O ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA NA EDUCAÇÃO BÁSICA BRASILEIRA: NOVOS CAMINHOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA NA EDUCAÇÃO BÁSICA BRASILEIRA: NOVOS CAMINHOS"

Transcrição

1 O ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA NA EDUCAÇÃO BÁSICA BRASILEIRA: NOVOS CAMINHOS Resumo MALVEZZI, Karina Falcioni 1 - FATEC/ FACINTER Grupo de Trabalho: Didática: Teorias, Metodologias e Práticas Agência Financiadora: não contou com financiamento O presente artigo tem como objetivo analisar as novas propostas e direcionamentos para o ensino de língua estrangeira na educação básica brasileira. Por meio de uma pesquisa documental e bibliográfica, foi apresentado um panorama da história do ensino da língua estrangeira no Brasil, desenvolvendo uma análise dos documentos oficiais, que passaram a normatizar o ensino de língua estrangeira, a partir da década de O texto destaca as determinações e as propostas de ensino para a língua estrangeira, a partir da Lei de Diretrizes e Bases Nacionais da Educação de 1996, com ênfase nos documentos que orientam a organização dos conteúdos para o ensino fundamental e médio no Brasil. Com base nesses documentos, foi possível desenvolver uma reflexão sobre as literaturas que apresentam uma nova perspectiva para o chamado momento pós-métodos. O texto apresenta questões relevantes sobre o ensino e a aprendizagem de língua estrangeira, entre elas: como garantir um ensino de língua estrangeira de qualidade, nas escolas públicas brasileiras? O problema pela falta de domínio de uma segunda língua está no método adotado? Qual é o melhor método de ensino de língua estrangeira? Como o professor deve ensinar língua estrangeira? As escolas públicas estão equipadas para oferecer um ensino de qualidade? A análise dos documentos e das bibliografias resultou na constatação de que as atuais teorias buscam um ensino de língua estrangeira de qualidade, não só nas questões estruturais da língua, mas principalmente em seus aspectos extralinguísticos. Após anos de discussões sobre métodos e abordagens, a ênfase passou a recair mais sobre o sujeito que aprende do que sobre a língua que se ensina, aumentando, assim, a responsabilidade do professor neste projeto de transformação social, cultural e individual. Palavras-chave: Legislação Educacional Brasileira. Língua Estrangeira. Metodologia de Ensino. Introdução Esta pesquisa tem como objetivo geral analisar as novas propostas metodológicas para o ensino de língua estrangeira (doravante LE) na educação básica brasileira. Nos meios 1 Graduada no curso de Letras Português/ Francês pela Universidade Estadual de Maringá (UEM: 2011). Aluna do curso de Especialização em Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa e Estrangeira, na FATEC/ FACINTER. Direção eletrônica:

2 16288 educacionais, defende-se a ideia de que a aprendizagem de uma segunda língua é fundamental para a formação integral do aluno, amplia a compreensão de outras manifestações culturais, além de favorecer a competência comunicativa do educando. Assim sendo, tornam-se relevantes os seguintes questionamentos: como garantir um ensino de LE de qualidade, nas escolas públicas brasileiras? O problema pela falta de domínio de uma segunda língua está no método adotado? Qual é o melhor método de ensino de LE? Como o professor deve ensinar LE? As escolas públicas estão equipadas para oferecer um ensino de qualidade? Essas questões devem ser analisadas, pois, na sociedade brasileira ainda é corrente a ideia de que o domínio de uma segunda língua só se concretiza por meio de cursos particulares de idiomas. Atualmente, no Brasil, bem como em outros países, após diversos estudos sobre métodos e abordagens de ensino de LE, a ênfase não recai mais sobre a eficácia de determinado método e sim sobre a responsabilidade, por parte do professor, de analisar qual a melhor maneira de trabalhar em determinada sala de aula. Nesse sentido, torna-se necessário levar em consideração fatores externos da língua, como: sua função social, seu caráter transformador, a apropriação da cultura e o respeito à diversidade que ela proporciona, observando o aluno e suas individualidades. Há uma exigência do mercado de trabalho e uma aceleração no processo tecnológico, no qual o indivíduo deve ter domínio de uma segunda língua. Assim sendo, o ensino de LE na educação básica brasileira requer, além de professores capacitados, uma boa condição de trabalho, material didático de qualidade, e estrutura suficiente para o ensino e aprendizagem nas salas de aula. A atual legislação educacional brasileira determina a obrigatoriedade do ensino de LE nos anos finais do ensino fundamental 6º ao 9º ano, bem como no ensino médio (BRASIL, 1996; 1998a; 1998b; 2000; 2002; 2006; PARANÁ, 2008). Com base nessa legislação, as reflexões sobre o ensino de LE passaram a enfatizar, além do conteúdo programático, o modo de ensinar e a importância de um ensino sociointeracionista. O ensino de línguas está deixando aos poucos de ser uma simples matéria escolar e passando a ser uma oportunidade de crescimento individual, cultural e social. Diante desses fatos, torna-se relevante a análise sobre as novas possibilidades de ensino de LE na educação básica brasileira. Nesta pesquisa foi realizada uma revisão das leis e projetos educacionais referentes ao ensino de LE no Brasil. As análises desses documentos foram complementadas com bibliografias que tratam sobre o tema na atualidade. Trata-se de uma pesquisa de caráter documental e bibliográfico, na qual a legislação que normatiza o ensino de LE na educação

3 16289 básica brasileira foi analisada, especialmente, com base nos documentos aprovados a partir da década de A análise documental e bibliográfica apontou que a responsabilidade pela escolha de uma metodologia adequada para os alunos recai, principalmente, sobre o professor. É ele quem deve se atentar para as especificidades de sua turma, adaptando o ensino diante das divergências que ocorrem em uma sala de aula. No entanto, vencer os percalços que se apresentam diante das condições de trabalho e da realidade das salas de aula é um grande desafio para o professor de LE no Brasil. O texto está estruturado em três seções. Na primeira há um breve apanhado histórico sobre a LE no Brasil, destacando os entraves que a disciplina enfrentou e como ela foi conquistando seu espaço no ensino público brasileiro. Na segunda seção há uma reflexão sobre o que os documentos oficiais determinam a respeito do ensino de LE nas escolas públicas brasileiras e quais orientações educacionais os documentos apresentam. A terceira seção apresenta uma revisão bibliográfica do que podemos chamar de momento pós-métodos e uma reflexão sobre os novos caminhos que a LE tem tomado no Brasil. Breve histórico do ensino de língua estrangeira no Brasil Através de um levantamento histórico podemos observar que já no período do descobrimento do Brasil, em 1500, tem-se a presença do ensino de LE no país. Os jesuítas impuseram aos índios que aprendessem a língua portuguesa para facilitar a comunicação e a catequese. Com a expulsão dos jesuítas do território brasileiro e a proibição do ensino do tupi, em 1759, a língua portuguesa tornou-se oficial no Brasil. Em 1808, com a chegada da família Real ao país, houve uma preocupação com o ensino das línguas modernas, como Inglês, Francês, Alemão e Italiano. Assim, em 1837, teve início no Brasil o ensino oficial de línguas estrangeiras, com a criação do Colégio Pedro II. As línguas modernas ocuparam então, e pela primeira vez, uma posição análoga à dos idiomas clássicos, se bem que ainda fosse muito clara a preferência que se votava ao latim. Entre aquelas figuravam o francês, o inglês e o alemão de estudo obrigatório, assim como o italiano, facultativo; e entre os últimos apareciam o latim e o grego, ambos obrigatórios (CHAGAS, 1967, p. 105 apud PAIVA, 2003, p. 53). A partir de 1915, já no período republicano, o grego foi retirado e após a Revolução de 1930, com a criação do Ministério da Educação e Saúde Pública, foram destinadas 17 horas semanais ao ensino de francês e inglês, da primeira à quarta série (PAIVA, 2003). Outra

