IV Encontro de Formação OMV, Lisboa 2013

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "IV Encontro de Formação OMV, Lisboa 2013"

Transcrição

1 Ana Margarida Oliveira, DVM, MsC, Dip ECVD IV Encontro de Formação OMV, Lisboa 2013

2 Objectivosdo tratamento 1 Eliminar as infecções. 2 Identificar e corrigir factores predisponentes, causas primárias e factores perpetuantes.

3 Citologia auricular Em ambos os canais auditivos Escolha do tratamento adequado Monitorização da eficácia do tratamento

4 Tipos de limpeza auricular Uso de ceruminolítico ou solução de TrizEDTA Irrigação com dispositivo de borracha tipo pêra de irrigação Lavagem profunda sob anestesia

5 Limpeza com ceruminolítico Aplicar algumas gotas do produto dentro do ouvido Massajar durante um minuto Limpar com gaze ou algodão Cuidado com o uso de cotonetes Aplicar o tratamento alguns minutos depois da limpeza

6 Irrigação com Pêrade Borracha Procedimento na clínica Animal acordado ou sedado Não fazer pressão excessiva Usar soro fisiológico tépido Pode ser precedido por um ceruminolítico

7 Segundo passo tratamento Tratar de acordo com o microorganismo encontrado na citologia A maioria dos produtos são compostos por antifúngico, antibiótico e glucocorticóides Quantificar a quantidade de produto a aplicar (0,5-1ml)

8 Antibioterapia contra Staphylococcus Ácido fusídico Framicetina Polimixina B ototóxico Fluoroquinolonas Aminoglicosídeos Recomendado reservar as fluoroquinolonas e aminoglicosídeos para os Gram negativos.

9 Antimicóticos contra Malassezia Imprescindível o uso de medicação tópica Miconazole, clotrimazole, posaconazole e nistatina A medicação oral é pouco eficaz

10 Acompanhamentodo tratamento 1. Nova consulta após 7-15 dias 2. Novo exame otológico 3. Nova citologia auricular 4. Se necessário, modificar o tratamento

11 Otites por Pseudomonas: chaves para o sucesso Diagnóstico correcto: factores predisponentes, causas primárias, causas perpetuantes. Tratamento apropriado a cada caso clínico 11

12 Tratamento da otite por Pseudomonas Considerar maneio da dor Grau de limpeza adequado Tratar com antibioterapia tópica Existe otite média?

13 Avaliação da dor otálgica Elevação dorsal do pavilhão auditivo Leve pressão na cartilagem do tragus O correto maneio da dor melhora a qualidade de vida do animal e a colaboração do dono.

14 Outros sinais de dor otálgica Sinais agressividade Apatia Dor temporo-mandibular: dor ao abrir a boca Cefaleias? 14

15 Maneio sistémico da dor otálgica Presença de dor otálgica moderada ou acentuada Recomendado em casos de inflamação severa Prednisolona 1 mg/kg/sid durante 5-10 dias Alivia a dor e abre o canal auditivo

16 Limpeza profunda Permite a limpeza profunda do canal auditivo e irrigação do ouvido médio. Anestesia e entubação risco de pneumonia por aspiração. Usar algália e irrigar com soro fisiológico. Aspirar o conteúdo com uma seringa. Se possível, associada à videotoscopia.

17 Limpeza profunda Não fazer pressão excessiva. Contraindicado em caso de ouvidos excessivamente inflamados ou muito estenosados. Risco de síndrome vestibular, paralisia do nervo facial e síndrome de Horner. Maior risco no gato.

18 Antibioterapia tópica Flouroquinolonas: enrofloxacina, orbifloxacina e marbofloxacina Aminoglicosídeos: gentamicina, amicacina, neomicina e tobramicina Penicilinas de largo espectro: ticarcilina-ac.clavulânico Ceftazidima Polimixina B

19 Vantagens de antibioterapia local Maiores concentrações de antibiótico Pode atingir os mutantes resistentes Evita exposição da floral intestinal/corporal ao antibiótico previne resistências 19

20 Ototoxicidade Poucos estudos em cães e gatos Causa surdez ou alterações neurológicas Precaução com certos antibióticos e excipientes Em geral, os preparados otológicos são testados em animais com o tímpano integro

21 Ototoxicidade Ototoxidade: polimixina B, tobramicina, neomicina e ticarcilina-ac.clavulânico Potencialmente seguros: gentamicina, amicacina? Seguros: floroquinolonas, sulfadiazina de prata Ter em conta a preparação otológica (veículo)

22 Antibioterapia tópica Enrofloxacina: diluir 1:4 de enrofloxacina injectável a 2,5% em água para injectáveis ou Triz-EDTA. Sulfadiazina de prata 0,1%: diluir 1ml de sulfadizina de prata (Flamazine creme) em 9ml de água para injectáveis. Aplicar 0,5ml -1 ml diariamente em cada ouvido. Nutall, WCVD 2012

23 Antibioterapia sistémica Pode não alcançar concentração terapêutica dentro do canal auditivo Considerar tratamento sistémico em caso de otite média: 1-3meses Escolher antibiótico de acordo com o antibiograma

24 Outras chaves... Acompanhamentos: 7-10 dias Manter os ouvidos limpos Fazer sempre citologia auricular Duração do tratamento? 24

25 OBJECTIVOS Cura clínica Cura microbiológica: 2 citologias negativas Prevenir novas recidivas 25

26 Otitecrónicaourecorrente 1. Falha na identificação e correcção das causas primárias e factores predisponentes 2. Hiperplasia e estenose do canal auditivo 3. Calcificação do canal auditivo 4. Resistência aos antibióticos 5. Limpeza inadequada 6. Otite média

27 Indicações cirúrgicas Estenose severa e não responsiva ao tratamento médico Calcificação do canal auditivo Alterações crónicas da parede da bolha timpânica Dificuldades na aplicação do tratamento médico

28 Maneio cirúrgico Ablação total do canal auditivo com osteotomia da bolha timpânica Cirurgião experiente Prevenir o proprietário de possíveis complicações pós-cirurgicas NÃO está recomendado resecção lateral ou ablação da porção vertical

29 E no futuro? Hawkens et al, Vet Microbiol Dec 15;146(3-4): Topical treatment of Pseudomonas aeruginosa otitis of dogs with a bacteriophage mixture: a before/after clinical trial. 29

OTITE CRÔNICA. Margareth Balbi MV, MS

OTITE CRÔNICA. Margareth Balbi MV, MS Margareth Balbi MV, MS Pós Graduada em Dermatologia Veterinária Profa. Clínica Pequenos Animais Universidade Estácio de Sá RJ Responsável Serviço de Dermatologia CTI Veterinário ESTRUTURAS DO APARELHO

