IPBrick Manual Referência Versão 4.0. iportalmais - Serviços de Internet e Redes, Lda.

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1 IPBrick Manual Referência Versão 4.0 iportalmais - Serviços de Internet e Redes, Lda. Abril 2006

2 2 Copyright c iportalmais Todos os direitos reservados. Setembro A informação contida neste documento está sujeita a alterações sem aviso prévio. As declarações, dados técnicos, configurações e recomendações deste documento são supostamente precisas e fiáveis mas são apresentadas sem garantias expressas ou implicítas. Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

3 Conteúdo 1 Objecto deste documento 7 2 Antes de começar 9 3 IPBrick.i Gestão de Máquinas Grupos Gestão Utilizadores Servidor de Domínio Áreas de Trabalho Individuais Grupo Kaspersky Correio Electrónico Configurar Gestão de Filas Endereços Alternativos Encaminhar Correio Respostas Automáticas Kaspersky Anti-Vírus Servidor de Impressão Servidor de Backup IPBrick.c Firewall Serviços Disponíveis Bloquear Serviços Proxy Configuração Estatísticas Kaspersky Proxy VPN PPTP IPSec SSL Correio Electrónico Buscar correio no ISP iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

4 4 CONTEÚDO Cópia de Correio Kaspersky Anti-Vírus Kaspersky Anti-Spam Servidor Web Webmail Servidores VoIP Telefones Registados Endereços Alternativos Telefones Activos Bloqueio de Chamadas Estatísticas de Chamadas Gestão de Rotas Seq. atendimento Definições Avançadas IPBrick Definições Informações Sistema Acesso web Autenticação Multiprocessamento Telefonia Rede Firewall Gestão de Rotas QoS Serviços de Suporte Gestão de Máquinas DNS DHCP Servidor de imagens Configurações Repôr Download Upload Sistema Serviços Gestor de Tarefas Data e Hora Logs do Sistema SSH Reiniciar Desligar Actualizar Definições 127 Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

5 CONTEÚDO 5 7 Anexo A - Colocação no Domínio Colocação de uma máquina num domínio Estação de Trabalho Windows XP Profissional Anexo B - Configuração de uma ligação VPN Configuração de uma ligação VPN (PPTP) Anexo C - Configuração de uma ligação VPN SSL (OpenVPN) Configuração de uma ligação VPN SSL (OpenVPN) Dois ou mais certificados SSL iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

6 6 CONTEÚDO Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

7 Capítulo 1 Objecto deste documento Este manual contém informação sobre os menus da IPBrick. Inclui uma descrição detalhada sobre: Configuração da IPBrick.i ; Configuração da IPBrick.c ; Configurações avançadas. Os restantes capítulos deste manual estão relacionados com configurações de estações de trabalho. As configurações descritas são: Procedimento para colocação de uma estação de trabalho (MS Windows) num domínio; Procedimento para o estabelecimento de uma rede privada virtual (VPN) PPTP e SSL. iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

8 8 Objecto deste documento Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

9 Capítulo 2 Antes de começar O acesso à IPBrick é efectuado através de um browser, p.e., Internet Explorer ou Mozilla Firefox. O endereço IP por defeito da IPBrick é o e o endereço a colocar no browser é https:// Ao estabelecer a sessão WEB com a IPBrick é apresentada uma página web para autenticação. Após a validação correcta a primeira página web de contacto com a IPBrick permite-lhe alterar o domínio e as redes IP das interfaces privadas e públicas do servidor. Atenção: Se a rede de comunicações onde está a instalar uma IPBrick já tiver um servidor de DHCP e de Domínio, estas duas funcionalidades devem ser desactivadas de modo a evitar conflitos. Para mais informações sobre como instalar a IPBrick e configurar a estação de trabalho para aceder à IPBrick, consultar o Manual de Instalação. A interface web de gestão da IPBrick está dividida em 4 menus principais: IPBrick.i ; IPBrick.c ; Definições Avançadas; Actualizar Configuração. Em IPBrick.i configuram-se serviços básicos de uma Intranet e em IPBrick.c configuram-se serviços básicos de comunicações. O menu Definiç~oes Avançadas permite efectuar configurações adicionais aos serviços básicos e obter informações sobre o estado de funcionamento da IPBrick. Qualquer configuração realizada na IPBrick só se torna efectiva após efectuar um Actualizar Definiç~oes. As alterações na configuração dos menus: Definições Avançadas IPBrick Definições; Definições Avançadas IPBrick Autenticação; Definições Avançadas IPBrick Multiprocessamento. iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

10 10 Antes de começar obrigam a IPBrick a reiniciar (a IPBrick demora aproximadamente 1 minuto a reiniciar, dependendo do hardware onde está instalada). É obrigatório a colocação de uma PenDrive no servidor onde a IPBrick é instalada, a qual guarda as configurações actuais do sistema quando o Administrador efectua Actualizar Definiç~oes. Deste modo, está garantida uma das mais valias da IPBrick, o Disaster Recovery: como exemplo, no caso de avaria do disco é possivel através do CD de instalação da IPBrick e da PenDrive repôr rapidamente as configurações existentes. Na interface de gestão, existem vários links que permitem navegar na IPBrick. Estes links são: Voltar: pemite voltar à página anterior sem guardar eventuais alterações realizadas; Inserir: permite inserir novos items; Alterar: permite alterar as definições de um item; Apagar: permite eliminar um item. Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

11 Capítulo 3 IPBrick.i Este capítulo descreve os menus da IPBrick.i utilizados para gerir os principais serviços de uma Intranet. O capítulo inclui as seguintes secções principais: Gestão de máquinas; Gestão de Grupos; Gestão de Utilizadores; Servidor de Domínio; Áreas de Trabalho; Correio Electrónico; Servidor de impressão; Servidor de backup. 3.1 Gestão de Máquinas Esta secção permite adicionar e alterar o registo de máquinas (e.g., PC, portátil, impressora). Uma máquina é representada por um nome, um endereço IP, um endereço MAC e tipo, como é apresentado na Figura 3.1. São considerados três tipos de máquinas: WorkStation; IP Phone; WorkStation + SoftPhone; iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

12 12 IPBrick.i Para inserir uma máquina apenas é necessário definir o tipo, introduzir um nome e um endereço IP (Figura 3.2). Desta forma, o registo da máquina será criado no LDAP e no servidor de DNS. Se o campo Endereço MAC for preenchido com o endereço MAC da máquina a registar, será também criada uma entrada no servidor de DHCP para essa máquina. Nota: O endereço MAC de uma máquina pode ser obtido no Windows XP no ícon de ligação de rede, ou na linha de comandos executando o comando ipconfig /all.! Atenção: O nome do computador deve ser constituído por caracteres exclusivamente alfanuméricos. A única excepção são os caracteres _ e -; Não deve ter espaços, caracteres acentuados nem qualquer pontuação. tamanho máximo deste nome é de 15 caracteres; O Não devem ser registadas máquinas com o mesmo nome nem máquinas cujo nome seja idêntico ao login de algum utilizador registado; No caso do registo de uma estação Windows, o nome deve ser sempre preenchido em letra minúscula e, se necessário, deve também alterar o nome do PC para letra minúscula. As opções para modificar e apagar uma máquina estão acessíveis após clicar sobre o nome da máquina no formulário da Figura 3.1. Se seleccionar Modificar é apresentado o formulário da Figura 3.3, no qual pode redefinir os parâmetros da máquina. Se seleccionar Apagar é necessário confirmar esta acção no formulário da Figura Grupos Um grupo é, basicamente, um conjunto de utilizadores que geralmente é criado quando se deseja que estes possuam permissões comuns para um conjunto de ficheiros. Nesta secção é efectuada a gestão de grupos de utilizadores na IPBrick. Para criar um novo grupo deve clicar em Inserir e escolher o nome do grupo, como é visível na Figura 3.5. Para adicionar ou remover utilizadores de um grupo, deve em primeiro lugar clicar no nome do grupo (Figura 3.6) e na página gerada (Figura 3.7) escolher os utilizadores que devem ser adicionados ou removidos ao grupo em questão. Nota: Existem dois grupos pré-definidos que não podem ser apagados nem alterados, que são: Administradores; Geral. Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

13 3.2 Grupos 13 Figura 3.1: Gestão de Máquinas iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

14 14 IPBrick.i Figura 3.2: Gestão de Máquinas - Inserir Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

15 3.2 Grupos 15 Figura 3.3: Gestão de Máquinas - Alterar iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

16 16 IPBrick.i Figura 3.4: Gestão de Máquinas - Apagar Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

17 3.2 Grupos 17 Figura 3.5: Grupos - Inserir iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

18 18 IPBrick.i Figura 3.6: Grupos - Listagem Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

19 3.2 Grupos 19 Figura 3.7: Grupos - Definição de Utilizadores iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

20 20 IPBrick.i Os utilizadores que pertencerem ao grupo Administradores têm permissões de administração do domínio que a IPBrick serve. Podem ser adicionados ou removidos utilizadores deste grupo, excepção feita ao utilizador pré-definido Administrator. O grupo Geral é o grupo comum a todos os utilizadores criados na IPBrick.! Atenção: Ao inserir novos grupos, o nome do grupo pode ser em letra maiúscula e/ou minúscula; O nome do grupo pode conter espaços mas deve restringir-se a caracteres alfanuméricos, não devendo ter caracteres acentuados nem ultrapassar os 32 caracteres; Não é possível criar grupos com o mesmo nome. 3.3 Gestão Utilizadores Nesta secção é possível registar novos utilizadores, alterar informação de utilizadores existentes e apagar utilizadores. Ao criar um utilizador a IPBrick cria imediatamente uma conta de correio electrónico, uma área de trabalho individual (espaço em disco do utilizador no servidor) e um netlogon para o utilizador se autenticar no domínio. Nota: Por defeito, após a instalação da IPBrick, são criados um utilizador e dois grupos. O utilizador criado é o Administrador e os grupos são Administradores e Geral. O utilizador Administrador tem uma área de trabalho criada na Área de Trabalho 1. Este utilizador tem características especiais pois pertence ao grupo Administradores e é responsável pela gestão de algumas funcionalidades no sistema, pelo que nunca poderá ser removido. O registo de um utilizador é composto pelos seguintes campos: Nome: nome do utilizador; Login: identificação do utilizador a ser usado perante qualquer processo de autenticação na IPBrick ; Servidor: servidor onde será criada a conta do utilizador. A conta do utilizador corresponde a um espaço físico em disco, no servidor destinado a armazenar os diversos conteúdos do utilizador, incluindo a caixa de correio electrónico, o perfil do utilizador em ambiente Windows e documentos do utilizador. Caso existam servidores slaves estes também serão listados; Área de Trabalho: partição física do disco do servidor seleccionado onde será criada a conta. Deve-se optar por distribuir equititativamente os utilizadores de forma a aproveitar melhor todo o espaço disponível; Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

