Boletim Academia Paulista de Psicologia ISSN: X Academia Paulista de Psicologia Brasil

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1 Boletim Aademia Paulista de Psiologia ISSN: X Aademia Paulista de Psiologia Brasil Almeida Ferrari, Rafaela; Porto Witter, Geraldina Motivação na aprendizagem da Língua inglesa Boletim Aademia Paulista de Psiologia, vol. 80, núm. 1, enero-junio, 2011, pp Aademia Paulista de Psiologia São Paulo, Brasil Disponível em: Como itar este artigo Número ompleto Mais artigos Home da revista no Redaly Sistema de Informação Científia Rede de Revistas Científias da Améria Latina, Caribe, Espanha e Portugal Projeto aadêmio sem fins lurativos desenvolvido no âmbito da iniiativa Aesso Aberto

2 Motivação na aprendizagem da Língua inglesa Motivation in studying the English language Rafaela Almeida Ferrari 1 Geraldina Porto Witter (Cad 23) 2 UNICASTELO Resumo: A língua inglesa é mundialmente reonheida omo o idioma mais usada no omério, na diplomaia, no turismo, na iênia e em outras áreas. É de interesse soial dos vários países que seus idadãos tenham ompetênia na referida língua, mas para aprendê-la é neessário ontar om interesse por ela. O objetivo deste estudo foi avaliar a motivação para aprender a língua inglesa omo segunda lingua (L2) onsiderando a variável gênero e realização de estudantes em um dado urso. Os partiipantes foram 14 meninos e 19 meninas, om idade entre 10 a 15 anos. Eles respondem a um questionário sobre motivação. Os resultados mostram diferenças onernentes a gênero. Para apresentar boas ondições motivaionais na aprendizagem do inglês é relevante onsiderar as diferenças de gênero. Meninas apresentam motivação mais madura que os meninos, os professores e as famílias são variáveis importantes na motivação para a aprendizagem e preisam usar estratégias para ajudar os meninos a serem mais maduros na aprendizagem. Nenhuma orrelação signifiante foi registrada entre motivação e realização esolar. Palavras-Chave: influênia da família, gênero, realização aadêmia. Abstrat: The English language is worldly reognized as the language mostly used in trade, diplomay, tourism, siene and other areas. It is of soial interest of various ountries that their itizens present ompetene in the language, but for learning it, it is neessary to take motivation into onsideration. The aim of this study was to evaluate the motivation to learn the English Language as a seond language (L2) onsidering the variable gender and performane of students in the ourse. The partiipants were 14 boys and 19 girls, aged 10 to 15 years old. They answered a questionnaire on motivation. The results showed differenes onerning gender. In order to present good motivational onditions to the learning of English it is relevant to onsider the gender differenes. The girls presented more mature motivation than the boys. Teahers and families are important variables in the motivation toward learning, and they must use strategies in order to help boys to be more mature in their apprentieship. No signifiant orrelation was registered between motivation and shool ahievement. Keywords: family influene, gender, aademi ahievement. 1. Introdução A formação de profissionais qualifiados, apazes de lidar om o mundo globalizado, onsientes e om espírito de ompromisso profissional e soial onstitui-se uma neessidade, e um dos pré-requisitos para atingir essa meta é dominar a língua inglesa.(gritti, 2001: xvi). 1 Contato: R. Osvaldo Cruz, 120, Lanifíio - Santa Isabel SP. - Brasil. CEP Coordenadora dos ursos de pós-graduação da UNICASTELO. Contato: Av. Pedroso de Morais, 144, apto.302, Pinheiros São Paulo, SP. - Brasil. E- mail: 121

