OS ESPAÇOS NO COTIDIANO DAS CRIANÇAS NAS ESCOLAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "OS ESPAÇOS NO COTIDIANO DAS CRIANÇAS NAS ESCOLAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL"

Transcrição

1 OS ESPAÇOS NO COTIDIANO DAS CRIANÇAS NAS ESCOLAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL Carmen Isabel Pieper Universidade Federal de Pelotas INTRODUÇÃO O trabalho consiste em um ensaio que discute algumas ideias que circulam a cerca dos espaços e das crianças dentro das escolas de Educação Infantil. A partir de uma preocupação para com a pouca visibilidade que ainda é dada aos alunos socialmente e a falta de reconhecimento sobre a importância dos espaços para os mesmos, para seus usos e apropriações é que surge a proposta de uma reflexão no qual consiste em capturar fragmentos de estudos que apresentam contribuições sobre os espaços no cotidiano das crianças nas Escolas de Educação Infantil. As relações do indivíduo com o espaço fazem parte dos primeiros aprendizados culturais e não cessam de se desenvolver. Na infância os lugares possuem um valor significativo, um valor que é compartilhado pelas crianças. Os espaços são importantes na socialização dos indivíduos, sejam eles o espaço familiar ou escolar (sala de aula, pátio, pracinha). O espaço escolar é uma construção social que possui relações com as atividades realizadas na escola. Atualmente os espaços destinados para as criança encontram-se limitados devido a uma série de justificativas, as crianças estão confinadas nas escolas, dentro das casas ou pátios, perdem não apenas o espaço físico, mas sobretudo altera estruturalmente suas condições de produzir e de se relacionar com a cultura e com a sociedade, da mesma

2 forma que limita-se também o espaço para os sonhos e fantasias, e isso não favorece o processo de desenvolvimento e formação das crianças, desrespeitando-os como sujeitos de direitos. Essa discussão respalda-se em Wallon (1989) e Vygotsky (1984) pois, para ambos autores o meio social é fator preponderante no desenvolvimento dos indivíduos, as modificações no plano mental e social, físico e intelectual das crianças estabelecem novas e complexas relações e incidem em modificações também no meio em que estão inseridas. Inicialmente as crianças possuem a concepção do espaço centradas no corpo, uma percepção de si mesma, só depois que elas descentralizam partindo para novas fronteiras, para o não eu, e enquanto alunos eles percebem o espaço como algo que existe em torno dele. O espaço corporal é a base cognitiva sobre a qual se delineia a exploração do espaço. A consciência do corpo constrói-se, lentamente até a adolescência, quando há a elaboração completa do esquema corporal em função do amadurecimento do sistema nervoso, da relação eu-mundo e da representação que a criança faz de si mesma e do mundo em relação a ela. Lembrando-se que o corpo constitui-se como peça fundamental de organização do espaço-tempo (PIAGET, 1936). Logo, o corpo configura-se como o primeiro elemento de organização no espaço e no tempo. Segundo Piaget (1973) a representação do espaço para a criança é uma construção internalizada a partir das ações e das manipulações sobre o ambiente espacial próximo do qual ela faz parte. METODOLOGIA O presente trabalho será uma pesquisa bibliográfica. Inicialmente desenvolvemse os conceitos os quais são importantes para a fundamentação do texto. Os conceitos e

3 definições descrevem a investigação, sendo construídos com base na prática de campo e na bibliografia referente à área estudada. Para elaborar o trabalho, será realizado um levantamento bibliográfico, ou seja, buscarei conceitos e bases em material já elaborado, no qual se realizará um momento de leitura em busca de elementos relevantes, que serão recolhidos para reforçar e fundamentar meu trabalho. As referências bibliográficas são imprescindíveis para o aprofundamento da pesquisa, uma vez que trazem informações para a reconstrução do conhecimento. O QUE É O ESPAÇO? O espaço não é simplesmente físico, é parte das relações. O espaço adotado aqui é o espaço social, na perspectiva de que o indivíduo o produz. No dizer de Carlos (1992, p.15) o espaço geográfico deve ser concebido como um produto histórico e social das relações que se estabelecem a sociedade e o meio circundante. Não se trata de um qualquer espaço, genérico, mas de um espaço concreto, real. É interessante a explanação de Lima: Integrando às primeiras sensações do ser humano, o espaço é o elemento material através do qual a criança experimenta o calor, o frio, a luz, a cor, o som, e, numa certa medida a segurança o espaço material é, pois, um pano de fundo, a moldura, sobre o qual as sensações se revelam e produzem marcas profundas que permanecem, mesmo quando as pessoas deixam de ser crianças.

4 É através dessa qualificação que o espaço físico adquire nova condição: a de ambiente. (1989, p. 13) Conforme Vieira (2011, p.210): A importância dessa concepção, que incorpora a ideia do espaço como um produto social, que a um só tempo é resultado e condição do processo de produção, é fundamentalmente para a análise do espaço produzido na atualidade. Somente assim será possível entender a significação que tem o espaço, como gerador de valores e comportamentos, de vivências, enfim de elementos integrantes da cultura. Ainda neste sentido França discorre da seguinte maneira: Não há uma definição que possa ser tomada como mais abrangente ou a mais correta, pois elas estão ligadas a uma série de questões epistemológicas, ao desenvolvimento das ciências e a reorganização social do homem. Há sempre um componente circunstancial envolvido, como a falta de conhecimento de um determinado aspecto, causada pela insuficiência de meios disponíveis e/ou pelas barreiras culturais estabelecidas. (1994, p.17)

