magazinephilos Questões da qualidade Crónica de Carlos Castilho Pais Passatempo Tradumática Impressões de viagem

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1 mgzinephilos 52 nº DEZEMBRO / DECEMBER 2014 ANO / YEAR XIII edição bilingue bilingul edition ISSN Questões d qulidde Crónic de Crlos Cstilho Pis Psstempo Trdumátic Impressões de vigem Qulity issues Chronicle by Crlos Cstilho Pis For fun Trdumtics Trvel musings philos - comunicção globl, ld 2009

2 Índice Contents 3 Contr Corrente Aginst the Current Nvegr é preciso Nvigting is necessry 4 Questões d Qulidde Qulity Issues Trduzir com cbeç pensnte! / Trnsltions crried out by thinking hed 5... d Ocidentl pri lusitn... from the Western lusitnin shore Amrnte 6 Em português In portuguese Crónic de Crlos Cstilho Pis / Chronicle by Crlos Cstilho Pis 7 Gost de flores? Are you flower fn? 8 Psstempo For Fun!!!!!! 9 Crónic ds Leirs Leirs frm chronicle Que não flte Luz d Rzão! / My the Enlightenment of Reson not be lcking! 10 An Englishmn in Lisbon Um inglês em Lisbo 11 Bibliotec Librry (Re)leiturs :: (Re)reding Poems de Vid :: Lifetime Poems 12 Derivções de um Gurd-Livros Musings from Bookworm Breve pologi do plnet duplo X A brief pology of plnet double X 13 Trdumátic Trdumtics Virtulizr o Windows XP / Virtulising Windows XP 14 Álbum de Fotogrfis Photo Album 20 Artes Arts 21 Impressões de Vigem Trvel Musings Mimi - Prte I: luz Mimi - Prt I: the light mgzinephilos

3 Contr Corrente Aginst the Current & 5 - Amrnte; 2 - Helsínqui :: Helsinki; 3 & 4 - Mimi Nvegr é preciso Nvigting is necessry A perd irreprável que philos sofreu em bril deste no, com morte de um dos seus sócios funddores, representou tmbém um duríssimo golpe pr todos os que, durnte nos, se hbiturm colher os frutos d experiênci e os ensinmentos que o Sílvio tão bem sbi trnsmitir. No entnto, os meses pssrm e vemos, gor, findr um no que, tendo um mrc diferente e doloros, não deixou de decorrer nturlmente, com norml estbilidde que todos os nossos colbordores, clientes e prceiros comerciis se hbiturm, e que é bse d confinç que todos depositm n philos. Por isso, quero sublinhr solidriedde por todos demonstrd e, em prticulr, dedicção, esforço e espírito de equip dos colbordores d philos que, todos os níveis de responsbilidde, souberm compreender importânci de continur postr n empres, não pens como grnte d continuidde dos seus postos de trblho, ms, sobretudo, como impulsiondor d crição de novs oportuniddes resultntes d expnsão d su tividde. Com o título deste texto quis rememorr quele que foi um dos últimos pensmentos do Sílvio, que, em junho pssdo, referi n 50ª edição do nosso Mgzine. Ms é todos os nossos colbordores os colbordores internos em prticulr, ms tmbém os profissionis independentes que, lguns desde primeir hor, prtilhm os projetos d philos que hoje venho dedicr esse pensmento: Meus migos, nvegr é preciso e, muits vezes, contr corrente. A todos, os meus votos de Feliz Ano Novo! mgzinephilos Funddor :: Founder Sílvio Oliveir Editor :: Editor Mrgrid Fonsec Silv Textos :: Texts philos Colborção especil :: Specil collbortion Crlos Cstilho Pis Versão ingles :: English version Thoms Kundert Design Vitor Silv Fotogrfi :: Photos philos Sílvio Oliveir (Álbum de fotogrfis :: Photo Album) Publicção :: Publisher philos - comunicção globl, ld ISSN Est publicção bilingue, de distribuição grtuit, é exclusivmente eletrónic e destind o universo dos nossos prceiros comerciis. The irreprble loss tht philos suffered in April this yer, with the deth of one of its founders, ws n enormous setbck for ll those who for yers hd grown used to benefiting from the experience nd techings tht Sílvio trnsmitted so well. However, the months hve gone by nd hving come to the end of the yer we see tht lthough it ws mrked by pinful event, business continued s usul, with the stbility tht ll our employees, clients nd commercil prtners expect of us, bsed on their trust of the services rendered by philos. Therefore I would like to mke point of underlining the solidrity shown by everyone, nd in prticulr the dediction, effort nd tem spirit of the philos employees t ll levels, who hve continued to show they understnd the importnce of giving full commitment to the compny, not only to sfegurd their jobs, but bove ll to forge new opportunities resulting from the expnsion of the business. In choosing the title of this text I wnted to remind us of one of Sílvio s finl thoughts, which in June I mentioned in the 50th edition of our Mgzine. But it is to ll our employees to the in-house tem in prticulr, but lso to the freelncers who, some from the very beginning, hve shred the philos projects who I dedicte this thought to: My friends, nvigting is necessry nd often, ginst the current. I wish everybody Hppy New Yer!n Mrgrid Fonsec Silv (Mnging Prtner) This bilingul publiction is delivered free, by electronic mens only nd to our business prtners. Dezembro 2014 December 3

