TC - IOT M2M CORE Services Protocol. Mensagens do FemtoM2M. Versão: 1.0 Data:

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TC - IOT M2M CORE Services Protocol. Mensagens do FemtoM2M. Versão: 1.0 Data: 2014-01-22"

Transcrição

1 TC - IOT M2M CORE Services Protocol Mensagens do FemtoM2M Versão: 1.0 Data:

2 Nome do Documento: TC-IOT M2M CORE Services Protocol-Mensagens do FemtoM2M Versão: 1.0 Data: Identificador: TC_IOT_M2M_CORE_Protocol_Femto-Messages_PT_v1.0 Conteúdo 1. Introdução O que é o TC-IoT CORE? Formato das Mensagens de Terminal Objetos específicos das Mensagens do FemtoM2M Referências de 9

3 1. Introdução Este documento apresenta uma descrição geral das mensagens suportadas pelo Terminal FemtoM2M desenvolvido pela Thought Creator. Este documento serve como complemento ao manual de utilização do M2M CORE Services Protocol do componente Router (TC-IoT CORE) da TC M2M Cloud Platform (TC-IoT) ao nível das mensagens específicas do terminal FemtoM2M. Para clarificar os termos utilizados neste documento apresentam-se na tabela seguinte o significado dos termos chave que irão ser utilizados. Termo GPIO ANALOG Descrição General Purpose Input/Output (GPIO) - Portos de entrada ou saída existentes no Terminal e ativados em tensão. Porta Analógica 12 bit. GPS SERIAL Global Positioning System (GPS) - Receptor de informação de localização geográfica comunicada por satélite. Porta Série RS-232, compatível com modem V.24/V.28 suportando comandos AT e sessão de dados PPP. 3 de 9

4 2. O que é o TC-IoT CORE? O TC-IoT CORE apresenta-se na solução da plataforma TC M2M Cloud Platform (TC-IoT) como a principal componente, sendo responsável pela distribuição e armazenamento de eventos provenientes dos terminais M2M. O TC-IoT CORE é um sistema de encaminhamento de mensagens de alto desempenho para todo tráfego entre Terminais/Gateways e aplicações (Clientes), responsável por replicar e armazenar as mensagens dos Terminais subscritos, bem como por toda a componente de autorização de acesso aos Terminais. Pode ser equiparado a um híbrido entre um router tradicional para distribuição de mensagens e um Directório de Recursos, ou seja, um repositório para registos (subscrições) e para consulta de mensagens e eventos passados desses recursos. Numa perspectiva de Serviços, o TC-IoT CORE funciona como um servidor Web, acessível através de um Web Browser ou de aplicações que comuniquem usando protocolo HTTP [1]. O TC-IoT CORE, ou seja, o componente Router, interliga de um lado os Clientes (aplicações M2M) que consomem a informação e podem produzir acções sobre os Terminais, aos Gateways, que consistem em aplicações (Adapter) que realizam a tradução dos protocolos M2M de baixo nível específicos dos Terminais, para a linguagem standard do M2M Core Services Protocol. Domínio de Rede Domínio de Adaptação Domínio Terminal App App App App App Serviços Aplicacionais M2M M2M CORE Services Protocol Mensagens específicas de Terminal M2M Adaptador M2M Terminal Redes de Acesso Adaptador M2M Terminal Directório Recursos Camada Aplicação Camada API IoT CORE (Cloud) IP, 2G/GRPS, 3G/HSPA Camada Agente O M2M Core Services Protocol é um protocolo de comunicações orientado a recursos e baseado em eventos, usando um paradigma RESTful [2] sobre HTTP, ou transporte em WebSocket [3] para comunicação tempo-real bidireccional de informação dos Terminais. O protocolo codifica os pedidos e respostas (mensagens trocadas entre Gateway, Router e Cliente) usando JSON [4,5], um formato de simples interpretação e leitura, amplamente suportado pelas diversas linguagens de programação e bases de dados. Esta arquitectura do M2M CORE Services Protocol torna-o altamente escalável, pela utilização sobre as infra-estruturas e implementações existentes que tenham por base o protocolo HTTP. O M2M Core Services Protocol define dois tipos distintos de mensagens: as mensagens de informação, as mensagens de terminal e as mensagens de controlo. As mensagens de controlo estão associadas a comandos de resposta rápida, tais como subscrições e registos. As mensagens de terminal são tipicamente utilizadas para comandos de acção e pedidos de informação entre Cliente e Terminal e na pesquisa de informação acerca de Terminais no Directório de Recursos. Uma mensagem de informação serve para obter listas de identificadores de Terminais conhecidos pelo CORE. As respostas são no formato vetor JSON. 4 de 9

5 3. Formato das Mensagens de Terminal Uma mensagem de terminal pode conter um ou mais objetos JSON. Não existe limitação no conteúdo destas mensagens, apenas que devem conter obrigatoriamente os campos src, dst e timestamp "timestamp": O campo src deve indicar, no caso de uma mensagem enviada por um Cliente para um Terminal, o nome de utilizador desse Cliente (o utilizador autorizado a aceder ao Terminal). No caso de ser uma mensagem proveniente de um Terminal o campo src deve conter o identificador de Terminal. No campo dst deve estar definido o endereço de destino da mensagem. No caso de se tratar de um feed proveniente de um Terminal os campos src e dst serão iguais e correspondem ao identificador do Terminal. Os valores dos campos src e dst têm o formato texto (string) alfanumérico. O campo timestamp deve indicar a Era POSIX (Unix Timestamp) representativa da data do momento em que a mensagem foi criada, num formato numérico inteiro. 4. Objetos específicos das Mensagens do FemtoM2M O terminal FemtoM2M, nas suas diferentes configurações, pode disponibilizar diversos tipos de interfaces. Cada interface, consoante a configuração que for efectuada, pode originar uma ou várias mensagens contendo objetos específicos do seu tipo. A tabela seguinte descreve os objetos das mensagens do FemtoM2M. Objeto da Mensagem GPIO ANALOG GPS SERIAL Descrição Representação de estado de um porto GPIO de Entrada/Saída. Informação sobre o estado atual (valores) de uma porta analógica. Informação sobre o posicionamento geográfico atual. Informação de porta série (leitura e escrita de dados). GPIO Os objetos de GPIO além de servirem para representar uma alteração do estado de uma entrada Digital, podem servir também para efetuar uma alteração numa saída Digital, ou de contato seco (por Relé) ou no Buzzer. No caso do FemtoM2M com placa de expansão standard, o mapeamento entre o porto físico e o identificador no objeto de GPIO a invocar nas mensagens está descrito na Tabela seguinte. 5 de 9