4 16290 mudança ocorrida no período republicano foi a implantação do caráter opcional das línguas inglesa e alemã nos currículos. No governo de Getúlio Vargas, o ensino de LE foi mantido na escola pública, com a Reforma Capanema. A reforma Capanema, de 1942, teve o grande mérito de equiparar todas as modalidades de ensino médio - secundário, normal, militar, comercial, industrial e agrícola - de um lado democratizando o ensino, ao dar a todos os cursos o mesmo status, embora, de outro lado, tenha sido acusada por alguns de ser uma reforma fascista e de promover o classicismo aristocrático e acadêmico dos últimos dias do Império. O próprio ministro Capanema, na sua exposição de motivos, ao apresentar o projeto ao governo, reforça a idéia de que o ensino não deve ficar apenas nos aspectos instrumentais (LEFFA, 1999, p. 9). A reforma trouxe uma preocupação sobre as metodologias. Neste período, o francês, o inglês e o latim eram estudados no ginásio e no colegial o espanhol substituía o latim. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional LDB n retirou a obrigatoriedade do ensino de línguas no colegial, deixando ao Estado a decisão de incluir ou não a disciplina no currículo (BRASIL, 1961). Na Resolução n. 58/76 do Ministério da Educação em 1977, ocorreu um resgate parcial do ensino de LE na escola, tornando-o obrigatório para o colegial, mas não para o ginásio. O professor José Carlos Paes de Almeida Filho foi o primeiro brasileiro a defender uma dissertação de mestrado, com foco na abordagem comunicativa no ensino de um idioma, no ano de Um evento da Universidade Federal de Santa Catarina, no ano de 1978, foi o pioneiro no Brasil a combater as ideias do ensino estruturalista 2. A atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional LDB n /96 (BRASIL, 1996) tornou obrigatório o ensino de uma LE, a partir da quinta série do ensino fundamental, cabendo à comunidade escolar decidir qual língua deverá ser ensinada. Nos Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: língua estrangeira documento publicado em 1998 para orientar a organização dos conteúdos de 5ª a 8ª séries, os objetivos da disciplina de LE são apresentados com base no princípio da transversalidade, sugerindo uma abordagem sociointeracionista (BRASIL, 1998a). Na edição dos Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, a LE tem 2 Fonte: História do Ensino de Línguas no Brasil - Projeto do Programa de Pós-Graduação em Lingüística Aplicada da Universidade de Brasília. Disponível em: <http://revistaescola.abril.com.br/linguaestrangeira/fundamentos/alem-gramatica shtm>l. Acesso em: 10 ago

5 16291 a função de veículo de acesso ao conhecimento para levar o aluno a comunicar-se de maneira adequada em diferentes situações (BRASIL, 2000) 3. Em 2005, a Lei n institui a obrigatoriedade do ensino de Espanhol (BRASIL, 2005). Os Conselhos Estaduais deveriam elaborar normas para que a medida fosse implantada em cinco anos, de acordo com a peculiaridade de cada região. No ano de 2002, foram desenvolvidas novas orientações ao Ensino Médio, com a publicação do PCN+ Ensino Médio: Orientações Educacionais complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Linguagens, códigos e suas tecnologias. O documento apresenta sugestões de procedimentos pedagógicos adequados às transformações sociais e culturais do mundo contemporâneo (BRASIL, 2002). Os documentos oficiais e o ensino de língua estrangeira nas escolas brasileiras Como foi visto no tópico anterior, ao longo de sua história, o Brasil passou por diversas mudanças com relação ao ensino de LE nas escolas. Cabe, a partir de então, analisar o que os documentos oficiais trazem a respeito do modo como ensinar uma segunda língua para crianças e jovens. Os Parâmetros Curriculares Nacionais - PCNs para 5 a e 8 a séries (BRASIL, 1998a), tratam de uma série de reflexões sobre o aprender e o ensinar LE nas escolas brasileiras. O documento aponta uma preocupação com relação à proliferação dos cursos de línguas e a falta de prestígio que este tipo de ensino tem nas escolas. Trata também da importância do ensino de uma segunda língua na formação do cidadão, para o seu desenvolvimento cultural e social na formação de seu discurso. O documento explicita a importância do ensino da leitura como prioridade, da seguinte forma: Deve-se considerar também o fato de que as condições na sala de aula da maioria das escolas brasileiras (carga horária reduzida, classes superlotadas, pouco domínio das habilidades orais por parte da maioria dos professores, material didático 3 Os Parâmetros Curriculares Nacionais constituem um referencial de qualidade para a educação [...] em todo o País. Sua função é orientar e garantir a coerência dos investimentos no sistema educacional, socializando discussões, pesquisas e recomendações, subsidiando a participação de técnicos e professores brasileiros, principalmente daqueles que se encontram mais isolados, com menor contato com a produção pedagógica atual. Por sua natureza aberta, configuram uma proposta flexível, a ser concretizada nas decisões regionais e locais sobre currículos e sobre programas de transformação da realidade educacional empreendidos pelas autoridades governamentais, pelas escolas e pelos professores. Não configuram, portanto, um modelo curricular homogêneo e impositivo, que se sobreporia à competência político-executiva dos Estados e Municípios, à diversidade sociocultural das diferentes regiões do País ou à autonomia de professores e equipes pedagógicas (BRASIL, 1997, p. 13).

6 16292 reduzido a giz e livro didático etc.) podem inviabilizar o ensino das quatro habilidades comunicativas. Assim, o foco na leitura pode ser justificado pela função social das línguas estrangeiras no país e também pelos objetivos realizáveis tendo em vista as condições existentes (BRASIL, 1998a, p. 19). Contudo, isso não significa que não devam ser trabalhadas as outras habilidades, até porque em alguns casos elas podem estar inseridas em uma mesma atividade, e como o documento apresenta, o avanço tecnológico contribui para o trabalho com as demais habilidades. Dentre várias outras questões, o documento também trata dos conhecimentos que os alunos carregam em sua língua materna e de que forma eles podem contribuir para o ensino de LE. De acordo com esses Parâmetros, o aluno tende a utilizar o conhecimento de mundo que possui e o uso que faz dele como usuário de uma língua, e normalmente acabam correlacionando com a língua estrangeira em questão. O mesmo pode acontecer com o conhecimento sistêmico que apresenta convergências e divergências entre línguas. E para facilitar o conhecimento sistêmico é interessante trabalhar com textos que se enquadrem no conhecimento de mundo do aluno. Depois ao longo do trabalho vai se ampliando o nível do texto para que o aluno tenha contato com novas questões (BRASIL, 1998a). O documento ressalta também o papel das línguas estrangeiras na construção da cidadania, deixando claro que a disciplina de LE no ensino fundamental não pode ser considerada um exercício intelectual em aprendizagem de formas e estruturas linguísticas em um código diferente, mas uma experiência de vida, pois amplia as possibilidades de se agir discursivamente no mundo (BRASIL, 1998a, p. 38). O ensino de LE também contribui para a formação cultural do aluno e apropriação tanto de sua própria cultura como da cultura de diferentes países. A publicação do PCN+ para o ensino médio intensifica o foco da aprendizagem na comunicação, a partir da leitura e da compreensão de textos verbais orais e escritos, em um trabalho com diversas situações da vida cotidiana (BRASIL, 2002). O documento sustenta que a língua estrangeira tem papel privilegiado no currículo: A língua estrangeira ocupa posição privilegiada no currículo por servir como ferramenta a todas as outras disciplinas, facilitando a articulação entre áreas e oferecendo múltiplos suportes para várias atividades e projetos. O que ocorre nos projetos interdisciplinares, ainda que de modo simulado, é uma antecipação do que acontecerá na futura vida social do aluno, no mundo do trabalho e no âmbito acadêmico, se for prosseguir seus estudos (BRASIL, 2002, p. 94).

7 16293 Outro documento oficial importante para o ensino de LE são as Orientações Curriculares Nacionais para o Ensino Médio: Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, documento publicado pelo Ministério da Educação e Cultura MEC (BRASIL, 2006). Como o próprio nome já diz, o documento procura orientar os professores com relação à prática de ensino, e neste caso, especificamente, o ensino de LE para o nível médio. Uma primeira discussão que o documento levanta é com relação a eficiência do ensino de LE nas salas de aula. O que se observa é que há uma desigualdade no nível de aprendizagem entre as escolas e em institutos de idiomas, e logo uma insatisfação dos estudantes. Algumas escolas da rede pública oferecem ainda o curso de LE fora do horário escolar e com turmas menores. Porém, fica, então, uma lacuna nos objetivos da disciplina de LE na grade curricular do ensino médio, esses objetivos podem não estar bem definidos para professores e alunos. A esse respeito, o documento traz o seguinte esclarecimento: Verifica-se que, em muitos casos, há falta de clareza sobre o fato de que os objetivos do ensino de idiomas em escola regular são diferentes dos objetivos dos cursos de idiomas. Trata-se de instituições com finalidades diferenciadas. Observa-se a citada falta de clareza quando a escola regular tende a concentrar-se no ensino apenas linguístico ou instrumental da Língua Estrangeira (desconsiderando outros objetivos, como os educacionais e os culturais). Esse foco retrata uma concepção de educação que concentra mais esforços na disciplina/conteúdo que propõe ensinar (no caso, um idioma, como se esse pudesse ser aprendido isoladamente de seus valores sociais, culturais, políticos e ideológicos) do que nos aprendizes e na formação desses. A concentração em tais objetivos pode gerar indefinições (e comparações) sobre o que caracteriza o aprendizado dessa disciplina no currículo escolar e sobre a justificativa desse no referido contexto (BRASIL, 2006, p. 90). Fica claro mais uma vez, a preocupação que os órgãos educacionais brasileiros têm com relação à educação de forma mais ampla, a formação do cidadão, a apreensão da cultura, a visão social. Esses não são somente objetivos da disciplina de LE, mas de todas as demais do currículo. Porém, há uma contribuição eminente da aprendizagem da LE que vai além das estruturas linguísticas: Estender o horizonte de comunicação do aprendiz para além de sua comunidade lingüística restrita própria; Fazer com que o aprendiz entenda que há diversas maneiras de organizar, categorizar e expressar a experiência humana e de realizar interações sociais por meio da linguagem; Aguçar o nível de sensibilidade linguística do aprendiz quanto às características das Línguas Estrangeiras em relação à sua língua materna e em relação aos usos variados de uma língua na comunicação cotidiana; Desenvolver a confiança do aprendiz, por meio de experiências bem-sucedidas no uso de uma língua estrangeira, enfrentar os desafios cotidianos e sociais de

