Hérnia Inguinal. HGJ Serviço de Cirurgia Geral Dr. Antonio Marcilio F. Neves Sessão Clínica de 22/04/10 Douglas Machado Caetano (R2)

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Hérnia Inguinal. HGJ Serviço de Cirurgia Geral Dr. Antonio Marcilio F. Neves Sessão Clínica de 22/04/10 Douglas Machado Caetano (R2)"

Transcrição

1 Hérnia Inguinal HGJ Serviço de Cirurgia Geral Dr. Antonio Marcilio F. Neves Sessão Clínica de 22/04/10 Douglas Machado Caetano (R2)

2 Introdução Hérnia é derivada do latim ruptura; Definida como uma protusão anormal de órgão ou tecido através de defeito da parede circundante; Cerca de 5% da população é acometida por algum tipo de hérnia, sendo a hernioplastia a cirurgia mais realizada em todo o mundo, em torno de 20 milhões de reparos por ano; 75% das hérnias estão na região inguinal; Dessas, 2/3 são indiretas; A incidência em homens é 25X maior;

3 Dados Históricos 1795 Gimbernat (descreveu o l. lacunar) 1804 Cooper (f. transversalis e l. ileopec.) 1812 Scarpa (o 1º a descrever a hérnia por deslizamento) 1816 Hasselbach (delimitou a p. posterior) 1819 Cloquet (dissecou e desenhou 345 casos de hérnia) 1836 Thomsom (descreveu a cinta ileo-pubiana)

4 Anatomia da Região Inguinal A região inguinal é a porção ínfero-lateral da parede abdominal; No subcutâneo, abaixo da pele, encontramos as fáscias de Camper e Scarpa, formadas por um espessamento de tecido conjuntivo; Os músculos da parede abdominal ântero-lateral são: Oblíquos Externo e Interno e o Transverso

5 Anatomia da Região Inguinal O músculo Oblíquo Externo e o maior e mais espesso dos músculos planos da parede abdominal; A porção inferior da aponeurose do Oblíquo Externo dobra-se sobre si própria (da espinha ilíaca ântero-superior ao tubérculo púbico formando o Ligamento Inguinal ou Ligamento de Poupart; O Anel Inguinal Externo (Superficial) é uma abertura ovóide da aponeurose do Oblíquo Externo;

6 Anatomia da Região Inguinal O Ligamento de Cooper/Iliopectíneo é formado pelo periósteo e pela fáscia ao longo do ramo superior do púbis, é posterior ao Trato Iliopúbico e forma a borda posterior ao canal femoral; Ligamento Lacunar/ Gimbernat é formado pela inserção do ligamento inguinal no púbis;

7 Anatomia da Região Inguinal O Trato Iliopúbico/Thomsom é a continuação da aponeurose e da fáscia do Transverso abdominal e possui trajeto paralelo, posterior e cefálico ao ligamento inguinal, inserindose na espinha ilíaca ânterosuperior na face interna da asa do ilíaco. Cinta de Thomsom

8 Anatomia da Região Inguinal O músculo Oblíquo Interno apresenta suas fibras em direção oposta às fibras do Oblíquo Externo (i.e, de ínfero-lateral para súperomedial) O músculo Transverso do abdome é o menor músculo da parede abdominal ânterolateral Tendão Conjunto é a inserção conjunta das aponeuroses dos músculos Oblíquo Interno e Transverso

9 Anatomia da Região Inguinal A Fáscia Transversalis/Fáscia Endoabdominal cobre a superfície profunda do Transverso Abdominal e forma um envelope fascial completo em volta da cavidade abdominal; O Arco Aponeurótico do Transverso forma o pilar superior do Anel Inguinal Profundo;

10 Anatomia da Região Inguinal O Triângulo de Hasselbach: Maior área de fragilidade Limites: Inferior Ligamento Inguinal/Poupart, Medial margem lateral da bainha dos Retos e Lateral vasos Epigástricos Inferiores

11 Anatomia da Região Inguinal Orifício de Fruchaud É o sítio de todas as hérnias inguinais femorais. Sua parede é composta apenas pela fáscia transversalis e tendão do M. Transverso Limites: Sup: M. Oblíquo interno + Transverso Medial: Reto Abdominal Inf. Lig: Cooper Lateral: M. Íleopsoas

12 Anatomia da Região Inguinal O Canal Inguinal é um espaço virtual, de ± 4cm, entre os músculos e aponeuroses da região inguinal, o qual dá passagem ao funículo espermático ou ao ligamento redondo. Limites: Anterior: Aponeurose do m. obliquo externo e anel inguinal externo Posterior: fáscia transversalis (anel inguinal profundo) e tendão conjunto Inferior (assoalho): Lig. Inguinal e Cooper Superior (teto): M. Transverso e Oblíquo Interno

13 Anatomia da Região Inguinal

14 Anatomia da Região Inguinal Espaço Pré-peritoneal Entre a Fáscia Transversalis e o peritôneo existe o espaço pré-peritoneal, conhecido na linha média como Espaço de Retzius e lateralmente como Espaço de Brogos

15 Classificação

16 Hernia Inguinal Direta A protusão do saco herniário ocorre medial ao anel inguinal interno e aos vasos epigástricos;

17 Hernia Inguinal Indireta O saco herniário com seu conteúdo atravessa o anel inguinal interno, podendo descer até o anel inguinal externo e chegar até o escroto.

18 Femoral Mais comum em mulheres; Cerca de 40% dos casos se apresentam com encarceirameto ou estrangulamento; Passa medial aos vasos e nervo femurais no canal femural; O ligamento inguinal forma a borda superior

19 Classificação de Nyhus (modificada) Tipo I: Hérnia indireta anel interno normal Tipo II: Hérnia indireta anel interno dilatado, mas com parede posterior preservada, vasos epigástricos inferiores não desviados Tipo III: Defeito na parede posterior Hérnia direta Hérnia indireta anel interno dilatado ou destruindo fáscia transversális Hérnia femoral Tipo IV: Hérnia recorrente A. Direta B. Indireta C. Femoral D. Mista

20 Bassini(1884) O reforço é realizado através de sutura do arcos músculoaponeuróticos do transverso abdominal e do oblíquo interno (ou tendão conjunto) ao ligamento inguinal;

21 McVay (1948) Aproximação da borda da aponeurose do transverso abdominal ao Ligamento de Cooper desde o tubérculo púbico até os vasos femorais, a partir dos quais a fixação é feita com o trato iliopúbico até o anel inguinal interno. Uma incisão de relaxamento curvilínea é feita a 1 cm do tubérculo púbico até a borda lateral do reto abdominal para diminuir a tensão.

