NOÇÕES HISTÓRICAS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

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1 NOÇÕES HISTÓRICAS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL 1601 INGLATERRA lei de amparo aos pobres (assistência social) contribuição obrigatória para fins sociais 1883 ALEMANHA OTTO VON BISMARCK criação da PREVIDÊNCIA SOCIAL 1883 seguro-doença custeado por contribuições dos empregados, empregadores e Estado 1884 seguro invalidez e velhice contribuições dos empregados, empregadores e Estado 1989 FRANÇA lei de acidentes do trabalho 1907 INGLATERRA regras de proteção à velhice e acidentes do trabalho 1917 CONSTITUIÇÃO MEXICANA primeira constituição a prever seguro social obrigatório 1919 TRATADO DE VERSALHES seguro social obrigatório 1927 OIT garantia de indenização às vítimas de acidentes do trabalho 1948 DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO HOMEM previdência é direito fundamental NO BRASIL 1824 CONSTITUIÇÃO IMPERIAL regime de mutualidade somente aos associados 1850 REGULAMENTO meses de salário em caso de acidente do trabalho 1891 CONSTITUIÇÃO FEDERAL expressão APOSENTADORIA - dada a funcionários públicos em caso de invalidez a serviço da nação sem fonte de custeio. (Assistencial) 24/01/1923 LEI ELOY CHAVES (Dec. Leg. 4682) efetivamente implantou-se a previdência social, por meio das Caixas de Aposentadorias e Pensões de cada empresa ferroviária (assist. Médica, aposentadoria por tempo de serviço e idade avançada, por invalidez após dez anos de serviço e pensão por morte) 1933 IAPMarítimos seguido por outros. Não mais por empresas, mas por categorias profissionais CONSTITUIÇÃO FEDERAL art. 121, 1º, h triplo custeio (união, empregadores e empregados) ampara à velhice, invalidez, maternidade, acidentes do trabalho e morte CONSTITUIÇÃO FEDERAL suprimiu os direitos da previdência

2 1946 CONSTITUIÇÃO FEDERAL - PREVIDÊNCIA SOCIAL - mantida a regra do triplo custeio. EC 11/65 prévia fonte de custeio para criar ou majorar benefícios previdenciários LOPS Lei 3.087/60 não unificou os institutos existentes, mas criou normas gerais uniformes para todos 1966 DECRETO-LEI 72/66 unificou os institutos de aposentadorias e pensões, centralizando-os no INPS 1967 CONSTITUIÇÃO FEDERAL mantêm-se as regras de 1946, criando-se o segurodesemprego e a aposentadoria à mulher aos 30 anos de trabalho 1984 CLPS Decreto /84 reuniu toda matéria de custeio e benefícios mais os acidentários CONSTITUIÇÃO FEDERAL SEGURIDADE SOCIAL (PREV. SOCIAL, ASSIST. SOCIAL E ASSIST. SAÚDE) 1991 LEIS E TRATAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL NA CF 88 DA SEGURIDADE SOCIAL Conjunto integrado de ações de iniciativa dos poderes públicos e da sociedade destinados a assegurar direitos à saúde, assistência social e previdência social. Poder Público organiza com base nos princípios insculpidos no parágrafo único do art. 194: I - universalidade da cobertura e do atendimento; II - uniformidade e equivalência dos benefícios e serviços às populações urbanas e rurais; III - seletividade e distributividade na prestação dos benefícios e serviços; IV - irredutibilidade do valor dos benefícios; V - eqüidade na forma de participação no custeio; VI - diversidade da base de financiamento; VII - caráter democrático e descentralizado da administração, mediante gestão quadripartite, com participação dos trabalhadores, dos empregadores, dos aposentados e do Governo nos órgãos colegiados. Art Financiada por toda sociedade, mediante recursos da U, EE, DF e MM e das contribuições sociais: I dos empregadores e empresas incidentes sobre: - Folha de salários ou rendimentos pagos a pessoa física; - Receita ou faturamento - Lucro II dos trabalhadores e demais segurados, exceto sobre aposentadorias e pensões do

