RELAÇÃO ENTRE ALTURA E NIVEL SOCIOECONÔMICO EM ESCOLARES DE UM MUNICIPIO DO EXTREMO SUL CATARINENSE

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1 UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE - UNESC CURSO DE NUTRIÇÃO ANA CRISTINA BEZERRA FERREIRA RELAÇÃO ENTRE ALTURA E NIVEL SOCIOECONÔMICO EM ESCOLARES DE UM MUNICIPIO DO EXTREMO SUL CATARINENSE CRICIÚMA, JUNHO 2010

2 1 ANA CRISTINA BEZERRA FERREIRA RELAÇÃO ENTRE ALTURA E NIVEL SOCIOECONÔMICO EM ESCOLARES DE UM MUNICIPIO DO EXTREMO SUL CATARINENSE Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel em Nutrição da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC. Orientador (a): Prof.ª Esp. Fabiane Maciel Fabris. CRICIÚMA, JUNHO 2010

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4 3 Dedico este trabalho ao meu amado esposo, o qual me mostrou que é preciso correr atrás dos nossos sonhos, sem esquecer que, acima de tudo, Deus é quem torna possível a realização dos mesmos.

5 4 AGRADECIMENTOS À Deus, à quem sirvo no meu espírito, que me deu forças para chegar até aqui, que sempre esteve ao meu lado, em todos os momentos, nas minhas fraquezas, nas lutas e vitorias. Obrigado por este presente que agora me ofereces. Obrigado por tudo que vi, ouvi e aprendi. Obrigado pela graça. Muito obrigado amado da minha alma! Ao meu esposo, Renildo, acredito que, sem seu apoio e incentivo, eu não teria nem começado. Por se esforçar tanto por mim, por me empurrar muitas vezes e insistir comigo. Por todo seu investimento e pelo seu amor a mim sempre demonstrado durante esses treze anos de convivência... Te amo! Aos meus filhos, Rahilla e Benjamin, que sentiram tanto a minha ausência e omissão. Por suas lágrimas e sorrisos, dividimos, agora, o mérito desta conquista. E sei que um dia me entenderão. Aos meus pais e irmãos, por toda preocupação que demonstram a minha pessoa e que mesmo longe sei que torcem por mim. A minha amada igreja, por todo incentivo, compreensão e oração, que empreenderam ao meu respeito. As minhas colegas da sala, principalmente a Sabrina, por todos os momentos que passamos juntas, por todos os trabalhos realizados, por todos os acordos e desacordos que houveram. Aprendemos assim que as diferenças nos fazem especiais. A minha orientadora, professora Fabiane Maciel Fabris, por dispor do seu tempo a favor desse tema; pelo seu jeito meigo e paciente de me atender todas as vezes que a procurei. A todos os mestres, que durante esses anos foram participantes do nosso aprendizado. Como alguém já afirmou: O educador deve ser não um sábio, mas sim uma pessoa diferenciada pela sua educação, pela força de seus costumes, pela maturidade de seu caráter, jovial, dócil, acessível, franco, finalmente, em quem se encontre muito que imitar. A minha banca examinadora, especialmente a professora Rita Ribeiro por toda dedicação. Ao coordenador e professor Marco Antônio, que sempre se empenhou na melhoria do nosso curso e em atender nossos apelos... Muito obrigada!

6 5 Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois a ele eternamente. Amém. Romanos 11:36

7 6 RESUMO Em países em desenvolvimento a desnutrição atinge proporções alarmantes. No Brasil, essa realidade se difere de acordo com a região, sendo mais agravante no Norte e Nordeste e menos no Sul e Sudeste. Entre muitos males que a desnutrição causa, estão as doenças infecciosas que aumentam a mortalidade infantil, o retardo psicomotor e déficit de crescimento. O déficit de crescimento representa o efeito cumulativo da deficiência nutricional sobre o desenvolvimento esquelético, sendo assim um assunto relevante, pois boa parte é resultado da miséria que no Brasil atinge muitas crianças. De 50 milhões de brasileiros que vivem na pobreza, quase 30 milhões são crianças e adolescentes. Estudos demonstram que o que muitas pessoas enfrentam no Brasil com relação à insegurança alimentar, são as dificuldades ao o acesso aos alimentos seja por falta de meios produtivos, pelo desemprego ou por renda insuficiente para obtenção dos mesmos nos mercados. A alimentação está relacionada com nível socioeconômico, conseqüentemente isso implicará na saúde e no bem estar das pessoas. No caso das crianças quando são mal alimentadas, crescem menos, têm mais chances de serem adultos de baixa estatura e obesos, e desta forma têm mais propensão de terem problemas de saúde e também possibilidades de gerarem filhos com as mesmas predisposições. Frente ao exposto, objetivou-se com a presente pesquisa investigar a relação estatura e o nível socioeconômico em escolares em um município do extremo sul catarinense. A população do estudo foram 83 escolares com idade entre 6 a 12 anos. Foram coletados dados de peso, estatura, sexo e idade. Para a classificação do nível socioeconômico os pais tiveram que responder voluntariamente um questionário. A avaliação do estado nutricional foi realizada por método antropométrico utilizando os pontos de cortes por percentil por PI, EI, PE e IMC/I. Utilizaram-se as referências as novas curvas para Avaliação do Crescimento da Criança lançada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) nos anos de 2006 e Os resultados encontrados no presente estudo quanto ao Indicador Altura por Idade identificou 3,6% da amostra total de casos de baixa estatura sendo estes apenas na população feminina (42%). Apesar de ser uma amostra pequena relacionando ao nível socioeconômico das famílias em estudo, foi constatado que 66,7% dos casos encontrados de déficit estatural tem uma renda média de R$ 505,00 mensais e R$ 60,00 per capita. Paradoxalmente o número de sobrepeso e obesidade também foi percebido em famílias cuja renda mensal e per capita era baixa, testificando desta forma que nova realidade nutricional se infunde em todos os estratos sociais. Este estudo se torna importante para avaliarmos as constantes mudanças no estado nutricional. A estatura dos escolares, por exemplo, pode ser um reflexo de hábitos alimentares devido às condições socioeconômicas. A utilização destes dados contribui para construção de ferramentas com propósito de orientar, prevenir e adequar a essa realidade. Palavras-chave: Déficit estatural. Escolares. Desnutrição. Socioeconômico.