3 O Inglês é atualmente a língua dominante na área dos negóios e na iênia. De aordo om o Census Bureau dos Estados Unidos, a população de não nativos falantes da língua inglesa aumentou onsideravelmente nos anos 80 e 90 do séulo XX (Lavey 1997 apud Oliveira 1999). Algumas razões que levam os indivíduos à aquisição da língua são: asensão profissional; nível ultural; propósitos aadêmios; para iênia e tenologia e para propósitos espeífios omo, por exemplo, um arquiteto que preisa dominar a língua para poder utilizar adequadamente alguns programas de omputador espeífios na área e que não possuem uma versão na língua materna do usuário. Esta situação evidenia a relevânia do ensino da língua inglesa omo segunda Língua (L2). Diversos fatores afetam a aprendizagem de uma segunda língua, omo lembram Shultz (2005), Ciardiello (2006) e Fink & Samuels (2007), estando entre eles: idade, formação lingüístia, auidade auditiva, araterístias psiológias, memória, disponibilidade mental, independênia, tempo de dediação, grau de envolvimento e motivação. Para MDonough (1986), um dos fatores mais importantes na aquisição de uma segunda língua é a motivação. A origem da motivação é o desejo de satisfazer neessidades. Pode ser ativada por fatores internos ou externos. Este omportamento pode ser lassifiado em forma direta, ou seja, impulsiona diretamente ao objeto que satisfaz a neessidade ou indireta, que é aquela que impulsiona em direção a um objeto intermediário que possibilitará a satisfação de uma neessidade. A omplexidade difiulta a oneituação, segundo Oliveira (1999), oneituar motivação proporiona variadas formas de interpretações. Sendo um onjunto de fatores psiológios, deve-se assoia-se a uma ação em partiular, isto é, a pessoa estar motivada em fazer alguma oisa. A mais onheida ategorização de motivação na aprendizagem de línguas é a distinção entre motivação integrativa e a motivação instrumental proposta por Gardner & Lambert (1972 apud Oliveira, 1999). Motivação integrativa é aquela tipiamente enontrada em alunos aprendendo uma língua estrangeira fora do seu país de origem, e que desejam ser aeitos por uma nova omunidade. Motivação instrumental arateriza o aluno que deseja aprender uma língua estrangeira baseado em fatores profissionais ou aadêmios ou a neessidade de ganhar aesso à informação espeializada em outro idioma. Muitos estudiosos onsideram que a motivação do aluno para estudar um idioma é a mola que propiia o suesso na aprendizagem. De aordo om Piletti (1993), a motivação é fator fundamental da aprendizagem. Sem motivação não há aprendizagem. Pode oorrer aprendizagem sem professor, sem livro, sem esola e sem uma porção de outros reursos. Mas mesmo que existam todos esses reursos favoráveis, se não houver motivação não haverá aprendizagem, ou a manutenção do aprendido, ou seja, não se obterá o suesso pretendido (Gage, 2009; Boruhovith, Bzunek & Guimarães, 2010). 122

4 Em outra lassifiação, dois tipos básios de motivação são assim araterizados: motivação intrínsea, em que se faz algo pelo interesse e prazer inerentes à ação; e motivação extrínsea, em que se faz algo por ausa de onseqüênia ou desfeho distinto da ação. Este último tipo de motivação assume diferentes formas, que se distinguem pelo grau de internalização e integração de valores e regulação de ondutas, refletindo diferentes graus de autonomia. Uma motivação autônoma relaiona-se om mais qualidade no aprendizado, maior persistênia e melhor ajuste psiológio dos aprendizes, do ensino fundamental ao ensino superior (Sobral, 2003). A motivação intrínsea onfigura-se omo uma tendênia natural para busar novidades e desafios. O indivíduo realiza determinada atividade pela própria ausa, por onsiderá-la interessante, atraente ou geradora de satisfação. É uma orientação motivaional que tem por araterístia a autonomia do aluno e a auto-regulação de sua aprendizagem. Já a motivação extrínsea tem sido definida om o interesse para trabalhar em resposta a algo externo à tarefa, omo a obtenção de reompensas externas, materiais ou soiais, em geral, om a finalidade de atender soliitações ou pressões de outras pessoas, ou de demonstrar ompetênias (Neves & Boruhovith, 2004). No âmbito esolar, a motivação é o fator interno que impulsiona o aluno para estudar, iniiar os trabalhos e perseverar neles até o fim. No ontexto esolar, há indiadores de que a motivação intrínsea failita a aprendizagem e o desempenho dos estudantes. O aluno intrinseamente motivado envolve-se em atividades que ofereem a oportunidade para o aprimoramento de seus onheimentos e de suas habilidades. Por sua vez, o indivíduo extrinseamente motivado, realiza uma tarefa esolar para melhorar suas notas ou para onseguir prêmios e elogios (Neves & Boruhovith, 2004). Estudos baseados na Teoria da Autodeterminação têm apresentado novas onsiderações sobre a motivação extrínsea, demonstrando que o omportamento extrinseamente motivado também pode ser autodeterminado, não sendo neessariamente sempre negativo para a aprendizagem. Em síntese, pode-se dizer que a motivação para a aprendizagem vem sendo entendida pelos teórios ontemporâneos omo um onstruto multidimensional araterizado por teorias pessoais aera da própria inteligênia, atribuições de ausalidade, orientações motivaionais intrínseas e extrínseas, metas de realização e variáveis relativas ao self omo o autooneito e a auto-efiáia do aluno (Guimarães, Bzunek & Boruhovith, 2003). A defiiênia na aprendizagem da língua inglesa no Brasil é onsideravelmente preoupante. Obter informações nesta área para pode subsidiar a qualidade do ensino. Devido a estes fatores, onsiderou-se relevante verifiar alguns aspetos da motivação na aprendizagem da língua inglesa entre estudantes desta língua. 123

