NOS CAMINHOS DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO INFANTIL EM SERGIPE: O PRIMEIRO JARDIM DE INFÂNCIA MUNICIPAL DE ARACAJU JOSÉ GARCEZ VIEIRA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NOS CAMINHOS DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO INFANTIL EM SERGIPE: O PRIMEIRO JARDIM DE INFÂNCIA MUNICIPAL DE ARACAJU JOSÉ GARCEZ VIEIRA"

Transcrição

1 562 NOS CAMINHOS DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO INFANTIL EM SERGIPE: O PRIMEIRO JARDIM DE INFÂNCIA MUNICIPAL DE ARACAJU JOSÉ GARCEZ VIEIRA Ana Paula dos Santos Lima Anamaria Gonçalves Bueno de Freitas Universidade Federal de Sergipe RESUMO As décadas de 1920 e 1930 foram momentos importantes para as questões educacionais no Brasil. Os ideais escolanovistas trouxeram um novo prisma para as mudanças na educação, trazendo uma nova perspectiva que impulsionava as relações escolares.segundo Moysés Kuhlmann Jr, em 1932, o programa do Manifesto dos Pioneiros da Escola Nova, prevê o desenvolvimento das instituições de educação e assistência física e psíquica às crianças na idade pré-escolar como creches, escolas maternais e jardins-de-infância e de todas as instituições pré-escolares e pós-escolares. O atendimento do jardim de infância no Brasil, desde a sua origem foi destinado à atenção ampla para a criança no que diz respeito ao cuidado, educação e desenvolvimento físico, psicológico e social. A preparação para a sociabilidade, presente na proposta dos jardins, implica um processo de transmissão de valores que constitui a função social das instituições escolares. A criação do Jardim de Infância em Sergipe era uma novidade inspirada nas novas vertentes da pedagogia brasileira, que esteve associada à fundação de uma Inspetoria de Higiene Infantil e Assistência Escolar, constituindo o projeto de edificação da Casa da Criança de Sergipe, no início da década de O objetivo desse artigo é analisar a trajetória histórica do primeiro Jardim de Infância municipal de Aracaju/SE, inaugurado em 10 de novembro de 1944, investigando os aspectos e o contexto de sua criação e consolidação no atendimento pioneiro, pré-escolar municipal, como também, verificando sua contribuição à história da educação infantil em Sergipe, através da influência da Escola Nova e dos modelos educativos no processo de implementação; investigar as práticas educacionais e os elementos da cultura escolar desenvolvidos no Jardim de Infância Municipal, como também identificar os recursos utilizados pelos docentes na prática pedagógica no período de 1994 a 1970.Apoiando-se em fontes bibliográficas, iconográficas e documentais como jornais, revistas, decretos, portarias, entrevistas e fotografias, levantadas no Arquivo Público da Cidade de Aracaju, Arquivo da Instituição de Educação Infantil José Garcez Vieira, Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe, Biblioteca Epifâneo Dórea e através da História Oral com os depoimentos da ex.professora, ex. aluno e mãe de ex. aluno.além dos depoimentos, dos textos publicados na imprensa sergipana, dos decretos, portarias e atas, também pretendemos analisar aspectos da cultura material escolar utilizados no referido Jardim.Pretendemos investigar os elementos da cultura escolar e do cotidiano pedagógico desenvolvido no Jardim. Ressaltamos, de que precisamos fazer relações, pois, segundo Dominique Julia, a cultura escolar não pode ser estudada sem os estudos precisos das relações de conflito que ela mantém a cada período de sua história, com o conjunto das culturas que lhe são contemporâneas. Os pressupostos teóricos-metodológicos que embasam esta pesquisa estão sendo analisados a partir de categorias de análise que constituem o entendimento sobre os aspectos da cultura escolar, como as normas e finalidades da escola, o papel e profissionalização do educador, os conteúdos e as práticas escolares, educação infantil, arquitetura escolar e história das instituições.o estudo considera também a escola (pré-escola) como espaço de desenvolvimento da cultura infantil, envolvendo comportamentos e conhecimentos.portanto, buscamos subsídios teóricos na Nova História Cultural, e as noções de apropriação e representação de Roger Chartier que têm dado grande suporte às pesquisas da História da Educação. Foram localizados e analisados nessa pesquisa, documentos nos impressos sergipanos: Sergipe Jornal, 562

2 563 Revista de Aracaju, Decreto Lei de criação do Jardim, Decreto Lei de nomeação das primeiras professoras, Decreto Lei da comissão julgadora para o concurso de professoras do Jardim, fontes iconográficas que foram localizadas em arquivos e entrevistas.a inauguração do Centro Municipal de Assistência à Criança, foi um acontecimento público expressivo, que mostrou a iniciativa política e social do prefeito José Garcez Vieira e o interventor Augusto Maynard Gomes.Entretanto esse foi o princípio que mais marcou a consolidação da instituição. A criação do Jardim de Infância José Garcez Vieira deu novos rumos ao atendimento pré-escolar em Aracaju, destacando-se como a primeira instituição de Educação Infantil Municipal, atendendo aos filhos dos operários que antes não podiam contar com uma instituição de educação municipal voltada ao atendimento escolar, médico e social em Aracaju. Com a análise dos documentos e dos dados coletados, a presente pesquisa vem analisando a contribuição desta instituição para a sociedade na época e sua influência no cenário educacional sergipano. Esse estudo pretende somar-se aos trabalhos desenvolvidos no campo da História da Educação em Sergipe e no Brasil, através da elucidação dos ideais de educação, que marcaram o período de criação do Jardim de Infância Municipal José Garcez Vieira, com sua importante atuação no cenário educacional sergipano por mais de 60 anos. TRABALHO COMPLETO Introdução O presente estudo tem como propósito à intenção de divulgar resultados de uma pesquisa em desenvolvimento, sobre o primeiro Jardim de Infância Municipal de Aracaju. O contexto de implantação e consolidação do Jardim de Infância José Garcez Vieira vem sendo analisado a partir de categorias de análise que constituem o entendimento sobre história das instituições, práticas escolares e educação infantil. Apoiando-se em fontes obtidas através de jornais, revistas e decretos, principais no percurso desta investigação, os estudos sobre os aspectos históricos do Jardim de Infância, subsidiarão descobertas acerca das intenções de fundação e da organização desta instituição. Em Sergipe, assim como em outros Estados do país, as instituições pré-escolares surgiram mediante a necessidade do atendimento assistencialista para a criança e sua família. O ideal de educação para a criança emergiu no Estado a partir de discussões acerca dos princípios escolanovistas que vinham norteando a implantação de instituições educativas e a ampliação do atendimento infantil, sobretudo nos Estados mais desenvolvidos do país. Inicialmente, os estabelecimentos existentes eram voltados à preocupação com a saúde, alimentação, higiene e sobrevivência. Eram assim considerados os problemas de saneamento urbano, higiene e moléstias que afetavam a saúde da criança, resultando em altos índices de mortalidade infantil. A preocupação com o atendimento às crianças de idade pré-escolar, teve impulso com a expansão no Brasil de uma nova concepção que nas décadas de 1920 e 1930 foi importante para a ação do Estado e da sociedade. No tocante à criação e melhoria das instituições que atendiam à infância, essa concepção nova que tinha por prioridade: levar em conta as necessidades da criança, incentivar sua aprendizagem e seu desenvolvimento psicológico e social teve somada a esses objetivos a assistência médico-higienista, até então ausentes. A renovação dos métodos de ensino, a preocupação com a estrutura e a organização das instituições educativas, como também a formação de professores 563

3 564 representavam os principais motivos para as novas iniciativas diante da educação nacional. Para atingir as expectativas nas inovações da educação brasileira, era preciso a adequação e a melhoria das práticas e das políticas educacionais do país. Os ideais difundidos neste período influenciaram a educação e a organização das instituições, criadas ou reformadas para o atendimento da infância. Os novos procedimentos pedagógicos foram incorporados às escolas e pré-escolas dos Estados brasileiro. No dia 10 de novembro de 1944, o Jardim do Centro Municipal de Assistência à Criança, 1 assim chamado no princípio, foi inaugurado pelo prefeito José Garcez Vieira com a presença ilustre do Interventor Federal, Coronel Augusto Maynard Gomes e a população local. Essa instituição, que se evidenciou pioneira no atendimento público municipal, tinha a finalidade de atender a uma parcela da população quase que totalmente excluída das poucas iniciativas das políticas públicas de educação infantil, no populoso bairro Siqueira Campos, na cidade de Aracaju. O presente estudo insere-se na linha de pesquisa História, Sociedade e Educação, e tem como objetivos: analisar a trajetória histórica do primeiro Jardim de Infância Municipal de Aracaju/SE, investigando os aspectos e o contexto de sua criação e consolidação no atendimento pioneiro pré-escolar municipal, como também, verificando sua contribuição à história da educação infantil em Sergipe, através da influência da Escola Nova e dos modelos educativos no processo de implementação; investigar as práticas educacionais e os elementos da cultura escolar desenvolvidos no Jardim de Infância Municipal, como também identificar os recursos utilizados pelos docentes na prática pedagógica no período de 1944 a As Primeiras Iniciativas de Jardins de Infância no Brasil e em Sergipe O primeiro jardim de infância brasileiro foi o do Colégio Menezes Vieira, no Rio de Janeiro, fundado em Uma instituição particular que atendia crianças da elite, entre 5 e 7 anos de idade, com atividades voltadas à ginástica, pintura, desenho, exercícios de linguagem e de cálculo, escrita, história e religião (KISHIMOTO,1988: 91). Em 1877, na Escola Americana, foi inaugurado o primeiro jardim de infância de São Paulo, também particular, pautado nos estudos americanos realizados pelos educadores protestantes que acreditavam na eficiência de uma metodologia inovadora para as crianças. Os dois primeiros jardins de infância no Brasil adotavam a concepção froebeliana como organização das suas práticas e contribuíram para a implantação do jardim de infância público, fundado já no período republicano, em 1896, o jardim de infância anexo à Escola Normal Caetano de Campos em São Paulo. O atendimento de educação infantil, no Brasil, sofreu influências de diversos países, sobretudo, no que se refere ao jardim de infância, que desde a sua origem foi destinado à atenção ampla para a criança, no que diz respeito ao cuidado, à educação e ao desenvolvimento físico, psicológico e social. Segundo Kishimoto, A modalidade de instituição infantil designada como jardim de infância ou Kindergarten foi criada por Frederico Guilherme Froebel, em 28 de julho de 1840, em Bad Blankenburg na Alemanha, como estabelecimento tipicamente educativo (...).O Kindergarten froebeliano destina-se à educação de crianças de 3 a 7 anos, por meio de atividades que envolviam a formação religiosa, o 564

