MANUAL DO ALUNO 2012 Curso Técnico Curso de Aprendizagem Industrial. Escola SENAI Frederico Jacob

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1 MANUAL DO ALUNO 2012 Curso Técnico Curso de Aprendizagem Industrial Escola SENAI Frederico Jacob

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3 Manual do Aluno ESCOLA SENAI Frederico Jacob Aluno Turma Curso/Ocupação 3

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5 ÍNDICE Apresentação O SENAI A Escola SENAI Frederico Jacob Informações sobre os cursos Curso Técnico de Manutenção Mecânica Curso Técnico de Eletroeletrônica Curso de Aprendizagem Industrial - Mecânico de Manutenção Curso de Aprendizagem Industrial Eletricista de Manutenção Eletroeletrônica 3.5 Curso de Aprendizagem Industrial Eletricista de Manutenção de Locomotivas - Dual SENAI/MRS 3.6 Curso de Aprendizagem Industrial Mecânico de Manutenção de Locomotivas e Vagões Dual SENAI/MRS 3.5Curso de Aprendizagem Industrial Agente Administrativo Dual SENAI/SABESP Horário das aulas Calendário escolar Atendimento e orientação aoaluno Portal Educacional Normas internas Informações sobre aproveitamento e freqüência Direitos e deveres do aluno Recomendações gerais Regras de convivencia Outras orientações Telefones para contato 28 5

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7 APRESENTAÇÃO Caro aluno Parabéns! Você acaba de matricular-se no SENAI, instituição de ensino mantida e administrada pela indústria. Em todo o território nacional, aonde quer que você vá, o SENAI é reconhecido por sua qualidade e seriedade de ensino. Ter em seu currículo um certificado expedido pelo SENAI é, portanto, um diferencial no competitivo mercado de trabalho. Em tempo de tantas transformações no país e no mundo, é com alegria que vemos você aqui chegar, buscando o conhecimento, dando largos passos a caminho da profissionalização. O profissional do futuro será você. A vida é um eterno conquistar; é um dia a dia de surpresas, de descobertas, de realizações, e também de obstáculos, que nos fazem perceber o quanto somos capazes de vencer, se temos a vontade e a alegria da realização. É por você que técnicos, docentes, pessoal administrativo e toda a equipe escolar estão em constante busca de um ensino melhor, visando formar o profissional e o cidadão, procurando fazer suas esperanças e sonhos se concretizarem em uma escola de qualidade. Seja bem-vindo a esta casa de ensino. Ela deposita em você a confiança e a esperança de termos um Brasil melhor, mais desenvolvido, mais moderno e competitivo. Viva o presente intensamente, com responsabilidade, sem perder de vista o futuro que o espera no mercado de trabalho e em todos os setores da vida. Muito sucesso em sua carreira profissional Este manual tem por objetivo orientá-lo a respeito das regras básicas de funcionamento da Escola SENAI Frederico Jacob. Ele contém diversas informações que você precisa saber sobre o curso que escolheu. Leia-o com muita atenção. Respeite as orientações e participe com entusiasmo da vida da Escola. 7

