40 escritórios regionais de desenvolvimento rural (EDR) EDR - Botucatu. 545 municípios com Casa da Agricultura (CA)

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5 PROPRIEDADE EMPRESA INVESTIMENTO GASTO IRRIGACAO MOLHAR

6 Irrigação é uma técnica que consiste em fornecer água as plantas de maneira artificial através de dispositivos apropriados para tal finalidade, visando suprir as necessidades hídricas da cultura em momento oportuno e em quantidade necessária, substituindo as precipitações pluviométricas quando estas são insuficientes e/ou desuniformes.

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9 Distribuição irregular das chuvas Eliminar os riscos de veranico Época de maior demanda coincidindo com o período seco. Espécie altamente sensível ao déficit hídrico

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11 Infiltração

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15 mm mm mm mm mm mm mm Sentelhas/Angelocci Aplicações do Balanço Hídrico Climatológico Normal Extrato do Balanço Hídrico Mensal 400 Extrato do Balanço Hídrico Mensal Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez DEF(-1) EXC Extrato do Balanço Hídrico Mensal Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez DEF(-1) EXC Extrato do Balanço Hídrico Mensal Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez DEF(-1) EXC Caracterização regional da disponibilidade hídrica Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Extrato do Balanço Hídrico Mensal DEF(-1) EXC Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Extrato do Balanço Hídrico Mensal Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez DEF(-1) EXC Extrato do Balanço Hídrico Mensal Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez DEF(-1) EXC DEF(-1) EXC

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17 Figura: Visão dos estômatos aberto de uma folha de tabaco Visão do complexo estomático

18 DESDE QUE HAJA ÁGUA SUFICIENTE PARA SUPRIR AS NECESSIDADES FISIOLÓGICAS DA PLANTA

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20 ASPERSÃO LOCALIZADA

21 VANTAGENS REDUÇÃO NA INCIDÊNCIA DE ÁCAROS CONTROLE DE GEADAS MENOR CUSTO DE IMPLANTAÇÃO DESVANTAGENS ELEVADO CUSTO COM MÃO-DE-OBRA. MAIOR POTENCIA DO SISTEMA MOTO-BOMBA. INTERFERÊNCIA NOS TRATOS FITOSSANITÁRIOS. AUMENTO NA INCIDÊNCIA DE DOENÇAS FOLIARES. EFICIÊNCIA REDUZIDA PRINCIPAL UTILIZAÇÃO: NA FASE DE TRANSPLANTIO FAVORECENDO O PEGAMENTO DAS MUDAS (SANTOS et al., 2005).

22 VANTAGENS MAIOR EFICIÊNCIA DO SISTEMA E UNIFORMIDADE DE APLICAÇÃO POSSIBILIDADE DE FERTI E QUIMIGAÇÃO NÃO INTERFERE NOS TRATAMENTOS FITOSSANITÁRIOS ADAPTA-SE A DIFERENTES CONDIÇÕES DE SOLO E TOPOGRAFIA ECONOMIA COM MÃO-DE-OBRA POSSIBILIDADE DE AUTOMAÇÃO MENOR POTÊNCIA DO SISTEMA MOTO-BOMBA CASAMENTO PERFEITO EM CANTEIROS COM MULCHING DESVANTAGENS ELEVADO CUSTO DE AQUISIÇÃO ALTO RISCO DE ENTUPIMENTO

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25 SISTEMA DE IRRIGAÇÃO EFICIÊNCIA (%) SULCOS (SUPERFÍCIE) INUNDAÇÃO (SUPERFÍCIE) ASPERSÃO GOTEJAMENTO (LOCALIZADA) MICROASPERSÃO (LOCALIZADA) Fonte: Vieira, 1986.

26 Média do número de frutos colhidos e da produção de morangos por hectare em função de diferentes sistemas de irrigação. Efeitos dos sistemas de irrigação sobre o número e produção de frutos (kg/ha) de morangueiro Fonte: SANTANA et al., 2009

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28 OMS: 150 L/hab. dia L/hab.ano -1 1 ha de cultivo de morango irá consumir em média cerca de L dia -1. Portanto, em 2 dias 1 ha cultivado com morango consome o equivalente a 1 hab. durante um ano inteiro.