Leia mais

ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO 1 1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO Posatex, gotas auriculares, suspensão, para cães 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Substâncias ativas: Orbifloxacina

Leia mais

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Otite externa

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Otite externa PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Otite externa Fabrieli Tatiane Lusa 1 e Rodrigo Vieira do Amaral 2 1 Médica Veterinária, pós-graduanda em Clínica Médica e Cirúrgica de Pequenos

Leia mais

Otosporin hidrocortisona sulfato de neomicina sulfato de polimixina B. Forma farmacêutica e apresentação Suspensão otológica Embalagem contendo 10 ml

Otosporin hidrocortisona sulfato de neomicina sulfato de polimixina B. Forma farmacêutica e apresentação Suspensão otológica Embalagem contendo 10 ml Otosporin hidrocortisona sulfato de neomicina sulfato de polimixina B Forma farmacêutica e apresentação Suspensão otológica Embalagem contendo 10 ml USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 1 ANO. VIA OTOLÓGICA

Leia mais

Solução para Limpeza de Ouvido em Cães Prevenção de Otites em Animais

Solução para Limpeza de Ouvido em Cães Prevenção de Otites em Animais versão 2014 Solução para Limpeza de Ouvido em Cães Prevenção de Otites em Animais >>01 Índice 03........... Solução para Limpeza de Ouvido em Cães 03............................... A Orelha do Cão 04.................................

Leia mais

Otofoxin cloridrato de ciprofloxacino SOLUÇÃO OTOLÓGICA

Otofoxin cloridrato de ciprofloxacino SOLUÇÃO OTOLÓGICA Otofoxin cloridrato de ciprofloxacino SOLUÇÃO OTOLÓGICA USO ADULTO USO OTOLÓGICO Forma farmacêutica e apresentação Solução otológica: frasco contendo 10 ml com conta-gotas. Composição Cada (1 ml) contém

Leia mais

OTO-XILODASE. Apsen Farmacêutica S.A. Solução Otológica 100 UTR + 50 mg + 5 mg / 1 ml

OTO-XILODASE. Apsen Farmacêutica S.A. Solução Otológica 100 UTR + 50 mg + 5 mg / 1 ml OTO-XILODASE Apsen Farmacêutica S.A. Solução Otológica 100 UTR + 50 mg + 5 mg / 1 ml OTO-XILODASE cloridrato de lidocaína + sulfato de neomicina + hialuronidase APSEN FORMAS FARMACÊUTICAS Solução otológica

Leia mais

IV Encontro de Formação OMV Lisboa, 2013

IV Encontro de Formação OMV Lisboa, 2013 Ana Margarida Oliveira, MV, MsC, Dip ECVD IV Encontro de Formação OMV Lisboa, 2013 1 Dermatite por Malassezia no cão: etiologia; patogenia; apresentação clínica; diagnóstico; tratamento; prognóstico. 2

Leia mais

SUSCEPTIBILIDADE A ANTIMICROBIANOS DE BACTÉRIAS ISOLADAS EM CÃES COM OTITE EXTERNA

SUSCEPTIBILIDADE A ANTIMICROBIANOS DE BACTÉRIAS ISOLADAS EM CÃES COM OTITE EXTERNA ISBN 978-85-61091-05-7 VI EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 SUSCEPTIBILIDADE A ANTIMICROBIANOS DE BACTÉRIAS ISOLADAS EM CÃES COM OTITE EXTERNA Veruska

Leia mais

Um olhar rumo ao futuro da oftalmologia veterinária

Um olhar rumo ao futuro da oftalmologia veterinária Um olhar rumo ao futuro da oftalmologia veterinária Linha Oftálmica Labyes Primeira Linha Oftálmica com Sulfato de Condroitina Labyes foi o primeiro laboratório do mundo a desenvolver uma linha oftálmica

Leia mais

Ano VII Número 12 Janeiro de 2009 Periódicos Semestral OTITE EXTERNA

Ano VII Número 12 Janeiro de 2009 Periódicos Semestral OTITE EXTERNA OTITE EXTERNA LINZMEIER, Geise Lissiane ENDO, Rosilaine Mieko ge_linzmeier@hotmail.com Acadêmicas da Faculdade de Medicina Veterinária e zootecnia da FAMED LOT, Rômulo Francis Estangari e-mail: romulovet@yahoo.com.br

Leia mais

Otite externa Resumo de diretriz NHG M49 (primeira revisão, dezembro 2005)

Otite externa Resumo de diretriz NHG M49 (primeira revisão, dezembro 2005) Otite externa Resumo de diretriz NHG M49 (primeira revisão, dezembro 2005) Rooijackers-Lemmens E, Van Balen FAM, Opstelten W, Wiersma Tj traduzido do original em holandês por Luiz F.G. Comazzetto 2014

Leia mais

Manuela Cerqueira 23 de Maio de 2011

Manuela Cerqueira 23 de Maio de 2011 Manuela Cerqueira 23 de Maio de 2011 Higiene Animal Compreende todos os procedimentos e condutas que nos auxiliem a prevenir doenças e a manter a saúde e o bem-estar dos nossos animais. Higiene Animal

Leia mais

Evidências em Otorrinolaringologia. Índice Temático 2014

Evidências em Otorrinolaringologia. Índice Temático 2014 Evidências em Otorrinolaringologia Temático 2014 Temático OTOLOGIA 3 RINOLOGIA 4 BUCO-FARINGO-LARINGOLOGIA 5 MEDICINA DO SONO 6 CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO 7 MEDICINA GERAL 8 http://www.evidenciasemorl.com.br

Leia mais

ENDOFTALMITE uma complicação grave da cirurgia de catarata

ENDOFTALMITE uma complicação grave da cirurgia de catarata MANUELA BERNARDO ENDOFTALMITE uma complicação grave da cirurgia de catarata A perda de visão pode ser severa e irreversível Este trabalho foi elaborado seguindo as recomendações da ESCRS 2013 INCIDÊNCIA

Leia mais

Núcleo de Vigilância em Estabelecimentos de Saúde/Infec

Núcleo de Vigilância em Estabelecimentos de Saúde/Infec Secretaria Estadual de Saúde Centro Estadual de Vigilância em Saúde Divisão de Vigilância Sanitária Núcleo de Vigilância em Estabelecimentos de Saúde/Infec Serviço de Endoscopia Prevenção e Controle de

