A INFLUÊNCIA DO RISCO PAÍS E DAS CRISES FINANCEIRAS INTERNACIONAIS NOS INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS NO BRASIL NO PERÍODO PÓS PLANO REAL

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1 A INFLUÊNCIA DO RISCO PAÍS E DAS CRISES FINANCEIRAS INTERNACIONAIS NOS INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS NO BRASIL NO PERÍODO PÓS PLANO REAL Apresenação Oral-Comércio Inernacional ANA LAURA PRESTES DE OLIVEIRA; FRANCISCO CARLOS DA CUNHA CASSUCE; VALDIR ANTONIO GALANTE. UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ, FRANCISCO BELTRAO - PR - BRASIL. A INFLUÊNCIA DO RISCO PAÍS E DAS CRISES FINANCEIRAS INTERNACIONAIS NOS INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS NO BRASIL NO PERÍODO PÓS PLANO REAL Grupo de Pesquisa: Comércio Inernacional Resumo: O presene rabalho buscou analisar a influência do risco país e das crises financeiras inernacionais nos fluxos de invesimenos esrangeiros no Brasil, no período de janeiro/1995 a março/2008, de forma a verificar quais variáveis afearam esses invesimenos e em que proporções. Os dados obidos foram organizados em abelas e esimados pelo méodo de Mínimos Quadrados Ordinários (MQO), uilizando como ferramena de análise e esimação o programa economérico Eviews 5. Como resulado, consaou-se que as variáveis analisadas não exerceram influência sobre os Invesimenos Direos Esrangeiros, possivelmene pelo fao de ese apresenar efeios no longo prazo, e o período analisado ser considerado curo. Conudo, verificou-se que as variáveis as quais o fluxo de Invesimeno Esrangeiro em Careira apresenou maior sensibilidade são o risco país, as variações na axa de câmbio e as crises do México ( ), da Argenina ( ) e dos Esados Unidos (2001). Palavras-Chave: Invesimeno Direo Esrangeiro; Invesimeno Esrangeiro em Careira; Brasil; Crises. THE INFLUENCE OF RISK COUNTRY AND OF THE FINANCIAL INTERNATIONAL CRISIS IN THE FOREIGN INVESTMENTS IN BRAZIL IN THE PERIOD AFTER THE REAL PLAN. Absrac: Thus, his work searched analyse he influence of he risk counry and of he inernaional financial crisis in he sreams of foreign invesmens in Brazil in he period of January/1995 o March/2008, in a way o verify which variables affeced hose invesmens and in which proporions. The daa obained were organized in ables and esimaed by he mehod of Leas Squares, uilizing as a ool of analysis. As a resul, i was esabilished ha he variables analyzed did no exercise influence abou he Foreign Sraigh Invesmens, possibly by he fac of his presen effecs in a long erm, and he period analysed be considered shor. However, i was verified ha he variables which sream of Foreign Invesmen in Walle presened a bigger sensibiliy are he risk counry, he variaions in he exchange rae and he crisis of Mexico ( ), Argenine ( ) and he Unied Saes (2001). Key-words: Direc Foreign invesmen; Foreign invesmen in Walle; Brazil; Crisis.

2 1. INTRODUÇÃO Para o Brasil, a década de 90, foi caracerizada pela reomada dos fluxos de capiais inernacionais após um longo período de escassez de recursos exernos. Essa reomada foi possível aravés de um conjuno de condições exernas e inernas. Exernamene a redução da axa de juros nos EUA e a recessão das principais economias desenvolvidas ornaram a economia brasileira mais araene. Inernamene a liberação econômica aravés da aberura comercial e financeira, a renegociação da dívida exerna e a implemenação do Plano Real, foram fundamenais para o reorno da credibilidade brasileira (VERÍSSIMO e HOLLAND, 2004). Essa endência de crescimeno só foi inerrompida significaivamene em períodos críicos ou de crises, como em 1997 com a crise Asiáica, em 1998 período da crise Russa, em 2001 e 2002 com a crise Argenina e o aaque errorisa de 11 de seembro de 2001 nos EUA e a crise energéica no Brasil em Embora marcada por insignificanes axas de crescimeno na década de 90, a economia brasileira ambém passou por uma profunda reesruuração produiva, devido aos desdobramenos do esgoameno do modelo de subsiuição de imporações que provocou a aceleração de privaizações de empresas esaais, a aberura da economia e a desregulamenação dos mercados inernacionais (ARAÚJO, 2005). Nessa década, os fluxos para emprésimos e financiamenos perderam imporância, sendo que os fluxos de capiais para Invesimeno Direo Esrangeiro (IDE), desinados a criação ou ampliação da capacidade produiva ou aquisição de empresas em processo de privaização, e os fluxos de capiais de porfólio, que correspondem aos invesimenos de aivos financeiros, foram os grandes responsáveis pelo crescimeno de recursos exernos no país (VERÍSSIMO e HOLLAND, 2004). A parir de 1994, as alas axas de juros praicadas fizeram com que os capiais esrangeiros, principalmene os de curo prazo, que visavam ganhos de arbiragem, ingressassem maciçamene no Brasil, sendo que a redução da inflação e a esabilização moneária vivenciada com a implanação do Plano Real conribuíram para que nese ano fosse regisrado o maior volume líquido de enrada de capiais para porfólio observado na década (cerca de US$ 54 bilhões). Conudo, depois de meados da década de 90, com diversas crises financeiras e cera deerioração econômica, como aumeno da dívida pública e o risco país em paamares elevados, houve significaiva reirada dos capiais de porfólio da economia brasileira devido à caracerísica voláil da maioria desses capiais (VERÍSSIMO e HOLLAND, 2004). Em janeiro de 1999, não resisindo às pressões do mercado, quando se ornou óbvio que as elevadas axas de juros não podiam impedir a saída de capial e esavam gerando uma grande recessão econômica, o governo cedeu e permiiu que a axa de câmbio fluuasse livremene, o que levou a uma desvalorização do real, chegando a 40% nos dois primeiros meses (ARAÚJO, 2005). Nese conexo, segundo a eoria da paridade descobera de juros, os especuladores em ganhos de arbiragem se a axa inerna de juros mais a expecaiva de desvalorização da moeda inerna, não for igual à axa inernacional de juros, ou seja, se houver diferença na axa de juros inerna, comparada com a inernacional, a axa de câmbio se ajusará pela enrada ou saída de capial aé equilibrá-los e eliminará oporunidades de ganhos com especulação. Assim, a desvalorização moneária e a adoção do regime de câmbio fluuane ajudaram a reduzir a saída de capiais (GABRIEL e OREIRO, 2008). Com isso, o governo brasileiro precisou rever algumas medidas sugeridas pelo FMI (Fundo Moneário Inernacional), especialmene no que se referia a axa de juros da época, pois um aumeno da mesma poderia agravar ainda mais a recessão e diminuiria a receia do