29 NÃO IRÁ INTERFERIR AOS VIZINHOS OUTORGA DE ÁGUA

30 Escolha do sistema de irrigação Escolha dos aspersores ou tubo gotejadores Dimensionamento das linhas laterais, de derivação e principal. Escolha da bomba a ser utilizada (diesel, gasolina, monofásica, trifásica). Readequação do projeto caso seja necessário e/ou viável. Elaboração da lista de materiais e cotação (orçamento).

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33 LEVAR EM CONSIDERAÇÃO FATORES DO SOLO (TENSIOMETRIA) LEVAR EM CONSIDERAÇÃO FATORES FISIOLÓGICOS DA PLANTA

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35 VARIABILIDADE DE SOLOS MÉTODO INDIRETO (SOZINHO NÃO TEM FUNÇÃO ALGUMA) APLICAÇÃO APENAS EM BAIXAS TENSÕES (APLICÁVEL PARA O CULTIVO DO MORANGO) NECESSIDADE DA CURVA DE RETENÇÃO DE ÁGUA DO SOLO.

36 AMOSTRAS INDEFORMADAS PROFUNDIDADE DO SISTEMA RADICULAR PROGRAMA SWRC

37 30 cm 15 cm

38 Instalação com um trado de rosca de ½ Baterias com 3 tensiômetros por profundidade Escorva do tensiômetro diária ou no máximo de 3 em 3 dias.

39 Granulometria CAD Armazenamento total de água (CAD) 0,002 0,02 0,2 2,00 mm Textura/Classe mm água/ cm solo m 3 / ha/cm de solo fina grossa Grossa (arenoso) 0,8-1,6 8 argila silte cascalho Média (médio) 1,6-2,4 8 a16 areia Fina (argiloso) > 2,4 24

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41 Ψ = leitura 0,098 x C Onde: Ψ = tensão de água no solo (kpa); Leitura = valor lido no tensímetro (valor positivo, em kpa); C = comprimento do tensiômetro (cm). Fórmulas variam de acordo com a unidade de leitura da tensão (mercúrio, vacuômetro em Kpa, mca, bar)

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43 Composição do Solo Ar 20% Mineral 45% Água 30% Orgânico 5% Composição volumétrica (%)

44 CAPACIDADE DE CAMPO PONTO DE MURCHA PERMANENTE

45 CAPACIDADE DE ÁGUA DISPONÍVEL (CAD) ÁGUA FACILMENTE DISPONÍVEL (AFD)

46 0 0 pmp cc sat (cm 3 /cm 3 ) Água residual Água gravitacional Zr Z Capacidade de Água Disponível (CAD)

47 (Fonte: Resende et al., 2003)

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49 Um volume de 1 cm 3 de solo com umidade ( ) de 0,20 cm 3 de água por cm 3 de solo, armazena um volume de água igual a 0,20 cm 3 de água Ou seja, naquele cm 3 de solo cuja base é 1 cm 2 tem 0,20 cm 3 de água ou a altura de água de 0,20 cm ou 2 mm.

50 CAD θ - θ x 10 x z cc pmp cc - umidade à capacidade de campo, cm 3 /cm 3 pmp - umidade no ponto de murcha permanente, cm 3 /cm 3 AFD = f x CAD, onde AFD - água facilmente disponível às plantas (mm) CAD - capacidade de água disponível (armazenamento total de água no solo, mm) f - fator de disponibilidade de água às plantas (sempre menor que 1)