8 7 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Ilustração 1: Pontos de corte para Peso por Idade...21 Ilustração 2: Pontos de corte para Peso por Estatura...22 Ilustração 3: Pontos de corte para Estatura por Idade...22 Ilustração 4: Pontos de IMC para Idade...23

9 8 LISTA DE TABELA E GRÁFICOS Tabela 1 Distribuição dos escolares de acordo com idade e gênero...29 Tabela 2 Distribuição de variáveis: idade, peso (Kg), estatura (cm) e Índice de Massa Corporal (IMC)...30 Tabela 3 Classificação do estado nutricional dos escolares conforme o gênero...31 Tabela 4 - Classificação do estado nutricional a partir do Peso/Idade dos escolares...32 Gráfico 1 e 2 - Avaliação da Estatura/Idade Meninas/Meninos...33 Gráfico 3 - Renda Familiar Mensal...34 Gráfico 4 - Renda per capita...35 Gráfico 5 - Grau de Instrução das Mães dos Escolares avaliados...36

10 9 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS EI Estatura/Idade IMC/I Índice de Massa Corporal por Idade PE Peso/Estatura PI Peso /Idade SC Santa Catarina RS Rio Grande do Sul VCT - Valor Calórico Total OMS Organização Mundial da Saúde SM Salário Mínimo SAN - Segurança Alimentar e Nutricional COSEA - Conselho Nacional de Segurança Alimentar PNDS Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Mulher e da Criança POF Pesquisa de Orçamentos Familiares

11 10 SUMÀRIO 1 INTRODUÇÃO OBJETIVOS Objetivo geral Objetivos específicos FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA CARACTERIZAÇÃO DO ESCOLAR CARACTERÍSTICAS DO CRESCIMENTO INFANTIL ESTADO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS ALIMENTAÇÃO X NIVEL SOCIOECONÔMICO TRANSIÇÃO NUTRICIONAL MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DE ESCOLARES Índices antropométricos METODOLOGIA CLASSIFICAÇÃO DO ESTUDO CARACTERIZAÇÃO DA AREA DE ESTUDO POPULAÇÃO E AMOSTRA CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO INSTRUMENTOS E TÉCNICAS PARA OBTENÇÃO DE DADOS Dados antropométricos Questionário socioeconômico COLETA DE DADOS ANÁLISE DOS DADOS ASPECTOS ÉTICOS RESUTADOS E DISCUSSÃO PERFIL DA AMOSTRA AVALIAÇÕES ANTROPOMÉTRICAS CLASSIFICAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL APARTIR DO IMC/IDADE CONFORME OS GENEROS CLASSIFICAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL A PARTIR DO PESO/IDADE CLASSIFICAÇÃO DA ALTURA POR IDADE...33

12 NIVEL SÓCIO ECONÔMICO GRAU DE INSTRUÇÃO DAS MÃES CONSIDERAÇÕES FINAIS...38 REFERÊNCIAS...39 APÊNDICES...45 ANEXOS...51

13 12 1. INTRODUÇÃO Em países em desenvolvimento a desnutrição atinge proporções alarmantes. No Brasil, essa realidade se difere de acordo com a região, sendo mais agravante no Norte e Nordeste e menos no Sul e Sudeste. A desnutrição moderada a grave acontece como conseqüência do déficit crônico de nutrientes refletido pelo índice altura/idade (LACERDA et al, 2006). A desnutrição causa muitos males, entre os quais estão as doenças infecciosas, que aumentam a mortalidade infantil, o retardo psicomotor e déficit de crescimento (MONTEIRO; CONDE, 2000). Para Martins (2008), a desnutrição é algo global, decorrente da má ou inadequada ingestão de nutrientes causando um desequilíbrio, onde pode haver carência ou excesso dos mesmos. A desnutrição não é apenas uma doença, antes é uma série de distúrbios com problemas patológicos acarretados da pouca ingestão, do jejum prolongado (inanição) e/ou injúria. Existem vários conceitos que são apresentados nas discussões do Programa Fome Zero, do governo federal, que tem como alvo mais importante combater a fome e garantir a Segurança Alimentar e Nutricional, por meio da inclusão social das populações de renda baixa. A Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) abrange a garantia de todos à condições de acesso a alimentos básicos de qualidade e em quantidade, de forma continua sem comprometer outras necessidades do indivíduo. (CONSEA, 2004). Estudos demonstram que o que muitas pessoas enfrentam no Brasil com relação à insegurança alimentar, são as dificuldades ao o acesso aos alimentos seja por falta de meios produtivos, pelo desemprego ou renda insuficiente para obtenção dos mesmos nos mercados. (GADELHA; MALUF, 2008). Na Conferencia Nacional de Saúde (1986), ficou determinado que o conceito de saúde devesse estar relacionado não apenas a ausência de doenças, e sim a vários aspectos conectados que promovem ou refletem a mesma: como a alimentação, moradia, renda, trabalho, lazer e todo o contexto que envolve os indivíduos. A alimentação está relacionada com nível socioeconômico, conseqüentemente isso implicará na saúde e no bem estar das pessoas. No caso das crianças, de acordo com Martins et al (2008), quando são mal alimentadas,

14 13 crescem menos, têm mais chances de serem adultos de baixa estatura e obesos, o que propícia mais oportunidade de terem problemas de saúde e também de gerarem filhos com as mesmas disposições. O déficit estatural, representa o efeito cumulativo da deficiência nutricional sobre o desenvolvimento esquelético. Entre 1975 e 1989, houve uma diminuição na prevalência do retardo estatural, ou seja, ficando abaixo de -2 desvio padrão da tabela de normalidade, principalmente na zona urbana da região centro-sul com uma diminuição de 20,5% para 7,5%, para a região Norte a redução foi de 39,0% para 23,0 % e, na região Nordeste, de 40,8% para 23,8%. E entre 1989 e 1996, a velocidade na diminuição da desnutrição, que causava retardo estatural moderado ou grave, foi mais acentuada nas regiões Norte e Nordeste (Monteiro et al, 2000). Todavia, a desnutrição, que entre outras complicações causa também o retardo no crescimento infantil ainda é um assunto relevante, pois boa parte é resultado da pobreza que no Brasil atinge muitas crianças. De 50 milhões de brasileiros que vivem na pobreza, quase 30 milhões são crianças e adolescentes (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2003). Pesquisas mais recentes entre 1996 e 2006, revelaram que houve uma mudança no déficit de altura para idade em relação aos dados anteriores, onde o Sul passou de 7% para 8,4%, o Norte de 20,7% caiu para 14,8 %, o Nordeste teve decréscimo significativo de 22,1% para 5,8% e sudeste de 7,2 para 5,7 (PNDS, 2006). Avaliar a criança em varias fase do seu crescimento tem uma importância singular no que diz respeito a detectar fatores que provavelmente interfere no seu desenvolvimento, podendo assim descobrir problemas do passado ou ainda promover intervenções imediatas. (ORLONSKI, 2009). A forma mais conveniente, por ser considerada prática e de baixo custo, de se avaliar o estado nutricional de um individuo inclusive de uma criança é relacionar peso e altura com a idade e sexo, além de ser também um método eficaz na intervenção nutricional (BARROS et al, 1990 apud FARIAS et al, 2008; BATISTA, 1994 apud FARIAS et al, 2008; VASCONCELOS, 2000 apud FARIAS et al, 2008). É possível avaliar o crescimento linear da criança utilizando como indicador a estatura para idade (E/I). Esse crescimento ocorre de forma lenta e progressiva tornando-se danoso quando detectado um retardo no mesmo, por ser um resultado cumulativo, indicando um problema crônico de desnutrição. Quando a