4 Questões d Qulidde Qulity Issues Trduzir com cbeç pensnte! Trnsltions crried out by thinking hed Pul Pires -Qulity Mnger- Trgo-vos hoje outro utor (depois de Kunder, em setembro pssdo) de excelênci: Pul Auster em Homem n Escuridão (Edições As, 2008, com trdução de José Vieir de Lim). Não conheço o trdutor, ms está de prbéns! Pr lém d trdução fluente de um texto que, como todos os de Pul Auster, não é de preensão imedit, o trdutor preocupouse em inserir nots de rodpé explictivs em pontos-chve d nrrtiv, como, por exemplo, n págin 25 dest edição, onde se lê: Será, um vez mis, o Norte contr o Sul? O Leste contr o Oeste? Vermelhos contr Azuis? Aqui temos, então, oportun not do trdutor, explicndo: Trt-se de um distinção recente (bsicmente prtir ds eleições de 2000) entre os estdos mericnos os estdos vermelhos tendem dr vitóri os Republicnos e os estdos zuis tendem preferir o Prtido Democrt pens porque são esss s cores usds nos mps de distribuição dos resultdos eleitoris. Outro exemplo interessnte é o que prece n págin 30, com seguinte frse: Um tipo de Nov Iorque que não é cpz de distinguir o cu do cotovelo Já estou ver os meus leitores, horrorizdos, exclmrem que í está um trdução à letr dum frse idiomátic pr qul, obvimente, dever-se-i ter encontrdo correspondênci mis dequd em português. Só que, muito justmente, o trdutor não se esqueceu de inserir, esse respeito, seguinte not de rodpé: Permitimo-nos trduzir à letr expressão do clão mericno cn t tell his ss from his elbow ou sej, é tão estúpido que nem consegue perceber s coiss mis elementres. A expressão portugues não distinguir o cu ds clçs é um prente remot dest expressão. Bem sei que cminhmos pr o livro digitl onde, com um simples clique sobre um qulquer plvr ou expressão, teremos cesso imedito à gigntesc bse de ddos que nos drá, não só o significdo, como té históri ilustrd correspondente à plvr pesquisd ms, té lá, sbe bem encontrr trduções de mão humn, com cbeç pensnte! Aproveito pr envir todos os leitores os melhores votos de Bos Fests e Feliz Ano Novo! Tody I bring you nother msterful uthor (following on from Kunder in the September edition): Pul Auster in Mn in the Drk (Edições As, 2008, trnslted by José Vieir de Lim). I don t know the trnsltor, but he did wonderful job! As well s the fluent trnsltion of text tht, like ll of Pul Auster s work, is not esily ssimilted, the trnsltor mde point of inserting explntory footnotes t key points in the story, such s on pge 25 of this edition where one cn red: Would it once gin be North versus South? Est versus West? Reds versus Blues? The trnsltor dded n opportune note, explining the following: This is recent distinction (bsiclly from the 2000 elections onwrds) between the Americn sttes. The red sttes tend to vote for the Republicns wheres the blue sttes tend to prefer the Democrtic Prty only becuse these re the colours used in the mps showing the election results. Another interesting exmple ppers on pge 30, with the following sentence: Um tipo de Nov Iorque que não é cpz de distinguir o cu do cotovelo the trnsltion of A guy from New York who cn t tell his ss from his elbow I cn imgine my reders re now ghst nd excliming tht this is literl trnsltion of n idiomtic phrse for which, obviously, the most equivlent one in Portuguese should hve been found. However, the trnsltor did not forget to dd the following footnote: Allow us to trnslte the Americn slng expression literlly. The phrse cn t tell his ss from his elbow refers to somebody who is so stupid tht he cnnot understnd the most bsic of notions. The equivlent Portuguese expression cn t tell his ss from his trousers is remote reltion of the idiom. I relise tht we re heding for the digitl book, when simple click on ny word or expression will give us immedite ccess to the gigntic dtbse tht will provide not only the mening, but even the illustrted history of the respective word, but, until we get there it is good to find humn trnsltions crried out by thinking hed! I tke the opportunity to send ll the reders my best wishes for Merry Christms nd Hppy New Yer!n 4 Dezembro 2014 December mgzinephilos

5 *... d Ocidentl pri lusitn... from the Western lusitnin shore Vitor Silv Amrnte O Museu Municipl Amdeo de Souz-Crdoso seri, por si só, motivo bstnte pr conhecer Amrnte e s obrs do grnde pintor ( ) d primeir gerção de modernists portugueses, mgnificmente inserids nos movimentos cubist, futurist e expressionist. Situd n região Douro-Tâmeg, pens 40 quilómetros d cidde do Porto, Amrnte é domind por um ds mis bels e romântics pisgens que podemos dmirr, enqudrd pel imponênci d serr do Mrão. O leito do Tâmeg e s sus mrgens de imens e romântic belez inspirrm, entre outros, o grnde Teixeir de Pscoes ( ), nome mior entre os miores d poesi portugues, que cidde homengei tmbém como seu conterrâneo ilustre. E é com s plvrs do poet que ssinmos, hoje, o nosso convite os leitores que ind não conheçm bel cidde de Amrnte: * Luís de Cmões ( ) The Amdeo de Souz-Crdoso Municipl Museum is reson lone to visit Amrnte nd to see the works one of the gret exponents ( ) of the first genertion of Portuguese modernist pinters, mgnificently inserted in the cubist, futurist nd expressionist movements. Locted in the region of the Rivers Douro nd Tâmeg, just 40 kilometres from Porto, Amrnte is dominted by strikingly beutiful nd romntic lndscpe, nestled besides the imposing Serr do Mrão mountin rnge. The River Tâmeg nd its bnks of vst nd romntic beuty provided inspirtion to, mong others, the gret Teixeir de Pscoes ( ), one of Portugl s foremost poets, to whom the town lso pys homge s one of its illustrious sons. We borrow the poet s words to invite our reders who hve not yet visited the beutiful town of Amrnte to do so: Bem mis do que neste r, que se respir, Pirs n minh lm... E com teus dedos De penumbr, rrebts minh lir, Ó Tâmeg de sonhos e segredos! Fr more thn this ir, tht one brethes, You hover in my soul... And with your Twilight fingers, you enthrl my lyre, Oh Tâmeg of drems nd secrets!n mgzinephilos Dezembro 2014 December 5