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9 1. O SENAI Criado pelo Decreto-Lei Federal no 4.048, de 22/01/1942, o SENAI Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, é uma entidade de Formação Profissional para jovens e adultos. 1.1 Sua Missão Promover a educação profissional e tecnológica, a inovação e a transferência de tecnologias industriais, contribuindo para elevar a competitividade da indústria brasileira. 2. A ESCOLA SENAI FREDERICO JACOB Localizada à Rua São Jorge, Parque São Jorge - Tatuapé, a Escola SENAI Frederico Jacob teve seu prédio construído em 1952 para abrigar inicialmente cursos na área da Construção Civil. No período de 1972 a 1986, passou a funcionar como Escola Técnica de Plásticos, onde eram desenvolvidos os cursos de Ferramentaria de Moldes para Plásticos e o Curso Técnico de Plástico, sendo estes, mais tarde, transferidos para outra Unidade SENAI. No período de 1987 a 1989, para atender à necessidade de mão-de-obra qualificada / especializada em manutenção industrial, teve suas dependências adaptadas para abrigar, a partir de janeiro de 1990, Cursos e Treinamentos em ocupações nas áreas de Manutenção Industrial, Mecânica e Eletroeletrônica, assim como atividades de modernização de máquinas e equipamentos de outras Escolas do SENAI. A escolha de seu nome é uma homenagem a Frederico Jacob, um grande incentivador da implantação do Curso Técnico na área de Plástico, que se destacou também como Presidente do Sindicato da Indústria de Materiais Plásticos do Estado de São Paulo e como membro da FIESP. Atualmente a Unidade oferece, como ensino regular profissionalizante, os Cursos Técnicos de Manutenção Mecânica e de Eletroeletrônica e os Cursos de Aprendizagem Industrial Mecânico de Manutenção, Eletricista de Manutenção Eletroeletrônica e Agente Administrativo. Atua também com Cursos de Formação Inicial e Continuada, propiciando ao trabalhador oportunidade de investir em sua carreira, atualizando-se e preparando-se continuamente para atuar no segmento profissional escolhido. Seu objetivo principal é formar profissionais com as competências técnicas requeridas pelo mercado de trabalho e com as atitudes necessárias para um melhor desempenho de suas funções, como responsabilidade, comprometimento, criatividade, liderança, iniciativa e pró-atividade. 3. INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS TÉCNICOS E DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL OFERTADOS PELA ESCOLA 3.1 CURSO TÉCNICO DE MANUTENÇÃO MECÂNICA É desenvolvido a partir de metodologias de formação por competências e composto de 4 módulos, que permitirão uma saída intermediária, qualificando o educando em Mecânico de Manutenção, após ter cursado as 900 horas referentes aos Módulos Básico e Específicos I e II. 9

10 Cumpridas as 1200 horas previstas para o curso, o aluno receberá o diploma de Técnico em Manutenção Mecânica. Caso opte por fazer o estágio de 400 horas, o aluno receberá o diploma somente após concluí-lo Perfil Profissional do Técnico em Manutenção Mecânica O itinerário de formação do Técnico em Manutenção Mecânica inclui a seguinte qualificação profissional de nível técnico, identificável no mercado de trabalho: Mecânico de Manutenção. Área Profissional: Indústria Segmento Tecnológico: Metal-mecânico Habilitação Profissional: Técnico em Manutenção Mecânica Nível de Educação Profissional: Médio Nível de Qualificação: Técnico Competências profissionais Planejar e controlar atividades relativas à manutenção mecânica, executando-as e participando da elaboração de projetos, seguindo normas técnicas, de qualidade, de preservação ambiental, de saúde e segurança no trabalho, procedimentos legais e objetivos da empresa Itinerário de formação do Técnico em Manutenção Mecânica MÓDULO BÁSICO 300h Comunicação Oral e Escrita Desenho Técnico Controle de medidas Usinagem MÓDULO ESPECÍFICO 600h Eletrotécnica Hidráulica e Pneumática Lubrificação Tecnologia Mecânica Técnicas de Manutenção Processos Mecânicos Mecânico de Manutenção 900 h MÓDULO FINAL 300 h Eletrohidráulica e Eletropneumática Ensaios Tecnológicos Gerenciamento da Manutenção Projetos 10 Estágio (opcional) 400 h TÉCNICO EM MANUTENÇÃO MECÂNICA 1600 h