22 Shouldice (1949) Imbricação em 4 planos músculo-aponeuróticos: 1) A linha de sutura inicial fixa o arco aponeurótico transverso ao trato iliopúbico; 2) Os músculos oblíquo interno e transverso e aponeuroses são suturadas ao ligamento inguinal; 3) A terceira e a quarta linhas de sutura fecham o ligamento inguinal fixando a parte inferior do oblíquo externo no obliquo interno,

23 Stoppa(1973)

24 Stoppa(1973) Substituição da fáscia transversais na região inguinal por uma grande prótese; É especialmente apropriado para o reparo de hérnias bilaterais e recorrentes pois minimiza o risco de complicações (atrofia testicular e neuralgia crônica); Tem como objetivo envolver o saco peritônio-visceral tornando-o inextensível em vez de reparar os defeitos na parede abdominal;

25 Stoppa(1973) É um reparo sem suturas e livre de tensões; A tela deve ser macia, elástica, flexível, complacente, integrar-se rapidamente e ser tolerante à infecção (Mérsilene poliéster Dacron); Através de incisão mediana infra-umbilical ou de Pfannenstiel desloca-se o espaço pré-peritoneal até o tubérculo púbico; Os elementos do cordão são parietalizados (evita fender a tela); Lida-se com os sacos herniários de maneira habitual; A tela em formato de chevron é ajustada ao paciente e deve medir transversalmente 2cm a menos do que a distância entre o umbigo e o púbis

26 Lichtenstein (1986)

27 Lichtenstein (1986) Incisão transversa ínguinoabdominal a cerca de 2 cm da sínfise púbica; Abertura do subcutâneo, passando pelas fáscias de Camper e Scarpa; Abertura da aponeurose do oblíquo externo a partir do anel inguinal externo no sentido das fibras e em direção à espinha ilíaca ãntero-superior;

28 Lichtenstein (1986) Isolamento do cordão espermátivo junto ao púbis; Abertura do Cremaster (continuação do Oblíquo interno); Dissecção e isolamento dos elementos do cordão (Ducto Deferente, Artéria Espermática e Plexo panpiliforme);

29 Fixação de tela de Marlex no Cooper com Prolene 0 e sutura contínua com o mesmo fio fixando a borda lateral da tela no Ligamento Inguinal, interrompida após ultrapassar o anel inguinal interno; Lichtenstein (1986)

30 A tela é fendida longitudinalmente a partir do limite superior até o nível da borda inferior do anel inguinal interno; Lichtenstein (1986)

31 Lichtenstein (1986) O segmento medial é fixado no Ligamento Inguinal, confeccionando novo orifício do anel inguinal interno; Pontos simples de Prolene fixam a borda medial da tela no Oblíquo Interno

32 Reparo Laparoscópico Outro método de reparo livre de tensão, baseado na abordagem pré-peritoneal; Vantagem para hérnias bilaterais ou recorrentes; Abordagens: transabdominal pré-peritoneal (TAPP) e mais recentemente extraperitoneal total (TEP).

33 Reparo Pré-Peritoneal Trans-abdominal (TAPP)

34 Reparo Pré-Peritoneal Trans-abdominal (TAPP) Técnica Um trocarte de 5mm é introduzido através da incisão da cicatriz umbilical para confecção de pneumo-peritôneo e colocação da ótica; Ao nível da cicatriz umbilical junto às bordas laterais de reto abdominal são introduzidos outros 2 trocartes de 5 mm; É realizada incisão tranversa a partir do ligamento umbilical medial até o anel inguinal interno para acesso do espaço pré-peritoneal e dissecção do conteúdo herniário;

35 Reparo Pré-Peritoneal Trans-abdominal (TAPP) A tela de Marlex de tamanho apropriado é acomodada no espaço de Retzius com pequenos pontos de fixação com Cooper e na parede posterior tomando cuidado com os vasos epigástricos e o deferente e vasos testiculares;

36 Reparo Laparoscópico Extra-peritoneal Total (TEP)

37 Reparo Laparoscópico Extra-peritoneal Total (TEP) Técnica: Realiza-se incisão infra-umbilical e incisão da bainha do reto; Dissecção romba do reto lateralmente, criando-se um espaço abaixo do mesmo; Introdução de balão dissecante até sínfise púbica;

38 Reparo Laparoscópico Extra-peritoneal Total (TEP) Insuflação sob visão direta e introdução dos demais trocartes; Identificação e isolamento dos v. Epigástricos; Dissecção do Lig. Cooper e identificação do trato íliopúbico; Redução do saco herniário; Inserção de tela de polipropileno(10 x 15cm) tendo q cobrir os espaços direto, indireto e femorais e permanecer sob os elementos do cordão; Fixação cuidadosa com clipes ao lig.cooper;

39 Reparo Laparoscópico Extra-peritoneal Total (TEP)

40 Reparo Laparoscópico Extra-peritoneal Total (TEP)

41 Recorrência Tipos de Reparo Recorrência McVay 9% Shouldice 1% Liechtenstein 0-4% Laparoscopic 0-1%

42 Amarcix (1998)

43 Amarcix Incisão transversa supra-púbica (Pfannenstiel) não ultrapassando os bordos laterais dos retos (sem secção de musculatura);

44 Amarcix

45 Amarcix Acesso ao espaço pré-peritoneal por incisão no fascia transversalis paralela ao bordo lateral do reto abdominal (McEvedy);

46 Amarcix Esqueletização dos vasos epigástricos inferiores com ligadura das colaterais e exerese de tecido adiposo redundante; Exposição do espaços de Retzius e Bogros com identificação do púbis, Cooper, orifício obturador, vasos ilíacos externos e músculo psoasilíaco; Reparo do cordão espermático;

47 Tela no formato quadrangular de 12,5 x 12,5 cm (cabo de bisturi) é fendida lateral e medialmente; Amarcix

48 Amarcix Fenda lateral irá confeccionar um neo orifício interno com Prolene 3-0, semelhante ao da operação Lichtenstein, que engloba além do cordão espermático, os vasos epigástricos;

49 Amarcix A fenda medial vai se adaptar ao músculo reto do abdome. Sua porção cranial, tal como um sanduíche, deita-se sobre o reto abdominal e a caudal abaixo do mesmo, aloja-se em íntimo contato com a bexiga e o púbis;

50 Amarcix Ponto único com Vicryl 0 (não é Policryl) no Cooper;

51 Amarcix Bainha anterior do reto abdominal (no fechamento da incisão aponeurótica)

52 Amarcix

53 Amarcix

54 Amarcix 247 pacientes /325 herniorrafias, 323 eletivas e duas de emergência (agosto/1998 a março/2007) 81 operados duas vezes (77 por bilateralidade e 4 recidivas da p/ série) 218 pacientes sexo mas / 29 sexo fem As faixas etárias predominantes foram a 6ª e 7ª décadas

55 Amarcix 306 hérnias inguinais / 19 femorais 240 reparos primários / 85 recidivados Prótese foi utilizada em 186 cirurgias seguimento pós-operatório variou de 10 anos a 7 meses

56 Complicações da hernioplastia Recorrência(2,3 a 20%) Orquite isquêmica e atrofia testicular (0,036 a 0,46%) Transecção, obstrução do deferente e disaejaculação (0,04%) Hidrocele (0,7%) Seroma (0 a 17,6%) Hematoma e equimose subcutânea Neuralgias (15 a 20%; Crônica5%) Osteíte pubiana Infecção

Hospital Cardoso Fontes. Rebeka Cavalcanti Maio 2008

Hospital Cardoso Fontes. Rebeka Cavalcanti Maio 2008 Hospital Cardoso Fontes Rebeka Cavalcanti Maio 2008 Caso clínico n⁰1 M.F.S, masculino, 37 anos, casado, natural da Bahia, vendedor HDA: Paciente relatando herniorrafia inguinal bilateral de emergência

Leia mais

Estima-se que 5% da população desenvolverá uma hérnia de parede abdominal; 75% de todas as hérnias ocorrem na região inguinal, 2/3 das hérnias

Estima-se que 5% da população desenvolverá uma hérnia de parede abdominal; 75% de todas as hérnias ocorrem na região inguinal, 2/3 das hérnias HÉRNIA INGUINAL INTRODUÇÃO: O termo hérnia deriva do latim e significa ruptura. É definida como uma protusão anormal de um órgão ou tecido através de um defeito nas suas paredes adjacentes. Redutível ou

