PROJETO: PCT/BRA/IICA/08/003 Consolidação do Crédito Fundiário como Instrumento de Política Pública

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1 PROJETO: PCT/BRA/IICA/08/003 Consolidação do Crédito Fundiário como Instrumento de Política Pública PRODUTO (5): Documento contendo avaliação da qualidade da ATER prestada aos beneficiários do PNCF no estado do Rio Grande do Norte considerando a qualidade da elaboração, implantação e acompanhamento dos projetos, com foco na sustentabilidade das Unidades Produtivas. Elaborado por: João Vicente Tadeu Teotônio Queiroz de Melo Agosto

2 S U M Á R I O 1. APRESENTAÇÃO INTRODUÇÃO CONTEXTUALIZAÇÃO OBJETIVO GERAL PROGRAMA NACIONAL DE CRÉDITO FUNDIÁRIO PNCF / COMBATE A POBREZA RURAL CPR DECRETO Nº DE 02 DE DEZEMBRO DE 2008 A REGULAMENTAÇÃO DOS SUBPROJETOS DE INVESTIMENTOS COMUNITÁRIOS SIC SUBPROJETOS DE INVESTIMENTOS COMUNITÁRIOS SIC's ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL - REGISTRO HISTÓRICO E EVOLUÇÃO ORGANIZAÇÕES DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL CREDENCIADAS NO SISTEMA DE REDE DE APOIO NO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ATER PRESTADA AOS BENEFICIÁRIOS DO PNCF NO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONSIDERANDO A QUALIDADE DA ELABORAÇÃO, IMPLANTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DOS PROJETOS, COM FOCO NA SUSTENTABILIDADE DAS UNIDADES PRODUTIVAS CONCLUSÃO REFERÊNCIAS

3 LISTA DE SIGLAS ATER Assistência Técnica e Extensão Rural; ATES Assistência Técnica e Social; CAF Consolidação da Agricultura Familiar; SREDE Sistema de Rede de Apoio; MDA Ministério do Desenvolvimento Agrário; SIGCF Sistema de Informações Gerenciais do Crédito Fundiário; SRA Secretaria do Reordenamento Agrário; CONDRAF Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável; CPR Combate à Pobreza Rural; PNCF Programa Nacional de Crédito Fundiário; SIC Subprojeto de Investimentos Comunitários; PIC Plano de Investimento Comunitário; SAT Subprojeto de Aquisição de Terras; PAT Proposta de Assistência Técnica; UTE Unidade Técnica Estadual; CGATER Coordenação Geral de Capacitação e Assistência Técnica; DCF Departamento de Crédito Fundiário; SEARA Secretaria de Assuntos Fundiários e Apoio a Reforma Agrária. 3

4 1. APRESENTAÇÃO SECRETARIA DE REORDENAMENTO AGRÁRIO O presente documento tem como finalidade levantar e avaliar a qualidade da ATER prestada aos beneficiários do PNCF no Estado do Rio Grande do Norte considerando a qualidade da elaboração, implantação e acompanhamento dos projetos, com foco na sustentabilidade das Unidades Produtivas, com orientações das regras e diretrizes para elaboração dos Subprojetos de Investimentos Comunitários SIC, no âmbito da Linha de Financiamento Combate a Pobreza Rural CPR do Programa Nacional de Credito Fundiário PNCF, destacando as principais diferenças a partir da publicação do Decreto N.º 6.672/2008, com o objetivo de consolidar mecanismos de dinamização do desenvolvimento e da gestão de projetos financiados pelo PNCF, assegurando a sustentabilidade dos mesmos. Contribuindo nas atividades de elaboração de normas, diretrizes e estratégias para qualificar as análises e implantação dos projetos pelos diversos parceiros do PNCF. Para a realização desde trabalho fez se necessário analisar documentos, participar de reuniões com coordenação da UTE-RN e demais entidades da Rede de Apoio, estudos do Manual Operacional da Linha CPR, dos normativos publicados pela SRA/MDA. 2. INTRODUÇÃO Conforme já visto em produtos anteriores, o Governo Federal executa, em todo país, uma política de Reforma Agrária que tem como objetivo melhorar as condições de vida das populações rurais, aliviando a pobreza, gerando emprego e renda, garantindo a segurança alimentar, dinamizando as economias locais e regionais, bem como democratizando o acesso a terra, promovendo o desenvolvimento com justiça social. O Programa Nacional de Crédito Fundiário é uma iniciativa do Governo Federal e conta com a ativa participação dos beneficiários e suas comunidades, do movimento social organizado, governos estaduais e governos municipais, como uma política que vem atuando como uma ação complementar à Reforma Agrária e as outras políticas de Reordenamento Agrário, financiando o acesso à terra de agricultores sem terra ou com pouca terra, bem como os investimentos necessários para a estruturação das unidades produtivas. O PNCF foi criado correspondendo a uma necessidade do meio rural, em especial a uma reivindicação histórica do movimento sindical dos 4

5 trabalhadores rurais, no que se refere ao acesso a terra, contemplando as reivindicações da sociedade civil organizada, mediante amplo processo de consulta e discussão com estas organizações, os estados e as associações de municípios interessados e coincidindo com uma enorme quantidade de terras não passíveis de desapropriação, contribuindo, indiretamente, para o aumento e geração de trabalho e renda no meio rural. No decorrer do tempo, atrai novos investimentos e abre perspectiva para consolidação de outras polícias públicas de promoção ao desenvolvimento produtivo e econômico. Conforme preceitua a Lei Complementar nº 93, de 04 de fevereiro de 1998, que instituiu o Fundo de Terras e da Reforma Agrária Banco da Terra, em seu artigo 1º assim dispôs, in verbis: Art. 1º - É criado o Fundo de Terras e da Reforma Agrária Banco da Terra com a finalidade de financiar programas de reordenação fundiária e de assentamento rural. Visando a geração de emprego e renda, a diminuição do êxodo rural e do inchaço das cidades, bem como uma distribuição de terra e de renda mais justa, na busca do desenvolvimento sustentável, o Fundo de Terras e da Reforma Agrária através do Programa Nacional de Crédito Fundiário efetivou suas primeiras contratações em 1999, atuando na maioria dos Estados brasileiros e atendendo a várias famílias de trabalhadores rurais. Conforme preceitua o Regulamento Operativo do Fundo de Terras e da Reforma Agrária, em seu artigo 1º: O Programa Nacional de Crédito Fundiário PNCF reúne as ações e programas de reordenação fundiária de que trata a Lei Complementar nº 93, de 04 de fevereiro de 1998, que, por intermédio de mecanismos de crédito fundiário, visam ampliar a redistribuição de terras, consolidar regimes de propriedade e uso em bases familiares, visando a sua justa distribuição, conforme inciso I do 1º do artigo 1º do Decreto nº 4.892/2003. Vale ressaltar que para a execução do PNCF os gestores deverão obedecer aos princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, nos termos do artigo 37 da Constituição da República Federativa do Brasil, haja vista ser uma política pública financiada com recursos do 5