Leia mais

CAPÍTULO 7 : CUIDADOS COM O RECÉM-NASCIDO COM INFECÇÃO

CAPÍTULO 7 : CUIDADOS COM O RECÉM-NASCIDO COM INFECÇÃO CAPÍTULO 7 : CUIDADOS COM O RECÉM-NASCIDO COM INFECÇÃO As infecções bacterianas nos RN podem agravar-se muito rápido. Os profissionais que prestam cuidados aos RN com risco de infecção neonatal têm por

Leia mais

Otite média aguda em crianças Resumo de diretriz NHG M09 (segunda revisão, fevereiro 2013)

Otite média aguda em crianças Resumo de diretriz NHG M09 (segunda revisão, fevereiro 2013) Otite média aguda em crianças Resumo de diretriz NHG M09 (segunda revisão, fevereiro 2013) Damoiseaux RAMJ, Van Balen FAM, Leenheer WAM, Kolnaar BGM traduzido do original em holandês por Luiz F.G. Comazzetto

Leia mais

SECRETARIA ESTADUAL DA SAÚDE HOSPITAL INFANTIL JOANA DE GUSMÃO RESPONSÁVEL: DRA MARIA CRISTINA DE SOUZA NETO ALTERADA: 10/07/2013

SECRETARIA ESTADUAL DA SAÚDE HOSPITAL INFANTIL JOANA DE GUSMÃO RESPONSÁVEL: DRA MARIA CRISTINA DE SOUZA NETO ALTERADA: 10/07/2013 SECRETARIA ESTADUAL DA SAÚDE HOSPITAL INFANTIL JOANA DE GUSMÃO PROTOCOLO DE ATENDIMENTO ROTINA: NUMERO 02 2013 TÍTULO: OTITE MÉDIA AGUDA FLUXOGRAMA IMPLANTAÇÃO: SETOR: EMERGÊNCIA EXTERNA HIJG VERSÃO: 02

Leia mais

Forma farmacêutica e apresentação Suspensão otológica - Embalagem contendo 5 ml de suspensão acompanhado de conta-gotas.

Forma farmacêutica e apresentação Suspensão otológica - Embalagem contendo 5 ml de suspensão acompanhado de conta-gotas. Otociriax ciprofloxacino hidrocortisona Forma farmacêutica e apresentação Suspensão otológica - Embalagem contendo 5 ml de suspensão acompanhado de conta-gotas. USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 1 ANO.

Leia mais

OTOSYLASE. Geolab Indústria Farmacêutica S/A Solução Otológica 0,250mg/mL + 10.000UI/mL + 3,50mg/mL + 20mg/mL

OTOSYLASE. Geolab Indústria Farmacêutica S/A Solução Otológica 0,250mg/mL + 10.000UI/mL + 3,50mg/mL + 20mg/mL OTOSYLASE Geolab Indústria Farmacêutica S/A Solução Otológica 0,250mg/mL + 10.000UI/mL + 3,50mg/mL + 20mg/mL MODELO DE BULA PARA O PROFISSIONAL DA SAÚDE Esta bula é continuamente atualizada. Favor proceder

Leia mais

TERAPÊUTICA ANTIBIÓTICA EMPÍRICA DA FEBRE NEUTROPÉNICA

TERAPÊUTICA ANTIBIÓTICA EMPÍRICA DA FEBRE NEUTROPÉNICA TERAPÊUTICA ANTIBIÓTICA EMPÍRICA DA FEBRE NEUTROPÉNICA DEFINIÇÕES Febre neutropénica: T. auricular > 38ºC mantida durante 1 h, em doente com contagem absoluta de neutrófilos (CAN) < 500/mm 3, ou < 1000/mm

Leia mais

FARMACOLOGIA OCULAR. 2001/2002 Dra. Odete Almeida

FARMACOLOGIA OCULAR. 2001/2002 Dra. Odete Almeida FARMACOLOGIA OCULAR 2001/2002 Dra. Odete Almeida VIAS DE ADMINISTRAÇÃO FACTORES A CONSIDERAR! BIOFASE! BARREIRAS INTACTAS! FÓRMULA COMERCIAL! COMPORTAMENTO DO ANIMAL! COOPERAÇÃO PROPRIETÁRIO/ANIMAL VIAS

Leia mais

2. DEFINIÇÕES E CONCEITOS

2. DEFINIÇÕES E CONCEITOS NORMA Utilização de antisséticos Elaborado em: Abril 2014 Revisão: 2017 Aprovado em: 09.04.2014 1. INTRODUÇÃO Devido à incidência crescente de infeções nosocomiais e ao aparecimento de estirpes de bactérias

Leia mais

DIAGNÓSTICO CLÍNICO E LABORATORIAL DE OTITE EM CÃO: METODOLOGIA DE APRENDIZAGEM

DIAGNÓSTICO CLÍNICO E LABORATORIAL DE OTITE EM CÃO: METODOLOGIA DE APRENDIZAGEM DIAGNÓSTICO CLÍNICO E LABORATORIAL DE OTITE EM CÃO: METODOLOGIA DE APRENDIZAGEM COSTA 1, Jackeline de Sousa, BERTOLINO 1, Jessica Fernanda, ALVES 2, Luciano Marra, OLIVEIRA 3, Helton Freires, BRAGA 4,

Leia mais

INSTITUTO QUALITTAS DE PÓS GRADUAÇÃO EM MEDICINA VETERINÁRIA DERMATOLOGIA VETERINÁRIA DE ANIMAIS DE COMPANHIA ADRIANA RORIZ SILVA DE CASTRO

INSTITUTO QUALITTAS DE PÓS GRADUAÇÃO EM MEDICINA VETERINÁRIA DERMATOLOGIA VETERINÁRIA DE ANIMAIS DE COMPANHIA ADRIANA RORIZ SILVA DE CASTRO INSTITUTO QUALITTAS DE PÓS GRADUAÇÃO EM MEDICINA VETERINÁRIA DERMATOLOGIA VETERINÁRIA DE ANIMAIS DE COMPANHIA ADRIANA RORIZ SILVA DE CASTRO OTITE ALÉRGICA EM CÃES E GATOS FLORIANÓPOLIS 2012 1 ADRIANA RORIZ

Leia mais

-.BORDETELOSE CANINA "TOSSE DOS CANIS"

-.BORDETELOSE CANINA TOSSE DOS CANIS -.BORDETELOSE CANINA "TOSSE DOS CANIS" A bactéria Bordetella bronchiséptica é a causa primária da traqueobronquite infecciosa canina (tosse dos canis).embora a tosse dos canis seja a manifestação clínica

Leia mais

Otite Externa. Tania Sih

Otite Externa. Tania Sih Otite Externa Tania Sih Definição, freqüência e fatores predisponentes A Otite externa (OE) é uma afecção inflamatória e/ou infecciosa do canal ou conduto auditivo externo (CAE) e da região auricular.

