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1 MOTIVAÇÃO E DIVERSIDADE PARA APRENDER A LÍNGUA INGLESA NAS ESCOLAS Luciana Virgília Amorim de Souza Faculdade são Luis de França Aracaju- SE Isabel Maria Amorim de Souza Faculdade são Luis de França Aracaju- SE RESUMO O trabalho tem como objetivo mostrar os desafios de praticar e ensinar a Língua Inglesa no sentido de chamar a atenção para as múltiplas formas de utilizar métodos diversificados e qual a real motivação que leva o aluno a buscar aprender o idioma. Estudar requer prática, estudo além de disciplina, conhecimento e saber. Aponta como resultado e causa às dificuldades de se aprender a língua além dos motivos que leva o aluno a buscar e o professor a interagir com este aprendiz, no sentido de praticar e aprender de forma eficaz, divertida e interativa. Neste caso, estudar o idioma, falar, ouvir, escutar e ler são conhecimentos que todos desejam. Utilizou-se de metodologias bibliográficas baseadas em autores como: Mendes e Castro, Lima, Alvarez, Antunes, Faraco, Franchi, dentre outros. PALAVRAS-CHAVES: Desafios; Métodos; Idioma: Dificuldades; Motivos. INTRODUÇÃO O presente trabalho possui como objetivo principal, mostrar sobre formas de questionamentos e hipóteses, os principais desafios daqueles que ensinam língua Estrangeira em escolas públicas e particulares. As abordagens desenvolvidas para o ensino de língua inglesa ainda não conquistou as habilidades necessárias para criar estímulo e motivação no aprendiz, a vontade de querer dominar as competências linguísticas como ler, escrever, falar e ouvir. Dessa maneira, torna-se difícil mudar o quadro de insatisfação e falta de preparo dos alunos brasileiros, sejam nas escolas públicas ou particulares. Diversos motivos levam ao descontentamento do público-alvo, seja pelo ensino de gramática e vocabulário ou pela falta da aplicação da conversação durante as aulas de inglês, o que tornam desestimulante a aquisição e absorção do idioma, como também a necessidade de um bom método para aquisição do idioma. 1 CRÍTICA AO MÉTODO ATUAL USADO NAS ESCOLAS PÚBLICAS

2 Estudar um segundo idioma, que não seja nativo é necessário saber com eficiência, é preciso conhecer a Língua portuguesa bem, para depois, aprender a Língua inglesa. Verificase que tanto os professores não têm métodos absolutos para ensinar a abordagem comunicativa da língua, como os alunos, não se sentem motivados em quererem aprender o que está se ensinando. Críticas aos métodos atuais não faltam, mas encontrar a solução para esse problema é um dilema que enfrentamos todos os dias. Diante dessa realidade, os estudantes estão sem perspectiva, sendo necessário buscar alternativa diferenciada para a manutenção do ensino de Língua Estrangeira nas escolas públicas. Há três funções básicas no ensino de língua estrangeira na escola pública: a de natureza legalista, a de natureza social e finalmente o auxílio na construção de conhecimentos. Segundo estudiosos, o inglês é imprescindível à comunicação nas instituições internacionais, pois apesar das Instituições possuírem duas línguas oficiais (inglês e espanhol), hoje em dia, obrigam-nos a usar como idioma alternativo o inglês, devido ao fato do idioma britânico tornar-se cada vez mais hegemônico nas reuniões de trabalho das instituições. Questiona-se sobre qual variante do inglês deve ser aplicado nas salas de aula, alguns autores afirmam que a variante da língua não deve ser usada como norma para correção, devese, falar, como se aprendeu, o importante neste caso, é que haja comunicação e compreensão entre os interlocutores. Uma vez que, a língua só pode ser considerada internacional por não pertencer a um único país, Segundo a última edição do livro The Ethnologue: languages of the world, o inglês é falado por mais 545 milhões de pessoas espalhadas pelos EUA, partes da Oceania e Reino Unido como primeira língua, assim, como uma língua global tem como marca registrada o hibridismo e multicentricidade dessa forma, diferencia-se do latim, pois este se fragmentou ao longo dos anos, formando dialetos e posteriormente línguas autônomas o que não aconteceu com o inglês, em virtude do efeito da globalização, que tem unido povos e estreitado relações favorecendo a vigência desta língua. Os professores não devem prestigiar apenas uma forma do ensino da língua, pois existe um mundo novo a nossa frente, e o mesmo que todos tenham habilidades de lidar com todas as variantes do idioma. Assim, segundo Faraco o que buscamos são procedimentos que, na prática, auxiliem, contribuam, acrescentem subsídios ao ensino e aprendizagem de língua, como modo de promover a integração do conhecimento. (FARACO, 2007, p.13). A língua sendo tão importante, o inglês tem algumas dificuldades, uma delas é a não qualificação dos professores. Com todos estes problemas, o número de professores tem