21 3.3 Gestão Utilizadores 21 Mail: endereço de correio electrónico do utilizador. Por defeito equivale ao login, caso seja indicado um outro, este outro será um alias para o mail original; Password: definição da palavra-passe; Confirme Password: confirmação da palavra-passe; Quota: valor para limitar o espaço em disco que a conta do utilizador poderá ocupar no sistema. A unidade do valor introduzido é KiloBytes. Caso não seja indicado qualquer valor, o utilizador não terá qualquer limitação de espaço ocupado; Validaç~ao Biométrica: permite indicar se é possível ao utilizador validarse através de dados biométricos.! Atenção: Ao inserir utilizadores, não devem ser utilizados caracteres acentuados na definição do Nome, Login e Mail; No campo Nome é possível a utilização de espaços, parêntises, pontos, letras maiúsculas e minúsculas; O campo Login não pode conter espaços e deve ser evitado o uso de caracteres maiúsculos; Cada login deve ser único e não pode existir um login idêntico ao nome de qualquer máquina registada na IPBrick. Para modificar informação relativa a um dado utilizador, é necessário fazer um clique sobre o nome desse utilizador (Figura 3.8). No formulário para alterar os dados de um utilizador (Figura 3.11), os campos apresentados são os definidos aquando da criação da conta do utilizador. A única excepção é o uidnumber, que é o número de identificação do utilizador na IPBrick. A password não é listada. Todos os campos definidos aquando da criação da conta são editáveis, excepto os seguintes: login, servidor, área de trabalho e uidnumber. Para apagar o registo de um utilizador da IPBrick, é necessário fazer um clique no nome do utilizador para ver as propriedades desse utilizador. Na página gerada, é possível apagar o registo do utilizador. Nota: Ao apagar o registo de um utilizador, os conteúdos associados a esse utilizador (ficheiros pessoais, perfil, mensagens de correio electrónico) não são eliminados. Estes conteúdos são movidos para uma partilha administrativa denominada BackupX (onde X representa o número da área de trabalho em que esse utilizador foi registado, 1 ou 2). O acesso a esta partilha é permitido apenas aos utilizadores do grupo Administradores a partir de qualquer estação windows. Para tal, deve executar: iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

22 22 IPBrick.i Pressionar as teclas [Win]+[R] em simultâneo; Escrever \\ipbrick\backupx e pressionar o botão OK. As pastas e ficheiros apagados nestas partilhas administrativas são eliminados definitivamente da IPBrick. Figura 3.8: Gestão de Utilizadores - Listagem 3.4 Servidor de Domínio A IPBrick pode funcionar como um servidor de domínio (ou controlador de domínio), ou seja, como um Primary Domain Controller (PDC). A função de um controlador de domínio é o de gerir os acessos a um conjunto de recursos na rede como aplicações ou impressoras, para um grupo de utilizadores. Um domínio é identificado por um nome, e para que os utilizadores possuam acesso aos seus recursos, apenas necessitam de efectuar login no mesmo. Nesta secção é definido o nome do domínio que a IPBrick poderá servir e qual o funcionamento da IPBrick : Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

23 3.4 Servidor de Domínio 23 Figura 3.9: Gestão de Utilizadores - Inserir iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

24 24 IPBrick.i Figura 3.10: Gestão de Utilizadores - Detalhe Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

25 3.4 Servidor de Domínio 25 Figura 3.11: Gestão de Utilizadores - Alterar iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

26 26 IPBrick.i Autenticaç~ao no Domínio=SIM: a IPBrick será um Primary Domain Controller para o Domínio indicado; Autenticaç~ao no Domínio=N~AO: a IPBrick não funcionará como servidor de domínio. Nota: A informação contida nesta página diz respeito ao ambiente MS Windows. O campo Nome do Domínio na IPBrick diz respeito ao Grupo de Trabalho ou Domínio no ambiente MS Windows. Figura 3.12: Servidor de Domínio 3.5 Áreas de Trabalho As Áreas de Trabalho correspondem a partições físicas do(s) disco(s) presente(s) na IPBrick. Estas partições são destinadas aos dados dos utilizadores, que se distribuem da seguinte forma: 1. Contas pessoais: onde se encontram as mensagens de correio electrónico, os ficheiros e o perfil do utilizador no ambiente MS Windows; Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

27 3.5 Áreas de Trabalho Partilhas de grupo: destinadas a armazenar ficheiros pertencentes a grupos de utilizadores; 3. Partilhas administrativas: destinadas a armazenar contas de utilizadores e partilhas de grupo eliminadas. Estas áreas estão acessíveis apenas para os Administradores. A IPBrick contém por defeito duas Áreas de Trabalho: Área de Trabalho 1 e Área de Trabalho 2. Ao fazer um clique sobre Áreas de Trabalho é apresentada uma listagem de todos os utilizadores e partilhas de grupo organizada por Área de Trabalho, com a informação do espaço ocupado no sistema de ficheiros, por cada item (Figura 3.13). Figura 3.13: Áreas de Trabalho - Resumo Individuais Ao seleccionar Individuais a IPBrick apresenta uma listagem composta pelas áreas de trabalho existentes e a taxa de ocupação de cada uma delas. Estas àreas de trabalho correspondem ao espaço em disco onde estão armazenados os dados iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

28 28 IPBrick.i dos utilizadores registados em Gest~ao de Utilizadores. Figura 3.14: Áreas de Trabalho - Resumo Áreas Individuais! Atenção: Se o espaço disponível nas Áreas de Trabalho atingir os 100%, os utilizadores deixam de conseguir guardar dados na IPBrick. Além disso, as mensagens de correio electrónico não serão entregues aos utilizadores, ficando em fila de espera, até que se liberte algum espaço nas Áreas de Trabalho. É aconselhável manter a taxa de ocupação de cada Área de Trabalho com um valor inferior a 95%. Ao efectuar um clique sobre uma Área de Trabalho, p.e. sobre Área de Trabalho 1, é apresentada uma lista com todos os utilizadores inseridos nessa área e o espaço ocupado por cada um deles. A área de cada utilizador é criada no momento em que se regista o utlizador na IPBrick, em Gest~ao de Utilizadores Grupo As áreas de trabalho de grupo são partilhas de rede (network share). É possível criar partilhas de rede em qualquer Área de Trabalho. Após criar uma partilha Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

29 3.5 Áreas de Trabalho 29 Figura 3.15: Áreas de Trabalho - Individuais iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

30 30 IPBrick.i de rede é necessário definir as permissões de acesso para os utilizadores registados na IPBrick. Ao inserir uma Área de Trabalho de Grupo é necessário preencher os campos: Nome - Nome da pasta a partilhar. Evitar a utilização de espaços, caracteres acentuados e pontuação. Descrição - Informação sobre o tipo de utilização que se pretende para esta partilha. Responsável (Este campo não é de preenchimento obrigatório). Figura 3.16: Áreas de Trabalho - Grupo - Inserção Grupo - Inserção Depois de criar uma área de trabalho de grupo é necessário atribuir permissões aos utilizadores para que possam aceder à partilha de rede. Estas permissões são de 3 tipos diferentes: Nenhum - sem acesso à partilha. Não é possível aos utilizadores abrir a pasta partilhada a partir de uma estação de trabalho. Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

31 3.5 Áreas de Trabalho 31 Só Leitura - os utilizadores podem abrir a pasta partilhada e os ficheiros que ela contém. No entanto, não é possível fazer alterações a esses ficheiros. Leitura+Escrita - Os utilizadores podem abrir a pasta partilhada, aceder aos ficheiros que existam na partilha, altera-los e guardar essas alterações. As permissões são atribuidas a utilizadores individuais ou a grupos de utilizadores. Os grupos de utilizadores são definidos em Gest~ao de Grupos. Por exemplo, para criar uma pasta partilhada para os utilizadores de um departamento comercial o procedimento seria o seguinte: Criar o grupo Dept Comercial, em IPBrick.i e adicionar os utilizadores desse departamento ao grupo. Em Áreas de Trabalho Grupo criar uma área de grupo Comercial. Atribuir permissões de leitura e escrita ao grupo Dept Comercial. restantes grupos ficam com permissões ou de leitura ou sem acesso. Os Nota: Ao definir permissões para grupos de utilizadores, qualquer alteração no grupo Geral provoca alterações para todos os restantes grupos existentes. Isto acontece porque o grupo Geral engloba todos os utilizadores inseridos na IPBrick. Nota: Ao apagar uma determinada partilha, esta deixa de estar disponível para os utilizadores. Todos os ficheiros contidos nessa partilha são movidos para uma partilha administrativa denominada BackupX(onde X representa o número da área de trabalho em que essa partilha foi criada, 1 ou 2) existente na mesma área de trabalho. Essa pasta administrativa só pode ser acedida por utilizadores que pertençam ao grupo Administradores da IPBrick. Esta partilha pode ser acedida a partir de uma estação windows. Para isso,executar: Pressionar as teclas [Win]+[R] em simultâneo Escrever \\ipbrick\backupx e pressionar o botão OK As pastas e ficheiros apagados nestas partilhas administrativas são eliminados definitivamente da IPBrick Kaspersky O Kaspersky Anti-Vírus para Samba Server (servidor de ficheiros) já está previamente instalado na IPBrick. Após inserir uma licença válida, o Kaspersky Anti-Vírus para Samba Server (servidor de ficheiros) fica activo e é disponibilizada uma interface de gestão do Anti-Vírus (Figura 3.19). iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

32 32 IPBrick.i Figura 3.17: Áreas de Trabalho - Grupo - Gestão Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

33 3.5 Áreas de Trabalho 33 Figura 3.18: Áreas de Trabalho - Grupo - Acesso Grupos iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

34 34 IPBrick.i Figura 3.19: Áreas de Trabalho - Kaspersky Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

35 3.6 Correio Electrónico Correio Electrónico Nesta secção efectua-se a configuração do Servidor de Correio Electrónico para uso na Intranet, ou seja, na rede local. A secção é composta por: Configurar; Gestão de Filas; Endereços Alternativos; Encaminhar Correio; Respostas Automáticas; Kaspersky Anti-Virus; Kaspersky Anti-SPAM Configurar Na Configuraç~ao do correio electrónico existem quatro conceitos muito simples e fulcrais que convém referir: 1. Domínios que a IPBrick serve: endereços de correio electrónico cujo destino é o próprio servidor IPBrick, ou seja, que as contas associadas às mensagens existem localmente. As mensagens na fila de espera para processamento, caso se destinem a um destes domínios, não são enviadas para outro servidor para entrega. Os domínios que a máquina serve, devem também estar correctamente configurados no servidor de DNS de cada domínio, ou seja, os Servidores de Correio Electrónico destes domínios devem apontar para a máquina; 2. Domínios que a IPBrick encaminha mail(relay): A IPBrick encaminha todas as mensagens cujos domínios existem nesta lista e que o servidor aceitará na sua fila de espera. Mensagens com outros destinos que não os domínios aqui indicados não serão aceites pelo servidor. (ver nota 1 ); 3. Redes que a IPBrick encaminha mail: A IPBrick aceita fazer relay para qualquer domínio desde que a mensagem de correio electrónico seja enviada a partir da sua rede interna correspondente. No caso de existirem diferentes redes IP internas é necessário adicionar essas redes a esta lista, para que todas as máquinas existentes nessas redes possam enviar as mensagens de correio electrónico para outros domínios usando a IPBrick como servidor de relay: 1 Apenas as mensagens de correio electrónico provenientes da internet que obedecerem às regras definidas é que serão processadas porque a IPBrick não está por natureza configurada como open-relay iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

36 36 IPBrick.i 4. Rotas de SMTP: As rotas de SMTP são configuradas quando se pretende que as mensagens sigam um determinado caminho (servidor) para encontrarem o seu destino. Normalmente, é colocada uma rota de SMTP por defeito (indicando a Rota de SMTP e deixando o Domínio em branco). Quando o servidor não está devidamente registado na DNS da internet com o seu nome e IP, deve ser colocada uma rota de SMTP. Esta rota deve ser o servidor responsável pelo encaminhamento das mensagens de correio electrónico da empresa ou o servidor de SMTP do ISP usado pela empresa para acesso à internet. Esta configuração é necessária porque certos servidores de mail fazem verificações adicionais para verificar a autenticidade do servidor remetente. Quando não conseguem resolver o nome do servidor para o endereço IP que lhe corresponde no momento, a mensagem pode ser descartada ou devolvida como suspeita de SPAM. No caso de não utilizar qualquer rota de SMTP, o servidor tenta despachar sozinho as mensagens da sua fila directamente na internet recorrendo aos registos de DNS para encontrar os destinatários. Cada opção de configuração do Correio Electrónico contém uma ligação para Inserir novas entradas (Figura 3.20). Figura 3.20: Correio Electrónico - Configurar Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