Leia mais

vaginais ou por via oral.

vaginais ou por via oral. ÓLEO DE MELALEUCA em creme vaginal Ação cientificamente comprovada no tratamento da C. albicans: 90% de sucesso! Doutor, O objetivo desse Informe Científico é apresentar o creme vaginal com Óleo de Melaleuca

Leia mais

A pneumonia é uma doença inflamatória do pulmão que afecta os alvéolos pulmonares (sacos de ar) que são preenchidos por líquido resultante da

A pneumonia é uma doença inflamatória do pulmão que afecta os alvéolos pulmonares (sacos de ar) que são preenchidos por líquido resultante da 2 A pneumonia é uma doença inflamatória do pulmão que afecta os alvéolos pulmonares (sacos de ar) que são preenchidos por líquido resultante da inflamação, o que dificulta a realização das trocas gasosas.

Leia mais

ANTIBIÓTICOS EM SITUAÇÕES ESPECIAIS INFECÇÕES NO RN

ANTIBIÓTICOS EM SITUAÇÕES ESPECIAIS INFECÇÕES NO RN ANTIBIÓTICOS EM SITUAÇÕES ESPECIAIS INFECÇÕES NO RN MAGNÓLIA CARVALHO ANTIBIÓTICOS EM SITUAÇÕES ESPECIAIS ARTRITE CELULITE DIARRÉIA IMPETIGO ITU MENINGITE OTITE ONFALITE OSTEOMIELITE OFTALMIA PNEUMONIA

Leia mais

Bactérias Multirresistentes: Como eu controlo?

Bactérias Multirresistentes: Como eu controlo? 10 a Jornada de Controle de Infecção Hospitalar CCIH Hospital de Câncer de Barretos da Maternidade Sinhá Junqueira Ribeirão Preto, 29 e 30 de julho de 2005 Bactérias Multirresistentes: Como eu controlo?

Leia mais

DIAGNÓSTICO DE Malassezia sp EM OUVIDOS DE CÃES E SUA CORRELAÇÃO CLÍNICA

DIAGNÓSTICO DE Malassezia sp EM OUVIDOS DE CÃES E SUA CORRELAÇÃO CLÍNICA Revista Eletrônica Novo Enfoque, ano 2010, v. 09, n. 09, p. 48 55 DIAGNÓSTICO DE Malassezia sp EM OUVIDOS DE CÃES E SUA CORRELAÇÃO CLÍNICA BAPTISTA, T.C.C 1 ; REIS, C.R 2 ; TEIXEIRA, D.R 1 ; MOURA, M.

Leia mais

Otite Externa. Peggy E. Kelley e Alessandro Danesi

Otite Externa. Peggy E. Kelley e Alessandro Danesi Otite Externa Peggy E. Kelley e Alessandro Danesi Introdução Alessandro Danesi A otite externa constitui uma afecção das mais freqüentes nos consultórios pediátricos e otorrinolaringológicos, assim como

Leia mais

O Sentido da Audição Capítulo10 (pág. 186)

O Sentido da Audição Capítulo10 (pág. 186) O Sentido da Audição Capítulo10 (pág. 186) - Possibilita a percepção de sons diversos (fala, canto dos pássaros, barulho das ondas do mar, chacoalhar das folhas ao vento); - Os sons são transmitidos por

Leia mais

ZYPRED ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA

ZYPRED ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA ZYPRED ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA Suspensão oftálmica estéril de gatifloxacino (3 mg/ml) e acetato de prednisolona (10 mg/ml), contendo frasco plástico conta-gotas de 3 ml e 6 ml APRESENTAÇÕES

Leia mais

Guia Ourofino de limpeza dos ouvidos de cães e gatos. Seguindo estas dicas, você protege e ainda dá carinho ao seu amigo.

Guia Ourofino de limpeza dos ouvidos de cães e gatos. Seguindo estas dicas, você protege e ainda dá carinho ao seu amigo. Guia Ourofino de limpeza dos ouvidos de cães e gatos. Seguindo estas dicas, você protege e ainda dá carinho ao seu amigo. Manter limpos os ouvidos de cães e gatos, além de contribuir para sua saúde e bem-estar,

Leia mais

B BRAUN. Askina Calgitrol Ag. Curativo de Alginato e Prata para Feridas. SHARING EXPERTISE

B BRAUN. Askina Calgitrol Ag. Curativo de Alginato e Prata para Feridas. SHARING EXPERTISE Askina Calgitrol Ag Curativo de Alginato e Prata para Feridas. Askina Calgitrol Ag é um curativo desenvolvido pela tecnologia B. Braun que combina a alta capacidade de absorção do alginato de cálcio e

Leia mais

Grupo de Rastreio e Intervenção da Surdez Infantil GRISI Documento de Trabalho

Grupo de Rastreio e Intervenção da Surdez Infantil GRISI Documento de Trabalho Grupo de Rastreio e Intervenção da Surdez Infantil GRISI Documento de Trabalho PARTICIPANTES: Adelina Lopes Motta da Cruz Enfermeira Ana Sena Alvarenga Audiologista Eunice Soares - Pediatra Eusébio Gamez

Leia mais

DISTÚRBIOS DA ATM. Dra.SUSANA C. FOGAÇA Prof. Faculdade Medicina da Universidade de Passo Fundo

DISTÚRBIOS DA ATM. Dra.SUSANA C. FOGAÇA Prof. Faculdade Medicina da Universidade de Passo Fundo Dra.SUSANA C. FOGAÇA Prof. Faculdade Medicina da Universidade de Passo Fundo SINAIS E SINTOMAS 3 SINAIS CARDINAIS DA DTM: DOR OROFACIAL BARULHOS NA ATM RESTRIÇÃO FC. MANDIBULAR OUTROS SINTOMAS CEFALÉIA

Leia mais

Adriano de Lima Machado

Adriano de Lima Machado 1. Sinonímia: POP: M 15 Página 1 de 8 - Cultura ou secreção de orofaringe, cultura ou secreção de nasofaringe, secreção nasal, punção de seios maxilares, raspado de lesão da boca. - Secreção conjuntival,

Leia mais

Gripe Proteja-se! Faça Chuva ou faça Sol, vacine-se a partir de Outubro e até ao final do Inverno. Consulte o seu médico

Gripe Proteja-se! Faça Chuva ou faça Sol, vacine-se a partir de Outubro e até ao final do Inverno. Consulte o seu médico Gripe Proteja-se! Faça Chuva ou faça Sol, vacine-se a partir de Outubro e até ao final do Inverno. Consulte o seu médico Gripe Perguntas Frequentes Perguntas frequentes sobre a gripe sazonal O que é a

Leia mais

Antimicrobianos: onde estamos e para onde vamos?

