IMPACTO DA URBANIZAÇÃO NOS ECOSSISTEMAS REPRESENTATIVOS LOCAIS DE ÁREAS VERDES ESSENCIAIS PARA A PROTEÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS

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1 Maria Aurélia da Silva Martins Jordão IMPACTO DA URBANIZAÇÃO NOS ECOSSISTEMAS REPRESENTATIVOS LOCAIS DE ÁREAS VERDES ESSENCIAIS PARA A PROTEÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - PARQUE DA ÁGUA BRANCA - SÃO PAULO, 20 DE MARÇO DE 2007 ii

2 IMPACTO DA URBANIZAÇÃO NOS ECOSSISTEMAS REPRESENTATIVOS LOCAIS DE ÁREAS VERDES ESSENCIAIS PARA A PROTEÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - PARQUE DA ÁGUA BRANCA - Monografia apresentada para obtenção do crédito final na conclusão do MBA Internacional em Gestão Ambiental e da Especialização lato sensu promovido pela PROENCO Brasil Ltda. Orientadores: Prof. Dr. José Leomax dos Santos Prof. Dr. Fernando Pinheiro Pedro SÃO PAULO, 20 DE MARÇO DE 2007 iii

3 TERMO DE APROVAÇÃO MARIA AURÉLIA DA SILVA MARTINS JORDÃO IMPACTO DA URBANIZAÇÃO NOS ECOSSISTEMAS REPRESENTATIVOS LOCAIS DE ÁREAS VERDES ESSENCIAIS PARA A PROTEÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS PARQUE DA ÁGUA BRANCA Monografia apresentada para obtenção do crédito final na conclusão do MBA Internacional em Gestão Ambiental e da Especialização lato sensu promovido pela PROENCO Brasil Ltda. Orientadores: Prof. Dr. José Leomax dos Santos Prof. Dr. Fernando Pinheiro Pedro SÃO PAULO, 20 DE MARÇO DE 2007 iv

4 Dedico este trabalho aos meus filhos, Mariana, Marcelo, Yaksha e Yan que tanto usufruíram das frescas manhãs no Parque da Água Branca. v

5 AGRADECIMENTO Profa. Dra. Dorothy Casarini CETESB Arq. Fabiano Toffoli CETESB Eng. Rosa Martins CETESB Dra. Leila Gomes DAEE Eng. Cícero Mirabô Rocha Filho - SABESP Toninho Teixeira Parque da Água Branca Julio César Siqueira Parque da Água Branca Ângela Maria Miranda Erbst - Parque da Água Branca Érica Celeste do Nascimento Instituto de Geociências - Biblioteca Ronni dos Santos Oliveira Instituto de Geociências - Biblioteca Adv. Dr. Fabrício Soler Pinheiro Pedro advogados Adv. Dr. Gustavo Peixoto Pinheiro Pedro advogados vi

6 As árvores são poemas que a Terra escreve para o Céu. Khalil Gibran vii

7 RESUMO O tema IMPACTO DA URBANIZAÇÃO NOS ECOSSISTEMAS REPRESENTATIVOS LOCAIS DE ÁREAS VERDES ESSENCIAIS PARA A PROTEÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS foi escolhido para esta pesquisa em função de ser um caso real, ocorrido dentro da metrópole de São Paulo, em área privilegiada e representativa de ecossitemas e microclimas diferenciados. O trabalho mostrará a evolução histórica e funcional do Parque da Água Branca em toda sua extensão, sua importância na proteção dos recursos hídricos e climáticos, e a desarticulação e ineficiência dos mecanismos legislativos e administrativos vigentes que além de pertencerem uma gestão fragmentada, ainda não se permitiram uma reorganização para benefício e perenidade do mesmo. O Parque da Água Branca pertence à Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo e por ser unidade de despesa, sobrevive com orçamento vinculado e fica, portanto, impossibilitado de receber qualquer verba extra, mesmo como doação, para empreender melhorias estruturais. A importância do Parque da Água Branca como área verde representativa e ecossitema ÚNICO fica ainda mais evidente através de uma da lente de aproximaçãp um olhar sob a geologia, hidrogeologia, micro- clima, biodiversidade - e além disso, uma projeção de cenário futuro com o franco desenvolvimento da especulação imobiliária na região,.e por fim, seguem a proposição de algumas sugestões ou recomendações que atendam a uma boa gestão sustentável. Palavra-Chave: proteção dos recursos hídricos, gestão sustentável, Parque da Água Branca. viii

