ESTUDO DA VIABILIDADE PARA A INSTALAÇÃO DE UMA ESCOLA DE IDIOMAS DA FRANQUIA WIZARD, NO MUNICÍPIO DE LAURO MÜLLER, SC

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1 UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE - UNESC CURSO DE ADMINISTRAÇÃO COM HABILITAÇÃO EM COMÉRCIO EXTERIOR MAICON HOEPERS DA ROSA ESTUDO DA VIABILIDADE PARA A INSTALAÇÃO DE UMA ESCOLA DE IDIOMAS DA FRANQUIA WIZARD, NO MUNICÍPIO DE LAURO MÜLLER, SC CRICIÚMA, DEZEMBRO DE 2009

2 MAICON HOEPERS DA ROSA ESTUDO DA VIABILIDADE PARA A INSTALAÇÃO DE UMA ESCOLA DE IDIOMAS DA FRANQUIA WIZARD, NO MUNICÍPIO DE LAURO MÜLLER, SC Monografia apresentada para obtenção do grau de Bacharel em Administração de Empresas, no curso de Administração de Empresas, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC. Orientador: MSc. João Batista da Silva CRICIUMA, DEZEMBRO DE 2009

3 MAICON HOEPERS DA ROSA ESTUDO DA VIABILIDADE PARA A INSTALAÇÃO DE UMA ESCOLA DE IDIOMAS DA FRANQUIA WIZARD, NO MUNICÍPIO DE LAURO MÜLLER, SC Monografia aprovada pela Banca Examinadora para obtenção do Grau de Bacharel em Administração, no Curso de Administração com Habilitação em Comércio Exterior, da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC. Criciúma, 14 de dezembro de 2009 Banca Examinadora Prof.: MSc. João Batista da Silva - Orientador Prof..: Volmar Madeira Especialista -Membro Prof..: Dino Gorini Especialista - Membro

4 DEDICATÓRIA Dedico este projeto a meu pai que desde de sempre teve um espírito empreendedor e a minha mãe que mesmo nunca tendo estudado na área é, sem duvida uma ótima administradora.

5 AGRADECIMENTO Agradeço a todas as pessoas que meu ajudaram por todo o caminho da graduação, amigos, colegas, parentes e principalmente a meus pais que investiram em mim e acreditam no meu potencial.

6 RESUMO ROSA, Maicon Hoepers da. Estudo da viabilidade para a instalação de uma escola de idiomas da franquia Wizard, no município de Lauro Müller, SC. 88 folhas. Monografia para obtenção do título de bacharel no Curso de Administração com Habilitação em Comércio Exterior da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, Criciúma. A meta principal deste estudo foi identificar a viabilidade para a instalação de uma escola de idiomas da rede de franquias Wizard no município de Lauro Müller. Para descobrir se seria ou não viável a abertura deste empreendimento foram feitas uma pesquisa de campo com uma amostra da população da cidade e também a preparação de um plano de negócios. O questionário aplicado teve características quali-quantitativas e abordou assuntos referentes às necessidades e interesses dos cidadãos de Lauro Müller e suas opiniões quanto a uma escola da Wizard Idiomas, que foi o foco do trabalho. De modo resumido esta foi uma pesquisa bibliográfica e de campo para a avaliação de um empreendimento. O resultado deste projeto respondeu todos os objetivos específicos e mostrou que é viável a abertura de uma escola da Wizard Idiomas na cidade., sendo que este trabalho também poderá ser usado como base de referencial teórico por outras pessoas que tenham o interesse de abrir seu empreendimento na cidade de Lauro Müller e para aqueles que desejam abrir uma franquia ou uma escola de idiomas Palavras chave: Empreendedorismo. Plano de negócios. Viabilidade. Empreendimento.

