Código: CHCB.PI.HF.04 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas: 1 de Objectivo. 2. Aplicação. 3. Referências Bibliográficas. 4.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Código: CHCB.PI.HF.04 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas: 1 de 10. 1. Objectivo. 2. Aplicação. 3. Referências Bibliográficas. 4."

Transcrição

1 Caracterização da Código: CHCB.PI.HF.04 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas: 1 de Objectivo Caracterizar o serviço e procedimentos da do Hospital do Fundão. 2. Aplicação Centro Hospitalar da Cova da Beira Hospital do Fundão 3. Referências Bibliográficas Plano Europeu sobre o Álcool 2000/2005 (OMS). Não aplicável 4. Definições 5. Responsabilidades Tipo de documento CHCB.PI.HF.04 CHCB.IMP.HF.01 CHCB.IMP.HF.02 Elaboração/Modificação Aprovação Distribuição/Divulgação Elementos da Equipa Técnica da Elementos da Equipa Técnica da Elementos da Equipa Técnica da Conselho de Administração Conselho de Administração Conselho de Administração Serviços Clínicos Serviços Clínicos Serviços Clínicos Responsável pelo cumprimento Técnicos de Saúde Técnicos de Saúde Técnicos de Saúde

2 Caracterização da Código: CHCB.PI.HF.04 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas: 2 de Procedimento Portugal entre os primeiros consumidores mundiais de Álcool Puro per capita CONSEQUÊNCIAS: Elevadas taxas de mortalidade por cirrose hepática, sinistralidade rodoviária e de trabalho Elevado número de baixas médicas, morte prematura, síndrome fetal alcoólico Elevado índice de insucesso escolar Aumento das taxas de suicídio e homicídio Programas de acção inseridos no âmbito das Metas do Ministério da Saúde de Portugal de acordo com a Carta Europeia sobre o Álcool adoptada pela Conferência sobre o Álcool (Paris,1995) e o Plano Europeu sobre o Álcool 2000/2005 pela OMS HORIZONTE 2007 O consumo de Álcool puro per capita será menor (cerca de 10%) Os PLA diminuirão cerca de 20% As escolas promoverão anualmente iniciativas visando a prevenção do consumo de álcool (cerca de 50% de escolas/ano) CONTRAINDICAÇÕES PARA A ABSTINÊNCIA IMEDIATA A suspensão do consumo etanólico é um passo obrigatório na abordagem às patologias de dependência alcoólica. Em teoria as contra-indicações absolutas para tal suspensão não existem, contudo há algumas situações em que a abstinência imediata não está indicada e devem ser respeitadas:

3 Caracterização da Código: CHCB.PI.HF.04 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas: 3 de 10 Se o indivíduo manifesta ausência total de interesse e de motivação; Quando existem situações de crise (afectiva, social, profissional) reveladas pelo doente ou pelas pessoas que com ele convivem, sem uma avaliação correcta das vantagens e dos inconvenientes das condutas em estado alcoolizado e abstinente; Nos casos em que há uma ausência completa de projectos terapêutico e social. Estas situações não impedem a abordagem e o acompanhamento do doente numa perspectiva de se avançar para a suspensão alcoólica em momento mais oportuno. UNIDADE DE ALCOOLOGIA ESPAÇO FÍSICO A Unidade de Tratamento de Alcoólicos tem a capacidade de 6 camas que se situam no serviço de Medicina do Centro Hospitalar Cova da Beira Hospital do Fundão. DOENTES ADMITIDOS Doentes oriundos dos Centros de Saúde da Covilhã, Fundão, Belmonte e Penamacor Doentes referenciados dos Serviços Hospitalares, com informação clínica escrita obrigatória Condição indispensável para a admissão de qualquer doente é a avaliação prévia e referenciação pela equipa de Alcoologia Hospitalar ou do Centro de Saúde.

4 Caracterização da Código: CHCB.PI.HF.04 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas: 4 de 10 INDICAÇÕES PARA INTERNAMENTO Dependência Física importante Somáticas o Afecções somáticas recentes o Antecedentes de crise convulsiva recente o Recaída de Desabituação em ambulatório Sócio-ambientais o Exigência premente de um envolvimento familiar ou profissional o Ambiente não cooperante o Processo de desagregação social Psiquiátricas o Síndrome depressivo associado o Afecções psiquiátricas evolutivas conhecidas CRITÉRIOS DE ADMISSÃO Diagnóstico de Abuso ou Dependência Alcoólica Doente motivado Ausência de deterioração ou atraso mental Ausência de actividade delirante ou alucinatória Ausência de risco iminente de suicídio Carta de referência da Equipa de Alcoologia Contacto prévio com o Internista responsável da UTA

5 Caracterização da Código: CHCB.PI.HF.04 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas: 5 de 10 EQUIPA TÉCNICA DA UNIDADE Coordenador e Responsável pela Unidade - Especialista de Medicina Interna Enfermeiro com formação em Alcoologia Psiquiatra Assistente Social Psicóloga Clínica Terapeuta Ocupacional Animadora Cultural Dietista OBJECTIVO TERAPÊUTICO O tratamento do Doente Alcoólico passa por uma mudança de comportamento do doente face às bebidas alcoólicas tornando-se necessário o recurso ao internamento para Desintoxicação, Reequilíbrio e elaboração de um pleno pessoal de recuperação. A privação alcoólica medicamente assistida deve ser integrada num programa terapêutico cuja primeira etapa é fase motivacional, consciencialização do indivíduo e da família para a necessidade de se envolverem num tratamento que é constituído por duas fases intimamente ligadas: - Primeira abandonar imediatamente o consumo do álcool - Segunda não voltar a consumir mais bebidas alcoólicas Em certas situações a abstinência alcoólica em ambulatório está contra-indicada pelo que se deverá optar pelo internamento, desde que preencha os critérios de admissão.

