Management, Liderança e Coaching

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1 Management, Liderança e Coaching Mário Ceitil Managing Partner Responsável das Formações Liderança e Coaching Paulo Finuras Diretor dos Mercados Internacionais, Consultoria RH e Capital Humano Responsável das Formações Management da Empresa

2 Management da Empresa Ultrapassar conflitos e negociar soluções Gestão de conflitos Tomada de decisão - métodos e instrumentos Decidir para agir Gerir uma equipa de projetos A gestão sem autoridade formal Liderança e Coaching Liderança e gestão de equipas Liderança para quadros responsáveis e técnicos superiores Liderança para chefias diretas e supervisores Animar e motivar equipas Liderar à distância e em contextos multiculturais Gerir equipas virtuais e multiculturais Liderar pela confiança Liderança e coaching Encontrar a sua formação Índice do Guia 2 Índice detalhado 10 Procura por palavras-chave 159 Escolher a sua solução de aprendizagem Formações inter, intra 10 Formações em idiomas 34 Formações GLC 112 Formações e-learning Soluções de formação internacionais Formação e-learning Formação blended Avaliação da aprendizagem Inclui Coaching individual Certificação Ciclo de formação Best Seller Renovado em 2015 Novidade em 2015

3 Ultrapassar conflitos e negociar soluções Gestão de conflitos n distinguir os diferentes tipos de conflitos e prever as suas consequências práticas; n controlar o diálogo durante a resolução do conflito face a face; n construir uma relação de confiança durante o processo negocial; n conduzir a negociação para uma solução conjunta do conflito; n fechar um acordo estável enquanto solução negociada de um conflito. Quadros e chefias para quem resolver conflitos e negociar constituem parte importante da atividade profissional de gestão e de coordenação de pessoas. Ref.ª 01-A módulos e-learning IVA A gestão de conflitos constitui uma resposta à inevitável divergência de interesses e de objetivos. Lidar adequadamente com estas situações, criando um clima de confiança, e conseguir soluções através da negociação com vantagens para as partes e para a Organização constitui um desafio para qualquer Gestor. Neste curso, os participantes desenvolverão competências que lhes permitam: saber como sair das situações de diálogo difícil; construir uma solução conjunta dos conflitos, tirando partido das divergências; encontrar as soluções equilibradas para cada parte; saber como lidar com os conflitos online. 1 Analisar a dinâmica relacional em situações de conflito n Os tipos de conflitos nas Organizações: conflitos de crenças e conflitos de recursos escassos. n As relações de poder e o seu impacto na dinâmica relacional e na eclosão de conflitos. n A comunicação ineficaz como fator de conflito. n As relações de força: atitudes de ataque e defesa. 2 Identificar os estilos pessoais nas situações de conflito n Como lida com os conflitos? Conhecer-se melhor a si mesmo - autodiagnóstico do estilo individual de gestão dos conflitos. n Conhecer melhor o outro e a forma como ele reage. n Selecionar os comportamentos chave e os meios práticos para reforçar uma atitude de base positiva. 4 e 5 de junho 18 e 19 de junho n Ultrapassar os bloqueios pessoais que dificultam a procura de critérios comuns para construir soluções conjuntas. 3 Desenvolver as atitudes e comportamentos que facilitem a resolução dos conflitos n Fases do desenvolvimento dos conflitos: da perceção de incompatibilidade à busca das soluções. n Construir e manter um clima de confiança: utilizar um processo de comunicação com base nos interesses mútuos. n Potenciar a atitude cooperativa nos outros para facilitar a negociação. 4 Escolher as estratégias negociais a utilizar: a negociação como forma positiva de resolução de conflitos n Caracterizar as situações de negociação na resolução de conflitos. Escolher entre negociar ou não negociar. n As principais estratégias de negociação: estratégias integrativa e distributiva. n Escolher a sua estratégia em função do objetivo e da situação. n Fazer as escolhas adequadas e adaptá-las ao processo de negociação: negociar em bloco ou ponto por ponto. n Avaliar a relação de poder na negociação: poder expresso, poder real, poder percebido. 