A INTERCULTURALIDADE NAS AULAS DE INGLÊS: UM ESTUDO QUALITATIVO REALIZADO COM OS PROFESSORES DAS ESCOLAS PÚBLICAS E MUNICIPAIS DE BLUMENAU.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A INTERCULTURALIDADE NAS AULAS DE INGLÊS: UM ESTUDO QUALITATIVO REALIZADO COM OS PROFESSORES DAS ESCOLAS PÚBLICAS E MUNICIPAIS DE BLUMENAU."

Transcrição

1 A INTERCULTURALIDADE NAS AULAS DE INGLÊS: UM ESTUDO QUALITATIVO REALIZADO COM OS PROFESSORES DAS ESCOLAS PÚBLICAS E MUNICIPAIS DE BLUMENAU. Karina Gebien (PMB) 1. Introdução Durante muitos anos a história do ensino e aprendizagem da Língua Inglesa baseou-se em diferentes métodos de abordagem onde o foco era quase sempre a melhor forma de se aprender a língua alvo. Assim, desde o método de gramática e tradução até as habilidades baseadas em tarefas (task based skills) ou a abordagem comunicativa, métodos diversificados vieram à tona e fizeram com que muitos alunos, inclusive os próprios professores, aprendessem a Língua Inglesa. Alguns destes métodos costumavam abordar em suas lições aspectos culturais, onde acabavam prevalecendo aqueles do círculo interno (Kachru, 1985) ou melhor dizendo Estados Unidos e Inglaterra. De um outro lado, mas não se opondo a estes métodos, atualmente o que passamos a encontrar nos estudos mais recentes da Linguística Aplicada é justamente como estes aspectos culturais devem ser levados em consideração durante as aulas. Desta forma, não somente a cultura americana e/ou britânica devem ser levadas em consideração durante as aulas, mas sim todas as culturas onde o inglês é usado devem ser levadas em consideração. Quando todas as culturas onde o inglês é usado são levadas em consideração, podemos dizer que há um ensino intercultural da língua. Este assunto já foi e vem sendo discutido por alguns pesquisadores como Kramsch (1993) que aborda o conceito de cultura 3 (C3) que é o espaço intermediário entre a cultura da língua materna (C1) e a cultura da língua alvo (C2). Ainda, Crozet, Liddicoat e LoBianco (1999) propuseram três diferentes níveis de interculturalidade: aprender sobre a cultura, comparar culturas e exploração da interculturalidade. No Brasil pesquisas como de Gimenez (2002) e Sarmento (2004) despertam o estudo da interculturalidade diante de nossa realidade e do que pensam os professores de inglês sobre o assunto. Nesta pesquisa aqui relatada somente uma parte da análise dos dados, os professores de Língua Inglesa das escolas públicas e municipais de Blumenau foram convidados a

2 participarem, primeiramente, a responderem um questionário sobre questões diversificadas como o nível de escolaridade, horas trabalhadas semanalmente, entre outros aspectos pessoais e profissionais e também daquelas específicas da linha de pesquisa como o que é cultura, o que entende por interculturalidade entre outras, como poderão ser observados nos relatos e explanações das seções a seguir. 2. Discussão teórica 2.1 A visão de Kramsch s sobre interculturalidade: o terceiro espaço. Claire Kramsch acredita que a cultura faz parte da vida das pessoas e por isso afeta o ensino e a aprendizagem também. Baseado nesta ideia é praticamente impossível ter, na sala de aula, as rotinas diárias de modo neutro com relação à cultura, pois: Ela (a cultura) está sempre conectada aos valores morais, noções de bom ou mau, certo ou errado, bonito ou feio 1 (Kramsch, 1993, p. 2 traduzido por mim). Como podemos perceber, a sala de aula é a oportunidade, então, que temos para trabalhar essas diferenças culturais. De acordo com Kramsch (1993), há três modos 2 de abordagem cultural quando ensinamos uma língua que se diferem de acordo com os objetivos que tentam alcançar. O primeiro está de acordo com a cultura como informação são informações estatísticas da cultura (pp ). Essa abordagem está mais preocupada com os fatos acima de seus significados, o que não oportuniza os estudantes a pensarem sobre as atitudes estrangeiras, os valores deles em relação aos outros e consigo mesmos. A segunda abordagem discutida pela autora é a cultura interpretativa (p. 24). Essa definição vem da psicologia ou antropologia que fazia uma relação entre culturas. De acordo com Kramsch (1993), são dados conceitos chaves para que os estudantes de línguas interpretem um fenômeno da língua alvo (p. 24). Os estudantes são receptores passivos e eles precisam interpretar aspectos culturais de acordo com a sua própria realidade, não sendo instigados a conhecer os conflitos e contradições quando deparam-se com o outro. A terceira abordagem é aquela que defendo como fundamental para o ensino de qualquer língua estrangeira. Para Kramsch (1993), língua e cultura têm uma relação muito próxima. Essa relação entre língua e cultura é que leva ao método intercultural que faz com que os estudantes reflitam sobre seus próprios significados e àqueles dos falantes nativos e 1 It [culture] is always linked to moral values, notions of good and bad, right and wrong, beautiful and ugly. 2 Todos esses modos foram traduzidos e adaptados para o português por mim.

3 é entre este diálogo com os outros, falantes nativos e não nativos, que os estudantes descobrem quais formas de falar e pensar eles compartilham com os outros e quais são únicas para eles 3 (Kramsch, 1993, p. 27, traduzido por mim). 2.2 Crozet, Liddicoat and Lo Bianco s intercultural approach. Crozet, Liddicoat e Lo Bianco (1999) definem quarto importantes paradigmas que representam as mudanças no ensino de línguas com relação à cultura: o tradicional estudos culturais, cultura como práticas e a abordagem intercultural. Um breve resumo deles será apresentado a seguir. O primeiro paradigma o tradicional a forma escrita é a primeira forma de mediação cultural. É através dos textos escritos como a literatura e a linguagem da literatura que os valores culturais residem, ou seja, para o estudante o modelo é o falante nativo, mas há poucas expectativas de comunicação com este. A relação da língua e da cultura é muito pequena. Outro paradigma é o estudos culturais Este paradigma substitui o anterior no sentido de que este significa aprender sobre os países, ou mais especificamente aprender a história, geografia etc. É mais uma questão de situar-se no país estudado do que priorizar textos, é mais lidar com políticas do que com pessoas, como os autores mencionam (p. 8). Nesta perspectiva, a função da lingual é a comunicação, diferente do anterior, ou como os próprios autores comentam, é mais uma questão de guia-se turisticamente com o outro. A conexão entre língua e cultura é bem mais tênue, pois aqui a língua é usada para nomear as coisas, não há conexão entre ela e a cultura do país. Cultura como práticas é o terceiro paradigma. Aqui as práticas e valores que tipificam uma cultura são levadas em consideração quando são usadas de forma coletiva. Porém, nesta abordagem o estudante acaba ficando com a sua própria interpretação do outro, somente observando e interpretando as palavras e ações de um outro interlocutor de outra realidade cultural (p. 9). O problema desta abordagem é justamente a distância entre língua e cultura, pois os valores e práticas do outro acabam ficando desconectados do contexto lingüístico e cultural de onde são usados. A cultura aqui é estática e homogênea, deixando, pois, o risco de estereótipos muito elevado. A última abordagem discutida pelos autores é a intercultural. Muito similar às ideias de Kramsch, Crozet e Liddicoat (1999) constroem seu conceito intercultural em três níveis de 3 it is through dialogue with others, native and non-native speakers, that learners discover which ways of talking and thinking they share with others and which are unique to them

