MANUAL DO ALUNO 2012 Curso Técnico Curso de Aprendizagem Industrial. Escola SENAI Frederico Jacob

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MANUAL DO ALUNO 2012 Curso Técnico Curso de Aprendizagem Industrial. Escola SENAI Frederico Jacob"

Transcrição

1 MANUAL DO ALUNO 2012 Curso Técnico Curso de Aprendizagem Industrial Escola SENAI Frederico Jacob

2 2

3 Manual do Aluno ESCOLA SENAI Frederico Jacob Aluno Turma Curso/Ocupação 3

4 4

5 ÍNDICE Apresentação O SENAI A Escola SENAI Frederico Jacob Informações sobre os cursos Curso Técnico de Manutenção Mecânica Curso Técnico de Eletroeletrônica Curso de Aprendizagem Industrial - Mecânico de Manutenção Curso de Aprendizagem Industrial Eletricista de Manutenção Eletroeletrônica 3.5 Curso de Aprendizagem Industrial Eletricista de Manutenção de Locomotivas - Dual SENAI/MRS 3.6 Curso de Aprendizagem Industrial Mecânico de Manutenção de Locomotivas e Vagões Dual SENAI/MRS 3.5Curso de Aprendizagem Industrial Agente Administrativo Dual SENAI/SABESP Horário das aulas Calendário escolar Atendimento e orientação aoaluno Portal Educacional Normas internas Informações sobre aproveitamento e freqüência Direitos e deveres do aluno Recomendações gerais Regras de convivencia Outras orientações Telefones para contato 28 5

6 6

7 APRESENTAÇÃO Caro aluno Parabéns! Você acaba de matricular-se no SENAI, instituição de ensino mantida e administrada pela indústria. Em todo o território nacional, aonde quer que você vá, o SENAI é reconhecido por sua qualidade e seriedade de ensino. Ter em seu currículo um certificado expedido pelo SENAI é, portanto, um diferencial no competitivo mercado de trabalho. Em tempo de tantas transformações no país e no mundo, é com alegria que vemos você aqui chegar, buscando o conhecimento, dando largos passos a caminho da profissionalização. O profissional do futuro será você. A vida é um eterno conquistar; é um dia a dia de surpresas, de descobertas, de realizações, e também de obstáculos, que nos fazem perceber o quanto somos capazes de vencer, se temos a vontade e a alegria da realização. É por você que técnicos, docentes, pessoal administrativo e toda a equipe escolar estão em constante busca de um ensino melhor, visando formar o profissional e o cidadão, procurando fazer suas esperanças e sonhos se concretizarem em uma escola de qualidade. Seja bem-vindo a esta casa de ensino. Ela deposita em você a confiança e a esperança de termos um Brasil melhor, mais desenvolvido, mais moderno e competitivo. Viva o presente intensamente, com responsabilidade, sem perder de vista o futuro que o espera no mercado de trabalho e em todos os setores da vida. Muito sucesso em sua carreira profissional Este manual tem por objetivo orientá-lo a respeito das regras básicas de funcionamento da Escola SENAI Frederico Jacob. Ele contém diversas informações que você precisa saber sobre o curso que escolheu. Leia-o com muita atenção. Respeite as orientações e participe com entusiasmo da vida da Escola. 7

8 8

9 1. O SENAI Criado pelo Decreto-Lei Federal no 4.048, de 22/01/1942, o SENAI Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, é uma entidade de Formação Profissional para jovens e adultos. 1.1 Sua Missão Promover a educação profissional e tecnológica, a inovação e a transferência de tecnologias industriais, contribuindo para elevar a competitividade da indústria brasileira. 2. A ESCOLA SENAI FREDERICO JACOB Localizada à Rua São Jorge, Parque São Jorge - Tatuapé, a Escola SENAI Frederico Jacob teve seu prédio construído em 1952 para abrigar inicialmente cursos na área da Construção Civil. No período de 1972 a 1986, passou a funcionar como Escola Técnica de Plásticos, onde eram desenvolvidos os cursos de Ferramentaria de Moldes para Plásticos e o Curso Técnico de Plástico, sendo estes, mais tarde, transferidos para outra Unidade SENAI. No período de 1987 a 1989, para atender à necessidade de mão-de-obra qualificada / especializada em manutenção industrial, teve suas dependências adaptadas para abrigar, a partir de janeiro de 1990, Cursos e Treinamentos em ocupações nas áreas de Manutenção Industrial, Mecânica e Eletroeletrônica, assim como atividades de modernização de máquinas e equipamentos de outras Escolas do SENAI. A escolha de seu nome é uma homenagem a Frederico Jacob, um grande incentivador da implantação do Curso Técnico na área de Plástico, que se destacou também como Presidente do Sindicato da Indústria de Materiais Plásticos do Estado de São Paulo e como membro da FIESP. Atualmente a Unidade oferece, como ensino regular profissionalizante, os Cursos Técnicos de Manutenção Mecânica e de Eletroeletrônica e os Cursos de Aprendizagem Industrial Mecânico de Manutenção, Eletricista de Manutenção Eletroeletrônica e Agente Administrativo. Atua também com Cursos de Formação Inicial e Continuada, propiciando ao trabalhador oportunidade de investir em sua carreira, atualizando-se e preparando-se continuamente para atuar no segmento profissional escolhido. Seu objetivo principal é formar profissionais com as competências técnicas requeridas pelo mercado de trabalho e com as atitudes necessárias para um melhor desempenho de suas funções, como responsabilidade, comprometimento, criatividade, liderança, iniciativa e pró-atividade. 3. INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS TÉCNICOS E DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL OFERTADOS PELA ESCOLA 3.1 CURSO TÉCNICO DE MANUTENÇÃO MECÂNICA É desenvolvido a partir de metodologias de formação por competências e composto de 4 módulos, que permitirão uma saída intermediária, qualificando o educando em Mecânico de Manutenção, após ter cursado as 900 horas referentes aos Módulos Básico e Específicos I e II. 9

10 Cumpridas as 1200 horas previstas para o curso, o aluno receberá o diploma de Técnico em Manutenção Mecânica. Caso opte por fazer o estágio de 400 horas, o aluno receberá o diploma somente após concluí-lo Perfil Profissional do Técnico em Manutenção Mecânica O itinerário de formação do Técnico em Manutenção Mecânica inclui a seguinte qualificação profissional de nível técnico, identificável no mercado de trabalho: Mecânico de Manutenção. Área Profissional: Indústria Segmento Tecnológico: Metal-mecânico Habilitação Profissional: Técnico em Manutenção Mecânica Nível de Educação Profissional: Médio Nível de Qualificação: Técnico Competências profissionais Planejar e controlar atividades relativas à manutenção mecânica, executando-as e participando da elaboração de projetos, seguindo normas técnicas, de qualidade, de preservação ambiental, de saúde e segurança no trabalho, procedimentos legais e objetivos da empresa Itinerário de formação do Técnico em Manutenção Mecânica MÓDULO BÁSICO 300h Comunicação Oral e Escrita Desenho Técnico Controle de medidas Usinagem MÓDULO ESPECÍFICO 600h Eletrotécnica Hidráulica e Pneumática Lubrificação Tecnologia Mecânica Técnicas de Manutenção Processos Mecânicos Mecânico de Manutenção 900 h MÓDULO FINAL 300 h Eletrohidráulica e Eletropneumática Ensaios Tecnológicos Gerenciamento da Manutenção Projetos 10 Estágio (opcional) 400 h TÉCNICO EM MANUTENÇÃO MECÂNICA 1600 h

11 3.2 CURSO TÉCNICO DE ELETROELETRÔNICA O itinerário de formação do Técnico em Eletroeletrônica inclui as seguintes qualificações profissionais técnicas de nível médio, identificáveis no mercado de trabalho: Mantenedor de Sistemas Eletroeletrônicos Mantenedor, Instalador e Reparador de Sistemas Eletroeletrônicos Perfil do Técnico em Eletroeletrônica Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Área: Eletroeletrônica Segmento de Área: Máquinas elétricas, Eletricidade industrial, Eletrônica analógica, Eletrônica digital, Eletrônica de potência e Eletrotécnica Habilitação Profissional: Técnico em Eletroeletrônica Nível de Educação Profissional: Técnico de Nível Médio Competências Profissionais Planeja, executa e avalia a implantação de projetos e manutenção de sistemas eletroeletrônicos, liderando ou compondo equipes de trabalho, aplicando normas e padrões técnicos nacionais e internacionais, empregando técnicas de gestão e de relação entre pessoas, utilizando instrumentos, ferramentas e recursos de informática, dentro dos princípios de qualidade, produtividade e de preservação ambiental, podendo, quando for o caso, prestar assistência técnica. Coordena e desenvolve equipes de trabalho, identificando necessidades de aprimoramento técnico, aplicando métodos e técnicas de gestão no planejamento, implementação, avaliação, manutenção e reparação de projetos e sistemas eletroeletrônicos. Realiza testes, ensaios e reparos em sistemas eletroeletrônicos convencionais ou microprocessados, de máquinas e equipamentos, em transformadores, em motores, em componentes eletroeletrônicos, em circuitos eletropneumáticos e eletro-hidráulicos e em instalações elétricas, utilizando instrumentos apropriados, empregando técnicas de segurança e procedimentos normalizados e preenchendo relatórios técnicos. Elabora e desenvolve leiautes, diagramas, esquemas elétricos, utilizando-se de recursos de informática, de acordo com normas técnicas, princípios científicos e tecnológicos, aplicando técnicas de projeto e de desenho e utilizando ferramentas, máquinas e equipamentos eletroeletrônicos. Planeja e desenvolve manutenção preventiva e corretiva, removendo, calibrando, ajustando, reparando equipamentos eletroeletrônicos, tendo como referência o plano de manutenção da empresa, padrões técnicos nacionais e internacionais, realizando diagnósticos e utilizando técnicas de detecção de falhas, normas e procedimentos de segurança. Planeja a instalação de sistemas de iluminação, automatização e segurança, dimensionando os quadros de luz, força e sinalização, bem como as redes de alimentação e distribuição, obedecendo a normas específicas e critérios de qualidade. 11