6 Em português In portuguese Crlos Cstilho Pis [professor universitário :: university professor] As questões do ensino d trdução não são indiferentes os meus leitores e já, por diverss vezes, qui bordámos o ssunto. Os Estudos de Trdução enqunto disciplin científic não podem compreender-se sem o ensino d trdução. É í, no ensino, como cus ou efeito, que tem origem tod ou quse tod produção científic dos Estudos de Trdução. Com entrd do ensino d trdução ns universiddes portuguess espervse e esper-se o incremento d produção científic ncionl d disciplin. Ms, será justo vlir, HOJE, o ensino d trdução tendo como critério prepondernte produção científic, sbendo-se que entrd do ensino d trdução ns universiddes não ultrpss, n generlidde, os cinco ou seis nos? É est questão que qui pretendo debter com os meus leitores. Import referir dois ddos importntes. O primeiro diz respeito às circunstâncis d entrd do ensino d trdução ns universiddes portuguess. O segundo será porventur um novidde pr os meus leitores e é ele que está n origem d necessidde dest crónic: determinção legl que obrig à vlição extern de todos os cursos, pssdos cinco nos pós su entrd em funcionmento. Do conjunto ds circunstâncis d entrd d trdução ns universiddes portuguess, lembro pens quel que diz respeito os docentes que tiverm que ministrr s uniddes curriculres dos cursos de trdução. A miori dqueles docentes er oriund de cursos ntigos, que se encontrvm com um número reduzido de lunos. Erm sobretudo docentes d áre ds literturs estrngeirs. Foi-lhes solicitd reciclgem e muitos deles brçrm cus com empenho que é de louvr. Enqunto docentes universitários, erm obrigdos não só o ensino, ms tmbém à investigção ns áres científics ds uniddes curriculres que lecionvm. Não descurrm s sus áres de doutormento (literturs estrngeirs), o que se compreende, e muitos inicirm investigção nos Estudos de Trdução. Ms trtou-se de um início. É necessário tempo, mis tempo, pr que os resultdos se tornem visíveis. Pssdos cinco nos são, portnto, estes cursos vlidos por um comissão extern às universiddes. É um processo obrigtório e s sus consequêncis podem ser drástics, cso vlição obtenh resultdos deficientes. Não é este um ssunto que ocupe s págins dos jornis e, por isso, os meus leitores tomrão tlvez s minhs plvrs por notíci. Ms é ssim. Compreende-se que deve existir vlição dos cursos, não é isso o que se coloc em cus. Ms um bem em si pode tornr-se num ml mior e configurr té, no cso dos cursos de trdução, um utêntico desstre. Um vlição dos cursos de trdução bsed n plicção do critério d produção científic dos docentes é extemporâne. Por certo que os docentes se dedicrm em primeiro lugr à preprção e o bom desempenho ds trefs letivs ds novs uniddes curriculres que lhes erm confids, deixndo pr segundo plno investigção científic. O mesmo poderi dizer-se sobre o critério d percentgem de docentes com doutormento em Estudos de Trdução. Não são ind ssim tntos os doutordos que temos e, plicr este critério em tempo de crise económic, qundo s universiddes veem de no pr no diminuir s verbs dos seus orçmentos oriunds do Estdo, é um bsurdo. Sim, vlir dest mneir os cursos de trdução é um desstre. E muito injusto, pois não se tem em cont entrd recente d trdução ns universiddes. Não se comprem estes cursos com os cursos de lrg trdição universitári! Não existe justiç num vlição de tudo vlir d mesm mneir! O ensino d trdução está em risco. E não é por flt de estudntes. E, sem ensino, continuremos por muitos nos n cud d Europ no que diz respeito um bibliogrfi portugues dos Estudos de Trdução; e os nossos profissionis continurão ser recrutdos no mercdo de trblho sem qulificções de nível superior. Não são bos, pois, neste finl de no, s noviddes que nos chegm ds universiddes portuguess. Espero que os meus leitores tenhm outrs, que lhes enchm lm nest époc que se quer festiv. The issues surrounding the teching of trnsltion re not indifferent to my reders, nd we hve tckled the subject severl times. Trnsltion Studies s scientific discipline cnnot be seprted from the teching of trnsltion. Indeed it is the teching, s cuse or effect, which gives rise to ll or lmost ll of the scientific production of Trnsltion Studies. Upon the introduction of the teching of trnsltion in Portuguese universities, the hope ws tht the ntionl scientific production in this re would increse. But is it fir to TODAY ssess the teching of trnsltion with the overriding criterion being the scientific production, given tht trnsltion only begn to be tught in most universities five or six yers go? This is the question I intend to discuss with my reders. Two importnt fctors must first be pointed out. The first is linked to the circumstnces surrounding the introduction of trnsltion teching in Portuguese universities. The second is likely to be news to my reders, nd is the reson behind the need for this edition s column: the legl ruling tht requires the externl ssessment of ll university courses, five yers fter they begin to be tught. Among the set of circumstnces surrounding the introduction of trnsltion in Portuguese universities, I remember only those linked to the techers who hd to give the curriculr modules of the trnsltion courses. Most of the techers cme from old courses, which ttrcted low number of students. They were bove ll techers from the re of foreign lnguges. They were sked to recycle themselves, nd mny embrced the tsk with priseworthy endevour. As university techers, they were forced not only to tech, but lso to crry out reserch in the scientific res of the curriculr modules tht they tught. They did not neglect their specilised fields (foreign lnguges), which is understndble, nd begn reserching in Trnsltion Studies. But it ws new strt, nd time is needed before the results cn be seen. Five yers lter nd these courses re ssessed by n externl committee. It is compulsory process nd its consequences cn be drstic, if negtive evlution is rrived t. This is not subject tht occupies the newspper column inches, nd so it will probbly be news to my reders. But this is the cse. It is understndble tht the courses should be ssessed. This is not in question. But good ide in theory cn turn into bd one in prctice, nd even, in the cse of the trnsltion courses, become n uthentic disster. An ssessment of the trnsltion courses bsed on pplying the criterion of the mount of scientific production of the techers is extemporneous. The techers certinly dedicte themselves first nd foremost to the proper preprtion nd teching of the new curriculr modules they hve been entrusted with, mking the scientific production secondry mission. The sme cn be sid bout the criteri of the percentge techers with PhD in Trnsltion Studies. We do not yet hve mny doctors in this re, nd pplying this criterion in time of economic crisis, when the universities stte funding is cut yer fter yer is bsurd. Yes, ssessing the trnsltion courses this wy is disster. And very unfir, s it does not tke into ccount the recent entrnce of trnsltion in the universities. You cnnot compre these courses with courses tht hve long university trdition! There is no justice in n ssessment process tht evlutes everything in the sme wy! The teching of trnsltion is t risk. And this is not becuse of lck of students. And, without eduction, we will continue for mny yers lgging behind in Europe with regrd to Portuguese bibliogrphy in Trnsltion Studies; nd our professionls will continue to be recruited in the mrket without higher eduction qulifictions. It is not good news tht reches us from the Portuguese universities s the yer comes to n end. I hope my reders hve other good news to fill their souls in this festive seson.n 6 Dezembro 2014 December mgzinephilos

