Avaliação antropométrica na infância: uma revisão

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Avaliação antropométrica na infância: uma revisão"

Transcrição

1 Vol. 1, No. 1, Março, 2012, Avaliação antropométrica na infância: uma revisão Marcelle de Miranda 1, Osana Campos Bernardes 1, Tainah Camagos Vaz de Mello 1, Thafnys Alves Silva 1, Ana Elisa Madalena Rinaldi 2, Cibele Aparecida Crispim 2 Autor correspondente: Cibele Aparecida Crispim* 1 Alunas do Curso de Graduação em Nutrição, Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Uberlândia. 2 Docentes do Curso de Nutrição, Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Uberlândia. RESUMO INTRODUÇÃO: A avaliação antropométrica de crianças é essencial para verificar se o crescimento destas está próximo ou distante de um padrão esperado, sendo que alterações neste sentido podem ser provocadas por doenças ou outras condições ambientais desfavoráveis. OBJETIVO: Realizar uma revisão bibliográfica sobre a temática dos métodos antropométricos em crianças. Método: O levantamento bibliográfico foi realizado nas bases de dados SciELO, LILACS e BIREME, cruzando as palavras-chave avaliação nutricional, infância e antropometria. RESULTADOS: A avaliação antropométrica, mesmo de forma isolada, tem se mostrado um método simples e eficaz para realizar avaliação nutricional na infância, uma vez que o crescimento da criança reflete possíveis agravos à saúde e nutrição. Essa avaliação envolve especialmente as medidas de peso e comprimento ou estatura. Para esta avaliação existem na literatura diversas referências, como as de Gomez, a de Waterlow, as preconizadas pelo National Center for Health Statistics (NCHS) e pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Atualmente a da OMS é mundialmente recomendada para crianças. CONCLUSÃO: A partir desta revisão foi possível observar que a avaliação antropométrica é o método mais utilizado e referenciado para avaliação do estado nutricional de crianças. Palavras- chave: avaliação nutricional, infância, antropometria. ABSTRACT INTRODUCTION: The anthropometric assessment of children is essential to verify if the growth pattern is appropriated, and if alterations in the nutritional status can be caused by disease or other unfavorable environmental conditions. OBJECTIVE: To review the literature related to the anthropometric methods in children. Method: The literature review was conducted in the databases SciELO, LILACS, BIREME, using the key words "nutritional assessment", "childhood" and "anthropometry". RESULTS: The anthropometric assessment has showed to be a simple and effective method for nutritional evaluation in children, since children's growth reflects possible damage to health and nutrition. This assessment involves in particular the measures of weight and length or height. For this assessment there are several references in the literature, such as Gomez, the Waterlow, recommended by the National Center for Health Statistics (NCHS) and the World Health Organization (WHO). Currently the WHO reference is widely recommended for children. CONCLUSION: It was observed that the anthropometric assessment is the most widely used and referenced to assess the nutritional status of children. Key-words: nutritional assessment, childhood, anthropometry. Recebido em 23 de Dezembro de 2010; aceito em 27 de Fevereiro de *Corresponding author: Endereço: Av. Pará 1720, Bloco 2U, Sala 20. CEP Associação Brasileira de Nutrição Esportiva 37

2 Introdução Nos últimos trinta anos tem se observado uma inversão nas taxas de desnutrição e excesso de peso e aumento crescente na prevalência mundial de sobrepeso e obesidade em crianças de todo o mundo. O desenvolvimento precoce da obesidade vem se tornado alarmante entre crianças, caracterizando um problema de saúde pública que tende a se manter em todas as fases da vida. Já o excesso de peso como problema de saúde pública tem suplantado, o baixo peso para estatura no Brasil 1. Neste sentido, a avaliação antropométrica de crianças é fundamental para verificar se o crescimento destas está próximo ou distante de um padrão esperado, sendo que alterações neste sentido podem ser provocadas por doenças ou outras condições ambientais desfavoráveis. Esta é uma maneira de definir as condições nutricionais do organismo, bem como o crescimento e proporções corporais da criança, a fim de prevenir e tratar as desordens nutricionais 2. A avaliação antropométrica envolve a obtenção de medidas físicas de um indivíduo ou população, a fim de comparar a um padrão que reflita seu crescimento e desenvolvimento global 3. Uma vez que a antropometria é um método de fácil aplicação, prático e econômico, esse tem se mostrado a melhor maneira de se realizar a avaliação do estado nutricional de crianças e adolescentes. Deste modo, este artigo realizará uma revisão bibliográfica sobre a temática dos métodos antropométricos em crianças. Avaliação antropométrica de criança O uso da antropometria para avaliar o estado nutricional de crianças tem se mostrado um método simples e eficaz, uma vez que seu crescimento reflete possíveis agravos à saúde e nutrição 4. Os parâmetros antropométricos mais utilizados na infância são o peso e a altura/comprimento. Na análise dos dados antropométricos é necessário considerar a idade e o sexo da criança, sendo estes os principais fatores que evidenciam seu desenvolvimento. A união das medidas antropométricas à idade e ao sexo recebe o nome de índices antropométricos (Ex: peso para idade, peso para estatura e estatura para idade) e o resultado destes índices comparados a uma referência ou padrão antropométricos é denominado de indicador antropométrico. Desse modo, a avaliação antropométrica, mesmo de forma isolada, tem grande importância no diagnóstico nutricional da criança, principalmente pelas vantagens descritas anteriormente. As referências para a classificação do estado nutricional mais utilizadas e citadas, em décadas anteriores e atuais, são as propostas por Gomez, Waterlow e as curvas de crescimento propostas pelo National Center for Health Statistics (NCHS) e pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Historicamente, vários destes procedimentos têm sido utilizados na avaliação nutricional de crianças, mas em geral o uso de referências - a representação da distribuição de determinada medida antropométrica segundo diferentes variáveis -, é muito comum e têm sido mais indicado na avaliação desta faixa etária. As curvas de referência representam o modelo empírico saudável, e servem, a um só tempo, para classificar e diagnosticar o estado nutricional de um indivíduo ou população 5. A seguir, serão apresentados alguns métodos utilizados no passado e no presente. Nas últimas décadas, devido à transição nutricional, o principal enfoque dos métodos e referências antropométricos é o diagnóstico precoce das crianças com o excesso de peso. 38

3 Classificação de Gomez Proposta na década de 50, esta classificação tinha como objetivo determinar o prognóstico de morbimortalidade de crianças hospitalizadas de acordo com a sua condição nutricional 6. Contudo, esse critério passou a ser utilizado como classificação nutricional e, embora tenha sofrido críticas, devido a sua simplicidade e facilidade de aplicação, foi implementado em vários países, particularmente na América Latina. Essa classificação é recomendada para crianças menores de dois anos (Tabela 1), uma vez que nesta faixa etária o peso é o parâmetro que tem maior velocidade de crescimento, variando mais em função da idade do que da estatura da criança, o que o torna mais sensível às deficiências nutricionais, sendo o primeiro a modificar-se nestas condições. Desta forma, a classificação de Gomez é considerada sensível para diagnóstico de desnutrição em crianças. Baseia-se no índice de peso para a idade e sexo (P/I) proposto por SIGULEM; DEVINCENZI e LESSA 2 que é calculado pela seguinte fórmula: Peso observado Peso esperado para idade e sexo (p50) Percentil 50 (p50) Padrão de referência NCHS Tabela 1- Classificação do estado nutricional segundo critério de GOME 6 % Adequação P/I Estado de nutrição Eutrofia Desnutrição leve ou de 1º grau Desnutrição moderada ou de 2º grau < 60 Desnutrição severa ou de 3ºgrau* Fonte: SIGULEM, D. M. ; DEVINCENZI, M. U. ; LESSA, A. C. Diagnosis of child and adolescent nutritional status. Jornal de pediatria. Rio de Janeiro, v. 76, p. S275-S28, * Na presença de edema comprovadamente nutricional, independente do índice P/I, a criança será considerada como desnutrida de 3º grau. Classificação de Waterlow A classificação foi proposta em 1973, permitindo prioridades de intervenção, uma vez que estabelece o tipo de desnutrição 7. Baseia-se nos índices de estatura/idade (E/I) e peso/estatura (P/E). Seu uso é preconizado para crianças entre 2 a 10 anos de idade. Nessa fase, o crescimento é mais lento e constante, fazendo com que o peso da criança seja modificado mais em função de seu comprimento do que da idade. Consequentemente, as deficiências nutricionais serão mais bem avaliadas pela relação E/I, seguida de P/E 2. Nesta classificação as seguintes fórmulas são utilizadas: Altura observada Altura esperada para idade e sexo (p50) Peso observado Peso esperado para a altura observada 39

