Meeting Points: Shoppings e Praia

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Meeting Points: Shoppings e Praia"

Transcrição

1 Meeting Points: Shoppings e Praia Relatório final de estudo desenvolvido de janeiro a julho de 2006, pelos pesquisadores Eugênio Giglio, Silvia Borges e Vander Casaqui junto ao CAEPM Centro de Altos Estudos de Propaganda e Marketing da ESPM. CAEPM/ESPM Agosto/2006

2 2 Giglio, Eugênio Meeting points: shoppings e praia / Eugenio Giglio, Sílvia Borges, Vander Casaqui. São Paulo, p. : il., tab. Relatório Final de Pesquisa Concluída em agosto de 2006, desenvolvida junto ao CAEPM Centro de Altos Estudos da Escola Superior de Propaganda e Marketing, Meeting points. 2. Consumo e sociedade. 3. Praia. 4. Shopping Centers I. Título. II. Borges, Silvia III. Casaqui, Vander IV. CAEPM Centro de Altos Estudos da ESPM. V. Escola Superior de Propaganda e Marketing.

3 3 Meeting Points: Shoppings e Praia APRESENTAÇÃO...4 SUBPROJETO 1 PRAIA DE COPACABANA...6 I. Introdução...6 II. Metodologia...8 III. A cultura da praia...11 IV. A praia de Copacabana: caracterização...14 V. Os segmentos presentes na praia: freqüentadores; comerciantes; poder público...19 VII. VI. A praia como espaço de sociabilidade: a sociabilidade primária e a sociabilidade secundária...27 A praia como espaço de realização de eventos: marcas, promoções e shows...32 VIII. Considerações finais...37 SUBPROJETO 2 SHOPPING CENTERS DE SÃO PAULO: METRÔ TATUAPÉ E IGUATEMI...40 I. Introdução...40 II. Metodologia...43 III. A cultura do shopping center...44 IV. Shoppings de São Paulo Caracterização...46 IV A Shopping Metrô Tatuapé...46 IV B Shopping Iguatemi...53 V. O shopping como espaço de sociabilidade e consumo / segmentos percebidos no shopping...58 V A Shopping Metrô Tatuapé...58 V B Shopping Iguatemi...62 VI. Considerações finais...69

4 4 SUBPROJETO 3 SHOPPING CENTERS DO RIO DE JANEIRO: NOVA AMÉRICA E RIO DESIGN LEBLON...72 I. Introdução...72 II. Metodologia...76 III. A indústria de shopping center...78 IV. Caracterização dos shoppings estudados...80 V. A cultura do shopping VI. Os segmentos presentes no shopping VII. Como se dividem os seus freqüentadores VIII. O shopping center como espaço de sociabilidade: a sociabilidade primária IX. Como se dá a sociabilidade: algumas respostas X. Considerações finais CONSIDERAÇÕES FINAIS PROJETO MEETING POINTS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...127

5 5 Meeting Points: Shoppings e Praia Eugenio Giglio 1 Sílvia Borges 2 Vander Casaqui 3 RESUMO O presente trabalho desenvolve, a partir do conceito de meeting points - definido pela socióloga e consultora de marketing italiana Egeria Di Nallo como pontos de encontro de fluxos de comunicação, pessoas e produtos - um estudo qualitativo, de viés sócio-antropológico, sobre as formas de sociabilidade e consumo que caracterizam os espaços estudados: a Praia de Copacabana, dois Shopping Centers em São Paulo e dois Shopping Centers no Rio de Janeiro. A pesquisa, desenvolvida através das técnicas de observação direta e de entrevistas, refletiu sobre as formas de apropriação dos espaços pelos seus freqüentadores, transformados em lugares onde se estabelecem vínculos identitários, demarcam-se as identificações e distinções sócio-culturais, constituem-se percepções e se apreendem informações sobre inovações tecnológicas, tendências da moda, novidades e mudanças do comportamento humano. Palavras-chave: meeting points consumo e sociabilidade praia - shopping centers 1 Eugenio Antonio Maia Giglio concluiu o mestrado em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro em Cursa doutorado em Administração pela UFRJ desde Professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing. Responsável pela pesquisa realizada nos shopping centers do Rio de Janeiro. 2 Doutoranda em Ciências Sociais pelo PPCIS/UERJ. Professora da ESPM/RJ-Escola Superior de Propaganda e Marketing. Responsável pela pesquisa realizada na Praia de Copacabana. 3 Doutor em Ciências da Comunicação pela ECA/USP; Professor da Graduação em Publicidade e Propaganda da Faculdade Cásper Líbero. Responsável pela pesquisa realizada nos shopping centers de São Paulo, em trabalho que contou com a assistência de Denise Freire (especialista).

6 6 APRESENTAÇÃO O presente relatório está estruturado na forma de três subprojetos que contemplam os dois eixos empíricos - shopping center e praia - através dos quais a pesquisa foi delineada. Elaborados em conjunto, esses três subprojetos partiram de um mesmo referencial teórico e fizeram uso da mesma metodologia, mas foram conduzidos de forma independente pelos três pesquisadores, cada um responsável pelo seu universo empírico. Guardadas as especificidades da praia e dos shoppings centers pesquisados, o desafio coletivo foi o de compartilhar o fazer e as descobertas dos trabalhos individuais, de modo a estabelecer os pontos de convergência e de afastamento entre esses dois espaços, por vezes tão distintos e por outras vezes tão próximos, buscando dar consistência e unidade à pesquisa. Pesquisa que tem como objetivo principal analisar os shopping centers e a praia como espaços de sociabilidade; espaços que têm chamado atenção para novos e renovados modelos de sociabilidade ali estabelecidos. Trata-se também de entender como esses novos modelos de sociabilidade podem ser traduzidos em termos de trocas simbólicomercadológicas. Este trabalho se propõe a estudar as formas de ocupação e as relações entre os freqüentadores, a fim de compreender o imaginário presente em dois espaços distintos: os shopping centers, que, em última instância, são destinados à oferta de produtos e serviços, mas que apresentam diversas nuanças de uso, sentidos de pertencimento e identificação; uma praia do Rio de Janeiro, espaço tradicional de lazer carioca, que nos últimos anos vem passando por diversas transformações de usos e significados. Em termos de marco conceitual, o ponto de partida desta pesquisa foi o trabalho de Di Nallo (1999), que, através do conceito de meeting point, levanta questionamentos em relação ao marketing tradicional, propondo uma mudança no foco das análises, que passariam dos estilos de vida para os estilos de consumo. Entendido com um processo sociocultural, o consumo transcende o mero caráter econômico, compreendendo também valores que estão no campo simbólico. Neste sentido, as trocas observadas em um meeting point são trocas cuja racionalidade é também simbólica. Tomados como meeting points, praia e shopping center se aproximam em sua ocupação por sentidos de sociabilidade e troca comunicacional

7 7 entre pessoas, além de serem espaços físicos que têm como características o fluxo intenso de pessoas, as barreiras fluidas e o baixo controle social. Nosso enfoque sobre os meeting points privilegiou, portanto, a perspectiva sociológica, recortando as análises do ponto de vista da sociabilidade, ou seja, do conjunto de relações sociais tecidas pelos indivíduos e as formas como estas são estabelecidas. Com esses balizamentos, entendemos que shoppings e praias são espaços - constituídos para fins específicos - que se transformam em lugares que representam as apropriações feitas pelas pessoas, ou seja, o locus das relações sociais. O foco de nosso trabalho está, portanto, na transformação dos espaços em lugares. Acreditamos que a compreensão dos mecanismos de transformação desses espaços em lugares pode trazer uma nova luz para os estudos dos consumidores, suas formas de agir, tomar decisões e se apropriar das marcas e dos apelos mercadológicos.

8 8 SUBPROJETO 1 PRAIA DE COPACABANA Sílvia Borges 4 I. Introdução Este relatório apresenta os resultados da pesquisa cujo principal objetivo foi o de entender a praia como espaço de sociabilidade, destacando os diferentes grupos sociais que freqüentam e fazem uso da Praia de Copacabana, na zona sul da cidade do Rio de Janeiro. Tomada como um meeting point - um espaço ou um ponto de encontro de pessoas, mercadorias e fluxos comunicacionais no qual diferentes percepções e símbolos são colocados lado a lado, e que em sua essência conceitual guarda características de fluidez, transitoriedade e de superposição de interesses, ações e expectativas (DI NALLO, 1999), a Praia de Copacabana também pode ser entendida como um lugar - que se define como um espaço identitário, relacional e histórico (AUGÉ, 1994). Conjugando identidade e relação, as pessoas que vivem ou freqüentam um lugar são capazes de reconhecer seus marcos - que não necessariamente são objetos; podendo, por exemplo, ser histórias, eventos, comportamentos, pessoas, enfim, signos que precisam ser interpretados. Além disso, é possível supor que numa coletividade que freqüenta determinada praia haja diferentes tipos de pessoas - trabalhadores, estudantes, autoridades, jovens, idosos, turistas etc., representantes de vários núcleos sociais que se sobrepõem e que têm em comum uma contigüidade não apenas física, mas também social, de freqüentar uma determinada praia, partilhando determinados espaços, situações e signos, ainda que em outras situações tais pessoas não compartilhem mais nada. Partindo da idéia de observatório proposta por Di Nallo (1999), é possível elencar alguns aspectos observáveis em um meeting point: a sua caracterização; a substância da sua cultura; a identificação dos seus componentes internos; a identificação dos seus fluxos comunicativos, perceptivos e relacionais. 4 Entre os meses de abril e junho, este projeto contou com a participação do assistente de pesquisa Mateus Lacerda Brittes.