7 Gost de flores? Are you flower fn? O género Vinc, vulgrmente conhecido como Pervinc, pertence à fmili ds Apocyncee e é proveniente do sudoeste europeu, noroeste de Áfric e sudoeste siático. Além de plnts medicinis de grnde vlor, são muito precids e cultivds em jrdins pelo efeito multicolorido ds sus flores, que se dão bem e se desenvolvem rpidmente tnto em locis sombrios como solheiros, desde que bem irrigdos. As pervincs são populrmente conhecids como erv-d-invej, isto é, plnts que protegem do mu-olhdo ds pessos invejoss. Convém, por isso, ter um rminho por perto qundo se recebe em cs um dquels pessos que pss o tempo dizer: Eu não tenho invej nenhum! The Vinc genus, commonly known s the periwinkle, belongs to the Apocyncee fmily nd is ntive to southwest Europe, northwest Afric nd southwest Asi. As well s being extremely vluble medicinl plnts, they re highly pprecited nd cultivted in grdens becuse of their multi-coloured flowers, which develop well in the shde nd in sunny loctions, s long s they re well wtered. Periwinkles re commonly known in Portugl s envy grss, i.e. plnts tht protect one from the covetous looks of envious people. Therefore, it is worth hving bunch nerby when you receive those guests in your home who spend the whole time sying: I m not bit envious! n PervincPeriwinkle A erv-d-invej :: Envy grss mgzine philos - officil sponsor mgzinephilos Dezembro 2014 December 7

8 Psstempo For FUN É um importnte figur do Renscimento que evocmos, com extrem frequênci, no mundo dos nossos dis. Sbe quem é e em que cidde se encontr est su estátu? An importnt figure from the Renissnce we very often quote in tody s world. Do you know his nme nd in which city cn you find this sttue?n Edição nterior Lst Issue Não pode pssr despercebid quem visitr Helsínqui: Temppeliukio kirkko, Igrej de Pedr, fic no corção d cidde e é visitd nulmente por meio milhão de pessos. Um dos nossos leitores enviou-nos respost cert os nossos prbéns! If you ever go to Helsinky, you cn t miss it: Temppeliukio kirkko, the stone-hewn church is locted in the hert of Helsinki nd hlf million people visit it nnully. One of our reders sent us the correct nswer: congrtultions!n 8 Dezembro 2014 December mgzinephilos

9 Crónic ds Leirs Leirs frm chronicle* Que não flte Luz d Rzão! My the Enlightenment of Reson not be lcking Dom Birlbo d Port do Olivl Queridos leitores: Estou muito emociondo com tods s plvrs crinhoss que me fizerm chegr qundo, em junho pssdo, qui dei cont d perd do meu compnheiro que, mesmo sendo um humno e não um cnídeo como eu, er o meu melhor migo. Um dquels mizdes em que, pesr de tods s pequens e grndes cumpliciddes, o respeito pelo outro nunc é posto em cus cois que, entre os humnos, dizem estes, já vi sendo muito difícil de encontrr. Agrdeço, pois, todos, o vosso tão grnde crinho. Tmbém minh filhot Anit me escreveu n pssd edição, ms à luz ds vels. É poétic, luz ds vels, sim... ms é um luz trémul, um luz frágil, que o mínimo sopro pode pgr, lnçndo s trevs em redor. Nós, os cnídeos, podemos ver perfeitmente no escuro. Ms os humnos, não. Os humnos podem, mesmo, pdecer de trevs mis profunds, quels que subrepticimente se instlm qundo lhes flt Luz d Rzão. Por isso, se é suposto deixr qui um voto pr chegd do novo no dos humnos, será esse: que não flte Luz d Rzão! Der Reders: I m very emotionl with ll the ffectionte words I received lst June when I relised I hd lost my compnion who, even though he ws humn nd not cnine like me, ws my best friend. It ws one of those friendships in which, despite ll the excitble nd clm rpport we estblished, the respect for one nother ws never brought into question, something which I her is very difficult to encounter in humns. I thnk you ll for this gret show of ffection. My dughter Anit lso wrote to me in the lst edition, but in cndlelight. Cndlelight is poetic, for sure, but it is fril, frgile light, tht cn extinguish with the slightest wft of ir from the surrounding drkness. We cnines cn see perfectly well in the drk. But humns cn t. Humns cn suffer from the deepest of shdows, those tht surreptitiously creep up on them when they re missing the Light of Reson. Hence, if it is tht time of yer when one leves wishes for the upcoming humn New Yer, mine is s follows: my the Enlightenment of Reson not be lcking!n mgzinephilos Dezembro 2014 December 9