4 Eutrofia: E/I superior a 95 % e P/E superior a 90 % do p50; Desnutrido atual ou agudo (wasting): E/I superior a 95 % e P/E inferior a 90 % do p50; Desnutrido crônico (wasting and stunting): E/I inferior a 95 % e P/E inferior a 90 % do p50; Desnutrido pregresso (stunting): E/I inferior a 95 % e P/E superior a 90 % do p50. As classificações propostas por Gomez e Waterlow não são mais preconizadas atualmente, sendo substituídas por outras. Classificação da NCHS A primeira ideia para a construção de curvas para avaliação de crianças surgiu pelos estudos da National Center for Health Statistics (NCHS), que elaborou em 1977 curvas baseadas em estudos americanos com crianças de 0-18 anos de idade de ambos os sexos. Neste estudo, foram descritos os valores de Peso/Idade (P/I), Peso/Altura (P/A), Comprimento (C/I), Altura/Idade (A/I) e Circunferência Cefálica/Idade (CC/I) 8. Preconizado por agências de saúde de todo o mundo e muito utilizado em diversos países durante anos, a referência da NCHS de 1977 começou a ser alvo de críticas na década de 90. Em 1993, e o Comitê de especialistas da OMS destacou como uma das principais limitações desta referência o fato de alguns lactentes participantes do estudo serem amamentados com fórmulas infantis. Bebês com aleitamento materno costumam dobrar de peso mais tarde em relação aos demais 9. Ainda assim, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu, posteriormente, a referida referência como adequada para avaliação de diferentes grupos raciais e o recomendou para uso internacional, sendo o mesmo adotado pelo Ministério da Saúde do Brasil 10. Com a finalidade de corrigir o parâmetro proposto pela NCHS, o Centers for disease control and prevention (CDC) utilizou análises estatísticas para ampliar a amostra com a finalidade de reconhecer a diversidade étnica dos Estados Unidos. Entretanto, como apenas a metade dos lactentes receberam leite materno, a OMS não recomendou seu uso como um padrão CDC internacional 11. Classificação da OMS Esta classificação possui ampla aplicação, uma vez que pode ser empregada para crianças independente da faixa etária. Entretanto, é inadequada para ser utilizada em nível de assistência primária, uma vez que identifica apenas as formas moderadas e graves de desnutrição proteicoenergéticas, o que impediria uma intervenção mais precoce junto às crianças com formas leves ou em risco nutricional. Utiliza-se a seguinte fórmula para seu cálculo: Medida (infantil) Mediana de referência Desvio padrão (para idade e sexo) 40

5 Para se estabelecer uma comparação de um conjunto de medidas antropométricas com um referencial antropométrico, recomenda-se o uso do percentil e do escore Z. Percentis são valores que determinam uma medida de posição, ou seja, onde o indivíduo se localiza em relação aos 100% da distribuição de referência. Assim, os percentis derivam de uma distribuição em ordem crescente dos valores de um parâmetro, observados para uma determinada idade ou sexo. Por exemplo, se uma criança com determinada idade tem o valor da estatura localizada no percentil 50 (p50), significa que ela mede mais do que 50% da população de referência para crianças de mesma idade 12. O valor de escore Z corresponde a uma medida de dispersão (desvio-padrão_dp) em um grupo de dados. De modo geral, indica quanto o indivíduo está distante de uma média do grupo de dados de sua referência. Os valores considerados normais se encontram entre -2DP e +2DP para P/E, P/I, E/I e Índice de Massa Corporal/Idade 13. Na Tabela 2 encontram-se os valores de escore Z para classificação da desnutrição proteicoenergética. Segundo a OMS são consideradas como desnutridas moderadas crianças com índices inferiores a 2 escores Z abaixo da mediana de referência. Quando este índice se encontra abaixo de 3 escores Z ou menos de 70% de adequação em relação à mediana, ou ainda na presença de edema comprovadamente nutricional, as crianças são consideradas desnutridas graves 14. Tabela 2: Estado nutricional de acordo com a Organização Mundial de Saúde. Desnutrição proteico-energética Escore Z Altura/ Idade Escore Z Peso/Altura Moderada Entre - 2 e- 3 Entre 2 e 3 Severa Menor que 3 (nanismo severo) Menor que 3 Fonte: SIGULEM, D. M.; DEVINCENZI, M. U.; LESSA, A. C. Diagnosis of child and adolescent nutritional status. Jornal de pediatria, Rio de Janeiro, v. 76, p. S275-S28, Para avaliação do estado nutricional no primeiro trimestre de vida, o aspecto clínico, vitalidade, movimentação, número de micções, evacuações e sono devem ser consideradas. Nessa fase, coloca-se como esperado o ganho de peso médio de aproximadamente 30g/dia. Se o ganho de peso for semelhante ou inferior a 20g/dia, estabelece-se a situação de risco nutricional. Outra maneira a qual são dispostos os valores padronizados de crescimento da criança é na forma de curvas. No caso das curvas da OMS, estas são organizadas de acordo com o sexo e idade. O uso das curvas da OMS (2006) é preconizado para crianças do nascimento até os cinco anos de idade; enquanto as curvas da OMS (2007) criadas a partir das curvas da CDC citadas anteriormente, é recomendado para crianças e adolescentes de 5 anos 19 anos de idade Novo padrão: curvas de crescimento propostas pela Organização Mundial da Saúde Em 1994, a Assembleia Mundial da Saúde reconheceu a necessidade de desenvolver um novo referencial antropométrico, sendo a própria OMS responsável por desenvolver um padrão internacional, mediante a elaboração de curvas de crescimento para avaliar o estado nutricional de crianças em todas as partes do mundo. Assim, para a elaboração das curvas da OMS foi realizado a combinação de um estudo longitudinal com crianças do nascimento aos 24 meses e um transversal de crianças entre meses, somando um total de 8500 lactentes e crianças sadias. A amostra envolveu crianças de quatro continentes (Ásia, África, América e Europa) e seis países (Brasil, Ghana, Índia, Noruega, Oman e Estados Unidos), que representavam as seis principais regiões geográficas do mundo

6 Entre estes trabalhos foi utilizada uma pesquisa brasileira com aproximadamente crianças da cidade de Pelotas, Rio Grande do Sul, no período de 1989 a Entre os critérios de inclusão adotados no estudo, as populações deveriam ter condições socioeconômicas favoráveis, baixa mobilidade para permitir o acompanhamento; pelo menos 20% mães deveriam estar dispostas a seguir as recomendações de aleitamento materno, bem como possuir suporte ao mesmo; e a presença de instituições colaborativas qualificadas. Em nível individual, entre os critérios estavam: a ausência de restrições ambientais, econômicas ou de saúde que limitem o crescimento; as mães não podiam ser fumantes e deveriam estar dispostas a amamentar; gravidez não gemelar; nascimento a termo; e ausência de morbidade significativa 20. As curvas da OMS propõem que, pela aferição do peso e da altura, podem ser calculados quatro índices antropométricos mais frequentemente empregados: peso/idade (P/I), estatura/idade (E/I), peso/estatura (P/E) e índice de massa corporal para idade (IMC/I). O déficit do índice estatura/idade indica que a criança tem o crescimento comprometido em processo de longa duração devido consumo insuficiente de macro e micronutrientes, além de precárias condições de saúde (em inglês, stunting, que significa nanismo 21 ). Para CUERVO; AERTS e HALPERN 22 os baixos valores no índice peso/estatura refletem um comprometimento mais recente do crescimento com reflexo mais pronunciado no peso (em inglês, wasting, que significa emaciamento). Já o índice peso para idade refletem ganho insuficiente de massa corporal ou catabolismo de tecidos, retardo do crescimento linear, deste modo, este índice explicita múltiplos agravos nutricionais de acordo com CONDE e GIGANTE 21. Segundo as novas curvas de crescimento, os pontos de corte de normalidade são aqueles valores de P/I, P/A, E/I e IMC/I entre -2 e +2 desvios padrão (Tabela 3). A OMS recomenda o uso do IMC/I ou P/E como os melhores índices para o diagnóstico do excesso de peso. Tabela 3. Valores críticos dos índices antropométricos e o diagnóstico nutricional para crianças menores de cinco anos. Índices antropométricos Diagnóstico nutricional Valores críticos Peso/Idade Estatura/Idade Peso/Altura IMC/Idade < Escore-z -3 Muito baixo peso para a idade Muito baixa estatura para a idade Magreza acentuada Magreza acentuada > Escore-z -3 e < Escore-z -2 > Escore-z -2 e < Escore-z +1 > Escore-z +1 e < Escore-z +2 > Escore-z +2 e < Escore-z +3 Baixo peso para a idade Peso adequado para a idade Peso adequado para a idade Peso elevado para idade Baixa estatura para a idade Estatura adequada Magreza Eutrofia -- Risco de sobrepeso Magreza Eutrofia Risco de sobrepeso -- Sobrepeso Sobrepeso > Escore-z +3 Peso elevado -- Obesidade Obesidade para idade Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Incorporação da curvas de crescimento da Organização Mundial da Saúde de 2006 e 2007 no SISVAN. Disponível em: <http:// /nutricao/docs/geral/curvas_oms_2006_2007.pdf>. Acesso em: 14 dez

7 Interpretação dos índices propostos pelas curvas da OMS Comprimento/Estatura por Idade Descreve o crescimento linear da criança. Por ser um processo lento, variações na altura da criança podem revelar carências nutricionais aliadas às condições ambientais desfavoráveis de longo período. Porém, a aferição da estatura de crianças é um procedimento complicado, especialmente em lactentes e recém-nascidos, por serem estes muito pequenos, o que necessita de um maior treinamento e precisão da mensuração. O déficit deste índice reflete o stunting (nanismo), que representa um problema de desnutrição crônica (estado de subnutrição contínuo); ou simplesmente revela uma baixa estatura que não envolve nenhum tipo de problema de saúde 13. Peso por Idade Reflete o peso corporal em relação à idade cronológica da criança. O peso é um valor antropométrico que sofre oscilações em resposta a qualquer alteração aguda na saúde da criança. Além disso, a aferição do peso consiste em um método não invasivo e relativamente fácil, o que torna este índice adequado para acompanhamento do crescimento infantil. Entretanto, o valor de peso por idade é um indicador antropométrico de déficit global, ou seja, não diferencia se o comprometimento nutricional é atual (agudo) ou pregresso (crônico) 13. A desnutrição aguda pode ser causada por um processo patológico e/ou fome extrema, enquanto a desnutrição crônica pode ter suas raízes na subnutrição contínua de tal maneira que afeta o crescimento normal da criança. Para a análise deste índice deve-se considerar ainda os fatores genéticos, que podem influenciar as diferenças de peso em crianças em determinada idade, não sendo estas variações causadas por problemas de saúde 12. Os fatores genéticos começam a exercer influência a partir dos 5 anos. Peso por Comprimento Revela a distribuição do peso corporal pela altura. Apesar de sua sensibilidade para diagnosticar sobrepeso e obesidade, precisa de outras medidas complementares para determinar um diagnóstico preciso que estabelece o real estado nutricional do avaliado. Possui como indicadores antropométricos o wasting (emaciação), que reflete um quadro de desnutrição aguda; o overweight (excesso de peso); ou demonstra apenas o baixo peso para altura, bem como o excesso de peso para estatura 22. Assim como os dois índices descritos anteriormente, a análise dos valores de peso por comprimento deve ser feita com cuidado, pois algumas crianças são possuem constituição física pequena ou grande, que pode alterar a interpretação deste índice 13. Índice de Massa Corporal para a Idade O uso das curvas baseadas no IMC para idade para definição do estado nutricional em crianças e adolescentes proporcionou uma solução prática para tal; entretanto gerou debates sobre o uso dessas curvas para avaliação do estado nutricional de grupos em crescimento. Os principais pontos em debate são: 1) a natureza universal ou particular da composição corporal, aspecto refletido no debate sobre a adoção de curva de referência local ou internacional; 2) os fundamentos e propriedades do sistema classificatório baseado no IMC para idade, o que se reflete no debate sobre o uso de critérios estatísticos ou epidemiológicos e; 3) a influência da maturação sexual sobre a composição corporal e a necessidade de levar em conta ou não o estágio de maturação sexual do avaliado

