Proposta de um Sistema Multiagentes para Acompanhamento de Pacientes Crônicos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Proposta de um Sistema Multiagentes para Acompanhamento de Pacientes Crônicos"

Transcrição

1 Proposta de um Sistema Multiagentes para Acompanhamento de Pacientes Crônicos Leandro Ramos da Silva 1, Márcia Ito 1 1 Laboratório de Pesquisa em Ciências de Serviços (LaPCiS), Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza (CEETEPS), Brasil Resumo Este artigo propõe um Sistema de Informação baseado na tecnologia Multiagentes para Acompanhamento de Pacientes Crônicos. Sistemas Multiagentes são frutos da inteligência artificial distribuída projetados para atender domínios complexos de problemas. A aplicação da tecnologia Multiagentes ao acompanhamento e monitoramento de pacientes crônicos tem por objetivo facilitar a implementação do sistema de informação sem perder a capacidade de atuar de forma distribuída (em diversas unidades de saúde) e de atuar de forma autônoma (de acordo com o estado do paciente). Palavras-chave: Informática Médica, Sistemas Multiagentes, Pacientes Crônicos, Ciências de Serviços. Abstract This article proposes an Information System based on the Multiagents technology for Attendance of Chronic Patients. Multiagents Systems are a result of distributed artificial intelligence and are projected to heed complex domains of problems. The application of the Multiagents technology to the attendance and monitoring of chronic patients intends to facilitate the implementation of the information system without losing the capacity of acting in a distributed way (in several health units) and of acting in an independent way (according to the patient s condition). Key-words: Medical Informatics, MAS, Chronic Patient, Services Science. Introdução Um dos problemas na atualidade com relação à prestação de serviços de saúde está relacionado à falta de percepção de qualidade por parte dos pacientes [1]. Uma possível causa é apontada em [1] ao considerar que muitas operadoras no ramo tendem a achar que a redução de custos nos casos gerais pode criar um sistema de saúde de baixo investimento e bom valor agregado. Mas tal afirmativa é refutada quando se analisa os dados de retorno de investimento sobre as aplicações em saúde, que são de aproximadamente U$ 2,40 a U$3,00 para cada dólar investido no setor. Apesar de diversas áreas se beneficiarem dos recursos que as novas tecnologias podem oferecer [2] [3], o investimento em inovação no setor de saúde é ainda baixo comparado com outros setores da economia, deixando subrepresentadas as pesquisas em estrutura, organização, processos e mensuração da prestação de serviços de saúde, explicando porque erros na área da saúde são maiores se comparados a outros setores [1]. Além disso, organizações como a OMS afirmam que a tecnologia da informação tem papel-chave neste aumento da qualidade do sistema de saúde [4] e estão interessadas em utilizá-la para apoiar, expandir ou aumentar a qualidade dos cuidados e serviços aos pacientes [5][6], e difundem conceitos como [7] home care - serviço de atendimento ao paciente em sua própria casa, ou home telecare, que utiliza os recursos da tecnologia da informação ou ainda Telemedicina e E-saúde Uma das áreas de investimento fomentada por tais organizações relacionadas com a saúde se refere às doenças crônicas, uma vez que com o crescente aumento da incidência de doenças crônicas, como a hipertensão arterial e o diabetes mellitus, a OMS vem se preocupando com as questões relacionadas ao acompanhamento e ao monitoramento de pacientes crônicos, tendo identificado inclusive seus impactos econômicos e sociais [8][9]. A necessidade de inovação neste setor é latente quando se ressalta que o modelo tradicional de acompanhamento do paciente crônico, por meio de consultas em clínicas, ambulatórios e postos de saúde, pode ser otimizado para melhor atender a comunidade, maximizar a utilização de recursos e de médicos e minimizar as despesas em clínicas e hospitais [9]. Isso também faz com que seja percebida a melhora nas condições de saúde durante todo o ciclo do tratamento [1]. Desta forma, a qualidade da prestação de serviços passa a ser um valor sensível aos pacientes, sendo muito bem vindas abordagens inovadoras que, apesar de mais caras, aumentam a expectativa de vida do paciente ou fazem com que o mesmo consiga conviver de forma mais harmoniosa com a doença. [1] Uma proposta já realizada com o objetivo de melhorar a qualidade de vida de pacientes

2 crônicos por meio de sistemas de telemedicina é o modelo Gestão do Relacionamento com o Paciente Crônico (GRPC) [9]. Criado com o intuito de aumentar a qualidade de vida de pacientes crônicos e outros envolvidos como médicos e familiares, propõe um acompanhamento efetivo e adequado a todas as camadas populacionais. Isso através da criação de diversas centrais de relacionamento com o paciente crônico, inspirando-se no modelo Customer Relationship Management (CRM). O modelo de Gestão do Relacionamento do Paciente Crônico (GRPC) [9] adapta os conceitos do Customer Relationship Management (CRM) no acompanhamento e monitoramento dos pacientes, e propõe aumentar a aderência dos mesmos ao seu tratamento. Os componentes do modelo são uma adaptação das estratégias do CRM e estão ilustradas na figura 1. Monitorar a Glicemia para iniciar o desenvolvimento do sistema de informação que fornece o suporte a CMD. Este sistema de informação foi denominado TeleDM [9]. A necessidade do uso da Tecnologia de Agentes para implementação do TeleDM é ressaltada em [9], uma vez que considera complexo o domínio de negócio do sistema. Um exemplo é o sistema de apoio à decisão do processo Monitorar a Glicemia. Segundo [10] a Tecnologia de Agentes surgiu da evolução da IAD que por sua vez surgiu a partir da solução de problemas. Apesar da simplicidade do conceito, não existe um consenso entre os autores sobre a definição de agente [11] [12]. Para a arquitetura proposta neste trabalho, utilizaremos a seguinte definição de [12]: Um agente é um sistema computacional que está situado em algum ambiente e que é capaz de ações autônomas neste ambiente de modo a alcançar os seus objetivos. Figura 1 Componentes adaptados do CRM para o modelo GRPC[9] O componente operacional é responsável pela consolidação dos dados coletados nos diversos níveis de interação com o paciente, enquanto que o componente colaborativo engloba os canais de comunicação em que é possível uma interação direta. Finalmente, o componente analítico realiza a análise dos dados através de funções nos níveis estratégicos, táticos e de inteligência do atendimento personalizado ao paciente [9]. De forma a operacionalizar o modelo de Gestão de Relacionamento com Paciente Crônico (GRPC), é proposto em [9] uma Central de Relacionamento com Pacientes Crônicos (CRC) que é composta pelos três componentes citados anteriormente. De forma a viabilizar o projeto foi proposta uma Central de Monitoração de Paciente Diabético (CMD) com a definição de processos para implementação do modelo GRPC para diabéticos e apresentados na Figura 2. Dentre estes processos elegeu-se o processo Figura 2 Funcionalidades da central de relacionamento de pacientes crônicos [9] Assim definido o TeleDM, [9] projetou os agentes do sistema e em seguida definiu objetivos (desires, desejos) e planos para cada um desses objetivos e os atribuiu aos agentes. Tais planos detalhados em [9] foram largamente utilizados nesse trabalho como prova de conceito de suporte à Central de Monitoração de Diabéticos (CMD) do modelo de Gestão do Relacionamento com Pacientes Crônicos (GRPC). No entanto, a definição de responsabilidades entre agentes, comunicação, ativação de planos, racionalização e outras características dos agentes são específicas deste trabalho e serão detalhadas nos capítulos seguintes. Objetivos O objetivo principal da proposta é viabilizar a interação informatizada no sistema de