12 Aplica métodos, processos e logística na produção, instalação, manutenção, reparação e automação de sistemas eletroeletrônicos. Participa de equipes de estudos, visando à otimização dos processos de fabricação ou distribuição, visando á redução de custos, aumento da produtividade/ qualidade, conservação e utilização de fontes alternativas de energia, considerando dados estatísticos, medições, ensaios e resultados de implantação, propondo novos métodos de trabalho e de uso e integração de sistemas, baseados em novas tecnologias. Presta assistência técnica aos setores de compra, venda, planejamento e controle, no que diz respeito à especificação e acompanhamento do processo de compra de novos equipamentos, a custos de fabricação e de manutenção e a adequação de processo, equipamentos e componentes eletroeletrônicos. Projeta melhorias nos sistemas, propondo incorporação de novas tecnologias, racionalização de energia, zelando pela preservação do meio ambiente Itinerário do Curso Técnico de Eletroeletrônica O itinerário do Curso Técnico de Eletroeletrônica está organizado para permitir que o aluno o freqüente tanto na forma integral, matriculando-se na habilitação profissional, como separadamente, matriculando-se nas qualificações profissionais técnicas de nível médio que integram essa habilitação. MÓDULO BÁSICO 300h Eletricidade Eletrônica Digital I Eletrônica Analógica I Desenho Técnico Informática MÓDULO ESPECÍFICO I 300h Eletrônica Analógica II Eletrônica Digital II Sistemas Microprocessados I Instalações Elétricas I Máquinas Elétricas I Controle e Automação Industrial I Relações Humanas Mantenedor de Sistemas Eletroeletrônicos (600 h) MÓDULO ESPECÍFICO 300h Sistemas Microprocessados II Eletrônica de Potência I Controle e Automação Industrial II Instalações Elétricas II Máquinas Elétricas II Logística Projetos I Mantenedor, Instalador e Reparador de Sistemas Eletroeletrônicos (900 h) MÓDULO FINAL 300h Controle e Automação Industrial III Eletrônica de Potência II Instalações Elétricas III Máquinas Elétricas III Gestão pela Qualidade Projetos II 12 ESTÁGIO (Opcional) - 400h TÉCNICO EM ELETROELETRÔNICA (1600h)

13 3.3 CURSO DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL MECÂNICO DE MANUTENÇÃO O Curso de Aprendizagem Industrial Mecânico de Manutenção tem por objetivo proporcionar qualificação profissional em processos e técnicas de manutenção mecânica que visam a garantir a disponibilidade do parque produtivo industrial Perfil Profissional do Mecânico de Manutenção Área Profissional: Indústria Segmento Tecnológico: Mecânica Qualificação ou Habilitação Profissional: Mecânico de Manutenção Nível de Educação Profissional: Básico Competência profissional Realizar a manutenção mecânica, corretiva e preventiva de máquinas, equipamentos e instalações, analisando problemas, planejando a execução do trabalho e buscando soluções, seguindo normas e procedimentos técnicos de qualidade, meio ambiente e de saúde e segurança no trabalho. 3.4 CURSO DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL ELETRICISTA DE MANUTENÇÃO ELETROELETRÔNICA O Curso de Aprendizagem Industrial Eletricista de Manutenção Eletroeletrônica tem por objetivo proporcionar qualificação profissional para instalação e manutenção em sistemas eletroeletrônicos de máquinas, equipamentos, instalações prediais e industriais de baixa tensão Perfil Profissional do Eletricista de Manutenção Eletroeletrônica Área Profissional: Indústria Segmento Tecnológico: Eletroeletrônica Qualificação Profissional: Eletricista de Manutenção Eletroeletrônica Nível de Educação Profissional: Formação Inicial e Continuada de trabalhadores Competência profissional Realizar instalação e manutenção em sistemas eletroeletrônicos de máquinas, equipamentos, instalações prediais e industriais de baixa tensão, cumprindo normas técnicas e procedimentos de qualidade, saúde, segurança e meio ambiente. 3.7 CURSO DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL ELETRICISTA DE MANUTENÇÃO DE LOCOMOTIVAS DUAL SENAI/MRS O Curso de Aprendizagem Industrial Eletricista de Manutenção de Locomotivas tem por objetivo proporcionar qualificação profissional na execução de atividades relacionadas à manutenções elétricas no material rodante e seus componentes. 13

14 3.7.1 Perfil Profissional do Eletricista de Manutenção de Locomotivas Área Tecnológica: Transportes Segmento de Área: Manutenção Ferroviária Qualificação Profissional: Eletricista de Manutenção de Locomotivas Nível de Educação Profissional: Formação Inicial Competência Profissional Realizar manutenções elétricas no material rodante e seus componentes em conformidade com normas e procedimentos técnicos, de qualidade, segurança, saúde e preservação ambiental. 3.6 CURSO DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL MECÂNICO DE MANUTENÇÃO DE LOCOMOTIVAS E VAGÕES - DUAL SENAI/MRS O Curso de Aprendizagem Industrial Mecânico de Manutenção de Locomotivas e Vagões tem por objetivo proporcionar qualificação profissional na execução de atividades relacionadas à manutenções mecânica no material rodante e seus componentes Perfil Profissional do Mecânico de Manutenção delocomotivas e Vagões Área Tecnológica: Transportes Segmento de Área: Manutenção Ferroviária Qualificação Profissional: Mecânico de Manutenção de Locomotivas e Vagões Nível de Educação Profissional: Formação Inicial Competência Profissional Realizar manutenções mecânicas em material rodante e seus componentes, em conformidade com normas e procedimentos técnicos, de qualidade, segurança, saúde e preservação ambiental. 3.5 CURSO DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL AGENTE ADMINISTRATIVO DUAL SENAI / SABESP Perfil Profissional do Agente Administrativo Realiza atividades de apoio aos setores administrativos, contábeis, financeiros e de recursos humanos das empresas de acordo com o sistema tributário oficial, normas e procedimentos contábeis, legislação trabalhista e previdenciária, normas de qualidade e de higiene e segurança no trabalho. Acompanha processos administrativos, verificando prazos e notificações de não conformidade, encaminhando protocolos internos, atualizando cadastros e dados do plano anual, convalidando publicação de atos, cadastrando avisos de sinistro e expedindo ofícios e memorandos. Atende fornecedores e clientes, dando informações sobre produtos e serviços, identificando a natureza das solicitações e registrando reclamações. Transmite informações e orientações ao público pelo telefone, utilizando sistema computadorizado de informações. 14