Antimicrobianos: onde estamos e para onde vamos? Antimicrobianos: onde estamos e para onde vamos? Dra. Vanessa Schultz Médica Infectologista Especialização em Gestão de Risco Hospitalar Coordenadora do SCIH do Hospital Mãe de Deus Canoas Não possuo;

Leia mais

TOBREX. Solução Oftálmica Estéril e Pomada Oftálmica Estéril

TOBREX. Solução Oftálmica Estéril e Pomada Oftálmica Estéril TOBREX TOBRAMICINA 0,3% Solução Oftálmica Estéril e Pomada Oftálmica Estéril FORMA FARMACÊUTICA, VIA DE ADMINISTRAÇÃO E APRESENTAÇÃO: Frasco plástico conta-gotas contendo 5 ml de Solução Oftálmica Estéril

Leia mais

CÁLCULOS COM MEDICAMENTOS. Professor: Edilberto Antônio Souza de Oliveira

CÁLCULOS COM MEDICAMENTOS. Professor: Edilberto Antônio Souza de Oliveira 1 CÁLCULOS COM MEDICAMENTOS Professor: Edilberto Antônio Souza de Oliveira Embora muitos Hospitais trabalhem com as doses dos fármacos personalizadas e prontas para o uso de cada paciente, entretanto,

Leia mais

estimação tem diabetes?

estimação tem diabetes? Será que o seu animal de estimação tem diabetes? Informação acerca dos sinais mais comuns e dos factores de risco. O que é a diabetes? Diabetes mellitus, o termo médico para a diabetes, é uma doença causada

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOCIÊNCIAS APLICADAS À FARMÁCIA Perfil de Sensibilidade de Staphylococcus aureus e conduta terapêutica em UTI adulto de Hospital Universitário

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE PREVENÇÃO DAS RESISTÊNCIAS AOS ANTIMICROBIANOS

PROGRAMA NACIONAL DE PREVENÇÃO DAS RESISTÊNCIAS AOS ANTIMICROBIANOS PROGRAMA NACIONAL DE PREVENÇÃO DAS RESISTÊNCIAS AOS ANTIMICROBIANOS Novembro de 2009 PROGRAMA NACIONAL DE PREVENÇÃO DAS RESISTÊNCIAS AOS ANTIMICROBIANOS ÍNDICE Pág. I. INTRODUÇÃO... 2 II. ENQUADRAMENTO...

Leia mais

Cuidados de higiene no cão e gato - Parte II Cuidados com as unhas, dentes, ouvidos, nariz, olhos, sacos anais e caixas de areia

Cuidados de higiene no cão e gato - Parte II Cuidados com as unhas, dentes, ouvidos, nariz, olhos, sacos anais e caixas de areia Clínica Veterinária de Mangualde Dr. Benigno Rodrigues Dra. Sandra Oliveira Cuidados de higiene no cão e gato - Parte II Cuidados com as unhas, dentes, ouvidos, nariz, olhos, sacos anais e caixas de areia

Leia mais

COMPROMETIMENTO COM OS ANIMAIS, RESPEITO POR QUEM OS AMA.

COMPROMETIMENTO COM OS ANIMAIS, RESPEITO POR QUEM OS AMA. COMPROMETIMENTO COM OS ANIMAIS, RESPEITO POR QUEM OS AMA. CITOLOGIA CLÍNICA O exame citológico é uma das grandes ferramentas para auxiliar o médico veterinário no diagnóstico, prognóstico e na tomada de

Leia mais

Glaucoma. O que é glaucoma? Como acontece?

Glaucoma. O que é glaucoma? Como acontece? Glaucoma O que é glaucoma? Glaucoma é uma doença crônica do olho (que dura toda a vida), que ocorre quando há elevação da pressão intra-ocular (PIO), que provoca lesões no nervo ótico e, como conseqüência,

Leia mais

Elotin. Laboratório Farmacêutico Elofar Ltda. Solução otológica

Elotin. Laboratório Farmacêutico Elofar Ltda. Solução otológica Elotin Laboratório Farmacêutico Elofar Ltda. Solução otológica 0,275 mg/ml de fluocinolona acetonida 3,85 mg/ml de sulfato de neomicina 11.000 UI/ml de sulfato de polimixina B 20 mg/ml de cloridrato de

Leia mais

PROFILAXIA CIRÚRGICA. Valquíria Alves

PROFILAXIA CIRÚRGICA. Valquíria Alves PROFILAXIA CIRÚRGICA Valquíria Alves INFECÇÃO DO LOCAL CIRÚRGICO (ILC) Placeholder for your own subheadline A infecção do local cirúrgico (ILC) é uma complicação comum da cirurgia, com taxas de incidência

Leia mais

Corrimento vaginal Resumo de diretriz NHG M38 (primeira revisão, agosto 2005)

Corrimento vaginal Resumo de diretriz NHG M38 (primeira revisão, agosto 2005) Corrimento vaginal Resumo de diretriz NHG M38 (primeira revisão, agosto 2005) Dekker JH, Boeke AJP, Gercama AJ, Kardolus GJ, Boukes FS traduzido do original em holandês por Luiz F.G. Comazzetto 2014 autorização

Leia mais

UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA OTITE EXTERNA EM PEQUENOS ANIMAIS

UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA OTITE EXTERNA EM PEQUENOS ANIMAIS UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA OTITE EXTERNA EM PEQUENOS ANIMAIS Graziela Janaína Savi Loureiro Campo Grande, nov. 2006 GRAZIELA JANAÍNA SAVI LOUREIRO

Leia mais

Veterinaria.com.pt 2009; Vol. 1 Nº 1: e31 (9 de Março de 2009) Disponível em http://www.veterinaria.com.pt/media//dir_27001/vcp1-1-e31.