11 3.2 CURSO TÉCNICO DE ELETROELETRÔNICA O itinerário de formação do Técnico em Eletroeletrônica inclui as seguintes qualificações profissionais técnicas de nível médio, identificáveis no mercado de trabalho: Mantenedor de Sistemas Eletroeletrônicos Mantenedor, Instalador e Reparador de Sistemas Eletroeletrônicos Perfil do Técnico em Eletroeletrônica Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Área: Eletroeletrônica Segmento de Área: Máquinas elétricas, Eletricidade industrial, Eletrônica analógica, Eletrônica digital, Eletrônica de potência e Eletrotécnica Habilitação Profissional: Técnico em Eletroeletrônica Nível de Educação Profissional: Técnico de Nível Médio Competências Profissionais Planeja, executa e avalia a implantação de projetos e manutenção de sistemas eletroeletrônicos, liderando ou compondo equipes de trabalho, aplicando normas e padrões técnicos nacionais e internacionais, empregando técnicas de gestão e de relação entre pessoas, utilizando instrumentos, ferramentas e recursos de informática, dentro dos princípios de qualidade, produtividade e de preservação ambiental, podendo, quando for o caso, prestar assistência técnica. Coordena e desenvolve equipes de trabalho, identificando necessidades de aprimoramento técnico, aplicando métodos e técnicas de gestão no planejamento, implementação, avaliação, manutenção e reparação de projetos e sistemas eletroeletrônicos. Realiza testes, ensaios e reparos em sistemas eletroeletrônicos convencionais ou microprocessados, de máquinas e equipamentos, em transformadores, em motores, em componentes eletroeletrônicos, em circuitos eletropneumáticos e eletro-hidráulicos e em instalações elétricas, utilizando instrumentos apropriados, empregando técnicas de segurança e procedimentos normalizados e preenchendo relatórios técnicos. Elabora e desenvolve leiautes, diagramas, esquemas elétricos, utilizando-se de recursos de informática, de acordo com normas técnicas, princípios científicos e tecnológicos, aplicando técnicas de projeto e de desenho e utilizando ferramentas, máquinas e equipamentos eletroeletrônicos. Planeja e desenvolve manutenção preventiva e corretiva, removendo, calibrando, ajustando, reparando equipamentos eletroeletrônicos, tendo como referência o plano de manutenção da empresa, padrões técnicos nacionais e internacionais, realizando diagnósticos e utilizando técnicas de detecção de falhas, normas e procedimentos de segurança. Planeja a instalação de sistemas de iluminação, automatização e segurança, dimensionando os quadros de luz, força e sinalização, bem como as redes de alimentação e distribuição, obedecendo a normas específicas e critérios de qualidade. 11

12 Aplica métodos, processos e logística na produção, instalação, manutenção, reparação e automação de sistemas eletroeletrônicos. Participa de equipes de estudos, visando à otimização dos processos de fabricação ou distribuição, visando á redução de custos, aumento da produtividade/ qualidade, conservação e utilização de fontes alternativas de energia, considerando dados estatísticos, medições, ensaios e resultados de implantação, propondo novos métodos de trabalho e de uso e integração de sistemas, baseados em novas tecnologias. Presta assistência técnica aos setores de compra, venda, planejamento e controle, no que diz respeito à especificação e acompanhamento do processo de compra de novos equipamentos, a custos de fabricação e de manutenção e a adequação de processo, equipamentos e componentes eletroeletrônicos. Projeta melhorias nos sistemas, propondo incorporação de novas tecnologias, racionalização de energia, zelando pela preservação do meio ambiente Itinerário do Curso Técnico de Eletroeletrônica O itinerário do Curso Técnico de Eletroeletrônica está organizado para permitir que o aluno o freqüente tanto na forma integral, matriculando-se na habilitação profissional, como separadamente, matriculando-se nas qualificações profissionais técnicas de nível médio que integram essa habilitação. MÓDULO BÁSICO 300h Eletricidade Eletrônica Digital I Eletrônica Analógica I Desenho Técnico Informática MÓDULO ESPECÍFICO I 300h Eletrônica Analógica II Eletrônica Digital II Sistemas Microprocessados I Instalações Elétricas I Máquinas Elétricas I Controle e Automação Industrial I Relações Humanas Mantenedor de Sistemas Eletroeletrônicos (600 h) MÓDULO ESPECÍFICO 300h Sistemas Microprocessados II Eletrônica de Potência I Controle e Automação Industrial II Instalações Elétricas II Máquinas Elétricas II Logística Projetos I Mantenedor, Instalador e Reparador de Sistemas Eletroeletrônicos (900 h) MÓDULO FINAL 300h Controle e Automação Industrial III Eletrônica de Potência II Instalações Elétricas III Máquinas Elétricas III Gestão pela Qualidade Projetos II 12 ESTÁGIO (Opcional) - 400h TÉCNICO EM ELETROELETRÔNICA (1600h)