37 3.6 Correio Electrónico 37 Os domínios para entrega local (Domínios que a IPBrick serve) e para relay (Domínios que a IPBrick encaminha) podem ser editados e/ou apagados à excepção daquele que corresponde ao nome completo da máquina nos dominios locais e também em conjunto com o domínio local no relay. Nota: Para colocar a IPBrick a efectuar relay das mensagens de correio electrónico para outro servidor onde estão alojadas as contas, o domínio base da empresa deve ser retirado dos domínios que a IPBrick serve, uma vez que este é colocado por defeito. A IPBrick, por defeito, apenas aceita encaminhar as mensagens de correio electrónico provenientes da sua rede privada. No caso de existirem diferentes redes IP internas, essas deverão ser também adicionadas, para autorizar o envio de mensagens a partir dessas redes. Existem duas formas distintas de definir as rotas de SMTP: 1. Nome FQDN 2 do servidor de rota. P.e.: smtp.exchange.telepac.pt; 2. Endereço IP do servidor de rota, e agora é preciso atentar no preciosismo dos parênteses. P.e.: [ ]. Exemplo de duas configurações, uma com IP para um domínio específico e outra para o mesmo domínio com FQDN: Ex.1 Domínio : abzas.miz Rota de SMTP : [ ] Ex.2 Domínio : abzas.miz Rota de SMTP : smtp.exchange.telepac.pt Uma configuração importante, trata-se de quando a máquina se encontra a fazer relay das mensagens de correio electrónico. Nesta situação sempre que adicionar uma rota de SMTP por defeito (sem indicar dominio), deve-se sempre adicionar outra rota de SMTP para encaminhar as mensagens para o servidor de correio interno. Um exemplo desta configuração é apresentada a seguir, onde a IPBrick está a fazer relay para um servidor de correio electrónico interno contas e tem definida uma rota de SMTP por defeito para smtp.isp.pt: Domínio: domain.com Rota de SMTP: contas.domain.com Domínio: Rota de SMTP: smtp.isp.pt! Atenção: A rota por defeito deve ser sempre a última da lista. 2 Fully Quallified Domain Name - nome completo de uma máquina que pode ser resolvido por uma DNS no seu endereço IP iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

38 38 IPBrick.i Definições É disponibilizada uma ligação Configuraç~ao Definiç~oes (ver Figura 3.20) que permite definir parâmetros relacionados com o servidor de correio electrónico: Tamanho máximo de uma mensagem Valor por defeito: Ilimitado. Tempo máximo que o servidor retém uma mensagem Valor por defeito: segundos. Numero máximo de conex~oes SMTP simult^aneas Valor por defeito: 20 Timeout de entrada de uma mensagem Valor por defeito: 1200 segundos Timeout de saida de uma mensagem Valor por defeito: 1200 segundos Nesta interface, é ainda possivel definir permissões de envio e recepção de mensagens: Destinatários internos válidos: Contém a lista de endereços de correio electrónico que são válidos, ou seja, apenas as mensagens destinadas a esses endereços é que serão aceites no servidor; Nota: A partir do momento em que são inseridos destinatários internos válidos, apenas os endereços aqui existentes recebem mensagens. Remetentes inválidos: Contém a lista de endereços de correio electrónico que não estão autorizados a enviar mensagens Gestão de Filas A gestão de filas (Figura 3.21) permite a gestão e visualização das mensagens que se encontram na fila do servidor de correio electrónico para serem entregues ao destinatário, seja este local ou remoto. Pode consultar o número de mensagens em fila para destinatários locais e remotos assim como o número total. Na listagem das mensagens existentes na fila são apresentados os campos: ID: identificador único da mensagem adicionado pela IPBrick ; Data: data de envio da mensagem; De: Remetente da mensagem; Para: Destinatário da mensagem; Tamanho: tamanho da mensagem apresentado em Kbytes; Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

39 3.6 Correio Electrónico 39 Figura 3.21: Correio electrónico - Gestão de filas iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

40 40 IPBrick.i Existe a possibilidade de apagar várias mensagens em simultâneo, seleccionando as checkboxes respectivas e clicando no botão Apagar Mensagens. É pedida a confirmação para a eliminação das mensagens seleccionadas.! Atenção: As mensagens apagadas da fila serão definitivamente eliminadas! Ao seleccionar uma mensagem pode ver a source completa da mesma. Esta operação é feita em tempo real, não sendo necessário fazer Actualizar Definiç~oes Endereços Alternativos Os endereços alternativos (Figura 3.22) são uma forma de ter por um lado logins práticos e fáceis de gerir e por outro lado, a comodidade de usar endereços de correio electrónico mais personalizados. Desta forma, o utilizador pode ter um endereço de correio electrónico com o qual se identifique melhor. Todas as mensagens com destino a qualquer um dos endereços alternativos definidos para um utilizador são entregues na caixa de correio respectiva. Ex. nome : Armindo Quintas login : aquintas s alternativos: Para Inserir um novo endereço de correio tem de seleccionar qual a conta (utilizador) onde pretende definir um endereço alternativo e introduzir o novo endereço de correio electrónico. Sempre que seja pretendido, pode aceder à lista de endereços (que é ordenada por utilizador da IPBrick, com os seus endereço de correio electrónico agrupados) e alterar determinado endereço para uma outra designação ou para um outro utilizador Encaminhar Correio O encaminhamento de correio electrónico permite que as mensagens entregues numa determinada caixa de correio possam ser também encaminhadas para outras caixas de correio, as quais podem ser internas ou externas. (Figura 3.23) Para Inserir um novo encaminhamento (Figura 3.24) tem de seleccionar a conta de correio local onde pretende activar o encaminhamento das mensagens e definir o endereço destino para o qual as cópias dessas mensagens serão enviadas. 3 Como será óbvio aquando da mudança de um endereço alternativo de um utilizador para outro, este outro apenas recebe as novas mensagens enquanto que os antigos continuarão na conta do antigo titular. Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

41 3.6 Correio Electrónico 41 Figura 3.22: Correio Electrónico - Endereços Alternativos iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

42 42 IPBrick.i Figura 3.23: Encaminhar Correio Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

43 3.6 Correio Electrónico 43 Figura 3.24: Encaminhar Correio - Inserção de contas iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

44 44 IPBrick.i É disponibilizada uma listagem ordenada e agrupada pelos endereços locais da IPBrick, na qual, através da selecção de um dos recepientes de destino tem a possibilidade de Alterar ou Apagar essa entrada Respostas Automáticas Uma Resposta Automática é uma mensagem de correio electrónico enviada automaticamente pela IPBrick em resposta a outra mensagem. Quando uma mensagem chega à conta de um destinatário que tem uma Resposta Automática configurada, a IPBrick envia uma mensagem para o remetente da mesma, com um conteúdo personalizável pelo utilizador. Para Inserir uma nova Resposta Automática tem de seleccionar a conta de correio electrónico pretendida e na textarea existente introduzir a mensagem de texto que será enviada na mensagem de resposta automática. Um exemplo típico de criação de uma mensagem automática é apresentada na Figura Figura 3.25: Correio electrónico - Respostas automáticas É disponibilizada a listagem ordenada e agrupada pelos endereços locais da IPBrick, na qual, seleccionando um endereço de correio electrónico pode Alterar ou Apagar essa entrada. Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

45 3.7 Servidor de Impressão Kaspersky Anti-Vírus Na secção de Correio Electrónico existe já o Anti-Vírus para Correio Electrónico pré-instalado. Apenas é necessário adquirir uma licença para activar a sua interface de gestão. O mesmo acontece com o Kaspersky Anti-SPAM, igualmente préinstalado. Na secção voltaremos a este assunto. 3.7 Servidor de Impressão Nesta secção é disponibilizada a interface de gestão das impressoras que se pretendem disponibilizar na rede. Ao definir um impressora são pedidos vários parâmetros: 1. Nome da impressora (Ex.: HP2200); 2. Descriç~ao sobre a impressora Este campo não é obrigatorio. (Ex.: Impressora de rede HP 2200); 3. Localizaç~ao da impressora na empresa. (Este campo não é obrigatorio - Ex.: Sala 1); 4. Interface usada pela impressora para comunicar. São disponibilizadas quatro opções: porta paralela; porta serie; porta usb; impressora de rede. 5. Dispositivo que a impressora usa. Está directamente relacionado com a interface. (Está opção só está disponivel para as interfaces porta paralela, porta serie e porta usb) (Ex.: Interface -> Porta Paralela, Dispositivo -> Porta Paralela 1); 6. No caso de Impressoras de Rede, é necessário inserir os seguintes campos: Endereço de uma impressora de rede (Ex.: ); Porto que a impressora de rede usa (Este campo não é obrigatório. Ex: no caso de uma impressora HP será o porto 9100); Após inserir uma impressora, para finalizar a sua configuração é necessário que os drivers correspondentes sejam disponibilizados pela IPBrick para as estações cliente. Para tal, é necessário proceder à transferência dos drivers respectivos da impressora para o servidor: 1. Fazer netlogon numa estação windows com um utilizador do grupo de Administradores (a estação de trabalho terá de estar já registada no Domínio da IPBrick ); 2. Pressionar as teclas [Win]+[R] e na janela apresentada escrever \\ipbrick; iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

46 46 IPBrick.i Figura 3.26: Inserir uma impressora de rede Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

47 3.7 Servidor de Impressão Seleccionar Printers and Faxes Verificar que a impressora adicionada na interface WEB da IPBrick é apresentada; 4. Clicar com o botão direito do rato dentro da janela de Printers and Faxes e seleccionar a opção Propriedades do Servidor ; 5. Na janela apresentada, seleccionar a opção Controladores ; 6. Escolher Adicionar, definir o fabricante e o modelo da impressora e fazer Seguinte; 7. Seleccionar as versão de windows à qual os drivers terão de corresponder; 8. Fazer Fechar. Neste ponto os drivers da impressora são transferidos para a IPBrick ; 9. Novamente no share Printers and Faxes da IPBrick, clicar com a tecla direita do rato na impressora e seleccionar Propriedades da impressora. Irá aparecer a janela indicada na Figura3.27 e deve escolher Não. 10. Responder Não. Entrar em Avançadas, seleccionar o driver que foi adicionado e fazer Aplicar. Figura 3.27: Inserir uma impressora de rede Para configurar a impressora no cliente, deverá: Pressionar as teclas [Win]+[R] em simultâneo; Escrever ipbrick na janela gerada; Clicar com o botão direito na impressora a adicionar e escolher Ligar. Poderá verificar nas Impressoras e Faxes do cliente que a partir deste momento já existe a impressora disponível. iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

48 48 IPBrick.i 3.8 Servidor de Backup A opção Servidor de Backup permite aceder à interface de configuração do Arkeia, que é um software para gestão de backups e que por defeito está instalado na IPBrick. Ao seleccionar esta opção, e após clicar no botão Abrir é aberta uma janela de sessão por VNC. Para conseguir efectuar a ligação, é necessário possuir o JRE 4 instalado. A autenticação nesta sessão é efectuada com a palavra-passe actual do administrador da IPBrick. Após a validação é disponibilizada a interface de gestão do Arkeia. Para iniciar a configuração do software Arkeia é necessário submeter a sua validação por defeito: login: root password: <sem_password> A documentação do Arkeia pode ser obtida em manuals.html. 4 Java Runtime Environment, que pode ser encontrado em Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