6 ID GPIO Porto Fisico Valores Descrição 0 DIN0 0 : = 0V 1 : > 5V 1 DIN1 0 : = 0V 1 : > 5V 2 Relay 0 : OFF 1 : ON 3 DOUT 0 : = 0V 1 : > 4V 4 Buzzer 0 : OFF 1 : ON 99 Power 0 : alim. normal 1 : alim. falta Porto 0, de entrada digital em tensão 0-24V. Toma valor 1 (ativa) se tensão > 5V Porto 1, de entrada digital em tensão 0-24V. Toma valor 1 (ativa) se tensão > 5V Quando desligado toma o valor 0. Quando ligado toma o valor 1. Porto 3, de saída digital. Toma valor 1 com tensão > 4V Quando desligado toma o valor 0. Quando ligado toma o valor 1. Em presença de alimentação externa toma o valor 0. Em falha de alimentação externa toma o valor 1. A mensagem GPIO, para além dos campos obrigatórios (src, dst e timestamp) contém também o objeto gpio que contempla sempre os campos port e value, assumindo valores numéricos. O campo port representa o ID do porto GPIO, e o campo value o valor atual desse porto, como se ilustra no exemplo seguinte. Sendo portas digitais, apenas podem assumir valores 1 ou 0. "src":"12345", "dst":"12345", "timestamp": , "gpio": "port": 1, "value": 0 Dependendo da configuração do terminal, sempre que ocorra uma alteração do estado de um porto GPIO, as aplicações que subscreveram esse terminal receberão uma mensagem deste tipo. Quando o terminal é (re)iniciado ou quando é pedida uma leitura de um porto, também será enviada uma mensagem deste tipo. Para alterar o estado dos portos de saída, basta enviar para o terminal uma mensagem GPIO com o ID do porto e o valor pretendido (0 ou 1). Para se efectuar uma leitura do estado atual de um porto, basta enviar uma mensagem para o terminal contendo o ID do porto e o seu valor a -1, como se ilustra no exemplo seguinte: "src":"user", "dst":"12345", "timestamp": , "gpio": "port": 1, "value": de 9

7 ANALOG A mensagem ANALOG, para além dos campos obrigatórios (src, dst e timestamp) contém também o objeto analog que contempla sempre os campos port e value, assumindo valores numéricos. O campo port representa o identificador da porta ANALOG, e o campo value o valor atual da tensão ou da corrente nessa porta, como se ilustra no exemplo seguinte: "timestamp": , "analog": "port": 3, "value": 9.18 Dependendo da configuração do terminal, sempre que ocorra uma alteração do estado de uma porta ANALOG, as aplicações que subscreveram esse terminal receberão uma mensagem deste tipo. Quando o terminal é (re)iniciado ou quando é pedida uma leitura de uma porta, também será enviada uma mensagem deste tipo. Para se efectuar uma leitura de uma porta ANALOG, basta enviar uma mensagem para o terminal contendo o identificador da porta e o seu valor a -1, como se ilustra no exemplo seguinte: "timestamp": , "analog": "port": 3, "value":- 1 GPS A mensagem GPS, para além dos campos obrigatórios (src, dst e timestamp) contém também o objeto gps que contempla sempre os campos latitude, longitude e speed, assumindo valores numéricos. Dependendo da configuração do terminal, sempre que seja justificado, as aplicações que subscreveram esse terminal receberão uma mensagem GPS contendo informação de posicionamento geo-referenciado. 7 de 9

8 "timestamp": , "gps": "latitude": , "longitude": , "speed": 20.0 A informação de latitude e longitude é apresentada no formato geodésico decimal, e a velocidade é apresentada em km/h. No terminal FemtoM2M não é possível efetuar um pedido de leitura espontânea do posicionamento geográfico atual. SERIAL Esta mensagem é valida para Terminais FemtoM2M equipados com o módulo de expansão de porta série. A mensagem SERIAL, para além dos campos obrigatórios (src, dst e timestamp) contém também o objeto serial que contempla sempre o campo size, assumindo valores numéricos e o campo message, assumindo o formato texto (string) alfanumérico. Dado que a porta série suporta todo o tipo de comunicações de dados é necessário converter o conteúdo da comunicação em Base64 [6] por forma a que essa informação possa ser anexada num formato JSON standard. "timestamp": , "serial": "size": 8, "message": "RmVtdG9NMm0=" O campo size indica o tamanho do bloco, lido ou a escrever, antes deste ser codificado em Base64. O campo message contém os dados lidos ou a escrever, codificados em Base64. A mensagem SERIAL é enviada sempre que ocorre uma comunicação de/para a porta série do dispositivo. Quando a mensagem surge no sentido Terminal -> Aplicação, representa uma comunicação feita pelo dispositivo externo ligado à porta série do FemtoM2M. Caso a mensagem seja enviada pela Aplicação, então produzirá uma escrita do Terminal FemtoM2M para a porta série do equipamento externo ligado nessa porta. 8 de 9

9 5. Referências [1] R. Fielding, J. Gettys, J. Mogul, H. Frystyk, L. Masinter, P. Leach, and T. Berners-Lee, Hypertext Transfer Protocol HTTP/1.1, RFC 2616, Internet Engineering Task Force, Jun Updated by RFC [2] R. T. Fielding, REST: Architectural Styles and the Design of Network-based Software Architectures. Doctoral dissertation, University of California, Irvine, [3] I. Fette and A. Melnikov, The WebSocket Protocol, RFC 6455, Internet Engineering Task Force, Dec [4] D. Crockford, The application/json Media Type for JavaScript Object Notation (JSON), RFC 4627, Internet Engineering Task Force, Jul Updated by RFC 7158, [5] T. Bray (Ed.), The JavaScript Object Notation (JSON) Data Interchange Format, RFC 7159, Internet Engineering Task Force, Mar [6] S. Josefsson, The Base16, Base32, and Base64 Data Encodings, RFC 4648, Internet Engineering Task Force, Oct de 9