4 aprendizagem intercultural: aprender sobre a cultura, comparar culturas e exploração intercultural. Depois de aprender sobre a cultura, temos que estar aptos a compará-las, e para isso, é preciso ensinar a línguacultura e constratá-la com a línguacultura da língua aprendida (Crozet & Liddicoat, 1999, p.117). Finalmente, a exploração intercultural acontecerá quando tivermos a habilidade de criar um terceiro espaço, que é o intermediário entre as duas culturas (Crozet & Liddicoat, 1999, p.118) similar à teoria de Kramsch (1993) sobre a perspectiva intercultural Autores brasileiros sobre a abordagem intercultural: os trabalhos de Gimenez e Sarmento. Tal qual as ideias de Kramsch e Crozet et al (1999), Gimenez (2002) discute também alguns aspectos fundamentais para se trabalhar a cultura em sala de aula, bem como a importância da abordagem intercultural. Para a autora três diferentes abordagens são percebidas quando observado o ensino de cultura em sala: a tradicional, onde a cultura é vista como um produto (literatura, música etc) e está mais ligada a fatos e informações. Na segunda abordagem, a cultura como prática social, a cultura é vista como um jeito de agir coletivamente através da linguagem. A língua está próxima à cultura, porém o foco está no modo de agir e pensar do outro. Por fim, na última abordagem temos o foco da interculturalidade, onde a cultura é um modo de ver o mundo e o objetivo do ensino desta é a criação de um terceiro espaço, aquele defendido por Kramsch (1993, p. 210) 4, entre a cultura nativa e a língua nativa e a cultura do outro e a língua do outro. Esta importância dos aspectos culturais serem discutidos em sala também foram discutidos pela pesquisadora Sarmento (2004) que propôs uma pesquisa muito interessante para descobrir aspectos culturais que eram negociados em sala de aula pelos professores. No seu estudo ela identificou diferentes visões sobre cultura apresentadas em sala: cultura como comportamento/costumes; cultura como informação; cultura como língua e cultura como história. 4 The only way to start building a more complete and less partial understanding of both C1 and C2 4 is to develop a third perspective, that would enable learners to take both and insider s and outsider s view on C1 and C2. It is precisely that third place that cross-cultural education should seek to establish.

5 3. Análise de dados Em Blumenau temos 50 escolas públicas e municipais com aproximadamente estudantes regularmente matriculados. 11 dessas são consideradas isoladas e por isso não oferecem o ensino da Língua Inglesa - somente da Língua Alemã - por conta da forte influência germânica nessas localidades mais isoladas de Blumenau. Das outras 39 restantes 13 possuem implantado um projeto chamado PLURES onde tanto a Língua Inglesa como também a Língua Alemã são oferecidas desde o 4º ano. No ano desta pesquisa que foi 2012, a Prefeitura Municipal de Blumenau contava com 22 professores de Língua Inglesa efetivos e 20 temporários 42 professores no total. Somente 24 participaram espontaneamente desta pesquisa. Todos esses professores foram convidados em uma das formações continuadas de início de ano letivo, bem como puderam tomar conhecimento da pesquisa através de uma pequena explicação da pesquisadora naquele momento. Após algumas semanas sem resposta, s foram mandados a afim de lembrá-los da entrega dos questionários, fechando então no número de participantes acima mencionado. Desses 24 professores que entregaram seus questionários respondidos, os professores trabalham em uma média de 40 horas semanais, ou seja, o dia inteiro quatro vezes por semana. O gráfico a seguir ilustra melhor o resultado: Horas trabalhadas por semana 20 hours 35 hours 40 hours 45 hours 50 hours 60 hours Absent 4% 8% 17% 13% 21% 33% 4% Figura 1: Horas trabalhadas por semana.

6 Outro item importante para se levar em consideração nesta pesquisa são os anos de experiência dos professores envolvidos na pesquisa. A maioria deles 38% - possui de 1 a 10 anos, sendo que bem próximo a esta primeira porcentagem podemos perceber que 21% têm de 15 a 20 anos. Isto mostra a maioria dos participantes desta pesquisa não são professores novatos ou que ainda não tem experiência suficiente em sala de aula. Anos de experiência 0 1 a a não resp. 4% 8% 4% 25% 38% 21% Figura 2: Anos de experiência. Uma das perguntas chave que permeou o desenvolvimento desta pesquisa foi: Defina o conceito de cultura que você usaria para ensinar inglês na sala de aula. Esta pergunta é central para que pudéssemos entender as ideias que os professores pesquisados tinham do ensinar inglês dentro dos aspectos culturais e interculturais da língua. Baseando-se nas quatro definições de cultura de Crozzet, Liddicoat, Lo Bianco (1999, p.8), as respostas dos professores para esta pergunta foram analisadas e encaixadas de acordo com as definições dadas pelos autores. A primeira abordagem é a tradicional: o foco principal de abordagem da cultura está no texto em si e os aspectos culturais podem ser estudados nesta literatura escrita. Já a segunda abordagem são os estudos culturais: é a aprender sobre o país da língua alvo, a aprendizagem do outro. nenhum professor foi classificado nestas duas definições. Já a terceira abordagem é conhecida como culturas como práticas, ou seja, são as práticas e valores que caracterizam determinada cultura. 13 professores puderam ser encaixados nesta definição, pois não conectaram a cultura com o processo de ensinoaprendizagem. É por este motivo que também foi decidido também entrevistar alguns

7 professores com respostas dúbias no questionário escrito, porém esta já é outra parte da pesquisa. Por causa do grande montante de respostas classificadas de acordo com esta definição de cultura, duas subcategorias foram elaboradas para aprofundar a análise das respostas. Na primeira o conceito mais amplo de cultura como práticas podem ser percebidas nas respostas que possuem a noção de cultura como povos ou nações e que estão relacionadas aos aspectos que tipificam e unificam as tradições, hábitos, pensamentos etc. Essa visão de cultura pode também ser considerada essencialista, pois as pessoas são consideradas homogêneas quando analisadas. As respostas a seguir comprovam esta visão: (...) Seus estudos e regras de convivência. Ao ensinar uma língua inglesa, automaticamente transmitimos todo esse estilo de viver. Tudo que caracteriza modo de viver, tradições de um povo, etc. Cultura é o modo, a forma de um povo ou uma comunidade vive Cultura são os costumes, hábitos, conceitos e preconceitos de um povo É a maneira de ser de um povo: suas crenças, os costumes, sua arte, a lei, a moral; Modo de vida, costumes de uma determinada nação. São as manifestações de um povo, que engloba tudo, desde sociais, artísticas, linguísticas, comportamentais, fazem parte da cultura, música, etc. Cultura: conjunto de hábitos, crenças, costumes que permeiam uma sociedade. É a soma de conhecimentos de um povo, raça, nacionalidade, é o modo de viver de uma região, país, comunidade. Cultura como manifestação humana e construção de relações na sociedade e da história de um grupo.