49 3.8 Servidor de Backup 49 Figura 3.28: Backup iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

50 50 IPBrick.i Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

51 Capítulo 4 IPBrick.c Este capítulo descreve os menus da IPBrick.c utilizados para gerir os principais serviços de comunicações de interligação de uma empresa à Internet. O menu da IPBrick.c, tal como o menu da IPBrick.i, é um menu de configuração funcional. O Administrador da IPBrick diz o que pretende e o software efectua as configurações de acordo com as indicações fornecidas e mantém a consistência das mesmas. Este capítulo inclui as seguintes secções principais: Firewall; Proxy; VPN; Correio Electrónico; Servidor Web; Webmail; VoIP. 4.1 Firewall Nota: A alteração de qualquer regra da firewall implica que a firewall seja activada. Mesmo que a firewall tenha sido expressamente parada em serviços, a alteração de uma das suas regras implica o reiniciar de funcionamento da firewall Serviços Disponíveis Apresentação A IPBrick tem uma série de serviços instalados. Parte deles está em execução, outra parte está parada. Parte destes serviços pretendem-se para a Intranet, outros (alguns) também se querem disponíveis para a Internet. Nesta interface aqui indicámos à firewall quais os serviços que temos em execução para a Internet, de forma a estarem acessíveis a partir do mundo exterior. Esses serviços são: iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

52 52 IPBrick.c Servidor Web; Servidor Correio Electrónico; SSH; FTP. Corpo Na listagem (Firewall Serviços Disponíveis), a indicação do estado corresponde à firewall estar configurada para possibilitar funcionamento do referido serviço - Activo - ou pelo contrário está configurada para bloquear as portas desses serviços - Inactivo. (Figura 4.1). Notar que o colocar aqui determinado serviço como Activo não inicializa o serviço em si. Não o pára sequer. A única alteração aplicada aquando da Actualizaç~ao de Definiç~oes é feita somente no serviço da firewall que é primeiro parado, reconfigurado e depois reinicializado. De forma curta, apenas abre ou fecha a porta da internet para o referido serviço (se o serviço está a funcionar ou não já é outra configuração para além desta secção). Figura 4.1: Firewall - Serviços Disponíveis Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

53 4.2 Proxy Bloquear Serviços Apresentação A opção de bloquear serviços, de forma similar à situação anterior apenas permite (Desbloqueado) ou impede (Bloqueado) o normal funcionamento das aplicações indicadas. (Figura 4.2) Figura 4.2: Firewall - Bloquear Serviços 4.2 Proxy O serviço de proxy na IPBrick está, quando em execução, à escuta de pedidos na porta A secção subdivide-se em três partes, a saber: Configuraç~ao; Estatísticas; Kaspersky Proxy. iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

54 54 IPBrick.c Figura 4.3: Proxy - Configuração Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

55 4.2 Proxy Configuração Apresentação A configuração primária do proxy aqui apresentada (Figura 4.3) ditará o normal funcionamento dos browsers de Internet. Assim convém antes de mais definir cada tipo de proxy: 1. Proxy Padr~ao: não é obrigatório usar o proxy para aceder à internet (web) e só usará o proxy quem configurar o browser para usar o proxy da IPBrick porta Os utilizadores sem qualquer configuração adicional no browser continuarão a aceder à internet sem qualquer problema. A firewall pode estar desactivada!; 2. Proxy Transparente: todo o acesso à internet (web) é feito através do proxy. É obrigatório que a firewall esteja activa. Os utilizadores poderão configurar os seus browsers para usarem o proxy indicado, como também poderão continuar a aceder sem configurarem qualquer proxy no seu browser. Aqui a firewall faz o desvio do tráfego web para o proxy. Os acessos web são registados por máquina (IPs) para fins estatísticos; 3. Proxy com autenticaç~ao: o acesso à internet (web) só é possível usando o proxy. Os utilizadores têm que configurar o seu browser para usar o proxy indicado caso contrário não terão acesso à web. Uma vez configurados os browsers, os utilizadores sempre que abrirem o browser e tentarem aceder à web será pedida uma autenticação válida. A autenticação dos utilizadores é validada pelo login e password definidos na criação dos mesmos. É obrigatório que a firewall esteja em execução. Todos os acessos web serão registados por utilizador para efeitos de estatisticas. Menu Topo Ligação para interface de definição de Regras do proxy. Nesta interface temos opções como: Lista de redes com acesso ao Proxy: identificar a(s) rede(s) IP que tem acesso aos serviços do proxy (sem os quais não terão acesso à internet - web). Ex.: rede /24; ou, pc /32; Lista de máquinas sem acesso ao Proxy: idêntico ao anterior só que se o anterior seleccionava quem tem acesso, esta regra selecciona os que não terão acesso; Lista de sites proibidos: ligação para Inserir URL s de sites que se pretendam bloqueados a quem estiver a usar este proxy. Ex. games.yahoo.com; Lista de palavras proibidas no URL: aqui deverão ser inseridos esqueletos de palavras típicas em URLs não desejados. Ex.: xxx; sex; radiocomercial. Podem ser também inseridas excepções a estas palavras, assim como URLs importantes que tenham indesejadamente sido abrangidos pelas regras atrás expressas. Ex.: support.hp.com/driver?uid=qwin3.xxx.exe; iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

56 56 IPBrick.c Uma lista negra é um conjunto de entidades que, por uma determinada razão, estão sem acesso a um determinado privilégio ou serviço. Na opção Lista Negra, é possível activar ou desactivar a utilização destas listas. Após clicar na opção, estão disponíveis as seguintes hipóteses: Lista Negra Activa=SIM: Activa a utilização de uma lista negra. Os seguintes campos são preenchidos por defeito, e podem ser alterados: Url para Actualizaç~ao: Endereço do qual se realiza o download do ficheiro com a lista de sites a bloquear; Página a redirecionar: No caso de se tentar aceder a um dos endereços bloqueados, este campo indica para que página o utilizador deve ser redirecionado; Listas Negras a usar: As listas negras estão divididas por categorias, como por exemplo: sites pornográficos, drogas, jogos on-line, etc. Neste campo podemos seleccionar que categorias pretendemos activar. Lista Negra Activa=N~AO: Desactiva a utilização de uma lista negra. A opção Proxy Remoto permite indicar uma lista de servidores proxy onde procurar informações em cache antes de aceder ao servidor onde as informações estão alojadas. Isto permite um acesso mais rápido à informação. Lista de servidores de proxy remotos: Permite definir a lista de proxys remotos; N~ao usar o proxy remoto nos seguintes sites: Se não se pretender utilizar o proxy remoto em determinados sites, estes devem ser aqui indicados. Em Outras Configuraç~oes, quando um utilizador solicitar um URL que vá ser bloqueado, o proxy responde com uma página padrão reportando o erro ocorrido. Aqui temos a oportunidade de indicar um URL para o qual o utilizador será reencaminhado. Como exemplo, a página da empresa ou um página de informação mais personalizada que a do proxy; Se se utilizar Proxy com autenticaç~ao, é possível impedir o acesso ao proxy a determinados utilizadores. Para isso, deve seleccionar Proxy com autenticaç~ao e seguidamente indicar os utilizadores a bloquear Estatísticas Apresentação As estatísticas do proxy reportam vários contadores desde: tráfego por hora do dia, por dia do mês ou por mês; Volume de tráfego; Sites mais visitados; Número de visitas. Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

57 4.2 Proxy 57 Corpo A listagem apresenta 3 partes: Estatísticas gerais, na qual está um link para estatísticas de cache e outro para estatísticas de acessos (Figura 4.4); Estatísticas por máquina, onde estão descriminados os acessos à internet de cada máquina (Figura 4.5; Estatísticas por utilizador, que apresenta as estatísticas de acesso por utilizador que só estarão devidamente actualizadas quando estiver seleccionada a opção Proxy com autenticaç~ao. (Figura 4.5); Figura 4.4: Proxy - Estatisticas da Cache Kaspersky Proxy Nesta secção é possível activar a licença do Kaspersky para o proxy, de forma a proteger os dados que são transferidos através do mesmo. iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

58 58 IPBrick.c Figura 4.5: Proxy - Estatisticas por utilizador Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

59 4.3 VPN VPN Apresentação Através de uma VPN é possível aceder aos recursos/serviços da Intranet de uma empresa, a partir de uma ligação remota. Este acesso priveligiado é restrito a apenas alguns utilizadores, normalmente os necessários. Aqui temos a interface para seleccionar os utilizadores válidos PPTP Figura 4.6: VPN - Utilizadores Gestão de utilizadores Corpo Na Figura 4.6, a lista de utilizadores do lado esquerdo corresponde aos utilizadores seleccionados para a VPN enquanto que do lado direito se encontram os utilizadores registados na IPBrick. Menu Topo Temos uma ligação de Configuraç~oes pela qual acedemos a um formulário onde podemos definir a gama de endereços IP atribuída (disponibilizada) para as ligações via VPN. Os clientes remotos quando se ligarem à empresa iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

60 60 IPBrick.c receberão um IP dentro desta gama e para todos os efeitos será como se estivessem ligados à rede no ponto do servidor com um IP na gama aqui indicada IPSec Apresentação O IPSec 1 é um protocolo que garante confidencialidade, integridade e autenticidade das informações transferidas através de redes IP. Ao contrário de uma VPN através de PPTP ou SSL, a VPN através de IPSec permite que duas redes (e não dois computadores) possam comunicar de uma forma segura. Corpo Após clicarmos em IPSec, no corpo dessa secção são mostra os túneis IPSec configurados. Menu Topo túnel IPSec. Existe uma ligação designada Inserir que permite inserir um novo Corpo Nesta página configuramos a ligação IPSec (Conforme se pode visualizar na Figura 4.7). São necessários os seguintes dados: Definiç~oes da Rede Local IP Local: Endereço da interface externa da IPBrick ; Rede Local: O endereço da rede local e a respectiva máscara de rede; Gateway Local: O endereço da interface interna do router da rede local; Identificador Local: Endereço da interface externa do router. Definiç~oes da Rede Remota IP Remoto: Endereço da interface externa da IPBrick remota; Rede Remota: O endereço da rede remota e a respectiva máscara de rede; Gateway Remota: O endereço da interface interna do router da rede remota; Identificador Remoto: Endereço da interface externa do router. Gest~ao de Chaves Password: Uma Pre-Shared Key é uma chave partilhada que o serviço VPN espera como primeira credencial (antes do username e password). Para que o servidor VPN permita que o processo de autenticação continue, é necessário passar a PSK correcta. Tipo: O IPSec fornece dois modos de operação especificados neste campo, que são Túnel (onde todo o pacote IP original é encriptado) e Transporte (os dados (payload) são encriptados, mas o cabeçalho IP original não é alterado); 1 IP Security Protocol Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

61 4.3 VPN 61 Autenticaç~ao: Aos pacotes IP podem ser adicionados dois novos cabeçalhos, AH e ESP. O primeiro, ao ser adicionado a um pacote IP, garante a integridade e autenticidade dos dados mas não a confidencialidade. O segundo fornece confidencialidade, integridade e autenticidade da informação. PFS 2 : Permite indicar se se deseja utilizar PFS ou não; Arranque: Automático. Figura 4.7: VPN - IPSec SSL Apresentação Esta VPN usa certificados SSL para estabelecer, autenticar e encriptar os tuneis. Após clicar em SSL, é mostrada a listagem dos servidores de VPN SSL. Para configurarmos cada um deles, deve-se clicar no servidor pretendido. (Figura 4.8) 2 Perfect Forward Secrecy iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

