GUIA DE ESTUDOS. Assembleia Geral das Nações Unidas de 2012 em Sessão Especial sobre Crianças Grupo I

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1 GUIA DE ESTUDOS Assembleia Geral das Nações Unidas de 2012 em Sessão Especial sobre Crianças Grupo I Revisão dos objetivos estabelecidos na Primeira Sessão Especial sobre Crianças Iara Maria Latini Mayrink Diretora Marina Fernandes da Cruz Dias Diretora Assistente Paula Senra de Oliveira Amaral Diretora Assistente

2 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO APRESENTAÇÃO DO TEMA TÓPICOS DA AGENDA Saúde A promoção de vidas saudáveis Combate ao HIV/AIDS Educação Exploração infantil Proteção durante conflitos armados Trabalho infantil Meio ambiente O COMITÊ ATORES REFERÊNCIAS TABELA DE DEMANDA DAS REPRESENTAÇÕES... 16

3 3 1 INTRODUÇÃO Estimados delegados, É com grande satisfação que nós, do comitê AGNU 2012, desejamos boas-vindas a todos vocês nesta 14ª edição do MINIONU. Todo o trabalho realizado durante o ano é exclusivamente para proporcionar a vocês uma rica experiência durante os dias de debate. Afinal, os senhores como representantes oficiais dos seus países, terão o poder de propor soluções para os diversos problemas que afligem milhões de crianças e adolescentes em todo o mundo. Sou Iara Mayrink e serei uma das diretoras deste comitê. Curso atualmente o sétimo período de Relações Internacionais na PUC Minas e esta é minha terceira participação no modelo MINIONU. No ano de 2010 fui voluntária da logística da 11ª edição. Em 2012, sua 13ª edição, trabalhei como Diretora Assistente no comitê Dayton Peace Conference on Bosnian War e agora, em 2013, tive a satisfação de criar este comitê em parceria com a diretora Laura Martins. Minhas expectativas são as melhores possíveis, acredito que teremos grandes aprendizados e espero que os senhores, ao voltar às suas casas, lembre-se que cada um dos senhores pode ajudar a construir um ambiente melhor. Espero vê-los em outubro. Olá senhores delegados, meu nome é Marina Dias. Essa é minha segunda participação no modelo, no último ano participei como voluntária no comitê Dayton Peace Conference, Sendo essa minha primeira participação no cargo de Diretora Assistente, estou bastante ansiosa. Espero que possamos ter uma boa discussão no comitê, alcançando uma resolução eficaz e eficiente para solucionar diversos dos problemas enfrentados por crianças em todo o planeta. Desde já me coloco à disposição dos senhores caso haja qualquer dúvida. E assim como o restante dos diretores desse comitê, estarei completamente empenhada em fazer com que essa experiência seja inesquecível para cada participante. Meu nome é Paula Senra, tenho 18 anos e esta é minha segunda participação no projeto. Em 2012 fui voluntária do comitê que tratava sobre a guerra na Bósnia (Dayton Peace Conference, 1995) e esse ano tenho o prazer em ser Diretora Assistente no AGNU 2012 em Sessão Especial sobre

4 4 Crianças. Espero que tenhamos muito sucesso e atinjamos nossos objetivos durante os dias em que trabalharemos juntos. Até outubro! 2 APRESENTAÇÃO DO TEMA A Convenção sobre os Direitos da Criança, estabelecida pelas Nações Unidas no ano de 1989, foi um importante passo no que diz respeito ao compromisso de todos os Estados para com as crianças. Há quatro princípios básicos essenciais para salvaguardar os direitos de todas as crianças. Sendo eles: não-discriminação, devoção aos melhores interesses das crianças, direito à vida, sobrevivência e ao desenvolvimento, e respeito pela opinião das crianças. (UNICEF, 2013). O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) é um importante órgão das Nações Unidas que atua em mais de 190 países e tem autoridade global para influenciar os tomadores de decisão e parceiros da sociedade para transformar as ideias mais inovadoras em realidade e para garantir os direitos de todas as crianças. O UNICEF defende a Convenção dos Direitos da Criança buscando, através do cuidado do maior número de crianças possível, garantir o progresso humano. Em 1990 foi realizada, na sede das Nações Unidas, a Cúpula Mundial para Crianças, reunindo 157 líderes mundiais para discutir suas responsabilidades com as crianças e o futuro das mesmas. Nesta reunião foi criada uma declaração que criava metas e objetivos para a garantia do desenvolvimento e proteção das crianças. Dentre estas metas estavam assuntos concernentes à saúde, nutrição e educação. (UNICEF, 2013). O UNICEF é parte também do Movimento Global pelas Crianças, que em síntese, busca promover campanhas em defesa dos direitos da criança contando com a participação dos governos e das próprias crianças 1 (GLOBAL MOVEMENT FOR CHILDREN, 2013, tradução nossa). De acordo com a Convenção dos Direitos da Criança, criança é todo ser humano menos de 18 anos, salvo se, nos termos da lei que lhe for aplicável, atingir a maioridade mais cedo. 1 In short, the GMC seeks to jointly promote global advocacy campaigns for child rights and accountability of governments vis-à-vis their children. Disponível em: <