6 Fundo de Terras e da Reforma Agrária e do Subprograma de Combate à Pobreza Rural, permitindo a aquisição e estruturação dos imóveis rurais, bem como a implantação do projeto produtivo, com o efetivo apoio à continuidade e fortalecimento da agricultura familiar com sustentabilidade. Passados 10 (dez) anos de execução, atualmente, a questão fundamental a ser enfrentada pelo PNCF, consiste no aprimoramento da execução do PNCF, numa ação contínua, pela sua dimensão e alcance social, cujo caminho a ser trilhado passa pelas ações de capacitação dos recursos humanos envolvidos no processo de gestão, bem como pelas ações que visem o aperfeiçoamento dos procedimentos operacionais e dos normativos que balizam e que compõem o arcabouço institucional que lhe dá suporte. Após a publicação do Decreto nº 6.672/2008, o qual passou a regulamentar o art. 6º da MP n.º , de 24 de agosto de 2001, o Subprograma de Combate à Pobreza Rural passou a ser parte integrante do Programa Nacional de Crédito Fundiário - PNFC, trazendo o Subprograma para um patamar de política pública continuada, onde os Subprojetos de Investimentos Comunitários SIC serão financiados com recursos do Tesouro Nacional, com finalidade de conceder aos trabalhadores rurais apoio à instalação de suas famílias, implantação de infraestrutura comunitária e capacitação dos beneficiários, com vistas à consolidação social e produtiva em regime de economia solidária familiar. O Programa vem contribuindo, também, para a implantação de um padrão de desenvolvimento centrado na inclusão e na justiça social, na reativação das economias locais e na gestão sustentável dos recursos naturais, apoiando o processo de desenvolvimento sustentável dos territórios rurais brasileiros da agricultura familiar, agregado a consolidação do processo de implantação dos projetos do PNCF, em ação conjunta com as entidades da Rede de Apoio e ATER que enfrentam as dificuldades que normalmente surgem no decorrer dos processos de desenvolvimento, garantindo a participação e capacitação dos envolvidos. Desta forma, conforme já observado, o referido trabalho, objeto desse produto, busca levantar e avaliar a qualidade da ATER prestada aos beneficiários do PNCF no Estado do Rio Grande do Norte, considerando a qualidade da elaboração, implantação e acompanhamento dos projetos, com foco na 6

7 sustentabilidade das Unidades Produtivas com orientações das regras e diretrizes para elaboração dos Subprojetos de Investimentos Comunitários SIC, no âmbito da Linha de Financiamento Combate a Pobreza Rural CPR do Programa Nacional de Credito Fundiário PNCF, destacando as principais diferenças a partir da publicação do Decreto N.º 6.672/2008, com o objetivo de consolidar mecanismos de dinamização do desenvolvimento e da gestão de projetos financiados pelo PNCF, assegurando a sustentabilidade dos mesmos, contribuindo nas atividades de qualificação do processo de análise e implantação dos projetos do Programa Nacional de Credito Fundiário PNCF. 3. CONTEXTUALIZAÇÃO O processo do êxodo rural atualmente parece mostrar certo arrefecimento, no entanto, não se pode falar, de maneira geral, numa reversão da tendência onde, mais de um terço da população residente no meio rural migrava em direção às cidades. A população rural brasileira, diante da imensa migração de pessoas do meio rural para as cidades, aponta para a importância da existência de políticas públicas que estejam alinhadas e que atendam a demanda das áreas rurais, em especial, os trabalhadores rurais. Ainda, é importante salientar que o crescimento industrial não leva, necessariamente, à melhor distribuição da renda, nem sequer à redução do nível de pobreza urbana. O fato é que, pode-se observar que torna ainda mais atual a idéia de que, no campo, existem oportunidades de geração de renda capazes de promover melhor integração das populações que vivem à dinâmica urbana do que sua simples migração em direção às cidades. Transformar esta possibilidade em realidade depende da capacidade que, não só o Estado, mas o conjunto das forças interessadas que busquem a valorização do meio rural. Neste contexto, o acesso a terra é um dos fundamentais problemas pautados à questão agrária no Brasil, onde diversas reações dos segmentos oprimidos que lutaram e ainda lutam pela terra. Dessa luta surgiram os movimentos sociais de trabalhadores rurais sem terra, que adotaram os acampamentos e as ocupações de terra como principal estratégia para a realização da reforma agrária. No entanto, milhares de trabalhadores rurais preferem não aderir a essa tática, buscando outros meios para realizar seu sonho de terra própria. 7

8 Então, diante da realidade de exclusão social, os temas que haviam sido intensamente discutidos nas décadas de 1950 e 1960, como a estrutura agrária, agricultura familiar e a geração de renda no meio rural, indicam a necessidade de construção de um novo modelo de desenvolvimento rural sustentável, onde é evidente que o sucesso dos projetos do PNCF, em grande parte, depende do acesso às outras políticas públicas, da capacidade gerencial e produtiva. Nesse sentido, se entende que o PNCF se reveste de uma importante ação do Governo Federal que tem contribuído extraordinariamente para a diminuição da pobreza rural e combate à fome nas comunidades rurais dos Estados, impulsionando a procura pelo acesso a terra, de forma harmoniosa, evidenciando a importância dessa política pública na modificação dos números relativos à concentração de terras, e diminuição dos conflitos agrários pela luta do direita a terra. Nos primeiros anos de atuação nos Estados, o PNCF, paulatinamente, foi ampliando sua atuação e se estendendo para todas as regiões, contando sempre com o apoio do movimento sindical, através das Federações dos Trabalhadores na Agricultura de cada Estado e seus sindicatos filiados. Outro importante passo na historia do PNCF nos Estados foi à disponibilização de uma estrutura no Estado (Secretarias e Institutos), que passaram a ser os órgãos responsáveis por planejar, articular e executar os programas e projetos relacionados às questões de apoio à reforma agrária. As atribuições e responsabilidades relacionadas a acompanhar e gerenciar os projetos desenvolvidos com recursos do Fundo de Terras e da Reforma Agrária FTRA, principalmente no âmbito do Programa Nacional de Crédito Fundiário. Nesse sentido se entende que o Programa Nacional de Crédito Fundiário se reveste de uma importante ação do Governo Federal que tem contribuído extraordinariamente para a diminuição da pobreza rural e combate à fome nas comunidades carentes dos Estados, impulsionando a procura pelo acesso ao PNCF por outras centenas de famílias, evidenciando a importância dessa política pública na modificação dos números relativos à concentração de terras. Diante deste contexto, é fundamental qualificar e implementar o processo de implantação e consolidação dos projetos do PNCF atendidos pelo Subprograma de Combate à Pobreza Rural, visando o aprimoramento dos 8

