9. Anexo Demonstrações Financeiras Anexo - Demonstrações Financeiras 2017

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1 9. Anexo Demonstrações Financeiras Anexo - Demonstrações Financeiras

2 Balanço

3 Demonstração de Resultados

4 Demonstração de Resultados por Resposta Social Exercicio 2017 Creche Jardim Catl GASTOS Custo das mercadorias vendidas e das materias cons. Mercadorias Matérias , , , , , ,89 Fornecimentos e serviços externos , , ,59 Gastos c/ pessoal Remunerações , , ,56 Encargos sociais , , ,60 Outros 2.961, , , , , ,04 Outros gastos e perdas 1.121, ,87 985, , ,87 985,90 (A) , , ,42 Gastos de depreciação e de amortização 1.781, , , , , ,40 (c) , , ,82 Gastos e perdas de financiamento Juros suportados 129,05 148,61 113,41 Outros 129,05 148,61 113,41 (E) , , ,23 Imposto s/ o rendimento do exercicio 0,00 (F) , , ,23 Resultado liquido do exercicio (12.051,06) (19.335,76) (16.179,63) , , ,60 RENDIMENTOS Prestação de Serviços Mensalidades e inscrições , , ,82 Outras comparticipações 7.660, , , , , ,25 Subsidios a exploração ISS, IP - Centros distritais , , ,63 Outros 9.334, , , , , , , , ,56 Outros rendimentos e ganhos 3.385, , , , , ,04 (B) , , ,60 Juros e rendimentos similares obtidos 0,00 0,00 0,00 (D) , , ,60 Resultado antes de depreciações, gastos de financiamento e impostos: (B)-(A) = (10.140,12) (17.135,28) (14.500,82) Resultado Operacional (antes de gastos de financiamento e impostos): (B)-(C) = (11.922,01) (19.187,15) (16.066,22) Resultados antes de impostos:(d)-(e)= (12.051,06) (19.335,76) (16.179,63) Resulatdo liquido do exercicio:(d)-(f)= (12.051,06) (19.335,76) (16.179,63)

5 Demonstração dos fluxos caixa

6 Anexo 1 O Centro de Infância Arte e Qualidade é uma instituição sem fins lucrativos, constituída sob a forma de associação. Registada no livro das associações de solidariedade social da segurança social em 29/01/1981, com o nº 4/81, com sede em Campus universitário de Santiago, Aveiro. 2 Em 2017 as Demonstrações Financeiras foram elaboradas no pressuposto da continuidade das operações a partir dos livros e registos contabilísticos da Entidade e de acordo com a Norma Contabilística e de Relato Financeiro para as Entidades do Sector Não Lucrativo (NCRF-ESNL) aprovado pelo Decreto-Lei n.º 36-A/2011 de 9 de março. No Anexo II do referido Decreto, refere que o Sistema de Normalização Contabilística para Entidades do Sector Não Lucrativos é composto por: Bases para a Apresentação das Demonstrações Financeiras (BADF); Modelos de Demonstrações Financeiras (MDF) Portaria n.º 105/2011 de 14 de março; Código de Contas (CC) Portaria n.º 106/2011 de 14 de março; NCRF-ESNL Aviso n.º 6726-B/2011 de 14 de março; e Normas Interpretativas (NI). A adoção da NCRF-ESNL ocorreu pela primeira vez em 2012, pelo que à data da transição do referencial contabilístico anterior (Plano de Contas das Instituições Particulares de Solidariedade Social) para este normativo é 1 de janeiro de 2011, conforme o estabelecido no 5 Adoção pela primeira vez da NCRF-ESNL. Assim, a Entidade preparou o Balanço de abertura de 1 de janeiro de 2012 aplicando as disposições previstas na NCRF-ESNL. As Demonstrações Financeiras de 2011 que foram preparadas e aprovadas, de acordo com o referencial contabilístico em vigor naquela altura, foram alteradas de modo a que haja comparabilidade com as Demonstrações Financeiras de