5 5 O Movimento Global pelas Crianças surgiu através do resultado da campanha Diga sim às Crianças, a campanha que impulsionou a Sessão Especial para Crianças, em 2002, organizada pelo UNICEF. O Movimento Global pelas Crianças visa unir esforços de organizações e da sociedade para ajudar na construção de um mundo adequado para as crianças. (GLOBAL MOVEMENT FOR CHILDREN, 2013). O Movimento tem como principais objetivos: a) Unir e coordenar um amplo eleitorado de organizações e pessoas para influenciar a opinião pública e organizar ações coletivas; b) Promover e apoiar a participação de crianças; c) Influenciar e encorajar compromissos políticos dos líderes com a sociedade 2. (GLOBAL MOVEMENT FOR CHILDREN, 2013, tradução nossa) Além dos objetivos descritos acima, o Movimento Global pelas Crianças tem focado em problemas como: a educação de meninas; crianças e AIDS; violência contra crianças; sobrevivência infantil e tráfico de crianças. No ano de 2001, foi criada a campanha Diga sim às Crianças 3 (tradução nossa) com o intuito de incentivar um ambiente no qual as crianças tenham seus direitos básicos garantidos, através de ações que priorizam a saúde, paz e dignidade. A campanha obteve sucesso quando foi lançada por Nelson Mandela nas Nações Unidas, obtendo a partir daí o apoio de muitas organizações a favor dos direitos das crianças. Este documento ganhou força por meio do apoio de crianças e jovens de todo o mundo, os grandes beneficiados pelas ações da campanha. Por meio desta seria possível pressionar os líderes mundiais para que atitudes fossem tomadas em benefício das crianças. (UNICEF, 2013). Nesta campanha dez imperativos foram criados. São eles: Não abandonar nenhuma criança, colocar as crianças em primeiro lugar, cuidar de todas as crianças, lutar contra HIV/AIDS, conter a violência e exploração de 2 a) United and coordinate a large global constituency of organizations and people to influence public opinion and organise collective action; b) promote and suport child participation; c) influence and encourage political commitments and accountabillity. 3 Say Yes for Children

6 6 crianças, ouvir as crianças, educar cada criança, proteger as crianças da guerra, proteger o planeta pelas crianças e lutar contra a pobreza. (SAY YES FOR CHILDREN, 2013). A Sessão Especial das Nações Unidas para Crianças, organizada pelo UNICEF, ganhou impulso graças às campanhas citadas anteriormente. Ocorreu na sede da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova Iorque entre os dias 8 e 10 de maio de Foi a primeira assembleia a receber crianças de diversos países como delegados oficiais. Estas tiveram a oportunidade de perguntar aos líderes mundiais questões concernentes ao que os governos dos seus países faziam em prol delas. Ao final da conferência, muitas se mostraram desapontadas, quando os líderes não souberam responder as questões levantadas. (UNICEF, 2002). A Sessão Especial sobre Crianças foi convocada para relembrar os mesmos objetivos da primeira cúpula ocorrida em 1990: a defesa e garantia dos direitos das crianças e comprometimento global em busca da solução para os problemas relativos a elas. Durante a Sessão Especial sobre Crianças em 2002 os jovens delegados se pronunciaram a respeito dos principais desafios para a promoção de um mudo onde as crianças estão em primeiro lugar. Estas prioridades se alinham aos projetos Movimento Global pelas Crianças e Diga sim às Crianças. (UNICEF, 2002). O documento final, intitulado Mundo para as Crianças 4, traça metas como promover educação de qualidade, proteger as crianças contra violência, abuso e exploração e combater o trabalho infantil. (UNICEF, 2013). 3. TÓPICOS DA AGENDA Durante a Sessão Especial sobre Crianças em 2002 os jovens delegados representantes de diferentes países elegeram os temas que afetavam, e que ainda afetam as crianças em todo o mundo. Estes temas foram mais tarde debatidos por representantes oficiais também presentes na reunião e servirão de base para a agenda do comitê de No aniversário de 10 anos do documento Mundo para as Crianças, no 4 World Fit for Children, disponível em: <