8 ABSTRACT The subject URBANIZATION IMPACT ON LOCAL ESSENTIALS ECOSYSTEMS GREEN AREAS FOR WATERS RESOURCES PROTECTION PARQUE DA ÁGUA BRANCA, was chosen for this research due being a real case, occurred inside São Paulo Metropolis, in privileged and representative area from distinct ecosystems and micro-climates. This work will show historic and functional evolution from Parque da Água Branca all over its extension, its importance on water resources protection and climate, and current unlinked and inefficient legal and administrative mechanisms, besides a fragmented management, yet not allowing itself such a reorganization from benefits and perennial. The Parque da Água Branca belongs to Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo and is a expense unit surviving with a bound budget with no possibility to receive extra income, even as donations, to undertake structural improvements. The importance of Parque da Água Branca as a representative green area and UNIQUE ecosystem become more evident through a zoom approximation lens - a view under geology, hydrogeology, micro-climate, biodiversity and moreover a future set with a fierce development on neighborhood speculation in this area,. And at end, follows some suggestions or recommendations attending to a good sustainable management. Branca. ix Keywords: water resources protection, sustainable management,parque da Água

9 SUMÁRIO 1. Introdução Objetivos Gestão de qualidade dos recursos hídricos subterrâneos Histórico do Parque da Água Branca Localização do Parque da Água Branca Função atual do Parque da Água Branca Caracterização da área de estudo Bacia do Alto Tietê As micro bacias Sumaré Pompéia Geologia e Hidrogelologia da micro bacia Sumaré Pompéia Área do Parque da Água Branca Fisiografia da área em estudo Micro bacia Sumaré-Pompéia Clima Comportamento das nascentes na micro bacia Sumaré-Pompéia Diagnóstico sobre o esgotamento das nascentes do Parque da Água Branca Medição da vazão das nascentes do Parque Estimativa das vazões Dados técnicos do rebaixamento do lençol freático Taxa de impermeabilização Balanço hídrico antes e pós ocupação da Bacia Alto Tietê Sistemas aqüíferos da Bacia do Alto Tietê...38 x

10 Interferências entre poços tubulares e a exploração sustentável dos aqüíferos Relatório de perdas na rede: SABESP Redução da cobertura vegetal Tipos de vegetação Aspectos Legais relativos às águas Aspectos Legais relacionados à política urbana A Lei Orgânica e sua aplicabilidade no caso do Parque da Água Branca Discussão Conclusões e Recomendações Referências Bibliográficas...61 xi

11 LISTAS DE ABREVIATURAS BAT - BACIA DO ALTO TIETÊ CETESB COMPANHIA DE TECNOLOGIA AMBIENTAL CONDEPHAAT CONSELHO DE DEFESA DO PATRIMONIO HISTÓRICO, ARQUEOLOGICO, ARTISTICO E TURISTICO EMURB EMPRESA MUNICIPAL DE URBANISMO SABESP COMPANHIA DE SANEAMENTO BÁSICO DE SÃO PAULO SAC SISTEMA AQUIFERO CRISTALINO SAS SISTEMA AQUIFERO SEDIMENTAR xii

12 LISTA DE FIGURAS FIGURA 01 Implantação esquemática do Parque...14 FIGURA 02 - Perfil altimétrico...24 FIGURA 03 Pluviograma acumulado médio mensal de 1937 a FIGURA 04 - Localização da nascente M FIGURA 05 - Ponteiras fiiltrantes Well points...34 LISTA DE FOTOS FOTO 01 Foto aérea...09 FOTO 02 Situação original...30 FOTO 03 - Tanque das Palmeiras...30 FOTO 04 Tanque de chafariz Situação atual...31 LISTA DE MAPAS MAPA 01 Região Metropolitana UGRH...15 MAPA 02 Unidades de Gerenciamento Hídrico...19 MAPA 03 Coordenadas UTM e Profundidade do nível d água...20 MAPA 04 Geologia da micro bacia...22 LISTA DE TABELAS TABELA 01 Freqüência de Visitação...13 TABELA 02 Bacia Hidrográfica do Alto Tietê...18 TABELA 03 Pluviometria...27 TABELA 04 Vazões nas nascentes estudadas...28 TABELA 05 Zoneamento por áreas de ocupação...36 xiii