62 62 IPBrick.c Figura 4.8: VPN - SSL Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

63 4.4 Correio Electrónico 63 Definições Nesta secção podemos configurar as definições de rede da VPN-SSL. Nome/IP: nome ou endereço IP do servidor ssl; Porto: é porto em que o servidor de vpn ssl vai funcionar; Protocolo: é protocolo que vai ser usado para comunicar; Rede VPN: é a rede que vai ser usada para atribuir um IP aos clientes. Isto é quando um utilizador fizer uma vpn para o servidor vai-lhe ser atribuido um IP desta rede. Portanto esta rede não pode existir em mais nenhuma outra parte da rede, caso contrario causaria problemas de routeamente; Domínio: é o dominio dns que vai ser passado para os clientes vpn; Servidores DNS: é o servidor de dns que vai ser passado para os clientes vpn; Servidores NetBios: é o servidor de wins que vai ser passado para os clientes vpn; Rotas para os clientes: são as rotas que vão ser passado para os clientes vpn para estes saberem que em que casos é que deve encaminhar o trafico pelo tunel. Cerficados Nesta secção é possivel criar certificados para serem distribuidos pelo utilizadores vpn. O primeiro certificado gerado é para o servidor. Os seguintes serão para os clientes. É possivel revogar certificados clicando no certificado a revogar. A opção Apagar tudo só deve ser usada para reiniciar o processo todo. Menu Estado Nesta interface é possivel ver os tuneis activos e respectivos trafegos, utilizadores e IP. Nota: Depois de ter configurado este serviço é preciso activa-lo na secção Definiç~oes Avançadas Sistema Serviços. No anexo 9.1 está descrito o procedimento para configurar o cliente vpn. 4.4 Correio Electrónico A secção Correio Electrónico repete-se nas duas vertentes da IPBrick. IPBrick.i temos os serviços mais simples e generalistas como: Na Configurar: os domínios que a máquina serve e encaminha; Gest~ao de Filas: permite consultar a lista de mensagens que estão na fila do servidor à espera para serem entregues; Endereços Alternativos: para customização dos utilizadores; iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

64 64 IPBrick.c Encaminhar Correio: para reencaminhar uma cópia das mensagens de um utilizador para outra caixa de correio; Kaspersky Anti-Virus e Anti-SPAM. Algumas destas funcionalidades são aqui repetidas e acrescem: Buscar correio no ISP; Cópia de Correio. A seguir apresentaremos apenas as novas funcionalidades uma vez que as outras já foram apresentadas acima. Apresentação Quando numa organização as mensagens não são entregues num servidor interno da empresa, só estão disponíveis via POP 3 ou IMAP 4, a IPBrick pode ser configurada de forma a descarregar periodicamente essas mensagens do ISP 5 para um servidor local. Uma vez no servidor local, serão associadas às respectivas contas préviamente configuradas. Assim, mesmo que só tenhamos um servidor de correio interno poderemos configurá-lo para automatizar e centralizar todos as mensagens de correio electrónico (da internet e internos) da organização. Menu Topo Ligação para Inserir servidores externos aos quais nos pretendemos ligar para descarregar mail e entregá-lo no servidor local. O servidor pode ser identificado tanto pelo seu FQDN 6 como pelo seu endereço IP, e a transferência de correio pode ser efectuada através do protocolo POP3 ou IMAP. (Figura 4.9) Corpo Clicando num servidor inserido acedemos ao formulário de registo do servidor (Figura 4.10). Aqui podemos Alterar o servidor e o protocolo através do qual aceder às mensagens, Apagar o seu registo ou passar para a interface de gestão de Contas ou caixas de correio a transferir (Figura 4.11) Buscar correio no ISP Apresentação Aqui procederemos ao registo das caixas de correio externas (no ISP) com os seus logins e palavras-passe. A cada uma destas contas indicaremos a qual utilizador local serão entregues os mails descarregados. Menu Topo Ligações para Voltar à listagem dos servidores e para Inserir contas referentes ao servidor em seleccionado. No formulário de inserção (Figura 4.12) preenchemos os campos: 1. Login: para entrar na caixa de correio remota; 3 PostOffice Protocol - é um protocolo usado para aceder a caixas de correio e transferir mensagens. 4 Internet Message Access Protocol. 5 Internet Service Provider 6 Fully Qualified Domain Name Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

65 4.4 Correio Electrónico 65 Figura 4.9: Buscar Correio no ISP - Inserir ISP iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

66 66 IPBrick.c Figura 4.10: Buscar Correio no ISP - Gestão de Servidores Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

67 4.4 Correio Electrónico 67 Figura 4.11: Buscar Correio no ISP - Gestão de Contas iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

68 68 IPBrick.c 2. Password: necessária para validar o login; 3. Confirmaç~ao password: confirmar a password anterior; 4. Conta local de onde serão entregues os mails descarregados desta conta; 5. Bot~ao Inserir e confirmar os dados introduzidos Figura 4.12: Buscar Correio no ISP - Inserção de Contas Corpo A listagem das contas inseridas para o servidor seleccionado permite a edição dos dados introduzidos. Para tal basta clicar sobre a linha da conta a alterar. Somos encaminhados para um formulário com mais detalhe onde podemos agora optar por: Alterar: os dados da conta; Apagar: a conta seleccionada; Voltar à vista anterior da listagem das contas. Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

69 4.4 Correio Electrónico Cópia de Correio A Cópia de Correio (Figura 4.13) permite guardar todas as mensagens de correio electrónico que entram e saem da empresa em duas contas com os logins recebidas e enviadas. Nota: É necessário cuidado com a manutenção destas Cópia de Correio, especialmente em localizações de muito tráfego de mail. É muito importante manter sobre vigilância a evolução da ocupação do espaço em disco, do servidor, sob pena de estas caixas de correio rapidamente encherem até à totalidade da partição. Nesta altura poderão causar alguns transtornos, quer por interferência com outras aplicações do servidor quer pelo habituamento dos responsáveis por estas caixas de correio que a determinada altura poderão perder uma série de mensagens as quais não foi possível efectuar cópia. Apresentação Quando activada (Sim) as mensagens correspondentes serão copiadas para a respectiva conta, isto é: 1. Enviadas=SIM: todas as mensagens que passem por este servidor de SMTP cujo remetente seja alguém do(s) domínio(s) do servidor, serão copiadas para a conta local Enviadas; 2. Recebidas=SIM: todas as mensagens que passem por este servidor de SMTP cujo remetente não seja do(s) domínio(s) do servidor, serão copiadas para a conta local Recebidas. Quando é activada a opcção (Sim), o sistema passa a mostrar o campo Apagar automaticamente as que permite definir se as cópias de s existentes no servidor são ou não apagadas. Permite também especificar no campo Apagar cópias com mais de: ao fim de quantos dias as cópias de s são eliminadas do servidor. Menu Topo Ligação para Modificar a configuração. Corpo Configuração do serviço Kaspersky Anti-Vírus O Kaspersky Anti-Vírus para Linux mail server, já está previamente instalado e configurado na IPBrick. Para começar a usá-lo apenas necessita de introduzir uma licensa válida através do interface correspondente e actualizar definições na IPBrick. Por defeito, as notificações das actualizações das bases de dados e de detecção de vírus são enviadas para (Figura 4.14). Deverá ser alterado este para uma conta válida na própria máquina. Para mais informações sobre configurações deverão ser consultados os manuais em www. kaspersky.com. iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

70 70 IPBrick.c Figura 4.13: Cópia de correio Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

71 4.4 Correio Electrónico 71 Figura 4.14: Kaspersky Anti-Vírus iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

72 72 IPBrick.c Kaspersky Anti-Spam Para o Kaspersky Anti-Spam o processo de inserção da licensa é o mesmo. Para aceder ao interface de administração, deverá usar o login administrador e a password será a de administração da IPBrick (por defeito ). O interface de administração é o original da Kaspersky (Figura 4.15). Para informações sobre esse interface, consulte os manuais em Figura 4.15: Kaspersky Anti-Spam 4.5 Servidor Web Apresentação Um servidor web, através dos protocolo HTTP 7 e/ou HTTPS, é responsável por responder a pedidos de utilizadores, relativos às páginas web nele alojadas, sendo que cada servidor pode alojar vários sites. No caso da IPBrick o servidor web da mesma é o Apache 8 Os domínios web registados na IPBrick são visualizados após clicar em Servidor Web e podem ser vistos na Figura HyperText Transfer Protocol 8 Mais informações em Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

73 4.5 Servidor Web 73 Figura 4.16: Servidor Web - Listagem de Sites iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

74 74 IPBrick.c Menu Topo Ligação para Inserir um novo site. Abre-se um novo formulário (Figura 4.17) onde preenchemos os seguintes campos: 1. Nome: do site que se completa com o Domínio seleccionado; 2. do administrador do site: do utilizador da IPBrick responsável 9 pela gestão do site; 3. Utilizador FTP: Login do utilizador que terá acesso à pasta do site através de FTP; 4. Password: Password do utilizador anterior; 5. Confirme Password: Confirmação da password. 6. Pasta de localizaç~ao do Site: a ser criada na filesystem do servidor. Esta pasta será criada em /home1/_sites/. O responsável deste site tem acesso a esta pasta directamente a partir da sua conta neste servidor; 7. Disponível para a internet: indica se deverá ser aberto um VirtualHost para o IP externo da IPBrick.c ; 8. Bot~ao Inserir: confirma a introdução do site. Corpo Listagem dos vários sites registados na IPBrick. Cada linha é uma ligação para o formulário de gestão do site. (Figura 4.18) Gestão Apresentação 4.18) Menu Topo Resumo da informação do site e ligações para sua gestão. (Figura Ligações para: 1. Alterar: registo inicial do site (responsável, nome do site, etc); 2. Alias 10 : por aqui acedemos à listagem dos registos deste site e na nova página podemos gerir todos os Alias (Figura 4.19): Inserir; Remover; Alterar; 9 O responsável do site é um utilizador da IPBrick. Aquando da criação do site, será colocada na sua conta uma pasta com o nome do site inscrito. É por meio desta pasta que se fará a manutenção dos ficheiros do site. 9 File Transfer Protocol 10 Alias ou HostHeader, simplesmente uma forma de aceder a determinados conteúdos fisicamente deslocados da directoria principal do site. Mais informações na secção de exemplos. Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

75 4.5 Servidor Web 75 Figura 4.17: Servidor Web - Inserção de Sites iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

76 76 IPBrick.c Figura 4.18: Servidor Web - Gestão de Site Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

77 4.5 Servidor Web 77 Apagar. 3. Apagar: retirar o site do servidor Web. Após Actualizar Definiç~oes o site já não estará disponível online. Os ficheiros do site não são eliminados mas sim movidos para a partilha /home1/sites_bk/ 11 acessível pelos Administradores. Figura 4.19: Servidor Web - Gestão de Alias Corpo Tabela de informação sobre o site seleccionado: Nome; do administrador do site; Utilizador FTP; 11 Esta é a localização dos ficheiros dos sites removidos. Tal como as contas de utilizadores e partilhas de grupo, também os sites quando removidos pela IPBrick apenas são reconfigurados os serviços afectados e os conteúdos são movidos para uma partilha própria acessível apenas pelos administradores. As outras partilhas deste género são Backup1 e Backup2 que guardam conteúdos das Áreas de Trabalho 1 e 2 respectivamente. iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