6 Caracterização da Código: CHCB.PI.HF.04 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas: 6 de 10 PROGRAMA DE INTERNAMENTO feira. O período de internamento é normalmente de 2 semanas, com admissão à 2ª O programa decorre da seguinte forma: o Acolhimento e integração do doente pelo enfermeiro Apresentação e colheita de dados pessoais 1ª física, despiste de sinais de privação e da motivação Informação das regras de internamento Apresentação das instalações e dos outros técnicos presentes Esclarecimento de dúvidas o clínica pelo Internista e definição do programa individual o Informação e integração no programa ocupacional pela Animadora Cultural Informação dos direitos e deveres dos doentes Actividades de expressão plástica Ginástica Passeios Desenvolvimento da exteriorização de sentimentos Preparação para a alta (estrada da vida ) o psicoterapêutica pela Psicóloga Clínica das variáveis psicológicas determinantes do padrão de consumo de álcool e do comportamento aditivo do alcoolismo Verificação do estádio de mudança (motivação) do sistema familiar Promover o insight das consequências negativas do consumo de álcool Promover a motivação para a mudança Trabalhar eventuais situações de conflitualidade familiar

7 Caracterização da Código: CHCB.PI.HF.04 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas: 7 de 10 Debates de estratégias de prevenção de recaída Preparação para o momento da alta clínica o pela Assistente Social da situação do doente e intervenção sempre que necessária o Clínica pelo Psiquiatra o nutricional e elaboração do programa dietético individualizado pela Dietista Anamnese alimentar Quadro de intervenção personalizado Intervenção familiar sempre que necessário o Intervenção da Terapeuta ocupacional do grupo Partilha de experiências de cada elemento Matriz de motivação Mitos culturais do consumo de álcool Expectativas do efeito do álcool Situação sócio-familiar e laboral Estratégias de evitamento do álcool e das situações de consumo Preparação da alta Roleplaying o Acções de educação para a saúde pela O álcool e os falsos conceitos Circuito do álcool no organismo O alcoolismo como doença Repercussões do álcool na família Repercussões laborais do álcool Repercussões sociais do álcool O álcool e a sexualidade Preparação da alta

8 Caracterização da Código: CHCB.PI.HF.04 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas: 8 de 10 o Visita pelo Grupo Voluntariado dos Alcoólicos Recuperados da Cova da Beira, para informações dos objectivos e apoios dos doentes alcoólicos recuperados o Reunião semanal dos técnicos da UTA PROGRAMAÇÃO DIÁRIA Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado Domingo 8 9 médica Acolhimento e psicológica médica avaliação individual 10 individual pela nutricional enfermagem Reunião da equipa psiquiátrica Livre Livre médica individual Actividade ocupacional social individual Educação para a saúde Actividade ocupacional Role-Playing psicológica Educação para a saúde Actividade préprogramada Almoço Almoço Almoço Almoço Almoço Almoço Almoço Visitas Visitas Visitas Visitas Visitas Visitas Visitas Integração no programa ocupacional Terapia de grupo e avaliação psicológica psicológica individual e/ou familiar Actividade ocupacional Actividade ocupacional Actividade préprogramada Actividade préprogramada Informação do CAR-CB 18 Jantar Jantar Jantar Jantar Jantar Jantar Jantar 20 Visitas Visitas Visitas Visitas Visitas Visitas Visitas Descanso Descanso Descanso Descanso Descanso Descanso Descanso

9 Caracterização da Código: CHCB.PI.HF.04 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas: 9 de 10 REFERENCIAÇÃO PÓS-ALTA Após a alta o doente é referenciado para: Consulta de Alcoologia do Centro de Saúde do Concelho a que pertence Consulta de Alcoologia da UTA individual ou em grupo Consulta de Alcoologia de Medicina Interna da UTA, sempre que a situação clínica o justifique INTERNAMENTO DE CURTA DURAÇÃO Doentes que têm seguimento nas consultas e que apresentam situações de recaídas, que necessitem de internamento hospitalar, definidos pelos Técnicos da Unidade. AVALIAÇÃO Reuniões semestrais (Junho e Dezembro) de avaliação pela equipe técnica da UTA Reunião anual (Janeiro) de avaliação pela equipe da UTA e as equipas de Alcoologia dos Centros de Saúde da Covilhã, Fundão e Belmonte A pode, após consentimento informado dos doentes, ter a presença de alunos de várias Faculdades e Escolas Superiores de Saúde, assim como Estagiários, dentro das vertentes dos Técnicos adstritos a esta Unidade.

10 Caracterização da Código: CHCB.PI.HF.04 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas: 10 de Registos Designação Indexação Responsável pelo Arquivo Arquivo Vivo Arquivo Morto CHCB.PI.HF.04 Pasta Normas e Regulamentos Colaborador destinado 3 Anos 2 Anos CHCB.IMP.HF.01 Pasta Normas e Regulamentos Colaborador destinado 3 Anos 2 Anos CHCB.IMP.HF.02 Pasta Normas e Regulamentos Colaborador destinado 3 Anos 2 Anos 7. Anexos Anexo 1 Manual de acolhimento para os doentes Anexo 2 Regulamento para os doentes Normas de internamento Anexo 3 Perfil e funções do animador sociocultural Anexo 4 CHCB.IMP.HF.01 Termo de responsabilidade UTA Anexo 5 CHCB.IMP.HF.02 de desempenho UTA

2 2 Especial Médica. 9 9 Técnica Superior. 4 4 Assistente Técnico Administrativa. 2 2 Assistente Operacional Apoio e Vigilância

2 2 Especial Médica. 9 9 Técnica Superior. 4 4 Assistente Técnico Administrativa. 2 2 Assistente Operacional Apoio e Vigilância CRI de Aveiro Especial Médica 9 9 CRI de Castelo Branco /Sociologia/Pol ítica 4 4 Assistente Técnico Administrativa Assistente Operacional Apoio e Vigilância 9.º /12.º 6.º /12.º Especial Médica Geral 6

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO VOLUNTARIADO

REGULAMENTO INTERNO VOLUNTARIADO REGULAMENTO INTERNO DO VOLUNTARIADO REGULAMENTO Artigo 1.º Âmbito O presente regulamento visa definir as linhas orientadoras do grupo de voluntariado Marvila Voluntária, o qual tem como entidade promotora

Leia mais

Critérios para Admissão em Longo e Curto Internamento e Unidade de Dia

Critérios para Admissão em Longo e Curto Internamento e Unidade de Dia Critérios para Admissão em Longo e Curto Internamento e Unidade de Dia Critérios de Admissão em Longo Internamento O Centro Psicogeriátrico Nossa Senhora de Fátima (CPNSF), oferece serviços especializados