3 governo, afeando-o ambém nas conas públicas devido à elevação do cuso de financiameno da dívida pública. Assim, ajuses na axa de câmbio permiindo ajuses no balanço de pagamenos e a implanação do regime de meas inflacionárias a parir do ano 2000 permiiram uma redução no nível das axas reais de juros, embora ainda elevada se comparada à média inernacional (ARAÚJO, 2005). Porano, pode-se observar que as diversas medidas omadas pelas auoridades moneárias brasileira em períodos de crises foram no senido de coner a saída de recursos exernos, sejam invesimenos direos esrangeiros ou invesimenos de curo prazo, como enaiva de amenizar os efeios negaivos dessas ocorrências. Dessa forma, o presene arigo esá esruurado em 5 pares, com esa inrodução. Na pare seguine são apresenadas, como referencial eórico, as principais eorias sobre os invesimenos esrangeiros, as quais visam explicar os principais deerminanes para os fluxos de ais. A pare 3 aborda o referencial empírico, apresenado os méodos de análise que foram uilizados, bem como sua organização e fone de dados. Já na pare 4 enconra-se a análise dos resulados obidos com as esimações dos modelos apresenados e as possíveis causas deerminanes para cada resulado, e por fim, na pare 5 são apresenadas as principais conclusões obidas com o presene esudo. 1.1 Problema e sua Imporância Dada a relação enre o risco-país, as crises exernas e inernas observadas na década de 1990 e início dos anos 2000 e as medidas de políicas moneária e cambial adoadas, orna-se imporane avaliar o impaco das alerações dessas variáveis sobre o nível de invesimenos esrangeiros. Os invesimenos esrangeiros são divididos em invesimenos esrangeiros direos (IDE) e invesimenos esrangeiros em careira (IEC), sendo que o primeiro apresena como caegorias a paricipação no capial e emprésimos iner-companhias e o segundo se refere às aplicações esrangeiras em íulos brasileiros. De acordo com Soihe (2002), há quaro faos considerados de maior imporância para o aumeno de fluxo de capial nos úlimos anos no Brasil. O primeiro foi a regularização da dívida exerna com os bancos credores inernacionais, pois possibiliou a normalização da relação do país com a comunidade financeira inernacional. Um segundo faor foi a esabilização macroeconômica do país com a implanação do Plano Real. O erceiro faor veio aravés da queda das axas de juros inernacionais nos países desenvolvidos ornando os invesimenos em países em desenvolvimeno mais araivos. E um úlimo faor foi a aleração na legislação referene ao fluxo de capiais enre os anos de 1990 e 2000, caracerizando um processo de flexibilização da cona de capiais. Após 1995, os ingressos de IDE se deram, essencialmene pelos processos de privaizações com volume considerável na forma de fusões e aquisições, aé mesmo pela adoção do Programa Nacional de Desesaização (PND) em Nese senido, podemos desacar um volume subsancial de invesimenos no seor de serviços, em subsiuição ao seor indusrial, viso que várias empresas dos seores de elecomunicações e de energia iveram seu conrole ransferido do Esado para a iniciaiva privada (MOI, 2006). Desa forma, a Figura 1 apresena a evolução dos invesimenos direos esrangeiros (IDE) no país no período de 1994 a 2007.

4 US$ Figura 1 - Invesimenos Direos Esrangeiros no Brasil (Valores em Milhões de dólares (US$) * Anos *Fone: Elaborado pelos auores aravés de dados fornecidos pelo IPEADATA (2008). Em 1998 a economia brasileira, que ainda se recuperava dos efeios advindos da crise asiáica no ano anerior, enfrenou problemas decorrenes da crise da moraória na Rússia, que colocou em risco a credibilidade dos países emergenes. Como efeio imediao houve fuga de capiais para os aivos considerados de menor risco, o que reduziu o crescene fluxo de capiais exernos aos países em desenvolvimeno. Em 2001, as perspecivas para a economia brasileira mosravam-se favoráveis, viso a superação das dificuldades causadas por choques exernos em anos aneriores, pela adoção do regime cambial flexível e pela credibilidade alcançada com políicas de conrole a inflação. Conudo, as dificuldades econômicas foram advindas da crise argenina, do aprofundameno da recessão dos Esados Unidos com os aenados errorisas de 11 de seembro e do racionameno de energia elérica no país, faores que refleiram na adoção de uma políica moneária resriiva para enfrenar pressões inflacionárias compromeendo o produo da economia no país (MOI, 2006). No ano de 2002, em-se uma nova depreciação cambial viso que a axa de juros em dólar ornou-se proporcionalmene maior que a axa domésica real, fazendo com que houvesse uma grande saída de capial esrangeiro do Brasil (JESUS, 2007). O movimeno eleioral nese ano, ambém implicou numa maior desconfiança dos invesidores exernos, conribuindo para a redução dos fluxos de capiais inernacionais para a economia brasileira. Conudo, a redução no fluxo de IDE em 2002, é explicada principalmene pela reversão do fluxo líquido de emprésimos iner-companhias e pelo esgoameno do processo de privaizações (MOI, 2006). A parir do segundo semesre de 2003, com o clareameno das políicas econômicas adoadas pelo novo governo, houve aumeno do nível geral da aividade econômica do país e ambém mundial. Enreano, a condução da políica econômica coninuou volada para a esabilidade de preço, a fim de reverer o grau de incerezas proporcionado nos anos aneriores. O governo elevou a axa básica de juros (SELIC) e aumenou o recolhimeno de compulsórios sobre depósios a visa, resulando na redução da axa de câmbio (MOI, 2006). Apesar da rigidez na condução da políica econômica, com manuenção das axas de juros em níveis elevados, em 2004, a economia brasileira apresenou o maior nível de crescimeno anual desde O ciclo de queda no fluxo de IDE no país se encerra, seguindo a endência de recuperação dos fluxos de IDE em nível mundial, principalmene em economias emergenes, em decorrência do maior crescimeno econômico e pela expecaiva

5 de ganhos financeiros relacionados as possibilidades de mudanças na políica cambial de alguns paises em desenvolvimeno (MOI, 2006). Enreano, ambém cabe considerar que o invesidor esrangeiro observa os reornos passados quando da sua decisão de invesir (feedback raders), e o mercado brasileiro de ações assimila rapidamene as informações, de forma que o invesimeno esrangeiro de meses aneriores não influencia no reorno correne (REIS, 2007). De acordo com Maos e al (2007), a maior sensibilidade dos IDE ocorre em relação a medida do risco-brasil. Os invesidores esrangeiros, dado a expressiva enrada dos IDE na década de 1990, aleraram sua percepção quano ao risco corrido pelo capial direcionado ao Brasil na década de Assim, essa maior sensibilidade já era esperada, viso que o Brasil é um país em desenvolvimeno e, desa forma, é mais exposo aos efeios de crises inernacionais. Ainda segundo eses, os fluxos de IDE direcionados ao Brasil são relaivamene pouco sensíveis a mudança na axa de câmbio, o que pode ser explicado principalmene por dois faores: primeiro, a auação no mercado de câmbio por pare do Banco Cenral do Brasil implanando o sisema de bandas cambiais e reduzindo as oscilações nas axas de câmbio por exemplo e, segundo, o fao de essa modalidade de invesimeno assumir uma posição de longo prazo, o que não raz o efeio imediao das freqüenes mudanças na axa de câmbio. Para explicar o reorno do IBOVESPA, ou a paricipação esrangeira na capialização da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), Reis (2007) mosra que esse reorno não é explicado somene pelo invesimeno esrangeiro, mas ambém pelo câmbio, por um índice global de ações, pelo risco país e pela volailidade, onde o fluxo de invesimeno esrangeiro, o reorno do índice global de ações e a volailidade relacionam-se posiivamene com o reorno do IBOVESPA, enquano que a variação cambial e a variação do risco Brasil apresenam relação negaiva com o mesmo. Todavia, a Figura 2 nos mosra a evolução do saldo dos invesimenos de curo prazo, ou em careira, feios por esrangeiros no Brasil nos úlimos anos, onde podemos perceber uma maior fragilidade perane crises financeiras, sendo mais exposo à conjunura de curo prazo e porano mais voláeis. Figura 2 - Invesimenos Esrangeiros em Careira no Brasil (Valores em Milhões de dólares (US$) * US$ Anos * Fone: Elaborado pelos auores aravés de dados fornecidos pelo IPEADATA (2008). Os efeios da crise mexicana ocorrida no segundo semesre de 1994, para o Brasil raduziram-se, sobreudo, na queda de enrada de recursos exernos. Devido à fuga conínua desses recursos, o BACEN esabeleceu em 1995, o sisema de bandas cambiais, alerando a