78 78 IPBrick.c Pasta de localizaç~ao do site no servidor; Disponível para a Internet. 4.6 Webmail O WebMail instalado na IPBrick pode ser configurado para lidar com outros servidores de correio electrónico que não a própria IPBrick em que está instalado. Para tal basta indicar nesta secção quais os servidores de IMAP 12 e de SMTP 13 a utilizar Servidores Apresentação Servidores a utilizar pelo Webmail. (Figura 4.20) Figura 4.20: WebMail - Servidores 12 Internet Message Access Protocol - aceder à caixa de correio electrónico 13 Simple Mail Transfer Protocol - enviar correio electrónico Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

79 4.7 VoIP 79 Menu Topo Ligação para Alterar os servidores configurados. Corpo Listagem dos servidores configurados. Os servidores poderão ser identificados tanto pelo seu FQDN 14 ou endereço IP. 4.7 VoIP Esta secção constitui o interface de gestão do serviço VoIP 15 disponível na IPBrick Telefones Registados Aqui (Figura 4.21), é possível verificar quais os clientes VoIP (telefones IP, estações de trabalho + softphone) que estão registados na IPBrick. O menu para a inserção das máquinas está explicitado na secção 3.1. Figura 4.21: Telefones registados 14 Fully Qualified Domain Name 15 Voice over IP - Serviço de telefonia sobre IP iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

80 80 IPBrick.c Em Opç~oes podemos configurar os seguintes campos (Figura 4.22): Router com DNAT total?: Se a IPBrick estiver ligada a um router responsável pelo acesso ao exterior (em termos de VoIP) que deixe passar todo o tráfego, deve-se seleccionar Sim e indicar o endereço externo desse mesmo router; Voic Indica se o voic está Activo ou Inactivo; Timeout de atendimento: Tempo durante o qual a chamada é enviada para o telefone de destino, antes de ser terminada ou reencaminhada para outro telefone; Timeout de conex~ao: Tempo durante o qual se tenta estabelecer a ligação (segundos), findo o qual a tentativa é finalizada; Apenas servidor VoIP de Intranet: Servidor de VoIP apenas na Intranet (Sim) ou não (N~ao); Figura 4.22: VoIP - Opções Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

81 4.7 VoIP Endereços Alternativos Neste interface (Figura 4.23) é possível criar endereços alternativos para os clientes VoIP existentes. Por exemplo, se o telefone for do gabinete do João Silva, pode ser criado o endereço Assim o cliente pode ser alcançado por esses dois endereços. É possível inserir mais que um endereço alternativo por telefone/softphone. Figura 4.23: Endereços alternativos Telefones Activos Os clientes VoIP actualmente online são apresentados neste interface (Figura 4.24) Bloqueio de Chamadas Permite escolher de entre os Telefones registados, quais são aqueles que estão autorizados a realizar chamadas (Telefones Autorizados), conforme se pode visualizar na Figura O campo Em Telefones registados temos a lista dos telefones registados na IPBrick. Através dos botões e é possível autorizar iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

82 82 IPBrick.c Figura 4.24: Telefones Activos Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

83 4.7 VoIP 83 (passando assim a estar no campo Telefones Autorizados) ou retirar o acesso a um telefone. Figura 4.25: VoIP - Bloqueio de Chamadas Estatísticas de Chamadas Nesta secção podemos ver quais foram chamadas efectuadas e quais as chamadas em curso. Relativamente a ambas, são mostrados: Número total de chamadas (efectuadas ou em curso); Telefone; Endereço Origem; Endereço Destino; Início; Fim; Duração. iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

84 84 IPBrick.c Gestão de Rotas Nesta opção podemos visualizar (Figura 4.26) as Rotas locais e uma Lista de endereços SIP configurados na IPBrick. Existe um botão Inserir associado a cada uma delas, e a configuração é indicada a seguir. Figura 4.26: VoIP - Gestão de Rotas Rotas Locais As rotas locais permitem tratar das interligações da LAN com o PBX ou PSTN e podem ser de 4 tipos: PSTN -> LAN; PBX -> LAN; LAN -> PBX; LAN -> PSTN; Ao clicar no destino de cada rota local, é possível Alterar, Apagar ou inserir os Prefixos que se pretende associar a cada rota. Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

85 4.7 VoIP 85 Lista de endereços SIP Aqui pode-se visualizar a lista de endereços SIP 16 já configurados. Ao Inserir um novo, a página gerada pede os dados seguintes: Nome: Nome do servidor; Endereço do servidor SIP: endereço IP ou nome do servidor SIP; Proxy RTP 17 : Se está Activo ou Inactivo; Rota de entrada: Indica se esta é uma rota de entrada (Sim) ou N~ao; Seguidamente deve-se carregar no botão Inserir para que o endereço seja acrescentado Seq. atendimento A sequência de atendimento permite indicar, no caso em que a chamada não seja atendida no primeiro telefone, quais serão os telefones seguintes para o qual a chamada deve ser transferida. 16 Session Initiation Protocol 17 Real Time Protocol iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

86 86 IPBrick.c Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

87 Capítulo 5 Definições Avançadas Os menus existentes neste capítulo permitem realizar configurações de vários serviços. A organização deste capítulo é a seguinte: IPBrick; Telefonia; Rede; Serviços de Suporte; Configurações; Sistema. 5.1 IPBrick Definições Nesta secção definem-se algumas das configurações essenciais do servidor IPBrick. Em Definiç~oes do Domínio, configura-se o nome (hostname) e o domínio de DNS do servidor. O nome completo da máquina é designado por Fully Qualified Domain Name (FQDN) e é composto pelo nome seguido do domínio de DNS. Por exemplo, se o hostname for ipbrick e o dominio de DNS for empresa.pt o FQDN será ipbrick.empresa.pt. Para alterar estas definições, efectuar um clique em Alterar. Em Definiç~oes da rede, configuram-se as propriedades das interfaces de rede, privada e pública, da IPBrick. Estas propriedades são o endereço IP, máscara, endereço de rede e endereço de broadcast. Nota: A interface privada é a primeira placa de rede que a IPBrick detecta no servidor onde foi instalada. Se o servidor tiver uma segunda placa de rede, esta iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

88 88 Definições Avançadas será configurada como interface pública. No caso da IPBrick funcionar como um servidor de Intranet (IPBrick.i ) apenas é necessário configurar a interface privada. Neste caso, a interface pública (caso o servidor onde foi instalada a IPBrick tenha 2 placas de rede) pode ficar com as configurações por defeito e não deve ter um cabo de rede ligado. Se a IPBrick funcionar como um servidor de Comunicações (IPBrick.c ) ou se acumular as funções de Intranet e de Comunicações (IPBrick.i + IPBrick.c ), é necessário configurar as duas interfaces de rede (nestas duas situações o servidor onde foi instalada a IPBrick deverá ter duas placas de rede). Para alterar as definições das interfaces de rede, fazer um clique em ETH0 ou em ETH1. Em Rota por Defeito, define-se a gateway da IPBrick. Se a IPBrick funcionar como um servidor de Intranet (IPBrick.i ), o endereço a colocar neste campo é o endereço do equipamento que faz o acesso à Internet. Este equipamento poderá ser, por exemplo, uma IPBrick de Comunicações ou um router.! Atenção: No caso descrito em cima, o endereço IP da gateway terá de ser um endereço da mesma rede IP configurada na interface privada, a ETH0. Por exemplo, se a interface privada tiver o endereço IP , o endereço IP da gateway terá de ser x. A interface a escolher para configurar a gateway é a ETH0. Se a IPBrick funcionar como um servidor de Comunicações (IPBrick.c ) ou se acumular as funções de Intranet e de Comunicações (IPBrick.i + IPBrick.c ), o endereço a colocar neste campo é o endereço do equipamento que faz o acesso à Internet, por exemplo, um router.! Atenção: No caso descrito em cima, o endereço IP da gateway terá de ser um endereço da mesma rede IP configurada na interface pública, a ETH1. A interface a escolher para configurar a gateway é a ETH1. Para alterar a definição da Gateway, efectuar um clique em Alterar Informações Sistema A informação apresentada nesta página contêm um resumo da configuração da IPBrick, tempo de actividade da máquina (desde a última vez que foi iniciada), volume de tráfego nas interfaces fisicas (ETH0 e ETH1) e lógicas, características do hardware do servidor e taxas de ocupação da memória e das partições do disco duro do servidor Acesso web Esta secção permite alterar os dados de acesso à IPBrick. Os dados de acesso, por defeito, para aceder à IPBrick através da interface web são: Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

89 5.1 IPBrick 89 Figura 5.1: Definições da ipbrick iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

90 90 Definições Avançadas Figura 5.2: Informações de sistema Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

91 5.1 IPBrick 91 Login: admin Password: O login administrador e respectiva password dizem respeito, única e exclusivamente, à autenticação a utilizar para aceder à IPBrick pela interface web e ambos podem ser alterados. Figura 5.3: Acesso Web Nota: Ao contrário do utilizador Administrator, este login administrador não tem uma área de trabalho criada na IPBrick. A IPBrick está actualmente disponível em 5 línguas: Português; Inglês; Espanhol; Francês; iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

92 92 Definições Avançadas Alemão. Esta secção permite alterar o idioma da IPBrick. Para realizar essa alteração, apenas é necessário escolher clicar em Alterar, seleccionar o idioma pretendido e seguidamente clicar em Actualizar Definiç~oes para que as alterações se tornem efectivas. Se desejar aceder à interface de configuração da IPBrick através da Internet (Acesso Web Externo), deverá clicar em Alterar e escolher Sim. É também indispensável activar o serviço HTTPS para a Internet. É necessário clicar em Actualizar Definiç~oes para que a mesma tenha efeito. É nesta página que trata do licenciamento da IPBrick. Se possuir uma licença experimental, deverá clicar em Download do ficheiro a enviar e enviá-lo para Após receber a resposta (com um ficheiro anexo) da iportalmais, deverá Cancelar Licença Temporária e na página gerada poderá inserir o ficheiro rebebido, passando a licença a ser permanente. Figura 5.4: Idioma Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

93 5.1 IPBrick Autenticação Esta secção é particularmente importante pois a sua configuração determina o modo como serão feitas as autenticações dos serviços disponibilizados pela IPBrick, como por exemplo, o serviço de correio electrónico. Se um utilizador pretende ler as suas mensagens de correio electrónico, necessita de ter um nome de utilizador e uma palavra chave que lhe permitam fazer a autenticação. Nesta secção, define-se onde é que a IPBrick irá verificar os dados dos utilizadores para posteriormente garantir ou impedir o acesso. Figura 5.5: Autenticação A IPBrick poderá verificar os dados dos utilizadores localmente ou externamente, em outro servidor. As opções de autenticação disponiveis são as seguintes: 1. Master IPBrick : a autenticação é feita na própria IPBrick. Se existir outro servidor de autenticação, esta IPBrick será o servidor de autenticação principal (Master); 2. Slave IPBrick : a autenticação é feita na própria IPBrick mas esta IPBrick não é o servidor de autenticação principal. É um servidor de autenticação iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