9 mecanismos utilizados para a implantação e consolidação dos Subprojetos de Investimento Comunitários - SIC, colocando o PNCF como instrumento de redução da pobreza e de melhoria da qualidade de vida, proporcionando maiores possibilidades de satisfação às famílias, resultando em melhores indicadores de projetos de modo a favorecer os elementos de sustentabilidade dos projetos financiados com recursos do Fundo de Terras e da Reforma Agrária - FTRA. 4. OBJETIVO GERAL Apresentar documento contendo avaliação da qualidade da ATER prestada aos beneficiários do PNCF no estado do Rio Grande do Norte considerando a qualidade da elaboração, implantação e acompanhamento dos projetos, com foco na sustentabilidade das Unidades Produtivas. 5. PROGRAMA NACIONAL DE CRÉDITO FUNDIÁRIO PNCF / COMBATE A POBREZA RURAL CPR O PNCF é considerado como um mecanismo complementar aos outros programas de Reforma Agrária e Reordenação Fundiária, pois permite a incorporação, ao Programa de Reforma Agrária, de áreas que não poderiam ser contempladas por outros mecanismos, em particular propriedades com áreas inferiores a 15 módulos fiscais ou propriedades produtivas, ampliando a redistribuição de terras, consolidando regimes de propriedade e seu uso em bases familiares. Os beneficiários do PNCF são partes integrantes da Reforma Agrária e tem como os beneficiários dos demais programas, acesso às políticas de financiamento e de apoio previstos nos programas do MDA. A linha de financiamento Combate à Pobreza Rural CPR é parte integrante do PNCF, conforme previsto no Regulamento Operativo do Fundo de Terras e da Reforma Agrária. Esta linha de financiamento é uma iniciativa do Governo Federal de redução da pobreza rural, possibilitando aos trabalhadores e trabalhadoras rurais mais pobres o acesso a terra, por meio de contrato de financiamento, sendo reembolsável, e as infraestruturas básicas e produtivas necessárias, por meio repasse de recursos, sendo não reembolsáveis, em contrato específico. 9

10 A execução da linha CPR conta com a ativa participação dos beneficiários e suas comunidades, do movimento social organizado e dos governos estaduais e municipais, ampliando o processo de execução com descentralização das políticas públicas. básicos: A linha de financiamento CPR é composta por dois componentes Subprojeto de Aquisição de Terras SAT: financiamento da aquisição de imóveis rurais com recursos do Fundo de Terras e da Reforma Agrária, sendo estes reembolsáveis, repassados por meio de contrato de financiamento; e Subprojeto de Investimentos Comunitários SIC: projetos de infraestrutura básica e produtiva executados pelas associações de trabalhadores rurais com recursos do Subprograma de Combate à Pobreza Rural, sendo estes não reembolsáveis e não caracterizado como operação de financiamento, repassados por meio de contrato específico de transferência de recursos. O segundo componente básico do CPR é composto pelos Subprojetos de Investimentos Comunitários, de agora em diante denominados como SIC s que tratam-se de projetos de infraestrutura básica e produtiva apresentados pelas associações de trabalhadores rurais beneficiários do crédito fundiário, contendo os respectivos planos de aplicação de recursos, cronogramas de execução e desembolso das parcelas previstas para liberação de recursos não reembolsáveis. Os recursos são oriundos do Subprograma de Combate à Pobreza Rural, sendo estes não reembolsáveis e não caracterizado como operação de financiamento, repassados por meio de contrato específico de transferência de recursos, a qual será constituído de dotações consignadas no Orçamento Geral da União e em seus créditos adicionais, com recursos oriundos do Tesouro Nacional ou operações de crédito e doações de instituições nacionais e internacionais, conforme Decreto N.º 6.672, de 02 de dezembro de As propostas deverão ser apresentadas por meio de Subprojetos de Investimentos Comunitários - SIC s, onde estão aptos a acessar os SIC s os trabalhadores rurais, organizados em associações, contemplados com SAT, por meio de crédito fundiário na forma definida pela Lei Complementar Nº. 93, de 04 de fevereiro de

11 As associações beneficiárias poderão apresentar mais de um SIC para realização de obras e serviços de naturezas diversas e para aplicação no mesmo local, desde que sejam incompatíveis com a apresentação conjunta em um único SIC, devendo, ainda, serem observados os ditames estabelecidos Decreto N.º 6.672, de 02 de dezembro de São considerados investimentos comunitários aqueles destinados a conceder aos trabalhadores rurais apoio à instalação de suas famílias, implantação de infraestrutura comunitária e capacitação dos beneficiários, com vistas à consolidação social e produtiva, incluídos, dentre outros: I - os investimentos em infraestrutura básica, tais como construção ou reforma de residência, disponibilização de água para consumo humano e animal, rede de eletrificação, abertura ou recuperação de acessos internos e externos, a serem aplicados exclusivamente na área do imóvel financiado; II - os investimentos em infraestrutura produtiva, tais como: a construção ou reforma de cercas; a formação de pastos; a construção de instalações para as criações; para a produção agrícola ou extrativista; e para o processamento dos produtos; III - a sistematização das áreas para plantio, as obras de contenção de erosão, conservação de solos ou correção da fertilidade; IV - os investimentos necessários para a convivência com a seca, tais como: a construção de cisternas; de barragens sucessivas, superficiais ou subterrâneas ou outras formas de contenção ou manejo dos recursos hídricos; culturas ou criações que constituam fontes complementares de alimentação animal ou humana ou de renda, que reduzam os impactos da estiagem; V - os investimentos para recuperação das áreas de reserva legal ou de preservação permanente ou de eventuais passivos ambientais existentes anteriormente à aquisição do imóvel; VI - os investimentos comunitários necessários ao bom funcionamento do projeto e à melhoria da qualidade de vida da comunidade beneficiária; VII - outros investimentos como processamento agropecuário comunitário de pequena escala, e compra de equipamentos agrícolas. 11