Leia mais

PROCEDIMENTO INTERNO

PROCEDIMENTO INTERNO 1. Objectivo Definir quais os procedimentos a adoptar nas práticas do funcionamento do Núcleo de Documentação do Centro Hospitalar Cova da Beira. 2. Aplicação Bibliotecas do Núcleo de Documentação do Centro

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO CENTRO COMUNITÁRIO

REGULAMENTO INTERNO CENTRO COMUNITÁRIO REGULAMENTO INTERNO CENTRO COMUNITÁRIO INTRODUÇÃO A cultura Comunitária é a expressão concreta de tentar proporcionar aqueles que mais precisam a ajuda necessária para começar de novo a viver. O Centro

Leia mais

Organização de serviços para o tratamento da dependência química

Organização de serviços para o tratamento da dependência química Organização de serviços para o tratamento da dependência química Coordenação: Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira Apresentação: Dr. Elton P. Rezende UNIAD /INPAD/UNIFESP Agradecimentos: Dr. Marcelo Ribeiro Fatores

Leia mais

CENTRO HOSPITALAR DA COVA DA BEIRA PROJECTO DE REGULAMENTO

CENTRO HOSPITALAR DA COVA DA BEIRA PROJECTO DE REGULAMENTO CENTRO HOSPITALAR DA COVA DA BEIRA SERVIÇO DE MEDICINA PALIATIVA (HOSPITAL DO FUNDÃO) DE REGULAMENTO 1. DEFINIÇÃO O (SMP) do Centro Hospitalar da Cova da Beira SA, sediado no Hospital do Fundão, desenvolve

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS ALBERGUES NOCTURNOS DO PORTO ESBOÇO DE ENQUADRAMENTO TÉCNICO

ASSOCIAÇÃO DOS ALBERGUES NOCTURNOS DO PORTO ESBOÇO DE ENQUADRAMENTO TÉCNICO ASSOCIAÇÃO DOS ALBERGUES NOCTURNOS DO PORTO ESBOÇO DE ENQUADRAMENTO TÉCNICO CENTRO DE ALOJAMENTO DE LONGA DURAÇÃO 1 Introdução A experiência da AANP, decorrente quer da intervenção e acompanhamento diários

Leia mais

CARTILHA. Um dia de cada vez

CARTILHA. Um dia de cada vez CARTILHA Um dia de cada vez ÍNDICE APADEQ ESTRUTURA TRATAMENTO EM VILA ESPERANÇA SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA TERAPÊUTICA AMBULATORIAL PÚBLICO TIPOS DE ASSISTÊNCIA SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA TERAPÊUTICA RESIDENCIAL

Leia mais

Código: CHCB.PI.FMED.01 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas:1 de 10. 1. Objectivo. 2. Aplicação

Código: CHCB.PI.FMED.01 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas:1 de 10. 1. Objectivo. 2. Aplicação Código: CHCB.PI.FMED.01 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas:1 de 10 1. Objectivo Este procedimento tem como objectivo definir os procedimentos adoptados para o Serviço de Medicina do. 2. Aplicação Este procedimento

Leia mais

Encontro de Empresas Mesa redonda: Programa de Assistência ao Empregado: para onde encaminhar. Ambulatório

Encontro de Empresas Mesa redonda: Programa de Assistência ao Empregado: para onde encaminhar. Ambulatório XXI Congresso Brasileiro da ABEAD Do Uso à Dependência: a integração das políticas públicas com a clínica 08 a 11 de setembro de 2011 - Recife/PE Encontro de Empresas Mesa redonda: Programa de Assistência

Leia mais

Regulamento das Consultas Externas. Índice

Regulamento das Consultas Externas. Índice Índice CAPÍTULO I...4 DISPOSIÇÕES GERAIS...4 ARTIGO 1º...4 (Noção de Consulta Externa)...4 ARTIGO 2º...4 (Tipos de Consultas Externas)...4 ARTIGO 3º...4 (Objectivos do Serviço de Consulta Externa)...4

Leia mais

Código: CHCB.PI.HF.02 Edição: 1 Revisão: 1 Páginas:1 de 17. 1. Objectivo

Código: CHCB.PI.HF.02 Edição: 1 Revisão: 1 Páginas:1 de 17. 1. Objectivo Código: CHCB.PI.HF.02 Edição: 1 Revisão: 1 Páginas:1 de 17 1. Objectivo Caracterizar o da Unidade de Consulta Externa do e definir os seus procedimentos. 2. Aplicação Centro Hospitalar da Cova da Beira.

Leia mais

Contratualização em Cuidados Continuados

Contratualização em Cuidados Continuados Um Outro Olhar sobre o Hospital Contratualização em Cuidados Continuados João Amado Santa Casa da Misericórdia de Portimão RNCCI o início O Decreto-Lei nº 101/2006 criou a Rede Nacional de Cuidados Continuados

Leia mais

Ação Integrada Centro Legal Nova Luz (Cracolândia) Cidade de Sao Paulo. Luca Santoro Gomes Cooordenadoria de Atencao as Drogas Secretaria Municipal

Ação Integrada Centro Legal Nova Luz (Cracolândia) Cidade de Sao Paulo. Luca Santoro Gomes Cooordenadoria de Atencao as Drogas Secretaria Municipal II JORNADA REGIONAL SOBRE DROGAS ABEAD/MPPE Recife, 9&10 Setembro Ação Integrada Centro Legal Nova Luz (Cracolândia) Cidade de Sao Paulo. Luca Santoro Gomes Cooordenadoria de Atencao as Drogas Secretaria

Leia mais

Direitos da Entidade Organizadora/Promotora

Direitos da Entidade Organizadora/Promotora OBJECTIVOS GERAIS 1 Criação em todas as suas componentes estruturais, de um espaço físico com vista à realização de actividades de lazer e em contacto directo com a natureza, nomeadamente: a) Campos de

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DE CAMPOS DE FÉRIAS. Nota Justificativa