15 Presta apoio logístico, controlando materiais de expediente, expedição e recebimento de malotes, execução de serviços gerais e pesquisando preços. Trata, elabora e arquiva documentos diversos, registrando sua entrada e saída, conferindo notas fiscais e faturas, identificando irregularidades e conferindo cálculos. Preenche documentos, digitando textos e planilhas, preparando minutas, redigindo escrituras de compra e venda, registrando informações de certidões de funcionários como óbitos, casamentos e nascimentos, emitindo certificados e apólices, averbando transferência de propriedades, digitando notas de lançamentos contábeis e preenchendo propostas se renovações de seguros em geral. Prepara relatórios, formulários e planilhas, coletando dados, verificando índices econômicos e financeiros, confeccionando organogramas, fluxogramas e cronogramas, efetuando cálculos, redigindo atas, elaborando correspondência, calculando prêmios e dando apoio operacional para elaboração de manuais técnicos. Participa das rotinas de apoio na área de recursos humanos, dando suporte administrativo à área de treinamento, orientando funcionários sobre direitos e deveres, controlando freqüência dos funcionários, auxiliando na elaboração da folha de pagamento, controlando recepção e distribuição de benefícios, atualizando dados dos funcionários e executando procedimentos de recrutamento e seleção e de admissão e demissão. 4. HORÁRIOS DAS AULAS TÉCNICO Manhã: de 2ª a 6ª feira, das 7h45 às 11h, com intervalo das 9h15 às 9h30. Noite: de 2ª a 6ª feira, das 18h45 às 22h00, com intervalo das 8h15 às 8h30. CAI Curso de Aprendizagem Industrial Tarde: de 2ª a 6ª feira: das 13h00 às 17h00, com intervalo das 14h50 às 15h10. OBS: Não será permitida a saída de alunos menores de idade, para fora da Escola sem autorização, durante o horário de intervalo. 5. CALENDÁRIO ESCOLAR Para saber quais serão os dias letivos e as atividades do semestre, consulte o calendário escolar que encontra afixado no quadro de avisos. 6. ATENDIMENTO E ORIENTAÇÃO AO ALUNO 6.1 Secretaria Horário de atendimento: de 2ª a 6ª feira das 8h às 21h. Para solicitar informações, atestados, declarações e outros documentos escolares, compareça à Secretaria da Escola 6.2 Serviço de Apoio ao Ensino Procure a Agente de Apoio ao Ensino, sempre que necessitar de ajuda para adquirir uniforme, aventais, e os EPI s necessários para as atividades práticas. 15

16 6.3 Analista de Qualidade de Vida Procure a Analista de Qualidade de Vida, caso esteja com alguma dificuldade para continuar os estudos ou necessitar de orientação para outros assuntos. 6.3 NPAQA Núcleo de Prevenção de Acidentes e Qualidade Ambiental Órgão que coordena o desenvolvimento de ações, visando sensibilizar os alunos para: a) orientar, sensibilizar e conscientizar a comunidade escolar sobre a importância da sua participação ativa na prevenção de acidentes e na segurança do trabalho; b) atuar para a preservação do meio ambiente e promover ações educativas relacionadas às diversas dimensões da qualidade ambiental; c) identificar os problemas, ameaças e vulnerabilidades da região em que a escola se localiza e atuar como apoio à Defesa Civil, em campanhas para prevenir e minimizar riscos e em ações de ajuda às vítimas de desastres. 6.4 Coordenação de Estágios Com o objetivo de acompanhar os alunos dos Cursos Técnicos em estágio, bem como promover seu encaminhamento às empresas, a Escola mantém um Coordenador de Estágio, que desenvolve suas atividades com base em regulamentação específica. 6.5 Biblioteca A Biblioteca da Escola fornece a você suporte cultural para o desenvolvimento de trabalhos de pesquisas e projetos, bem como para mantê-lo atualizado quanto aos avanços tecnológicos através de várias publicações especializadas. Possui ainda microcomputadores e leitura recreativa à sua disposição nos intervalos e no horário de almoço. Caso necessite de orientação a respeito de como localizar temas no acervo, procure o bibliotecário. Para utilizar os serviços de empréstimos de obras oriente-se pelo regulamento da biblioteca. É importante que a verifique e cumpra o prazo de devolução dos empréstimos, pois todas as publicações fazem parte do patrimônio escolar. Horário de Funcionamento: de 2ª à 6ª feira das 9h às 13h e das 14h às 21h. 6.6 AAPM Associação de Alunos, Ex-alunos, Pais e Mestres A AAPM é uma entidade sem fins lucrativos, composta por representantes do corpo discente, dos funcionários e da comunidade em geral. Seus principais objetivos são: colaborar com a Direção da Escola para atingir seus objetivos educacionais; mobilizar recursos humanos, materiais e financeiros que permitam a melhoria do ensino, o desenvolvimento de assistência aos alunos e a programação de atividades culturais e de lazer; apoiar o desenvolvimento de palestras, cursos e estudos, a divulgação de conhecimentos tecnológicos, estimular trabalhos na áreas didático-pedagógicas, assistencial e de pesquisa. Seus recursos são oriundos de uma contribuição semestral estipulada por seus sócios. Com essa contribuição, muitos benefícios são realizados em prol dos alunos. Portanto, mantenha-se em dia com o pagamento da AAPM. Com certeza, você também será beneficiado. 16

17 6.7 Coordenação Além dos órgãos e pessoas citadas, você poderá contar sempre com o apoio dos Coordenadores Técnico e Pedagógico. Procure-os sempre que necessitar de orientação em algum assunto relativo à sua vida pessoal, estudantil ou profissional. 7. PORTAL EDUCACIONAL Este é um recurso implantado pelo SENAI-SP com o intuito de facilitar o processo de aprendizagem, gerando inclusive mais facilidade no acompanhamento do desempenho do aluno. A Escola disponibilizará login e senha individual, os quais serão entregues no início das aulas. Este recurso pode ser acessado pelo endereço 8. NORMAS INTERNAS 8.1 Procedimentos durante as aulas Para participar de atividades em oficinas e laboratórios, você deverá: usar o Equipamento de Proteção Individual apropriado a cada tarefa ou ocupação, óculos de segurança, avental, calçado de segurança com CA (Certificado de Aprovação), creme de proteção para uso industrial, redinha (não serve touca ou boné) para proteção dos cabelos (quem têm cabelo comprido) e protetor auricular quando necessário. retirar anéis, relógios, correntes, pulseiras, brincos, piercing e outros objetos de uso pessoal; Observações: 1. Óculos de segurança, avental, creme de proteção para uso industrial e redinha são vendidos no Serviço de Apoio ao Ensino. 2. É obrigatório, para os alunos que necessitam de lentes corretivas, o uso delas em salas de aulas, oficinas e laboratórios. 3. O aluno que não respeitar as normas de segurança será impedido de participar das aulas práticas nas oficinas e laboratórios. 4. Não será permitido, em qualquer ambiente de ensino, o uso de bermudas, óculos escuros, camiseta regata, boné, gorro, lenço ou bandana, aparelhos eletrônicos com fone de ouvido, celular, bolsas e mochilas. 8.2 Uniforme Será obrigatório o uso do uniforme adotado pela Escola. 8.3 Atraso Não há tolerância para atrasos. Caso tenha dificuldades para chegar no horário, comunique o fato à Coordenação. 8.4 Saídas antecipadas Saídas antecipadas devem ser comunicadas ao Serviço de Apoio ao Ensino ou à Coordenação Pedagógica/Técnica. Menores de 18 anos, somente poderão sair antecipadamente mediante autorização dos pais/responsáveis. 17

18 8.5 Circulação nas dependências da Escola Não se sente ou pare nos locais de maior circulação como nos acessos às escadas e entrada da oficina. A entrada ou permanência em sala de aula ou oficina deve ocorrer sempre com autorização do Instrutor ou em sua companhia. Nos intervalos e horário de almoço não é permitido permanecer nas instalações das oficinas e circular pelo estacionamento e quadra. 8.6 Armários para guarda de material (opcional) Cada aluno contribuinte da AAPM receberá, a critério da Escola, um corpo de um armário para dividir com outros companheiros de sala. Caberá a cada um a responsabilidade de cuidar da conservação do armário, zelar pela ordem e disciplina do local, obrigando-se a devolvê-lo, em perfeito estado de conservação no final de cada semestre letivo, sendo responsável, inclusive financeiramente, pelos possíveis danos causados. Os armários deverão ser utilizados apenas para guardar EPI s (botas, óculos de segurança ou outros necessários) no decorrer do curso, e bolsas e mochilas durante o período de aulas. Fica o SENAI isento de responder por quaisquer ocorrências com os pertences deixados no armário, inclusive danos, roubos ou furtos. 9. INFORMAÇÕES SOBRE APROVEITAMENTO E FREQÜÊNCIA 9. 1 Avaliação da aprendizagem O aluno será avaliado de forma sistemática e contínua, mediante o emprego de instrumentos e técnicas diversificadas, de conformidade com a natureza das competências propostas para a educação profissional, e com preponderância dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. 9.2 Promoção Será considerado promovido ou concluinte de estudos o aluno que, ao final do semestre ou módulo, obtiver nota final (NF) em cada unidade curricular, expressa em números inteiros, igual ou superior a 50 (cinqüenta) numa escala de 0 (zero) a 100 (cem), e freqüência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) das horas-aula dadas. A atribuição da nota final (NF) corresponderá ao nível de desempenho alcançado por você no decorrer do semestre. Seus docentes o manterão informados quanto aos critérios para verificação das capacidades adquiridas e aos critérios utilizados para a definição do nível de desempenho. 9.3 Retenção Será considerado retido o aluno que, ao término do período letivo ou módulo não obtiver, em cada unidade curricular, a (NF) nota final, expressa em números inteiros, igual ou superior a 50 (cinqüenta), numa escala de 0 (zero) a 100 (cem). Também será considerado retido o aluno que, ao final do período letivo ou módulo, apresentar, em qualquer unidade curricular, freqüência inferior a 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas/aula ministradas, qualquer que seja sua nota final. 18