Leia mais

Dr. Adriano Czapkowski. Ano 2 - Edição 13 - Setembro/2010

Dr. Adriano Czapkowski. Ano 2 - Edição 13 - Setembro/2010 NEWS artigos CETRUS Ano 2 - Edição 13 - Setembro/2010 Importância da Artéria Epigástrica Inferior Dr. Adriano Czapkowski Graduado pela Faculdade de Medicina de Jundiaí Médico coordenador do curso de 2

Leia mais

Parede abdominal Ântero-lateral. Anatomia Aplicada a Medicina IV Prof. Sérvulo Luiz Borges

Parede abdominal Ântero-lateral. Anatomia Aplicada a Medicina IV Prof. Sérvulo Luiz Borges Parede abdominal Ântero-lateral Anatomia Aplicada a Medicina IV Prof. Sérvulo Luiz Borges Abdome A parte do tronco entre o tórax e a pelve, possui paredes musculotendíneas, exceto posteriormente onde a

Leia mais

Parede Abdominal. Isabel Pimentel Rosa Santos Rui Campos Rui Fonseca. Turma E

Parede Abdominal. Isabel Pimentel Rosa Santos Rui Campos Rui Fonseca. Turma E Parede Abdominal Isabel Pimentel Rosa Santos Rui Campos Rui Fonseca Turma E Ano lectivo 2006/2007 Anatomia Camadas constituintes da parede abdominal: Pele Tecido celular subcutâneo Fáscia de Scarpa Músculos

Leia mais

Anatomia do Orifício Miopectíneo de Fruchaud e sua Aplicação na Hernioplastia Inguinal Laparoscópica

Anatomia do Orifício Miopectíneo de Fruchaud e sua Aplicação na Hernioplastia Inguinal Laparoscópica Volume 2, N. 4 Anatomia do Orifício Miopectíneo de Fruchaud Comunicação Preliminar 189 Artigo Original Anatomia do Orifício Miopectíneo de Fruchaud e sua Aplicação na Hernioplastia Inguinal Laparoscópica

Leia mais

Inguinal Hernia: Anatomy, Physiopathology, Diagnosis and Treatment

Inguinal Hernia: Anatomy, Physiopathology, Diagnosis and Treatment See discussions, stats, and author profiles for this publication at: http://www.researchgate.net/publication/282218866 Inguinal Hernia: Anatomy, Physiopathology, Diagnosis and Treatment ARTICLE JUNE 2015

Leia mais

Centro Médico. Plínio de Mattos Pessoa

Centro Médico. Plínio de Mattos Pessoa Centro Médico Será solicitado que você coloque uma bata cirúrgica. Poderá receber um sedativo pela boca. Será então transferido para a mesa de operações. Você será submetido a uma anestesia peridural ou

Leia mais

REVISÃO DIDÁTICA ARY LEX *

REVISÃO DIDÁTICA ARY LEX * HÉRNIAS EM GERAL REVISÃO DIDÁTICA ARY LEX * Hérnia é a saída de um órgão, através de uma abertura, congênita ou adquirida, da parede em torno da cavidade que o contém. Dentro desse conceito amplo, temos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MEDICINA MESTRADO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MEDICINA MESTRADO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MEDICINA MESTRADO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE FERNANDO AUGUSTO DE ABREU COELHO AVALIAÇÃO DA PROFILAXIA ANTIMICROBIANA

Leia mais

HÉRNIAS EM PEQUENOS ANIMAIS

HÉRNIAS EM PEQUENOS ANIMAIS HÉRNIAS EM PEQUENOS ANIMAIS DEFINIÇÕES EVENTRAÇÃO EVISCERAÇÃO HÉRNIA eventração eventração eventração evisceração HÉRNIAS Hérnias abdominais Hérnia abdominal interna Hérnias verdadeiras Hérnias falsas

Leia mais

Dra. Deborah de Rosso TCBC

Dra. Deborah de Rosso TCBC Dra. Deborah de Rosso TCBC Correção de Hérnia com tela O termo hérnia significa em latim : ruptura O risco de aparecimento de herniações na região ínguinofemoral é de 25% em homens e menor que 5% em mulheres.

Leia mais

Cirurgias do sistema urinário INDICAÇÕES. Traumatismos. Urolitíase. Neoplasias. Infecções do trato t urinário

Cirurgias do sistema urinário INDICAÇÕES. Traumatismos. Urolitíase. Neoplasias. Infecções do trato t urinário CIRURGIAS DO OSS SISTEMA URINÁRIO Prof. Dr. João Moreira da Costa Neto Departamento de Patologia e Clínicas Escola de Medicina Vetrinária -UFBA Cirurgias do sistema urinário INDICAÇÕES Traumatismos Urolitíase

Leia mais

SISTEMA MUSCULAR. Profª Fabíola Alves dos Reis 2014

SISTEMA MUSCULAR. Profª Fabíola Alves dos Reis 2014 SISTEMA MUSCULAR Profª Fabíola Alves dos Reis 2014 OBJETIVOS Diferenciar os tipos de músculos. Conhecer as estruturas micro e macroscópicas dos músculos. Conceituar: estados de contração e de relaxamento,

Leia mais

PATOLOGIAS INGUINO-ESCROTAL NA CRIANÇA

PATOLOGIAS INGUINO-ESCROTAL NA CRIANÇA Hérnia umbilical Hérnia inguinal Hérnia escrotal Hérnia genital Fimose Distopias testiculares o Criptoquirdia o Testículo retido o Testículo retrátil o Testículo ectópico Trauma testicular PATOLOGIAS INGUINO-ESCROTAL

Leia mais

AFECÇÕES CIRÚRGICAS DA REGIÃO INGUINAL

AFECÇÕES CIRÚRGICAS DA REGIÃO INGUINAL AFECÇÕES CIRÚRGICAS DA REGIÃO INGUINAL MALFORMAÇÕES NA REGIÃO INGUINAL As afecções congênitas da região inguinal correspondem, na sua maioria, a alterações dependentes da persistência de uma estrutura

Leia mais

Definição de Hérnia:

Definição de Hérnia: Definição de Hérnia: Defeito, enfraquecimento, ruptura ou relaxamento das estruturas da parede abdominal e que resulte na penetração de uma víscera ou tecidos, através de uma abertura geralmente circular

Leia mais

5ªs Jornadas de Medicina Desportiva do Leixões Sport Clube

5ªs Jornadas de Medicina Desportiva do Leixões Sport Clube 5ªs Jornadas de Medicina Desportiva do Leixões Sport Clube Centro de Congressos de Matosinhos Matosinhos, 23 de Abril de 2010 Hospital de S. João - Faculdade de Medicina - 1 PERSPECTIVA DO ORTOPEDISTA

Leia mais

ANATOMIA TOPOGRÁFICA DA CABEÇA E PESCOÇO (FCB00089)

ANATOMIA TOPOGRÁFICA DA CABEÇA E PESCOÇO (FCB00089) ANATOMIA TOPOGRÁFICA DA CABEÇA E PESCOÇO (FCB00089) Músculos e Trígonos do Pescoço Platisma Lâmina de músculo fina e larga, situada no tecido subcutâneo do pescoço. Recobre a face anterolateral do pescoço.