5 Atuar nas várias fases da negociação n A fase de preparação: ponto chave do êxito da negociação: - os objetivos; - as concessões e os limites; 24 e 25 de setembro 1 e 2 de outubro - a argumentação de apoio; - como analisar os interesses e as posições da outra parte. n Saber conduzir a negociação - os métodos eficazes em cada etapa: - o enquadramento da negociação e os interesses mútuos; - controlar o diálogo - a arte de perguntar; - tratar os diferentes tipos de objeções; - sair de uma situação de impasse: a chave para desbloquear uma situação e retomar o diálogo em clima de cooperação. n Procedimentos para concluir acordos: técnicas de fecho da negociação: - conseguimos um acordo fiável? n Saber avaliar a eficácia de uma negociação. 6 Lidar com o conflito online n Efeitos do uso das tecnologias de comunicação ( , sms, chat) sobre o comportamento social: oportunidades e ameaças n Limites e enviesamentos gerados pelos media online: da ilusão de sincronicidade à escalada de conflito verbal. APÓS A FORMAÇÃO EM SALA: OFERTA DE 2 MÓDULOS DE E-LEARNING n Dinâmica do conflito nas organizações; n Conflitos nos grupos de trabalho e nas equipas. 3 e 4 de dezembro 16 Ficha de inscrição pág. 155 Cegoc 2015

4 Tomada de decisão - métodos e instrumentos - Decidir para agir n distinguir e aplicar métodos e técnicas de tomada de decisão complexa; n resistir aos erros e ilusões que diminuem a qualidade das decisões; n identificar as características individuais que fomentam ou perturbam a capacidade de decisão; n tirar partido das ferramentas de apoio à tomada de decisão; n usar técnicas de apoio à decisão em grupo; n transformar a decisão num plano de ação. Responsáveis que desejam melhorar as suas competências na tomada de decisão em situações de gestão de recursos e de pessoas. u Como? Para além das intervenções do formador, a metodologia pedagógica do curso inclui exercícios práticos, envolvendo a utilização de instrumentos de decisão, estudo de caso, autodiagnósticos individuais e simulações de decisão em grupo. Ref.ª 01-A módulo e-learning IVA Coordenar, gerir, exercer a liderança é decidir. Para quem tem responsabilidades de gestão e coordenação, para agir com eficácia em todos os domínios, é necessário desenvolver boas práticas de tomada de decisão. A tomada de decisão constitui uma atividade permanente e fundamental que influencia todo o funcionamento da empresa. 1 Desenvolver os métodos para decidir melhor: tomada de decisão individual n Como decidir: etapas do processo lógico racional de tomada de decisão. n Pontos fortes e limites do método racional: - avaliação do grau de incerteza da situação; - análise e avaliação do risco na tomada de decisão. n Métodos para delimitar os problemas, estabelecer critérios e ponderar alternativas: multiatributos, trocas equivalentes. 2 Identificar e classificar o seu estilo de tomada de decisão n Autodiagnóstico das tendências individuais (pontos fortes e pontos fracos). 14 e 15 de maio n Como tomo decisões? n Tomar consciência dos automatismos pessoais na análise da informação: - reações habituais em situações de crise e/ou de urgência. 3 Saber analisar a informação para decidir com eficácia n Racionalidade e intuição: processos opostos ou complementares? n Distorções e armadilhas na recolha e análise de informação para a decisão: ancoragem, disponibilidade e representatividade. n De vitória em vitória até à derrota final: evitar a escalada irracional de compromisso, ou como inverter ou redirecionar uma decisão inadequada. 4 Tirar partido dos sistemas de apoio à decisão n Decisão assistida por computador. n Ferramentas de tratamento de informação para apoio à tomada de decisão. n Antecipar cenários de aplicação da decisão para selecionar a informação pertinente. 5 Decidir individualmente ou em grupo? n Várias cabeças pensam melhor do que só uma? Vantagens e desvantagens da decisão em grupo. 17 e 18 de setembro n Graus de participação na tomada de decisão: quando consultar os parceiros e colaboradores. n Problemas na tomada de decisão em grupo: procedimentos e técnicas para melhorar a qualidade da decisão. n Técnicas de criatividade para a decisão em grupo: variantes do brainstorming; Grupo Nominal; DELPHI. 