5 O espaço e o tempo estão ligados a um carácter exclusivamente subjetivo. A superação da exclusividade do seu próprio ponto de vista permite a superação progressiva e gradual do egocentrismo (SILVA, 2010, p. 104). O espaço das crianças pode ser tão subjetivo que eles não compreendem a diferença do ponto de vista dos outros. Conforme Rosa e Nisio (2002) apud Silva (2010, p. 107): As noções de espaço estão diretamente ligadas às noções de tempo, pois o nosso corpo se coordena no espaço de acordo com o tempo. Para a criança desenvolver a percepção espacial, é importante que ela saiba reconhecer as partes de seu próprio corpo e situá-las no espaço. Horn aborda o espaço como: O espaço é entendido sob uma perspectiva definida em diferentes dimensões: a física, a funcional, a temporal e a relacional, legitimando-se como um elemento curricular. A partir desse entendimento, o espaço nunca é neutro. Ele poderá ser estimulante ou limitador de aprendizagens, dependendo das estruturas espaciais dadas e das linguagens que estão representadas. (2004, p.35)

6 Todos os tipos de espaços unem o indivíduo a sociedade: Os espaços que frequentamos emitem ondas antropológicoculturais, às quais não somos refratários. O ambiente que nos envolve exerce uma influência direta na criação de uma concepção de mundo, assim como essa concepção interfere na formação do ambiente. (França 1994, p. 98) Ao analisar o espaço, deve-se ter em mente as relações sociais que ali se desenvolvem. O conceito de espaço é muito basilar, análises desse objeto de estudo que lhes define é justamente a possibilidade de serem espacializados. APROPIAÇÃO DO ESPAÇO PELAS CRIANÇAS O espaço utilizado é onde é realizado as atividades, é o espaço conjugado ao ambiente. Diante disso, França (1994, p.36) aborda sobre a interação do homem em multi-espaços fora do seu território, o ser humano é obrigado a equacionar suas relações espaciais e ajustar comportamentos-padrão para os diferentes tipos de lugar, o que dificulta uma convivência lúdica com cada situação. Ainda neste contexto Horn (2004, p.28) afirma que é no espaço físico que a criança consegue estabelecer relações entre o mundo e as pessoas, transformando-o em um pano de fundo o qual se inserem emoções. Essa qualificação do espaço físico é que o transforma em ambiente. As noções de espaços e tempo apresentadas, em geral, pelas crianças da educação infantil estão em estreito relacionamento com seu desenvolvimento intelectual, constituem uma ferramenta ao pensamento. Muitas condutas observadas na

7 educação infantil sofrem enorme influência do egocentrismo, pois envolvem a dificuldade de se pôr no lugar do outro. (Silva, 2010, p106). O lúdico pode se tornar elemento que auxilia na construção de noção de espaço. Várias brincadeiras estimulam essa construção, nelas é preciso organizar o movimento do corpo e também a dos deslocamentos de objetos, há juntamente uma coordenação espacial. O brincar exercita a capacidade de produção e compreensão do conhecimento. Na apropriação do espaço pelas crianças as mesmas podem desenvolver sentimentos ambivalentes por certos lugares (...) que lhe pertencem. (Tuan 1983, p51). Ainda que a criança pequena não tenha plena consciência do desenvolvimento da noção de espaço, ela está coordenando ações que são importantes para o desenvolvimento da inteligência. Algumas brincadeiras desenvolvem a organização espacial coletiva, além de permitirem o desenvolvimento de atividade de coordenação motora, reflexo e a cooperação entre o grupo. As brincadeiras são exemplos que trazem o corpo como elemento central de construção da noção de espaço, atravessada pela ludicidade própria da educação infantil, suas necessidades físicas, sociais e intelectuais, ao se modificarem, incidem em modificações também no meio que estão inseridas ( Barbosa & Horn, 2008, p.50). A apropriação de um espaço pela criança acredita-se que ela possa colocar suas marcas e alterá-la de alguma forma. A participação na escola se ocorre com a valorização da capacidade de transformação de cada indivíduo. São os mesmos espaços que lhes asseguram identificação, transição e passagem para o ser adulto, ou seja, é um elemento ativo de condicionamento da criança para o futuro adulto Portanto, a educação infantil, no que tange a construção do espaço e do tempo, pode se configurar como um importante momento no qual as crianças exploram as possibilidades do meio, encontram desafios para chegar de um ponto ao outro, aprendem os elementos sequenciais para realizar uma tarefa (Silva, 2010, p. 102). Na

8 escola as crianças brincam conforme os espaços permitem, retratando as condições do lugar e nem sempre são de acesso livre e espontâneo para os alunos. CONSIDERAÇÕES FINAIS Diversos tipos de atividades envolvem a jornada dos professores e das crianças em uma escola. A utilização e a organização de espaço e do tempo refletem a concepção pedagógica e interferem diretamente na construção da autonomia. É nesse espaço interno e externo que as crianças exercem suas criatividades e também podem contestarem o que desaprovam, onde possam movimentar-se com liberdade interagindo com a cultura que os rodeiam, contribuindo para a construção de linguagens infantis e incentivar experiências corporais, sociais e afetivas, ajudar a estruturar as funções motoras, sensoriais, simbólicas, lúdicas e relacionais. A criança deve ser vista como protagonista, analisando-as como sujeitos ativos, como alguém que vive o próprio tempo, que o utiliza seu espaço como desejar. Com a transformação advinda deste momento livre do uso do espaço a ideia central é que as crianças participem ativamente das atividades planejadas, assim tanto os professores quantos os alunos têm muito a ganhar. O professor de educação infantil em sua prática tem o espaço como um parceiro, um recurso e um instrumento para seu trabalho, faz parte da ação pedagógica, pois ele é configurado com símbolos, signos e lugar, e essa configuração não é criada mas sim descoberta e apropriada pelas crianças, o docente deve aproveitar para construir um trabalho tendo como suporte o espaço que irá ocupar. Deve-se considerar o espaço das crianças como provocadores e desafiadores de interações e não como aliados ao controle dos corpos e dos movimentos, uma imobilidade artificial, que propiciem ações autônomas por parte das mesmas, que