13 TABELA 06 Índice de ocupação...37 TABELA 07 Faixa de vazão por aqüífero...39 TABELA 08 Balanço Hídrico...43 TABELA 09 Número de favelas por bairro...45 TABELA 10 Indicadores ambientais...46 ANEXO I Levantamento florístico e faunístico ANEXO II Cronograma de Inquérito ANEXO III Poços Tubulares Cadastrados ANEXO IV Mapas da Região xiv

14 1. Introdução A metrópole de São Paulo, com alto índice de impermeabilização do solo e definitivamente tão carente de áreas verdes, sofre ainda com os hiatos legislativos que permitem a especulação imobiliária desenfreada avançar sobre os interesses comunitários ou públicos/ambientais como é o caso deste objeto de estudo : Parque da Água Branca. A importância de um Parque Urbano numa região tão central é inestimável,sendo que sua função social será determinada pelo uso daquele que o freqüenta. (KLIASS, 1999 ) No caso da área em estudo, como veremos mais adiante, após tantas transformações e adaptações vê-se a imprescindibilidade da criação de legislação protecionista ao entorno dessa e outras áreas verdes essenciais, criando-se uma zona de amortecimento, para a contribuição não só da preservação de recursos hídricos como também do microclima, da fauna, da flora, do conforto ambiental e perfil estético. A nascente que inspirou o nome do Parque, que em tempos anteriores jorrava com água límpida e abundante, forneceu durante muitos anos, desde sua fundação, abastecimento ao Lago Preto e Tanque de Carpas, que hoje se encontra desativado desde a construção de um edifício de alto luxo em rua adjacente, pois ao se iniciarem as obras de escavação para a construção das garagens subterrâneas do mesmo ( 3 níveis ) houve necessidade de rebaixamento do lençol freático, causando, até que se prove o contrário, o 2

15 esgotamento da nascente citada. As carpas importadas que eram criadas no tanque (cerca de 400 ), cujo chafariz era atração predileta das crianças, foram transferidas às pressas para o Lago Preto, onde parte delas puderam sobreviver. Infelizmente, o dano causado ainda não foi reparado, sendo que o processo do inquérito por crime ambiental durou de outubro de 2002 até os dias de hoje, sem solução recuperadora e satisfatória. Tanto a comunidade quanto a direção do Parque concordam em ver restabelecido o antigo cenário, que é inclusive tombado pelo Condephaat. Novamente, tocamos na questão do enquadramento do que é um Parque, uma Unidade de Conservação, ou uma Área de Preservação. O que o Parque ou recinto de exposição de animais tinha como função há décadas atrás não mais reflete a necessidade de seu usuário. Nem sua função dentro do sistema urbano e ambiental. Ora, e o que é um Parque Urbano senão uma função da necessidade de quem o usufrui? Evidentemente que as construtoras, com o avanço na reserva imobiliária profícua da zona Oeste ( grande parte ainda horizontal como podemos ver na foto aérea) se regozijam pelo fato de venderem seus empreendimentos com este valor agregado: UM PARQUE NA PORTA OU NA VARANDA DE SUA CASA! Desta maneira, vários outros empreendimentos surgem instantâneamente utilizando o Marketing Ecológico para insuflar suas vendas, sem porém terem cuidado ao estudarem antecipadamente os impactos de suas

16 obras sobre a área que tanto cobiçam, nem sequer com Estudos de Impacto de Vizinhança. É para ser considerada a possibilidade de algum royalty verde, um índice de compensação por serviços ambientais prestados em favor dos Parques Urbanos, ação que atualmente é reflexo mundial da conscientização do pagamento por serviços ambientais. Obviamente, as empresas estão despreocupadas em função do já citado hiato legislativo que não impõe restrições nem tampouco compensações. O cenário futuro, se nada for feito a favor da preservação, manutenção e monitoramento desta pequena, porém tão importante área, ou melhor dizendo, ORGANISMO vivo, que é o Parque, pode ser desolador. Um cinturão de torres, dos mais variados estilos, requintados e formalmente impecáveis, sufocando uma das poucas áreas ainda vivas e com biodiversidade considerável inserida na cinza impermeabilizada metrópole de S.Paulo. Faz-se mister que o dano ambiental seja reparado e que o Parque e seu entorno recebam proteção total como uma Unidade de Conservação Urbana, já que hoje presta muito mais serviços ambientais à comunidade e à cidade do que quando foi concebido. Há de se pensar na expansão do conceito de proteção das águas subterrâneas a partir deste caso, preservando nossos mananciais de subsuperfície, tanto quantitativamente quanto qualitativamente para as gerações futuras, propondo e inspirando os tomadores de decisão, a uma implementação com integração: os Planos Diretores de Setor entrelaçados ao 2