7 3. Políticas contabilísticas, alterações nas estimativas contabilísticas e erros: Não se verificaram quaisquer efeitos resultantes de alteração voluntária em políticas contabilísticas As principais políticas contabilísticas aplicadas pela Entidade na elaboração das Demonstrações Financeiras foram as seguintes: Bases de Apresentação As Demonstrações Financeiras foram preparadas de acordo com as Bases de Apresentação das Demonstrações Financeiras (BADF): Continuidade: Com base na informação disponível e as expetativas futuras, a instituição continuará a operar no futuro previsível, assumindo que não há a intenção nem a necessidade de liquidar ou de reduzir consideravelmente o nível das suas operações. Para as entidades do setor não lucrativo, este pressuposto não corresponde a um conceito económico ou financeiro, mas sim à manutenção da atividade de prestação de serviços ou à capacidade de cumprir os seus fins. Regime do Acréscimo (periodização económica): Os efeitos das transações e de outros acontecimentos são reconhecidos quando eles ocorram (satisfeitas as definições e os critérios de reconhecimento de acordo com a estrutura concetual, independentemente do momento do pagamento ou do recebimento) sendo registados contabilisticamente e relatados nas demonstrações financeiras dos períodos a que respeitam. As diferenças entre os montantes recebidos e pagos, correspondentes rendimentos e gastos, são registados respetivamente nas contas devedores e credores por acréscimos e diferimentos. Consistência de Apresentação: As demonstrações financeiras são consistentes de um período para o outro, quer a nível da apresentação quer dos movimentos que lhes dão origem, exceto quando ocorrem alterações

8 significativas na natureza que, nesse caso, são devidamente justificadas no anexo. Desta forma é proporcionada informação fiável e mais relevante. Materialidade e Agregação: A relevância da informação é afetada pela sua natureza e materialidade. A materialidade depende da quantificação da omissão ou do erro. A Informação é material se a sua omissão ou inexatidão influenciarem as decisões económicas tomadas com base nas demonstrações financeiras influenciadas, Itens que não são materialmente relevantes para justificar a sua apresentação separada nas demonstrações financeiras podem ser materialmente relevantes para serem discriminados nas notas deste anexo. Informação Comparativa A informação comparativa deve ser divulgada, nas demonstrações financeiras, com respeito ao período anterior. Respeitando o princípio da continuidade e as políticas contabilísticas de forma consistente ao longo do tempo. 4- Ativos Fixos Tangíveis Os Ativos Fixos Tangíveis encontram-se registados ao custo de aquisição, deduzido das depreciações. O custo de aquisição inicialmente registado, inclui o custo de compra, quaisquer custos diretamente atribuíveis às atividades necessárias para colocar os ativos na localização e condição necessárias para operarem da forma pretendida. As depreciações são calculadas, assim que os bens estão em condições de serem utilizados, pelo método da linha reta em conformidade com o período de vida útil estimado para cada grupo de bens. As taxas de depreciação utilizadas correspondem aos períodos de vida útil estabelecidos no decreto regulamentar nº 25/ Políticas de Reconhecimento e Mensuração As despesas subsequentes que o CIAQ tenha com manutenção e reparação dos ativos são registadas como gastos no período em que são incorridos

9 4.2 A tabela seguinte apresenta os movimentos ocorridos nas rubricas de ativos fixos tangíveis constantes do balanço e as respetivas depreciações. Rúbricas Imobilizações em curso Imobilizações corpóreas Activo Bruto Saldo Inicial 0, ,57 Reavaliações 0,00 0,00 Aumentos 0, ,98 Alienações 0,00 0,00 Transferências e abates 0,00 0,00 Saldo Final 0, ,55 Amortizações e Provisões Saldo Inicial 0, ,21 Reforços 0, ,16 Regularizações 0,00 0,00 Saldo Final 0, ,37 5- Ativos Intangíveis (Não aplicável) 6 - Custos empréstimos obtidos (Não aplicável) 7 - Inventários O inventário está registado pelo custo de aquisição e o CIAQ adota como método de custeio dos inventários FIFO (first in, first out). Em 31 de Dezembro de 2017 a rubrica inventário apresentava os seguintes valores: Rúbricas Existências iniciais Compras (+) Regularização de existências Existências finais CMVMC Mercadorias 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Matérias primas subs. e de consumo 2.584, ,82 0, , ,