19 9.4 Recuperação de estudos A recuperação, parte integrante do processo de construção do conhecimento, é entendida como orientação contínua, imediata e concomitante com o processo de aprendizagem, e ocorrerá sempre após o docente divulgar os resultados da avaliação, seja ela teórica ou prática. Ao aluno que obtiver nota inferior a 50 (cinqüenta), será dada a oportunidade de recuperar os estudos dos conteúdos avaliados. O aluno receberá do docente, em dia e horário marcados, as orientações necessárias para sanar suas dúvidas. Após este procedimento o docente definirá a data para uma nova avaliação. Caso o aluno deixe de cumprir o compromisso firmado com o docente, permanecerá com a mesma nota obtida na prova inicial. 9.5 Conselho de Classe O Conselho de Classe, presidido pelo Diretor da unidade escolar ou funcionário por ele designado, é integrado pelos docentes, pelos responsáveis pela Coordenação Pedagógica, pela Coordenação Técnica e pelo apoio pedagógico, tendo por atribuições analisar o rendimento escolar, sugerindo medidas necessárias à sua melhoria e decidindo sobre a vida escolar dos alunos durante e ao final dos períodos letivos. Ao final do semestre letivo, o Conselho de Classe analisará os casos de alunos com nota final entre 46 (quarenta e seis) e 49(quarenta e nove) e freqüência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento), em uma ou mais unidades, e decidirá sobre a sua aprovação ou não, considerando a possibilidade de continuidade de estudos Divulgação dos resultados Os resultados finais do Aproveitamento Escolar serão divulgados aos alunos no Portal Educacional e na secretaria de Escola, em data previamente estabelecida no Calendário Escolar Procedimentos para pedido de reconsideração ou recurso (Deliberação 11/96) Encerrado o período letivo e definida a nota final do aluno, após estudos de recuperação e decisão final do Conselho de Classe, cabem pedidos de reconsideração ou de recurso à decisão da escola quanto ao resultado do rendimento escolar obtido. Reconsideração O pedido de reconsideração do resultado final deverá ser dirigido ao Diretor e protocolado na Escola até o 5 o dia subseqüente à divulgação do resultado. A decisão do Diretor será divulgada ao interessado até o 10 o dia subseqüente à interposição do pedido. Recurso O recurso, dirigido à Gerência de Educação do SENAI, deverá ser protocolado na Escola até o 5 o dia subseqüente à divulgação da decisão quanto ao pedido de reconsideração A Gerência de Educação analisará a documentação enviada pela unidade escolar e emitirá sua decisão até o 30º dia subseqüente ao seu recebimento. A Escola comunicará então ao interessado a decisão da Gerência de Educação no prazo máximo de 5 dias, após o recebimento do expediente. 9.8 Solicitação de aproveitamento de estudos O período em que o aluno poderá solicitar o Aproveitamento de Estudos é definido pela Escola no Calendário Escolar. O aluno deverá requerer, por escrito, o aproveitamento de estudos, indicando a(s) unidades(s) curricular(es) em que deseja efetuar o aproveitamento de estudos e anexar os documentos comprobatórios (quando for o caso) ou indicar a(s) forma(s) pela(s) qual(is) adquiriu os conhecimentos ou habilidades. 19

20 Esse requerimento será analisado por uma Comissão Técnico-Pedagógica definida pelo Diretor da Escola, levando em consideração as peculiaridades de cada solicitação, de acordo com o artigo 11 da Resolução CNE/CEB nº 4/99 e com o Plano de Curso. A Comissão poderá determinar ou não a aplicação de avaliação(ões) para comprovação dos conhecimentos e habilidades. No caso de ser aplicada uma avaliação, para ser aprovado, o solicitante deverá conseguir, no mínimo, nota 75 (setenta e cinco). O deferimento ou não do requerimento por parte da Comissão Técnico-Pedagógica será comunicado por escrito ao solicitante. 9.9 Compensação de ausências De acordo com o Regimento comum das unidades escolares SENAI, Título III, capítulo IV, seção VII, artigo 33, deverá haver compensação de ausências, com critérios estabelecidos pela unidade escolar em sua Proposta Pedagógica, para todos os componentes curriculares. Para a compensação de ausências, a Escola SENAI Frederico Jacob definiu em sua Proposta Pedagógica os seguintes critérios: 1. Somente poderão ser compensadas as ausências justificadas com a apresentação de atestados ou de outros documentos que a Escola julgar pertinentes e que forem decorrentes de: doença; acidentes pessoais ou de trabalho; obrigações militares; serviço público obrigatório; interrupção de transporte público; doação de sangue; outras situações previstas na legislação. 2. Os atestados deverão ser entregues no Serviço Social ou no Serviço de Apoio ao Ensino no dia do retorno às aulas, ou durante o afastamento, principalmente quando este se prolongar por vários dias. 3. As ausências serão compensadas com atividades presenciais, em horário diferente do horário normal de aulas, sendo que o número de horas-aula compensadas por dia limitar-se-á ao número de horas-aula diárias do curso. 4. O aluno somente poderá iniciar as atividades de compensação de ausências após autorização da Coordenação Pedagógica. 5. Caberá ao docente definir as datas e as atividades para compensação de ausências, em plano elaborado para esse fim, registrado na Ficha Individual de Avaliação Periódica. Para definir as datas de compensação, os docentes deverão se orientar pela programação divulgada pela Escola no Calendário Escolar, o qual prevê dois períodos no semestre para essa finalidade. 6. Sendo o educando menor de 18 anos, o plano de compensação de ausências deverá ser assinado pelos pais ou responsáveis. 7. Serão compensadas as ausências até o limite que possibilite ao aluno atingir um mínimo de 75% (setenta e cinco) por cento de freqüência às aulas dadas. 8. Não será permitido compensar ausências mais de uma vez por unidade curricular, no semestre. 9. Nos casos de afastamentos cujos procedimentos estão definidos em legislação, a Escola procederá de acordo com a Deliberação CEE nº 59/2006, fundamentada no artigo 9º da lei de 6/7/ Casos omissos e situações não previstas serão submetidos à análise do Conselho de classe. 20

MANUAL DO ALUNO. Escola SENAI Frederico Jacob

MANUAL DO ALUNO. Escola SENAI Frederico Jacob MANUAL DO ALUNO Escola SENAI Frederico Jacob 2 Manual do Aluno ESCOLA SENAI Frederico Jacob Aluno Turma Curso/Ocupação Versão 11 3 4 ÍNDICE Apresentação 07 1. O SENAI 09 2. A Escola SENAI Frederico Jacob

Leia mais

Trabalho elaborado pela Escola SENAI Antônio Ermírio de Moraes do Departamento Regional de São Paulo.

Trabalho elaborado pela Escola SENAI Antônio Ermírio de Moraes do Departamento Regional de São Paulo. Regulamento de Estágio SENAI- SP, 2009 Trabalho elaborado pela Escola SENAI Antônio Ermírio de Moraes do Departamento Regional de São Paulo. Coordenação Geral Adriano Ruiz Secco Coordenação Germano Luiz

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO TÉCNICO EM ELETROELETRÔNICA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO TÉCNICO EM ELETROELETRÔNICA Das

Leia mais

Regulamento de Estágio Supervisionado

Regulamento de Estágio Supervisionado SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL Departamento Regional de São Paulo Antônio Souza Noschese Regulamento de Estágio Supervisionado Santos SP Antonio Souza Noschese CORPO ADMINISTRATIVO Diretor:

Leia mais

Anexo D Divisão de Análises Clínicas HU/UFSC. Versão 01. Atribuições dos Cargos

Anexo D Divisão de Análises Clínicas HU/UFSC. Versão 01. Atribuições dos Cargos DOC MQB -02 MQB.pdf 1/5 Cargo: Assistente de Laboratório 1. Planejar o trabalho de apoio do laboratório: Interpretar ordens de serviços programadas, programar o suprimento de materiais, as etapas de trabalho,

Leia mais

Centro de Formação Profissional ENG.º JAMES C. STEWART 1.41

Centro de Formação Profissional ENG.º JAMES C. STEWART 1.41 MANUAL DO ALUNO 2011 1 MANUAL DO ALUNO CPTM / SENAI-SP, 2011 NOSSA EQUIPE: Diretor Coordenadores Pedagógicos Coordenador Técnico Coordenador de Estágio Coordenador do Sistema de Qualidade Secretário de

Leia mais

NORMAS DE ESTÁGIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA

NORMAS DE ESTÁGIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA 2015 SUMÁRIO 1 - DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 3 2 - OBJETIVO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO... 3 3 - ACOMPANHAMENTO E ORGANIZAÇÃO DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO... 4 4 - EXEMPLO DE ÁREAS PARA REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO...