7 7 qual os líderes mundiais se comprometeram a trabalhar por avanços pelos direitos, bem estar e dignidade de cada criança, o Diretor Executivo do UNICEF, Anthony Lake, se pronunciou: Não podemos dizer que conquistamos o que as crianças nos pediram. Podemos dizer que escutamos. E fizemos progresso. (UNICEF, 2012). Neste documento, foram abordados quatro temas considerados principais para suprir as necessidades das crianças em todo o mundo. Estes são: a promoção de vidas saudáveis, educação de qualidade, combate ao HIV/AIDS, proteção contra abuso, violência e exploração. Estes temas servirão como base para a agenda do comitê AGNU 2012 em Sessão Especial sobre Crianças, e estão detalhados a seguir. 3.1 Saúde A promoção de vidas saudáveis Em muitos países do mundo não há um sistema de saúde com capacidade para prover os cuidados que uma criança necessita para crescer de forma saudável. E em outros, há um sistema de saúde que frequentemente é caro ou é insuficiente para suprir os medicamentos necessários. Muitas crianças ainda morrem de doenças que poderiam ser prevenidas, muitas vezes por falta de informação sobre os cuidados com a saúde. Crianças aprisionadas, vítimas da guerra ou de prostituição infantil sofrem ainda mais com sistemas de saúde falhos. (UNICEF, 2002). Os representantes oficiais dos Estados, também presentes na Sessão Especial sobre Crianças, se pronunciaram no documento oficial Mundo para as Crianças sobre a temática da saúde, destacando que muitas crianças morrem a cada ano de doenças que poderiam ser prevenidas e por má nutrição. Muitas ainda sofrem devido a complicações durante a gestação e no parto, por anemia e má nutrição materna. Há ainda aquelas que não têm acesso à água potável, e de acordo com o relatório de 2002, mais de dois bilhões de pessoas não tinham acesso ao saneamento básico adequado. Os Estados se comprometeram a cumprir metas e estabelecer medidas para transformar o cenário da saúde, especialmente nas áreas acima

8 8 estabelecidas. Foi acordado que tentaria se reduzir a taxa de mortalidade infantil de crianças de até cinco anos de idade em pelo menos um terço do que era em 2002, como caminho para alcançar a meta de reduzir em dois terços até Deveria ser reduzida também a redução da mortalidade materna em pelo menos um terço, buscando alcançar a meta de três quartos, estabelecida para Promoveu-se, também, a redução da má nutrição infantil entre crianças menores de cinco anos, com especial atenção para os menores de dois anos de idade, bem como a redução da taxa de crianças com baixo peso ao nascer (menos do que 2,5 quilos). Outra redução seria na proporção de famílias sem acesso a saneamento básico e acesso água potável em pelo menos um terço do que era encontrado em Ficou acordado que os Estados se comprometeriam a desenvolver e implementar politicas e programas de desenvolvimento que garantiriam o aprimoramento físico, social, emocional, espiritual e cognitivo das crianças, bom como programas para adolescentes que incluíam objetivos e metas para promover saúde física e mental. Por fim, os Estados também se comprometeram a promover acesso a cuidados primários da saúde reprodutiva para todos os indivíduos nas idades apropriadas assim que possível e até O que o UNICEF relata em 2012 é que algum progresso foi obtido. No entanto, os índices de má nutrição e mortalidade infantil ainda são altos e devese continuar trabalhando em prol do que foi estabelecido em Portanto, os Estados devem ter como prioridade observar de onde vêm as falhas e os causadores de cada um destes indicadores que ameaçam a saúde e a vida de milhares de crianças Combate ao HIV/AIDS No mundo existem mais de 30 milhões de pessoas portadoras do vírus da imunodeficiência humana (HIV), o causador da Síndrome da Imunodeficiência (AIDS). Mais da metade das pessoas infectadas com HIV são jovens com até 24 anos. Existem milhões de órfãos em decorrência da AIDS, crianças que perderam um dos pais, se não os dois, em decorrência da