6 forma de condução das políicas cambiais e adoou medidas como elevação das axas de juros inernas e redução da alíquoa do IOF sobre o ingresso de recursos exernos, com o inuio de esancar a saída de capiais (GABRIEL e OREIRO, 2008). O ingresso de recursos exernos só começou a se normalizar a parir do segundo semesre de 1995, principalmene na forma de invesimenos em porfólio, volando a conribuir para o aumeno de reservas esrangeiras e reduzindo a fragilidade exerna brasileira. Conudo,em julho de 1997, com a crise asiáica, houve fore queda nas bolsas de valores e na coação dos íulos da dívida exerna, bem como fuga de capiais exernos. Uma seqüência de evenos exernos e inernos nos anos 2001 e 2002, como a queda das ações de ala ecnologia nos mercados inernacionais, a crise na Argenina, a crise energéica no Brasil e os aaques errorisas de 11 de seembro nos Esados Unidos, ambém geraram um cenário exerno negaivo. Mesmo com a adoção do câmbio fluuane em 1999, o Brasil não conseguiu coner a saída de capial de curo prazo, sobreudo devido a incerezas do mercado acerca da capacidade das auoridades brasileiras de firmar com o compromisso de maner uma políica cambial fluuane, assim como a esabilidade da moeda, culminado com invesimenos esrangeiros de curo prazo negaivos no ano de Em 2003, o efeio das incerezas decorrenes do processo eleioral brasileiro e a queda da aversão ao risco dos invesidores inernacionais devido o compromeimeno do novo governo em maner as políicas moneárias e cambiais, aenuou a resrição aos fluxos de capiais inernacionais durane aquele ano (GABRIEL e OREIRO, 2008). Conudo, a parir de 2004 já se pode perceber uma recuperação nos fluxos desses invesimenos, resulado da evolução da aividade econômica, principalmene pelo bom desempenho das exporações e da recuperação do mercado inerno (MOI, 2006). Assim, os invesimenos esrangeiros direos, pouco sensíveis a mudanças no câmbio, apresenam uma elevação no fluxo de capiais, com oscilações mais amenas em períodos de urbulência no cenário nacional e inernacional. Conudo, como os capiais de curo prazo ou de porifólio são basane sensíveis às mudanças nas condições de risco e liquidez do mercado financeiro inernacional, podemos observar que em momenos de especulação cambial mais acenuada há grandes saídas de capiais, como ocorreu em 1995, com a crise do México no final de 1994, e em 1999 com a crise cambial no Brasil e o período eleioral de 2002 (GABRIEL e OREIRO, 2008). Assim, a composição dos fluxos de capiais e seus impacos variaram enre os países, viso o grau de aberura, as condições macroeconômicas, o regime cambial, risco país denre ouros. É possível ressalar que os fluxos de invesimeno direo esrangeiro (IDE) endem a ser bem menos voláeis e menos sujeios a uma súbia reversão do que os invesimenos esrangeiros de porfólio, e por isso, o IDE é a modalidade de fluxos de capial mais desejada pelos países em desenvolvimeno devido a sua naureza esável e de sua associação com ouros benefícios como a ransferência de ecnologia e modernização. Dessa forma, como os capiais de curo prazo e os capiais de porifólios são mais voláeis às mudanças nas condições de risco e alerações no cenário financeiro inernacional, ese deve apresenar quedas bem mais significaivas em enradas de capial esrangeiro do que os capiais de longo prazo, principalmene por que no período em análise ivemos várias ocorrências de crises cambiais e financeiras, sejam inernas ou exernas, cujas repercussões se prolongaram para as demais economias em desenvolvimeno por meio do efeio conágio. Dessa forma, preende-se analisar o fluxo de invesimenos direos esrangeiros e de curo prazo no Brasil, no período pós Plano Real. Especificamene, espera-se: verificar se o Índice do risco-país, represenado pela volailidade do IBOVESPA, no pós Plano Real, afeou a aração de invesimenos esrangeiros direos e de curo prazo no Brasil, no período; idenificar se os regimes de axa de câmbio adoados influenciam os IDE e IEC, e em caso

7 posiivo, em que proporções; e averiguar se as crises inernacionais afearam os IDE e os invesimenos de curo prazo no Brasil no período proposo. 2. REFERENCIAL TEÓRICO O desenvolvimeno econômico susenável depende da expansão conínua da capacidade de produção. O crescimeno se acelera quando os invesimenos se direcionam para as alernaivas com maiores reornos econômicos e sociais (ROSA, 2003). Para Casagrande Neo (2000, p. 155), [...] odas as economias necessiam de crescimeno e desenvolvimeno para proporcionar aos seus agenes um nível melhor de vida. Para que haja essa expansão, é preciso que as empresas façam invesimenos para acumulação de capial produivo e aumeno de sua produividade. Os invesimenos em economia podem ser considerados a mola propulsora do crescimeno econômico. O processo de globalização compreende a inegração enre as áreas comerciais, financeira, produiva, insiucional e políica das diversas economias mundiais. Analisa as oporunidades de inegração enre países desenvolvidos e em desenvolvimeno, podendo proporcionar um aumeno significaivo nos oligopólios em níveis mundiais e dos fluxos de invesimenos esrangeiros, principalmene aos países em desenvolvimeno (MOI, 2006). Segundo Moraes (2003), os fluxos de invesimenos esrangeiros, sobreudo os direos, são deerminados devido a combinações de faores como a aberura comercial, esabilização econômica, ampliação de mercado e privaizações. A aberura comercial iniciada no ano de 1990, rouxe a redução de alíquoas médias de imporações possibiliando a reesruuração de diversos seores, viso que ano empresas nacionais quano as esrangeiras viram-se obrigadas a buscar modernização ecnológica para se maner compeiivas. Já a ampliação do mercado, como a criação do Mercosul por exemplo, poencializa novos fluxos de invesimeno devido, principalmene, a derrubada de barreiras alfandegárias. No caso do Brasil, a esabilidade econômica proporcionada principalmene pela adoção do Plano Real em 1994, acarreou em esabilização nos preços que, junamene com a políica de bandas cambiais, permiia conhecer anecipadamene as desvalorizações da axa de câmbio, possibiliando que as empresas elaborassem definições de esraégias de longo prazo, o que incenivava ainda mais os invesimenos esrangeiros. Nesse senido, cabe desacar que, enre 1995 a 2004, os ingressos de invesimeno esrangeiro no país, sobreudo os direos, se deram essencialmene pelos processos de privaizações, que execuados aravés do processo de fusões e aquisições, possibiliaram a formação e capaciação de grandes empresas com possibilidade de compeição inernacional por meio de fusão de ecnologias e ganho de escala (MOI, 2006). Assim, a liberalização da cona de capiais auorizando insiuições financeiras a maner dólares e a influenciar a axa de câmbio comercial, junamene com o aumeno progressivo do diferencial enre os juros praicados no mercado inerno e o inernacional, possibiliou a expansão da enrada de capiais. Isso por que as empresas ransnacionais além de erem acesso privilegiado ao mercado de capiais inernacional, alcançaram nesse período, possibilidades de ganho no curo prazo, uma vez que houve conínuo fluxo de ransferências de aivos das empresas nacionais por meio desas fusões e aquisições (RADAELLI, 2003). Conudo, a fragilidade exerna de uma economia esá relacionada a sua sensibilidade à ocorrência de crises no balanço de pagamenos. No caso do Brasil, essa fragilidade exerna apresenou sinais de redução somene após o abandono do regime de câmbio fixo, no conexo da crise cambial, em Em um ambiene de grande mobilidade de capiais, principalmene de curo prazo, as crises no Balanço de Pagamenos podem ocorrer por razões que não

