ESTUDO DO ESTADO NUTRICIONAL COM CRIANÇAS DE 6 ANOS

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1 ESTUDO DO ESTADO NUTRICIONAL COM CRIANÇAS DE 6 ANOS Resumo QUADROS, Emanuele Naiara 1 - PUCPR Grupo de Trabalho Educação e Saúde Agência Financiadora: não contou com financiamento Neste estudo, buscou-se evidenciar a importância do crescimento e desenvolvimento motor na infância, desde o nascimento até os sete anos de idade, com o conhecimento que após esta faixa etária a criança apenas aprimora as suas habilidades. O principal objetivo do estudo é analisar os resultados obtidos na avaliação física e desta forma verificar se as crianças estão dentro do padrão de desenvolvimento, de acordo com o parâmetro pré-estabelecido pelas curvas de crescimento do NCHS (National Center of Health Statistics) e se existem diferenças entre os gêneros. A metodologia desse estudo é caracterizada como quantitativa, pois todos os dados obtidos são numéricos, referentes a altura e peso de todos os participantes. Participaram desse estudo 100 crianças das cidades de Curitiba e São José dos Pinhais, sendo 50 do gênero masculino e 50 do gênero feminino, com 6 anos. O procedimento foi realizado individualmente, foram comparados os resultados obtidos entre eles, através do programa Who Antro Plus. Com tais dados pode-se observar o quão importante é a alimentação correta nessa fase de desenvolvimento principalmente, pois podem causar patologias e afetar no desenvolvimento diminuindo a produção dos IGF-1 e GH, hormônios essenciais para essa faixa etária. O risco dessas patologias só vem aumentando nas crianças desde 1971, quando foi notado um considerável aumento na obesidade infantil. E não podemos esquecer que crianças obesas com hábitos alimentares ruins e sem uma vida de exercícios físicos regulares que se mantém nesse mesmo estado nutricional até os 14 anos provavelmente serão obesas quando adultas. Observou-se também, que a diferença entre os gêneros não foi um fator relevante ao estudo, pois nesta faixa etária o corpo dos meninos e das meninas não possui uma diferença significativa, sendo assim, fisicamente eles são quase iguais. Palavras-chave: Crescimento e Desenvolvimento; Peso e Altura; Estado nutricional 1 Acadêmica de licenciatura em Educação Física. Integrante do Grupo de pesquisas GELL (Grupo de Estudo em Lazer e Ludicidade-PUCPR) e aluna PIBID.

2 27201 Introdução O crescimento infantil é caracterizado pelo aumento da altura, peso e massa muscular causado pela multiplicação de células (GALLAHUE & OZMUN, 2003). Para Janick (1979) O crescimento defini-se pela mudança irreversível no tamanho da célula, órgão ou organismo. [...] o crescimento é o aumento do material vivo (protoplasma), que conduz a um aumento do tamanho da célula e à divisão celular. A velocidade desse crescimento é relativamente lenta em relação ao período de neonatal até os 2 anos, mesmo assim as crianças nessa faixa etária crescem em média 5,1 cm e 2,3kg por ano. As diferenças entre os sexos podem ser observadas, porém são pequenas. Os meninos possuem um peso corporal relativamente maior pois, possuem uma maior massa muscular e óssea (GALLAHUE, OZMUN & GOODWAY, 2013). O desenvolvimento é um processo contínuo que começa na concepção e cessa com a morte. (GALLAHUE, OZMUN & GOODWAY, 2013, p. 22). Ele independente da idade apesar de muitas vezes estar relacionado com ela. Seu termo abrange desde as coisas positivas até as negativas que ocorrem ao longo da vida do individuo. Considerando a individualidade de cada um, não podemos esquecer que as etapas que dividem o desenvolvimento são apenas para parâmetros e não devem ser usadas como verdades absolutas (GALLAHUE, OZMUN & GOODWAY, 2013). Devido às crianças não estarem totalmente formadas seu sistema esquelético é vulnerável e pode ser influenciado pela má nutrição, fadiga e doenças. Um método de avaliação do crescimento das crianças são as curvas de crescimento da Organização Mundial da Saúde (OMS), tais curvas servem como um instrumento de avaliação e monitoração sobre o crescimento das mesmas. Realizada com crianças do mundo todas as curvas servem como padrão de análise, entretanto notamos diferenças entre as crianças de países desenvolvidos e não desenvolvidos. As crianças dos países ricos se encontram em uma epidemia de obesidade caracterizando a população como futuros obesos, já nos países pobres as crianças tem uma má alimentação e consequentemente a falta de nutrição, caracterizando um grau de magreza grande. Por isso tomamos como base as curvas de crescimento para realizar as comparações dos dados apresentados. (GALLAHUE, OZMUN & GOODWAY, 2013)