9 9 No caso da pesquisa realizada na Praia de Copacabana, esses pontos podem ser traduzidos em itens que, organizados em seções, compõem o presente relatório. A seção III apresenta a cultura da praia, ou seja, aquilo que consubstancia o modo de agir no espaço da praia. No sentido da transformação do espaço genérico da praia brasileira para um lugar específico, a seção IV traz um breve histórico e uma caracterização da praia de Copacabana. Neste mesmo sentido da singularização daquela praia, os três principais segmentos ali presentes são apresentados na seção V, com destaque para as relações de pertencimento e as percepções sobre os freqüentadores de Copacabana. Esses segmentos aparecerão nas seções seguintes - VI e VII, em que são analisadas as formas de sociabilidade existentes em Copacabana e a utilização da praia para a realização de eventos diversos. Completando o quadro das seções que se seguem, em Metodologia são feitas considerações sobre o método de pesquisa utilizado e estão descritos os procedimentos do trabalho de campo.

10 10 II. Metodologia A pesquisa na praia de Copacabana foi desenvolvida entre os meses de janeiro e junho de 2006, tendo sido conduzida através do método etnográfico. Tal método, de cunho qualitativo, preconiza a realização de um trabalho de campo no qual são utilizadas duas técnicas - que se complementam na construção da descrição densa de um grupo, evento ou fenômeno social: a observação direta e as entrevistas em profundidade. Balizada, portanto, pelo método etnográfico, numa primeira etapa, que foi conduzida entre os meses de janeiro e março, foi realizada a observação. A partir do mês de abril, paralelamente à continuidade do trabalho de observação, teve início a etapa de realização das entrevistas. A seguir são feitas considerações sobre as duas técnicas e a descrição de sua aplicação, bem como são apresentados algumas questões reveladas em campo. A observação Em relação à observação ( observação participante, para os antropólogos), através do contato direto e da convivência com o grupo pesquisado busca-se conhecer o grupo ou o fenômeno em seus vários aspectos. Para tanto, faz-se necessário acompanhar o cotidiano e os momentos especiais - a rotina e os rituais - que se desenrolam nos ambientes pesquisados. Como forma de estruturar minimamente o trabalho de observação, foi elaborado um roteiro que funcionou como norte, sem, entretanto, congelar o olhar investigativo pronto a perceber elementos e fatos que iam surgindo dia a dia. Como o foco dessa etapa do trabalho era analisar a construção e a manutenção da interação entre os freqüentadores da praia, isto é, os mecanismos de sociabilidade, o item A vida das pessoas foi considerado o ponto central do roteiro, mas a caracterização física feita através do item O espaço foi fundamental para um primeiro movimento de particularização daquele espaço. Assim, procurou-se mapear e construir uma descrição física da praia de Copacabana a partir da qual se passou a observar a ocupação desse espaço pelas pessoas, uma vez que são as formas de ocupação, os usos e as apropriações dos equipamentos feitos pelas pessoas que vão explicar, em parte, a transformação daquele espaço físico em um lugar social. As observações foram feitas em dia e horários variados, a fim de que se pudesse captar as diferenças e as mudanças entre dias de semana e finais de semana, e ente manhã, tarde e noite, principalmente em termos da ocupação dos ambientes da praia. Foram também acompanhados alguns dos eventos realizados em Copacabana durante o período de observação, a saber:

11 11 Show do cantor Lulu Santos, realizado no dia 20 de janeiro (feriado de São Sebastião, santo padroeiro da cidade do Rio de Janeiro). Churrasco no ponto da praia em frente à Rua Bolívar, em 20 de janeiro, organizado por membros da Banda da Bolívar e do Bloco 2 do 12. Evento SESC Verão, nos dias 01 e 02 de fevereiro, que disponibilizou orientações e atividades de saúde e esporte. Show da banda inglesa Rolling Stones, realizado no dia 18 de fevereiro. Além da presença no show, com o objetivo de acompanhar a movimentação das pessoas que se organizavam para assistir ao show, bem como as suas repercussões, foi feito um acompanhamento de comunidades do Orkut no período que compreendeu da semana anterior à semana posterior ao dia do show. Durante a observação foram recolhidos materiais diversos, tais como: jornais do bairro e de associações comerciais; panfletos; folders; material promocional e de divulgação de empresas e serviços. Como parte do trabalho de observação, foram estabelecidos contatos e entabuladas conversas de caráter mais informal com freqüentadores e trabalhadores da praia de Copacabana. Um dos primeiros contatos foi feito com o presidente da Associação do Comércio Legalizado de Praia (ASCOLPRA), uma associação de classe que reúne os comerciantes que têm ponto fixo nas areias das praias da zona sul do Rio. Esses comerciantes são popularmente conhecidos como barraqueiros e, como será visto na seção IV deste relatório, têm um papel importante nas redes de sociabilidade da praia. Através do contato inicial com o presidente daquela associação foram estabelecidos contatos com outros seis barraqueiros da praia, com os quais foram feitas entrevistas. Profundos conhecedores da praia como um todo e do seu ponto particularmente, esses comerciantes foram também importantes no estabelecimento de contato com os freqüentadores de Copacabana. Alguns grupos de freqüentadores foram acompanhados mais de perto pela pesquisadora. Um grupo formado por adolescentes e jovens no ponto em frente à Rua Constante Ramos; um grupo de jovens em frente à Rua Santa Clara; um grupo de idades variadas (crianças e adultos) nas proximidades da Rua Bolívar. As entrevistas A partir do mês de abril, começaram a ser realizadas as entrevistas em profundidade com os freqüentadores da praia. Esse tipo de entrevista se caracteriza

12 12 por ser não-estruturadas e de longa duração. Por não-estruturada entende-se que a entrevista é conduzida através de um roteiro de tal forma flexível que permita o estabelecimento de um clima de informalidade propício ao livre fluxo do discurso do entrevistado. Neste sentido, além do fato de que respostas dadas estimulam novas perguntas (muitas vezes não previstas pelo pesquisador), os depoimentos expõem e refletem a realidade construída pelo entrevistado, permitindo o afloramento de categorias nativas. O objetivo da entrevista é desvendar as das lógicas e os valores que regem as práticas e os discursos dos entrevistados. Desse tipo de entrevista é possível obter as motivações, as definições, as classificações, os significados, enfim, a visão e a forma de perceber o mundo por parte dos membros do grupo entrevistado. Os roteiros de entrevista foram elaborados a partir de elementos surgidos durante a etapa de observação, buscando aprofundar questões que a observação não permitiu compreender totalmente ou levantar questões que não são possíveis de serem captadas pela técnica da observação. No total de 12, essas entrevistas foram previamente agendadas e realizadas em quiosques da praia, na residência ou no local de trabalho ou estudo dos entrevistados, sempre de acordo com a possibilidade e a preferência do entrevistado. Foram gravadas (em áudio) a fim de que pudessem ser posteriormente analisadas em detalhes. Os entrevistados, homens e mulheres, tinham entre 16 e 74 anos, profissões variadas (estudantes, funcionários públicos e de empresas privadas, aposentados), níveis de escolaridade diversos (de ensino médio incompleto a superior completo); alguns eram moradores do bairro de Copacabana e outros não.

13 13 III. A cultura da praia No Brasil, a praia foi até o século XIX um lugar do lixo; um lugar onde podiam ser depositados todos os tipos de restos e detritos. Não raro, cadáveres humanos eram ali deixados. A transformação da praia se deu no início do século XX quando esta passou a ser vista como espaço de saúde - com a prescrição médica dos banhos terapêuticos/medicinais - e da prática de esportes. Na década de 1920, o tom de pele bronzeado virava moda na Europa, com valorização e a maior freqüência aos balneários franceses, e a apropriação do visual bronzeado pela estilista Coco Chanel. O culto ao moreno se difundiu também no Brasil e se tornou sinal de distinção: o tom bronzeado se tornou uma marca corporal daqueles que tinham tempo e dinheiro disponíveis para desfrutar horas ao sol. 5 As praias no Brasil são espaços públicos, sem barreiras ou restrições de entrada e fazem parte do imaginário construído sobre o país. A idéia da costa como patrimônio e bem público é historicamente verificada desde o descobrimento do Brasil. No período colonial, por exemplo, a faixa costeira ficava aos cuidados da Marinha. Com a constituição de 1988, as praias marítimas são reafirmadas como bens comuns. Desde então, a Marinha é a administradora da praia; a União tem a posse e a Prefeitura é responsável pelo gerenciamento da parte urbanística da praia. No que tange às representações sobre a praia e as relações sociais que se dão nas praias, no Rio de Janeiro, estas funcionam como estandarte da maneira de ser e do modo de viver do carioca, pois a construção simbólica da praia passa pela sua percepção como espaço natural (a beleza das praias), mas também como espaço social. Não por acaso, os bairros mais conhecidos do Rio são os de praia: Copacabana e Ipanema, por exemplo. Também não é à toa que tudo aquilo que diz respeito à orla merece destaque na mídia carioca sejam boas ou más as notícias. Nesse contexto de representações e construções sociais sobre a praia, destacam-se os aspectos de liberdade, de informalidade e de transgressão que norteiam a freqüência à orla. A praia é o local para relaxar, para encontrar amigos, para matar aula ou para faturar algum, pois no Rio, ir à praia é uma atividade social de lazer, mas também de trabalho. Destaca-se também o aspecto que vincula a idéia de juventude à praia. Num país como o Brasil, em que a juventude é culturalmente valorizada, a praia se revela como um espaço para a busca e/ou a exibição dessa juventude. 5 Iwata (2001); Farias (1999).