8 Limitações das técnicas antropométricas Ao definir métodos antropométricos para a avaliação do estado de nutrição, deve-se escolher aqueles que detectem melhor o problema nutricional que se pretende corrigir. Além disso, devem ser considerados, ainda, os custos, o nível de habilidade do avaliador para realização da medida, o tempo disponível para realização, a aceitação por parte da população estudada e os possíveis riscos para a saúde 22. Uma das desvantagens do uso isolado da antropometria é o não diagnóstico de desvios nutricionais como as deficiências de nutrientes e as anemias. Mesmo com algumas desvantagens, a antropometria tem sido o método mais usado mundialmente, sendo o método proposto pela Organização Mundial da Saúde (OMS) 13. Conclusão A partir desta revisão foi possível observar que a avaliação antropométrica em relação a outros métodos de avaliação nutricional mostra ser eficaz para avaliação do estado nutricional de crianças principalmente pela rapidez, facilidade, baixo custo tanto no nível individual como populacional. Dentre os referenciais antropométricos propostos, as curvas da OMS são atualmente preconizadas para crianças e adolescentes do nascimento aos 19 anos de idade. Referências bibliográficas 1. BATISTA FILHO, M.; RISSIN, A. A transição nutricional no Brasil: tendências regionais e temporais. Cadernos de Saúde Pública. Rio de Janeiro, v. 19, p , SIGULEM, D. M. ; DEVINCENZI, M. U. ; LESSA, A. C. Diagnosis of child and adolescent nutritional status. Jornal de pediatria. Rio de Janeiro, v. 76, p. S275-S28, ROSSI, L. Nutrição esportiva. In: RAMOS, G. M.; RAMOS, A. Enfermagem e Nutrição. São Paulo: EPU, p ONÍS, M. et al. The worlwide magnitude of protein-energy malnutrition: an overview from the WHO global database on child growth. Bull WHO, n.71, p , CONDE, W. L. ; MONTEIRO, C. A. Body mass index cutoff points for evaluation of nutritional status in Brazilian children and adolescents. Jornal de Pediatria, Rio de Janeiro, v. 82, n. 4, p , GOMEZ, F. et al. Mortality in second and third degree malnutrition. Journal of tropical pediatrics, v. 2, p.77-83, WATERLOW, J. C. Note on the assessment and classification of the protein-energy malnutrition in children. Lancet, v. 2, n. 1, p , NATIONAL CENTER HEALTH STATISTICS (NCHS). Growth curves for children, birth 18 years. United States Vital Health Statistics Americam Journal of Clinical Nutrition, v. 3, n. 32, p , MARQUES, R. F. S. V.; LOPEZ, A.; BRAGA, J. A. P. O crescimento de crianças alimentadas com leite materno exclusivo nos primeiros seis meses de vida. Jornal de Pediatria, v. 80, n. 2, p , SOARES, N. T. Um novo referencial antropométrico de crescimento: significados e implicações. Revista de Nutrição [online], v. 16, n. 1, p , CENTERS FOR DIASEASE CONTROL AND PREVENTION (CDC). National Center for Health Statistics NCHS. CDC Growth Charts for the United States: Methods and Development. Series Report II, n. 246, ROSSI, L.; CARUSO, L.; GALANTE, A. P. Avaliação Nutricional: Novas Perspectivas. São Paulo: Roca/ Centro Universitário São Camilo, 2008, p WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Physical status: the use and interpretation of anthropometry. Technical Report Series, Geneva, n. 854, WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Management of severe malnutrition: a manual for physicians and other senior health workers. Geneva: WHO. In press;

9 15. BRASIL. Ministério da Saúde. Incorporação da curvas de crescimento da Organização Mundial da Saúde de 2006 e 2007 no SISVAN. Disponível em: <http:// /nutricao/docs/geral/curvas_oms_2006_2007.pdf>. Acesso em: 14 dez BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Alimentação e Nutrição. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, ARAÚJO, C. L.; ALBERNAZ, E.; TOMASI, E.; VICTORIA, C.G. Food and Nutrition Bulletin, v. 25, n. 1, p , ONIS, M. et al. Development of a WHO growth reference for school-aged children and adolescents. Bull World Health Org, 2007; 85: GIGANTE, D. P. et al. Tendências no perfil nutricional das crianças nascidas em 1993 em Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil: análises longitudinais. Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 19, p , BRASIL. Política Nacional de Alimentação e Nutrição. Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional SISVAN. Disponível em: < Acesso em: 10 dez CONDE, W. L.; GIGANTE, D. P. Epidemiologia da desnutrição infantil. In: KAC, G; SICHIERI, R.; GIGANTE, D. P. Epidemiologia Nutricional. Rio de Janeiro: Atheneu-Fiocruz, 2007, p CUERVO, M. R.; AERTS, D. R. G. C.; HALPERN, R. Nutritional status surveillance of children in a health district in southern Brazil. Jornal de Pediatria, Rio de Janeiro, v. 81, n. 4, p , BINI, V. et al. Body mass index in children and adolescents according to age and pubertal stage. European Journal of Clinical Nutrition, n.54, p ,

Incorporação da curvas de crescimento da Organização Mundial da Saúde de 2006 e 2007 no SISVAN

Incorporação da curvas de crescimento da Organização Mundial da Saúde de 2006 e 2007 no SISVAN Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição Incorporação da curvas de crescimento da Organização Mundial da

Leia mais

Novas curvas de avaliação de crescimento infantil adotadas pelo MS

Novas curvas de avaliação de crescimento infantil adotadas pelo MS Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Novas curvas de avaliação de crescimento infantil adotadas pelo MS Em 2006 foi lançada pela Organização

Leia mais

PERFIL NUTRICIONAL DE PRÉ - ESCOLARES E ESCOLARES DE UMA INSTITUIÇÃO FILANTRÓPICA DA CIDADE DE MARINGÁ, PR

PERFIL NUTRICIONAL DE PRÉ - ESCOLARES E ESCOLARES DE UMA INSTITUIÇÃO FILANTRÓPICA DA CIDADE DE MARINGÁ, PR ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 PERFIL NUTRICIONAL DE PRÉ - ESCOLARES E ESCOLARES DE UMA INSTITUIÇÃO FILANTRÓPICA DA CIDADE DE MARINGÁ,

Leia mais

Vigilância Alimentar e Nutricional SISVAN. Orientações para a coleta e análise de dados antropométricos em serviços de saúde

Vigilância Alimentar e Nutricional SISVAN. Orientações para a coleta e análise de dados antropométricos em serviços de saúde MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação Geral da Política de Alimentação e Nutrição Vigilância Alimentar e Nutricional SISVAN Orientações para a coleta

Leia mais

DIAGNÓSTICO DA OBESIDADE INFANTIL

DIAGNÓSTICO DA OBESIDADE INFANTIL DIAGNÓSTICO DA OBESIDADE INFANTIL Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica - ABESO Dra. Maria Edna de Melo CREMESP 106.455 Responsável Científica pelo site da ABESO A Pesquisa

Leia mais

Classificação Nutricional em Pediatria

Classificação Nutricional em Pediatria Classificação Nutricional em Pediatria Segundo a Organização Mundial da Saúde, o termo desnutrição energético-protéica engloba um grupo de condições patológicas resultantes da falta concomitante de calorias

Leia mais

Assessment of nutritional status in children attending of CREI Dra. Rita Gadelha de Sá, located in the city of João Pessoa/PB.

Assessment of nutritional status in children attending of CREI Dra. Rita Gadelha de Sá, located in the city of João Pessoa/PB. Avaliação do estado nutricional em crianças frequentadoras do CREI Dra. Rita Gadelha de Sá, localizada no município de João Pessoa/PB. Assessment of nutritional status in children attending of CREI Dra.