7 LISTA DE TABELAS Tabela 1: Países com as maiores e menores taxas de empreendedorismo no mundo Tabela 2: Estimativa de população empreendedora Tabela 3: Países do G-20 participantes da pesquisa do GEM Tabela 4: Grau de importância de um idioma estrangeiro Tabela 5: Indicação dos idiomas de interesse dos pesquisados Tabela 6: Indicação da existência de uma escola de idiomas em Lauro Müller Tabela 7: Indicação de qual escola de idiomas os entrevistados já estudaram Tabela 8: Qualificação dos preços das mensalidades Tabela 9: Valor da mensalidade sugerido pelos entrevistados Tabela 10: Designação das tabelas do plano financeiro Tabela 11:Investimentos físicos Tabela 12: Custo de mão de obra Tabela 13: Custos fixos Tabela 14:Custos de matéria prima por aluno Tabela 15: Custos de venda por aluno Tabela 16: Calculo do preço de venda Tabela 17: Necessidade de Capital de Giro Tabela 18: Investimento inicial Tabela 19: Depreciação e manutenção dos equipamentos Tabela 20: Demonstrativo de resultados

8 LISTA DE FIGURAS Figura 1: Faturamento do Setor Franchising em bilhões de R$ Figura 2: Evolução do número de unidades de franquias entre o 2007 e Figura 3: Idade dos moradores Figura 4: Sexo dos moradores Figura 5: Interesse ou necessidade de aprender um idioma estrangeiro Figura 6: Idioma de maior importância e utilização no mundo Figura 7: Existência de um curso de idiomas em Lauro Müller Figura 8: Estuda ou estudou em alguma escola de idiomas? Figura 9: Identificação dos cursos conhecidos Figura 10: Mensuração do público que conhece os métodos da Wizard Figura 11: Número de pessoas dispostas a estudar na Wizard Idiomas Figura 12: Mensuração do tempo de duração do curso segundo os pesquisados Figura 13: Utilização do novo idioma

9 SUMARIO 1 INTRODUÇÃO TEMA PROBLEMA OBJETIVOS OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS JUSTIFICATIVA FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA DEFINIÇÃO DE EMPREENDIMENTO EMPREENDEDOR TIPOS E CARACTERÍSTICAS DE EMPREENDEDOR EMPREENDEDORISMO EMPREENDEDORISMO NO BRASIL O Brasil dentro do GEM Evolução da atividade empreendedora no Brasil Empreendedorismo nascentes e novos Motivação: Empreendimentos por necessidade e oportunidade FRANQUIAS Surgimento e evolução das franquias O sistema de franquia no Brasil Vantagens da franquia Termos básicos do sistema de franquias PLANO DE NEGÓCIOS A importância do plano de negócios Estrutura do plano de negócios Preparação do plano de negócios Definição dos pontos principais de um plano de negócios Página Introdutória resumo Executivo Análise Ambiental e Industrial DESCRIÇÃO DO EMPREENDIMENTO Plano de Produção ou Plano Operacional... 33

10 Plano de Marketing Plano Organizacional Análise de Riscos Plano Financeiro Apêndice PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS TIPO DE PESQUISA E ABORDAGEM METODOLÓGICA COLETA DE DADOS E INSTRUMENTO DE COLETA DE DADOS POPULAÇÃO E AMOSTRA Tamanho da amostra ANÁLISE DO TRABALHO LOCAL DE ESTUDO ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS DADOS APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS DA PESQUISA Coleta dos dados Resultado da pesquisa de campo ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS ANÁLISE DO PLANO FINANCEIRO COM BASE NA PESQUISA DE CAMPO76 CONCLUSÃO REFERÊNCIAS ANEXOS APÊNDICE... 88

11 6 1 INTRODUÇÃO O empreendedorismo é considerado por muitos como a alavanca central da economia mundial, é através dele que se criam empresas, empregos, novos produtos, novos conceitos e novos estilos de vida. E o agente dessas mudanças é o empreendedor, mistificado por muitos como sendo um tipo de messias, algo que nascia com a pessoa, porém agora se entende que não há nada de impossível para qualquer pessoa ser um empreendedor e montar seu próprio negócio e inovar no mercado, o indivíduo deve apenas ter o conhecimento de algumas técnicas que o ajudem a observar tudo a sua volta e analisar as oportunidades, pois como afirma Warren Buffet às grandes idéias são as idéias simples. A economia mundial vem se tornando cada vez mais unificada, blocos econômicos, acordos bilaterais, globalização, entre outros. Hoje todos os tipos de negócio sofrem concorrência em escala internacional. E cada vez mais busca-se um entendimento entre todos esses agentes espalhados pelos quatro cantos do mundo, para isso todos devem falar a mesma língua, podendo assim entender uns aos outro. E a língua escolhida para essa comunicação é o Inglês. Nesse contexto, argumenta-se ser interessante avaliar a viabilidade econômica da abertura de uma escola de idiomas no município de Lauro Müller. Assim emerge a pergunta de pesquisa que orienta este trabalho: Qual a viabilidade para a instalação de uma escola de idiomas da franquia Wizard, no município de Lauro Müller, SC? Desse modo, o objetivo da presente pesquisa é analisar a viabilidade para a instalação de uma escola de idiomas da franquia Wizard, no município de Lauro Müller, SC. Para alcançar esse objetivo geral, os subseqüentes objetivos específicos serão perseguidos: (I) identificar a existência de demanda para a instalação de uma escola de idiomas no município; (II) averiguar o perfil predominante dos interessados em aprender idiomas estrangeiros; (III) levantar os custos de instalação da franquia Wizard de escolas de idiomas no município; (IV) verificar a viabilidade de instalação ou não da escola de idiomas da franquia Wizard, no município. Justifica-se a escolha do negócio Curso de Idiomas, pelo aumento da exportação de produtos produzidos na região de Lauro Müller, e por ser um