15 14 criança se torna um adulto sua estatura final será decorrente de vários fatores, tanto genéticos, como na maioria dos casos, ambientais. O fator ambiental neste contexto assume um papel imprescindível e determinante para o desenvolvimento e crescimento infantil (WATERLOW, 1997 apud SANTOS et al, 2009; AMIGO e BUSTOS, 1995 apud SANTOS et al, 2009 ; KAC, 1999 apud SANTOS et al, 2009). Medidas de peso e altura são consideradas importantes e de fácil realização, pois é feito comparação com um padrão de referencia de manuseio simples, inclusive em estudos populacionais, tornando-se possível avaliar e diagnosticar o estado nutricional, relacionando indiretamente com o nível socioeconômico, e desta forma detectar precocemente possíveis casos de desnutrição ou de obesidade (FERNANDES et al, 2006). O perfil nutricional no Brasil vem sofrendo modificações não apenas em adultos, mas também em crianças e adolescentes, no qual é possível observar uma redução significativa na prevalência da desnutrição e aumento na obesidade (COSTA E SILVA; MENDOÇA, 1998). Atualmente no mundo a realidade expressa dois fatos que se contrapõe entre si, um grupo de pessoas sofre por causa da falta de alimentos tendo deficiência tanto de macro como de micronutrientes enquanto outro grupo tentar lutar incansavelmente em busca de milagres para redução de peso a fim de solucionar ou amenizar os estragos causados pelo mesmo (CUPPARI, 2005). 1.1 OBJETIVOS Objetivo Geral Investigar a relação entre a altura e o nível socioeconômico em escolares em um município do extremo sul catarinense.

16 Objetivos Específicos Realizar avaliação antropométrica das crianças entre seis a doze anos de idade; Classificar a altura para idade das crianças avaliadas; Verificar se há existência de casos de crianças com déficit estatural; Relacionar os resultados encontrados com o nível socioeconômico das famílias dos escolares avaliados.

17 16 2 FUNDAMENTAÇÂO TEÓRICA 2.1 CARACTERIZAÇÃO DO ESCOLAR São consideradas escolares crianças com idades entre seis e doze anos, as quais estão no momento em que o crescimento é estimado mais lento, porém contínuo. É o período igualmente que vai surgindo novas funções em relação a outras fases de crescimento, requerendo desta forma um maior aporte energético (ACCIOLY et al, 2004 apud MOREIRA et al 2006). Vitolo (2003), descreve o escolar, levando em consideração as características biológicas, como sendo a criança de sete anos de idade até o início da puberdade, pois a partir desse fenômeno ela será avaliada como adolescente. Todavia, pode-se caracterizar, no contexto educacional, o escolar como a criança de sete a quatorze anos. Para Farrell (2005), na idade escolar a criança tem o seu crescimento físico mais lento, aproximadamente 5 cm por ano e chega a ganhar de 30 a 60 cm durante essa fase, enquanto que seu peso dobra (2 a 3 kg/ano). Crianças com seis anos de idade têm uma altura média de 116 cm e o peso de 21 kg, e as de doze anos a altura é em média 150 cm e o peso é de 40 kg. 2.2 CARACTERÍSTICAS DO CRESCIMENTO INFANTIL Apartir da idade pré-escolar até a adolescência as crianças crescem de 5 a 7 cm e aumentam de dois a três quilos por ano conseqüentemente aumentando também sua necessidade energética total (MONTEIRO; CAMELO JÚNIOR, 2007). O crescimento na criança não é apenas um aumento de peso e altura, mas envolve vários processos de modificações estruturais e quantitativas nas células, que por sua vez sofre influencias de fatores como: genéticos, psicológicos e ambientais (VITOLO, 2003).

18 17 Existem potenciais genéticos que determinam o crescimento e desenvolvimento de uma criança, porém para que ela consiga atingir os mesmos é necessário que tenha uma nutrição adequada (MONTEIRO; CAMELO JÚNIOR, 2007). Quando acontece uma deficiência nutricional a altura não sofre um choque imediatamente apenas o peso, tornando-se necessários os devidos cuidados com a manutenção do peso ou o peso adequado para não prejudicar a estatura final (WATERLOW, 1996 apud VITOLO, 2003). Pois quando ocorre uma desnutrição crônica, como resultado de longa duração de carências nutricionais vai resultar no déficit estatural (Ministério da Saúde 2007). O aumento da estatura em relação ao ganho de peso é considerado segundo Vitolo (2003) como mais vagaroso, pois uma criança aumenta seu peso, no primeiro ano de vida, três vezes mais que quando nasceu e apenas cresce 50% no mesmo período ESTADO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS O estado nutricional tem sido freqüentemente definido, no aspecto biológico e individual, como a condição de saúde de uma pessoa, decorrente do equilíbrio entre a ingestão de nutrientes e o consumo energético do organismo para suprir as necessidades nutricionais. Além de estar relacionado com o estado de saúde do indivíduo, também estar envolvido com a aptidão do organismo em aproveitar de maneira adequada os nutrientes procedentes da alimentação. É possível encontrar três tipos de manifestações orgânicas do estado nutricional: As que são resultantes do equilíbrio entre a ingestão calórica e as necessidades nutricionais do individuo permitindo desta forma que o mesmo esteja dentro dos padrões de normalidade; as que são resultantes da pouca e/ou da deficiente ingestão de nutrientes em relação às necessidades, que são consideradas como carências ou deficiências nutricionais; e as resultantes do excesso e/ou do desequilíbrio do consumo alimentar relacionado ao gasto energético, que gera distúrbios nutricionais, como, por exemplo, a obesidade. (VASCONCELOS, 2007). O estado nutricional vai revelar o balanço entre a necessidade de nutrientes e a ofertas dos mesmos. A relação entre estes vai depender de vários

