VIII COLÓQUIO INTERNACIONAL MARX E ENGELS. A Questão Agrária no Brasil no Século XXI

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1 1 VIII COLÓQUIO INTERNACIONAL MARX E ENGELS A Questão Agrária no Brasil no Século XXI Marcos Cassin 1 Mírian Helena Goldschmidt 2 GT3 Marxismo e ciências humanas Introdução O que é a Questão Agrária? O que se entende por reforma agrária? Este texto tem como objetivo entender o que é a Questão Agrária no Brasil, no século XXI, enquanto síntese de um processo histórico da Revolução Burguesa que se consolidou com o desenvolvimento das forças produtivas e com o estabelecimento das relações de produção capitalistas como hegemônicas no campo e implantadas através de políticas públicas de Estado. O conjunto destas políticas impostas no campo, durante o regime civil/militar entre os anos de 1964 a 1985, resultou no atual modelo de produção, definido enquanto empresa rural e com seus desdobramentos. Para melhor compreendermos estas questões, enquanto referência teórica, buscamos Marx, Lênin e Kautsky, a partir do ponto de vista da luta de classes e como processo de consolidação da Revolução Burguesa no Brasil e não como mera distribuição de terras, assegurando acesso à terra aos trabalhadores rurais sem terra. Uma referência teórica Com relação à Questão Agrária entendemos que esta se refere ao modelo de produção agrária definido por uma política pública de Estado, que tem como objetivo consolidar as relações de produção hegemônicas do modo de produção hegemônico de uma determinada formação social. Portanto, ao pensarmos a Questão Agrária no Brasil do século XXI, temos que considerá-la como síntese de um processo histórico da Revolução Burguesa que se 1 Professor do Departamento de Educação, Informação e Comunicação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo, campus Ribeirão Preto. 2 Supervisora de Ensino da SEESP e Doutoranda em Educação pela Universidade Federal de São Carlos.

2 2 consolidou com o desenvolvimento das forças produtivas e com o estabelecimento das relações de produção capitalistas como hegemônicas no campo. Nesse sentido, estamos defendendo a tese de que o modelo de produção no campo hoje é resultado de um conjunto de políticas públicas de Estado impostas pelo regime civil/militar de , definindo a empresa rural como padrão de organização da produção nos estabelecimentos rurais, sendo o Estatuto da Terra seu principal instrumento jurídico/político para isso. Quanto à imposição das relações de produção capitalista no campo, em nosso entender, é o Estatuto do Trabalhador Rural, o instrumento que determina uma nova relação entre o capital e o trabalho no campo, transpondo as relações de trabalho definidas pela Consolidação das Leis do Trabalho CLT no campo. São essas duas leis que deram suporte jurídico/político que acompanhadas de uma política de financiamento e de créditos aos grandes proprietários de terras modernizaram a produção no campo, consolidando as relações de produção capitalista no meio rural. O que estamos afirmando é que a Reforma Agrária burguesa no Brasil foi realizada pelo regime civil/militar. É nesse período que se tem uma política pública de Estado (jurídica/política/financeira) de desenvolvimento das forças produtivas no campo e do estabelecimento hegemônico das relações de produção capitalista e o assalariamento como relações dominantes. É importante destacarmos a ideia de Reforma Agrária como política pública de Estado no desenvolvimento das forças produtivas e das relações de produção capitalistas no campo que, segundo Lênin, são os fundamentos da Reforma Agrária ou a expressão da Revolução Burguesa no campo e que não são as dimensões das propriedades, em pequenas ou grandes, que definem a existência ou não da Reforma Agrária. Em seu texto Capitalismo e agricultura nos Estados Unidos da América, escrito em 1915 e publicado em 1917, afirma: Quando se fala da pequena agricultura, pensa-se sempre naquela que não repousa no trabalho assalariado. Ora, a passagem à exploração de trabalhadores assalariados está condicionada não apenas pela extensão da unidade agrícola, conservando-se a sua antiga base técnica (o que só ocorre numa economia extensiva, primitiva), mas também pelo aperfeiçoamento e modernização da técnica, pela aplicação numa mesma superfície de terreno de um capital suplementar sob a forma, por exemplo, de novas