3 aumentado, em virtude do grande número de alunos que precisam estudar. Apesar da necessidade, o inglês dificilmente será uma língua fluente, pois grande parte das pessoas não consegue se comunicar em inglês de forma correta. Seria mais cômodo seguir superficialmente os objetivos de ensino de inglês, segundo as orientações curriculares para o ensino médio, enfocam somente a leitura e a escrita. Todavia, esse objetivo não traz a satisfação pessoal de que o professor necessita para continuar a fazer seu trabalho, sendo necessário trabalhar também com habilidades de ouvir e falar. Para isso, na tentativa de verificar as principais dificuldades encontradas pelos alunos, observar o método de ensino utilizado pelo professor e descobrir as alternativas adotadas pelo docente, que levam ao aluno a se interessar pelo aprendizado de uma segunda língua. A linguagem é um fator de suma importância, para que possa acontecer o desenvolvimento intelectual e mental de um indivíduo, pois exerce uma função organizadora e planejadora do pensamento. Todas as formas de ensino, por mais diferenciadas que sejam, servem como recursos que auxiliam o processo de aprendizagem tanto da língua materna, quanto de uma segunda língua, neste caso, a Língua Inglesa. Neste processo de ensino, o professor de Língua Estrangeira deve estar ciente de que deve reconhecer a capacidade mental do aluno e ser capaz de ativá-la, fazendo com que este esteja conscientizado sobre sua importância no decorrer desta caminhada, rumo à ampliação de seu conhecimento. 2 A MOTIVAÇÃO PARA INTERAGIR NA LÍNGUA ESTRANGEIRA Não existe hora, momento ou idade para se aprender um segundo idioma, se o indivíduo tem tempo, vontade e disposição aprender a língua é o momento apropriado. Basta ter um bom professor um bom material, tempo disponível e dedicação do idioma e enfrentar os medos e dificuldades, assim, consegue mudar de vida e adquirir conhecimento. Configurou-se dizer que o ensino de LI (Língua Inglesa) no Brasil pautou-se ou limitou-se ao ensino de gramática esquecendo-se da fala como idioma vivo. Mesmo que modificando toda a estrutura da aplicação de moderníssimos recursos tecnológicos e todo aparato técnico audiovisual e educacional, para se ensinar a língua, ainda não tem atraído alunos nas escolas públicas do país, e a insatisfação é geral. O que se pode comentar sobre a metodologia do ensino de LI (Língua Inglesa) nas escolas brasileiras é que é um fracasso, pois as aulas se tornam monótonas, os alunos não aprendem o idioma e se conseguem absorver nada ou quase nada, descontextualizado da realidade vivida e do idioma transmitido. Aulas repetitivas, desconexas, desmotivadas e sem