19 18 fatores, que precisam estar presentes para que o estado nutricional esteja adequado. Quando, por exemplo, a necessidade é maior que a oferta, isso vai gerar uma desnutrição a longo ou médio prazo que, com certeza acarretará em prejuízos no desenvolvimento, comprometendo em si, a diminuição das reservas de massa muscular, massa óssea, vitaminas e minerais. E se a oferta for maior que a necessidade haverá o efeito reverso acumulando estoques de energia e desencadeando a obesidade e suas graves conseqüências (MONTEIRO; CAMELO JÚNIOR, 2007). Para Matos (2007), as crianças necessitam de ajustes freqüentes do VCT, devido seu constante crescimento. Os hábitos alimentares são responsáveis pelo prognóstico de uma vida saudável e pelo crescimento e desenvolvimento infantil. As mudanças que ocorrem no padrão alimentar das crianças fazendo com que alimentos saudáveis sejam substituídos por outros menos ou nada saudáveis, traz grandes prejuízos nutricionais para toda família (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2003) ALIMENTAÇÂO X NÍVEL SOCIOECONÔMICO Alguns fatores podem influenciar significativamente o padrão de alimentação de indivíduos ou de uma sociedade. O rendimento financeiro é um determinante do estado nutricional, ainda que em paises de baixa renda per capita seja possível encontrar indivíduos bem nutridos. Porém o que as pessoas vão consumir, de alguma forma, será determinado pelo preço do alimento e pelas condições financeiras das mesmas (DA SILVA JÚNIOR, 1998). Para Vasconcelos (2007), dependendo da estrutura social o estado nutricional pode se apresentar de varias formas seguindo as classes sociais das quais seus integrantes pertencem, ou seja, o estado nutricional é o resultado ou uma amostra viva de uma série de processos que se apresentam no o corpo social de produção, é a síntese orgânica que se constitui no coração de uma sociedade. 2.5 TRANSIÇÂO NUTRICIONAL

20 19 Monteiro (2000), no capítulo Da Desnutrição para a Obesidade: a Transição Nutricional no Brasil, do livro "Velhos e Novos Males da Saúde no Brasil", evidencia através de resultados diversos que o Brasil vem trocando rapidamente o problema de escassez pelo excesso. A desnutrição, ainda relevante, vem diminuindo, isto é, está havendo uma troca de um mal pelo outro. Segundo Batista Filho e Rissin (2003) existem algumas fontes importantes colhidas através de estudos transversais realizados nas décadas de 70, 80 e 90, que faz uma análise da transição nutricional do Brasil, tendo como base o rápido declínio da prevalência de desnutrição em crianças e o aumento brusco da prevalência de sobrepeso/obesidade em adultos. A melhora no déficit de estatura foi de 72% em crianças urbanas e de 54,4% no meio rural, enquanto que a obesidade duplicou ou triplicou em homens e mulheres adultos nos extremos da série temporal analisada. Exceto em regiões do Nordeste rural (BATISTA FILHO e RISSIN, 2003). Porém conforme Monteiro (2005) ainda existe retardo severos de crescimento no Sul, Sudeste e Centro-Oeste de 4,9 a 11,6% e na região Norte e Nordeste de 16,7 a 37,4%. Houve um aumento de sobrepeso e obesidade da população brasileira nos últimos quatro anos. Levantamento mais recente do Ministério da Saúde mostra que, de 2006 a 2009, a percentual de pessoas com de peso elevado subiu de 42,7% para 46,6%. A proporção de obesos cresceu de 11,4% para 13,9% no mesmo período (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2010). De acordo com os dados da última Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF/IBGE), realizada em 2002 pelo Ministério da Saúde, 16,7% dos adolescentes entre 10 e 19 anos têm excesso de peso e, destes, 2,3% tem obesidade. O consumo excessivo de alimentos industrializados associado ao sedentarismo tem corroborado para um aumento significante do sobrepeso e obesidade em pessoas mais jovens. 2.6 MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DE ESCOLARES Em janeiro de 2006 um grupo de especialista, com o apoio da OMS se reuniu com o intuito de harmonizar os instrumentos de avaliação do crescimento,

21 20 afim de que os mesmos se tornem uma referencia nacional para crianças em fase escolar e adolescentes (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2007). Normalmente a maior dificuldade para avaliar o estado nutricional da criança consiste em decidir qual a melhor técnica ou instrumento que deve utilizar, pois existem varias formas que o profissional de saúde pode valer-se; e também a interpretação dos resultados (VITOLO, 2008). É considerado o método mais utilizado e o mais adequado de se avaliar os riscos nutricionais em crianças: a verificação das medidas antropométricas, principalmente peso, que para Vitolo (2003), é a dimensão de toda massa das células, dos tecidos, dos órgãos, da água, de todo o volume do corpo. No caso de uma criança com desnutrição protéica ou com qualquer outro problema que apresente edema, terá resultados ilegítimos quando avaliada sua medida antropométrica; e altura, que segundo Duarte (2007), é o tamanho do corpo e do crescimento continuo da criança, que é variante, porém quando observado um déficit demonstra que possivelmente houve e ou está havendo um a desequilíbrio nutricional, causando um quadro de desnutrição. Quando se combinam essas medidas com os indicadores antropométricos, considerando sexo e idade pode-se diagnosticar riscos, prevenir complicações e fazendo intervenções oportunas a fim de reverter quadros de distúrbios nutricionais (DUARTE, 2007). O uso da avaliação antropométrica principalmente peso e altura é a forma de saber o estado nutricional, e quando aparece um déficit antropométrico pode se apropriar de outro meio de medidas (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2003). Em seguida é feita a comparação destes dados com um modelo de referência de crescimento (FAGUNDES, 2004). A OMS reconstruiu a referência de crescimento que era adotada anteriormente, a do National Center for Health Statistics (NCHS) de 1977, para as crianças dos 5 aos 19 anos, de maneira que, se tornou ainda mais adequada para a avaliação nutricional das mesmas (VITOLO 2008) Índices antropométricos

22 21 O peso, a altura, a idade quando combinados formam um índice. Os índices antropométricos segundo a Vitolo (2003), é a comparação entre duas medidas com a relação existente entre ambas. Para Lacerda (2000), cada um deles tem um significado no estado nutricional de um indivíduo e ao mesmo tempo podem estar relacionado um com o outro. Os adotados pelo Ministério da Saúde são: Ilustração 1: Pontos de corte para Peso para Idade Fonte: OMS, 2007 Peso/idade (P/I) É importante observar que esta classificação não conjectura verdadeiramente o estado nutricional de uma criança quando a mesma se encontra com déficit de crescimento. Para (MONTEIRO e JÚNIOR, 2007) este método também não adequado para detectar crianças com desnutrição crônica, pois estas crianças vão apresentar um déficit na estatura que vai ficar camuflado. Segundo Barros e Victora (1998), este indicador não é claro em determinar se a desnutrição é crônica ou aguda. Indicado para crianças de 0 a 10 anos de idade. Sendo os pontos de cortes < Escore-z -3 ao Escore-z +2 ou pelo percentil < 0,1 ao percentil 97.