9 tenham iniciativas que garantem a sua autonomia, que possam se movimentarem com total liberdade. Desse modo, as crianças diante dessa realidade possam relacionar a brincadeira, o tempo, as culturas com suas experiências. As crianças devem interagir com o meio e com os parceiros descentralizando a figura do professor, utilizando todos os espaços das instituições. Levar em consideração suas necessidades básicas e suas potencialidades, promover a autonomia moral e intelectual, despelando curiosidades, imaginações e ideias, possibilitando também interações mais complexas. Motivando suas vontades, as crianças assumem diferentes papéis e aprendem a se conhecer melhor. A partir das relações que se estabelece com a realidade ao longo da existência constrói-se as próprias concepções de espaço e de mundo. Portanto, esses protagonistas devem viver seu próprio tempo, fazendo explorações do mundo para assim representálo. Além disso, as crianças mostram conhecer as peculiaridades de cada lugar que convivem. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS BARBOSA, Maria Carmen Silveira; HORN, Maria da Graça Souza. Projetos Pedagógicos na Educação Infantil. Porto Alegre: Artmed, CARLOS, Ana Fani Alessandri. Espaço e Indústria. 5 ed. São Paulo: Hucitec, FORNERO, L.I. A organização dos espaços na educação infantil. In: ZABALZA, M. Qualidade na educação infantil. Porto Alegre: Artmed, FRANÇA, Lilian Cristina Monteiro. Caos-Espaço-Educação. São Paulo: Annablume, 1994.

10 HORN, Maria da Graça Souza. Sabores, cores, sons, aromas: a organização dos espaços na educação infantil. Porto Alegre: Artmed, LIMA, Mayumi Souza. A cidade e a Criança. São Paulo: Nobel, PIAGET, Jean, INHELDER, Barbel. (1948). A representação do espaço na criança. Porto Alegre: Artes Médicas, PIAGET, Jean. A noção de tempo na criança. Rio de Janeiro: Record, SILVA, João Alberto da. Brincadeiras, espaços e tempo: um estudo sobre as práticas pedagógicas na Educação Infantil. IN: FIGUEIREDO, Márcio Xavier Bonorino. Diários Educativos: cultura, infância e educação infantil. Pelotas: Ed.Universitária da UFPEL, (97-113). VIEIRA, Sidney Gonçalves. Praticando o conceito de espaço. IN: RODRIGUES, Paulo Roberto Quintana. Geografia: textos, práticas e reflexões. Pelotas: Editora da UFPEL, VYGOTSKY, L.S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, WALLON, Henri. Origens do pensamento na criança. São Paulo: Manole, 1989.

A APROPRIAÇÃO DOS ESPAÇOS PELAS CRIANÇAS

A APROPRIAÇÃO DOS ESPAÇOS PELAS CRIANÇAS A APROPRIAÇÃO DOS ESPAÇOS PELAS CRIANÇAS Carmen Isabel Pieper 1 INTRODUÇÃO O trabalho consiste em um ensaio que discute algumas ideias que circulam a cerca dos espaços e das crianças dentro das escolas

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

Tempos e Espaços na Educação Infantil

Tempos e Espaços na Educação Infantil Tempos e Espaços na Educação Infantil PPPPPP Professora Esp. :Adriana Maria Ramos Barboza PPPPpProfessorappppPPPPPP PP çç É tarefa dos educadores organizar o espaço e o tempo das escolas infantis, sempre

Leia mais

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar Colégio La Salle São João Professora Kelen Costa Educação Infantil Educação Infantil- Brincar também é Educar A importância do lúdico na formação docente e nas práticas de sala de aula. A educação lúdica

Leia mais

As diferentes linguagens da criança: o jogo simbólico

As diferentes linguagens da criança: o jogo simbólico As diferentes linguagens da criança: o jogo simbólico Mariana Antoniuk 1 Dêivid Marques 2 Maria Angela Barbato Carneiro ( orientação) 3 Abordando as diferentes linguagens da criança neste ano, dentro do

Leia mais

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças PADILHA, Aparecida Arrais PMSP cidarrais@yahoo.com.br Resumo: Este artigo apresenta uma

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC FIGUEIREDO, Anelice Maria Banhara - SME / Chapecó/SC anelicefigueiredo@gmail.com LORENZET, Simone Vergínia - SME

Leia mais

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Josiane Lima Zanata (Seduc) josianezanata@hotmail.com Ivani Souza Mello (UFMT) ivanimello1@hotmail.com

Leia mais

O PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DOS JOGOS EDUCATIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL

O PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DOS JOGOS EDUCATIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 975 O PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DOS JOGOS EDUCATIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL Drielly Adrean Batista

Leia mais

tido, articula a Cartografia, entendida como linguagem, com outra linguagem, a literatura infantil, que, sem dúvida, auxiliará as crianças a lerem e

tido, articula a Cartografia, entendida como linguagem, com outra linguagem, a literatura infantil, que, sem dúvida, auxiliará as crianças a lerem e Apresentação Este livro tem o objetivo de oferecer aos leitores de diversas áreas do conhecimento escolar, principalmente aos professores de educação infantil, uma leitura que ajudará a compreender o papel