5 Objetivos Com base nos pressupostos expressos na introdução, foram definidos os objetivos. Geral O objetivo geral foi analisar as ondições motivaionais que podem favoreer a aprendizagem do Inglês. Espeífios 1. verifiar a motivação de estudantes de Inglês omo segunda língua (L2); 2. omparar esta motivação entre estudantes do gênero masulino e feminino e 3. orrelaionar a motivação om o desempenho dos alunos no urso de Inglês. Método Partiipantes Foram sujeitos desta pesquisa 33 adolesentes que estudavam em esola privada de idiomas, loalizada em muniípio de interior paulista, sendo 14 do gênero masulino e 19 do gênero feminino om variação de idade entre 10 e 15 anos. Os alunos foram extraídos dos seis níveis de ensino ofereidos: Starter A (3 masulinos e 3 femininos, entre 10 e 13 anos); Starter B (4 femininos e um masulino, entre 10 a 12 anos); Progress A (5 masulinos e três femininos, entre 11 e 15 anos); Progress B (3 masulinos e 6 femininos, entre 12 e 15 anos; Early Intermediate A om 1 aluna e Early Intermediate B (2 meninos e 2 meninas, entre 13 e 14 anos). Os partiipantes eram de lasse média baixa e baixa segundo a profissão e eduação reebida pelos pais. Material Para umprir os objetivos foram utilizados dois Termos de Consentimento Livre e Eslareido; o primeiro foi destinado aos pais ou responsáveis pelos alunos menores de 18 anos, ontendo os objetivos da pesquisa, endereço e RG das pesquisadoras e de outras informações sobre a oleta, o segundo Termo de Consentimento foi elaborado no mesmo formato do primeiro, simplifiado e destinado ao próprio aluno. Para oleta de dados, foram utilizados um teste de motivação juntamente om um breve questionário de dados pessoais e um teste espeífio de Inglês para ada nível, já previamente elaborado pela esola. O teste de motivação apliado é uma forma reduzida do teste de motivação elaborado por Gardner 124

6 (1985). O teste onsiste em oito afirmativas a respeito da importânia do estudo da L2, ontendo 7 alternativas a serem assinaladas, sendo 1 = disordo totalmente, 2 = disordo moderadamente, 3 = disordo ligeiramente, 4 = neutro, 5 = onordo ligeiramente, 6 = onordo moderadamente e 7 = onordo totalmente. As avaliações são divididas em três partes: ompreensão auditiva (Listening), gramátia e voabulário (Grammar and Voabulary) e redação (Writing) que ontém exeríios de múltipla esolha e questões dissertativas. Proedimento Após o aval do Comitê de Étia (Pareer nº 064/2005, CAAE ) os partiipantes foram ontatados. Iniialmente foi pedida autorização da Direção da Esola, em seguida dos pais e dos alunos. A apliação do instrumento foi oletiva. Antes de responder aos instrumentos da pesquisa seus pais ou responsáveis assinaram o Termo de Consentimento, o mesmo fazendo o adolesente. Foi garantido o sigilo das informações e a possibilidade de abandonar a pesquisa sem qualquer prejuízo. O registro das notas das avaliações de Inglês foi obtido junto à oordenadoria da Instituição. Após ter sido ompletado o trabalho a esola foi informada sobre o nível motivaional das lasses e foram sugeridas estratégias para elevá-lo, sem identifiar os alunos. Resultados e disussão A análise estatístia dos dados foi feita por meio do teste do Qui-quadrado e Correlação de Spearman, sendo que para o primeiro foi utilizado o perentual e para o segundo os dados brutos (Moore, 1995/2000), trabalhando-se sempre no nível de p 0,05. A Tabela 1 demonstra as razões apontadas pelos estudantes que os levaram a iniiar o estudo da Língua Inglesa. Tabela 1 Razão para estudar Inglês Razão Masulino Feminino Total F % F % F % Deisão dos pais 1 7, ,0 Por gostar 4 28,6 5 26,3 9 27,3 Para viajar 3 21,4 5 26,3 8 24,2 Para o futuro 1 7,1 4 21,0 5 15,2 Qualifiação profissional 1 7,1 5 26,3 6 18,2 É importante 2 14, ,1 Aumentar onheimento 2 14, ,1 Total 14 99, , ,1 125