10 An Englishmn in Lisbon Um inglês em Lisbo Thoms Kundert The never-ending demnd for supersonic trnsltors A infindável procur de trdutores supersónicos I m quite certin my fellow trnsltors would join me in wishing we hd twice the time to do hlf the work. A trnsltion cn be revised nd re-revised d nuseum until rriving t finl product we re resonbly stisfied with. And even so, s sticklers for perfection tht we re, we would probbly mke chnge here nd there upon revisiting the text few dys lter. But we hve to ern our living. As such, when trnsltor is offered job the first questions re: how mny words? nd wht is the dedline? This will led to quick clcultion bout whether or not the job cn be ccepted. I continue to be stounded t some requests in which the nswers to the bove questions re mjesticlly unrelistic, nd even more stonished when the client expresses disbelief t the fct the trnsltor cnnot deliver high-qulity trnsltion t supersonic speed. Just this week I hd n exmple. Severl e-mils were exchnged bout potentil cdemic trnsltion. The subject mtter ws described, s ws the formt it should be delivered in, with the unnegotible condition tht it be trnslted by one trnsltor only. The client then decided to shre the smll detil tht: We need 20,000 words delivered every 5 dys, including weekends, nd the job totl is 160,000 words. The client could not fthom why I refused the job even when I politely pointed out tht to ccept such project I would hve to suddenly shun clients I hve worked with for two decdes, I would hve to sit in front of my PC for eight hours dy for 40 dys solid, fter which I would likely be fcing divorce proceedings nd legitimte complints of child neglect. My der clients, we wnt to leve you stisfied, but plese keep it rel. This my come s surprise, but trnslting tkes longer thn reding. My 2015 be hppy yer for one nd ll, full of helth nd work, requested with modicum of relism! Estou certo de que os meus colegs trdutores me compnhm no desejo de que nos fosse ddo o dobro do tempo pr fzer metde do trblho que temos. Um trdução pode ser revist vezes sem fim té que se tinj um produto finl que nos stisfç. E, mesmo ssim, mnícos d perfeição que somos, voltrímos ind, provvelmente, lterr qui e li se voltássemos o texto lguns dis depois. Obvimente, temos de gnhr vid. Por isso, qundo nos oferecem um trblho, s nosss primeirs pergunts são: qunts plvrs? e qul é o przo? É isso que nos permite clculr rpidmente se podemos ou não ceitr o trblho. Continuo ser surpreendido com pedidos em que s resposts àquels pergunts são summente irrelists, e mis surpreendido ind qundo o cliente não credit que um trdutor não poss fzer um trdução de bo qulidde um velocidde supersónic. Aind est semn tive disso um exemplo. Num troc de mensgens eletrónics sobre um potencil trdução do foro cdémico, foi borddo o ssunto d trdução bem como o formto em que mesm deveri ser entregue, com condição de trdução ser feit por um único trdutor. Em seguid, o cliente crescentou um pequeno detlhe: O totl são 160 mil plvrs, com entregs prciis de 20 mil plvrs de cinco em cinco dis, incluindo fins de semn. O cliente não compreendeu por que rzão recusei o trblho nem mesmo qundo, delicdmente, lhe expliquei que não poderi subitmente bndonr os clientes com quem trblho há décds, e que teri de ficr sentdo dinte do computdor oito hors por di durnte qurent dis seguidos pós o que, provvelmente, teri de enfrentr um pedido de divórcio com legítims legções de comportmento prentl negligente. Cros clientes, nós, trdutores, queremos ser prestáveis e cumpridores, ms, por fvor, sejm relists. Trduzir demor mis tempo do que ler, por muito que isso poss surpreender-vos. Que o no de 2015 sej pr todos um bom no, cheio de súde e de trblho solicitdo com lgum senso d relidde!n 10 Dezembro 2014 December mgzinephilos