Leia mais

MANUAL DO ALUNO SISTEMA DE AVALIAÇÃO

MANUAL DO ALUNO SISTEMA DE AVALIAÇÃO MANUAL DO ALUNO No presente Manual você encontrará uma síntese de procedimentos pedagógicos adotados pela Instituição e conhecerá as instalações e departamentos de apoio ao aluno. SISTEMA DE AVALIAÇÃO

Leia mais

Parecer de Autorização de Funcionamento: CEED nº 650/2014.

Parecer de Autorização de Funcionamento: CEED nº 650/2014. CURSO TÉCNICO EM ELETROTÉCNICA O Curso Técnico de Nível Médio em Eletrotécnica, Eixo Tecnológico Controle e Processos Industriais são organizados em 3 módulos de 400 horas. Ao final do curso, 400 horas

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURSOS TÉCNICOS Revisão: setembro/2012 Escola SENAI Santos Dumont CFP 3.02 Rua Pedro Rachid, 304 Santana São José dos Campos - SP Fone: (12) 3519-4850 Fax: (12) 3922-9060 ELABORAÇÃO

Leia mais

10/04/2015 regeral_133_146

10/04/2015 regeral_133_146 Seção VI Da Transferência Art. 96. A UNIR aceita transferência de discentes oriundos de outras instituições de educação superior, de cursos devidamente autorizados, para cursos afins, na hipótese de existência

Leia mais

GUIA DO ALUNO. INICIAÇÃO PROFISSIONAL, APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL, QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL e HABILITAÇÃO TÉCNICA

GUIA DO ALUNO. INICIAÇÃO PROFISSIONAL, APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL, QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL e HABILITAÇÃO TÉCNICA GUIA DO ALUNO INICIAÇÃO PROFISSIONAL, APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL, QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL e HABILITAÇÃO TÉCNICA 2015 APRESENTAÇÃO No cumprimento de sua Missão, o SENAI-RS promove a educação para o

Leia mais

http://www.portaldaindustria.com.br/senai/iniciativas/programas/educacao-a-distancia/2012/09/1,5682/novos-cursos.html

http://www.portaldaindustria.com.br/senai/iniciativas/programas/educacao-a-distancia/2012/09/1,5682/novos-cursos.html www.cni.org.br http://www.portaldaindustria.com.br/senai/iniciativas/programas/educacao-a-distancia/2012/09/1,5682/novos-cursos.html Novos Cursos O SENAI criou 40 novos cursos a distância, sendo 10 cursos

Leia mais

I RELATÓRIO: II ANÁLISE:

I RELATÓRIO: II ANÁLISE: INTERESSADA: ESCOLA TÉCNICA PERNAMBUCANA DE PAULISTA PAULISTA/PE ASSUNTO: AUTORIZAÇÃO DO CURSO TÉCNICO EM ELETROTÉCNICA, DO CURSO TÉCNICO EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL E DO CURSO TÉCNICO EM MECÂNICA EIXO TECNOLÓGICO:

Leia mais

Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Engenharia Elétrica

Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Engenharia Elétrica Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Engenharia Elétrica 1. APRESENTAÇÃO O Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório no curso de Engenharia Elétrica é uma atividade curricular obrigatória

Leia mais

ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA CURSOS MANTIDOS

ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA CURSOS MANTIDOS Etec Rubens de Faria e Souza ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA CURSOS MANTIDOS I- CURSOS TÉCNICOS EIXO TECNOLÓGICO: CONTROLE E PROCESSOS INDUSTRIAIS - ELETRÔNICA - ELETROTÉCNICA - MECÂNICA - MECATRÔNICA - QUÍMICA

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Manutenção Industrial 4.1-Histórico:

Curso Superior de Tecnologia em Manutenção Industrial 4.1-Histórico: Curso Superior de Tecnologia em Manutenção Industrial 4.1-Histórico: O Curso Superior de Tecnologia em Manutenção Industrial da Faculdade Sul Fluminense FASF, tendo como Entidade Mantenedora o Instituto

Leia mais

PRESSUPOSTOS, REGRAS E PROCEDIMENTOS 2015 ENSINO MÉDIO

PRESSUPOSTOS, REGRAS E PROCEDIMENTOS 2015 ENSINO MÉDIO São Paulo, 26 de novembro de 2014. PRESSUPOSTOS, REGRAS E PROCEDIMENTOS 2015 ENSINO MÉDIO O Colégio Santa Maria acredita que responsabilidade social e liberdade se aprendem e se exercitam na interação

Leia mais

ANEXO III. Regulamentação da Educação Profissional Técnica de Nível Médio Integrado na Modalidade Educação de Jovens e Adultos. Capítulo I Da admissão

ANEXO III. Regulamentação da Educação Profissional Técnica de Nível Médio Integrado na Modalidade Educação de Jovens e Adultos. Capítulo I Da admissão ANEXO III ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA SERTÃO PERNANBUCANO Resolução nº 031/2010 De 30 de setembro de 2010 Regulamentação da Educação Profissional Técnica

Leia mais

Faculdade de Tecnologia SENAI Roberto Simonsen

Faculdade de Tecnologia SENAI Roberto Simonsen 1 SUMÁRIO Conteúdo 1. APRESENTAÇÃO... 3 2. O CURSO... 3 3. PERFIL DO TECNÓLOGO EM MANUTENÇÃO INDUSTRIAL... 3 4. ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES... 3 5. CONDIÇÕES GERAIS DO ESTÁGIO... 5 6. MATRÍCULA...

Leia mais

Política de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação

Política de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Missão Promover a educação profissional e tecnológica, a inovação e a transferência de tecnologias industriais, contribuindo para elevar a competitividade da indústria brasileira. Políticas de Gestão do

Leia mais

REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU DO COLEGIADO DE CURSO

REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU DO COLEGIADO DE CURSO REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU DO COLEGIADO DE CURSO Art. 1º O colegiado de curso é órgão consultivo da Coordenação de Curso, destinado a subsidiar a

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA INSTITUTO POLITÉCNICO. Edital Discente 2015.2

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA INSTITUTO POLITÉCNICO. Edital Discente 2015.2 1 CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA INSTITUTO POLITÉCNICO Edital Discente 2015.2 Normas para Avaliação Global A Diretora do Instituto Politécnico, Profª. Ana Paula Ladeira, no uso de suas atribuições, e considerando

Leia mais

VESTIBULAR 2015/1 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS

VESTIBULAR 2015/1 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS VESTIBULAR 2015/1 SELEÇÃO PARA CURSOS TECNICOS SUBSEQUENTES DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TOCANTINS 2015/1 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS CURSO TÉCNICO EM AGRIMENSURA Aprovado

Leia mais

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS 1 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS SUMÁRIO INTERATIVO ENTENDENDO SOBRE O PROGRAMA TELECURSO TEC... 3 ÁREAS DE ESTUDO DO TELECURSO

Leia mais

GUIA DO ALUNO 2014 1

GUIA DO ALUNO 2014 1 GUIA DO ALUNO 2014 1 GUI A DO ALUNO 1. Matrícula Para efetuar sua matrícula em Cursos PECE o candidato deverá comparecer no prazo estipulado, portando todos os documentos que são exigidos para a matrícula

Leia mais

24/04/2013 3263/2013, 23/04/2013 PARECER CEE/PE Nº 29/2013-CEB APROVADO PELO PLENÁRIO EM08/04/2013

24/04/2013 3263/2013, 23/04/2013 PARECER CEE/PE Nº 29/2013-CEB APROVADO PELO PLENÁRIO EM08/04/2013 INTERESSADA: ESCOLA E CURSO PROFISSIONALIZANTE DE INFORMÁTICA E ELETRÔNICA RECIFE/PE ASSUNTO: AUTORIZAÇÃO DO CURSO TÉCNICO EM ELETROELETRÔNICA EIXO TECNOLÓGICO: CONTROLE E PROCESSOS INDUSTRIAIS RELATORA:

Leia mais

FACULDADE DE ENGENHARIA

FACULDADE DE ENGENHARIA FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) DOS CURSOS DA FACULDADE DE ENGENHARIA REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DOS CURSOS DA FACULDADE

Leia mais

CESMAR- CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE MARILIA CNPJ: 07.064.432/0001-05 FACULDADE DE SÃO CARLOS

CESMAR- CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE MARILIA CNPJ: 07.064.432/0001-05 FACULDADE DE SÃO CARLOS CESMAR- CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE MARILIA CNPJ: 07.064.432/0001-05 FACULDADE DE SÃO CARLOS REGULAMENTO BIBLIOTECA SÃO CARLOS/SP - 2013 FACULDADE DE SÃO CARLOS Mantida pela CESMAR Centro de Ensino Superior

Leia mais

FACULDADE MORAES JÚNIOR MACKENZIE RIO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CAPITULO I DO OBJETIVO, DA NATUREZA E DA FINALIDADE

FACULDADE MORAES JÚNIOR MACKENZIE RIO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CAPITULO I DO OBJETIVO, DA NATUREZA E DA FINALIDADE FACULDADE MORAES JÚNIOR MACKENZIE RIO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CAPITULO I DO OBJETIVO, DA NATUREZA E DA FINALIDADE Art. 1º. O objetivo das Atividades Complementares é fomentar complementação

