UNIDADE IV ENTERPRISE JAVABEANS

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1 UNIDADE IV ENTERPRISE JAVABEANS

2 MODELO J2EE

3 COMPONENTES DE Camada de Negócios NEGÓCIOS

4 JAVA SERVLET, JSP E EJB Nos capítulos anteriores, foi mostrado como desenvolver e distribuir aplicações servlet e JSP. Em simples aplicativos web, deve-se utilizar somente servlets/jsps, evitando completamente EJB. Aplicativos EJB são mais complexos e mais difíceis de montar e administrar do que aplicativos servlet/jsp.

5 JAVA SERVLET, JSP E EJB Se a robustez e o escalonamento forem um aspecto importante da aplicação a ser desenvolvida, devese considerar o uso da tecnologia EJB. Possui quatro versões: EJB 2.1 (lançada rencentemente) EJB 2.0 EJB 1.1 EJB 1.0

6 JAVA SERVLET, JSP E EJB SERVLET JSP EJB JDBC

7 EJB A tecnologia EJB depende de outras tecnologias Java para funcionar adequadamente: Java Remote Method Invocation (RMI) é utilizado como protocolo de comunicação entre dois enterprise beans e entre um enterprise bean e seu cliente. Java Remote Method Invocation Internet Inter-ORB (RMI-IIOP) é usado em comunicações entre um enterprise bean e um cliente. Java Naming and Directory Interface (JNDI) é usado como serviço de nomeação que liga um nome com um enterprise bean.

8 VERSÕES EJB 2.1 (lançada rencentemente)

9 O QUE É UM EJB? É um componente do lado do servidor que encapsula a lógica de negócios de uma aplicação. A lógica de negócios é o código que satisfaz o objetivo da aplicação. Por exemplo, em uma aplicação de controle de estoque, os EJBs poderiam implementar a lógica de negócios em métodos denominados checkinventorylevel e orderproduct.

10 O QUE É UM EJB? EJBs precisam ser construidos de acordo com as especificações EJB e só são distribuídos e executados em um EJB container. O EJB container oferece serviços no nível de sistema, como transações, para aplicativos EJB.

11 BENEFÍCIOS DOS EJBS Aplicativos EJB são fáceis de desenvolver, pois o desenvolvedor de aplicativo pode se concentrar na lógica comercial. O EJB container é responsável por oferecer serviços em nível de sistema, como gerenciamento de transações e autorização de segurança. Como os EJBs contém a lógica de negócios de aplicação, o desenvolvedor da aplicação cliente pode se concentrar na aplicação. Como resultado, os cliente são mais magros (thinner).

12 BENEFÍCIOS DOS EJBS EJBs são componentes. Uma aplicação pode construir novos serviços a partir de beans existentes. Há boas chances de fabricantes de EJB venderem os EJBs que encapsulam a funcionalidade desejada. A especificação EJB assegura que os beans desenvolvidos por outros possam ser usados em seus aplicativos.

13 BENEFÍCIOS DOS EJBS Há uma clara distinção de trabalho no desenvolvimento, distribuição e administração de um aplicativo EJB. Isso torna o processo de desenvolvimento e distribuição ainda mais rápido. O EJB container gerencia transações, pool de conexão a bancos de dados, segurança para aplicativos e APIs de nível baixo, sem que o desenvolvedor precise entendê-los. A arquitetura EJB é compatível com outras APIs Java.

14 QUANDO USAR EJB A aplicação a ser desenvolvida deverá possuir um dos seguintes requisitos: A aplicação deve ser escalável. Para acomodar um número crescente de usuários, pode ser necessário distribuir os componentes de uma aplicação em múltiplas máquinas. Os EJBs de uma aplicação podem não apenas executar em diferentes máquinas, mas suas localizações permanecerão transparentes para os clientes.

15 QUANDO USAR EJB As transações são necessárias para garantir a integridade dos dados. Os EJBs suportam transações, os mecanismos que gerenciam o acesso concorrente de objetos compartilhados. A aplicação terá inúmero clientes. Com apenas algumas linhas de código, os clientes remotos podem facilmente localizar os EJBs.

16 TIPOS DE EJB Os EJBs são classificados em três tipos: Session Beans Entity Beans Message-Driven Beans

17 SESSION BEANS Representa um único cliente dentro do servidor J2EE. Para acessar uma aplicação que está implementada no servidor, o cliente chama os métodos de bean de sessão. O bean de sessão executa o trabalho para seu cliente, protegendo-o da complexidade de execução das tarefas de negócios no servidor.