3 monitoração primária da Central de Relacionamento com Pacientes Crônicos (CRC) do modelo de Gestão do Relacionamento com Pacientes Crônicos (GRPC). Para isso, torna-se necessário integrar neste modelo uma arquitetura que utilize Inteligência Artificial Distribuída sob o paradigma de Orientação a Agentes. Isto significa esconder a complexidade agregada para criar novos papéis de agentes, introduzir novos modelos de conceitos para cada agente criado de maneira que exista uma nova forma de gerenciar toda a execução do sistema. Metodologia A pesquisa se deu inicialmente pelo estudo do exemplo elaborado em [9] ao desenvolver a Central de Monitoração de Diabéticos (CMD) e o protótipo do software de monitoração primária que compõe a infraestrutura tecnológica com funcionalidades mínimas, protótipo então denominado TeleDM. Em seguida, o protótipo foi avaliado nos seguintes quesitos técnicos: facilidade de implementação de novos cenários, disponibilidade, gerenciamento da sociedade, aderência aos padrões mais atuais de SMAs para interoperabilidade e potencial para integração com sistemas não SMA. Após o estudo, optou-se por utilizar a arquitetura OpenSource JADE [13] para a implementação do sistema. A arquitetura JADE utiliza padrões de comunicação amplamente divulgados e testados na implementação de agentes, o que no futuro auxiliará na integração com outros sistemas. Assim, foi possível estabelecer um plano de ação para a adaptação da arquitetura JADE utilizando seus artefatos pré-existentes, como Agent Management System, FIPA Compilant language, conceito de comportamento e conceito de ontologia. De posse de todos esses artefatos, começou-se o desenvolvimento efetivo do software, que se encerrará após os testes com validações relevantes como desempenho e usabilidade. Resultados O problema deste sistema está então em definir uma arquitetura que utilize o paradigma de orientação a agente que suporte aplicações leves, portáteis e que agreguem o conceito de Inteligência Artificial Distribuída para a resolução de problemas no complexo domínio do acompanhamento de pacientes crônicos. Mas para essa implementação deve-se observar que segundo [14] muitos sistemas têm sido construídos baseados exclusivamente em requisitos técnicos, deixando a arquitetura implícita no resultado final [14] [15]. Por estas razões, seria indesejável que nesse projeto, cujo objetivo final é a expansão, a arquitetura do projeto não fosse fácil de manter. Assim, a idéia de se abordar o problema com a orientação a agentes, por si só, não seria suficiente se os benefícios da orientação a agentes não fossem aparentes também para a aplicação do modelo. Os Sistemas Multiagentes são compostos por agentes inteligentes que racionalizam a respeito do ambiente em que executam e de suas intenções (ou vontade de agir). Por se considerar demasiadamente complexa a manipulação de agentes cujas intenções são racionalizadas, os agentes propostos não são capazes de racionalizar sobre suas intenções, sendo assim de certa forma benevolentes [16]. Na solução proposta os agentes não racionalizam sobre seus desejos, ficando assim em uma posição de atingir a objetivos específicos, sem saber o quanto determinado objetivo vai ou não agradá-lo. Nesta proposta a introdução dos conceitos de acompanhamento de pacientes crônicos a ser transmitida dos médicos para os agentes deve ser feita de maneira simples. É então na racionalização (mecanismo de comportamento dos agentes do modelo GRPC/SMA) que está o ponto central da arquitertura SMA proposta. A existência de dois aspectos de solução de problemas distribuídos que são Sistemas Multiagentes e Resolução distribuída de problemas foram estudadas. A proposta realizada foi abstrair toda a racionalização para fora dos Agentes e concentrá-las em papéis que são atribuídos para agentes dummies através de um agente especial de alocação broker. No Pratical Reasoning Agents [12] o agente delibera sobre as suas crenças (beliefs) chegando a um objetivo (goal, desire) e após decidir o que vai fazer monta seu plano (intention). Essa técnica se chama BDI (beliefdesire-intention), permitindo a um agente pensar tendo apenas parte do conhecimento, sem conhecer todos os outros agentes e o ambiente como um todo [17] [18]. Segundo [19], a deliberação prática de planejar está centrada justamente na existência de beliefs (crenças), idéias pré-existentes [12], e desires (desejos), como gostaria que o ambiente ficasse após a execução. Porém, segundo [12], a deliberação com base em beliefs (o termo original é intentions, porém em [12] este termo é utilizado somente para designar beliefs, estados da mente, e não ação como outros autores) deve ser comedida, pois os recursos computacionais são limitados, e o agente não pode deliberar eternamente. De acordo com [12]: As intenções não podem persistir por muito tempo. Pode-se citar um exemplo de um caso de atendimento ao paciente em um sistema BDI em que o agente poderia ter crenças conflitantes,

4 como acreditar na identificação dada pelo paciente, ou não acreditar dada a forma que ele digitou. E partindo daí ter objetivos diferentes de atendimento ao paciente. Mas para o SMA/GRPC, dado o exemplo citado, o Agente acredita na interação com o usuário. Assim, nossos agentes não deliberam sobre beliefs, apenas deliberam sobre os desires (objetivos) chegando a intentions (ações), nunca precisando selecionar um entre vários objetivos, relembrando a colocação de [20] de que um agente deve acima de tudo agir e não só deliberar: nós queremos construir atores inteligentes, e não pensadores inteligentes. A agência baseada em papéis limita-se a conhecer os diversos planos existentes a serem alocados a diferentes agentes por um agente especial denominado broker, uma vez que tratamos de agentes benevolentes RDP [16], disponibilizando a correspondência de um conjunto de planos para um objetivo e por papel. Assim, a agência disponibiliza um mecanismo a partir do qual pudessem ser criados diversos tipos de agentes com a mesma facilidade. O plano é setado no setup de cada agente. Para criação do plano, o lado cliente (ou seja, o agente) apenas precisa utilizar uma espécie de lista (hashtable) criando comportamentos. No caso do SMA/GRPC o ambiente é representado por Objetos e se relaciona com a lógica racional dos agentes explicada através de uma interface única que automatiza o armazenamento de qualquer informação proveniente do contato com usuário, com outros agentes ou outros sistemas. Os Agentes seriam responsáveis pela prestação do serviço, e assim não faria sentido colocar as informações dentro do Agente. As informações ficariam nos objetos para não sobrecarregar o Agente [9]. Notando esta lacuna, [21] propõe em seu trabalho a utilização da tecnologia de orientação a objetos para implementar o ambiente dos agentes. A partir dessa proposta, aplicou-se neste trabalho o paradigma da orientação a objetos para o desenvolvimento do ambiente físico do sistema TeleDM. Assim, toda vez que perguntas são emitidas para o usuário, as respostas passam a fazer parte do ambiente do agente. Tudo isso é criado dinamicamente pelas classes Pergunta, Identificação e Escolha sendo utilizadas pela classe Plano. A Classe Pergunta é a classe de comportamento de interação com o usuário, pois armazena respostas obtidas do mundo exterior ao agente. O agente informa para seu plano qual é a entidade do ambiente relacionada com a pergunta e o plano cria automaticamente essa entidade armazenando no ambiente do agente (Agente.class variável ambiente) A Classe Identificação é um tipo especial de pergunta. O Agente localiza pelo status 01 na pergunta e o plano já sabe que essa entidade vai ser utilizada como chave do ambiente do agente. Ou seja, todas as perguntas que seguem uma identificação passam a integrar a coleção de respostas identificadas por ela. A identificação fica ativa e encabeça todas as respostas que se seguem até que uma nova chave seja encontrada (definição do atributo clienteativo na classe Agent pela classe Identificação) Por fim, a proposta de estudo e aplicação de um padrão de comunicação advém da necessidade de garantir a interoperabilidade entre os agentes e prover uma maneira de mantê-la. Por essa razão foram estudados métodos de comunicação como os citados em [9]: Hunhs & Stephens, FIPA, JADE e Retsina, e optou-se pelo FIPA Contract-Net. Os agentes da proposta SMA/GRPC realizam a comunicação através de um diálogo baseado em CNET, implementado na plataforma Jade, mas customizado para o modelo já que os Agentes do modelo não consideram diferentes pesos para selecionarem os proponentes, ao invés disso estes compartilham conhecimentos acerca de comunicação que são encontrados nas classes PropostaServer e ContratoServer. o ServerContract.class responsável por receber as propostas de trabalho o ServerProposal.class A cada 10 segundos verifica se possui um trabalho novo. Caso o tenha, adiciona uma ordem para procurar por um prestador a cada 20 segundos. Com a arquitetura definida, os agentes dos sistemas foram criados: o diabetologista, o atendente e o enfermeiro. O agente atendente é responsável por atender um indivíduo que entre em contato com a central, definir o tipo de atendimento e buscar pelo agente que realiza o serviço solicitado. O agente enfermeiro é responsável por coletar o valor da glicemia, requisitar o serviço de análise do resultado a outro agente e informar o resultado e a orientação fornecida. O agente diabetologista, com as informações fornecidas pelo agente enfermeiro, analisa-as e fornece as orientações a serem dadas ao paciente. Se necessário, interage diretamente com o usuário do sistema para coletar dados adicionais. Sendo o ambiente destes agentes composta por classes da orientação a objetos, as seguintes classes foram implementadas: o Contato Registra os contatos feitos por alguém junto à central;