7 Dentre os 14 partiipantes do sexo masulino, 4 relataram que estudam Inglês Por gostar, 3 estudam om a intenção de Viajar para países de Língua Inglesa, 2 delararam que estudam porque É importante e também 2 Para aumentar o onheimento, os itens Deisão dos pais, Para o futuro e Para qualifiação Profissional obtiveram respetivamente 1 freqüênia. Das dezenove meninas, 5 optaram onseutivamente pelas ategorias Por gostar, Para viajar e Para qualifiação profissional e 4 delas esolheram a opção Para o futuro. Para análise estatístia foi apliado o teste do Qui-quadrado om o intuito de verifiar a homogeneidade dos dados. Para o grupo masulino, obteve-se χ 2 =28,61 o (χ2 =12,59; gl=6 e p 0,05), rejeitando, portanto, a Hipótese nula e podendo-se afirmar que existe diferença estatistiamente signifiante entre as variáveis, onentrando-se no item Gostar. No grupo feminino a hipótese nula foi aeita, χ 2 =0,83 o (χ2 =7,82; gl=3 e p 0,05), demonstrando não existir diferença estatistiamente signifiante entre os dados analisados. Para o total geral, χ 2 =38,12 o (χ2 =11,07; gl=5 e p 0,05), onstatando, novamente, heterogeneidade entre as razões menionadas pelos alunos para estudar Inglês, sendo dominante o Gostar e o Viajar e muito baixa a interferênia dos Pais. O álulo de Correlação de postos sobre as preferênias masulinas e femininas resultou em r s =0,62. Como N=7, n. p 0,05 e r =0,66, onlui-se que as razões que os dois gêneros apresentam para estudar inglês não estão orrelaionadas, o que equivale a dizer que há neessidades do uso de estratégias distintas para motivar ada gênero, espeialmente quando frequentam a mesma lasse. Isto requer maior ompetênia do professor em uso de proedimentos e tenologias de ensino, bem omo na seleção de material didátio. Por exemplo, verifiando o gosto preferenial por dado tipo de músia, pode ser usada suas letras para manter a motivação dos alunos (Winstein, 2006), ou ombinando estratégias que ajudem a fazer om que o ensino-aprendizagem seja mais efiiente e agradável omo proposto por Burkins & Croft (2010) e Spene (2010). Com os dados da Tabela 1, já é possível verifiar a motivação nos alunos no momento da deisão de estudar Inglês, ou seja, as razões prinipais que os levaram a ingressar no urso estão relaionadas om a ategoria motivação intrínsea, eles entraram no urso porque gostam da Língua Inglesa. Isto é um failitador do proesso ensino-aprendizagem. Motivação extrínsea também olaborou na iniiativa do urso, pois entendiam que o domínio da língua os ajudaria para viajar e futuramente, para trabalhar. Contrariamente ao esperado, eles não estudam Inglês por imposição dos pais. Estes dados permitem onsiderar que busaram a esola om boa base motivaional, abendo à instituição mantê-la e ampliá-la. 126

8 Tabela 2 Tempo de estudo de Inglês Tempo Masulino Feminino Total F % F % F % 1 ano ou menos 3 21,4 5 26, ano e 1 mês a 2 anos , anos e 1 mês a 3 anos 1 7,1 2 10,5 3 9 Mais de 3 anos 3 21,4 2 10, Total 14 99, , Os dados apresentados na Tabela 2 demonstram o tempo de estudo de inglês pelos partiipantes. A maior parte dos alunos estudavam entre 1 ano e um mês e 2 anos, 7 meninos e 10 meninas. Os itens 1 ano ou menos e Mais de 3 anos foram referidos por 3 estudantes masulinos, seguido de 1 estudante para 2 anos e 1 mês à respetivamente 3 anos. As meninas obtiveram a seguinte distribuição: 10 alunas om 1 ano e um mês à 2 anos, 5 estudantes om 1 ano ou menos e 2 meninas om 2 anos e um mês à 3 anos e Mais de 3 anos. No total geral, a prevalênia foi de 52% para tempo de estudo 1ano e 1 mês à 2 anos, seguido de 1 ano ou menos (24%), mais de 3 anos (15%) e 2 anos e 1 mês à 3 anos om 9%. Fae a distribuição do grupo abranger os vários níveis do urso este resultado era esperado. Pelo Qui-quadrado verifiou-se que existe diferença signifiante entre as variáveis nos dois grupos, sendo, respetivamente, χ 2 =38,77 e o χ2 =47,36 o (χ 2 =7,82; gl=3 e p 0,05). Para o total geral, obteve-se a mesma onstatação χ 2 =42,12 o (χ2 =7,82; gl=3 e p 0,05). Em todos os asos predominam os pouos anos de estudo. Verifiou-se ser signifiante a orrelação entre as ategorias de tempo de estudo relativas a meninos e meninas, já que r s =0,85 e r =0,81 (N=4, n. p 0,05). Pode-se dizer que possivelmente os dois gêneros no grupo, estão tendo iguais possibilidades de entrar na esola e manter-se estudando o inglês. O ontexto sóio-ultural de onde vieram os estudantes e o próprio ambiente aadêmio paree estar ofereendo iguais oportunidades para os dois grupos. Ao mesmo tempo os dados sugerem difiuldade para se manter estudando. Aqui podem estar influindo variáveis de ontexto sóio-eonômio dos partiipantes que difiultam, que prolonguem ou ompletem seus estudos por questões finaneiras ou por terem que se engajar no mundo do trabalho, por vezes, preoemente. Aabam por abandonar sua motivação para aprender L2, onformando-se om o aprendido e alimentando a esperança de voltar algum dia ou de ontinuar a estudar por si mesmo, sem ir à esola. Por meio da Tabela 3, pode-se observar por quem foi feita a indiação da esola de Idiomas que freqüentam. 127