8 16294 viver, adaptando-se, conforme necessário, a usos diversos da linguagem em ambientes diversos (BRASIL, 2006, p. 92). Outro ponto inerente ao documento são as Orientações Pedagógicas: desenvolvimento da comunicação oral, da leitura e da prática escrita. Sobre esses aspectos as Orientações Curriculares Nacionais OCN s tendem a desvincular os termos da concepção anterior de quatro habilidades com uma visão homogênea, para uma visão heterogênea aberta e socioculturalmente contextualizada. E ainda, tratam da questão gramatical em meio a recontextualização. O documento sinaliza para um ensino de gramática dentro de um contexto de uso da linguagem, sem um sistema abstrato e código fixo e descontextualizado (BRASIL, 2006, p. 110). Sobre as práticas pedagógicas, as OCN s propõem o desenvolvimento da leitura, da comunicação oral e da escrita como práticas culturais contextualizadas (BRASIL, 2006, p. 111). Recomendam ainda que todas essas habilidades comunicativas sejam trabalhadas ao longo dos três anos do ensino médio. Os trabalhos de leitura devem ter continuidade, embora com mudanças de perspectivas (BRASIL, 2006, p. 111). Outro documento relevante para o ensino de LE foi publicado pelo governo do Estado do Paraná, no ano de Trata-se das Diretrizes Curriculares da Educação Básica - Língua Estrangeira Moderna (PARANÁ, 2008). Essas Diretrizes tratam, mais propriamente, com a questão das abordagens e metodologias de ensino, dando destaque à abordagem comunicativa como orientadora dos trabalhos nas escolas paranaenses. Segundo o documento: A abordagem comunicativa apresenta aspectos positivos na medida em que incorpora em seu modelo o uso da gramática exigida para a interpretação, expressão e negociação de sentidos, no contexto imediato da situação de fala, colocando-se a serviço dos objetivos de comunicação (PARANÁ, 2008, p. 50). No entanto, apesar da clara contribuição que a abordagem comunicativa trouxe para o ensino de línguas, há um questionamento sobre as relações sociais e o conceito de cultura que muitas vezes está estereotipado. Uma vertente mais crítica da abordagem comunicativa se atentou à questão da visão cultural como prática social. Neste sentido, o documento apresenta os fundamentos teórico-metodológicos que referenciam as Diretrizes e os princípios que orientam sua escolha:

9 16295 O atendimento às necessidades da sociedade contemporânea brasileira e a garantia da equidade no tratamento da disciplina de Língua Estrangeira Moderna em relação às demais obrigatórias do currículo; O resgate da função social e educacional do ensino de Língua Estrangeira no currículo da Educação Básica; O respeito à diversidade (cultural, identitária, linguística), pautado no ensino de línguas que não priorize a manutenção da hegemonia cultural (PARANÁ, 2008, p. 50). Mais uma vez fica clara a condição do ensino de LE nas escolas públicas brasileiras. Mais do que aprender as estruturas sistematizadas de uma língua, o objetivo da disciplina deve contemplar as relações culturais, o sujeito e a sua identidade. Por isso é preciso que os professores entendam o que se pretende com o ensino de LE na Educação Básica. [...] ensinar e aprender línguas é também ensinar e aprender percepções de mundo e maneiras de atribuir sentidos, é formar subjetividades, é permitir que se reconheça no uso da língua os diferentes propósitos comunicativos, independentemente do grau de proficiência atingido (PARANÁ, 2008, p. 55). O documento ressalta a interação necessária entre professores e alunos e pelas representações e visões de mundo que se revelam no dia-a-dia (PARANÁ, 2008, p. 55). As Diretrizes buscam dar ênfase às necessidades de os sujeitos interagirem ativamente pelo discurso, tendo capacidade de se comunicarem através dos diferentes tipos de textos e levando em conta as informações que circulam na sociedade. Em suma, podemos verificar que os documentos abordados nesta seção procuram orientar, contribuir e levantar questionamentos sobre o ensino de LE nas escolas públicas brasileiras. Os documentos mais atuais, como as Diretrizes propostas pelo Estado do Paraná, tratam das abordagens e metodologias de ensino, mas deixam claro que não há um caminho único e totalmente verdadeiro ao tratarmos do ensino e aprendizagem de LE. A era do pós-método no ensino de língua estrangeira As teorias sobre ensino de LE têm tomado novos rumos. Através de levantamento bibliográfico nota-se que pouco tem se falado em metodologias e abordagens, no sentido que essas possam trazer um caminho absoluto para se ensinar LE nas escolas. Hoje a discussão deixa de ser qual a melhor abordagem e metodologia para se trabalhar o ensino de LE, e passa a ser qual a melhor abordagem e metodologia para trabalhar com determinada classe, alunos, escolas etc. Revela-se, então, uma preocupação muito maior com o sujeito que aprende do que

10 16296 com o objeto que se ensina. A este respeito Márcio Luiz Corrêa Vilaça faz o seguinte acréscimo: Por fim, a crítica mais contundente é a inexistência do método perfeito. Essa é a critica mais frequente. Ela é relativamente mais nova que as demais aqui citadas. Uma das motivações desta crítica é a constatação da enorme diversidade de fatores cognitivos, afetivos, sociais, culturais, entre outros, envolvidos no processo de ensino/aprendizagem (VILAÇA, 2008, p. 81). Antonieta Celani, em entrevista à Revista Nova Escola, afirma que estamos vivendo um momento pós-método, pois o professor é quem deve analisar a realidade em que seus alunos estão inseridos e decidir qual a melhor forma de trabalho, a melhor metodologia para se aplicar em determinada ocasião (CELANI, 2009). Diante disto, um termo muito discutido na atualidade é o Ecletismo Metodológico. A escolha metodológica por conta do professor aumenta suas responsabilidades e exige uma formação mais ampla, crítica e autônoma (VILAÇA, 2008). Ainda sobre o conceito de métodos, há uma crítica com relação às especificidades e às realidades contextuais, a partir de um falso princípio de homogeneidade das salas de aula de LE (esta mesma crítica foi feita pelas OCN s, como vimos na seção anterior). Ainda, é relevante ressaltar o problema que a própria terminologia traz, pois algumas vezes o termo é empregado como sinônimo para abordagem, metodologia, princípios, técnicas, estratégias, entre outros termos, o que ocasiona imprecisão terminológica (VILAÇA, 2008, p. 81). Em nossa sociedade pós-moderna o ensino de LE tem ganhado um novo espaço, uma nova perspectiva. Na medida em que cresce o processo de globalização, a aquisição da língua estrangeira torna-se uma exigência para o ser humano. As novas tecnologias, as facilidades de acesso à informação, podem ser aliadas ao ensino de LE. Vilson Leffa sustenta que o professor, apesar do fácil acesso ao conhecimento que os alunos têm, ainda é peça fundamenta no ensino e aprendizagem da LE. Segundo ele, Estamos descobrindo agora, às portas de um novo milênio, que o professor não é o problema, mas a solução e que há um retorno maior investindo no professor e no seu aperfeiçoamento do que na metodologia. As novas tecnologias não substituem o professor, mas ampliam seu papel, tornando-o mais importante. A máquina pode ser uma excelente aplicadora de métodos, mas o professor precisa ser mais do que isso. Para usar a máquina com eficiência, ele precisa ser justamente aquilo que a máquina não é, ou seja, crítico, criativo e comprometido com a educação (LEFFA, 1999, p. 21).