Leia mais

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G)

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) Resumo: Este artigo procurou abordar o ensino da matemática na Educação Infantil através de brincadeiras,

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1

CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1 . PREFEITURA MUNICIPAL DO SALVADOR Secretaria Municipal de Educação e Cultura SMEC Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico CENAP CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1 Angela Freire 2

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas:

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas: EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil, enquanto segmento de ensino que propicia um maior contato formal da criança com o mundo que a cerca, deve favorecer a socialização da criança, permitir a interação

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1988 CONSTITUIÇÃO FEDERAL ANTECEDENTES Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum

Leia mais

Ciclos educativos. Desenvolvimento Humano

Ciclos educativos. Desenvolvimento Humano Estágios; Processo; Desenvolvimento; Conhecimento; Experiência cultural; Múltiplas inteligências; Aprendizagem; Educação; Desenvolvimento Humano Ciclos educativos Infantil; Fundamental; Fund. I e II Médio;

Leia mais

A imagem do corpo e o brincar virtual: perspectivas sobre a infância contemporânea

A imagem do corpo e o brincar virtual: perspectivas sobre a infância contemporânea A imagem do corpo e o brincar virtual: perspectivas sobre a infância contemporânea Érica Fróis O objetivo deste trabalho é discutir o brincar na internet e a construção da Imagem do corpo na criança a

Leia mais

mhtml:file://c:\documents and Settings\Angela Freire\Meus documentos\cenap 2...

mhtml:file://c:\documents and Settings\Angela Freire\Meus documentos\cenap 2... Page 1 of 6 O lúdico na educação infantil Com relação ao jogo, Piaget (1998) acredita que ele é essencial na vida da criança. De início tem-se o jogo de exercício que é aquele em que a criança repete uma

Leia mais

O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA Thaís Koseki Salgueiro 1 ; Ms. Ozilia Geraldini Burgo 2 RESUMO: Este projeto tem como objetivo apresentar o trabalho de campo desenvolvido

Leia mais

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD Município: Pirassununga Estado: São Paulo Turma: 440 Pólo: Fundação de Ensino de Pirassununga Tutor (a): Inez Nunes Paula

Leia mais

A LUDICIDADE NO CONTEXTO ESCOLAR

A LUDICIDADE NO CONTEXTO ESCOLAR Resumo A LUDICIDADE NO CONTEXTO ESCOLAR Ana Regina Donato de Moraes 1 Lourdes Keila Casado Pulucena 2 Lucieni Vaz dos Santos 3 Aprender brincando não é apenas um passatempo, quando se trata de ensinar.

Leia mais

Organização do espaço e do tempo na Educação Infantil. TEMA 03 Profª Luciana Ribeiro Pinheiro

Organização do espaço e do tempo na Educação Infantil. TEMA 03 Profª Luciana Ribeiro Pinheiro Organização do espaço e do tempo na Educação Infantil TEMA 03 Profª Luciana Ribeiro Pinheiro DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL (2010) (p. 19-20) Organização de Espaço, Tempo e

Leia mais

PROCESSO SELETIVO PARA PROFESSORES SUBSTITUTOS EDITAL

PROCESSO SELETIVO PARA PROFESSORES SUBSTITUTOS EDITAL EDUCAÇÃO INFANTIL 01) Tomando como base a bibliografia atual da área, assinale a alternativa que destaca CORRE- TAMENTE os principais eixos de trabalho articuladores do cotidiano pedagógico nas Instituições

Leia mais

RESUMO. Palavras chave: Brinquedo. Brincar. Ambiente escolar. Criança. INTRODUÇÃO

RESUMO. Palavras chave: Brinquedo. Brincar. Ambiente escolar. Criança. INTRODUÇÃO A FUNÇÃO DO BRINQUEDO E OS DIVERSOS OLHARES Érica Cristina Marques de Oliveira- erikacmo06@hotmail.com Rafaela Brito de Souza - rafa_pdgg@hotmail.com.br Raquel Cardoso de Araújo- raquelins1@hotmail.com

Leia mais

FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS

FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS Lourdes Helena Rodrigues dos Santos - UFPEL/F/AE/PPGE Resumo: O presente estudo pretende compartilhar algumas descobertas,

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA 1 A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA INTRODUÇÃO O tema a ser estudado tem como finalidade discutir a contribuição da Educação Física enquanto

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Abril2014

Atividades Pedagógicas. Abril2014 Atividades Pedagógicas Abril2014 II A Jogos As crianças da Turma dos Amigos, desde os primeiros dias de aula, têm incluídos em sua rotina as brincadeiras com jogos de encaixe. Vários jogos estão disponíveis

Leia mais

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Brincadeiras que ensinam Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Por que as crianças brincam? A atividade inerente à criança é o brincar. A criança brinca para atribuir significados

Leia mais

A ABORDAGEM DA GEOMETRIA COM CRIANÇAS NA PRÉ-ESCOLA: NÍVEL II

A ABORDAGEM DA GEOMETRIA COM CRIANÇAS NA PRÉ-ESCOLA: NÍVEL II 1 A ABORDAGEM DA GEOMETRIA COM CRIANÇAS NA PRÉ-ESCOLA: NÍVEL II Donizeth Henrique Aleluia Vieira 1 Paula Rodrigues de Souza 2 Suely Miranda Cavalcante Bastos 3 Resumo: Juntamente com o campo dos Números