Veterinaria.com.pt 2009; Vol. 1 Nº 1: e31 (9 de Março de 2009) Disponível em http://www.veterinaria.com.pt/media//dir_27001/vcp1-1-e31. Veterinaria.com.pt 2009; Vol. 1 Nº 1: e31 (9 de Março de 2009) Disponível em http://www.veterinaria.com.pt/media//dir_27001/vcp1-1-e31.pdf Hospital Veterinário Montenegro Dr. Luís Montenegro Dr a. Ângela

Leia mais

Como Se Recuperar Após uma Cirurgia de Extração de Siso

Como Se Recuperar Após uma Cirurgia de Extração de Siso Como Se Recuperar Após uma Cirurgia de Extração de Siso O dente do siso começa a surgir na maioria das pessoas entre os 17 e 24 anos. Porém, em alguns, o siso não nasce completamente e causa dor, inchaços

Leia mais

HALOCUR 0,5 mg/ml solução oral PT 4

HALOCUR 0,5 mg/ml solução oral PT 4 ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO PRODUTO HALOCUR 0,5 mg/ml solução oral PT 4 1. DENOMINAÇÃO DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO HALOCUR 0.5 mg/ml solução oral 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA 2.1 Princípio(s)

Leia mais

SÁBADO 30 de Novembro 2013 CIRURGIA. Mucocelos Salivares (Manuel Jimenez Peláez, DVM, MRCVS, Dipl. ECVS)

SÁBADO 30 de Novembro 2013 CIRURGIA. Mucocelos Salivares (Manuel Jimenez Peláez, DVM, MRCVS, Dipl. ECVS) 2013 CIRURGIA Mucocelos Salivares (Manuel Jimenez Peláez, DVM, MRCVS, Dipl. ECVS) Cirurgia do Ouvido Médio em cães e gatos (Manuel Jimenez Peláez, DVM, MRCVS, Dipl. ECVS) Cirurgia da Trufa e Lábios (Manuel

Leia mais

APROVADO EM 04-03-2013 INFARMED FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR. Ottoflox 3 mg/ml Gotas auriculares, solução Ofloxacina

APROVADO EM 04-03-2013 INFARMED FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR. Ottoflox 3 mg/ml Gotas auriculares, solução Ofloxacina FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR Ottoflox 3 mg/ml Gotas auriculares, solução Ofloxacina Leia atentamente este folheto antes de utilizar este medicamento. - Conserve este folheto. Pode

Leia mais

Estes artigos estão publicados no sítio do Consultório de Pediatria do Dr. Paulo Coutinho. http://www.paulocoutinhopediatra.pt

Estes artigos estão publicados no sítio do Consultório de Pediatria do Dr. Paulo Coutinho. http://www.paulocoutinhopediatra.pt Estes artigos estão publicados no sítio do Consultório de Pediatria do Dr. Paulo Coutinho. Pág. 01 A bronquiolite é uma infeção respiratória causada por vírus, ocorrendo em crianças com menos de 2 anos.

Leia mais

Cicatrene sulfato de neomicina bacitracina zíncica. FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Pomada - embalagem contendo bisnaga com 20g.

Cicatrene sulfato de neomicina bacitracina zíncica. FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Pomada - embalagem contendo bisnaga com 20g. Cicatrene sulfato de neomicina bacitracina zíncica FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Pomada - embalagem contendo bisnaga com 20g. USO ADULTO E PEDIÁTRICO COMPOSIÇÃO Cada grama de CICATRENE contém: sulfato

Leia mais

Aspectos Clínicos da Hemobartolenose Felina

Aspectos Clínicos da Hemobartolenose Felina GEAC UFV Grupo de Estudos de Animais de Companhia Aspectos Clínicos da Hemobartolenose Felina Cecilia Sartori Zarif, Graduanda do 9 período de Medicina Veterinária da UFV Etiologia Anemia Infecciosa Felina

Leia mais

MODELO DE BULA PACIENTE RDC 47/09. APRESENTAÇÕES Pó injetável. Embalagem contendo 100 frascos-ampola de 1000 mg de cefalotina base.

MODELO DE BULA PACIENTE RDC 47/09. APRESENTAÇÕES Pó injetável. Embalagem contendo 100 frascos-ampola de 1000 mg de cefalotina base. MODELO DE BULA PACIENTE RDC 47/09 CEFARISTON cefalotina sódica APRESENTAÇÕES Pó injetável. Embalagem contendo 100 frascos-ampola de 1000 mg de cefalotina base. VIA DE ADMINISTRAÇÃO: INTRAVENOSA E INTRAMUSCULAR

Leia mais

sulfato de amicacina Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.

sulfato de amicacina Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999. MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES AO PACIENTE sulfato de amicacina Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999. APRESENTAÇÕES Solução injetável 50mg/mL Embalagens contendo 1 e 50 ampolas com 2mL. Solução injetável

Leia mais

Risco Biológico. A ocorrência do evento danoso está ligado à :

Risco Biológico. A ocorrência do evento danoso está ligado à : RISCO BIOLÓGICO Risco Biológico A ocorrência do evento danoso está ligado à : 1) Existência ou não de medidas preventivas Níveis de Biossegurança. 2) Existência ou não de medidas preventivas que garantam

Leia mais

Centro Médico. Plínio de Mattos Pessoa

Centro Médico. Plínio de Mattos Pessoa Centro Médico Será solicitado que você coloque uma bata cirúrgica. Poderá receber um sedativo pela boca. Será então transferido para a mesa de operações. Você será submetido a uma anestesia peridural ou

Leia mais

USO PRÁTICO DOS INDICADORES DE IRAS: SUBSIDIANDO O TRABALHO DA CCIH HOSPITAIS COM UTI

USO PRÁTICO DOS INDICADORES DE IRAS: SUBSIDIANDO O TRABALHO DA CCIH HOSPITAIS COM UTI USO PRÁTICO DOS INDICADORES DE IRAS: SUBSIDIANDO O TRABALHO DA CCIH HOSPITAIS COM UTI Débora Onuma Médica Infectologista INTRODUÇÃO O que são Indicadores? 1. Indicador é uma medida quantitativa que pode

Leia mais

Influenza. João Pedro Marins Brum Brito da Costa (Instituto ABEL) Orientador: André Assis (UFRJ Medicina)

Influenza. João Pedro Marins Brum Brito da Costa (Instituto ABEL) Orientador: André Assis (UFRJ Medicina) Influenza João Pedro Marins Brum Brito da Costa (Instituto ABEL) Orientador: André Assis (UFRJ Medicina) O que éinfluenza Também conhecida como gripe, a influenza éuma infecção do sistema respiratório

Leia mais

Esse barulho me deixa surda!