14 14 Apesar da idéia de espaço democrático, de espaço de convívio das diferenças, de paraíso da convivência das classes diferentes, nas praias, no entanto, existem conflitos envolvendo freqüentadores, moradores, comerciantes e entidades recreativas. Não raro, membros desses segmentos se apoderam do litoral para usufruto seu e/ou de seus clientes, privatizando, de alguma forma, um espaço público. Nas praias cariocas vemos o encontro de classes sociais diferentes, mas de alguma forma separadas ou agrupadas por regiões morais. O conceito de região moral, cunhado por Robert Park 6, está ligado à idéia desenvolvida pelo autor de que os seres humanos se agrupam de acordo com determinados interesses ou gostos, e passam a freqüentar determinados locais a fim de se relacionar com outros que compartilham características e interesses; lugares de encontro onde gostos comuns podem aflorar. Neste sentido, é possível ver e analisar a ocupação das praias cariocas tendo como referência grupos sociais heterogêneos. No entanto, apesar da mistura, esta não significa que se trata de um contexto de indiferenciação; ao contrário, as diferenças são mutuamente reconhecidas pelos freqüentadores, seja por aspectos físicos, de consumo ou de comportamento. Enfim, há sinais que são reconhecidos e que valem como pistas para as classificações mútuas dos diferentes trechos de uma praia e também das diferentes praias, ou seja, das diferentes regiões morais. Quanto a esse aspecto das diferenças entre as praias, pode ser feita uma hierarquização das mesmas. Hierarquizar as praias significa dizer e reconhecer que a estrutura da sociedade se transplanta para as praias, pois, mais do que diferentes do ponto de vista natural, as praias se diferencias pelos grupos sociais que as freqüentam. 7 Aquilo que insere a praia no cenário cultural da cidade é a sua apropriação enquanto lugar de um grupo, isto é, enquanto algo vivido, um espaço que faz sentido e que é construído enquanto sistema de significação. Ainda que haja uma hierarquização das praias e existam praias com públicos marcadamente diferentes em termos de classes sociais predominantes, numa praia carioca há mistura de pessoas de origens diferentes convivendo naquele espaço. Há 6 A esse respeito, ver PARK (1967). 7 Ver MACEDO (1986) e FARIAS (1999). Farias (1999), por exemplo, apresenta um mapeamento geral das praias da cidade do Rio de Janeiro, a partir das classificações dos freqüentadores. Em sua pesquisa, a praia de Barra da Tijuca encontra-se no topo de uma pirâmide na qual as praias cariocas são escalonadas: na base da pirâmide localizam-se as piores praias e no topo a melhor. Na camada imediatamente inferior à ocupada pela Barra da Tijuca, encontra-se Ipanema. Logo abaixo, num terceiro patamar, as praias de Leblon, Leme, Copacabana e São Conrado. Por fim, na base, ocupando a pior colocação no ranking, as praias de Botafogo, Flamengo e Urca. Além da hierarquização das praias, é possível construir uma hierarquização dos diferentes pontos de uma praia. Ainda que haja uma hierarquização das praias e existam praias com públicos marcadamente diferenciados em termos de extratos sociais predominantes, nas praias cariocas se dá o encontro de extratos/segmentos sociais diferentes, mas de alguma forma de separam por regiões morais.

15 15 uma segmentação interna ( pontos 8, points ) e também de horários. Para o caso da praia de Copacabana, essas questões serão exploradas nas próximas seções. 8 Utilizo a categoria ponto para denominar a parte ou o lugar específico da areia em que uma pessoa se localiza na praia. Como exemplo, ponto é assim utilizado na pergunta: Em que ponto da praia você fica?. O termo point é algumas vezes utilizado, mas se trata de uma expressão em desuso.

16 16 IV. A praia de Copacabana: caracterização 9 Localizada no bairro que lhe empresta o nome e referência quando se fala nas praias do Rio de Janeiro, a praia de Copacabana possui pouco mais de três quilômetros de extensão, compreendendo o trecho da Avenida Atlântica que vai da Avenida Princesa Isabel até o Forte de Copacabana 10. No Brasil, quando ir à praia passou a uma atividade de caráter médico e esportivo, Copacabana se tornou o local da saúde na cidade do Rio de Janeiro. Antes de acesso muito difícil e restrito, o bairro começou a se formar no final do século XIX, quando, em 1892, o Túnel Velho foi aberto, ligando o bairro de Botafogo ao de Copacabana. Em 1906, outro túnel, o Túnel Novo, foi aberto e o então prefeito Pereira Passos realizou obras na Avenida Atlântica. A partir aquele momento, as transformações em Copacabana se sucederam em ritmo cada vez mais acelerado. Em 1923 o Copacabana Palace, um dos hotéis mais conhecidos e sofisticados do Rio, foi inaugurado e rapidamente se tornou um marco para o bairro e para os demais empreendimentos imobiliários e hoteleiros de Copacabana. Hoje a Avenida Atlântica, no trecho referente ao bairro de Copacabana, conta com 17 hotéis 11. Na década de 1940, Copacabana já se destacava como a região da cidade onde mais claramente consumo e lazer se encontravam. Foi no bairro que surgiram o primeiro supermercado e o primeiro Bob s do Rio de Janeiro. Ao longo da década de 1950, Copacabana se transformou no local do consumo de massa e da liberdade de comportamento individual. A modernidade de Copa, simbolizando a zona sul da cidade, contrastava e se opunha ao caráter tradicional da zona norte e do subúrbio cariocas, além de representar a mobilidade social, a liberdade democratizante e o acesso a bens de consumo. Foi naquela década que o inchaço imobiliário teve início. Entre os anos de 1950 e 60, proliferou a construção de quitinetes, conjugados e apartamentos de quarto e sala, levando para Copacabana, até então predominantemente habitada por uma classe média ascendente, uma outra parcela da população composta por pessoas de classe social mais baixa. A chegada desses novos moradores, vista por alguns dos antigos como uma invasão e como o início do fim de Copa, marcou também um período, a partir de meados da década de 1960, 9 As fotos apresentadas no relatório do subprojeto Meeting Points: Praia de Copacabana foram obtidas em 10 A Avenida Atlântica, via de mão dupla muito importante e de tráfego intenso na zona sul da cidade, possui ao todo 4,15 quilômetros, sendo limitada por dois fortes militares, o Forte do Leme e o Forte de Copacabana. No entanto, o trecho de 1 quilômetro entre o Forte do Leme e a Avenida Princesa Isabel compõe a Praia do Leme que não fará parte do campo da pesquisa. 11 No bairro de Copacabana existem 65 hotéis registrados na RIOTUR - a empresa de turismo do município do Rio de Janeiro.

17 17 de migração de Copacabana para Ipanema, bairro contíguo. Foi uma migração de antigos moradores do bairro, mas também uma migração de freqüentadores da praia. Em termos das intervenções do poder público municipal, em 1964 foi criado um plano urbanístico para o bairro e, em 1971, foi inaugurada a nova orla. Foi a partir de então que Copacabana passou a abrigar eventos no espaço da praia, expandido seu uso para além dos dias ensolarados, culminando, em 1976, com a realização do primeiro réveillon na praia de Copacabana - hoje nacional e internacionalmente conhecido. Ao longo dos anos de 1970, a fuga de Copacabana, cada vez mais cheia de todo tipo de gente, se intensificou. Na busca por um local mais privativo, figuras importantes, inclusive intelectuais e artistas, que moravam e freqüentavam a praia de Copacabana se estabelecem nos imóveis e nas areia de Ipanema. A transição se completou e Ipanema passou a ser uma referência importante no cenário das praias cariocas. Já no início dos anos de 1980, a Prefeitura realizou o projeto Rio Orla, que compreendeu a remodelação dos postos de salvamento, a padronização dos quiosques e a instalação de iluminação noturna do Leme ao Leblon. Em meados dos anos 80, novas linhas de ônibus do subúrbio para a zona sul foram implantadas. Moradores de Copacabana que não haviam aderido à migração da década anterior reagiram e fizeram protestos contra a invasão suburbana. Foi também por aquela época que se registrou o adensamento populacional das favelas da zona sul do Rio. Falava-se, então, da perda de Copacabana (bairro e praia) perda dos estratos mais altos pelos estratos mais baixos da população. Hoje, a praia de Copacabana guarda uma clara continuidade com o bairro em que se localiza, especialmente quanto aos freqüentadores (moradores ou não) e ao comércio de tipo mais popular que ali se desenvolve 12. O bairro de Copacabana possui 410 hectares de área, cerca de 417 mil moradores e em torno de 60 mil domicílios, além de um comércio (formal e informal) de destaque no Rio de Janeiro. Essas e outras características relativas à economia do bairro lhe conferem a dimensão de um bairro-cidade. Outro aspecto importante de Copacabana é quanto ao número significativo de moradores acima dos 65 anos de idade, que atinge os 20% do total de moradores 13. Nesse cenário, a praia se revela um espaço de sociabilidade em que freqüentadores de procedências e idades diversas se encontram e desenvolvem múltiplas atividades ao longo do dia e da noite. No que tange especificamente ao grupo etário de idosos, como já mostrou Peixoto (2000), a praia é um espaço de 12 Como exemplo, numa comunidade do Orkut, o comércio de Copacabana é comparado ao comércio de Madureira, bairro do subúrbio carioca conhecido por seu vasto comércio popular. 13 Esses e outros dados demográficos estão disponíveis em:

18 18 sociabilidade importante para esse grupo etário de moradores de Copacabana e bairros próximos. Alguns deles se reúnem em torno de redes de voleibol ou de mesas de jogos de xadrez e de cartas no Posto 6, por exemplo. Essas questões serão retomadas nas seções V e VI deste relatório, referentes aos freqüentadores e à sociabilidade na praia. Sobre o bairro, num pioneiro e, hoje, clássico trabalho, Velho (2002) toca no ponto central de Copacabana: sua heterogeneidade. Copacabana continua sendo um bairro emblemático, carregado de significados para toda a sociedade brasileira. (...) Rejeitada por uns, extremamente valorizada por muitos, Copacabana expressa, dramaticamente, problemas de interação, convívio e tensão social. Com sua população diversificada sob todos os aspectos, com os contrastes agudos, com os estilos de vida diferenciados, há características únicas no bairro, que fascinam e repelem. São vários os mundos copacabanenses e essa coexistência mais ou menos precária, às vezes conflitiva, muitas vezes cordial, há muito acompanha a sua identidade complexa. (VELHO, 2002, p.3) Quanto ao comércio, assim como nas principais ruas do bairro, os ambulantes estão presentes no calçadão da praia de Copacabana que, nos últimos anos, se transformou em um verdadeiro shopping a céu aberto. Os produtos são expostos - em pequenas bancas de madeira, mas principalmente no chão e os serviços anunciados, disputando espaço entre eles e com os pedestres e banhistas, mas convivendo lado a lado, aparentemente, de maneira pacífica. Produtos como bonés, cangas, toalhas, comidas, bebidas, e serviços de massagem e de aluguel de bicicletas são anunciados (muitas vezes nos idiomas inglês e espanhol) e se sucedem disputando não só o espaço físico, mas também a preferência do consumidor. As possibilidades de acesso ao bairro e, portanto, à praia de Copacabana são múltiplas: ônibus, metrô, vans e táxis. Existem cerca de 50 linhas regulares de ônibus que servem o bairro, além das duas estações de metrô: a Estação Praça Cardeal Arcoverde, inaugurada em 1998, e Estação Siqueira Campos, inaugurada em Alguns jovens freqüentadores da praia que moram em bairros próximos, como Flamengo e Botafogo, além do transporte coletivo, usam também as suas bicicletas para chegar à praia. A praia de Copacabana é dividida em cinco postos de salvamento do Corpo de Bombeiros do Posto 2 ao Posto Esses postos de salvamento, que possuem sanitários e chuveiros, funcionam também como referências para a divisão e 14 Como já explicado na nota de rodapé nº. 9, a praia de Copacabana compreende o trecho da Av. Atlântica que vai da Av. Princesa Isabel ao Forte de Copacabana, não incluindo o trecho que vai do Forte do Leme à Av. Princesa Isabel, trecho onde se localiza o Posto 1.

19 19 localização das ruas do bairro. Não raro, os copacabanenses se referem aos postos como se fossem mini-bairros dentro de Copacabana, especialmente aqueles que residem no Posto 6, que em termos imobiliários é o mais valorizado e o que confere maior status ao seu morador. Para além dessa divisão por postos, é possível também pensar numa outra importante divisão da praia: calçadão e areia. O calçadão, em pedras portuguesas nas cores preta e branca combinadas de modo a formar um desenho que remete às ondas do mar, possui 48 quiosques que oferecem mesas e cadeiras, e onde são comercializados alimentos e bebidas variados. O calçadão é um espaço muito utilizado para a prática de corridas, caminhadas e encontro de pessoas, durante o dia e a noite. Num exercício de observação atenta é possível perceber que há horários diferenciados quanto à ocupação do calçadão de Copacabana: durante o período da manhã, entre 6 e 9 horas da manhã, há um predomínio de adultos e idosos, em geral moradores do bairro, que sozinhos ou em duplas, fazem caminhadas ou correm. No período da tarde, após as 15 horas, o calçadão, tomado pelos ambulantes, se transforma num shopping a céu aberto. A partir das 17 horas começam a chegar jovens e adultos que, além dos exercícios de corrida e caminhada, também podem ser vistos em grupos ocupando as mesas e cadeiras dos quiosques do calçadão. Vale registrar que essa configuração do uso do calçadão é típica dos dias de semana, mas se repete nos finais de semana e feriados, com diferença de intensidade: o número de freqüentadores e de ambulantes aumenta, e é possível ver grupos maiores. Ainda com relação à sazonalidade, fica claro também que a ocupação do calçadão varia com as estações do ano, sendo os meses de verão e de férias escolares aqueles em que há maior freqüência. Aos domingos e feriados, além do espaço do calçadão, as três pistas da Avenida Atlântica 15 próximas a ele são interditadas ao trânsito de veículos e ficam liberadas exclusivamente para o uso de pedestres, que fazem caminhadas, andam de bicicleta, triciclo, patins, skate etc. As pistas são também utilizadas para a realização de passeatas e manifestações de todo tipo. Entre o calçadão e as pistas, encontra-se a ciclovia, também muito utilizada para as atividades de esporte e lazer. 15 A Avenida Atlântica possui 6 pistas (3 em cada sentido, separadas por um canteiro central).

20 20 Posto 5 (posto de salvamento nº. 5) Domingo no calçadão (pista interditada para veículos) Além dos postos de salvamento que possuem banheiros públicos, outros poucos equipamentos urbanos completam a paisagem da orla: telefones públicos, trocadores para bebês e borrifadores/vaporizadores (conhecidos como Cuca Fresca).

INSTRUMENTOS DO PLANO DIRETOR CARTILHA LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO LUOS

INSTRUMENTOS DO PLANO DIRETOR CARTILHA LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO LUOS Secretaria Municipal de Urbanismo INSTRUMENTOS DO PLANO DIRETOR CARTILHA LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO LUOS Lei de Uso e Ocupação do Solo: Introdução Estamos construindo uma cidade cada vez melhor A Lei

Leia mais

Aluno: Antero Vinicius Portela Firmino Pinto Orientadora: Regina Célia de Mattos. Considerações Iniciais

Aluno: Antero Vinicius Portela Firmino Pinto Orientadora: Regina Célia de Mattos. Considerações Iniciais AS TRANSFORMAÇÕES ESPACIAIS NA ZONA OESTE DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO A PARTIR DOS INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA PARA COPA DO MUNDO EM 2014 E AS OLIMPÍADAS DE 2016 Aluno: Antero Vinicius Portela Firmino

Leia mais

5.1. As significações do vinho e o aumento de seu consumo

5.1. As significações do vinho e o aumento de seu consumo 5 Conclusão Para melhor organizar a conclusão desse estudo, esse capítulo foi dividido em quatro partes. A primeira delas aborda as significações do vinho e como elas se relacionam com o aumento de consumo

Leia mais

Introdução. Núcleo de Pesquisas

Introdução. Núcleo de Pesquisas Introdução O verão é um período onde Santa Catarina demonstra todo a sua vocação para a atividade turística. Endereço de belas praias, o estado se consolidou como um dos principais destinos de turistas,

Leia mais

consulta participativa de opinião

consulta participativa de opinião consulta participativa de opinião Interesses e perspectivas dos jovens da Brasilândia, Cachoeirinha e Freguesia do Ó CONSULTA PARTICIPATIVA DE OPINIÃO: INTERESSES E PERSPECTIVAS DOS JOVENS DA BRASILÂNDIA,

Leia mais

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I Curso de Graduação em Administração Administração da Produção e Operações I 12º Encontro - 26/03/2012 18:50 às 20:30h COMO SERÁ NOSSO ENCONTRO HOJE? - ABERTURA - CÁLCULOS PARA LOCALIZAÇÃO DE EMPRESAS -

Leia mais

ENTREGAS SEGMENTADAS

ENTREGAS SEGMENTADAS ENTREGAS SEGMENTADAS No Jornal A TARDE, o anunciante pode segmentar a sua comunicação direcionando sua mensagem para um público específico; Possibilidade de escolher características e o perfil de assinantes

Leia mais

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA Indicadores CNI RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA Perfil do Consumidor Brasileiro Brasileiros barganham e esperam promoções para adquirir bens de maior valor 64% Esperam por promoções para ir às compras

Leia mais

Proposta de revisão dos. Calçadões do Centro

Proposta de revisão dos. Calçadões do Centro Proposta de revisão dos Calçadões do Centro Apresentação Durante a campanha eleitoral para a Prefeitura, em 2004, a Associação Viva o Centro apresentou aos candidatos dez propostas para impulsionar o desenvolvimento

Leia mais

Não abra a carteira ou a bolsa na frente de estranhos. Separe pequenas quantias de dinheiro para pagar passagem, café, cigarros etc.

Não abra a carteira ou a bolsa na frente de estranhos. Separe pequenas quantias de dinheiro para pagar passagem, café, cigarros etc. Dicas de Segurança I Cuidados no dia-a-dia Nas Ruas Previna-se contra a ação dos marginais não ostentando objetos de valor como relógios, pulseiras, colares e outras jóias de valor. Evite passar em ruas

Leia mais

Trabalho Interdisciplinar: Desafios e possibilidades para uma vida melhor. Bairro São Geraldo

Trabalho Interdisciplinar: Desafios e possibilidades para uma vida melhor. Bairro São Geraldo CAMPANHA NACIONAL DE ESCOLAS DA COMUNIDADE COLEGIO CENECISTA NOSSA SENHORA DOS ANJOS GRAVATAÍ - RS Trabalho Interdisciplinar: Desafios e possibilidades para uma vida melhor Bairro São Geraldo Nomes: Ana,

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA INSTITUTO DE PESQUISA E PLANEJAMENTO URBANO DE CURITIBA

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA INSTITUTO DE PESQUISA E PLANEJAMENTO URBANO DE CURITIBA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA INSTITUTO DE PESQUISA E PLANEJAMENTO URBANO DE CURITIBA OFICINA DE CAPACITAÇÃO PARA O PLANO DIRETOR: REGIONAL PINHEIRINHO 02/04/2014 CURITIBA MARÇO/2014 Realizações no

Leia mais

RELATÓRIO DA PESQUISA DA QUALIDADE DE VIDA NA CIDADE DE ARACRUZ.