5 o Endereço Representa o endereço completo da pessoa. Uma pessoa pode encontrar-se em mais de um endereço; um médico, por exemplo, que pode ter como referências a clínica e o hospital em que atende; o Lista Paciente Contém a lista de pacientes que são atendidos pela central; o Médico Controla as informações relacionadas ao médico do paciente; o Glicemia Registra os dados de monitoração da glicemia do paciente; o Paciente Controla as informações do paciente; o Telefone Representa os números de telefones para contato Conclusões Segundo [22] e [9], sistemas orientados a agentes são indicados para soluções de telemedicina por sua capacidade de resolver problemas complexos, mas por outro lado, conforme [23], tais sistemas possuem uma complexibilidade arquitetural intrínseca. Tendo em vista que sistemas complexos geralmente são de difícil adaptação e podem inviabilizar a implementação de novas funcionalidades, é de grande interesse reduzir a complexidade arquitetural de sistemas orientados a agentes para subsidiar a aplicação em casos reais. Para suportar esta solução, quatro conceitos são resgatados e implementados. São eles: SMA com o ambiente físisco representado por Objetos para armazenamento de dados (e uma estrutura estável de comunicação) configurado em tempo de execução com a utilização do conceito de agente tipo Broker aplicado a uma agência baseada em papéis (para facilitar introdução de novos conceitos) e a proposição de um framework de racionalização (para resolução facilitada de problemas complexos). Com esse trabalho espera-se viabilizar tecnicamente a expansão do modelo GRPC com o sistema SMA/GRPC. Além do que foi discutido em termos de retorno do investimento em apoio à saúde, esta proposta, segundo [24] vislumbra uma possibilidade de minimizar erros na compilação de dados sobre prestação e oferecer subsídio necessário à melhoria dos processos das prestadoras por meio da coleta e disseminação de informações sobre a prática dos métodos aplicados. Deste modo, pode-se até mesmo evitar desperdícios de recursos na prestação de serviços de saúde, que são visíveis [1]. Deve-se ter em mente que a arquitetura sobre a qual o sistema está implementado poderá também ser utilizada para outros domínios dentro do mesmo modelo GRPC ou até mesmo para outros modelos de softwares aproveitando-se das melhorias tanto na arquitetura como no ambiente de comunicação proporcionados pelo trabalho. Assim, ao final da implementação nota-se que as mudanças na arquitetura e plataforma facilitaram a implementação dos agentes propostos em [9]. Referências [1] Michael P, Elizabeth OT. Repensando a saúde: estratégias para melhorar a qualidade e reduzir os custos. Tradução de Cristina Bazan. Porto Alegre, [2] Manuel C. A sociedade em rede. Tradução: Roneide Venancio Majer com a colaboração de Klauss Brandini Gerhardt. 7ª. Edição. São Paulo: Editora Paz e Terra (A era da informação: economia, sociedade e cultura volume 1). [3] Herbert AS. (1996) The sciences of the artificial MIT Press. [4] WORLD HEALTH ORGANIZATION., Preparing a health care workforce for the 21st century: the challenge of chronic conditions p. Disponível em: <http://www.who.int/chronic_conditions/workforce _report/en/>. Acesso em: 26 Jan [5] Patrick YKC, Paul JHH. Technology implementation for telemedicine programs. Communication of the ACM, New York, v. 47, n. 2, p February [6] Helena MML, Sarita A (Org.). Informação e globalização na era do conhecimento. 1ª. edição. Rio de Janeiro: Editora Campus p. [7] Branko GC, Nigel HL, Jim B. Using information technology to improve the management of chronic disease. Medical Journal Australian, (s. l.), v. 179, N. 5, p September, [8] Férial BH. Agent oriented programming with Ada'95: application to financial markets. Volume XX, Issue 1 (March 2000) table of contents. Pages: Year of Publication: ISSN: Université Paris XII., 61, avenue du GAL de Gaulle Creteil Cedex Publisher ACM Press New York, NY, USA [9] Márcia I. Um modelo de gestão de paciente crônico baseado nos conceitos de relacionamento com o cliente p. 19 (Motivações e resultados esperados), p. 30 (Principais sistemas de monitoramento de pacientes crônicos). Tese

6 (Doutorado) - Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, São Paulo, [10] JANCA, P. C. (1995) Pragmatic application of information agents BIS Strategic Report. [11] Jaime SS. Raciocínio social e organizacional em sistemas multiagents: avanços e perspectivas p. Livre Docência (Livre Docência em Engenharia Elétrica) Escola Politécnica, Universidade de São Paulo, São Paulo, [12] WOOLDRIDGE, M. An introduction to multiagent systems. 1a. edição. (s. l.): John Wiley & Son., p. [13] Fabio B, Agostino P, Giovanni R. Jade, a FIPA-compliant agent framework. In: International Conference on Practical Application of Intelligent Agents and Multi-Agent Technology, 4., 1999, London, Proceedings p Disponível em: <http://jade.tilab.com/papers/paam.pdf > Acesso em: 21/11/2005. [14] Len B, Paul C, Rick K. Software architecture in practice. 2a. edição. (s. l.) Addison Wesley p. (SEI Series in Software Engineering) [15] Roger SP. Engenharia de software. Tradução de Mônica Maria G. Travieso, Revisão técnica de Paulo César Masiero, José Carlos Maldonado, Fernão Stella R. Germano. 5ª. Edição. Rio de Janeiro: Editora McGraw Hill p. [16] Jeffrey SR, Michael RG Deals among rationals agents. Procedings of the 9th International Joint Conference on AI. Pages [17] Donald N. Defeasible logic. Handbook of Logic in Artificial Intelligence and Logic Programming, 1994, pg Oxford University Press Jornada Iberoamericanas de Ingeniería del Software e Ingeniería del Conocimiento, 4., 2004, Madrid. Proceedings... Disponível em: <http://is.ls.fi.upm.es/jiisic04/papers/46.pdf>. Acesso em: 21/11/2005. [22] Vincenzo DM. Agents acting and moving in healthcare scenario: a paradigm for telemedical collaboration. IEEE Transactions on Information Technology in Biomedicine, (s. l.), v. 5, no. 1, p March [23] Nicholas RJ. Agent-Oriented Software Engineering. Multi agent system engineering: proceedings of the ninth european workshop on modelling autonomous agents in a multi-agent world, pp (Lectures Notes in Artificial Inteligence,1647). [24] Leandro RS, Marcia I. Proposta de Integração das Unidades de Saúde Utilizando um Sistema Multiagente para Acompanhamento de Pacientes Crônicos. VII Workshop de Informática Médica in VI Simpósio Brasileiro de Qualidade de Software Contato Leandro Ramos da Silva Centro Estadual de Educação Tecn. Paula Souza Laboratório de Pesquisa em Ciências de Serviços R. dos Bandeirantes, Bom Retiro - São Paulo/ SP. Cep Tel: (11) / Profaª Drª Marcia Ito Centro Estadual de Educação Tecn. Paula Souza Laboratório de Pesquisa em Ciências de Serviços R. dos Bandeirantes, Bom Retiro - São Paulo/ SP. Cep Tel: (11) / [18]John LP. Defeasible reasoning, Journal of Cognitive Science, 1987, volume 11, pages [19] Richmond HT, Desires and Defaults: A Framework for Planning with Inferred Goals. Principles of Knowledge Representation and Reasoning, Morgan Kaufmann, San Francisco, pages , year [20] Martha E. Pollack, The uses of plans, Artificial Intelligence, v.57 n.1, p.43-68, Sept [21] Mellyssa DMS, Juliana P, Ricardo AF. OplA: uma metodologia para o desenvolvimento de sistemas baseados em agentes e objetos. In:

EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES

EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES Rigoleta Dutra Mediano Dias 1, Lívia Aparecida de Oliveira Souza 2 1, 2 CASNAV, MARINHA DO BRASIL, MINISTÉRIO DA DEFESA, BRASIL Resumo: Este

Leia mais

Derivando a arquitetura inicial do software de uma central de monitoração de diabéticos a partir do modelo de Negócio da UML

Derivando a arquitetura inicial do software de uma central de monitoração de diabéticos a partir do modelo de Negócio da UML Derivando a arquitetura inicial do software de uma central de monitoração de diabéticos a partir do modelo de Negócio da UML Claudio Yua Shen Ling Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza (CEETEPS)

Leia mais

DAS6607 - Inteligência Artificial Aplicada à Controle de Processos e Automação Industrial

DAS6607 - Inteligência Artificial Aplicada à Controle de Processos e Automação Industrial DAS6607 - Inteligência Artificial Aplicada à Controle de Processos e Automação Industrial Aluno: André Faria Ruaro Professores: Jomi F. Hubner e Ricardo J. Rabelo 29/11/2013 1. Introdução e Motivação 2.

Leia mais

Proposta de um Modelo para a Gestão do Relacionamento de Paciente Crônicos (GRPC) Utilizando a Tecnologia CRM

Proposta de um Modelo para a Gestão do Relacionamento de Paciente Crônicos (GRPC) Utilizando a Tecnologia CRM Proposta de um Modelo para a Gestão do Relacionamento de Paciente Crônicos (GRPC) Utilizando a Tecnologia CRM Márcia Ito, José Sidnei.C. Martini, Lucia C. Iochida m.ito@uol.com.br Universidade de São Paulo

Leia mais

Table 1. Dados do trabalho

Table 1. Dados do trabalho Título: Desenvolvimento de geradores de aplicação configuráveis por linguagens de padrões Aluno: Edison Kicho Shimabukuro Junior Orientador: Prof. Dr. Paulo Cesar Masiero Co-Orientadora: Prof a. Dr. Rosana

Leia mais

Sistemas de Informação

Sistemas de Informação Sistemas de Informação Informação no contexto administrativo Graduação em Redes de Computadores Prof. Rodrigo W. Fonseca SENAC FACULDADEDETECNOLOGIA PELOTAS >SistemasdeInformação SENAC FACULDADEDETECNOLOGIA

Leia mais

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE - FANESE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA em Gestão da Tecnologia da Informação

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE - FANESE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA em Gestão da Tecnologia da Informação FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE - FANESE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA em Gestão da Tecnologia da Informação 1 Ruironaldi dos Santos Cruz ARTIGO ARQUITETURA ORIENTADA A SERVIÇO SOA SERVICE

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE METODOLOGIAS PARA DESENVOLVIMENTO DE AGENTES: UM ESTUDO DE CASO NA MICROECONOMIA

UTILIZAÇÃO DE METODOLOGIAS PARA DESENVOLVIMENTO DE AGENTES: UM ESTUDO DE CASO NA MICROECONOMIA UTILIZAÇÃO DE METODOLOGIAS PARA DESENVOLVIMENTO DE AGENTES: UM ESTUDO DE CASO NA MICROECONOMIA VANESSA M. BERNY, DIANA F. ADAMATTI, DANIELA FERREIRA GOMES, ANTONIO C. DA ROCHA COSTA RESUMO Este artigo

Leia mais

A Modelagem de Negócio com UML de uma Central de Monitoração de Diabéticos

A Modelagem de Negócio com UML de uma Central de Monitoração de Diabéticos RESI-Revista Eletrônica de Sistemas de Informação Edição 9, Nº3, 2006 1 A Modelagem de Negócio com UML de uma Central de Monitoração de Diabéticos Márcia Ito 1, José Sidnei C. Martini 2, Lúcia C. Iochida

Leia mais

Uma Arquitetura de Controle Distribuída para um Sistema de Visão Computacional Propositada.

Uma Arquitetura de Controle Distribuída para um Sistema de Visão Computacional Propositada. Uma Arquitetura de Controle Distribuída para um Sistema de Visão Computacional Propositada. Reinaldo A. C. Bianchi 1 Anna H. R. C. Rillo 2 1 Divisão de Automação e Inteligência Artificial - Laboratório

Leia mais

Introdução a INGENIAS:

Introdução a INGENIAS: Universidade do Estado do Rio Grande do Norte UERN Universidade Federal Rural do Semi-Árido UFERSA Mestrado em Ciência da Computação MCC Disciplina: Engenharia de Software Orientada a Agentes Professores:

Leia mais

A Maturidade Organizacional em Gerenciamento de Projetos (OPM3 ) de Informática em Saúde

A Maturidade Organizacional em Gerenciamento de Projetos (OPM3 ) de Informática em Saúde A Maturidade Organizacional em Gerenciamento de Projetos (OPM3 ) de Informática em Saúde Luis Augusto dos Santos 1, Heimar de Fátima Marin 2 1 Engenheiro Eletricista, membro do NIEn e pós-graduando pela

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Universidade São Judas Tadeu Profª Dra. Ana Paula Gonçalves Serra Engenharia de O Processo Uma Visão Genérica Capítulo 2 (até item 2.2. inclusive) Engenharia de - Roger Pressman 6ª edição McGrawHill Capítulo

Leia mais

Francisca Raquel de Vasconcelos Silveira Gustavo Augusto Lima de Campos Mariela Inés Cortés

Francisca Raquel de Vasconcelos Silveira Gustavo Augusto Lima de Campos Mariela Inés Cortés Francisca Raquel de Vasconcelos Silveira Gustavo Augusto Lima de Campos Mariela Inés Cortés Introdução Trabalhos Relacionados Abordagem Proposta Considerações Finais Conclusão Trabalhos Futuros 2 Agentes

Leia mais

Uma Ontologia Genérica para a Análise de Domínio e Usuário na Engenharia de Domínio Multiagente

Uma Ontologia Genérica para a Análise de Domínio e Usuário na Engenharia de Domínio Multiagente Uma Ontologia Genérica para a Análise de Domínio e Usuário na Engenharia de Domínio Multiagente Carla Gomes de Faria1, Ismênia Ribeiro de Oliveira1, Rosario Girardi1 1Universidade Federal do Maranhão (UFMA)

Leia mais

Instituto de Computação, Universidade Federal do Amazonas (UFAM) Manaus-AM, Brasil

Instituto de Computação, Universidade Federal do Amazonas (UFAM) Manaus-AM, Brasil Elicitação de Requisitos a partir de Modelos de Processos de Negócio e Modelos Organizacionais: Uma pesquisa para definição de técnicas baseadas em heurísticas Marcos A. B. de Oliveira 1, Sérgio R. C.

Leia mais

Palavras-Chaves: Arquitetura, Modelagem Orientada a Objetos, UML.