TC-IOT M2M CORE Services Protocol. Manual de utilização. Version: 1.0 Date: 2014-01-13

TC-IOT M2M CORE Services Protocol. Manual de utilização. Version: 1.0 Date: 2014-01-13 TC-IOT M2M CORE Services Protocol Manual de utilização Version: 1.0 Date: Nome do Documento: TC-IOT M2M CORE Services Protocol - Manual de utilização Versão: 1.0 Data: Identificador: TC_IOT_M2M_CORE_Protocol_User_Manual_PT_v1.0

Leia mais

Service Oriented Architecture SOA

Service Oriented Architecture SOA Service Oriented Architecture SOA Arquitetura orientada aos serviços Definição: Arquitetura de sistemas distribuídos em que a funcionalidade é disponibilizada sob a forma de serviços (bem definidos e independentes)

Leia mais

Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web

Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web João Alexandre Oliveira Ferreira Dissertação realizada sob a orientação do Professor Doutor Mário de Sousa do Departamento de Engenharia

Leia mais

Módulo 1 Introdução às Redes

Módulo 1 Introdução às Redes CCNA 1 Conceitos Básicos de Redes Módulo 1 Introdução às Redes Ligação à Internet Ligação à Internet Uma ligação à Internet pode ser dividida em: ligação física; ligação lógica; aplicação. Ligação física

Leia mais

Temas para a Primeira Avalição

Temas para a Primeira Avalição Temas 1. Envio de E-Mail Anônimo Quando um usuário deseja enviar uma mensagem de correio eletrônico pela Internet, ele utiliza um programa cliente Simple Mail Transfer Protocol (SMTP), tal como o Thunderbird,

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM CLIENTE SOFIA2 (KP) SEGUINDO A ARQUITETURA KP-MODELO

DESENVOLVIMENTO DE UM CLIENTE SOFIA2 (KP) SEGUINDO A ARQUITETURA KP-MODELO DESENVOLVIMENTO DE UM CLIENTE SOFIA2 (KP) SEGUINDO A ARQUITETURA KP-MODELO JUNHO 2014 Versão 1 ÍNDICE ÍNDICE... 2 PASSO 1 FAMILIARIZAR-SE COM OS CONCEITOS BÁSICOS DE SOFIA2... 3 PASSO 2 - OBTER CREDENCIAIS

Leia mais

Tecnologia de Sistemas Distribuídos Capítulo 8: Sistemas de Ficheiros Distribuídos Paulo Guedes

Tecnologia de Sistemas Distribuídos Capítulo 8: Sistemas de Ficheiros Distribuídos Paulo Guedes Tecnologia de Sistemas Distribuídos Capítulo 8: Sistemas de Ficheiros Distribuídos Paulo Guedes Paulo.Guedes@inesc.pt Alves Marques jam@inesc.pt INESC/IST 1 Sistema de Ficheiros Distribuídos Permite a

Leia mais

Guia de Estudo. Redes e Internet

Guia de Estudo. Redes e Internet Tecnologias da Informação e Comunicação Guia de Estudo Redes e Internet Aspectos Genéricos Uma rede de computadores é um sistema de comunicação de dados constituído através da interligação de computadores

Leia mais

TC - IOT CSD M2M Emulator. Emulador de ligações comutadas de comunicação de dados (Circuit Switched Data) Versão: 1.

TC - IOT CSD M2M Emulator. Emulador de ligações comutadas de comunicação de dados (Circuit Switched Data) Versão: 1. TC - IOT CSD M2M Emulator Emulador de ligações comutadas de comunicação de dados (Circuit Switched Data) Versão: 1.0 Data: 2014-02-10 Nome do Documento: TC-IOT CSDM2M Emulator Versão: 1.0 Data: 2014-01-22

Leia mais

6127. Redes comunicação de dados. RSProf@iol.pt. 2014/2015. Introdução.

6127. Redes comunicação de dados. RSProf@iol.pt. 2014/2015. Introdução. Sumário 6127. Redes comunicação de dados. 6127. Redes comunicação de dados A Internet: Permite a interação entre pessoas. 6127. Redes comunicação de dados A Internet: Ensino; Trabalho colaborativo; Manutenção

Leia mais

AULA 01 INTRODUÇÃO. Eduardo Camargo de Siqueira REDES DE COMPUTADORES Engenharia de Computação

AULA 01 INTRODUÇÃO. Eduardo Camargo de Siqueira REDES DE COMPUTADORES Engenharia de Computação AULA 01 INTRODUÇÃO Eduardo Camargo de Siqueira REDES DE COMPUTADORES Engenharia de Computação CONCEITO Dois ou mais computadores conectados entre si permitindo troca de informações, compartilhamento de

Leia mais

Rede de Computadores II

Rede de Computadores II Rede de Computadores II Slide 1 Rede de Computadores II Internet Milhões de elementos de computação interligados: hosts, sistemas finais executando aplicações distribuídas Enlaces de comunicação fibra,

Leia mais

APOSTILA DE REDES DE COMPUTADORES PARTE - III

APOSTILA DE REDES DE COMPUTADORES PARTE - III APOSTILA DE REDES DE COMPUTADORES PARTE - III 1 REDE DE COMPUTADORES III 1. Introdução MODELO OSI ISO (International Organization for Standardization) foi uma das primeiras organizações a definir formalmente

Leia mais

Gerenciamento de Entrada e Saída Hélio Crestana Guardia e Hermes Senger

Gerenciamento de Entrada e Saída Hélio Crestana Guardia e Hermes Senger Gerenciamento de Entrada e Saída Hélio Crestana Guardia e Hermes Senger O controle da entrada e saída (E/S ou I/O, input/output) de dados dos dispositivos é uma das funções principais de um sistema operacional.