3 RGPS; III Concursos de prognósticos; IV de importador de bens ou serviços do exterior. 1º e 2º - as receitas constarão dos orçamentos de cada ente federado, que serão elaborados de forma integrada com os órgãos responsáveis pela Saúde, Assist. Social e Prev. Social; 3º - Devedores da SS não podem contratar ou receber incentivos fiscais do poder público; 5º - prévia fonte de custeio total; 6º - anterioridade nonagesimal; 7º - isenção das entidades beneficentes de Assist. Social; 8º - definição e contribuição do segurado especial SAÚDE (ARTS. 196 A 200) Direito de todos e dever do Estado, com acesso universal e igualitário às ações e serviços. 197 Ações e serviços de saúde são de relevância pública, sendo a regulamentação, fiscalização e controle a cargo do Poder Público, com execução direta por esse ou pela iniciativa privada. 198 SUS Princípios: I- descentralização e direção única em cada ente federado; II- atendimento integral, priorizando atividades preventivas; III- participação da comunidade. Financiamento: orçamento da SS, União, EE, DF, MM e outras fontes (ver art. 198, 2º e 3º) Lei complementar definirá a aplicação de recursos mínimos derivados de percentuais incidentes sobre: União na forma da Estados produto da arrecadação dos impostos de sua competência (art. 155 da CF) e de recursos oriundos da repartição de receitas prevista nos arts. 157 a 159 da CF; Municípios - produto da arrecadação dos impostos de sua competência (art. 156 da CF) e de recursos oriundos das receitas previstas nos arts. 158 e 159 da CF; Art Livre à iniciativa privada. 1º- (preferência às filantrópicas e sem fins lucrativos), mediante contrato de direito público. 2º- vedada destinação de recursos públicos a entidades com fins lucrativos. 3º- vedada participação de empresas ou capitais estrangeiros, salvo os casos da lei. 4º- lei disporá sobre transplantes e transfusões, vedada a comercialização. COMPETÊNCIA SUS ART. 200 CF

4 I - controlar e fiscalizar procedimentos, produtos e substâncias de interesse para a saúde e participar da produção de medicamentos, equipamentos, imunobiológicos, hemoderivados e outros insumos; II - executar as ações de vigilância sanitária e epidemiológica, bem como as de saúde do trabalhador; III - ordenar a formação de recursos humanos na área de saúde; IV - participar da formulação da política e da execução das ações de saneamento básico; V - incrementar em sua área de atuação o desenvolvimento científico e tecnológico; VI - fiscalizar e inspecionar alimentos, compreendido o controle de seu teor nutricional, bem como bebidas e águas para consumo humano; VII - participar do controle e fiscalização da produção, transporte, guarda e utilização de substâncias e produtos psicoativos, tóxicos e radioativos; VIII - colaborar na proteção do meio ambiente, nele compreendido o do trabalho. ASSISTÊNCIA SOCIAL ARTS. 203/204 Prestada a quem dela necessitar, independentemente de contribuição. Objetivos: - Proteção à família, maternidade, infância, adolescência e velhice; - Amparo a crianças e adolescentes carentes; - Promoção da integração ao mercado de trabalho; - Habilitação e reabilitação de portadores de deficiência; - LOAS Art. 204 diretrizes: I- descentralização, com coordenação e normas gerais pela União. Estados e Municípios e entidades beneficentes coordenam e executam os próprios programas; II- participação da população na formulação de políticas e controle das ações. único 0,5% da receita tributária líquida dos EE e DF podem vincular-se a programas assistenciais, não podendo esses recursos ser usados para pagamento de: I- pessoal e encargos sociais; II- III- serviço da dívida; qualquer outra despesa corrente não vinculada diretamente às ações apoiadas; PREVIDÊNCIA SOCIAL (ARTS. 201/202) Será organizada sob a forma de Regime Geral, de caráter contributivo e filiação obrigatória, devendo ser preservado o equilíbrio financeiro e atuarial e atenderá: - cobertura dos eventos de doença, invalidez, morte e idade avançada; - proteção à maternidade, especialmente à gestante; - proteção do trabalhador em situação de desemprego involuntário; - salário-família e auxílio-reclusão para os dependentes dos segurados de baixa renda; - pensão por morte ao cônjuge ou companheiro e demais dependentes.