8 esejam direamene relacionadas com a siuação das conas exernas do país. Países que possuem défici em ransações correnes como proporção do PIB, podem se defronar com um sudden sop em função de mudanças nas expecaivas dos invesidores inernacionais (GABRIEL e OREIRO, 2008). Segundo Barbosa (2004), o sudden sop é caracerizado por uma redução ou parada brusca no influxo líquido de capiais, seja por queda do financiameno exerno, aumeno nas saídas domésicas ou ambos. Essa mudança rápida do comporameno das conas financeiras e de capial apresena caracerísicas que diferenciam os sudden sops das demais crises de Balanço de Pagamenos e que fazem com que eles enham relevância especial para as crises dos anos de Nesse conexo Krugman, ciado por Gabriel e Oreiro (2008), apresena um modelo de equilíbrios múliplos em que os sudden sops podem ocorrer devido a problemas no balanço de pagamenos associados à quesão cambial. Invesidores podem reirar seus recursos do país ao verem uma provável redução de invesimenos e dificuldades cambiais sobre os balanços das empresas e essa resrição de crédio pode confirmar o equilíbrio ruim. Porém, as conseqüências perniciosas não são advindas do sudden sop em si, mas da maneira como são feio os ajuses do balanço de pagamenos à resrição de financiameno exerno, sendo que isso pode ocorrer de duas maneiras: ou se ajusa aravés de uma reversão em cona correne ou aravés do gaso de reservas. A principal maneira, geralmene, é por cusos das reversões, aé mesmo porque os países não cosumam deer reservas suficienes para que seja feio de oura forma. Conudo, a reversão em cona correne raz como conseqüência a queda no produo, freqüenemene superior às quedas de crises cambiais convencionais. Países asiáicos iveram reversões em cona correne, seguidas de sudden sops, menos cusosas que os da América Laina, pois naqueles uma parcela relevane do ajuse esá na elevação das exporações, o que permie menor conração da demanda e recessões curas. Já na América Laina, quase odo o ajuse se deu via conração nas imporações, com recessões o que faz com que esses ipos de crises durem por um período ainda mais longo (GABRIEL e OREIRO, 2008). O Brasil em 2001 e 2002, mesmo com o regime de câmbio flexível e a fragilidade exerna reduzida, sofreu um efeio de sudden sop dos fluxos de capiais onde, evenos como as fraudes conábeis em empresas nore-americanas, as crises exernas (como a da Argenina) e o período eleioral, fizeram reduzir as condições de liquidez do mercado financeiro inernacional, e consequenemene reduzindo os financiamenos exernos (GABRIEL e OREIRO, 2008). O efeio sudden sops dos fluxos de capiais exernos gerou cusos reais para o Brasil, viso que a axa de câmbio nominal mais elevada gerou pressões inflacionarias e consequenemene reduziu a aividade econômica no país, e impacou no bem-esar econômico da população, principalmene aravés da redução do salário real. Amplificando, esse efeio leva à redução do crédio pessoal disponível impedindo a esabilização do consumo, e a elevação das axas de juros reais alera o cuso dos emprésimos omados com base nas axas de juros fluuanes (BARBOSA, 2004). Ouro faor que pode influenciar o fluxo dos invesimenos direos esrangeiros (IDE) e dos invesimenos esrangeiros em careira (IEC) são, de acordo com Barbosa (2004), os períodos políicos, que influenciam significaivamene o desempenho econômico do país. Períodos de pré-eleições podem levar o governo na siuação a alerar a imporância de ceros produos e a inflação em função de suas perdas, agindo de forma a manipular a economia com o objeivo de aumenar as chances de uma reeleição ou eleição de um sucessor. Conudo, cabe desacar que mesmo não havendo a inenção de manipular, nesses períodos a simples

9 possibilidade de mudança de governo pode afear a políica econômica esperada, aumenando a vulnerabilidade exerna. Nesse senido Leblang, ciado por Barbosa (2004), diz que a diferença de visões políico-econômicas é normalmene represenada por ideologias dos paridos dos candidaos, associando que, radicionalmene, governos de esquerda dão maior imporância a variáveis sociais como, por exemplo, o emprego, e menor imporância a variáveis macroeconômicas como a inflação, assim, com visão oposa os paridos de direia. Desare, governos de direia endem a er maior credibilidade perane o mercado financeiro inernacional e menor vulnerabilidade a crises cambiais, em pare por apresenar disposição maior em aceiar os cusos advindos da defesa da paridade da moeda e, governos de orienação políica conrária possuem maior probabilidade de sofrer aaques especulaivos. No enano, para uma análise correa sobre os faores políicos na ocorrência de crises exernas é necessário levar em cona a conjunura insiucional que esa se vivenciando, ou seja, verificar a siuação de insiuições nacionais que conrolam o poder execuivo e legislaivo, pois a presença dessas insiuições pode resringir mudanças bruscas na condução da políica econômica inerna e exerna do país. Em um país com regras e leis claras, de fácil enendimeno e esáveis, que limiem o poder arbirário do execuivo, possui probabilidades bem inferiores, ceeris paribus, de sofrer uma parada brusca (BARBOSA, 2004). Assim, vale lembrar que países que sofrem o sudden sops, frequenemene são recepores de grandes recursos exernos e, porano, em sua axa de câmbio real apreciada. O volume das perdas causadas pela resrição de liquidez de forma abrupa, decorrene do sudden sops se dá pela capacidade da economia em gerar o superávi da balança comercial a fim de equilibrar o balanço de pagamenos sem recorrer a grandes desvalorizações cambiais, capacidade essa que pode ser dada pela consrução de políicas públicas independenes de conjunuras inernacionais (VASCONCELOS e TERRA, 2005). Porano, uma parada brusca de financiameno exerno pode gerar grandes dificuldades econômicas ao país, que podem refleir na perda de bem-esar nacional. Conudo, a mensuração dessas dificuldades é proporcional ao amanho da dependência econômica do país em relação ao financiameno exerno. 3. REFERENCIAL EMPÍRICO Como vimos, a fragilidade exerna da economia brasileira nos úlimos anos pode ser analisada resumidamene a parir dos seguines faores: a crise mexicana ocorrida no mesmo período da adoção do Plano Real (1994), a crise Asiáica em 1997, a crise Russa em 1998, e em 2001 e 2002 as crises na Argenina, nos Esados Unidos e própria crise no Brasil. Viso que a variação no risco país, ou sua capacidade de honrar compromissos, afearia o fluxo (enrada e saída) de capiais no país, orna-se ineressane observar se de fao a variação do risco e, consequenemene, as crises exernas e inernas enfrenadas pelo país, e as medidas de políica cambial adoadas, afearam significaivamene os invesimenos esrangeiros no país. Os invesimenos esrangeiros podem ser efeuados aravés de duas maneiras: invesimenos esrangeiros direos (IDE ) e invesimenos esrangeiros em careira (IEC ). O IDE é caracerizado quando o invesidor deém 10% ou mais das ações ordinárias ou do direio a voo em uma empresa ou companhia, e é subdividido em duas caegorias: paricipação no capial e emprésimos iner-companhias. A paricipação no capial se refere aos ingressos de capiais de agenes esrangeiros, relacionados com a aquisição, subscrição ou aumeno do capial social de empresas residenes no Brasil. Os emprésimos iner-companhias englobam os crédios concedidos pelas empresas marizes sediadas no exerior, as suas empresas subsidiária ou filiais esabelecidas no Brasil.