8 Na segunda subcategoria podemos perceber respostas que também lidam com as práticas culturais que podem ajudar as pessoas na construção de seu crescimento individual e não mais tão coletivo como na subcategoria anterior: Creio que a cultura é algo em constante desenvolvimento. As pessoas que conhecemos, os lugares que visitamos, os livros que lemos tudo isso contribui para nossa evolução cultural Cultura é tudo aquilo que os alunos trazem dos ambientes que frequentam, das atividades que participam. Somente um professor respondeu à pergunta de acordo com o que pratica em sala de aula, porém sua resposta não pode ser analisada em outra categoria se não a mesma: Uso da linguagem prática músicas. Textos, outdoors, costumes e formas de comunicação entre diferentes nações. A quarta e última abordagem é, finalmente, a intercultural, porém os autores mencionam três etapas para que esta abordagem seja alcançada: aprender sobre a cultura, comparar culturas e exploração intercultural. Os três professores escolhidos foram classificados de acordo com a primeira etapa, por isso suas respostas podem ser interpretadas como contendo uma percepção inicial de ensino intercultural em sala de aula: Não sei se entendi muito bem essa pergunta, mas respondendo ao que eu entendi eu uso a cultura de acordo com o que estou ensinando dando exemplos dos aspectos semelhantes e dos que diferem. Faço um comparativo entre as culturas brasileira e estrangeiras em sala. Uma das respostas ilustra perfeitamente a interculturalidade em sala de aula: Vejo a cultura como uma identidade. Dos costumes a alimentos, tudo é cultural. Desta forma, ensinar Inglês é desvendar e aproximar os alunos de uma outra cultura, ao mesmo tempo que relacionamos/comparamos com a nossa. Neste trecho pode-se perceber que o professor sintetiza tudo o que define a cultura: identidade, costumes gerais e o mais importante: a relação entre o outro e a cultura do próprio aluno quando ensina-se a língua.

9 Interessante que um dos professores parece ter uma visão intercultural, porém com uma atitude patriótica ao mesmo tempo: Gosto de trabalhar Língua Inglesa dentro de nossa realidade, nossa cultura e festas. Menciono a cultura dos países onde fala o Inglês como língua maternal, mas não as reforço e nem as trago para o nosso dia, ou seja, Valentine s day para nós é no dia 12/06 e pronto. Outros sete professores tiveram respostas que não puderam ser analisadas de acordo com a proposta de Crozet, Liddicoat and Lo Bianco (1999). Vale ressaltar que para se fecharem 24 respostas falta um professor, porém este que falta recusou-se responder as perguntas subjetivas alegando falta de espaço para escrever tudo o que seria necessário para responder a questão. As respostas diferenciadas tem a ver com a questão de identidade: O que nos constitui. O que nos fez chegar até aqui e nos fará seguir ; inglês como língua internacional: Visto a cultura ser o padrão de comportamento e atitudes que caracterizam determinada sociedade, é importante ressaltar para os alunos os aspectos positivos e também negativos dos países nativos da língua inglesa, valorizando o uso desta língua a nível mundial. O inglês como língua global ou internacional com relação ao desenvolvimento tecnológico; Somos cidadãos em um mundo globalizado onde inglês é a língua internacional para comunicação e futuramente, ou melhor, atualmente contribui para nossa (minha) prática pedagógica e profissional. Daí vem cada vez mais o uso da tecnologia, especialmente do computador e todos seus atributos. São eles os alunos a geração tecnológica, cultura mundial. Outro também relaciona a sua resposta com questões de imperialismo linguístico: Ensinamos a língua inglesa em função do imperialismo Americano. Na verdade sempre foi assim, posto que na idade média ensinava-se latim e assim por diante e: Não há como ensinar uma outra língua sem mostrar ao aluno o que é a língua do país de origem e quais motivos nos levam a necessitar dela em nosso país. Como ela (a língua inglesa) invade nossa vida, as formas, a velocidade e o impacto disso em nosso cotidiano.

10 4. Considerações finais No intuito de classificar as definições dadas pelos professores de Língua Inglesa das escolas públicas e municipais de Blumenau através de uma pesquisa qualitativa realizada através de questionários como primeira forma de abordagem, as quatro definições para abordagem cultural defendidas por Crozet, Liddicoat e Lo Bianco (1999) foram utilizadas forma tradicional, estudos culturais, cultura como praticas e a abordagem intercultural. Dos vinte e quatro professores que devolveram seus questionários respondidos, treze foram classificados com respostas próximas à teoria cultura como praticas, sete com respostas que não se encaixaram em nenhuma das categorias, e somente quatro com respostas do primeiro de três pilares de um ensino intercultural de inglês. É claro que, como mencionado anteriormente, muitos desses professores foram entrevistados, porém podemos adiantar que os mesmos três professores continuaram com as suas respostas classificadas como interculturais. Os professores ainda precisam de mais informação sobre o ensino intercultural de inglês, mas esta informação somente chegará ao seu conhecimento se pudermos cada vez mais divulgar e realizar pesquisas dentro deste tema, pois infelizmente a cultura de muitos alunos e até professores está enraizada na visão de que temos falantes e países que devem ser o nosso objetivo de Língua Inglesa e é esta visão que muitas vezes é também disseminada aos nossos estudantes. Para isso, faz-se necessária ainda mais pesquisas na área, não somente com questionários, mas a observação de sala é de suma importância para o crescimento da pesquisa nesta área. Além disso, cada vez mais precisamos fomentar em nossos professores a prática da educação reflexiva onde a pesquisa entra como uma forma de refletir sobre a prática, e não somente observar e registrar esta prática. 5. Referências Crozet, C., Liddicoat, A. J. & LoBiaco, J. (1999). Introduction Intercultural Competence: from Language Policy to Language Education. In Crozet, C. Liddicoat, A. J. & Lo Bianco, J.(Eds.), Striving for the Third Space. Intercultural competencethroughlanguageeducation (pp ). Melbourne: LanguageAustralia.

11 Gimenez, T. (2002). Eles comem cornflakes, nós comemos pão com manteiga :Espaços para reflexão sobre cultura na aula de Língua Estrangeira. Anais do IX EPLE Encontro de Professores de Línguas Estrangeiras. Londrina: APLIEPAR. Kramsch, C. (1993). Context and Culture in Language Teaching.UK: Oxford University Press. Sarmento, S. (2004) Aspectos culturais presentes no ensino da língua inglesa. In S. Sarmento & Muller, V. (Eds.) O Ensino do inglês como língua estrangeira: estudos e reflexões. Porto Alegre: Apirs.

A CULTURA E O ENSINO DE INGLÊS: RESULTADOS PRELIMINARES DO QUE PENSAM OS PROFESSORES DE INGLÊS DAS ESCOLAS PÚBLICAS MUNICIPAIS DE BLUMENAU.