12 Após o Subprojeto de Aquisição de Terras SAT, financiamento da aquisição de imóveis rurais com recursos do Fundo de Terras e da Reforma Agrária, sendo estes reembolsáveis, repassados por meio de contrato de financiamento iniciase a elaboração do Plano de Investimento Comunitário PIC, apresentado inicialmente a UTE, devendo conter a reunião de todos os SIC s, sendo estes inversões detalhadas especificamente considerando os investimentos comunitários destinados a conferir aos trabalhadores rurais apoio à instalação de suas famílias, implantação de infraestrutura comunitária básica sem esquecer a segurança alimentar. Juntamente com o Plano de Investimento Comunitário PIC, apresenta-se a Proposta de Assistência Técnica PAT e, eventuais adicionais, que deverão ser encaminhadas para aprovação da UTE. No caso de não apresentação do PIC detalhado, no prazo máximo de 04 (quatro) meses, caberá a UTE analisar o fato e buscar mecanismo que viabilizem a apresentação do PIC. Os SIC s, definidos e administrados pelos próprios beneficiários, não precisam estar detalhados no PIC inicial, apresentado junto à proposta de financiamento, sendo necessário indicar os projetos considerados prioritários pela associação, as informações técnicas que permitam a análise quanto a sua viabilidade e seu custo estimado. A associação poderá, após a aquisição do imóvel, ajustar ou modificar a proposta inicial de PIC, desde que devidamente justificado e aprovado pela UTE, respeitando os tetos microrregionais. A UTE mediante análise poderá aprovar ou não a alteração no PIC inicial, no caso dos projetos de SIC s reprovados retornarão para que a associação realize os reajustes necessários. Somente será encaminhado ao agente financeiro para contratação o PIC detalhado e aprovado pela UTE. A associação, ainda poderá contar com assessoramento técnico para aprimorar a discussão e elaboração sobre o detalhamento do PIC, bem como o acompanhamento da implantação dos projetos de SIC s contratados. É recomendado que a empresa responsável pela elaboração da proposta de PIC, incluída na proposta de financiamento, possa também ser contratado pela associação para o detalhamento do PIC e a execução dos projetos, garantindo a continuidade do planejamento realizado na oportunidade da elaboração da proposta, para o assessoramento técnico à Associação, a instituição selecionada deverá apresentar o PAT, levando-se em consideração o planejamento e o detalhamento dos SIC s. 12

13 O PIC poderá prever recursos para a subsistência das famílias durante a implantação do projeto, quando necessário, devendo constar em um projeto de SIC específico, devidamente analisado e aprovado pela UTE. Os SIC`s deverão, sempre que possível, ser executados pelas próprias famílias beneficiárias, em mutirão ou com base no trabalho familiar, podendo seus serviços e bens próprios serem incluído como contrapartida. Na elaboração dos projetos de SIC s, a Associação e técnicos deverão priorizar, entre outros aspectos a segurança alimentar das famílias beneficiárias, bem como devem iniciar a estruturação da produção e as atividades que assegurem, o mais rapidamente possível, fontes de renda para as famílias e por fim, evitar gastos excessivos em infraestrutura pesada, em particular em estradas, objetivando a otimização de itens produtivos. Desta forma, o PIC, após seu detalhamento pela Associação, deverá ser aprovado em Ata de Assembléia Geral Extraordinária, a ser realizada em conformidade ao seu Estatuto e/ou Regimento Interno, quando houver, manifestando-se acerca do seu uso, o acompanhamento e indicando o técnico e a empresa responsável, devidamente habilitado ao PNCF, no SREDE. A Associação deverá apresentar o PIC, com o devido detalhamento dos SIC s, diretamente a UTE, com as seguintes informações e documentos: objetivo geral do Plano, bem como de cada projeto de SIC especificamente; relação dos SIC s previstos e seus detalhamentos, contendo os bens a adquirir ou a construir e dos serviços a contratar, com as especificações adequadas, e seus respectivos valores estimados individualmente; natureza e valor da contrapartida assegurada pela associação aos SIC s, respeitando o mínimo de 10%; cronograma de atividades e de desembolso das inversões para cada SIC; indicação do(s) técnico(s) ou empresa(s) responsável (is) pela elaboração e implantação do PIC; número e o valor de parcelas a serem liberadas para a execução de cada SIC, respeitando o mínimo de duas parcelas para liberação de recursos; 13

14 ata de Assembléia Geral Extraordinária de discussão e aprovação dos projetos SIC s, assinados por todos os membros da associação e pelo técnico responsável pelo assessoramento as famílias; projetos de obras de infraestrutura, com as suas respectivas plantas, memoriais descritivos ou outras documentações necessárias á análise pela UTE; anotação de responsabilidade técnica ART referente às inversões dos SIC s, que demandem técnicos devidamente habilitados para a sua execução; plano de comercialização para absorver os produtos obtidos pelo projeto com recursos advindos do SIC s; e parecer da situação ambiental da propriedade apontando: áreas de preservação, eventual passivo ambiental, alternativas de recuperação do passivo, áreas de exploração restritiva e alternativas de preservação e as licenças ambientais quando necessárias. A UTE promoverá a análise de viabilidade técnica-econômica de cada um dos SIC`s, contidos no PIC, verificando sua conformidade com a Proposta de Financiamento, a adequação dos valores orçamentários apresentados com os preços praticados na região, a habilitação e idoneidade do técnico ou entidade indicada. Uma vez aprovado, a UTE deverá encaminhar comunicado ao Agente Financeiro, para a elaboração da minuta de contrato único de investimento comunitário na forma colocada no PIC, contendo o somatório dos SIC s, o qual será formalizado entre a Associação e o respectivo Agente Financeiro. O agente financeiro deverá transferir os recursos da conta específica do PNCF para a conta bloqueada da Associação, na forma estabelecida no contrato entre o Agente Financeiro e a Secretaria do Reordenamento Agrário SRA. Para a admissão dos investimentos comunitários deverá observar que as associações deverão apresentar uma proposta de Plano de Investimentos Comunitários - PIC, que reúna as propostas dos vários SIC s, ainda tem obrigação de apresentar em conjunto com a proposta de financiamento de SAT para a aquisição do imóvel, devidamente aprovados pela UTE os investimentos comunitários contemplados por estes projetos; deverão ser de interesse coletivo e serão de 14

15 propriedade da Associação, para execução de cada um dos SIC s, deverá ser observado, entre outros, os princípios da impessoalidade, moralidade, economicidade e autonomia das comunidades rurais. Para contratação de serviços para a execução dos SIC s, as associações deverão providenciar cotação prévia de preços no mercado com, no mínimo, três propostas fornecidas por prestadores de serviços da região de localização do projeto, a execução de cada um dos SIC s será efetivada com prestadores de serviços que oferecerem o menor preço. É vedado o apoio a mais de um SIC com obras e serviços da mesma natureza e no mesmo local que possam ser realizados conjunta e concomitantemente em um único Subprojeto. Os recursos financeiros transferidos às associações serão liberados em parcelas consecutivas, em conformidade com o cronograma de desembolso aprovado nos SIC s. A liberação de cada parcela prevista no cronograma de desembolso ficará condicionada à devida comprovação da execução física, da aquisição de produtos e contratação de serviços. A UTE não autorizará a liberação de recursos quando verificar a existência de indícios de desvio de finalidade na execução dos SIC s ou na prestação de contas apresentadas, adotando as providências junto às associações para saneamento das irregularidades, bem como junto aos gestores do Subprograma. Os recursos destinados à execução dos SIC s deverão ser aplicados no prazo de até dois anos, contados da data de assinatura do respectivo contrato celebrado entre as associações dos trabalhadores rurais beneficiários e o agente financeiro. O prazo previsto poderá ainda ser estendido por mais um ano, caso a associação de trabalhadores rurais beneficiários comprove a aplicação de, no mínimo, 60% (sessenta por cento) dos recursos totais previstos nos SIC s. As associações deverão assegurar contrapartida equivalente a pelo menos 10% (dez por cento) do valor de execução de cada um dos SIC s, que poderá ser ofertada por meio de materiais, mão-de-obra ou recursos monetários e deverão ser comprovados por meio de notas fiscais, recibos, depósitos identificados, declaração ou outros documentos que comprovem a real contrapartida, desde devidamente atestados pela UTE. 15