9 9 síndrome. Estas crianças comumente não têm com quem contar para se sustentar e acabam abandonando a escola para trabalhar e cuidar de si mesmas e de suas famílias. (UNICEF, 2002). Os representantes dos Estados reunidos em 2002 definiram metas em torno das temáticas de prevenção, estruturação familiar e educação de mulheres e meninas adolescentes para se protegerem o risco de infecção pelo vírus HIV até 2005, bem como a implementação de campanhas nacionais de prevenção e educação acerca do vírus, formas de contaminação e tratamento. Também foram estabelecidas metas contra a discriminação dos portadores do vírus. 3.2 Educação Os Estados definiram que a Educação é um direito e um fator para redução da pobreza e do trabalho infantil e para promoção de democracia, paz, tolerância e desenvolvimento 5. Educação de qualidade também garante que todas as crianças possam contribuir positivamente em todos os aspectos da sociedade. No entanto, muitos são os obstáculos para a garantia do acesso à educação para todas as crianças, como destacado no Relatório do Fórum das Crianças de A pobreza, que força muitas crianças a trabalharem, e a distância das escolas em muitas localidades, frequentemente as obriga a viajar para ter acesso à educação. Muitas escolas não têm a infraestrutura necessária, material didático e recursos básicos e sequer professores qualificados. Há localidades onde professores utilizam de castigos físicos, ou ainda crianças são forçadas a praticarem favores sexuais em troca de notas melhores, dinheiro, livros, dentre outros. (UNICEF, 2002) Em 2002, mais de 100 milhões de crianças, em idade escolar do ensino fundamental, estavam fora da escola, e as meninas eram a maioria delas. Para reverter este quadro, os representantes oficiais dos Estados relembraram a recomendação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) para que todas as crianças tenham, até 2015, 5 Informação extraída do Relatório do Comitê AD-HOC da Vigésima Sétima Sessão Especial. Nações Unidas, Relatório disponível em <

10 10 acesso à educação primária gratuita, obrigatória e de qualidade. Os Estados também estabelecem como meta a provisão progressiva da educação secundária. (NAÇÕES UNIDAS, 2002). Como um passo para atingir estes objetivos, os Estados definiram metas como, por exemplo, a expansão e melhoria dos cuidados e educação nos primeiros anos da infância, em especial para os mais vulneráveis e menos favorecidos. Objetivou-se, também, a eliminação de disparidades de gênero na educação até 2005 e a adequação da igualdade de gênero em todas as áreas até No Comitê da Sessão Especial que ocorre em 2012, mais uma vez é dever dos Estados avaliar o que foi alcançado e o que não foi alcançado e a raiz destes problemas. 3.3 Exploração infantil Milhares de crianças são exploradas todos os dias através de trabalho infantil, são vendidas ou traficadas, sofrem abuso, violência de gangues, casamento precoce, discriminação e práticas violentas (como mutilação genital feminina, meninas forçadas ao casamento e discriminação por gênero). Crianças também sofrem por discriminação econômica e castigos físicos. Todos os tipos de abuso devem ser lembrados: físico, psicológico, emocional, verbal e sexual. (UNICEF, 2002). As crianças têm o direito de serem protegidas de todo tipo de abuso, seja por negligência, exploração ou violência. Para tanto, os Estados reconhecem que deve ser reiterada a ilegalidade e as consequências prejudiciais que se dão ao falhar em proteger cada criança contra violência, abuso e exploração. Estes temas, complexos e extremamente danosos à criança devem ser analisados buscando encontrar o principal motivo pelo qual ainda existem em diversas localidades do mundo. Segundo o UNICEF, "violência, abuso e exploração de crianças continuam inaceitavelmente comuns 7 (UNICEF, 2012, tradução nossa). 7 violence, abuse and exploitation of children remain unacceptably common.