11 BibliotecLibrry O Cpitl no Século XXI Cpitl in the Twenty-First Century Thoms Pikkety (Re)leiturs (Re)reding INVOCAÇÃO AO SOL Nelson Loureiro Ao percorrer, por estes dis, s prteleirs de um qulquer livrri situd num grnde superfície comercil, podemos intuir o mundo em que vivemos, quis s motivções, preocupções e spirções dominntes do século. Se poesi se resume um cnto esconso, e os clássicos, um usênci ensurdecedor, bundm livros de culinári e economi, uns e outros quse sempre focdos n poupnç. Reltivmente estes, há que distinguir os que se linhm à esquerd ou à direit, com s devids vénis dos condiscípulos e pupos dos ntgonists. E, depois, há O Cpitl no Século XXI, obr perfeitmente cessível todos (pr não dizermos obrigtóri), que bteu recordes de vends, e chmou si s crítics mrgs de todos os qudrntes políticos. Porquê? Tlvez por Thoms Pikkety não ter tentdo scrlizr nem demonizr o cpitlismo, expondo os ddos de que dispõe de modo que se dequssem um cert verdde. Pelo contrário, o que procurou presentr, de modo tão equidistnte qunto possível, foi históri dos processos dinâmicos do cpitl: d su cumulção, d su perpetução intergercionl, d su sobreposição, no tempo longo, o rendimento do trblho, exponencindo ssim s desigulddes económics. Porém, grnde ferid que deixou bert foi outr, que relev não somente do pssdo, ms, sobretudo, do futuro d civilizção ocidentl em que nos incluimos: mnutenção e excerbção ds desigulddes são o resultdo de princípios opostos à meritocrci democrátic e cpitlist, e não prov de que est funcion. Precismente pr combter esse movimento que surge à primeir vist como imprável, present lgums ideis que permitm enriquecer o debte sobre o futuro, ms sempre com um pressuposto em mente: Pr que democrci consig, um di, voltr controlr o cpitlismo, é preciso prtir do princípio de que s forms concrets de democrci e do cpitl são ind, e sempre, reinventáveis. Browsing the shelves of ny bookshelf locted in lrge shopping centre tody, we cn gin n ide bout the world we live in nd the overriding motivtions, concerns nd spirtions of the century. While poetry is confined to hidden corner, nd the clssics re resounding bsence, there is n bundnce of books on cooking nd economics, both of which usully focus of sving. They cn be ctegorised into those lening to the left, nd those lening to the right, where likeminded thinkers to the uthor re prised nd his ntgonists rubbished. Then there is the Cpitl in the Twenty-First Century, book perfectly ccessible to ll (even compulsory, one could sy), which hs broken sles records nd hs been the trget of bitter criticism from ll politicl spheres. Why? Perhps becuse Thoms Pikkety tried not to scrlise or demonise cpitlism by expounding the dt vilble dpted to certin truth. In contrst, wht he ttempted to do ws to present, in s blnced wy s possible, the history of the dynmic processes of the cpitl: from its ccumultion, its inter-genertionl perpetution, its overriding of lbour income over long period of time, thus bringing to ber the economic inequlities. However, the rel gping wound he opened ws nother one, which revels not only the pst, but especilly the future of Western civilistion in which we re immersed: the mintennce nd excerbtion of inequlities re the result of principles opposite to democrtic nd cpitlist meritocrcy, nd not proof tht cpitlism works. Precisely to fight ginst this movement which t first sight ppers unstoppble, he comes up with some ides tht help enrich the debte bout the future, but lwys with n underlying ssumption: In order for democrcy to one dy control cpitlism gin, one hs to begin from the strting point tht the specific forms of democrcy nd cpitl re still nd will lwys be ble to be reformed. n Dá-me sempre o céu zul, homem ntigo de rosto ilumindo. Dá-me sempre nuvem brnc, ó velh lm de cbeç ces. Dá-me sempre o teu brigo de ouro, grnde fc de ouro pel qul nos encontrmos n terr. INVOKING THE SUN Give me lwys the blue sky, old mn of enlightened fce. Give me lwys the white cloud, oh old soul with bright hed. Give me lwys your golden shelter, gret golden knife for which we find ourselves on erth.n (índios ds pmps rgentins poem muddo pr português por Herberto Helder)* (indins from the rgentine pmps poem dpted to portuguese by Herberto Helder) *Se, d poesi originl de Herberto Helder, já oferecemos um vislumbre n edição n.º 45 do nosso Mgzine, deixmos, gor, um outr fcet d su obr: reinvenção de trdições poétics tão distntes e díspres d portugues, como sejm, por exemplo, s ds tribos sul-mericns. We left glimmer of Herberto Helder s originl poetry in our Mgzine edition no. 45, nd now we shre nother fcet of his work: the reinvention of poetic trditions completely distnt nd diverse from Portuguese verse, such s those of South Americn tribes. Poems de Vid Lifetime Poems mgzinephilos Dezembro 2014 December 11

12 Derivções de um Gurd-Livros Musings from Bookworm Breve pologi do plnet duplo X A brief pology of plnet double X Artur Semedo Ao reler s breves pincelds d edição nterior, e por ser um indivíduo, quiçá demsido, feito à efbulção dquilo que me cheg por vi dos sentidos, dei por mim imginr um cçd pleolític, n ltur em que, em Áfric, comid n mes não er ind um certez [modo de ironi ligdo]. Dí nd, estv contestr, de mim pr mim, e com tod veemênci, já consgrd idei de que os homens são de Mrte e s mulheres, de Vénus. Insondáveis são os cminhos ds sinpses Não é que discorde em bsoluto do pressuposto de que homens e mulheres são diferentes. Sê-lo-ão, decerto, e vários níveis. Porém, presento minh objeção à ssocição de cd um dos géneros um determindo plnet, simplesmente por este ter sido, lgures no pssdo, btizdo em homengem um divindde romn. Fç-se um ssocição entre géneros e plnets: o género msculino ssocido à ridez estéril e monóton do plnet Mrte, o género feminino metforizdo n tmosfer envenend e ltíssims pressões do plnet Vénus, cpzes de esmgr, em menos de nd, quem se proximr! Não são imgens nd bontóris, Dr. Gry! Se, o invés, ssocirmos diretmente cd género o deus que o plnet deu nome, muit históri permnecerá ml contd É certo que s funções militres, pnágio de Mrte, form desde muito cedo reservds os homens, ms é igulmente verdde que, ind ntes ou, pelo menos, em simultâneo à função militr, surgirm s cçds, s quis erm, outrossim, deprtmento msculino. E, no entnto, o deus romno d cç chmvse Din e, o contrário de um dos mis recentes vencedores do Festivl Eurovisão d Cnção, er, de fcto, do género feminino. E est, hem? Por outro ldo, se os homens im cçr, s mulheres não ficvm, com certez, no cmpmento penter os cbelos e preprr colres de conchs e tgrelr pr não cnsrem belez Quse tods s outrs funções ficvm seu crgo, inclusivmente de observr e pensr sobre nturez. Imginemos: di pós di, mês pós mês, estção pós estção, form, muito provvelmente, s mulheres perceber e, mis trde, controlr os ciclos de gestção dquilo que chmmos, hoje em di, produtos grícols. Concluindo, se s mulheres são de Vénus, são-no, igulmente, de Ceres*, e de Minerv. Em últim nálise, se Júpiter se diverte emblr um cornucópi, deverá estr muito grdecido o elemento feminino por tl possibilidde. * Curiosmente, deus d gricultur, o contrário d d belez, não teve direito plnet, ms pens um plnet não perdido n cintur de steroides é destes prdoxos que se fz, no fundo, humnidde. Feliz Ntl. Upon rereding the brief entries of the previous edition, nd s n individul who is perhps too prtil to spinning yrns bsed on the senstions tht rech my senses, I strted to imgine Pleolithic hunt, t the time in which, in Afric, hving food on the tble ws by no mens certin [irony switch turned on]. From there I soon found myself hotly debting with myself the consecrted ide tht men re from Mrs nd women re from Venus. The unfthomble pthwys of the synpses It isn t tht I completely disgree with the ide tht men nd women re different. They certinly re, on severl levels. However, I object to the ssocition of ech of the genders to given plnet, simply becuse in the distnt pss such plnets where bptised s such in homge to Romn God. The ssocition is mde between genders nd plnets: the mle gender is linked to the sterile ridness nd monotony of the plnet Mrs, while the femle gender is metmorphosed into the poisonous tmosphere nd soring pressures of the plnet Venus, ble to crush, in blink of the eye, whoever comes into close contct with it! These re not plesnt imges in the slightest, Mr. Gry! If, in contrst, we directly ssocite ech gender to the God of the plnet it is nmed fter, lot of history will remin unexplined It s true tht the militry functions, which chrcterise Mrs, hve from erly times been reserved for men, but it is eqully true tht even before, or t lest simultneously with the militry functions, the hunting ctivity took plce, which in bygone times ws mle domin. And yet, the Romn God of hunting ws clled Din, nd, in contrst to one of the most recent winners of the Eurovision Song Contest, ws relly of the femle gender. Who would believe it? On the other hnd, if the men went out to hunt, the women would not remin, for sure, t the cmp combing their hir, mking shell necklces nd rbbling to one nother to sfegurd their beuty Almost ll the other chores were under their wtch, including the tsk of observing nd pondering bout nture. It is not hrd to imgine: dy fter dy, month fter month, seson fter seson, it ws probbly the women who understood, nd who lter controlled the gesttion cycles of wht we tody cll griculturl products. To sum up, if women re from Venus, they re lso from Ceres*, nd Minerv. In the finl nlysis, if Jupiter is hppy holding horn of plenty, he should be very grteful to the femle gender for the opportunity. * Curiously, the God of griculture, in contrst to the God of beuty, did not hve the honour of hving plnet nmed fter it, but merely dwrf plnet lost in the steroid belt t the end of the dy, it is prdoxes such s these tht mke up humnity. Merry Christms.n 12 Dezembro 2014 December mgzinephilos