REGULAMENTO INTERNO DE CAMPOS DE FÉRIAS. Nota Justificativa REGULAMENTO INTERNO DE CAMPOS DE FÉRIAS Nota Justificativa A organização de campos de férias destinados a crianças e jovens é uma das actividades centrais da política do município da Moita na área da juventude

Leia mais

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às Câmara Municipal da Departamento de Educação e Desenvolvimento Sociocultural Divisão de Intervenção Social Plano Municipal contra a Violência Rede Integrada de Intervenção para a Violência na Outubro de

Leia mais

Plano de Acção. Rede Social 2011/2012

Plano de Acção. Rede Social 2011/2012 Plano de Acção - Rede Social Plano de Acção Rede Social Conselho Local da Acção Social de Figueira de Castelo Plano de Acção Rede Social Acções a desenvolver Objectivos Resultados esperados Calendarização

Leia mais

PROCEDIMENTO DE GESTÃO

PROCEDIMENTO DE GESTÃO Página: 1 de 7 ÍNDICE 1. OBJECTIVO 2 2. CAMPO DE APLICAÇÃO 2 3. DEFINIÇÕES 2 4. REFERÊNCIAS 2 5. RESPONSABILIDADES E MODOS DE PROCEDER 2 5.1. Cuidados em Situação de Emergência 2 5.2. Cuidados de Saúde

Leia mais

Experiência com o tratamento de Dependentes Químicos

Experiência com o tratamento de Dependentes Químicos Experiência com o tratamento de Dependentes Químicos INSTITUTO BAIRRAL DE PSIQUIATRIA Dr. Marcelo Ortiz de Souza Dependência Química no Brasil (CEBRID, 2005) População Geral: 2,9% já fizeram uso de cocaína

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: SÃO CARLOS Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação:

Leia mais

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: Enfermagem em Atenção à Saúde Mental Código: ENF- 210 Pré-requisito: ENF

Leia mais

CENTRO DE AMBULATÓRIO PEDIÁTRICO

CENTRO DE AMBULATÓRIO PEDIÁTRICO PROJECTO CENTRO DE AMBULATÓRIO PEDIÁTRICO do Hospital de Santa Maria CENTRO DE AMBULATÓRIO PEDIÁTRICO MARIA RAPOSA Todos os anos, um número crescente de crianças, dos 0 aos 18 anos de idade, são assistidas

Leia mais

1.as Jornadas da Qualidade Centro Hospitalar da Cova da Beira

1.as Jornadas da Qualidade Centro Hospitalar da Cova da Beira 1.as Jornadas da Qualidade Centro Hospitalar da Cova da Beira Os Sistemas de Gestão por Processos Certificação ISO ( e outras) 13 de Novembro de 2009 pág. 1 Fontes de referência: do sistema e processos

Leia mais

Dia Mundial da Saúde Mental - 10 de Outubro

Dia Mundial da Saúde Mental - 10 de Outubro Não Há Saúde Sem Saúde Mental Dia Mundial da Saúde Mental - 10 de Outubro 1 a 17 de Outubro de 2010 Exposição promovida pelo Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental O QUE É A SAÚDE MENTAL? É sentir-nos

Leia mais

Colaborar com as várias estruturas da escola nas tarefas inerentes ao cargo.

Colaborar com as várias estruturas da escola nas tarefas inerentes ao cargo. Atualizar e divulgar a composição da equipa. Divulgar as atividades. Atualizar e divulgar diversos materiais. ano lectivo Informação/divulgação dos serviços especializados na página da escola /EE Representar

Leia mais

SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO e cultura. Centro de Apoio Psicopedagógico. gico do Funchal

SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO e cultura. Centro de Apoio Psicopedagógico. gico do Funchal SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO e cultura DIRECÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL E REABILITAÇÃO Centro de Apoio Psicopedagógico gico do Funchal Intervenção precoce Medida de apoio integrado, centrado na

Leia mais

AS TIC E A SAÚDE NO PORTUGAL DE HOJE

AS TIC E A SAÚDE NO PORTUGAL DE HOJE AS TIC E A SAÚDE NO PORTUGAL DE HOJE 18 MARÇO 2015 Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa PATROCINDADORES Apoio Patrocinadores Globais APDSI APDSI Conferência As TIC e a Saúde no Portugal de Hoje SESSÃO

Leia mais

Assistência Médica e Saúde

Assistência Médica e Saúde Assistência Médica e Saúde O Governo da RAEM define e prossegue as linhas de acção governativa de Tratamento seguro e adequado com prioridade para a prevenção em correspondência à directriz de elevar a

Leia mais

Lean Healthcare no Serviço de Urgência Geral Centro Hospitalar Cova da Beira (Portugal)

Lean Healthcare no Serviço de Urgência Geral Centro Hospitalar Cova da Beira (Portugal) Lean management nelle aziende sanitarie Lean Healthcare no Serviço de Urgência Geral Centro Hospitalar Cova da Beira (Portugal) Bruno Vaz Silva Anabela Almeida Miguel Castelo Branco Page 1 INTRODUÇÃO Objectivo

Leia mais

O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)?

O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)? O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)? São unidades especializadas de apoio educativo multidisciplinares que asseguram o acompanhamento do aluno, individualmente ou em grupo, ao longo

Leia mais

CENTRO DE OSTEOPATIA MAÇÃS PLACE

CENTRO DE OSTEOPATIA MAÇÃS PLACE CENTRO DE OSTEOPATIA MAÇÃS PLACE Quem somos A nossa equipa apresenta um atendimento personalizado ao nível da Osteopatia através de uma abordagem multidisciplinar de qualidade, avaliação, diagnóstico e

Leia mais

Hospital de Clínicas Gaspar Viana

Hospital de Clínicas Gaspar Viana Hospital de Clínicas Gaspar Viana Atendimento de Enfermagem na Clínica Psiquiátrica Enf. Sofia Vasconcelos Alves ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM OBJETIVO:Promover ações terapêuticas voltadas para identificar

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO CONCELHIO DE PREVENÇÃO DAS TOXICODEPENDÊNCIAS (PECPT)