13 3.3 CURSO DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL MECÂNICO DE MANUTENÇÃO O Curso de Aprendizagem Industrial Mecânico de Manutenção tem por objetivo proporcionar qualificação profissional em processos e técnicas de manutenção mecânica que visam a garantir a disponibilidade do parque produtivo industrial Perfil Profissional do Mecânico de Manutenção Área Profissional: Indústria Segmento Tecnológico: Mecânica Qualificação ou Habilitação Profissional: Mecânico de Manutenção Nível de Educação Profissional: Básico Competência profissional Realizar a manutenção mecânica, corretiva e preventiva de máquinas, equipamentos e instalações, analisando problemas, planejando a execução do trabalho e buscando soluções, seguindo normas e procedimentos técnicos de qualidade, meio ambiente e de saúde e segurança no trabalho. 3.4 CURSO DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL ELETRICISTA DE MANUTENÇÃO ELETROELETRÔNICA O Curso de Aprendizagem Industrial Eletricista de Manutenção Eletroeletrônica tem por objetivo proporcionar qualificação profissional para instalação e manutenção em sistemas eletroeletrônicos de máquinas, equipamentos, instalações prediais e industriais de baixa tensão Perfil Profissional do Eletricista de Manutenção Eletroeletrônica Área Profissional: Indústria Segmento Tecnológico: Eletroeletrônica Qualificação Profissional: Eletricista de Manutenção Eletroeletrônica Nível de Educação Profissional: Formação Inicial e Continuada de trabalhadores Competência profissional Realizar instalação e manutenção em sistemas eletroeletrônicos de máquinas, equipamentos, instalações prediais e industriais de baixa tensão, cumprindo normas técnicas e procedimentos de qualidade, saúde, segurança e meio ambiente. 3.7 CURSO DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL ELETRICISTA DE MANUTENÇÃO DE LOCOMOTIVAS DUAL SENAI/MRS O Curso de Aprendizagem Industrial Eletricista de Manutenção de Locomotivas tem por objetivo proporcionar qualificação profissional na execução de atividades relacionadas à manutenções elétricas no material rodante e seus componentes. 13

14 3.7.1 Perfil Profissional do Eletricista de Manutenção de Locomotivas Área Tecnológica: Transportes Segmento de Área: Manutenção Ferroviária Qualificação Profissional: Eletricista de Manutenção de Locomotivas Nível de Educação Profissional: Formação Inicial Competência Profissional Realizar manutenções elétricas no material rodante e seus componentes em conformidade com normas e procedimentos técnicos, de qualidade, segurança, saúde e preservação ambiental. 3.6 CURSO DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL MECÂNICO DE MANUTENÇÃO DE LOCOMOTIVAS E VAGÕES - DUAL SENAI/MRS O Curso de Aprendizagem Industrial Mecânico de Manutenção de Locomotivas e Vagões tem por objetivo proporcionar qualificação profissional na execução de atividades relacionadas à manutenções mecânica no material rodante e seus componentes Perfil Profissional do Mecânico de Manutenção delocomotivas e Vagões Área Tecnológica: Transportes Segmento de Área: Manutenção Ferroviária Qualificação Profissional: Mecânico de Manutenção de Locomotivas e Vagões Nível de Educação Profissional: Formação Inicial Competência Profissional Realizar manutenções mecânicas em material rodante e seus componentes, em conformidade com normas e procedimentos técnicos, de qualidade, segurança, saúde e preservação ambiental. 3.5 CURSO DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL AGENTE ADMINISTRATIVO DUAL SENAI / SABESP Perfil Profissional do Agente Administrativo Realiza atividades de apoio aos setores administrativos, contábeis, financeiros e de recursos humanos das empresas de acordo com o sistema tributário oficial, normas e procedimentos contábeis, legislação trabalhista e previdenciária, normas de qualidade e de higiene e segurança no trabalho. Acompanha processos administrativos, verificando prazos e notificações de não conformidade, encaminhando protocolos internos, atualizando cadastros e dados do plano anual, convalidando publicação de atos, cadastrando avisos de sinistro e expedindo ofícios e memorandos. Atende fornecedores e clientes, dando informações sobre produtos e serviços, identificando a natureza das solicitações e registrando reclamações. Transmite informações e orientações ao público pelo telefone, utilizando sistema computadorizado de informações. 14