17 Plano de Bacia, propiciando desta forma, uma gestão dos recursos hídricos mais unívoca e de longo termo. 2.1 Objetivos O presente trabalho visa apresentar um caso de um Parque Urbano, que sofreu dano ambiental considerável com relação ao esgotamento de uma nascente, sem que até o presente momento atitude reparadora fosse empreendida. Desde a constatação em 2000, durante a construção do empreendimento imobiliário e denúncia feita pela ASSAMAPAB (Associação de Amigos Ambientalistas do Parque da Água Branca) até os dias de hoje já se passaram 7 anos.(!) Além disso, considerando a área de implantação do Parque como um ecossitema local essencial para a proteção dos recursos hídricos, dada a importância da recarga direta no aqüífero e significância de sua micro bacia na inserção na Bacia do Alto Tietê, destacam-se algumas recomendações características de uma boa gestão sustentável, o que inclui os programas de reuso e prevenção da poluição na construção civil, programas de limpeza urbana e destinação de resíduos concomitantes aos de drenagem urbana, gestão integrada de Comitê de Bacia,sub-prefeitura da Lapa,CET, Secretaria da Agricultura e Secretaria do Meio Ambiente. É imprescindível que se crie um Projeto Lei que proteja os Parques Urbanos e seu entorno, visando assim, um maior cuidado e preservação com os mananciais hídricos de sub-superfície para gerações futuras. 3

18 O presente caso, do Parque da Água Branca, somente ocorreu devido a grande hiato na legislação municipal. Daí a necessidade da criação do PL: - pois é sabido que, em não se havendo restrições, coibições e sanções reparadoras, determinadas por lei, nada será feito de livre e espontânea vontade por parte dos empreendedores, que ainda precisam apreender o conceito de sustentabilidade, Que sirva este caso como ponto de partida para uma ação protecionista extensiva às semelhantes situações. Infelizmente, realidade ainda muito infantil em nosso país, esta de planejar e prevenir em vez de reparar Gestão de qualidade dos recursos hídricos subterrâneos As águas subterrâneas devem ser gerenciadas com vistas ao desenvolvimento de projetos locais. Praticar ações de fiscalização de poços em áreas de proteção particulares, aplicando-se a legislação estadual e municipal vigentes, o zoneamento, o uso e a ocupação do solo nas áreas de recarga de aqüífero e perímetro de proteção de poços, considerando a vulnerabilidade do risco da poluição e prevenção da mesma através do monitoramento constante da qualidade e possível contaminação. Devem-se adotar medidas para intensificar a proteção da qualidade da água subterrânea, que seriam: 4

19 o Criação, manutenção, ampliação e proteção das áreas verdes em centros urbanos, o Controle de vazamentos em redes coletoras de esgoto (programa de redução de perdas SABESP), o Recuperação de matas ciliares 1, o o Mapeamento das áreas de recarga dos aqüíferos, Controle do uso e ocupação do solo, o Obtenção da classificação da qualidade das águas subterrânea (Tramitação no CONAMA 13º GT de Classificação e Diretrizes Ambientais para o Enquadramento das Águas Subterrâneas 13/03/07) o Cobrança pelo uso da água, sendo que os recursos arrecadados sejam aplicados nos Comitês de Bacias. 3. Histórico do Parque da Água Branca No início do Século XX, em meados de 1904, o Prefeito de São Paulo Dr. Antônio da Silva Prado, conhecendo o caráter ainda latente da atividade agrícola na cidade, percebeu que se abriam novas perspectivas no setor. A população abastecia-se de produtos hortifrutigranjeiros em chácaras periféricas, ou mesmo de alguns bairros residenciais da cidade, ou ainda, de 1 A CETESB em evento realizado em sua sede em São Paulo, dia 15 de fevereiro de 2007,representada por seu ilustre Presidente Dr. Fernando Rei, juntamente com a presença do Secretário do Meio Ambiente Xico Graziano, comprometeram-se a elaborar um programa de recuperação de matas ciliares, em contribuição à campanha de minimização de emissão de GEE, onde as 100 maiores emissoras de São Paulo serão convidadas a implementarem seus programas de neutralização através de reflorestamento nas áreas indicadas. 5