18 SESSION BEANS Existem dois tipos de Session Beans: Com informações de estado (statefull) Sem informações de estado (stateless)

19 SESSION BEANS STATEFULL Em um bean de sessão com informações de estado, as variáveis de instância representam o estado de uma única sessão cliente-bean. O estado é mantido enquanto durar a sessão cliente-bean. Se o cliente remover o bean ou terminar, a sessão é concluída e o estado desaparece.

20 CICLO DE VIDA

21 SESSION BEANS STATELESS Em um bean de sessão sem informações de estado, não é mantido um estado conversacional para um cliente específico. Quando um cliente chama o método de um bean sem informações de estado, as variáveis de instância do bean podem conter um estado, mas apenas enquanto durar a chamada. Quando o método é concluído, o estado não é mais mantido.

22 CICLO DE VIDA

23 STATEFULL X STATELESS Os beans de sessão sem estado podem suportar múltiplos clientes, oferecendo escalabilidade para aplicações que requerem um grande número de clientes. Uma aplicação requer menos beans stateless do que beans statefull para suportar o mesmo número de clientes.

24 ENTITY BEANS Representa um objeto de entidade de negócios em um mecanismo de armazenamento persistente. Considerando que mecanismo de armazenamento persistente seja um banco de dados relacional, pode-se considerar que cada bean de entidade tem uma tabela subjacente e cada instância do bean corresponde a uma linha nessa tabela.

25 CICLO DE VIDA

26 DIFERENÇAS ENTRE ENTITY E SESSION BEANS Os beans de entidade diferem dos beans de sessão de várias maneiras. Os beans de entidade são: Persistentes; permitem acesso compartilhado; têm chaves primárias; e podem participar de relacionamentos com outros beans de entidade.

27 PERSISTÊNCIA Significa que o estado de um bean de entidade é salvo em um mecanismo de armazenamento secundário, independente do funcionamento da aplicação ou do processo servidor J2EE

28 ACESSO COMPARTILHADO Os beans de entidade podem ser compartilhados por muitos clientes que podem alterar os dados disponibilizados. É importante que os beans de entidade funcionem dentro de transações gerenciadas pelo EJB container.

29 CHAVE PRIMÁRIA Cada bean de entidade tem um identificador de objeto exclusivo (chave primária) o que permite que um cliente localize um bean de entidade específico.

30 RELACIONAMENTOS Como uma tabela em um banco de dados relacional, um bean de entidade pode ser relacionado a outros beans de entidade.

31 MESSAGE-DRIVEN BEAN Os beans de sessão e os beans de entidade permitem o envio e o recebimento de mensagens JMS (Java Message Service) sincronamente, mas não assincronamente. Um bean orientado a mensagem permite a aplicações J2EE processar mensagens assincronamente, atuando como um listener de mensagens JMS. As mensagens podem ser enviadas por qualquer componente J2EE um cliente de aplicação, outro bean ou um componente Web.

32 CICLO DE VIDA

33 ESCREVENDO A PRIMEIRA APLICAÇÃO EJB Desenvolver e distribuir um aplicativo EJB requer as seguintes etapas: 1. Escrever o bean 2. Escrever o descritor de distribuição 3. Criar um arquivo de distribuição 4. Distribuir o bean 5. Escrever o aplicativo cliente para usar o bean.

34 Necessário Utilizar: J2SDK J2EE SDK INSTALAÇÃO Estrutura de Diretório e arquivo de Configuração Servidor de Aplicação J2EE com container EJB Documentação da API EJB

35 ESTRUTURA DE DIRETÓRIO Inicialmente criar a seguinte estrutura de diretórios que irá conter os arquivos EJB:

36 SERVIDOR DE APLICAÇÃO J2EE EJB Jboss (Suporta EJB 1.1) Hardware com 64MB RAM Pentium 550MHZ Nova versão 3.2 (Suporta EJB 2.0) Disponível para download no Site Jboss Group (www.jboss.org) Também disponível no Portal Unama (www.unama.br)

37 CONFIGURANDO JBOSS Descompactar o arquivo JBoss zip Editar o Autoexec.bat e incluir JBOSS_HOME no Classpath. Set JBOSS_HOME = D:\JBOSS\JBoss Adicionar o arquivo..\lib\ext\jboss-j2ee.jar no Classpath do Editor Kawa

38 EXECUTANDO JBOSS 2.4.4

39 BEAN ADDER Inicialmente criar a seguinte estrutura de diretórios que irá conter os arquivos EJB: Criar os arquivos: Adder.java, AdderHome.java e AdderBean.java.