10 Já os IEC, referem-se as aplicações esrangeiras em íulos brasileiros, na forma de ações ou íulos de renda fixa, negociados no país ou no exerior, possuindo assim uma naureza de curo prazo, o que o orna menos resisene do que o invesimeno direo às crises financeiras. Desa forma, os modelos a serem esimados para os IDE e IEC são especificados aravés das equações 01 e 02, da maneira a seguir: Equação (01) IDE S + u = β 0 + β1rc + β2pc + β3cm + β4ca + β5cr + β6car + β7ceua + β8cenbra + β9pebra + β10 Equação (02) IEC S + u = β 0 + β1rc + β2pc + β3cm + β4ca + β5cr + β6car + β7ceua + β8cenbra + β9pebra + β10 em que, RC é o risco de se invesir no Brasil, onde será uilizado como proxy o índice IBOVESPA; CM, CA, CR, CAR, CEUA e CENBRA são variáveis dummies represenando, respecivamene, as crises do México, Asiáica, da Rússia, Argenina, dos EUA e a crise energéica do Brasil. As variáveis assumiram valor 1 (um) nos períodos caracerizados como de crise e valor 0 (zero) caso conrário; PC é uma variável dummy represenando a mudança na políica cambial em que receberá valor 0 (zero) anes da mudança de regime cambial e valor 1 (um) após a mudança; PEBRA represena uma variável dummy para capar os efeios das eleições para presidene ano de 2002 nos invesimenos direos esrangeiros e nos de curo prazo no Brasil; S, a axa de câmbio real efeiva e u que represena o ermo de erro aleaório. Para analisar o impaco enre as variáveis das séries emporais, foi uilizado o méodo de um sisema de equações esimadas por MQO (Mínimos Quadrados Ordinários), de forma que o valor de cada variável é expresso como uma função linear dos valores defasados dela mesma e de odas as ouras variáveis incluídas no modelo, ou seja, podem ser verificadas quais defasagens de uma variável podem deerminar o comporameno de oura (GUJARATI, 2006). Dese modo, é imporane verificar as premissas feias no modelo de MQO quano às variáveis dependenes e o ermo de erro são fundamenais para a inerpreação da esimação, ais como: o modelo de regressão é linear nos parâmeros; os valores das variáveis dependenes são não esocásicos; o valor médio do ermo de erro é zero; a variância de é a mesma para odas observações, ou seja, há homocedasicidade; não há auocorrelação enre os ermos de erro; deve haver ausência de covariância enre e as variáveis dependenes; o número de observações deve ser maior que o número de parâmeros a ser esimados; variabilidade dos valores das variáveis explicaivas; o modelo de regressão deve ser especificado da forma correa e, não há mulicolinearidade perfeia (GUJARATI, 2006). Desare, por se raar de séries emporais, é necessário, verificar a esacionariedade das séries, sendo que uma série só é considerada esacionária quando a média e variância não sofrem alerações no empo. Séries não-esacionárias violam os pressuposos e podem apresenar resulados espúrios, não especificando a verdadeira relação enre as variáveis. Assim, a disinção enre processos esacionários e não-esacionários implica no fao de a endência ou evolução de longo prazo da série emporal considerada ser deerminísica ou esocásica, ou seja, se a endência em uma série emporal for previsível e não variável ela é denominada endência deerminísica, mas se não for previsível é endência esocásica (GUJARATI, 2006). A esacionariedade de uma série pode ser verificada pelo ese da raiz uniária aravés do ese de Dickey-Fuller (DF). O processo esocásico de raiz uniária é definido por Y = ρ Y 1 + µ, para 1 ρ 1, onde ρ = 1 indica que há raiz uniária. Assim, as hipóeses de raiz uniária a serem esadas são, H : δ 0, indicando a presença de raiz uniária, ou uma série 0 = u u u

11 não esacionária e, H 1 : 1 < δ < 1, indicando ausência de raiz uniária ou série esacionária. Para realização desse ese, basa colear uma série Y, regredir com seus valores defasados Y 1 e esar a significância dos parâmeros Y 1. Para levar em cona as várias possibilidades, o ese DF é esimado sob rês hipóeses nulas, ou seja, com rês especificações, sendo: i) equação sem inercepo e sem endência, sendo Y = δ Y 1 + µ ; ii) equação com inercepo e sem endência, sendo Y = β 1 + δy 1 + µ ; iii) equação com inercepo e com endência, sendo Y = β + β + δ + µ 1 2 Y 1. onde é o empo ou a variável de endência. Enreano, os resíduos podem ser auocorrelacionados, sendo enão necessário a realização do ese de Dickey-Fuller Aumenado (ADF), por meio do aumeno das rês equações precedenes pelo acréscimo dos valores defasados da variável dependene Y aé que o problema de auocorrelação desapareça ornando os resíduos esacionários (GUJARATI, 2006). Uma premissa fundamenal do modelo de regressão linear clássico é que os ermos de 2 erros µ i em a mesma variância σ, caso isso não ocorra, haverá heerocedasicidade. A heerocedasicidade não desfaz as propriedades de não endenciosidade e consisência dos esimadores de MQO, conudo, esses esimadores deixam de er variância mínima ou serem eficienes, assim a variância dos erros não é consane ao longo da amosra (GUJARATI, 2006). Uma das formas mais uilizadas para esar a heerocedasicidade é o ese de Whie, viso que ese permie verificar se há heerocedasicidade no modelo sem o conhecimeno das possíveis causas e não depende da hipóese de normalidade, além de ser de fácil aplicação. A hipóese nula do ese de Whie é a de homocedasicidade, ou seja, os erros êm a mesma variância em odas as observações (GUJARATI, 2006). Oura violação dos pressuposos de MQO é dada pela auocorrelação que se caraceriza pela dependência emporal dos valores sucessivos dos resíduos, ou seja, os resíduos são correlacionados enre si. Quando os resíduos são correlacionados, as esimaivas de MQO dos parâmeros não são eficienes, iso é, não apresenam variância mínima, além de seu erro padrão ser viesado, o que conduz a eses e inervalos de confiança incorreos. Se a auocorrelação for posiiva, os erros padrões serão subesimados e conseqüenemene os valores os valores da esaísica, superesimados. Se a auocorrelação for negaiva, os erros padrões serão superesimados e o valor de, subesimado (GUJARATI, 2006). A exisência de auocorrelação pode ser deerminada pela esaísica d de Durbin- Wason. Uma grande vanagem da esaísica d é que ela se baseia nos resíduos esimados, calculados na análise de regressão. Por isso, é comum informar o d de Durbin-Wason juno com ouras medidas sinéicas como R², o R² ajusado, e F. conudo, o ese de Durbin- Wason, esa somene a auocorrelação de primeira ordem (AR(1)), só é válido para modelos com inercepo e não se aplica quando o modelo inclui variável dependene defasada como variável explicaiva do modelo (GUJARATI, 2006). O ese d de Durbin-Wason em seu resulado de acordo com o amanho da amosra e com o número de variáveis explicaivas. Para o modelo em esudo, em-se 158 observações, 10 variáveis explicaivas e uma consane. Assim, foi considerado para esse ese o nível de significância de 0,01 e, como o amanho da amosra é um pouco maior que 150, o número de observações foi aproximado para esse valor. Temos enão, como limie Inferior (dl) o valor abelado de 1,486 e limie superior (du) o valor de 1,767, para, H 0, indicando ausência de auocorrelação posiiva ou negaiva e H 1 indicando a presença de auocorrelação posiiva ou negaiva. Desa forma, aos esimarmos as equações (01) e (02), espera-se que as crises afeem negaivamene o fluxo de invesimenos no Brasil, ou seja, β 3, β 4, β 5, β 6, β 7, β 8 < 0. Quano ao