20 seus próprios quintais cultivando pequenas hortas e criando aves domésticamente. Dispondo de poucos recursos, mas já possuindo vocação e terras que ainda eram baratas, muitas pessoas poderiam se dedicar à atividade agrícola de forma profissional e ajudar a elevar a qualidade dos produtos, difundir o cultivo, aumentando assim a produção e diminuindo os preços dos mesmos. Com esta visão, o prefeito idealizou o que se chamaria de Escola Prática de Pomologia (ramo da Botânica que estuda os frutos) e Horticultura, projeto que após algumas contrariedades sofridas pela resistência dos opositores da Câmara Municipal, que preferiam calçar ruas e abrir novas avenidas, finalmente obteve aprovação através da Lei nº 730 de 20 de abril de A verba concedida seria destinada para a contratação de um horticultor experiente e para as instalações necessárias. O Parque da Água Branca começava então a ser formado em 1905, quando a lei 811 de 14 de março daquele ano, autorizou a prefeitura a adquirir um terreno da propriedade de João Batista de Souza, entre outros, como uma área de ,27 m², na Freguesia da Água Branca. Assim sendo, o terreno situado na Avenida Água Branca foi vendido ao Governo Municipal para acolher a nova escola. Ao terreno adquirido foram sendo incorporadas outras terras, até que nos anos 20, contava exatamente com ,14 m². Em 27 de janeiro de 1911, a Lei nº 1369 simplesmente suprimiu a Escola de Pomologia encerrando suas atividades. Em 25 de abril de 1928, o então Governador de São Paulo, Júlio Prestes, que tinha como Secretário da Agricultura o Dr. Fernando Costa, decidiu transferir as antigas dependências de Produção Animal e de Exposições da 6

21 Moóca para a Água Branca. O local foi chamado de Pavilhão de Exposição de Animais, e mais tarde chamado de Parque Dr. Fernando Costa, em homenagem ao seu fundador. Mais conhecido como Parque Água Branca, o Parque Dr. Fernando Costa, pertencente,portanto, à Secretaria de Agricultura e Abastecimento, foi criado em 02 de Junho de 1929, pelo então Secretário da Agricultura Dr. Fernando Costa, para ser um recinto de exposições e provas zootécnicas, onde funcionou a Indústria de Produção Animal. Localizado na Avenida Água Branca, que ainda não contava com calçamento, o Parque disponibilizava em sua inauguração várias seções: de Veterinária, Defesa Sanitária Animal, Caça e Pesca, Produção Animal entre outras; tanques de peixes, um pequeno Zôo, um caramanchão e até um cinema mudo, que então formavam uma área especial para o lazer. Outra atração da época era o passeio à noite no Parque, para a admiração de suas edificações de estilo normando iluminados, projetados por Mário Whately, e os vitrais do portal de entrada, em estilo Art Déco, desenhados por Antônio Gomide. Em 1979, as grandes exposições de gado foram definitivamente transferidas para o recinto de Exposições da Água Funda, por motivos de modernização da área de exposições e necessidade de espaços mais amplos para a circulação dos visitantes. Em 1996, conforme Resolução SC - 25, de O Secretário da Cultura, nos termos do artigo 1º do Decreto-Lei 149, de 15-8 do Decreto 7

22 Estadual de , cujos artigos 134 e 149 permanecem em por força dos artigos 187 e 193 do Decreto Estadual , de , resolve: fica tombado como bem cultural, histórico, arquitetônico, turístico, tecnológico e paisagístico, o PARQUE DOUTOR FERNANDO COSTA, também tido como PARQUE DA ÁGUA BRANCA, pelo CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado). 3.1 Localização do Parque da Água Branca 8