RELATÓRIO DA PESQUISA DA QUALIDADE DE VIDA NA CIDADE DE ARACRUZ. RELATÓRIO DA PESQUISA DA QUALIDADE DE VIDA NA CIDADE DE ARACRUZ. Apresentação Este relatório contém os resultados da 1ª pesquisa de Qualidade de Vida na cidade de Aracruz solicitada pela FACE. O objetivo

Leia mais

Grupo WTB Experiência e solidez

Grupo WTB Experiência e solidez Grupo WTB Experiência e solidez Fundado em 1999, o Grupo WTB teve um crescimento sustentado e prosperou ao longo dos anos. Hoje, sua marca está presente em vários empreendimentos de sucesso, contando com

Leia mais

Projeto Circulando Cultura: inclusão cultural através do transporte público.

Projeto Circulando Cultura: inclusão cultural através do transporte público. Projeto Circulando Cultura: inclusão cultural através do transporte público. Aline Leite 1 ; Daniel Lopes 1 ; Denise Navegantes 1 ; Diego Mateus da Silva 1 ; Marcelo Mancini 1 ; Miguel Dias 1 ; Natália

Leia mais

Rio de cara nova. Conheça dez obras que prometem mudar a cara da cidade nos próximos dez anos

Rio de cara nova. Conheça dez obras que prometem mudar a cara da cidade nos próximos dez anos Rio de cara nova Conheça dez obras que prometem mudar a cara da cidade nos próximos dez anos por Ernesto Neves 01 de Agosto de 2011 Fonte: Revista Veja Rio Cidade do Rock O terreno de 250 mil metros quadrados

Leia mais

Quem escutamos? Renda do plano amostral 27% 59% Dados sistematizados pela ABEP. Classe A. Classe A: mais de 16 mil (acima de 20 SM) Classe B.

Quem escutamos? Renda do plano amostral 27% 59% Dados sistematizados pela ABEP. Classe A. Classe A: mais de 16 mil (acima de 20 SM) Classe B. Contexto Realização de um estudo de mercado para conhecer o perfil de quem irá presentear no Natal bem como as intenções de compra de presentes para a data. Quem escutamos? Classe A 7% Renda do plano amostral

Leia mais

Palavras chaves: espaço público, cidadania, educação, arte.

Palavras chaves: espaço público, cidadania, educação, arte. 1 ESPORTE, ARTE E EDUCAÇÃO INTERVENÇÕES EM UM ESPAÇO PÚBLICO Profª Ketlin Elisa Thomé Wenceslau Fiocco Resumo: Todos os anos o Colégio Arautos organiza um projeto interdisciplinar que tem como proposta

Leia mais

Densidade de ocorrências de mortes violentas

Densidade de ocorrências de mortes violentas de mortes violentas Temporalidade e espaços dos homicídios dolosos na capital paulista Sérgio Adorno* No Município de São Paulo, a distribuição de ocorrências de homicídio doloso, segundo o período do

Leia mais

DIÁRIO Ano 1 n 01 Cachoeiro de Itapemirim e Região Sul. DIÁRIO Ano 1 n 259 Cachoeiro de Itapemirim e Região Sul SUPLEMENTO ESPECIAL

DIÁRIO Ano 1 n 01 Cachoeiro de Itapemirim e Região Sul. DIÁRIO Ano 1 n 259 Cachoeiro de Itapemirim e Região Sul SUPLEMENTO ESPECIAL SEXTA-FEIRA, 01/04/2011 DIÁRIO Ano 1 n 01 Cachoeiro de Itapemirim e Região Sul www.aquies.com.br»» @folhadocaparao»» facebook.com/grupofolhadocaparao QUARTA-FEIRA, 15/02/2012 DIÁRIO Ano 1 n 259 Cachoeiro

Leia mais

PESQUISA DIA DAS CRIANÇAS - NATAL

PESQUISA DIA DAS CRIANÇAS - NATAL PESQUISA DIA DAS CRIANÇAS - NATAL Natal, setembro de 2015 1 Sumário 1. Aspectos Metodológicos... 3 2. Descrição dos Resultados... 4 Itens de comemoração... 4 Gastos com presente... 4 Local e quando compra...

Leia mais

COMO SE COMPORTAM OS HÓSPEDES?

COMO SE COMPORTAM OS HÓSPEDES? COMO SE COMPORTAM OS HÓSPEDES? INTRODUÇÃO Como uma consultoria em gestão hoteleira, a Mapie acredita no conhecimento como a principal ferramenta de desenvolvimento para empresas e profissionais do setor.

Leia mais

5. CONCLUSÃO. 5.1 Resumo dos Resultados

5. CONCLUSÃO. 5.1 Resumo dos Resultados 5. CONCLUSÃO 5.1 Resumo dos Resultados O presente trabalho se propôs a entender os significados atribuídos pelo público feminino de baixa renda no consumo dos produtos do mercado HPPC, especificamente

Leia mais

A OCUPAÇÃO DAS TRIBOS NO SKATE PARK DA ORLA DE ATALAIA EM ARACAJU/SE

A OCUPAÇÃO DAS TRIBOS NO SKATE PARK DA ORLA DE ATALAIA EM ARACAJU/SE A OCUPAÇÃO DAS TRIBOS NO SKATE PARK DA ORLA DE ATALAIA EM ARACAJU/SE Paula Aragão Aluna do Programa de Pós-graduação/UFSC Luciana Carolline Pina Garcia Professora da Estadual de Educação em Sergipe Cristiano

Leia mais

Visivelmente, o mercado de imóveis no País está em pleno crescimento basta olhar para os lados...para frente...para trás... Alguns questionamentos:

Visivelmente, o mercado de imóveis no País está em pleno crescimento basta olhar para os lados...para frente...para trás... Alguns questionamentos: Gunther Calvente Grineberg Maio 2011 Mercado Visivelmente, o mercado de imóveis no País está em pleno crescimento basta olhar para os lados...para frente...para trás... Alguns questionamentos: Alguém conhece

Leia mais

Artigo: Um olhar feminino na Internet

Artigo: Um olhar feminino na Internet Artigo: Um olhar feminino na Internet Por Tatiane Pocai Dellapiazza - aluna do primeiro ano do Curso de Comunicação Social - Centro UNISAL - Americana. Introdução: O Brasil chega perto de comemorar seu

Leia mais

Mobilidade Urbana COMO SE FORMAM AS CIDADES? 06/10/2014

Mobilidade Urbana COMO SE FORMAM AS CIDADES? 06/10/2014 Mobilidade Urbana VASCONCELOS, Eduardo Alcântara de. Mobilidade urbana e cidadania. Rio de Janeiro: SENAC NACIONAL, 2012. PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL LUCIANE TASCA COMO SE FORMAM AS CIDADES? Como um

Leia mais

População brasileira Música - Internet Propaganda. Outubro/ 2007

População brasileira Música - Internet Propaganda. Outubro/ 2007 População brasileira Música - Internet Propaganda Outubro/ 00 Objetivo Este estudo têm como objetivo identificar entre a população brasileira os seguintes aspectos: Música estilo musical mais ouvido; Internet

Leia mais

MARCA. ponto PARA A SUA. Os desafios ambientais abrem oportunidades para olhares mais atentos.

MARCA. ponto PARA A SUA. Os desafios ambientais abrem oportunidades para olhares mais atentos. Os desafios ambientais abrem oportunidades para olhares mais atentos. Ao adotar uma praça, sua empresa cria novas formas de atuar na responsabilidade social, amplia perspectivas de mercado e desenvolve

Leia mais

Pesquisa com Comerciantes de Artesanato setembro / 2013

Pesquisa com Comerciantes de Artesanato setembro / 2013 Pesquisa com Comerciantes de Artesanato setembro / 2013 1 2013. Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Sebrae Todos os direitos reservados A reprodução não autorizada desta publicação,

Leia mais

Esquema especial de tráfego para realização da Maratona e Meia Maratona do Rio

Esquema especial de tráfego para realização da Maratona e Meia Maratona do Rio Esquema especial de tráfego para realização da Maratona e Meia Maratona do Rio Neste domingo, dia 29 de maio, serão realizadas a Maratona e a Meia Maratona da Cidade do Rio de Janeiro com largadas na orla

Leia mais

cinema: o que os cariocas querem ver

cinema: o que os cariocas querem ver cinema: o que os cariocas querem ver perfil cultural dos cariocas como foi feita a pesquisa 1.501 pessoas entrevistadas, a partir de 12 anos, de todos os níveis econômicos, em todas as regiões da cidade.

Leia mais

AGENDA DA FAMÍLIA. 1 O que é a Agenda da Família?