Leia mais

2.1 INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO INFANTIL: CARACTERÍSTICAS E ESPECIFICIDADES

2.1 INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO INFANTIL: CARACTERÍSTICAS E ESPECIFICIDADES 2.1 INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO INFANTIL: CARACTERÍSTICAS E ESPECIFICIDADES De acordo com a Abordagem Histórico-Cultural, que fundamenta está proposta, a Instituição de Educação Infantil deverá ser pensada

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS

EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS Conhecimento do Mundo Formação Pessoal e Social Movimento Linguagem Oral e Escrita Identidade e Autonomia Música Natureza e Sociedade Artes Visuais Matemática OBJETIVOS

Leia mais

A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES

A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES Mércia Rodrigues Gonçalves Pinheiro, UESB RESUMO O presente trabalho foi articulado através de pesquisa de campo, utilizando observação direta e entrevista

Leia mais

DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO MENTAL DO INDIVIDUO

DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO MENTAL DO INDIVIDUO DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO MENTAL DO INDIVIDUO Maria Sebastiana Gomes Mota¹ Francisca Elisa de Lima Pereira² Resumo: Este artigo tem como objetivo

Leia mais

13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS

13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS 13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS A importância da formação pessoal e social da criança para o seu desenvolvimento integral e para a

Leia mais

Tecnologia do Pará IFPA. gomesisaias68@yahoo.com.br. 1 Graduando do Curso de Licenciatura em Geografia do Instituto Federal de Educação, Ciência e

Tecnologia do Pará IFPA. gomesisaias68@yahoo.com.br. 1 Graduando do Curso de Licenciatura em Geografia do Instituto Federal de Educação, Ciência e GEOGRAFANDO BELÉM Isaias Gomes de Jesus Junior 1 Resumo O presente artigo vem apresentar a Tecnologia Educacional Geografando Belém. Esta Tecnologia Educacional, de princípio, foi desenvolvida para apresentar

Leia mais

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Gislaine Franco de Moura (UEL) gislaine.franco.moura@gmail.com Gilmara Lupion Moreno (UEL) gilmaralupion@uel.br

Leia mais

Principais discussões sobre o ensino-aprendizagem de matemática na educação infantil

Principais discussões sobre o ensino-aprendizagem de matemática na educação infantil 1 Introdução: A matemática é uma disciplina de fundamental importância na vida de todo mundo. Desde tempos antigos o ensino dessa matéria vem fazendo cada vez mais parte da vida dos seres humanos. Basta

Leia mais

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva A criança que chega à escola é um indivíduo que sabe coisas e que opera intelectualmente de acordo com os mecanismos de funcionamento

Leia mais

A Educação Física como meio de inclusão social: mito ou verdade?

A Educação Física como meio de inclusão social: mito ou verdade? A Educação Física como meio de inclusão social: mito ou verdade? Discente em formação do curso de Licenciatura Plena em Educação Física, da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB, Campus Jequié.

Leia mais

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA.

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. OLIVEIRA 1, Jordânia Amorim da Silva. SOUSA 2, Nádia Jane de. TARGINO 3, Fábio. RESUMO Este trabalho apresenta resultados parciais do projeto

Leia mais

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias EDUCAÇÃO FÍSICA COMO LINGUAGEM: ÍNTIMA RELAÇÃO BIOLÓGICO- SOCIAL

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias EDUCAÇÃO FÍSICA COMO LINGUAGEM: ÍNTIMA RELAÇÃO BIOLÓGICO- SOCIAL 10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias EDUCAÇÃO FÍSICA COMO LINGUAGEM: ÍNTIMA RELAÇÃO BIOLÓGICO- SOCIAL Pâmella Gomes de Brito pamellagomezz@gmail.com Goiânia, Goiás

Leia mais

O JOGO EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Valéria Cristina Giacometti 1, Rosiclaire Barcelos 1, Carmen Lúcia Dias 2

O JOGO EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Valéria Cristina Giacometti 1, Rosiclaire Barcelos 1, Carmen Lúcia Dias 2 1099 O JOGO EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Valéria Cristina Giacometti 1, Rosiclaire Barcelos 1, Carmen Lúcia Dias 2 1 Discente do Mestrado em Educação da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. 2 Docente

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com 803 AS CONTRIBUIÇÕES DO LÚDICO PARA O DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL INFANTIL NO CONTEXTO ESCOLAR Rafaela Reginato Hosokawa, Andréia Cristiane Silva Wiezzel Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

PROCESSO SELETIVO EDITAL 05/2014

PROCESSO SELETIVO EDITAL 05/2014 PROCESSO SELETIVO EDITAL 05/2014 CARGO E UNIDADES: Professor de Educação Infantil e Fundamental (MACAÍBA) Atenção: NÃO ABRA este caderno antes do início da prova. Tempo total para resolução desta prova:

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NO DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL DA CRIANÇA RESUMO

A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NO DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL DA CRIANÇA RESUMO A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NO DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL DA CRIANÇA *Sandra Rejane Silva Vargas **Luiz Fernandes Pavelacki RESUMO O presente trabalho tem como principal objetivo identificar qual a importância

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL * Rita de Cássia Lindner Kaefer **Ana Eleonora Sebrão Assis RESUMO O objetivo do presente artigo é apresentar uma reflexão a respeito da importância

Leia mais

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS Cordeiro, Juliana SEMED/Pinhais, vínculo efetivo, Pinhais, Paraná, Brasil juliana.cordeiro@pinhais.pr.gov.br