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Engenharia Departamento de Informática

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Engenharia Departamento de Informática 1 Este é o seu teste de avaliação de frequência. Leia as perguntas com atenção antes de responder. Escreva as suas respostas nesta folha de teste, marcando um círculo em volta da opção ou opções que considere

Leia mais

O que são sistemas supervisórios?

O que são sistemas supervisórios? O que são sistemas supervisórios? Ana Paula Gonçalves da Silva, Marcelo Salvador ana-paula@elipse.com.br, marcelo@elipse.com.br RT 025.04 Criado: 10/09/2004 Atualizado: 20/12/2005 Palavras-chave: sistemas

Leia mais

Camada de Aplicação. Prof. Eduardo

Camada de Aplicação. Prof. Eduardo Camada de Aplicação RC Prof. Eduardo Introdução Você sabe que existem vários tipos de programas na Internet? - Talvez você já tenha notado que existem vários programas diferentes para cada um desses tipos.

Leia mais

Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android. Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com.

Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android. Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com. Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com.br 08/2014 Agenda Introdução Conceitos Web Service Por que utilizar

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Capítulo 1 Gustavo Reis gustavo.reis@ifsudestemg.edu.br - O que é a Internet? - Milhões de elementos de computação interligados: hospedeiros = sistemas finais - Executando aplicações

Leia mais

Comunicando através da rede

Comunicando através da rede Comunicando através da rede Fundamentos de Rede Capítulo 2 1 Estrutura de Rede Elementos de comunicação Três elementos comuns de comunicação origem da mensagem o canal destino da mensagem Podemos definir

Leia mais

A camada de rede do modelo OSI

A camada de rede do modelo OSI A camada de rede do modelo OSI 1 O que faz a camada de rede? (1/2) Esta camada tem como função principal fazer o endereçamento de mensagens. o Estabelece a relação entre um endereço lógico e um endereço

Leia mais

AULA 03 MODELO OSI/ISO. Eduardo Camargo de Siqueira REDES DE COMPUTADORES Engenharia de Computação

AULA 03 MODELO OSI/ISO. Eduardo Camargo de Siqueira REDES DE COMPUTADORES Engenharia de Computação AULA 03 MODELO OSI/ISO Eduardo Camargo de Siqueira REDES DE COMPUTADORES Engenharia de Computação INTRODUÇÃO 2 INTRODUÇÃO 3 PROTOCOLOS Protocolo é a regra de comunicação usada pelos dispositivos de uma

Leia mais

O que são DNS, SMTP e SNM

O que são DNS, SMTP e SNM O que são DNS, SMTP e SNM O DNS (Domain Name System) e um esquema de gerenciamento de nomes, hierárquico e distribuído. O DNS define a sintaxe dos nomes usados na Internet, regras para delegação de autoridade

Leia mais

Servidor de E-mails e Protocolo SMTP. Professor: João Paulo de Brito Gonçalves Disciplina: Serviços de Redes

Servidor de E-mails e Protocolo SMTP. Professor: João Paulo de Brito Gonçalves Disciplina: Serviços de Redes Campus Cachoeiro Curso Técnico em Informática Servidor de E-mails e Protocolo SMTP Professor: João Paulo de Brito Gonçalves Disciplina: Serviços de Redes Definições Servidor de Mensagens Um servidor de

Leia mais

Redes. Pablo Rodriguez de Almeida Gross

Redes. Pablo Rodriguez de Almeida Gross Redes Pablo Rodriguez de Almeida Gross Conceitos A seguir serão vistos conceitos básicos relacionados a redes de computadores. O que é uma rede? Uma rede é um conjunto de computadores interligados permitindo

Leia mais

Internet ou Net. É uma rede mundial de computadores ligados entre si através s de linhas telefónicas comuns.

Internet ou Net. É uma rede mundial de computadores ligados entre si através s de linhas telefónicas comuns. Internet Internet ou Net É uma rede mundial de computadores ligados entre si através s de linhas telefónicas comuns. Como Comunicam os computadores Os computadores comunicam entre si utilizando uma linguagem

Leia mais

Capítulo VI CORBA. Common Object Request Broker Architecture. [Cardoso2008] Programação de Sistemas Distribuídos em Java, Jorge Cardoso, FCA, 2008.

Capítulo VI CORBA. Common Object Request Broker Architecture. [Cardoso2008] Programação de Sistemas Distribuídos em Java, Jorge Cardoso, FCA, 2008. Common Object Request Broker Architecture [Cardoso2008] Programação de Sistemas Distribuídos em Java, Jorge Cardoso, FCA, 2008. From: Fintan Bolton Pure CORBA SAMS, 2001 From: Coulouris, Dollimore and

Leia mais

Endereçamento IP (Internet Protocolo)

Endereçamento IP (Internet Protocolo) Endereçamento IP (Internet Protocolo) Conceitos Host Qualquer dispositivo que possui placa de rede; IP Internet Protocol TCP Transmission Control Protocol 11-01-2005 Rui Morgado - TEC 2 Endereçamento IP

Leia mais

Sistemas Informáticos

Sistemas Informáticos Sistemas Informáticos Sistemas Distribuídos Eng.ª Sistemas de Informação Escola Superior de Tecnologia e Gestão - IPVC Ano Lectivo 2005-2006 1.º Semestre Gestão de Nomes 1 - Objectivos - Os nomes são fundamentais

Leia mais

Introdução ao protocolo SIP*

Introdução ao protocolo SIP* Introdução ao protocolo SIP* 1. SIP (Session Initiation Protocol) Pode se dizer que SIP trata se de um protocolo de controle referente à camada de aplicações do Modelo de Referência OSI (Open System Interconnection),

Leia mais

TECNOLOGIA WEB INTERNET PROTOCOLOS

TECNOLOGIA WEB INTERNET PROTOCOLOS INTERNET PROTOCOLOS 1 INTERNET Rede mundial de computadores. Também conhecida por Nuvem ou Teia. Uma rede que permite a comunicação de redes distintas entre os computadores conectados. Rede WAN Sistema