16 Os valores despendidos na execução de cada um dos SIC s, até o limite de R$ ,00 (cem mil reais), por associação de trabalhadores rurais beneficiários, serão por ela operacionalizados diretamente, condicionados à apresentação e aprovação do respectivo SIC pela UTE, na forma disciplinada pelo Manual de Operações da linha de financiamento CPR. No entanto, os SIC s que ultrapassarem o montante equivalente a R$ ,00 (cem mil reais) deverão ter sua execução previamente autorizada pela Secretaria de Reordenamento Agrário SRA, mediante análise de procedimentos administrativos, devidamente instruídos e encaminhados pela UTE. A associação de trabalhadores rurais é responsável pelo acompanhamento da execução da obra ou da aquisição de bens e serviços e o ateste de conclusão do subprojeto, para composição da prestação de contas final junto a UTE. As associações ficam obrigadas a prestar contas dos recursos recebidos, bem como da comprovação da contrapartida, nos moldes estabelecidos pelo Manual de Operação da Linha de Financiamento CPR e a Norma de Prestação de Contas de SIC. Posteriormente a UTE deverá apreciar a prestação de contas, contados da data de seu recebimento, nos moldes estabelecidos pelo Manual de Operação da Linha de Financiamento CPR e comunicar ao DCF sobre o encerramento do projeto. Por fim os saldos financeiros remanescentes, inclusive os provenientes das receitas obtidas das aplicações financeiras realizadas, serão recolhidos pelos agentes financeiros, diretamente à conta específica, devendo comunicar o referido saldo às UTE s e à Secretaria de Reordenamento Agrário SRA. As associações somente poderão ser contempladas uma única vez com os recursos do Subprograma de Combate à Pobreza Rural - CPR. Excepcionalmente, na ocorrência de caso fortuito ou por motivo de força maior que leve à inviabilidade do SIC, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável - CONDRAF, de que trata o Decreto Nº , de 08 de outubro de 2003, poderá autorizar novo atendimento pelo Subprograma de Combate à Pobreza Rural. Diante deste entendimento e compreensão por partes de todos os envolvidos, com o desenvolvimento e aprimoramento dos projetos e das famílias, fica mais fácil criar e implementar mecanismos e diretrizes de trabalho visando sempre à estruturação das unidades produtivas, a partir das ações direcionadas para o 16

17 fortalecimento da agricultura familiar, em se tratando da oferta de serviços de assistência técnica e capacitação continuada, bem como de infraestruturas básicas e produtivas capazes de provocarem impulsos para o desenvolvimento local e absorverem as iniciativas mobilizadas pelas comunidades, com o objetivo de consolidar mecanismos de dinamização do desenvolvimento e da gestão de projetos do PNCF, assegurando a sustentabilidade dos mesmos, com proposta de criar unidades produtivas que priorize a produção organizada de forma a permitir a agregação de valor como a valorização da segurança alimentar, a produção de alimento com sistema de produção direcionado para agricultura orgânica, reorganizando as cadeias produtivas. 6. DECRETO Nº DE 02 DE DEZEMBRO DE 2008 A REGULAMENTAÇÃO DOS SUBPROJETOS DE INVESTIMENTOS COMUNITÁRIOS SIC Ao término do termo de Acordo de Empréstimo entre Banco Mundial e o MDA, foi publicado no Diário Oficial da União - DOU o Decreto nº 6.672, de 02 de dezembro de 2008, que passou a regulamentar o art. 6º da Medida Provisória nº , de 24 de agosto de 2001, que trata do Subprograma de Combate à Pobreza Rural. Com a publicação do Decreto nº , de 02 de dezembro de 2008, o qual passou a regulamentar a MP n.º , de 24 de agosto de 2001, o Subprograma de Combate à Pobreza Rural passou a ser parte integrante do Programa Nacional de Crédito Fundiário - PNFC, trazendo o Subprograma para um patamar de política pública continuada, onde os Subprojetos de Investimentos Comunitários SIC serão financiados com recursos do Tesouro Nacional. Assim, após a revisão das principais bases legais do programa, demonstra-se a importância do aprimoramento nas ações, estratégias e metodologias de implantação e consolidação dos projetos contratados, e a criação de condições para agilizar a execução dos Subprojetos de Investimentos Comunitários SIC. Sendo assim, com a finalidade de conceder aos trabalhadores rurais assentados apoio à instalação de suas famílias, implantação de infraestrutura comunitária e capacitação dos beneficiários, com vistas à consolidação social e produtiva dos assentamentos beneficiários do PNCF, o Subprograma de Combate à Pobreza Rural foi instituído. Neste contexto, todos os parceiros devem tomar cuidados na aplicação dos recursos dos Subprojetos de Investimentos Comunitários SIC s, 17

18 concedidos aos trabalhadores rurais assentados, para apoio à instalação de suas famílias, implantação de infraestrutura comunitária e capacitação dos beneficiários, com vistas à consolidação social e produtiva dos assentamentos, bem como no aprimoramento da implantação e consolidação do processo de monitoramento e controle na aplicação dos recursos, principalmente por se tratar de recursos públicos federais (recursos do Tesouro Nacional). 7. SUBPROJETOS DE INVESTIMENTOS COMUNITÁRIOS SIC's O Programa Nacional de Crédito Fundiário atende públicos prioritários das políticas de combate à fome e de inclusão social do Governo Federal, onde os recursos são oriundos do Fundo de Terras e da Reforma Agrária que são designados para o financiamento para a aquisição do imóvel rural e também não reembolsável proposto aos investimentos comunitários, assim como para a capacitação, a difusão e a avaliação do Programa. Todos os investimentos são gerenciados pelas próprias comunidades e devem contribuir, também, para a melhoria das condições de vida das famílias, a produção de alimentos e a dinamização das economias locais e o desenvolvimento local sustentável. O primeiro resultado direto esperado com o programa é a criação de ocupações produtivas permanentes para as famílias beneficiadas, o aumento da renda e a melhoria da sua qualidade de vida. O programa contribui, também, para solucionar problemas do ordenamento agrário que agravam o êxodo rural e a concentração fundiária. Por outro lado, os jovens do campo encontram extremas dificuldades em permanecer na agricultura, na medida em que, não tendo acesso a terra nos primeiros anos da idade adulta dificilmente vai encontrar no meio rural oportunidade de trabalho ou de geração de renda e se veem obrigados a migrar para as cidades. Todos esses efeitos podem ser minimizados ou revertidos com os mecanismos de crédito fundiário proposto e com um esforço particular direcionado para o público mais jovem do meio rural. A estratégia de implantação do Programa está baseada na descentralização das ações para os Estados e na participação das comunidades, que detêm o maior poder de decisão. 18