Leia mais

Estudo dos reparos sem tela nas hérnias inguinais com cirurgia individualizada

Estudo dos reparos sem tela nas hérnias inguinais com cirurgia individualizada ETTORE FERRARI FRANCIULLI Estudo dos reparos sem tela nas hérnias inguinais com cirurgia individualizada Tese apresentada ao curso de Pós-Graduação da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São

Leia mais

Anotadas do 4º Ano 2007/08 Data: 22/11/07

Anotadas do 4º Ano 2007/08 Data: 22/11/07 Anotadas do 4º Ano 2007/08 Data: 22/11/07 Disciplina: Cirurgia Prof.: Dr.ª Fernanda Quirino Tema da Aula: Hérnias da Parede Abdominal Autores: João Marques Equipa Revisora: Mariana Freire e Samuel Almeida

Leia mais

1.1 Tratamento pré e pós-operatório 1. 1.1.1 Pré-operatório 1

1.1 Tratamento pré e pós-operatório 1. 1.1.1 Pré-operatório 1 1. Considerações iniciais 1.1 Tratamento pré e pós-operatório 1 1.1.1 Pré-operatório 1 No ambulatório/na internação 1 Esclarecimentos/perguntas de ordem legal 2 Anestesia 3 Exames laboratoriais e de imagem

Leia mais

ANATOMIA HUMANA I. Educação Física. Prof. Me. Fabio Milioni. Introdução à anatomia Principais formas de estudar a anatomia

ANATOMIA HUMANA I. Educação Física. Prof. Me. Fabio Milioni. Introdução à anatomia Principais formas de estudar a anatomia ANATOMIA HUMANA I Educação Física Prof. Me. Fabio Milioni Introdução à anatomia Principais formas de estudar a anatomia Anatomia Sistêmica Estudo macroscópico dos sistemas do organismo Anatomia Topográfica

Leia mais

Hipófise, Testículos e Ovários. Marcela Ludwig e Nathália Crusoé

Hipófise, Testículos e Ovários. Marcela Ludwig e Nathália Crusoé Hipófise, Testículos e Ovários Marcela Ludwig e Nathália Crusoé hipófise considerações glândula endócrina: possui 6 mm no sentido ântero-posterior e 10 mm de largura, com um peso de 500 mg localização:

Leia mais

Liga de Cirurgia de Cabeça e Pescoço SÍNTESE CIRÚRGICA Walber Mendes Fortaleza, 02 de julho de 2013

Liga de Cirurgia de Cabeça e Pescoço SÍNTESE CIRÚRGICA Walber Mendes Fortaleza, 02 de julho de 2013 SÍNTESE CIRÚRGICA Walber Mendes Fortaleza, 02 de julho de 2013 Imagem disponível em: http://coral.ufsm.br/tielletcab/hvfwork/apoptcv/cap7.htm.data de acesso: 27/06/2013 OBJETIVOS Objetivos o Entender o

Leia mais

Avaliação da eficácia de um dispositivo trocarte balão dissector reutilizável

Avaliação da eficácia de um dispositivo trocarte balão dissector reutilizável Universidade Federal do Rio Grande do Sul Faculdade de Medicina Programa de Pós-Graduação em Medicina: Ciências Cirúrgicas Avaliação da eficácia de um dispositivo trocarte balão dissector reutilizável

Leia mais

LESOES MENISCAIS Ricardo Yabumoto Curitiba, 09 de Abril de 2007 Introdução Forma aproximada de C Integram o complexo biomecânico do joelho Servem de extensões da tíbia para aprofundar as superfícies articulares,

Leia mais

DEGUSTAÇÃO HÉRNIAS COMPLEXAS. Introdução

DEGUSTAÇÃO HÉRNIAS COMPLEXAS. Introdução HÉRNIAS COMPLEXAS DA PAREDE ABDOMINAL JULIO CESAR BEITLER 9 PROACI Ciclo 10 Volume 4 Introdução As hérnias da parede abdominal, principalmente as inguinais, são condições cirúrgicas das mais frequentes,

Leia mais

Adutores da Coxa. Provas de função muscular MMII. Adutor Longo. Adutor Curto. Graduação de força muscular

Adutores da Coxa. Provas de função muscular MMII. Adutor Longo. Adutor Curto. Graduação de força muscular Provas de função muscular MMII Graduação de força muscular Grau 0:Consiste me palpar o músculo avaliado e encontrar como resposta ausência de contração muscular. Grau 1:Ao palpar o músculo a ser avaliado

Leia mais

1. INTRODUÇÃO 2. MORFOLOGIA

1. INTRODUÇÃO 2. MORFOLOGIA 1. INTRODUÇÃO O diafragma é o principal músculo da respiração. Muito já foi estudado sobre sua forma e ação na mecânica respiratória. O objetivo deste trabalho é realizar uma breve revisão destes aspectos,

Leia mais

17/10/2016 ANATOMIA DO REPRODUTOR DE CANINO CIRURGIAS DO APARELHO REPRODUTOR MASCULINO ANATOMIA DO REPRODUTOR DE FELINO ANATOMIA DO REPRODUTOR

17/10/2016 ANATOMIA DO REPRODUTOR DE CANINO CIRURGIAS DO APARELHO REPRODUTOR MASCULINO ANATOMIA DO REPRODUTOR DE FELINO ANATOMIA DO REPRODUTOR ANATOMIA DO REPRODUTOR DE CANINO CIRURGIAS DO APARELHO REPRODUTOR MASCULINO Profº Ms. Paula R. Galbiati Terçariol ANATOMIA DO REPRODUTOR DE FELINO ANATOMIA DO REPRODUTOR Os testículos são órgãos ovóides

Leia mais

IMPORTÂNCIA DA DISSECAÇÃO DA APONEUROSE PLANTAR PARA MELHOR COMPREENÇÃO DA FASCEÍTE PLANTAR E ESTUDO DE NOVAS FORMAS DE TRATAMENTO 1

IMPORTÂNCIA DA DISSECAÇÃO DA APONEUROSE PLANTAR PARA MELHOR COMPREENÇÃO DA FASCEÍTE PLANTAR E ESTUDO DE NOVAS FORMAS DE TRATAMENTO 1 IMPORTÂNCIA DA DISSECAÇÃO DA APONEUROSE PLANTAR PARA MELHOR COMPREENÇÃO DA FASCEÍTE PLANTAR E ESTUDO DE NOVAS FORMAS DE TRATAMENTO 1 SANTOS, Danillo Luiz 1 ; PEREIRA, Thatiany de Castro 2 ; CAMPOS, Adriana

Leia mais

Temas da aula. Anotadas do 5º Ano 2008/09 Data: 15/01/2009

Temas da aula. Anotadas do 5º Ano 2008/09 Data: 15/01/2009 Anotadas do 5º Ano 2008/09 Data: 15/01/2009 Disciplina: Cirurgia Prof.: Dr. Albuquerque Tema da Aula TeóricaTeorico-Prática: Hérnias da parede abdominal Autores: Diva Trigo Equipa Revisora: Miguel Menezes

Leia mais

ROTEIRO DE ESTUDO Abdome

ROTEIRO DE ESTUDO Abdome ROTEIRO DE ESTUDO Abdome ARTÉRIAS O suprimento arterial do abdome é todo proveniente da aorta, que torna-se aorta abdominal após passar pelo hiato aórtico do diafragma ao nível de T12, e termina dividindose

Leia mais

ANATOMIA HUMANA I. Acidentes Ósseos. Prof. Me. Fabio Milioni. Características Anatômicas de Superfície dos Ossos

ANATOMIA HUMANA I. Acidentes Ósseos. Prof. Me. Fabio Milioni. Características Anatômicas de Superfície dos Ossos ANATOMIA HUMANA I Acidentes Ósseos Prof. Me. Fabio Milioni Características Anatômicas de Superfície dos Ossos As superfícies dos ossos possuem várias características estruturais adaptadas a funções específicas.