23 22 Ilustração 2: Pontos de corte para Peso para Estatura Fonte: OMS 2007 Peso/Estatura (P/E) Descreve o equilíbrio do crescimento, não levando em consideração a idade, o que sugere que uma criança com baixo peso para estatura pode estar magra sem que tenha necessariamente algum problema de saúde ou de desnutrição (DUARTE, 2007). Este é um índice que indica se há ou não uma desnutrição aguda, ou seja há pouco tempo (VICTORA; BARROS, 1998). Indicado para crianças de 0 de 5 anos de idade. Sendo os pontos de corte entre < Escore-z -2 a Escore +2 ou pelo percentil < 3 ao percentil 97. Ilustração 3: Pontos de corte para Estatura para Idade Fonte: OMS, 2007 Estatura/idade (E/I) Demonstra o crescimento contínuo. E quando seus valores são abaixo do esperado indica que não foi imediato, mas um processo de longa duração que possivelmente seja reflexo de carências nutricionais (DUARTE, 2007). Segundo Barros e Victora (1998), se a criança não está com a altura adequada para a sua idade, evidencia que a mesma vem crescendo de forma incorreta há um longo período de tempo, apresentando assim uma desnutrição crônica. É utilizado em crianças de 5 aos 19 anos de idade. Sendo os pontos de corte menor que Escore-z -2 e Escore -2 ou pelo percentil < 3 ao percentil 3.

24 23 Ilustração 4: Pontos de IMC para Idade Fonte: OMS, 2007 Índice de Massa Corporal para Idade (IMC/I) É a relação entre o peso e a altura ao quadrado; sempre empregado para analisar sobrepeso e obesidade (OMS, 2006). É utilizado para avaliar o estado nutricional através de tabela que relacionam com a altura do indivíduo. Normalmente serve para considerar excesso de gordura corporal (FISBERG, 2005). Para crianças de 5 a 19 anos. Sendo os pontos de cortes < Escore-z -2 ao Escore-z +2 ou pelo percentil < 3 ao percentil 97.

25 24 3. METODOLOGIA 3.1 CLASSIFICAÇÃO DO ESTUDO O Estudo utilizou o método do tipo descritivo, transversal, de prevalência com abordagem quantitativa. Segundo Oliveira (2002), o estudo descritivo caracteriza-se por ser aquele que procura compreender aspectos gerais e vastos de um contexto social e correlações entre variáveis, possibilitando assim a identificação de distintas formas de fenômenos, sua ordenação e classificação, através de análise dos mesmos. Conforme Appolinário (2006), sem inferir relações de causalidade entre as variáveis, o estudo descritivo limita-se a descrever o fenômeno observado. Tanto incidência como prevalência são medidas de ocorrência de doenças. Sendo que a prevalência quantifica as pessoas doentes e a incidência quantas se tornaram doentes, ou seja, quem está e quem ficou (PEREIRA; PAES; OKANO, 2000). No estudo transversal segundo Pereira (1995) a causa e o efeito são alcançados no mesmo momento. Seria analisar os dados para comparar entre os que estão dentro do grupo de interesse e os que não estão, de modo que encontre a relação entre os dois. De acordo com Gil (1996), a pesquisa quantitativa é aquela que se pode quantificar, usando desta forma recursos e técnicas estatísticas como média, moda, mediana, porcentagem, desvio padrão, analise de regressão e coeficiente de relação CARACTERIZAÇÃO DA AREA DE ESTUDO O contato com a escola foi feito pessoalmente entre a pesquisadora e a responsável pela instituição com autorização de antemão da Secretária de Educação do Município.

26 25 A escolha foi por conveniência. A amostra por conveniência é usada quando se deseja obter informações de maneira rápida e de baixo custo. Visto que esse procedimento resulta em puramente envolver unidades convenientes da amostragem, onde seja possível convidar respondentes tais como estudantes em sala de aula, mulheres no shopping, alguns amigos e vizinhos, entre outros. Alguns autores acreditam que este método também pode ser empregado em pré-testes de questionários (AAKER et al, 1995). Segundo Oliveira (2001), este método é adequado e sempre utilizado principalmente para produção de idéias em pesquisas exploratórias POPULAÇÃO E AMOSTRA A população do presente estudo foi composta por escolares matriculados no ensino fundamental, de 1ª a 6ª séries, com idade entre 6 e 12 anos, de ambos os sexos. De acordo com a direção da escola, o número total de alunos que freqüentavam a instituição era de 190, matriculados do pré-escolar à 8ª séries, nos turnos, matutino e vespertino, sendo que apenas 110 deles estavam dentro da faixa estabelecida no estudo. Segundo a Secretaria de Educação existem aproximadamente 367 escolares em todo o município com idades de 6 a 12 anos. A pesquisa teve como amostragem apenas os meninos e meninas, cujos pais aceitaram que as mesmas participassem do estudo, assinando o termo, preenchendo o questionário e que estiveram presentes no dia da coleta dos dados. Desta forma totalizou-se uma amostra de 83 crianças, que equivale a 75,5% da amostra total CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO Foram excluídas todas as crianças menores de 6 anos e maiores ou iguais há 13 anos; as que não vieram no dia da coleta e aquelas que não haviam trazido o

27 26 Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (Apêndice 2) e/ou o Questionário Socioeconômico (Apêndice 4) preenchido pelos pais ou responsáveis INSTRUMENTOS E TÉCNICAS PARA OBTENÇÃO DE DADOS Dados antropométricos O peso dos escolares foi verificado utilizando-se balança eletrônica com capacidade para até 150 kg e precisão de 100g. Para coleta da estatura foi utilizado fita métrica de 200 cm com precisão de até 1 mm em toda a sua extensão fixada à parede, sem presença de desnível. As medidas de peso e estatura nortearam a classificação do estado nutricional de escolares conforme as novas curvas para a avaliação da criança segundo a OMS ( ). As medidas antropométricas foram realizadas em duas tomadas, uma para escolares de 1ª, 2ª, 3ª e 5ª séries no turno vespertino a outra para escolares de 4ª e 6ª séries no turno matutino, cujas idades estavam dentro do perfil abordado. Foi considerado como variável o déficit estatural segundo o indicador altura/idade (E/I), tomando como ponto de corte o limite referente a 2 escore -Z (Z menor ou igual a -2). E foram consideradas crianças de baixa estatura para idade aquelas que ficaram classificadas abaixo de -2 escore -Z e eutróficas aquelas com valores maiores ou iguais a -2 (Z maior igual a -2), ou pelo percentil abaixo de 3 e eutróficas aquelas com valores maiores ou iguais ao percentil 3. Foram calculados os valores de índice de massa corporal (IMC) de cada criança, considerando o peso atual pela altura ao quadrado Questionário socioeconômico Para análise bivariada foram consideradas, além do gênero das crianças, algumas variáveis socioeconômicas da família, como renda familiar mensal, renda