4 565 cuidado com o corpo, a observação da natureza, o aprendizado de poesias e cantos, exercícios de linguagem, trabalhos manuais, desenho, conto de lendas, cantos e realização de viagens e passeios (Froebel, 1913, p.3). Através dessas atividades, Froebel pretendia estimular o desenvolvimento integral da criança e, nesse sentido, ajustava-se perfeitamente aos objetivos de um estabelecimento com caráter educativo. (1988:58). Os primeiros jardins de infância públicos no Brasil surgiram no início do século XX, destinados aos filhos da elite. No entanto, a partir dos anos de 1920, com as mudanças sociais e políticas ocorridas no Brasil, o setor público começa a dispensar uma maior importância ao atendimento das crianças. O primeiro passo dado nesse sentido, foi com o Projeto da Reforma Leôncio de Carvalho, em 1878, que estabeleceu a liberdade de ensino obrigatório a partir dos sete anos e instituiu a fundação de jardins de infância no Brasil. Somente com a instituição de um Estado forte e autoritário a preocupação com o atendimento infantil aumentou. Desde então, a causa da criança passaria a mobilizar o interesse das autoridades e diversos órgãos foram criados. No Brasil, o atendimento pré-escolar passou a contar com a participação do setor público, a partir de 1930, com a melhoria das instituições que atendiam à infância, vinculadas a diferentes ministérios, que passaram a desenvolver trabalhos de caráter médico, assistencial e psicológico, com objetivos de uma assistência médico-higienista. Em 1932, o programa do Manifesto dos Pioneiros da Escola Nova, estabeleceu o desenvolvimento das instituições de educação e assistência física e psíquica às crianças na idade pré-escolar (creches, escolas maternais e jardins de infância)... (KUHLMANN Jr., 2000, p.482). Com esse propósito, ampliaram as discussões acerca da educação para a infância. Os anos de 1930 foram períodos de transição nos métodos de ensino e nas concepções que perpassam no atendimento educacional a crianças. As escolas maternais, as creches e os jardins de infância provocaram novos olhares para a educação infantil, e a quantidade dessas instituições aumentava, enquanto a criança era vista como motivo de interesse especulativo e de assistência social. De acordo com Nascimento (2003), à medida que as reformas se irradiavam pelo Brasil São Paulo, Ceará, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia-, ao longo das décadas de 1920 e 1930, também se consolidava o ideário da Escola Nova, seja pela presença de um novo perfil de pedagogos, os educadores e profissionais, seja pela expansão de caráter quantitativo e qualitativo da nova literatura educacional. A Escola Nova tem como proposta central o deslocamento das atenções do professor para o educando. Valoriza os métodos ativos de ensino e aprendizagem, coloca a criança como centro do processo educacional levando em conta seus interesses e necessidades, dá ênfase à liberdade do aluno e confere importância aos estudos da psicologia experimental. (MONARCHA, 2001, p.191) A proteção à infância, ganha um novo rumo em relação ao momento em que se anunciou. São educadores, industriais, médicos, juristas, políticos, que se articulam na criação de associações e na organização de instituições educacionais para a criança. Os Congressos Americanos da Criança ocorreram a partir de 1916, como parte das comemorações do centenário da independência Argentina em Bueno Aires. O segundo foi em 1919, Montevidéu. O terceiro, durante a Exposição de 1922, no Rio 565

5 566 de Janeiro, realizado conjuntamente com o Primeiro Congresso Brasileiro de Proteção à Infância. Essas reuniões reuniram um amplo espectro de forças sociais, como identificou Alfredo Ferreira de Magalhães - médico, da Bahia, que teve uma participação marcante nas iniciativas de atendimento à infância no início do século. (KUHLMANN, 2004, p.89). Assim, então, passou a ser defendida a ampliação do atendimento às crianças préescolares, exigindo a contribuição e ação do Estado e da sociedade, em relação à criação e melhoria das instituições que atendiam à infância. Levar em conta as necessidades da criança, incentivar sua aprendizagem, seu desenvolvimento psicológico passaram a ser somados aos objetivos de assistência médico-higienista. Os jardins de infância apresentavam rotinas pedagógicas que demonstravam a preocupação com a saúde física e mental dos alunos. Havia a organização das ações cotidianas, distribuídas e dirigidas pelas professoras em momentos de atividades em sala de aula, recreação, merenda, repouso e higiene física - lavar as mãos, escovar os dentes. Dentro desta rotina, cabia espaço para as atividades de passeios, lazer, exercícios físicos e aos cuidados com a saúde, clínica e odontológica. De acordo, com Rita de Cássia (2004), em 17 de março de 1932, foi inaugurada a primeira instituição de educação pública para a infância de Sergipe, iniciando suas atividades com a atuação do Jardim de Infância. A solenidade de inauguração foi prestigiada por representantes da sociedade e autoridades políticas.. Aos 17 dias do mês de março de 1932, 77º aniversario da mudança da Capital para as arenosas plagas de Aracajú, onde a vontade e o esforço dos Sergipanos ergueram a sua pequena e linda capital, presentes os snrs. Interventor Federal Augusto Maynard Gomes, de Sergipe, Capitão Tarso Tinoco, de Alagoas, Major Juarez Távora, delegado do Governo Provisorio no setor norte brasileiro, altas autoridades do Estado e do Município, docentes e discentes da Escola Normal Rui Barbosa, grupos escolares da capital, elementos representativos da sociedade sergipana, numerosas famílias e grande assistência popular teve lugar a inauguração da Casa da Criança e do seu Jardim de Infancia, construído pelo valoroso interventor Maynard Gomes com um interesse e carinho que passará a historia como significativa prova de seu amor pela instrução popular em Sergipe 2 Com esta iniciativa, o Estado destacou-se nacionalmente, à medida que favoreceu a ampliação do atendimento à criança sergipana na tentativa de superar as necessidades educacionais, morais e de saúde. A diligência pública concretizou as propostas de educação pré-escolar com a criação da Casa da Criança de Sergipe. O estabelecimento reproduzia, na sua instalação, um modelo presente no Brasil na década de 1930 e representava uma novidade inspirada nas novas vertentes da pedagogia brasileira. 2. O Jardim do Centro Municipal de Assistência à Criança de Aracaju Na década de 1940, Sergipe possuía 72,6 % de sua população, analfabeta. Existiam apenas 536 escolas públicas primárias (escolas isoladas com apenas uma única sala), sendo 358 estaduais e 178 municipais, com uma matrícula total de alunos. Havia ainda cerca de 120 escolas particulares e apenas 2 instituições de educação infantil o Jardim Augusto Maynard e a escola da Legião da Boa Vontade (LBA). Muitas crianças e jovens 566

6 567 encontravam-se fora da escola e, como percebemos, o índice de analfabetismo era alarmante. O Documento 3 produzido em 1941 pelo Departamento de Educação do Estado indica que em Aracaju, existiam 41 escolas isoladas estaduais, 64 escolas particulares e apenas 7 escolas municipais, todas isoladas. Na tentativa de contribuir com a escolarização em Aracaju, o prefeito, desapropriou espaços urbanos para a construção de uma escola primária e assim, no ano seguinte, inaugurou a Escola Municipal Abdias Bezerra, no Bairro Santo Antonio. Nesse mesmo ano desapropriou uma quadra de terra entre as ruas Goiás, Sergipe, Mato Grosso e Distrito Federal para a construção do Jardim destinado aos filhos dos operários. Assim, o Jardim do Centro Municipal de Assistência à Criança, assim logo chamado na sua inauguração, em 10 de novembro de 1944, surge como uma das propostas educacionais do prefeito, que tinha como finalidade atender a uma parcela da população quase que totalmente excluída das políticas públicas de educação infantil. Numa solenidade concorrida, com a presença do Interventor Federal Augusto Maynard Gomes e diversas autoridades, o prefeito José Garcez Vieira cortou a fita inaugural e conduziu os presentes para as modernas e amplas dependências do jardim. Sobre o grande feito, assim se expressou o Sergipe Jornal: Sua Senhoria, numa alta e perfeita compreensão dos postulados modernos e democratizantes, está construindo, num bairro operário, um grande centro de assistência à criança pobre, tendo inaugurado ontem uma parte do conjunto, ou seja, o Jardim de Infância. (GRAÇA, 1997, p.9). Com a criação do Jardim, ocorreu o primeiro concurso público da rede municipal de ensino. Em obediência ao Decreto - Lei nº 1002/39 do Governo Federal, o prefeito de Aracaju, através do Decreto nº 15 de 24 de março de 1945 nomeou a comissão julgadora composta por professores de destacada atuação no cenário educacional sergipano: Adel da Silva Nunes, Genaro Plech, Maria Leonar da Rocha Matos, Sinésia Oliveira e Maria Blandina de Souza. O funcionário Pedro Teles de Souza, espécie de líder sindical dos servidores municipais, foi nomeado secretário. 4 Em obediência ao Decreto nº 15 de 24 de março de 1945, o Jardim surgiu no bairro, a fim de atender a uma parcela de crianças que não tinha acesso a outras instituições escolares. O Jardim já dispunha de uma boa estrutura física, com salas amplas, canteiros, brinquedos infantis, professora de música, recreadora, atendimento médico odontológico permanente. Esta instituição, situada no Bairro Siqueira Campos, ficou conhecida como o Jardim Operário, porque fora a primeira instituição de atendimento pré-escolar pública municipal situada num bairro popular, que atendia crianças das famílias das camadas trabalhadoras. A necessidade de incutir valores e princípios nas instituições escolares despertou o interesse e a atuação do poder que rege os ideais e a formação do homem social no Brasil. É neste sentido que se analisa a importância da escolarização para crianças menores de 7 anos de idade, onde a formação social era trabalhada através das práticas pedagógicas e das relações interpessoais no ambiente escolar. A aprendizagem, através das experiências dos sentidos, das brincadeiras e da interação, era vista como elemento característico das práticas da Casa Municipal da Criança. A faixa etária atendida pelo Jardim era de 4 a 6 anos e a procura era muito grande. Trabalhos com manipulação e linguagens eram muito freqüentes Uma das coisas que mais se fazia era contar histórias. Algumas delas eram depois encenadas e dramatizadas pelas 567