3 3 máquinas ou de adubos artificiais, ou aumento e melhoria do gado, etc. O agrupamento segundo o valor dos produtos da farm reúne as explorações que se caracterizam, realmente, por um volume idêntico de produção, independente da quantidade de terra que possuam. Uma exploração altamente intensiva numa pequena parcela entra, neste caso, no mesmo grupo que uma exploração relativamente extensiva de uma grande superfície; e estas duas explorações serão de fato grandes, tanto pelo volume da produção, quanto pelo nível de emprego do trabalho assalariado (Lênin, 1980, p.45). Lênin, ainda, pode ser uma importante referência para compreendermos a Questão Agrária no Brasil hoje, como também o tipo de Reforma Agrária burguesa realizada pelo regime civil/militar, que perdurou mais de 20 anos em nosso país. Segundo o autor, o capitalismo pode se desenvolver no campo de duas formas diferentes sem perder seu caráter burguês. Ainda que Lênin se refira às transformações no campo da Rússia ainda feudal, seus modelos podem servir para compreendermos a questão fundiária hoje no Brasil. Segundo o autor: [...] as formas desse desenvolvimento podem ser duas. Os restos do feudalismo podem desaparecer, quer mediante a transformação dos domínios dos latifundiários quer mediante a destruição dos latifúndios feudais, isto é, por meio da reforma ou por meio da revolução. O desenvolvimento burguês pode verificar-se tendo à frente as grandes propriedades dos latifundiários, que paulatinamente se tornarão cada vez mais burguesas, que paulatinamente substituirão os métodos feudais de exploração pelos métodos burgueses; e pode verificar-se também, tendo à frente as pequenas explorações camponesas, que, por via revolucionária, extirparão do organismo social a excrescência dos latifúndios feudais e, sem eles, desenvolverse-ão livremente pelo caminho da agricultura capitalista dos granjeiros. A estes dois caminhos do desenvolvimento burguês, objetivamente possíveis, chamaríamos de caminho tipicamente prussiano e caminho do tipo norte-americano (2002, p.28-29). Segundo o exposto acima, podemos entender a Reforma Agrária de caráter burguês no Brasil, a realizada pelo regime civil/militar, sem que essa alterasse as dimensões das propriedades, uma vez que nos parece que o projeto era de estabelecer dois mecanismos de produção, um para atender ao mercador internacional e outro para

4 4 atender o mercado interno. Assim, as grandes propriedades foram mantidas com o objetivo de que a produção atendesse à nova divisão do trabalho internacional, produzindo para exportação e as pequenas e médias propriedades mantidas para atender o mercado interno na produção de alimentos e matéria prima para as agroindústrias. A Questão Agrária no século XXI Para pensarmos a Questão Agrária no Brasil do século XXI temos que entendêla como consequência da Reforma Agrária executada pelo Estado no período civil/militar, como vimos acima e também todo o processo de reestruturação produtiva que o país sofrerá no final do século XX e mais acentuadamente no campo, a partir dos anos Esse processo de reestruturação significou uma maior intensificação de tecnologia no processo de mecanização iniciado com o regime civil/militar, como também automação e informatização, o uso da química e da biologia na produção de insumos e controle da produção desde seu planejamento inicial até a distribuição dos produtos, principalmente para atender as exigências de qualidade do mercado externo. Essas novas exigências na produção agrária impõe um montante de capital necessário que leva a burguesia monopolista nacional a se associar ao capital transnacional ou mesmo abrindo setores no campo para as empresas transnacionais se consolidarem no sistema produtivo agrário. Esse movimento de grandes capitais nacionais e internacionais faz com que a produção do campo se organize num sistema hegemonizado a partir dos interesses desses mesmos capitais, o que se expressa no chamado agronegócio. O agronegócio se constituiu no setor em que o capital se expande mais rápido, passando a ser um importante setor produtivo na economia nacional. Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB nacional foi de R$ 4,1 trilhões, sendo o agronegócio responsável por R$ 917 bilhões ou 22,3% na geração de riquezas do país (Moraes, sd). Ele também se caracterizou como a principal força política do capital no campo através da fundação da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) em 1993, tendo hoje como seu núcleo central empresas transnacionais como Bunge, Monsanto, Sadia, Abracem, Agroceres.

5 5 Deste modo, é o agronegócio que se constitui como o centro do novo mundo rural no Brasil, articulado com pequenas e médias propriedades que abastecem suas agroindústrias de matérias primas como também são responsáveis pelo abastecimento de alimentos do mercado interno do país. Isso faz com que o agronegócio se dedique à produção de exportação, mais lucrativa e com as melhores terras. A importância da chamada agricultura familiar, produtora de mercadoria, na conformação do rural brasileiro no século XXI pode ser ilustrado na passagem da tese de doutoramento de Frederico Daia Firmiano: Importante dizer que, no mesmo ano de 1999, veio a público um documento do então Ministério da Política Fundiária e do Desenvolvimento Agrário (que, em 2001, passou a ser o Ministério do Desenvolvimento Agrário MDA) intitulado Agricultura familiar, reforma agrária e desenvolvimento local para um novo mundo rural. Política de desenvolvimento rural com base na expansão da agricultura familiar e sua inserção no mercado. O documento produto do receituário do Banco Mundial (BM) ficou conhecido como Novo Mundo Rural e incorporava a nascente categoria da agricultura familiar ao desenvolvimento rural baseado na expansão do mercado interno. (2014, p.45) Salientamos ainda, como os assentamentos rurais e as pequenas propriedades de produção de subsistência cumprem papel importante nesse novo rural brasileiro, o de fornecedores de força de trabalho a ser vendida em períodos sazonais para as propriedades pequenas, médias e agroindustriais. Interessante destacar como, num primeiro momento da Reforma Agrária burguesa no Brasil e também em sua reestruturação produtiva, esses trabalhadores são excluídos do processo e num segundo momento, juntamente com os trabalhadores das periferias das cidades, vão se transformando em bolsões de reserva de força de trabalho a ser assalariada sazonal, mal remunerada e precarizada. A partir do exposto acima, podemos sintetizar o modelo agrário hoje no Brasil como um sistema hegemonizado pelo agronegócio de capital transnacional e financeiro. Modelo esse, que manteve as grandes propriedades para a produção e exportação principalmente de soja, carne, açúcar e milho. Esse sistema comandado pelo agronegócio integra também: uma pequena burguesia agrária produtora de alimentos