11 16297 Por isso que muito mais do que discutir métodos, é extremamente importante, tanto para a educação em geral, como o ensino de LE, discutir sobre o papel do professor, sobre o que se pretende através do ensino. Como vimos nos documentos oficiais, aprender LE vai além das estruturas gramaticais, linguísticas e funcionais da língua. É de suma importância pensar na formação do cidadão, em uma transformação da sociedade, uma emancipação que pretenda formar alunos críticos e participativos. Francisco Carlos Fogaça e Telma Nunes Gimenez acreditam na transformação que pode vir como consequência do ensino da língua estrangeira e afirmam que o professor de LE tem um importante papel político. Professores e alunos precisam entender o mundo em que vivem, em seus aspectos políticos, sociais, econômicos e tecnológicos, para poder participar de uma educação transformadora. O ensino de línguas, e, portanto, o professor de LE, está no centro da vida contemporânea, dada a importância que a linguagem tem na vida social (FOGAÇA; GIMENEZ, 2007). O ensino de LE além de contribuir com a transformação da sociedade, também pode colaborar com o entendimento do conceito de cultura. O aprendizado de outra língua facilita a compreensão do aluno com relação a sua própria cultura, e ainda o faz conhecer e aprender a respeitar a cultura de outros países. O ato comunicativo é visto como um processo cultural. Língua, comunição e cultura estão intimamente ligadas. Não há como ensinar uma língua, sem ensinar a cultura dos falantes de tal língua. Robert Lado afirma que é fundamental perceber que o aprendiz precisa apreender dados sobre a cultura para evitar possíveis mal entendidos, como por exemplo, um americano não entender o valor real da tourada para um espanhol e a interpretar equivocadamente (LADO, 1971, p. 10). A abordagem intercultural no ensino da língua estrangeira também já foi prevista nos PCN s para o ensino fundamental. O documento enfatiza que, sendo a língua um bem cultural e patrimônio coletivo, no estudo de idioma estrangeiro é fundamental a abordagem de aspectos que envolvem a influência de uma cultura sobre a outra. Ao trabalhar cultura nas disciplinas de LE o professor amplia o conhecimento crítico dos alunos, diminui os preconceitos e os estereótipos, fazendo com que o aluno aceite as diferentes visões morais e percepções de mundo (BRASIL, 1998a, p. 100). Outro ponto importante no ensino e aprendizagem de línguas está vinculado às influências externas que podem ocorrer durante o processo. Não há como afirmar que exista um método ou uma abordagem absolutamente perfeitos para o ensino de LE, pois há uma

12 16298 individualidade em cada aluno que deve ser respeitada e considerada. A motivação dos alunos por aprender uma nova língua é um desses fatores que podem influenciar a aprendizagem. Na concepção vigotskyana, é papel do professor motivar seus alunos: A construção da motivação é um dos pilares para um bom clima da sala de aula. O professor tem que conhecer como o alunos aprende e usar estratégias de ensino que lhe dê a sensação de estar conquistando algo importante no ato simples de cumprir tarefas que estão de acordo com a zona proximal de desenvolvimento (VIGOTSKY, 1993, p. 102). A idade dos alunos também deve ser levada em conta. As diferentes faixas etárias possuem maneiras distintas de comportamento, ritmo de aprendizagem, conhecimento de mundo etc. Há ainda, as atitudes e personalidades que variam de aluno para aluno. Alguns são mais calmos, tem facilidade de aprender, de reter a atenção, outros já são mais agitados, não conseguem se prender ao conteúdo ensinado. Mais uma vez fica clara a ideia de que um só método não pode ser útil em diferentes turmas, e também, nestes aspectos, mais uma vez, fica a cargo do professor se adaptar às diferentes turmas, respeitar o nível e as características de cada aluno. Conclusão Ao longo da trajetória histórica dos documentos oficiais e das literaturas, o ensino de LE no Brasil tem adquirido novas formas. As atuais discussões giram em torno dos objetivos da disciplina nas escolas públicas brasileiras. Nota-se a importância do professor neste processo de transformação. Tanto nas leis, orientações e parâmetros, como nas bibliografias sobre o ensino de LE, cabe ao professor definir os métodos e abordagens a serem desenvolvidos, ter total conhecimento dos objetivos da disciplina, conduzir a transformação social e a afirmação da cultura por meio da língua e ainda estar atento às diferenças entre alunos e classes. No entanto, cabe salientar as dificuldades que os professores encontram e as difíceis condições de trabalho que eles possuem. Não há como desconsiderar estes fatores, ainda mais quando se trata do ensino público brasileiro. Os documentos oficiais em suas teorias trazem muitas contribuições ao ensino, mas na prática encontra-se uma divergência com relação à realidade do nosso país. Este ponto pode e deve ser refletido em novas pesquisas sobre o ensino de LE no Brasil.

13 16299 Deve-se acreditar em um ensino melhor, confiar nos novos conceitos de ensino e aprendizagem como aliados à LE, mas para que a teoria se transforme em prática efetiva é necessário um bom planejamento das aulas, um material didático de qualidade, condizentes com as teorias apresentadas nos documentos oficiais, além de condições de trabalho e recursos apropriados para professores e alunos. REFERÊNCIAS BRASIL. Câmara de Educação Básica. Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. Brasília: Ministério da Educação, Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/blegais.pdf>. Acesso em: 27 set Câmara de Educação Básica. Resolução n. 3, de 26 de junho de Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. Brasília: Ministério da Educação, 1998b. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/blegais.pdf>. Acesso em: 27 set Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n , de 20 de dezembro de Brasília, Disponível em: <http://www.histedbr.fae.unicamp.br/navegando/fontes_escritas/6_nacional_desenvolvimento /ldb%20lei%20no% ,%20de%2020%20de%20dezembro%20de% htm>. Acesso em: 21 jul Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n , de 20 de dezembro de Brasília, Disponível em: Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm>. Acesso em: 24 out Lei de 05 de agosto de Dispõe sobre o ensino da língua espanhola. Diário Oficial da União, Brasília, Disponível em: <http://www.camara.gov.br>. Acesso em: 08 out Secretaria de Educação Fundamental. Orientações Curriculares para o Ensino Médio: linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília: Ministério da Educação, Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/book_volume_01_internet.pdf>. Acesso em: 09 out Secretaria da Educação Básica. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: língua estrangeira. Brasília: Ministério da Educação, 1998a. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/pcn_estrangeira.pdf>. Acesso em: 08 out Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: introdução aos parâmetros curriculares nacionais. Brasília: Ministério da Educação, Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro01.pdf>. Acesso em: 01 ago

14 Secretaria de Educação Média e Tecnológica. PCN+ Ensino Médio: Orientações Educacionais complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília: Ministério da Educação, Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/linguagens02.pdf>. Acesso em: 27 set CELANI, Antonieta. Antonieta Celani fala sobre o ensino de Língua Estrangeira. In: Revista Nova Escola. São Paulo: Editora Abril, Disponível em: <http://revistaescola.abril.com.br/lingua-estrangeira/fundamentos/nao-ha-receita-ensinolingua-estrangeira shtml>. Acesso em: 26 set FOGAÇA, Francisco Carlos; GIMEZES, Telma Nunes. O Ensino de Língua Estrangeira e a Sociedade. Revista Brasileira de Linguística Aplicada, v. 1, n 7, LADO, Robert. Introdução à linguística aplicada. Petrópolis: Vozes, LEFFA, Vilson. O ensino de línguas estrangeiras no contexto nacional. Contexturas, APLIESP, n. 4, p , Disponível em: <http://www.leffa.pro.br/textos/trabalhos/oensle.pdf>. Acesso em: 26 set PAIVA, Vera Lúcia Menezes de O. A LDB e a legislação vigente sobre o ensino e a formação de professor de língua inglesa. In: STEVENS, C.M.T; CUNHA, M. J. Caminhos e Colheitas: ensino e pesquisa na área de inglês no Brasil. Brasília: UnB, p Disponível em: <http://www.veramenezes.com/ensino.htm>. Acesso em: 04 nov PARANÁ. Departamento de Educação Básica. Diretrizes Curriculares de Língua Estrangeira Moderna para a Educação Básica. Curitiba: Secretaria de Estado da Educação do Paraná, Disponível em: <http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/file/diretrizes/dce_lem.pdf>. Acesso em: 01 nov VILAÇA, Márcio Luiz Corrêa. Métodos de Ensino de Línguas Estrangeiras: fundamentos, críticas e ecletismo. In: Revista Eletrônica do Instituto de Humanidades. Instituto de Humanidades, Disponível em: <http://publicacoes.unigranrio.edu.br/index.php/reihm/article/viewfile/43/78>. Acesso em: 26 set VIGOTSKY, Lev Semenovitch. Pensamentos e Linguagens. São Paulo: Martins Fontes, 1993.