12 risco-país, o esperado é que, dado uma variação posiiva no índice, ou seja, aumeno no risco, ambém haja uma fuga de capiais esrangeiros, assim, β 1 < 0. E, no período eleioral, mais precisamene nos anos de 2002 e 2003, onde havia a crença de ascensão ao poder de um presidene hisoricamene ligado à esquerda e defensor de medidas heerodoxas pudesse levar à grandes mudanças no cenário econômico brasileiro, espera-se que β 9 < 0, dado a visão negaiva dos invesidores. Para analisar o fluxo de invesimenos esrangeiros de curo e longo prazo no Brasil no período pós plano real, foram capurados os dados fornecidos pelo IPEADATA (2008), da cona do Balanço de Pagamenos/Financeira: Invesimenos Direos Esrangeiros no País e Invesimenos Esrangeiros em Careira.. As fones de dados para as variáveis RC (risco país aravés da volailidade do Ibovespa) e S (Taxa de Câmbio Efeiva Real), analisadas no modelo de equações, ambém foram reiradas do IPEADATA (2008), viso ser esa uma insiuição conceiuada, idônea e dispõe de dados consolidados. Foram consideradas séries mensais enre janeiro de 1995 a março de 2008 com a uilização do programa economérico EVIEWS ANÁLISE DOS RESULTADOS O invesimeno direo esrangeiro parece ser mais resisene às crises financeiras do que os invesimenos em careira, pois resula de decisões de longo prazo, não sendo por isso, afeado pela conjunura de curo prazo. Já os capiais de porfólio ou em careira, se mosram muio sensíveis às mudanças nas condições de risco e liquidez do mercado financeiro nacional e inernacional. Na análise dos dados obidos, por se raar de séries emporais, foi esada a esacionariedade das séries. Assim, o primeiro procedimeno foi a realização do ese de raiz uniária de Dickey-FullerAumenado (ADF), para as variáveis IDE (Invesimeno Direo Esrangeiro), IEC (Invesimenos Esrangeiros em Careira), RC (Risco país), S (Taxa de Câmbio Efeiva Real)e S (Variação da Taxa de Câmbio Efeiva Real), conforme Tabela 01 abaixo: Tabela 01 Tese de Raiz Uniária de DF de Janeiro/1995 á Março/2008 Variável Defasagens Equação do Tese Valor Calculado Valor Críico (10%) IDE 1 Com inercepo e Sem endência -5, , IEC 0 Com inercepo e Sem endência -8, , RC 0 Com inercepo e Sem endência -5, , S 1 Com inercepo e Sem endência -2, , S 0 Sem inercepo e Sem endência -9, , Fone: Elaborado pelos auores a parir dos resulados da pesquisa. Os dados obidos indicam que, ao nível de significância de 10%, a variável S, apresena raiz uniária, sendo que com isso, foi necessário omar a primeira diferença da série. Assim, no resulado obido, observamos que o valor calculado é maior que o valor críico, assim, rejeia-se a hipóese nula da presença de raiz uniária, sendo a série esacionária em primeira diferença. A esaísica d de Durbin-Wason (DW), apresenou para os IDE o valor de 3,108347, já para os IEC o valor de 2, , onde evidenciamos que, em ambos os casos, d > (4 1 Valores obidos na esimação de MQO para o modelo linear.

13 d L ), ou seja, rejeiam-se as hipóeses nulas e aceia-se a hipóese alernaiva de auocorrelação negaiva. Diane disso, foi uilizado o méodo de Newey-Wes para ober o desvio-padrão robuso à correlação. Sendo assim, os resulados apresenados, são os erros-padrão robusos à auocorrelação nos resíduos. Os resulados obidos no ese de Whie, referene aos IDE, são para esaísica F o valor de 0, e probabilidade de 0, e para Obs*R² o valor de 5, e probabilidade de 0, Já referene aos IEC, são para esaísica F o valor de 1, e probabilidade de 0, e para Obs*R² o valor de 13,84374 e probabilidade de 0, Como o valor da probabilidade (Obs*R²) em ambos os casos são maiores que 10%, aceia-se a hipóese nula, indicando a ausência de heerocedasicidade no modelo, ou seja, os erros em a mesma variância em odas as observações. Os modelos esimados para os Invesimenos Direos Esrangeiros (IDE ) e Invesimenos Esrangeiros em Careira (IEC ), ambos em primeira diferença ( ), são especificado aravés das seguines variáveis: RC, risco país aravés da volailidade do Ibovespa; PC, variável dummy represenando a mudança na políica cambial; CM, CA, CR, CAR, CEUA, CENBRA, como variáveis dummies represenando respecivamene, as crises no México, na Ásia, na Rússia, na Argenina, nos Esados Unidos e a crise energéica no Brasil; PEBRA variável dummy para o período eleioral em 2002 e, D(S) represenado as variações cambiais na axa de câmbio real efeiva no período analisado. De acordo com a Tabela 02, o valor de F calculado para os IDE, é de 0,15. Dessa forma, aceia-se a hipóese nula de que nenhuma das variáveis explicaivas analisadas exerce influencia no fluxo de IDE, confirmado pelo fao de que em nenhuma das variáveis analisadas se pode rejeiar a hipóese nula de que os coeficienes são iguais a zero em um nível de significância de 10%. Tabela 02 Modelo esimado para explicar os IDE no Brasil, no período de jan/1995 a mar/2008 Variáveis Coeficiene Erro Padrão Esaísica Probabilidade C 44, , , ,5568 RC -205, ,7356-1, ,1800 PC -28, ,9872-0, ,8390 CM -160, , , ,1108 CA 132, ,3202 0, ,5204 CR -134, ,5145-0, ,6292 CAR 0, ,1491 0, ,9977 CEUA 399, ,5416 0, ,6300 CENBRA -392, ,2526-0, ,4537 PEBRA -187, ,0044-0, ,5840 S 32, , , ,2481 Fone: Elaborado pelos auores a parir dos resulados da pesquisa. Desse modo, devemos descarar a hipóese de que as crises e demais variáveis analisadas êm significância nas alerações do fluxo de invesimenos direos esrangeiros no Brasil no período de janeiro de 1995 a março de Conudo, esse resulado difere da evidência enconrada nos rabalhos de Nonnenberg e Mendoça (2004), onde, a variável risco se mosrou foremene significaiva para explicar os fluxos de IDE. A divergência enre os resulados aqui obidos pode esar associada à diferença enre os períodos de análise e ambém ao amanho da amosra, viso que Nonnenberg e Mendoça