23 FOTO 01 Vista aérea da região Fonte: SABESP O Parque Fernando Costa, assim denominado a partir da gestão do Secretário da Agricultura homônimo em junho de 1929, tem área total de ,41m 2, sendo ,66m 2, de área verde (não pavimentada e não edificada); m 2 de área edificada e ,75m 2 de área pavimentada (ruas, alamedas e pátios). Situa-se na parte central da cidade de S.Paulo mais precisamente entre os bairros Perdizes e Barra Funda, sendo limitado pelas Av. Francisco Matarazzo, Rua Ministro de Godoy, Rua Turiassu e Rua Dona Germaine Burchard. 9

24 3.2 Função atual do Parque da Água Branca Atualmente, o Parque exerce a função de Unidade de Conservação com 159 espécies de árvores perfazendo um total aproximado de 3000 unidades plantadas e abrigando mais de 40 espécies de pássaros (ANEXO I). Segundo o Mapa de Planejamento Estratégico Setorial da Sub- Prefeitura da Lapa, donde o Parque pertence, é considerado como Área de Proteção Cultural (ANEXO 3) e não Área de Proteção Ambiental, embora hajam corredores verdes a preservar e algumas pequenas áreas de garantia de fruição da paisagem. Além de toda esta população de aves observadas, o Parque da Água Branca apresenta ao seu público várias espécies que são criadas soltas e algumas outras que são mantidas em cercados sendo: patos, marrecos, faisões, touro-anão, pôneis, pavões, coelhos. Estas são as atrações preferidas das crianças que podem dentro de uma área urbana usufruir do contato com animais e até mesmo brincar livremente com os mesmos, sob a supervisão de instrutores que praticam,diariamente, um belo trabalho de educação ambiental, ensinando, pacientemente, que não se deve fornecer alimentos inadequados aos mesmos e algumas peculiaridades inerentes às espécies. Muitos felinos órfãos ou abandonados por seus donos irresponsáveis acabam sendo incorporados ao cotidiano do Parque, e para isto já se promove Campanha de Conscientização contra o abandono de animais. 10

25 Oferece, portanto, à comunidade, uma gama variadíssima de atividades culturais, de lazer, de educação ambiental, sendo que dispõe de: Centro histórico e pedagógico da Agricultura Paulista Meliponário Relógio de sol Vitrais de Antonio Gomide Espaço Zootécnico Espaço para exposições Tattersal (prédio octogonal para eventos) Aquário Espaço de leitura e biblioteca Casa do caboclo Viveiro de mudas e flores Museu geológico Espaço para melhor idade Feira de produtos orgânicos Programa de coleta seletiva de lixo Campanha contra abandono de animais Equoterapia Espaço agro-industrial Cadeias produtivas Lago Preto (última nascente de água), play ground, espaço para pic nic 11

26 Restaurante e café Tanque de carpas e chafariz (desativados devido desequilíbrio ambiental) O Parque recebe mensalmente uma população aproximada de pessoas sendo que em setembro de 2006 recebeu pessoas, devido a feiras temáticas de grande porte. Além disto, suporta fisicamente eventos que a Secretaria da Cultura promove freqüentemente em seu espaço, sem para tanto receber quaisquer recursos extras ao seu orçamento. Sua função social e ambiental é ampla e de extrema importância. Nos últimos dois anos a freqüência de usuários apresentou-se da maneira seguinte: 12

27 Visitantes do Parque Água Branca Mês Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Total TABELA 01 Frequência de visitação ao Parque 13

28 4 - Caracterização da área de estudo O Parque Fernando Costa situa-se na parte central da cidade de S.Paulo mais precisamente entre os bairros Perdizes e Barra Funda, sendo limitado pelas Av. Francisco Matarazzo, Rua Ministro de Godoy, Rua Turiassu e Rua Dona Germaine Burchard. FIGURA 01 Implantação esquemática do Parque As cotas altimétricas situam-se entre 725 e 745m. 14

29 4.1 - Bacia do Alto Tietê Bacia hidrográfica ou de contribuição é a área geográfica coletora de água de chuva que escoando pela superfície do solo atinge a seção considerada (MARTINS, 1976). MAPA 01 Região Metropolitana de São Paulo e suas Unidades de Gerenciamento de Recursos Hídricos - UGRH A Bacia do Alto Tietê corresponde à área drenada pelo Rio Tietê, desde a sua nascente que se encontra no município de Salesópolis, até a Barragem do Rasgão, somando uma área de km 2, com a integração da área urbana de 35 municípios. 15