28 27 per capita, nível de instrução dos pais (analfabetos, fundamental completo e incompleto, médio completo e incompleto, superior completo e incompleto), moradia (própria, alugada ou outros) (Apêndice 4). 3.6 COLETA DE DADOS Para a coleta de dados foi necessário que os pais ou responsáveis de cada escolar assinassem o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (Apêndice 1) e preenchessem o questionário socioeconômico (Apêndice 4) só foram utilizados dados das crianças que entregarem a autorização e o questionário assinados e preenchidos. A coleta foi feita na escola mediante autorização da mesma através do Termo de Consentimento (Apêndice 1) enviado ao responsável pela instituição, solicitando permissão para a avaliação nutricional (Apêndice 2). Toda coleta ocorreu em uma área coberta, indicada pela própria diretora. Para a aferição da estatura, as crianças que foram medidas ficaram em pé e descalças, de costas para a parede, sem bonés, tiaras ou qualquer outra coisa que pudesse comprometer a altura. Em seguida as crianças ainda sem calçados e também sem casacos pesados subiram na balança ficando de costas e com os braços soltos para a coleta do peso. Para o registro das informações foi utilizado um formulário contendo a série da turma, o nome, o sexo, a data de nascimento, a idade e altura criança (Apêndice 3). Para a classificação do nível socioeconômico os pais tiveram que responder voluntariamente um questionário (Apêndice 4). Também foi pego a autorização da Secretaria Municipal de Educação de Santa Rosa do Sul, SC (Apêndice 5). 3.7 ANÁLISE DOS DADOS Para a análise dos dados utilizou-se como base de dados o programa SSPS 16.0 e o Excel versão Onde foram calculadas freqüências absolutas e realizados procedimentos de estatística descritiva (média, desvio-padrão, valores

29 28 máximos e mínimos). formulação de tabelas e gráficos. Os resultados obtidos foram apresentados através da 3.8 ASPECTOS ÉTICOS A presente pesquisa foi aprovada pelo o Comitê de Ética da Universidade do Extremo Sul de Santa Catarina (UNESC), foi enviado o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (Apêndices 1 e 2), à escola e aos pais ou responsáveis dos escolares. Como também obteve-se previamente a pesquisa, autorização da Secretaria Municipal de Educação do Município de Santa Rosa do Sul (SC).

30 29 4. RESULTADOS E DISCUSSÃO 4. 1 PERFIL DA AMOSTRA A população estudada foi constituída por 83 crianças, que corresponde a 75,5% do grupo alvo da pesquisa, de ambos os sexos, pertencentes a uma escola municipal da cidade de Santa Rosa do Sul, com idade de 6 a 12 anos e que atenderam aos critérios estabelecidos pela pesquisadora. Tabela 1: Distribuição dos escolares de acordo com idade e gênero. Gênero Feminino Masculino Geral Idade n % n % n % 6 anos 6 14, , ,7 7 anos 4 9, , ,9 8 anos 7 16,7 2 4,9 9 10,8 9 anos 5 11, , ,1 10 anos 9 21,4 2 4, ,3 11 anos 7 16,7 3 7, ,0 12 anos 4 9,5 2 4,9 6 7,2 Geral 42 50, , ,0 n = N de alunos; % = percentual Conforme a tabela 1, do total de amostra (n=83), 49,4% (n=41) é do gênero masculino e 50,6% (n=42) do feminino. Nota-se maior prevalência de crianças de 6 anos (21,7%) e 9 anos de idade (18,1%) de ambos os sexos. Houve prevalência no gênero masculino nas faixas etárias de 6, 7 e 9 anos, sendo que a maior diferença percebida foi entre as crianças com 6 anos de idade, em que para o gênero masculino o percentual foi de 29,3 % enquanto para o feminino foi 14,9%. E no gênero feminino a maior prevalência foi nas faixas etárias de 8 e de 10 a 12 anos de idade, sendo que maior a diferença percebida foi entre as crianças com 10 anos de

31 30 idade, em que para o gênero feminino o percentual foi de 21,4 % enquanto para o masculino foi 4,9%. 4.2 AVALIAÇÕES ANTROPOMÉTRICAS Tabela 2 Distribuição de variáveis: idade, peso (Kg), estatura (cm) e Índice de Massa Corporal (IMC). Gênero Feminino Masculino Idade/Variáveis Média DP Média DP 6 anos Peso (Kg) 21,2 ±3,77 23,8 ±2,89 Estatura (cm) 119,0 ±5,92 121,9 ±5,87 IMC 14,91 ±2,13 16,03 ±1,94 7 anos Peso (Kg) 21,0 ±1,90 28,3 ±5,63 Estatura (cm) 116,5 ±5,05 124,7 ±4,99 IMC 15,46 ±1,50 18,19 ±3,01 8 anos Peso (Kg) 29,2 ±9,00 24,2 ±1,60 Estatura (cm) 127,6 ±8,24 127,0 0,00 IMC 17,66 ±3,98 15,00 ±0,99 9 anos Peso (Kg) 32,8 ±8,30 32,8 ±4,26 Estatura (cm) 137,0 ±3,95 136,2 ±6,87 IMC 17,45 ±4,07 17,65 ±2,06 10 anos Peso (Kg) 31,6 ±5,60 49,3 ±7,40 Estatura (cm) 134,1 ±5,65 150,5 ±4,50 IMC 17,54 ±2,54 21,63 ±1,89 11 anos Peso (Kg) 41,9 ±9,41 35,9 ±3,30 Estatura (cm) 149,4 ±4,42 145,7 ±5,12 IMC 18,74 ±3,89 16,90 ±0,57 12 anos Peso (Kg) 47,1 ±8,40 36,9 ±2,10 Estatura (cm) 159,2 ±4,25 143,0 ±2,00 IMC 18,46 ±2,38 18,02 ±0,52 DP = Desvio Padrão De acordo com os resultados da tabela 2, observa-se que os valores médios de peso até aos nove anos são semelhantes em ambos os sexos. Já são nos