Leia mais

Capítulo 4. MARIE (Machine Architecture Really Intuitive and Easy)

Capítulo 4. MARIE (Machine Architecture Really Intuitive and Easy) Capítulo 4 João Lourenço Joao.Lourenco@di.fct.unl.pt Faculdade de Ciências e Tecnologia Universidade Nova de Lisboa 2007-2008 MARIE (Machine Architecture Really Intuitive and Easy) Adaptado dos transparentes

Leia mais

Quadro de consulta (solicitação do mestre)

Quadro de consulta (solicitação do mestre) Introdução ao protocolo MODBUS padrão RTU O Protocolo MODBUS foi criado no final dos anos 70 para comunicação entre controladores da MODICON. Por ser um dos primeiros protocolos com especificação aberta

Leia mais

Sistema de Controle de Posicionamento de Estações Móveis via Internet e GPS

Sistema de Controle de Posicionamento de Estações Móveis via Internet e GPS UNIVERSIDDE DO ESTDO DO MZONS ESCOL SUPERIOR DE TECNOLOGI COORDENÇÃO DE ENGENHRI D COMPUTÇÃO Sistema de Controle de Posicionamento de Estações Móveis via Internet e GPS Elaborado por: Moacir de Oliveira

Leia mais

Especificação da Appliance + SO CAMES - CAixa Mágica Enterprise Server

Especificação da Appliance + SO CAMES - CAixa Mágica Enterprise Server Especificação da Appliance + SO CAMES - CAixa Mágica Enterprise Server Versão: 1.05 Data: 2010-12-15 Appliance CAMES.GT 1 ÍNDICE A Apresentação da Appliance CAMES - CAixa Mágica Enterprise Server B Características

Leia mais

VoIP. Redes de Longa Distância Prof. Walter Cunha

VoIP. Redes de Longa Distância Prof. Walter Cunha Redes de Longa Distância Prof. Walter Cunha As principais tecnologias de Voz sobre Rede de dados: Voz sobre Frame Relay Voz sobre ATM Voz sobre IP VoIP sobre MPLS VoIP consiste no uso das redes de dados

Leia mais

ETI/Domo. Português. www.bpt.it. ETI-Domo Config 24810180 PT 29-07-14

ETI/Domo. Português. www.bpt.it. ETI-Domo Config 24810180 PT 29-07-14 ETI/Domo 24810180 www.bpt.it PT Português ETI-Domo Config 24810180 PT 29-07-14 Configuração do PC Antes de realizar a configuração de todo o sistema, é necessário configurar o PC para que esteja pronto

Leia mais

Comunicação via interface SNMP

Comunicação via interface SNMP Comunicação via interface SNMP 1 - FUNCIONAMENTO: Os No-breaks PROTEC possuem 3 interfaces de comunicação: Interface RS232, interface USB e interface SNMP. Todas elas permitem o controle e o monitoramento

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 2 Computação em Nuvem Desafios e Oportunidades A Computação em Nuvem

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software 2º Semestre de 2006/2007 Terceiro enunciado detalhado do projecto: Portal OurDocs ic-es+alameda@mega.ist.utl.pt ic-es+tagus@mega.ist.utl.pt 1. Introdução O terceiro enunciado do

Leia mais

Desenvolvimento de Aplicações Web

Desenvolvimento de Aplicações Web Desenvolvimento de Aplicações Web André Tavares da Silva andre.silva@udesc.br Método de Avaliação Serão realizadas duas provas teóricas e dois trabalhos práticos. MF = 0,1*E + 0,2*P 1 + 0,2*T 1 + 0,2*P

Leia mais

Projecto de Programação MEEC - 2010/2011-1ºSemestre. Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores

Projecto de Programação MEEC - 2010/2011-1ºSemestre. Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Programação 2010/2011 Enunciado do projecto O projecto a desenvolver pelos alunos consistirá numa sistema de monitorização do estado de

Leia mais

Prof. Rafael Gross. rafael.gross@fatec.sp.gov.br

Prof. Rafael Gross. rafael.gross@fatec.sp.gov.br Prof. Rafael Gross rafael.gross@fatec.sp.gov.br Todo protocolo define um tipo de endereçamento para identificar o computador e a rede. O IP tem um endereço de 32 bits, este endereço traz o ID (identificador)

Leia mais

GESTÃO DE SISTEMAS E REDES YNAMIC HOST CONFIGURATION PROTOCOL

GESTÃO DE SISTEMAS E REDES YNAMIC HOST CONFIGURATION PROTOCOL GESTÃO DE SISTEMAS E REDES YNAMIC HOST CONFIGURATION PROTOCOL OUTLINE DHCP PROTOCOLO RELAY AGENT EXEMPLO LINUX EXEMPLO IOS DHCP Dynamic Host Configuration Protocol, ou DHCP, é um dos protocolos de suporte

Leia mais

Equipamentos de Rede. Prof. Sérgio Furgeri 1

Equipamentos de Rede. Prof. Sérgio Furgeri 1 Equipamentos de Rede Repetidor (Regenerador do sinal transmitido)* Mais usados nas topologias estrela e barramento Permite aumentar a extensão do cabo Atua na camada física da rede (modelo OSI) Não desempenha

Leia mais

Endereçamento IP. Figura 1 Estrutura hierárquica do endereço IP

Endereçamento IP. Figura 1 Estrutura hierárquica do endereço IP Endereçamento IP 1. Introdução: A partir da segunda metade dos anos 90, a Internet se tornou uma rede muito diferente daquela existente em sua concepção no início dos anos 80. Hoje, a Internet tornou-se

Leia mais

Sistemas Multimédia. Arquitectura Protocolar Simples Modelo OSI TCP/IP. Francisco Maia famaia@gmail.com. Redes e Comunicações

Sistemas Multimédia. Arquitectura Protocolar Simples Modelo OSI TCP/IP. Francisco Maia famaia@gmail.com. Redes e Comunicações Sistemas Multimédia Arquitectura Protocolar Simples Modelo OSI TCP/IP Redes e Comunicações Francisco Maia famaia@gmail.com Já estudado... Motivação Breve História Conceitos Básicos Tipos de Redes Componentes

Leia mais

Introdução à Camada de Aplicação. Prof. Eduardo

Introdução à Camada de Aplicação. Prof. Eduardo Introdução à Camada de Aplicação RC Prof. Eduardo Introdução Você sabe que existem vários tipos de programas na Internet? - Talvez você já tenha notado que existem vários programas diferentes para cada

Leia mais

COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP

COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP Cleber de F. Ferreira¹, Roberto Dias Mota¹. ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil cleberferreirasi@hotmail.com, motaroberto@hotmail.com Resumo.