Leia mais

ESTADO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS MATRICULADAS EM DUAS ESCOLAS MUNICIPAIS DA CIDADE DE MARIALVA PR

ESTADO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS MATRICULADAS EM DUAS ESCOLAS MUNICIPAIS DA CIDADE DE MARIALVA PR 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 ESTADO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS MATRICULADAS EM DUAS ESCOLAS MUNICIPAIS DA CIDADE DE MARIALVA PR Sabrina Dalmazo Vieira 1 ; Rose Mari Bennemann 2 RESUMO:

Leia mais

AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA DE CRIANÇAS DO ENSINO PRÉ-ESCOLAR DA REDE PÚBLICA DO MUNICÍPIO DA AZAMBUJA

AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA DE CRIANÇAS DO ENSINO PRÉ-ESCOLAR DA REDE PÚBLICA DO MUNICÍPIO DA AZAMBUJA AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA DE CRIANÇAS DO ENSINO PRÉ-ESCOLAR DA REDE PÚBLICA DO MUNICÍPIO DA AZAMBUJA Clara Monteiro 1, Filipa Franco 2, Ana Santos 2, Sara Neves 2 & Ana Neves 1 1 Departamento de Tecnologia

Leia mais

MONITORAMENTO DO ESTADO NUTRICIONAL DE PRÉ-ESCOLARES DE UM CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL

MONITORAMENTO DO ESTADO NUTRICIONAL DE PRÉ-ESCOLARES DE UM CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL MONITORAMENTO DO ESTADO NUTRICIONAL DE PRÉ-ESCOLARES DE UM CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL Carla Cristina de MORAI 1 ; Danielly Souza PIRES¹; Raquel Machado SCHINCAGLIA¹; Maria Irene de Castro BARBOSA¹; Polianna

Leia mais

1. Tabela de peso e estatura (percentil 50) utilizando como referencial o NCHS 77/8 - gênero masculino

1. Tabela de peso e estatura (percentil 50) utilizando como referencial o NCHS 77/8 - gênero masculino 1 1. Tabela de peso e estatura (percentil 50) utilizando como referencial o NCHS 77/8 - gênero masculino Anos Mês Estatura Peso Anos Mês Estatura Peso Anos Mês Estatura Peso Anos Mês Estatura Peso 0,0

Leia mais

A NUTRIÇÃO COMO FATOR FUNDAMENTAL NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA.

A NUTRIÇÃO COMO FATOR FUNDAMENTAL NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA. A NUTRIÇÃO COMO FATOR FUNDAMENTAL NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA. Mesa de Trabajo 3. Extensión, docencia e investigación Malheiros, Rafael Tamborena 1 ; Cardoso, Camila Krüger 2 ; Bueno, Elaine Alegre 1

Leia mais

Perfil nutricional de crianças de 6 a 10 anos de idade das escolas municipais na cidade de Picos/PI.

Perfil nutricional de crianças de 6 a 10 anos de idade das escolas municipais na cidade de Picos/PI. Perfil nutricional de crianças de 6 a 10 anos de idade das escolas municipais na cidade de Picos/PI. Professor Assistente da Universidade Federal do Piauí Gilvo de Farias Júnior Nutricionistas: Francilany

Leia mais

INDICE ANTROPOMÉTRICO-NUTRICIONAL DE CRIANÇAS DE BAIXA RENDA INCLUSAS EM PROGRAMAS GOVERNAMENTAIS

INDICE ANTROPOMÉTRICO-NUTRICIONAL DE CRIANÇAS DE BAIXA RENDA INCLUSAS EM PROGRAMAS GOVERNAMENTAIS INDICE ANTROPOMÉTRICO-NUTRICIONAL DE CRIANÇAS DE BAIXA RENDA INCLUSAS EM PROGRAMAS GOVERNAMENTAIS Carla Andréa Metzner 1 Ana Paula Falcão 2 RESUMO No presente trabalho coletou-se dados referente ao Indicador

Leia mais

A AMAMENTAÇÃO PODE PREVENIR A OBESIDADE INFANTIL?

A AMAMENTAÇÃO PODE PREVENIR A OBESIDADE INFANTIL? ISBN 78-8-6101-0-7 V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 7 a 30 de outubro de 00 A AMAMENTAÇÃO PODE PREVENIR A OBESIDADE INFANTIL? Crislayne Teodoro Vasques 1 ; Rita de Cassia Felix

Leia mais

obrigação dele a medida do PC. PC nos prontuários. a. Nenhuma, pois a importância da medida do PC é

obrigação dele a medida do PC. PC nos prontuários. a. Nenhuma, pois a importância da medida do PC é CRESCIMENTO Conceito aumento do tamanho corporal. Cada tecido e cada órgão do nosso corpo cresce de acordo com um padrão e velocidades próprios. 4 tipos de crescimento: crescimento geral somático - ganhos

Leia mais

Palavras - Chave: Estado Nutricional; Programa Bolsa Família; Crianças; Antropometria. 1. INTRODUÇÃO

Palavras - Chave: Estado Nutricional; Programa Bolsa Família; Crianças; Antropometria. 1. INTRODUÇÃO 344 ANÁLISE DO IMPACTO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA EM RELAÇÃO AO ESTADO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS DE ZERO A SETE ANOS PERTENCENTES ÀS FAMÍLIAS BENEFICIÁRIAS DO PROGRAMA NO MUNICÍPIO DE PARÁ DE MINAS, MINAS

Leia mais

Análise dos resultados

Análise dos resultados Análise dos resultados Antropometria O objetivo desta seção é apresentar a mediana das medidas de peso e altura aferidas no contexto da Pesquisa de Orçamentos Familiares - POF 2008-2009, e analisá-las

Leia mais

EDUCAÇÃO NUTRICIONAL NA INFÂNCIA: INTERVENÇÃO EM UM CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL MUNICIPAL EM DOURADOS MS

EDUCAÇÃO NUTRICIONAL NA INFÂNCIA: INTERVENÇÃO EM UM CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL MUNICIPAL EM DOURADOS MS 72 EDUCAÇÃO NUTRICIONAL NA INFÂNCIA: INTERVENÇÃO EM UM CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL MUNICIPAL EM DOURADOS MS Karine de Cássia Freitas ¹ Melina Hatsue Sasaki ² RESUMO: Devido ao grande tempo que as crianças

Leia mais

Análise comparativa do estado nutricional de pré-escolares

Análise comparativa do estado nutricional de pré-escolares Artigo Original Análise comparativa do estado nutricional de pré-escolares Comparative analysis of nutritional status of preschool children Alessandra da Silva Pereira 1, Cristiane Bastos L. Vieira 2,

Leia mais

ESTADO NUTRICIONAL DE PRÉ-ESCOLARES DE ESCOLAS PÚBLICAS E PARTICULARES DE DOURADOS/MS.

ESTADO NUTRICIONAL DE PRÉ-ESCOLARES DE ESCOLAS PÚBLICAS E PARTICULARES DE DOURADOS/MS. 67 ESTADO NUTRICIONAL DE PRÉ-ESCOLARES DE ESCOLAS PÚBLICAS E PARTICULARES DE DOURADOS/MS. NUTRITIONAL STATUS OF PRESCHOOL CHILDREN IN PUBLIC SCHOOLS AND PRIVATE DOURADOS / MS. BORGES, Georges Raphael 1

Leia mais

HÁBITOS ALIMENTARES E ESTADO NUTRICIONAL DE ADOLESCENTES

HÁBITOS ALIMENTARES E ESTADO NUTRICIONAL DE ADOLESCENTES 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 HÁBITOS ALIMENTARES E ESTADO NUTRICIONAL DE ADOLESCENTES Larissa Paula da Silva de Souza 1, Sara Leal de Lima 2, Angela Andréia França Gravena 3 RESUMO:

Leia mais

ESTADO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS DE 0 A 10 ANOS COM CÂNCER ASSISTIDAS EM UM HOSPITAL FILANTRÓPICO

ESTADO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS DE 0 A 10 ANOS COM CÂNCER ASSISTIDAS EM UM HOSPITAL FILANTRÓPICO 1 -Acadêmica do 8º semestre do Curso de Enfermagem da Universidade Federal do Piauí/CSHNB UFPI/Picos/PI. Bolsista ICV/UFPI. Membro do Grupo de Pesquisa em Saúde Coletiva/CSHNB/CNPq. ESTADO NUTRICIONAL

Leia mais

Avaliação nutricional de crianças do Vale do Alto Jequitinhonha com a utilização das novas curvas de crescimento do NCHS e da OMS

Avaliação nutricional de crianças do Vale do Alto Jequitinhonha com a utilização das novas curvas de crescimento do NCHS e da OMS Artigo Original Avaliação nutricional de crianças do Vale do Alto Jequitinhonha com a utilização das novas curvas de crescimento do NCHS e da OMS Nutritional assessment of children of the Jequitinhonha

Leia mais

SAÚDE DA CRIANÇA II. Saúde da criança II: crescimento e desenvolvimento. Aprimore - BH. Professora : EnfªDarlene Carvalho

SAÚDE DA CRIANÇA II. Saúde da criança II: crescimento e desenvolvimento. Aprimore - BH. Professora : EnfªDarlene Carvalho SAÚDE DA CRIANÇA II Saúde da criança II: crescimento e desenvolvimento Aprimore - BH Professora : EnfªDarlene Carvalho (DARLLENECARVALHO@YAHOO.COM.BR) PAISC PROGRAMA INTEGRAL DE SAÚDE À CRIANÇA Controle

Leia mais

SAÚDE DO ESCOLAR. Profa.Andrea Polo Galante

SAÚDE DO ESCOLAR. Profa.Andrea Polo Galante SAÚDE DO ESCOLAR Profa.Andrea Polo Galante CENTRO UNIVERSITÁRIO SÃO CAMILO Missão Promover o desenvolvimento do ser humano por meio da educação e da saúde, segundo os valores camilianos. Ser uma organização

Leia mais

Supervisão geral: Ana Beatriz Vasconcellos (CGAN/ DAB/ SAS/ MS)

Supervisão geral: Ana Beatriz Vasconcellos (CGAN/ DAB/ SAS/ MS) 2011 Ministério da Saúde. Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte e que não seja para venda ou qualquer fim comercial. A responsabilidade