10 8 - Rendimentos e Gastos: 8.1 Rédito Para os períodos 2017 e 2016 foram reconhecidos os seguintes réditos: Rendimentos Variação Valor % Valor % Absoluta % Prestação serviços Mensalidades e inscrições ,72 42,06% ,28 42,67% ,44 3,86% Outras comparticipações ,69 4,22% ,59 5,51% ,90-19,18% ,41 46,28% ,87 48,18% 6.314,54 1,23% 9 - Provisões (Não aplicável) 10 Subsídios e apoios das entidades públicas: Para os períodos 2017 e 2016 foram reconhecidos os seguintes subsídios: Rendimentos Variação Valor % Valor % Absoluta % Subsidios a exploração ISS, IP - Centros distritais ,91 52,66% ,36 49,55% ,55 12,01% Outros 1.602,68 0,14% ,18 1,50% ,50-89,97% ,59 52,81% ,54 51,04% ,05 9,01%

11 11 - Instrumentos Financeiros 11.1 Caixa e Depósitos Bancários A rubrica Caixa e depósitos bancários inclui caixa e depósitos bancários de curto prazo, apresentando-se os seus saldos em 31 de dezembro de 2017 e 2016, na tabela seguinte: Período Descrição 31/12/ /12/2016 Caixa 750,00 750,00 Depositos Ordem 5.048, ,21 Outros Depositos Bancarios 0,00 0,00 Total 5.798, , Clientes e outras contas a receber Os clientes e as outras contas a receber encontram-se registadas pelo seu custo. Estas rubricas são apresentadas no balanço como ativo corrente Fornecedores e outras contas a pagar As dívidas registadas em fornecedores e outras contas a pagar são contabilizadas pelo seu valor nominal. 12- Benefícios dos empregados: 12.1 Para os períodos 2017 e 2016 foram reconhecidos os seguintes gastos com pessoal: Gastos com pessoal Variação Valor % Valor % Absoluta % Remunerações ,18 82,57% ,39 82,83% ,79 4,23% Encargos s/ remunerações ,71 16,68% ,49 16,65% 6.874,22 4,75% Outros 6.737,79 0,74% 4.489,50 0,52% 2.248,29 50,08% ,68 100,00% ,38 100,00% ,30 4,55%

12 12.2 Número médio de pessoas ao serviço do centro O número médio de pessoas ao serviço do Centro, no exercício, foi de sessenta e dois empregados, com a seguinte distribuição: Funcionários por Categorias Total Educadores de Infância 11 Técnico de artes plásticas 1 Auxiliares de acção educativa 29 Auxiliares de serviços gerais 7 Cozinheira 2 Auxiliares de cozinha 1 Motorista ( 2 a tempo parcial) 3 Gestor 1 Encarregado de sector 1 Escriturário 2 Professoras Prestação serviços 4 Total Acontecimentos após data de Balanço Não são conhecidos à data quaisquer eventos subsequentes, com impacto significativo nas Demonstrações Financeiras de 31 de dezembro de Após o encerramento do período, e até à elaboração do presente anexo, não se registaram outros factos suscetíveis de modificar a situação revelada nas contas. As demonstrações financeiras para o período findo em 31 de dezembro de 2016 foram aprovadas pela assembleia geral no dia 31 de março de Agricultura (Não aplicável)

13 15- Divulgações exigidas por outros diplomas legais A Entidade não apresenta dívidas ao Estado em situação de mora, nos termos do Decreto-Lei 534/80, de 7 de novembro. Dando cumprimento ao estabelecido no Decreto-Lei 411/91, de 17 de outubro, informa-se que a situação da Entidade perante a Segurança Social se encontra regularizada, dentro dos prazos legalmente estipulados. 16- Outras Divulgações 16.1 Fundos Patrimoniais A tabela seguinte apresenta os movimentos nas rubricas de fundos patrimoniais. Rúbricas Saldo inicial Aumentos Diminuições Saldo Final Resultado Liquido , , , ,45 Resultados Transitados , , ,07 Outras variações nos fundos patrimoniais 0,00 Fundo social 5.578, ,41 Total , , , ,

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