PLANO ESTRATÉGICO CONCELHIO DE PREVENÇÃO DAS TOXICODEPENDÊNCIAS (PECPT) PLANO ESTRATÉGICO CONCELHIO DE PREVENÇÃO DAS TOXICODEPENDÊNCIAS (PECPT) Plano de Actividades 2009/10 Odivelas 1 ÍNDICE INTRODUÇÃO 1 1 IDENTIDADE E COMUNICAÇÃO 2 2 FUNCIONAMENTO DA REDE DE PARCERIA 4 2.2

Leia mais

Capítulo 50: centro de atenção psicossocial de álcool e drogas

Capítulo 50: centro de atenção psicossocial de álcool e drogas Capítulo 50: centro de atenção psicossocial de álcool e drogas Fernanda Marques Paz 1 Dependência Química: prevenção, tratamento e politicas públicas (Artmed; 2011; 528 páginas) é o novo livro de Ronaldo

Leia mais

Portfolio FORMAÇÃO CONTÍNUA

Portfolio FORMAÇÃO CONTÍNUA Portfolio FORMAÇÃO CONTÍNUA Elaboramos soluções de formação customizadas de acordo com as necessidades específicas dos clientes. Os nossos clientes são as empresas, organizações e instituições que pretendem

Leia mais

Suplementar após s 10 anos de regulamentação

Suplementar após s 10 anos de regulamentação Atenção à Saúde Mental na Saúde Suplementar após s 10 anos de regulamentação Kátia Audi Congresso Brasileiro de Epidemiologia Porto Alegre, 2008 Mercado de planos e seguros de saúde: cenários pré e pós-regulamentap

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO

REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO CENTRO SOCIAL E CULTURAL DE S.PEDRO DE BAIRRO REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO RESPOSTA SOCIAL LAR DE INFÂNCIA E JUVENTUDE REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO LAR DE INFÂNCIA E JUVENTUDE CAPÍTULO

Leia mais

Código Deontológico. (Inserido no Estatuto da OE republicado como anexo pela Lei n.º 111/2009 de 16 de Setembro)

Código Deontológico. (Inserido no Estatuto da OE republicado como anexo pela Lei n.º 111/2009 de 16 de Setembro) Código Deontológico (Inserido no Estatuto da OE republicado como anexo pela Lei n.º 111/2009 de 16 de Setembro) SECÇÃO II Do código deontológico do enfermeiro Artigo 78.º Princípios gerais 1 - As intervenções

Leia mais

COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS DO SENADO FEDERAL. Brasília maio 2010

COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS DO SENADO FEDERAL. Brasília maio 2010 COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS DO SENADO FEDERAL Brasília maio 2010 Audiência Pública: o avanço e o risco do consumo de crack no Brasil Francisco Cordeiro Coordenação de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas

Leia mais

Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão

Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão Hospital Universitário Walter Cantídio Diretoria de Ensino e Pesquisa Serviço de Desenvolvimento de Recursos Humanos Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão HOSPITAL

Leia mais

O CHCB emprega mais de 1400 colaboradores;

O CHCB emprega mais de 1400 colaboradores; Inaugurado em 17 Janeiro de 2000, o CHCB foi construído segundo padrões de alta qualidade, sujeito às mais rigorosas exigências tecnológicas. É a maior e mais sofisticada Unidade de Saúde de toda a Região

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL (Capítulo X, artigo 38º, ponto 4, portaria 60/2012 de 29 de Maio)

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL (Capítulo X, artigo 38º, ponto 4, portaria 60/2012 de 29 de Maio) PROGRAMA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL (Capítulo X, artigo 38º, ponto 4, portaria 60/2012 de 29 de Maio) PROGRAMA de EDUCAÇÃO ESPECIAL O presente documento destina-se a fazer cumprir o disposto no Decreto Legislativo

Leia mais

Proposta de Prestação de Serviços EXTERNOS

Proposta de Prestação de Serviços EXTERNOS PROTOCOLO ANEXO 1 Proposta de Prestação de Serviços EXTERNOS SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Para as empresas associadas da AIP - CCI Exmos. Senhores, Sabendo do papel proeminente que a Saúde e a Prevenção

Leia mais

ESTÁGIO DE INTEGRAÇÃO À VIDA PROFISSIONAL II 4.º ANO - ANO LECTIVO 2008/2009

ESTÁGIO DE INTEGRAÇÃO À VIDA PROFISSIONAL II 4.º ANO - ANO LECTIVO 2008/2009 1 INSTITUTO PIAGET Campus Universitário de Viseu ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE JEAN PIAGET/VISEU (Decreto n.º 33/2002, de 3 de Outubro) ESTÁGIO DE INTEGRAÇÃO À VIDA PROFISSIONAL II (SERVIÇOS HOSPITALARES) 4.º

Leia mais

A psicologia tem uma dimensão prática que se integra em vários contextos e instituições sociais: escolas, hospitais, empresas, tribunais, associações

A psicologia tem uma dimensão prática que se integra em vários contextos e instituições sociais: escolas, hospitais, empresas, tribunais, associações PSICOLOGIA APLICADA A psicologia tem uma dimensão prática que se integra em vários contextos e instituições sociais: escolas, hospitais, empresas, tribunais, associações Os níveis de intervenção vão desde

Leia mais

Regulamento Cursos de Pós Graduação

Regulamento Cursos de Pós Graduação A Associação Amigos da Grande Idade (AAGI) é uma entidade de direito privado, sem fim lucrativos, tendo por isso capacidade para desenvolver em colaboração com o Instituto Superior de Línguas e Administração

Leia mais

Regulamento de Horário de Funcionamento e de Atendimento e Horário de Trabalho da Secretaria-Geral da Presidência da República

Regulamento de Horário de Funcionamento e de Atendimento e Horário de Trabalho da Secretaria-Geral da Presidência da República Regulamento de Horário de Funcionamento e de Atendimento e Horário de Trabalho da Secretaria-Geral da Presidência da República Considerando a necessidade de proporcionar aos Serviços da Secretaria-Geral,

Leia mais

1. CADASTRO 2. AGENDAMENTOS:

1. CADASTRO 2. AGENDAMENTOS: 1. CADASTRO Para atuar no Hospital São Luiz, todo médico tem de estar regularmente cadastrado. No momento da efetivação, o médico deve ser apresentado por um membro do corpo clínico, munido da seguinte