11 Proteção durante conflitos armados Crianças são as primeiras vítimas de conflitos armados, pois são mais vulneráveis e adultos conseguem manipula-las. Existem muitas formas pelas quais crianças são afetadas pela guerra. São feridas e mortas, são forçadas a deixar suas casas e a trabalhar. Quando se tornam refugiados, perdem seus pais e amigos, deixam de receber educação e acesso a cuidados com a saúde. Na guerra também são, frequentemente, usadas como soldados do exército. Sofrem com violência sexual e manipulação psicológica por parte dos adultos. (UNICEF, 2002). Dentre as medidas estabelecidas pelos Estados em 2002 estão: aumentar a proteção de crianças afetadas por conflitos armados, acabar com o recrutamento e uso de crianças em conflitos armados contrários à lei internacional e garantir a desmobilização e desarmamento efetivo nestes casos, tomar medidas coerentes frente a todas as formas de terrorismo, colocar na pauta dos envolvidos em missões de paz e reconstrução o aprendizado das leis sobre os direitos das crianças e o dever de protegê-las. (A WORLD FIT FOR CHILDREN, 2002) Trabalho infantil Milhares de crianças estão envolvidas com trabalho infantil, não têm tempo para frequentar a escola e nem para brincar. Crianças expostas a situações extremas permanecem com sequelas e desenvolvem doenças respiratórias, correm o risco de mutilação e têm seu desenvolvimento físico, mental e social prejudicado. Com isto em questão foi decidido pelos Estados em 2002 que deveriam ser tomadas medidas imediatas e efetivas para assegurar a proibição e eliminação das chamadas piores formas de trabalho infantil, que são todas aquelas formas de trabalho que prejudicam diretamente a saúde e integridade física do jovem, por exemplo a mineração e a agricultura. Neste sentido, os Estados também se comprometeram a elaborar estratégias nacionais e de cooperação internacional para proteger crianças de

12 12 qualquer tipo de exploração econômica e de serem incluídas em qualquer forma de trabalho que interfira em sua educação ou que seja prejudicial ao desenvolvimento da saúde mental, física, moral ou social. Foi definida também a integração da erradicação trabalho infantil como temática aos programas de desenvolvimento, erradicação da pobreza e outros nas áreas de saúde, educação e emprego (A WORLD FIT FOR CHILDREN, 2002). 3.4 Meio ambiente Um mundo para as crianças é um mundo limpo, verde e seguro. É também um mundo que respeita todos os ambientes de vida de todas as crianças. A maioria dos problemas ambientais incluem a escassez de água, aquecimento global, e poluição (UNICEF, 2002). O desrespeito ao meio ambiente traz consequências à saúde e à segurança de muitos em todo o mundo e as crianças são as mais vulneráveis a todo o tipo de impacto ambiental e ameaça à saúde. O comitê AGNU (2012) em Sessão Especial sobre Crianças decide implantar este tema em sua agenda, ainda que não tenha sido diretamente tratado pelos líderes em 2002, pois foi ressaltado pelas crianças, jovens delegados da Sessão Especial daquele ano. As crianças ressaltaram que os líderes mundiais poderiam fortalecer as leis de proteção ao meio ambiente (nacionais e internacionais), bem como promover sistemas de água tratada e saneamento básico, e sugeriram a elaboração de um comitê global para monitorar e encontrar soluções para problemas ambientais (UNICEF, 2002). Este tema permanece na agenda com o objetivo de ser repensado e rediscutido pelos Estados em O COMITÊ Durante a reunião da Sessão Especial sobre Crianças, ocorrida na sede das Nações Unidas em Nova Iorque, representantes oficias dos Estados serão reunidos para discutir e negociar em torno das demandas levantadas pelas crianças e das afirmativas feitas pelos Estados no documento oficial Mundo para as Crianças. Este comitê opera em parceria com o comitê AGNU (2012)