32 31 meninos de oito anos e nas meninas de apartir dos onze anos esses valores são maiores. No estudo de Fagundes e Krebs (2005) os meninos apresentaram maiores valores médios de peso em relação às meninas nas idades de sete aos nove anos. Enquanto que as meninas também apresentaram valores maiores aos onze anos. Nas as idades de sete, oito, dez e doze anos não houve diferenças significativas em ambos os gêneros. Com relação à estatura houve uma média maior no sexo feminino nos onze e doze anos e nos meninos aos dez anos. Fagundes e Krebs (2005) observaram que as meninas nas idades sete, onze e doze anos apresentaram valores de estatura maiores que os meninos da mesma idade, porém os meninos tiveram a média maior nas idades de sete aos nove anos em relação as meninas, sendo que não houve uma diferença muita significativa nas faixas etárias de oito aos dez anos de idade. Os valores médio de IMC foram maiores no gênero masculino na idade de dez anos e a média mais baixa também foi no gênero masculino, porém na idade de oito anos. Fagundes e Krebs (2005) observaram que com relação ao IMC houve variações importantes nas idades de nove e dez anos, sendo os valores médios maiores para os meninos. Enquanto que nas idades sete, oito, onze e doze anos não houve diferença significativa. 4.3 CLASSIFICAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL A PARTIR DO IMC/IDADE CONFORME OS GÊNEROS: Tabela 3: Classificação do estado nutricional a partir do IMC/I dos escolares conforme o gênero. Gênero Feminino Masculino Geral Estado Nutricional n % n % n % Magreza 2 4,8 1 2,4 3 3,6 Eutrofia 30 71, , ,1 Sobrepeso 6 14,3 4 9, ,0 Obesidade 4 9,5 7 17, ,3 Total , , ,0 N = N de alunos; % = percentual

33 32 Na classificação do estado nutricional dos escolares, segundo o IMC/Idade conforme demonstrado na tabela 3 observou-se que a maioria da amostra 71,1% (n 59) apresentou eutrofia. Os gêneros, masculino e feminino quando analisados separadamente, apresentam percentuais de eutrofia semelhantes de 70,7 e 71,4 % respectivamente. 3,6% (n 3) apresentaram magreza, já sobrepeso e obesidade tiveram valores de 12 e 13,3% respectivamente. Porém com relação ao sobrepeso e obesidade no estudo de Dos Anjos et al (2003) com escolares de 4 a 17 anos de idade, apresenta valores inferiores de 6,3 e 7,7%, quando analisando só os escolares com idades inferiores ou iguais há 10 anos a realidade muda para 16,8% do sexo feminino com sobrepeso e 5,7% com obesidade e 16,9% do sexo masculino com sobrepeso e 5,1% com obesidade. Conforme Vieira et al (2008) que realizou um estudo com escolares de 1ª a 4ª series encontrou uma prevalência de 29,8% de sobrepeso e 9,1% de obesidade, o que confirma ainda mais um aumento assustador no excesso de peso das crianças atualmente. 4.4 CLASSIFICAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL A PARTIR DO PESO/IDADE: Tabela 4: Classificação do estado nutricional a partir do Peso/Idade dos escolares. Baixo Adequado Elevado Total N % 1,5 86,6 11,9 100,0 N = N de alunos; % = percentual Na classificação do estado nutricional dos escolares, segundo o Peso/Idade observou-se que empregou dados de 67 crianças, que corresponde a 80,7% da amostra total, pois para o indicador P/I, foi utilizado apenas as crianças menores de 10 anos, sendo as de 11 a 12 classificadas só com o indicador IMC/Idade. Observar-se que 86,6% estão com o peso adequado para idade; 11,9%

34 33 com o peso elevado para idade e apenas 1,5% com baixo peso para idade. No estudo de Pegolo e Da Silva (2008), com 150 escolares de 7 a 14 anos considerou admirável a proporção de escolares classificados com baixo peso para idade através do indicador PI, apenas 2% da sua amostra em relação ao IMC/I de 10,%, porém como o PI não considera a altura isso pode justificar essa diferença. 4.5 CLASSIFICAÇÃO DA ESTATURA POR IDADE: Gráfico 1 e 2: Avaliação da Estatura/Idade Meninas/Meninos Relação Altura por Idade - Meninas Relação Estatura por Idade - Meninos 100,0% 80,0% 60,0% 40,0% 20,0% 7,1% 92,9% 120% 100% 80% 60% 40% 20% 100% 0,0% Baixa Estatura Adequado 0% Adequado De acordo com o gráfico 1, pode se observar que exclusivamente no gênero feminino foi encontrada baixa estatura e neste caso 7,1% do total da amostra das meninas. Os meninos apresentam estatura por idade 100% adequada. Neste caso o número encontrado equivale a 3,6% da amostra total. No estudo de Laurentino et al (2006) em Pernambuco, com 894 crianças em idade escolar (entre 6 e 12 anos) encontrou uma prevalência de déficit estatural de 16,9%, porem maior no gênero masculino (21,9%) comparado ao feminino (12,9%). Já Santos et al (2009), no seu estudo com adolescentes e préadolescentes identificou que o déficit estatural quando associado ao sobrepeso é mais acentuado nos maiores de 12 anos, e nas meninas (71,1%) que nos meninos. Porém naqueles que tinham estaturas normais a diferença de sobrepeso entre os sexos foi mínima (4,4%). Para Vieira et al (2008) no seu estudo com escolares de 1ª a 4ª series identificou uma prevalência de déficit de crescimento de 3,8% entre ambos os sexos. Num outro estudo em Piedade SP com 150 escolares

35 34 de 7 a 14 anos, de ambos os sexos, apresentou 4% de déficit de estatura (PEGOLO E SILVA, 2008) NÍVEL SOCIOECONÔMICO Gráfico 3: Renda Familiar Mensal Renda Familiar Mensal 50,00% 45,00% 40,00% 35,00% 30,00% 25,00% 20,00% 15,00% 10,00% 5,00% 0,00% 43,40% 28,90% 14,50% 13,20% < 1 SM > 1 SM a 2 SM > 2 SM a 4 SM > 4 SM SM = Salário Mínimo Com relação à renda familiar mensal, observar-se no gráfico 2 que 14,5% das famílias avaliadas recebem menos que 1 salário mínimo, 28,9% recebem de 2,1 a 4 salários mínimos, 13, 2% recebem mais de 4 salários e a grande maioria das famílias (43,4%) tem renda mensal 1 a 2 salários mínimos. Para Pelegrini et al (2008) no seu estudo com 282 escolares de 7 a 10 anos, cujo nível socioeconômico era baixo, observou que, a prevalência de desnutrição tem diminuído em contrapartida o sobrepeso e obesidade têm se elevado, mesmo em rendas mais inferiores, pois sua pesquisa identificou 8,2% de desnutrição que, apesar de ser um percentual alto, foi inferior ao excesso de peso de 17% das crianças. De acordo com

36 35 dados do IBGE (2008), o percentual de domicílios com rendimento familiar mensal de até ¼ de salário mínimo e com crianças chega a 19,6%. Gráfico 4: Renda per capita Renda Per capita 50,00% 45,00% 40,00% 35,00% 30,00% 25,00% 20,00% 15,00% 10,00% 5,00% 0,00% 45,80% 20,50% 20,50% 13,20% < 1/4 SM 1/4 a 1/2 SM > 1/2 a 1SM > 1 SM Analisando o gráfico 4 com relação à renda per capita pode-se observar que 20,5% das famílias recebem menos que ¼ do salário mínimo; 45, 8% entre ¼ a ½ salário mínimo (que é a grande maioria); 20,5% recebem de ½ a 1 salário mínimo, e apenas 13, 2% têm a renda per capita acima de 1 salário mínimo. Segundo Grillo et al (2000) que realizou um estudo em 15 crianças escolares do sexo feminino, eutróficas e 15 com desnutrição pregressa, observou que a desnutrição pregressa leve em crianças escolares do sexo feminino tem relação com alguns fatores como as condições socioeconômicas, e que domicílios com renda per capita inferior apresentaram um risco 26 vezes maior de desnutrição em relação aqueles com renda maior. Porém, Farias et a. (2008), que fez sua pesquisa com escolares de Porto Velho (RO) com baixo nível socioeconômico, encontrou baixa prevalência de desnutrição ou sobrepeso e obesidade, sendo 4% desnutridos, 7% com sobrepeso e 3% com obesidade, não houve diferença estatisticamente significante em relação ao sexo, quando comparado aos eutróficos.