6 Passar da decisão à ação: como garantir a adesão dos outros n Comunicar decisões: como reforçar a eficácia persuasiva das suas mensagens: - em reuniões (equipas, comités, ou outros); - num contacto individual. n Conseguir a responsabilização de todos os implicados na decisão. n Elaborar um plano de ação coerente com a natureza da decisão. n Saber avaliar a eficácia das decisões: o balanço do plano de ação. ANTES DA FORMAÇÃO EM SALA: OFERTA DE 1 MÓDULO DE E-LEARNING n Sistema de apoio à decisão. 12 e 13 de novembro Gerir uma equipa de projetos - A gestão sem autoridade formal n No final da ação o participante estará dotado dos conhecimentos necessários que permitam mobilizar, coordenar e fazer trabalhar em conjunto pessoas de serviços, de setores, de funções diferentes sem dispor de autoridade hierárquica formal. n Dotar o participante das competências necessárias ao exercício da gestão de equipas de projeto. Todos os colaboradores de uma empresa chamados a intervir como Responsáveis pela condução de equipas de Projeto. u Como? n Esta formação privilegia uma pedagogia alternando os aspetos metodológicos com o treino prático. n Utilização de grelhas de análise e de diagnóstico para referenciar as práticas e os comportamentos. Ref.ª 01-A IVA Mobilizar, coordenar e fazer trabalhar em conjunto pessoas de serviços, de setores, de funções diferentes sem dispor de autoridade hierárquica formal é um desafio com o qual é confrontado um responsável de projeto. Para esse líder, o êxito passa por uma gestão transversal eficaz da equipa de intervenientes, os quais devem canalizar para o projeto as suas competências e os seus contributos. 1 Passar do projeto somatório de especialidade a um projeto vivenciado como a obra comum de uma equipa n Especificação do projeto. n Arranque do projeto. n Fixar objetivos. n Redigir o caderno de encargos. n Redigir o relatório de inicio de projeto. 2 Posicionar-se numa organização por projeto e situar as suas margens de manobra n Organigrama de atividades n Decompor o projeto em atividades coerentes. 16 e 17 de abril n Descrever de maneira exaustiva as atividades a executar. 3 A constituição da equipa n Formalizar a relação serviços/ /intervenientes/responsáveis do projeto. n Conduzir uma entrevista para associar um interveniente ao projeto. 4 O orçamento e o trabalho em equipa n Elaborar o orçamento inicial. n Características de uma equipa eficaz e suas fases de evolução. n Regras para uma delegação eficaz. 5 A negociação n Negociar para cooperar. n Preparar e conduzir uma relação negociada. 6 O planeamento n Construir um plano com método. n Analisar as restrições e durações e identificar o caminho crítico e as folgas. n Introduzir pontos de controlo. 7 O trabalho em grupo n Saber quando trabalhar em grupo. n Orientar com sucesso uma sessão de trabalho de grupo. 19 e 20 de outubro 8 Conduzir reuniões de projeto n Organizar e conduzir eficientemente uma reunião de projeto. n Identificar os três tipos de reuniões: arranque, ponto de situação e plano de ação. 9 O controlo de execução n Obter dados sobre o trabalho executado e estimativas sobre o que falta fazer. n Analisar o progresso do projeto. n Reagir em caso de desvios face ao planeado. 10 Antecipar e gerir os desacordos e as situações conflituais n Reagir face a uma situação de conflito. n Identificar os tipos de conflito e conhecer as atitudes adequadas. n Lidar com comportamentos agressivos. 11 A contribuição pessoal n Potenciar os seus pontos fortes enquanto elemento de uma equipa de projeto. n Tomar consciência dos seus progressos. 26 e 27 de novembro 17 Cegoc 2015 Consulte todas as informações em