Leia mais

Descobrindo o Cartão da Criança. Uma breve história - do lançamento do Cartão da Criança à criação da Caderneta de Saúde da Criança

Descobrindo o Cartão da Criança. Uma breve história - do lançamento do Cartão da Criança à criação da Caderneta de Saúde da Criança Descobrindo o Cartão da Criança Uma breve história - do lançamento do Cartão da Criança à criação da Caderneta de Saúde da Criança Descobrindo o Cartão da Criança Com o intuito de melhorar as as desfavoráveis

Leia mais

PERFIL NUTRICIONAL DE PACIENTES INTERNADOS EM UM HOSPITAL DE LONDRINA-PARANÁ

PERFIL NUTRICIONAL DE PACIENTES INTERNADOS EM UM HOSPITAL DE LONDRINA-PARANÁ PERFIL NUTRICIONAL DE PACIENTES INTERNADOS EM UM HOSPITAL DE LONDRINA-PARANÁ SCHUINDT, P. S; ANDRADE, A. H. G. RESUMO A grande incidência de desnutrição hospitalar enfatiza a necessidade de estudos sobre

Leia mais

Avaliação Antropométrica de pré-escolares comparação entre os referenciais: NCHS 2000 e OMS 2005

Avaliação Antropométrica de pré-escolares comparação entre os referenciais: NCHS 2000 e OMS 2005 Revista Eletrônica de Enfermagem, v. 09, n. 01, p. 166-175, 2007 Disponível em ARTIGO ORIGINAL Avaliação Antropométrica de pré-escolares comparação entre os referenciais: NCHS 2000 e OMS 2005 Preschool

Leia mais

Avaliação do Estado Nutricional e de Saúde de Crianças e Adolescentes do Município de Belmiro Braga (MG) Resumo. 1 Introdução

Avaliação do Estado Nutricional e de Saúde de Crianças e Adolescentes do Município de Belmiro Braga (MG) Resumo. 1 Introdução Avaliação do Estado Nutricional e de Saúde de Crianças e Adolescentes do Município de Belmiro Braga (MG) Nara Juste da Silva * Renata Maria Souza Oliveira e Silva * Ana Paula Carlos Cândido Mendes * Ana

Leia mais

TÍTULO: PREVALÊNCIA DE SOBREPESO E OBESIDADE EM CRIANÇAS DE 4 A 6 ANOS DE ESCOLAS PÚBLICAS DAS REGIÕES LESTE E SUL DE SÃO PAULO.

TÍTULO: PREVALÊNCIA DE SOBREPESO E OBESIDADE EM CRIANÇAS DE 4 A 6 ANOS DE ESCOLAS PÚBLICAS DAS REGIÕES LESTE E SUL DE SÃO PAULO. TÍTULO: PREVALÊNCIA DE SOBREPESO E OBESIDADE EM CRIANÇAS DE 4 A 6 ANOS DE ESCOLAS PÚBLICAS DAS REGIÕES LESTE E SUL DE SÃO PAULO. CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: NUTRIÇÃO

Leia mais

Desenvolvimento Estaturo-Ponderal da Criança

Desenvolvimento Estaturo-Ponderal da Criança Desenvolvimento Estaturo-Ponderal da Criança Introdução O crescimento e desenvolvimento da criança é um assunto pelo qual os pais manifestam especial interesse, uma vez que frequentemente são geradas dúvidas

Leia mais

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE PRÉ-ESCOLARES E SUAS TRANSIÇÕES

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE PRÉ-ESCOLARES E SUAS TRANSIÇÕES AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE PRÉ-ESCOLARES E SUAS TRANSIÇÕES INTRODUÇÃO Brenda Stefanuto Marilia Santaella Silvia Adanya Laudicéia Urbano O estado nutricional de uma criança possui papel fundamental para que

Leia mais

Combate aos Distúrbios Nutricionais

Combate aos Distúrbios Nutricionais Plano Municipal de Saúde 2008 Eixo 4 Redução da Mortalidade Infantil e Materna Eixo 5 Controle de Riscos, Doenças e Agravos Prioritários no Município de São Paulo Combate aos Distúrbios Nutricionais Contribuição

Leia mais

Reflexões sobre Amamentação e Ganho de Peso de Crianças Pequenas

Reflexões sobre Amamentação e Ganho de Peso de Crianças Pequenas Reflexões sobre Amamentação e Ganho de Peso de Crianças Pequenas Ana Júlia Colameo Apresentação elaborada para o seminário Amamentar às Segundas, agosto de 2013 Desenvolvimento infantil: É a transformação

Leia mais

PERFIL NUTRICIONAL DAS CRIANÇAS ATENDIDAS NAS CRECHES BENEFICIADAS PELO PROGRAMA DE COMPLEMENTAÇÃO ALIMENTAR PRATO AMIGO DO MUNICÍPIO DE SALVADOR-BA

PERFIL NUTRICIONAL DAS CRIANÇAS ATENDIDAS NAS CRECHES BENEFICIADAS PELO PROGRAMA DE COMPLEMENTAÇÃO ALIMENTAR PRATO AMIGO DO MUNICÍPIO DE SALVADOR-BA PERFIL NUTRICIONAL DAS CRIANÇAS ATENDIDAS NAS CRECHES BENEFICIADAS PELO PROGRAMA DE COMPLEMENTAÇÃO ALIMENTAR PRATO AMIGO DO MUNICÍPIO DE SALVADOR-BA Por Lucas Valois, nutricionista do Centro Terapêutico

Leia mais

ESTADO NUTRICIONAL DE ESCOLARES DE UM PROJETO SOCIAL DE CAMPO GRANDE/MS

ESTADO NUTRICIONAL DE ESCOLARES DE UM PROJETO SOCIAL DE CAMPO GRANDE/MS ESTADO NUTRICIONAL DE ESCOLARES DE UM PROJETO SOCIAL DE CAMPO GRANDE/MS Tamir Freitas Fagundes 1, Jarina Gomes Gabilan 2, Caroline Silva de Oliveira 2, Fernanda Karolline de Oliveira Guimarães 2, Leonardo

Leia mais

PERFIL NUTRICIONAL E CONSUMO ALIMENTAR DE CRIANÇAS ATENDIDAS EM CRECHE FILANTRÓPICA DA CIDADE DE LONDRINA PR

PERFIL NUTRICIONAL E CONSUMO ALIMENTAR DE CRIANÇAS ATENDIDAS EM CRECHE FILANTRÓPICA DA CIDADE DE LONDRINA PR TERRA E CULTURA, ANO XIX, Nº 37 94 PERFIL NUTRICIONAL E CONSUMO ALIMENTAR DE CRIANÇAS ATENDIDAS EM CRECHE FILANTRÓPICA DA CIDADE DE LONDRINA PR RESUMO 1 *Marisa Batista Brighenti *Flávia Hernandez Fernandez

Leia mais

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS ATENDIDAS EM AMBULATÓRIO DE GASTROENTEROLOGIA 1

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS ATENDIDAS EM AMBULATÓRIO DE GASTROENTEROLOGIA 1 ARTIGO ORIGINAL AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS ATENDIDAS EM AMBULATÓRIO DE GASTROENTEROLOGIA 1 NUTRITIONAL ASSESSMENT OF CHILDREN ASSISTED IN A AMBULATORY OF GASTROENTEROLOGY Kátia Soares de OLIVEIRA

Leia mais

ISSN: 2236-0123 Saúde em Foco, Edição nº: 07, Mês / Ano: 09/2013, Páginas: 50-54

ISSN: 2236-0123 Saúde em Foco, Edição nº: 07, Mês / Ano: 09/2013, Páginas: 50-54 PREVALÊNCIA DE DESNUTRIÇÃO INFANTIL ENTRE USUÁRIOS DE UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE DA CIDADE DE GUARULHOS SP: QUAIS SERIAM OS PRINCIPAIS FATORES DE INFLUÊNCIA? Virgínia Érika Lima Ferreira 1, Francisco

Leia mais

QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DA VIGILÂNCIA ALIMENTAR E NUTRICIONAL NA ATENÇÃO BÁSICA EQUIPE DA UNIDADE DE SAÚDE

QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DA VIGILÂNCIA ALIMENTAR E NUTRICIONAL NA ATENÇÃO BÁSICA EQUIPE DA UNIDADE DE SAÚDE QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DA VIGILÂNCIA ALIMENTAR E NUTRICIONAL NA ATENÇÃO BÁSICA EQUIPE DA UNIDADE DE SAÚDE IDENTIFICAÇÃO DO QUESTIONÁRIO (ID) [ ] ( ) Questionário [ ] ( ) Entrevistador (bolsista) [ ]

Leia mais

Perfil Antropométrico de Crianças de 0 a 5 anos do Município de Niterói, Rio de Janeiro, Brasil

Perfil Antropométrico de Crianças de 0 a 5 anos do Município de Niterói, Rio de Janeiro, Brasil Marins, V. M. R. V. et al. ARTIGO / ARTICLE Perfil Antropométrico de Crianças de 0 a 5 anos do Município de Niterói, Rio de Janeiro, Brasil Anthropometric Profile of Children Aged 0 to 5 Years in the City

Leia mais

AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS FREQUENTADORAS DE CRECHES DA ZONA LESTE DA CIDADE DE SÃO PAULO

AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS FREQUENTADORAS DE CRECHES DA ZONA LESTE DA CIDADE DE SÃO PAULO AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS FREQUENTADORAS DE CRECHES DA ZONA LESTE DA CIDADE DE SÃO PAULO Tatiane Souza dos Santos (IC) e Juliana Masami Morimoto (Orientadora) Apoio: PIVIC Mackenzie Resumo

Leia mais

PALAVRAS CHAVES: Perfil antropométrico. Crianças. Ginástica Artística. INTRODUÇÃO