94 94 Definições Avançadas secundário, sincronizando a sua base de dados de utilizadores com o master IPBrick ; 3. Cliente IPBrick : neste género de autenticação, o cliente utiliza um servidor IPBrick para fazer a sua autenticação, não possuindo a base de dados de utilizadores; 4. Cliente Netbios: para compatibilidade com servidores Windows NT; 5. Membro de um domínio AD (Master IPBrick ): neste caso, a IPBrick é membro de um domínio AD, e possui uma cópia da base de dados de utilizadores; 6. Membro de um domínio AD (Slave IPBrick ): a IPBrick também faz parte do domínio, sincronizando a sua cópia de base de dados dos utilizadores com a Master IPBrick, que também é membro do mesmo domínio.! Atenção: Após alterar o modo de autenticação da IPBrick, ao Actualizar Definiç~oes, a IPBrick irá re-iniciar automaticamente. A opção Master IPBrick deve ser a escolhida em duas situações: Existe apenas uma IPBrick na instituição e os utilizadores foram registados na IPBrick ; Existem duas ou mais IPBrick na instituição mas, esta IPBrick será o servidor de autenticação principal (Master). Neste caso, é necessário indicar quais são os servidores secundários (Slaves). Para isso, fazer um clique sobre Slaves e indicar o nome ou o endereço IP para cada servidor secundário. A opção Slave IPBrick deve ser a escolhida apenas quando: Existe outra IPBrick na instituição que está configurada como Master IP- Brick. Neste caso, não é possível registar utilizadores na IPBrick configurada com Slave IPBrick. Apenas é necessário indicar o nome ou o endereço IP da IPBrick configurada como Master IPBrick. A opção Membro do domínio AD (Master/Slave IPBrick ) será a pretendida quando: Existe um servidor Windows na institituição que já possui um registo de todos os utilizadores. Nesse caso, não é necessário registar nenhum utilizador na IPBrick. Para configurar o modo de autenticação WinServer são precisos os seguintes dados: 1. Endereço IP do servidor AD; 2. Nome do domínio; 3. Nome de utilizador e palavra chave de um utilizador do domínio remoto com permissões de Administrador. Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

95 5.2 Telefonia Administrador e Base DN; 5. DN base de procura de utilizadores; 6. DN base de procura de grupos; Nota: Para organizar e guardar a informação dos utilizadores, a IPBrick utiliza o Lightweight Directory Access Protocol (LDAP). O LDAP é um serviço de directório onde se guarda toda a informação de uma organização (utilizadores, computadores, contactos, impressoras, etc.). Para obter mais informação e exemplos de configuração, consultar o Manual de Utilização da IPBrick Multiprocessamento Os computadores mais recentes possuem múltiplos processadores (virtuais ou físicos). Para que se tire partido destes vários processadores, é necessário activar o suporte para multiprocessamento, conforme se pode ver na Figura 5.6. Após esta se tornar efectiva, o sistema arrancará com um kernel do tipo SMP Telefonia Nesta secção (Definiç~oes Avançadas Telefonia) é possível configurar placas RDIS BRI, RDIS PRI ou ANALÓGICAS. Após a sua configuração física 2 é necessário efectuar a sua configuração na IPBrick. Para esta é necessário saber de que forma foi feita a configuração física da placa, isto é, a configuração de cada porta. Para inserir é necessário escolher a ligação Inserir, e seguidamente indicar (conforme é visível na Figura 5.7): Tipo de Placa: Analógica; RDIS BRI; RDIS PRI. Número de Portas: 1, 2, 4, 8, etc (depende do tipo de placa); Configuração das Portas: Porta: PSTN; PBX. Configuração: NT PtP (Point to Point); 1 Symmetric MultiProcessor 2 Ver Manual Instalação IPBrick.GT iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

96 96 Definições Avançadas Figura 5.6: Multiprocessamento Figura 5.7: Telefonia - Inserir Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

97 5.3 Rede 97 NT PtMP (Point to Multi-Point); TE PtP (Point to Point); TE PtMP (Point to Multi-Point). O botão Inserir serve para confirmar a adição da nova placa. Após a configuração da placa, ao aceder a Definiç~oes Avançadas Telefonia, aparecerá a lista com as placas configuradas, conforme é visível na Figura 5.8. Figura 5.8: Telefonia 5.3 Rede Configuração de serviços relacionados com a estrutura da rede da instituição. Aqui definimos as regras personalizadas da firewall, indicámos rotas para outras redes internas (ou externas) e definimos regras e prioridades no serviço de QoS Firewall Apresentação Nesta secção tratamos da gestão da firewall da IPBrick. Na secção de firewall da IPBrick.c já apresentámos algumas regras pré-definidas, não podem ser alteradas pelo utilizador mas podem ser desactivadas. Entretanto, outras regras são exigidas pela configuração de alguns serviços estas só na secção Ordenar poderão ser em parte geridas pelo utilizador. Ainda assim, a IPBrick oferece ao seu administrador esta interface avançada de gestão de firewall onde pode definir uma série de regras com um nível de personalização bastante elevado. 3 Quality of Service iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

98 98 Definições Avançadas Figura 5.9: Rede - Firewall Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

99 5.3 Rede 99 Menu Topo Ligações para: 1. Inserir novas regras em modo avançado; 2. Apagar regras já inseridas; 3. Ordenar interface de ordenamento de todas as regras presentes na firewall. A inserção de novas regras pode ser de três tipos, a saber: Regra Dnat: permite fazer o NAT 4 ; Restrição de uma máquina IP: permite restringir o tráfego de um determinado conjunto ip/porta; Configuração Geral: permite inserir regras gerais, que necessitam de: Regra: INPUT: são os dados recebidos pela firewall, independentemente da origem destes; OUTPUT: dados enviados pela firewall; FORWARD: permite a passagem de tráfego de uma interface para outra; PREROUTING: para pacotes que vêm da internet e acedem a um servidor com ip privado; POSTROUTING: para pacotes que vão para a internet, ao qual o endereço ip de origem (privado) é trocado pelo endereço ip público. Interface: deve escolher a interface à qual deseja aplicar a regra; Protocolo: o protocolo (ou todos) ao qual aplicar a regra; Módulo: Ip Origem: endereço ip de origem do pacote; Porto Origem: porto de origem do pacote; Ip Destino: endereço ip de destino do pacote; Porto Destino: porto de destino do pacte; Identificador: nome da regra; Política: ACEITAR: Para aceitar um pacote e deixá-lo passar as regras da firewall; DESCARTAR: Não aceita o pacote, e este é apagado; MARK: permite guardar uma marca no pacote. Estas marcas podem depois ser utilizadas para tomadas de decisão ao nível do encaminhamento dos pacotes; LOG: Guarda um log de todos os pacotes que satisfizerem a regra. 4 Network Address Translation iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

100 100 Definições Avançadas Corpo Listagem de todas as regras controladas pelo utilizador. Uma regra pode ser alternada entre o seu estado Activo e Inactivo. Não é possível alterar/reescrever uma regra, para tal deverá apagar-se a regra em questão e depois inserir uma nova. Para eliminar regras, deve-se clicar em Apagar, seleccionar a regra ou regras que se deseja remover e carregar no botão Bot~ao Apagar. As regras que estão definidas por defeito não podem ser eliminadas podendo, no entanto, ser desactivadas Gestão de Rotas Apresentação Quando numa instituição existirem várias redes distribuídas e separadas por vários routers, se pretendermos que a IPBrick esteja acessível a essas redes devemos aqui indicar o caminho (rota) para essas redes. (Figura 5.10) Figura 5.10: Rede - Gestão de Rotas Menu Topo Ligação para Inserir uma nova rota, onde indicaremos a rede IP de destino e respectiva máscara assim como o IP do router que faz essa ligação. Devemos também indicar qual a interface de rede que está ligada à rede do router indicado. Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

101 5.3 Rede 101 Corpo Listagem das rotas introduzidas QoS Apresentação Este serviço (Figura 5.11) da IPBrick tem como objectivo garantir um certo nível de qualidade de serviço para o utilizador final. Para tal chama-se a atenção para a importância de indicar o valor da largura de banda disponível na ligação para a internet. A partir destes dados conseguem-se estabelecer regras de prioridade entre os vários tipos de tráfego numa rede. Por exemplo: ao invés de termos a ligação à internet completamente ocupada pelos s, porque não limitar a largura de banda atribuída áquele serviço e garantir um mínimo para o tráfego web! Figura 5.11: Rede - QoS Corpo Listagem das Interfaces Públicas disponíveis (normalmente será só ETH1) e o estado do serviço para cada placa de rede. Clicando no estado podemos transitar entre activo e inactivo. Clicando na placa de rede acedemos ao formulário de gestão deste serviço. (Figura 5.12) iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

102 102 Definições Avançadas Figura 5.12: Rede - Gestão QoS Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

103 5.4 Serviços de Suporte Serviços de Suporte Gestão de Máquinas Esta secção é a versão avançada da gestão de máquinas do menu da IPBrick.i. Esta interface permite adicionar, alterar ou remover o registos de máquinas. Na presente versão da IPBrick, está secção permite adicionar máquinas ao dominio. Para registar uma máquina no domínio, na DNS e/ou DHCP duma só vez deve usar a secção DNS Figura 5.13: DNS - Domínios Apresentação Esta é a principal secção de configuração do DNS. Aqui podemos gerir os domínios servidos pela máquina. Alterar registos de máquinas, alias iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

104 104 Definições Avançadas (CNAME), registos MX 5. Menu Topo Ligação para Inserir novo domínio. (Figura 5.14) Corpo Listagem das vários zonas de resolução directa e inversa registadas na IPBrick. Clicando numa dessas zonas acedemos à sua interface de gestão. (Figura 5.15) Domínios Figura 5.14: DNS - Inserir Zonas de resolução directa e inversa Inserir Zonas Menu Topo Ligação para Voltar à listagem anterior e assim cancelar a introdução em curso. 5 Mail Exchange record - utilizado para indicar quais os servidores de mail de determinado domínio. Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

105 5.4 Serviços de Suporte 105 Corpo Formulário de registo de zonas de resolução directa e/ou inversa, os campos apresentados são: 1. Domínio: é a denominação do novo registo, ex.: empresa.pt; porto.empresa.pt; acme.inc; 2. Rede: IP associada para a qual se criarão os registos de resolução inversa PTR 6 ; 3. Tipo de zona: permite criar uma zona primária ou secundária. Uma zona secundária é uma copia duma zona primária definida noutro servidor de DNS; 4. Servidor: é nome da máquina onde este domínio será servido 7 (ex.: ipbrick.domain.com). (Este campo só se aplica se a zona for do tipo primária); 5. do responsável: deste domínio. Na DNS este é o mail registado do responsável técnico deste domínio. (Este campo só se aplica se a zona for do tipo primária); 6. Tempo de refrescagem: é o intervalo de tempo que um secundario deve usar para verificar se houve alterações no primario. (Este campo só se aplica se a zona for do tipo primária); 7. Tempo entre novas tentativas: é o tempo que um secundário deve esperar para voltar a contactar o primario caso não o tenha conseguido na ultima tentativa de refrescagem. (Este campo só se aplica se a zona for do tipo primária); 8. Tempo de expiraç~ao: é o tempo desde a ultima tentativa de refrescagem efectuada com sucesso que um secundário deve considerar os dados da zona validos. (Este campo só se aplica se a zona for do tipo primária); 9. Validade por defeito: é o tempo que os outros servidores de DNS devem considerar os dados desta zona validos. (Este campo só se aplica se a zona for do tipo primária); 10. Servidores Master: é o IP do servidor primário desta zona. (Este campo só se aplica se a zona for do tipo secundária) 11. Bot~ao Inserir: para inserir os dados. Gestão de Domínios Apresentação seleccionada. Nesta secção controlámos todos os registos DNS referentes à zona 6 Pointer, ou apontador 7 SOA - Start of Authority - Este é o registo na DNS ao qual é associado o servidor aqui indicado. iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

106 106 Definições Avançadas Figura 5.15: DNS - Gestão de Domínios Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

