EXPERIÊNCIAS DO PROGRAMA DO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA KRAHÔ/CAPES/INEP/UFT

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1 269 EXPERIÊNCIAS DO PROGRAMA DO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA KRAHÔ/CAPES/INEP/UFT Joilda Bezerra dos Santos (UFT) 1 Raylon da Frota Lopes (UFT) 2 Rosiane Silva Pereira (UFT) ³ RESUMO: O Programa do Observatório da Educação tem como objetivo apoiar a realização de projetos de pesquisa em educação Escolar. No momento o foco da pesquisa está direcionado ao povo Krahô, mas especificamente, da Aldeia Manuel Alves Pequeno, próxima à cidade de Itacajá TO. O projeto é coordenado pelo Prof. Dr. Francisco Edviges Albuquerque que conta com a colaboração de bolsistas de doutorado, mestrado, graduação e principalmente aos professores da educação Básica, que atuam na escola da referida aldeia, com a participação dos professores colaboradores indígenas e não indígenas, bem como de toda a comunidade local. O programa está voltado para a produção e organização de materiais didáticos linguísticos produzidos pelos professores indígenas da comunidade Krahô, com o intuito de contribuir para a manutenção da língua e cultura indígena. Nosso foco volta-se para a produção de materiais didáticos nas áreas de Português, História e Geográfica, com objetivo de compreender como se dar a organização social e espacial do povo Krahô, além de contribuir com o fortalecimento dessa rica cultura que a cada dia vem sendo enfraquecida pelas mudanças advindas da sociedade não indígenas. Como bolsistas deste Projeto, adquirimos muitos conhecimentos e experiências, tanto teóricas como praticas, desde o início dos estudos no LALI, até as visitas em campo. Portanto as rodas de estudos juntamente com as duas visitas técnicas contribuíram para evolução da equipe como pesquisadores e abriu as portas para vivenciamos outra cultura diferente dos povos civilizados. Palavras Chaves: Cultura Krahô, Organização social, Materiais Didáticos. 1 Bolsista do Observatório de Educação, Projeto nº Edital 049/2012/CAPES/INEP, graduanda do 6º período do Curso de Tecnologia em Gestão de Cooperativas, pela Universidade Federal do Tocantins UFT, Campus de Araguaína. 2 Bolsista do Observatório de Educação, Projeto nº Edital 049/2012/CAPES/INEP, graduando do 3º período do Curso de Geografia, pela Universidade Federal do Tocantins UFT, Campus de Araguaína. 3 Bolsista do Observatório de Educação, Projeto nº Edital 049/2012/CAPES/INEP, graduanda do 6º período do Curso de Tecnologia em Gestão de Cooperativas, pela Universidade Federal do Tocantins UFT, Campus de Araguaína.

2 Introdução Devido à problemática relacionada à perda da identidade dos povos indígenas Krahô e ausência de materiais didáticos visando à manutenção da língua materna e da cultura desse povo, os educadores da Aldeia Manoel Alves Pequeno, localizada próxima à cidade de Itacajá TO, perceberam a necessidade de procurar apoio e novas metodologias para resgatar a cultura dessa comunidade. Sabemos que o ambiente escolar é um lugar de propagação de conhecimentos, com isso a necessidade de trabalhar os aspectos históricos, culturais e espaciais com o público de educadores e educandos. Desta forma ocorrerá a disseminação dos aprendizados por toda a comunidade Krahô, estimulando e conscientizando a mesma para a importância da preservação da sua identidade. Para realização desta pesquisa de campo, os instrumentos metodológicos utilizados foram entrevista semiestruturada, conversas informais e observações participantes e não participantes a fim de detectar alguns aspectos relacionados à organização e cultura indígena predominante na aldeia Manoel Alves Pequeno. Este projeto tem por finalidade a elaboração de materiais didáticos em diferentes áreas, escrito na linguagem materna Krahô e em português que irão servir de apoio à prática pedagógica dentro da aldeia, possibilitando uma ponte entre os saberes tradicionais Krahô com a educação escolar indígena. Portanto este artigo apresenta desde a história dos povos Krahô até as nossas experiências e aprendizados vivenciados até o momento. 2. Breve Histórico dos Indígenas Krahô O povo Krahô é originário da parte Nordeste do Brasil mais especificamente dos estados do Piauí e Maranhão, lá viveram por muito tempo até o seu primeiro contato com a sociedade não indígena que ocorreu a cerca de dois séculos. Ao longo desses dois séculos houve vários momentos de tensão entre os Krahô e fazendeiros da região em que moravam de um lado os indígenas, tentando conservar seu espaço e do outro os fazendeiros buscavam a expansão de seus domínios para usar as terras para a