Leia mais

COMPRESSÃO DO NERVO MEDIANO NO PUNHO (SÍNDROME DO

COMPRESSÃO DO NERVO MEDIANO NO PUNHO (SÍNDROME DO COMPRESSÃO DO NERVO MEDIANO NO PUNHO (SÍNDROME DO TÚNEL DO CARPO) Roberto Sergio Martins A síndrome do túnel do carpo (STC) é a neuropatia de origem compressiva mais frequente, incidindo em cerca de 1%

Leia mais

PROTOCOLO HÉRNIA DO ESPORTE

PROTOCOLO HÉRNIA DO ESPORTE PROTOCOLO HÉRNIA DO ESPORTE HÉRNIA DO ESPORTE: entidade clínica caracterizada por dor crônica unilateral na região inguinal, sempre recorrente aos esforços da atividade esportiva, que alivia ao repouso,

Leia mais

17/02/2012. Diafragma

17/02/2012. Diafragma Diafragma Topografia Repouso - linha retilínea da 7º costela à 13º costela. Inspiração - linha ligeiramente convexa da 7º costela à 3º vértebra lombar. Expiração - linha convexidade cranial da 7º costela

Leia mais

Sistema circulatório. Coração e generalidades

Sistema circulatório. Coração e generalidades Sistema circulatório Coração e generalidades Sistema Circulatório Coração propulsão do sangue Vasos centrípetos veias e linfáticos: condução Vasos centífugos artérias: condução Capilares: trocas Função:

Leia mais

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Curso de Férias Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Curso de Férias Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto ANATOMIA HUMANA Faculdade Anísio Teixeira Curso de Férias Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto No seu conceito mais amplo, a Anatomia é a ciência que estuda, macro e microscopicamente, a constituição

Leia mais

JOELHO. Introdução. Carla Cristina Douglas Pereira Edna Moreira Eduarda Biondi Josiara Leticia Juliana Motta Marcella Pelógia Thiago Alvarenga

JOELHO. Introdução. Carla Cristina Douglas Pereira Edna Moreira Eduarda Biondi Josiara Leticia Juliana Motta Marcella Pelógia Thiago Alvarenga JOELHO Carla Cristina Douglas Pereira Edna Moreira Eduarda Biondi Josiara Leticia Juliana Motta Marcella Pelógia Thiago Alvarenga Introdução Articulação muito frágil do ponto de vista mecânico e está propensa

Leia mais

Anatomia da Reprodução Masculina

Anatomia da Reprodução Masculina FUPAC Fundação Presidente Antônio Carlos Faculdade Presidente Antônio Carlos de Uberlândia CURSO: MEDICINA VETERINÁRIA DISCIPLINA: FISIOPATOLOGIA DA REPRODUÇÃO ANIMAL Anatomia da Reprodução Masculina Prof.

Leia mais

PROTOCOLO HÉRNIA OCULTA DA MULHER

PROTOCOLO HÉRNIA OCULTA DA MULHER PROTOCOLO HÉRNIA OCULTA DA MULHER HÉRNIA OCULTA DA MULHER (HOM): entidade clínica caracterizada por dor crônica unilateral na região inguinal, sempre recorrente aos esforços ou exercícios, que alivia ao

Leia mais

Hérnias Inguinal: Crural ou Femoral: Umbilical: Epigástrica: Incisional:

Hérnias Inguinal: Crural ou Femoral: Umbilical: Epigástrica: Incisional: Hérnias A definição clássica de hérnia é a saída de uma estrutura (órgão ou tecido) de sua cavidade normal através de uma abertura congênita ou adquirida. Elas podem ser classificadas de acordo com a sua

Leia mais

TRATAMENTO VIDEOLAPAROSCÓPICO DA HÉRNIA INGUINAL EM MENINOS

TRATAMENTO VIDEOLAPAROSCÓPICO DA HÉRNIA INGUINAL EM MENINOS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE MEDICINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MEDICINA: CIRURGIA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: CIRURGIA PEDIÁTRICA TRATAMENTO VIDEOLAPAROSCÓPICO DA HÉRNIA INGUINAL

Leia mais

MESTRADO INTEGRADO EM MEDICINA ARTIGO DE REVISÃO BIBLIOGRÁFICA DOR CRÓNICA PÓS-OPERATÓRIA EM HERNIORRAFIA/HERNIOPLASTIA INGUINAL

MESTRADO INTEGRADO EM MEDICINA ARTIGO DE REVISÃO BIBLIOGRÁFICA DOR CRÓNICA PÓS-OPERATÓRIA EM HERNIORRAFIA/HERNIOPLASTIA INGUINAL MESTRADO INTEGRADO EM MEDICINA ARTIGO DE REVISÃO BIBLIOGRÁFICA DOR CRÓNICA PÓS-OPERATÓRIA EM HERNIORRAFIA/HERNIOPLASTIA INGUINAL PAULA ISABEL MESQUITA PINHEIRO Orientador: Dr. Carlos Manuel Vieira Magalhães

Leia mais

Sistema reprodutor masculino

Sistema reprodutor masculino Sistema reprodutor masculino O sistema reprodutor masculino é composto por: Testículos Vias espermáticas Glândulas anexas Pênis Saco escrotal Assim como o pênis está localizado externamente ao corpo,

Leia mais

Prof. Diogo Mayer Fernandes Disciplina de Técnica Cirúrgica Medicina Veterinária FAD

Prof. Diogo Mayer Fernandes Disciplina de Técnica Cirúrgica Medicina Veterinária FAD Prof. Diogo Mayer Fernandes Disciplina de Técnica Cirúrgica Medicina Veterinária FAD Incisão cirúrgica para acesso à cavidade abdominal SINÔNIMO Celiotomia TERMOS Abdômen Agudo = Alteração repentina dos

Leia mais

OPEN ACCESS ATLAS OF OTOLARYNGOLOGY, HEAD & NECK OPERATIVE SURGERY

OPEN ACCESS ATLAS OF OTOLARYNGOLOGY, HEAD & NECK OPERATIVE SURGERY OPEN ACCESS ATLAS OF OTOLARYNGOLOGY, HEAD & NECK OPERATIVE SURGERY SIALADENECTOMIA SUBMANDIBULAR A exérese da glândula salivar submandibular (GSM) pode ser indicada por sialadenite crónica, sialectasia,

Leia mais

FIOS E NÓS CIRÚRGICOS

FIOS E NÓS CIRÚRGICOS UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE TÉCNICA CIRURGIA E PATOLOGIA CIRÚRGICA I E II FIOS E NÓS CIRÚRGICOS RIO DE JANEIRO - RJ FIOS CIRÚRGICOS Características do fio ideal:

Leia mais

HIPOSPÁDIAS. Herick Bacelar Antonio Macedo Jr INTRODUÇÃO

HIPOSPÁDIAS. Herick Bacelar Antonio Macedo Jr INTRODUÇÃO HIPOSPÁDIAS Herick Bacelar Antonio Macedo Jr INTRODUÇÃO Hipospádia resulta de um desenvolvimento anormal do pênis que é definido como um meato uretral ectópico proximal a sua posição normal na glande,

Leia mais

Ureter, Bexiga e Uretra

Ureter, Bexiga e Uretra Ureter, Bexiga e Uretra 1 Ureter, Bexiga e Uretra 2 URETER 3 Estrutura do Ureter Tubo muscular que conecta o rim à bexiga Porção superior (abdominal) e inferior (pélvica) 4 Trajeto do Ureter Ao nível do

Leia mais

Hérnia inguinal direta: projeta-se diretamente pela parede inguinal posterior, surgindo medialmente aos vasos epigástricos inferiores.