A CULTURA E O ENSINO DE INGLÊS: RESULTADOS PRELIMINARES DO QUE PENSAM OS PROFESSORES DE INGLÊS DAS ESCOLAS PÚBLICAS MUNICIPAIS DE BLUMENAU. A CULTURA E O ENSINO DE INGLÊS: RESULTADOS PRELIMINARES DO QUE PENSAM OS PROFESSORES DE INGLÊS DAS ESCOLAS PÚBLICAS MUNICIPAIS DE BLUMENAU. Karina Gebien (Mestranda - UFSC) karinagebien@hotmail.com Professora

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais

6 Metodologia. 6.1 Situando a pesquisa

6 Metodologia. 6.1 Situando a pesquisa 6 Metodologia Apresento neste capítulo a metodologia utilizada nesta pesquisa, o contexto em que ocorreu a coleta de dados, os participantes, os instrumentos usados e os procedimentos metodológicos para

Leia mais

CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA

CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA Júlio César Paula Neves Tânia Mayra Lopes de Melo Modalidade: Pôster Sessão Temática 5: Educação e

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2005 Nome Aluno(a) Título Monografia/Artigo Orientador/Banca Annelise Lima

Leia mais

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA Fabiane Caron Novaes 1 Roberta Aparecida Diadio 2 Resumo: Considerando as recomendações contidas no referencial teórico dos Parâmetros Curriculares Nacionais

Leia mais

Linguística Aplicada ao ensino de Língua Portuguesa: a oralidade em sala de aula (Juliana Carvalho) A Linguística Aplicada (LA) nasceu há mais ou menos 60 anos, como uma disciplina voltada para o ensino

Leia mais

Maria Izabel Rodrigues TOGNATO[2]

Maria Izabel Rodrigues TOGNATO[2] PROFESSOR OU EDUCADOR? CIDADANIA UMA RESPONSABILIDADE SOCIAL NO ENSINO DE LITERATURA E DA PRÁTICA DE ENSINO NA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA Referência: TOGNATO, M.I.R..

Leia mais

MOTIVAÇÃO E DESMOTIVAÇÃO NO APRENDIZADO DE LÍNGUAS

MOTIVAÇÃO E DESMOTIVAÇÃO NO APRENDIZADO DE LÍNGUAS MOTIVAÇÃO E DESMOTIVAÇÃO NO APRENDIZADO DE LÍNGUAS Prof. Dr. Richard Schütz www.sk.com.br Referência: SCHÜTZ, Ricardo. "Motivação e Desmotivação no Aprendizado de Línguas" English Made in Brazil .

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS: FORTALECIMENTO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA Assunção, Paraguay Abril 2015 POLÍTICAS PÚBLICAS

Leia mais

O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento

O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento A contribuição do interesse e da curiosidade por atividades práticas em ciências, para melhorar a alfabetização de

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: PNLD, livro didático, língua estrangeira, gênero.

PALAVRAS-CHAVE: PNLD, livro didático, língua estrangeira, gênero. PNLD 2011: ANÁLISE DE UMA COLEÇÃO DE LIVRO DIDÁTICO DE INGLÊS Universidade Federal de Goiás Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística Mestranda: Maria Letícia Martins Campos FERREIRA mleticiaf@hotmail.com

Leia mais

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças PADILHA, Aparecida Arrais PMSP cidarrais@yahoo.com.br Resumo: Este artigo apresenta uma

Leia mais

3 Metodologia da pesquisa

3 Metodologia da pesquisa 3 Metodologia da pesquisa Neste capítulo será abordada a caracterização da pesquisa abrangendo o tipo de pesquisa escolhido, critérios para seleção dos entrevistados, os procedimentos adotados para a coleta

Leia mais

ENSINO DE VOCABULÁRIO DE LÍNGUA INGLESA À LUZ DOS ASPECTOS INTERCULTURAIS

ENSINO DE VOCABULÁRIO DE LÍNGUA INGLESA À LUZ DOS ASPECTOS INTERCULTURAIS ENSINO DE VOCABULÁRIO DE LÍNGUA INGLESA À LUZ DOS ASPECTOS INTERCULTURAIS Anilda Costa Alves (PIBD/CAPESUEPB) anildauepb@gmail.com Jamille Alves (PIBID/CAPES/UEEPB) milygta10@hotmail.com Orientador: Prof.

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE Bruna Cardoso Cruz 1 RESUMO: O presente trabalho procura conhecer o desempenho profissional dos professores da faculdade

Leia mais

1» A revolução educacional e a educação em valores 11

1» A revolução educacional e a educação em valores 11 Sumário Introdução 9 1» A revolução educacional e a educação em valores 11 Introdução 12 As causas da revolução educacional 12 O triplo desafio pedagógico 14 Da transmissão à educação 15 O que pretende

Leia mais

EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS

EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS 1ª FASE LLE 931 Introdução aos Estudos da Linguagem Total h/a Introdução aos conceitos de língua e língua(gem); características da língua(gem) humana; a complexidade da língua(gem)

Leia mais

A PROPOSTA DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA DOS PCN E SUA TRANSPOSIÇÃO ENTRE OS PROFESSORES DE INGLÊS DE ARAPIRACA

A PROPOSTA DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA DOS PCN E SUA TRANSPOSIÇÃO ENTRE OS PROFESSORES DE INGLÊS DE ARAPIRACA Revista Eletrônica de Educação de Alagoas - REDUC ISSN 2317-1170 V. 01, N. 02 (2013) A PROPOSTA DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA DOS PCN E SUA TRANSPOSIÇÃO ENTRE OS PROFESSORES DE INGLÊS DE ARAPIRACA Patrícia

Leia mais

PIBID: UMA PONTE INTERDISCIPLINAR ENTRE O ENSINO SUPERIOR E O ENSINO MÉDIO

PIBID: UMA PONTE INTERDISCIPLINAR ENTRE O ENSINO SUPERIOR E O ENSINO MÉDIO PIBID: UMA PONTE INTERDISCIPLINAR ENTRE O ENSINO SUPERIOR E O ENSINO MÉDIO Extensão, docência e investigação. Danielle Gomes Mendes Theciana Silva Silveira Orientadora: Prof.ª Dr.ª Marize Barros Rocha

Leia mais

PRÁTICAS DE ENSINO EM CONTEXTO TECNOLÓGICO: PRIMEIROS APONTAMENTOS SOBRE A OFERTA DE CURSO ONLINE

PRÁTICAS DE ENSINO EM CONTEXTO TECNOLÓGICO: PRIMEIROS APONTAMENTOS SOBRE A OFERTA DE CURSO ONLINE 103 PRÁTICAS DE ENSINO EM CONTEXTO TECNOLÓGICO: PRIMEIROS APONTAMENTOS SOBRE A OFERTA DE CURSO ONLINE Telma Nunes Gimenez 1 RESUMO: A disciplina 6EST 114 do curso de Letras-Inglês, prevê estágio supervisionado

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGÓGICA E O ESTUDO ETNOGRÁFICO NA ESCOLA COMO INSTRUMENTO PARA A SUPERAÇÃO DA DESIGUALDADE RACIAL

A PRÁTICA PEDAGÓGICA E O ESTUDO ETNOGRÁFICO NA ESCOLA COMO INSTRUMENTO PARA A SUPERAÇÃO DA DESIGUALDADE RACIAL Universidade Federal de Santa Maria I Seminário Políticas Públicas e Ações Afirmativas Universidade Federal de Santa Maria Observatório de Ações Afirmativas 20 e 21 de outubro de 2015 A PRÁTICA PEDAGÓGICA

Leia mais

Carlos Fabiano de Souza IFF (carlosfabiano.teacher@gmail.com; carlos.souza@iff.edu.br) Mestrando em Estudos de Linguagem (UFF)

Carlos Fabiano de Souza IFF (carlosfabiano.teacher@gmail.com; carlos.souza@iff.edu.br) Mestrando em Estudos de Linguagem (UFF) RELAÇÕES DICOTÔMICAS NO ENSINO DE INGLÊS EM CURSOS DE IDIOMAS: as implicaturas da (de)formação do professor de línguas que atua nesse contexto de ensinoaprendizagem de língua estrangeira Carlos Fabiano

Leia mais

A formação de professores/as e as possibilidades de mudança advindas da reflexão crítica 1

A formação de professores/as e as possibilidades de mudança advindas da reflexão crítica 1 A formação de professores/as e as possibilidades de mudança advindas da reflexão crítica 1 Leanna Evanesa ROSA Rosane Rocha PESSOA Faculdade de Letras - UFG leannarosa@yahoo.com.br Palavras-chave: língua;

Leia mais

o pensar e fazer educação em saúde 12

o pensar e fazer educação em saúde 12 SUMÁRIO l' Carta às educadoras e aos educadores.................5 Que história é essa de saúde na escola................ 6 Uma outra realidade é possível....... 7 Uma escola comprometida com a realidade...

