Workshop. Workshop SCRUM. Rildo F Santos. Versão 1 Ago 2010 RFS. (11) (11)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Workshop. Workshop SCRUM. Rildo F Santos. rildo.santos@etecnologia.com.br. Versão 1 Ago 2010 RFS. www.etcnologia.com.br (11) 9123-5358 (11) 9962-4260"

Transcrição

1 Workshop (11) (11) Rildo F Santos skype: rildo.f.santos Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e 2010

2 Objetivo: Aula # 3 Entendendo SCRUM (parte 2) Objetivo: Apresentar de forma detalhada o framework SCRUM Pré-requisito: Não há. Observação: O conteúdo da aula 3 será apresentado em duas partes. Agora veja o conteúdo da parte 2. Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e

3 O Conteúdo do workshop: 1 Desafios do desenvolvimento de Software 2 Sobre o SCRUM 3 Entendendo SCRUM 4 Estudo de Caso Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e

4 Entendendo o SCRUM Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e

5 Introdução: Aula 3, parte 2 Na primeira parte da aula 3, apresentamos O Framework SCRUM, Regras, Equipe SCRUM e os Eventos de duração fixa (time-box). Agora vamos apresentar os Artefatos e a Definição de Pronto. Planejamento da Sprint Reunião diária Revisão da Sprint Retrospectiva da Sprint 24 horas Visão Product Backlog Sprint Backlog Sprint (2-4 Semanas) Produto Legenda: Reuniões Artefatos Papéis Product Owner (PO) ScrumMaster (SM) Equipe Scrum Eventos (Reuniões) Planejamento da Release Planejamento da Sprint Diária Revisão da Sprint Retrospectiva da Sprint Artefatos Product Backlog Sprint Backlog Sprint Burndown Release Burndown Sprint Burndown Release Burndown Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e

6 Framework Scrum: Artefatos Artefatos Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e

7 Framework Scrum: Artefatos Scrum tem quatro artefatos principais: - Product Backlog: é uma lista priorizada de tudo que pode ser necessário no produto. - Sprint Backlog: é uma lista de tarefas para transformar o Product Backlog, por uma Sprint, em um incremento do produto potencialmente entregável. Um burndown é uma medida do backlog restante pelo tempo. - Release Burndown: Mede o Product Backlog restante ao longo do tempo de um Plano de Release do Produto. - Sprint Burndown: Mede os itens da Sprint Backlog restantes ao longo do tempo de uma Sprint. Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e

8 Framework Scrum: Artefatos PRODUCT BACKLOG e RELEASE BURNDOWN Os requisitos para o produto que a equipe está desenvolvendo estão listados no Product Backlog O Product Owner (PO) é o responsável pelo Product Backlog, por sua criação, por seu conteúdo, por sua disponibilidade e por sua priorização. O Product Backlog nunca está completo. A seleção inicial para o seu desenvolvimento somente mostra os requisitos inicialmente conhecidos e melhor entendidos. O Product Backlog evolui à medida que o produto e o ambiente em que ele será usado evoluem. O Backlog é dinâmico, no sentido de que ele está constantemente mudando para identificar o que o produto necessita para ser apropriado, competitivo e útil. Enquanto existir um produto, o Product Backlog também existirá. O Product Backlog representa tudo que é necessário para desenvolver e lançar um produto de sucesso. É uma lista de todas as características, funções, tecnologias, melhorias e correções de defeitos que constituem as mudanças que serão efetuadas no produto para releases futuras. Os itens do Product Backlog possuem os atributos de descrição, prioridade e estimativa. A prioridade é determinada por risco, valor e necessidade. Há diversas técnicas para dar valor a esses atributos. O Product Backlog é ordenado por prioridade, os itens com as maiores prioridades devem ter o desenvolvimento imediato. Quanto mais alta sua prioridade, mais urgente ele é, mais se pensou sobre ele e há mais consenso no que diz respeito ao seu valor. Os itens do Backlog de maior prioridade, possuem mais informações e detalhes do que os itens do Backlog de menor prioridade. É mais fácil de fazer a estimativa quando existem mais informações e mais detalhes. Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e

9 Framework Scrum: Artefatos PRODUCT BACKLOG e RELEASE BURNDOWN (continuação): Quando um produto é utilizado, que seu valor aumenta e que o cliente fornece feedback, o Product Backlog poderá se tornar uma lista maior e mais aprofundada. Os requisitos nunca param de mudar. O Product Backlog é um documento vivo. Mudanças nos requisitos de negócios, condições do mercado, tecnologia e equipe causam mudanças no Product Backlog. Para minimizar o retrabalho, apenas os itens de maior prioridade precisam ser mais detalhados. Os itens do Product Backlog que ocuparão a Equipe Scrum pelas várias Sprints seguintes deverão ter granularidade mais fina (mais detalhados), tendo sido decompostos de forma tal que cada um dos itens possa ser feito dentro da duração da Sprint. Frequentemente, múltiplas equipes trabalham juntas no mesmo produto. Um único Product Backlog é usado para descrever o trabalho a ser realizado no produto. Então, um atributo que agrupe os itens é aplicado no Backlog do Produto. O agrupamento pode ocorrer por conjuntos de características, por tecnologia ou por arquitetura, e ele é frequentemente utilizado como uma forma de se organizar o trabalho por equipe. O gráfico de Release Burndown registra a soma das estimativas dos esforços restantes do Product Backlog ao longo do tempo. O esforço estimado deve estar em qualquer unidade de medida de trabalho que a equipe e a organização tenham decidido usar. As unidades de tempo geralmente são Sprints. As estimativas dos itens do Product Backlog são inicialmente calculadas durante o Planejamento da Release, e posteriormente à medida que itens forem sendo criados. Durante a preparação do Product Backlog, os itens são revistos e revisados. Entretanto, eles podem ser atualizados em qualquer momento. A equipe é responsável por todas as estimativas. O Product Owner (PO) pode influenciar a equioe, ajudando-o a entender e a escolher as mudanças, mas a estimativa final é feita pelo equipe. O Product Owner mantém o Product Backlog e o Release Burndown do Backlog atualizados e publicados todo o tempo. Uma linha de tendência pode ser traçada baseada na mudança do trabalho restante. Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e

10 Framework Scrum: Artefatos PRODUCT BACKLOG: Exemplo Tema* Item Prioridade Pontos (estimados) Venda de Passagem Venda de Passagem Product Backlog Vender passagens áreas Alta 40 Consulta de disponibilidade de passagens áreas Alta 13 Check-in Fazer check-in Alta 40 Check-in Cancelar Check-in Alta 8 Programa de Fidelidade Programa de Fidelidade Atendimento ao cliente Atendimento ao cliente Adesão ao programa de fidelidade Consultar os pontos do programa de fidelidade Fazer registro de comentários, sugestões e reclamações dos clientes Responder ao cliente (por e- mail) Média 20 Média 5 Baixa 8 Baixa 5 Nota: O que é Tema? Tema é utilizado para agrupar Estórias do Usuários relacionadas, as estórias são representam o detalhamento dos itens do Backlog, ao usar o conceito de tema, ele poderá facilitar as atividades de priorização e de estimativa. Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e

11 Framework Scrum: Artefatos Pontos (estimados) RELEASE BURNDOWN: Exemplo Release Burndown Release Burndown registra a soma das estimativas dos esforços restantes do Product Backlog ao longo do tempo. O esforço estimado deve estar em qualquer unidade de medida de trabalho que a equipe e a organização tenham decidido usar. As unidades de tempo geralmente são Sprints Sprint #1 Sprint #2 Sprint #13 Sprint #4 Sprints Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e