Hérnia inguinal direta: projeta-se diretamente pela parede inguinal posterior, surgindo medialmente aos vasos epigástricos inferiores. Hérnia Inguinal do Trabalhador Diretrizes que gerenciam o fluxo do trabalhador com hérnia inguinal na direção do tratamento que rapidamente permite sua plena reintegração na atividade laborativa. RECOMENDAÇÕES

Leia mais

Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências. Avaliação de Tecnologias em Saúde

Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências. Avaliação de Tecnologias em Saúde Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências Avaliação de Tecnologias em Saúde Sumário das Evidências e Recomendações sobre o uso de telas de baixo peso na cirurgia de hérnia inguinal Canoas, maio

Leia mais

UNIC - UNIVERSIDADE DE CUIABÁ FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA. DISCIPLINA DE CIÊNCIAS MORFOFUNCIONAIS APLICADAS A MEDICINA VETERINÁRIA IV e V

UNIC - UNIVERSIDADE DE CUIABÁ FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA. DISCIPLINA DE CIÊNCIAS MORFOFUNCIONAIS APLICADAS A MEDICINA VETERINÁRIA IV e V UNIC UNIVERSIDADE DE CUIABÁ FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA DISCIPLINA DE CIÊNCIAS MORFOFUNCIONAIS APLICADAS A MEDICINA VETERINÁRIA IV e V Roteiro de aula prática de Anatomia Veterinária Prof a. Juliana

Leia mais

Anatomia da pele. Prof. Dr. Marcos Roberto de Oliveira. marcos.oliveira@fadergs.edu.br

Anatomia da pele. Prof. Dr. Marcos Roberto de Oliveira. marcos.oliveira@fadergs.edu.br Anatomia da pele Prof. Dr. Marcos Roberto de Oliveira marcos.oliveira@fadergs.edu.br SISTEMA TEGUMENTAR: PELE E FÁSCIA Funções: proteção regulação térmica sensibilidade Sua espessura varia de 0.5mm nas

Leia mais

ALEXANDRO KENJI KIMURA

ALEXANDRO KENJI KIMURA ALEXANDRO KENJI KIMURA INFLUÊNCIA DO DESCOLAMENTO DO TECIDO SUBCUTÂNEO NA RESISTÊNCIA À TRAÇÃO DA PAREDE ABDOMINAL APÓS A DISSECÇÃO DOS MÚSCULOS ABDOMINAIS EM CADÁVERES Tese apresentada à Universidade

Leia mais

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto ANATOMIA HUMANA Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto Os seres mais basais possuem capacidade de reação a estímulos ambientais; Células procariontes, metazoários contraem

Leia mais

Programação Preliminar do 41 Curso de Atualização em Cirurgia do Aparelho Digestivo, Coloproctologia e Transplantes de Órgãos do Aparelho Digestivo

Programação Preliminar do 41 Curso de Atualização em Cirurgia do Aparelho Digestivo, Coloproctologia e Transplantes de Órgãos do Aparelho Digestivo Programação Preliminar do 41 Curso de Atualização em Cirurgia do Aparelho Digestivo, Coloproctologia e Transplantes de Órgãos do Aparelho Digestivo Cirurgia do Esôfago Painel de perguntas e filmes cirúrgicos

Leia mais

Capítulo 4. Anatomia da Pelve Feminina. PAREDE ABDOMINAL Regiões da parede abdominal Parede ântero-lateral do abdome Bainha do reto abdominal

Capítulo 4. Anatomia da Pelve Feminina. PAREDE ABDOMINAL Regiões da parede abdominal Parede ântero-lateral do abdome Bainha do reto abdominal S02C04 06.07.07 14:43 Page 1 Capítulo 4 Anatomia da Pelve Feminina PAREDE ABDOMINAL Regiões da parede abdominal Parede ântero-lateral do abdome Bainha do reto abdominal REGIÃO VULVOPERINEAL Órgãos genitais

Leia mais

Herniorrafia Inguinal por Videocirurgia pela Técnica Totalmente Extraperitonial sob Anestesia Locorregional

Herniorrafia Inguinal por Videocirurgia pela Técnica Totalmente Extraperitonial sob Anestesia Locorregional Herniorrafia Inguinal por Videocirurgia pela Técnica Totalmente Extraperitonial sob Anestesia Locorregional Extraperitoneal Hernia Repair by Videosurgery Under Locoregional Anesthesia 1 James Skinovsky,

Leia mais

Cinesioterapia\UNIME Docente:Kalline Camboim

Cinesioterapia\UNIME Docente:Kalline Camboim Cinesioterapia\UNIME Docente:Kalline Camboim Cabeça do fêmur com o acetábulo Articulação sinovial, esferóide e triaxial. Semelhante a articulação do ombro, porém com menor ADM e mais estável. Cápsula articular

Leia mais

AFECÇÕES TORÁCICAS CIRÚRGICAS EM PEDIATRIA

AFECÇÕES TORÁCICAS CIRÚRGICAS EM PEDIATRIA AFECÇÕES TORÁCICAS CIRÚRGICAS EM PEDIATRIA Diafragma Hérnia diafragmática o Hérnia de Bochdalek o Hérnia de Morgagni o Hérnia do hiato esofágico o Hérnia traumática Eventração ou elevação Ausência congênita

Leia mais

ESTUDO DO MOVIMENTO OSTEOLOGIA

ESTUDO DO MOVIMENTO OSTEOLOGIA EB 23S DE CAMINHA CURSO PROFISSIONAL TÉCNICO GESTÃO DESPORTIVA ESTUDO DO MOVIMENTO HISTOLOGIA 2011/12 PROFESSOR PEDRO CÂMARA FUNÇÕES FUNÇÕES DOS S MECÂNICA SUPORTE DUREZA ARQUITECTURA INTERNA MOVIMENTO

Leia mais

AORTA ABDOMINAL IRRIGAÇÃO E DRENAGEM DA REGIÃO ABDOMINAL. Tronco celíaco (ímpar e visceral) (2) Artérias frênicas inferiores (1)

AORTA ABDOMINAL IRRIGAÇÃO E DRENAGEM DA REGIÃO ABDOMINAL. Tronco celíaco (ímpar e visceral) (2) Artérias frênicas inferiores (1) AORTA ABDOMINAL IRRIGAÇÃO E DRENAGEM DA REGIÃO ABDOMINAL Prof. Erivan Façanha Tem início no hiato aórtico do diafragma (T12). Trajeto descendente, anterior aos corpos vertebrais e à esquerda da veia cava

Leia mais

Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Clínica Cirúrgica

Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Clínica Cirúrgica Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Ciências da Saúde Departamento de Clínica Cirúrgica OPERAÇÕES FUNDAMENTAIS DIÉRESE, HEMOSTASIA E SÍNTESE Edevard J de Araujo eja2536@gmail.com OPERAÇÕES

Leia mais

Arquivos Catarinenses de Medicina. Análise de pacientes submetidos à herniorrafia inguinal pela técnica de Nyhus. Abstract

Arquivos Catarinenses de Medicina. Análise de pacientes submetidos à herniorrafia inguinal pela técnica de Nyhus. Abstract Arquivos Catarinenses de Medicina ISSN (impresso) 0004-2773 ISSN (online) 1806-4280 ARTIGO ORIGINAL Análise de pacientes submetidos à herniorrafia inguinal pela técnica de Nyhus Analysis of patient udergoing

Leia mais

Hospital Universitário Cajuru Pontifícia Universidade Católica Paraná

Hospital Universitário Cajuru Pontifícia Universidade Católica Paraná Hospital Universitário Cajuru Pontifícia Universidade Católica Paraná Métodos de Fixação para Fraturas Instáveis da Pelve Dr. Ademir Schuroff Dr. Marco Pedroni Dr. Mark Deeke Dr. Josiano Valério Fratura

Leia mais

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE MORFOLOGIA DO CORPO HUMANO

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE MORFOLOGIA DO CORPO HUMANO INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE MORFOLOGIA DO CORPO HUMANO ANTIGA CIÊNCIA MÉDICA BÁSICA Origem: Egito Séc. IV a.c. : Grécia Hipócrates: escreveu vários livros (a natureza do corpo é o início da ciência médica).