5 Liderança e gestão de equipas Liderança para quadros, responsáveis e técnicos superiores u Porquê? n Desenvolver as competências de liderança é um investimento fundamental: As organizações necessitam que os seus quadros, responsáveis e técnicos superiores saibam agir/fazer agir, de forma autónoma, co-responsável e competente. n Neste curso propomos debater e partilhar ideias e boas práticas conducentes ao fortalecimento das competências-chave da liderança. n desenvolver a sua eficácia de gestão e liderança; n desenvolver a competência e a autonomia das pessoas e equipas; n criar condições que facilitam a motivação; n comunicar eficazmente com os diferentes interlocutores; n experienciar o grau de eficácia de alguns comportamentos de gestão e liderança dos desempenhos e elaborar um mapa dos seus pontos fortes e pontos de melhoria; n treinar-se nas principais áreas de gestão das pessoas e das equipas (fixar objetivos, animar e motivar, delegar); n refletir sobre hipóteses de solução e respetivos impactes, para alguns dos problemas reais da gestão de equipas e pessoas. n Responsáveis hierárquicos com funções de Chefia intermédia, ou equivalente, na sua organização. n Quadros que exerçam uma função transversal na sua organização, com necessidade de mobilizar elementos de qualquer área para obter resultados no seu trabalho. 14h (Total: 17 horas) +2 sessões coaching individual Ref.ª 01-B módulos e-learning IVA 1 Caracterizar o âmbito da gestão e liderança de equipas e pessoas n As responsabilidades associadas a gerir e liderar equipas. n Missão, desafios, valores e cultura da organização. n Liderar pelo exemplo. n Diagnosticar o seu estilo pessoal de gestão e liderança. 2 Saber como utilizar os estilos de gestão e liderança, de forma realista e adaptada aos contextos e às pessoas n Reforçar o seu impacte sobre a envolvente. n Afirmar-se face a diferentes tipos de equipas. n Identificar preferências de estilos de gestão e liderança nos seus interlocutores para melhorar o entendimento e a colaboração. n Elaborar um mapa dos seus pontos fortes e pontos de melhoria. n Partilhar boas práticas versus práticas a evitar. 3 Diagnosticar o grau de competência e autonomia dos colaboradores n Diagnosticar as necessidades de evolução das pessoas e das equipas. Pontos fortes 23 e 24 de fevereiro 25 e 26 de maio 1 e 2 de junho n Organizar o trabalho e facilitar a progressão individual/coletiva. n Utilizar as entrevistas e reuniões para mobilizar as equipas. 4 Refletir sobre as motivações n Identificar fatores facilitadores da motivação e as situações que promovem desmotivação. n Dar feedback construtivo e melhorar os desempenhos. 5 Comunicar eficazmente com os diferentes interlocutores n Adotar uma atitude positiva e construtiva. n Saber escutar e desenvolver a empatia. n Utilizar argumentos adaptados aos diferentes interlocutores, para transmitir a sua mensagem e obter diálogos mais compreensivos. n Usar Clareza, Objetividade e Cortesia. n Prevenir e tratar desacordos e conflitos. 6 Definir um plano de ação das mudanças a pôr em prática n Identificar prioridades de mudança relativamente aos objetivos. n Reforçar a sua influência sobre o contexto envolvente. n Elaborar o seu plano de ação. 6 e 7 de julho 28 e 29 de setembro 26 e 27 de outubro APÓS A FORMAÇÃO EM SALA: + 2 SESSÕES INDIVIDUAIS DE COACHING (3h) SELLER n Sessões de coaching individual desenvolvidas por coaches certificados com a duração de 90 minutos. OFERTA DE 2 MÓDULOS DE E-LEARNING n Encorajar e manter a motivação da equipa. n Competências relacionais do Gestor. Para ir + além... Para complementar esta formação recomendamos: n Resiliência (pág. 28); n Assertividade (pág. 25). n Uma METODOLOGIA baseada em estudos de caso e simulações que recriam os ambientes da gestão e liderança organizacional. n Esta formação inclui 2 sessões de coaching individual* que permitem perspetivar a transferência de conhecimentos e competências para o contexto profissional. Estas sessões serão baseadas no projeto de mudança dos formandos, fazendo recurso ao modelo de referência de liderança utilizado nas sessões em sala (modelo desenvolvido por Dominique Chalvin). n As sessões de coaching individual serão desenvolvidas por coaches certificados com a duração de 90 minutos. n Partilha de boas práticas para promover a melhoria das competências esperadas na função. n Cada participante definirá ao longo do curso um plano de ação das mudanças a pôr em prática, adequado ao seu perfil de líder e facilitador do progresso das performances da sua equipa. * Notas: a CEGOC encontra-se disponível para ajustar um maior número de sessões de coaching mediante as necessidades do formando. Um maior número de sessões para além das previstas no âmbito do curso de formação requer a realização de um pedido expresso à CEGOC e a apresentação, por parte desta, de uma proposta de intervenção com honorários específicos e a determinar de acordo com as necessidades individuais dos formandos. 2 e 3 de novembro 23 e 24 de novembro 18 Ficha de inscrição pág. 155 Cegoc 2015