Leia mais

ATIVIDADE DA TUTORIA 1. Parte I: De qual/quais estratégia(s) você faz uso ao aprender inglês? Discuta com um colega e faça uma lista no espaço abaixo.

ATIVIDADE DA TUTORIA 1. Parte I: De qual/quais estratégia(s) você faz uso ao aprender inglês? Discuta com um colega e faça uma lista no espaço abaixo. ATIVIDADE DA TUTORIA 1 CURSO: CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS PORTUGUÊS/INGLÊS DISCIPLINA: Produção Oral e Escrita em Língua Inglesa I PERIODO: 3º Estratégias de Aprendizagem Parte I: De qual/quais estratégia(s)

Leia mais

JOSANE BATALHA SOBREIRA DA SILVA APROXIMANDO CULTURAS POR MEIO DA TECNOLOGIA

JOSANE BATALHA SOBREIRA DA SILVA APROXIMANDO CULTURAS POR MEIO DA TECNOLOGIA JOSANE BATALHA SOBREIRA DA SILVA APROXIMANDO CULTURAS POR MEIO DA TECNOLOGIA Valinhos, setembro de 2014 1 JOSANE BATALHA SOBREIRA DA SILVA APROXIMANDO CULTURAS POR MEIO DA TECNOLOGIA Relato do Projeto

Leia mais

PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA

PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA Adriana Zanela Nunes (UFRJ) zannelli@bol.com.br, zannelli@ig.com.br zannelli@ibest.com.br

Leia mais

ENTENDENDO A RELAÇÃO PEDAGÓGICA ENTRE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E LITERATURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

ENTENDENDO A RELAÇÃO PEDAGÓGICA ENTRE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E LITERATURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL ENTENDENDO A RELAÇÃO PEDAGÓGICA ENTRE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E LITERATURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Ana Paula Moreira Sousa 1 RESUMO: Este trabalho tem o intuito de divulgar, no campo científico, uma pesquisa

Leia mais

CONHECER E NEGOCIAR COM CLIENTES: uma experiência de gincana das cores

CONHECER E NEGOCIAR COM CLIENTES: uma experiência de gincana das cores CONHECER E NEGOCIAR COM CLIENTES: uma experiência de gincana das cores Autores: IVANISE MARIA BOMFIM SOARES e AZENILDA DE PAULA CABRAL Conhecer e Negociar com Clientes: Uma Experiência de Gincana das Cores,

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE O ENSINO DE CULTURA EM SALA DE AULA¹

REFLEXÕES SOBRE O ENSINO DE CULTURA EM SALA DE AULA¹ REFLEXÕES SOBRE O ENSINO DE CULTURA EM SALA DE AULA¹ Cláudia Helena Dutra da Silva* Fernanda Klein Peixoto** Luciana Ramalho Rodrigues*** Orientadora: Ms. Jussara Maria Zilles RESUMO: Como bolsistas do

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

REFLEXÕES ACERCA DO MÉTODO TRADICIONAL E A ABORDAGEM COMUNICATIVA NO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA SALA DE AULA DO ENSINO MÉDIO

REFLEXÕES ACERCA DO MÉTODO TRADICIONAL E A ABORDAGEM COMUNICATIVA NO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA SALA DE AULA DO ENSINO MÉDIO REFLEXÕES ACERCA DO MÉTODO TRADICIONAL E A ABORDAGEM COMUNICATIVA NO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA SALA DE AULA DO ENSINO MÉDIO SILVA, Wellington Jhonner D. B da¹ Universidade Estadual de Goiás - Unidade

Leia mais

CIDADANIA: o que é isso?

CIDADANIA: o que é isso? CIDADANIA: o que é isso? Autora: RAFAELA DA COSTA GOMES Introdução A questão da cidadania no Brasil é um tema em permanente discussão, embora muitos autores discutam a respeito, entre eles: Ferreira (1993);

Leia mais

ELES COMEM CORNFLAKES, NÓS COMEMOS PÃO COM MANTEIGA : ESPAÇOS PARA REFLEXÃO SOBRE CULTURA NA AULA DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

ELES COMEM CORNFLAKES, NÓS COMEMOS PÃO COM MANTEIGA : ESPAÇOS PARA REFLEXÃO SOBRE CULTURA NA AULA DE LÍNGUA ESTRANGEIRA ELES COMEM CORNFLAKES, NÓS COMEMOS PÃO COM MANTEIGA : ESPAÇOS PARA REFLEXÃO SOBRE CULTURA NA AULA DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Telma GIMENEZ (Universidade Estadual de Londrina) 0. Introdução A pluralidade de

Leia mais

OFICINA DE CULTURA E VARIAÇÃO LINGUÍSTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL: INGLÊS BRITÂNICO OU INGLÊS AMERICANO?

OFICINA DE CULTURA E VARIAÇÃO LINGUÍSTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL: INGLÊS BRITÂNICO OU INGLÊS AMERICANO? OFICINA DE CULTURA E VARIAÇÃO LINGUÍSTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL: INGLÊS BRITÂNICO OU INGLÊS AMERICANO? Ewerton Felix da Silva Antônio Fernandes Dias Júnior Cristiane Vieira Falcão Maria Glayce Kelly Oliveira

Leia mais

3 Pavimentando o caminho: o contexto

3 Pavimentando o caminho: o contexto 46 3 Pavimentando o caminho: o contexto Because it is we practioners (teachers AND learners) who need understandings of what is happening now (Allwright, 2003) Este capítulo é dedicado a situar o contexto

Leia mais

PRÁTICAS, EXPERIÊNCIAS, CULTURA ESCOLAR: QUESTÕES QUE ENVOLVEM A PRÁTICA DOCENTE

PRÁTICAS, EXPERIÊNCIAS, CULTURA ESCOLAR: QUESTÕES QUE ENVOLVEM A PRÁTICA DOCENTE PRÁTICAS, EXPERIÊNCIAS, CULTURA ESCOLAR: QUESTÕES QUE ENVOLVEM A PRÁTICA DOCENTE DAMKE, Anderléia Sotoriva - UFMS anderleia.damke@yahoo.com SIMON, Ingrid FADEP ingrid@fadep.br Resumo Eixo Temático: Formação

Leia mais

O Ensino da Língua Estrangeira nas Escolas Públicas e a Distância 1.