12 7 município de raízes Alemãs e Italianas, então pelo fator cultural, os habitantes, buscando manter sua raízes querem apreender o idioma de seus antepassados. A fonte de coleta de dados será bibliográfica, para dar a base científica necessária para o trabalho e uma pesquisa de campo do município escolhido para obter as informações que irão responder os objetivos específicos da pesquisa. A estrutura de trabalho será apresentada da seguinte forma, primeiramente será apresentada à introdução, e os elementos deste capítulo que são: tema, caracterização do problema, justificativa e os objetivos: geral e específicos. Em seguida, no segundo capítulo, será exibida a fundamentação teórica. Na fundamentação teórica serão abordados, alguns temas como: definição de empreendimento, o que é empreendedorismo, definição de empreendedor e franquias. O terceiro capítulo refere-se aos procedimentos metodológicos da pesquisa e serão delineados os procedimentos utilizados para coletar as informações, o instrumento de pesquisa, a população e amostra e o local onde a pesquisa será realizada. No quarto capítulo, serão apresentados os resultados da pesquisa onde serão proporcionados os itens que levaram a interrogar a população, e assim responder as perguntas que estimularam a pesquisa. Por fim, será apresentada a conclusão da pesquisa e as referências bibliográficas.

13 8 1.1 TEMA Estudo da viabilidade para a instalação de uma escola de idiomas da franquia Wizard, no município de Lauro Müller, SC. 1.2 PROBLEMA Qual a viabilidade para a instalação de uma escola de idiomas da franquia Wizard, no município de Lauro Müller, SC? 1.3 OBJETIVOS OBJETIVO GERAL Analisar a viabilidade para a instalação de uma escola de idiomas da franquia Wizard, no município de Lauro Müller, SC OBJETIVOS ESPECÍFICOS Identificar a existência de demanda para a instalação de uma escola de idiomas no município; Averiguar o perfil predominante dos interessados em aprender idiomas estrangeiros; Levantar os custos de instalação da franquia Wizard de escolas de idiomas no município; Verificar a viabilidade de instalação ou não da escola de idiomas da franquia Wizard, no município. 1.4 JUSTIFICATIVA Com a globalização, os mercados se expandiram e o comércio entre os países aumentou consideravelmente, porém para que essas relações comerciais ocorram e preciso que as partes façam acordos entre si, sendo assim elas devem poder se comunicar. E como isso é possível se você não conhece a língua falada

14 9 pelos seus parceiros comerciais. Por isso conhecer uma língua estrangeira e muito importante. Assim surgiram os cursos de idiomas, apresentando soluções nas áreas de conhecimento linguístico. Ensinando não somente a língua mais também a cultura dos povos falantes da mesma. Hoje, o cenário econômico mundial, está a cada dia mais competitivo e as instituições procuram se fixar nesse ambiente agressivo. Mas, para que uma organização possa ter sua fatia no mercado, ela precisa ter um conhecimento do local onde pretende se instalar. Então, é necessário realizar pesquisas que objetivem o conhecimento do que as empresas oferecem, e se é realmente o que os consumidores querem. O município desse estudo é pequeno, de modo que tornará a pesquisa mais fácil de ser realizada. Também o acesso as informações, da população e de mercado é possível, pois são informações disponíveis a todos, e é de interesse da administração municipal a criação de novos empreendimentos no município de Lauro Müller. O objetivo da pesquisa e verificar quais são as oportunidades para a instalação de uma escola de Idiomas. Caso não haja, descobrir o motivo que impede que isso ocorra. O desenvolvimento desse estudo irá proporcionar não só uma realização pessoal, pois o pesquisador tem a real intenção da instalação de uma escola de idiomas no município de Lauro Müller, mas servirá de auxílio para a sociedade acadêmica e para empreendedores que desejam investir neste município, ajudará também pessoas que queiram instalar escolas de idiomas e não sabem como analisar a viabilidade deste investimento.