12 Framework Scrum: Artefatos SPRINT BACKLOG E SPRINT BURNDOWN: A Sprint Backlog consiste nas tarefas que a equipe executa para transformar os itens do Product Backlog em um incremento pronto. Muitas deles são elaboradas durante a Reunião de Planejamento da Sprint. A Sprint Backlog é todo trabalho que a equipe identifica como necessário para alcançar a Meta da Sprint. Os itens do Sprint Backlog devem ser decompostos. A decomposição deve ser suficiente para que mudanças no progresso possam ser entendidas na Reunião Diária. A equipe modifica a Sprint Backlog no decorrer da Sprint. Quando chega às tarefas individuais, a equipe pode descobrir que mais ou menos tarefas serão necessárias, ou que uma determinada tarefa levará mais ou menos tempo do que era esperado. À medida que novo trabalho surge, a equipe o adiciona a Sprint Backlog. À medida que se trabalha nas tarefas ou que elas são completadas, as horas estimadas de trabalho restantes para cada tarefa são atualizadas. Quando se verifica que determinadas tarefas são desnecessárias, elas são removidas. Somente a equipe pode modificar a Sprint Backlog durante uma Sprint, pode mudar o seu conteúdo ou as suas estimativas. A Sprint Backlog é um retrato em tempo real altamente visível do trabalho que a equipe planeja efetuar durante a Sprint, e ela pertence unicamente a equipe. Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e

13 Framework Scrum: Artefatos SPRINT BACKLOG E SPRINT BURNDOWN: Exemplo Na reunião de Planejamento da Sprint, PO deverá apresentar a visão do produto, Product Backlog e seus Itens, comentando o nível de prioridade de cada item. Os membros da equipe devem selecionar os itens com os maiores níveis de prioridades para fazer parte da Sprint. Estória do Usuário Titulo: Fazer Check-in Como cliente de negócio, eu quero fazer check-in pela web para que fique menos tempo em filas. A estória do usuário auxilia no entendimento do que deve ser feito, ela permite fazer a estimativa de velocidade da equipe e também é, utilizada como lembrete e para as atividades de planejamento. Geralmente a estimativa é feita em pontos (pontos de estória) Pontos:? Prioridade: Alta Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e

14 Framework Scrum: Artefatos SPRINT BACKLOG E SPRINT BURNDOWN: Exemplo Estória do Usuário Titulo: Fazer Check-in Como cliente de negócio, eu quero fazer check-in pela web para que fique menos tempo em filas. Pontos:? Prioridade: Alta Quebrar a estória do Usuário em tarefas: - Para facilitar a estimativa de velocidade da equipe, considere quebrar a estória em tarefas, isto pode fazer que todos os membros da equipe visualizem todas as tarefas que devem ser feitas para implementar o item do backlog. Mas, ainda precisamos estimar os pontos... Fazer interface do usuário Impressão do Ticket Sprint Backlog Fazer Check-in Criar Componentes de validação Executar testes unitários Integrar com Sistema de Reserva Executar testes de aceitação A Sprint Backlog é artefato resultante da reunião de Planejamento da Sprint Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e

15 Estimando os pontos da Estória do Usuário : Uma breve introdução sobre estimativa: Estimar é Difícil? - Estimativa (mundo real) representa um valor aproximado. - Estimativa (em desenvolvimento de software) algumas pessoas acham que representa um valor exato. Contudo, devemos estimar as Estórias do Usuário para saber se elas cabem dentro de uma Sprint. Uma vez que os pontos são estimados eles ajudam a definir a velocidade da equipe, a partir deste parâmetro, podemos chegar a conclusão se estória cabe ou não dentro da Sprint. Se ela não couber a opção é quebrar esta estória em estórias menores. Exemplo de Estórias do Usuário: Titulo: Pagamento com Cartão de Crédito Prioridade:? Pessoal, qual estimativa para essa estória... Quem? como um cliente O que? preciso de uma interface de pagamento por cartão de crédito que seja intuitiva e fácil de usar. Por que? Com objetivo de facilitar os pagamentos. Pontos:? Product Owner Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e

16 Estimando os pontos da Estória do Usuário : Quando trabalhamos com métodos ágeis temos pelo menos duas formas para estimar a velocidade da equipe: Ideal Days e Pontos de Estória. Recomendamos utilizar os Pontos de Estória. Ideal Days: Mais fácil para iniciantes Fácil de explicar Dias Ideais (Ideal Days) Baseado na duração de tarefas. - Dias ou horas é unidade bem definida, contudo o tempo ideal quase nunca é igual ao tempo real... - É mais fácil de estimar, mas pode ser tornar difícil de estimar se consideramos todas as interrupções e variações Pontos de Estória: Valores relativos Mais abstrato Pontos de Estória (Story Points) Baseia-se no tamanho da estória influenciado pela: - Nível de dificuldade, complexidade e experiência (é empírico); Foco nas funcionalidades; O importante são os valores relativos; Pontos são medidas sem unidade; Equipe diferentes podem ter pontos diferentes para a mesma estórias. Principais técnicas: Opinião de especialista; Analogia; Decomposição (Dividir para conquistar). Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e

17 Estimando os pontos da Estória do Usuário : Estimativa* e o Planning Poker: Para fazer estimativa de velocidade da equipe ou de duração da Sprint, antes é preciso o escrever as estórias do usuário. O Planning Poker é uma prática que ajuda na estimativa de uma estória ou de uma tarefa e é baseada no consenso de toda a equipe. Geralmente o Planning Poker usa um conjunto de cartas com valores específicos que podem representar pontos relativos e é praticado como se fosse um jogo de cartas. Os pontos devem estar em uma escala não linear, por e exemplo a Fibonacci: (1,2,3,5,8,13,...) + 20, 40, 100 ou em outra escala Jogando o Planning Poker: Antes de começar o jogo é necessário definir um valor de referência. Por exemplo: Identificar a estória que pode ser atribuído a menor quantidade pontos, esta estória será utilizada como referência para pontuação das demais estórias. O PO apresenta uma estória e pede para os membros da equipe fazer a estimativa de velocidade... Pessoal, qual é estimativa para essa estória ª. Rodada Quando todas as cartas 100 estiverem lançadas, elas são viradas e caso não haja consenso nos pontos, as diferenças são discutidas de forma breve, e uma nova 40 rodada acontece até que haja concesso Nª. Rodada Product Owner Equipe Equipe Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e

18 Framework Scrum: Artefatos SPRINT BACKLOG: Exemplo Estória do Usuário Titulo: Fazer Check-in Como cliente de negócio, eu quero fazer check-in pela web para que fique menos tempo em filas. Pontos: 40 Prioridade: Alta Planning Poker, estória do usuário e pontos de estória, nada disso faz parte do framework Scrum, contudo são técnicas e ferramentas complementares ao framework. Elas são altamente utilizadas para fazer a estimativa de velocidade da equipe. E finalmente temos a Sprint Backlog e podemos criar o Sprint Burndonw. Fazer interface do usuário Impressão do Ticket Sprint Backlog Fazer Check-in Criar Componentes de validação Executar testes unitários Integrar com Sistema de Reserva Executar testes de aceitação A Sprint Backlog é todo trabalho que a equipe identifica como necessário para alcançar a Meta da Sprint. Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e

19 Framework Scrum: Artefatos SPRINT BACKLOG E SPRINT BURNDOWN: A Sprint Burndown (ou Burndown ) é um gráfico da quantidade restante de trabalho do Sprint Backlog em uma determinada Sprint ao longo do tempo da Sprint. Para criar esse gráfico, determine quanto trabalho resta somando as estimativas do Backlog a cada dia da Sprint. A quantidade de trabalho restante para uma Sprint é a soma do trabalho restante para tudo da Sprint Backlog. Acompanhe essas somas diariamente e utilize-as para criar um gráfico que mostre o trabalho restante ao longo do tempo. Traçando uma linha através dos pontos no gráfico, a equipe pode gerenciar seu progresso em completar o trabalho de uma Sprint. A duração não é considerada em Scrum. O trabalho restante e a data são as únicas variáveis de interesse. Uma das regras do Scrum está ligada ao objetivo de cada Sprint, que é ter como resultado incrementos de funcionalidade potencialmente entregáveis que estejam de acordo com uma definição de pronto. Dica: Sempre que possível, desenhe a Sprint Burndown em um quadro que esteja na área de trabalho da equipe. É mais provável que a equipe veja um gráfico grande e visível do que um gráfico de feito em uma planilha de calculo. A Sprint Burndown é um artefato que deve ser utilizado exclusivamente pela equipe. Se PO tentar fazer a gestão do projeto com base na Sprint Burndown é considerado como micro-gerenciamento e que pode levar ao comando-controle... O PO deve fazer a gestão do projeto olhando a Release Burndown. Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e