Leia mais

Herniorrafia inguinal laparoscópica totalmente extraperitoneal. Vinte e sete complicações graves após 4565 operações consecutivas

Herniorrafia inguinal laparoscópica totalmente extraperitoneal. Vinte e sete complicações graves após 4565 operações consecutivas 32 Artigo Original Herniorrafia inguinal laparoscópica totalmente extraperitoneal. Vinte e sete complicações graves após 4565 operações consecutivas Laparoscopic totally extraperitoneal inguinal hernia

Leia mais

Cirurgia poupadora de órgão no tratamento da massa testicular

Cirurgia poupadora de órgão no tratamento da massa testicular Cirurgia poupadora de órgão no tratamento da massa testicular TUMORES DO TESTÍCULO Nuno Louro nunorlouro@gmail.com 16 de Novembro de 2013 ORQUIDECTOMIA RADICAL Maioria das massas testiculares palpáveis

Leia mais

EXAME DO JOELHO P R O F. C A M I L A A R A G Ã O A L M E I D A

EXAME DO JOELHO P R O F. C A M I L A A R A G Ã O A L M E I D A EXAME DO JOELHO P R O F. C A M I L A A R A G Ã O A L M E I D A INTRODUÇÃO Maior articulação do corpo Permite ampla extensão de movimentos Suscetível a lesões traumáticas Esforço Sem proteção por tecido

Leia mais

HEMOSTASIA. Adriana Nunes Enf. Centro Cirúrgico do Hospital Israelita Albert Einstein

HEMOSTASIA. Adriana Nunes Enf. Centro Cirúrgico do Hospital Israelita Albert Einstein HEMOSTASIA Adriana Nunes Enf. Centro Cirúrgico do Hospital Israelita Albert Einstein ELETROCIRURGIA - DEFINIÇÃO Manipulação adequada dos elétrons, fazendoos passar através dos tecido vivos gerando calor

Leia mais

TÉCNICAS BÁSICAS EM OFTALMOLOGIA VETERINÁRIA VÍDEOS E ARTIGOS DISPONÍVEIS NO SITE: WWW. VETWEB. COM. BR

TÉCNICAS BÁSICAS EM OFTALMOLOGIA VETERINÁRIA VÍDEOS E ARTIGOS DISPONÍVEIS NO SITE: WWW. VETWEB. COM. BR TÉCNICAS BÁSICAS EM OFTALMOLOGIA VETERINÁRIA MINISTRADAS PELO DR. JOÃO ALFREDO KLEINER MV, MSc DURANTE AULAS PRÁTICAS NOS CURSOS DE OFTALMOLOGIA VETERINÁRIA. VÍDEOS E ARTIGOS DISPONÍVEIS NO SITE: WWW.

Leia mais

ANATOMIA E FISIOLOGIA OCULAR MARIA DE JESUS CLARA 2005/2006

ANATOMIA E FISIOLOGIA OCULAR MARIA DE JESUS CLARA 2005/2006 ANATOMIA E FISIOLOGIA OCULAR MARIA DE JESUS CLARA 2005/2006 PÁLPEBRAS - 1 Pálpebras Formações musculomembranosas -finas -móveis -adaptadas à parte anterior dos olhos Função protecção contra agressões externas,

Leia mais

Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva

Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva Orientação para pacientes com Hérnia Inguinal. O que é uma hérnia abdominal? Hérnia é a protrusão (saliência ou abaulamento) de uma víscera ou órgão através de

Leia mais

HERNIA INGUINAL INDIRETA EM FELINO ASSOCIADA À INGESTÃO DE CORPO ESTRANHO RELATO DE CASO

HERNIA INGUINAL INDIRETA EM FELINO ASSOCIADA À INGESTÃO DE CORPO ESTRANHO RELATO DE CASO HERNIA INGUINAL INDIRETA EM FELINO ASSOCIADA À INGESTÃO DE CORPO ESTRANHO RELATO DE CASO THAÍS GUIMARÃES MORATO ABREU 1, GABRIELA RODRIGUES SAMPAIO 2, PAULA BAÊTA DA SILVA RIOS 3, LÍVIA DE PAULA COELHO

Leia mais

ARTÉRIAS E VEIAS. Liga Acadêmica de Anatomia Clínica. Hugo Bastos. Aula III

ARTÉRIAS E VEIAS. Liga Acadêmica de Anatomia Clínica. Hugo Bastos. Aula III ARTÉRIAS E VEIAS Aula III Liga Acadêmica de Anatomia Clínica Hugo Bastos Salvador BA 23 de Agosto de 2011 Sistema circulatório Responsável pelo transporte de líquidos (sangue ou linfa) por todo o corpo.

Leia mais

Curso de Medicina da ULBRA 2.004/01 Departamento de Pediatria Área Cirurgia Pediátrica - Prof. Lionel Leitzke. CIRURGIA PEDIÁTRICA na PAREDE ABDOMINAL

Curso de Medicina da ULBRA 2.004/01 Departamento de Pediatria Área Cirurgia Pediátrica - Prof. Lionel Leitzke. CIRURGIA PEDIÁTRICA na PAREDE ABDOMINAL Curso de Medicina da ULBRA 2.004/01 Departamento de Pediatria Área Cirurgia Pediátrica - Prof. Lionel Leitzke CIRURGIA PEDIÁTRICA na PAREDE ABDOMINAL Afecções cirúrgicas da região umbilical Hérnia Umbilical

Leia mais

PRÓTESE NÃO CONVENCIONAL

PRÓTESE NÃO CONVENCIONAL PRÓTESE NÃO CONVENCIONAL PARA RECONSTRUÇÃO DE MEMBROS INFERIORES FEMUR PROXIMAL/FEMUR PROXIMAL EXPANSIVA Técnica Cirúrgica - 30.30 Prótese Não Convencional para Reconstrução de Membros Inferiores Femur

Leia mais

A hérnia inguinal (HI) sempre foi motivo de preocupação entre os. cirurgiões, principalmente pelo alto índice de recidivas e por suas complicações,

A hérnia inguinal (HI) sempre foi motivo de preocupação entre os. cirurgiões, principalmente pelo alto índice de recidivas e por suas complicações, 1 1- INTRODUÇÃO A hérnia inguinal (HI) sempre foi motivo de preocupação entre os cirurgiões, principalmente pelo alto índice de recidivas e por suas complicações, como encarceramento e estrangulamento,

Leia mais

CANCRO DA MAMA O PORQUÊ DA RECONSTRUÇÃO MAMÁRIA

CANCRO DA MAMA O PORQUÊ DA RECONSTRUÇÃO MAMÁRIA CANCRO DA MAMA O PORQUÊ DA RECONSTRUÇÃO MAMÁRIA A cirurgia mamária, seja ela uma tumorectomia, quadrantectomia ou mastectomia, provoca uma alteração significativa no órgão e que pode e deve ser minimizada.