PALAVRAS CHAVES: Perfil antropométrico. Crianças. Ginástica Artística. INTRODUÇÃO PERFIL ANTROPOMÉTRICO DAS CRIANÇAS DE 07 A 10 ANOS DE IDADE QUE FREQUENTAM O PROJETO, APRIMORAMENTO DAS AÇÕES MOTORAS ATRAVÉS DA GINÁSTICA ARTÍSTICA NO MEPROVI PEQUENINOS. França, Bruna S.* Silva, Janaina

Leia mais

Avaliação antropométrica de crianças

Avaliação antropométrica de crianças Avaliação antropométrica de crianças Sylvia do Carmo Castro Franceschini Taís Cristina Araújo Magalhães Fabiana de Cássia Carvalho de Oliveira Viçosa Agosto, 2010 Peso: início da vida perda de peso fisiológica

Leia mais

MEDINDO O IMPACTO DE PROGRAMAS DE RECUPERAÇÃO NUTRICIONAL DE PRÉ-ESCOLARES: TESTE DE UMA METODOLOGIA

MEDINDO O IMPACTO DE PROGRAMAS DE RECUPERAÇÃO NUTRICIONAL DE PRÉ-ESCOLARES: TESTE DE UMA METODOLOGIA MEDINDO O IMPACTO DE PROGRAMAS DE RECUPERAÇÃO NUTRICIONAL DE PRÉ-ESCOLARES: TESTE DE UMA METODOLOGIA Doris Lucia Martini Lei* Carlos Augusto Monteiro** Bárbara Regina Lerner* Sandra Pinheiro Chaves* LEI,

Leia mais

Para realizar a Avaliação Nutricional de Crianças de 5 a 10 anos, usa-se 3 parâmetros: estaturapara- idade, peso- para- idade e IMC para idade.

Para realizar a Avaliação Nutricional de Crianças de 5 a 10 anos, usa-se 3 parâmetros: estaturapara- idade, peso- para- idade e IMC para idade. Angela Teodósio da Silva Graduanda de Nutrição Universidade Federal de Santa Catarina Bolsista PET- Saúde Nutrição Orientação de Avaliação Nutricional para crianças e adolescentes: Orientação Nutricional

Leia mais

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS DE UMA ESCOLA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE NUTRITIONAL EVALUATION OF CHILDREN IN A PUBLIC SCHOOL OF BELO HORIZONTE

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS DE UMA ESCOLA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE NUTRITIONAL EVALUATION OF CHILDREN IN A PUBLIC SCHOOL OF BELO HORIZONTE 1 Produção de conhecimento e transformação: o papel da extensão universitária AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS DE UMA ESCOLA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE NUTRITIONAL EVALUATION OF CHILDREN IN A PUBLIC

Leia mais

FACULDADE ASSIS GURGACZ PRISCILA RAMOS VARGAS

FACULDADE ASSIS GURGACZ PRISCILA RAMOS VARGAS 1 FACULDADE ASSIS GURGACZ PRISCILA RAMOS VARGAS CONSUMO ALIMENTAR E ESTADO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS ATENDIDAS EM CRECHE FILANTRÓPICA NA REGIÃO OESTE DO PARANÁ CASCAVEL 2007 2 PRISCILA RAMOS VARGAS CONSUMO

Leia mais

PERFIL ALIMENTAR DE MENINAS DE UMA ESCOLA ESTADUAL DO INTERIOR DE SÃO PAULO

PERFIL ALIMENTAR DE MENINAS DE UMA ESCOLA ESTADUAL DO INTERIOR DE SÃO PAULO PERFIL ALIMENTAR DE MENINAS DE UMA ESCOLA ESTADUAL DO INTERIOR DE SÃO PAULO Mari Uyeda Beatriz Conti RESUMO Muito tem se falado sobre a importância da educação nutricional em instituições de ensino para

Leia mais

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE MENINOS DA CIDADE DE AMPARO - SÃO PAULO

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE MENINOS DA CIDADE DE AMPARO - SÃO PAULO AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE MENINOS DA CIDADE DE AMPARO - SÃO PAULO Mari Uyeda* Pedro Henrique Martins de Lima** RESUMO: As mudanças nas práticas alimentares e no padrão de atividades físicas culminaram em

Leia mais

AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA E CONHECIMENTO ALIMENTAR DE PRÉ-ESCOLARES DE UMA E.M.E.I. NA CIDADE DE SERRA NEGRA SP.

AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA E CONHECIMENTO ALIMENTAR DE PRÉ-ESCOLARES DE UMA E.M.E.I. NA CIDADE DE SERRA NEGRA SP. AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA E CONHECIMENTO ALIMENTAR DE PRÉ-ESCOLARES DE UMA E.M.E.I. NA CIDADE DE SERRA NEGRA SP. ANTHROPOMETRIC EVALUATION AND FOOD KNOWLEDGE OF A PRE- SCHOOL EMEI MOUNTAIN CITY SERRA NEGRA

Leia mais

Avaliação do estado nutricional das crianças beneficiárias do Bolsa Família. - Projeto CadSISVAN -

Avaliação do estado nutricional das crianças beneficiárias do Bolsa Família. - Projeto CadSISVAN - Avaliação do estado nutricional das crianças beneficiárias do Bolsa Família - Projeto CadSISVAN - Bolsa Família e Atenção Básica à Saúde Condicionalidades de Saúde PBF REDUÇÃO DE INIQUIDADES Garantia do

Leia mais

Keywords: cash transfer, nutritional status, poverty.

Keywords: cash transfer, nutritional status, poverty. UFMA UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM POLÍTICAS PÚBLICAS III JORNADA INTERNACIONAL DE POLÍCAS PÚBLICAS QUESTÃO SOCIAL E DESENVOLVIMENTO NO SÉCULO XXI 1 PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA:

Leia mais

Palavras-chave: obesidade infantil, alimentação saudável, diabetes.

Palavras-chave: obesidade infantil, alimentação saudável, diabetes. RELATO DE EXPERIÊNCIA: AVALIAÇÃO DO PERFIL DE DESENVOLVIMENTO PONDERO-ESTATURAL E ORIENTAÇÃO SOBRE OBESIDADE INFANTIL REALIZADA PELOS MEMBROS DA LIGA ACADÊMICA DE PEDIATRIA DA UFG NO III ENCONTRO DO DIA

Leia mais

no ciclo de vida: Crescer ou não crescer?

no ciclo de vida: Crescer ou não crescer? Brasília, Nov 2008 Novas abordagens para a nutrição no ciclo de vida: Crescer ou não crescer? Cesar Victora Universidade Federal de Pelotas Brasil 1 A subnutrição hoje RCIU Baixa A/I Baixo P/A Baixo P/I

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À SAÚDE E SUA ASSOCIAÇÃO COM EXCESSO DE PESO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES

QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À SAÚDE E SUA ASSOCIAÇÃO COM EXCESSO DE PESO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À SAÚDE E SUA ASSOCIAÇÃO COM EXCESSO DE PESO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES Sandra Fiorelli de Almeida Penteado Simeão e-mail: ssimeao@usc.br; Márcia Aparecida Nuevo Gatti e-mail:

Leia mais

ANALISAR A QUALIDADE ALIMENTAR DE CRIANÇAS DE 3 A 5 ANOS DE IDADE, NO MEIO FAMILIAR, DE UMA INSTITUIÇÃO PRIVADA E DE UMA PÚBLICA DE APUCARANA-PARANÁ

ANALISAR A QUALIDADE ALIMENTAR DE CRIANÇAS DE 3 A 5 ANOS DE IDADE, NO MEIO FAMILIAR, DE UMA INSTITUIÇÃO PRIVADA E DE UMA PÚBLICA DE APUCARANA-PARANÁ ANALISAR A QUALIDADE ALIMENTAR DE CRIANÇAS DE 3 A 5 ANOS DE IDADE, NO MEIO FAMILIAR, DE UMA INSTITUIÇÃO PRIVADA E DE UMA PÚBLICA DE APUCARANA-PARANÁ ALVES,K.L.; MARIN,T. Resumo: Alimentação saudável é

Leia mais

PERFIL NUTRICIONAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PARTICIPANTES DO PROJETO GURI DA CIDADE DE MARINGÁ-PR

PERFIL NUTRICIONAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PARTICIPANTES DO PROJETO GURI DA CIDADE DE MARINGÁ-PR ISBN 978-85-61091-05-7 V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 PERFIL NUTRICIONAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PARTICIPANTES DO PROJETO GURI DA CIDADE DE MARINGÁ-PR

Leia mais

PERFIL ALIMENTAR E ANTROPOMÉTICO DE CRIANÇAS EM IDADE PRÉ-ESCOLAR XIII INIC / IX EPG - UNIVAP 2009

PERFIL ALIMENTAR E ANTROPOMÉTICO DE CRIANÇAS EM IDADE PRÉ-ESCOLAR XIII INIC / IX EPG - UNIVAP 2009 PERFIL ALIMENTAR E ANTROPOMÉTICO DE CRIANÇAS EM IDADE PRÉ-ESCOLAR XIII INIC / IX EPG - UNIVAP 2009 Érica Cristina Moreira Guimarães 1, Marlene Maria Amaral Scheid 2 1 Faculdade de Ciências da Saúde,Universidade

Leia mais

RESUMO EDUARDO TRZUSKOVSKI DE VARGAS 1 ROSILENE MORAES DIEHL 2 ADROALDO CÉZAR ARAÚJO GAYA 3 DANIEL C. GARLIPP 4 ALEXANDRE C.