3 27202 Desenvolvimento O crescimento e desenvolvimento humano são influenciados por diversos fatores, como biológicos (hereditários), ambientais e emocionais. Segundo Malina (2002, p. 45) A estatura e o peso corporal são as mensurações mais comumente usadas em estudos de crescimento. Para Malina (2009) o crescimento é o aumento do tamanho do corpo em partes especificas ou como um todo. Podemos ainda dizer que Crescimento é a atividade biológica dominante por cerca das duas primeiras décadas da vida humana. (MALINA, 2009, p. 20) Conforme Diniz (2007) sabe-se que o crescimento é um grande demonstrador de saúde das crianças, esse processo pode sofrer influencias de dois fatores: intrínsecos (genéticos) e extrínsecos (ambientais). Podemos citar como exemplo para esses fatores a alimentação, saúde, higiene, habitação, herança familiar e cuidados gerais. Tais fatores podem retardar ou acelerar o processo de crescimento. Inúmeras pesquisas vêm sendo desenvolvidas a esse respeito. O conhecimento dos fatores que levam a distúrbios de crescimento infantil permite o desenvolvimento de ações de promoção e prevenção à saúde, contribui para o delineamento de políticas públicas, articulação intersetorial, conscientização da população e a participação da sociedade no combate à desnutrição e os agravos a ela associados. (DINIZ, 2007, p. 07). A nutrição é um fator muito importante e que está diretamente relacionado com o crescimento físico da criança, podendo esse desenvolvimento ser interrompido ou acelerado devido a alimentação de seu cotidiano. Gallahue e Ozmum (2005), dizem que a nutrição ainda pode ser um fator que proporciona certas doenças que afetam o crescimento físico. A falta de certas vitaminas como a D, B12 e C, acarretam doenças que podem deixar muitas sequelas ou ainda serem irreversíveis, doenças como: Raquitismo (é o amolecimento dos ossos, pela falta de vitamina D), a Pelagra (doença um pouco mais rara, que causa lesão na pele, problemas gastrointestinais, mióticos e neurológicos) e ainda o Escorbuto (doença que é caracterizada pela fraqueza física, anemia, perda de energia, dores intensas nas articulações e fraturas). Fisberg, Marchioni e Cardoso (2004) ainda enfatizam afirmando que a avaliação nutricional das crianças é de suma importância, pois pode mostrar e influenciar sobre a morbimortalidade e o crescimento e desenvolvimento infantil. Segundo Rodrigues (2012) uma em