O Ensino da Língua Estrangeira nas Escolas Públicas e a Distância 1. O Ensino da Língua Estrangeira nas Escolas Públicas e a Distância 1. Antonio Veras Nunes 2 RESUMO - O presente artigo pretende compreender o que são crenças no ensino de Língua Estrangeira, nas escolas

Leia mais

ASSESSORIA PEDAGÓGICA PORTFÓLIO DE PALESTRAS E OFICINAS

ASSESSORIA PEDAGÓGICA PORTFÓLIO DE PALESTRAS E OFICINAS Dificuldades de Palestra EF e EM Todas Conscientizar sobre as dificuldades de aprendizagem aprendizagem que podem ser manifestadas pelos alunos numa sala de aula e sugerir ações de encaminhamento, conforme

Leia mais

CRENÇAS DE UMA ALUNA INICIANTE NO CURSO DE LETRAS INGLÊS ACERCA DA ORALIDADE

CRENÇAS DE UMA ALUNA INICIANTE NO CURSO DE LETRAS INGLÊS ACERCA DA ORALIDADE CRENÇAS DE UMA ALUNA INICIANTE NO CURSO DE LETRAS INGLÊS ACERCA DA ORALIDADE Marrine Oliveira Sousa (UFG) Tatiana Diello Borges (UFG) marrine_@hotmail.com tatiana.diello@gmail.com 1. Introdução No exterior,

Leia mais

CRENÇAS DE GRADUANDOS DE INGLÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA SOBRE A PRÓPRIA PRONÚNCIA

CRENÇAS DE GRADUANDOS DE INGLÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA SOBRE A PRÓPRIA PRONÚNCIA CRENÇAS DE GRADUANDOS DE INGLÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA SOBRE A PRÓPRIA PRONÚNCIA Neide Cesar CRUZ Universidade Federal de Campina Grande Resumo: Este estudo de pequeno porte focaliza as crenças que graduandos

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2003 - Érika Nunes Martins Simões Formação do Professor de - Sheila Andrade

Leia mais

VIVÊNCIAS NO PIBID/EDUCAÇÃO FÍSICA/UNIUBE: ASSOCIANDO CULTURA E HABILIDADES MOTORAS NO ENSINO FUNDAMENTAL II

VIVÊNCIAS NO PIBID/EDUCAÇÃO FÍSICA/UNIUBE: ASSOCIANDO CULTURA E HABILIDADES MOTORAS NO ENSINO FUNDAMENTAL II VIVÊNCIAS NO PIBID/EDUCAÇÃO FÍSICA/UNIUBE: ASSOCIANDO CULTURA E HABILIDADES MOTORAS NO ENSINO FUNDAMENTAL II Jackson Rodrigues Cordeiro 1, Cíntia Silva de Oliveira 2, Silas Queiroz de Souza 3, Marcelo

Leia mais

Critérios de seleção e utilização do livro didático de inglês na rede estadual de ensino de Goiás

Critérios de seleção e utilização do livro didático de inglês na rede estadual de ensino de Goiás Critérios de seleção e utilização do livro didático de inglês na rede estadual de ensino de Goiás COSTA, Bianca Ribeiro Morais OLIVEIRA, Eliane Carolina de Universidade Federal de Goiás- UFG Programa de

Leia mais

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES Poliana de Brito Morais ¹ Francisco de Assis Lucena² Resumo: O presente trabalho visa relatar as experiências

Leia mais

REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Assunção, Paraguay Março 2015 REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA

Leia mais

UM POUCO ALÉM DA LEITURA INSTRUMENTAL: O ENSINO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA(INGLÊS) NO CURSO TÉCNICO INTEGRADO EM EDIFICAÇÕES DO IFG-CÂMPUS JATAÍ

UM POUCO ALÉM DA LEITURA INSTRUMENTAL: O ENSINO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA(INGLÊS) NO CURSO TÉCNICO INTEGRADO EM EDIFICAÇÕES DO IFG-CÂMPUS JATAÍ UM POUCO ALÉM DA LEITURA INSTRUMENTAL: O ENSINO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA(INGLÊS) NO CURSO TÉCNICO INTEGRADO EM EDIFICAÇÕES DO IFG-CÂMPUS JATAÍ Daniella de Souza Bezerra - daniella@jatai.ifg.edu.br Daniela

Leia mais

Validório, Valéria Cristiane 1

Validório, Valéria Cristiane 1 A INTERAÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM: uma perspectiva sociocultural Validório, Valéria Cristiane 1 RESUMO As relações sociais entre o indivíduo e o mundo exterior desenvolvem-se por meio de um processo

Leia mais

Como negociar com interlocutores interculturais

Como negociar com interlocutores interculturais Divulgação Portal METROCAMP Como negociar com interlocutores interculturais Aplique o CANVAS - montando o seu(!) Modelo de Negociação Intercultural de Werner Kugelmeier WWW.wkprisma.com.br Porque Negociações

Leia mais

Como aconteceu essa escuta?

Como aconteceu essa escuta? No mês de aniversário do ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente, nada melhor que ouvir o que acham as crianças sobre a atuação em Educação Integral realizada pela Fundação Gol de Letra!! Conheça um

Leia mais

Revista Eletrônica Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa ISSN: 1980-7686 suporte@mocambras.org Universidade de São Paulo Brasil

Revista Eletrônica Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa ISSN: 1980-7686 suporte@mocambras.org Universidade de São Paulo Brasil Revista Eletrônica Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa ISSN: 1980-7686 suporte@mocambras.org Universidade de São Paulo Brasil Hernandes Santos, Amarílis Alfabetização na inclusão

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

PLANEJAMENTO ESCOLAR: ALFABETIZAÇÃO E ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA UNIDADE 2 ANO 1. Fevereiro de 2013

PLANEJAMENTO ESCOLAR: ALFABETIZAÇÃO E ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA UNIDADE 2 ANO 1. Fevereiro de 2013 PLANEJAMENTO ESCOLAR: ALFABETIZAÇÃO E ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA UNIDADE 2 ANO 1 Fevereiro de 2013 Iniciando a conversa Nesta unidade discutiremos a importância do planejamento das atividades, da organização

Leia mais

O IDOSO EM QUESTÃO: ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS MOSTRAM SUA VISÃO SOBRE O QUE É SER IDOSO NA ATUALIDADE

O IDOSO EM QUESTÃO: ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS MOSTRAM SUA VISÃO SOBRE O QUE É SER IDOSO NA ATUALIDADE ISSN: 1981-3031 O IDOSO EM QUESTÃO: ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS MOSTRAM SUA VISÃO SOBRE O QUE É SER IDOSO NA ATUALIDADE Eva Pauliana da Silva Gomes 1. Givanildo da Silva 2. Resumo O presente

Leia mais

Orientação Profissional e de Carreira

Orientação Profissional e de Carreira Orientação Profissional e de Carreira Um processo para a vida toda Powered by: S U A C ARREIRA N A D IRE Ç Ã O CER T A Sponsored by: INTRODUÇÃO 25 anos de experiência 4.000 jovens contratados por ano Quem

Leia mais

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID Victor Silva de ARAÚJO Universidade Estadual da Paraiba sr.victorsa@gmail.com INTRODUÇÃO A monitoria é uma modalidade

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO ENSINO REGULAR

ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO ENSINO REGULAR ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO ENSINO REGULAR Luciana Barros Farias Lima e Claudia Regina Pinheiro Machado Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro UNIRIO lucpeda@gmail.com

Leia mais

Quem Contratar como Coach?