Palavras-Chaves: Arquitetura, Modelagem Orientada a Objetos, UML. MODELAGEM ORIENTADA A OBJETOS APLICADA À ANÁLISE E AO PROJETO DE SISTEMA DE VENDAS ALTEMIR FERNANDES DE ARAÚJO Discente da AEMS Faculdades Integradas de Três Lagoas ANDRE LUIZ DA CUNHA DIAS Discente da

Leia mais

15/09/2015. Gestão e Governança de TI. Modelo de Governança em TI. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor

15/09/2015. Gestão e Governança de TI. Modelo de Governança em TI. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor Gestão e Governança de TI Modelo de Governança em TI Prof. Marcel Santos Silva PMI (2013), a gestão de portfólio é: uma coleção de projetos e/ou programas e outros trabalhos que são agrupados para facilitar

Leia mais

[6.46] RiskFree: Uma Ferramenta para Gerência de Risco em Projetos de Software em conformidade com o nível 3 do modelo CMMI

[6.46] RiskFree: Uma Ferramenta para Gerência de Risco em Projetos de Software em conformidade com o nível 3 do modelo CMMI [6.46] RiskFree: Uma Ferramenta para Gerência de Risco em Projetos de Software em conformidade com o nível 3 do modelo CMMI Flávio Franco Knob, Filipi Pereira da Silveira, Afonso Inácio Orth, Rafael Prikladnicki

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. CRM e AFV

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. CRM e AFV Bloco Comercial CRM e AFV Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre os Módulos CRM e AFV, que fazem parte do Bloco Comercial. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas

Leia mais

Modelo GRPC: Utilizando a Tecnologia de CRM na Melhoria da Efetividade e Qualidade do Atendimento de Pacientes Crônicos

Modelo GRPC: Utilizando a Tecnologia de CRM na Melhoria da Efetividade e Qualidade do Atendimento de Pacientes Crônicos Modelo GRPC: Utilizando a Tecnologia de CRM na Melhoria da Efetividade e Qualidade do Atendimento de Pacientes Crônicos Márcia Ito 1, José Sidnei C. Martini 1, Lúcia C. Iochida 2 m.ito@uol.com.br, sidnei.martini@poli.usp.br,

Leia mais

Gerenciamento de Redes

Gerenciamento de Redes Gerenciamento de Redes As redes de computadores atuais são compostas por uma grande variedade de dispositivos que devem se comunicar e compartilhar recursos. Na maioria dos casos, a eficiência dos serviços

Leia mais

Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens

Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens Academia de Tecnologia da IBM White paper de liderança de pensamento Novembro de 2010 Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens 2 Proteção da nuvem: do desenvolvimento da estratégia

Leia mais

2. Sistemas Multi-Agentes (Multi-Agent System - MAS)

2. Sistemas Multi-Agentes (Multi-Agent System - MAS) AORML uma linguagem para modelagem de uma aplicação Multiagentes: Uma Aplicação no Sistema Expertcop. Hebert de Aquino Nery, Daniel Gonçalves de Oliveira e Vasco Furtado. Universidade de Fortaleza UNIFOR

Leia mais

Integração da Informação e do Conhecimento no Contexto da Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos no Brasil

Integração da Informação e do Conhecimento no Contexto da Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos no Brasil Integração da Informação e do Conhecimento no Contexto da Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos no Brasil Ivan Guilherme 1, Jonas Queiroz 1, Caio Marques 2 1 Universidade Estadual Paulista, IGCE, DEMAC, Caixa

Leia mais

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS WALLACE BORGES CRISTO 1 JOÃO CARLOS PEIXOTO FERREIRA 2 João Paulo Coelho Furtado 3 RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) está presente em todas as áreas de

Leia mais

Proposta de um método para auditoria de projetos de desenvolvimento de software iterativo e incremental

Proposta de um método para auditoria de projetos de desenvolvimento de software iterativo e incremental Proposta de um método para auditoria de projetos de desenvolvimento de software iterativo e incremental Francisco Xavier Freire Neto 1 ; Aristides Novelli Filho 2 Centro Estadual de Educação Tecnológica

Leia mais

SISTEMA COMPUTACIONAL PARA ANÁLISES DE DADOS EM AGRICULTURA DE PRECISÃO

SISTEMA COMPUTACIONAL PARA ANÁLISES DE DADOS EM AGRICULTURA DE PRECISÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA PROJETO SISTEMA COMPUTACIONAL PARA ANÁLISES DE DADOS EM AGRICULTURA DE PRECISÃO ALUNO RICARDO CARDOSO TERZELLA

Leia mais

Modelagem de ferramentas focadas em ontologias para a EaD baseadas em teorias sociais e agentes inteligentes

Modelagem de ferramentas focadas em ontologias para a EaD baseadas em teorias sociais e agentes inteligentes Modelagem de ferramentas focadas em ontologias para a EaD baseadas em teorias sociais e agentes inteligentes Ylana Kipuna dos Santos Figueiredo Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP Instituto de Ciências

Leia mais

RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011

RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011 RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011 Dispõe sobre a Política de Governança de Tecnologia da Informação do Tribunal de Contas da União (PGTI/TCU). O TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, no uso de suas

Leia mais

Requisitos de Ferramentas Especializadas de Gestão de Configuração de Software

Requisitos de Ferramentas Especializadas de Gestão de Configuração de Software Requisitos de Ferramentas Especializadas de Gestão de Configuração de Software Ricardo Terra 1 1 Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Campus da Pampulha 31.270-010

Leia mais

ECOSSISTEMAS DE SOFTWARE

ECOSSISTEMAS DE SOFTWARE ECOSSISTEMAS DE SOFTWARE MODELOS E REUTILIZAÇÃO EM ECOSSISTEMAS DE SOFTWARE Alunos: Felyppe Rodrigues da Silva (Mestrado) Gabriella Castro Barbosa Costa (Doutorado) Professor: Toacy Cavalcante de Oliveira

Leia mais

PROJETO Pró-INFRA/CAMPUS

PROJETO Pró-INFRA/CAMPUS INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS AVANÇADO DE ARACATI PROJETO Pró-INFRA/CAMPUS IMPLEMENTAÇÃO DE SOLUÇÃO PARA AUTOMATIZAR O DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE UTILIZANDO A LINGUAGEM C#.NET

Leia mais

Um processo para construção de software mais transparente

Um processo para construção de software mais transparente Um processo para construção de software mais transparente Eduardo Almentero 1, and Julio Cesar Sampaio do Prado Leite 1 1 Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC - Rio, Brasil {ealmentero,

Leia mais

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Módulo 4 Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Estruturas e Metodologias de controle adotadas na Sarbanes COBIT

Leia mais

Fase 1: Engenharia de Produto

Fase 1: Engenharia de Produto Fase 1: Engenharia de Produto Disciplina: Análise de Requisitos DURAÇÃO: 44 h O objetivo principal da disciplina é realizar uma análise das necessidades e produzir um escopo do produto. Representará os

Leia mais

ESTUDO DE CASO: LeCS: Ensino a Distância

ESTUDO DE CASO: LeCS: Ensino a Distância ESTUDO DE CASO: LeCS: Ensino a Distância HERMOSILLA, Lígia Docente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais de Garça FAEG - Labienópolis - CEP 17400-000 Garça (SP) Brasil Telefone (14) 3407-8000

Leia mais

3 Trabalhos Relacionados

3 Trabalhos Relacionados 35 3 Trabalhos Relacionados Alguns trabalhos se relacionam com o aqui proposto sob duas visões, uma sobre a visão de implementação e arquitetura, com a utilização de informações de contexto em SMA, outra

Leia mais

XIII Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação - XIII ENANCIB 2012 GT 11: Informação e Saúde

XIII Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação - XIII ENANCIB 2012 GT 11: Informação e Saúde XIII Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação - XIII ENANCIB 2012 GT 11: Informação e Saúde CRIAÇÃO DE UM MODELO DE INTERFACE EXTENSÍVEL PARA SISTEMAS DE REGISTRO ELETRÔNICO DE SAÚDE Modalidade

Leia mais

Padrões Arquiteturais e de Integração - Parte 1

Padrões Arquiteturais e de Integração - Parte 1 1 / 58 - Parte 1 Erick Nilsen Pereira de Souza T017 - Arquitetura e Design de Aplicações Análise e Desenvolvimento de Sistemas Universidade de Fortaleza - UNIFOR 11 de fevereiro de 2015 2 / 58 Agenda Tópicos

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO Lato Sensu. Gestão e Tecnologia da Informação

PÓS-GRADUAÇÃO Lato Sensu. Gestão e Tecnologia da Informação IETEC - INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PÓS-GRADUAÇÃO Lato Sensu Gestão e Tecnologia da Informação BAM: Analisando Negócios e Serviços em Tempo Real Daniel Leôncio Domingos Fernando Silva Guimarães Resumo

Leia mais

A Melhoria de Desempenho de Processos em uma Instituição Bancária Brasileira: Um Estudo de Caso

A Melhoria de Desempenho de Processos em uma Instituição Bancária Brasileira: Um Estudo de Caso A Melhoria de Desempenho de Processos em uma Instituição Bancária Brasileira: Um Estudo de Caso Fernando Cesar Camilo Centro Universitário de Araraquara- UNIARA SP Brasil fc_camilo@yahoo.com.br Prof. Dr.