4 27203 cada 3 crianças entre 5 a 9 anos está com peso acima do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Rodrigues ainda mostra o que o secretário de Atenção à Saúde do Ministério, Helvécio Magalhães afirmou : Se não agirmos agora criaremos uma geração futura de obesos, hipertensos, diabéticos que terão maiores riscos de derrame, infarto e insuficiência renal. A avaliação destes critérios é de fundamental importância para acompanhamento da maturação dos indivíduos, possibilitando diagnosticar possíveis disfunções, patologias e alterações no crescimento e desenvolvimento humano. Para tanto Salomons, Rech e Loch (2007), afirmam que as medidas antropométricas (peso e estatura) proporcionam uma comitiva do estado nutricional de maneira simples e de fácil interpretação. Por conseguinte, realizamos um estudo, no qual medimos estatura e peso de 50 meninos e 50 meninas nascidos no ano de 2006 de duas escolas municipais de Curitiba e São José dos Pinhais. Com o objetivo principal de mostrar os diferentes resultados e percentis de peso e estatura em crianças de 6 anos de idade do sexo masculino e feminino, onde com esses dados poderemos determinar o estado nutricional do sujeito. Foram utilizadas como critério de avaliação as curvas de crescimento do National Center for Health Statistics (NCHS), e estado nutricional do programa Who Antrho Plus v10.3. Metodologia Este estudo é de caráter quantitativo, de acordo com Thomas, Nelson e Silverman (2007) o método de pesquisa quantitativo envolve medidas e números, participaram da pesquisa 50 crianças do sexo feminino e 50 crianças do sexo masculino, ambos com 6 anos de idade. Para a classificação do estado nutricional, como instrumento, foram utilizadas uma balança digital (peso) e um estadiômetro (altura) e com base nessas duas medidas utilizou-se o software WHO ANTHRO PLUS v10.3 (OMS) com o objetivo de comparar o resultado com a mediana das escalas de medida (P50) estabelecida pelo NCHS (National Center of Health Statistics). Tais curvas são usadas para avaliar, e monitorar o crescimento das crianças embasadas em uma tabela onde conforme estudos dão a média esperada para cada sexo e idade nos respectivos itens.

5 27204 Resultados e Discussões Meninas de 6 anos Tabela 1. Média e Desvio Padrão de 50 meninas de 6 anos contendo seu peso, altura e, junto com os seus percentis e linha Ez respectivamente. PESO PER. DE PES ALTUR A PER. ALTUR ALTUR PER PESO O A A Média 21,57 57,31 0,26 114,21 49,58-0,04 16,39 59,85 21,57 D.P. 5,65 29,48 1,55 5,06 28,46 0,94 3,18 30,27 5,65 Gráfico 1 Porcentagem do estado nutricional de 50 meninas de 6 anos Como podemos observar nas tabela e no gráfico acima, a média de peso das meninas de 6 anos pesquisadas é de 22,5 Kg. Comparando com a média para as meninas dessa faixa etária que é de 20 Kg, constatamos que elas se encontram em média 2,5kg acima do peso esperado, todavia nota-se que a sua maioria (72%) se encontra no estado Normal. Meninos de 6 anos Tabela 2 Média e Desvio Padrão de 50 meninos de 6 anos contendo seu peso, altura e, junto com os seus percentis e linha Ez respectivamente. PESO PER. DE PESO PES O ALTUR A PER. ALTURA ALTURA PER Média 3,57 31,35 1,18 5,42 28,59 12,92 2,02 30,61 21,90 D.P. 21,32 55,39 0,23 115,17 50,60 1,74 16,04 56,72 3,47

6 27205 Gráfico 2 Porcentavem do estado nutricional de 50 meninos de 6 anos, Já na tabela e no gráfico referente aos meninos constatamos que a média de peso averiguada é de 21,3 Kg. Comparando com a média para os meninos dessa faixa etária que é de 20 Kg, nota-se que eles se encontram em média 1kg acima do esperado. Contudo nota-se que a sua maioria (80%) se encontra no estado Normal. Comparações Com base nos dados obtidos, através da pesquisa e apresentados neste estudo em forma de tabelas e gráficos os 50 meninos pesquisados de 6 anos das cidades de Curitiba e São José dos Pinhas apresentam 80% em estado nutricional normal, 14% com sobrepeso, mas com apenas 1kg acima da média esperada e apenas 4% foram classificados como obesos. Embora seja uma percentagem insignificante, 2% dos meninos pesquisados foram classificados como grandes obesos. Devemos trabalhar em conjunto com outros profissionais da saúde com essas crianças para evitar que elas permaneçam nesse estado nutricional de risco. De forma geral, podemos dizer que eles se encontram em bom estado nutricional e que a maioria está na faixa de altura e peso esperados para sua idade.