Leia mais

MINISTÉRIOS DA DEFESA NACIONAL E DA SAÚDE

MINISTÉRIOS DA DEFESA NACIONAL E DA SAÚDE MINISTÉRIOS DA DEFESA NACIONAL E DA SAÚDE Despacho conjunto n.º 867/2001. O Decreto-Lei n.º 50/2000, de 7 de Abril, cria a rede nacional de apoio aos militares e ex-militares portugueses portadores de

Leia mais

Estágio Curricular Supervisionado

Estágio Curricular Supervisionado Estágio Curricular Supervisionado CURSO DE ENFERMAGEM O curso de bacharelado em Enfermagem do IPTAN apresenta duas disciplinas em seu plano curricular pleno relativas ao estágio: Estágio Supervisionado

Leia mais

ESCOLA DE VERÃO REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO

ESCOLA DE VERÃO REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO ESCOLA DE VERÃO REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO 1) Objectivos a) A Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra (ESTeSC) realiza a 1ª Edição da Escola de Verão com uma semana de ocupação para jovens

Leia mais

O PAPEL DA ENFERMAGEM NA REABILITAÇÃO CARDIACA RAQUEL BOLAS

O PAPEL DA ENFERMAGEM NA REABILITAÇÃO CARDIACA RAQUEL BOLAS O PAPEL DA ENFERMAGEM NA REABILITAÇÃO CARDIACA RAQUEL BOLAS Ericeira, 11 de Fevereiro 2011 DEFINIÇÃO De acordo com a OMS (2003), a Reabilitação Cardíaca é um conjunto De acordo com a OMS (2003), a Reabilitação

Leia mais

PLANO DE SAÚDE MENTAL PARA O CONCELHO DE BRAGA

PLANO DE SAÚDE MENTAL PARA O CONCELHO DE BRAGA PLANO DE SAÚDE MENTAL PARA O CONCELHO DE BRAGA Grupo Coordenador: Dr. Mário Freitas (Médico de Saúde Pública; UOSP/ Centro de Saúde de Braga) Dra. Joana Marques (Médica Int. Comp. Saúde Pública) Dra. Paula

Leia mais

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS NA LICENCIATURA EM PSICOLOGIA NA UNIVERSIDADE LUSÍADA DO PORTO

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS NA LICENCIATURA EM PSICOLOGIA NA UNIVERSIDADE LUSÍADA DO PORTO REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS NA LICENCIATURA EM PSICOLOGIA NA UNIVERSIDADE LUSÍADA DO PORTO 1. A Universidade Lusíada do Porto organiza, a partir do ano lectivo de 2006-2007, estágios de prática

Leia mais

IRMANDADE SANTA CASA DA MISERICÓRDIA PÓVOA DE SANTO ADRIÃO

IRMANDADE SANTA CASA DA MISERICÓRDIA PÓVOA DE SANTO ADRIÃO IRMANDADE DA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DA PÓVOA DE SANTO ADRIÃO Regulamento Interno para o Voluntariado REGULAMENTO INTERNO PARA O VOLUNTARIADO Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito de Aplicação

Leia mais

Outonos da Vida Associação para os Cuidados Paliativos e Dor Crónica do Médio Tejo APRESENTAÇÃO

Outonos da Vida Associação para os Cuidados Paliativos e Dor Crónica do Médio Tejo APRESENTAÇÃO Outonos da Vida Associação para os Cuidados Paliativos e Dor Crónica do Médio Tejo APRESENTAÇÃO OUTONOS DA VIDA Instituição sem fins lucrativos, candidata a IPSS da área da Saúde com interacção com a Segurança

Leia mais

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL CADERNOS DE MUSEOLOGIA Nº 28 2007 135 GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL INTRODUÇÃO Os Sistemas da Qualidade

Leia mais

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO SERRALVES EM FESTA 2012

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO SERRALVES EM FESTA 2012 PROGRAMA DE VOLUNTARIADO SERRALVES EM FESTA 2012 VOLUNTARIADO SERRALVES EM FESTA 2012 Preparado para mais um Serralves em Festa? É já nos dias 2 e 3 de Junho que se realiza mais uma edição do Serralves

Leia mais

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: ENFERMAGEM EM ATENÇÃO À SAÚDE MENTAL Código: ENF- 210 Pré-requisito: ENF

Leia mais

PARECER N.º 45/CITE/2011

PARECER N.º 45/CITE/2011 PARECER N.º 45/CITE/2011 Assunto: Parecer prévio à intenção de recusa de autorização de trabalho em regime de horário flexível a trabalhadora com responsabilidades familiares, nos termos do n.º 5 do artigo

Leia mais

Programa Educativo Individual

Programa Educativo Individual Programa Educativo Individual Ano Lectivo / Estabelecimento de Ensino: Agrupamento de Escolas: Nome: Data de Nascimento: Morada: Telefone: Nível de Educação ou Ensino: Pré-Escolar 1ºCEB 2º CEB 3ºCEB E.

Leia mais

ANEXO DA CARTA DE COMPROMISSO DO FORUM NACIONAL SOBRE ÁLCOOL E SAÚDE

ANEXO DA CARTA DE COMPROMISSO DO FORUM NACIONAL SOBRE ÁLCOOL E SAÚDE ANEXO DA CARTA DE COMPROMISSO DO FORUM NACIONAL SOBRE ÁLCOOL E SAÚDE Compromisso de Monitorização O Compromisso de Monitorização dos projectos pretende sistematizar orientações aos membros do Fórum, no

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DO PARANÁ

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DO PARANÁ PARECER Nº 2488/2015 ASSUNTO: CONVÊNIO DETERMINA FIM DE INTERNAÇÃO DE PACIENTE PSIQUIÁTRICO SEM CONDIÇÕES DE ALTA PARECERISTA: CONS. DR. MARCO ANTONIO S. M. RIBEIRO BESSA EMENTA: Prazo de Internação de

Leia mais

GESTÃO INTEGRADA DA SAÚDE TRF3

GESTÃO INTEGRADA DA SAÚDE TRF3 GESTÃO INTEGRADA DA SAÚDE TRF3 TRF-3 UMED- ligada à Presidência Divisão de Assistência Médica e Social (DAME) Divisão do Pró-social (DPRO) GESTÃO INTEGRADA 1. Área da saúde e benefícios com as outras áreas