7 568 crianças. As pequenas peças teatrais contavam com muita criatividade dos professores que tudo improvisavam: cenários com caixas de sapato, caixotes de geladeira e fogão, etc. As meninas eram estimuladas a ajudar as mães nas tarefas domésticas e por isso havia a casa de bonecas com quase todo o mobiliário em miniatura. De acordo com D. Lúcia Melo, Até havia o fogãozinho para orientar a criança no dia-a-dia junto às mães. D. Lucia Melo 5, professora e depois diretora da instituição por 25 anos, informa que a educação física era por meio de historinhas dramatizadas. Eu contava e dramatizava aquela história, se era a historinha do Chapeuzinho vermelho, uma criança saia de Chapeuzinho, outra de vozinha, outra de Lobo mal, era muito significante. Assim, as demais histórias, os Três porquinhos, o papel de Emília do Sítio-do-pica-pau. O Jardim era muito bem cuidado. Havia canteiros de flores espalhados por toda a área livre do prédio, e as crianças eram estimuladas a zelar por elas. Logo nos primeiros anos de funcionamento, havia um aquário e até pequenos animais eram criados no fundo do quintal. As crianças eram orientadas e estimuladas pelas professoras e funcionários para ter carinho e afeto com os animais. Diariamente, colocavam comida no aquário e visitavam os bichos nas suas casinhas. A professora de piano tinha a função de acompanhar as atividades de canto e de educação física. As crianças se reuniam em círculo, rodinha, e ali se fazia dramatizações e declamações, quase sempre acompanhadas por músicas, ao piano. Estimular a formação de bandinhas rítmicas era função primordial. Nesse sentido, pelo menos até o final da década de 1950, não se utilizavam instrumentos musicais reciclados, feitos com material de sucata, como nos dias atuais. Todas as crianças, ao entrarem no prédio, iam para o pátio coberto. Lá cada uma entrava na fila da sua sala e, sob o comando da professora, cantavam a canção do Bom - dia. Cantando, dirigiam-se em fila para as salas, turma por turma. O canto era acompanhado pelo piano. A educação musical era levada muita a sério na educação escolar brasileira, desde o jardim de infância. No ensino primário e secundário, havia a disciplina Canto Orfeônico que persistiu até a década de 1970 em várias das boas escolas públicas e particulares do Brasil. Na faixa etária de 6 anos, as crianças trabalhavam com exercícios de caligrafia. As professoras tracejavam as letras e pequenas palavras para que os alunos cobrissem; eram os famosos exercícios de cobrir.as crianças tinham que aprender seus nomes, por isso tinham seus nomes improvisados em papelotes e crachás, fixados num flanelógrafo, onde eram incentivadas a primeiro cobrir e, posteriormente escrever sozinhas. O cotidiano do Jardim de Infância era muito organizado, dentro de todos os padrões tradicionais de um jardim de infância modelo. As professoras se esforçavam, pois tinham o desejo de igualar o jardim municipal ao jardim estadual (Augusto Maynard), que servia como Jardim de Infância Modelo para outros que iam surgindo no Estado. Havia um cronograma semanal de atividades. Em cada semana, em cada horário, se sabia o que seria feito. A hora da história, do drama, da colagem, do recorte, da pintura, do passeio, etc. As professoras se reuniam freqüentemente, para que tudo pudesse ser organizado, planejado, com muito cuidado e antecedência, sob o controle da diretora. As visitas das autoridades cívicas marcavam o cotidiano da instituição. Segundo D. Lúcia Melo, ex. professora e também diretora da instituição, era freqüente os sucessivos prefeitos, entre eles: José Garcez Vieira, José Conrado de Araújo, levarem autoridades políticas ou educacionais em visita ao município, ao Jardim Municipal. Em 1960, por 568

8 569 ocasião das eleições presidenciais, a filha do Marechal Teixeira Lott esteve visitando o Jardim, acompanhada pelo prefeito José Conrado de Araújo e comitiva. Foi condignamente homenageada pelas crianças e professoras. Junto ao corpo docente e discente, estas pessoas públicas deixavam evidente o apreço pela instituição e usavam o espaço educativo como ambiente de exibição dos cargos e interesses políticos. O jardim de infância, sendo uma unidade educativa de representação do poder público, obedecia às determinações de ordem nacional e preparava os alunos da primeira infância no cultivo ao respeito à pátria e aos ideais na conduta da civilização brasileira. Essa criação teve um grande significado voltado para a preparação da futura nacionalidade, através da educação infantil. No Jardim encontrava-se aliada aos princípios de socialização, a formação moral e cívica, pautada numa proposta nacional de promover a moral, os bons costumes e o civismo no ensino sergipano. Sem dúvida, as atividades desenvolvidas no Jardim, propagavam a preocupação presente no contexto educacional da época. A relevância que se faz é ao processo de instrução, sendo uma ação social através da educação escolar. É neste sentido que se analisa a importância da escolarização para crianças menores de 7 anos de idade, onde a formação social é trabalhada através das práticas pedagógicas e das relações interpessoais no ambiente escolar. A aprendizagem, através das experiências dos sentidos, das brincadeiras e da interação, era vista como elemento característico das práticas do Jardim Municipal da Criança. A implantação do Jardim teve influência para novo entendimento educacional que implicou no surgimento e aprimoramento das instituições escolares. As transformações ocorridas no período republicano, onde os princípios políticos, morais e sociais vigentes adequavam os moldes do ensino influenciavam, conseqüentemente, no atendimento às instituições de educação da infância brasileira. A execução do Hino Nacional pelos pequenos alunos, as homenagens, desfiles cívicos, tanto no bairro quanto no centro da cidade, homenageavam os mais conhecidos personagens da nossa história: Pedro Álvares Cabral, Pero Vaz de Caminha, D. Pedro, Princesa Isabel, José Bonifácio, Tiradentes, Duque de Caxias, Marechal Deodoro, etc. O Jardim de Infância José Garcez Vieira surgiu como pioneiro na educação préescolar municipal de Aracaju, atendendo às tendências educacionais do país, à época, e contribuindo com a multiplicação e oficialização de instituições de ensino, concretizando a implementação da educação infantil municipal em Sergipe. Kramer (1987), expondo as vertentes pedagógicas da educação pré-escolar, destaca na tendência romântica a influencia de pedagogos como Froebel, Decroly e Montessori. Essa tendência entende a pré-escola como jardim onde as crianças são plantinhas ou sementes que devem ser cultivadas. Pressupostos de Froebel ( ) e Decroly ( ) fundamentaram as reflexões da nossa educadora. Para o primeiro, o caráter lúdico é o determinante da aprendizagem, onde o currículo por atividades leva espontaneamente ao conhecimento. Decroly destaca o caráter global da atividade infantil, acreditando que a necessidade gera o interesse, este leva ao conhecimento. Por isso, propõe que se organizem os centros de interesse onde a criança possa observar, associar e expressar. É uma tendência inaugurada no Brasil nas décadas de 1920 e 1930, sendo até hoje, difundida e aplicada. Neste entendimento, insere-se o processo de criação dos jardins de infância que buscam, através da institucionalização da educação, o trabalho social junto à criança, que se amplia durante esses períodos. A consolidação dos jardins no Brasil passa por motivações 569

9 570 significativas na história da educação brasileira. As transformações ocorridas na educação e na sociedade neste período traziam, sobretudo, o pressuposto de formação, organização social e reprodução de valores emergentes com os ideais da República. Os objetivos e fins da implementação de instituições para crianças, baseados nestes pressupostos, estavam voltados à formação social do homem, integrada à formação física e psicológica. O enfoque dado, nos jardins de infância, à formação nos processos biológico, social, educacional e psicológico passou a ser evidenciado nestas instituições que, no Brasil, cresciam em número e exigências assistenciais e educacionais. As discussões acerca da educação para a infância são ampliadas nos anos de 1920 e Com a expansão das instituições de jardim de infância, os Estados brasileiros fundiam a concepção de educação para a infância; Respaldados na legislação nacional, os governos iniciaram construções de amparo à criança: Casa da Criança, Parque Infantil, Jardim de Infância. Sob qualquer denominação, nas propostas destas instituições estavam presentes os objetivos voltados à preparação bio-psico-social do homem, baseada numa disciplina e conduta social. Segundo Durkheim, a sociedade e o Estado são responsáveis pela formação do homem e se integram na medida em que tem por base a educação. É neste contexto que se insere o jardim de infância como elemento de preparação social, através da ação do Estado, norteado pelos princípios que regem a sociedade. Admitido que a educação seja função essencialmente social, não pode o Estado desinteressar-se dela. Ao contrário, tudo o que seja educação, deve estar até certo ponto submetido à sua influência. Isto não quer dizer que o Estado deva, necessariamente, monopolizar o ensino. (DURKHEIM, 1978, p.48). No contexto republicano a sociedade passou a adquirir novos padrões de vida. A urbanização e a industrialização contribuíram para o processo de crescimento e mudanças de valores sociais. Paralelas à nova organização social, surgiam às discussões sobre a valorização da infância como uma fase em que a criança desenvolve as suas potencialidades. Era a escola o espaço de desenvolvimento das habilidades infantis, asseguradas através das práticas no ensino primário ou pré-primário. Assim, o ideal republicano, que visava a modernização e reorganização do país, passou a preocupar-se com o ensino, atribuindo a este um caráter de importância na formação social e educativa da população. Os jardins de infância, ao estarem voltados ao atendimento de crianças menores de 7 anos, foram instituições criadas com a preocupação de educar, formar o ser social e aperfeiçoar os hábitos (da atividade humana, individual ou coletiva) exigidos numa dada realidade social. Como também apresentam o objetivo de preparar a criança para o ingresso na escola primária, expandida no país através dos grupos escolares e reestruturada nos aspectos metodológicos e físicos, a partir das idéias republicanas e escolanovistas. São tipos de instituições educacionais, implementadas a partir de uma necessidade histórica de introduzir culturalmente a criança no meio em que vive, mediante atividades que valorizem o processo de construção e transformação da sociedade. Assim: As instituições implicam, além disso, a historicidade e o controle. As tipificações recíprocas das ações são construídas no curso de uma história compartilhada. Não podem ser criadas instantaneamente. As instituições têm sempre uma história, da qual são produtos.é impossível compreender adequadamente uma 570