15 10 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A fundamentação teórica deve ser objetiva e deve ser neutra, e é necessário que haja a compreensão do acadêmico sobre o material que foi lido antes de escrever o texto (GIL, 1996). A razão de ser da fundamentação teórica segundo Boaventura (2004) é desenvolver uma ideia lógica sobre o tema escolhido pelo acadêmico, através das publicações científicas existentes nessas áreas, explicando o assunto determinado. 2.1 DEFINIÇÃO DE EMPREENDIMENTO Segundo Bernardi (2003), o empreendedorismo surge da nossa capacidade racional e irracional de observar tudo que esta a nossa volta, o meio ambiente, as pessoas, as tendências e disso tudo constatar quais são as necessidades e demandas que irão surgir que talvez surjam e as do presente, e dentre estas as que não forem satisfeitas irão formar a ideia para o empreendimento. O autor ainda afirma que existe a formação de empreendimentos por outros canais, como por exemplo, círculos de alto conhecimento tecnológico que criam novos produtos para complementar ou associar a produtos existentes. Ou ainda pela vontade, conhecimentos e desejos pessoais, que levam alguém a montar um negócio sem a menos experiência na área. Para o autor a ideia da concretização de um negócio pode ocorrer de cinco maneiras: a abertura de um novo negócio, comprar uma empresa já existente, começar um novo empreendimento em sociedade com alguém, começar uma sociedade em uma empresa já aberta e investir em uma franquia, este modelo é muito utilizado quando o investidor não tem muito conhecimento sobre o ramo de negócio em questão e quer poupar estudos de mercado e diminuir seus riscos no empreendimento. De acordo com Kotler (2003), a filosofia de vida de toda empresa deveria ser Concentrar-se na satisfação dos clientes, tornar-se líder do mercado, ser conhecida como boa empresa cidadã e oferecer um bom ambiente de trabalho. Todo o resto é conseqüência. (KOTLER 2003, p.62)

16 EMPREENDEDOR Para Bigrave (1994, apud AINDAR 2007), empreendedor é aquele que desfaz a estabilidade da economia, inserindo novos produtos e serviços no mercado, novos conceitos e novos métodos. De acordo com Timmons (1994, apud Dolabela 2003), empreendedor é um sujeito qualquer que tem a capacidade de vislumbrar, apanhar e fazer uso de oportunidades que passam em sua frente. E transforma essas oportunidades em negócios de sucesso através do gerenciamento de recursos. Já Chiavenato (2005), afirma que o empreendedor é a peça chave da economia, é ele que a move, é quem faz surgir os recursos para os investimentos, promove talentos e quem cria as idéias. É também a pessoa que distingue além dos outros, vê as possibilidades que outros não veem, porém precisa ser rápido e não deixar essas oportunidades passarem despercebidas. O autor ainda diz que, a palavra empreendedor, vêm do Frances entrepreneur, e significa a pessoa que assume riscos e cria algo novo. Segundo Dornelas (2001), o empreendedor é um administrador com algumas características extras, e explica que as funções, dos administradores segundo a abordagem clássica ou processual, são: planejar, organizar, dirigir e controlar, sendo que o empreendedor possui também essas funções. Porém, o empreendedor possui algo que o administrador não tem, ele é visionário e vislumbra oportunidades onde os outros só vêem obstáculos. De acordo com Casson (2003, Apud SARKAR 2008), o empreendedor do ponto de vista econômico, deve controlar o meio ambiente a sua volta através do seu poder de mensurar os recursos necessários, sendo que a economia onde este indivíduo esta inserido é que dita o ritmo de crescimento do empreendedorismo. Para (LOWREY 2003, Apud SARKAR 2008, p. 36), empreendedor é um indivíduo com um perpétuo desejo de realização. O empreendedor imagina, desenvolve e realiza visões. A visão, para ele, é uma imagem projetada do futuro, do lugar que se quer ver ocupado por seus produtos e da organização necessária para consegui-lo. (FILION 1991, Apud DOLABELA 2003, p.27). Todo tipo de negócio começa de uma ideia na mente de um empreendedor, ele é a pessoa que quebra barreiras, enfrenta dificuldades, assume