Leia mais

5º Congresso Internacional dos Hospitais Serviço Nacional de Saúde. (Re)Conhecer as Mudanças

5º Congresso Internacional dos Hospitais Serviço Nacional de Saúde. (Re)Conhecer as Mudanças 5º Congresso Internacional dos Hospitais Serviço Nacional de Saúde. (Re)Conhecer as Mudanças Refletir sobre as resposta de saúde e a inclusão da família Relembrar os objetivos das famílias Questionar as

Leia mais

Câmara Municipal de Estarreja PREÂMBULO

Câmara Municipal de Estarreja PREÂMBULO PREÂMBULO O projecto Estarreja COMpartilha surge da necessidade que se tem verificado, na sociedade actual, da falta de actividades e práticas de cidadania. Traduz-se numa relação solidária para com o

Leia mais

Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST

Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST O QUE DIZ A LEI OBSERVAÇÕES Todos os trabalhadores têm direito à prestação de trabalho em condições de segurança, higiene e saúde, competindo ao empregador assegurar

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa

Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa Assunto: Planeamento da Alta do Doente com AVC Intervenção dos Assistentes Sociais Nº: 7/DSPCS DATA: 28/04/04 Para: Contacto na DGS: Assistentes

Leia mais

Projeto de Voluntariado para a Cooperação: MUITO MAIS MUNDO. Plano de acção para o Município de Santa Cruz, Santiago, Cabo Verde.

Projeto de Voluntariado para a Cooperação: MUITO MAIS MUNDO. Plano de acção para o Município de Santa Cruz, Santiago, Cabo Verde. Projeto de Voluntariado para a Cooperação: MUITO MAIS MUNDO Plano de acção para o Município de Santa Cruz, Santiago, Cabo Verde Versão concisa Coordenadores: Dr. José Mendes Alves, Câmara Municipal de

Leia mais

Direcção-Geral da Solidariedade e Segurança Social

Direcção-Geral da Solidariedade e Segurança Social Direcção-Geral da Solidariedade e Segurança Social Janeiro/2004 INTRODUÇÃO A experiência da acção social no âmbito da intervenção e acompanhamento das famílias em situação de grande vulnerabilidade social,

Leia mais

Oficinas de tratamento. Redes sociais. Centros de Atenção Psicossocial Álcool e drogas

Oficinas de tratamento. Redes sociais. Centros de Atenção Psicossocial Álcool e drogas Oficinas de tratamento Redes sociais Centros de Atenção Psicossocial Álcool e drogas Irma Rossa Médica Residência em Medicina Interna- HNSC Médica Clínica- CAPS ad HNSC Mestre em Clínica Médica- UFRGS

Leia mais

Com carga horária de 480 horas o curso Enfermagem do Trabalho é desenvolvido em sistema modular, com 01 encontro por bimestre (total de encontros no

Com carga horária de 480 horas o curso Enfermagem do Trabalho é desenvolvido em sistema modular, com 01 encontro por bimestre (total de encontros no Com carga horária de 480 horas o curso Enfermagem do Trabalho é desenvolvido em sistema modular, com 01 encontro por bimestre (total de encontros no curso: 04) para avaliação nos diversos pólos, atividades

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL Das Atribuições dos Profissionais dos Recursos Humanos Atribuições comuns a todos os profissionais que integram a equipe: Conhecer a realidade das famílias pelas

Leia mais

Carta de Princípios de Coimbra

Carta de Princípios de Coimbra Carta de Princípios de Coimbra Ficou concluído em Novembro de 2008, durante o Congresso Nacional de Oncologia, um processo que se iniciou em Abril de 2006, numa reunião promovida em Coimbra sob o impulso

Leia mais

Regimento Interno Unidade de Apoio Especializado para a Educação de alunos com Multideficiência e Surdocegurira Congénita Ano Letivo 2011/2012

Regimento Interno Unidade de Apoio Especializado para a Educação de alunos com Multideficiência e Surdocegurira Congénita Ano Letivo 2011/2012 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE EIXO Escola Básica Integrada de Eixo Ano letivo 2011/2012 Regimento Interno Unidade de Apoio Especializado para a Educação de alunos com Multideficiência e Surdocegurira Congénita

Leia mais

ABUSO DO CONSUMO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS, UMA QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA. Senhor Presidente,

ABUSO DO CONSUMO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS, UMA QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA. Senhor Presidente, Discurso proferido pelo deputado GERALDO RESENDE (PMDB/MS), em sessão no dia 04/05/2011. ABUSO DO CONSUMO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS, UMA QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados,

Leia mais

Estratégia Integrada para as Pessoas Sem Abrigo em Lisboa. Apresentação à CML 11.4.2012 Vereadora Helena Roseta

Estratégia Integrada para as Pessoas Sem Abrigo em Lisboa. Apresentação à CML 11.4.2012 Vereadora Helena Roseta Estratégia Integrada para as Pessoas Sem Abrigo em Lisboa Apresentação à CML 11.4.2012 Vereadora Helena Roseta Estratégia Integrada para as Pessoas Sem Abrigo em Lisboa A Estratégia que se propõe para

Leia mais

MBA em Auditoria dos Serviços de Saúde Objetivo do curso:

MBA em Auditoria dos Serviços de Saúde Objetivo do curso: Com carga horária de 420 horas o curso de MBA em Auditoria dos Serviços de Saúde é desenvolvido em sistema modular, com 01 encontro por bimestre (total de encontros no curso: 04) para avaliação nos diversos

Leia mais

REGULAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO JOVEM

REGULAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO JOVEM REGULAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO JOVEM APROVADO POR MAIORIA EM ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DE 20 DE NOVEMBRO DE 2010 Proposta

Leia mais

PROGRAMA TERAPÊUTICO

PROGRAMA TERAPÊUTICO CENTRO DE RECUPERAÇÃO CAMINHO DA VIDA MARECHAL CÂNDIDO RONDON PARANÁ CNPJ: 03.507.934/0001-02 CEP. 85960-000 MARECHAL CÂNDIDO RONDON PR. VILA CURVADO PROGRAMA TERAPÊUTICO 1. INTRODUÇÃO O Programa Terapêutico