10 571 instituição sem entender o processo histórico em que foi produzida. (BERGER, 1985, p.79). O jardim de infância, sendo uma unidade educativa de representação do poder público, obedecia às determinações de ordem nacional e preparava os alunos da primeira infância no cultivo ao respeito à pátria e aos ideais na conduta da civilização brasileira. Ordem, limpeza e disciplina são componentes primordiais para uma boa organização escolar, fazem parte de um conjunto de dispositivos de contenção dos gestos, dos instintos das emoções. Nesse sentido, as representações em torno da higiene escolar contribuíram para reforçar valores morais relacionados a padrões de comportamento considerados civilizados. (SOUZA, 1998, p.143). O atendimento do jardim de infância no Brasil, desde a sua origem foi destinado à atenção ampla para a criança pequena, no que diz respeito ao cuidado, educação e desenvolvimento físico, psicológico e social. A preparação para a sociabilidade, presente na proposta dos jardins implica num processo de transmissão de valores que constitui a função social das instituições escolares. Segundo Berger, através das instituições o indivíduo interioriza o conhecimento presente em sua realidade, sendo preparado para uma sociedade objetivada (concreta e enraizada) nos valores da interação social. Assim, as instituições (educacionais e sociais) podem ser consideradas elementos de estabilidade na construção da realidade social. A criação do Jardim de Infância Municipal de Aracaju era uma novidade inspirada nas novas vertentes da pedagogia brasileira, e esteve associada à fundação de uma Inspetoria de Higiene Infantil e Assistência Escolar, constituindo o projeto de edificação da Casa da Criança. Esta realização contemplava as iniciativas presentes nos estabelecimentos escolares de atendimento a crianças, diante da ampliação das discussões sobre a proteção à infância e acerca da saúde e organização da sociedade. De acordo com pesquisadores como Moysés Kuhlmann, as instituições educacionais para as crianças tiveram a influência de congressos de assistência à infância, realizados nas primeiras décadas do século XX. Estes Encontros propagavam os novos ideais que foram incorporados ao sistema de ensino, que tinha o objetivo de enfocar os assuntos relacionados à criança social, médico, pedagógico e higiênico e as relações com a família, com a sociedade e com o Estado. Na organização do Primeiro Congresso Brasileiro de Proteção à Infância, ocorrido em 1922 juntamente com o 3º Congresso Americano da Criança, recebendo a adesão de mais de membros de 21 estados brasileiros, espelham-se as forças envolvidas. A sua programação de maneira alguma traz formulações originais, sendo semelhante à de outros congressos internacionais, anteriormente realizados, sintetizando o conjunto das preocupações que envolviam a questão. (KUHLMANN Jr., 2004, p.89). Esta perspectiva alimentava, ainda mais, as idéias higienistas voltadas ao atendimento à infância, como a presença da Inspetoria de Higiene Infantil, criada em 1923 e mais tarde substituída pela Diretoria de Proteção à Maternidade e à Infância, criada em 1934 pela Conferência Nacional de Proteção à Infância. 571

11 572 O aluno assumia soberanamente o centro de processos de aquisição do conhecimento escolar. A psicologia experimental dava suporte à cientificidade da pedagogia e produzia no discurso da escolarização de massas populares o efeito da individuação da criança (a criação no centro das relações de aprendizagem). Como afirma Vidal, a escola renovada pretendia a incorporação de toda a população infantil. (VIDAL, 2000, p.498). A renovação dos métodos de ensino, a preocupação com a estrutura e a organização das instituições educativas, como também a formação de professores representavam os principais motivos para as novas iniciativas diante da educação nacional. Para atingir as expectativas nas inovações da educação brasileira, era preciso a adequação e a melhoria das práticas e das políticas educacionais no país. Considerações Finais A partir dos anos de 1960, houve grandes mudanças de modelo e de assistência a infância abandonada. Começava a fase do Estatuto do Bem-Estar, com a criação da FUNABEM (1964), constituição Cidadã, assim inseriam-se em nossa sociedade os Direitos Internacionais da Criança, proclamados pela ONU nos anos de Com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Diante de todas essas transformações, enfim, o Estado assume sua responsabilidade sobre a assistência à infância e à adolescência desvalidas, e estas se tornam sujeitos de Direito, pela primeira vez na História. Nos anos de 1960 e 1970, vislumbramos o aumento da taxa de trabalho feminino, conseqüência de variadas alterações sociais, leva a uma procura cada vez maior dos serviços voltados para a infância, verificando-se assim uma expansão das creches e jardins de Infância de natureza privada e assistencial. O que então se privilegiava era a guarda das crianças, em detrimento de preocupações pedagógicas ou de respeito pela individualidade das crianças, característica que ainda hoje pesa nas instituições privadas de solidariedade social. O Jardim de Infância Augusto Maynard foi implantado em 1932, juntamente com a Inspetoria de Higiene Infantil, e foi considerado, na época, uma inovação no Estado de Sergipe. Poucas instituições no país traziam os ideais educativos aliados aos cuidados com a saúde e a higiene infantil. Um resultado do anseio de professoras normalistas que se envolveram com a educação da infância sergipana e do engajamento da sociedade civil, que participou ativamente da edificação deste projeto educativo. (LEAL, 2004, p. 100). Para as professoras do Jardim de Infância do Centro Municipal de Assistência à Criança, o jardim do Estado era referência, modelo a ser imitado. Esse desejo era compartilhado pelas autoridades educacionais da Prefeitura de Aracaju que, mesmo não arcando com todos os custos, desejavam também uma escola de qualidade para os filhos das camadas trabalhadoras. Assim, de acordo com as exigências materiais e com a mentalidade de alguns pais, a escola foi, até a década de 1950, freqüentada pelos filhos dos pequenos comerciantes, funcionários públicos, trabalhadores mais qualificados do comércio e da indústria. O Jardim de Infância José Garcez Vieira, representou o pioneirismo na educação infantil municipal de Aracaju, no sentido de socialização, formação psicológica, moral e cívica, sobretudo no que concerne à preparação para a instrução primária. A atuação do referido Jardim contribuiu com a História da Educação Municipal de Aracaju, com mais de 60 anos de atuação ininterruptos, somando-se ao Jardim Estadual 572

12 573 Augusto Maynard, a fim de atender à população infantil da capital sergipana e do Estado de Sergipe. Notas 1. Em 1942 foi projetado o Jardim de Infância José Garcez Vieira, sendo inaugurado em novembro de Ata da inauguração da Casa da Criança. Cf. Livro de Ata do Jardim de Infância Casa da Criança, Acervo particular de Luiz Antônio Barreto. Instituto Tobias Barreto de Educação e Cultura. 3. Quadro Demonstrativo dos Grupos Escolares, Escolas Reunidas, Escolas Isoladas, Estaduais, Municipais e Particulares e Nomes dos Respectivos Professores. Governo de Sergipe. Imprensa Oficial. Aracaju, Abril, DECRETO LEI n. 75 de 21 de março de Este decreto instituiu o Centro Municipal de Assistência à Infância, do qual, o jardim inaugurado em 10 de novembro de 1944, fazia parte. 5. Lúcia Melo Dantas. Professora desde 1946 e diretora em 1956 e de 1959 a 1973, entrevista concedida à autora, em 11 de maio de Referências Bibliográficas ARIÈS, Philippe. História da Criança e da Família. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC, BERGER, Peter L. A construção social da realidade: tratado de sociologia do conhecimento. Petrópolis: Vozes, DEL PRIORE, Mary. História das crianças no Brasil. 2ª ed. São Paulo: Contexto, DURKHEIM, Émile. As regras do método sociológico. 12ª.Ed. São Paulo: Edições Melhoramentos, FARIA, Ana Lucia Goulart de. Educação pré-escolar: para uma pedagogia da educação infantil 2ª Ed. Campinas, SP: Editora da Unicamp; São Paulo: Cortez, FROEBEL, F. La educacion del hombre. Tradução Luis de Zulueta. Madrid: Daniel Jorro, FREITAS, Marcos Cezar de. KUHLMANN Jr, Moysés. (orgs). Os intelectuais na história da infância. São Paulo: Cortez GRAÇA, Tereza Cristina Cerqueira; SOUZA, Josefa Eliana; SANTOS, Betisabel Vilar de Jesus. A cartilha do barnabé: a educação pública municipal no governo Conrado de 573

13 574 Araújo ( ). PMA-SEMED, (Coleção História da Educação Municipal de Aracaju) KISHIMOTO, Tizuko Morchida. A pré-escola em São Paulo (1877 a 1940). São Paulo: Loyola, KRAMER, Sônia. A política do pré-escolar no Brasil: a arte do disfarce. Ed. Dois pontos, 3ª ed, Rio de Janeiro, KUHLMANN Jr., Moysés. Infância e educação infantil: uma abordagem histórica. Porto Alegre: Mediação, LEAL, Rita de Cássia Dias. O primeiro jardim de infância de Sergipe: contribuição ao estudo da educação infantil ( ). São Cristóvão (SE), (Dissertação de Mestrado). NPGED/UFS. LIMA, Ana Paula dos Santos. A primeira instituição municipal de educação infantil em Aracaju: José Garcez Vieira ( ). In. Anais da VI Jornada Nacional do Grupo de Estudos e Pesquisas - História, Sociedade e Educação no Brasil. HISTEDBR. Ponta Grossa, Paraná: UEPG, CD/ROM Contribuição à História da Educação Infantil em Sergipe : O Primeiro Jardim de Infância Municipal de Aracaju José Garcez Vieira. In: XXV Encontro Nacional de Estudantes de História. Caderno de Resumos. São Cristóvão, SE: UFS, 2005, p.39. MONARCHA, Carlos (org) Educação da infância brasileira. ( ). Campinas São Paulo: Ed. Autores associados, (Coleção educação contemporânea) NASCIMENTO, Jorge Carvalho do. As viagens pedagógicas. São Paulo e a difusão da Pedagogia Moderna e da Escola Nova no Brasil. Cadernos Ceru, nº 14,2003. p SOUZA, Rosa Fátima de. Templos de civilização: a implantação da escola primária graduada no Estado de São Paulo: ( ). São Paulo: Fundação Editora da UNESP, VIDAL, Diana Gonçalves. Escola Nova e processo educativo. In. LOPES, Eliane Marta Teixeira; FARIA FILHO, Luciano Mendes; VEIGA, Cynthia Greive (orgs). 500 anos de educação no Brasil. Belo Horizonte: Autêntica,