9 Tabela 3 Indiação da Esola Indiação Masulino Feminino Total F % F % F % Pais 6 42, , ,3 Parentes 2 14, , ,2 Colegas 4 28, , ,3 Professores 1 7, , ,2 Propaganda 1 7, ,0 Total 14 99, , Houve a prevalênia da indiação dos Pais na ategoria masulina om 6 esores, em seguida os Colegas om 4, os Parentes om 2 e Professores e Propaganda om 1 ada. Já para o grupo feminino, a indiação de Colegas foi a mais apontada omo esolha de 6 alunas, os Parentes em segundo lugar om 5 e um empate entre Pais e Professores om 4 estudantes ada. Para o total geral, houve um empate entre as ategorias Pais e Colegas om 30,3 seguida da indiação de Parentes om esore 7, Professores 5 e Propaganda 1. O teste do Qui-quadrado revelou que não existe diferença estatistiamente signifiante entre as indiações feitas para o grupo feminino χ 2 = 3,04 o (χ2 = 7,82; gl= 3 e p 0,05) e existe para os meninos om χ 2 = 47,95 o (χ2 = 9,49; gl= 4 e p 0,05), e para o total geral, χ 2 = 26,27 o (χ2 = 7,82; gl= 3 e p 0,05). Vale dizer que as meninas estão igualmente expostas a influênias dos pais, parentes, olegas e professores na esolha da esola. Já no gênero masulino a influênia dos pais é dominante. No total, pais e olegas devem ser as prinipais figuras na deisão da esola para difundir a importânia do aprender inglês. Vale destaar a ausênia de impato da propaganda, ou ela não está sendo feita ou não está alançando o onsumidor potenial. Isto requer a atenção dos administradores já que entre seus múltiplos papéis está a melhor inserção possível da esola na soiedade e om espeial atenção à família do aluno, notadamente os pais (Cummins, 2006). Em síntese, pais e olegas influeniaram no grupo a esolha da esola a ser ursada. Os professores, que se espera orientem os alunos, só são itados depois dos parentes. Este quadro meree uma revisão instituional e pesquisas de avaliação mais espeífias, talvez uma orientação psiológia aos professores e adolesentes para melhorar este quadro. Desta forma seria possível assegurar melhor aprendizagem e manutenção dos alunos em programas de Língua Inglesa. De qualquer forma é preiso rever as estratégias usadas para atrair e manter os alunos na instituição. 128

10 Os sujeitos foram também arguidos sobre sua vivênia de ter viajado para países em que é utilizado o idioma Inglês. Verifiou-se que nenhum deles teve esta experiênia, o que de erta forma era esperado fae à araterização do grupo estudado, posto que era predominantemente de nível sóio-eonômio médio baixo ou baixo, embora freqüentando esola privada. Vale destaar o esforço que representa a perspetiva eduaional realista dos pais dos estudantes, objeto de estudo, para enaminhá-los e mantê-los estudando inglês. A Tabela 4 foi onstituída pelos oito itens existentes no teste de motivação para aprendizagem da Língua Inglesa, as sete alternativas (1=disordo totalmente, 2=disordo moderadamente, 3=disordo ligeiramente, 4=neutro, 5=onordo ligeiramente, 6= onordo moderadamente, 7=onordo totalmente) que foram assinaladas em ada afirmação, a soma dos pontos e a média ponderada de ada item. Tabela 4 Motivação para aprendizagem da Língua Inglesa Masulino Feminino Total Estudar Inglês é importante para... Pts. Média Pts. Média Pts. Média 1. Interação / falantes de Inglês 88 6, , ,42 2. Futura arreira 88 6, , ,28 3. Interação om maior nº de pessoas 90 6, , ,28 4. Tornar-me mais ulto 87 6, , ,21 5. Apreiar arte e literatura Inglesa 81 5, , ,78 6. Conquistar um bom emprego 90 6, , ,42 7. Partiipar de ativ. de outras ulturas 76 5, , ,42 8. Obter mais respeito dos outros 70 5,0 67 3, ,0 Os partiipantes do sexo masulino areditam que estudar Inglês é importante para (1) Interação om maior número de pessoas e para (6) Conquistar um bom emprego. Os itens menionados apresentam a média ponderada mais elevada diante das outras alternativas, 6,42. Em seguida, é destaada a importânia da língua para (3) Interação om falantes de Inglês e (2)Futura arreira, média 6,28. Com 6,21 a opção (4) Tornar-me mais ulto, (5) Apreiar a arte e literatura Inglesa 5,78, Partiipar de atividades de outras ulturas 5,42 e o item de menor importânia Obter mais respeito dos outros om média 5,00. O Grupo Feminino destaou omo item de maior relevânia Conquistar um bom emprego obtendo a média de 6,89, Futura arreira demonstrou ser também de grande importânia om 6,78 e nas seguintes ategorias foi observado, na ordem deresente: Me tornar mais ulto 5,94, Interação om falantes do Inglês 5,89, Partiipar de atividades de outras ulturas 5,84, Interação 129