17 12 riscos e faz tudo isso não pensando somente no dinheiro, pois o que lhe move é a paixão e a energia da criação de algo novo, e quando consegue por em prática suas ideias gera empregos e renda para a população. (KOTLER, 2003). 2.3 TIPOS E CARACTERÍSTICAS DE EMPREENDEDOR Dornelas (2001) caracteriza os empreendedores de sucesso dizendo que eles são pessoas seguras, sabem tomar decisões, são visionários, têm a habilidade de implementar seus sonhos, tornam ideias abstratas em concretas, são trabalhadores exemplares, são apaixonados pelo que fazem, não deixam barreiras atrapalhar seu caminho, são admirados por seus subordinados, são otimistas, não pensam tanto no dinheiro pois sabem que este virá através do sucesso de seus negócios, sabem construir uma network (rede de contatos) muito bem, são organizados, planejam tudo em seu negócio e assumem riscos calculados, procuram aprender continuamente, por que sabem que quanto maior o seu Know how maior suas chances serem bem sucedidos em seus negócios e criam valor para a sociedade movendo e impulsionando a economia, inovando e gerando empregos, sempre usando suas novas idéias para o benefício de todos. Segundo Baumol (1993, Apud SARKAR 2008), existem dois tipos de empreendedores, um é aquele que abre ou organiza um negócio que já existe, não tendo nada de novo no processo. O outro modelo de empreendedor é o inovador, a pessoa que transforma sonhos em processos tangíveis e economicamente viáveis, criando ou não uma nova empresa no processo. Já Herdenso (2002, Apud SARKAR 2008), trás uma diferente abordagem para o conceito de empreendedor. E também separam eles em dois grupos os de estilos de vida, que se beneficiam da qualidade de vida da comunidade local e os de alto crescimento, aos que estão motivados a desenvolver empresas maiores. (SARKAR 2008, p. 36). 2.4 EMPREENDEDORISMO Na visão de Aidar (2007), empreendedorismo é uma atitude que está ligada a troca dos produtos, conceitos e serviços atuais por outros mais baratos e/ou

18 13 mais eficientes, ou simplesmente a capacidade de retirar do mercado um produto já sem utilidade, pela apresentação de novos produtos e serviços. De acordo com o Ângelo (apud BRITTO e WENER, 2003), o empreendedorismo em sua definição original era a ação de transferir recursos econômicos de uma atividade de baixo rendimento para outra de alto rendimento. E esta definição teria sido criada por um economista Francês no século XIX. Porém o autor cita que o termo utilizado pelos economistas modernos é que o empreendedorismo é a máquina propulsora do desenvolvimento da economia. Outra definição de empreendedorismo apresentada pelo autor é a de um relatório da Accenture, sobre uma pesquisa feita entre o período de Janeiro de 2000 e Junho de 2001, descrevendo o empreendedorismo como a criação de valor por pessoas e organizações trabalhando juntas para implementar uma ideia através da aplicação da criatividade, capacidade de transformação e o desejo de tomar aquilo que comumente se chamaria de risco. (BRITTO e WENER, 2003, P.18). Britto e Wener (2003), ainda falam sobre um dos maiores exemplos de empreendedorismo do mundo moderno, a economia norte americana, que criou milhares de novas empresas e milhões de empregos em uma época de admirável desenvolvimento, o autor também fala que essa aparição da economia empreendedora não é só um processo de criação e desenvolvimento econômico o tecnológico, e explica que este clima empreendedor pode ser criado pelo estado. E os impulsionadores desse clima empreendedor são: um fácil acesso aos capitais de investimento, tais como empréstimos, pouca participação e regulamentação do Estado, ou seja, desburocratização, e incentivos do governo que demonstrem que ele tem uma postura favorável ao empreendedorismo. Elenca-se ainda a existência de três modelos formados que exprimem este ambiente empreendedor, segundo Britto e Wener (2003): Economia aberta, onde há uma baixa intervenção do governo na economia, como é nos Estados Unidos; Individualismo monitorado, onde o governo cria pacotes (coordenados pelo mesmo), para incentivar quem quer empreender, exemplos Singapura e Taiwan. Social democracia: que une os incentivos aos empreendedores com uma forte proteção social, ou seja, grande preocupação com o bem estar da população e distribuição de renda. Neste modelo existe uma forte atuação do Governo e é ele