7 27206 No que se refere às meninas, obtivemos um numero de 72% em estado nutricional normal, 16% em sobrepeso, 4% em magreza, 4% em magreza severa e outros 4% obesas. Temos dados mais significativos do que os dos meninos da mesma faixa etária, porém, não tão distantes. As meninas que se encontram em estados de obesidade e também magreza severa, devem receber tratamento, pois esses estados acarretam riscos à saúde da criança. Considerações Finais Ao concluirmos este estudo, pode-se notar que há uma pequena diferença entre as parciais dos dois sexos. Isso ocorre pela diferença de peso e estatura de cada indivíduo, o que não faz com que a média altere muito, conforme os dados nas tabelas e nos gráficos inseridos. Entretanto, pode-se observar que as meninas se encontram em maior percentual no estado nutricional de sobrepeso e grande obeso, com 2% a mais em relação aos meninos. Concluímos que as crianças observadas neste trabalho, apesar de apresentar uma pequena porcentagem de sobrepeso, estão em boas condições nutricionais, levando em conta que mais da metade da amostragem encontra-se no peso ideal. Contudo um cuidado que devemos tomar é refrente à alimentação infantil, pois um dos principais causadores da obesidade é a má nutrição ou os maus hábitos alimentares e isto pode se manter pela vida inteira da criança. A obesidade é considerada a segunda causa de morte evitável, tendo um aumento no numero de indivíduos que se encontram nesse estado nutricional no nosso século. Os Estados Unidos da América (EUA) se destacam por ser um dos lugares com o maior número de obesos. A obesidade é gerada pelo acumulo de gordura no corpo onde ele pode chegar até 50% da sua massa corporal (grande obeso). Tudo isso pode ser controlado com o consumo controlado de alimentos e o gasto de energia equilibrado, onde, se o gasto de energia for maior que o consumo de alimentos pode causar a magreza severa e se o consumo alimentar for maior que o gasto de energia pode causar a obesidade. Sabemos que a gordura tem funções muito uteis no organismo, entretanto em excesso ela pode causar problemas como: estresse ao sistema circulatório e respiratório, diabetes, apneia do sono, colesterol elevado, entre outros. O risco dessas patologias só vem aumentando nas crianças desde 1971, quando foi notado um considerável aumento na obesidade infantil. E não podemos esquecer que crianças obesas com hábitos alimentares ruins e sem uma vida de exercícios físicos regulares que se mantém nesse mesmo estado nutricional até os 14 anos provavelmente serão obesas quando adultas (GALLAHUE, OZMUN & GOODWAY, 2013).

8 27207 REFERÊNCIAS DINIZ, Regina Lúcia Portela. O crescimento infantil e a influência de fatores intrínsecos e extrínsecos na sua evolução. Rev Pediatr, jan-jun, FISBERG, Regina Mara; MACHIONI, Dirce Maria Lobo; CARDOSO, Maria Regina Alves. Estado nutricional e fatores associados ao déficit de crescimento de crianças frequentadoras de creches públicas do Município de São Paulo, Brasil. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro: mai-jun, GALLAHUE, David; OZMUN, John; GOODWAY, Jacqueline D.. Compreendendo o desenvolvimento motor: bebês, crianças, adolescentes e adultos. Porto Alegre: AMGH, GALLAHUE, David; OZMUN, John. Compreendendo o desenvolvimento motor: bebês, crianças, adolescentes e adultos. São Paulo: Phorte, GALLAHUE, David; OZMUN, John..Compreendendo o desenvolvimento motor: bebês, crianças, adolescentes e adultos.são Paulo: Phorte, JANICK, J.. Alguns conceitos sobre crescimento das culturas. Horticulture Science. W.H. Freeman and Company, San Francisco. 1979, p MALINA, Robert; BOUCHARD, Claude; BAR-OR, Oded. Crescimento, maturação e atividade física. 2. ed. São Paulo: Phorte, RODRIGUES,Bruno. Campanha contra a obesidade infantil: A Semana de Mobilização Saúde na Escola acontecerá todos os anos com uma programação diferenciada nas escolas Disponível em: <http://guiadobebe.uol.com.br/campanha-contra-a-obesidadeinfantil/>. Acesso em 10 Jun SALOMONS, E; RECH, C, R; LOCH, M, R. Estado nutrional de escolares de seis a dez anos da rede municipal de ensino de arapoti, Paraná. Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho Humano, THOMAS, Jerry; NELSON, Jack; SILVERMAN, Stephen. Métodos de pesquisa em atividade física. 5ª Ed. Porto Alegre: Artmed, 2007.

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