Quem Contratar como Coach? Quem Contratar como Coach? por Rodrigo Aranha, PCC & CMC Por diversas razões, você tomou a decisão de buscar auxílio, através de um Coach profissional, para tratar uma ou mais questões, sejam elas de caráter

Leia mais

TÍTULO: BIOÉTICA NOS CURSOS SUPERIORES DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO

TÍTULO: BIOÉTICA NOS CURSOS SUPERIORES DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO TÍTULO: BIOÉTICA NOS CURSOS SUPERIORES DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE PRESBITERIANA

Leia mais

CONSTRUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA O ENSINO DE PORTUGUÊS PARA ESTRANGEIROS 1

CONSTRUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA O ENSINO DE PORTUGUÊS PARA ESTRANGEIROS 1 CONSTRUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA O ENSINO DE PORTUGUÊS PARA ESTRANGEIROS 1 FABRI, Ana Sophia 2 ; RANGEL, Eliane 3 ; BARIN, Nilsa Reichert 4 1 Artigo final produzido no PROBIC- Projeto de bolsisita

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA EM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM PARA DOCENTES UNIVERSITÁRIOS

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA EM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM PARA DOCENTES UNIVERSITÁRIOS 1 FORMAÇÃO PEDAGÓGICA EM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM PARA DOCENTES UNIVERSITÁRIOS Daniela da Costa Britto Pereira Lima Universidade Estadual de Goiás e Universidade Federal de Goiás Juliana Guimarães

Leia mais

Corpo e Fala EMPRESAS

Corpo e Fala EMPRESAS Corpo e Fala EMPRESAS A Corpo e Fala Empresas é o braço de serviços voltado para o desenvolvimento das pessoas dentro das organizações. Embasado nos pilares institucionais do negócio, ele está estruturado

Leia mais

Carta pedagógica. Professora: Maria Teresinha Turma: alfabetização

Carta pedagógica. Professora: Maria Teresinha Turma: alfabetização Carta pedagógica Ao escrever esta carta pedagógica, veio-me a questão do erro que acontece a todo o momento em minha turma na sala de aula. Lendo textos de autores como Morais, fiquei ciente da sua fala

Leia mais

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia 1. Componentes curriculares O currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia engloba as seguintes dimensões. 1.1. Conteúdos de natureza teórica Estes conteúdos

Leia mais

IV Seminário de Iniciação Científica

IV Seminário de Iniciação Científica O BOM PROFESSOR DE LÍNGUA ESTRANGEIRA E A SUA RELAÇÃO COM OS MÉTODOS DE ENSINO Ângela Cristina de Jesus Jancitsky 1 ; Marília Moreira de Souza 1 ; Pollyanna Morais Espíndola 2 ; Ms. Marcelo da Silva Pericoli

Leia mais

A língua inglesa a serviço da interação Uma experiência de uso prático de projetos pedagógicos no ensino de língua estrangeira

A língua inglesa a serviço da interação Uma experiência de uso prático de projetos pedagógicos no ensino de língua estrangeira A língua inglesa a serviço da interação Uma experiência de uso prático de projetos pedagógicos no ensino de língua estrangeira Quando falávamos em projetos nas cadeiras teóricas da faculdade não conseguia

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS

FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS ISSN 2316-7785 FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS José André Tavares de Oliveira Instituto Federal de Alagoas

Leia mais

Projeto Jornal Educativo Municipal

Projeto Jornal Educativo Municipal Estado de Goiás Prefeitura Municipal de Santa Bárbara de Goiás Secretaria Municipal da Educação Santa Bárbara de Goiás - GO Projeto Jornal Educativo Municipal Santa Bárbara de Goiás Janeiro/2013 Estado

Leia mais

PREFEITURA DE ESTÂNCIA TURÍSTICA DE SÃO ROQUE - SP DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PROJETO DE CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES EDUCAÇÃO PARA A PAZ

PREFEITURA DE ESTÂNCIA TURÍSTICA DE SÃO ROQUE - SP DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PROJETO DE CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES EDUCAÇÃO PARA A PAZ PREFEITURA DE ESTÂNCIA TURÍSTICA DE SÃO ROQUE - SP DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PROJETO DE CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES EDUCAÇÃO PARA A PAZ TEMA PROJETO DE CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES Educação para a Paz Aplicadores:

Leia mais

PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO NO ENSINO-APRENDIZAGEM DE LÍNGUA PORTUGUESA

PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO NO ENSINO-APRENDIZAGEM DE LÍNGUA PORTUGUESA PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO NO ENSINO-APRENDIZAGEM DE LÍNGUA PORTUGUESA Elisa Cristina Amorim Ferreira Universidade Federal de Campina Grande elisacristina@msn.com RESUMO: O trabalho docente é uma atividade

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

Palavras-chaves: Formação de professores; Estágio Supervisionado; Reflexão sobre a prátida; Escrita docente; Diários de aula.

Palavras-chaves: Formação de professores; Estágio Supervisionado; Reflexão sobre a prátida; Escrita docente; Diários de aula. DIÁRIOS DE AULA ONLINE: ANÁLISE DE UM DISPOSITIVO DE FORMAÇÃO DOCENTE NA LICENCIATURA EM MATEMÁTICA Jane Bittencourt 1 Alice Stephanie Tapia Sartori 2 Resumo Esse trabalho tem como foco a formação inicial

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

Desenvolvendo Capacidades de PDSA

Desenvolvendo Capacidades de PDSA Desenvolvendo Capacidades de PDSA Karen Martin Como com qualquer habilidade, desenvolver as capacidades do PDSA (planejar fazer estudar agir) tem tudo a ver com a prática. Para conquistar a disciplina

Leia mais

1 Acadêmico, formando do Curso de Licenciatura com Habilitação em Música da UDESC. 2 Professora Mestra do Departamento de Música da UDESC.

1 Acadêmico, formando do Curso de Licenciatura com Habilitação em Música da UDESC. 2 Professora Mestra do Departamento de Música da UDESC. 1 O ensino de música extracurricular na Escola Técnica Federal em Florianópolis/SC: relato de experiência sobre uma oficina de improvisação musical realizada Maycon José de Souza 1 Universidade do Estado

Leia mais

Mostra de Projetos 2011 BRINQUEDOTECA: O LÚDICO NO RESGATE

Mostra de Projetos 2011 BRINQUEDOTECA: O LÚDICO NO RESGATE Mostra de Projetos 2011 BRINQUEDOTECA: O LÚDICO NO RESGATE Mostra Local de: Londrina. Categoria do projeto: Projetos finalizados. Nome da Instituição/Empresa: (Campo não preenchido). Cidade: Londrina.

Leia mais

Anexo II Termo de Referência. CONSULTOR (5 vagas) Instrutores para formação de voluntários dos I Jogos Mundiais Indígenas

Anexo II Termo de Referência. CONSULTOR (5 vagas) Instrutores para formação de voluntários dos I Jogos Mundiais Indígenas Anexo II Termo de Referência CONSULTOR (5 vagas) Instrutores para formação de voluntários dos I Jogos Mundiais Indígenas Projeto: a consultoria será realizada no âmbito do projeto BRA/15/003 Organização

Leia mais

RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS

RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS BRASÍLIA ECHARDT VIEIRA (CENTRO DE ATIVIDADES COMUNITÁRIAS DE SÃO JOÃO DE MERITI - CAC). Resumo Na Baixada Fluminense, uma professora que não está atuando no magistério,

Leia mais

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO Rebeca Vieira de Queiroz Almeida Faculdade Saberes Introdução O presente texto é um relato da experiência do desenvolvimento do projeto

Leia mais

GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO DE LÍNGUA INGLESA: UM BREVE ESTUDO

GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO DE LÍNGUA INGLESA: UM BREVE ESTUDO GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO DE LÍNGUA INGLESA: UM BREVE ESTUDO Analine Bueno Scarcela Cuva Faculdade da Alta Paulista, Tupã/SP e-mail: analine.bueno@gmail.com Pôster Pesquisa Concluída Introdução Toda disciplina

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA O ENSINO DE ESPANHOL: EDUCAÇÃO BÁSICA E O CLIC/UFS.