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52 52

53 Umidade (cm3/cm3) Umidade (cm3/cm3) 0,500 0,400 0,300 0,200 0,100 0, Potencial matricial (cm H2O) 0,500 0,400 0,300 0,200 0,100 0, Potencial matricial (cm H2O) θ Potencial Matricial ( ) Umidade do solo ( (cm c.a.)* (cm 3 /cm 3 ) 0 (saturado) 0, , , , , , , , , (ponto de murcha) 0,193 a θ pmp 1 θ s a θ pmp n m m Parâmetros Nome Símbolo Unidade Valor Umidade residual r cm 3 /cm 3 0,193 Umidade no ponto de saturação s cm 3 /cm 3 0,385 Parâmetro alfa (regressão) a cm 3 /cm 3 0,0059 Parâmetro n (regressão) n --- 0,842 Parâmetro m (regressão) m --- 1,9008

54 54

55 ETo = Kp x ECA ETc = ETo x Kc... ETm = Kp x Kc x ECA

56 Comparação dos estágios de desenvolvimento (e do IAF) de diferentes tipos de cultura e da cultura de referência Tipo de Cultura Início Desenv. Vegetativo Meia-estação Final da estação Anual Capins Perenes Culturas Perenes Árvores Cultura de referência (gramado) Estação de Crescimento

57 Consumo hídrico (mm) Dias após o transplante (DAT) (Frutificação) T3 T2 T1 médiatratamentos Consumo hídrico (mm) do morangueiro cultivado sem e com adubação orgânica em ambiente protegido. Pelotas RS. FRAGA et. al., 2006.

58 Data Saídas Entradas (mm) CAD a * (mm) ET (mm) Chuva Irrigação inicial final 1-jun jun jun jun jun jun jun jun jun jun jun jun jun jun jun jun jun jun jun jun jun * CAD a máx. = AFD AFD = 20 mm

59 LÂMINA A SER APLICADA

60 STRECK et al., 1994 mulching produz 21% de redução da evaporação. Limite estreito entre deficiência e excesso (doenças principalmente fungicas de solo) não existe espaço para ineficiência, deve ser encarado como um negócio empresarial

61 Lâmina irrigação fixa e turno de rega variável Turno de rega fixo e lâmina irrigação variável

62 Data Leitura Tanque Classe A (mm) Reposição ou ajuste de nível Diferença (mm) ECA (mm) PRP (mm) ECA - PRP (mm) Irrigação (mm) /01/ ,1.. 20, /01/ , ,0 5, , /01/ , ,1 6, , /01/ , ,0 7, , /01/ ,0 79,9 7,0 7, ,1 16,5 09/01/ , ,5 4, , /01/ , ,4 5, , /01/ ,7 81,7-16,7 3,3 20, /01/ , ,9 5, , /01/ , , /01/ , ,2 5, , /01/ , ,2 3, , /01/ , ,5 7, , /01/ ,1 81,5 5,4 5, ,3 13,2 18/01/ , ,2 4, , /01/ , ,3 4, ,

63 TURNO DE REGA FIXO E LÂMINA VARIÁVEL Leitura Evap. Piché (mm) Reposição de água (mm) Data Diferença EPi PRP EPi - PRP (mm) (mm) (mm) (mm) /01/ , ,5 2,5 20, /01/ , ,0 5, , /01/ , ,1 6, , /01/ , ,9 6, , /01/ ,2 34,8 6,8 6, , /01/ , ,5 4, ,3 19,0 10/01/ , ,4 5, , /01/ , ,3 3,3 20, /01/ , ,9 5, , /01/ , ,7 1,7 52, /01/2008 8,8 35,0 5,2 5, , /01/ , ,2 3, , /01/ , ,4 4, , /01/ , ,1 5, , /01/ , ,2 5, , /01/ ,7 34,8 6,4 6, ,5 19, Irrigação (mm)

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65 Um sistema que aplique 5mm h -1, caso seja esquecido ligado cerca de 5 minutos a mais no dia, irá aplicar 0,4mm mais que o necessário, em 1 ha este excesso irá representar 4000L, em 10 ha representa 40000L. Consciência econômica e ambiental.