4 interatividade mútua com o idioma vivo e falado. É preciso mudar a maneira como se reproduzir e ministrar aula de inglês nas escolas públicas e privadas, de forma a atrair e motivar o aluno a buscar e se envolver como o processo de aprendizagem. Além de tratar brevemente sobre as abordagens mais utilizadas no que se refere ao ensino de línguas, este artigo destaca também a importância do ensino e a aquisição de novo idioma, bem como a conscientização que o educador deve ter ao lecionar, transmitindo seu conhecimento ao aluno da maneira mais adequada. Quando não se usa uma segunda língua num país estrangeiro para se comunicar no dia a dia, se utiliza do meio gestual para realizar tal façanha. As trocas linguísticas são ações efetuadas entre o emissor e o receptor, de forma a haver interação e comunicação da linguagem. Para aquisição de uma Língua Estrangeira convencionou-se usar como suporte metodológico o método audiovisual, associando esquemas, mapas, desenhos, figuras, imagem oral, e dessa maneira, constroem-se atividades com fins didático-metodológicos. Pode-se dizer que não existe método infalível para se aprender uma segunda língua, para isso, não faltam fórmulas para aquisição de um idioma novo. Estudar a LE (Língua Estrangeira) passou a ser primordial não só para o currículo escolar, como também, para o ato da competência comunicativa, conhecer a diversidade cultural do outro. Quem estuda uma LE (Língua Estrangeira) constrói sua própria identidade. Através de cursos preparatórios de idiomas, aqui no país de origem, é possível aprender um segundo idioma, as escolas estão preparadas para atender esses alunos, o intercâmbio, também, é uma outra opção para conhecer a cultura e diversidade de outro país, no sentido de aquisição e conhecimento do novo. Aprender uma língua é constituir e adquirir poder, pois essa língua adquirida é adotada por todos que precisam para se comunicar. Num segundo idioma, o poder é ideológico, pois além de formar e construir identidade passase a observar diversas informações como sociais, culturais, políticas, econômicas, pessoais numa relação mútua e conjunta com todos envolvidos no processo de compartilhamento cultural identitário. A necessidade de se aprender o inglês é uma questão de sobrevivência, pois a língua está presente na internet, nas músicas, conversas informais dos jovens que usam termos ligados ao idioma, filmes, televisão e em diversos nomes de lojas, roupas, eletroeletrônicos. Para se destacar no mercado competitivo é necessário dominar a língua, quem fala bem, consegue ganhar melhor, se destacar nos melhores postos de empregos dentro da empresa.

5 Vale ressaltar que para se aprender o segundo idioma, destaca-se como vantagens conhecer a diversidade cultural do outro, ter acesso à informação, possuir chances de entrar numa boa faculdade, conseguir ganhar melhor e ter ótimos empregos, além de fazer um intercâmbio cultural. Não existem hora, momento ou idade para se aprender um segundo idioma, se o indivíduo tem tempo, vontade e disposição aprender a língua é o momento apropriado. Basta ter um bom professor um bom material, tempo disponível e dedicação do idioma e enfrentar os medos e dificuldades, assim, consegue-se mudar de vida e adquirir conhecimento. Configurou-se dizer que o ensino de LI (Língua Inglesa) no Brasil pauta-se ou limitase ao ensino de gramática, esquecendo-se da fala como idioma vivo. Mesmo que modificando toda a estrutura da aplicação de moderníssimos recursos tecnológicos e todo aparato técnico audiovisual e educacional, para se ensinar a língua, ainda não se tem atraído alunos nas escolas públicas do país, e a insatisfação é geral. O que se pode comentar sobre a metodologia do ensino de LI (Língua Inglesa) nas escolas brasileiras é um fracasso, pois as aulas se tornam monótonas, os alunos não aprendem o idioma, e se conseguem absorver, nada ou quase nada, descontextualizado da realidade vivida e do idioma transmitido. Aulas repetitivas, desconexas, desmotivadas e sem interatividade com o idioma vivo e falado. É preciso mudar a maneira como se reproduzir se ministra aula de inglês nas escolas públicas e privadas, de forma a atrair e motivar o aluno a buscar e se envolver como o processo de aprendizagem. A interdisciplinaridade também é um recurso bastante utilizado no ensino de línguas, pois compartilhar conhecimento com outras disciplinas e a interação e articulação proporcionam o ensino-aprendizagem da língua-alvo. Assim, cabe questionar e criticar métodos empregados para se ensinar a LI (Língua Inglesa), mostrando a insatisfação dos alunos nas escolas preparatórias para o idioma, que adotam métodos falhos e desmotivantes. Todos criticam, mas não procuram soluções para tornar motivante o ensino de uma segunda língua sendo preciso vivenciar a língua, ver, ouvir, interagir com o idioma e finalmente gerar interação social entre interlocutores. Antes de se aprender uma língua, é imprescindível saber que sua língua materna ou primeira língua, bem como, conhecer todas as estruturas cognitivas da língua nativa, principalmente suas regras gramaticais, para se ter uma boa argumentação e abordagem comunicativa. Somente dessa forma, que se constrói uma boa conversação, prática e interatividade.