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA Fabiane Caron Novaes 1 Roberta Aparecida Diadio 2 Resumo: Considerando as recomendações contidas no referencial teórico dos Parâmetros Curriculares Nacionais

Leia mais

REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Assunção, Paraguay Março 2015 REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Prática: 15 h/a Carga Horária: 60 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA RESUMO Alba Patrícia Passos de Sousa 1 O presente artigo traz como temática o ensino da língua inglesa na educação de jovens e adultos (EJA),

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS: FORTALECIMENTO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA Assunção, Paraguay Abril 2015 POLÍTICAS PÚBLICAS

Leia mais

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO DE LETRAS PORTUGUÊS/ESPANHOL O ensino da língua espanhola no contexto da escola pública INTRODUÇÃO Este plano procura articular-se de forma integrada com o plano de trabalho institucional, que

Leia mais

Novas estratégias no ensino de geografia para vestibulandos

Novas estratégias no ensino de geografia para vestibulandos Novas estratégias no ensino de geografia para vestibulandos Renata de Souza Ribeiro (UERJ/FFP) Thiago Jeremias Baptista (UERJ/FFP) Eixo: Fazendo escola com múltiplas linguagens Resumo Este texto relata

Leia mais

Memória e discurso: reflexões sobre a trajetória do ensino de espanhol a. partir da análise de textos oficiais

Memória e discurso: reflexões sobre a trajetória do ensino de espanhol a. partir da análise de textos oficiais Memória e discurso: reflexões sobre a trajetória do ensino de espanhol a partir da análise de textos oficiais Maria Cecília do Nascimento Bevilaqua (UERJ) Apresentação Quem não se lembra da ênfase dada

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA FORMAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização:

Leia mais

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR CELEM CENTRO DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA ESPANHOL

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR CELEM CENTRO DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA ESPANHOL PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR CELEM CENTRO DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA ESPANHOL APRESENTAÇÃO Segundo as Diretrizes Curricular o ensino da Língua Estrangeira na Educação Básica esta pautado

Leia mais

Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco. Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas

Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco. Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas Metodologia Científica 60 horas História da Educação 60 horas Sociologia da Educação I 60 horas Filosofia

Leia mais

220 D.E.L.T.A., 25:1

220 D.E.L.T.A., 25:1 220 D.E.L.T.A., 25:1 ROCHA, Cláudia H. e Edcleia A. BASSO (orgs.). 2007. Ensinar e aprender língua estrangeira nas diferentes idades: reflexões para professores e formadores. São Carlos, SP: Claraluz.

Leia mais

O ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS ATRAVÉS DAS ESCOLAS BILÍNGUES NO BRASIL: UMA NOVA REALIDADE 1

O ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS ATRAVÉS DAS ESCOLAS BILÍNGUES NO BRASIL: UMA NOVA REALIDADE 1 O ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS ATRAVÉS DAS ESCOLAS BILÍNGUES NO BRASIL: UMA NOVA REALIDADE 1 Iasmin Araújo Bandeira Mendes Universidade Federal de Campina Grande, email: iasminabmendes@gmail.com INTRODUÇÃO

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

Proposta pedagógica e planejamento: as bases do sucesso escolar

Proposta pedagógica e planejamento: as bases do sucesso escolar Proposta pedagógica e planejamento: as bases do sucesso escolar Lucita Briza, 2005 (novaescola@atleitor.com.br) Para oferecer um ensino adequado às necessidades de seus alunos, a escola precisa saber o

Leia mais

LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REGIÃO SUL DO BRASIL 1

LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REGIÃO SUL DO BRASIL 1 LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REGIÃO SUL DO BRASIL 1 Gabriel Ferrão Moreira 2 Prof. Dr. Sérgio Luiz Ferreira de Figueiredo 3 Palavras-chave:

Leia mais

A ABORDAGEM DE QUESTÕES AMBIENTAIS NAS AULAS DE INGLÊS DO NONO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

A ABORDAGEM DE QUESTÕES AMBIENTAIS NAS AULAS DE INGLÊS DO NONO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL A ABORDAGEM DE QUESTÕES AMBIENTAIS NAS AULAS DE INGLÊS DO NONO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL Rafaela Alves Melo RESUMO O presente projeto buscou investigar a presença de temas que envolvem questões ambientais

Leia mais

II ENCONTRO DE DIVULGAÇÃO DE ATIVIDADES DE PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO PIBID UENP: DESAFIOS E PERSPECTIVAS

II ENCONTRO DE DIVULGAÇÃO DE ATIVIDADES DE PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO PIBID UENP: DESAFIOS E PERSPECTIVAS PIBID INGLÊS - AÇÃO INTERVENTIVA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE CORNÉLIO PROCÓPIO Bolsistas: ALMEIDA, D.; IDALGO, L.; KISHI, C; FAUSTINO, V.; SOUZA, E. (PIBID- LEM/ UENP) Orientadoras: Célia Regina Capellini

Leia mais

Propaganda institucional e formação cidadã no Colégio Pedro II: diálogo relevante nas aulas de E/LE

Propaganda institucional e formação cidadã no Colégio Pedro II: diálogo relevante nas aulas de E/LE Propaganda institucional e formação cidadã no Colégio Pedro II: diálogo relevante nas aulas de E/LE Viviane C. A. Lima (CPII/ UGF/ PG-UFRJ) 1. Considerações preliminares Há algumas décadas, o ensino da

Leia mais

IV Seminário de Iniciação Científica

IV Seminário de Iniciação Científica O BOM PROFESSOR DE LÍNGUA ESTRANGEIRA E A SUA RELAÇÃO COM OS MÉTODOS DE ENSINO Ângela Cristina de Jesus Jancitsky 1 ; Marília Moreira de Souza 1 ; Pollyanna Morais Espíndola 2 ; Ms. Marcelo da Silva Pericoli

Leia mais

Novos textos no ensino da Geografia

Novos textos no ensino da Geografia Novos textos no ensino da Geografia Renata de Souza Ribeiro (UERJ/ FFP) Thiago Jeremias Baptista (UERJ/ FFP) Resumo Este texto relata a experiência desenvolvida no curso Pré-vestibular Comunitário Cidadania

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL A língua espanhola na Educação Básica A implantação da língua espanhola por meio da lei federal 11.161, que diz respeito à sua oferta

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 60 h Prática: 15 h Créditos: 4 A Biologia e o educador. Herança e meio, a hereditariedade. Reprodução humana. As funções vegetativas (digestão e alimentos,

Leia mais

1) A prática e o aprofundamento das habilidades comunicativas específicas que serão avaliadas nos exames.

1) A prática e o aprofundamento das habilidades comunicativas específicas que serão avaliadas nos exames. C U R S O S ESPECIAIS I n s t i t u t o C e r v a n t e s d e B r a s i l i a CURSOS ESPECIAIS O Instituto Cervantes de Brasília dispõe de uma ampla oferta de cursos especiais para se adaptar as necessidades

Leia mais

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC em Espanhol Básico. Parte 1 (solicitante)

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC em Espanhol Básico. Parte 1 (solicitante) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO

Leia mais

XVII Congresso Nacional de Linguística e Filologia 117

XVII Congresso Nacional de Linguística e Filologia 117 XVII Congresso Nacional de Linguística e Filologia 117 PRINCÍPIOS E FUNDAMENTOS DOS PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS Marcos Luiz Wiedemer (UERJ/UNESP) mlwiedemer@gmail.com 1. Introdução Os Parâmetros

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo Ementas das Disciplinas 1. Teorias Administrativas e a Gestão Escolar - 30 horas Ementa: Gestão Educacional conceitos, funções e princípios básicos. A função administrativa da unidade escolar e do gestor.