19 Neste sentido, a linha de financiamento Combate à Pobreza Rural CPR é parte integrante do PNCF, conforme previsto no Regulamento Operativo do Fundo de Terras e da Reforma Agrária e apresenta-se como uma iniciativa do Governo Federal de diminuição do êxodo rural e redução da pobreza rural, possibilitando aos trabalhadores e trabalhadoras rurais mais pobres o acesso a terra, por meio de contrato de financiamento, sendo reembolsável, e as infraestruturas básicas e produtivas necessárias, por meio de repasse de recursos, sendo não reembolsáveis, em contrato específico, conforme visto anteriormente. Em geral, os projetos do PNCF conserva um modelo de produção análogo ao utilizado na montagem de uma proposta (Matéria prima e produtos; Mão de obra; Mercados; Infraestrutura; Fluxograma de produção; Investimentos e Custos, e Viabilidade Econômica) e não se mostraram propensos a maiores inovações tecnológicas que poderiam incrementar a produção e o valor agregado aos produtos. Isso mostra que há espaço para a extensão rural e incentivo ao uso de novas tecnologias. Porém os projetos de SIC, apresentam uma estrutura básica considerada mínima (gerar impacto na agregação de valor, geração de renda e ocupação produtiva, com sustentabilidade ambiental), para que o planejamento tenha como resultado uma garantia de segurança alimentar, hídrica e a geração de renda as famílias beneficiárias do PNCF. Fica muito claro, que os recursos destinados aos SIC's têm importância fundamental para o desenvolvimento das associações beneficiárias do PNCF durante a implantação dos projetos de infraestrutura básica e produtiva, de forma que possibilitem a geração de renda enfatizando entre outras questões a sustentabilidade dos projetos do PNCF. Neste contexto, os recursos oriundos dos Subprojetos de Investimentos Comunitários SIC apresenta-se um componente de fundamental importância para diminuição do êxodo rural e redução da pobreza rural das famílias beneficiárias do PNCF, por possibilitar a implantação dos projetos produtivos e de pequena infraestrutura, gerando renda e garantia a segurança alimentar de todos os envolvidos, tendo assim a ATER papel fundamental no desenvolvimento dos projetos. Observa-se então, que o planejamento das famílias beneficiárias, no que se diz respeito aos Subprojetos de Investimentos Comunitários SIC's devem 19

20 apresentar uma estrutura básica mínima para gerar impacto na agregação de valor, geração de renda e ocupação produtiva, com sustentabilidade ambiental, para que o planejamento tenha como resultado uma garantia de segurança habitacional, alimentar, hídrica e a geração de renda as famílias beneficiarias do PNCF, evitando gastos excessivos em infraestrutura pesada, otimizando os projetos produtivos. Diante deste entendimento e compreensão por partes de todos os envolvidos com o desenvolvimento e aprimoramento dos projetos e das famílias, fica mais fácil criar e implementar mecanismos e diretrizes de trabalho visando sempre à estruturação das unidades produtivas, com ênfase na redução da pobreza e de melhoria da qualidade de vida, proporcionando satisfação às famílias do PNCF. Conforme exposto as características de execução do Programa, permitem ampla participação de diferentes segmentos da sociedade, sendo de grande importância que estes parceiros possam estar contribuindo para o fortalecimento da dinâmica ambiental no PNCF. O desenvolvimento sustentável dos projetos e consequentemente das comunidades rurais supõem o estabelecimento de projetos sustentáveis, que não podem ser alcançados unicamente por meio da transferência de tecnologias, mas sim por variedades de ações que reforcem os sistemas culturais e as condições socioeconômicas, onde todos os parceiros atuem como um dos instrumentos de apoio ao desenvolvimento rural, adotando metodologias e práticas compatíveis com os Subprojetos de Investimento Comunitários SIC's, com ênfase no desenvolvimento rural sustentável dos projetos do Programa Nacional de Crédito Fundiário PNCF. 8. ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL REGISTRO HISTÓRICO E EVOLUÇÃO Neste item, o presente produto apresenta o registro histórico e evolução dos serviços de assistência técnica e extensão rural. Porém cabe ressaltar, que este produto traz novamente informações já inseridas em produtos anteriores, uma vez que as mesmas serviram de base para realização do trabalho desenvolvido na consultoria. Mesmo assim, esta consultoria acredita que as informações apresentadas a seguir, mesmo que repetidas em trabalhos anteriores, são essências para o entendimento do objetivo especifico do trabalho apresentado, bem como para o objetivo geral e principal da consultoria. 20

21 Em muitas regiões do país à constituição de uma ampla experimentação social de um novo paradigma para o desenvolvimento rural, fundado na sustentabilidade socioeconômica, técnica e ambiental, possui uma dinâmica inovadora que encerra concepções e propostas técnicas diferenciadas e envolve um largo espectro de organizações da sociedade que já atuam na condição de parceiros, colaborando para o desenvolvimento do territorial rural sustentável. É nesse campo dos processos sócio concreto que se situa o espaço por excelência fecundo para se consolidar um projeto democrático para agricultura familiar e, ao mesmo tempo, promover a agricultura sustentável. No entanto, historicamente, os trabalhadores rurais perdem força no espaço de diálogo constituído, pois o programa reforçou uma situação de dependência em relação aos técnicos para planejamento e elaboração de projetos no formato exigido pelos órgãos oficiais. Seguindo a mesma lógica da caracterização das instituições governamentais, no Estado do Rio Grande do Norte, existe um grupo de entidades que possui uma força política consolidada e que se articula para propor e negociar em nome do campo das organizações da sociedade civil. Conforme apresentado na folha 07 do produto de nº 03, os elementos específicos sobre a questão da assistência técnica e extensão rural no Brasil registram que as primeiras movimentações que induziram a criação desse importante serviço no país são do final da década de quarenta na conjuntura do amplo desenvolvimento do pós-guerra, com o objetivo principal de promover melhorias da população rural brasileira, através do apoio à modernização da agricultura. Desse modo, os principais momentos de edificação desse importante serviço de apoio ao produtor rural no Brasil e no Rio Grande do Norte, se descrevem a seguir nas principais décadas, as quais, de algum modo, se tornaram importantes no contexto histórico da assistência técnica e extensão rural no País. Idêntico à folha 08 do produto de nº 03, no Brasil a partir do ano de 1940 teve Início os serviços de ater com a finalidade de promover a melhoria das condições de vida da população rural e apoiar o processo de modernização da agricultura, inserindo-se nas estratégias voltadas à política de industrialização do país. Somente em 1956 foi criada a Associação Brasileira de Crédito e Assistência Rural ABCAR, constituindo-se, então, em um Sistema Nacional articulado com 21