RESUMO EDUARDO TRZUSKOVSKI DE VARGAS 1 ROSILENE MORAES DIEHL 2 ADROALDO CÉZAR ARAÚJO GAYA 3 DANIEL C. GARLIPP 4 ALEXANDRE C. Estudo do crescimento somático e da aptidão física relacionados à saúde em estudantes surdos das escolas especiais da região metropolitana de Porto Alegre EDUARDO TRZUSKOVSKI DE VARGAS 1 ROSILENE MORAES

Leia mais

FATORES DE RISCO PARA DESNUTRIÇÃO INFANTIL RISK FACTORS FOR MALNUTRITION

FATORES DE RISCO PARA DESNUTRIÇÃO INFANTIL RISK FACTORS FOR MALNUTRITION FATORES DE RISCO PARA DESNUTRIÇÃO INFANTIL RISK FACTORS FOR MALNUTRITION ANDRÉIA ANDRADE OLIVEIRA Graduanda do 7º período de Nutrição do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais - Unileste-MG. E-mail:

Leia mais

PROGRAMA (Ação cofinanciada pelo Fundo Social Europeu PRO-EMPREGO) Nutrição Pediátrica da Primeira Infância à Adolescência

PROGRAMA (Ação cofinanciada pelo Fundo Social Europeu PRO-EMPREGO) Nutrição Pediátrica da Primeira Infância à Adolescência PROGRAMA (Ação cofinanciada pelo Fundo Social Europeu PRO-EMPREGO) 1. Designação da Ação de Formação: 2. Formador: Nutrição Pediátrica da Primeira Infância à Adolescência Dr.ª Vera Berbereia 3. Razões

Leia mais

A importância da primeira infância

A importância da primeira infância A importância da primeira infância Cesar Victora Professor Emérito da Universidade Federal de Pelotas Presidente da Associação Epidemiológica Internacional Perito em Nutrição Infantil da Organização Mundial

Leia mais

OBESIDADE INFANTIL ESCOLAR

OBESIDADE INFANTIL ESCOLAR Pró-Reitoria de Graduação Educação Física Trabalho de Conclusão de Curso II OBESIDADE INFANTIL ESCOLAR Autora: Damielle J. Costa Orientador: Prof. Dr. Ricardo Bernardo Mayolino Brasília - DF 2011 OBESIDADE

Leia mais

Panorama Nutricional da População da América Latina, Europa e Brasil. Maria Rita Marques de Oliveira

Panorama Nutricional da População da América Latina, Europa e Brasil. Maria Rita Marques de Oliveira Panorama Nutricional da População da América Latina, Europa e Brasil Maria Rita Marques de Oliveira 1- MEIO AMBIENTE E PRODUÇÃO DE ALIMENTOS 2- ACESSO AOS ALIMENTOS 3- ALIMENTO SEGURO 4- PREVENÇÃO E CONTROLE

Leia mais

Seminário Métodos em Epidemiologia: ESTUDOS DE COORTE

Seminário Métodos em Epidemiologia: ESTUDOS DE COORTE Seminário Métodos em Epidemiologia: ESTUDOS DE COORTE Cesar Victora, UFPEL Rio, agosto de 25 Tópicos Tipologia e exemplos de coortes Coortes de Pelotas Metodologia Análise Por que fazer coortes no Brasil?

Leia mais

PERFIL NUTRICIONAL DE INDIVÍDUOS DIABÉTICOS ATENDIDOS PELA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA DE UM MUNICÍPIO DO NORTE DO PARANÁ

PERFIL NUTRICIONAL DE INDIVÍDUOS DIABÉTICOS ATENDIDOS PELA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA DE UM MUNICÍPIO DO NORTE DO PARANÁ PERFIL NUTRICIONAL DE INDIVÍDUOS DIABÉTICOS ATENDIDOS PELA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA DE UM MUNICÍPIO DO NORTE DO PARANÁ VIEIRA, G.A. Resumo: O diabetes Mellitus é considerado atualmente uma das principais

Leia mais

Nº: 05/DSMIA DATA: 21/02/06. Consultas de Vigilância de Saúde Infantil e Juvenil ACTUALIZAÇÃO DAS CURVAS DE CRESCIMENTO

Nº: 05/DSMIA DATA: 21/02/06. Consultas de Vigilância de Saúde Infantil e Juvenil ACTUALIZAÇÃO DAS CURVAS DE CRESCIMENTO Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa Assunto: Para: Contacto na DGS: Consultas de Vigilância de Saúde Infantil e Juvenil ACTUALIZAÇÃO DAS CURVAS DE CRESCIMENTO Todos os estabelecimentos

Leia mais

ATIVIDADE FÍSICA, ESTADO NUTRICIONAL E PREOCUPAÇÕES COM A IMAGEM CORPORAL EM ADOLESCENTES

ATIVIDADE FÍSICA, ESTADO NUTRICIONAL E PREOCUPAÇÕES COM A IMAGEM CORPORAL EM ADOLESCENTES ATIVIDADE FÍSICA, ESTADO NUTRICIONAL E PREOCUPAÇÕES COM A IMAGEM CORPORAL EM ADOLESCENTES Maria Fernanda Laus; Diana Cândida Lacerda Mota; Rita de Cássia Margarido Moreira;Telma Maria Braga Costa; Sebastião

Leia mais

NTRODUÇÃO MATERIAL E MÉTODOS

NTRODUÇÃO MATERIAL E MÉTODOS Características socioeconômicas, demográficas, nutricionais, controle glicêmico e atividade física de adolescentes portadores de diabetes melito tipo 1 Izabela Zibetti de ALBUQUERQUE 1 ; Maria Raquel Hidalgo

Leia mais

PREVALÊNCIA DE OBESIDADE INFANTIL NOS CENTROS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL (CMEI) DO MUNICÍPIO DE MARINGÁ-PARANÁ

PREVALÊNCIA DE OBESIDADE INFANTIL NOS CENTROS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL (CMEI) DO MUNICÍPIO DE MARINGÁ-PARANÁ 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 PREVALÊNCIA DE OBESIDADE INFANTIL NOS CENTROS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL (CMEI) DO MUNICÍPIO DE MARINGÁ-PARANÁ Vanusa Pereira da Silva 1, Robsmeire

Leia mais

M E D I D A D O P E S O. _ Identificar as gestantes com déficit nutricional ou sobrepeso, no início da gestação;

M E D I D A D O P E S O. _ Identificar as gestantes com déficit nutricional ou sobrepeso, no início da gestação; M E D I D A D O P E S O OBJETIVO: Avaliar o aumento do peso durante a gestação Para: _ Identificar as gestantes com déficit nutricional ou sobrepeso, no início da gestação; _ Detectar as gestantes com

Leia mais

EVOLUÇÃO DO NÍVEL DE DESENVOLVIMENTO NEUROPSICOMOTOR DE CRIANÇAS PRÉ ESCOLARES

EVOLUÇÃO DO NÍVEL DE DESENVOLVIMENTO NEUROPSICOMOTOR DE CRIANÇAS PRÉ ESCOLARES EVOLUÇÃO DO NÍVEL DE DESENVOLVIMENTO NEUROPSICOMOTOR DE CRIANÇAS PRÉ ESCOLARES Ana Karolina Paiva Braga 1 ; Juliana Campos Rodovalho 1 ; Lílian Fernanda Pacheco 2 ; Cibelle Kayenne Martins Roberto Formiga

Leia mais

AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS DE 7 A 10 ANOS DE UMA ESCOLA ESTADUAL DE ERECHIM-RS

AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS DE 7 A 10 ANOS DE UMA ESCOLA ESTADUAL DE ERECHIM-RS AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS DE 7 A 10 ANOS DE UMA ESCOLA ESTADUAL DE ERECHIM-RS AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS DE 7 A 10 ANOS DE UMA ESCOLA ESTADUAL DE ERECHIM-RS Assement

Leia mais

OFICINA: Guia Alimentar para Crianças Menores de Dois Anos

OFICINA: Guia Alimentar para Crianças Menores de Dois Anos I Mostra Estadual de Atenção Primária em Saúde Curitiba - PR OFICINA: Guia Alimentar para Crianças Menores de Dois Anos Gisele Ane Bortolini Helen Duar Coordenação Geral da Política de Alimentação e Nutrição

Leia mais

Projeto Ação Social. Relatório equipe de Nutrição Responsável pelos resultados: Vanessa de Almeida Pereira, Graduanda em Nutrição.

Projeto Ação Social. Relatório equipe de Nutrição Responsável pelos resultados: Vanessa de Almeida Pereira, Graduanda em Nutrição. Projeto Ação Social Relatório equipe de Nutrição Responsável pelos resultados: Vanessa de Almeida Pereira, Graduanda em Nutrição. Objetivo Geral: A equipe de Nutrição teve por objetivo atender aos pacientes

Leia mais

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias 10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA DE IDOSAS PARTICIPANTES DE GRUPOS DE ATIVIDADES FÍSICAS PARA A TERCEIRA IDADE Liziane da Silva de Vargas;

Leia mais

Estado Nutricional e Qualidade de Vida na Criança e no Adolescente

Estado Nutricional e Qualidade de Vida na Criança e no Adolescente 2 Estado Nutricional e Qualidade de Vida na Criança e no Adolescente Maria Ângela Reis de Góes Monteiro Antonio Professora Doutora do Departamento de Pediatria da FCM UNICAMP Roberto Teixeira Mendes Professor

Leia mais

Prevalência da inadequação nutricional em crianças portuguesas. Maria Ana Carvalho Universidade Atlântica

Prevalência da inadequação nutricional em crianças portuguesas. Maria Ana Carvalho Universidade Atlântica Prevalência da inadequação nutricional em crianças portuguesas Maria Ana Carvalho Universidade Atlântica Infância A infância representa um período que compreende modificações importantes: Crescimento do

Leia mais

Antropometria de escolares ao ingresso no ensino fundamental na cidade de Belém, Pará, 2001