6 Criticar, contextualizar e brincar para aprender são recursos para se estudar utilizar a língua em diversas e variadas situações do cotidiano, não só conhecer a gramática pura e simples, mas aprender a se comunicar e a usar o idioma no dia a dia, pois: Saber gramática significa não somente conhecer essas normas de bem falar e escrever, mas ainda usá-las ativamente na produção dos textos. O respeito à gramática também é condição de beleza do texto. E essa é a relação fundamental entre gramática e texto. (FRANCHI, p.18, 2006). CONSIDERAÇÕES FINAIS Antes de se aprender uma língua é imprescindível saber a língua materna ou primeira língua, bem como, conhecer todas as estruturas cognitivas da língua, principalmente suas regras gramaticais, para configurar uma boa argumentação e abordagem comunicativa eficaz. Somente dessa forma, é que se constroem uma boa conversação, prática e interatividade com o idioma absorvido. Para se aprender uma segunda língua é preciso falar bem a língua mãe para depois falar bem a língua alvo, ou seja, aprender a LP (Língua Portuguesa) para poder aprender a LI (Língua Inglesa). A importância de se estudar a LI (Língua Inglesa) nas escolas, além de fazer parte do currículo acadêmico, também se torna importante quanto às outras disciplinas. Além da importância curricular, o objetivo também estar em poder praticar, ou seja, usar a língua como necessidade de comunicação como praticidade do uso do idioma. Para que o ensino de Línguas Estrangeiras realize a sua função, é necessário que o aluno desenvolva as habilidades de ler, escrever, além de entender o que se fala. Há três funções básicas no ensino de Língua estrangeira na escola pública: a de natureza legalista, a de natureza social e finalmente o auxílio na construção de conhecimento. REFERÊNCIAS ALVAREZ, Maria Luisa Ortiz; SILVA, Kleber Aparecido da (ORG). Linguística Aplicada Múltiplos Olhares. São Paulo: Pontes, ANTUNES, Irandé. Língua, Texto e Ensino. São Paulo: Parábola, FARACO, Alberto (org). A relevância Social da Linguística: Linguagem, Teoria e Ensino. Parábola: São Paulo FRANCHI, Carlos. Mas o que é Mesmo Gramática? Parábola: São Paulo, 2006.

7 FILHO, José Carlos P. de Almeida. Dimensões Comunicativas no Ensino de Línguas. Pontes, 6 ed. Capinas, SP, LIMA, Diógenes Cândido de. Ensino e Aprendizagem de Língua Inglesa. Conversas com Especialistas. Parábola: São Paulo MENDES, Edleise; CASTRO, Maria Lúcia Souza (org.) Saberes em Português Ensino e Formação Docente São Paulo: Ponte PEDROSA, Cleide Faye, CORRÊA, Lêda Pires. Linguística Aplicada ao Ensino em Línguas Materna e Estrangeiras. Editora Universidade Federal de Sergipe. São Cristóvão, POSENTI, Sírio. Malcomportadas Línguas. Parábola. São Paulo WHITNEY, W. D. A Vida Da Linguagem. Vozes. Petrópolis RJ, VIEIRA, Silvia Rodrigues; Brandão, Silvia Figueredo. Ensino de Gramática: Descrição e Uso. Contexto. São Paulo, 2007.

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