PRIMEIRAS INICIATIVAS DE EDUCAÇÃO DA INFÂNCIA BRASILEIRA: UMA ABORDAGEM HISTÓRICA (1870-1940)

PRIMEIRAS INICIATIVAS DE EDUCAÇÃO DA INFÂNCIA BRASILEIRA: UMA ABORDAGEM HISTÓRICA (1870-1940) PRIMEIRAS INICIATIVAS DE EDUCAÇÃO DA INFÂNCIA BRASILEIRA: UMA ABORDAGEM HISTÓRICA (1870-1940) Resumo Rafaely Karolynne do Nascimento Campos 1 - UFS Ana Lúcia da Silva Pereira 2 - UFS Grupo de Trabalho

Leia mais

EDUCAÇÃO E CUIDADO EM CRECHES: PÓS - LDB 9394/96: O PROJETO FUNDO DO MILÊNIO PARA A PRIMEIRA INFÂNCIA E A MESA EDUCADORA COMO PROPOSTA PEDAGÓGICA

EDUCAÇÃO E CUIDADO EM CRECHES: PÓS - LDB 9394/96: O PROJETO FUNDO DO MILÊNIO PARA A PRIMEIRA INFÂNCIA E A MESA EDUCADORA COMO PROPOSTA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO E CUIDADO EM CRECHES: PÓS - LDB 9394/96: O PROJETO FUNDO DO MILÊNIO PARA A PRIMEIRA INFÂNCIA E A MESA EDUCADORA COMO PROPOSTA PEDAGÓGICA Débora Teixeira de Mello 1 RESUMO Este trabalho visa acompanhar

Leia mais

3º período -1,5 horas. Ementa

3º período -1,5 horas. Ementa Estrutura e Organização da Escola de Educação Infantil 3º período -1,5 horas Ementa Organização da escola de educação infantil. Planejamento, registro e avaliação da educação infantil. Fundamentos e métodos

Leia mais

EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DA CRIANÇA NA PRIMEIRA INFÂNCIA: O CAMPO DAS RESPONSABILIDADES

EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DA CRIANÇA NA PRIMEIRA INFÂNCIA: O CAMPO DAS RESPONSABILIDADES EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DA CRIANÇA NA PRIMEIRA INFÂNCIA: O CAMPO DAS RESPONSABILIDADES Ao longo de muitos séculos, a educação de crianças pequenas foi entendida como atividade de responsabilidade

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

Educação Infantil: Fundamentos. Teleaula 1. Apresentação do Professor. Ementa. Organização da Disciplina. Pedagogia

Educação Infantil: Fundamentos. Teleaula 1. Apresentação do Professor. Ementa. Organização da Disciplina. Pedagogia Educação Infantil: Fundamentos Teleaula 1 Prof. Me. Mônica Caetano da Silva tutoriapedagogia@grupouninter.com.br Apresentação do Professor Pedagogia Ementa Políticas para a Educação Infantil: conceitos

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

TÍTULO: O INGRESSO DA CRIANÇA AOS SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS DILEMA OU SOLUÇÃO

TÍTULO: O INGRESSO DA CRIANÇA AOS SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS DILEMA OU SOLUÇÃO TÍTULO: O INGRESSO DA CRIANÇA AOS SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS DILEMA OU SOLUÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DO GRANDE

Leia mais

EDUCAÇÃO E CUIDADO EM CRECHES: PÓS - LDB 9394/96: O PROJETO FUNDO DO MILÊNIO PARA A PRIMEIRA INFÂNCIA E A MESA EDUCADORA COMO PROPOSTA PEDAGÓGICA

EDUCAÇÃO E CUIDADO EM CRECHES: PÓS - LDB 9394/96: O PROJETO FUNDO DO MILÊNIO PARA A PRIMEIRA INFÂNCIA E A MESA EDUCADORA COMO PROPOSTA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO E CUIDADO EM CRECHES: PÓS - LDB 9394/96: O PROJETO FUNDO DO MILÊNIO PARA A PRIMEIRA INFÂNCIA E A MESA EDUCADORA COMO PROPOSTA PEDAGÓGICA Débora Teixeira de Mello RESUMO Este visa pretende acompanhar

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DO PRIMEIRO JARDIM DE INFÂNCIA EM SERGIPE: CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO SOBRE A EDUCAÇÃO INFANTIL

IMPLANTAÇÃO DO PRIMEIRO JARDIM DE INFÂNCIA EM SERGIPE: CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO SOBRE A EDUCAÇÃO INFANTIL IMPLANTAÇÃO DO PRIMEIRO JARDIM DE INFÂNCIA EM SERGIPE: CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO SOBRE A EDUCAÇÃO INFANTIL Rita de Cássia Dias Leal/ UFS APRESENTAÇÃO Os aspectos abordados neste trabalho fazem parte de um

Leia mais

A EDUCAÇÃO INFANTIL E A FORMAÇÃO DE SEUS PROFESSORES: UM OLHAR CRÍTICO

A EDUCAÇÃO INFANTIL E A FORMAÇÃO DE SEUS PROFESSORES: UM OLHAR CRÍTICO A EDUCAÇÃO INFANTIL E A FORMAÇÃO DE SEUS PROFESSORES: UM OLHAR CRÍTICO Ivone Garcia Barbosa 1 Nancy Nonato de Lima Alves 2 Telma Aparecida Teles Martins 3 RESUMO: O presente estudo teórico apresenta reflexões

Leia mais

2. A Educação Infantil em Natal

2. A Educação Infantil em Natal Uma mudança importante ocorreu no início da década de 60, com a Lei 4.024/61 Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional que incluiu os Jardins de Infância no Sistema de Ensino, incrementando a procura

Leia mais

ASSOCIAÇÃO CASA DA CRIANÇA DE SANTOS NA PRIMEIRA REPÚBLICA: CONCEPÇÕES DE INFÂNCIA VIEIRA,

ASSOCIAÇÃO CASA DA CRIANÇA DE SANTOS NA PRIMEIRA REPÚBLICA: CONCEPÇÕES DE INFÂNCIA VIEIRA, ASSOCIAÇÃO CASA DA CRIANÇA DE SANTOS NA PRIMEIRA REPÚBLICA: CONCEPÇÕES DE INFÂNCIA VIEIRA, Marina Tucunduva B. Porto UNISANTOS GT: História da Educação / n.02 Agência Financiadora: Não contou com financiamento

Leia mais

A RELEVÂNCIA DAS CONCEPÇÕES DE INFÂNCIA: AS MUDANÇAS OCORRIDAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ORGANIZAÇÃO POLÍTICA DO MUNICÍPIO DE PALMAS (TO)

A RELEVÂNCIA DAS CONCEPÇÕES DE INFÂNCIA: AS MUDANÇAS OCORRIDAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ORGANIZAÇÃO POLÍTICA DO MUNICÍPIO DE PALMAS (TO) A RELEVÂNCIA DAS CONCEPÇÕES DE INFÂNCIA: AS MUDANÇAS OCORRIDAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ORGANIZAÇÃO POLÍTICA DO MUNICÍPIO DE PALMAS (TO) Nilde Cardoso de Oliveira Denise Aquino Alves Martins Universidade

Leia mais

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova.

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova. 12. As concepções de educação infantil Conforme OLIVEIRA, a educação infantil no Brasil, historicamente, foi semelhante a outros países. No Séc. XIX tiveram iniciativas isoladas de proteção à infância

Leia mais

COMBINADOS, COMPORTAMENTO E REGRAS DE CONVIVÊNCIA : O PROCESSO DE CIVILIDADE PARA CRIAÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

COMBINADOS, COMPORTAMENTO E REGRAS DE CONVIVÊNCIA : O PROCESSO DE CIVILIDADE PARA CRIAÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL COMBINADOS, COMPORTAMENTO E REGRAS DE CONVIVÊNCIA : O PROCESSO DE CIVILIDADE PARA CRIAÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Orientanda: Daniéle de Matos Machado Orientadora: Prof.ª Dr.ª Magda Sarat Co-orientadora:

Leia mais

MENOS ASSISTENCIALISMO, MAIS PEDAGOGIA. Moysés Kuhlmann: carências da educação infantil vão desde instalações à formação dos professores.

MENOS ASSISTENCIALISMO, MAIS PEDAGOGIA. Moysés Kuhlmann: carências da educação infantil vão desde instalações à formação dos professores. MENOS ASSISTENCIALISMO, MAIS PEDAGOGIA Moysés Kuhlmann: carências da educação infantil vão desde instalações à formação dos professores. 2 Ao lado das concepções do trabalho pedagógico para a infância,

Leia mais

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Jorge Luiz de FRANÇA * Nesta comunicação, pretendemos, por intermédio das publicações

Leia mais

I - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

I - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA I - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA O Colégio Ceom, fundamenta seu trabalho educacional na área da Educação Infantil, Ensino Fundamental I, Fundamental II e Ensino Médio, a partir das teorias de Jean Piaget e Emília

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Prática: 15 h/a Carga Horária: 60 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL

A FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL A FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL Maria das Graças Oliveira Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas, Campinas/SP, Brasil. Resumo Este texto é parte de uma Tese de Doutorado

Leia mais

A NECESSIDADE DA FORMAÇÃO ESPECÍFICA DOS PROFISSIONAIS QUE ATUAM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo

A NECESSIDADE DA FORMAÇÃO ESPECÍFICA DOS PROFISSIONAIS QUE ATUAM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DA EDUVALE Publicação científica da Faculdade de Ciências Sociais aplicadas do Vale de São Lourenço- Jaciara/MT Ano III, Número 05, outubro de

Leia mais

Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária Belo Horizonte 12 a 15 de setembro de 2004

Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária Belo Horizonte 12 a 15 de setembro de 2004 Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária Belo Horizonte 12 a 15 de setembro de 2004 Oficinas de Cidadania, Alfabetização e Letramento Área Temática em Educação Resumo O projeto, que buscou

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

difusão de idéias EDUCAÇÃO INFANTIL SEGMENTO QUE DEVE SER VALORIZADO

difusão de idéias EDUCAÇÃO INFANTIL SEGMENTO QUE DEVE SER VALORIZADO Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias outubro/2007 página 1 EDUCAÇÃO INFANTIL SEGMENTO QUE DEVE SER VALORIZADO Moysés Kuhlmann :A educação da criança pequena também deve ser pensada na perspectiva de

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE VÁRZEA GRANDE CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. Resolução nº 021 de 10 de junho de 2009.

ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE VÁRZEA GRANDE CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. Resolução nº 021 de 10 de junho de 2009. Resolução nº 021 de 10 de junho de 2009. Fixa normas para Educação Infantil no âmbito do Sistema Municipal de Ensino do Município de Várzea Grande Estado de Mato Grosso O Conselho Municipal de Educação

Leia mais

Anais do II Seminário de Pesquisa do NUPEPE Uberlândia/MG p. 28-35 21 e 22 de maio 2010

Anais do II Seminário de Pesquisa do NUPEPE Uberlândia/MG p. 28-35 21 e 22 de maio 2010 28 O CUIDAR E O EDUCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA PERSPECTIVA PARA GRADUADOS EM LICENCIATURAS Adrienne Galvão Silveira Licenciada e Bacharel em Geografia Profa. Rede Particular Uberlândia - MG galvaodri@yahoo.com.br

Leia mais

A LEGISLAÇÃO E A FORMAÇÃO DOS PROFESSORES PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

A LEGISLAÇÃO E A FORMAÇÃO DOS PROFESSORES PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL A LEGISLAÇÃO E A FORMAÇÃO DOS PROFESSORES PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL INTRODUÇÃO Márcia Barbosa Soczek 1 Este texto tem como referência básica os documentos oficiais que orientaram a implantação das políticas

Leia mais

A EDUCAÇÃO INFANTIL E OS DESAFIOS DA DOCÊNCIA NO ÂMBITO DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Ana Paula Reis de Morais 1 Kizzy Morejón 2

A EDUCAÇÃO INFANTIL E OS DESAFIOS DA DOCÊNCIA NO ÂMBITO DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Ana Paula Reis de Morais 1 Kizzy Morejón 2 728 A EDUCAÇÃO INFANTIL E OS DESAFIOS DA DOCÊNCIA NO ÂMBITO DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Ana Paula Reis de Morais 1 Kizzy Morejón 2 RESUMO: O presente artigo trata da especificidade da ação pedagógica voltada

Leia mais

Palavras-chave: Currículo. Educação Infantil. Proposta Curricular. Políticas Curriculares.

Palavras-chave: Currículo. Educação Infantil. Proposta Curricular. Políticas Curriculares. REFORMULAÇÃO DA PROPOSTA CURRICULAR PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE SANTA RITA/PB: o processo de formulação das políticas BARROS, Maria Cristitna de Oliveira Bezerra 1 AMORIM, Ana Luisa Nogueira

Leia mais

LUDICIDADE E ENSINO: UMA PARCERIA QUE CONTRIBUI COM A EDUCAÇÃO

LUDICIDADE E ENSINO: UMA PARCERIA QUE CONTRIBUI COM A EDUCAÇÃO LUDICIDADE E ENSINO: UMA PARCERIA QUE CONTRIBUI COM A EDUCAÇÃO INTRODUÇÃO Ana Lucia da Silva 1 Franchys Marizethe Nascimento Santana Ferreira 2 O presente projeto justifica-se pela necessidade verificada,

Leia mais

PROJETO CORAL ZARAH TRINDADE TEMA: MÚSICA E INCLUSÃO: DIVERSIDADE QUE CANTA E ENCANTA.

PROJETO CORAL ZARAH TRINDADE TEMA: MÚSICA E INCLUSÃO: DIVERSIDADE QUE CANTA E ENCANTA. PROJETO CORAL ZARAH TRINDADE TEMA: MÚSICA E INCLUSÃO: DIVERSIDADE QUE CANTA E ENCANTA. A música é uma língua e pode ser aprendida como as crianças aprendem qualquer língua: ouvindo e imitando. (Shinishi

Leia mais

CIVILIDADE E EDUCAÇÃO DAS CRIANÇAS JAPONESAS: PRIMEIRAS APROXIMAÇÕES COM NORBERT ELIAS

CIVILIDADE E EDUCAÇÃO DAS CRIANÇAS JAPONESAS: PRIMEIRAS APROXIMAÇÕES COM NORBERT ELIAS CIVILIDADE E EDUCAÇÃO DAS CRIANÇAS JAPONESAS: PRIMEIRAS APROXIMAÇÕES COM NORBERT ELIAS Orientanda: Joice Camila dos Santos Kochi Orientadora: Magda Sarat Co-orientadora: Míria Izabel Campos Universidade

Leia mais

Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves

Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves TEMA : BRINCANDO E APRENDENDO NA ESCOLA Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves Autora: Prof a Cássia de Fátima da S. Souza PÚBLICO ALVO Alunos de 04 anos TEMA: BRINCANDO E

Leia mais

RESOLUÇÃO N 276/ 2000-CEE/MT.

RESOLUÇÃO N 276/ 2000-CEE/MT. RESOLUÇÃO N 276/ 2000-CEE/MT. Fixa normas para a oferta da Educação Infantil no Sistema Estadual de Ensino. O CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO, no uso de suas atribuições legais, em consonância

Leia mais

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA RESUMO Os educadores têm se utilizado de uma metodologia Linear, que traz uma característica conteudista; É possível notar que o Lúdico não se limita

Leia mais

II - ANÁLISE PRELIMINAR DOS DADOS EDUCACIONAIS DE SERGIPE:

II - ANÁLISE PRELIMINAR DOS DADOS EDUCACIONAIS DE SERGIPE: EDUCAÇÃO INFANTIL I - META 1 DO PNE: Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em creches

Leia mais

A CRECHE EM SERGIPE INICIATIVAS E DISCUSSÕES NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XX

A CRECHE EM SERGIPE INICIATIVAS E DISCUSSÕES NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XX A CRECHE EM SERGIPE INICIATIVAS E DISCUSSÕES NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XX Yolanda Dantas de Oliveira/PUCSP A creche é parte de um conjunto de iniciativas voltadas para o atendimento à criança, desencadeadas

Leia mais

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Gislaine Franco de Moura (UEL) gislaine.franco.moura@gmail.com Gilmara Lupion Moreno (UEL) gilmaralupion@uel.br

Leia mais

POSSÍVEIS RELAÇÕES ENTRE TEMPO, ESPAÇO E PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM NA ESCOLA DE JORNADA AMPLIADA

POSSÍVEIS RELAÇÕES ENTRE TEMPO, ESPAÇO E PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM NA ESCOLA DE JORNADA AMPLIADA POSSÍVEIS RELAÇÕES ENTRE TEMPO, ESPAÇO E PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM NA ESCOLA DE JORNADA AMPLIADA Thais Tolentino Santos SOUZA Valdeniza Maria Lopes da BARRA Palavras chave: tempo, espaço, ensino.

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. APRESENTAÇÃO Este curso, que ora apresentamos, insere-se como mais uma ação na perspectiva da formação do educador e destina-se a especializar

Leia mais

DIVISÃO DE ASSUNTOS ACADÊMICOS Secretaria Geral de Cursos PROGRAMA DE DISCIPLINA

DIVISÃO DE ASSUNTOS ACADÊMICOS Secretaria Geral de Cursos PROGRAMA DE DISCIPLINA DIVISÃO DE ASSUNTOS ACADÊMICOS Secretaria Geral de Cursos PROGRAMA DE DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CÓDIGO: EDU512 DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL CARGA HORÁRIA: 105h EMENTA:

Leia mais

ESTA PARA NASCER UM MODELO INOVADOR DE INCLUSIVA EM CURITIBA. Solicitação de doação por incentivo fiscal COMTIBA Prefeitura Municipal de Curitiba

ESTA PARA NASCER UM MODELO INOVADOR DE INCLUSIVA EM CURITIBA. Solicitação de doação por incentivo fiscal COMTIBA Prefeitura Municipal de Curitiba ESTA PARA NASCER UM MODELO INOVADOR DE EDUCACAO INFANTIL INCLUSIVA EM CURITIBA VEJA COMO SUA EMPRESA PODE TRANSFORMAR ESTA IDEIA EM REALIDADE { Solicitação de doação por incentivo fiscal COMTIBA Prefeitura

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS PROPOSTAS PEDAGÓGICAS PARA A EFETIVAÇÃO DE PRÁTICAS QUE RESPEITEM OS DIRETOS DAS CRIANÇAS.

A IMPORTÂNCIA DAS PROPOSTAS PEDAGÓGICAS PARA A EFETIVAÇÃO DE PRÁTICAS QUE RESPEITEM OS DIRETOS DAS CRIANÇAS. 712 A IMPORTÂNCIA DAS PROPOSTAS PEDAGÓGICAS PARA A EFETIVAÇÃO DE PRÁTICAS QUE RESPEITEM OS DIRETOS DAS CRIANÇAS. Indira Aparecida Santana Aragão ¹, Gilza Maria Zauhy Garms ² ¹ Aluna do curso de Pedagogia

Leia mais

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA RESUMO Alba Patrícia Passos de Sousa 1 O presente artigo traz como temática o ensino da língua inglesa na educação de jovens e adultos (EJA),

Leia mais

FACESI EM REVISTA Ano 3 Volume 3, N. 2 2011 - - ISSN 2177-6636

FACESI EM REVISTA Ano 3 Volume 3, N. 2 2011 - - ISSN 2177-6636 PEDAGOGIA EMPRESARIAL E APRENDER BRINCANDO E A IMPORTÂNCIA DO JOGO: DIFERENTES TEMAS NA ÁREA EDUCACIONAL Ana Flávia Crespim da Silva Araújo ana.crespim@hotmail.com Elaine Vilas Boas da Silva elainevb2010@hotmail.com

Leia mais

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Josiane Lima Zanata (Seduc) josianezanata@hotmail.com Ivani Souza Mello (UFMT) ivanimello1@hotmail.com

Leia mais

Revista Científica Eletrônica de Ciências Sociais Aplicadas da EDUVALE - ISSN 1806-6283