Antropometria de escolares ao ingresso no ensino fundamental na cidade de Belém, Pará, 2001 ARTIGOS ORIGINAIS / ORIGINAL ARTICLES Antropometria de escolares ao ingresso no ensino fundamental na cidade de Belém, Pará, 2001 Olga Maria Domingues das Neves 1 Anne Lise Dias Brasil 2 Laélia Maria Barra

Leia mais

Autores: Cristina Somariva Leandro Jacson Schacht. SESI Serviço Social da Indústria Cidade: Concórdia Estado: Santa Catarina 27/10/2015

Autores: Cristina Somariva Leandro Jacson Schacht. SESI Serviço Social da Indústria Cidade: Concórdia Estado: Santa Catarina 27/10/2015 Autores: Cristina Somariva Leandro Jacson Schacht SESI Serviço Social da Indústria Cidade: Concórdia Estado: Santa Catarina 27/10/2015 REDUÇÃO DE PESO E CIRCUNFERÊNCIA ABDOMINAL EM TRABALHADORES DA INDÚSTRIA

Leia mais

Dietoterapia infantil I Avaliação nutricional da criança

Dietoterapia infantil I Avaliação nutricional da criança Dietoterapia infantil I Avaliação nutricional da criança Sávia Madalena Moura Vieira Elizabeth Machado Duarte Especialistas em Nutrição Clínica Setembro - 2008 Objetivos Ao fim desta discussão, deve estar

Leia mais

Estratégia Nacional de Promoção da Alimentação Complementar Saudável

Estratégia Nacional de Promoção da Alimentação Complementar Saudável Estratégia Nacional de Promoção da Alimentação Complementar Saudável Janeiro/2009 1. Introdução A introdução de alimentos na dieta da criança após os seis meses de idade tem a função de complementar as

Leia mais

DIAGNÓSTICO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS DE 0 A 10 ANOS COM SOBREPESO E OBESIDADE ATRAVÉS DO ÍNDICE DE MASSA CORPORAL

DIAGNÓSTICO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS DE 0 A 10 ANOS COM SOBREPESO E OBESIDADE ATRAVÉS DO ÍNDICE DE MASSA CORPORAL DIAGNÓSTICO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS DE 0 A 10 ANOS COM SOBREPESO E OBESIDADE ATRAVÉS DO ÍNDICE DE MASSA CORPORAL THE USE OF BODY MASS INDEX TO ASSESS NUTRITIONAL STATUS IN CHILDREN EL USO DEL ÍNDICE DE

Leia mais

Mostra de Projetos 2011

Mostra de Projetos 2011 Mostra de Projetos 2011 Educação nutricional para melhoria do estado nutricional e consumo alimentar de escolares freqüentadores da rede municipal de Cambé PR Mostra Local de: Londrina. Categoria do projeto:

Leia mais

SOCIEDADE DE EDUCAÇÃO DO VALE DO IPOJUCA LTDA. FACULDADE DO VALE DO IPOJUCA COORDENAÇÃO DE NUTRIÇÃO CURSO DE GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO

SOCIEDADE DE EDUCAÇÃO DO VALE DO IPOJUCA LTDA. FACULDADE DO VALE DO IPOJUCA COORDENAÇÃO DE NUTRIÇÃO CURSO DE GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO SOCIEDADE DE EDUCAÇÃO DO VALE DO IPOJUCA LTDA. FACULDADE DO VALE DO IPOJUCA COORDENAÇÃO DE NUTRIÇÃO CURSO DE GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL E ALEITAMENTO MATERNO EXCLUSIVO NAS CRIANÇAS

Leia mais

RELAÇÃO ENTRE ALTURA E NIVEL SOCIOECONÔMICO EM ESCOLARES DE UM MUNICIPIO DO EXTREMO SUL CATARINENSE

RELAÇÃO ENTRE ALTURA E NIVEL SOCIOECONÔMICO EM ESCOLARES DE UM MUNICIPIO DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE - UNESC CURSO DE NUTRIÇÃO ANA CRISTINA BEZERRA FERREIRA RELAÇÃO ENTRE ALTURA E NIVEL SOCIOECONÔMICO EM ESCOLARES DE UM MUNICIPIO DO EXTREMO SUL CATARINENSE CRICIÚMA,

Leia mais

Osvaldinete Lopes de Oliveira Silva Curso de Nutrição, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campo Grande-MS, Brasil

Osvaldinete Lopes de Oliveira Silva Curso de Nutrição, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campo Grande-MS, Brasil Nota de pesquisa Vigilância alimentar e nutricional de crianças indígenas menores de cinco anos em Mato Grosso do Sul, 2002-2011 doi: 10.5123/S1679-49742014000300017 Food and nutrition surveillance of

Leia mais

Área: CV ( ) CHSA ( ) ECET ( )

Área: CV ( ) CHSA ( ) ECET ( ) Área: CV ( ) CHSA ( ) ECET ( ) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA MEC UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ UFPI PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PRPPG Coordenadoria Geral de Pesquisa CGP Campus Universitário

Leia mais

EFEITO DO ACONSELHAMENTO NUTRICIONAL DA ESTRATÉGIA AIDPI SOBRE PRÁTICAS ALIMENTARES, ESTADO DE NUTRIÇÃO E DESENVOLVIMENTO INFANTIL

EFEITO DO ACONSELHAMENTO NUTRICIONAL DA ESTRATÉGIA AIDPI SOBRE PRÁTICAS ALIMENTARES, ESTADO DE NUTRIÇÃO E DESENVOLVIMENTO INFANTIL I Seminário de Pesquisas sobre Desenvolvimento Infantil Parceria FAPESP e FMCSV EFEITO DO ACONSELHAMENTO NUTRICIONAL DA ESTRATÉGIA AIDPI SOBRE PRÁTICAS ALIMENTARES, ESTADO DE NUTRIÇÃO E DESENVOLVIMENTO

Leia mais

PERFIL NUTRICIONAL DE IDOSOS ATENDIDOS EM HOSPITAL PÚBLICO DA CIDADE DE MARINGÁ

PERFIL NUTRICIONAL DE IDOSOS ATENDIDOS EM HOSPITAL PÚBLICO DA CIDADE DE MARINGÁ ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 PERFIL NUTRICIONAL DE IDOSOS ATENDIDOS EM HOSPITAL PÚBLICO DA CIDADE DE MARINGÁ Rita de Cássia Felix

Leia mais

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS DE TRÊS A NOVE ANOS DE IDADE DE INSTITUIÇÕES FILANTRÓPICAS DE CAMPO GRANDE / MATO GROSSO DO SUL RESUMO

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS DE TRÊS A NOVE ANOS DE IDADE DE INSTITUIÇÕES FILANTRÓPICAS DE CAMPO GRANDE / MATO GROSSO DO SUL RESUMO AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS DE TRÊS A NOVE ANOS DE IDADE DE INSTITUIÇÕES FILANTRÓPICAS DE CAMPO GRANDE / MATO GROSSO DO SUL GISLAINE DOMINGUES CRN-3 12.129 SUELLEN CRISTINA MENDES MAGRO CRN-3 22.132

Leia mais

Keywords: Nutritional status. Child. Breast Feeding. Artigo original/original Article

Keywords: Nutritional status. Child. Breast Feeding. Artigo original/original Article Artigo original/original Article Avaliação do estado nutricional de crianças atendidas em Instituição Filantrópica, segundo os padrões de referência NCHS/1977, CDC/2000 e OMS/2006 Evaluation of nutritional

Leia mais

Floripa Saudável 2040: Impacto do monitoramento e da educação em saúde nos indicadores nutricionais de crianças de 2 a 6 anos.

Floripa Saudável 2040: Impacto do monitoramento e da educação em saúde nos indicadores nutricionais de crianças de 2 a 6 anos. TÍTULO DA PRÁTICA: Floripa Saudável 2040: Impacto do monitoramento e da educação em saúde nos indicadores nutricionais de crianças de 2 a 6 anos. CÓDIGO DA PRÁTICA: T80 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14

Leia mais

Avaliação nutricional de crianças portadoras de necessidades especiais

Avaliação nutricional de crianças portadoras de necessidades especiais 2º ENCONTRO CIENTÍFICO EM COMEMORAÇÃO AO DIA DO NUTRICIONISTA Avaliação nutricional de crianças portadoras de necessidades especiais Maria do Rosário Gondim Peixoto UFG Goiânia, 31 de agosto de 2012 Portadoras

Leia mais

INGESTÃO DIETÉTICA E COMPOSIÇÃO CORPORAL DE DANÇARINAS DA UFPA (BELÉM PA).

INGESTÃO DIETÉTICA E COMPOSIÇÃO CORPORAL DE DANÇARINAS DA UFPA (BELÉM PA). INGESTÃO DIETÉTICA E COMPOSIÇÃO CORPORAL DE DANÇARINAS DA UFPA (BELÉM PA). GLEICIANE MARTINS GOMES ADRIANA MOURA DOS SANTOS JOSEANA MOREIRA ASSIS RIBEIRO FERNANDO VINÍCIUS FARO REIS JÚLIO ALVES PIRES FILHO

Leia mais

RECENTES MUDANÇAS PROPOSTAS NA AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA DO ESTADO NUTRICIONAL INFANTIL: UMA AVALIAÇÃO CRÍTICA

RECENTES MUDANÇAS PROPOSTAS NA AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA DO ESTADO NUTRICIONAL INFANTIL: UMA AVALIAÇÃO CRÍTICA RECENTES MUDANÇAS PROPOSTAS NA AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA DO ESTADO NUTRICIONAL INFANTIL: UMA AVALIAÇÃO CRÍTICA Carlos Augusto Monteiro MONTEIRO, C. A. Recentes mudanças propostas na avaliação antropométrica

Leia mais