL: Políticas de Facilitação de Créditos para o Desenvolvimento das Pequenas e Médias Empresas (PMES). HENRIQUE Jorge

Leia mais

NECESSIDADES DE FINANCIAMENTO DO GOVERNO CENTRAL METODOLOGIA DE CÁLCULO DO SUPERÁVIT PRIMÁRIO

NECESSIDADES DE FINANCIAMENTO DO GOVERNO CENTRAL METODOLOGIA DE CÁLCULO DO SUPERÁVIT PRIMÁRIO NECESSIDADES DE FINANCIAMENTO DO GOVERNO CENTRAL METODOLOGIA DE CÁLCULO DO SUPERÁVIT PRIMÁRIO O resultado primário, que exclui das receitas totais os ganhos de aplicações financeiras e, dos gastos totais,

Leia mais

Notificações Brasileiras ao Comitê de Agricultura da Organização Mundial do Comércio (OMC)

Notificações Brasileiras ao Comitê de Agricultura da Organização Mundial do Comércio (OMC) Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio Departamento de Acordos Comerciais Notificações Brasileiras ao Comitê de Agricultura da Organização Mundial do Comércio (OMC) Notificações Brasileiras

Leia mais

Soluções de Crédito. Cadeia Produtiva do Café CADA VEZ BOMPRATODOS

Soluções de Crédito. Cadeia Produtiva do Café CADA VEZ BOMPRATODOS Cadeia Produtiva do Café CADA + VEZ BOMPRATODOS Capital de Giro Recebíveis BB Giro Empresa Flex Agro Crédito Agroindustrial Desconto de Cheques/Títulos BB Giro Recebíveis Duplicatas/Cheques/Cartões BB

Leia mais

PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016

PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016 PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016 PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016 Pilares do PSPA CRÉDITO PROMOÇÃO PROMOÇÃO DO DO CONSUMO PESQUEIRO PSPA INFRAESTRUTURA ASSISTÊNCIA TÉCNICA COMERCIALI

Leia mais

DERAL - Departamento de Economia Rural

DERAL - Departamento de Economia Rural ANÁLISE DA CONJUNTURA AGROPECUÁRIA POLÍTICA AGRÍCOLA - SAFRA 2015/16 A política agrícola para a agricultura empresarial vem se caracterizando nos últimos anos por assegurar o necessário apoio ao produtor

Leia mais

Crédito do Pronaf em R$ bilhões

Crédito do Pronaf em R$ bilhões Crédito do Pronaf em R$ bilhões 23,9 (parcial até 30/06) Crédito na safra 2015/2016 - R$ 28,9 bilhões Recursos por fonte - safra 2015/2016 Fonte Projeção (em reais) % sobre o total Poupança rural Banco

Leia mais

PLANO SAFRA DA AGRICULTURA FAMILIAR 2010/2011

PLANO SAFRA DA AGRICULTURA FAMILIAR 2010/2011 PLANO SAFRA DA AGRICULTURA FAMILIAR 2010/2011 Mais crédito, mais segurança e juros menores. Do Plano Safra 2002/2003 ao Plano Safra 2010/2011, o volume de recursos oferecidos por meio do Pronaf para custeio

Leia mais

Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar PGPAF

Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar PGPAF PGPAF Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar PGPAF O QUE É O PGPAF Programa do Governo Federal que garante aos agricultores familiares que tem financiamento no âmbito do Pronaf a indexação

Leia mais

PGPM A. EGF B. AGF C. CONTRATO DE OPÇÃO SOV COV. Aquisições via Preços Mínimos. Via Leilões

PGPM A. EGF B. AGF C. CONTRATO DE OPÇÃO SOV COV. Aquisições via Preços Mínimos. Via Leilões PGPM A. EGF SOV COV B. AGF C. CONTRATO DE OPÇÃO Aquisições via Preços Mínimos Via Leilões Estados e Municípios Leite Compra Local Compra Direta Compra Especial Formação de Estoque Doação Simultânea EMPODER

Leia mais

Comitê de Financiamento do Agronegócio

Comitê de Financiamento do Agronegócio Comitê de Financiamento do Agronegócio SUB-COMITÊ CRÉDITO Propostas para aumentar irrigação de crédito à agricultura empresarial Circulação Restrita Há fundos, há bancos e há instrumentos. Só precisa melhorar

Leia mais

INSTITUTO DE PESQUISA APLICADA EM DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL IPADES DESTAQUES IPADES

INSTITUTO DE PESQUISA APLICADA EM DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL IPADES DESTAQUES IPADES INSTITUTO DE PESQUISA APLICADA EM DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL IPADES DESTAQUES IPADES Abril 2014 O EFEITO DA P0LUIÇÃO DE MANAUS S0BRE O CLIMA DA AMAZÔNIA Um grupo de pesquisadores do Brasil,

Leia mais

LEI Nº 5.674, DE 21 DE OUTUBRO DE 1991

LEI Nº 5.674, DE 21 DE OUTUBRO DE 1991 LEI Nº 5.674, DE 21 DE OUTUBRO DE 1991 Publicada no DOE(Pa) de 25.10.91. Alterada pelas Leis 6.007/96, 6.375/01, 6.619/04, 6.719/05, 7.242/09. Regulamentos: Decretos 2.037/97, 5.011/01, 1.565/09. Disposições

Leia mais

I - Cenário Macroeconômico

I - Cenário Macroeconômico I - Cenário Macroeconômico Introdução Análise da Conjuntura Econômica do País Cenário Macroeconômico e Proposta Orçamentária para 2006 Projeto de Lei Orçamentária Mensagem Presidencial Introdução Em atendimento

Leia mais