22 Associações de Crédito e Assistência Rural nos estados vigorando até a década de 1970 quando foi fundado o Sistema Brasileiro de Assistência Técnica e Extensão Rural SIBRATER, coordenado pela EMBRATER e executado pelas empresas estaduais de Ater nos estados, as EMATER s. Ainda conforme informações contidas no produto de nº 03, com a promulgação da Constituição Federal em 1988, determinou-se que a União mantenha os serviços de Ater pública e gratuita para os pequenos agricultores do país, no entanto a extinção da EMBRATER em 1990 causou danos irreparáveis aos serviços de assistência técnica do país o que levou ao surgimento e expansão de novas iniciativas para preencher a ausência dos serviços realizados pelo Estado, destacando-se as patrocinadas pelas prefeituras municipais, organizações não governamentais e organizações dos próprios agricultores. Registre-se, ainda, o Projeto LUMIAR criado no final da década de 90 e executado até o ano 2000 foi uma primeira experiência de assistência técnica onde os próprios agricultores escolhiam as entidades que iriam prestar os serviços e eram também quem atestavam a realização dos serviços. Em resgate aos elementos citados nas folhas 08 e 09 do produto nº 03, em 2003 iniciou-se a discussão da Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural construída em parceria com as organizações governamentais e não governamentais de Ater e a sociedade civil organizada, coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário - MDA, através da Secretaria da Agricultura Familiar SAF, culminando com a nova Lei de ATER nº /2010 que institui a Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural PANTER e o Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural na Agricultura Familiar e Reforma Agrária PRONATER definindo os princípios e objetivos dos atuais serviços de ATER. Com a criação dessa importante política pública e o aumento da demanda dos trabalhadores rurais pelo Programa, várias organizações de técnicos especializadas na prestação de serviços de assistência técnica foram fundadas para garantir o apoio e acesso desses trabalhadores ao citado Programa. Dessa forma, é preciso registrar a grande contribuição que as ONG s, cooperativas e empresas de ater do Estado do Rio Grande do Norte deram a expansão do Programa Nacional de Crédito Fundiário no período compreendido entre os anos de 2003 a

23 No entanto, observa-se na atualidade um arrefecimento dos serviços oferecidos por essas entidades, refletindo, consequentemente, na qualidade e continuidade da prestação de assistência técnica aos grupamentos do Crédito Fundiário. Setores ligados aos trabalhadores e trabalhadores rurais fazem uma crítica rigorosa a qualidade dos serviços oferecidos na atualidade pelas entidades que atuam no campo, principalmente, em relação a falta de acesso às principais políticas públicas de crédito e de comercialização por parte dos agricultores beneficiários do Programa Nacional de Crédito Fundiário - PNCF. A presença mais firme e influente por parte dessas entidades acaba ofuscando a existência e a participação de um grupo diversificado de organizações. Nessa conjuntura, observar-se ONG s que possuem pouca estrutura operacional, abrangência de atuação mais localizada e trabalho focado em ações bem delimitadas, até, inclusive, movimentos sociais com capacidade de articulação e pressão política nacional. Os serviços da Rede de Apoio e ATER do Programa Nacional de Crédito Fundiário, tanto para a agricultura familiar quanto para os assentamentos de Reforma Agrária, assumem uma grande relevância nesse contexto, pois permitem construir e disseminar referências técnicas e metodológicas que contribuam para embasar as orientações e práticas das diversas instituições e organizações que atuam junto a esses segmentos rurais. Entretanto, além desses aspectos mais tradicionais da atuação dos profissionais da Rede de Apoio e ATER do Programa Nacional de Crédito Fundiário, os mesmos possuem uma nova perspectiva de trabalho que se impõe como uma dimensão central que precisa ser incorporada nas concepções, métodos e práticas ligadas à agricultura familiar e à Reforma Agrária, muito embora o trabalho da Rede de Apoio e ATER do Programa Nacional de Crédito Fundiário, no Estado do Rio Grande do Norte sejam de fundamental relevância para a consolidação dos projetos do PNCF, com ênfase na elaboração de programas territoriais de ATER, definindo linhas prioritárias de atuação para as diferentes entidades, e na implementação de ações e projetos que incentivem a integração da política de ATER ao crédito rural, à diversificação produtiva, às alternativas educacionais baseadas na pedagogia da alternância, às formas sustentáveis de manejo ambiental, à preservação do patrimônio cultural e dos saberes locais etc. 23

24 Essa nova visão de planejamento do desenvolvimento territorial sustentável voltada decorre da necessidade de articulação das políticas públicas, da formação de parcerias, de forma a viabilizar o alcance de objetivos maiores das políticas públicas para o meio rural por meio das ações promovidas pela Rede de Apoio e ATER do Programa Nacional de Crédito Fundiário no Estado do Rio Grande do Norte, necessárias para viabilizar o processo de desenvolvimento com enfoque das políticas agrárias, desde o planejamento até a execução das ações com vistas ao desenvolvimento sustentável, permitirão uma visão mais integradora de espaços, agentes, mercados e das políticas públicas, de modo a proporcionar o aperfeiçoamento deste poderoso instrumento de superação das desigualdades no campo e de democratização no acesso às fontes de financiamento da agricultura familiar no Estado do RN. Neste contexto, observa-se ainda, pelas informações apresentadas no produto 03 folha 09, que no Rio Grande do Norte os registros históricos apontam que em 1955 criou-se a Associação Nordestina de Crédito e Assistência Rural - ANCAR nos municípios de Santa Cruz, São Tomé, São Paulo do Potengi e Currais Novos que tinha como proposta de trabalho contribuir com o desenvolvimento socioeconômico do homem do campo. A ANCAR foi se expandindo e em 1963 foram abertos 10 novos escritórios locais, sendo contratados 14 técnicos e 16 funcionários administrativos coordenados a nível nacional pela Associação Brasileira de Crédito e Assistência Rural ABCAR. Em 1975 houve a substituição da ANCAR pela EMATER, a qual foi criada através da Lei Estadual nº 4.484/75 e ficou vinculada à Secretaria de Agricultura SAG, sendo transformada em autarquia, passando à Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Norte - INATERN, vinculado a Secretaria de Estado da Agricultura, da Pecuária e da Pesca SAPE. Com o esvaziamento das empresas de ater pública e com uma nova experiência adotada pelo governo federal através do Projeto Lumiar em áreas de assentamentos do INCRA, ocorre uma nova reestruturação do cenário de ater no Estado através da fundação de entidades de direito privado sem fins lucrativos com atuação nas principais regiões do Estado. Algumas dessas entidades tiveram a oportunidade de participar dos seminários para discussão e apresentação das propostas do Rio Grande do Norte para a PNATER em