AGENDA DA FAMÍLIA. 1 O que é a Agenda da Família? AGENDA DA FAMÍLIA Marcelo Garcia é assistente social. Exerceu a Gestão Social Nacional, Estadual e Municipal. Atualmente é professor em cursos livres, de extensão e especialização, além de diretor executivo

Leia mais

Débora Machado. Relação de arquitetura e cidade como uma proposta de ocupação do espaço público, a importância da calçada no contexto urbano

Débora Machado. Relação de arquitetura e cidade como uma proposta de ocupação do espaço público, a importância da calçada no contexto urbano Débora Machado Relação de arquitetura e cidade como uma proposta de ocupação do espaço público, a importância da calçada no contexto urbano Avaliando as questões de transformação da sociedade, o texto

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Dezembro 2010

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Dezembro 2010 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Dezembro 2010 EMPREENDIMENTOS DE USO MISTO Profa.Dra.Eliane Monetti Prof. Dr. Sérgio Alfredo Rosa da Silva Empreendimentos de uso misto

Leia mais

ANEXO II VIVÊNCIAS E TÉCNICAS DE DINÂMICAS DE GRUPO PARA ELABORAÇÃO DO DIAGNÓSTICO RÁPIDO PARTICIPATIVO URBANO (DRPU)

ANEXO II VIVÊNCIAS E TÉCNICAS DE DINÂMICAS DE GRUPO PARA ELABORAÇÃO DO DIAGNÓSTICO RÁPIDO PARTICIPATIVO URBANO (DRPU) ANEXO II VIVÊNCIAS E TÉCNICAS DE DINÂMICAS DE GRUPO PARA ELABORAÇÃO DO DIAGNÓSTICO RÁPIDO PARTICIPATIVO URBANO (DRPU) As dinâmicas aqui apresentadas podem e devem ser adaptadas de acordo com os objetivos

Leia mais

Entrevista com Edgard Porto (Transcrição) (Tempo Total 26:33)

Entrevista com Edgard Porto (Transcrição) (Tempo Total 26:33) Entrevista com Edgard Porto (Transcrição) (Tempo Total 26:33) Edgard: A idéia [desta entrevista] é a gente comentar dez características da globalização e seus reflexos em Salvador. Meu nome é Edgard Porto,

Leia mais

As lições de Vancouver

As lições de Vancouver As lições de Vancouver O sucesso das Olimpíadas de Inverno realizadas na cidade canadense ensina diversas lições sobre como organizar eventos desse porte Com a proximidade das duas grandes competições

Leia mais

PERCEPÇÃO AMBIENTAL DE ADOLESCENTES DO PROJOVEM ADOLESCENTE DE OLINDA PE

PERCEPÇÃO AMBIENTAL DE ADOLESCENTES DO PROJOVEM ADOLESCENTE DE OLINDA PE PERCEPÇÃO AMBIENTAL DE ADOLESCENTES DO PROJOVEM ADOLESCENTE DE OLINDA PE Correia, K.V. (1) ; Silva, R.C.R. (1) ; Nascimento, V.R. (1) ; Nascimento, S.M. (1) ; Torres, M.C.G. (1) ; Silva, R.N. (1) keniaandaluz@gmail.com

Leia mais

Boletim Informativo do Grupo Premodisa

Boletim Informativo do Grupo Premodisa Nº34 JUN. 2014 Boletim Informativo do Grupo Premodisa Novo galpão da Translap Veículos pesados ganham espaço interno para manutenção, trazendo mais agilidade à logística de transporte do Grupo Premodisa.

Leia mais

VIRADA ESPORTIVA 2014

VIRADA ESPORTIVA 2014 A VIRADA ESPORTIVA As 34 horas da Virada Esportiva contaram com mais de 140 modalidades intercaladas com uma das principais características de São Paulo: a garoa. Entre eventos e locais tradicionais, como

Leia mais

Segunda-feira, 22 de abril de 2013

Segunda-feira, 22 de abril de 2013 Segunda-feira, 22 de abril de 2013 22/04/2013 07h00 - Atualizado em 22/04/2013 07h00 Empresários dão dicas de como empreender após a aposentadoria Professora aposentada montou empresa de reforma de calçadas.

Leia mais

Analisando viagens a pé e por bicicletas na integração com transporte de massa

Analisando viagens a pé e por bicicletas na integração com transporte de massa Analisando viagens a pé e por bicicletas na integração com transporte de massa Fernanda Borges Monteiro, Vânia Barcellos Gouvêa Campos arqnandy@gmail.com; vania@ime.eb.br Instituto Militar de Engenharia

Leia mais

Pesquisa Perfil do Visitante da Orla de Ipanema - Porto Alegre

Pesquisa Perfil do Visitante da Orla de Ipanema - Porto Alegre Pesquisa Perfil do Visitante da Orla de Ipanema - Porto Alegre Movimento Ipanema Natureza Humana Secretaria Municipal de Turismo de Porto Alegre Novembro/2009 Objetivo: Perfil do Visitante da Orla de Ipanema

Leia mais

O QUE MOSTRAM OS SINAIS VITAIS DE FLORIANÓPOLIS?

O QUE MOSTRAM OS SINAIS VITAIS DE FLORIANÓPOLIS? O QUE MOSTRAM OS SINAIS VITAIS DE FLORIANÓPOLIS? Uma cidade é um organismo vivo! Uma boa cidade para se viver é aquela em que as diversas partes do organismo funcionam de forma adequada, ou seja, correspondem

Leia mais

erceiro município mais populoso do interior paulista e o quarto mercado consumidor do Estado, fora da região metropolitana de São Paulo.

erceiro município mais populoso do interior paulista e o quarto mercado consumidor do Estado, fora da região metropolitana de São Paulo. T erceiro município mais populoso do interior paulista e o quarto mercado consumidor do Estado, fora da região metropolitana de São Paulo. Ao longo dos últimos 12 anos, Sorocaba vem crescendo expressivamente

Leia mais

São Francisco do Sul. Masculino 66% 56% 50% 51% 55% Feminino 34% 44% 50% 49% 45%

São Francisco do Sul. Masculino 66% 56% 50% 51% 55% Feminino 34% 44% 50% 49% 45% 1 2 A FECOMÉRCIO SC, com o intuito de mapear o perfil do turista e do empresário do turismo de carnaval em Santa Catarina, realizou uma pesquisa com esses públicos nas quatro cidades de maior movimento

Leia mais

O LABORATÓRIO DE PESQUISA DA UNICARIOCA

O LABORATÓRIO DE PESQUISA DA UNICARIOCA Enquete Um estudo feito por matemáticos da Universidade de Vermont, nos Estados Unidos, mostrou que o dia preferido pelas pessoas é o domingo. Os pesquisadores analisaram 2,4 milhões de mensagens pela

Leia mais

Mude seu ponto de vista sobre como morar

Mude seu ponto de vista sobre como morar Mude seu ponto de vista sobre como morar De tempos em tempos a humanidade descobre uma nova perspectiva de vida. A mente cria desejos. Desejos que abrem espaços. Espaços que se transformam em novos enfoques.

Leia mais

Curso de Direito Atividades de aprofundamento acadêmico nº 04 2S2015

Curso de Direito Atividades de aprofundamento acadêmico nº 04 2S2015 Curso de Direito Atividades de aprofundamento acadêmico nº 04 2S2015 Professor responsável: Ricardo Lorenzi Pupin Aluno: Semestre/turma: Disciplina: Geral Tema da atividade: Arrastões nas praias do Rio

Leia mais

ENCONTRO DE 35 ANOS FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE SANTOS PRIMEIRA E SEGUNDA TURMAS

ENCONTRO DE 35 ANOS FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE SANTOS PRIMEIRA E SEGUNDA TURMAS ENCONTRO DE 35 ANOS FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE SANTOS PRIMEIRA E SEGUNDA TURMAS PROGRAMAÇÃO OFICIAL E OPCIONAL: 19/06/2015 Sexta feira ALMOÇO (opcional) Ciceroneados por nosso Amigo Bráz Antunes Mattos

Leia mais

Prefeitura apresenta operação de trânsito para evento-teste de Ciclismo de Estrada, no domingo (16)

Prefeitura apresenta operação de trânsito para evento-teste de Ciclismo de Estrada, no domingo (16) Prefeitura apresenta operação de trânsito para evento-teste de Ciclismo de Estrada, no domingo (16) A Prefeitura do Rio apresentou nesta segunda-feira (10.08) a operação da cidade para o evento-teste de

Leia mais

VILA MADALENA COL. SANTA CLARA PROF. MARCOS 2014

VILA MADALENA COL. SANTA CLARA PROF. MARCOS 2014 VILA MADALENA COL. SANTA CLARA PROF. MARCOS 2014 ORGANIZAÇÃO DA APRESENTAÇÃO I. CONTEÚDOS ATITUDINAIS II. CONTEÚDOS PROCEDIMENTAIS III. CONTEÚDOS CONCEITUAIS 1. AS TRANSFORMAÇÕES DA VILA MADALENA Da vila

Leia mais

INFORMAÇÕES PARA O TURISTA, MAPAS E DICAS DE SEGURANÇA. As rotas delineadas neste mapa vão facilitar seus passeios e sua estadia.