Leia mais

OSSOS DO MEMBRO INFERIOR

OSSOS DO MEMBRO INFERIOR OSSOS DO MEMBRO INFERIOR ARTICULAÇÕES DO MEMBRO INFERIOR Articulação SacroiIíaca: Ligamento sacrotuberal Lig. sacroespinal Lig. Sacroilíacos post. e ant. Lig. Sacroilíacos interósseos Articulação

Leia mais

PROTESE TOTAL QUADRIL Dr. Gladyston Introdução ATQ procedimento alívio dor, ganho funcional e melhora qualidade de vida Sucesso depende: Escolha paciente ideal Uso de implantes adequados Habilidade técnica

Leia mais

A nova alça renal da KARL STORZ

A nova alça renal da KARL STORZ URO 39 4.0 03/2015-PT A nova alça renal da KARL STORZ Um passo decisivo contra a isquemia quente na ressecção laparoscópica parcial do rim A nova alça renal da KARL STORZ - Um passo decisivo contra a isquemia

Leia mais

Profª. Drª. Josaine C. S. Rappeti Pedrozo Médica Veterinária

Profª. Drª. Josaine C. S. Rappeti Pedrozo Médica Veterinária OVARIOSALPINGOHISTERECTOMIA (OSH) EM PEQUENOS ANIMAIS Ovariosalpingohisterectomia remoção dos ovários, trompas e útero. Indicações: Esterilização eletiva, suspensão de cio, tumores ovarianos, cistos ovarianos,

Leia mais

REPRODUÇÃO HUMANA. Profª Fernanda Biazin

REPRODUÇÃO HUMANA. Profª Fernanda Biazin REPRODUÇÃO HUMANA Profª Fernanda Biazin Puberdade: período de transição do desenvolvimento humano, correspondente à passagem da fase da infância para adolescência. Alterações morfológicas e fisiológicas

Leia mais

Disciplina de Cirurgia Geral e do Trauma do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, São Paulo, SP.

Disciplina de Cirurgia Geral e do Trauma do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, São Paulo, SP. TRATAMENTO DAS HÉRNIAS INGUINAIS Artigo Original Tratamento das hérnias inguinais: Bassani ainda atual? Estudo randomizado, prospectivo e comparativo entre três técnicas operatórias: Bassini, Shouldice,

Leia mais

Músculos do Cíngulo Escapular e Braço

Músculos do Cíngulo Escapular e Braço Músculos do Cíngulo Escapular e Braço 1 Músculos do Tronco ou Crânio ao Cíngulo Escapular (8) Serrátil Anterior Trapézio Rombóides Maior e Menor Peitoral Menor Levantador da Escápula Subclávio Esternocleidomastóideo

Leia mais

CERTIFICAÇÃO EM TREINAMENTO FUNCIONAL (CORE) Educador Silvio Pecoraro

CERTIFICAÇÃO EM TREINAMENTO FUNCIONAL (CORE) Educador Silvio Pecoraro CERTIFICAÇÃO EM TREINAMENTO FUNCIONAL (CORE) Educador Silvio Pecoraro Quais as características do Treinamento Funcional? Desenvolver e melhorar as capacidades físicas através de estímulos que proporcionam

Leia mais

Cirurgia nas mamas. Mamas femininas

Cirurgia nas mamas. Mamas femininas Cirurgia nas mamas Mamas femininas As mamas são glândulas que sofrem transformações fisiológicas ao longo da vida, em resposta a estímulos hormonais. Na juventude, têm consistência mais firme, forma mais

Leia mais

CINESIOLOGIA APLICADA À MUSCULAÇÃO: Músculos do Braço e Antebraço

CINESIOLOGIA APLICADA À MUSCULAÇÃO: Músculos do Braço e Antebraço CINESIOLOGIA APLICADA À MUSCULAÇÃO: Músculos do Braço e Antebraço Músculos do Cotovelo Bicípite braquial Braquial Braquiorradial Tricípite braquial Ancôneo Bicípite Braquial Bicípite Braquial Origem: Cabeça

Leia mais

A região lombar e o método Ehrenfried

A região lombar e o método Ehrenfried A região lombar e o método Ehrenfried Motivação Patrícia Lacombe Conhecer o método Ehrenfried e estabelecer suas relações com uma única região torna-se muito dificil. Teríamos que aliar a melhora da dor

Leia mais

Artroscopia. José Mário Beça

Artroscopia. José Mário Beça Artroscopia José Mário Beça A artroscopia é um procedimento utilizado pelos cirurgiões ortopédicos como meio de diagnóstico e de tratamento das patologias articulares. A palavra artroscopia deriva de duas

Leia mais

João Moreira da Costa Neto

João Moreira da Costa Neto HÉRNIAS João Moreira da Costa Neto HÉRNIAS PROTUSÃO/PROJEÇÃO DE UM ÓRGÃO OU PARTE ATRAVÉS DE DEFEITO NA PAREDE DA CAVIDADE ANATÔMICA ONDE O ÓRGÃO ESTÁ SITUADO. PROLASO DE DISCO INTERVERTEBRAL HÉRNIAS ABDOMINAIS

Leia mais

24/02/2016 EXPELIDA DO ORGANISMO RIM. Armazenam e conduzem a urina dos rins para o meio externo. Produzem Urina URETER BEXIGA URETRA

24/02/2016 EXPELIDA DO ORGANISMO RIM. Armazenam e conduzem a urina dos rins para o meio externo. Produzem Urina URETER BEXIGA URETRA Marcelo Marques Soares Prof. Didi ARMAZENAM URINA (BEXIGA) 1 2 3 5 6 7 8 PRODUZEM URINA (RINS) São órgãos pares, com cerca de 11,25cm de comprimento por 5 a 7,5cm de largura e 2,5cm de espessura 9 10 11

Leia mais

Herniorrafia inguinal ou femoral por videolaparoscopia

Herniorrafia inguinal ou femoral por videolaparoscopia V Jornada Nacional de Economia da Saúde II Jornada de Avaliação de Tecnologias em Saúde do IMIP Herniorrafia inguinal ou femoral por videolaparoscopia Enfª Tania Conte, Luiz H. P. Furlan MD, MsC, Marlus

Leia mais

ARTUR LAIZO. Orientador: Prof. Dr. Alcino Lázaro da Silva. Co-orientadora: Dra. Ângela Maria Gollner

ARTUR LAIZO. Orientador: Prof. Dr. Alcino Lázaro da Silva. Co-orientadora: Dra. Ângela Maria Gollner ARTUR LAIZO HISTOLOGIA DOS SACOS HERNIÁRIOS DAS HÉRNIAS INGUINAIS INDIRETAS E DIRETAS EM ADULTOS E CRIANÇAS: IDENTIFICAÇÃO DE FIBRAS MUSCULARES LISAS E SUA RELAÇÃO COM O VASO SANGÜÍNEO. DISSERTAÇÃO DE

Leia mais

Estudo Comparativo entre Herniorrafias Inguinais Lichtenstein e Videocirúrgica Extraperitoneal Sem Sutura: Custos e Resultados Imediatos

Estudo Comparativo entre Herniorrafias Inguinais Lichtenstein e Videocirúrgica Extraperitoneal Sem Sutura: Custos e Resultados Imediatos Comunicação Preliminar 63 Artigo Original Estudo Comparativo entre Herniorrafias Inguinais Lichtenstein e Videocirúrgica Extraperitoneal Sem Sutura: Custos e Resultados Imediatos RESUMO Comparative Study

Leia mais