25 Percebe-se, então, que em setenta anos de história de evolução dos serviços de assistência técnica e extensão rural no Brasil, mudanças significativas ocorreram, desde o objetivo principal e metodologias convencionais do difusionismo, utilizadas por longo período de tempo, até o direcionamento formulado a partir do início do ano de 2003, com a discussão e formulação das bases de um novo modelo de assistência técnica capaz de assegurar o desenvolvimento econômico e social das comunidades rurais, através da participação social e da organização e planejamento de sistemas produtivos sustentáveis levando-se em consideração a diversidade social, econômica, cultural, étnica e ambiental do país, fortalecendo e incluindo, também, as questões de gênero, raça, geração e etnia. 9. ORGANIZAÇÕES DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL CREDENCIADAS NO SISTEMA DE REDE DE APOIO NO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Nos últimos anos, o Brasil vem combinando crescimento econômico com redução de desigualdades sociais. No campo, milhões de agricultoras e agricultores familiares saíram da condição de pobreza. O meio rural passou a contar com um conjunto de políticas públicas para a agricultura familiar da reforma agrária que mudaram as condições socioeconômicas do rural. A ATER desempenhou papel relevante neste contexto. O Governo Federal, compreendendo que o conhecimento é um direito universal, e tendo como referência uma vida digna no campo, iniciou a reconstrução do sistema de ATER visando disponibilizar conhecimento para o rural brasileiro. A construção da Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural PNATER foi um processo que contou com ampla participação da sociedade e estabeleceu as bases para uma nova abordagem de Ater no país, com foco nas especificidades da agricultura familiar e reforma agrária. Como expressão da consolidação da Política Nacional de ATER, foi aprovada e sancionada a Lei /2010, uma demonstração clara do esforço do governo e da sociedade para aperfeiçoar as políticas de modo que venham, efetivamente, atender às demandas do meio rural para que os diversos atores do processo de desenvolvimento rural dialoguem sempre com foco no desenvolvimento sustentável do Brasil rural. 25

26 Desta forma, durante seus 10 (dez) anos de existência, o Programa Nacional de Crédito Fundiário PNCF com base na Lei /2010 proporcionou a criação de uma Rede de Apoio composta por diversos parceiros que vem colocando em prática os princípios da descentralização e do controle social, garantindo a implementação das ações previstas nos normativos e manuais do PNCF, bem como a aplicação de seus recursos orçamentários do Fundo de Terras e da Reforma Agrária. Neste sentido, e tendo em vista que o PNCF foi transformado em Política Pública permanente por meio do Decreto n de dezembro de 2008, oportunizou o aperfeiçoamento de vários procedimentos adotados para operacionalizá-lo. Um dos procedimentos que vem sendo aperfeiçoado diz respeito ao cadastramento da Rede de Apoio do PNCF no sistema SREDE. Visando o aprimoramento na execução do PNCF, o Departamento de Crédito Fundiário DCF, da Secretaria de Reordenamento Agrário SRA, do MDA, criou o Sistema de Rede de Apoio SREDE para o cadastramento e habilitação da Rede de Apoio do Programa Nacional de Crédito Fundiário PNCF, separando os parceiros responsáveis pela qualificação da demanda (Fase 01) e Assistência Técnica (Fase 02), inclusive padrozinando e normatizando os procedimentos para cadastramento e habilitação. Desta forma, após encaminhamento referente à padronização e normatização dos procedimentos para cadastramento e habilitação no Sistema de Rede de Apoio SREDE, o Departamento de Crédito Fundiário - DCF, por intermédio da Coordenação Geral de Capacitação e Ater CGATER relacionou a documentação necessária para habilitação das entidades na qualificação da demanda (Fase 01) e Assistência Técnica (Fase 02), referente aos processos de cadastramento e habilitação no Sistema de Rede de Apoio SREDE no Programa Nacional de Crédito Fundiário PNCF. Neste contexto, conforme visto na folha 10 do produto 03, o PNCF executado no Estado do Rio Grande do Norte, além de se destacar em alcançar números bastante significativos de contratação de famílias de agricultores e agricultoras familiares nos últimos dez anos, foi responsável, também, pelo aumento expressivo do número de entidades de assistência técnica voltados em atender especificamente ao público beneficiado pelo Programa. Inicialmente com poucas 26

27 entidades atuando, a rede de apoio no Estado conta atualmente com 27 entidades cadastradas, sendo 23 habilitadas e 01 aguardando habilitação e 03 desabilitadas e, se comparado a outros Estados do nordeste, o Rio Grande do Norte se encontra em uma situação bastante privilegiada em função do número de entidades em atuação no Programa Nacional de Crédito Fundiário - PNCF. Consultando o Sistema de Rede de Apoio SREDE verifica-se a seguinte situação de entidades e técnicos devidamente credenciados para atuar no Programa de Nacional de Crédito Fundiário no Estado do Rio Grande do Norte, conforme segue na Tabela 1: Tabela 1 Resumo Geral das Entidades de ATER no RN Fonte: Sistema de Rede de Apoio SREDE Considerando, as necessidades de melhoria na execução do Programa Nacional de Crédito Fundiário, principalmente no que se refere à Resolução CMN n 4.177/2013 com operações de Crédito Fundiário contratadas ao amparo do Fundo de Terras e da Reforma Agrária, e da promoção da integração entre as entidades parceiras, bem como as prestadoras de serviço de ATER e Unidade 27

28 Técnica Estadual UTE/RN, e considerando a responsabilidade da gestão no âmbito do Programa Nacional de Crédito Fundiário PNCF, a Secretaria de Estado de Assuntos Fundiário e Apoio a Reforma Agrária SEARA, por intermédio da Unidade Técnica Estadual do RN, promoveu diversos encontros com a rede de ATER do RN (conforme apresentado na Tabela 02) para participar de reuniões técnica de integração das ações da UTE/RN e entidades parceiras do PNCF. Tabela 2 Lista das Entidades de ATER Fonte: Sistema de Rede de Apoio - SREDE 28

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