3 271 agricultura e pecuária. Após a segunda metade do século XIX o deslocamento foi inevitável, os Krahô começaram a se movimentar em direção ao Rio Tocantins até chagarem na região onde vivem atualmente próximo às cidades de Goiatins e Itacajá no Estado do Tocantins (MELATTI, 2007). Conforme Melatti (2007) a população Krahô sofreu grandes baixas no sentido de número populacional por conta de conflitos com os fazendeiros e em certos períodos por conta de epidemias. No início do século XIX eles somavam entre e índios. Em um dos períodos de baixa a população chegou a ser de pouco mais de 500 indígenas, depois de um período escasso em termos de população, em 1989, os Krahô alcançaram o número de mais de 1000 indígenas. Em consequência desse crescimento, o número de aldeias também aumentou. A música é um dos aspectos marcantes da cultura Krahô, que também são conhecidos pelo uso do maracá, um instrumento feito do fruto da cabaça, que eles cultivam. A terra em que vivem atualmente é protegida por lei e é reserva indígena desde que o interventor do Estado de Goiás (Tocantins ainda não havia sido criado) delimitou, por meio de decreto, a terra dos Krahô (homologada pelo Governo Federal em 1990, após a criação do Tocantins, ocorrida em 1988). A aldeia em estudo é a Manuel Alves Pequeno que se localiza próximo à cidade de Itacajá, a aldeia conta com cerca de 35 famílias, cada família tem um líder podendo ser este homem ou mulher, a liderança da aldeia fica nas mãos do cacique e dos mais velhos cabendo a eles as decisões que envolvem a aldeia como um todo. Os Krahô se dividem em dois grupos, o wakàmjê e o Katàmjê que são denominados os partidos verão e inverno respectivamente. Os Partidos são grupos que se dividem nas competições de corrida de tora, cada partido fica responsável por governar a aldeia em sua respectiva estação do ano. 3. O Projeto A Educação Escolar Indígena Krahô Bilíngue e Intercultural O Núcleo de Estudo e Pesquisa com Povos Indígenas da Universidade Federal do Tocantins, campus de Araguaína, criou em 2012, o projeto intitulado A Educação

4 272 Escolar Indígena Krahô Bilíngue e Intercultural. Este projeto tem como propósito detectar as lacunas existentes na educação ofertada pela Escola 19 de Abril, buscando a manutenção da língua e cultura dos povos indígenas, especificamente os Krahô da Aldeia Manoel Alves Pequeno. (ALBUQUERQUE, 2012) Conforme Albuquerque (2012) este trabalho é uma extensão do Projeto de Pedagógico à Educação Indígena Krahô, que pretende dar continuidade na produção de materiais didáticos de apoio a educação indígena e na formação e aperfeiçoamento dos educadores indígenas, buscando uma educação escolar indígena diferenciada, bilíngue e intercultural que atenda os interesses e necessidades de toda a comunidade. A ideia do projeto surgiu com base nas dificuldades enfrentadas pelos professores em relação às práticas pedagógicas de Alfabetização em Língua Materna, à escrita ortográfica indígena, bem como na elaboração do material didático pelos próprios professores Krahô, levando em consideração os aspectos históricos, socioculturais e linguísticos desse povo. A proposta visa a ampliar as ações já existentes na escola da aldeia Krahô, em conciliação com as ações de pesquisa, envolvendo a participação de alunos bolsistas de doutorado, mestrado e graduação, além de professores indígenas Krahô, professores não indígenas que atuam na Escola e colaboradores da UFT. Os objetivos específicos do projeto foram divididos conforme as linhas de pesquisas propostas pelos professores e colaboradores da UFT. Portanto as pesquisas deste grupo de bolsistas graduandos visa identificar e coletar dados relacionados aos traços culturais e do funcionamento da organização socioespacial desde a gênese dos povos Krahô até a época atual, a fim de contribuir para o desenvolvimento dessa comunidade através da produção de materiais didáticos que enriquecerá o acervo didático desta comunidade (PACÍFICO FILHO, 2012). 4. Descrição da Experiência e Resultados Promovidos pelo Projeto O relato aqui desenvolvido se trata das experiências vivenciadas na aldeia Manuel Alves Pequeno, situada próxima ao Município de Itacajá no estado do