6 6 para o mercado interno e fornece matéria-prima para as indústrias do agronegócio; pequenas propriedades precarizadas (de assentamentos ou não) com produção de subsistência e fornecedoras de força de trabalho sazonal ou fixa para o agronegócio e para a pequena burguesia agrária e ainda, de trabalhadores assalariados rurais moradores das periferias das cidades. Conclusão A reforma agrária será entendida, aqui, como o resultado convergente de uma luta social e de um processo de intervenção dos poderes públicos, no sentido de garantir o acesso à terra a trabalhadores rurais sem terra. A conceituação acima de Maria de Nazareth Baudel Wanderley (Martins, 2009) nos parece sintetizar a compreensão que os movimentos sociais e a grande maioria dos pesquisadores e estudiosos da questão agrária e da reforma agrária defendem. A reforma agrária passa a ser compreendida a partir das lutas sociais por terra e trabalho, a intervenção do Estado como política pública que resultam em acesso à terra aos trabalhadores rurais sem terra, portanto a reforma agrária é resultado das lutas dos trabalhadores que impõe ao Estado a aplicação de políticas na resolução dos conflitos. O que pretendemos apontar nesse pequeno texto, diferentemente da epígrafe, é a possibilidade de pensar a Questão Agrária e a Reforma Agrária no Brasil a partir de uma referência teórica que as compreenda do ponto de vista da luta de classes e como processo de consolidação da Revolução Burguesa no Brasil e não como mera distribuição de terras, assegurando acesso a terra aos trabalhadores rurais sem terra. O que estamos propondo é a possibilidade de compreendermos A Questão Agrária no Brasil do século XXI a partir da leitura dos clássicos do marxismo, em particular Lênin, sendo a reforma agrária um dos elementos das transformações da propriedade dos meios de produção, das relações de produção e da organização das forças produtivas do conjunto de uma determinada sociedade. Assim, a Reforma Agrária numa sociedade capitalista é a consolidação das relações capitalistas de produção no campo, ou ainda, ela é a consolidação da Revolução Burguesa, segundo Marx, Lênin e Kautsky, pois o desenvolvimento das relações capitalistas no campo se

7 7 atrasa em relação ao desenvolvimento nas cidades. Portanto, no Brasil a luta dos trabalhadores sem terra não caracterizam a reforma agrária, a luta não é causa ela é efeito da Reforma Agrária realizada no Brasil, uma reforma que manteve a concentração de terras, uma das maiores do mundo, que expulsou milhões de trabalhadores no campo que passam a vagar no campo ou vão para as periferias das cidades. Uma Reforma Agrária que estimulou e financiou os grandes proprietários do capital a investirem em maquinaria e tecnologia na produção agrícola e pecuária, além de estabelecer como vínculo trabalhista o assalariamento. Bibliografia CASSIN, Marcos. Algumas referências teóricas de Lênin e a Questão Agrária no Brasil. Mimeo, CASSIN, M.; GOLDSCHMIDT, M. H.; CHAVES, R. J. Lênin e a questão agrária na Rússia no final do século XIX e início do século XX. In: VII Colóquio Internacional Marx e Engels. Campinas Anais: CEMARX VII Colóquio Internacional Marx e Engels. Anais. Vol.1, Nº1, ISSN FIRMIANO, Frederico Daia. O padrão de desenvolvimento dos agronegócios no Brasil e a atualidade histórica da reforma agrária Tese (Doutorado em Ciências Sociais) Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Faculdade de Ciências e Letras UNESP. Araraquara-SP. KAUTSKY, Karl. A Questão Agrária. 3ª edição. São Paulo, Proposta Editorial, LÊNIN, Vladimir Ilich. Capitalismo e agricultura nos Estados Unidos: novos dados sobre as leis de desenvolvimento do capitalismo na agricultura. São Paulo, Editora Brasil Debates, (Coleção Alicerces). LÊNIN, Vladimir Ilitch. O desenvolvimento do capitalismo na Rússia. São Paulo, Abril Cultural, (Os economistas). LÊNIN, Vladimir Ilitch. O programa agrário da social democracia na primeira Revolução Russa de Goiânia, Alternativa, MARTINS, José de Souza (coord.) Travessias: a vivência da reforma agrária nos assentamentos. 2ª edição. Porto Alegre, Editora as UFRGS, MARX, Karl. O Capital: crítica da economia política. 3ª edição. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, sd, L.3, v. 6.

8 MORAES, Tatiana. Agronegócio responde por um quarto do PIB nacional. In: Acesso 09/04/

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