40 ADDER.JAVA package ejb; import javax.ejb.ejbobject; import java.rmi.remoteexception; public interface Adder extends EJBObject { public int add(int a, int b) throws RemoteException; }

41 ADDERHOME.JAVA package ejb; import java.rmi.remoteexception; import javax.ejb.createexception; import javax.ejb.ejbhome; public interface AdderHome extends EJBHome { Adder create() throws RemoteException, CreateException; }

42 package ejb; ADDERBEAN.JAVA import java.rmi.remoteexception; import javax.ejb.sessionbean; import javax.ejb.sessioncontext; public class AdderBean implements SessionBean { public int add(int a, int b) { System.out.println("from AdderBean"); return (a + b); }...

43 ADDERBEAN.JAVA } public void ejbcreate() { } public void ejbremove() { } public void ejbactivate(){ } public void ejbpassivate(){ } public void setsessioncontext (SessionContext sc) { }

44 DESCRITOR DE DISTRIBUIÇÃO Toda aplicação EJB precisa ter um descritor de distribuição que descreva cada EJB. O arquivo descritor de distribuição é chamado de ejb-jar.xml. Salvar o referido arquivo na pasta /META-INF.

45 EJB-JAR.XML JAR.XML <?xml version="1.0" encoding="utf-8"?> <ejb-jar> <description>ejb application</description> <display-name>adder App</display-name> <enterprise-beans> <session> <ejb-name>adder</ejb-name> <home>ejb.adderhome</home> <remote>ejb.adder</remote> <ejb-class>ejb.adderbean</ejb-class> <session-type>stateless</session-type> <transaction-type>bean</transaction-type> </session> </enterprise-beans> </ejb-jar>

46 CRIAÇÃO DE UM ARQUIVO DE DISTRIBUIÇÃO Necessário empacotar todos os arquivos relacionados ao EJB (Adder.java, AdderHome.java, AdderBean.java e ejb-jar.xml) em um arquivo.jar (adder.jar). jar cfv adder.jar ejb/* MATA-INF/ejb-jar.xml Copiar arquivo adder.jar para o diretório do JBOSS../deploy. Reiniciar o JBOSS.

47 JBOSS DISTRIBUIÇÃO DO EJB

48 COMPONENTE WEB (JSP) ACESSANDO EJB Para chamar um EJB a partir de um componente WEB JSP, é necessário importar as seguintes bibliotecas (../WEB-INF/lib): jboss-j2ee.jar jnpserver.jar jboss.jar

49 COMPONENTE WEB (JSP) ACESSANDO EJB page import="javax.naming.*"%> page import="javax.rmi.portableremoteobject"%> page import="java.util.properties"%> page import="ejb.adder"%> page import="ejb.adderhome"%> <% Properties properties = new Properties(); properties.put(context.initial_context_factory, "org.jnp.interfaces.namingcontextfactory"); properties.put(context.provider_url, "localhost:1099");...

50 COMPONENTE WEB (JSP) ACESSANDO EJB... try { InitialContext jndicontext = new InitialContext(properties); System.out.println("Got context"); Object ref = jndicontext.lookup("adder"); System.out.println("Got reference"); AdderHome home = (AdderHome) PortableRemoteObject.narrow (ref, AdderHome.class); Adder adder = home.create(); out.println ("2 + 5 = " + adder.add(2, 5)); } catch(exception e) { System.out.println(e.toString()); } %>

51 EJB EXPLICADO Um enterprise bean consiste de uma classe (bean) e duas interfaces (home interface e remote interface). As interfaces permitem a comunicação entre um cliente e um EJB. O EJB contem a implementação das regras comerciais.

52 EJB EXPLICADO

53 EXERCÍCIO 1- Criar uma aplicação EJB denominada ConverterBean que implementa dois métodos de negócios, dollartoreal e realtodollar. Um componente WEB (JSP) solicita a conversão de um valor passado pelo usuário.

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