Leia mais

ANÁLISE DOS CURRÍCULOS NAS CLASSES HOSPITALARES DO PROGRAMA SAREH-PARANÁ

ANÁLISE DOS CURRÍCULOS NAS CLASSES HOSPITALARES DO PROGRAMA SAREH-PARANÁ ANÁLISE DOS CURRÍCULOS NAS CLASSES HOSPITALARES DO PROGRAMA SAREH-PARANÁ Elismara Zaias Ercília Maria Angeli Teixeira de Paula Universidade Estadual de Ponta Grossa Programa de Pós Graduação em Educação-Mestrado

Leia mais

MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. Resolução n 01/2010

MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. Resolução n 01/2010 MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Resolução n 01/2010 Fixa normas para o Ensino Fundamental de 09 (nove) anos da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis, Santa Catarina. O CONSELHO

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PEDAGOGIA Disciplina: Comunicação e Expressão Ementa: A leitura como vínculo leitor/texto através do conhecimento veiculado pelo texto escrito. Interpretação:

Leia mais

PROVA BRASIL: A AVALIAÇÃO EM MATEMÁTICA E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO 5º ANO

PROVA BRASIL: A AVALIAÇÃO EM MATEMÁTICA E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO 5º ANO PROVA BRASIL: A AVALIAÇÃO EM MATEMÁTICA E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO 5º ANO Sylmara Fagundes da Silva Sylmara.fagundes@hotmail.com RESUMO O presente trabalho teve como objetivo analisar os resultados das

Leia mais

DEFININDO OBJETIVOS PARA O ENSINO DE INGLÊS NA EDUCAÇÃO BÁSICA

DEFININDO OBJETIVOS PARA O ENSINO DE INGLÊS NA EDUCAÇÃO BÁSICA DEFININDO OBJETIVOS PARA O ENSINO DE INGLÊS NA EDUCAÇÃO BÁSICA Mayara de Melo Santana Ana Lucia Galacini Vieira Prof. Telma Gimenez (Orientadora) RESUMO Nas últimas décadas o ensino de línguas estrangeiras

Leia mais

Sociologia no ensino médio em Goiânia: O conceito de cidadania dentro do conteúdo programático e os procedimentos teóricometodológicos

Sociologia no ensino médio em Goiânia: O conceito de cidadania dentro do conteúdo programático e os procedimentos teóricometodológicos 1 Sociologia no ensino médio em Goiânia: O conceito de cidadania dentro do conteúdo programático e os procedimentos teóricometodológicos na rede estadual de ensino* Gabriela Paulino do Nascimento** Prof.

Leia mais

TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Seção I Das Disposições Gerais

TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Seção I Das Disposições Gerais TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA Seção I Das Disposições Gerais Art. 22. A educação básica tem por finalidades desenvolver o educando, assegurar-lhe

Leia mais

CONCEPÇÕES DE ALUNOS DO NÍVEL MÉDIO SOBRE O ENSINO- APRENDIZAGEM DE INGLÊS

CONCEPÇÕES DE ALUNOS DO NÍVEL MÉDIO SOBRE O ENSINO- APRENDIZAGEM DE INGLÊS CONCEPÇÕES DE ALUNOS DO NÍVEL MÉDIO SOBRE O ENSINO- APRENDIZAGEM DE INGLÊS Larisse Carvalho Oliveira; Tiago Alves Nunes; Jorge Luis Queiroz Carvalho. Universidade Federal do Ceará larisse_carvalhodeoliveira@hotmail.com

Leia mais

DOCUMENTOS OFICIAIS DO GOVERNO - SUBSÍDIOS PARA A PRÁTICA DOCENTE DO PROFESSOR DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

DOCUMENTOS OFICIAIS DO GOVERNO - SUBSÍDIOS PARA A PRÁTICA DOCENTE DO PROFESSOR DE LÍNGUA ESTRANGEIRA DOCUMENTOS OFICIAIS DO GOVERNO - SUBSÍDIOS PARA A PRÁTICA DOCENTE DO PROFESSOR DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Alciene Ribeiro Feitoza da SILVA 1 Módulo Centro Universitário Ao atuar na formação de professores de

Leia mais

Palavras-chave: formação continuada, educação básica, ensino de artes visuais.

Palavras-chave: formação continuada, educação básica, ensino de artes visuais. 4CCHLADAVPEX01 O ENSINO DE ARTES VISUAIS NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ALHANDRA: UMA PROPOSTA DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA OS PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL Cláudia Oliveira de Jesus (1); Adeílson França (1);

Leia mais

A Inclusão escolar do aluno com deficiência intelectual e a mediação pedagógica articulada com integração das TIC

A Inclusão escolar do aluno com deficiência intelectual e a mediação pedagógica articulada com integração das TIC A Inclusão escolar do aluno com deficiência intelectual e a mediação pedagógica articulada com integração das TIC ALVES,S.S.S 1 A Inclusão escolar do aluno com deficiência intelectual e a mediação pedagógica

Leia mais

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias 10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias Currículo em movimento: estudos das referências bibliográficas no projeto pedagógico RESUMO Antonio Carlos Moraes Universidade

Leia mais

LETRAMENTO E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO DE LÍNGUA MATERNA Angela Kleiman (2007)

LETRAMENTO E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO DE LÍNGUA MATERNA Angela Kleiman (2007) LETRAMENTO E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO DE LÍNGUA MATERNA Angela Kleiman (2007) Disciplina: Seminário de Leituras Orientadas em Linguística Aplicada Professoras: Graciela Hendges e Désirée Motta-Roth

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade MANUAL DE ESTÁGIO Curso de PEDAGOGIA S U M Á R I O 1. Apresentação... 03 2. Proposta de Estágio... 03 3. Aspectos legais... 04 4. Objetivo Geral... 04 5. Campo de Estágio... 05 6. Modalidades de Estágio...

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Maribel Manfrim Rohden PUCPR Ana Maria Eyng PUCPR Este trabalho apresenta a reflexão desenvolvida num projeto de

Leia mais

O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA NA REGIÃO DE LONDRINA

O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA NA REGIÃO DE LONDRINA O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA NA REGIÃO DE LONDRINA Catya Marques Agostinho de Araujo Amanda Pérez Montanéz (Orientadora) RESUMO Esta investigação tem por objetivos pesquisar, estudar e

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

Ensino Médio em Questão. José Fernandes de Lima Conselho Nacional de Educação

Ensino Médio em Questão. José Fernandes de Lima Conselho Nacional de Educação Ensino Médio em Questão José Fernandes de Lima Conselho Nacional de Educação Introdução O ensino médio tem sido debatido em todos os países Trata com adolescente e jovens que estão decidindo seus destinos.

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO: CES

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO: CES PARECER CNE/CES 1.302/2001 - HOMOLOGADO Despacho do Ministro em 4/3/2002, publicado no Diário Oficial da União de 5/3/2002, Seção 1, p. 15. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO:

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

ASSESSORIA PEDAGÓGICA PORTFÓLIO DE PALESTRAS E OFICINAS

ASSESSORIA PEDAGÓGICA PORTFÓLIO DE PALESTRAS E OFICINAS Dificuldades de Palestra EF e EM Todas Conscientizar sobre as dificuldades de aprendizagem aprendizagem que podem ser manifestadas pelos alunos numa sala de aula e sugerir ações de encaminhamento, conforme

Leia mais

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova.

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova. 12. As concepções de educação infantil Conforme OLIVEIRA, a educação infantil no Brasil, historicamente, foi semelhante a outros países. No Séc. XIX tiveram iniciativas isoladas de proteção à infância

Leia mais

Conhecimento e Compreensão do Tema Produção Mais Limpa em Cursos de Especialização: Um Estudo de Caso

Conhecimento e Compreensão do Tema Produção Mais Limpa em Cursos de Especialização: Um Estudo de Caso Conhecimento e Compreensão do Tema Produção Mais Limpa em Cursos de Especialização: Um Estudo de Caso FRANKENBERG, C. L. C. a*, CANTELLI, M. a, DE OLIVEIRA, P. G. b a. Pontifícia Universidade Católica

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA E MODELAGEM MATEMÁTICA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA E NO DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL RESUMO

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA E MODELAGEM MATEMÁTICA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA E NO DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL RESUMO FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA E MODELAGEM MATEMÁTICA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA E NO DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL Edvard Luiz da Silva Filho, edvardluiz@folha.com.br - FMU, Brasil. RESUMO

Leia mais

Formação de Professores de Inglês com Novas Linguagens e Tecnologias

Formação de Professores de Inglês com Novas Linguagens e Tecnologias Formação de Professores de Inglês com Novas Linguagens e Tecnologias Nivana Ferreira da Silva; Rodrigo Camargo Aragão Universidade Estadual de Santa Cruz Resumo: Este artigo visa abordar o trabalho de

Leia mais

12 Leitura, literatura e meio-ambiente: Amazônia, berço da vida, clama por consciência e esperança

12 Leitura, literatura e meio-ambiente: Amazônia, berço da vida, clama por consciência e esperança 12 Leitura, literatura e meio-ambiente: Amazônia, berço da vida, clama por consciência e esperança Tânia Maria Mandial Rosa 1 RESUMO Este artigo tem como propósito apresentar o projeto integrado Leitura,

Leia mais

e-mail: simoneperes2@yahoo.com.br 1 CONCEPÇÕES DE CURRÍCULO e-mail: simoneperes2@yahoo.com.br 2 CONVERSANDO SOBRE CURRÍCULO Diferentes concepções Conteúdos e competências Sobre aprendizagens Projetos alternativos

Leia mais

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio.