Leia mais

Sobre o curso Value-Based Health Care Delivery. Ana Maria Malik 11/02/09 Apresentação EAESP

Sobre o curso Value-Based Health Care Delivery. Ana Maria Malik 11/02/09 Apresentação EAESP Sobre o curso Value-Based Health Care Delivery Ana Maria Malik 11/02/09 Apresentação EAESP 1 Um pouquinho de teoria Cobertura e acesso universais são essenciais mas não suficientes Valor: patient health

Leia mais

For-All - Uma Plataforma para Sistemas Pervasivos Orientados a Serviço

For-All - Uma Plataforma para Sistemas Pervasivos Orientados a Serviço For-All - Uma Plataforma para Sistemas Pervasivos Orientados a Serviço Elenilson Vieira da S. Filho 1, Ângelo L. Vidal de Negreiros 1, Alisson V. Brito 2 1 Departamento de Informática Universidade Federal

Leia mais

Mapa do Conhecimento do Paciente de Diabete Mellitus

Mapa do Conhecimento do Paciente de Diabete Mellitus Mapa do Conhecimento do Paciente de Diabete Mellitus SERGIO DE CARVALHO E SILVA Laboratório de Pesquisa em Ciências de Serviços (LaPCiS), Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza (CEETEPS),

Leia mais

Comparativo entre Projetos de Infraestrutura Computacional Pervasiva para Ambientes Clínicos

Comparativo entre Projetos de Infraestrutura Computacional Pervasiva para Ambientes Clínicos Comparativo entre Projetos de Infraestrutura Computacional Pervasiva para Ambientes Clínicos Marcelo Lopes Kroth 1, Iara Augustin 2 1, 2 Grupo de Sistemas de Computação Móvel (GMob), Universidade Federal

Leia mais

Cordis-FBC: um Ambiente Configurado TABA com Gerência do Conhecimento

Cordis-FBC: um Ambiente Configurado TABA com Gerência do Conhecimento Cordis-FBC: um Ambiente Configurado TABA com Gerência do Conhecimento Karina Villela, Ana Regina Rocha, Alvaro Rabelo Jr, Guilherme Travassos COPPE/UFRJ e Fundação Bahiana de Cardiologia Objetivos e Justificativas

Leia mais

Palavras-Chaves: engenharia de requisitos, modelagem, UML.

Palavras-Chaves: engenharia de requisitos, modelagem, UML. APLICAÇÃO DA ENGENHARIA DE REQUISITOS PARA COMPREENSÃO DE DOMÍNIO DO PROBLEMA PARA SISTEMA DE CONTROLE COMERCIAL LEONARDO DE PAULA SANCHES Discente da AEMS Faculdades Integradas de Três Lagoas RENAN HENRIQUE

Leia mais

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Nome e titulação do Coordenador: Coordenador: Prof. Wender A. Silva - Mestrado em Engenharia Elétrica (Ênfase em Processamento da Informação). Universidade

Leia mais

Aplicação de um Metamodelo de Contexto a uma Tarefa de Investigação Policial

Aplicação de um Metamodelo de Contexto a uma Tarefa de Investigação Policial Aplicação de um Metamodelo de Contexto a uma Tarefa de Investigação Policial Lucas A. de Oliveira, Rui A. R. B. Figueira, Expedito C. Lopes Mestrado em Sistemas e Computação Universidade de Salvador (UNIFACS)

Leia mais

Um Simulador para Avaliação da Antecipação de Tarefas em Sistemas Gerenciadores de Workflow

Um Simulador para Avaliação da Antecipação de Tarefas em Sistemas Gerenciadores de Workflow Um Simulador para Avaliação da Antecipação de Tarefas em Sistemas Gerenciadores de Workflow Resumo. A fim de flexibilizar o fluxo de controle e o fluxo de dados em Sistemas Gerenciadores de Workflow (SGWf),

Leia mais

Ambiente de workflow para controle de métricas no processo de desenvolvimento de software

Ambiente de workflow para controle de métricas no processo de desenvolvimento de software Ambiente de workflow para controle de métricas no processo de desenvolvimento de software Gustavo Zanini Kantorski, Marcelo Lopes Kroth Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) 97100-000 Santa Maria

Leia mais

A Internet facilitando tratamentos médicos

A Internet facilitando tratamentos médicos VIII WORKSHOP DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA DO CENTRO PAULA SOUZA São Paulo, 9 e 10 de outubro de 2013 Sistemas produtivos: da inovação à sustentabilidade ISSN: 2175-1897 A Internet facilitando tratamentos

Leia mais

Análise e Projeto de Sistemas. Engenharia de Software. Análise e Projeto de Sistemas. Contextualização. Perspectiva Histórica. A Evolução do Software

Análise e Projeto de Sistemas. Engenharia de Software. Análise e Projeto de Sistemas. Contextualização. Perspectiva Histórica. A Evolução do Software Análise e Projeto de Sistemas Análise e Projeto de Sistemas Contextualização ENGENHARIA DE SOFTWARE ANÁLISE E PROJETO DE SISTEMAS ENGENHARIA DA INFORMAÇÃO Perspectiva Histórica Engenharia de Software 1940:

Leia mais

Um Caso de Implantação de Processos de Prestação de Serviços de TI no BNDES

Um Caso de Implantação de Processos de Prestação de Serviços de TI no BNDES Um Caso de Implantação de Processos de Prestação de Serviços de TI no BNDES Suzana Mesquita de Borba Maranhão Moreno 1, André Jardim da Trindade 1, Ricardo Henrique Lopes Beckert 1, Rodrigo Simões Câmara

Leia mais

DESENVOLVENDO SISTEMAS MULTI-AGENTES

DESENVOLVENDO SISTEMAS MULTI-AGENTES UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CENTRO DE INFORMÁTICA DESENVOLVENDO SISTEMAS MULTI-AGENTES UTILIZANDO TROPOS E JADEX PROPOSTA DE TRABALHO DE GRADUAÇÃO Aluno: Bárbara

Leia mais

SIAPDI: um sistema de processamento distribuído de imagens medicas com CORBA

SIAPDI: um sistema de processamento distribuído de imagens medicas com CORBA SIAPDI: um sistema de processamento distribuído de imagens medicas com CORBA Euclides de Moraes Barros Junior, M.Sc - UFSC O SIAPDI O desenvolvimento deste trabalho teve como motivação solucionar os problemas

Leia mais

Tecnologia e Sistemas de Informações ERP e CRM

Tecnologia e Sistemas de Informações ERP e CRM Universidade Federal do Vale do São Francisco Tecnologia e Sistemas de Informações ERP e CRM Prof. Ricardo Argenton Ramos Aula 6 ERP Enterprise Resource Planning Sistemas Integrados de Gestão Empresarial

Leia mais

METODOLOGIA PARA PROJETO DE INTERFACES E EQUIPAMENTOS NUCLEARES COM ABORDAGEM CENTRADA NOS USUÁRIOS E NA SUA ATIVIDADE

METODOLOGIA PARA PROJETO DE INTERFACES E EQUIPAMENTOS NUCLEARES COM ABORDAGEM CENTRADA NOS USUÁRIOS E NA SUA ATIVIDADE 6 Disponibilizado no endereço http://www.acaoergonomica.ergonomia.ufrj.br Ação Ergonômica vol 3 nº. 1 (2007) pp. 01-06 METODOLOGIA PARA PROJETO DE INTERFACES E EQUIPAMENTOS NUCLEARES COM ABORDAGEM CENTRADA