11 om maior número de pessoas 5,68, Apreiar arte e literatura 5,63 e Obter mais respeito dos outros 3,52. Pareem estar aprendendo inglês para ação, o que é um bom indiativo de motivação e de desenvolvimento (Barden, 2010). Para verifiar a homogeneidade do grau de importânia atribuída pelos estudantes nas alternativas expostas, apliou-se o teste do Qui-quadrado na soma dos pontos. Na ategoria total, χ 2 = 24,17 o (χ2 =14,07; gl= 7 e p 0,05), demonstrou existir diferença estatistiamente signifiante entre as respostas dos alunos no que onerne às afirmações do teste, prevaleendo a importânia do Inglês para onquistar um bom emprego, seguido da opção futura arreira. Isto é indíio das forças das motivações instrumental e extrínsea, o que é ompreensível fae a origem dos alunos e suas neessidades de alançar melhores ondições de vida e de trabalho. Ao orrelaionar os grupos masulino e feminino, verifiou-se que os dados não estão hierarquizados, sendo igualmente, r o = 0,55 (r s = 0,63; N= 8 e p 0,05), não existe orrelação. Normalmente, variáveis distintas devem estar influindo nos dois gêneros om impato diversifiado. Isto implia em que os doentes preisam reorrer a estratégias motivaionais e eduaionais diferentes para os dois gêneros. Os resultados reomendam uidados espeiais na esolha de textos para os estudantes, om temas variados e que viabilizem esolhas diversifiadas por gênero e atendendo a interesses pessoais (Vaserdevan, 2006; Garber-Miller, 2006). Apesar da poua idade, devido ao grande aesso a informação nos dias de hoje, os alunos já têm onsiênia da importânia da língua e já estão pensando no futuro, isto é, demonstrada pois a alternativa om maior pontuação no total foi a relevânia do Inglês para onquistar um bom emprego e para futura arreira. Apesar do baixo nível de esolaridade dos pais, om o mundo globalizado, os jovens estão em ontato om a Língua Inglesa e logo perebem sua importânia. Isso mostra que eles têm um propósito para estudar Inglês, ou seja, um motivo, ligado ao seu próprio desenvolvimento profissional e pessoal (busa de ultura, ompetênia soial e empregabilidade). Foi demonstrado por meio de suas respostas uma motivação madura e adulta, uma preoupação ténia, ou seja, motivação om finalidades úteis, profissionais. São jovens de lasses soiais que provavelmente possuem pais onsientes e que investem na eduação dos filhos e onsientizando-os dos benefíios que a Língua Inglesa pode trazer para o futuro. A Figura 1 representa a pontuação obtida pelos alunos no teste de motivação para aprendizagem da Língua Inglesa. Ela foi elaborada om os dados indiando o perentual de sujeitos nos quartis em deorrênia de seu nível de desempenho. 130

12 Figura 1 Motivação na aprendizagem da Língua Inglesa Fazem parte do 1º quartil os valores de 0 à 42, o 2º quartil orresponde aos dados de 43 à 47,21 pontos, se enquadraram no 3º quartil alunos om pontuação de 47,22 à 52 e aima deste o 4º quartil. A maior parte do grupo masulino se lassifiou no 4ª quartil, ou seja, 35,71% deles. O restante fiou distribuído uniformemente nos três primeiros quartis, 21,42% ada. O teste do Qui-quadrado demonstra não existir diferença estatistiamente relevante nesta distribuição, χ 2 = 6,12 o (χ2 =7,82; gl= 3 e p 0,05). Possibilitando a afirmação de que existem sujeitos que se enquadram nos quatro níveis de motivação sendo de se destaar a neessidade de trabalhar o interesse dos alunos do 1º e 2º quartis. O gênero feminino distribui-se desuniformemente. Com o χ 2 = 29,64 o (χ2 =7,82; gl= 3 e p 0,05), perebe-se uma grande variação entre os dados, tendo predominânia a porentagem do 3º quartil, 42,1% e uma mínima lassifiação no 4º quartil, 5,26%. Quando unidos os dois grupos, a diferença estatistiamente signifiante desaparee, χ 2 = 5,41 o (χ2 =7,82; gl= 3 e p 0,05), demonstrando distribuição homogênea. Ao omparar o grupo masulino e feminino por meio da Correlação de Spearman, observou-se que os dados não estão assoiados, r o =-0,77 (r =0,81; N=4 e p 0,05). A motivação não oorre similarmente. Portanto, embora entre os om baixa motivação não se verifique diferenças de gênero, as meninas predominam nos grupos intermediários. Entretanto, entre os mais motivados os meninos sobressaem. A atenção motivaional, do professor é igualmente requerida em relação aos pouos motivados, a seguir é reomendável voltar-se mais para os meninos, sem esqueer de estimular as meninas para alançar maior representatividade no 4º quartil. De um modo geral, há maturidade motivaional entre eles. Os meninos se mostraram mais motivados. É preiso trabalhar a motivação daqueles que se 131