13 13 em Sessão Especial sobre Crianças Grupo II, com o qual trocará informações e documentos. Cada um dos dois comitês contará com a participação de diversas Representações Oficiais, Delegações de Imprensa e Delegações Observadoras, que durante os dias de debates buscarão propor novas soluções que supram as demandas das crianças em todo o mundo. 5 ATORES Este comitê conta com a participação de várias representações oficiais dos Estados, divididos de acordo com a ordem alfabética com o Comitê AGNU (2012) Grupo II. Cada Estado possui dificuldades e características particulares, e deve dar atenção especial a algum tópico específico da Agenda. No entanto, neste comitê, o que está em pauta são todas as Crianças, que como exposto anteriormente, devem ser ouvidas e representadas, tendo seus direitos garantidos. As informações concernentes a estes atores e os problemas enfrentados pelos países serão divulgados através do blog deste comitê. Endereço eletrônico para acesso:

14 14 REFERÊNCIAS A WORLD FIT FOR CHILDREN. Millennium development goals, special session on children documents, the convention on the rights of child Disponível em: < Acesso em: 01/06/2013 CHILDREN S FORUM REPORT. Report on the meeting of under-18 delegates to UN Special Session on Children Disponível em: < ort-en.pdf>. Acesso em: 01/06/2013 GLOBAL MOVEMENT FOR CHILDREN. Introduction. Disponivel em: < acesso em: 01/06/2013. NAÇÕES UNIDAS. Resolução adotada pela Assembleia Geral das Nações Unidas. Disponível em: < Acesso em: 01/06/2013. SAY YES FOR CHILDREN Disponivel em: < Acesso em: 01/06/2013. UNDP. The Millennium development goals. Disponível em: < Acesso em: 01/06/2013. UNICEF. Boletim Informativo: Children call for action at the United Nations Disponível em: < Acesso em: 01/06/2013. UNICEF. Notícias: Policy advocacy and partnerships for children s rights. Disponível em: < Acesso em: 01/06/2013. UNICEF. Relatório do Comitê AD-HOC da Vigésima Sétima Sessão Especial da Assembleia Geral Disponível em: < 56C1B0032F58F-unicef_A%20World%20Fit%20for%20Children.pdf>; Acesso em: 01/06/2013. UNICEF. Special Session on children: More than 94 million Say Yes for children. Disponível em: < Acesso em: 01/06/2013.

15 15 UNICEF. Special Session on Children: World leaders Say Yes for children. Disponível em: < Acesso em: 01/06/2013 UNICEF. The ten imperatives for children. Disponível em: < Acesso em: 01/06/2013.

16 16 TABELA DE DEMANDA DAS REPRESENTAÇÕES Na tabela a seguir cada representação do comitê é classificada quanto ao nível de demanda que será exigido do delegado, numa escala de 1 a 3. Notem que não se trata de uma classificação de importância ou nível de dificuldade, mas do quanto cada representação será demandada a participar dos debates neste comitê. Esperamos que essa relação sirva para auxiliar as delegações na alocação de seus membros, priorizando a participação de delegados mais experientes nos comitês em que a representação do colégio for mais demandada. Legenda Representações frequentemente demandadas a tomar parte nas discussões Representações medianamente demandadas a tomar parte nas discussões Representações pontualmente demandadas a tomar parte nas discussões REPRESENTAÇÃO DEMANDA 1. Afeganistão 2. África do Sul 3. Alemanha 4. Angola 5. Arábia Saudita 6. Argentina 7. Austrália

17 17 REPRESENTAÇÃO DEMANDA 8. Áustria 9. Bangladesh 10. Bélgica 11. Bolívia 12. Botsuana 13. Brasil 14. Cabo Verde 15. Camboja 16. Canadá 17. Chile 18. China 19. Colômbia 20. Coreia do Norte 21. Coreia do Sul 22. Costa do Marfim 23. Costa Rica 24. Croácia 25. Cuba 26. Dinamarca 27. El Salvador

18 18 REPRESENTAÇÃO DEMANDA 28. Emirados Árabes Unidos 29. Equador 30. Espanha 31. Estados Unidos da América 32. Etiópia 33. Finlândia 34. França 35. Gâmbia 36. Gana 37. Grécia 38. Guatemala 39. Haiti 40. Honduras 41. Hungria 42. Países Baixos 43. República Democrática do Congo 44. República Dominicana 45. União Europeia 46. Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) 47. Organização das Nações Unidas para a Educação, a

19 19 REPRESENTAÇÃO Ciência e a Cultura (UNESCO) 48. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) DEMANDA 49. Imprensa 50. Imprensa

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