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA O ENSINO DE ESPANHOL: EDUCAÇÃO BÁSICA E O CLIC/UFS. PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA O ENSINO DE ESPANHOL: EDUCAÇÃO BÁSICA E O CLIC/UFS. Maria da Conceição da Cruz (PIBIX/PIBID-UFS) marynni@hotmail.com Tayane dos Santos (PIBIX -UFS) tayaneyat@gmail.com Resumo:

Leia mais

Aula 1: Demonstrações e atividades experimentais tradicionais e inovadoras

Aula 1: Demonstrações e atividades experimentais tradicionais e inovadoras Aula 1: Demonstrações e atividades experimentais tradicionais e inovadoras Nesta aula trataremos de demonstrações e atividades experimentais tradicionais e inovadoras. Vamos começar a aula retomando questões

Leia mais

PROGRAMAs de. estudantil

PROGRAMAs de. estudantil PROGRAMAs de empreendedorismo e protagonismo estudantil Ciclo de Palestras MAGNUM Vale do Silício App Store Contatos Calendário Fotos Safari Cumprindo sua missão de oferecer uma educação inovadora e de

Leia mais

O COORDENADOR PEDAGÓGICO E A INCLUSÃO DOS ALUNOS COM SURDEZ

O COORDENADOR PEDAGÓGICO E A INCLUSÃO DOS ALUNOS COM SURDEZ O COORDENADOR PEDAGÓGICO E A INCLUSÃO DOS ALUNOS COM SURDEZ Introdução Maria Amélia da Silva Viana Márcia Rafaella Graciliano dos Santos Viana UNASUR aneliavianna@hotmail.com A educação de qualidade é

Leia mais

O PAPEL DA MOTIVAÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZADO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Bárbara Andrade de Sousa (UFJF) barbaraandrade.letras@gmail.

O PAPEL DA MOTIVAÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZADO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Bárbara Andrade de Sousa (UFJF) barbaraandrade.letras@gmail. O PAPEL DA MOTIVAÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZADO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Bárbara Andrade de Sousa (UFJF) barbaraandrade.letras@gmail.com 1. Introdução Podemos considerar inegável que um dos fatores atuantes

Leia mais

ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA).

ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA). ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA). Alinne da Silva Rios Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP e-mail: alinnerios@hotmail.com Profa. Ms. Leila

Leia mais

O USO DA MÚSICA NO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Alessandra Ferreira Rosin, Bruno César Barbosa Tinoco Licenciandos de Letras Português-Alemão - UFRJ

O USO DA MÚSICA NO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Alessandra Ferreira Rosin, Bruno César Barbosa Tinoco Licenciandos de Letras Português-Alemão - UFRJ O USO DA MÚSICA NO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Alessandra Ferreira Rosin, Bruno César Barbosa Tinoco Licenciandos de Letras Português-Alemão - UFRJ Introdução Com o grande avanço no ensino de língua nos

Leia mais

LETRAMENTO MATEMÁTICO DE ALUNOS COM BAIXO DESEMPENHO POR MEIO DE REFORÇO ESCOLAR. Palavras-chave: Letramento Matemático; Reforço Escolar; SAERJINHO.

LETRAMENTO MATEMÁTICO DE ALUNOS COM BAIXO DESEMPENHO POR MEIO DE REFORÇO ESCOLAR. Palavras-chave: Letramento Matemático; Reforço Escolar; SAERJINHO. LETRAMENTO MATEMÁTICO DE ALUNOS COM BAIXO DESEMPENHO POR MEIO DE REFORÇO ESCOLAR Agnaldo da Conceição Esquincalha PUC-SP/PUC-Rio/Fundação CECIERJ aesquincalha@gmail.com Resumo: Neste texto elenca-se um

Leia mais

A realidade dos alunos trazida para a sala de aula. Ao ser perguntado Que possibilidade(s) de escrita(s) os seus alunos

A realidade dos alunos trazida para a sala de aula. Ao ser perguntado Que possibilidade(s) de escrita(s) os seus alunos INTERAÇÕES EM SALA DE AULA Autor: CARDON, Felipe Raskin Felipe Raskin Cardon 1 Resumo: Neste Estudo Piloto, relacionar-se-ão algumas citações do artigo A construção social da linguagem escrita na criança,

Leia mais

Anexo II Termo de Referência. CONSULTOR (30 vagas) Monitores para acompanhamento de voluntários dos I Jogos Mundiais Indígenas

Anexo II Termo de Referência. CONSULTOR (30 vagas) Monitores para acompanhamento de voluntários dos I Jogos Mundiais Indígenas Anexo II Termo de Referência CONSULTOR (30 vagas) Monitores para acompanhamento de voluntários dos I Jogos Mundiais Indígenas Projeto: a consultoria será realizada no âmbito do projeto BRA/15/003 Organização

Leia mais

A inclusão das Línguas Estrangeiras Modernas no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) Por Ana Paula Seixas Vial e Jonathan Zotti da Silva

A inclusão das Línguas Estrangeiras Modernas no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) Por Ana Paula Seixas Vial e Jonathan Zotti da Silva A inclusão das Línguas Estrangeiras Modernas no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) Por Ana Paula Seixas Vial e Jonathan Zotti da Silva Pela primeira vez, o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD)

Leia mais

ATUAÇÃO DO TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LÍNGUA DE SINAIS/ LÍNGUA PORTUGUESA NO IES 1

ATUAÇÃO DO TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LÍNGUA DE SINAIS/ LÍNGUA PORTUGUESA NO IES 1 ATUAÇÃO DO TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LÍNGUA DE SINAIS/ LÍNGUA PORTUGUESA NO IES 1 FILIETAZ, Marta R. Proença, martafilietaz@hotmail.com Face à emergência da obrigatoriedade legal da presença do intérprete

Leia mais

Guia prático do alfabetizador

Guia prático do alfabetizador Guia prático do alfabetizador Maristela Marques de Almeida Silva Graduanda Normal Superior UNIPAC E-mail: sms@ufsj.edu.br Fone: (32)3371-8331 Data de recepção: 17/11/2009 Data de aprovação:16/12/2009 Resenha

Leia mais

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA RESUMO Os educadores têm se utilizado de uma metodologia Linear, que traz uma característica conteudista; É possível notar que o Lúdico não se limita

Leia mais

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização OS MECANISMOS DE ATUALIZAÇÃO DAS EXPLICAÇÕES BIOLÓGICAS PARA JUSTIFICAR AS DIFICULDADES NO PROCESSO DE ESCOLARIZAÇÃO: ANÁLISE DO PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO LETRA E VIDA Cristiane Monteiro da Silva 1 ; Aline

Leia mais