6 Liderança para chefias diretas e supervisores Animar e motivar equipas u Porquê? n Liderar pessoas e equipas, e gerir as respetivas competências e motivações de forma a obter os melhores resultados são desafios atuais colocados a chefias diretas e intermédias, em organizações de qualquer dimensão e em qualquer setor de atividade. n Neste curso propomos debater e treinar um conjunto de ferramentas técnicas capazes de proporcionar uma melhoria significativa da liderança e motivação das pessoas e equipas pelas quais é responsável. n Enquadrar o papel da chefia e do líder nos contextos organizacionais atuais. n Comunicar eficazmente a todos os níveis. n Liderar e motivar os colaboradores para agir, contribuindo com o melhor de si próprios. n Resolver problemas e tomar decisões, pensando no todo e agindo caso-a-caso. n Conduzir as equipas de forma a garantir bons desempenhos e obter bons resultados. n Chefias diretas. n Chefias intermédias. n Chefes de equipa e Supervisores, com responsabilidades hierárquicas ou funcionais pela condução de pessoas. 1 Caracterizar o âmbito da liderança de equipas e pessoas n Identificar as responsabilidades e desafios associados à função. n Distinguir gestão e liderança: - diferenças e complementaridades; - papéis e responsabilidades. n Definir os critérios e a finalidade da liderança eficaz. n Diagnosticar o seu estilo pessoal de liderança. 2 Saber utilizar os estilos de liderança para reforçar e promover os desempenhos n Caracterizar os diferentes estilos de liderança: - boas práticas, práticas a evitar; - o papel do líder enquanto influenciador da evolução de competências e motivações. n Saber utilizar os estilos de liderança para obter os melhores resultados das equipas em diferentes contextos. 3 Motivar e animar a equipa n Identificar os fatores facilitadores da motivação. n Identificar as situações que promovem a desmotivação. n Treinar-se nas etapas do Modelo VIE para motivar as equipas. n Dar feedback construtivo com impactes na melhoria dos desempenhos: - elogiar os membros da equipa; - criticar os desempenhos e estimular a sua melhoria. 4 Comunicar eficazmente com os diferentes interlocutores n Identificar formas de transmitir ideias e opiniões a diferentes interlocutores: - treinar a coerência entre forma e conteúdo da mensagem; - argumentar de acordo com os estilos dos interlocutores. n Saber escutar, mesmo nas situações mais difíceis. n Gerir os interfaces cliente-fornecedor interno. 5 Desenvolver a sua eficácia de gestão e liderança n Gerir prioridades de forma coerente: - definir objetivos e regras de jogo. n Desenvolver a competência e a autonomia da equipa: - princípios de funcionamento das equipas eficazes; - controlo dos resultados; - consequências das estratégias de competição e de cooperação nos resultados das equipas. n Afirmar-se face a diferentes tipos de colaboradores: - os colaboradores ocasionais; - os colaboradores ex-colegas. n Tomar decisões oportunas: - gerir resultados ou gerir culpas? - analisar dificuldades e problemas; - gerar alternativas para obter soluções; - lidar com tensões e conflitos, adotando uma atitude positiva e construtiva; - saber dizer não, quando necessário. n Saber delegar: - formar no posto de trabalho; - acompanhar os desempenhos; - saber tratar os erros. APÓS A FORMAÇÃO EM SALA: OFERTA DE 2 MÓDULOS DE E-LEARNING n Desenvolver e manter a motivação da equipa. n Liderança e acompanhamento do desempenho. Para ir + além... Para complementar esta formação recomendamos: n Gerir uma equipa de projetos (pág. 17); n Resiliência (pág. 28). SELLER Ref.ª 01-B módulos e-learning IVA Pontos fortes n Uma METODOLOGIA baseada em trabalhos de vertente interativa e prática, com vários exercícios, debates e sínteses. n Integração das dimensões: gestão, organização e liderança numa perspetiva de eficácia global das equipas. n Realização de autodiagnóstico dos estilos pessoais de liderança. n Treino de aplicação dos estilos de liderança a vários contextos. n Elaboração de planos de ação a partir das dificuldades reais diagnosticadas durante o curso. 29 e 30 de janeiro 12 e 13 de março 23 e 24 de março 4 e 5 de maio 17 e 18 de setembro 12 e 13 de outubro 9 e 10 de novembro 14 e 15 de dezembro 19 Cegoc 2015 Consulte todas as informações em