Leia mais

Trabalho de laboratório sobre ARP

Trabalho de laboratório sobre ARP Trabalho de laboratório sobre ARP Redes de Computadores I - 2007/2008 LEIC - Tagus Park Semana de 3 a 7 de Dezembro 1 Introdução O objectivo desta aula é a familiarização com conceitos básicos do protocolo

Leia mais

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO Intranets FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO As intranets são redes internas às organizações que usam as tecnologias utilizadas na rede mundial

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES O QUE É PROTOCOLO? Na comunicação de dados e na interligação em rede, protocolo é um padrão que especifica o formato de dados e as regras a serem seguidas. Sem protocolos, uma rede

Leia mais

CONTROLADORES ELETRÔNICOS SICES. Linha de Produtos

CONTROLADORES ELETRÔNICOS SICES. Linha de Produtos CONTROLADORES ELETRÔNICOS SICES Linha de Produtos FAMÍLIA GC XXX GC 310: Controlador Simples AMF-ATS-SPM Emergência, falha dos canos principais, comutação GC 350: Controlador Avançado AMF-ATS-SPM Emergência,

Leia mais

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web;

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; CONCEITOS INICIAIS Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; O que é necessário para se criar páginas para a Web; Navegadores; O que é site, Host, Provedor e Servidor Web; Protocolos.

Leia mais

UM NOVO CONCEITO EM AUTOMAÇÃO. Série Ponto

UM NOVO CONCEITO EM AUTOMAÇÃO. Série Ponto UM NOVO CONCEITO EM AUTOMAÇÃO Série Ponto POR QUE NOVO CONCEITO? O que é um WEBPLC? Um CP na WEB Por que usar INTERNET? Controle do processo de qualquer lugar WEBGATE = conexão INTERNET/ALNETII WEBPLC

Leia mais

Telekit, Componentes Electrónicos S.A. - 2004. Manual Técnico do Interface GSM LEVEL GB RDIS - Sincronismo

Telekit, Componentes Electrónicos S.A. - 2004. Manual Técnico do Interface GSM LEVEL GB RDIS - Sincronismo Manual Técnico do Interface GSM LEVEL GB RDIS - Sincronismo Configuração / Parâmetros: Quando iniciar o programa, os parâmetros de configuração só ficam acessíveis quando os seus valores forem lidos a

Leia mais

Redes de Computadores Grupo de Redes de Computadores

Redes de Computadores Grupo de Redes de Computadores Redes de Computadores Grupo de Redes de Computadores Interligações de LANs: Equipamentos Elementos de interligação de redes Aplicação Apresentação Sessão Transporte Rede Ligação Física LLC MAC Gateways

Leia mais

Conteúdos. Correio Electrónico Protocolos POP3 e SMTP Endereços de correio electrónico Trabalho Prático

Conteúdos. Correio Electrónico Protocolos POP3 e SMTP Endereços de correio electrónico Trabalho Prático Conteúdos Correio Electrónico Protocolos POP3 e SMTP Endereços de correio electrónico Trabalho Prático O desejo de comunicar é a essência das redes. As pessoas sempre desejaram corresponder entre si através

Leia mais

Guia de Instalação do "Google Cloud Print"

Guia de Instalação do Google Cloud Print Guia de Instalação do "Google Cloud Print" Versão A POR Definições de notas Ao longo deste manual do utilizador, é utilizado o estilo de nota seguinte: As Notas indicam o que fazer se ocorrerem determinadas

Leia mais

Apresentação de REDES DE COMUNICAÇÃO

Apresentação de REDES DE COMUNICAÇÃO Apresentação de REDES DE COMUNICAÇÃO Curso Profissional de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos MÓDULO VI Programação de Sistemas de Comunicação Duração: 30 tempos Conteúdos 2 Construção

Leia mais

SOA Introdução. SOA Visão Departamental das Organizações

SOA Introdução. SOA Visão Departamental das Organizações 1 Introdução A Organização é a forma pela qual nós coordenamos nossos recursos de todos os tipos para realizar o trabalho que nos propusemos a fazer. A estrutura de nossas organizações manteve-se basicamente

Leia mais

Trabalho de laboratório sobre ARP

Trabalho de laboratório sobre ARP Trabalho de laboratório sobre ARP Redes de Computadores I - 2005/2006 LEIC - Tagus Park Semana de 5 a 9 de Dezembro 1 Introdução O objectivo desta aula é a familiarização com conceitos básicos do protocolo

Leia mais

CAPÍTULO 2. Este capítulo tratará :

CAPÍTULO 2. Este capítulo tratará : 1ª PARTE CAPÍTULO 2 Este capítulo tratará : 1. O que é necessário para se criar páginas para a Web. 2. A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web 3. Navegadores 4. O que é site, Host,

Leia mais

Alan Menk Santos alanmenk@hotmail.com www.sistemasul.com.br/menk. Redes de Computadores e Telecomunicações. Camada de Aplicação. Camada de Aplicação

Alan Menk Santos alanmenk@hotmail.com www.sistemasul.com.br/menk. Redes de Computadores e Telecomunicações. Camada de Aplicação. Camada de Aplicação Alan Menk Santos alanmenk@hotmail.com www.sistemasul.com.br/menk Redes de Computadores e Telecomunicações. A camada da aplicação serve como a janela na qual os utilizadores e processos da aplicação podem