Leia mais

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO FUNDÃO Publicação II SÉRIE N.º 98 20 de Maio de 2010 Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão Preâmbulo A Lei de Bases do Sistema Educativo

Leia mais

O CUIDADO QUE EU PRECISO

O CUIDADO QUE EU PRECISO O CUIDADO QUE EU PRECISO GOVERNO FEDERAL GOVERNO ESTADUAL GOVERNO MUNICIPAL MOVIMENTOS SOCIAIS MEIOS DE COMUNICAÇÃO O CUIDADO QUE EU PRECISO Serviço Hospitalar de Referência AD CAPS AD III Pronto Atendimento

Leia mais

para promover a Equidade, Efectividade e Eficiência

para promover a Equidade, Efectividade e Eficiência Beja,22 e 23 de Outubro 2009 Doença Crónica na Criança reorganizar para promover a Equidade, Efectividade e Eficiência - Experiência do Centro de Desenvolvimento Torrado da Silva - Mª José Fonseca Doença

Leia mais

Universidade Nova de Lisboa ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA

Universidade Nova de Lisboa ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA REGULAMENTO O Regulamento do Curso de Especialização em Medicina do Trabalho (CEMT) visa enquadrar, do ponto de vista normativo, o desenvolvimento das actividades inerentes ao funcionamento do curso, tendo

Leia mais

Universidade da Beira Interior. Faculdade de Ciências da Saúde. Abordagem do Tabagismo num Hospital Português. Estudo Piloto

Universidade da Beira Interior. Faculdade de Ciências da Saúde. Abordagem do Tabagismo num Hospital Português. Estudo Piloto Universidade da Beira Interior Faculdade de Ciências da Saúde Abordagem do Tabagismo num Hospital Português Estudo Piloto Dissertação realizada para a obtenção do Grau de Mestre em Medicina Joana Sofia

Leia mais

Procedimento de Gestão PG 01 Gestão do SGQ

Procedimento de Gestão PG 01 Gestão do SGQ Índice 1.0. Objectivo. 2 2.0. Campo de aplicação... 2 3.0. Referências e definições....... 2 4.0. Responsabilidades... 3 5.0. Procedimento... 4 5.1. Política da Qualidade 4 5.2. Processos de gestão do

Leia mais

ANEXO I (DO REGULAMENTO INTERNO DO COLÉGIO BOM JESUS) CRECHE ARTIGO PRIMEIRO. Destinatários

ANEXO I (DO REGULAMENTO INTERNO DO COLÉGIO BOM JESUS) CRECHE ARTIGO PRIMEIRO. Destinatários ANEXO I (DO REGULAMENTO INTERNO DO COLÉGIO BOM JESUS) CRECHE ARTIGO PRIMEIRO Destinatários A idade mínima para a frequência da Creche é de 3 meses de idade. ARTIGO QUARTO Áreas da Creche 1. A valência

Leia mais

Centro Comunitário Bairro Social de Paradinha

Centro Comunitário Bairro Social de Paradinha A Cáritas Diocesana de Viseu no Bairro Social de Paradinha A Cáritas continua com um trabalho de relevante interesse social no Bairro Social de Paradinha. No ano de 2008, a Cáritas continuou a desenvolver

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO 2010 O QUE É?

PLANO DE ACÇÃO 2010 O QUE É? O QUE É? O Plano de Acção é um documento anual que se desenha a partir das linhas de intervenção definidas no Plano de Desenvolvimento Social. Enquanto produto traduz-se num documento temporalmente finalizado

Leia mais

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO 1 A avaliação de desempenho é uma apreciação sistemática do desempenho dos trabalhadores nos respectivos cargos e áreas de actuação e do seu potencial de desenvolvimento (Chiavenato).

Leia mais

Autor - Marta Maria Gonçalves Rosa Co-Autor Maria Celeste Godinho

Autor - Marta Maria Gonçalves Rosa Co-Autor Maria Celeste Godinho Autor - Marta Maria Gonçalves Rosa Co-Autor Maria Celeste Godinho Coimbra, Setembro de 2011 Solicitação para colaboração na preparação da Unidade Curricular Intervenção em Cuidados Continuados II - 4º

Leia mais

Estágios de Cooperação Internacional BES/ AMI. 6ª Edição Ano 2011

Estágios de Cooperação Internacional BES/ AMI. 6ª Edição Ano 2011 Estágios de Cooperação Internacional BES/ AMI 6ª Edição Ano 2011 Março de 2011 Queres fazer parte desta Missão? Se queres chegar mais longe em experiência e vivência Pelo sexto ano consecutivo o BES realiza

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa

Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa Assunto: Para: Organização de Serviços de Segurança e Saúde do Trabalho/Saúde Ocupacional (SST/SO) nos Cuidados Primários de Saúde - ACES e Sede de ARS(s) Todos os serviços do Ministério da Saúde Nº: 05/DSPPS/DCVAE

Leia mais

PROJETO CRESCE CAMPO DE FÉRIAS PARA CRIANÇAS COM DOENÇA RENAL ORGANIZAÇÃO

PROJETO CRESCE CAMPO DE FÉRIAS PARA CRIANÇAS COM DOENÇA RENAL ORGANIZAÇÃO PROJETO CRESCE CAMPO DE FÉRIAS PARA CRIANÇAS COM DOENÇA RENAL 2015 ORGANIZAÇÃO O que é o PROJETO CRESCE O Projeto CRESCE, que será organizado pela APIR Associação Portuguesa de Insuficientes Renais pela

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO DE INTERVENÇÃO (PEI)

PLANO ESTRATÉGICO DE INTERVENÇÃO (PEI) PLANO ESTRATÉGICO DE INTERVENÇÃO (PEI) Setembro de 2009/ Dezembro de 2010 Índice Introdução.. 3 Etapas de intervenção... 4 Âmbito de intervenção.. 5 Objectivos estratégicos..... 5 Metas.. 5 Equipa....

Leia mais

CURSO DE TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE

CURSO DE TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE CURSO DE TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE Em Portugal estão a abrir um conjunto muito vasto de equipamentos de saúde, nomeadamente unidades de cuidados continuados. Para este tipo de estabelecimento são necessários

Leia mais