30 A característica principal desta Bacia é apresentar regimes hidráulicos e hidrológicos extremamente complexos, justamente causados pela urbanização excessiva e desenfreada ocorrida durante as últimas décadas, sendo que hoje abriga uma população de aproximadamente 17,8 milhões de habitantes, com previsão que em 2010 chegue a 20 milhões de habitantes. Além disso a disponibilidade hídrica por habitante é tão baixa que pode ser comparada às áreas mais secas do Nordeste (SILVA, 2003) A problemática de recursos hídricos desta Bacia decorre, principalmente, do fato da Região Metropolitana de São Paulo ser uma das áreas de maior adensamento urbano mundiais. A área urbanizada ocupa quase que 37% da área da bacia e, apesar das taxas de crescimento populacional apresentarem considerável diminuição, isto não se reflete na contenção da expansão da mancha urbana. O deslocamento da população de baixa renda para as zonas periféricas das cidades agrava a degradação ambiental pela expansão desordenada, pela falta de infra-estrutura urbana adequada, e os conseqüentes problemas de ocupação de áreas de proteção a mananciais e das várzeas ( áreas verdes ou degradadas significativas para recarga do aqüífero), de necessidade de expansão dos sistemas de abastecimento de água e coleta de esgotos sanitários, de coleta de lixo. A conseqüência é bastante séria para a região que é a necessidade da continuidade do investimento na expansão da infra-estrutura urbana, a taxas superiores às próprias taxas globais de crescimento populacional. Esvazia-se o centro urbano, cuja infra-estrutura, já instalada e consolidada, passa a ter ociosidade crescente, e incha-se a periferia, que, penosamente, aguarda o 16

31 sistema ter possibilidade de crescer em seus investimentos e instalar necessária infra-estrutura básica. Trata-se,portanto, de uma Bacia em condições extremamente críticas em termos da utilização dos recursos hídricos e resumem-se os fatores principais de seu estresse em: 1. A escassez de água 2. Comprometimento dos mananciais de superfície 3. Desorganização da exploração e ameaça ao manancial subterrâneo 4. Comprometimento das águas superficiais 5. Ameaça do lixo 6. Impermeabilização do solo e ocupação indevida das várzeas O consumo total de água da Bacia excede, demasiadamente, sua própria produção hídrica. A produção de água para abastecimento público encontra-se atualmente em 63,1 m3/s, dos quais 31 m3/s são importados da Bacia do rio Piracicaba, localizada ao norte da Bacia do Alto Tietê, 2,0 m3/s de outras reversões menores dos rios Capivari e Guaratuba. Este volume atende 99% da população da Bacia. A Bacia consome ainda 2,6 m3/s para irrigação e a demanda industrial é parcialmente atendida pela rede pública (15% do total distribuído) e parte por abastecimento próprio através de captações e extração de água subterrânea. 17