5 1º - igualdade de tratamento entre os segurados, ressalvadas as aposentadorias especiais e portadores de deficiência (nos termos de lei complementar) 2º - garantia de valor mínimo um salário-mínimo para os benefícios que substituam o rendimento do trabalho ou SC. 3º - atualização dos SC; 4º - preservação do valor real dos benefícios; 5º - vedação de filiação ao RGPS de participante de Regime próprio. 6º - 13º de aposentados e pensionistas =remuneração de dezembro; 7º - aposentadorias: ATC 35 anos (H) e 30 anos (M), reduzidos em 5 anos para professores com efetivo exercício nas funções de magistério na educação infantil, e no ensino fundamental e médio; Após. Idade 65 anos (H) e 60 (M), reduzidos em 5 anos para trabalhadores rurais, segurado especial, garimpeiro e pescador artesanal 9º Contagem recíproca compensação de regimes; 12 inclusão previdenciária de trabalhadores de baixa ou nenhuma renda, com alíquotas diferenciadas ( 13). Previdência Privada caráter complementar e facultativo, e deverá ser regulado por lei complementar. PRINCÍPIOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL 1. FILIAÇÃO OBRIGATÓRIA (ARTS. 12 DA LEI 8.212/91 E 11 DA LEI 8.213/91) desnecessidade de inscrição, salvo para o facultativo 2. CARÁTER CONTRIBUTIVO (ART. 201) 3. EQUILÍBRIO FINANCEIRO E ATUARIAL (ART. 201) relação entre custeio e pagamento de benefícios 4. GARANTIA DO BENEFÍCIO MÍNIMO (ART. 201, 2º) salvo auxílio-acidente - indenizatório 5. CORREÇÃO MONETÁRIA DOS SALÁRIOS-DE-CONTRIBUIÇÃO (ART. 201, 3º) 6. PRESERVAÇÃO DO VALOR REAL DOS BENEFÍCIOS (ART. 201, 4º) 7. INDISPONIBILIDADE DOS DIREITOS DOS BENEFICIÁRIOS (ART. 114) 8. COMUTATIVIDADE CONTAGEM RECÍPROCA (201, 9º) possibilidade de computar tempo rural e urbano com tempo de serviço público, hipótese em que os regimes se compensarão, nos termos da lei 9796/1999) SEGURADOS E DEPENDENTES SEGURADOS: como empregado (ART. 12, I LEI 8.212/91): a) aquele que presta serviço de natureza urbana ou rural à empresa, em caráter não eventual, sob sua subordinação e mediante remuneração, inclusive como diretor empregado; b) aquele que, contratado por empresa de trabalho temporário, definida em legislação específica, presta serviço para atender a necessidade transitória de substituição de pessoal regular e permanente ou a acréscimo extraordinário de serviços de outras

6 empresas; c) o brasileiro ou estrangeiro domiciliado e contratado no Brasil para trabalhar como empregado em sucursal ou agência de empresa nacional no exterior; d) aquele que presta serviço no Brasil a missão diplomática ou a repartição consular de carreira estrangeira e a órgãos a ela subordinados, ou a membros dessas missões e repartições, excluídos o não-brasileiro sem residência permanente no Brasil e o brasileiro amparado pela legislação previdenciária do país da respectiva missão diplomática ou repartição consular; e) o brasileiro civil que trabalha para a União, no exterior, em organismos oficiais brasileiros ou internacionais dos quais o Brasil seja membro efetivo, ainda que lá domiciliado e contratado, salvo se segurado na forma da legislação vigente do país do domicílio; f) o brasileiro ou estrangeiro domiciliado e contratado no Brasil para trabalhar como empregado em empresa domiciliada no exterior, cuja maioria do capital votante pertença a empresa brasileira de capital nacional; g) o servidor público ocupante de cargo em comissão, sem vínculo efetivo com a União, Autarquias, inclusive em regime especial, e Fundações Públicas Federais; i) o empregado de organismo oficial internacional ou estrangeiro em funcionamento no Brasil, salvo quando coberto por regime próprio de previdência social; j) o exercente de mandato eletivo federal, estadual ou municipal, desde que não vinculado a regime próprio de previdência social. como empregado doméstico (ART. 12, II LEI 8.212/91): aquele que presta serviço de natureza contínua a pessoa ou família, no âmbito residencial desta, em atividades sem fins lucrativos. como contribuinte individual (ART. 12, V LEI 8.212/91): a) a pessoa física, proprietária ou não, que explora atividade agropecuária, a qualquer título, em caráter permanente ou temporário, em área superior a 4 (quatro) módulos fiscais; ou, quando em área igual ou inferior a 4 (quatro) módulos fiscais ou atividade pesqueira, com auxílio de empregados ou por intermédio de prepostos; ou ainda nas hipóteses dos 10 e 11 deste artigo; b) a pessoa física, proprietária ou não, que explora atividade de extração mineral - garimpo, em caráter permanente ou temporário, diretamente ou por intermédio de prepostos, com ou sem o auxílio de empregados, utilizados a qualquer título, ainda que de forma não contínua c) o ministro de confissão religiosa e o membro de instituto de vida consagrada, de congregação ou de ordem religiosa d) o brasileiro civil que trabalha no exterior para organismo oficial internacional do qual o Brasil é membro efetivo, ainda que lá domiciliado e contratado, salvo quando coberto por regime próprio de previdência social; (Redação dada pela Lei nº 9.876, de 1999). e) o titular de firma individual urbana ou rural, o diretor não empregado e o membro de conselho de administração de sociedade anônima, o sócio solidário, o sócio de indústria, o sócio gerente e o sócio cotista que recebam remuneração decorrente de seu trabalho em empresa urbana ou rural, e o associado eleito para cargo de direção em cooperativa, associação ou entidade de qualquer natureza ou finalidade, bem como o síndico ou administrador eleito para exercer atividade de direção condominial, desde que recebam remuneração; f) quem presta serviço de natureza urbana ou rural, em caráter eventual, a uma ou mais empresas, sem relação de emprego; g) a pessoa física que exerce, por conta própria, atividade econômica de natureza