Leia mais

Núcleo de Educação Infantil Solarium

Núcleo de Educação Infantil Solarium 0 APRESENTAÇÃO A escola Solarium propõe um projeto de Educação Infantil diferenciado que não abre mão do espaço livre para a brincadeira onde a criança pode ser criança, em ambiente saudável e afetivo

Leia mais

A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo

A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL Maria Elany Nogueira da Silva Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo Este presente artigo pretende refletir idéias sobre o brincar na Educação Infantil,

Leia mais

OFICINA BRINCADEIRAS TRADICIONAIS COM SUCATAS: A EXPERIÊNCIA DO PROJETO DE EXTENSÃO LUDOTECA EM MOVIMENTO

OFICINA BRINCADEIRAS TRADICIONAIS COM SUCATAS: A EXPERIÊNCIA DO PROJETO DE EXTENSÃO LUDOTECA EM MOVIMENTO OFICINA BRINCADEIRAS TRADICIONAIS COM SUCATAS: A EXPERIÊNCIA DO PROJETO DE EXTENSÃO LUDOTECA EM MOVIMENTO Área Temática: sociedade e educação. Anilde Tombolato Tavares da Silva (Coordenadora da Ação) Autores

Leia mais

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos.

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos. Etapa de Ensino Faixa Etária Prevista Duração Educação Infantil 3 a 5 anos Ensino Fundamental: Anos Iniciais 6 a 10 anos 5 anos Ensino Fundamental: Anos Finais 11 a 14 anos 4 anos EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL SANTOS, Joseane Pereira dos Discente do Curso de Licenciatura em Pedagogia UESC joseanesantos0222gmail.com ALVES, Cândida Maria Santos Daltro Professora Orientadora,

Leia mais

JUSTIFICATIVA OBJETIVOS GERAIS DO CURSO

JUSTIFICATIVA OBJETIVOS GERAIS DO CURSO FATEA Faculdades Integradas Teresa D Ávila Plano de Ensino Curso: Pedagogia Disciplina: Fundamentos Teoricos Metodologicos para o Ensino de Arte Carga Horária: 36h Período: 2º ano Ano: 2011 Turno: noturno

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Camila Lacerda Ortigosa Pedagogia/UFU mila.lacerda.g@gmail.com Eixo Temático: Educação Infantil Relato de Experiência Resumo

Leia mais

V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP- 2014. Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO.

V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP- 2014. Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO. V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP- 2014 Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO. RESUMO Adriana Vieira de Lima Colégio Marista Arquidiocesano

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula INTRODUÇÃO Josiane Faxina Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Câmpus Bauru e-mail: josi_unesp@hotmail.com

Leia mais

CONHECIMENTOS GERAIS (5 questões)

CONHECIMENTOS GERAIS (5 questões) 1. Paulo Freire na sua concepção pedagógica parte de alguns princípios que marcam, de forma clara e objetiva, o seu modo de entender o ato educativo. Considerando as características do pensamento desse

Leia mais

Aprendizagem na Educação Musical

Aprendizagem na Educação Musical Aprendizagem na Educação Musical Flávia Rizzon Universidade Federal do Rio Grande do Sul Resumo: O presente texto refere-se à importância de reavaliar a didática na área da Educação Musical, relacionando-a

Leia mais

O LÚDICO: JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Simone Helen Drumond Ischkanian

O LÚDICO: JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Simone Helen Drumond Ischkanian O LÚDICO: JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. O projeto - o lúdico: jogos, brinquedos e brincadeiras na construção do processo de aprendizagem

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA FORMAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização:

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Lúcia Peranzoni 1 Fabiana Lacerda da Silva 2 Resumo: O presente trabalho foi desenvolvido na disciplina Estágio Básico II no segundo semestre de 2011, tendo

Leia mais

REVISTA CONTEÚDO O JOGAR E O BRINCAR EM UM CONTEXTO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

REVISTA CONTEÚDO O JOGAR E O BRINCAR EM UM CONTEXTO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL O JOGAR E O BRINCAR EM UM CONTEXTO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Nara Fernanda de Campos 1 RESUMO Considerando os jogos e as brincadeiras infantis como uma ferramenta ideal ao aprendizado, podemos dizer

Leia mais

CORPOREIDADE: UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CORPOREIDADE: UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL UNIVERSIDADE METROPOLITANA DE SANTOS NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE PEDAGOGIA Educação Mediadora Ana Lucia Rodrigues Nunes Teixeira Carla Trindade da Silva

Leia mais

JOGOS ONLINE NA CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS MATEMÁTICOS

JOGOS ONLINE NA CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS MATEMÁTICOS JOGOS ONLINE NA CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS MATEMÁTICOS Lucas Gabriel Seibert Universidade Luterana do Brasil lucasseibert@hotmail.com Roberto Luis Tavares Bittencourt Universidade Luterana do Brasil rbittencourt@pop.com.br

Leia mais

Composição musical na educação infantil: uma experiência possível

Composição musical na educação infantil: uma experiência possível Composição musical na educação infantil: uma experiência possível Francine Kemmer Cernev francine@cernev.com.br Universidade Estadual de Londrina/ Colégio Nossa Senhora do Rosário, Cornélio Procópio/PR/

Leia mais

11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na segunda coluna:

11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na segunda coluna: TÉCNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS 4 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS QUESTÕES DE 11 A 25 11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na

Leia mais

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Camila Turati Pessoa (Universidade Federal de Uberlândia) camilatpessoa@gmail.com Ruben de Oliveira

Leia mais

O CURRÍCULO DE CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA NECESSÁRIA