32 Sub- bacia ALTO TAMANDUATEÍ (SPC) DISTRITOS DIADEMA (DIA), SANTO ANDRÉ (SAN), SÃO BERNARDO DO CAMPO BILLINGS CABECEIRAS JARDIM SANTA LUZIA (RPI), OURO FINO PAULISTA (RPI), RIBEIRÃO PIRES (RPI) RIO GRANDE DA SERRA (RGS), PARANAPIACABA (SAN), RIACHO GRANDE (SPC), GRAJAÚ (SP), PARELHEIROS (SP), PEDREIRA (SP). ARUJÁ (ARU), BIRITIBA-MIRIM (BIR), FERRAZ DE VASCONCELOS (FVA), SANTA MARGARIDA PAULISTA (FVA), SANTO ANTÔNIO PAULISTA (FVA), GUARULHOS (GUA), JARDIM PRESIDENTE DUTRA (GUA), itaquaquecetuba (ITQ), BIRITIBAUSSU (MCR), BRÁS CUBAS (MCR), CEZAR DE SOUZA (MCR), JUNDIAPEBA (MCR),MOGI DAS CRUZES (MCR), SABAÚNA (MCR), TAIACUPEBA (MCR), CIDADE KEMEL (POA), POÁ (POA), NOSSA SENHORA DO REMÉDIO (SAL), SALESÓPOLIS (SAL),ARTUR ALVIM (SP), CANGAÍBA (SP), CIDADE TIRADENTES (SP), ERMELINO MATARAZZO (SP), GUAINAZES (SP), ITAIM PAULISTA (SP), ITAQUERA (SP),JARDIM HELENA (SP), JOSÉ BONIFÁCIO (SP), LAJEADO (SP), PENHA (SP), PONTE RASA (SP), SÃO MIGUEL (SP), VILA CURUCA (SP), VILA JACUI (SP), BOA VISTA PAULISTA (SUZ), PALMEIRAS DE SÃO PAULO (SUZ), SUZANO (SUZ). JUQUERI - CANTAREIRA Sua Unidade de Gerenciamento de Recursos Hídricos a UGRHI 06 encontra-se subdividida em cinco sub-comitês: Tietê-Cabeceiras, Billings- Tamanduateí, Juquerí-Cantareira, Cotia-Guarapiranga, e Pinheiros-Pirapora. (TABELA 02 e MAPA 01). PENHA- PINHEIROS PINHEIROS-PIRAPORA CAIEIRAS (CAI), CAJAMAR (CAJ), JORDANÉSIA (CAJ), POLVILHO (CAJ),FRANCISCO MORATO (FMO), FRANCO DA ROCHA (FRO), MAIRIPORÃ (MAI),ANHANGUERA (SP), JARAGUÁ (SP), PERUS (SP). VILA DIRCE (CAR), MAUÁ (MAU), CAPUAVA (SAN), SÃO CAETANO DO SUL (SPC),ÁGUA RASA (SP), ALTO DE PINHEIROS (SP), ARICANDUVA (SP), BARRA FUNDA(SP), BELA VISTA (SP), BELÉM (SP), BOM RETIRO (SP), BRÁS (SP), BRASILÂNDIA(SP), BUTANTÃ (SP), CACHOEIRINHA (SP), CAMBUCI (SP), CAMPO BELO (SP),CAMPO GRANDE (SP), CAMPO LIMPO (SP), CAPÃO REDONDO (SP), CARRÃO (SP),CASA VERDE (SP), CIDADE ADEMAR (SP), CIDADE LÍDER (SP), CONSOLAÇÃO(SP), CURSINO (SP), FREGUESIA DO Ó (SP), IGUATEMI (SP), IPIRANGA (SP),ITAIM BIBI (SP), JABAQUARA (SP), JAÇANÃ (SP), JAGUARÁ (SP), JAGUARÉ (SP),JARDIM PAULISTA (SP), LAPA (SP), LIBERDADE (SP), LIMÃO (SP), MANDAQUI(SP), MOEMA (SP), MOOCA (SP), MORUMBI (SP), PARI (SP), PARQUE DO CARMO(SP), PERDIZES (SP), PINHEIROS (SP), PIRITUBA (SP), RAPOSO TAVARES (SP),REPÚBLICA (SP), RIO PEQUENO (SP), SACOMÃ (SP), SANTA CECILIA (SP),SANTANA (SP), SANTO AMARO (SP), SÃO DOMINGOS (SP), SÃO LUCAS (SP),SÃO MATEUS (SP), SÃO RAFAEL (SP), SAPOPEMBA (SP), SAÚDE (SP), SÉ (SP),TATUAPÉ (SP), TREMEMBÉ (SP), TUCURUVI (SP), VILA ANDRADE (SP), VILA FORMOSA (SP), VILA GUILHERME (SP), VILA LEOPOLDINA (SP), VILA MARIA(SP), VILA MARIANA (SP), VILA MATILDE (SP), VILA MEDEIROS (SP), VILA PRUDENTE (SP), VILA SÔNIA (SP), TABOÃO DA SERRA (TSE). ALDEIA (BAR), BARUERI (BAR), JARDIM BELVAL (BAR), JARDIM SILVEIRA (BAR),ALDEIA DE CARAPICUÍBA (CAR), CARAPICUÍBA (CAR), ITAPEVI (ITA), JANDIRA(JAN), OSASCO (OSA), PIRAPORA DO BOM JESUS (PBJ), SANTANA DE PARNAIBA(SPA). FORA DA BACIA GUARAREMA (GAR), JUQUITIBA (JUQ), SANTA ISABEL (SIZ). TABELA 02 - Bacia Hidrográfica do Alto Tietê. Correspondência entre Distritos e Sub-bacias. 18

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