20 Framework Scrum: Artefatos SPRINT BURNDOWN : Exemplo A transparência, que é dos pilares do Scrum, garante que aspectos do processo que afetam o resultado devem ser visíveis para aqueles que gerenciam os resultados. O Quadro de Tarefas deixam a Sprint com visibilidade e transparência. O Quadro de Tarefas também não parte do framework Scrum, ele parte de uma técnica chamada Gestão à Vista, que tem como objetivo facilitar a comunicação e dar visibilidade (transparência). Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e

21 Framework Scrum: Definição de Pronto Pronto Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e

22 Definição de Pronto (*DoD): Uma conversa comum entre o cliente e o desenvolvedor: [Cliente] E aí como anda o desenvolvimento da aplicação? [Desenvolvedor] Está pronta... [Cliente] Isso quer dizer que eu posso implementa-la? [Desenvolvedor] Bem...ainda não, preciso fazer mais alguns testes... [Cliente] Mas, aplicação não estava pronta.. Definir claramente quando o produto estará pronto, pois: Pronto, para desenvolvedor significa: - Encerrou a codificação... Pronto, para PO significa: - Quando foi entregue... Pronto, para os usuários finais e/ou clientes significa: - Quando o software começou a funcionar em ambiente de produção... Evite: A síndrome dos 90% feito (pronto). Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e

23 Framework Scrum: Definição de Pronto A Definição de PRONTO Scrum exige que a equipe desenvolva um incremento de funcionalidade do produto a cada Sprint. Esse incremento deve ser potencialmente entregável, pois o Product Owner (PO) pode optar por implantar a funcionalidade imediatamente. Para isso ser possível, o incremento deve ser um pedaço completo do produto. Ele deve estar pronto. Cada incremento deve ser adicionado a todos os incrementos anteriores e exaustivamente testado, garantindo que todos os incrementos funcionem juntos. No desenvolvimento de produtos, afirmar que a funcionalidade está pronta pode levar alguém a presumir que ela está pelo menos bem codificada, refatorada, que tenha passado por testes unitários, que tenha sido feito o build e que tenha passado por testes de aceitação. Outros podem presumir que apenas o código tenha sido desenvolvido. Se não houve definição de pronto, os outros dois pilares do controle de processos empíricos não funcionam. Quando alguém descreve algo como pronto, todos devem entender o que pronto significa. Pronto define o que a equipe quer dizer quando se compromete a aprontar um item de Product Backlog em uma Sprint. Alguns produtos não contêm documentação, de forma que sua definição de pronto não inclui documentação. Um incremento completamente pronto inclui toda a análise, projeto, refatoramento, programação, documentação e testes para o incremento e todos os itens do Product Backlog no incremento. Os testes incluem testes de unidade, de sistema, de usuário e de regressão, bem como testes não-funcionais como de performance, de estabilidade, de segurança e de integração. Pronto inclui também qualquer internacionalização necessária. Algumas equipes ainda não são capazes de incluir em sua definição de pronto tudo o que é necessário para a implantação. Isto deve estar claro para o Product Owner. Esse trabalho restante deverá ser feito antes que o produto possa ser implantado e utilizado. Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e

24 Framework Scrum: Definição de Pronto A Definição de PRONTO e NÃO PRONTO Algumas organizações são incapazes de desenvolver um incremento completo dentro de uma Sprint. Elas podem ainda não ter infraestrutura automatizada de testes para completar todos os testes. Nesse caso, duas categorias são criadas para cada incremento: o trabalho pronto e o trabalho não pronto. O trabalho não pronto é a porção de cada incremento que terá que ser completada mais tarde. O Product Owner sabe exatamente o que ele está inspecionando ao final da Sprint, porque o incremento atende à definição de pronto e o Product Owner entende essa definição. O trabalho não pronto é adicionado a um item do Product Backlog o chamado trabalho não pronto, de forma que ele se acumula e isso é refletido corretamente no gráfico de Release Burndown Release. Essa técnica cria transparência no progresso em direção à entrega. A inspeção e a adaptação na Revisão da Sprint serão tão precisas quanto essa transparência for. Exemplo: Se uma equipe não é capaz de realizar os testes de performance, regressão, estabilidade, segurança e integração para cada item do Product Backlog, a proporção desse trabalho em relação ao trabalho que pode ser pronto (análise, projeto, refatoramento, programação, documentação, testes unitário e testes de usuário) é calculada. Vamos supor que essa proporção é de seis peças de pronto e quatro peças de não pronto. Se a equipe terminar um item de Product Backlog de seis unidades de trabalho (a equipe está estimando baseado no que ele sabe como aprontar ), quatro unidades serão acrescidas ao item do Product Backlog denominado trabalho não pronto quando eles tiverem terminado. Sprint a Sprint, o trabalho não pronto de cada incremento vai se acumulando e deve ser tratado antes da entrega do produto. Esse trabalho é acumulado linearmente, embora haja algum tipo de acúmulo exponencial que é dependente das características de cada organização. Sprints são adicionados ao final de cada release para completar o trabalho não pronto. O número de Sprints é imprevisível, visto que o acúmulo de trabalho não pronto não é linear. Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e

25 Exercícios: Responda Verdadeiro ou Falso para as declarações: 1 - Quando as regras não são declaradas, espera-se que os usuários de Scrum descubram o que devem fazer. Não tente descobrir uma solução perfeita, porque geralmente o problema muda rapidamente. Ao invés disso, tente algo e veja como se sai. Os mecanismos de inspeção-e-adaptação inerentes à natureza empírica do Scrum irão lhe guiar. [ ] Verdadeiro [ ] Falso 2 - O ScrumMaster trabalha com os clientes e a gerência para identificar e designar um Product Owner. O ScrumMaster ensina ao Product Owner como fazer seu trabalho. Espera-se dos Product Owners que eles saibam como conseguir otimizar valor através do Scrum. Se eles não souberem, consideramos o ScrumMaster responsável. [ ] Verdadeiro [ ] Falso 3 - O ScrumMaster pode ser um membro da equipe; por exemplo, um desenvolvedor realizando tarefas da Sprint. No entanto, isso frequentemente leva a conflitos quando o ScrumMaster deve escolher entre remover impedimentos ou realizar tarefas. [ ] Verdadeiro [ ] Falso 4 - O ScrumMaster nunca deve ser o Product Owner. [ ] Verdadeiro [ ] Falso Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e

26 Exercícios: Responda Verdadeiro ou Falso para as questões: 5 - O Product Owner pode ser um membro da equipe, trabalhando também na realização das tarefas. Mas, essa responsabilidade adicional pode reduzir a sua habilidade de lidar com as partes interessadas. [ ] Verdadeiro [ ] Falso 6 Se a equipe sentir que se comprometeu com mais do que podia, ele se encontra com o Product Owner para remover ou reduzir o escopo da Sprint Backlog (itens do Product Backlog selecionado para a Sprint). Se a equipe sentir que sobrará tempo ele pode trabalhar junto ao Product Owner para selecionar mais do itens do Product Backlog. [ ] Verdadeiro [ ] Falso 7- Geralmente, somente 60-70% do total da Sprint Backlog será definido na Reunião de Planejamento da Sprint. O restante é deixado para ser detalhado mais tarde ou são dadas estimativas grandes que serão decompostas mais tarde na Sprint. [ ] Verdadeiro [ ] Falso 8 - Os itens do Product Backlog são comumente representados como Estórias do Usuário. Casos de Uso também são apropriados. [ ] Verdadeiro [ ] Falso Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e