Esse barulho me deixa surda! Esse barulho me deixa surda! A UU L AL A Você já reparou na quantidade de ruídos ao seu redor? Basta ficar dez segundos prestando atenção aos sons para notar o som da TV, um carro passando, um cachorro

Leia mais

- Anatomia e Fisiologia do Ouvido. - Avaliação Básica do Ouvido e da Audição. - Principais manifestações patológicas

- Anatomia e Fisiologia do Ouvido. - Avaliação Básica do Ouvido e da Audição. - Principais manifestações patológicas Intervenções de Enfermagem à Pessoa com Problemas da Função Sensorial - do Ouvido - Avaliação Básica do Ouvido e da Audição - Principais manifestações patológicas três partes: ouvido externo, médio e interno.

Leia mais

PROTOCOLO MÉDICO. Assunto: Infecção do sítio cirúrgico. Especialidade: Infectologia. Autor: Cláudio de Cerqueira Cotrim Neto e Equipe GIPEA

PROTOCOLO MÉDICO. Assunto: Infecção do sítio cirúrgico. Especialidade: Infectologia. Autor: Cláudio de Cerqueira Cotrim Neto e Equipe GIPEA PROTOCOLO MÉDICO Assunto: Infecção do sítio cirúrgico Especialidade: Infectologia Autor: Cláudio de Cerqueira Cotrim Neto e Equipe GIPEA Data de Realização: 29/04/2009 Data de Revisão: Data da Última Atualização:

Leia mais

Impacto de novas instalações na incidência de infecção hospitalar. Filipe Macedo Enf.º GCL-PPCIRA (Hospital Vila Franca de Xira)

Impacto de novas instalações na incidência de infecção hospitalar. Filipe Macedo Enf.º GCL-PPCIRA (Hospital Vila Franca de Xira) Impacto de novas instalações na incidência de infecção hospitalar Filipe Macedo Enf.º GCL-PPCIRA (Hospital Vila Franca de Xira) O Hospital Hoje Um novo edifício Novas capacidades Bloco Operatório, UCI,

Leia mais

O que fazer. Gesso e fraturas.

O que fazer. Gesso e fraturas. DOUTOR,POSSO VOAR? (extraído de http://www.orkut.com.br/main#commmsgs?cmm=17111880&tid=5625830708854803828, em 15/05/2012) Posso viajar de avião se estou com conjuntivite ou depois de me recuperar de um

Leia mais

INDICAÇÕES BIOEASY. Segue em anexo algumas indicações e dicas quanto à utilização dos Kits de Diagnóstico Rápido Bioeasy Linha Veterinária

INDICAÇÕES BIOEASY. Segue em anexo algumas indicações e dicas quanto à utilização dos Kits de Diagnóstico Rápido Bioeasy Linha Veterinária INDICAÇÕES BIOEASY Segue em anexo algumas indicações e dicas quanto à utilização dos Kits de Diagnóstico Rápido Bioeasy Linha Veterinária 1- ANIGEN RAPID CPV AG TEST BIOEASY PARVOVIROSE Vendas de Filhotes:

Leia mais

www.drapriscilaalves.com.br [ORIENTAÇÕES SOBRE O FILHOTE]

www.drapriscilaalves.com.br [ORIENTAÇÕES SOBRE O FILHOTE] [ORIENTAÇÕES SOBRE O FILHOTE] 2 orientações sobre o filhote 1. Informações iniciais: É natural que o filhote estranhe seu novo lar nos primeiros dias. Assim, é importante ser compreensivo, carinhoso e

Leia mais

CIRURGIA TORÁCICA Prof. André Lacerda de Abreu Oliveira- MV, Msc,PhD Prof. de Cirurgia da UENF INTRODUÇÃO

CIRURGIA TORÁCICA Prof. André Lacerda de Abreu Oliveira- MV, Msc,PhD Prof. de Cirurgia da UENF INTRODUÇÃO Page 1 of 6 CIRURGIA TORÁCICA Prof. André Lacerda de Abreu Oliveira- MV, Msc,PhD Prof. de Cirurgia da UENF INTRODUÇÃO A cirurgia torácica em pequenos animais não tem sido realizada com rotina na prática

Leia mais

PREVENÇÃO DE INFECÇÃO EM SÍTIO CIRÚRGICO (ISC)

PREVENÇÃO DE INFECÇÃO EM SÍTIO CIRÚRGICO (ISC) PREVENÇÃO DE INFECÇÃO EM SÍTIO CIRÚRGICO (ISC) Enf.ª Cláudia Cristina Castro de Andrade SEC/SCIH devidos créditos! Plágio é Crime! UM POUCO DE HISTÓRIA... Até a metade do século XIX ISC= óbito Joseph Lister,

Leia mais

EXERCÍCIO E DIABETES

EXERCÍCIO E DIABETES EXERCÍCIO E DIABETES Todos os dias ouvimos falar dos benefícios que os exercícios físicos proporcionam, de um modo geral, à nossa saúde. Pois bem, aproveitando a oportunidade, hoje falaremos sobre a Diabetes,

Leia mais

Graças a ele, podemos perceber melhor o mundo e nosso corpo.

Graças a ele, podemos perceber melhor o mundo e nosso corpo. Graças a ele, podemos perceber melhor o mundo e nosso corpo. Assim, além de boas sensações, podemos escapar de problemas sérios, como evitar a ingestão de um alimento estragado, ao sentir o cheiro e gosto

Leia mais

Pomada dermatológica. FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO: Pomada dermatológica 5 mg + 250 UI: caixa com 1 bisnaga de 10g

Pomada dermatológica. FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO: Pomada dermatológica 5 mg + 250 UI: caixa com 1 bisnaga de 10g FERID sulfato de neomicina + bacitracina zíncica Pomada dermatológica IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO: Pomada dermatológica 5 mg + 250 UI: caixa com 1 bisnaga de 10g USO PEDIÁTRICO

Leia mais

Universidade Federal do Ceará - UFC Faculdade de Medicina Programa de Ensino Tutorial - PET. Condutas Infecções de Vias Aéreas Superioes

Universidade Federal do Ceará - UFC Faculdade de Medicina Programa de Ensino Tutorial - PET. Condutas Infecções de Vias Aéreas Superioes Universidade Federal do Ceará - UFC Faculdade de Medicina Programa de Ensino Tutorial - PET Condutas Infecções de Vias Aéreas Superioes Fernando Klein Outubro/2010 Caso 1 Fridundino Eulâmpio, 6 anos. Há

Leia mais

A síndrome ocorre em cerca de um para cada 100 a 160 mil nascimentos. Especialistas atribuem o acidente genético à idade avançada dos pais.