INFORMAÇÕES PARA O TURISTA, MAPAS E DICAS DE SEGURANÇA. As rotas delineadas neste mapa vão facilitar seus passeios e sua estadia. INFORMAÇÕES PARA O TURISTA, MAPAS E DICAS DE SEGURANÇA Benvindo à Grande Miami e suas praias As rotas delineadas neste mapa vão facilitar seus passeios e sua estadia. Dirigir pela Grande Miami e suas praias

Leia mais

Instituto Adaptação e Surf ADAPTSURF Associação Civil Sem Fins Lucrativos CNPJ: 09.526.710 0001-24. Presidente. Vice-presidente

Instituto Adaptação e Surf ADAPTSURF Associação Civil Sem Fins Lucrativos CNPJ: 09.526.710 0001-24. Presidente. Vice-presidente Instituto Adaptação e Surf ADAPTSURF Associação Civil Sem Fins Lucrativos CNPJ: 09.526.710 0001-24 Presidente Dr. Luiz Phelipe Netto Monteiro Nobre luizphelipe@adaptsurf.org.br 21 93057707 Vice-presidente

Leia mais

Relatório de Estatística Descritiva Bourbon Festival Paraty

Relatório de Estatística Descritiva Bourbon Festival Paraty Relatório de Estatística Descritiva Bourbon Festival Paraty Pesquisa de satisfação 2014 S E C R E T A R I A D E T U R I S M O DE P A R A T Y PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA Durante os dias 24 e 25 de junho

Leia mais

RAPHAEL SANTA CRUZ O mágico-

RAPHAEL SANTA CRUZ O mágico- RAPHASANTACRUZ RAPHAEL SANTA CRUZ O mágico- Natural de Caruaru, Pernambuco, Raphael Santa Cruz, atua profissionalmente há dez anos. Em 2008, organizou no SESC Caruaru, o MAGIFEST, evento com palestras,

Leia mais

TURISMO NO ESPAÇO RURAL LEGISLAÇÃO MANUAL

TURISMO NO ESPAÇO RURAL LEGISLAÇÃO MANUAL TURISMO NO ESPAÇO RURAL LEGISLAÇÃO MANUAL Índice 1. Turismo no espaço rural: tipologias.2 2. Exploração e funcionamento.... 5 3. Legislação aplicável.17 Bibliografia. 18 1 1.Turismo no espaço rural: tipologias

Leia mais

MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE DA LIMPEZA URBANA

MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE DA LIMPEZA URBANA MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE DA LIMPEZA URBANA João Alberto Ferreira Professor Adjunto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro UERJ. Mestre em Engenharia Ambiental. Doutor em Ciências. Engenheiro

Leia mais

ENOTEL ACQUA CLUB FICHA TÉCNICA

ENOTEL ACQUA CLUB FICHA TÉCNICA GCOM 00113/2013 ENOTEL ACQUA CLUB FICHA TÉCNICA INTRODUÇÃO: ENOTEL ACQUA CLUB Surge o mais novo resort, na mais bela praia do Brasil, em Porto de Galinhas. Um paraíso à beira-mar com extensa praia de areias

Leia mais

SUMÁRIO. Localidades da pesquisa, amostra e entrevistas realizadas por Área de Planejamento AP s 2. Caracterização do entrevistado sem carteira 04

SUMÁRIO. Localidades da pesquisa, amostra e entrevistas realizadas por Área de Planejamento AP s 2. Caracterização do entrevistado sem carteira 04 Pesquisa de Opinião Pública sobre as Campanhas Educativas para o Trânsito & da I m a g e m I n s t i t u c i o n a l da CET- RIO Relatório de Pesquisa 2008 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO 03 PRINCIPAIS RESULTADOS

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO ARQ 399- TRABALHO DE CURSO -2011/2 BELLE MARE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO ARQ 399- TRABALHO DE CURSO -2011/2 BELLE MARE UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO ARQ 399- TRABALHO DE CURSO -2011/2 BELLE MARE ALUNA: ORIENTADORA: TERESA FARIA NOVEMBRO 2011 AGRADECIMENTOS AGRADEÇO A TODOS QUE ACREDITARAM,

Leia mais

Este Plano de Negócios foi elaborado em Junho de 2014

Este Plano de Negócios foi elaborado em Junho de 2014 ESPETO VACA LOUCA Pc TUBAL VILELA Nº 0 CENTRO- UBERLANDIA MG (34) 9876-5432 contato@vacalouca.com Ademir Gonçalves Filho Diretor Administrativo Gustavo Rodovalho Oliveira - Diretor de Marketing Jhonata

Leia mais

Capa VERÃO 30 n SuperVarejo novembro 2009

Capa VERÃO 30 n SuperVarejo novembro 2009 30 n SuperVarejo novembro 2009 Protetores solares, bronzeadores e cremes para pele e cabelo vão garantir o faturamento do verão na categoria higiene e beleza >> Rogério Gatti > rgatti@supervarejo.com.br

Leia mais

ONDAS. Projeto Ondas que te quero mar Educação Ambiental para comunidades ambientais

ONDAS. Projeto Ondas que te quero mar Educação Ambiental para comunidades ambientais ONDAS Projeto Ondas que te quero mar Educação Ambiental para comunidades ambientais O primeiro Projeto do NEMA foi o Mentalidade Marítima (1987), atual Projeto Ondas que te quero mar: educação ambiental

Leia mais

Pesquisa. Intenção de

Pesquisa. Intenção de Pesquisa SPC BRASIL: Intenção de Compras para o Natal Novembro/2013 Pesquisa do SPC Brasil revela que brasileiros pretendem gastar mais e comprar mais presentes neste Natal Se depender dos consumidores

Leia mais

Você sabia que... Alguns fatos sobre o meu país

Você sabia que... Alguns fatos sobre o meu país Brasil Você sabia que... A pobreza e a desigualdade causam a fome e a malnutrição. Os alimentos e outros bens e serviços básicos que afetam a segurança dos alimentos, a saúde e a nutrição água potável,

Leia mais

Imóveis: o que os paulistanos buscam na hora da compra

Imóveis: o que os paulistanos buscam na hora da compra 13/10/2010 Imóveis: o que os paulistanos buscam na hora da compra Pesquisa revela quanto gastam os novos proprietários De mudança para fugir do trânsito: Moro no Morumbi e todos os dias tenho de enfrentar

Leia mais

1.2 - Implantação do programa de habitação rural (construção de casas de qualidade nas propriedades rurais).

1.2 - Implantação do programa de habitação rural (construção de casas de qualidade nas propriedades rurais). PLANO DE GOVERNO - ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PARTICIPATIVA PARA 2013/2016 COLIGAÇÃO O PRESENTE NOS PERMITE SEGUIR EM FRENTE - CANDIDATO A PREFEITO PEDRINHO DA MATA 11 Ações a serem realizadas por Secretarias:

Leia mais

Relatório de Intercâmbio

Relatório de Intercâmbio UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI ASSESSORIA PARA ASSUNTOS INTERNACIONAIS PROGRAMA DE INTERCÂMBIO ACADÊMICO INTERNACIONAL PARA GRADUAÇÃO Relatório de Intercâmbio Aluno(a): THIAGO RIBEIRO FURTADO

Leia mais

ASPECTOS DA REDE URBANA DO ESTADO DE SÃO PAULO

ASPECTOS DA REDE URBANA DO ESTADO DE SÃO PAULO ASPECTOS DA REDE URBANA DO ESTADO DE SÃO PAULO SIMÃO, Rosycler Cristina Santos Palavras chave: rede urbana; São Paulo; disparidades regionais; Censo Demográfico 2000. Resumo O objetivo do trabalho é mostrar

Leia mais

UM NOVO CONCEITO. UMA NOVA ARQUITETURA. UM NOVO DESIGN. UM NOVO ESPAÇO. BEM-VINDO AO NOVO... SHOPPING VALINHOS.

UM NOVO CONCEITO. UMA NOVA ARQUITETURA. UM NOVO DESIGN. UM NOVO ESPAÇO. BEM-VINDO AO NOVO... SHOPPING VALINHOS. UM NOVO CONCEITO. UMA NOVA ARQUITETURA. UM NOVO DESIGN. UM NOVO ESPAÇO. BEM-VINDO AO NOVO... SHOPPING VALINHOS. Imagem meramente ilustrativa, sujeito a alterações. NOVA GALERIA DE ACESSO - primeiro piso

Leia mais

Metodologia. MARGEM DE ERRO O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máxima é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Metodologia. MARGEM DE ERRO O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máxima é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. Metodologia COLETA Entrevistas domiciliares com questionário estruturado. LOCAL DA PESQUISA Município de São Paulo. UNIVERSO moradores de 16 anos ou mais. PERÍODO DE CAMPO de 26 de setembro a 1º de outubro

Leia mais

Create PDF with PDF4U. If you wish to remove this line, please click here to purchase the full version

Create PDF with PDF4U. If you wish to remove this line, please click here to purchase the full version RECOMENDAÇÃO Nº 002/2010 (Prodemac) O Ministério Público do Estado do Amapá, por seu representante legal com atuação na Promotoria de Justiça do Meio Ambiente, Conflitos Agrários, Habitação e Urbanismo,

Leia mais

No ritmo da criação OPORTUNIDADE

No ritmo da criação OPORTUNIDADE Shutterstock POR BRUNO MORESCHI No ritmo da criação Nosso país ainda caminha a passos lentos quando o assunto é economia criativa. Mas as incubadoras podem ajudar a recuperar o tempo perdido Da música

Leia mais

IPA INSTITUTO DE PESQUISA AVANTIS Professor Coordenador Thiago Santos IPA@AVANTIS.EDU.BR

IPA INSTITUTO DE PESQUISA AVANTIS Professor Coordenador Thiago Santos IPA@AVANTIS.EDU.BR IPA INSTITUTO DE PESQUISA AVANTIS Professor Coordenador Thiago Santos IPA@AVANTIS.EDU.BR IPA Instituto de Pesquisa Avantis Objetivos: - Socializar os conhecimentos e informações originadas por pesquisas

Leia mais

Projeto CIRCO-ESCOLA NA BAHIA

Projeto CIRCO-ESCOLA NA BAHIA Projeto CIRCO-ESCOLA NA BAHIA Objetivo geral do projeto O objetivo do projeto Circo-Escola na Bahia é oferecer às crianças e jovens de Serra Grande um espaço privilegiado para que possam desenvolver atividades

Leia mais

Startup Miguel Moraes Branding

Startup Miguel Moraes Branding Startup Miguel Moraes Branding A iniciativa A idéia inicial era criar uma campanha para alunos que tem vontade de ajudar o próximo e vêm de carro sozinhos ofertarem o espaço do passageiro para outro aluno