37 36 Em 2007, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - PNAD divulgou que 30% dos brasileiros viviam com renda familiar mensal de até ½ salário mínimo per capita. Nas famílias com crianças e adolescentes de 0 a 17 anos, essa proporção sobe para 46%. Em compensação, apenas 1,7% desse segmento da população vivia com rendimento familiar de mais de 5 salários mínimos per capita GRAU DE INSTRUÇÃO DAS MÃES Gráfico 5: Grau de Instrução das Mães dos Escolares avaliados Grau Instrução das Mães 35,00% 31,30% 30,00% 25,00% 20,00% 16,90% 15,00% 13,20% 12,10% 10,00% 8,40% 8,40% 6,00% 3,60% 5,00% 0,00% Analfabeta/Prim. incompleto Fundamental incompleto Fundamental completo Médio incompleto Médio completo Superior incompleto Superior completo Não Informado Se analisarmos o grau de instrução das mães, pode-se observar que 45,6% (13,3%+31,3%) delas têm a escolaridade muito baixa. As mães com o superior completo ficaram com 8,4%; o médio incompleto foi de 12,1%; o fundamental completo apresentou 16,9%; agora no superior incompleto, foi o menor índice de 3,6%; no superior completo 9,6%; e as mães que não informaram seu grau de instrução observar-se 6%, das amostras. Quando se relaciona a escolaridade materna ou as condições financeiras familiar há uma maior evidencia no retardo do crescimento na infância. A mãe com situação econômica baixa e com o grau de instrução inferior a 3 anos de estudos comparada com a que tem maior poder aquisitivo e com 12 ou mais anos de estudo

38 37 é de mais de oito vezes. A freqüência de déficits de altura-para-idade entre crianças de mães com 12 ou mais anos de escolaridade é de 1,9% é semelhante à esperada em populações saudáveis e bem alimentada (PNDS, 2006). Segundo Grillo et al (2000), mães analfabetas apresentaram um risco 11 vezes maior de ter filhos desnutridos do que mães com algum grau de instrução.

39 38 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS Por ser uma escola localizada numa região de classe socioeconômica baixa, onde maioria das famílias (43,4%) tem renda mensal 1 a 2 salários mínimos, esperava-se encontrar um índice de baixa estatura relativamente elevado. Os resultados encontrados no presente estudo quanto ao Indicador Altura por Idade identificou 3,6% da amostra total de casos de baixa estatura sendo estes apenas na população feminina (42%). No entanto, ao observar os resultados da pesquisa pode-se concluir que não há uma amostra significativa que nos leve a afirmar que há relação entre a condição socioeconômica e baixa estatura, considerando os limites geográficos estabelecidos nesta pesquisa. Porém vale salientar que os achados, mesmo mínimos para déficit estatural, como também os achados para magreza, obesidade e sobrepeso, devem ter uma intervenção imediata por profissionais da área, afim de que, os mesmos desenvolvam ações que de alguma forma modifique esta realidade, que para estas crianças farão a diferença. Sendo assim evita-se que ocorram com as mesmas, complicações que comprometam um desenvolvimento saudável. O acesso destas crianças aos alimentos deve ser um assunto também a ser considerado, pois a realidade se apresenta sobre dois pontos de vista: um é que muitas delas vivem em estrema pobreza, tendo renda familiar muito baixa, a qual impossibilita que as famílias das mesmas tenham condições do sustento básico; outra é que embora tendo com que se manter existe uma necessidade da orientação nutricional nas escolhas e/ou nos preparos dos alimentos dentro dos lares. Foi constatado que 66,7% dos casos encontrados de déficit estatural tem uma renda média de R$ 505,00 mensais e R$ 60,00 per capita. Paradoxalmente o número de sobrepeso e obesidade também foi percebido em famílias cuja renda mensal e per capita era baixa, testificando desta forma que nova realidade nutricional se infunde em todos os extratos sociais. Vários estudos confirmam esta situação também em outros municípios. Tornando-se assim necessário que outras pesquisas semelhantes sejam realizadas em outras escolas, creches, incluindo extratos populacionais diferentes Neste campo.

40 39 REFERÊNCIAS AAKER, D. et al. Marketing research. John Wiley & Sons, Inc APPOLINÁRIO, F. Metodologia da ciência: filosofia e prática da pesquisa. São Paulo: Thamson, ASSIS, F.; VASCONCELOS, G. Avaliação Nutricional de Coletividades. 4 ed. Florianópolis: Ufesc, BARROS, F. C.; VICTORA, C. G. Epidemiologia da Saúde Infantil: um manual para diagnósticos comunitários. 3 ed. São Paulo: Hucitec - Unicef, BATISTA FILHO, M.; RISSIN A. A transição nutricional no Brasil: tendências regionais e temporais. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.19, CARVALHAES, M.A.B.L.; GOODY, I. As mães sabem avaliar adequadamente o peso das crianças?. Revista de Nutrição, v.15, n.2, Campinas, mai-ago, Conselho Nacional de Segurança Alimentar. Princípios e Diretrizes de uma Política de Segurança Alimentar e Nutricional: textos de referências para a II Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. Brasília, COSTA e SILVA, V. L.; MENDOÇA, A. L. S. A transição nutricional e suas conseqüências na formação e prevenção ao câncer. Revista CIP. V. 1, n. 2, CUPPARI, L. Nutrição Clinica no Adulto. 2. Ed. São Paulo: Manole, DA SILVA JÚNIOR, Sinézio Inácio (org); DUTRA-DE-OLIVEIRA, J. E; MACHINI, J. Sérgio. Ciências Nutricionais. Sarvier, 1998, p DEAN, A.G.; DEAN, J.A.; COULOMBIER, D. et al. Epi info. Version 6: a word processing database, and statistics program for epidemiology on microcomputers. Atlanta, Georgia, USA: Center of Disease Control and Prevention, p.

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