7 Liderar à distância e em contextos multiculturais Gerir equipas virtuais e multiculturais n Neste curso, os participantes adquirem ferramentas práticas para: n motivar e liderar equipas virtuais com eficácia, usando as tecnologias da comunicação para criar alto envolvimento entre os seus membros e dinamizar os planos de ação, adaptando-se às novas fronteiras da dinâmica da equipa; n adaptar-se a formas de interação social e valores culturalmente diversos. Responsáveis de equipas dispersas geograficamente e/ou lidando com colaboradores e clientes inseridos em culturas diversas. u Como? n Os participantes aplicam técnicas e procedimentos em simulações realistas utilizando ferramentas de comunicação online. 1,5 DIAS 11h Ref.ª 01-B IVA Apesar de muitas equipas tenderem, desde sempre, a estar dispersas geograficamente, a globalização e as possibilidades abertas pelas novas tecnologias vieram ampliar o âmbito da sua ação, permitindo explorar novos mercados e integrar colaboradores em diferentes partes do globo. Para o Gestor, lidar com uma equipa dispersa geograficamente e ligada via tecnologia, envolve novos e importantes desafios. Evoluir da cultura de escritório para o feedback à distância é um desses desafios. Outro é o de lidar com colaboradores e clientes com motivações, expectativas e valores culturalmente diversos. 1 Gerir uma equipa virtual n Uma matriz de coordenação sistemática dos membros de uma equipa virtual. n Orientações para a definição precisa de objetivos e agendas de trabalho: - estabelecer normas e determinar papéis. n Saber criar rotinas e regularidade na interação. n Monitorizar os indicadores de desempenho individual e coletivo através de tecnologia da informação. n Selecionar a tecnologia adequada à comunicação. 15 e 16 de junho 2 Comunicar online: técnicas e boas práticas n Efeitos das tecnologias da informação no comportamento social: como lidar com as dificuldades. n Comunicação escrita online ( , chat): como evitar os erros mais comuns. n Coaching virtual: - técnicas para a orientação e a focalização dos membros da equipa nas tarefas; - estratégias para motivar e gerar confiança à distância; - treinar a equipa virtual: como formar à distância. n Resolução de problemas e decisões: como obter feedback das ações dos colaboradores. n Comunicação intercultural: adaptar os formatos das mensagens aos valores culturais em uso. n Lidar com desempenho insuficiente: prática de feedback online. 3 Gerir teleconferências e reuniões à distância n Reuniões online ou face a face? Limites à eficácia das sessões de teleconferência. n Como estruturar reuniões eficazes: regras para obter clareza e disciplina na troca de mensagens. n Encorajar a participação, mantendo uma boa gestão do tempo. 19 e 20 de novembro n Orientações para garantir a participação e obter um elevado grau de compromisso com as decisões/conclusões. n Garantir a passagem à ação: o follow up das reuniões/ /teleconferências. 4 Desenvolver um plano individual de liderança à distância n Elaborar um plano para implementar as competências de liderança pessoal de uma equipa virtual: - autodiagnóstico de pontos fortes e fracos; - estabelecimento de objetivos de progresso. 20 Ficha de inscrição pág. 155 Cegoc 2015