Leia mais

CLOUD COMPUTING: COMPARANDO COMO O MUNDO ONLINE PODE SUBSTITUIR OS SERVIÇOS TRADICIONAIS

CLOUD COMPUTING: COMPARANDO COMO O MUNDO ONLINE PODE SUBSTITUIR OS SERVIÇOS TRADICIONAIS CLOUD COMPUTING: COMPARANDO COMO O MUNDO ONLINE PODE SUBSTITUIR OS SERVIÇOS TRADICIONAIS João Antônio Bezerra Rodrigues¹, Claudete Werner¹, Gabriel Costa Silva² ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí

Leia mais

HOEPERS USA TECNOLOGIA PARA QUEBRAR PARADIGMAS E OBTER GERENCIAMENTO TOTAL DAS DEMANDAS DA ORGANIZAÇÃO

HOEPERS USA TECNOLOGIA PARA QUEBRAR PARADIGMAS E OBTER GERENCIAMENTO TOTAL DAS DEMANDAS DA ORGANIZAÇÃO HOEPERS USA TECNOLOGIA PARA QUEBRAR PARADIGMAS E OBTER GERENCIAMENTO TOTAL DAS DEMANDAS DA ORGANIZAÇÃO Perfil A Hoepers S.A se posiciona no mercado como uma das três maiores empresas de recuperação de

Leia mais

Unioeste Universidade Estadual do Oeste do Paraná

Unioeste Universidade Estadual do Oeste do Paraná Unioeste Universidade Estadual do Oeste do Paraná CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS Colegiado de Informática Curso de Bacharelado em Informática Especificação de Requisitos e Modelagem Orientada

Leia mais

Sistema de Recomendação Baseado na Arquitetura Multiagente

Sistema de Recomendação Baseado na Arquitetura Multiagente Sistema de Recomendação Baseado na Arquitetura Multiagente Paulo Burin 1 Orientadora: Fabiana Lorenzi 2 Resumo. Este artigo propõe a construção de uma ferramenta de software baseada na arquitetura multiagente

Leia mais

Microsoft Nosso Comprometimento Mais de 9 bilhões em P&D/ano

Microsoft Nosso Comprometimento Mais de 9 bilhões em P&D/ano Microsoft Nosso Comprometimento Mais de 9 bilhões em P&D/ano Windows e Web Dynamics Comunicação e Produtividade Servidores Infraestrutura Empresarial Busca e Anúncios Mobilidade Entretenimento e TV PRODUTIVIDADE

Leia mais

Governança de TI com COBIT, ITIL e BSC

Governança de TI com COBIT, ITIL e BSC {aula #2} Parte 1 Governança de TI com melhores práticas COBIT, ITIL e BSC www.etcnologia.com.br Rildo F Santos rildo.santos@etecnologia.com.br twitter: @rildosan (11) 9123-5358 skype: rildo.f.santos (11)

Leia mais

A experiência do TECPAR

A experiência do TECPAR Inteligência Artificial em aplicações industriais A experiência do TECPAR Dr. Eng. Milton Pires Ramos Centro de Engenharia de Sistemas Inteligentes Empresa pública vinculada à Secretaria de Estado da Ciência,

Leia mais

Ontologia de Domínio da Biodisponibilidade de Ferro: Uma Experiência no Projeto Nutri-Fuzzy-Orixás

Ontologia de Domínio da Biodisponibilidade de Ferro: Uma Experiência no Projeto Nutri-Fuzzy-Orixás Ontologia de Domínio da Biodisponibilidade de Ferro: Uma Experiência no Projeto Nutri-Fuzzy-Orixás Alessandra Brito F. Oliveira 1; Vera Maria Benjamim Werneck 1 ; Regina Serrão Lanzillotti 1 ; Haydée Serrão

Leia mais

Sistema Educacional e Médico On-line (SEMedicOn): uma ferramenta híbrida para auxiliar pacientes, médicos e estudantes da saúde

Sistema Educacional e Médico On-line (SEMedicOn): uma ferramenta híbrida para auxiliar pacientes, médicos e estudantes da saúde Sistema Educacional e Médico On-line (SEMedicOn): uma ferramenta híbrida para auxiliar pacientes, médicos e estudantes da saúde Cláudia Batista Melo 1, 2, Ulrich Schiel 3, Lourdes Mattos Brasil 4, Edilson

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA 1. Projeto: OEI/BRA/09/004 - Aprimoramento da sistemática de gestão do Ministério da Educação (MEC) em seus processos de formulação, implantação e

Leia mais

O USO INTELIGENTE DO COMPUTADOR NA EDUCAÇÃO José A. Valente NIED - UNICAMP

O USO INTELIGENTE DO COMPUTADOR NA EDUCAÇÃO José A. Valente NIED - UNICAMP O USO INTELIGENTE DO COMPUTADOR NA EDUCAÇÃO José A. Valente NIED - UNICAMP INTRODUÇÃO O que seria a utilização do computador na educação de maneira inteligente? Seria fazer aquilo que o professor faz tradicionalmente

Leia mais

Implantando um Programa de Melhoria de Processo: Uma Experiência Prática

Implantando um Programa de Melhoria de Processo: Uma Experiência Prática Implantando um Programa de Melhoria de Processo: Uma Experiência Prática Evandro Polese Alves Ricardo de Almeida Falbo Departamento de Informática - UFES Av. Fernando Ferrari, s/n, Vitória - ES - Brasil

Leia mais

Em Busca de uma Arquitetura de Referência para Frameworks de Aplicação Dirigidos por Modelos para Sistemas de Informação

Em Busca de uma Arquitetura de Referência para Frameworks de Aplicação Dirigidos por Modelos para Sistemas de Informação Em Busca de uma Arquitetura de Referência para Frameworks de Aplicação Dirigidos por Modelos para Sistemas de Informação Valdemar Vicente GRACIANO NETO 1 ; Juliano Lopes DE OLIVEIRA 1 1 Instituto de Informática

Leia mais

CRM. Customer Relationship Management

CRM. Customer Relationship Management CRM Customer Relationship Management CRM Uma estratégia de negócio para gerenciar e otimizar o relacionamento com o cliente a longo prazo Mercado CRM Uma ferramenta de CRM é um conjunto de processos e

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 1 Conceitos da Computação em Nuvem A computação em nuvem ou cloud computing

Leia mais

FAESA@Online: Um ambiente para criação e manutenção de cursos a distância

FAESA@Online: Um ambiente para criação e manutenção de cursos a distância FAESA@Online: Um ambiente para criação e manutenção de cursos a distância Short paper Autores: Luciano Lessa Lorenzoni - Apresentador luciano@faesa.br 27-3279152 Denise Frazotti Togneri togneri@zaz.com.br

Leia mais

Sistemas Integrados ASI - II

Sistemas Integrados ASI - II Sistemas Integrados ASI - II SISTEMAS INTEGRADOS Uma organização de grande porte tem muitos tipos diferentes de Sistemas de Informação que apóiam diferentes funções, níveis organizacionais e processos

Leia mais

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras Núcleo de Pós Graduação Pitágoras MBA Gestão em TI Disciplina: Administração de Suporte e Automação Gerenciamento de Suporte Professor: Fernando Zaidan Ago-2009 1 2 Contexto Área de TI lugar estratégico

Leia mais

CONECTIVIDADE INOVADORA. MULTI-SITE E MULTI-FORNECEDORES. UMA ÚNICA LISTA DE TRABALHO GLOBAL. Vue Connect. Enterprise IMAGE/ARTWORK AREA

CONECTIVIDADE INOVADORA. MULTI-SITE E MULTI-FORNECEDORES. UMA ÚNICA LISTA DE TRABALHO GLOBAL. Vue Connect. Enterprise IMAGE/ARTWORK AREA Vue Connect Enterprise Workflow MULTI-SITE E MULTI-FORNECEDORES. UMA ÚNICA LISTA DE TRABALHO GLOBAL. Para empresas que possuem diversas unidades, uma ampla gama de instalações, fluxo de trabalho departamental

Leia mais

Modelo e Implementação para Gestão de Conhecimento em Comunidades Virtuais de Software Livre