Revista Científica Eletrônica de Ciências Sociais Aplicadas da EDUVALE - ISSN 1806-6283 O PAPEL DO PROFESSOR E DO AUXILIAR DE DESENVOLVIMENTO INFANTIL E DO ESTAGIÁRIO: Um diálogo necessário OLIVEIRA, Elisangela 1 SERAFIM, Lindineide 2 OLIVEIRA, Elizabete Gaspar de 3 RESUMO O presente estudo

Leia mais

PROVA SIMULADA SOBRE A LEI DE DIRETRIZES E BÁSICAS DA EDUCAÇÃO NACIONAL LDBEN

PROVA SIMULADA SOBRE A LEI DE DIRETRIZES E BÁSICAS DA EDUCAÇÃO NACIONAL LDBEN PROVA SIMULADA SOBRE A LEI DE DIRETRIZES E BÁSICAS DA EDUCAÇÃO NACIONAL LDBEN 1. A Lei de Diretrizes e Bases, Lei nº. 9394/96, em seu artigo 3º enfatiza os princípios norteadores do ensino no Brasil. Analise-os:

Leia mais

O LÚDICO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A APRENDIZAGEM DAS CRIANÇAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O LÚDICO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A APRENDIZAGEM DAS CRIANÇAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL O LÚDICO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A APRENDIZAGEM DAS CRIANÇAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Maria Andréa Nogueira de Souza¹; Andreza Emicarla Pereira Calvacante²; Francicleide Cesário

Leia mais

A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo

A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL Maria Elany Nogueira da Silva Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo Este presente artigo pretende refletir idéias sobre o brincar na Educação Infantil,

Leia mais

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Silvia Christina Madrid Finck E-mail: scmfinck@ uol.com.br Resumo: Este artigo refere-se ao projeto de pesquisa

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DA PRÁTICA DOCENTE

ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DA PRÁTICA DOCENTE 1 ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DA PRÁTICA DOCENTE Natália Maria G. Dantas de Santana- UAE/CFP/UFCG Mayrla Marla Lima Sarmento-UAE/CFP/UFCG Maria Thaís de Oliveira

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

O papel social da educação infantil (1)

O papel social da educação infantil (1) O papel social da educação infantil (1) Sonia Kramer (2) "Filhos da sensatez, justiça e muito amor Netos de boa herança, frutos da sã loucura Fortes, sadios, lindos, pretos brancos ou índios Os meninos

Leia mais

Categoria Pôster 2 O NEI se constitui numa escola de Educação Infantil situada no Campus Central da UFRN- Natal, que

Categoria Pôster 2 O NEI se constitui numa escola de Educação Infantil situada no Campus Central da UFRN- Natal, que ARTE PRESENTE NA CONSTRUÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO: UM RELATO DE CASO 1 PONTES, Gilvânia Maurício Dias de (Mestranda PPGEd-UFRN/ Prof. do NEI-UFRN) PERNAMBUCO, Marta Maria Castanho Almeida (DEPED- CCSA-

Leia mais

15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME. Política Nacional de Educação Infantil. Mata de São João/BA Junho/2015. Secretaria de Educação Básica

15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME. Política Nacional de Educação Infantil. Mata de São João/BA Junho/2015. Secretaria de Educação Básica 15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME Política Nacional de Educação Infantil Mata de São João/BA Junho/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores urbanos e rurais

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Erika Cristina Pereira Guimarães (Pibid-UFT- Tocantinópolis) Anna Thércia José Carvalho de Amorim (UFT- Tocantinópolis) O presente artigo discute a realidade das

Leia mais

Palavras-chave: Creche, assistencialista, cuidar educar, dificuldades

Palavras-chave: Creche, assistencialista, cuidar educar, dificuldades EDUCAÇÃO SE TRAZ DA CRECHE: DIFICULDADES DE EDUCAR-CUIDAR EM UMA CRECHE DA REDE MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO Aristeo Gonçalves Leite Filho Daise Silva dos Santos Resumo: O presente trabalho surgiu da experiência

Leia mais

Pesquisa inédita faz paralelo entre sistema de educação infantil português e brasileiro

Pesquisa inédita faz paralelo entre sistema de educação infantil português e brasileiro Pesquisa inédita faz paralelo entre sistema de educação infantil português e brasileiro O estudo Educação Infantil em Debate - a Experiência de e a Realidade eira faz um paralelo entre as soluções encontradas

Leia mais

A IMPLANTAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS EM ESCOLAS ESTADUAIS DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS: ALGUMAS PONDERAÇÕES

A IMPLANTAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS EM ESCOLAS ESTADUAIS DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS: ALGUMAS PONDERAÇÕES A IMPLANTAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS EM ESCOLAS ESTADUAIS DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS: ALGUMAS PONDERAÇÕES Inajara Ramos 1, Lislene Nagaroto 2, Luciana Alves 3, Vera Lúcia Catoto Dias 4, Ana Maria

Leia mais

ANÁLISE DAS DISSERTAÇÕES E TESES QUE ABORDARAM OS JOGOS E BRINCADEIRAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

ANÁLISE DAS DISSERTAÇÕES E TESES QUE ABORDARAM OS JOGOS E BRINCADEIRAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL ANÁLISE DAS DISSERTAÇÕES E TESES QUE ABORDARAM OS JOGOS E BRINCADEIRAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL CLIMENIA MARIA LACERDA DE OLIVEIRA Núcleo de Estudos e Pesquisas: Trabalho Docente, Formação de Professores e

Leia mais

EXPERIÊNCIAS COM O BRINCAR NUMA TURMA DE PRÉ- ESCOLA: APRENDIZAGENS DE UMA ESTAGIÁRIA INICIANTE

EXPERIÊNCIAS COM O BRINCAR NUMA TURMA DE PRÉ- ESCOLA: APRENDIZAGENS DE UMA ESTAGIÁRIA INICIANTE EXPERIÊNCIAS COM O BRINCAR NUMA TURMA DE PRÉ- ESCOLA: APRENDIZAGENS DE UMA ESTAGIÁRIA INICIANTE RITA DE CÁSSIA TAVARES MEDEIROS 1 NATÁLIA LORENA NOLA 2 RESUMO Este trabalho é fruto do estágio final do

Leia mais

O VERDADEIRO MUNDO DA CRECHE: EDUCAR OU PRESTAR ASSISTÊNCIA? Drielly Adrean Batista, Rita Melissa Lepre, Rodrigo Cesar Costa, Aline kadooka.

O VERDADEIRO MUNDO DA CRECHE: EDUCAR OU PRESTAR ASSISTÊNCIA? Drielly Adrean Batista, Rita Melissa Lepre, Rodrigo Cesar Costa, Aline kadooka. 1175 O VERDADEIRO MUNDO DA CRECHE: EDUCAR OU PRESTAR ASSISTÊNCIA? Drielly Adrean Batista, Rita Melissa Lepre, Rodrigo Cesar Costa, Aline kadooka. Programa de pós-graduação em psicologia da Universidade

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR 1.ª SÉRIE DE OFERTA 99-8791-04 DIDÁTICA 160 0 160 99-8792-04

MATRIZ CURRICULAR 1.ª SÉRIE DE OFERTA 99-8791-04 DIDÁTICA 160 0 160 99-8792-04 Curso: Graduação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA PLENA MATRIZ CURRICULAR SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1988 CONSTITUIÇÃO FEDERAL ANTECEDENTES Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum

Leia mais

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Elba Siqueira de Sá Barretto: Os cursos de Pedagogia costumam ser muito genéricos e falta-lhes um

Leia mais

CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04 CRÉDITO: 04

CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04 CRÉDITO: 04 1. IDENTIFICAÇÃO PERÍODO: CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04 CRÉDITO: 04 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 NOME DA DISCIPLINA: FUND. TEÓRICOS METODOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL NOME DO CURSO: PEDAGOGIA 2. EMENTA Educação

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Marília Darc Cardoso Cabral e Silva 1 Tatiane Pereira da Silva 2 RESUMO Sendo a arte uma forma do ser humano expressar seus sentimentos,

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL NA CONTEMPORANEIDADE: CONCEPÇÃO E DESAFIO

EDUCAÇÃO INFANTIL NA CONTEMPORANEIDADE: CONCEPÇÃO E DESAFIO EDUCAÇÃO INFANTIL NA CONTEMPORANEIDADE: I ENCONTRO ESTADUAL MEC E MPPE DE EDUCAÇÃO ACESSO E QUALIDADE NA EDUCAÇÃO BÁSICA EM PERNAMBUCO 20.09.2013 Aspectos históricos (tempo recente) Século XX: Os direitos

Leia mais

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS E AS PRÁTICAS DE LETRAMENTO NO ENSINO FUNDAMENTAL: REFLEXÕES SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO DESENVOLVIDO NA PUCGOIÁS/GOIÂNIA

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS E AS PRÁTICAS DE LETRAMENTO NO ENSINO FUNDAMENTAL: REFLEXÕES SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO DESENVOLVIDO NA PUCGOIÁS/GOIÂNIA GT 13 - DIÁLOGOS ABERTOS SOBRE A EDUCAÇÃO BÁSICA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS E AS PRÁTICAS DE LETRAMENTO NO ENSINO FUNDAMENTAL: REFLEXÕES SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO DESENVOLVIDO NA PUCGOIÁS/GOIÂNIA Daniella

Leia mais

LEI Nº 1528/2004. A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 1528/2004. A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1528/2004 "INSTITUI O SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO DO MUNICÍPIO DE ARAUCÁRIA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS". A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono

Leia mais

DO INFANTIL AO SECRETARIADO: O EXTERNATO SÃO JOSÉ E A EDUCAÇÃO FEMININA NA CAPITAL PAULISTA

DO INFANTIL AO SECRETARIADO: O EXTERNATO SÃO JOSÉ E A EDUCAÇÃO FEMININA NA CAPITAL PAULISTA 1 DO INFANTIL AO SECRETARIADO: O EXTERNATO SÃO JOSÉ E A EDUCAÇÃO FEMININA NA CAPITAL PAULISTA 1880-1942 Autor : José Fernando Teles da Rocha Instituição : UNICAMP Eixo temático : História da profissão

Leia mais

Barueri, 20 de Maio de 2010. Ilustríssimo Senhor Rubens Furlan. Ref: PROJETO Nº 17