27 Exercícios: Responda Verdadeiro ou Falso para as questões: 9 - Testes de aceitação fazem parte da Estória de Usuário, são utilizados parar substituir descrições textuais mais detalhadas com uma descrição testável. [ ] Verdadeiro [ ] Falso 10 - O Release Burndown registra a soma das estimativas dos esforços restantes do Product Backlog ao longo do tempo. O esforço estimado deve estar em qualquer unidade de medida de trabalho que a equipe Scrum e a organização tenham decidido usar. As unidades de tempo geralmente são Estórias do Usuário. [ ] Verdadeiro [ ] Falso Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e

28 Framework SCRUM Próxima aula: Estudo de caso que Demonstra como aplicar As práticas do ScrUm passo-a-passo Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e

29 Notas: Marcas Registradas: Todos os termos mencionados que são reconhecidos como Marca Registrada e/ou comercial são de responsabilidades de seus proprietários. O autor informa não estar associada a nenhum produto e/ou fornecedor que é apresentado neste material. No decorrer deste, imagens, nomes de produtos e fabricantes podem ter sido utilizados, e desde já o autor informa que o uso é apenas ilustrativo para fins educativo, não visando ao lucro, favorecimento ou desmerecimento da marca ou produto. Melhoria e Revisão: Este material esta em processo constante de revisão e melhoria, se você encontrou algum problema ou erro envie um nós. Criticas e Sugestões: Nós estamos abertos para receber criticas e sugestões que possam melhorar o material, por favor envie um para nós. Imagens: Google, Flickr e Banco de Imagem. Rildo F dos Santos () Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e

30 Licença: Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e

31 Workshop (11) (11) Rildo F Santos skype: rildo.f.santos Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e 2010

Workshop SCRUM. Versão 5 Out 2010 RFS. rildo.santos@etecnologia.com.br

Workshop SCRUM. Versão 5 Out 2010 RFS. rildo.santos@etecnologia.com.br Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e 2010 Objetivo: Estudo de Caso Objetivo: Apresentar um Estudo de Caso para demonstrar como aplicar as práticas do SCRUM em projeto de desenvolvimento de

Leia mais

Fevereiro 2010. Scrum: Desenvolvido e mantido por Ken Schwaber e Jeff Sutherland

Fevereiro 2010. Scrum: Desenvolvido e mantido por Ken Schwaber e Jeff Sutherland Fevereiro 2010 Scrum: Desenvolvido e mantido por Ken Schwaber e Jeff Sutherland Agradecimentos Geral Scrum é baseado nas melhores práticas aceitas pelo mercado, utilizadas e provadas por décadas. Ele é

Leia mais

GUIA DO SCRUM Por Ken Schwaber, Maio de 2009

GUIA DO SCRUM Por Ken Schwaber, Maio de 2009 GUIA DO SCRUM Por Ken Schwaber, Maio de 2009 GUIA DO SCRUM Por Ken Schwaber, Maio de 2009 Tradução Heitor Roriz Filho Michel Goldenberg Rafael Sabbagh Revisão Anderson Marcondes Ânderson Quadros Ari do

Leia mais

Scrum. Introdução UFRPE-DEINFO BSI-FÁBRICA DE SOFTWARE

Scrum. Introdução UFRPE-DEINFO BSI-FÁBRICA DE SOFTWARE Scrum Introdução UFRPE-DEINFO BSI-FÁBRICA DE SOFTWARE scrum Ken Schwaber - Jeff Sutherland http://www.scrumalliance.org/ Scrum Uma forma ágil de gerenciar projetos. Uma abordagem baseada em equipes autoorganizadas.

Leia mais

SCRUM. É um processo iterativo e incremental para o desenvolvimento de qualquer produto e gerenciamento de qualquer projeto.

SCRUM. É um processo iterativo e incremental para o desenvolvimento de qualquer produto e gerenciamento de qualquer projeto. SCRUM SCRUM É um processo iterativo e incremental para o desenvolvimento de qualquer produto e gerenciamento de qualquer projeto. Ken Schwaber e Jeff Sutherland Transparência A transparência garante que

Leia mais

Desenvolvimento Ágil de Software

Desenvolvimento Ágil de Software Desenvolvimento Ágil de Software Métodos ágeis (Sommerville) As empresas operam em um ambiente global, com mudanças rápidas. Softwares fazem parte de quase todas as operações de negócios. O desenvolvimento

Leia mais

Géssica Talita. Márcia Verônica. Prof.: Edmilson

Géssica Talita. Márcia Verônica. Prof.: Edmilson Géssica Talita Márcia Verônica Prof.: Edmilson DESENVOLVIMENTO ÁGIL Técnicas foram criadas com o foco de terminar os projetos de software rapidamente e de forma eficaz. Este tipo de técnica foi categorizada

Leia mais

Scrum Guia Prático. Raphael Rayro Louback Saliba Certified Scrum Master. Os papéis, eventos, artefatos e as regras do Scrum. Solutions. www.domain.

Scrum Guia Prático. Raphael Rayro Louback Saliba Certified Scrum Master. Os papéis, eventos, artefatos e as regras do Scrum. Solutions. www.domain. Scrum Guia Prático Os papéis, eventos, artefatos e as regras do Scrum Solutions www.domain.com Raphael Rayro Louback Saliba Certified Scrum Master 1 Gráfico de Utilização de Funcionalidades Utilização

Leia mais

Metodologia SCRUM. Moyses Santana Jacob RM 63484. Stelvio Mazza RM 63117. Tiago Pereira RM 63115. Hugo Cisneiros RM 60900

Metodologia SCRUM. Moyses Santana Jacob RM 63484. Stelvio Mazza RM 63117. Tiago Pereira RM 63115. Hugo Cisneiros RM 60900 Metodologia SCRUM Hugo Cisneiros RM 60900 Moyses Santana Jacob RM 63484 Stelvio Mazza RM 63117 Tiago Pereira RM 63115 SCRUM? O que é isso? SCRUM é um modelo de desenvolvimento ágil de software que fornece

Leia mais

Objetivos do Módulo 3

Objetivos do Módulo 3 Objetivos do Módulo 3 Após completar este módulo você deverá ter absorvido o seguinte conhecimento: Conceitos do Scrum O que é um Sprint Decifrando um Product backlog Daily Scrum, Sprint Review, Retrospectiva

Leia mais

RESUMO PARA O EXAME PSM I

RESUMO PARA O EXAME PSM I RESUMO PARA O EXAME PSM I Escrito por: Larah Vidotti Blog técnico: Linkedin: http://br.linkedin.com/in/larahvidotti MSN: larah_bit@hotmail.com Referências:... 2 O Scrum... 2 Papéis... 3 Product Owner (PO)...

Leia mais

SCRUM: UM MÉTODO ÁGIL. Cleviton Monteiro (cleviton@gmail.com)

SCRUM: UM MÉTODO ÁGIL. Cleviton Monteiro (cleviton@gmail.com) SCRUM: UM MÉTODO ÁGIL Cleviton Monteiro (cleviton@gmail.com) Roteiro Motivação Manifesto Ágil Princípios Ciclo Papeis, cerimônias, eventos, artefatos Comunicação Product Backlog Desperdício 64% das features

Leia mais

O Guia Passo-a-Passo para IMPLANTAR. Em seu próprio Projeto

O Guia Passo-a-Passo para IMPLANTAR. Em seu próprio Projeto O Guia Passo-a-Passo para IMPLANTAR Em seu próprio Projeto Aprenda como Agilizar seu Projeto! A grande parte dos profissionais que tomam a decisão de implantar o Scrum em seus projetos normalmente tem

Leia mais

Agilidade parte 3/3 - Scrum. Prof. Dr. Luís Fernando Fortes Garcia luis@garcia.pro.br

Agilidade parte 3/3 - Scrum. Prof. Dr. Luís Fernando Fortes Garcia luis@garcia.pro.br Agilidade parte 3/3 - Scrum Prof. Dr. Luís Fernando Fortes Garcia luis@garcia.pro.br 1 Scrum Scrum? Jogada do Rugby Formação de muralha com 8 jogadores Trabalho em EQUIPE 2 Scrum 3 Scrum Scrum Processo

Leia mais

COBIT Foundation v. 4.1

COBIT Foundation v. 4.1 COBIT Foundation v. 4.1 Versão 1 Ago 2010 Preparatório RFS para o exame de certificação Programa: Menos Papel, Mais Árvores Nós devemos ser a mudança que queremos ver no mundo (Gandhi) Qual é o mundo que

Leia mais

Guia do Nexus. O Guia Definitivo para o Nexus: O exoesqueleto do desenvolvimento Scrum escalado. Desenvolvido e mantido por Ken Schwaber e Scrum.

