Expressão 1 conjunção Expressão 2. Ex.: Comprei um carro hoje, mas vou vendê-lo amanhã.

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1 Expressão 1 conjunção Expressão 2 Ex.: João e Maria foram à praia. S V C ADJ. ADV. conjun ção S V C ADJ. ADV. Ex.: Comprei um carro hoje, mas vou vendê-lo amanhã.

2 CONJUNÇÕES COORDENATIVAS Aditivas Estabelecem ideia de adição. As conjunções mais comuns são E, NEM, TAMPOUCO. Ex.: "... deixou a parede como estava e só respirou aliviado..." (Luis Fernando Verissimo). A conjunção E estabelece uma relação de soma, pois o sujeito pratica as duas ações (deixar e respirar). Ex.: "Não há justiça nem há religião" (Graciliano Ramos). A conjunção NEM - sinônima de TAMPOUCO - estabelece uma relação de adição - adição negativa -, pois, neste caso, ocorre a soma de elementos negados. Então, segundo o texto, não existem os dois elementos.

3 Adversativas Estabelecem uma relação de adversidade, contrariedade, oposição. A ideia de adversidade normalmente cria uma expectativa que não se concretiza. As conjunções mais comuns são: MAS, PORÉM, CONTUDO, TODAVIA, ENTRETANTO, NO ENTANTO, NÃO OBSTANTE. Ex.: Ela foi ao cinema, contudo não se divertiu. "Quis despedir; receei, porém, que o momento fosse impróprio..." (Graciliano Ramos). -> Observe que as conjunções CONTUDO e PORÉM introduzem uma oposição à expectativa criada na oração anterior.

4 OBS: É também aconselhável perceber as ideias que passam as orações, pois pode haver situações nas quais as conjunções introduzam ideias inesperadas. Ex.: Ela não estudou e passou. -> Observe que a conjunção E, que normalmente é aditiva, aqui introduz uma ideia que estabelece uma relação de contrariedade, afinal foi criada uma expectativa na primeira oração (que ela não passe, pois ela não estudou) não confirmada na segunda. Obs.: Ele não só estuda, mas também trabalha. No exemplo acima ocorre algo parecido, MAS TAMBÉM estabelece uma relação de soma, afinal o sujeito (ele) estuda e trabalha (faz as duas ações).

5 Alternativas Introduzem uma ideia de opção, alternância. As conjunções mais comuns são OU...OU, ORA...ORA, QUER...QUER, SEJA...SEJA. Ex.: "Ou paga ou eu mando sangrá-lo devagarinho" (Graciliano Ramos). -> Observe que a conjunção OU estabelece uma opção, escolha. Se a pessoa pagar, o outro não mandará sangrá-lo; caso não pague, o outro mandará sangrá-lo. Ex.:Ora estudo ora trabalho. -» Observe que, nesta frase, o sujeito EU possui duas atividades: estudar e trabalhar. Contudo é interessante perceber que os fatos não acontecem simultaneamente, ou seja, eles se alternam.

6 Conclusivas Introduzem uma ideia de conclusão, dedução. As conjunções mais comuns são LOGO, PORTANTO, ENTÃO, POR CONSEGUINTE. Ex.: "Penso, logo existo" (Descartes). -> Observe que, nesta frase, a conjunção LOGO introduz uma ideia de conclusão, pois o que está dito nesta frase é uma dedução. Ex.: Estudei muito, portanto vou passar no concurso. -> Observe que a conjunção PORTANTO introduz uma dedução, algo que só estará comprovado quando da publicação da lista dos aprovados.

7 Explicativas Introduzem uma ideia de EXPLICAÇÃO relacionada normalmente a uma ordem, advertência, sugestão ou solicitação. Assim, para que haja uma oração explicativa, há a necessidade quase sempre de um verbo no imperativo. As conjunções mais comuns são: QUE, PORQUE, POIS, JÁ QUE, VISTO QUE, UMA VEZ QUE, DADO QUE, PORQUANTO, COMO. Ex: Corra, que a polícia vem aí. -> Observe que a conjunção QUE inicia uma explicação para a ordem indicada na oração anterior. Ex: Tenho a certeza de que aquela criança chorou, porque seus olhos estavam muito vermelhos.

8 -> A conjunção PORQUE justifica um ato linguístico anterior, ou seja, a oração anterior. Obs.: É muito comum haver a confusão entre as conjunções coordenativas explicativas e as conjunções subordinativas adverbiais causais. Em resumo, ocorre confusão entre os conceitos de explicação e causa. Na explicação, não pode haver relação de causa-efeito. Só é admissível uma conjunção ser explicativa, mesmo sem verbo no imperativo, se o fato por ela introduzido não gerar um efeito.

9 Ex: Choveu, porque as ruas estão alagadas. -> Não se pode analisar o "porque" como causal, porquanto haveria a indicação de que "as ruas estarem alagadas" seria causa e "chover", consequência. Esta interpretação não faz sentido. Cabe aí apenas a ideia de explicação.

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