14 (2004) concenram seus esudos no período de , com base de dados de 38 países em desenvolvimeno, ou seja, uma observação de médio a longo prazo. Enreano, o resulado enconrado no presene esudo, pode ser em pare explicado pelo fao de que os IDE, no período em análise, esiveram muio associados a processos de privaizações aravés de fusões e aquisições, especialmene aravés do Programa Nacional de Desesaização que se iniciou em 1996, endo relaiva imporância aé o início da década seguine. Nese senido, Radaelli (2003) afirma que, quano às mudanças significaivas nos volumes de invesimenos direos no Brasil, há consensualmene, fores indícios de que esse aumeno de ingressos após meade da década de 90, se deu de fao pelo aumeno de fusões e aquisições e da elevada paricipação de empresas mulinacionais no processo de privaização. Dessa forma, o fao de que os IDE não possuem uma naureza de liquidez imediaa, a não represenaividade das variáveis analisadas em relação ao fluxo de IDE no Brasil, pode ser explicada pelo fao de que o período em análise é considerado curo, não sendo suficiene para a demonsração de efeios que se esendem por médio e longo prazo, como o comporameno esraégico dos invesidores e invesimenos nas aividades produivas. No enano, na Tabela 03, observa-se que os Invesimenos em careira possuem uma maior fragilidade perane crises financeiras, sendo mais exposo a conjunura de curo prazo e porano mais voláeis. Tabela 03 Modelo esimado para explicar os IEC no Brasil, no período de jan/1995 a mar/2008 Variáveis Coeficiene Erro Padrão Esaísica - Probabilidade C -128, ,3527-0, ,5129 RC -855, ,9936-3, ,0004 PC 186, ,3168 0, ,4678 CM 509, ,4813 2, ,0389 CA 157, ,2918 0, ,7776 CR 100, ,4162 0, ,8416 CAR 680, ,4291 1, ,0986 CEUA , ,0620-2, ,0162 CENBRA 511, ,9529 1, ,2990 PEBRA -529, ,8045-1, ,1952 S -71, , , ,0048 Fone: Elaborado pelos auores a parir dos resulados da pesquisa. De acordo com a Tabela 03, o valor de F calculado para os IEC foi de 1,92 e assim, rejeia-se a hipóese nula e afirmamos que ao menos uma das variáveis explicaivas exerce influência no fluxo de IEC no Brasil no período em análise. Segundo a coluna da probabilidade (valor - ρ ), os valores de alguns esimadores maniveram-se denro dos limies da esaísica, onde podemos afirmar boa significância individual para as variáveis RC, CM, CAR, CEUA, D( S), ao nível de 10%, e assim, rejeiou-se a hipóese nula, aceiando os valores calculados para os coeficienes β dessas variáveis. A variável RC (risco-país) é foremene significaiva, apresenando o sinal esperado e confirmando que, quano maior o risco, maior a probabilidade de defaul da dívida exerna e, consequenemene, da adoção de medidas de resrição a saída de capiais exernos inernacionais, especialmene os de curo prazo. Dessa forma, o risco esá negaivamene associado ao ingresso de IEC, conforme esperado.

15 As variáveis dummies CM, CAR e CEUA, mosram que as crises ocorridas no México ( ), na Argenina ( ) e nos Esados Unidos (2001), exerceram influência no fluxo de capiais em careira, explicada principalmene pela grande vulnerabilidade que essa modalidade de capial em em relação aos cenários econômicos inernacionais. Nesse senido, com a adoção de uma nova moeda nacional aravés do Plano Real em 1994, houve uma grande valorização cambial, que somada com uma maior liberação financeira, possibiliou um grande fluxo de capial esrangeiro no país, sendo que, no segundo semesre desse ano volume de invesimenos em porfólio foi cerca de US$ 40 bilhões. Enreano, com a Crise Mexicana iniciada no fim do segundo semesre de 1994, ocorreu o enão chamado efeio equila 2 para os países emergenes, refleindo em queda dos ingressos de recursos exernos, principalmene dos invesimenos em careira, alerando ambém o fluxo de capiais esrangeiros nos anos seguines. A fragilidade brasileira em relação ao exerior foi amenizada somene após a adoção do regime de câmbio flexível, em Dessa forma, a influência da variável S nos IEC é explicada, pelo menos em pare, por dois faores, sendo o primeiro, o fao de que as decisões omadas por agenes que invesem em porfólios sofrem influências imediaas das alerações nas axas de câmbio devido ao fao dessa modalidade de invesimeno assumir uma posição de curo prazo e, segundo pela auação no mercado de câmbio pelas auoridades moneárias brasileira principalmene, mediane a abolição do regime de fixo e com bandas cambiais. Dessa forma, com a adoção de um regime com câmbio fluuane esperava-se que a economia brasileira superasse a vulnerabilidade exerna, referene a aaques especulaivos. Conudo, o Brasil em 2001 e, mais especificamene em 2002, sofreu uma parada súbia no fluxo de capiais (sudden-sops), efeio causado principalmene pela descobera das fraudes conábeis de empresas nore-americanas que conribuíram para a aversão ao risco dos invesidores inernacionais, pelos aaques errorisas nos Esados Unidos e pelo conágio por crises exernas como a da Argenina, que conribuíram indireamene para as classificações do risco país do Brasil e demais países emergenes e, para a redução da liquidez do mercado financeiro inernacional resulando em uma ala volailidade e desvalorização da axa de câmbio. Nesse senido Gabriel e Oreiro (2008), afirma que a adoção do regime cambial deve considerar, denre ouros faores, a grande mobilidade de capiais e a inegração inernacional dos mercados financeiros, viso que os fluxos de capiais de curo prazo conribuem para aumenar a vulnerabilidade exerna das economias, ao passo que alerações súbias das expecaivas dos invesidores esrangeiros podem conribuir para uma fore redução no nível de desempenho econômico de um país, sob qualquer regime cambial. Assim, foi possível observar que os fluxos de capiais para o Brasil apresenaram significaivas mudanças de comporameno ao longo da década de 1990, sendo que na primeira meade da década os fluxos de porfólio eram a principal fone de ingresso de capiais no país, conudo, ais fluxos perderam relaivamene a imporância para os fluxos de invesimeno direo esrangeiro na segunda meade dessa década. 2 Efeio equila: assim chamado em alusão a uma bebida mexicana, se refere ao fao de que em 15 dias o peso mexicano desvalorizou 60%, provocando uma fuga em massa de divisas naquele país, desencadeando a desconfiança dos invesidores de odos os mercados financeiros dos países em desenvolvimeno.