13 enquadraram no primeiro e segundo quartil, abendo a esola, prinipalmente aos professores e gestores, reorrer a estratégias motivaionais de vários tipos e níveis tendo por base as araterístias dos alunos. Contar om ao menos uma assessoria de psiólogo esolar poderia ser de grande valia (Young & Hadaway, 2006, Cummins, 2006, Boruhovith e outros, 2010). Também é reomendável uma atualização dos doentes quanto às novas prátias eduaionais que as pesquisas mostram ser válidas e efiientes (Karhmer, Mallette, Kara-Soteriou & Leu, 2005) e para motivarem os alunos (Edmunds & Bauserman, 2006). O mesmo se pode dizer da indiação de textos para leitura omplementar ou mesmo regular, em papel ou na Internet (Gainer, 2010, Lewis & Petrone, 2010). Gritti (2001) afirma que paree existir um resente desinteresse dos alunos pela aprendizagem da língua inglesa, prinipalmente nas esolas públias, o que não se onfirma nos dados aima expostos no que se refere a motivação dos alunos de uma esola partiular. Embora tenha aído o interesse dos pesquisadores no exterior quanto à influênia do gênero na aprendizagem do inglês (Cassidy, Valadez & Garret, 2010), fae a outros problemas, os dados aqui enontrados indiam a neessidade de dar ontinuidade ao estudo desta variável entre alunos que estão estudando a língua omo L2 no ontexto brasileiro. Na Tabela 5, pode-se observar a orrelação entre pontos obtidos no teste de motivação para aprendizagem da Língua Inglesa e as notas da avaliação do urso de Inglês. Tabela 5 Correlação entre pontos e notas por gênero e total dos partiipantes Turma N r r o Deisão Masulino 14 0,50 0,15 Não existe orrelação Feminino 19 0,43-0,41 Não existe orrelação Total 33 0,32-0,13 Não existe orrelação O álulo de orrelação entre pontos de motivação e notas para o gênero masulino resultou em r s =0,15, sendo N=14, p 0,05 e r =0,50, onlui-se pela ausênia de orrelação signifiante. No gênero feminino foi obtido o valor 0,41 para N=19, mesma margem de erro, e r =0,43 também não alançou signifiânia. No total (N=33, r =0,32), o mesmo oorreu já que r s =-0,13. Isto sugere que há neessidade de aprofundar o estudo, analisando-se omo motivação está sendo uidada no proesso ensino-aprendizagem e as relações 132

14 om o proesso de avaliação (Burkins & Croft, 2010). Novamente, isto pede uma orientação psioeduaional ompetente. Em outras palavras, é preiso verifiar porque não houve orrelação. Eles se mostraram motivados, porém não tiveram bom rendimento. Um fator que pode ter ausado viés nos resultados foi a elaboração da avaliação de Inglês ter sido efetuada pela própria instituição de ensino. Faz-se neessário um estudo da análise do onteúdo da prova e dos onteúdos efetivados na sala de aula. Há também a possibilidade dos onteúdos de aula e prova não serem adequados a maturidade motivaional e instruional dos alunos. Vale dar ênfase à neessidade de rever as estratégias de ensino. O trabalho de um psiólogo esolar pode auxiliar na orientação de omo melhorar o método de ensino e/ou de avaliação para aproveitar melhor a motivação existente nos alunos. Poderá também orientar melhor os alunos quanto aos vários passos na vida profissional para os quais poderão se benefiiar tendo ompetênia em Inglês (Moura, 2004) e os professores quanto a estratégias motivaionais e materiais diversos. Também é neessário apaitar os doentes em tenologias que garantam melhor aprendizagem do inglês e que aumentem a probabilidade de êxito para todos os alunos, de todas as lasses, omo se pode visualizar no livro organizado por Young & Hadaway (2006). Conlusões e sugestões A pesquisa omo um todo reflete a importânia da família no que onerne a aprendizagem dos adolesentes. Enontrou-se pais humildes que investem na eduação dos filhos. Foi enontrado nos resultados, alunos de lasse médiabaixa e baixa possuindo motivação madura om finalidades profissionais, onfirmando a orientação e preoupação dos pais quanto ao futuro de seus filhos. Tal motivação preisa ser aproveitada pela esola tanto nas aulas omo nas avaliações e mesmo na propaganda para atrair alunos. Há neessidade de reorrer a estratégias motivaionais e eduaionais que atendam melhor as araterístias diferentes de ada gênero, o que pede avaliações psioeduaionais espeífias, domínio amplo de estratégias, tenologias e materiais de ensino difereniados por parte do professor da língua. Há neessidade também de um estudo aprofundando a análise da importânia da família na aprendizagem do inglês omo L2 e que ompare níveis sóio-eonômios distintos. Sugere-se que seja feita a réplia da pesquisa sendo a avaliação do onheimento de Inglês elaborada pelo pesquisador. 133