A síndrome ocorre em cerca de um para cada 100 a 160 mil nascimentos. Especialistas atribuem o acidente genético à idade avançada dos pais. Síndrome de Apert O que é Síndrome de Apert? A síndrome de Apert é uma desordem genética que causa desenvolvimento anormal da caixa craniana. Bebês com síndrome de Apert nascem com a cabeça e a face com

Leia mais

Mesa - redonda. Programas Nacionais. Programa Nacional da Prevenção das Infecções Associadas aos Cuidados de Saúde

Mesa - redonda. Programas Nacionais. Programa Nacional da Prevenção das Infecções Associadas aos Cuidados de Saúde Mesa - redonda Programas Nacionais Programa Nacional da Prevenção das Infecções Associadas Cuidados de Saúde Cristina Costa Programa Nacional de Prevenção das Resistências antimicrobianos Ana Leça Moderadora

Leia mais

Introdução. Comum Primária ou secundária Identificar causa base

Introdução. Comum Primária ou secundária Identificar causa base Piodermite Canina Introdução Comum Primária ou secundária Identificar causa base Bactérias residentes Etiopatogenese Staphylococcus pseudintermedius Não são particularmente virulentos. Necessário distúrbio

Leia mais

Congresso Internacional de Informação em Saúde

Congresso Internacional de Informação em Saúde Congresso Internacional de Informação em Saúde HEPIC Hospital Epidemiologic Control 08 de Maio de 2014 Carlos Cordeiro HEPIC Vigilância Epidemiológica A solução Apoio e suporte à Vigilância Epidemiológica

Leia mais

SULFATO DE NEOMICINA + BACITRACINA ZÍNCICA

SULFATO DE NEOMICINA + BACITRACINA ZÍNCICA SULFATO DE NEOMICINA + BACITRACINA ZÍNCICA Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A. Pomada dermatológica 5mg/g + 250 U.I./g I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO: SULFATO DE NEOMICINA + BACITRACINA

Leia mais

CUIDADOS COM A SAÚDE DA BOCA

CUIDADOS COM A SAÚDE DA BOCA CUIDADOS COM A SAÚDE DA BOCA CD Elaine C. Camargo Especialista em Odontologia Preventiva e Social, Odontologia para Pacientes com Necessidades Especiais e em Administração Hospitalar. Mestranda em Imaginologia

Leia mais

PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA. Primeiros Socorros ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA. Policial BM Espínola

PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA. Primeiros Socorros ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA. Policial BM Espínola PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA Primeiros Socorros ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA Policial BM Espínola LEMBRE-SE Antes de administrar cuidados de emergência, é preciso garantir condições de SEGURANÇA primeiramente

Leia mais

Cartilha. Doenças e Complicações. de Verão. Queimaduras solares. Desconforto. Micoses. Coceira. Desidratação. Fungos. Infecções. Ardência. Manchas.

Cartilha. Doenças e Complicações. de Verão. Queimaduras solares. Desconforto. Micoses. Coceira. Desidratação. Fungos. Infecções. Ardência. Manchas. Cartilha Doenças e Complicações de Verão Queimaduras solares. Desconforto. Micoses. Coceira. Desidratação. Fungos. Infecções. Ardência. Manchas. Devido às condições climáticas, diversas são as doenças

Leia mais

TERAPÊUTICA ANTIBIÓTICA DA PNEUMONIA DA COMUNIDADE

TERAPÊUTICA ANTIBIÓTICA DA PNEUMONIA DA COMUNIDADE TERAPÊUTICA ANTIBIÓTICA DA PNEUMONIA DA COMUNIDADE Todos os indivíduos com suspeita de Pneumonia Adquirida na Comunidade (PAC) devem realizar telerradiografia do tórax (2 incidências)(nível A). AVALIAÇÃO

Leia mais

Colaboradores Acadêmicos Selene Círio Leite Diego Lunelli Marcelle Círio Leite

Colaboradores Acadêmicos Selene Círio Leite Diego Lunelli Marcelle Círio Leite 3267-4303 Orientações para Colheita e Remessa de Material para Exames Laboratoriais VOLUME 1 Histopatologia Citologia Necropsia www.petimagem.com PET IMAGEM - Diagnósticos Veterinários foi criado em abril

Leia mais

www.cpsol.com.br TEMA 003 CONHEÇA E PREVINA AS DOENÇAS DO INVERNO

www.cpsol.com.br TEMA 003 CONHEÇA E PREVINA AS DOENÇAS DO INVERNO TEMA 003 CONHEÇA E PREVINA AS DOENÇAS DO INVERNO 1/8 O inverno chegou e junto com ele maiores problemas com as doenças respiratórias entre outras Isso não ocorre por acaso já que pé nesta estação onde

Leia mais

Ouvir melhor é viver melhor. Descobrindo sua audição

Ouvir melhor é viver melhor. Descobrindo sua audição Ouvir melhor é viver melhor Descobrindo sua audição O mundo o está chamando A capacidade de ouvir é uma parte tão importante da nossa vida e a maioria das pessoas nem se dá conta disso. Ouvir é um dom,

Leia mais

CÁLCULOS PARA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS

CÁLCULOS PARA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS CÁLCULOS PARA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA Unidades de medida Grama: unidade de medida de peso; sua milésima parte é o miligrama(mg), logo 1g corresponde a 1000mg e 1000g correspondem

Leia mais

Obturação dos Canais Radiculares

Obturação dos Canais Radiculares Obturação dos Canais Radiculares EML Rodrigo Del Monaco 2012 É o preenchimento tridimensional, completo e hermético do canal tanto no seu comprimento quanto na sua largura. FINALIDADE DA OBTURAÇÃO Preencher

Leia mais

Os antibióticos - inúteis contra. os vírus! Não aos antibióticos contra os vírus

Os antibióticos - inúteis contra. os vírus! Não aos antibióticos contra os vírus Os antibióticos - inúteis contra os vírus! Não aos antibióticos contra os vírus Os antibióticos - inúteis contra os vírus! Uma doença infecciosa pode ser provocada por um VÍ- RUS, por uma BACTÉRIA ou por

Leia mais

Otosynalar. (fluocinolona acetonida, sulfato de polimixina B, sulfato de neomicina, cloridrato de lidocaína)

Otosynalar. (fluocinolona acetonida, sulfato de polimixina B, sulfato de neomicina, cloridrato de lidocaína) Otosynalar (fluocinolona acetonida, sulfato de polimixina B, sulfato de neomicina, cloridrato de lidocaína) Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A. Solução otológica (0,250 mg/ml de fluocinolona acetonida,

Leia mais