19 14 que controla todo o processo de desenvolvimento. Exemplos Alemanha, Holanda e Suécia. Existem dois tipos de empreendedorismo, o de Oportunidade e o de Necessidade, que surgem em países como o Brasil, em que há uma grande desigualdade social e de distribuição de renda, porém, onde pessoas têm esperança de um futuro melhor. Também define que o modelo empreendedor de oportunidade é aquele onde o individuo abre ou investe em um negócio já aberto, visando se aproveitar de uma oportunidade percebida no mercado, já o modelo de necessidade surge quando aquele empreendimento aparenta ser a melhor opção de trabalho naquele momento (BRITTO e WENER 2003). Para Dornelas (2003), o empreendedorismo não é simplesmente uma teoria administrativa, que irá trazer a solução para todos os problemas existentes nas indústrias atualmente, é uma filosofia comportamental, dita como as pessoas irão agir e esta intrínseca nos processos organizacionais fazendo com que toda a organização trabalhe por um objetivo comum, que neste caso é a procura de novos mercados, novos produtos, novos processos, novas oportunidades de negócio, através de atividades internas que busquem a inovação como o enfoque principal. O autor também afirma que se analisado dessa maneira o empreendedorismo passa a ser a chave para a mudança da estrutura de organizações existentes, para que as mesmas mudem sua postura e comecem a criar inovações empresariais, e desfazer a crença de que o empreendedorismo é aplicado somente na criação de novos negócios em empresas de pequeno porte. Empreendedorismo e inovação estão intimamente ligados e são ingredientes fundamentais para o desenvolvimento econômico. (DORNELA, 2003, p. 9). Segundo Sarkar (2008), é muito difícil dar somente uma definição para o empreendedorismo, pois a palavra vem mudando de significado, através dos anos ou séculos, pois ele afirma que esta palavra é muito antiga e cita vários autores para demonstrar isso. Porém, no final ele faz um resumo tirando os pontos em comum dos autores dizendo que o empreendedorismo é a criação de valores. Schumpeter (1942, apud SARKAR, 2008), liga o empreendedorismo a inovação, e essas inovações são divididas em cinco tipos: lançamento de novo produto, implementação de um novo método de produção, abertura de um novo

20 15 mercado, aquisição de uma nova fonte de oferta de materiais e criação de uma nova empresa. (SARKAR, 2008 p. 22) Drucker (1993, Apud SARKAR 2008), também fala da inovação em relação ao empreendedor afirmando que: Inovação é a ferramenta específica dos empreendedores, o meio pelo qual exploram as alterações como uma oportunidade para um negócio ou um serviço diferente. Pode ser apresentada como uma disciplina, e é possível ser aprendida e praticada. Os empreendedores necessitam procurar fontes de inovação. E necessitam saber aplicar os princípios da inovação de sucesso. Fonte: Drucker (1993, Apud SARKAR 2008 p. 23). Portanto, na opinião de Drucker e de Schumpeter, empreendedorismo está ligado a inovação, não sendo somente a abertura de uma empresa, mas algo que inove, algo que traga um novo produto ou processo e que crie um novo tipo de consumidor. Tentando trazer um conceito mais completo e contemporâneo Sarkar (2008) cita alguns autores com várias definições. Uma dessas definições vem do Entrepreneurship Center na Universidade de Miame em Ohio, que define: Empreendedorismo é o processo de identificação, desenvolvimento e captação de uma idéia para a vida. A visão pode ser uma idéia inovadora, uma oportunidade ou simplesmente uma forma melhor de fazer algo. O resultado final desse processo é a criação de uma nova empresa, formada em condições de risco e de uma incerteza considerável. Fonte: Entrepreneurship Center (Apud SARKAR 2008, p.25) Já para uma definição mais operacional, Sarkar (2008) trás os autores Hofer e Meeks (1998, Apud SARKAR 2008, p. 25), e eles definem empreendedorismo e empreendedor como: [...] a busca de uma oportunidade descontinuada envolvendo a criação de uma organização (ou suborganização) com a expectativa de criação de valor para os participantes. O empreendedor é o individuo (ou a equipe) que identifica a oportunidade, reúne os recursos necessários, cria e é responsável pela performance da organização. Portanto, o empreendedorismo é o meio pelo qual novas organizações são formadas com os empregos resultantes e a criação de bem-estar Sarkar (2008) ainda afirma que o processo de empreendedorismo acaba quando o negócio ou empresa esta montado, por isso para entender o empreendedorismo devemos estudar o processo de criação das organizações e