Guia do Nexus. O Guia Definitivo para o Nexus: O exoesqueleto do desenvolvimento Scrum escalado. Desenvolvido e mantido por Ken Schwaber e Scrum. Guia do Nexus O Guia Definitivo para o Nexus: O exoesqueleto do desenvolvimento Scrum escalado Desenvolvido e mantido por Ken Schwaber e Scrum.org Tabela de Conteúdo Visão Geral do Nexus... 2 O Propósito

Leia mais

Engenharia de Software II: SCRUM na prática. Ricardo de Sousa Britto rbritto@ufpi.edu.br

Engenharia de Software II: SCRUM na prática. Ricardo de Sousa Britto rbritto@ufpi.edu.br Engenharia de Software II: SCRUM na prática Ricardo de Sousa Britto rbritto@ufpi.edu.br Construindo Product Backlog } O product backlog é o coração do Scrum. } É basicamente uma lista de requisitos, estórias,

Leia mais

ENGENHARIA DE SOFTWARE I

ENGENHARIA DE SOFTWARE I ENGENHARIA DE SOFTWARE I Prof. Cássio Huggentobler de Costa [cassio.costa@ulbra.br] Twitter: www.twitter.com/cassiocosta_ Agenda da Aula (002) Metodologias de Desenvolvimento de Softwares Métodos Ágeis

Leia mais

Como criar, priorizar e manter o Product Backlog

Como criar, priorizar e manter o Product Backlog {apresentação} Workshop Como criar, priorizar e manter o Product Backlog www.etcnologia.com.br (11) 9123-5358 (11) 9962-4260 Rildo F Santos twitter: @rildosan skype: rildo.f.santos http://rildosan.blogspot.com/

Leia mais

Após completar este módulo você deverá ter absorvido o seguinte conhecimento: Uma ampla visão do framework Scrum e suas peculiaridades

Após completar este módulo você deverá ter absorvido o seguinte conhecimento: Uma ampla visão do framework Scrum e suas peculiaridades Objetivos da Aula 1 Após completar este módulo você deverá ter absorvido o seguinte conhecimento: Uma ampla visão do framework Scrum e suas peculiaridades Entendimento sobre os processos essenciais do

Leia mais

Escrevendo Estórias do Usuário Eficazes aula #1

Escrevendo Estórias do Usuário Eficazes aula #1 Escrevendo Estórias do Usuário Eficazes aula #1 www.etcnologia.com.br (11) 9123-5358 (11) 9962-4260 Rildo F Santos twitter: @rildosan skype: rildo.f.santos http://rildosan.blogspot.com/ Versão Versão 5

Leia mais

Expresso Livre Módulo de Projetos Ágeis

Expresso Livre Módulo de Projetos Ágeis Expresso Livre Módulo de Projetos Ágeis Desenvolvedor / Orientador Rafael Raymundo da Silva Guilherme Lacerda Out / 2010 1 Sumário 1.Conhecendo a ferramenta...3 2.Gerência de projetos ágeis...3 2.1Product

Leia mais

EXIN Agile Scrum Fundamentos

EXIN Agile Scrum Fundamentos Exame Simulado EXIN Agile Scrum Fundamentos Edição Fevereiro 2015 Copyright 2015 EXIN Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser publicado, reproduzido, copiado ou armazenada

Leia mais

Fundamentos do Scrum aplicados ao RTC Sergio Martins Fernandes

Fundamentos do Scrum aplicados ao RTC Sergio Martins Fernandes Workshop Scrum & Rational Team Concert (RTC) Sergio Martins Fernandes Agilidade Slide 2 Habilidade de criar e responder a mudanças, buscando agregar valor em um ambiente de negócio turbulento O Manifesto

Leia mais

Análise comparativa entre a engenharia de requisitos e o método de desenvolvimento ágil: Scrum

Análise comparativa entre a engenharia de requisitos e o método de desenvolvimento ágil: Scrum Análise comparativa entre a engenharia de requisitos e o método de desenvolvimento ágil: Scrum Patrícia Bastos Girardi, Sulimar Prado, Andreia Sampaio Resumo Este trabalho tem como objetivo prover uma

Leia mais

METODOLOGIAS ÁGEIS - SCRUM -

METODOLOGIAS ÁGEIS - SCRUM - METODOLOGIAS ÁGEIS - SCRUM - André Roberto Ortoncelli ar_ortoncelli@hotmail.com 2010 Organização da Apresentação Introdução as Metodologias Ágeis Scrum Conceitos Básicos Artefatos Papeis Cerimônias Estórias

Leia mais

Feature-Driven Development

Feature-Driven Development FDD Feature-Driven Development Descrição dos Processos Requisitos Concepção e Planejamento Mais forma que conteúdo Desenvolver um Modelo Abrangente Construir a Lista de Features Planejar por

Leia mais

Wesley Torres Galindo

Wesley Torres Galindo Qualidade, Processos e Gestão de Software Professores: Alexandre Vasconcelos e Hermano Moura Wesley Torres Galindo wesleygalindo@gmail.com User Story To Do Doing Done O que é? Como Surgiu? Estrutura Apresentar

Leia mais

Wesley Torres Galindo. wesleygalindo@gmail.com

Wesley Torres Galindo. wesleygalindo@gmail.com Wesley Torres Galindo wesleygalindo@gmail.com Wesley Galindo Graduação em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Mestrado em Engenharia de Software Engenheiro de Software Professor Faculdade Escritor Osman

Leia mais

Workshop. Workshop SCRUM. Rildo F Santos. rildo.santos@etecnologia.com.br. Versão 1 Ago 2010 RFS. www.etcnologia.com.br (11) 9123-5358 (11) 9962-4260

Workshop. Workshop SCRUM. Rildo F Santos. rildo.santos@etecnologia.com.br. Versão 1 Ago 2010 RFS. www.etcnologia.com.br (11) 9123-5358 (11) 9962-4260 Workshop www.etcnologia.com.br (11) 9123-5358 (11) 9962-4260 Rildo F Santos twitter: @rildosan skype: rildo.f.santos http://rildosan.blogspot.com/ Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e 2010

Leia mais

ISO/IEC 12207: Gerência de Configuração

ISO/IEC 12207: Gerência de Configuração ISO/IEC 12207: Gerência de Configuração Durante o processo de desenvolvimento de um software, é produzida uma grande quantidade de itens de informação que podem ser alterados durante o processo Para que

Leia mais

ARCO - Associação Recreativa dos Correios. Sistema para Gerenciamento de Associações Recreativas Plano de Desenvolvimento de Software Versão <1.