Leia mais

MIGRAÇÃO E RELAÇÃO CAMPO-CIDADE 1

MIGRAÇÃO E RELAÇÃO CAMPO-CIDADE 1 MIGRAÇÃO E RELAÇÃO CAMPO-CIDADE 1 Débora Aparecida Tombini* Marcos Aurélio Saquet** INTRODUÇÃO Desde o surgimento da vida humana na Terra até o início do século XIX, a população cresceu em ritmo lento

Leia mais

Contagem de Ciclistas em Cruzamento. Rua Figueiredo de Magalhães com Av. N. S. de Copacabana. Copacabana Rio de Janeiro

Contagem de Ciclistas em Cruzamento. Rua Figueiredo de Magalhães com Av. N. S. de Copacabana. Copacabana Rio de Janeiro Contagem de Ciclistas em Cruzamento. Rua Figueiredo de Magalhães com Av. N. S. de Copacabana. Copacabana Rio de Janeiro Quinta feira, 2 de julho de 2009. Julho de 2009, Cruzamento das ruas Figueiredo de

Leia mais

Um olhar carioca conectado ao novo tempo global

Um olhar carioca conectado ao novo tempo global A FOLHA CARIOCA Um olhar carioca conectado ao novo tempo global Folha Carioca, um novo conceito na mídia impressa carioca: revista gratuita, com distribuição inteligente, alto padrão gráfico e qualidade

Leia mais

Assessoria de Comunicação & Marketing Assessoria de Imprensa e Divulgação Científica

Assessoria de Comunicação & Marketing Assessoria de Imprensa e Divulgação Científica Assessoria de Comunicação & Marketing Assessoria de Imprensa e Divulgação Científica Monitoramento das Notícias da UNISUL Dia 18 de abril de 2012 JORNAIS UDESC e ACAFE aquecem os vestibulandos Diário Catarinense

Leia mais

Em ritmo chinês A arquiteta Mariana Gerotto, de 26 anos, mudou-se para a Vila Andrade, na Zona Sul, em 2000, mas só recentemente descobriu ser esse o nome do bairro. Apesar de ele estar gravado nas placas

Leia mais

PROCESSO DE INGRESSO NA UPE

PROCESSO DE INGRESSO NA UPE PROCESSO DE INGRESSO NA UPE SOCIOLOGIA 2º dia 1 SOCIOLOGIA VESTIBULAR 11. A Sociologia surgiu das reflexões que alguns pensadores fizeram acerca das transformações ocorridas na sociedade do seu tempo.

Leia mais

PESQUISA DE TURISMO EM IMBITUBA Praia do Rosa

PESQUISA DE TURISMO EM IMBITUBA Praia do Rosa EM IMBITUBA Praia do Rosa SUMÁRIO Perfil do turista e avaliação do destino...3 Perfil dos meios de hospedagem - Praia do Rosa...16 Perfil do turista e avaliação do destino Pesquisa com o turista Buscando

Leia mais

AS TRÊS DIMENSÕES DO CONTEÚDO NA EDUCAÇÃO FÍSICA: TEMATIZANDO OS ESPORTES RADICAIS NA ESCOLA PÚBLICA

AS TRÊS DIMENSÕES DO CONTEÚDO NA EDUCAÇÃO FÍSICA: TEMATIZANDO OS ESPORTES RADICAIS NA ESCOLA PÚBLICA AS TRÊS DIMENSÕES DO CONTEÚDO NA EDUCAÇÃO FÍSICA: TEMATIZANDO OS ESPORTES RADICAIS NA ESCOLA PÚBLICA Daniel Teixeira Maldonado Maurício Bráulio Daniel Bocchini Prefeitura de São Paulo EMEF 19 de Novembro

Leia mais

Manual Bicicleta e Comércio

Manual Bicicleta e Comércio Manual Bicicleta e Comércio 66% dos comerciantes dizem que as vendas aumentaram após a implantação de ciclovias em São Francisco - Estados Unidos 49% de aumento nas vendas em comércios próximos a ciclovias

Leia mais

R$ 95,00 por pessoa DESTINATION MANAGEMENT COMPANY PASSEIO DE JEEP PELA FLORESTA DA TIJUCA

R$ 95,00 por pessoa DESTINATION MANAGEMENT COMPANY PASSEIO DE JEEP PELA FLORESTA DA TIJUCA PASSEIO DE JEEP PELA FLORESTA DA TIJUCA Floresta da Tijuca é a maior Floresta urbana do mundo localizada em região de Mata Atlântica que fica a 10 minutos do centro do Rio de Janeiro. Nosso passeio inclui

Leia mais

A ameaça dos sacos plásticos

A ameaça dos sacos plásticos partes I e II Língua Portuguesa e Matemática texto 1 A ameaça dos sacos plásticos O carrasco ganha sobrevida Entre os grandes vilões da poluição urbana, os 2 milhões de sacos plásticos usados anualmente

Leia mais

Viajantes da noite: quem são os usuários de ônibus na madrugada de São Paulo.

Viajantes da noite: quem são os usuários de ônibus na madrugada de São Paulo. Viajantes da noite: quem são os usuários de ônibus na madrugada de São Paulo. Christina Maria De Marchiori Borges (1); Paulo Bossi (2); Leonardo Lemos de Oliveira (3) SPTrans São Paulo Transporte- Assessoria

Leia mais

Transporte público no Rio de Janeiro: encontrando soluções para uma mobilidade sustentável.

Transporte público no Rio de Janeiro: encontrando soluções para uma mobilidade sustentável. Transporte público no Rio de Janeiro: encontrando soluções para uma mobilidade sustentável. Richele Cabral 1 ; Eunice Horácio S. B. Teixeira 1 ; Milena S. Borges 1 ; Miguel Ângelo A. F. de Paula 1 ; Pedro

Leia mais

Urban View. Urban Reports. Lógica Urbana e bairros com vocação múltipla

Urban View. Urban Reports. Lógica Urbana e bairros com vocação múltipla Urban View Urban Reports Lógica Urbana e bairros com vocação múltipla Lógica Urbana e bairros com vocação múltipla Como funciona seu plano particular de logística para ir de casa para o trabalho, levar

Leia mais

III Conferência Municipal de Política Urbana ESTUDOS URBANOS Transformações recentes na estrutura urbana

III Conferência Municipal de Política Urbana ESTUDOS URBANOS Transformações recentes na estrutura urbana III Conferência Municipal de Política Urbana ESTUDOS URBANOS Transformações recentes na estrutura urbana PBH/SMURBE Núcleo de Planejamento Urbano da Secretaria Municipal de Políticas Urbanas de Belo Horizonte

Leia mais

[ ARQUITETURA ] [ TEXTO VERENA PARANHOS ] 1 5 2 L E T S G O B A H I A DIVULGAÇÃO

[ ARQUITETURA ] [ TEXTO VERENA PARANHOS ] 1 5 2 L E T S G O B A H I A DIVULGAÇÃO [ ARQUITETURA ] [ TEXTO VERENA PARANHOS ] DIVULGAÇÃO COMPLEXO DE VIADUTOS DO IMBUÍ Projeção apresenta como será o complexo de viadutos que vai desafogar o trânsito na Avenida Paralela. As obras foram autorizadas

Leia mais

Groningen. Centro da cidade.

Groningen. Centro da cidade. Groningen A cidade de Groningen, no norte da Holanda, tem 180.000 habitantes, um quinto deste total sendo estudantes. Isso porque a cidade, apesar de ser pequena, tem duas universidades: Hanzehogeschool

Leia mais

MOBILIDADE URBANA: INTERVENÇÃO E REESTRUTURAÇÃO DE CICLOVIAS NA AVENIDA MANDACARU

MOBILIDADE URBANA: INTERVENÇÃO E REESTRUTURAÇÃO DE CICLOVIAS NA AVENIDA MANDACARU MOBILIDADE URBANA: INTERVENÇÃO E REESTRUTURAÇÃO DE CICLOVIAS NA AVENIDA MANDACARU Adriele Borges da Silva¹; Tatiana Romani Moura²; RESUMO: O presente trabalho tem por finalidade apresentar um estudo e

Leia mais

Direitos e Deveres das Crianças e Adolescentes

Direitos e Deveres das Crianças e Adolescentes Direitos e Deveres das Crianças e Adolescentes Esta lei dispõe sobre a proteção integral á criança e ao adolescente, considera-se criança, para efeitos desta lei, a pessoa até doze(12) anos de idade incompletos

Leia mais

Categorias Sociológicas

Categorias Sociológicas Categorias Sociológicas Fato Social DURKHEIM, E.; AS REGRAS DO MÉTODO SOCIOLÓGICO.São Paulo, Abril, Os Pensadores, 1973 p. 389-90. O que é fato social O objeto de estudo da Sociologia é o fato social.

Leia mais

Cinco pontos sobre redes sociais na Internet

Cinco pontos sobre redes sociais na Internet Cinco pontos sobre redes sociais na Internet Por Raquel Recuero (*) Nos últimos anos, assistimos a um crescimento espantoso das chamadas tecnologias de comunicação. Essas tecnologias tornaram-se mais rápidas,

Leia mais

Diretrizes para o Plano de Mobilidade Urbana 2015 da Cidade de São Paulo referentes à mobilidade a pé

Diretrizes para o Plano de Mobilidade Urbana 2015 da Cidade de São Paulo referentes à mobilidade a pé Diretrizes para o Plano de Mobilidade Urbana 2015 da Cidade de São Paulo referentes à mobilidade a pé Introdução A proposta de Diretrizes para o Plano de Mobilidade Urbana 2015 da Cidade de São Paulo referentes

Leia mais