Modelo e Implementação para Gestão de Conhecimento em Comunidades Virtuais de Software Livre Modelo e Implementação para Gestão de Conhecimento em Comunidades Virtuais de Software Livre Tiago Nicola Veloso, Licia de Cassia Nascimento, Flávia Maria Santoro Departamento de Informática Aplicada Universidade

Leia mais

EMENTAS DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

EMENTAS DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS EMENTAS DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO 60 h 1º Evolução histórica dos computadores. Aspectos de hardware: conceitos básicos de CPU, memórias,

Leia mais

Proposta de uma métrica para avaliação da gestão de serviços médicos baseada no modelo ITIL

Proposta de uma métrica para avaliação da gestão de serviços médicos baseada no modelo ITIL Proposta de uma métrica para avaliação da gestão de serviços médicos baseada no modelo ITIL Vidal Olavo Plessmann Gonçalves Márcia Ito Núcleo de Pesquisa em Ciências de Serviços (CiSe) - Centro Estadual

Leia mais

Integração de Projetos na Fase de Engenharia

Integração de Projetos na Fase de Engenharia 1 Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação MBA Gestão de Projetos Turma 19 20 de Dezembro 2014 Integração de Projetos na Fase de Engenharia Josie de Fátima Alves Almeida Engenheira Civil josiealmeida@bol.com.br

Leia mais

ITIL (INFORMATION TECHNOLOGY INFRASTRUCTURE LIBRARY)

ITIL (INFORMATION TECHNOLOGY INFRASTRUCTURE LIBRARY) Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Informática e Estatística INE Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Projetos I Professor: Renato Cislaghi Aluno: Fausto Vetter Orientadora: Maria

Leia mais

Introdução ao OpenUP (Open Unified Process)

Introdução ao OpenUP (Open Unified Process) Introdução ao OpenUP (Open Unified Process) Diferentes projetos têm diferentes necessidades de processos. Fatores típicos ditam as necessidades de um processo mais formal ou ágil, como o tamanho da equipe

Leia mais

SISTEMA DE APOIO AO ENSINO BASEADO EM AGENTES. Resumo

SISTEMA DE APOIO AO ENSINO BASEADO EM AGENTES. Resumo SISTEMA DE APOIO AO ENSINO BASEADO EM AGENTES Sérgio A. S. de Moraes 1 Resumo Este apresenta a modelagem de um Sistema Tutor Inteligente (STI) baseado em uma arquitetura Multi-Agente (MA) para apoio ao

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação Gestão Organizacional da Logística Sistemas de Informação Sistemas de informação ERP - CRM O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para

Leia mais

Sistemas de Informação I

Sistemas de Informação I + Sistemas de Informação I Tipos de SI Ricardo de Sousa Britto rbritto@ufpi.edu.br + Introdução 2 n As organizações modernas competem entre si para satisfazer as necessidades dos seus clientes de um modo

Leia mais

FATEC Cruzeiro José da Silva. Ferramenta CRM como estratégia de negócios

FATEC Cruzeiro José da Silva. Ferramenta CRM como estratégia de negócios FATEC Cruzeiro José da Silva Ferramenta CRM como estratégia de negócios Cruzeiro SP 2008 FATEC Cruzeiro José da Silva Ferramenta CRM como estratégia de negócios Projeto de trabalho de formatura como requisito

Leia mais

Aplicação de Arquitetura Orientada a Agentes na Teleavaliação de Competência em Leitura de Palavras

Aplicação de Arquitetura Orientada a Agentes na Teleavaliação de Competência em Leitura de Palavras Aplicação de Arquitetura Orientada a Agentes na Teleavaliação de Competência em Leitura de Palavras GUNJI, José Cassiano Grassi 1 ; ITO, Márcia 1 ; ALMEIDA, Maurício Amaral de 1 cassiano.gunji@gmail.com;

Leia mais

RBC no Auxílio de Avaliações Imobiliárias

RBC no Auxílio de Avaliações Imobiliárias RBC no Auxílio de Avaliações Imobiliárias Adauto Trigueiro, Alcione da Costa Pinheiro, Clerton Filho, Kátia Silva Unidade Acadêmica de Sistemas e Computação Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DE UM AMBIENTE DE ALTA DISPONIBILIDADE DE REDE E MONITORAÇÃO DINÂMICA DE INFRAESTRUTURA EM SERVIDORES WEB.

IMPLANTAÇÃO DE UM AMBIENTE DE ALTA DISPONIBILIDADE DE REDE E MONITORAÇÃO DINÂMICA DE INFRAESTRUTURA EM SERVIDORES WEB. IMPLANTAÇÃO DE UM AMBIENTE DE ALTA DISPONIBILIDADE DE REDE E MONITORAÇÃO DINÂMICA DE INFRAESTRUTURA EM SERVIDORES WEB. Marllus de Melo Lustosa (bolsista do PIBIC/UFPI), Luiz Cláudio Demes da Mata Sousa

Leia mais

Uma proposta de um processo prático para apoiar o reuso de software

Uma proposta de um processo prático para apoiar o reuso de software Uma proposta de um processo prático para apoiar o reuso de software Rosangela Kronig (UNIP) rkronig.mes.engprod@unip.br Ivanir Costa (UNIP) icosta@unip.br Mauro Spínola (UNIP) mspinola@unip.br Resumo A

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS. RECONHECIDO conforme PORTARIA nº 295, de 25 de Junho de 2008.

CURSO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS. RECONHECIDO conforme PORTARIA nº 295, de 25 de Junho de 2008. CURSO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS RECONHECIDO conforme PORTARIA nº 295, de 25 de Junho de 2008. Título: Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Turno: Noturno

Leia mais

Atendimento CREA-RO. Plano de Desenvolvimento de Software. Histórico das Reuniões do Grupo

Atendimento CREA-RO. Plano de Desenvolvimento de Software. Histórico das Reuniões do Grupo Plano de Desenvolvimento de Software Histórico das Reuniões do Grupo Data Descrição Integrantes O que foi deliberado. 1 Índice Analítico 1. Introdução 3 1.1 Finalidade 3 1.2 Escopo 3 1.3 Visão geral 3

Leia mais

Infraestrutura de EaD para apoio a cursos presenciais. Prof. ª Dra. Christine da Silva Schröeder ICEAC/SEaD/FURG christine1004sch@gmail.

Infraestrutura de EaD para apoio a cursos presenciais. Prof. ª Dra. Christine da Silva Schröeder ICEAC/SEaD/FURG christine1004sch@gmail. Infraestrutura de EaD para apoio a cursos presenciais Prof. ª Dra. Christine da Silva Schröeder ICEAC/SEaD/FURG christine1004sch@gmail.com Perspectivas de análise: EAD e mudança Perspectivas de análise:

Leia mais

Ciência da Computação. Gestão da Tecnologia da Informação ITIL Information Technology Infrastructure Library

Ciência da Computação. Gestão da Tecnologia da Informação ITIL Information Technology Infrastructure Library Ciência da Computação Gestão da Tecnologia da Informação ITIL Information Technology Infrastructure Library Agenda Histórico Conceitos básicos Objetivos Visão Geral do Modelo Publicações: Estratégia de

Leia mais

Garantia de Processo Leis de Lehman Manutenção de Softwares

Garantia de Processo Leis de Lehman Manutenção de Softwares Garantia de Processo Leis de Lehman Manutenção de Softwares Garantia de Processo Acidentes são eventos raros em sistemas críticos e pode ser impossível simulá-los durante testes de um sistema. Requisitos

Leia mais

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar.

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar. C O B I T Evolução Estratégica A) Provedor de Tecnologia Gerenciamento de Infra-estrutura de TI (ITIM) B) Provedor de Serviços Gerenciamento de Serviços de TI (ITSM) C) Parceiro Estratégico Governança

Leia mais

Simulação de uma Bolsa de Valores Virtual com agentes BDI

Simulação de uma Bolsa de Valores Virtual com agentes BDI Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Mestrado Integrado em Engenharia Informática e Computação Simulação de uma Bolsa de Valores Virtual com agentes BDI Relatório Intermédio de Agentes e Inteligência

Leia mais