13 Trdumátic Trdumtics Virtulizr o Windows XP Virtulising Windows XP Ricrdo Fernndes Já é ntig notíci do fim d ssistênci e ds tulizções, por prte d Microsoft, o seu produto Windows XP. Contudo, são ind muitos os computdores que têm este sistem. Tendo isto em mente, foi desenvolvid pel FrStone Softwre um pequen ferrment grtuit, pr uso não comercil, que permite trnsformr o tul sistem Windows XP num máquin virtul utilizr dentro de um versão mis recente do Microsoft Windows, como 7 ou 8, por exemplo. Est solução vem, ssim, resolver muitos dos problems de comptibilidde entre plicções e versões do Windows. Um ds grndes vntgens de trblhr com est máquin virtul é grnti de termos funcionr num mbiente seguro, em que o ntivírus e s tulizções d Microsoft surgem sempre que lgum meç é detetd, fruto d su utilizção dentro de um sistem opertivo recente, o contrário do que contece em sistems ntivos Windows XP. A plicção present-se bstnte simples, grntindo que em qutro pssos podemos ter o Windows XP virtulizdo e correr dentro de um sistem Windows 7 ou 8. Pssos seguir: 1º - Instlr o VirtulXP no Windows XP virtulizr e executr plicção. 2º - Converter todo o sistem opertivo XP num disco virtul. 3º - Instlr plicção VirtulBOX no Windows 7 ou 8 e crir um nov máquin virtul pr crregr o disco virtul do Windows XP (VHD) crido nteriormente. 4º - Executr máquin virtul e usufruir do Windows XP num sistem Host (nfitrião) Windows recente. Nots: Est imgem crid (VHD) pode ser utilizd pr crir um máquin virtul dentro de plicções como VirtulBox ou VMwre. Os licencimentos dos sistems opertivos têm de ser verificdos durnte estes procedimentos. Virtulizr um sistem é como instlá-lo num nov máquin, pelo que s licençs OEM não podem ser utilizds neste tipo de configurção. It is old news tht Microsoft is ending its ssistnce nd updtes for its Windows XP product. However, there re still lots of computers with this system instlled. With this in mind, FrStone Softwre developed free tool for non-commercil use tht llows you to trnsform the current Windows XP system into virtul mchine tht cn be used in more recent version of Microsoft Windows, such s 7 or 8, for exmple. This solution solves mny of the comptibility problems between Windows pplictions nd versions. One of the big dvntges of working with virtul mchine is tht it gurntees we re working in sfe environment, where the Microsoft ntivirus nd updtes lwys pper when thret is detected, thnks to their inclusion in the recent operting systems, in contrst to the ntive Windows XP systems. The ppliction is very simple, nd in four steps we cn hve the Windows XP virtulised nd running on Windows 7 or 8 system. Steps to tke: 1. Instll VirtulXP in the Windows XP to be virtulised nd run the ppliction. 2. Convert the whole XP operting system into virtul hrd disk. 3. Instll the VirtulBOX ppliction in Windows 7 or 8 nd crete new virtul mchine to uplod the previously creted Windows XP virtul hrd disk (VHD). 4. Run the virtul mchine nd use the Windows XP in recent Windows Host system. Notes: This imge creted (VHD) cn be used to crete virtul mchine within pplictions such s VirtulBox or VMwre. The licences of the operting systems hve to be checked during these procedures. Virtulising system is like instlling it in new mchine, so OEM licences cnnot be used in this kind of configurtion.n Aplicções / Applictions: VirtulBox - https://www.virtulbox.org VirtulXP - mgzinephilos Dezembro 2014 December 13