Leia mais

PROCESSO SELETIVO 2 º SEMESTRE DE 2015

PROCESSO SELETIVO 2 º SEMESTRE DE 2015 1 Processo Seletivo 2015.2 Edital FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC RIO PROCESSO SELETIVO 2 º SEMESTRE DE 2015 SENAC RJ FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC RIO O SENAC Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial,

Leia mais

TABELA DE CARGOS CARGOS DE NÍVEL MÉDIO VENCIMENTO BASE CARGA HORÁRIA SINTESE DAS ATIVIDADES TOTAL DE VAGAS REQUISITO

TABELA DE CARGOS CARGOS DE NÍVEL MÉDIO VENCIMENTO BASE CARGA HORÁRIA SINTESE DAS ATIVIDADES TOTAL DE VAGAS REQUISITO TABELA DE CARGOS CARGOS DE NÍVEL MÉDIO CARGO Assistente Operacional Assistente Administrativo PRÉ- REQUISITO completo completo TOTAL DE VAGAS VENCIMENTO BASE CARGA HORÁRIA 01 R$ 1.813,45 40 horas 02 R$

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE ACOMPANHAMENTO E ORIENTAÇÃO DO ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES CAPÍTULO I

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE ACOMPANHAMENTO E ORIENTAÇÃO DO ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES CAPÍTULO I REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE ACOMPANHAMENTO E ORIENTAÇÃO DO ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES Dispõe sobre o Acompanhamento e Orientação do Estágio do Curso Superior de

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DO ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING CAPÍTULO I

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DO ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING CAPÍTULO I REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DO ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING Dispõe sobre o Acompanhamento e Orientação do Estágio do Curso Superior de Tecnologia em Marketing da Faculdade de Castanhal.

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO - 2014

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO - 2014 1 FACULDADE DE ESTUDOS SOCIAIS DO ESPÍRITO SANTO PIO XII CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS CURSO DE ADMINISTRAÇÃO EM COMÉRCIO EXTERIOR I INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO - 2014 O currículo

Leia mais

Edital de Vestibular

Edital de Vestibular FACULDADE DE TECNOLOGIA CNA Processo seletivo 2016 Edital de Vestibular A Mantenedora INSTITUTO CNA e o Diretor da FACULDADE DE TECNOLOGIA CNA, sediada em Brasília/DF, com base na Lei n.º 9394/1996, na

Leia mais

PRODUÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO DE CONCLUSÃO DE CURSO DIREITO

PRODUÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO DE CONCLUSÃO DE CURSO DIREITO PRODUÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO DE CONCLUSÃO DE CURSO DIREITO Dispõe sobre a forma de operacionalização do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do Curso de Direito. CAPITULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Leia mais

MANUAL DO ALUNO PÓS-GRADUAÇÃO

MANUAL DO ALUNO PÓS-GRADUAÇÃO MANUAL DO ALUNO PÓS-GRADUAÇÃO CARO ALUNO, Seja Bem-Vindo às Escolas e Faculdades QI! Desejamos a você uma excelente jornada de estudos e evolução, tanto no campo profissional, como pessoal. Recomendamos

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACERES CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO GERAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACERES CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGULAMENTO GERAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACERES CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º As Atividades Complementares são componentes curriculares obrigatórios

Leia mais

DOS CURSOS E SEUS OBJETIVOS

DOS CURSOS E SEUS OBJETIVOS REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DAS FACULDADES INTEGRADAS DE VITÓRIA DOS CURSOS E SEUS OBJETIVOS Disciplina os Cursos de Pós- Graduação Lato Sensu nas modalidades Acadêmica e Profissionalizante

Leia mais

PROGRAMA DE MONITORIA

PROGRAMA DE MONITORIA PROGRAMA DE MONITORIA 17/12/2006 PROJETO DE MONITORIA FACIS A FACIS, com atuação na área da Saúde, vem desde sua criação procurando iniciativas de promoção do desenvolvimento e aprimoramento dos alunos

Leia mais

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Formação Inicial e Continuada (Decreto Federal nº 11741/08 e Lei nº 11.741/08) PLANO DE CURSO Área: Manutenção Mecânica Qualificação:

Leia mais

1. APRESENTAÇÃO. Caríssimo professor, Caríssima professora:

1. APRESENTAÇÃO. Caríssimo professor, Caríssima professora: MANUAL DO PROFESSOR 1. APRESENTAÇÃO Caríssimo professor, Caríssima professora: Temos a honra e o privilegio de poder contar com V. Sa. como nosso (a) parceiro (a), acreditamos que cada membro do corpo

Leia mais

Curso de Engenharia de Elétrica

Curso de Engenharia de Elétrica Regulamento de Estágio Curricular Obrigatório Curso de Engenharia de Elétrica Cascavel-PR 2011 - 2 - CAPITULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. Este regulamento tem por finalidade normatizar o Estágio

Leia mais

CAPÍTULO I Das definições preliminares, das e dos objetivos.

CAPÍTULO I Das definições preliminares, das e dos objetivos. Resolução n.º 03/2010 Regulamenta os Cursos de Pós-Graduação da Faculdade Campo Real. O CONSU Conselho Superior, por meio do Diretor Geral da Faculdade Campo Real, mantida pela UB Campo Real Educacional

Leia mais

REGIMENTO ESCOLAR DA FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO - FAD MANTIDA PELA FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO - FESPSP

REGIMENTO ESCOLAR DA FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO - FAD MANTIDA PELA FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO - FESPSP REGIMENTO ESCOLAR DA FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO - FAD MANTIDA PELA FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO - FESPSP Agosto 2007 Sumário TÍTULO I - DA INSTITUIÇÃO... 1 CAPÍTULO I - Da Escola

Leia mais

ANEXO I: REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

ANEXO I: REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES ANEXO I: REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Fixa normas para o funcionamento das Atividades Complementares para o curso de Administração da Universidade Federal de Mato Grosso, campus Rondonópolis/Mato

Leia mais

Comissão do Jovem Advogado

Comissão do Jovem Advogado REGULAMENTO DO PROGRAMA MEU PRIMEIRO ESTÁGIO Estabelece normas para acompanhamento das atividades do programa meu primeiro estágio, da Comissão da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Acre OAB/AC.

Leia mais

TÉCNICO EM ELETROMECÂNICA Objetivo do Curso

TÉCNICO EM ELETROMECÂNICA Objetivo do Curso I MÓDULO I TÉCNICO EM ELETROMECÂNICA Objetivo do Curso Habilitar e qualificar profissionais para desenvolver atividades de projeto, especificação, instalação, montagem e manutenção de sistemas eletromecânicos

Leia mais

Edital de Vestibular

Edital de Vestibular FACULDADE DE TECNOLOGIA CNA Processo seletivo 2014 Edital de Vestibular O Mantenedor INSTITUTO CNA e o Diretor da FACULDADE DE TECNOLOGIA CNA, sediada em Brasília/DF, com base na Lei n.º 9394/1996, legislação

Leia mais

FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR E FORMAÇÃO INTEGRAL FAEF

FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR E FORMAÇÃO INTEGRAL FAEF REGULAMENTO N. 005/2015 REGULAMENTO GERAL DO NÚCLEO DE PESQUISA NUPES DA FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR - GARÇA/SP Vanessa Zappa, Diretora da FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR E FORMAÇÃO INTEGRAL FAEF GARÇA/SP,

Leia mais

B1 - ATELIER BALÉ JOVEM (CICLO INTERMEDIÁRIO E CICLO PROFISSIONALIZANTE)

B1 - ATELIER BALÉ JOVEM (CICLO INTERMEDIÁRIO E CICLO PROFISSIONALIZANTE) B) PROJETOS ESPECIAIS O eixo de PROJETOS ESPECIAIS engloba as atividades extracurriculares, complementares ao PROGRAMA DE FORMAÇÃO EM DANÇA. São atividades promovidas pela Escola com artistas convidados,

Leia mais

MANUAL ACADÊMICO E OPERACIONAL DO CURSO TÉCNICO E/OU QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

MANUAL ACADÊMICO E OPERACIONAL DO CURSO TÉCNICO E/OU QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL FUNDAÇÃO DE APOIO CEFET ESCOLA TÉCNICA MARACANÃ UCP UNIDADE DE CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL MANUAL ACADÊMICO E OPERACIONAL DO CURSO TÉCNICO E/OU QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL REDE DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DO RIO

Leia mais

Curso de Sistema de Informação

Curso de Sistema de Informação 1 Regulamento de Estágio Curricular Obrigatório Curso de Sistema de Informação Cascavel - PR CAPITULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. Este regulamento tem por finalidade normatizar o Estágio Curricular