16 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS Podemos observar que em casos de crises econômicas, é resringene a saída de capial a fim de não ober prejuízos, pois, com os impacos negaivos que esas geralmene razem, aumena-se o risco, e consequenemene há redução no fluxo de capiais. Assim, ese rabalho objeivou analisar o fluxo de invesimenos direos esrangeiros e de curo prazo no Brasil, em relação ao risco país, aos regimes de axa de câmbio adoados e as principais crises inernacionais ocorridas no período de 1994 a Para análise do impaco dessas variáveis quano ao desses invesimenos, foi uilizado um sisema de equações simulâneas pelo méodo de Mínimos Quadrados Ordinários (MQO), e, para regressão dos dados o programa economérico Eviews 5. Os ingressos de capiais esrangeiros nos anos 1990 na economia brasileira foram possíveis em virude da aberura comercial, da flexibilização da cona de capiais e da esabilização de preços propiciada pelo Plano Real que ocasionou em aumenos significaivos no consumo. Dessa forma, o nível elevado de enradas obidas pelo invesimeno direo esrangeiro durane a década, em como causa maior as privaizações, em especial as proporcionadas pelo Programa Nacional de Desesaização, concenradas nos serviços de uilidade pública. Com o esgoameno das privaizações e com a deerioração e desaceleração de economias desenvolvidas, os níveis de enrada de IDE se reduziram significaivamene, principalmene de 2000 a Nesse ulimo ano, o ingresso desses capiais rerocederam apresenando saldos crescenes nos anos seguines, principalmene com a elevação da aividade econômica no país. Enreano, não enconramos evidências de que as crises financeiras inernacionais exerceram influência imediaa e direa com o fluxo de IDE na economia brasileira, possivelmene pelo curo período de análise. No que diz respeio à análise das relações enre o fluxo de capiais esrangeiros em careira (de curo prazo), fica evidene que variações no risco país exercem grande influência no fluxo de invesimenos no Brasil, viso que esse denoa uma espécie de selo de segurança quano ao nível de confiança dos invesidores esrangeiros. As variações na axa de câmbio ambém se mosram significaivas se relacionados com a ala volailidade dos invesimenos de curo prazo, viso que, a variação do reorno oferecido às aplicações financeiras dada pelas oscilações cambiais e axas de juros inerna e exerna, esimula os fluxos de capiais a migrarem para ambienes com maior ganho de arbiragem. Conudo, a aleração no regime cambial individualmene, não se mosrou relevane na análise dos fluxos de capiais esrangeiros, apesar da crise cambial de Porém, a desvalorização moneária dada pelo mercado de câmbio, juno a adoção do regime de câmbio flexível ajudou a reduzir a saída de capiais. Enreano, num ambiene de grande mobilidade de capiais de curo prazo como os IEC, crises econômicas podem resular numa reversão súbia da enrada de capiais (sudden sops) causada principalmene pela mudança nas expecaivas dos invesidores inernacionais em relação a países em desenvolvimeno. No Brasil, houve um episódio de sudden sops em 2001 e 2002, onde, o desgase na economia nore-americana dado pela descobera de fraudes conábeis em algumas empresas e pelos aaques errorisas de 11 de seembro, a Crise na Argenina e o período eleioral brasileiro, ocasionaram na redução de liquidez no mercado financeiro, reduzindo os financiamenos exernos. Sendo assim, fica evidene que o risco país, assim como os regimes de axa de câmbio adoados, afeam direamene a aração de invesimenos esrangeiros em careira e indireamene, ao menos no curo prazo, o fluxo de invesimenos direos esrangeiros. A

17 ocorrência de crises inernacionais ambém exerce maiores influências sobre os capiais de curo prazo e os capiais de porfólio, devido a maior sensibilidade que eses apresenam às mudanças nas condições de risco e alerações no cenário financeiro inernacional, principalmene se analisarmos um breve período de empo. Dessa forma, para uma análise maior quano ao fluxo desses invesimenos no Brasil, seria ineresse observar um período maior a fim de capar maiores efeios em invesimenos direos e avaliar ouros fundamenos inernos e exernos como inernamene, a axa de crescimeno real da economia, o grau de aberura econômica e os invesimenos esrangeiros como proporção do PIB, e exernamene, variáveis de aversão ao risco e condições de liquidez global medido, por exemplo, pelo esoque de liquidez mundial como reservas inernacionais em relação ao PIB mundial. Hoje, a princípio o Brasil esá conseguindo enfrenar a crise inernacional graças a políicas que vem adoando há dez anos e que agora o diferencia de ouros países. Essas políicas, como percebemos, são a combinação de disciplina fiscal, meas para inflação e câmbio fluuane com acumulação de reservas. Enreano, é muio cedo para se fazer uma análise da siuação aual, aé mesmo porque, não há indicações de que a crise eseja pero do fim, mas é viso que o país hoje faz pare de um grupo de países emergenes mais araivos para capação de recursos exernos. REFERÊNCIAS ARAÚJO, Robera C. T. A Economia dos invesimenos Direos esrangeiros no Brasil ( ): Uma análise pelos deerminanes do risco-país p. Monografia (Graduação em Ciências Econômicas), Universidade Caólica de Pernambuco UNICAP, Recife, Disponível em: < hp://www.unicap.br/ccs/20051/robera.pdf >. Acesso em: 18 mai BARBOSA, Crisiano P. M. Faores políicos e insiucionais: Impacos sobre paradas bruscas de financiameno exerno. Jul Anais do XXXII Enconro Nacional de Economia Disponível em: <hp://www.anpec.org.br/enconro2004/arigos/a04a070.pdf>. Acesso em: 16 jun BOVESPA - BOLSA DE VALORES DE SÃO PAULO. Disponível em: <hp://www.bovespa.com.br/principal.asp>. Acesso em: 28 ago CASAGRANDE NETO, Humbero; SOUZA, Lucy A.; ROSSI, Maria Cecília. Aberura de capiais de empresas no Brasil: um enfoque práico. 3. ed. rev. e aual. São Paulo: Alas, GABRIEL, Luciano F., OREIRO, José L. C. Fluxos de capiais, fragilidade exerna e regimes cambiais uma revisão eórica. Revisa de Economia Políica. São Paulo, v. 28, n. 2, abr./jun GUJARATI, Damodar N. Economeria básica. Rio de Janeiro: Elsevier, IPEA Insiuo de Pesquisa Econômica Aplicada. Dados Macroeconômicos. Disponível em: < hp://www.ipeadaa.gov.br >. Acesso em: 11 maio JESUS, Aldeci C., e al. Uma análise da Balança Comercial no Brasil a parir do Plano Real. Arigo de monografia II, jun Disponível em: < hp://www.fiplac.br/emacao/arigos/20/uma-analise-da-balanca-comercial-no-brasil-a-parir-do-plano-real>. Acesso em: 19 maio 2008.

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