14 ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS Este espço é dedicdo o nosso sócio funddor Sílvio Oliveir e àquel que foi um ds sus pixões fvorits: fotogrfi. Do imenso álbum que nos deixou, continuremos selecionr momentos de vid que queremos continur prtilhr com os nossos leitores. This section intends to py hommge to philos founding prtner Sílvio Oliveir nd one of the gret pssions of his life, which ws photogrphy. From the mrvellous photo lbum he left us, we will continue to bring you lifetime moments we would like to shre with our reders.n PHOTO ALBUM 14 Dezembro 2014 December mgzinephilos

15 mgzinephilos Dezembro 2014 December 15

16 Álbum de Fotogrfis Photo Album Dezembro 2014 December 16 mgzinephilos

17 Álbum de Fotogrfis Photo Album mgzinephilos Dezembro 2014 December 17

18 Álbum de Fotogrfis Photo Album 18 Dezembro 2014 December mgzinephilos

19 Álbum de Fotogrfis Photo Album mgzinephilos Dezembro 2014 December 19

20 ARTESARTS Fernndo Nogueir 20,000 Dis n Terr 20,000 Dys on Erth O filme Dis n Terr estreou no festivl de Sundnce e venceu dois prémios o de edição e o de relizção n secção World Cinem Documentry. O júri descreveu o filme como sendo provvelmente o mis entusismnte em concurso est é um históri contd em formto de documentário, num perspetiv rrebtdor e visionári, mplid os seus limites máximos. O documentário drmático retrt 24 hors ficcionds n vid de Nick Cve, relizdo por Iin Forsyth e Jne Pollrd. O filme foi inspirdo por um cálculo que Nick Cve fez no seu cderno de pontmentos pr s cnções, pr sber qunto tempo já pssou no plnet terr. Forsyth e Pollrd prtirm deste pormenor e então conceberm um filme inovdor e intenso que nos trnsport pr dentro do processo rtístico de Nick Cve e celebr critividde. Jigsw, No True Mgic Três nos depois de Drunken Silors & Hppy Pirtes, os multi-instrumentists Jorri e João Rui voltrm o estúdio e presentm gor o seu qurto álbum, No True Mgic. A dupl mntém-se fiel à sonoridde que distingue no pnorm português e interncionl, inspird no universo d músic populr norte-mericn, em prticulr do folk e dos blues. À semelhnç do que fizerm em trblhos nteriores, enrízdos n litertur e estruturdos em torno de conceitos como perd d inocênci e construção d identidde, os Jigsw flm-nos gor d imortlidde ou, mis concretmente, d suspensão d mortlidde. É possibilidde de creditrmos em milgres e, em prticulr, no milgre mior d imortlidde que nos livi do peso de sbermos que est não existe. Abordndo questão nest perspectiv, No True Mgic fl-nos, portnto, dos termos em que ceitmos e convivemos com noss mortlidde. O álbum cont com um presenç feminin: norte-mericn Crl Torgerson (The Wlkbouts, Tindersticks) junt su voz à de João Rui no dueto Blck Jewelled Moon. Nos concertos de presentção do disco, os Jigsw serão pontulmente compnhdos 20,000 Dys on Erth premiered t the Sundnce festivl, winning two wrds the Editing nd Directing Awrds in the World Cinem Documentry ctegory. The jury described the film s rgubly the most exciting film in the competition This is documentry storytelling t its most visionry nd mindblowing. The drm-documentry portrys fictionlised 24 hours in the life of Nick Cve nd is directed by Iin Forsyth & Jne Pollrd. The film ws inspired by clcultion Nick mde in his songwriting notebook working out how much time he hd spent on erth. Forsyth nd Pollrd took this nd from it crfted n innovtive nd powerful film tht tkes us inside Nick s rtistic process nd celebrtes cretivity.n por um bnd crid especificmente pr o efeito: The Gret Moonshiners Bnd (cujo nome record os produtores de whisky ilegl, destildo durnte noite, nos tempos d Lei Sec) é compost por Guilherme Piment, Mri Côrte, Pedro Serr e Vitor Torpedo. Three yers fter Drunken Silors & Hppy Pirtes, multi-instrumentlists Jorri nd João Rui went bck to studio nd re now relesing their fourth lbum, No True Mgic. The duet stick to their chrcteristic melodies tht mke them stnd out both on the Portuguese nd the interntionl music scene, inspired by Americn populr music, from folk to blues. As with their previous lbums, bsed on literture nd which re structured round notions such s the loss of innocence nd the building of one s identity, Jigsw now tckle immortlity, or to be more specific, the suspension of mortlity. It is the possibility of believing in mircles, nd prticulrly in the biggest mircle of them ll, immortlity, tht relieves us of our burden of knowing tht it does not exist. Through this pproch, No True Mgic dels with the terms on which we ccept nd live with our own mortlity. The lbum includes feminine voice: North- Americn Crl Torgerson (The Wlkbouts, Tindersticks) who dds her voice to João Rui s in the duet Blck Jewelled Moon. On the promotionl tour for this record, Jigsw will every now nd then shre the stge with bnd specificlly formed for this musicl work: The Gret Moonshiners Bnd ( nme evoking the illegl whisky producers who worked during the night during Prohibition in the USA) comprises Guilherme Piment, Mri Côrte, Pedro Serr nd Vitor Torpedo.n Kleidoscópio Kleidoscope A Voz d Lu The voice of the moon 20 Dezembro 2014 December mgzinephilos

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