15 Presta apoio logístico, controlando materiais de expediente, expedição e recebimento de malotes, execução de serviços gerais e pesquisando preços. Trata, elabora e arquiva documentos diversos, registrando sua entrada e saída, conferindo notas fiscais e faturas, identificando irregularidades e conferindo cálculos. Preenche documentos, digitando textos e planilhas, preparando minutas, redigindo escrituras de compra e venda, registrando informações de certidões de funcionários como óbitos, casamentos e nascimentos, emitindo certificados e apólices, averbando transferência de propriedades, digitando notas de lançamentos contábeis e preenchendo propostas se renovações de seguros em geral. Prepara relatórios, formulários e planilhas, coletando dados, verificando índices econômicos e financeiros, confeccionando organogramas, fluxogramas e cronogramas, efetuando cálculos, redigindo atas, elaborando correspondência, calculando prêmios e dando apoio operacional para elaboração de manuais técnicos. Participa das rotinas de apoio na área de recursos humanos, dando suporte administrativo à área de treinamento, orientando funcionários sobre direitos e deveres, controlando freqüência dos funcionários, auxiliando na elaboração da folha de pagamento, controlando recepção e distribuição de benefícios, atualizando dados dos funcionários e executando procedimentos de recrutamento e seleção e de admissão e demissão. 4. HORÁRIOS DAS AULAS TÉCNICO Manhã: de 2ª a 6ª feira, das 7h45 às 11h, com intervalo das 9h15 às 9h30. Noite: de 2ª a 6ª feira, das 18h45 às 22h00, com intervalo das 8h15 às 8h30. CAI Curso de Aprendizagem Industrial Tarde: de 2ª a 6ª feira: das 13h00 às 17h00, com intervalo das 14h50 às 15h10. OBS: Não será permitida a saída de alunos menores de idade, para fora da Escola sem autorização, durante o horário de intervalo. 5. CALENDÁRIO ESCOLAR Para saber quais serão os dias letivos e as atividades do semestre, consulte o calendário escolar que encontra afixado no quadro de avisos. 6. ATENDIMENTO E ORIENTAÇÃO AO ALUNO 6.1 Secretaria Horário de atendimento: de 2ª a 6ª feira das 8h às 21h. Para solicitar informações, atestados, declarações e outros documentos escolares, compareça à Secretaria da Escola 6.2 Serviço de Apoio ao Ensino Procure a Agente de Apoio ao Ensino, sempre que necessitar de ajuda para adquirir uniforme, aventais, e os EPI s necessários para as atividades práticas. 15

16 6.3 Analista de Qualidade de Vida Procure a Analista de Qualidade de Vida, caso esteja com alguma dificuldade para continuar os estudos ou necessitar de orientação para outros assuntos. 6.3 NPAQA Núcleo de Prevenção de Acidentes e Qualidade Ambiental Órgão que coordena o desenvolvimento de ações, visando sensibilizar os alunos para: a) orientar, sensibilizar e conscientizar a comunidade escolar sobre a importância da sua participação ativa na prevenção de acidentes e na segurança do trabalho; b) atuar para a preservação do meio ambiente e promover ações educativas relacionadas às diversas dimensões da qualidade ambiental; c) identificar os problemas, ameaças e vulnerabilidades da região em que a escola se localiza e atuar como apoio à Defesa Civil, em campanhas para prevenir e minimizar riscos e em ações de ajuda às vítimas de desastres. 6.4 Coordenação de Estágios Com o objetivo de acompanhar os alunos dos Cursos Técnicos em estágio, bem como promover seu encaminhamento às empresas, a Escola mantém um Coordenador de Estágio, que desenvolve suas atividades com base em regulamentação específica. 6.5 Biblioteca A Biblioteca da Escola fornece a você suporte cultural para o desenvolvimento de trabalhos de pesquisas e projetos, bem como para mantê-lo atualizado quanto aos avanços tecnológicos através de várias publicações especializadas. Possui ainda microcomputadores e leitura recreativa à sua disposição nos intervalos e no horário de almoço. Caso necessite de orientação a respeito de como localizar temas no acervo, procure o bibliotecário. Para utilizar os serviços de empréstimos de obras oriente-se pelo regulamento da biblioteca. É importante que a verifique e cumpra o prazo de devolução dos empréstimos, pois todas as publicações fazem parte do patrimônio escolar. Horário de Funcionamento: de 2ª à 6ª feira das 9h às 13h e das 14h às 21h. 6.6 AAPM Associação de Alunos, Ex-alunos, Pais e Mestres A AAPM é uma entidade sem fins lucrativos, composta por representantes do corpo discente, dos funcionários e da comunidade em geral. Seus principais objetivos são: colaborar com a Direção da Escola para atingir seus objetivos educacionais; mobilizar recursos humanos, materiais e financeiros que permitam a melhoria do ensino, o desenvolvimento de assistência aos alunos e a programação de atividades culturais e de lazer; apoiar o desenvolvimento de palestras, cursos e estudos, a divulgação de conhecimentos tecnológicos, estimular trabalhos na áreas didático-pedagógicas, assistencial e de pesquisa. Seus recursos são oriundos de uma contribuição semestral estipulada por seus sócios. Com essa contribuição, muitos benefícios são realizados em prol dos alunos. Portanto, mantenha-se em dia com o pagamento da AAPM. Com certeza, você também será beneficiado. 16