ARCO - Associação Recreativa dos Correios. Sistema para Gerenciamento de Associações Recreativas Plano de Desenvolvimento de Software Versão <1. ARCO - Associação Recreativa dos Correios Sistema para Gerenciamento de Associações Recreativas Versão Histórico da Revisão Data Versão Descrição Autor Página

Leia mais

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

CHECK - LIST - ISO 9001:2000 REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da

Leia mais

Uma introdução ao SCRUM. Evandro João Agnes evandroagnes@yahoo.com.br

Uma introdução ao SCRUM. Evandro João Agnes evandroagnes@yahoo.com.br Uma introdução ao SCRUM Evandro João Agnes evandroagnes@yahoo.com.br Agenda Projetos de Software O que é Scrum Scrum framework Estrutura do Scrum Sprints Ferramentas Projetos de software Chaos Report Standish

Leia mais

Versão 7 TraceGP Ágil

Versão 7 TraceGP Ágil Versão 7 Cadastro de Produtos Será possível cadastrar todos os produtos da empresa bem como descrever suas características particulares através da seleção de atributos dinâmicos para cada produto. Manutenção

Leia mais

Engenharia de Software III

Engenharia de Software III Engenharia de Software III Casos de uso http://dl.dropbox.com/u/3025380/es3/aula6.pdf (flavio.ceci@unisul.br) 09/09/2010 O que são casos de uso? Um caso de uso procura documentar as ações necessárias,

Leia mais

XP extreme Programming, uma metodologia ágil para desenvolvimento de software. Equipe WEB Cercomp web@cercomp.ufg.br

XP extreme Programming, uma metodologia ágil para desenvolvimento de software. Equipe WEB Cercomp web@cercomp.ufg.br XP extreme Programming, uma metodologia ágil para desenvolvimento de software. Equipe WEB Cercomp web@cercomp.ufg.br Introdução Criada por Kent Baeck em 1996 durante o projeto Daimler Chrysler. O sucesso

Leia mais

SCRUM. Otimizando projetos. Adilson Taub Júnior tecproit.com.br

SCRUM. Otimizando projetos. Adilson Taub Júnior tecproit.com.br SCRUM Otimizando projetos Adilson Taub Júnior tecproit.com.br Sobre mim Adilson Taub Júnior Gerente de Processos Certified ScrumMaster; ITIL Certified; Cobit Certified; 8+ anos experiência com TI Especialista

Leia mais

Scrum. Gestão ágil de projetos

Scrum. Gestão ágil de projetos Scrum Gestão ágil de projetos Apresentação feita por : Igor Macaúbas e Marcos Pereira Modificada por: Francisco Alecrim (22/01/2012) Metas para o o Metas para treinamento seminário Explicar o que é Scrum

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 06 PROFª BRUNO CALEGARO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 06 PROFª BRUNO CALEGARO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 06 PROFª BRUNO CALEGARO Santa Maria, 27 de Setembro de 2013. Revisão aula anterior Desenvolvimento Ágil de Software Desenvolvimento e entrega

Leia mais

TUTORIAIS. Framework SCRUM. Rafael Buck Eduardo Franceschini. MSc., PMP, CSM MBA

TUTORIAIS. Framework SCRUM. Rafael Buck Eduardo Franceschini. MSc., PMP, CSM MBA TUTORIAIS Framework SCRUM Rafael Buck Eduardo Franceschini MSc., PMP, CSM MBA SCRUM vs. PMBOK SCRUM vs. PMBOK ESCOPO Restrições de um projeto (Tripla Restrição) TEMPO CUSTO Modelo de Contrato de projetos

Leia mais

Dinâmica em Grupo com o Framework SCRUM

Dinâmica em Grupo com o Framework SCRUM Dinâmica em Grupo com o Framework SCRUM Contextualização: O grupo foi convidado a desenvolver um projeto de um Sistema de informação, que envolve a área de negócio: compras (cadastros de fornecedores,

Leia mais

Planejando o aplicativo

Planejando o aplicativo Um aplicativo do Visual FoxPro geralmente inclui um ou mais bancos de dados, um programa principal que configura o ambiente de sistema do aplicativo, além de uma interface com os usuários composta por

Leia mais

Engenharia de Software I

Engenharia de Software I Engenharia de Software I Curso de Desenvolvimento de Software Prof. Alessandro J de Souza ajdsouza@cefetrn.br 1 Rational Unified Process RUP Fase Construção 2 VISÃO GERAL Fase Construção. Visão Geral 3

Leia mais

Desenvolvimento Ágil sob a Perspectiva de um ScrumMaster

Desenvolvimento Ágil sob a Perspectiva de um ScrumMaster Desenvolvimento Ágil sob a Perspectiva de um ScrumMaster Danilo Sato e Dairton Bassi 21-05-07 IME-USP O que é Scrum? Processo empírico de controle e gerenciamento Processo iterativo de inspeção e adaptação

Leia mais

Metodologia de Trabalho

Metodologia de Trabalho FUNDAMENTOS EM ENGENHARIA DE SOFTWARE Projeto Prático de Desenvolvimento de Software Metodologia de Trabalho Teresa Maciel UFRPE/DEINFO FASES DO PROJETO PLANEJAMENTO DESENVOLVIMENTO CONCLUSÃO ATIVIDADES

Leia mais

3 Dicas MATADORAS Para Escrever Emails Que VENDEM Imóveis

3 Dicas MATADORAS Para Escrever Emails Que VENDEM Imóveis 3 Dicas MATADORAS Para Escrever Emails Que VENDEM Imóveis O que é um e- mail bem sucedido? É aquele e- mail que você recebe o contato, envia o e- mail para o cliente e ele te responde. Nós não estamos

Leia mais

Quando a análise de Pontos de Função se torna um método ágil

Quando a análise de Pontos de Função se torna um método ágil Quando a análise de Pontos de Função se torna um método ágil Carlos Oest carlosoest@petrobras.com.br Time Box: 60 minutos Backlog da apresentação: Apresentação do assunto 1 SCRUM 2 Estimativa com Pontos

Leia mais

Metodologia de Gerenciamento de Projetos da Justiça Federal

Metodologia de Gerenciamento de Projetos da Justiça Federal Metodologia de Gerenciamento de Projetos da Justiça Federal Histórico de Revisões Data Versão Descrição 30/04/2010 1.0 Versão Inicial 2 Sumário 1. Introdução... 5 2. Público-alvo... 5 3. Conceitos básicos...

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas CMP1141 Processo e qualidade de software I Prof. Me. Elias Ferreira Sala: 210 F Quarta-Feira:

Leia mais

Módulo de projetos ágeis Scrum Módulo de Projetos Ágeis Scrum

Módulo de projetos ágeis Scrum Módulo de Projetos Ágeis Scrum Módulo de Projetos Ágeis Fevereiro 2015 Versão Módulo de Projetos Ágeis O nome vem de uma jogada ou formação do Rugby, onde 8 jogadores de cada time devem se encaixar para formar uma muralha. É muito importante

Leia mais

Frederico Aranha, Instrutor. Scrum 100 Lero Lero. Um curso objetivo!

Frederico Aranha, Instrutor. Scrum 100 Lero Lero. Um curso objetivo! Scrum 100 Lero Lero Um curso objetivo! Napoleãããõ blah blah blah Whiskas Sachê Sim, sou eu! Frederico de Azevedo Aranha MBA, PMP, ITIL Expert Por que 100 Lero Lero? Porque o lero lero está documentado.

Leia mais

SCRUM Gerência de Projetos Ágil. Prof. Elias Ferreira

SCRUM Gerência de Projetos Ágil. Prof. Elias Ferreira SCRUM Gerência de Projetos Ágil Prof. Elias Ferreira Métodos Ágeis + SCRUM + Introdução ao extreme Programming (XP) Manifesto Ágil Estamos descobrindo maneiras melhores de desenvolver software fazendo-o

Leia mais

Projeto de Arquitetura

Projeto de Arquitetura Introdução Projeto de Arquitetura (Cap 11 - Sommerville) UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS Curso de Ciência da Computação Engenharia de Software I Prof. Rômulo Nunes de Oliveira Até agora, estudamos: Os

Leia mais

DISCIPLINA ENGENHARIA DE SOFTWARE Aula 03 Desenvolvimento Ágil Modelos Ágeis. Profª Esp.: Maysa de Moura Gonzaga

DISCIPLINA ENGENHARIA DE SOFTWARE Aula 03 Desenvolvimento Ágil Modelos Ágeis. Profª Esp.: Maysa de Moura Gonzaga DISCIPLINA ENGENHARIA DE SOFTWARE Aula 03 Desenvolvimento Ágil Modelos Ágeis Profª Esp.: Maysa de Moura Gonzaga 2º Semestre / 2011 Extreme Programming (XP); DAS (Desenvolvimento Adaptativo de Software)

Leia mais

3 Qualidade de Software

3 Qualidade de Software 3 Qualidade de Software Este capítulo tem como objetivo esclarecer conceitos relacionados à qualidade de software; conceitos estes muito importantes para o entendimento do presente trabalho, cujo objetivo

Leia mais

Referências internas são os artefatos usados para ajudar na elaboração do PT tais como:

Referências internas são os artefatos usados para ajudar na elaboração do PT tais como: Plano de Teste (resumo do documento) I Introdução Identificador do Plano de Teste Esse campo deve especificar um identificador único para reconhecimento do Plano de Teste. Pode ser inclusive um código

Leia mais

Metodologia Scrum e TDD Com Java + Flex + Svn Ambiente Eclipse

Metodologia Scrum e TDD Com Java + Flex + Svn Ambiente Eclipse SOFTWARE PARA GERENCIAMENTO DE AUTO PEÇAS Renan Malavazi Mauro Valek Jr Renato Malavazi Metodologia Scrum e TDD Com Java + Flex + Svn Ambiente Eclipse Sistema de Gerenciamento de AutoPeças A aplicação

Leia mais

SCRUM: UMA DAS METODOLOGIAS ÁGEIS MAIS USADAS DO MUNDO

SCRUM: UMA DAS METODOLOGIAS ÁGEIS MAIS USADAS DO MUNDO SCRUM: UMA DAS METODOLOGIAS ÁGEIS MAIS USADAS DO MUNDO RESUMO Eleandro Lopes de Lima 1 Nielsen Alves dos Santos 2 Rodrigo Vitorino Moravia 3 Maria Renata Furtado 4 Ao propor uma alternativa para o gerenciamento

Leia mais

Capítulo 1. Extreme Programming: visão geral

Capítulo 1. Extreme Programming: visão geral Capítulo 1 Extreme Programming: visão geral Extreme Programming, ou XP, é um processo de desenvolvimento de software voltado para: Projetos cujos requisitos são vagos e mudam com freqüência; Desenvolvimento

Leia mais

Estimativa. Uma opinião ou julgamento de valor, tamanho ou quantidade, formada sem dados precisos. Suposição; conjectura.

Estimativa. Uma opinião ou julgamento de valor, tamanho ou quantidade, formada sem dados precisos. Suposição; conjectura. Planejamento SCRUM Estimativa Uma opinião ou julgamento de valor, tamanho ou quantidade, formada sem dados precisos. Suposição; conjectura. 1-2 - 3-5 - 8-13 - 21-34 Planning Poker Pastor Alemão Poodle

Leia mais

Caso Prático: Java como ferramenta de suporte a um ambiente realmente colaborativo no método Scrum de trabalho

Caso Prático: Java como ferramenta de suporte a um ambiente realmente colaborativo no método Scrum de trabalho Caso Prático: Java como ferramenta de suporte a um ambiente realmente colaborativo no método Scrum de trabalho UOL Produtos Rádio UOL Julho 2008 André Piza Certified Scrum Master Agenda Scrum como método

Leia mais

Aplicando Scrum no. Vítor E. Silva Souza (vitor.souza@ufes.br) http://www.inf.ufes.br/~vitorsouza

Aplicando Scrum no. Vítor E. Silva Souza (vitor.souza@ufes.br) http://www.inf.ufes.br/~vitorsouza Aplicando Scrum no Vítor E. Silva Souza (vitor.souza@ufes.br) http://www.inf.ufes.br/~vitorsouza Departamento de Informática Centro Tecnológico Universidade Federal do Espírito Santo Licença para uso e

Leia mais

Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.)

Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.) Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.) O PMBoK diz que: O gerenciamento da integração do projeto inclui os processos e as atividades necessárias para identificar, definir, combinar, unificar e coordenar

Leia mais

Monitoramento e Controle. Leonardo Gresta Paulino Murta leomurta@ic.uff.br

Monitoramento e Controle. Leonardo Gresta Paulino Murta leomurta@ic.uff.br Monitoramento e Controle Leonardo Gresta Paulino Murta leomurta@ic.uff.br O que é? O plano pode ser visto como lacunas (contendo tarefas), que estão previstas mas ainda não foram executadas É possível

Leia mais

Governança de TI. ITIL v.2&3. parte 1

Governança de TI. ITIL v.2&3. parte 1 Governança de TI ITIL v.2&3 parte 1 Prof. Luís Fernando Garcia LUIS@GARCIA.PRO.BR ITIL 1 1 ITIL Gerenciamento de Serviços 2 2 Gerenciamento de Serviços Gerenciamento de Serviços 3 3 Gerenciamento de Serviços

Leia mais

MDMS-ANAC. Metodologia de Desenvolvimento e Manutenção de Sistemas da ANAC. Superintendência de Tecnologia da Informação - STI

MDMS-ANAC. Metodologia de Desenvolvimento e Manutenção de Sistemas da ANAC. Superintendência de Tecnologia da Informação - STI MDMS-ANAC Metodologia de Desenvolvimento e Manutenção de Sistemas da ANAC Superintendência de Tecnologia da Informação - STI Histórico de Alterações Versão Data Responsável Descrição 1.0 23/08/2010 Rodrigo

Leia mais

Análise e Projeto Orientados a Objetos Aula IV Requisitos. Prof.: Bruno E. G. Gomes IFRN

Análise e Projeto Orientados a Objetos Aula IV Requisitos. Prof.: Bruno E. G. Gomes IFRN Análise e Projeto Orientados a Objetos Aula IV Requisitos Prof.: Bruno E. G. Gomes IFRN 1 Introdução Etapa relacionada a descoberta e descrição das funcionalidades do sistema Parte significativa da fase

Leia mais

Manifesto Ágil - Princípios

Manifesto Ágil - Princípios Manifesto Ágil - Princípios Indivíduos e interações são mais importantes que processos e ferramentas. Software funcionando é mais importante do que documentação completa e detalhada. Colaboração com o

Leia mais

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Planejamento do Gerenciamento das Comunicações (10) e das Partes Interessadas (13) PLANEJAMENTO 2 PLANEJAMENTO Sem 1 Sem 2 Sem 3 Sem 4 Sem 5 ABRIL

Leia mais

Manifesto Ágil e as Metodologias Ágeis (XP e SCRUM)

Manifesto Ágil e as Metodologias Ágeis (XP e SCRUM) Programação Extrema Manifesto Ágil e as Metodologias Ágeis (XP e SCRUM) Prof. Mauro Lopes Programação Extrema Prof. Mauro Lopes 1-31 45 Manifesto Ágil Formação da Aliança Ágil Manifesto Ágil: Propósito

Leia mais

Conteúdo. Disciplina: INF 02810 Engenharia de Software. Monalessa Perini Barcellos

Conteúdo. Disciplina: INF 02810 Engenharia de Software. Monalessa Perini Barcellos Universidade Federal do Espírito Santo Centro Tecnológico Departamento de Informática Disciplina: INF 02810 Prof.: (monalessa@inf.ufes.br) Conteúdo 1. Introdução 2. Processo de Software 3. Gerência de

Leia mais

Barra de ferramentas padrão. Barra de formatação. Barra de desenho Painel de Tarefas

Barra de ferramentas padrão. Barra de formatação. Barra de desenho Painel de Tarefas Microsoft Power Point 2003 No Microsoft PowerPoint 2003, você cria sua apresentação usando apenas um arquivo, ele contém tudo o que você precisa uma estrutura para sua apresentação, os slides, o material

Leia mais

Gestão de Projetos GNG- 103

Gestão de Projetos GNG- 103 Gestão de Projetos GNG- 103 GNG-103 Gestão de Projetos Definir metas e objetivos do projeto Conciliar entregas Descobrir requisitos Determinar premissas e restrições Compilando a declaracao do escopo do

Leia mais

GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE

GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE Fonte: http://www.testexpert.com.br/?q=node/669 1 GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE Segundo a NBR ISO 9000:2005, qualidade é o grau no qual um conjunto de características

Leia mais

Planejamento Ágil de Projetos

Planejamento Ágil de Projetos Planejamento Ágil de Projetos Dairton Bassi Curso de Verão - janeiro de 2009 - IME/USP - São Paulo by: K_iwi Sem Planos Planos demais Alguns fatos 83,2% cancelados ou entregues além do prazo ou custo (3682