Leia mais

Conceitos de Ajax Exemplos de uso do Ajax no braço, muitos exemplos, muito código (HTML, CSS, JavaScript, PHP, XML, JSON)

Conceitos de Ajax Exemplos de uso do Ajax no braço, muitos exemplos, muito código (HTML, CSS, JavaScript, PHP, XML, JSON) Márcio Koch 1 Currículo Formado na FURB em Ciência da Computação Pós graduado em Tecnologias para o desenvolvimento de aplicações web Mestrando em Computação Gráfica na UDESC Arquiteto de software na Senior

Leia mais

Licenciatura em Eng.ª Informática Complementos de Redes - 3º Ano - 2º Semestre. Trabalho Nº 4 - VoIP

Licenciatura em Eng.ª Informática Complementos de Redes - 3º Ano - 2º Semestre. Trabalho Nº 4 - VoIP Trabalho Nº 4 - VoIP 1. Introdução A utilização de tecnologia VoIP como alternativa às redes telefónicas tradicionais está a ganhar cada vez mais a aceitação junto dos utilizadores, e está sobretudo em

Leia mais

Curso Técnico de Redes de Computadores Disciplina de Fundamentos de Rede

Curso Técnico de Redes de Computadores Disciplina de Fundamentos de Rede Curso Técnico de Redes de Computadores Disciplina de Fundamentos de Rede CAMADA DE APLICAÇÃO Professora: Juliana Cristina de Andrade E-mail: professora.julianacrstina@gmail.com Site: www.julianacristina.com

Leia mais

Vodafone ADSL Station Manual de Utilizador. Viva o momento

Vodafone ADSL Station Manual de Utilizador. Viva o momento Vodafone ADSL Station Manual de Utilizador Viva o momento 3 4 5 5 6 6 7 8 9 12 12 14 16 17 18 19 20 21 22 22 23 23 24 24 24 25 26 27 Ligar o Router LEDs Configuração do Router Aceder à ferramenta de configuração

Leia mais

Redes de Computadores. Trabalho de Laboratório Nº2

Redes de Computadores. Trabalho de Laboratório Nº2 Redes de Computadores Curso de Eng. Informática Curso de Eng. de Electrónica e Computadores Trabalho de Laboratório Nº2 Configuração de TCP/IP numa rede de computadores Utilização de Ipconfig, Ping e Tracert

Leia mais

INFORMÁTICA FUNDAMENTOS DE INTERNET. Prof. Marcondes Ribeiro Lima

INFORMÁTICA FUNDAMENTOS DE INTERNET. Prof. Marcondes Ribeiro Lima INFORMÁTICA FUNDAMENTOS DE INTERNET Prof. Marcondes Ribeiro Lima Fundamentos de Internet O que é internet? Nome dado a rede mundial de computadores, na verdade a reunião de milhares de redes conectadas

Leia mais

Sistemas SCADAS. Apresentação dos sistemas de supervisão do mercado de automação: - Elipse E3 (fabricante Eilpse)

Sistemas SCADAS. Apresentação dos sistemas de supervisão do mercado de automação: - Elipse E3 (fabricante Eilpse) A palavra SCADA é um acrônimo para Supervisory Control And Data Acquisition. Os primeiros sistemas SCADA, basicamente telemétricos, permitiam informar periodicamente o estado corrente do processo industrial,

Leia mais

Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP. Modelo Arquitetural

Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP. Modelo Arquitetural Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP Modelo Arquitetural Agenda Motivação Objetivos Histórico Família de protocolos TCP/IP Modelo de Interconexão Arquitetura em camadas Arquitetura TCP/IP Encapsulamento

Leia mais

Trabalho de laboratório sobre DHCP

Trabalho de laboratório sobre DHCP Trabalho de laboratório sobre DHCP Redes de Computadores I - 2005/2006 LEIC - Tagus Park Semana de 21 a 25 de Novembro 1 Introdução O objectivo desta aula é a familiarização com conceitos básicos do protocolo

Leia mais

DIGIMAN. WTB Tecnologia 2009. www.wtb.com.br

DIGIMAN. WTB Tecnologia 2009. www.wtb.com.br DIGIMAN MANDADO JUDICIAL ELETRÔNICO Arquitetura WTB Tecnologia 2009 www.wtb.com.br Arquitetura de Software O sistema DIGIMAN é implementado em três camadas (apresentação, regras de negócio e armazém de

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUIDOS

SISTEMAS DISTRIBUIDOS 1 2 Caracterização de Sistemas Distribuídos: Os sistemas distribuídos estão em toda parte. A Internet permite que usuários de todo o mundo acessem seus serviços onde quer que possam estar. Cada organização

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Prof. Esp. Fabiano Taguchi http://fabianotaguchi.wordpress.com fabianotaguchi@gmail.com ENLACE X REDE A camada de enlace efetua de forma eficiente e com controle de erros o envio

Leia mais

Implementar servidores de Web/FTP e DFS. Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc.

Implementar servidores de Web/FTP e DFS. Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc. Implementar servidores de Web/FTP e DFS Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc.br Conteúdo programático Introdução ao protocolo HTTP Serviço web

Leia mais

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP HTTP (Hypertext Transfer Protocol ) Protocolo usado na Internet para transferir as páginas da WWW (WEB). HTTPS (HyperText Transfer

Leia mais

UMA ABORDAGEM SOBRE A INTERFACE DE PROGRAMAÇÃO DE APLICAÇÕES SOCKETS E A IMPLEMENTAÇÃO DE UM SERVIDOR HTTP

UMA ABORDAGEM SOBRE A INTERFACE DE PROGRAMAÇÃO DE APLICAÇÕES SOCKETS E A IMPLEMENTAÇÃO DE UM SERVIDOR HTTP UMA ABORDAGEM SOBRE A INTERFACE DE PROGRAMAÇÃO DE APLICAÇÕES SOCKETS E A IMPLEMENTAÇÃO DE UM SERVIDOR HTTP Alan Jelles Lopes Ibrahim, alan.jelles@hotmail.com Eduardo Machado Real, eduardomreal@uems.br

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores TCP/IP Adriano Lhamas, Berta Batista, Jorge Pinto Leite Março de 2007 Pilha TCP/IP Desenvolvido pelo Departamento de Defesa dos EUA Objectivos: garantir a comunicação sob quaisquer circunstâncias garantir

Leia mais

Departamento de Informática

Departamento de Informática Departamento de Informática Licenciatura em Engenharia Informática Sistemas Distribuídos exame de recurso, 9 de Fevereiro de 2012 1º Semestre, 2011/2012 NOTAS: Leia com atenção cada questão antes de responder.