17 6.7 Coordenação Além dos órgãos e pessoas citadas, você poderá contar sempre com o apoio dos Coordenadores Técnico e Pedagógico. Procure-os sempre que necessitar de orientação em algum assunto relativo à sua vida pessoal, estudantil ou profissional. 7. PORTAL EDUCACIONAL Este é um recurso implantado pelo SENAI-SP com o intuito de facilitar o processo de aprendizagem, gerando inclusive mais facilidade no acompanhamento do desempenho do aluno. A Escola disponibilizará login e senha individual, os quais serão entregues no início das aulas. Este recurso pode ser acessado pelo endereço 8. NORMAS INTERNAS 8.1 Procedimentos durante as aulas Para participar de atividades em oficinas e laboratórios, você deverá: usar o Equipamento de Proteção Individual apropriado a cada tarefa ou ocupação, óculos de segurança, avental, calçado de segurança com CA (Certificado de Aprovação), creme de proteção para uso industrial, redinha (não serve touca ou boné) para proteção dos cabelos (quem têm cabelo comprido) e protetor auricular quando necessário. retirar anéis, relógios, correntes, pulseiras, brincos, piercing e outros objetos de uso pessoal; Observações: 1. Óculos de segurança, avental, creme de proteção para uso industrial e redinha são vendidos no Serviço de Apoio ao Ensino. 2. É obrigatório, para os alunos que necessitam de lentes corretivas, o uso delas em salas de aulas, oficinas e laboratórios. 3. O aluno que não respeitar as normas de segurança será impedido de participar das aulas práticas nas oficinas e laboratórios. 4. Não será permitido, em qualquer ambiente de ensino, o uso de bermudas, óculos escuros, camiseta regata, boné, gorro, lenço ou bandana, aparelhos eletrônicos com fone de ouvido, celular, bolsas e mochilas. 8.2 Uniforme Será obrigatório o uso do uniforme adotado pela Escola. 8.3 Atraso Não há tolerância para atrasos. Caso tenha dificuldades para chegar no horário, comunique o fato à Coordenação. 8.4 Saídas antecipadas Saídas antecipadas devem ser comunicadas ao Serviço de Apoio ao Ensino ou à Coordenação Pedagógica/Técnica. Menores de 18 anos, somente poderão sair antecipadamente mediante autorização dos pais/responsáveis. 17