O CURRÍCULO DE CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA NECESSÁRIA 1 O CURRÍCULO DE CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA NECESSÁRIA Joelma da Silva Moreira 1 Angela Maria Corso 2 RESUMO: O presente artigo, na condição de trabalho de conclusão de curso, pretende

Leia mais

Professor MaPP Educação Infantil Conhecimentos Pedagógicos

Professor MaPP Educação Infantil Conhecimentos Pedagógicos Professor MaPP Educação Infantil Conhecimentos Pedagógicos 11) Analisando a relação entre desenvolvimento e aprendizagem na perspectiva de Vygotsky, é correto afirmar que: a) Desenvolvimento e aprendizagem

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS Daniel Silveira 1 Resumo: O objetivo desse trabalho é apresentar alguns aspectos considerados fundamentais para a formação docente, ou

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO LÚDICO PARA FACILITAR A APRENDIZAGEM DOS ALUNOS

UTILIZAÇÃO DO LÚDICO PARA FACILITAR A APRENDIZAGEM DOS ALUNOS UTILIZAÇÃO DO LÚDICO PARA FACILITAR A APRENDIZAGEM DOS ALUNOS Carmelinda Ignez Cocco Mariani 1 Pós-Graduação em Psicopedagogia Institucional, Associação Educacional Frei Nivaldo Liebel, Xaxim, RS. Viviana

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL E MEDIAÇÃO: EM BUSCA DE UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA DE QUALIDADE.

EDUCAÇÃO INFANTIL E MEDIAÇÃO: EM BUSCA DE UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA DE QUALIDADE. Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 808 EDUCAÇÃO INFANTIL E MEDIAÇÃO: EM BUSCA DE UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA DE QUALIDADE. Samira Ribeiro da Rocha, José Milton

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS BRINCADEIRAS E JOGOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DAS BRINCADEIRAS E JOGOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DAS BRINCADEIRAS E JOGOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL PINHO, Luis Marcelo Varoneli Graduando do curso de Pedagogia, da Faculdade de Ciências Humanas da Associação Cultural e Educacional de Garça,

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA PIAGETIANA PARA O PROCESSO DE ENSINO- APRENDIZAGEM.

AS CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA PIAGETIANA PARA O PROCESSO DE ENSINO- APRENDIZAGEM. AS CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA PIAGETIANA PARA O PROCESSO DE ENSINO- APRENDIZAGEM. Maria Rafaela de Oliveira Graduanda FECLESC/UECE Géssica Cryslânia da Silva Graduanda FECLESC/UECE Janete Rodrigues de Lima

Leia mais

EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE

EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE Stella Maris Pissaia 1 Giseli Dionize Bobato 2 RESUMO: Neste resumo apresentamos uma descrição compreensiva das experiências vivenciadas a partir do contato teórico durante

Leia mais

Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática

Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática Patricia Andretta 1 Ana Maria P. Liblik 2 Resumo O presente projeto de pesquisa terá como objetivo compreender

Leia mais

ESPAÇO INCLUSIVO Coordenação Geral Profa. Dra. Roberta Puccetti Coordenação Do Projeto Profa. Espa. Susy Mary Vieira Ferraz RESUMO

ESPAÇO INCLUSIVO Coordenação Geral Profa. Dra. Roberta Puccetti Coordenação Do Projeto Profa. Espa. Susy Mary Vieira Ferraz RESUMO ESPAÇO INCLUSIVO Coordenação Geral Profa. Dra. Roberta Puccetti Coordenação Do Projeto Profa. Espa. Susy Mary Vieira Ferraz RESUMO A inclusão é uma realidade mundial. Desde a Declaração de Salamanca em

Leia mais

Palavras chave: PIBID, Teoria e Prática, Formação inicial.

Palavras chave: PIBID, Teoria e Prática, Formação inicial. A TECITURA DA PROFISSÃO PROFESSOR: REFLEXÕES A PARTIR DAS EXPERIÊNCIAS NO PIBID Gloria Ramona Gomes Aguero 1 ; Laudelina Sanabria Trindade 2 ; Almerinda Mª dos Reis Vieira Rodrigues 3. 1 Bolsista Pibid

Leia mais

O signo enquanto representamen constitui a sua esfera mais primitiva e estaria relacionado à forma como algo está representado, sentido do signo como

O signo enquanto representamen constitui a sua esfera mais primitiva e estaria relacionado à forma como algo está representado, sentido do signo como AS NOVAS MÍDIAS COMO FERRAMENTA SEMIÓTICA NO PROCESSO DE ENSINO DE LÍNGUA INGLESA PARA CRIANÇAS 1. INTRODUÇÃO Waleska da Graça Santos (UFS) O ensino de línguas, assim como em qualquer outra esfera do saber

Leia mais

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1 OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1. Introdução: Compreendendo que a Educação Infantil é uma etapa

Leia mais

A FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO CIENTISTA SOCIAL: SABERES E COMPETÊNCIAS NECESSÁRIOS

A FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO CIENTISTA SOCIAL: SABERES E COMPETÊNCIAS NECESSÁRIOS O JOGO SEGUNDO A TEORIA DO DESENVOLVIMENTO HUMANO DE WALLON Cleudo Alves Freire Daiane Soares da Costa Ronnáli da Costa Rodrigues Rozeli Maria de Almeida Raimunda Ercilia Fernandes S. de Melo Graduandos

Leia mais

ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE

ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE Unidade II ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE EDUCAÇÃO INFANTIL Profa. Ana Lucia M. Gasbarro A formação pessoal e social da criança, áreas de conhecimento e desenvolvimento da criança Introdução A importância

Leia mais

Resolução SME N 24/2010

Resolução SME N 24/2010 Resolução SME N 24/2010 Dispõe sobre orientações das rotinas na Educação Infantil, em escolas e classes de período integral da rede municipal e conveniada, anexos I e II desta Resolução, com base no Parecer

Leia mais

ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM?

ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM? ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM? As Áreas de Conteúdo são áreas em que se manifesta o desenvolvimento humano ao longo da vida e são comuns a todos os graus de ensino. Na educação pré-escolar

Leia mais

PRINCÍPIOS EPISTEMOLÓGICOS

PRINCÍPIOS EPISTEMOLÓGICOS Piaget PRINCÍPIOS EPISTEMOLÓGICOS Vygotsky Wallon Freire EXPERIÊNCIA BASE COGNITIVA INTERNA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO UM DOS MECANISMOS DA CONSTRUÇÃO DO SABER ESFORÇO DE COMPREENDER E DAR SIGNIFICADO

Leia mais

ESPAÇO E FORMA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA ABORDAGEM METODOLÓGICA. Resumo

ESPAÇO E FORMA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA ABORDAGEM METODOLÓGICA. Resumo ESPAÇO E FORMA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA ABORDAGEM METODOLÓGICA Maria José Medeiros Dantas de Melo mjmelo7@bol.com.br Resumo Este minicurso tem como objetivo propiciar discussões sobre situações de ensino

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE PROINFÂNCIA BAHIA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA FACULDADE DE EDUCAÇÃO - FACED DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A

Leia mais

Prof. Kildo Adevair dos Santos (Orientador), Prof.ª Rosângela Moura Cortez UNILAVRAS.

Prof. Kildo Adevair dos Santos (Orientador), Prof.ª Rosângela Moura Cortez UNILAVRAS. BARBOSA, S. L; BOTELHO, H. S. Jogos e brincadeiras na educação infantil. 2008. 34 f. Monografia (Graduação em Normal Superior)* - Centro Universitário de Lavras, Lavras, 2008. RESUMO Este artigo apresenta

Leia mais

ESPAÇOS PEDAGÓGICOS ADAPTADOS: EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGENS DE ADAPTAÇÃO QUE ENRIQUECEM A EDUCAÇÃO

ESPAÇOS PEDAGÓGICOS ADAPTADOS: EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGENS DE ADAPTAÇÃO QUE ENRIQUECEM A EDUCAÇÃO 1 ESPAÇOS PEDAGÓGICOS ADAPTADOS: EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGENS DE ADAPTAÇÃO QUE ENRIQUECEM A EDUCAÇÃO VOGEL, Deise R. 1 BOUFLEUR, Thaís 2 RAFFAELLI, Alexandra F. 3 Palavras chave: Espaços adaptados; experiências;

Leia mais

A INFÂNCIA E SUAS LINGUAGENS

A INFÂNCIA E SUAS LINGUAGENS DIRETORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE PIRITUBA PROJETO ESPECIAL DE AÇÃO 2012 A INFÂNCIA E SUAS LINGUAGENS EMEI PROFESSORA EUNICE DOS SANTOS A criança é feita de cem. A criança tem cem mãos, cem pensamentos,

Leia mais

FACULDADE DE CALDAS NOVAS - UNICALDAS Ms. EXPEDITO FERREIRA DE ARAUJO FILHO Ms. SANDRA REGINA SILVA MARTINS PROJETO DOE UM BRINQUEDO GANHE UM SORRISO

FACULDADE DE CALDAS NOVAS - UNICALDAS Ms. EXPEDITO FERREIRA DE ARAUJO FILHO Ms. SANDRA REGINA SILVA MARTINS PROJETO DOE UM BRINQUEDO GANHE UM SORRISO FACULDADE DE CALDAS NOVAS - UNICALDAS Ms. EXPEDITO FERREIRA DE ARAUJO FILHO Ms. SANDRA REGINA SILVA MARTINS PROJETO DOE UM BRINQUEDO GANHE UM SORRISO CALDAS NOVAS 2012 FACULDADE DE CALDAS NOVAS - UNICALDAS

Leia mais

O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM

O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM Helena Harumi Maruyama G Pedagogia INESUL LONDRINA PR Orientadora Ms. Maria Eliza Corrêa Pacheco D Pedagogia INESUL LONDRINA PR PAINEL e-mail:

Leia mais

AFETIVIDADE, PARA QUE TE QUERO NA EDUCAÇÃO INFANTIL?

AFETIVIDADE, PARA QUE TE QUERO NA EDUCAÇÃO INFANTIL? AFETIVIDADE, PARA QUE TE QUERO NA EDUCAÇÃO INFANTIL? Jailza de Lima Oliveira (UNEB - Bolsista PIBID/CAPES) Larissa Santos do Sacramento (UNEB - Bolsista PIBID/CAPES) Lucimara de Oliveira Soares (UNEB -

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

Unidade II TEORIAS PSICOLÓGICAS. Profa. Dra. Mônica Cintrão França Ribeiro

Unidade II TEORIAS PSICOLÓGICAS. Profa. Dra. Mônica Cintrão França Ribeiro Unidade II TEORIAS PSICOLÓGICAS DO DESENVOLVIMENTO Profa. Dra. Mônica Cintrão França Ribeiro Ementa Estudo do desenvolvimento do ciclo vital humano a partir de diferentes teorias psicológicas. Compreender

Leia mais

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância Nilce Fátima Scheffer - URI-Campus de Erechim/RS - snilce@uri.com.br

Leia mais