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

REGULAMENTO DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO REGULAMENTO DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Coordenador do Curso de Administração Prof. Marcos Eduardo dos Santos Supervisor de Estágio do Curso Prof. Marcos Eduardo dos Santos JUIZ DE

Leia mais

Manual do Sistema para abertura de curso de extensão pelos docentes EACH - USP

Manual do Sistema para abertura de curso de extensão pelos docentes EACH - USP Manual do Sistema para abertura de curso de extensão pelos docentes EACH - USP 1.INTRODUÇAO...... 3 2.ONDE CONSEGUIR INFORMAÇÔES?... 4 Normas USP... 4 Site EACH...4 Sistema de atendimento da Comissão de

Leia mais

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO TÉCNICA EM TESTES DE SOFTWARE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO TÉCNICA EM TESTES DE SOFTWARE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO TÉCNICA EM TESTES DE SOFTWARE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA 1. APRESENTAÇÃO Este regulamento apresenta as regras e os critérios estabelecidos pelo Núcleo

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Aprovado pela Resolução CONSUNI nº 44/15, de 09/12/2015. CAPÍTULO I AS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente Regulamento

Leia mais

UNIÃO DINÂMICA DE FACULDADES CATARATAS Centro Universitário Dinâmica das Cataratas

UNIÃO DINÂMICA DE FACULDADES CATARATAS Centro Universitário Dinâmica das Cataratas REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO CAPÍTULO I CARACTERIZAÇÃO E OBJETIVOS Art. 1º Art. 2º Art. 3º Art. 4º Estágio Supervisionado em Administração (ESA), é a disciplina

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 153/2005-CEPE/UNICENTRO

RESOLUÇÃO Nº 153/2005-CEPE/UNICENTRO RESOLUÇÃO Nº 153/2005-CEPE/UNICENTRO Aprova o Regulamento de Estágio Curricular do Curso de Comunicação Social/Publicidade e Propaganda da UNICENTRO e dá outras providências. O REITOR DA UNIVERSIDADE ESTADUAL

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA Regimento Interno do Núcleo de Prática Jurídica do Curso de Direito da Faculdade do Norte Pioneiro CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS GERAIS Art. 1º O Núcleo de Prática

Leia mais

REGULAMENTO OPERACIONAL DA DIRETORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO CAPÍTULO I DA INSTITUIÇÃO

REGULAMENTO OPERACIONAL DA DIRETORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO CAPÍTULO I DA INSTITUIÇÃO 1 REGULAMENTO OPERACIONAL DA DIRETORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO CAPÍTULO I DA INSTITUIÇÃO Art.1º A Diretoria de Ensino de Graduação (DEG) é órgão da Pró-Reitoria Acadêmica, do Centro Universitário de Maringá.

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Plano de Trabalho Docente - 2015

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Plano de Trabalho Docente - 2015 Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Plano de Trabalho Docente - 2015 ETEC Monsenhor Antônio Magliano Código: 088 Município: Garça - SP Eixo Tecnológico: Controle e Processo Industrial Habilitação

Leia mais

NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS

NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS: Habilitações: Língua Portuguesa e respectivas Literaturas Língua Espanhola e respectivas

Leia mais

ANEXO Nº I. Liberação: ¾ Termo de Liberação dos gestores da área solicitante para inicio das atividades; Prorrogação:

ANEXO Nº I. Liberação: ¾ Termo de Liberação dos gestores da área solicitante para inicio das atividades; Prorrogação: ANEXO Nº I Item: SERVIÇO Unidade Requisitante: Código Cadastro: Empresa Contratada Especificações de Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho para realização de integração na contratante. 1) Itens obrigatórios

Leia mais

Orientações Gerais de Acordo com o Regimento Escolar (parecer favorável do COMED 006/05)

Orientações Gerais de Acordo com o Regimento Escolar (parecer favorável do COMED 006/05) Orientações Gerais de Acordo com o Regimento Escolar (parecer favorável do COMED 006/05) Dos Discentes Todos os alunos matriculados na Unidade Escolar integram o corpo discente tendo o DIREITO de: Valer-se

Leia mais

Faculdade Escola Paulista de Direito

Faculdade Escola Paulista de Direito Faculdade Escola Paulista de Direito MANUAL DO ALUNO Este manual tem por finalidade informar à comunidade universitária as normas e os procedimentos acadêmicos institucionais da Faculdade Escola Paulista

Leia mais

REGULAMENTO POLÍTICA DE FUNCIONAMENTO, ESTRUTURA E ACERVO DA BIBLIOTECA DA FACULDADE DO SUDESTE GOIANO

REGULAMENTO POLÍTICA DE FUNCIONAMENTO, ESTRUTURA E ACERVO DA BIBLIOTECA DA FACULDADE DO SUDESTE GOIANO REGULAMENTO POLÍTICA DE FUNCIONAMENTO, ESTRUTURA E ACERVO DA BIBLIOTECA DA FACULDADE DO SUDESTE GOIANO 1. Apresentação Na Faculdade do Sudeste Goiano a biblioteca tem sido alvo de constante atenção, seu

Leia mais

REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO

REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO Sumário TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 3 CAPÍTULO I Da Caracterização do Curso... 3 CAPÍTULO

Leia mais

REGIMENTO DO SETOR REGISTROS ACADÊMICOS

REGIMENTO DO SETOR REGISTROS ACADÊMICOS REGIMENTO DO SETOR REGISTROS ACADÊMICOS CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES INICIAIS DAS COMPETÊNCIAS Art. 1º O Setor de Registros Acadêmicos - SRA é o órgão que operacionaliza todas as atividades ligadas à vida

Leia mais

Regulamento Interno. Artigo 1º (Missão)

Regulamento Interno. Artigo 1º (Missão) Regulamento Interno O presente regulamento aplica-se a todos os Cursos de formação concebidos, organizados e desenvolvidos pelo Nucaminho - Núcleo dos Camionistas do Minho, com o objetivo de promover o

Leia mais

SOCIEDADE DE EDUCAÇÃO DE CULTURA DE GOIANIA LTDA FACULDADE PADRÃO

SOCIEDADE DE EDUCAÇÃO DE CULTURA DE GOIANIA LTDA FACULDADE PADRÃO SUMÁRIO TÍTULO I 3 DA PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU E SEUS OBJETIVOS 3 TÍTULO II 5 DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA 5 CAPÍTULO I 5 DA ESTRUTURA 5 CAPÍTULO II 6 DA COORDENAÇÃO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU 6 CAPÍTULO

Leia mais

Faculdade de Lucas do Rio Verde Credenciada pela Portaria Ministerial nº. 2.653 de 07/12/01 D.O.U. de 10/12/01.

Faculdade de Lucas do Rio Verde Credenciada pela Portaria Ministerial nº. 2.653 de 07/12/01 D.O.U. de 10/12/01. CONSELHO PEDAGÓGICO - COP RESOLUÇÃO Nº. 13/2008, DE 03 DE ABRIL DE 2008 Aprova o Regulamento de Monitoria Faculdade de Lucas do Rio Verde. O Presidente do Conselho Pedagógico - COP, face ao disposto no

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NO ÂMBITO DA FACET

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NO ÂMBITO DA FACET REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NO ÂMBITO DA FACET 1. DO CONCEITO E PRINCÍPIOS 1.1 As Atividades Complementares são componentes curriculares de caráter acadêmico, científico e cultural cujo foco

Leia mais

1. DA MODALIDADE DO PROGRAMA E DOS SEUS OBJETIVOS

1. DA MODALIDADE DO PROGRAMA E DOS SEUS OBJETIVOS REGIMENTO INTERNO DOS CURSOS DE DESENVOLVIMENTO DE SERVIDORES PRÓ-REITORIA DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS 1. DA MODALIDADE DO PROGRAMA E DOS SEUS OBJETIVOS

Leia mais

PROCESSO N 1154/14 PROTOCOLO Nº 12.150.961-0 PARECER CEE/CEMEP Nº 900/14 APROVADO EM 02/12/2014

PROCESSO N 1154/14 PROTOCOLO Nº 12.150.961-0 PARECER CEE/CEMEP Nº 900/14 APROVADO EM 02/12/2014 PROCESSO N 1154/14 PROTOCOLO Nº 12.150.961-0 PARECER CEE/CEMEP Nº 900/14 APROVADO EM 02/12/2014 CÂMARA DO ENSINO MÉDIO E DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO INTERESSADO: COLÉGIO ENSITEC ENSINO

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO AUTÔNOMO DO BRASIL CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PROFESSOR ME. ORLEI JOSÉ POMBEIRO REGULAMENTO ATIVIDADES COMPLEMENTARES

CENTRO UNIVERSITÁRIO AUTÔNOMO DO BRASIL CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PROFESSOR ME. ORLEI JOSÉ POMBEIRO REGULAMENTO ATIVIDADES COMPLEMENTARES CENTRO UNIVERSITÁRIO AUTÔNOMO DO BRASIL CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PROFESSOR ME. ORLEI JOSÉ POMBEIRO REGULAMENTO ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURITIBA 2015 1 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO EDITAL DE CONCURSO PARA PROGRAMA DE MONITORIA N O 02/2015