18 8.5 Circulação nas dependências da Escola Não se sente ou pare nos locais de maior circulação como nos acessos às escadas e entrada da oficina. A entrada ou permanência em sala de aula ou oficina deve ocorrer sempre com autorização do Instrutor ou em sua companhia. Nos intervalos e horário de almoço não é permitido permanecer nas instalações das oficinas e circular pelo estacionamento e quadra. 8.6 Armários para guarda de material (opcional) Cada aluno contribuinte da AAPM receberá, a critério da Escola, um corpo de um armário para dividir com outros companheiros de sala. Caberá a cada um a responsabilidade de cuidar da conservação do armário, zelar pela ordem e disciplina do local, obrigando-se a devolvê-lo, em perfeito estado de conservação no final de cada semestre letivo, sendo responsável, inclusive financeiramente, pelos possíveis danos causados. Os armários deverão ser utilizados apenas para guardar EPI s (botas, óculos de segurança ou outros necessários) no decorrer do curso, e bolsas e mochilas durante o período de aulas. Fica o SENAI isento de responder por quaisquer ocorrências com os pertences deixados no armário, inclusive danos, roubos ou furtos. 9. INFORMAÇÕES SOBRE APROVEITAMENTO E FREQÜÊNCIA 9. 1 Avaliação da aprendizagem O aluno será avaliado de forma sistemática e contínua, mediante o emprego de instrumentos e técnicas diversificadas, de conformidade com a natureza das competências propostas para a educação profissional, e com preponderância dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. 9.2 Promoção Será considerado promovido ou concluinte de estudos o aluno que, ao final do semestre ou módulo, obtiver nota final (NF) em cada unidade curricular, expressa em números inteiros, igual ou superior a 50 (cinqüenta) numa escala de 0 (zero) a 100 (cem), e freqüência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) das horas-aula dadas. A atribuição da nota final (NF) corresponderá ao nível de desempenho alcançado por você no decorrer do semestre. Seus docentes o manterão informados quanto aos critérios para verificação das capacidades adquiridas e aos critérios utilizados para a definição do nível de desempenho. 9.3 Retenção Será considerado retido o aluno que, ao término do período letivo ou módulo não obtiver, em cada unidade curricular, a (NF) nota final, expressa em números inteiros, igual ou superior a 50 (cinqüenta), numa escala de 0 (zero) a 100 (cem). Também será considerado retido o aluno que, ao final do período letivo ou módulo, apresentar, em qualquer unidade curricular, freqüência inferior a 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas/aula ministradas, qualquer que seja sua nota final. 18

19 9.4 Recuperação de estudos A recuperação, parte integrante do processo de construção do conhecimento, é entendida como orientação contínua, imediata e concomitante com o processo de aprendizagem, e ocorrerá sempre após o docente divulgar os resultados da avaliação, seja ela teórica ou prática. Ao aluno que obtiver nota inferior a 50 (cinqüenta), será dada a oportunidade de recuperar os estudos dos conteúdos avaliados. O aluno receberá do docente, em dia e horário marcados, as orientações necessárias para sanar suas dúvidas. Após este procedimento o docente definirá a data para uma nova avaliação. Caso o aluno deixe de cumprir o compromisso firmado com o docente, permanecerá com a mesma nota obtida na prova inicial. 9.5 Conselho de Classe O Conselho de Classe, presidido pelo Diretor da unidade escolar ou funcionário por ele designado, é integrado pelos docentes, pelos responsáveis pela Coordenação Pedagógica, pela Coordenação Técnica e pelo apoio pedagógico, tendo por atribuições analisar o rendimento escolar, sugerindo medidas necessárias à sua melhoria e decidindo sobre a vida escolar dos alunos durante e ao final dos períodos letivos. Ao final do semestre letivo, o Conselho de Classe analisará os casos de alunos com nota final entre 46 (quarenta e seis) e 49(quarenta e nove) e freqüência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento), em uma ou mais unidades, e decidirá sobre a sua aprovação ou não, considerando a possibilidade de continuidade de estudos Divulgação dos resultados Os resultados finais do Aproveitamento Escolar serão divulgados aos alunos no Portal Educacional e na secretaria de Escola, em data previamente estabelecida no Calendário Escolar Procedimentos para pedido de reconsideração ou recurso (Deliberação 11/96) Encerrado o período letivo e definida a nota final do aluno, após estudos de recuperação e decisão final do Conselho de Classe, cabem pedidos de reconsideração ou de recurso à decisão da escola quanto ao resultado do rendimento escolar obtido. Reconsideração O pedido de reconsideração do resultado final deverá ser dirigido ao Diretor e protocolado na Escola até o 5 o dia subseqüente à divulgação do resultado. A decisão do Diretor será divulgada ao interessado até o 10 o dia subseqüente à interposição do pedido. Recurso O recurso, dirigido à Gerência de Educação do SENAI, deverá ser protocolado na Escola até o 5 o dia subseqüente à divulgação da decisão quanto ao pedido de reconsideração A Gerência de Educação analisará a documentação enviada pela unidade escolar e emitirá sua decisão até o 30º dia subseqüente ao seu recebimento. A Escola comunicará então ao interessado a decisão da Gerência de Educação no prazo máximo de 5 dias, após o recebimento do expediente. 9.8 Solicitação de aproveitamento de estudos O período em que o aluno poderá solicitar o Aproveitamento de Estudos é definido pela Escola no Calendário Escolar. O aluno deverá requerer, por escrito, o aproveitamento de estudos, indicando a(s) unidades(s) curricular(es) em que deseja efetuar o aproveitamento de estudos e anexar os documentos comprobatórios (quando for o caso) ou indicar a(s) forma(s) pela(s) qual(is) adquiriu os conhecimentos ou habilidades. 19