Leia mais

Com metodologias de desenvolvimento

Com metodologias de desenvolvimento Sociedade demanda grande quantidade de sistemas/aplicações software complexo, sistemas distribuídos, heterogêneos requisitos mutantes (todo ano, todo mês, todo dia) Mas, infelizmente, não há gente suficiente

Leia mais

ACOMPANHAMENTO GERENCIAL SANKHYA

ACOMPANHAMENTO GERENCIAL SANKHYA MANUAL DE VISITA DE ACOMPANHAMENTO GERENCIAL SANKHYA Material exclusivo para uso interno. O QUE LEVA UMA EMPRESA OU GERENTE A INVESTIR EM UM ERP? Implantar um ERP exige tempo, dinheiro e envolve diversos

Leia mais

ELABORAÇÃO DE UM PRODUCT BACKLOG EFETIVO

ELABORAÇÃO DE UM PRODUCT BACKLOG EFETIVO ELABORAÇÃO DE UM PRODUCT BACKLOG EFETIVO Product Backlog Building Fábio Aguiar Agile Coach & Trainer SCRUM SCRUM Desenvolvimento de Software com ENTREGAS FREQUENTES e foco no VALOR DE NEGÓCIO PRODUTO release

Leia mais

Engenharia de Requisitos Estudo de Caso

Engenharia de Requisitos Estudo de Caso Engenharia de Requisitos Estudo de Caso Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 8º Edição / Ian Sommerville 2007 Slide 1 Engenharia de Requisitos Exemplo 1 Reserva de Hotel 1. INTRODUÇÃO Este

Leia mais

O Rational Unified Process (RUP) é um processo de desenvolvimento de software inspirado no

O Rational Unified Process (RUP) é um processo de desenvolvimento de software inspirado no 1.1 RATIONAL UNIFIED PROCESS (RUP) O Rational Unified Process (RUP) é um processo de desenvolvimento de software inspirado no processo que atende pelo nome de Processo Unificado (ou UP do inglês Unified

Leia mais

Processo de Desenvolvimento de Software Scrum. Prof. Antonio Almeida de Barros Jr.

Processo de Desenvolvimento de Software Scrum. Prof. Antonio Almeida de Barros Jr. Processo de Desenvolvimento de Software Scrum Manifesto da Agilidade Quatro princípios Indivíduos e interações mais que processos e ferramentas Software funcionando mais que documentação compreensiva Colaboração

Leia mais

Metodologias Ágeis. Aécio Costa

Metodologias Ágeis. Aécio Costa Metodologias Ágeis Aécio Costa Metodologias Ágeis Problema: Processo de desenvolvimento de Software Imprevisível e complicado. Empírico: Aceita imprevisibilidade, porém tem mecanismos de ação corretiva.

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE OS MODELOS DE PROCESSO: PROTOTIPAÇÃO, PSP E SCRUM

ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE OS MODELOS DE PROCESSO: PROTOTIPAÇÃO, PSP E SCRUM ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE OS MODELOS DE PROCESSO: PROTOTIPAÇÃO, PSP E SCRUM Peterson Vieira Salme 1, Claudete Werner 1 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR Brasil petersonsalme@gmail.com, claudete@unipar.br

Leia mais

Processos de gerenciamento de projetos em um projeto

Processos de gerenciamento de projetos em um projeto Processos de gerenciamento de projetos em um projeto O gerenciamento de projetos é a aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas às atividades do projeto a fim de cumprir seus requisitos.

Leia mais

Universidade Paulista

Universidade Paulista Universidade Paulista Ciência da Computação Sistemas de Informação Gestão da Qualidade Principais pontos da NBR ISO/IEC 12207 - Tecnologia da Informação Processos de ciclo de vida de software Sergio Petersen

Leia mais

MUDANÇAS NA ISO 9001: A VERSÃO 2015

MUDANÇAS NA ISO 9001: A VERSÃO 2015 MUDANÇAS NA ISO 9001: A VERSÃO 2015 Está em andamento o processo de revisão da Norma ISO 9001: 2015, que ao ser concluído resultará na mudança mais significativa já efetuada. A chamada família ISO 9000

Leia mais

Introdução ao Aplicativo de Programação LEGO MINDSTORMS Education EV3

Introdução ao Aplicativo de Programação LEGO MINDSTORMS Education EV3 Introdução ao Aplicativo de Programação LEGO MINDSTORMS Education EV3 A LEGO Education tem o prazer de trazer até você a edição para tablet do Software LEGO MINDSTORMS Education EV3 - um jeito divertido

Leia mais

1. Quem somos nós? A AGI Soluções nasceu em Belo Horizonte (BH), com a simples missão de entregar serviços de TI de forma rápida e com alta qualidade.

1. Quem somos nós? A AGI Soluções nasceu em Belo Horizonte (BH), com a simples missão de entregar serviços de TI de forma rápida e com alta qualidade. 1. Quem somos nós? A AGI Soluções nasceu em Belo Horizonte (BH), com a simples missão de entregar serviços de TI de forma rápida e com alta qualidade. Todos nós da AGI Soluções trabalhamos durante anos

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE Questionamento a alta direção: 1. Quais os objetivos e metas da organização? 2. quais os principais Produtos e/ou serviços da organização? 3. Qual o escopo da certificação? 4. qual é a Visão e Missão?

Leia mais

Planejamento Ágil de Projetos

Planejamento Ágil de Projetos Planejamento Ágil de Projetos Curso de Verão - Jan / 2010 IME/USP - São Paulo Dairton Bassi dbassi@gmail.com Planos!? by: K_iwi Sem Planos Planos demais Alguns fatos 83,2% cancelados ou entregues além

Leia mais

Processo de Controle das Reposições da loja

Processo de Controle das Reposições da loja Processo de Controle das Reposições da loja Getway 2015 Processo de Reposição de Mercadorias Manual Processo de Reposição de Mercadorias. O processo de reposição de mercadorias para o Profit foi definido

Leia mais

Agenda. Visão Revolução Ágil EduScrum Visão Geral do Método Benefícios Projeto Scrum for Education Sinergias

Agenda. Visão Revolução Ágil EduScrum Visão Geral do Método Benefícios Projeto Scrum for Education Sinergias Agenda Visão Revolução Ágil EduScrum Visão Geral do Método Benefícios Projeto Scrum for Education Sinergias 1 Questão Central Como formar trabalhadores para o Século 21? 2 Visão Desafios do Cenário Atual

Leia mais

Capítulo 2. Processos de Software. 2011 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados. slide 1

Capítulo 2. Processos de Software. 2011 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados. slide 1 Capítulo 2 Processos de Software slide 1 Tópicos apresentados Modelos de processo de software. Atividades de processo. Lidando com mudanças. Rational Unified Process (RUP). Um exemplo de um processo de

Leia mais

Guia do Scrum. Um guia definitivo para o Scrum: As regras do jogo. Outubro de 2011. Desenvolvido e mantido por Ken Schwaber e Jeff Sutherland

Guia do Scrum. Um guia definitivo para o Scrum: As regras do jogo. Outubro de 2011. Desenvolvido e mantido por Ken Schwaber e Jeff Sutherland Guia do Scrum Um guia definitivo para o Scrum: As regras do jogo Outubro de 2011 Desenvolvido e mantido por Ken Schwaber e Jeff Sutherland Índice O propósito do Guia do Scrum... 3 Visão geral do Scrum...

Leia mais

PLANEJAMENTO OPERACIONAL: RECURSOS HUMANOS E FINANÇAS MÓDULO 16

PLANEJAMENTO OPERACIONAL: RECURSOS HUMANOS E FINANÇAS MÓDULO 16 PLANEJAMENTO OPERACIONAL: RECURSOS HUMANOS E FINANÇAS MÓDULO 16 Índice 1. Orçamento Empresarial...3 2. Conceitos gerais e elementos...3 3. Sistema de orçamentos...4 4. Horizonte de planejamento e frequência

Leia mais

Engenharia de Software e Gerência de Projetos Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios

Engenharia de Software e Gerência de Projetos Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Engenharia de Software e Gerência de Projetos Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Cronograma das Aulas. Hoje você está na aula Semana

Leia mais