66 REPRESENTA 10% DO CUSTO DE IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA (COELHO et al., 2003) ATENDIMENTO DA NECESSIDADE NUTRICIONAL DA PLANTA DE ACORDO COM A CURVA DE ABSORÇÃO DE NUTRIENTES. APLICAÇÃO DE NUTRIENTES NO VOLUME MOLHADO, ONDE CONCENTRAM-SE A MAIORIA DAS RAÍZES DE ABSORÇÃO. ECONOMIA DE MÃO-DE-OBRA. AUMENTO DA EFICIÊNCIA DA ADUBAÇÃO. DIMINUI A COMPACTAÇÃO PELA REDUÇÃO NO TRANSITO DE MÁQUINAS E/OU PESSOAS.

67 POSSILIDADE DE ENTUPIMENTO E DANOS À BOMBA. SALINIZAÇÃO. CONTAMINAÇÃO DO LENÇOL FREÁTICO ATRAVÉS DA LIXIVIAÇÃO DE NUTRIENTES. Obs.: problemas ocasionados pelo manejo incorreto da fertirrigação.

68 INICIAR A FERTIRRIGAÇÃO APÓS A SAÍDA DE ÁGUA EM TODOS OS EMISSORES.

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70 K > N > Ca > Mg > S > P

71 NÃO BASTA CONHECER AS QUANTIDADES TOTAIS, DEVE-SE CONHECER AS ÉPOCAS DE MAIOR DEMANDA.

72 PRINCIPAL CUIDADO DA FERTIRRIGAÇÃO. ACOMPANHAMENTO DA CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DA SOLUÇÃO DO SOLO (EXTRATORES DE SOLUÇÃO). ANÁLISE QUÍMICA DA PLANTA E DO SOLO.

73 NÍVEIS DE SAIS E COMPOSTOS QUÍMICOS QUALIDADE MICROBIOLÓGICA QUALIDADE QUÍMICA (ph e CE) RESOLUÇÃO CONAMA N 357 Art. 4 - Item II.d. a irrigacao de hortaliças que são consumidas cruas e de frutas que se desenvolvam rentes ao solo e que sejam ingeridas cruas sem remocao de pelicula (ÁGUA DOCE CLASSE 1) Coliformes: < 200 coliformes termotoletrantes por 100ml em 80% ou mais das amostras coletadas.

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75 Dar preferência a projetos que utilizem sistemas de baixa pressão e vazão e que fiquem ligados por mais tempo. Afinal, o dia tem 24 hs, porque irrigar em ½ hora.

76 ISRAEL PLANTA EM AREIA GRANDE PARTE DAS HORTALIÇAS PRODUZIDAS ATUALMENTE SEQUER UTILIZAM O SOLO CADA VEZ MAIS A LIMITAÇÃO TEM NOME:

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78 COEFICIENTE DO TANQUE CLASSE A Velocidade do Vento Tanque circundado por grama Tanque circundado por solo nu Baixa <40% Média 40-70% Alta >70% Baixa <40% Média 40-70% Alta >70% Vento Posição Posição do do (Km/dia) tanque tanque R (m)* R (m)* 1 0,55 0,65 0,75 1 0,70 0,80 0,85 Leve 10 0,65 0,75 0, ,60 0,70 0,80 < ,70 0,80 0, ,55 0,65 0, ,75 0,85 0, ,50 0,60 0,70 1 0,50 0,60 0,65 1 0,65 0,75 0,80 Moderado 10 0,60 0,70 0, ,55 0,65 0, ,65 0,75 0, ,50 0,60 0, ,70 0,80 0, ,45 0,55 0,60 1 0,45 0,50 0,60 1 0,60 0,65 0,70 Fonte 10 0,55 0,60 0, ,50 0,55 0, ,60 0,65 0, ,45 0,50 0, ,65 0,70 0, ,40 0,45 0,55 1 0,40 0,45 0,50 1 0,50 0,60 0,65 Muito 10 0,45 0,55 0, ,45 0,50 0,55 forte 100 0,50 0,60 0, ,40 0,45 0,50 > ,55 0,60 0, ,35 0,40 0,45

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