Barueri, 20 de Maio de 2010. Ilustríssimo Senhor Rubens Furlan. Ref: PROJETO Nº 17 Barueri, 20 de Maio de 2010. Ilustríssimo Senhor Rubens Furlan PREFEITO DE BARUERI Ref: PROJETO Nº 17 Venho à presença de Vossa Excelência apresentar cópia de mais um Projeto, oriundo de solicitações de

Leia mais

A EDUCAÇÃO DA PRIMEIRA INFÂNCIA: ESCOLA INFANTIL PÚBLICA EM BELO HORIZONTE (1908-1930)

A EDUCAÇÃO DA PRIMEIRA INFÂNCIA: ESCOLA INFANTIL PÚBLICA EM BELO HORIZONTE (1908-1930) A EDUCAÇÃO DA PRIMEIRA INFÂNCIA: ESCOLA INFANTIL PÚBLICA EM BELO HORIZONTE (1908-1930) Ellen Rose Fernandes Figueiredo Universidade Federal de Minas Gerais ellenrose.psi@gmail.com Palavras chaves: infância-

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL: DA LEGISLAÇÃO AO COMPROMISSO DA SALA DE AULA

EDUCAÇÃO INFANTIL: DA LEGISLAÇÃO AO COMPROMISSO DA SALA DE AULA EDUCAÇÃO INFANTIL: DA LEGISLAÇÃO AO COMPROMISSO DA SALA DE AULA BUENO, Gilmar Duarte Ribeiro UNICENTRO PR gilmarduarte@hotmail.com RODRIGUES, Roseli Viola UNICENTRO - PR jguego@yahoo.com.br Eixo Temático:

Leia mais

SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO AS PERSPECTIVAS POLÍTICAS PARA UM CURRÍCULO INTERDISCIPLINAR: DESAFIOS E POSSIBILIDADES Professor Doutor Carlos Henrique Carvalho Faculdade

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MOGI DAS CRUZES PLANO DE GOVERNO 2009 / 2012 EDUCAÇÃO

PREFEITURA MUNICIPAL DE MOGI DAS CRUZES PLANO DE GOVERNO 2009 / 2012 EDUCAÇÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE MOGI DAS CRUZES PLANO DE GOVERNO 2009 / 2012 EDUCAÇÃO O que buscamos Proporcionar educação com qualidade social para todas as crianças. Erradicar o analfabetismo, ampliar o nível

Leia mais

ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO

ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO CAMILA SONALY QUEIROZ TITO¹ MAÍSE RODRIGUES LÚCIO² O presente artigo tem por objetivo levar educadores da Educação Infantil a repensar sobre as concepções e metodologias

Leia mais

INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA: A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL

INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA: A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA: A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL Resumo 1 Discente do Curso de Serviço Social da Faculdade Novos Horizontes MG 2 Discente do Curso de Serviço

Leia mais

UM ESTUDO EXPLORATÓRIO DA IMPLANTAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS NA REDE PÚBLICA E PRIVADA

UM ESTUDO EXPLORATÓRIO DA IMPLANTAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS NA REDE PÚBLICA E PRIVADA CIÊNCIAS HUMANAS EDUCAÇÃO UM ESTUDO EXPLORATÓRIO DA IMPLANTAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS NA REDE PÚBLICA E PRIVADA NATÁLIA CORRÊA Curso de Pedagogia Faculdade de Educação NEIDE BARBOSA SAISI

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS ESPECÍFICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS ESPECÍFICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS ESPECÍFICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA SUBSÍDIOS PARA A REVISÃO DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL TRABALHO ENCOMENDADO PELO MEC/SEB DIRETORIA DE CONCEPÇÕES

Leia mais

ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13

ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13 ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13 I CICLO DE ESTUDOS INTERDISCIPLINARES (1º e 2º semestres): FUNDAMENTOS DA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO EMENTÁRIO: O I Ciclo do Curso de Pedagogia do UniRitter desenvolve os fundamentos

Leia mais

LINGUAGENS DA INFÂNCIA: PROJETO RECICLAR

LINGUAGENS DA INFÂNCIA: PROJETO RECICLAR LINGUAGENS DA INFÂNCIA: PROJETO RECICLAR ANNA PAULA SILVA (PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS), ELIANE FERREIRA PINTO (PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS). Resumo A reciclagem tem como principal foco a conscientização

Leia mais

OFICINA BRINCADEIRAS TRADICIONAIS COM SUCATAS: A EXPERIÊNCIA DO PROJETO DE EXTENSÃO LUDOTECA EM MOVIMENTO

OFICINA BRINCADEIRAS TRADICIONAIS COM SUCATAS: A EXPERIÊNCIA DO PROJETO DE EXTENSÃO LUDOTECA EM MOVIMENTO OFICINA BRINCADEIRAS TRADICIONAIS COM SUCATAS: A EXPERIÊNCIA DO PROJETO DE EXTENSÃO LUDOTECA EM MOVIMENTO Área Temática: sociedade e educação. Anilde Tombolato Tavares da Silva (Coordenadora da Ação) Autores

Leia mais

PESQUISA EM EDUCAÇÃO INFANTIL NO BRASIL: O LÚDICO NO CONTEXTO DA ERA VARGAS

PESQUISA EM EDUCAÇÃO INFANTIL NO BRASIL: O LÚDICO NO CONTEXTO DA ERA VARGAS 3 PESQUISA EM EDUCAÇÃO INFANTIL NO BRASIL: O LÚDICO NO CONTEXTO DA ERA VARGAS Ensaio Síntese do Projeto de Iniciação Científica apresentado ao Instituto de Pesquisas Aplicadas e Desenvolvimento Educacional

Leia mais

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE NASCIMENTO, Elaine Cristina Universidade Tecnológica Federal do Paraná AMORIM, Mário

Leia mais

OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS

OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS APRENDER BRINCANDO INVESTIDAS DA PRÁTICA EDUCACIONAL EM ESPAÇOS NÃO ESCOLARES JUNTO AO PROGRAMA INTEGRAÇÃO AABB COMUNIDADE, UMA EXPERIÊNCIA COM CRIANÇAS E JOVENS DA REDE PÚBLICA DE ENSINO DA CIDADE DE

Leia mais

Município de Caçapava Secretaria Municipal de Educação Estado de São Paulo

Município de Caçapava Secretaria Municipal de Educação Estado de São Paulo Lote 2 I - OBJETO DO CONTRATO: Município de Caçapava ANEXO I - TERMO DE REFÊRENCIA Contratação de Pessoa Jurídica para a prestação de serviços continuados de Assessoria Educacional, Formação e Capacitação

Leia mais

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL I - Fundamentos legais A Constituição de 1988, inciso IV do artigo 208, afirma: O dever do Estado com a educação será efetivado

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ELEMENTOS PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ELEMENTOS PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ELEMENTOS PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO BÁSICA: EDUCAÇÃO BÁSICA: 1. Definir os padrões mínimos de qualidade estabelecidos pela LDB, considerando as especificidades

Leia mais

Curso de Pedagogia Ementário da Matriz Curricular 2010.2

Curso de Pedagogia Ementário da Matriz Curricular 2010.2 1ª FASE 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL A Biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão neurológica nos processos básicos: os sentidos

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA E GRADUAÇÃO: UMA ARTICULAÇÃO POSSÍVEL NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES

Leia mais

Expansão da Educação Infantil e o desafio da garantia do direito ao atendimento e à qualidade

Expansão da Educação Infantil e o desafio da garantia do direito ao atendimento e à qualidade Expansão da Educação Infantil e o desafio da garantia do direito ao atendimento e à qualidade Cem Linguagens Profª Ms. Maria de Jesus Araújo Ribeiro Dezembro/2013 Programa Nacional de Reestruturação e

Leia mais

IMPACTOS E REFLEXOS DA FORMAÇÃO LÚDICA DO EDUCADOR NAS PRÁTICAS COTIDIANAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

IMPACTOS E REFLEXOS DA FORMAÇÃO LÚDICA DO EDUCADOR NAS PRÁTICAS COTIDIANAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL IMPACTOS E REFLEXOS DA FORMAÇÃO LÚDICA DO EDUCADOR NAS PRÁTICAS COTIDIANAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL BELO, Milena Domingos - UNIFESP 1 milena_dbelo@hotmail.com PANIZZOLO, Claudia - UNIFESP 2 claudiapanizzolo@uol.com.br

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA DUCADORAS DE BERÇÁRIO: EM FOCO O TRABALHO EDUCATIVO COM A LINGUAGEM MOVIMENTO

ESTRATÉGIAS DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA DUCADORAS DE BERÇÁRIO: EM FOCO O TRABALHO EDUCATIVO COM A LINGUAGEM MOVIMENTO ESTRATÉGIAS DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA DUCADORAS DE BERÇÁRIO: EM FOCO O TRABALHO EDUCATIVO COM A LINGUAGEM MOVIMENTO NADOLNY, Lorena de Fatima PMC e UFPR lorenaedf@gmail.com GARANHANI, Marynelma Camargo-

Leia mais

ARACY MARIA BRAGA DE MIRANDA. FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE NITERÓI. O DESAFIO DAS INICIATIVAS: ROMPER BARREIRAS E CONCRETIZAR ESPAÇOS.

ARACY MARIA BRAGA DE MIRANDA. FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE NITERÓI. O DESAFIO DAS INICIATIVAS: ROMPER BARREIRAS E CONCRETIZAR ESPAÇOS. ARACY MARIA BRAGA DE MIRANDA. FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE NITERÓI. O DESAFIO DAS INICIATIVAS: ROMPER BARREIRAS E CONCRETIZAR ESPAÇOS. Resumo: Quebrar paradigmas, gerar e concretizar iniciativas:

Leia mais

Capítulo I Da Educação Infantil

Capítulo I Da Educação Infantil RESOLUÇÃO Nº 443, de 29 de maio de 2001 Dispõe sobre a Educação Infantil no Sistema Estadual de Ensino de Minas Gerais e dá outras providências. O Presidente do Conselho Estadual de Educação, no uso das

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA 1 A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA INTRODUÇÃO O tema a ser estudado tem como finalidade discutir a contribuição da Educação Física enquanto

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS LEI Nº 1059, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2009. Dispõe sobre a Organização do Sistema Municipal de Ensino do Município de Pinhais e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE PINHAIS,, aprovou e eu, PREFEITO

Leia mais