8 Liderar pela confiança Através desta formação os participantes conseguem: n compreender o conceito e o efeito da confiança nas relações pessoais, nas organizações com os seus clientes e na liderança das equipas; n distinguir entre confiança e confiabilidade; n identificar e aplicar os comportamentos geradores de confiança e os efeitos multiplicadores para a liderança e a relação comercial; n saber como restaurar a confiança quando perdida; n analisar a relação entre a confiança e o risco: o algoritmo de Zajonc. n Gestores e quadros com responsabilidades de gestão em qualquer tipo de organização. 1 Identificar e distinguir confiança e confiabilidade: n As fundações da confiança. 2 Compreender as origens da confiança n Porque confiamos? A dimensão bio económica da confiança. n As bases da confiança nas relações pessoais e profissionais. n A formação de crenças e padrões e os erros mais comuns. n Confiança e segurança: semelhanças e diferenças. 3 Saber como aplicar a confiança aos contextos da liderança e influência n As dimensões da confiança pessoal e profissional: intenção e competência. n Propriedades e heurísticas da confiança: a transitividade emocional, ancoragem, a representatividade, etc. n A matriz da confiança e análise de riscos: propensão para confiar vs obter/analisar informação. n O que gera a desconfiança em geral e na Liderança em particular. n Confiança e negociação: do ganhar-ganhar aos jogos de soma não nula. n Confiança e custos de transação: imposto ou dividendo? 4 Aplicar o «Termómetro de Confiança Organizacional» para identificar o nível de confiança interno na organização (relações e sistemas) n Analisar e discutir os resultados. n Identificar os sobrecustos de desconfiança. 5 Como aplicar o algoritmo da confiança: quando confiar e quando desconfiar? n Os 7 comportamentos geradores de confiança nas relações pessoais e profissionais. n Como restaurar a confiança: é possível? Ref.ª 01-B IVA 1 e 2 de julho 26 e 27 de novembro Liderança e coaching Promover a excelência nas pessoas e nas equipas n compreender o que é o Coaching e como aplicar as competências de Coaching para potenciar o desenvolvimento das equipas; n reconhecer o potencial de cada elemento da equipa; n identificar as suas crenças limitativas na condução do processo de Coaching; n conduzir o processo e as sessões de Coaching no contexto do desenvolvimento das pessoas e das equipas. Gestores e Líderes que queiram desenvolver as competências de Coaching para promover o desenvolvimento das pessoas e das equipa. u Como? Preconizámos, para este workshop uma metodologia que procura estimular momentos de autorreflexão sobre o papel e as competências do líder e o treino da condução de sessões de Coaching. O Coaching é atualmente considerado uma ferramenta fundamental para o Desenvolvimento Pessoal e para a construção de Equipas de Elevado Desempenho. A Formação em Competências de Coaching dos líderes empresariais constitui, por isso, um investimento de elevado valor acrescentado para a promoção da excelência das pessoas e das equipas, nas organizações. Este curso permite-lhe, enquanto líder, utilizar as competências de Coaching para construir um percurso de desenvolvimento para os membros da sua equipa. 1 Fazer evoluir o seu papel de gestor: da chefia hierárquica ao de líder coach n O quê, o porquê e o quando do Coaching. n O que é o Coaching? n Definições e fundamentos. n O significado de ser coach. n Definição do Coaching enquanto ação centrada no desenvolvimento dos outros. n Líder coach ou (manager coach) uma resposta a novas necessidades. n Referenciar os bloqueios às novas práticas. n Assegurar a ética nas ações de Liderança/Coaching. n Desenvolver uma cultura de Coaching na organização. 2 Os princípios da Liderança/ /Coaching n Criar um ambiente seguro e desafiante. n Trabalhar com a agenda do coachee. n Identificar os seus próprios paradigmas e crenças limitativas. n Facilitar e colaborar, incentivar a autoconsciência do coachee. n Promover a aprendizagem sustentada a partir da experiência. 3 Conduzir o processo e a sessão de Coaching n Referenciar as competências e identificar o que mobiliza cada colaborador. n Reconhecer a importância das Coaching Skills para a melhoria da performance da equipa. n O modelo GROW (John Whitmore) aplicado ao contexto das equipas. n A estrutura conversacional de acordo com o modelo GROW: - Goals Identificar o objetivo; - Reality definir o starting point; - Options gerar alternativas; - Will a mobilização para a concretização. n A importância do feedback: quando e como dar feedback. n Facilitar, acompanhar e celebrar os sucessos do colaborador no seu processo de autodesenvolvimento. Ref.ª 01-B IVA 14 e 15 de maio 19 e 20 de outubro 21 Cegoc 2015 Consulte todas as informações em

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