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO EDITAL DE CONCURSO PARA PROGRAMA DE MONITORIA N O 02/2015 1 A Coordenação do Curso de Administração, da Unidade de Ensino Superior Dom Bosco, no uso de suas atribuições e em cumprimento ao Art. 5 o do Regulamento de Monitoria, Anexo da Resolução de 21 de dezembro

Leia mais

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL Pró-Reitoria de Graduação Diretoria do Curso de Direito COORDENAÇÃO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL Pró-Reitoria de Graduação Diretoria do Curso de Direito COORDENAÇÃO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA COORDENAÇÃO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO III - SAJULBRA - 1 REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO III - SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA JURÍDICA GRATUITA DA UNIVERSIDADE LUTERANA

Leia mais

Formulário de Aprovação de Curso e Autorização da Oferta PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO. Parte 1 (solicitante)

Formulário de Aprovação de Curso e Autorização da Oferta PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO. Parte 1 (solicitante) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA Formulário de Aprovação de Curso e Autorização da Oferta PROJETO

Leia mais

Manual do Aluno - FIC v 2.2

Manual do Aluno - FIC v 2.2 Manual do Aluno - FIC v 2.2 Crescem as pessoas. Cresce o Brasil. Aluno Curso Escola SENAI Gaspar Ricardo Júnior Praça Roberto Mange, 30 - Jd. Sta. Rosália CEP 18090-110 - Sorocaba - SP Tel.: (15) 3233.5144

Leia mais

APRESENTAÇÃO. Bom trabalho a todos! Mantenedores

APRESENTAÇÃO. Bom trabalho a todos! Mantenedores APRESENTAÇÃO Os tempos modernos conduzem-nos a novos contextos e a sociedade brasileira, de maneira justa, cobra-nos ações que venham ao encontro de um cenário que requer um repensar sobre as possibilidades

Leia mais

Manual do Estagiário 2008

Manual do Estagiário 2008 Manual do Estagiário 2008 Sumário Introdução... 2 O que é estágio curricular... 2 Objetivos do estágio curricular... 2 Duração e carga horária do estágio curricular... 3 Requisitos para a realização do

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O estágio

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015

Plano de Trabalho Docente 2015 Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico ETEC MONSENHOR ANTONIO MAGLIANO Código: 088 Município: GARÇA / SP Eixo tecnológico: Industria Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de Técnico em

Leia mais

Integrado em Automação Industrial

Integrado em Automação Industrial Plano de Trabalho Docente (PTD) Integrado em Automação Industrial Ano Letivo de 2014 1 Sumário 1º Módulo COMPONENTE CURRICULAR: ELETRICIDADE BÁSICA... 5 COMPONENTE CURRICULAR: INSTALAÇÕES ELÉTRICAS...

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO UNIESP ARAÇATUBA

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO UNIESP ARAÇATUBA INSTITUTO EDUCACIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO - IESP 0 FAAR FACULDADE DE ARAÇATUBA REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO UNIESP ARAÇATUBA Elaboração: Profa. Isabel Cristina

Leia mais

INSTITUTO CIMAS DE ENSINO

INSTITUTO CIMAS DE ENSINO INSTITUTO CIMAS DE ENSINO MANUAL DO ALUNO NORMAS E PROCEDIMENTOS ACADÊMICOS ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICO EM NÍVEL MÉDIO EM MAMOGRAFIA ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICO EM NÍVEL MÉDIO EM TOMOGRAFIA Autorização de Funcionamento

Leia mais

FACULDADE CESUMAR DE CURITIBA EDITAL Nº 01/2016, de 15 de janeiro de 2016.

FACULDADE CESUMAR DE CURITIBA EDITAL Nº 01/2016, de 15 de janeiro de 2016. FACULDADE CESUMAR DE CURITIBA EDITAL Nº 01/2016, de 15 de janeiro de 2016. NORMAS DO PROCESSO SELETIVO AGENDADO PARA INGRESSO NA FACULDADE CESUMAR DE CURITIBA EM 2016. A Direção da Faculdade Cesumar de

Leia mais

MANUAL DO ALUNO - 2016

MANUAL DO ALUNO - 2016 Prezados Pais, Responsáveis e Alunos. MANUAL DO ALUNO - 2016 Através deste manual, que poderá ser consultado sempre que necessário, os Senhores têm andamento do Ano letivo de 2016. Sempre que houver dúvidas,

Leia mais

FACULDADE DE RIO CLARO SUMÁRIO

FACULDADE DE RIO CLARO SUMÁRIO SUMÁRIO CAPÍTULO I: DA DEFINIÇÃO, PRÍNCÍPIOS E FINALIDADE... 1 CAPÍTULO II: DA ORGANIZAÇÃO...2 CAPÍTULO III: DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES... 3 CAPÍTULO IV: DISPOSIÇÕES FINAIS...5 ANEXO I TABELA AVALIATIVA

Leia mais

Anexos. Auxiliar de Serviço Escolar. Vagas Edital 06 Escolaridade Mínima: Salário R$ 824,36. Ensino Fundamental Incompleto.

Anexos. Auxiliar de Serviço Escolar. Vagas Edital 06 Escolaridade Mínima: Salário R$ 824,36. Ensino Fundamental Incompleto. Vagas Edital 06 R$ 824,36 Carga horária: Auxiliar de Serviço Escolar Ensino Fundamental Incompleto. 40 horas semanais Realizar serviços manuais de limpeza de escolas e creches-escolas, acondicionamento

Leia mais

SOCIEDADE CULTURAL E EDUCACIONAL DE ITAPEVA - ACITA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E AGRÁRIAS DE ITAPEVA - FAIT

SOCIEDADE CULTURAL E EDUCACIONAL DE ITAPEVA - ACITA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E AGRÁRIAS DE ITAPEVA - FAIT REGULAMENTO GERAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA DA FAIT ATUALIZADO EM 22 DE MAIO DE 2013. PARA VIGÊNCIA A PARTIR DE 2013 2º SEMESTRE Itapeva- SP 1 ANO DE 2013 - REGULAMENTO

Leia mais

ESCOLA DE ENFERMAGEM REGIMENTO

ESCOLA DE ENFERMAGEM REGIMENTO ESCOLA DE ENFERMAGEM REGIMENTO Organização Administrativa e Técnica TÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E TÉCNICA CAPÍTULO I DA ESTRUTURA FUNCIONAL Art. 7º A organização administrativa e técnica da

Leia mais

CRUZ AZUL DE SÃO PAULO

CRUZ AZUL DE SÃO PAULO 1. TABELA DE SERVIÇOS INSTRUÇÕES DA ESCOLA PERMANÊNCIA (pós-horário) (1) R$ 27,40 LANCHE DIÁRIO avulso (2) R$ 4,40 ALMOÇO DIÁRIO avulso (2) R$ 7,70 CONTRATO DE REFEIÇÃO MENSAL ALMOÇO (2) R$ 161,00 CONTRATO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UNED PARANAGUÁ Ensino Médio Subsequente PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO TÉCNICO EM MECÂNICA ENSINO MÉDIO SUBSEQUENTE

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UNED PARANAGUÁ Ensino Médio Subsequente PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO TÉCNICO EM MECÂNICA ENSINO MÉDIO SUBSEQUENTE UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UNED PARANAGUÁ Ensino Médio Subsequente PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO TÉCNICO EM MECÂNICA ENSINO MÉDIO SUBSEQUENTE 2009 SUMÁRIO 1. JUSTIFICATICA... 3 2. OBJETIVO... 3 3. REQUISITOS

Leia mais

PLANO DE CURSO PERFIL PROFISSIONAL

PLANO DE CURSO PERFIL PROFISSIONAL NOME DO CURSO 1522 - AUXILIAR ADMINISTRATIVO OCUPAÇÃO ASSISTENTE ADMINISTRATIVO MODALIDADE 21 - QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL BÁSICA - FORM. INICIAL CBO 4110100 CARGA HORÁRIA TOTAL 240 h OBJETIVO GERAL Executar

Leia mais

EDITAL Nº 034/2013-CCP

EDITAL Nº 034/2013-CCP EDITAL Nº 034/2013-CCP A Professora Fátima Aparecida da Cruz Padoan, Diretora do Campus de Cornélio Procópio, da UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE DO PARANÁ, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

Leia mais

CURSOS TÉCNICOS 1º SEMESTRE/2013

CURSOS TÉCNICOS 1º SEMESTRE/2013 CURSOS TÉCNICOS 1º SEMESTRE/2013 NOVEMBRO/2012 1) CURSOS OFERTADOS: Automação Industrial Eletrônica Eletrotécnica* Informática Informática para Internet* Mecânica* Química* Segurança do Trabalho* * Cursos

Leia mais