5 273 Tocantins. Essa experiência é fruto do Projeto do Programa do Observatório da Educação/CAPES/INEP/UFT, intitulado A Educação Escolar Indígena Krahô Bilíngue e Intercultural que faz parte também de um convênio entre o Campus Universitário de Araguaína (UFT/ SEDUC). Através da Coordenação de Educação Indígena da FUNAI/Palmas, firmado pelas duas instituições. Tem como objetivo principal realizar trabalhos direcionados à educação e sustentação da cultura local, pois aos poucos ela vem se desestabilizando devido à interferência dos povos não indígenas. O Programa, também, está voltado para a realização de projetos de pesquisa em ensino e educação, vinculados aos Programas de Pós-graduação, doravante denominados pela sigla PPGL, que oferecem cursos de doutorado e mestrado acadêmico, com o intuito de fomentar a produção acadêmica e a formação de recursos humanos em educação e áreas afins. O projeto nos proporcionou a troca de experiência, a prática do conhecimento adquirido nas reuniões e grupos de estudos, ao mesmo tempo. Em paralelo, o programa visa a oferecer a um grupo de indígenas da aldeia Manuel Alves pequeno, bem como a elaboração de livros na língua Krahô em diversas áreas do conhecimento, com o intuito de melhorar e proporcionar uma educação mais desenvolvida e apropriada a eles. Durante a primeira visita, tivemos a oportunidade de ver e apreciar a Festa da Batata manifestação cultural do povo Krahô que é realizada uma vez por ano. Nessa festa ocorreram corridas com toras onde os indígenas mostram sua força, cantorias, brincadeiras de Hôxwa, também aconteceram reuniões para decidir os nomes dos livros, de Alfabetização Krahô, Alfabeto Ilustrado e Literatura Krahô, que estão em fase de publicação, além das oficinas, pesquisas em campo nas casas dos indígenas e inicio de da Festa da Laranja. Na segunda visita, realizamos atividades mais específicas sobre a organização social e espacial da aldeia, houve também apresentações dos indígenas do Ensino Fundamental ao Ensino Médio. As ações executadas e apresentadas neste projeto trouxeram e ainda trarão benefícios tanto para a aldeia, quanto para os bolsistas envolvidos no projeto. Em relação aos indígenas, os benefícios começaram a ser observados, desde o início da preparação dos livros, e seguirá até a divulgação dos mesmos. De acordo com o cacique da aldeia, o Programa A Educação Escolar Indígena Krahô Bilíngue e Intercultural, Dodanin, eles estão aprendendo muito com a

6 274 experiência, ela está sendo de grande valia, estou aprendendo as coisas devagar e estou aberto a parcerias, amizades. Sejam bem vindos e sejam nossos amigos. Segundo ele o uso dos livros na língua materna trará mudanças no processo de aprendizagem das crianças e adultos estudantes, pois a maioria dos Krahô não foi alfabetizada na língua materna e sim na língua portuguesa. Segundo o Professor Dodanin Krahô, às vezes, tenho dificuldades em algumas letras e muitas vezes misturam as línguas quando estou escrevendo, e que a criança fala de forma informal, diferente da escrita. Em relação a nossa experiência só temos a dizer que está sendo incrível e fundamental para nossa vida como pessoas e acadêmicos, vimos que é necessário se abrir e dá oportunidade ao que é desconhecido, senão nunca teremos o conhecimento que nos é necessário. Pode-se perceber que o entusiasmo em compartilhar conhecimentos que possuímos e adquirimos em prática as teorias vistas nas reuniões e grupos de estudo só tem acrescentado. Além disso, como bolsistas, vimos à importância de ser integrante desse projeto, que proporcionou conhecimentos diversos e a prática da cidadania. Portando, partindo dessas premissas, podemos afirmar que os objetivos do Projeto estão sendo alcançados, uma vez que todas as atividades programadas para este ano, foram todas realizadas a contento, com resultado disso, está acontecendo à publicação dos referidos livros, mencionados anteriormente, e, que serão entregues no início do ano que vem à comunidade Krahô de Manoel Alves, que fará a distribuição para as demais escolas Krahô. 5. Considerações Finais Os Krahô são conhecidos por seus aspectos culturais, seja na música, no uso do maracá aspectos fortes na cultura desse povo o que ao longo da sua história ressente vem retomando esses e outros aspectos da sua cultura que antes estavam sendo deixado de lado pelo contato com os não indígenas, O programa do Observatório da Educação tem como foco contribuir para essa retomada dos aspectos culturas e a produção de materiais didáticos para serem usados nas escolas indígenas Krahô com suporte didático/pedagógico.

7 275 Este projeto possibilitou a integração deste grupo de alunos de graduação na pesquisa cientifica, no qual um dos objetivos foi nos incentivar a prática da pesquisa por meio dos instrumentos metodológicos, como as entrevistas semiestruturadas, conversas informais, observação participativa, observação não participativa. Dessa maneira as pesquisas de campo serviram como suporte para as atividades do projeto desenvolvidas dentro da aldeia, sendo utilizada para analise e interpretação dos dados coletados e das necessidades atuais dos indígenas e, consequentemente, para a elaboração dos materiais didáticos como dos livros em diversas áreas do conhecimento, escritos na língua materna dos Krahô processo educacional, dessa forma contribuindo para uma educação de qualidade, bilíngue, diferenciada e intercultural. Portanto, as experiências, obtidas através do contato com esse povo, têm sido muito construtivas para o nosso crescimento acadêmico, uma experiência antropológica muito gratificante, partindo desse pressuposto, esperamos contribuir ao ainda mais e ao máximo para a construção de uma melhor educação, específica, voltada para os aspectos culturais do povo Krahô. Referências Bibliográficas ALBUQUERQUE, F. E. PACIFICO, M.F et al. Projeto: A Educação Escolar Indígena Krahô Bilíngue e Intercultural, MELATTI, J.C. Revista História Viva, nº 41, O curioso modo de vida dos Krahô. Editora Duetto. São Paulo. Março de p POVOS Indígenas no Brasil. Disponível em: < >. Acesso em 25 de out. 2013

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