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio. Proposta Pedagógica Visão: Ser um centro de excelência em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio que busca alcançar a utopia que tem de pessoa e sociedade, segundo os critérios do evangelho, vivenciando

Leia mais

O ensino da cultura nos livros didáticos de Espanhol como Língua Estrangeira

O ensino da cultura nos livros didáticos de Espanhol como Língua Estrangeira O ensino da cultura nos livros didáticos de Espanhol como Língua Estrangeira Cleide Coelho MARTINS 1, Lucielena Mendonça de LIMA 2 cleidecmartins@gmail.com INTRODUÇÃO Quando aprendemos ou ensinamos uma

Leia mais

êneros TExTUAIS NO ENSINO-APRENDIzAGEM E NA FORMAçÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUAS NA PERSPECTIVA INTERACIONISTA SOCIODISCURSIVA

êneros TExTUAIS NO ENSINO-APRENDIzAGEM E NA FORMAçÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUAS NA PERSPECTIVA INTERACIONISTA SOCIODISCURSIVA G êneros TExTUAIS NO ENSINO-APRENDIzAGEM E NA FORMAçÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUAS NA PERSPECTIVA INTERACIONISTA SOCIODISCURSIVA VERA LÚCIA LOPES CRISTOVÃO G êneros TExTUAIS NO ENSINO-APRENDIzAGEM E NA FORMAçÃO

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2005 Nome Aluno(a) Título Monografia/Artigo Orientador/Banca Annelise Lima

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES AUDIOVISUAIS NA PRODUÇÃO TEXTUAL DE ALUNOS DO ENSINO MÉDIO: UMA ANÁLISE INTERDISCIPLINAR

CONTRIBUIÇÕES AUDIOVISUAIS NA PRODUÇÃO TEXTUAL DE ALUNOS DO ENSINO MÉDIO: UMA ANÁLISE INTERDISCIPLINAR 1 CONTRIBUIÇÕES AUDIOVISUAIS NA PRODUÇÃO TEXTUAL DE ALUNOS DO ENSINO MÉDIO: UMA ANÁLISE INTERDISCIPLINAR Loraine Vidigal LISBOA Universidade Gama Filho loraine_vidigal@yahoo.com.br Resumo: O artigo apresenta

Leia mais

ELABORAÇÃO DE CATÁLOGO DESCRITIVO DE SITES PARA O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA

ELABORAÇÃO DE CATÁLOGO DESCRITIVO DE SITES PARA O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA ELABORAÇÃO DE CATÁLOGO DESCRITIVO DE SITES PARA O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA Dayane Ribeiro da Silva (PICV/PRPPG/ UNIOESTE), Greice da Silva Castela (Orientadora), e-mail: greicecastela@yahoo.com.br

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA DO ENSINO MÉDIO: PERSPECTIVAS DE MUDANÇA

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA DO ENSINO MÉDIO: PERSPECTIVAS DE MUDANÇA PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA DO ENSINO MÉDIO: PERSPECTIVAS DE MUDANÇA SANTOS, Lilian 1 NUNES, Célia 2 O presente trabalho tem como objetivo apresentar algumas considerações

Leia mais

INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL

INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL Jair Bevenute Gardas Isabel Corrêa da Mota Silva RESUMO A presente pesquisa objetiva um conhecimento amplo sobre a temática interdisciplinaridade, idealizando

Leia mais

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. UNIFAL-MG Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG. CEP 37130-000 Fone: (35) 3299-1000. Fax: (35) 3299-1063 DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE

Leia mais

Aprendizagem da Matemática: um estudo sobre Representações Sociais no curso de Administração

Aprendizagem da Matemática: um estudo sobre Representações Sociais no curso de Administração Aprendizagem da Matemática: um estudo sobre Representações Sociais no curso de Administração Eixo temático 2: Formação de professores e cultura digital SALERNO, Daniela Prado 1 VIEIRA, Vania Maria de Oliveira

Leia mais

O ENSINO DE ESPANHOL NO MUNICÍPIO DO RJ: RELATOS DE PROFESSORES RAABE COSTA ALVES

O ENSINO DE ESPANHOL NO MUNICÍPIO DO RJ: RELATOS DE PROFESSORES RAABE COSTA ALVES O ENSINO DE ESPANHOL NO MUNICÍPIO DO RJ: RELATOS DE PROFESSORES RAABE COSTA ALVES Atualmente pode-se afirmar que a Língua Espanhola é a segunda língua mais importante do território nacional se considerarmos

Leia mais

ALFABETIZAR-SE: UM DIREITO DA CRIANÇA DE 6 ANOS

ALFABETIZAR-SE: UM DIREITO DA CRIANÇA DE 6 ANOS ALFABETIZAR-SE: UM DIREITO DA CRIANÇA DE 6 ANOS Marcia Aparecida Alferes 1 Resumo O presente texto pretende refletir sobre a questão da alfabetização como conceito presente nas políticas educacionais que

Leia mais

RESUMO. Palavras-chaves: leitura; produção textual, conto. 1 INTRODUÇÃO

RESUMO. Palavras-chaves: leitura; produção textual, conto. 1 INTRODUÇÃO DE CONTO EM CONTO: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA DOCENTE Maria Helena Cunha de Andrade SILVA RESUMO Esse trabalho relata uma experiência de leitura e produção textual realizada no decorrer do ano letivo de

Leia mais

CICLO DA INFÂNCIA E CICLO DE ALFABETIZAÇÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: COMPARAÇÕES PRELIMINARES

CICLO DA INFÂNCIA E CICLO DE ALFABETIZAÇÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: COMPARAÇÕES PRELIMINARES CICLO DA INFÂNCIA E CICLO DE ALFABETIZAÇÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: COMPARAÇÕES PRELIMINARES Rosilene Lagares PET Pedagogia/Campus de Palmas/Pedagogia/Mestrado em Educação/UFT/Capes roselagares@uft.edu.br

Leia mais

PARECER Nº 717/05 APROVADO EM 22.08.05 PROCESSO Nº 34.087

PARECER Nº 717/05 APROVADO EM 22.08.05 PROCESSO Nº 34.087 PARECER Nº 717/05 APROVADO EM 22.08.05 PROCESSO Nº 34.087 Consulta oriunda da Gerência da Educação Básica da FIEMG com pedido de orientações de ordem prática para cumprimento da Lei Federal nº 11.114,

Leia mais

O LETRAMENTO E O PAPEL DO PROFESSOR NUM PROCESSO INTERDISCIPLINAR DE CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTOS

O LETRAMENTO E O PAPEL DO PROFESSOR NUM PROCESSO INTERDISCIPLINAR DE CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTOS O LETRAMENTO E O PAPEL DO PROFESSOR NUM PROCESSO INTERDISCIPLINAR DE CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTOS Ana Lúcia Silva Vargas 1 Ana Maria Lara Lopes 2 Resumo A aprendizagem de crianças de 7 a 10 anos nas séries

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec:Paulino Botelho/ Professor E.E. Arlindo Bittencourt (extensão) Código: 092-2 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 10/06/2008

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 10/06/2008 PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 10/06/2008 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Estadual de Educação de Sergipe

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUA INGLESA: RELATOS DO NAP NÚCLEO DE ASSESSORIA PEDAGÓGICA - UEPG

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUA INGLESA: RELATOS DO NAP NÚCLEO DE ASSESSORIA PEDAGÓGICA - UEPG 9. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( x ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA FORMAÇÃO DE

Leia mais

DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS

DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS 01. Diretrizes Curriculares Nacionais são o conjunto de definições doutrinárias sobre princípios, fundamentos e procedimentos na Educação Básica, expressas pela Câmara

Leia mais

ANAIS ELETRÔNICOS ISSN 235709765

ANAIS ELETRÔNICOS ISSN 235709765 UMA ABORDAGEM REFLEXIVA SOBRE AS PRATICAS DE PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO ESCOLAR SILVA, Ana Raquel Henriques 1. (UFCG) ARAÙJO, Gérssica Xavier Brito de 2. (UFCG) RAFAEL, Edmilson Luiz 3. (Orientador) RESUMO

Leia mais

INCLUSÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS: O CASO DO COLÉGIO ESTADUAL SATÉLITE

INCLUSÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS: O CASO DO COLÉGIO ESTADUAL SATÉLITE INCLUSÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS: O CASO DO COLÉGIO ESTADUAL SATÉLITE Adrina Mendes Barbosa (UFBA) 1 Bárbara Vergas (UEFS) 2 INTRODUÇÃO O presente trabalho aborda as políticas

Leia mais

O CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E OS PROCEDIMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS DA SOCIOLOGIA E A CIDADANIA NA REDE ESTADUAL DE ENSINO

O CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E OS PROCEDIMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS DA SOCIOLOGIA E A CIDADANIA NA REDE ESTADUAL DE ENSINO O CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E OS PROCEDIMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS DA SOCIOLOGIA E A CIDADANIA NA REDE ESTADUAL DE ENSINO Gabriela Paulino do Nascimento 1 RESUMO: Este trabalho se propõe a investigar como

Leia mais

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino fundamental Resumo O projeto de iniciação científica está vinculado à pesquisa Uso do jornal em sala de aula e compreensão

Leia mais

Palavras-chave: Leitura. Oralidade. (Re)escrita. Introdução

Palavras-chave: Leitura. Oralidade. (Re)escrita. Introdução 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA (X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA OS TEXTOS

Leia mais

BACHARELADOS INTERDISCIPLINARES

BACHARELADOS INTERDISCIPLINARES BACHARELADOS INTERDISCIPLINARES Bacharelados Interdisciplinares (BIs) e similares são programas de formação em nível de graduação de natureza geral, que conduzem a diploma, organizados por grandes áreas

Leia mais

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização OS MECANISMOS DE ATUALIZAÇÃO DAS EXPLICAÇÕES BIOLÓGICAS PARA JUSTIFICAR AS DIFICULDADES NO PROCESSO DE ESCOLARIZAÇÃO: ANÁLISE DO PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO LETRA E VIDA Cristiane Monteiro da Silva 1 ; Aline

Leia mais

O PNLD 2011 - LÍNGUA ESTRANGEIRA - REFLETINDO SOBRE OS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DAS COLEÇÕES

O PNLD 2011 - LÍNGUA ESTRANGEIRA - REFLETINDO SOBRE OS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DAS COLEÇÕES O PNLD 2011 - LÍNGUA ESTRANGEIRA - REFLETINDO SOBRE OS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DAS COLEÇÕES Resumo VIEIRA, Ethieli 1 - UPF BEDIN, Thaís 2 - UPF Grupo de Trabalho - Didática: Teorias, Metodologias e Práticas

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

UMA PROPOSTA PARA INTEGRAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NAS LICENCIATURAS EM MATEMÁTICA

UMA PROPOSTA PARA INTEGRAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NAS LICENCIATURAS EM MATEMÁTICA 1 UMA PROPOSTA PARA INTEGRAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NAS LICENCIATURAS EM MATEMÁTICA Resumo. Este artigo apresenta os resultados de uma pesquisa realizada nas Instituições de Ensino

Leia mais

É com imensa satisfação que iniciamos nossas atividades das aulas 1 e 2 do Módulo IV do Curso, em que iremos tratar dos seguintes assuntos:

É com imensa satisfação que iniciamos nossas atividades das aulas 1 e 2 do Módulo IV do Curso, em que iremos tratar dos seguintes assuntos: EXERCÍCIO ANTECIPADO PARA O ESTUDO DIRIGIDO Módulo IV Aspectos Contemporâneos do Marco legal Profa. Maria José Lacerda Xavier Prezado (a) Aluno (a), É com imensa satisfação que iniciamos nossas atividades

Leia mais

REFLEXÕES ACERCA DO MÉTODO TRADICIONAL E A ABORDAGEM COMUNICATIVA NO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA SALA DE AULA DO ENSINO MÉDIO

REFLEXÕES ACERCA DO MÉTODO TRADICIONAL E A ABORDAGEM COMUNICATIVA NO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA SALA DE AULA DO ENSINO MÉDIO REFLEXÕES ACERCA DO MÉTODO TRADICIONAL E A ABORDAGEM COMUNICATIVA NO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA SALA DE AULA DO ENSINO MÉDIO SILVA, Wellington Jhonner D. B da¹ Universidade Estadual de Goiás - Unidade

Leia mais

A Prática do Inglês nas Escolas Públicas Brasileiras

A Prática do Inglês nas Escolas Públicas Brasileiras A Prática do Inglês nas Escolas Públicas Brasileiras Luciana Virgília Amorim de Souza¹ RESUMO O trabalho busca questionar os métodos ensinados para praticar a Língua Inglesa nas escolas. O inglês, no Brasil,

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: PNLD, livro didático, língua estrangeira, gênero.

PALAVRAS-CHAVE: PNLD, livro didático, língua estrangeira, gênero. PNLD 2011: ANÁLISE DE UMA COLEÇÃO DE LIVRO DIDÁTICO DE INGLÊS Universidade Federal de Goiás Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística Mestranda: Maria Letícia Martins Campos FERREIRA mleticiaf@hotmail.com

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO PARA ESTUDANTES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO PARA ESTUDANTES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO PARA ESTUDANTES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL INTRODUÇÃO O estágio curricular obrigatório é aquele definido

Leia mais

ANÁLISE DE ALGUNS EXERCÍCIOS DE COMPREENSÃO AUDITIVA DA COLEÇÃO AMERICAN HEADWAY NA PERSPECTIVA DA SOCIOLINGUÍSTICA

ANÁLISE DE ALGUNS EXERCÍCIOS DE COMPREENSÃO AUDITIVA DA COLEÇÃO AMERICAN HEADWAY NA PERSPECTIVA DA SOCIOLINGUÍSTICA ANÁLISE DE ALGUNS EXERCÍCIOS DE COMPREENSÃO AUDITIVA DA COLEÇÃO AMERICAN HEADWAY NA PERSPECTIVA DA Cristiane Toffanello Mestranda UniRitter/Laureate International Universities Cristoffi@hotmail.com SOCIOLINGUÍSTICA

Leia mais

CURRÍCULO DO CURSO. Mínimo: 8 semestres CELSO HENRIQUE SOUFEN TUMOLO 37219288

CURRÍCULO DO CURSO. Mínimo: 8 semestres CELSO HENRIQUE SOUFEN TUMOLO 37219288 71 EaD_UAB LETRAS LICENCIATURA EM LÍNGUA INGLESA 009 Documentação: jetivo: Titulação: Diplomado em: Resolução n. 005/CEG/009, de 5/03/009 Habilitar professores para o pleno exercício de sua atividade docente,

Leia mais

PARCERIA DO ENSINO COMUM E EDUCAÇÃO ESPECIAL PARA O ATENDIMENTO DE ALUNOS COM NECESSIDADES ESPECIAIS

PARCERIA DO ENSINO COMUM E EDUCAÇÃO ESPECIAL PARA O ATENDIMENTO DE ALUNOS COM NECESSIDADES ESPECIAIS PARCERIA DO ENSINO COMUM E EDUCAÇÃO ESPECIAL PARA O ATENDIMENTO DE ALUNOS COM NECESSIDADES ESPECIAIS Aline Aparecida Veltrone, mestranda do programa de pós-graduação em Educação Especial da Universidade

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR 1.ª SÉRIE DE OFERTA 99-8791-04 DIDÁTICA 160 0 160 99-8792-04

MATRIZ CURRICULAR 1.ª SÉRIE DE OFERTA 99-8791-04 DIDÁTICA 160 0 160 99-8792-04 Curso: Graduação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA PLENA MATRIZ CURRICULAR SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO

Leia mais

CENSO ESCOLAR EDUCACENSO A INFORMAÇÃO DE DISCIPLINAS NO CENSO ESCOLAR

CENSO ESCOLAR EDUCACENSO A INFORMAÇÃO DE DISCIPLINAS NO CENSO ESCOLAR MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA DIRETORIA DE ESTATÍSTICAS EDUCACIONAIS COORDENAÇÃO GERAL DO CENSO ESCOLAR DA EDUCAÇÃO BÁSICA CENSO ESCOLAR

Leia mais

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: ESTRATÉGIAS E METODOLOGIAS PARA UMA SUSTENTABILIDADE LOCAL

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: ESTRATÉGIAS E METODOLOGIAS PARA UMA SUSTENTABILIDADE LOCAL EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: ESTRATÉGIAS E METODOLOGIAS PARA UMA SUSTENTABILIDADE LOCAL Márcia Regina de Andrade Universidade Federal de Sergipe - UFS Este trabalho pretende refletir sobre a importância

Leia mais

A TRAJETÓRIA EDUCACIONAL NA APRENDIZAGEM DE LÍNGUAS

A TRAJETÓRIA EDUCACIONAL NA APRENDIZAGEM DE LÍNGUAS A TRAJETÓRIA EDUCACIONAL NA APRENDIZAGEM DE LÍNGUAS CITON, Jocielly Marques 1 GRANETTO, Julia Cristina 2 SUCHECKI, Inês 3 O ensino de Línguas Estrangeiras no Brasil vem sofrendo constantes mudanças e apresentando

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015 Ensino Técnico Código: 0262 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Componente Curricular: Inglês Instrumental Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Módulo:

Leia mais