7 urbana, com fins lucrativos ou não. PROF. MÁRCIO OTÁVIO DE MORAES HARTZ como trabalhador avulso (ART. 12, VI LEI 8.212/91): quem presta, a diversas empresas, sem vínculo empregatício, serviços de natureza urbana ou rural definidos no regulamento (deve haver o órgão gestor de mão-de-obra, sendo que normalmente os avulsos são os trabalhadores portuários) como segurado especial (ART. 12, VII LEI 8.212/91): a pessoa física residente no imóvel rural ou em aglomerado urbano ou rural próximo a ele que, individualmente ou em regime de economia familiar, ainda que com o auxílio eventual de terceiros a título de mútua colaboração, na condição de: a) produtor, seja proprietário, usufrutuário, possuidor, assentado, parceiro ou meeiro outorgados, comodatário ou arrendatário rurais, que explore atividade: 1. agropecuária em área de até 4 (quatro) módulos fiscais; ou 2. de seringueiro ou extrativista vegetal que exerça suas atividades nos termos do inciso XII do caput do art. 2 o da Lei n o 9.985, de 18 de julho de 2000, e faça dessas atividades o principal meio de vida; b) pescador artesanal ou a este assemelhado, que faça da pesca profissão habitual ou principal meio de vida; e c) cônjuge ou companheiro, bem como filho maior de 16 (dezesseis) anos de idade ou a este equiparado, do segurado de que tratam as alíneas a e b deste inciso, que, comprovadamente, trabalhem com o grupo familiar respectivo. como segurado favultativo (ART. 14, LEI 8.212/91) dona de casa, síndico não remunerado, estagiários, bolsistas, etc. MANUTENÇÃO DA QUALIDADE DE SEGURADO I enquanto estiver em gozo de benefício ou por 12 meses após a cessação de benefício por incapacidade ou; II por 12 meses após a cessação das contribuições; III - até 12 meses após a segregação; IV até 12 meses após o livramento; V até 3 meses após o licenciamento, relativamente ao que presta serviço militar; VI até seis meses após a cessação das contribuições em relação ao segurado facultativo; OBS.: prazo do II prorrogado para 24 meses quando tiver mais de 120 contribuições sem perda da qualidade de segurado Mais doze meses para o desempregado. SEGURADOS DE BAIXA RENDA Art. 201, 12 e 13 da CF Lei 8.212/91 art. 21, 2º - 11% que optarem pela exclusão da Aposentadoria por tempo de contribuição Lei 8.213/91 art. 18, 3º - não vale como tempo de contribuição facultativos e contribuintes individuais: Lei de 31/08/ DÁ NOVA REDAÇÃO AO ART. 21 DA LEI 8.212/91