20 Esse requerimento será analisado por uma Comissão Técnico-Pedagógica definida pelo Diretor da Escola, levando em consideração as peculiaridades de cada solicitação, de acordo com o artigo 11 da Resolução CNE/CEB nº 4/99 e com o Plano de Curso. A Comissão poderá determinar ou não a aplicação de avaliação(ões) para comprovação dos conhecimentos e habilidades. No caso de ser aplicada uma avaliação, para ser aprovado, o solicitante deverá conseguir, no mínimo, nota 75 (setenta e cinco). O deferimento ou não do requerimento por parte da Comissão Técnico-Pedagógica será comunicado por escrito ao solicitante. 9.9 Compensação de ausências De acordo com o Regimento comum das unidades escolares SENAI, Título III, capítulo IV, seção VII, artigo 33, deverá haver compensação de ausências, com critérios estabelecidos pela unidade escolar em sua Proposta Pedagógica, para todos os componentes curriculares. Para a compensação de ausências, a Escola SENAI Frederico Jacob definiu em sua Proposta Pedagógica os seguintes critérios: 1. Somente poderão ser compensadas as ausências justificadas com a apresentação de atestados ou de outros documentos que a Escola julgar pertinentes e que forem decorrentes de: doença; acidentes pessoais ou de trabalho; obrigações militares; serviço público obrigatório; interrupção de transporte público; doação de sangue; outras situações previstas na legislação. 2. Os atestados deverão ser entregues no Serviço Social ou no Serviço de Apoio ao Ensino no dia do retorno às aulas, ou durante o afastamento, principalmente quando este se prolongar por vários dias. 3. As ausências serão compensadas com atividades presenciais, em horário diferente do horário normal de aulas, sendo que o número de horas-aula compensadas por dia limitar-se-á ao número de horas-aula diárias do curso. 4. O aluno somente poderá iniciar as atividades de compensação de ausências após autorização da Coordenação Pedagógica. 5. Caberá ao docente definir as datas e as atividades para compensação de ausências, em plano elaborado para esse fim, registrado na Ficha Individual de Avaliação Periódica. Para definir as datas de compensação, os docentes deverão se orientar pela programação divulgada pela Escola no Calendário Escolar, o qual prevê dois períodos no semestre para essa finalidade. 6. Sendo o educando menor de 18 anos, o plano de compensação de ausências deverá ser assinado pelos pais ou responsáveis. 7. Serão compensadas as ausências até o limite que possibilite ao aluno atingir um mínimo de 75% (setenta e cinco) por cento de freqüência às aulas dadas. 8. Não será permitido compensar ausências mais de uma vez por unidade curricular, no semestre. 9. Nos casos de afastamentos cujos procedimentos estão definidos em legislação, a Escola procederá de acordo com a Deliberação CEE nº 59/2006, fundamentada no artigo 9º da lei de 6/7/ Casos omissos e situações não previstas serão submetidos à análise do Conselho de classe. 20

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