21 16 também o comportamento dos empreendedores, buscando descobrir quais as informações vitais para a criação da nova organização o empreendedor deve possuir, se o indivíduo não nasce empreendedor como adquirir as características de um, se torna mais fácil criar uma nova organização para aqueles que tenham feito isso antes e como identificar o grau de importância dos problemas. Mas para não ficar vagando de conceito em conceito sobre empreendedorismo, Sarkar (2008) define que o conceito por ele utilizado em seus estudos é: empreendedorismo é o processo de criação e/ou a expansão de negócios que são inovadores ou que nascem a partir de oportunidades identificadas. Druin e Depuis, 2003 (apud SARKAR, 2008, 27), elenca a existência de vários tipos de empreendedorismo: Empreendedorismo por necessidade; Empreendedorismo ético; Empreendedorismo de capital; Empreendedorismo eletrônico; Empreendedorismo familiar; Empreendedorismo comunitário; Empreendedorismo municipal; Empreendedorismo estatal; Empreendedorismo local; Empreendedorismo na terceira idade; Empreendedorismo em jovens EMPREENDEDORISMO NO BRASIL O índice de empreendedorismo no Brasil é medido pelo do GEM (Global Entrepreneurship Monitor). De acordo com Greco (2009), este órgão foi criado em 1997 pela iniciativa conjunta do Babson College nos Estados Unidos e The London Businness School no Reino Unido. O estudo foi criado inicialmente para entender melhor a relação entre a atividade empreendedora e o crescimento da economia do país. Os países inicialmente pesquisados foram somente os que compreendiam o G- 7 e tenha como objetivo apresenta para aqueles interessados nos programas de atividades empreendedoras, como entender mais claramente e como melhorar essas atividades. Para isso a pesquisa deveria responder a três questionamentos:

22 17 O nível de empreendedorismo varia entre os países, e até que ponto vai essa variação? O quê torna um país empreendedor? O nível de atividade empreendedora afeta a taxa de crescimento da economia nacional? Após o primeiro ano de pesquisa os resultados chamaram a atenção de outras nações, dentre elas o Brasil, que busca entender melhor o fenômeno do empreendedorismo dentro da economia brasileira. (GRECO, 2009) O Brasil dentro do GEM No ranking mundial o Brasil ocupa a 13ª posição, em 2008, segundo o Global Entrepreneurchip Monitor. O Brasil teve um taxa de Empreendedores em Estágio Inicial (TEA) de 12,02% significando que de cada 100 brasileiros 12 estavam realizando alguma atividade empreendedora durante a pesquisa. A TEA brasileira ficou próxima de países como o México (13,09), Índia (11,49), Chile (13,08) e Uruguai (11,09). GEM 2008 (Global Entrepreneurship Monitor), (GRECO 2009).

23 18 Tabela 1: Países com as maiores e menores taxas de empreendedorismo no mundo. Países TEA 2008 (%) Posição Estimativa de (43 países) Empreendedores Maiores taxas Bolívia 29, Peru 25, Colômbia 24, Angola 22, República 20, Dominicana Média do 24, Grupo Menores Taxas Dinamarca 4, Romênia 3, Alemanha 3, Rússia 3, Bélgica 2, Média do Grupo 3, Fonte: Pesquisa GEM 2008.

24 19 Tabela 2: Estimativa de população empreendedora. Países TEA Posição Estimativa de 2008 (%) (43 países) Empreendedores Maiores Estimativas Índia 11, Estados Unidos 10, Brasil 12, México 13, Colômbia 24, Total do Grupo 14, Menores Estimativas Irlanda 7, Dinamarca 4, Letônia 6, Eslovênia 6, Islândia 10, Total do Grupo 6, Fonte: Pesquisa GEM Para contextualizar a atividade empreendedora brasileira em âmbito internacional, a equipe GEM Brasil optou por utilizar o G-20 (grupo de países com as 20 maiores economias do mundo), recorte analítico deste ano. O G-20 também representa 81,24% do total de pessoas empreendedoras no mundo, (GRECO 2009).

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