8 11% como na regra anterior - 5% - MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL art. 18-A Lei Complementar 123/ % - facultativo com trabalho doméstico no âmbito de sua residência pertencente à família de baixa renda (novo 4º, família inscrita no Cadastro único para Programas Sociais com renda mensal de até 2 salários-mínimos) DEPENDENTES (ART. 16 LEI 8.213/91) Dependentes do segurado altera art. 16, I e III acrescentando: - filho ou irmão portador de deficiência mental que o torne absoluta ou relativamente incapaz assim declarado judicialmente Nessa hipótese a pensão, em caso de exercício de trabalho remunerado, será reduzida em 30% a cota do dependente enquanto durar o trabalho, sendo integralmente restabelecido ao término da atividade remunerada. CLASSE 1 CÔNJUGE OU COMPANHEIRO (HOMOSSEXUAIS INCLUSIVE), FILHO NÃO EMANCIPADO, MENOR DE 21 ANOS OU INVÁLIDO ou que tenha deficiência intelectual ou mental que o torne absoluta ou relativamente incapaz, assim declarado judicialmente; (Redação dada pela Lei nº , de 2011) dependência econômica presumida - 4º obs.: menor sob tutela e o enteado equiparam-se a filho. Entretanto, deverão comprovar dependência econômica ( 2º) obs. 2: divórcio, separação judicial e separação de fato súmula 336 do STJ comprovada a necessidade econômica superveniente, ainda que tenha renunciado aos alimentos. a mulher que renunciou aos alimentos na separação judicial tem direito à pensão previdenciária do ex-marido, comprovada a necessidade econômica superveniente. CLASSE 2 PAIS devem comprovar dependência econômica CLASSE 3 IRMÃO NÃO EMANCIPADO, MENOR DE 21 ANOS OU INVÁLIDO ou que tenha deficiência intelectual ou mental que o torne absoluta ou relativamente incapaz, assim declarado judicialmente; (Redação dada pela Lei nº , de 2011) - devem comprovar dependência econômica OBS.: A EXISTÊNCIA DE DEPENDENTES DE UMA CLASSE EXCLUI OS

9 DEPENDENTES DE CLASSE SEGUINTE. CARÊNCIA (atenção para a tabela contida no art. 142 da Lei 8.213/91, destinada aos segurados que ingressaram no RGPS antes da Lei) É o número mínimo de contribuições exigidas para a concessão de determinado benefício 1. Aux.-doença e apos. invalidez 12 contribuições mensais, sendo dispensada quando incapacidade decorre de acidente de qualquer natureza ou por moléstia profissional ou doenças especificadas em lista elaborada pelos Ministérios da Saúde e di Trabalho e Previdência Social; 2. aposentadoria por idade, tempo de contribuição e especial 180 contribuições mensais (regra de transição art. 142); 3. salário-maternidade para as contribuintes individuais e seguradas especiais 10 contribuições mensais, respeitado o parto antecipado. Independe de carência: Pensão por morte, aux.-reclusão, salário-família e aux.-acidente; Serviço social; reabilitação profissional; salário-maternidade para as seguradas empregada, doméstica e avulsa. SALÁRIO-DE-CONTRIBUIÇÃO (art. 28 da Lei 8.213) é a parcela da remuneração do trabalhador sobre a qual incide a alíquota correspondente à contribuição social SALÁRIO-DE-BENEFÍCIO (PBC E FATOR PREVIDENCIÁRIO LEI 9876/99) Art. 29 da Lei 8.213/91 RENDA MENSAL INICIAL valor inicial do benefício a ser pago Apos. Invalidez 100% SB (hipótese do acréscimo de 25%) Aux.-doença 91% SB Apos. Tempo 100% SB Apos. Especial 100% SB

10 Apos. Idade 70% SB + 1% para cada grupo de 12 contribuições Aux.-acidente 50% SB Salário-maternidade: 1 segurada empregada e avulsa: valor da última remuneração, sem limitação ao teto 2 empregada doméstica: valor do último salário-de-contribuição (limitado ao teto) 3 segurada especial: 1 salário-mínimo 4 contribuinte individual e facultativa: 1/12 da soma dos últimos 12 SC (espécie de SB). Pensão por morte 100% do valor da aposentadoria do falecido ou, se não fosse aposentado, 100% da aposentadoria por invalidez a que teria direito. Aux.-reclusão: igual à pensão por morte. ACUMULAÇÃO DE BENEFÍCIOS (art. 124 da Lei 8.213/91) I - aposentadoria e auxílio-doença; II - mais de uma aposentadoria; (Redação dada pela Lei nº 9.032, de 1995) III - aposentadoria e abono de permanência em serviço; IV - salário-maternidade e auxílio-doença; (Incluído dada pela Lei nº 9.032, de 1995) V - mais de um auxílio-acidente; (Incluído dada pela Lei nº 9.032, de 1995) VI - mais de uma pensão deixada por cônjuge ou companheiro, ressalvado o direito de opção pela mais vantajosa. Parágrafo único. É vedado o recebimento conjunto do seguro-desemprego com qualquer benefício de prestação continuada da Previdência Social, exceto pensão por morte ou auxílio-acidente REAJUSTAMENTO DOS BENEFÍCIOS (ART. 41-A) INPC

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