107 5.4 Serviços de Suporte 107 Menu Topo Ligações para Voltar à listagem das zonas e visualizar alguns dados do Domínio seleccionado aqui podemos alterar ou apagar o seu registo. Corpo Listagem das várias secções da DNS, a saber: 1. Máquinas, endereços de máquinas no presente domínio (um nome associado a um IP - máquina). Ex.: myipbrick -> Aliases 8 registos de alias para máquinas do domínio (um segundo nome para uma máquina já com nome atribuído). Esta opção só está disponivel se a zona for de resolução directa. Ex.: www -> myipbrick 3. Servidores de nomes registo dos endereços FQDN de máquinas que servem (DNS) este domínio, ex.: domain.com -> myipbrick.domain.com 4. Servidores de mail registo dos servidores de mail para este domínio. Estes registos podem ser vários e distinguidos por valores inteiros positivos diferentes, estes valores indicam qual a preferência a ser utilizada, o de valor mais baixo será sempre o preferido. O valor aqui introduzido terá que ser o FQDN do servidor de mail a introduzir, quer seja um servidor no próprio domínio, ex..empresa.pt., quer seja um servidor na internet, ex. mail.saturno.com.. Esta opção só está disponivel se a zona for de resolução directa. Ex.: 20 mail.saturno.com 10 ipbrick.empresa.pt 5. Servidores de VoIP registo dos servidores de VoIP para este domínio. O valor aqui introduzido terá que ser o FQDN do servidor de VoIP a introduzir, ex. voip.empresa.pt.. Esta opção só está disponivel se a zona for de resolução directa. Ex.: voip.empresa.pt Forwarders Apresentação Quando o servidor de DNS recebe um pedido para um domínio que não está a servir nem o tem em cache, deve ir procurar resolver esse pedido junto de outros servidores de DNS na internet. Os forwarders deverão ser os mais próximos, normalmente os servidores DNS do ISP. Aqui temos a interface própria para registar os mais próximos servidores de DNS. (Figura 5.16) 8 Nome alternativo iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

108 108 Definições Avançadas Figura 5.16: DNS - Forwarders Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

109 5.4 Serviços de Suporte 109 Resolução de Nomes Apresentação Independentemente do serviço DNS estar em execução ou não neste servidor, poderemos configurar este servidor para resolver os seus pedidos DNS num outro servidor que não o próprio. Esta configuração aplica-se a todos os serviços do servidor (excluíndo obviamente o serviço DNS, que utilizará os seus forwarders para os pedidos que não conhece). Para que o servidor utilize a sua própria DNS deverá ser configurado o endereço IP do localhost 9, (Figura 5.17) Figura 5.17: DNS - Resolução de Nomes DHCP Sub-Redes Apresentação Secção de configuração do DHCP. Aqui definimos as sub-redes a serem servidas e os parâmetros das configurações de rede a atribuir às máquinas. (Figura 5.18) 9 Servidor local. iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

110 110 Definições Avançadas Figura 5.18: DHCP - Sub-Redes Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

111 5.4 Serviços de Suporte 111 Menu Topo Ligações para Inserir novas sub-redes, configurar os parâmetros de Redund^ancia e para definir as Opç~oes Gerais a atribuir por defeito. (ver Figura 5.19) Figura 5.19: DHCP - Opções Gerais Corpo Listagem das sub-redes inseridas. Cada linha é um link para formulário de configuração das opções de configuração para a respectiva sub-rede. (ver Figura 5.20) Inserir Apresentação Permite a inserção de subredes. Menu Topo Ligação para Voltar. Corpo Permite a inserção dos dados da subrede, que serão atribuídos aos clientes. Estes dados são: iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

112 112 Definições Avançadas Figura 5.20: DHCP - Definições de Sub-Redes Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

113 5.4 Serviços de Suporte 113 Endereço de Rede: aqui deve-se indicar o endereço da rede e a máscara da mesma; Gama de endereços dinâmicos: qual a gama de endereços reservada para atribuir aos clientes; Máscara clientes: a máscara de rede a atribuir aos clientes; Endereço de broadcast: o endereço de broadcast a atribuir aos clientes; Default lease time: o tempo por defeito durante o qual o empréstimo do endereço é válido; Max lease time: o tempo máximo ; Option Router: o endereço do router que servirá como rota por defeito; Servidores DNS: uma lista (um por linha) dos servidores DNS a utilizar pelos clientes; Servidores NetBios: uma lista (um por linha) dos servidores NetBios a utilizar pelos clientes; Domínio DNS: o nome do domínio indicado aos clientes. Opções Gerais Apresentação Menu Topo Permite inserir dados que são atribuídos por defeito. Ligação para Voltar. Corpo Permite a inserção dos dados gerais da subrede, que serão atribuídos por defeito aos clientes. Estes dados são: Domínio base; Servidores DNS; Servidores NetBios; Máscara clientes; Default lease time; Max lease time; Pode-se também pretender a Actualizaç~ao Din^amica do DNS. Neste caso, deve escolher-se Sim na caixa respectiva. iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

114 114 Definições Avançadas Redundância Apresentação Numa rede só pode existir um servidor de DHCP, a não ser que se configure dois servidores, como primário e secundário respectivamente. Esta funcionalidade permite-nos ter redundância no serviço de DHCP desde que se configure um canal de comunicação (ligação) entre o primário e o secundário. (ver Figura 5.21) Menu Topo Ligações para Voltar e para Inserir uma nova ligação. Corpo Listagem das ligações inseridas. Cada linha é uma ligação para o formulário de configuração das ligações. Figura 5.21: Redundância Máquinas Apresentação Listagem das máquinas registadas com o seu endereço MAC no serviço DHCP. O registo destas máquinas faz-se através de Gest~ao de Máquinas (ver secção 3.1, página 11) ou directamente nesta secção. Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

115 5.4 Serviços de Suporte 115 Figura 5.22: DHCP - Máquinas iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

116 116 Definições Avançadas Servidor de imagens Este interface refere-se ao serviço de replicação de imagens de estações cliente LINUX. Gestão de Imagens Neste interface é efectuada a inserção de imagens de estações cliente a partir de um cd. Aqui também é possível ver informação sobre as imagens presentes na IPBrick, assim como o seu tamanho em disco. Cientes Visualização das associações entre as máquinas registadas na ipbrick e respectivas imagens (se existirem). 5.5 Configurações Todas as configurações realizadas na IPBrick através da interface web são guardadas numa Base de Dados, de forma que, qualquer alteração realizada só se torna efectiva no sistema após realizar um Actualizar Definiç~oes. Além disso, ao actualizar as definições da IPBrick, é automaticamente guardada uma cópia de todas as configurações num dispositivo externo, mais concretamente numa pen USB.! Atenção: O servidor onde está instalada a IPBrick deve ter sempre uma pen USB ligada. Nessa pen USB, serão guardadas as cópias das configurações realizadas. A partir dessa pen USB, é possível recuperar as configurações realizadas na IPBrick. Cada cópia existente na pen USB é listada com informação da data e hora em que foi criada Repôr Nesta secção é apresentada uma listagem de todas as cópias guardadas na pen USB. Para repôr uma configuração, apenas é necessário efectuar um clique sobre a configuração pretendida e confirmar essa opção. (Figura 5.23) Nota: Ao repôr uma cópia das configurações todos os serviços serão reconfigurados. Após a configuração de todos os serviços, a IPBrick irá re-iniciar automaticamente Download Esta secção permite descarregar (download) para o computador local as cópias das configurações realizadas. (Figura 5.24) Esta opção é útil para que se possam guardar numa outra localização as configurações da IPBrick. Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

117 5.5 Configurações 117 Figura 5.23: Repôr Configurações iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

118 118 Definições Avançadas Figura 5.24: Descarregar Configurações Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

119 5.6 Sistema Upload Nesta secção é possível carregar para o servidor um ficheiro de configurações previamente descarregado. (Figura 5.25) Figura 5.25: Carregar Configurações remotas! Atenção: Não é possível utilizar cópias das configurações de uma versão da IPBrick em outra versão diferente da IPBrick. Os ficheiros de configuração não são compatíveis entre as diferentes versões das IPBrick. 5.6 Sistema Dentro do menu Sistema, podemos encontrar as opções indicadas nos pontos seguintes Serviços Em Serviços (Figura 5.26) é apresentada uma listagem dos vários serviços disponibilizados pela IPBrick. iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

120 120 Definições Avançadas A coluna Estado indica se o serviço está activo ou inactivo. Aqui é possível re-iniciar qualquer serviço sem ser preciso re-iniciar a IPBrick. Figura 5.26: Serviços Para re-iniciar qualquer serviço deve-se: Alterar o seu estado de Activo para Inactivo; Actualizar Definições; Alterar o seu estado de Inactivo para Activo; Actualizar Definições. A coluna Arranque define o modo de arranque de cada serviço quando o servidor é iniciado, seja após um reboot seja após um período em que o servidor esteve desligado. Se para um dado serviço o valor na coluna Arranque for Automático, o serviço é iniciado automaticamente com o arranque do servidor. Por outro lado, se o valor for Manual, este serviço não irá arrancar automaticamente quando a IPBrick for iniciada. Poderá, no entanto, ser iniciado manualmente neste menu, através de uma alteração no valor da coluna Estado, que terá de ser alterado de Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

121 5.6 Sistema 121 Inactivo para Activo. Nota: Uma alteração no valor da coluna Arranque para qualquer serviço, não produz efeitos imediatos sobre o estado desse serviço. Este valor só define se o serviço irá ou não arrancar automaticamente no próximo arranque do servidor. Por outro lado, uma alteração no valor do coluna Estado tem efeitos imediatos. Ou seja, ao alterar o estado de um serviço de Activo para Inactivo a IPBrick irá parar esse serviço (após um clique sobre Actualizar Definições) Gestor de Tarefas O Gestor de Tarefas apresenta uma listagem de todos os processos em execução na IPBrick. Esta informação contêm: O nome do utilizador do sistema que iniciou o processo; A data de arranque do processo; A percentagem de memória e de CPU que o processo está a utilizar; Nesta secção é possível terminar um dado processo. Para isso, apenas é necessário fazer um clique no identificador desse processo.! Atenção: De uma forma geral, os processos em execução, não devem ser terminados desta forma. Terminar um processo nesta interface poderá causar instabilidade na IPBrick. Para terminar um serviço, utilizar o menu Serviços Data e Hora Neste menu (Figura 5.27) é possível ver e alterar, a data e hora do servidor Logs do Sistema Neste menu é possível ver os logs da IPBrick. Os logs constituem uma fonte de informação importante sobre o funcionamento do sistema. A informação mais recente está disponível em Log Actual. Caso existam outros registos de logs, dizem respeito a informação gerada pela IPBrick até à data neles indicada, conforme se pode visualizar na Figura SSH O menu SSH (Figura 5.29) implementa uma ligação segura à shell da IPBrick. iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

122 122 Definições Avançadas Figura 5.27: Data e hora do sistema Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

123 5.6 Sistema 123 Figura 5.28: Logs do Sistema iportalmais Manual Referência- Versão 4.0

124 124 Definições Avançadas Figura 5.29: SSH Manual Referência- Versão 4.0 iportalmais

IPBrick Manual de Referência. iportalmais - Serviços de Internet e Redes, Lda.

IPBrick Manual de Referência. iportalmais - Serviços de Internet e Redes, Lda. IPBrick Manual de Referência iportalmais - Serviços de Internet e Redes, Lda. Março 2005 2 Copyright c iportalmais Todos os direitos reservados. Setembro 2002. A informação contida neste documento está

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