15 Referênias Barden, O. (2010). From ating reading to reading for ating : a ase study of the transformational power of reading. Journal of Adolesent & Adult Literay, 53(4), Boruhovith, E., Bzunek, J. A. & Guimarães, S. E. R. (orgs) (2010). Motivação para aprender: Apliações no ontexto eduativo. Petrópolis: Vozes. Burkins, J. M. & Croft, M. M. (2010). Preventing misguided reading: New Strategies for guided reading teahers. Newark: IRA. Cassidy, J., Valadez, C. M. & Garret, S. D. (2010). Adolesent and Adult Literay: what s hot, what s not. Journal of Adolesent & Adult Literay, 53(6), Ciardielo, A. V. (2006). Puzzie them first! Motivating adolesent readers with question-finding. Newark: IRA. Cummins, C. (org.) (2006). Understanding and implementing reading first initiatives - The hanging role of administrators. Newark: IRA. Edmunds, K. M.; & Bauseman, K. L. (2006). What teahers an learn about reading motivation through onversation with hildren. The reading Teaher. 59 (5), Fink, R. & Samuels, S. J. (2007). Inspiring reading suess: Interest and motivation in an ange of high-staques testing. Newark: IRA. Gage, N. L. (2009). A oneption of teahing. New York: Springer. Gainer, J. S. (2010). Critial media literay in middle shool: exploring the politis of representation. Journal of Adolesent & Adult Literay, 53(5), Garber-Miller, K. (2006). Playfull textbook previews: letting go of familiar mustahemonologo. Journal of Adolesent & Adult Literay, 50(4), Gardner, R. C. (1985). Soial Psyhology and Seond Language Learning: the role of attitudes and motivation. London: Edward Arnold Publishers. Guimarães, S. É. R., Bzunek, J. A. e Boruhovith, E. (2003). Estilos Motivaionais de professores: propriedades psiométrias de um instrumento de avaliação. Psiologia: Teoria e Pesquisa. 19 (1), Gritti, N. H. S. (2001). Inglês Instrumental: efiiênia do ensino para 10 ingressantes do urso de psiologia. Tese de Doutorado, PUC-Campinas: Campinas. Karhmer, R. A., Mallette, M. H., Kara-Soteriou, J. & Leu JR, D. J. (orgs.) (2005). Innovative approahes to literay eduation. Using the internet to support new literaies. Newark: IRA. 134

16 Lewis, M. A., Petrone, R. (2010). Although adolesent need not be violent : preservie teahers onnetion between Adolesene and literay urriulum. Journal of Adolesent & Adult Literay, 53(5), Mdonough, S. H. (1986). Psyhology in Foreign Language Teahing. London: Routledg. Moore, D. (1995/2000). Orientação profissional: sob o enfoque da análise do omportamento. Campinas: Alínea. Moura, C. B. (2004). Orientação profissional: sob o enfoque da análise do omportamento. Campinas: Alínea. Neves, E. R. C. & Boruhovith, E. (2004). A motivação de alunos no ontexto da progressão ontinuada. Psiologia: Teoria e Prátia. 20 (1), Oliveira, M. S. (1999). O Ensino Personalizado da Língua Inglesa: uma reflexão sobre o interesse e estilo de aprendizagem do aluno adulto. Dissertação de Mestrado, UBC: Mogi das Cruzes. Pfromm Netto, S. (2002). Psiologia da Aprendizagem e do Ensino. São Paulo: EPU. Piletti, N. (1993). Psiologia Eduaional. 11ª ed. São Paulo: Átia. Siegel, S. (1956). Nonparametri statistis for the behavioral sienes. New York: MGraw-Hill. Shultz, R. (2005). O que é talento para Línguas? Texto disponível na internet: {07/04/05}. Sobral, D. T. (2003). Motivação do Aprendiz de Mediina: uso da esala de motivação aadêmia. Psiologia: Teoria e Prátia. 19 (1), Spene, L. K. (2010). Generous reading: seeing students through their writing. The Reading Teaher, 63(8), Valdevan, L. (2006). Looking for angels: knowing adolesents by engaging with their mulltimodal literay praties. Journal of Adolesent & Adult Literay, 50(4), Weinstein, S. (2006). A love for the thing: the pleasures of rap a literate pratie. Journal of Adolesent & Adult Literay, 50(4), Young, T. A. & Hadaway, N. L. (orgs.) (2006). Supporting the literay development of English learners: Inreasing suess in all lassrooms. Newark: IRA. Reebido em 04/04/2011 / Aeito em: 15/05/

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