Leia mais

Web Technologies. Tópicos da apresentação

Web Technologies. Tópicos da apresentação Web Technologies Tecnologias de Middleware 2004/2005 Hugo Simões hsimoes@di.fc.ul.pt 1 A Web Tópicos da apresentação Tecnologias Web para suporte a clientes remotos (Applets,CGI,Servlets) Servidores Aplicacionais

Leia mais

BuscaPreço Gertec V3.0

BuscaPreço Gertec V3.0 BuscaPreço Gertec V3.0 Gertec Telecomunicações Ltda. Manual do Usuário 1 DESCRIÇÃO... 3 RECONHECENDO O TERMINAL... 4 INSTALAÇÃO DO TERMINAL... 5 CONFIGURAÇÃO DO TERMINAL... 5 CONFIGURANDO PELO TECLADO...

Leia mais

FemtoM2M. Programação de Firmware. Versão: 1.0 Data: 2014-11-05

FemtoM2M. Programação de Firmware. Versão: 1.0 Data: 2014-11-05 FemtoM2M Programação de Firmware Versão: 1.0 Data: 2014-11-05 Nome do Documento: FemtoM2M Programação de Firmware Versão: 1.0 Data: 2014-11-05 Identificador: TC_FemtoM2M-Firmware-Load-PT_v1.0 Conteúdo

Leia mais

WebSphere MQ. Bruno Miguel de Sousa Gonçalves

WebSphere MQ. Bruno Miguel de Sousa Gonçalves WebSphere MQ Bruno Miguel de Sousa Gonçalves 1.Introdução ao WebSphere Os produtos WebSphere providenciam comunicação entre programas através da interligação entre componentes heterogéneos, processadores,

Leia mais

Aplicação Prática de Lua para Web

Aplicação Prática de Lua para Web Aplicação Prática de Lua para Web Aluno: Diego Malone Orientador: Sérgio Lifschitz Introdução A linguagem Lua vem sendo desenvolvida desde 1993 por pesquisadores do Departamento de Informática da PUC-Rio

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 13 Web Services Web Services

Leia mais

Redes de Dados e Comunicações. Prof.: Fernando Ascani

Redes de Dados e Comunicações. Prof.: Fernando Ascani Redes de Dados e Comunicações Prof.: Fernando Ascani Camada de Aplicação A camada de Aplicação é a que fornece os serviços Reais para os usuários: E-mail, Acesso a Internet, troca de arquivos, etc. Portas

Leia mais

Nome do estudante:...

Nome do estudante:... Nome do estudante:... Escreva o nome no cabeçalho de todas as folhas de exame que entregar; Apresente as respostas na sua folha de exame segundo a ordem correspondente do enunciado; Leia atentamente o

Leia mais

Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP. Modelo Arquitetural

Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP. Modelo Arquitetural Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP Modelo Arquitetural Motivação Realidade Atual Ampla adoção das diversas tecnologias de redes de computadores Evolução das tecnologias de comunicação Redução dos

Leia mais

Capítulo 1 PROTOCOLOS FUNDAMENTAIS DA INTERNET

Capítulo 1 PROTOCOLOS FUNDAMENTAIS DA INTERNET Capítulo 1 PROTOCOLOS FUNDAMENTAIS DA INTERNET protocolos TCP/IP são um conjunto de standards que permitem que computadores de todas marcas e feitios comuniquem entre si Algumas datas históricas: 1968

Leia mais

Manual de Instruções. Rastreador Via Satelite para Automóveis e Caminhões

Manual de Instruções. Rastreador Via Satelite para Automóveis e Caminhões Manual de Instruções Manual de Instruções Esta embalagem contém: Módulo AT1000 1 relé de potência 1 alto falante 1 antena GPS 1 antena GSM 1 soquete p/ relé com cabo 1 conector com cabo Manual de instruções

Leia mais

PROTÓTIPO DE UM SISTEMA DE RASTREAMENTO VEICULAR BASEADO NO MÓDULO TELIT LEANDRO BESZCZYNSKI ORIENTADOR: MIGUEL ALEXANDRE WISINTAINER ROTEIRO DA APRESENTAÇÃO Introdução; Objetivos do trabalho; GPS; Módulo

Leia mais

INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP

INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP Arquitetura TCP/IP Arquitetura TCP/IP INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP gatewa y internet internet REDE REDE REDE REDE Arquitetura TCP/IP (Resumo) É útil conhecer os dois modelos de rede TCP/IP e OSI. Cada

Leia mais

Entendendo como funciona o NAT

Entendendo como funciona o NAT Entendendo como funciona o NAT Vamos inicialmente entender exatamente qual a função do NAT e em que situações ele é indicado. O NAT surgiu como uma alternativa real para o problema de falta de endereços

Leia mais

Primeiros "computadores" digitais. Execução de um programa. Consolas. Primórdios dos computadores. Memória interna. Computadores com memória interna

Primeiros computadores digitais. Execução de um programa. Consolas. Primórdios dos computadores. Memória interna. Computadores com memória interna Execução de um O executa um Quais os seus componentes? Como estes se organizam e interactuam? entrada de dados processador, memória, input bits periféricos,etc bits saída de dados output Primeiros "es"

Leia mais

Arquitectura de Redes

Arquitectura de Redes Arquitectura de Redes Dynamic Host Configuration Protocol DHCP Rui Prior 2006/07 (adap. Pedro Brandão) 1 Objectivo Configuração automática de endereço (e outros parâmetros de rede) de uma máquina. Sucessor

Leia mais